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		<title>País - Eu, Rio!</title>
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			<title>Mascote da Copa de 2014, tatu-bola ganhou exposição, mas enfrenta ameaças crescentes de extinção</title>
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			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:59:27 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Existe um bichinho que combine mais com o futebol que o tatu-bola? O animal, que para se proteger dos predadores se fecha todinho, igual a uma bola, foi mascote da Copa do Mundo do Brasil, em 2014. Mas o Fuleco da vida real continua ameaçado de extinção, apesar da visibilidade que teve.Felipe Melo &eacute; professor da Universidade Federal de Pernambuco. Segundo ele, o tatu-bola tem um comportamento noturno, passa o tempo na vegetação seca da caatinga e s&oacute; sai para se alimentar. Ele ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Existe um bichinho que combine mais com o futebol que o tatu-bola? O animal, que para se proteger dos predadores se fecha todinho, igual a uma bola, foi mascote da Copa do Mundo do Brasil, em 2014. Mas o Fuleco da vida real continua ameaçado de extinção, apesar da visibilidade que teve.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696970&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696970&o=node"></p><p>Felipe Melo &eacute; professor da Universidade Federal de Pernambuco. Segundo ele, o tatu-bola tem um comportamento noturno, passa o tempo na vegetação seca da caatinga e s&oacute; sai para se alimentar. Ele colabora para o controle de pragas, pois come formigas, cupins, larvas e pequenos insetos. Na natureza, tem ainda o papel de movimentar nutrientes do solo.</p><blockquote><p>"Os tatus em geral, não s&oacute; o tatu bola, mas todos os tatus que ocorrem na Catinga, tatu galinha, tatu peba, eles são o que a gente chama de engenheiros ecossistêmicos, porque o seu hábito fossorial, ou seja, de cavar, n&eacute;, e de criar tocas, n&eacute;, revolve muito sedimentos, n&eacute;? E isso na Caatinga &eacute; uma coisa muito importante, porque a mistura do sedimento do solo uma vez compactado, degradado, onde um tatu chega e consegue cavar, trazer solo menos compactado para cima, ajuda na regeneração da Caatinga".</p></blockquote><p>Ao se enrolar formando uma bola do tamanho de um coco, o tatu-bola torna-se quase impenetrável aos predadores naturais. Quanto aos humanos, al&eacute;m de conseguir pegá-lo com a mão, tamb&eacute;m têm empurrado o bichinho para longe de seu habitat natural, em estados como a Bahia, o Ceará, a Paraíba, Pernambuco e Piauí.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre as ameças ao tatu-bola, mascote da Copa do Mundo de 2014.</b><br></p><p>A coordenadora científica do Programa de Conservação do Tatu-bola, da Associação Caatinga, Flávia Miranda, explica que empreendimentos energ&eacute;ticos e novas estradas têm atrapalhado a sobrevivência deste mamífero.</p><blockquote><p>"O nome científico dele &eacute; Tolipeutis tricinctus. Ele está ameaçado por questão da perda do habitat e tamb&eacute;m pela caça. Perda de habitat vem por questão de desmatamento mesmo e hoje em dia tem pressões como e&oacute;lica, n&eacute;? As fazendas de placas solares, n&eacute;, elas estão sendo muito utilizadas na Catinga, infelizmente &eacute; bem na área de ocorrência do tatu bola, porque as placas ficam normalmente ao sop&eacute; de uma montanha, n&eacute;? Na parte baixa que &eacute; onde o tatu bola gosta de usar, n&eacute;? Então, são grandes placas, são fazendas de placas, n&eacute;? Grandes áreas captando energia solar, são empresas mesmo, n&eacute;?"</p></blockquote><p>O mascote Fuleco ajudou na conscientização quanto ao problema da caça predat&oacute;ria, esportiva e tamb&eacute;m a de subsistência. O sertanejo Lourisvaldo Camilo, que atualmente integra o Projeto Ecologia e Conservação Participativa do Tatu-Bola, na Chapada Diamantina, lembra que já caçou tatu-bola para comer. Mas hoje trabalha na preservação da esp&eacute;cie.  </p><p><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/07/93520_fdf5ed16c12bbe3efe453b3c96f3edc0.jpg">"</p><p>"Quando n&oacute;s era criança, n&eacute;, que era meio ruim assim o custo de vida, a gente pegava ele para alimentar, para comer. Era o tatu-bola, era o galinha. A gente não tinha assim conhecimento, n&eacute;? a importância que ele tinha, mas hoje em dia não faz mais isso não, por aqui não, pegar assim ele para matar para se alimentar não. A gente tá trabalhando para preservar ele agora. &Eacute; porque a gente tomou conhecimento que eles têm o mesmo direito de sobreviver igual a gente, n&eacute;? E eles faz parte tamb&eacute;m da natureza, n&eacute;? A gente tem que respeitar, n&eacute;? os espaços de cada um, n&eacute;? Que os animais e que eles tamb&eacute;m &eacute; muito importante, n&eacute;? Na natureza".<br></p><div class="conteudo-noticia"><p>De acordo com o ICMBio, que &eacute; um &oacute;rgão do governo federal, o tatu-bola permanece classificado como uma esp&eacute;cie “em perigo” na lista de fauna ameaçada. Emerson de Oliveira &eacute; gerente de conservação da Biodiversidade da Fundação Gruo Boticário. Ele explica que algumas ações foram tomadas em 2026 para preservar a esp&eacute;cie, como a ampliação de parques nacionais e a Política Nacional para Recuperação da Caatinga, que foram criadas em junho.</p><blockquote><p>"Não tem como tornar tudo como unidade de conservação. Mas aquelas áreas que mant&eacute;m os remanescentes mais significativos, eles precisam e devem ser protegidos pelos nossos governos. E nessa área em específico, lá na região da Serra das Confusões, &eacute; uma das regiões mais importantes do ponto de vista biol&oacute;gico do Brasil porque tá numa região ali de contato entre a Catinga, o Cerrado e essa região de floresta densa, encrave de Mata Atlântica, inclusive. &Eacute; fundamental para se proteger a biodiversidade em si e isso reflete na proteção, especialmente as esp&eacute;cies guarda-chuva, tem grandes felinos, por exemplo, n&eacute;? E se protege todas as demais esp&eacute;cies ali da região".</p></blockquote><p>Para garantir a sobrevivência do tatu-bola, deve ser lançado ainda este ano o Plano de Ação Nacional para Conservação do Tamanduá-bandeira, Tatu-canastra e o Tatu-Bola, chamado de PAN Tatá. O trabalho &eacute; liderado do ICMBio e conta com &oacute;rgãos ambientais, cientistas e organizações da sociedade civil. O objetivo &eacute; diminuir as principais ameaças a essas esp&eacute;cies nos pr&oacute;ximos cinco anos, com ações como combate ao atropelamento, &agrave; caça e o mapeamento gen&eacute;tico.</p><p> </p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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			<title>Luta contra o racismo marca a 12ª Marcha das Mulheres Negras no Rio</title>
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			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 18:17:20 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A luta contra o racismo, pela democracia e pela reparação hist&oacute;rica volta a ocupar a orla de Copacabana na 12ª Marcha das Mulheres Negras do Estado do Rio de Janeiro, marcada para o pr&oacute;ximo 26 de julho, com concentração a partir das 10h, no posto 2, em Copacabana. Com o tema "Em defesa da democracia, contra o racismo, pela reparação e bem viver", a mobilização integra a programação do Julho das Pretas e re&uacute;ne mulheres negras de diferentes munic&iacute;pios...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A luta contra o racismo, pela democracia e pela reparação hist&oacute;rica volta a ocupar a orla de Copacabana na 12ª Marcha das Mulheres Negras do Estado do Rio de Janeiro, marcada para o pr&oacute;ximo 26 de julho, com concentração a partir das 10h, no posto 2, em Copacabana. </strong>Com o tema "Em defesa da democracia, contra o racismo, pela reparação e bem viver", a mobilização integra a programação do Julho das Pretas e re&uacute;ne mulheres negras de diferentes munic&iacute;pios fluminenses em um dos maiores atos pol&iacute;ticos do movimento negro no estado.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696961&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696961&amp;o=node"></p><p><strong>Antes da caminhada, a organização promove, no pr&oacute;ximo domingo (19), a tradicional Oficina de Pirulitos, no Instituto de Pesquisas das Culturas Negras (IPCN), no Centro do Rio.</strong> O encontro &eacute; dedicado &agrave; confecção dos cartazes que serão levados durante a marcha, mas tamb&eacute;m funciona como um espaço de formação pol&iacute;tica, integração e fortalecimento das participantes. A programação inclui ainda um churrasco colaborativo, constru&iacute;do de forma coletiva pelas pr&oacute;prias mulheres.</p><p>Segundo a  coordenadora da 12ª Marcha das Mulheres Negras-RJ, Clatia Vieira, a oficina simboliza a forma como todo o movimento &eacute; organizado.</p><blockquote><p>"A construção dos pirulitos tamb&eacute;m &eacute; um ato pol&iacute;tico. &Eacute; nesse momento que as mulheres se encontram, debatem as pautas da marcha e fortalecem essa rede de solidariedade. Quem pode leva sua contribuição para o churrasco, quem não pode participa da mesma forma. A gente pensa para que nenhuma mulher fique de fora."</p></blockquote><p>Embora esteja em sua 12ª edição, a hist&oacute;ria da Marcha das Mulheres Negras começou a ser constru&iacute;da ainda em 2011, quando organizações de mulheres negras de todo o pa&iacute;s lançaram a proposta de realizar uma grande marcha nacional.<strong> Depois de quatro anos de articulação, a iniciativa ganhou as ruas de Bras&iacute;lia, em 2015, reunindo cerca de 100 mil mulheres.</strong></p><p>No mesmo ano, o Rio de Janeiro realizou sua primeira marcha estadual, que passou a acontecer anualmente como parte da mobilização permanente do F&oacute;rum Estadual de Mulheres Negras. Desde então, o movimento não parou de crescer. Mesmo durante a pandemia de covid-19, quando duas edições ocorreram de forma virtual, a articulação foi mantida.</p><p>"Estamos na 12ª marcha. Tivemos duas edições <em>online</em> por causa da pandemia, mas estamos há dez anos ocupando as ruas desde 2015. A marcha nunca deixou de existir porque o racismo tamb&eacute;m nunca deixou de existir", afirma Clatia Vieira.</p><p>A coordenadora lembra que, no ano passado, al&eacute;m da organização da marcha estadual, o movimento tamb&eacute;m participou da construção da 2ª Marcha Nacional das Mulheres Negras, realizada em Bras&iacute;lia, ampliando ainda mais a articulação entre os estados. Ao longo dos &uacute;ltimos anos, a marcha consolidou uma ampla rede de mobilização em todo o territ&oacute;rio fluminense.</p><p>Segundo Rose Cipriano, integrante da coordenação, mulheres de dezenas de munic&iacute;pios organizam caravanas para participar da caminhada.</p><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><br></div></div><blockquote><p>"N&oacute;s estamos mobilizando mulheres de São Francisco de Itabapoana, Cantagalo, Niter&oacute;i, Baixada Fluminense e de diversas regiões do estado. A expectativa &eacute; reunir entre 10 e 15 mil mulheres em Copacabana."</p></blockquote><p>Mais do que participar de um ato p&uacute;blico, a proposta &eacute; que essas mulheres retornem aos seus munic&iacute;pios fortalecidas para criar <em>f&oacute;runs</em> locais, ampliar o diálogo sobre racismo e pressionar o poder p&uacute;blico por pol&iacute;ticas voltadas &agrave; população negra.</p><p>A escolha de Copacabana para sediar a marcha tamb&eacute;m carrega um significado pol&iacute;tico. Rose Cipriano explica que o bairro representa um espaço historicamente marcado por desigualdades raciais e sociais.</p><p>"Muitas mulheres negras trabalham em Copacabana como empregadas dom&eacute;sticas e assistem &agrave; marcha das janelas dos pr&eacute;dios onde trabalham. Marchar ali &eacute; disputar esse territ&oacute;rio e mostrar que ele tamb&eacute;m pertence &agrave; população negra."</p><p> </p><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><br></div></div><p>Clatia Vieira reforça que ocupar a Zona Sul &eacute; uma forma de denunciar o racismo estrutural presente na organização da cidade: "&Eacute; nessa Copacabana opressora que a gente precisa dizer o que acontece com as mulheres negras. &Eacute; um territ&oacute;rio de disputa e de den&uacute;ncia."</p><h2>Marcha &eacute; um ato contra o racismo</h2><p>Ao longo de sua trajet&oacute;ria, a Marcha das Mulheres Negras tornou-se um dos principais espaços de articulação pol&iacute;tica do movimento negro feminino no estado. Para Clatia Vieira, a mobilização nasceu para enfrentar o racismo estrutural e denunciar as desigualdades vividas diariamente pelas mulheres negras.</p><p>"A Marcha &eacute;, antes de tudo, um ato pol&iacute;tico de den&uacute;ncia ao racismo. A gente denuncia como as mulheres negras vivem, como são submetidas &agrave;s desigualdades e como o racismo estrutural coloca essas mulheres em situação de ausência de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas. Quando falamos de reparação, estamos falando de dividir poder, garantir que as mulheres negras ocupem os espaços de decisão e sejam ouvidas".</p><p>E ainda "tamb&eacute;m estamos falando da defesa da democracia, do enfrentamento ao racismo, do fim da escala 6x1, da defesa da PEC da Reparação, da luta contra a redução da maioridade penal, do direito &agrave; sa&uacute;de, &agrave; educação, ao trabalho digno e &agrave; vida. São pautas constru&iacute;das pelas pr&oacute;prias mulheres negras e que expressam a realidade de quem sente diariamente os efeitos do racismo."</p><p>Ela destaca que a marcha tamb&eacute;m se diferencia por ser constru&iacute;da horizontalmente. <strong>"A Marcha das Mulheres Negras não tem dona. Ela &eacute; pensada por mulheres negras, para mulheres negras e com mulheres negras. Todas têm direito &agrave; fala. Quando chegamos &agrave; marcha, ningu&eacute;m vai apenas bater palma. Cada mulher leva sua voz, sua experiência e sua luta."</strong></p><p>Embora seja um ato pol&iacute;tico, a marcha tamb&eacute;m incorpora manifestações culturais que fazem parte da hist&oacute;ria da população negra. Durante a concentração e ao longo do percurso, haverá apresentações de jongo - tamb&eacute;m chamado de caxambu - dança e ritmo afro-brasileiro, samba, feira de artesãs, atividades para crianças e manifestações ligadas &agrave;s religiões de matriz africana.</p><p>Segundo Clatia , esses elementos representam a ancestralidade que sustenta o movimento. <strong>"Ato de gente preta &eacute; ato de aquilombamento. Tem jongo, tem samba, tem ancestralidade, tem cultura. A nossa hist&oacute;ria vem da África e essa mem&oacute;ria faz parte da nossa resistência."</strong></p><p>A coordenadora tamb&eacute;m chama atenção para a importância da imprensa na divulgação das pautas do movimento. Para ela, ampliar a visibilidade da marcha significa enfrentar a invisibilidade hist&oacute;rica das mulheres negras.</p><p>"&Eacute; muito importante contar com os meios de comunicação. A gente liga a televisão e quase nunca vê as nossas hist&oacute;rias ou as nossas pautas. A marcha não &eacute; apenas um encontro. Ela denuncia o racismo, fortalece a organização das mulheres negras e mostra que seguimos lutando por respeito, igualdade e pelo direito de viver com dignidade."</p><p>   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto:  T&acirc;nia R&ecirc;go/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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			<title>Grande Sertão: Veredas faz 70 anos e permanece instigante</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93477/grande-sertao-veredas-faz-70-anos-e-permanece-instigante.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 17:45:25 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Depois de 70 anos de seu lançamento, o livro Grande Sertão: Veredas de Guimarães Rosa continua encantando leitores e &eacute; comemorado por especialistas. Para o professor, economista e imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL), Eduardo Giannetti, &eacute; um dos livros mais ousados e inovadores da literatura brasileira.Na observação dele, Grande Sertão: Veredas tem “um cuidado e um apuro formal, inexced&iacute;vel” e, ao mesmo tempo, &eacute; resultado de uma entrega criativa...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Depois de 70 anos de seu lançamento, o livro <em>Grande Sertão: Veredas </em>de Guimarães Rosa continua encantando leitores e &eacute; comemorado por especialistas</strong>. Para o professor, economista e imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL), Eduardo Giannetti, &eacute; um dos livros mais ousados e inovadores da literatura brasileira.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696995&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696995&amp;o=node"></p><p>Na observação dele, <em>Grande Sertão: Veredas </em>tem “um cuidado e um apuro formal, inexced&iacute;vel” e, ao mesmo tempo, &eacute; resultado de uma entrega criativa de Guimarães Rosa, a ponto de dizer que praticamente transcrevia alguma coisa que vinha de fora dele. “Ele chega a dizer que &eacute; um experimento quase medi&uacute;nico”, seguiu em entrevista &agrave; <strong>Agência Brasil</strong>.</p><blockquote><p>“Grande Sertão combina dois elementos. Tem um lado de pesquisa de apuro formal, de um cuidado lapidar com a linguagem hiperconsciente, mas, ao mesmo tempo, &eacute; resultado de uma possessão. Ele diz que se sentia tomado por alguma coisa que ele não sabe de onde”, completou.</p></blockquote><p>Sobre esse assunto, Giannetti lembrou de uma expressão que acha muito boa, usada por Rosa em uma entrevista. “‘De repente, o diabo me cavalga’. O milagre do processo criativo de Guimarães Rosa &eacute; justamente essa combinação”.</p><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image atom-align-center"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/ELgagyl3ikDEuEBPX_eIwj1UB6A=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/guimaraes-rosa-divulgacao_centro_cultural_sao_paulo.jpg?itok=ZnZ0nRI1" alt="O escritor João Guimarães Rosa" title="Divulgação/ Centro Cultural São Paulo"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><h6 class="meta">O escritor João Guimarães Rosa deu a personagens de <em>Grande Sertão: Veredas</em>, nomes de pessoas do seu conhecimento - <strong>Divulgação/ Centro Cultural São Paulo</strong></h6></div></div><h2>Produção dupla</h2><p><strong>A criatividade do autor mineiro era tanta que entre 1946 e 1956 produziu paralelamente <em>Grande Sertão: Veredas </em>e <em>Corpo de Baile</em>, uma coletânea de novelas. </strong>Os dois foram conclu&iacute;dos e lançados em 1956, depois de começarem a ser escritos em Paris, na França; continuarem em Bogotá, na Col&ocirc;mbia; e em 1951, na volta de Rosa para o Rio de Janeiro.</p><p>“O <em>Grande Sertão </em>era uma hist&oacute;ria do <em>Corpo de Baile</em>, que ele desmembrou e tornou um romance independente”, disse, em entrevista &agrave; <strong>Agência Brasil</strong>, o jornalista Leonêncio Nossa, autor da primeira biografia sobre o escritor mineiro.</p><p><strong>A viagem com um amigo ao interior mineiro foi a inspiração para escrever <em>Grande Sertão: Veredas</em>, obra marcante da literatura brasileira. </strong></p><blockquote><p>“Esse livro começou quando ele fez uma viagem pelo interior de Minas com o amigo Pedro Barbosa Moreira e percorreu toda a região de Veredas. Ele passou a usar esse ambiente das veredas e buritizais na obra dele Grande Sertão, porque o primeiro [Sagarana] nem tinha”, informou o bi&oacute;grafo.</p></blockquote><p>Assim como Guimarães Rosa, que levou dez anos para concluir <em>Grande Sertão</em>, o jornalista passou esse mesmo tempo estudando e pesquisando a vida do mineiro, que contou em <em>João Guimarães Rosa, biografia</em>, a primeira publicação deste tipo dedicada a ele. </p><p>“Ele &eacute; considerado o mais inventivo dos nossos escritores e ningu&eacute;m nunca escreveu uma biografia dele. Havia uma demanda de biografar o maior escritor brasileiro de todos os tempos”, pontuou.</p><p>Leonêncio Nossa começou a levantar dados e a colher informações para trabalhar na biografia em 2006 e gostou do que conheceu. “A vida dele &eacute; muito agitada, apesar de ter sido escritor. Viveu tempos de guerra com riscos de morte e [essa hist&oacute;ria] não estava descrita. Foi uma surpresa a cada dia”, contou.</p><p>“O que me chamou muita atenção &eacute; que desde criança ele tinha um projeto de literatura e a vida toda se dedicou a esse projeto. Era um homem que vivia para contar hist&oacute;rias”, disse, acrescentando que Rosa nasceu em Cordisburgo e depois foi levado pelo av&ocirc; para estudar em Belo Horizonte.</p><h2>Caracter&iacute;sticas</h2><p><strong>O bi&oacute;grafo revelou que Rosa deu a personagens de <em>Grande Sertão: Veredas</em>, nomes de pessoas do seu conhecimento, tanto da fam&iacute;lia e da cultura quanto da pol&iacute;tica.</strong> Entre os jagunços do romance, está, por exemplo, o Dos Anjos, que &eacute; referência a Augusto dos Anjos e tamb&eacute;m parentes: o av&ocirc; dele, o major Luiz Guimarães. </p><blockquote><p>“Ele trouxe pessoas com quem convivia, de certa forma, para dentro do romance, que tem um caráter muito autobiográfico, algo que não estava colocado antes da biografia”, comentou.</p></blockquote><p>Rosa tinha ainda outro comportamento interessante: enquanto escrevia o livro, ele ouvia programas da <strong>Rádio Nacional </strong>com artistas como as cantoras Marlene, Emilinha Borba, Ademilde Fonseca e Virg&iacute;nia Lane. O cinema tamb&eacute;m o inspirava e um dos filmes que assistiu durante a produção de Grande Sertão foi Os Sete Samurais, do diretor Akira Kurosawa.</p><p>Al&eacute;m disso, trabalhava muito na divulgação dos seus livros. No lançamento de <em>Sagarana</em>, foram publicados mil exemplares. O autor ficou com 500 c&oacute;pias e fez uma lista das pessoas mais importantes que escreviam em jornais do pa&iacute;s e mandou o livro para elas. </p><p>“Mandou para Get&uacute;lio Vargas, para Monteiro Lobato, Carlos Drummond de Andrade. O Rosa trabalhava muito na divulgação”, relatou Nossa, informando ainda que o lançamento de <em>Grande Sertão: Veredas</em> foi na Livraria Jos&eacute; Ol&iacute;mpio, na Rua do Ouvidor, centro do Rio, no dia 16 de julho de 1956.</p><h2>Linguagem</h2><p><strong>Quando o livro foi lançado, recebeu muitas cr&iacute;ticas, especialmente pela linguagem popular dos personagens usada por Rosa e identificada como "de outro planeta".</strong></p><p>“Os personagens que os cr&iacute;ticos diziam que falavam como em Marte na verdade falavam como o povo do interior do Brasil. Mostrou que parte da intelectualidade desconhecia este ‘outro planeta’, que &eacute; o Brasil”, contou Nossa.</p><blockquote><p>“Rosa disse uma vez que as pessoas achavam que ele tinha inventado uma l&iacute;ngua. ‘Eu não inventei uma l&iacute;ngua. Os vaqueiros de Minas Gerais, da Bahia, de Goiás falam assim’. Parte da intelectualidade não entendeu o Grande Sertão”, observou o bi&oacute;grafo.</p></blockquote><p><strong>Leonêncio reforçou a avaliação lembrando que o começo do livro &eacute; com a palavra “nonada”, que muita gente pensa ser um neologismo. </strong></p><p>“Na verdade, era muito recorrente nos jornais brasileiros que escreviam, por exemplo, ‘o governo acha que “nonada” o que ocorre com a população’. O Rosa usa palavras que não são mais usadas no seu livro e a&iacute; acham que &eacute; um neologismo”, afirmou, completando que há neologismos na obra do escritor, mas não &eacute; s&oacute; isso.</p><p><strong>Ao mesmo tempo em que era considerado um livro dif&iacute;cil, destacou o jornalista, estava sempre entre os mais vendidos.</strong> “Isso já em 56. O que ocorre &eacute; que a musicalidade no linguajar dos personagens causa muita empatia, tanto que &eacute; um livro que deve ser lido em voz alta porque com a musicalidade &eacute; fácil de entender”, apontou.</p><h2>Registros</h2><p><strong>A cantora e compositora Adriana Calcanhoto que tem nas obras de Guimarães Rosa uma fonte de inspiração, destacou que se não o escritor não tivesse usado a linguagem no livro correria o risco de não ter mais registros daquela forma de falar popular. </strong></p><blockquote><p>“&Eacute; um trabalho extraordinário que ele faz, antes da escrita dele do Grande Sertão, &eacute; da compilação que ele faz daquela fala e a&iacute;, claro tem o gênio dele na escrita e na hist&oacute;ria”, disse em entrevista &agrave; <strong>Agência Brasil</strong>.</p></blockquote><p>“&Eacute; uma leitura obrigat&oacute;ria. Grande Sertão &eacute; um livro que todo mundo tem que ler pelo menos uma vez. Quando você lê ele mais de uma vez, e &eacute; um clássico, por isso, &eacute; outro livro e a gente &eacute; outra pessoa depois disso”, apontou, destacando ainda a aceitação mundial da obra.</p><blockquote><p>“&Eacute; uma coisa louca que seja mundialmente, porque &eacute; dif&iacute;cil tradução. &Eacute; um livro que interessa ao mundo todo, exatamente por ser tão regional e universal. Cada ano que passa, ele s&oacute; cresce”, observou.</p></blockquote><h2>Cadeira 2</h2><p>Ocupar a cadeira 2 que já foi de Guimarães Rosa na ABL não &eacute; a &uacute;nica proximidade que Eduardo Giannetti tem com o escritor que aprendeu a admirar ainda na infância.<strong> Lendo a biografia de Leonêncio Nossa, descobriu que tem um parentesco com o escritor.</strong></p><blockquote><p>“Uma coisa que me deixou bastante surpreso e at&eacute; emocionado lendo a biografia do Leonêncio &eacute; que o Guimarães Rosa &eacute; meu parente. O pai do Guimarães Rosa se chamava Florduardo e o apelido era Ful&ocirc;, que era primo do meu bisav&ocirc; João Pinheiro. Ele chegou a morar na casa do pai do Guimarães Rosa”.</p></blockquote><p>Esse fato não era de conhecimento da fam&iacute;lia do acadêmico e isso ele ainda não chegou a conversar com o bi&oacute;grafo que esclareceu essa linhagem. “O Guimarães Rosa a certa altura, jovem ainda, esboçou o desejo em cartas ao pai, de escrever uma biografia do João Pinheiro que &eacute; meu bisav&ocirc; lá de Caet&eacute;. Ele admirava muito João Pinheiro ouvindo as hist&oacute;rias que o pai contava do primo”, apontou Giannetti.</p><p>“Ainda por cima teve isso”, disse satisfeito, confirmando que fechando o c&iacute;rculo, a cadeira 2 tinha que ser ocupada por ele. “Como diria o Guimarães ‘nada nesse mundo &eacute; por acaso’. A grande pena &eacute; que os meus pais não sobreviveram para saber que o Guimarães vem de uma fam&iacute;lia mineira muito pr&oacute;xima que &eacute; a de João Pinheiro, av&ocirc; do meu pai”, comentou o acadêmico.</p><p>Ao saber que ocuparia a cadeira 2 se sentiu “um pouco oprimido, um pouco opressivo”, mas reconheceu que foi bom porque suscitou um emprenho renovado de aprofundamento na obra de Rosa, resultando em um ensaio que escreveu para a Revista Piau&iacute;, publicado na edição de junho. Fez ainda uma versão compacta do ensaio destinada &agrave; publicação da edição comemorativa dos 70 anos de Grande Sertão: Veredas que foi lançada pela editora Companhia das Letras.</p><p>“Fico feliz sempre que me chamam para falar de Guimarães Rosa”, revelou Giannetti.</p><blockquote><p>“Rosa foi um homem muito obstinado em desenvolver uma grande literatura. Chama atenção que ele transformou o jeito simples do povo brasileiro, especialmente, dos sertanejos em uma linguagem de riqueza universal”, indicou Leonêncio Nossa.  </p></blockquote>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto:  Companhia das Letras/Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Henry Borel: Justiça nega recurso de Jairinho para anular julgamento</title>
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			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 17:37:55 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro negou, na quinta-feira (16), recurso da defesa do ex-vereador Jairo Santos Souza J&uacute;nior, o Dr. Jairinho, que pedia a anulação do julgamento que o condenou a mais de 43 anos de prisão pela tortura e morte do menino Henry Borel.O ex-vereador era o padrasto de Henry. &Agrave; &eacute;poca do crime, em março de 2021, o garoto de 4 anos morava com Jairinho e com a mãe, Monique Medeiros.O recurso contestava decisão da 7ª Câmara...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro negou, na quinta-feira (16), recurso da defesa do ex-vereador Jairo Santos Souza J&uacute;nior, o Dr. Jairinho, que pedia a anulação do <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-06/justica-condena-jairinho-e-concede-perdao-juducial-monique" target="_blank">julgamento que o condenou a mais de 43 anos de prisão</a> pela tortura e morte do menino Henry Borel.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697000&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697000&amp;o=node"></p><p>O ex-vereador era o padrasto de Henry. &Agrave; &eacute;poca do crime, em março de 2021, o garoto de 4 anos morava com Jairinho e com a mãe, Monique Medeiros.</p><p>O recurso contestava decisão da 7ª Câmara Criminal do Rio que rejeitou, em maio, o pedido para que o j&uacute;ri fosse realizado em outra cidade fora do munic&iacute;pio do Rio. O argumento da defesa &eacute; que a repercussão do crime na imprensa poderia induzir a parcialidade do Conselho de Sentença.</p><p>Caso o recurso fosse aceito, o j&uacute;ri poderia ser realizado novamente. <strong>A segunda vice-presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Maria Ang&eacute;lica Guerra Guedes, negou o recurso sob o argumento de que “a defesa não demonstrou elementos que comprovassem a ilegalidade da decisão anterior”.</strong></p><p>Pai de Henry e assistente de acusação ao lado do Minist&eacute;rio P&uacute;blico, Leniel Borel afirmou que a decisão reforça o entendimento de que não havia justificativa para retirar o julgamento da capital.</p><p>“&Eacute; mais uma decisão que reconhece que não existiam elementos concretos para retirar o julgamento do seu ju&iacute;zo natural. A ampla repercussão do Caso Henry &eacute; consequência da gravidade do que aconteceu com uma criança de apenas 4 anos. Continuarei acompanhando cada recurso com responsabilidade, firmeza e respeito &agrave;s instituições. Minha luta &eacute; para que nenhuma manobra processual apague a verdade, a mem&oacute;ria do meu filho e a necessidade de Justiça”, declarou.</p><h2>Julgamento</h2><p>Em junho deste ano, o Conselho de Sentença do 2º Tribunal do J&uacute;ri do Rio condenou Dr. Jairinho a 43 anos, nove meses e 20 dias de prisão pela morte do menino Henry Borel Medeiros, ocorrida em 8 março de 2021. Monique Medeiros da Costa e Silva, mãe da criança, teve seu crime desclassificado para homic&iacute;dio culposo (quando não há intenção de matar) e recebeu o perdão judicial.</p><p>A professora Monique Medeiros teve o crime desclassificado de homic&iacute;dio doloso (com intenção de matar) para homic&iacute;dio culposo (quando não há intenção de matar) e recebeu o perdão judicial. Ela foi condenada a um ano e quatro meses de prisão pelo crime de omissão em relação &agrave; tortura sofrida pelo filho. Como Monique já havia cumprido tempo de prisão preventiva, a pena dela foi considerada encerrada.</p><p>O julgamento durou 11 dias e &eacute; considerado o mais longo da hist&oacute;ria do Judiciário fluminense.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto:  Brunno Dantas/TJRJ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Inscrições para edição do segundo semestre do Fies 2026 terminam hoje</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93433/inscricoes-para-edicao-do-segundo-semestre-do-fies-2026-terminam-hoje.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:14:53 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Termina nesta sexta-feira (17) o prazo para inscrição no processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2026. Os estudantes interessados em participar devem acessar o Portal &Uacute;nico de Acesso ao Ensino Superior.O Fies financia a graduação de estudantes matriculados em cursos presenciais não gratuitos em faculdades privadas avaliadas positivamente no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) do Minist&eacute;rio da...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Termina nesta sexta-feira (17) o prazo para inscrição no <a href="https://acessounico.mec.gov.br/fies" target="_blank">processo seletivo</a> do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2026. Os estudantes interessados em participar devem acessar o Portal &Uacute;nico de Acesso ao Ensino Superior.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696838&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696838&amp;o=node"></p><p><strong>O Fies financia a graduação de estudantes matriculados em cursos presenciais não gratuitos em faculdades privadas avaliadas positivamente no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) do Minist&eacute;rio da Educação.</strong></p><p>O programa beneficia prioritariamente estudantes que não tenham conclu&iacute;do o ensino superior e não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.</p><h2>Vagas</h2><p><strong>Ao todo, o MEC oferece mais de 112 mil vagas para o Fies em 2026, considerando as oportunidades do primeiro e do segundo semestre, sendo 67.301 vagas no primeiro, e 44.867 no segundo.</strong></p><p>Al&eacute;m das vagas do segundo semestre, o MEC ainda ofertará todas as vagas eventualmente não ocupadas at&eacute; o limite do total definido para este ano.</p><h2>Quem pode se inscrever</h2><p><strong>Os candidatos devem atender aos requisitos estabelecidos no novo edital:</strong></p><ul><li>ter participado do Exame Nacional do Ensino M&eacute;dio (Enem) a partir da edição de 2010</li><li>ter obtido m&eacute;dia igual ou maior que 450 pontos considerando as cinco provas</li><li>não ter tirado nota zero na prova de redação</li><li>ter renda bruta familiar mensal per capita de at&eacute; três salários m&iacute;nimos (R$ 4.863, em 2026)</li></ul><p><strong>Os candidatos que participaram do Enem na condição de "treineiro" não podem se inscrever no Fies.</strong></p><h2>Fies Social</h2><p><strong>O processo seletivo do Fies inclui a reserva de 50% das vagas para estudantes com renda familiar por pessoa de at&eacute; meio salário m&iacute;nimo (R$ 810,50, em 2026) e com inscrição ativa no Cadastro &Uacute;nico para Programas Sociais do governo federal (Cad&Uacute;nico).</strong></p><p>Os pr&eacute;-selecionados para as vagas do Fies Social poderão solicitar a contratação do financiamento integral, cobrindo todos os encargos educacionais.</p><p><strong>Os estudantes pr&eacute;-selecionados, com renda familiar de at&eacute; meio salário m&iacute;nimo por pessoa, inscritos nas vagas do Fies Social, estão dispensados de comprovar a renda familiar diretamente na instituição privada de ensino superior.</strong></p><p>Mesmo assim, deverão comparecer &agrave; Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da respectiva faculdade privada para validar as demais informações prestadas no momento da inscrição.</p><h2>Cronograma</h2><ul><li>inscrições: de 14 a 17 de julho</li><li>resultado: 30 de julho</li><li>complementação das inscrições: de 31 de julho a 4 de agosto</li><li>lista de espera: de 7 a 24 de setembro  </li></ul>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Antonio Cruz/ Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Spray de pimenta para mulher é medida paliativa, diz promotora</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93422/spray-de-pimenta-para-mulher-e-medida-paliativa-diz-promotora.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A aprovação do projeto de lei que autoriza a comercialização, a compra e a posse de spray de pimenta para mulheres acima de 16 anos em todo o país como medida de defesa pessoal, trata-se de apenas uma medida paliativa e não uma política real ou segura de segurança pública. A afirmação &eacute; da promotora de Justiça do Minist&eacute;rio Público de São Paulo (MPSP) e presidente do Instituto Pr&oacute;-Vítima, Celeste Leite dos Santos.    O texto segue para sanção do presidente...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A aprovação do projeto de lei que autoriza a comercialização, a compra e a posse de <em>spray</em> de pimenta para mulheres acima de 16 anos em todo o país como medida de defesa pessoal, trata-se de apenas uma medida paliativa e não uma política real ou segura de segurança pública. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696870&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696870&amp;o=node"></p><p>A afirmação &eacute; da promotora de Justiça do Minist&eacute;rio Público de São Paulo (MPSP) e presidente do Instituto Pr&oacute;-Vítima, Celeste Leite dos Santos.    </p><p>O texto segue para sanção do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. A partir dos 18 anos a mulher pode comprar o spray livremente, mas deverá apresentar documento oficial com foto, comprovante de residência e certificado de que não possui antecedentes criminais. </p><p>O volume máximo do frasco será de 50 ml e as lojas credenciadas deverão registrar os dados da compra e emitir nota fiscal para controle do produto. O texto diz que o <em>spray</em> poderá ser utilizado de forma "moderada" para repelir agressão "injusta, atual ou iminente". Em caso de roubo ou furto do <em>spray</em>, a dona deverá registrar boletim de ocorrência em at&eacute; 72 horas. </p><p>“Essa &eacute; uma medida de "populismo penal", que gera na população uma falsa sensação de segurança sem considerar as consequências práticas. O uso do spray cria a ilusão de que a mulher pode se defender facilmente, mas seu manuseio não &eacute; simples e exige treinamento específico”, disse. </p><p>Ela exemplificou que, se disparado contra o vento, o produto pode voltar contra a pr&oacute;pria mulher, tornando-a ainda mais vulnerável. Se utilizado a menos de um metro de distância, o agressor pode tomar o spray da vítima. Al&eacute;m disso, o tipo de spray, que pode ser em jato ou em n&eacute;voa modifica a forma de uso. E em ambientes fechados o uso &eacute; desaconselhável, pois pode atingir a pr&oacute;pria usuária e terceiros. </p><p>A promotora tamb&eacute;m alerta para o risco de inversão de pap&eacute;is, com a vítima podendo ser punida caso utilize o spray de forma desproporcional ou atinja terceiros. </p><blockquote><p>“Nesses casos ela pode estar sujeita a pena administrativa com o pagamento de multas de um a dez salários mínimos. Pode ainda responder na área civil sendo responsabilizada pelos danos causados, ou na esfera criminal, por lesão corporal ou resposta desproporcional”, disse.  </p></blockquote><p>Para Celeste, al&eacute;m dos documentos exigidos no ato da compra, a compradora deveria apresentar, obrigatoriamente, um certificado de realização de treinamento t&eacute;cnico específico para o manuseio do spray. Ela critica o fato de o governo liberar a venda sem definir quem ministrará esse treinamento. </p><p>Embora explique que o spray deva ser estritamente para legítima defesa (reação a uma agressão injusta, atual ou iminente), principalmente em locais ermos, onde fica clara a intenção de estupro ou roubo, a promotora enfatiza que há outras maneiras de defesa pessoal, inclusive preventivas.</p><p>“Tamb&eacute;m são forma de defesa manter uma postura segura, observar a movimentação da rua antes de entrar em casa ou no carro. Adotar uma postura corporal firme no metr&ocirc; ou transporte coletivo, com a cabeça erguida, olhar direto e base corporal pronta para fuga ou reação, por exemplo, demonstra atenção e inibe a aproximação de agressores de forma indireta. Mas há tamb&eacute;m t&eacute;cnicas de defesa pessoal que permitem se desvencilhar do agressor”, afirmou. </p><p>Celeste ressaltou que quando se trata de atender &agrave;s demandas das mulheres por segurança, os Três Poderes têm falhado.</p><blockquote><p>“O Legislativo falha porque não avança em garantir a igualdade; o Judiciário porque muitas vezes não está preparado para lidar com as vítimas, gerando revitimização; e o Executivo por não implementar políticas públicas estruturadas de prevenção”, finalizou.    </p></blockquote>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Dan Race/ Adobe Stock]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Inscrições para Fies terminam nesta sexta-feira (17)</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93409/inscricoes-para-fies-terminam-nesta-sexta-feira-17.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:56:06 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Encerram nesta sexta-feira (17) as inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil do segundo semestre de 2026. Os estudantes em participar do processo seletivo devem acessar o Portal &Uacute;nico de Acesso ao Ensino Superior.O Fies financia a graduação de estudantes matriculados em cursos presenciais não gratuitos em faculdades privadas avaliadas positivamente no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) do Minist&eacute;rio da Educação.O programa beneficia...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Encerram nesta sexta-feira (17) as inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil do segundo semestre de 2026. Os estudantes em participar do processo seletivo devem acessar o <a href="https://acessounico.mec.gov.br/fies" target="_blank">Portal &Uacute;nico de Acesso ao Ensino Superior.</a></strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696800&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696800&amp;o=node"></p><p>O Fies financia a graduação de estudantes matriculados em cursos presenciais não gratuitos em faculdades privadas avaliadas positivamente no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) do Minist&eacute;rio da Educação.</p><p>O programa beneficia prioritariamente estudantes que não tenham conclu&iacute;do o ensino superior e que não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.</p><h2>Vagas</h2><p>Ao todo, o MEC oferece mais de 112 mil vagas para o Fies em 2026, considerando as oportunidades do primeiro e do segundo semestre, sendo 67.301 vagas no primeiro, e 44.867 no segundo.</p><p>Al&eacute;m das vagas do segundo semestre, o MEC ainda ofertará todas as vagas eventualmente não ocupadas at&eacute; o limite do total definido para este ano.</p><h2>Quem pode se inscrever</h2><p>Os candidatos devem atender aos requisitos estabelecidos no novo edital:</p><p>- ter participado do Exame Nacional do Ensino M&eacute;dio (Enem) a partir da edição de 2010;</p><p>- ter obtido m&eacute;dia igual ou maior que 450 pontos considerando as cinco provas;</p><p>- não ter tirado nota zero na prova de redação;</p><p>- ter renda bruta familiar mensal per capita de at&eacute; três salários m&iacute;nimos (R$ 4.863, em 2026).</p><p>Os candidatos que participaram do Enem na condição de "treineiro" não podem se inscrever no Fies.</p><h2>Fies Social</h2><p><strong>O processo seletivo do Fies inclui a reserva de 50% das vagas para estudantes com renda familiar por pessoa de at&eacute; meio salário m&iacute;nimo (R$ 810,50, em 2026) e com inscrição ativa no Cadastro &Uacute;nico para Programas Sociais do governo federal (Cad&Uacute;nico).</strong></p><p>Os pr&eacute;-selecionados para as vagas do Fies Social poderão solicitar a contratação do financiamento integral, cobrindo todos os encargos educacionais.</p><p>Estes estudantes pr&eacute;-selecionados com renda familiar de at&eacute; meio salário m&iacute;nimo por pessoa, inscritos nas vagas do Fies Social, estão dispensados de comprovar a renda familiar diretamente na instituição privada de ensino superior.</p><p>Mesmo assim, deverão comparecer &agrave; Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da respectiva faculdade privada para validar as demais informações prestadas no momento da inscrição.</p><h2>Cronograma</h2><p>- inscrições: de 14 a 17 de julho;</p><p>- resultado: 30 de julho;</p><p>- complementação das inscrições: de 31 de julho a 4 de agosto;</p><p>- lista de espera: de 7 a 24 de setembro.</p><div><br>  </div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcelo Camargo/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Morre, aos 83 anos, o jornalista Renato Machado</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93408/morre-aos-83-anos-o-jornalista-renato-machado.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:53:27 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Morreu nesta quinta-feira (16) o jornalista Renato Machado, aos 83 anos de idade, na Cl&iacute;nica São Vicente, na Gávea, zona sul do Rio de Janeiro. A causa da morte não foi informada. “A Cl&iacute;nica São Vicente lamenta o falecimento do jornalista Renato Machado na manhã desta quinta-feira e expressa suas condolências &agrave; fam&iacute;lia”, informou o hospital em comunicado.O ex-apresentador do telejornal Bom Dia Brasil, na TV Globo, nasceu em 21 de março de 1943, no Rio de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Morreu nesta quinta-feira (16) o jornalista Renato Machado, aos 83 anos de idade, na Cl&iacute;nica São Vicente, na Gávea, zona sul do Rio de Janeiro. A causa da morte não foi informada. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696847&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696847&amp;o=node"></p><p>“A Cl&iacute;nica São Vicente lamenta o falecimento do jornalista Renato Machado na manhã desta quinta-feira e expressa suas condolências &agrave; fam&iacute;lia”, informou o hospital em comunicado.</p><p>O ex-apresentador do telejornal <em>Bom Dia Brasil</em>, na <em>TV Globo</em>, nasceu em 21 de março de 1943, no Rio de Janeiro, filho do m&eacute;dico e oficial do Ex&eacute;rcito Álvaro Dodsworth Machado e da secretária bil&iacute;ngue português e francês, Fernanda Mattos Machado. Ele se formou em Direito na Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio de Janeiro.</p><p>Segundo a emissora, foi ator, dublador de cinema e atuou no Teatro Oficina, em São Paulo. Em 1967, aprovado em um concurso da <em>BBC</em>, foi para Londres trabalhar com rádio. <strong>Voltou ao Rio de Janeiro dois anos depois e foi contratado como tradutor pelo <em>Jornal do Brasil</em>.</strong> Tornou-se rep&oacute;rter do peri&oacute;dico, onde permaneceu durante 14 anos, tendo assumido as funções de editor de Internacional.</p><p>Entrou como rep&oacute;rter no jornalismo da <em>TV Globo</em> em 1982. Experiente em assuntos internacionais, fluente em inglês e francês, o <strong>jornalista participou da cobertura da Guerra das Malvinas</strong>, em 1982, trabalhando do Rio de Janeiro e da Argentina.</p><p>Em 1983, Machado foi convidado para assumir uma vaga de correspondente no escrit&oacute;rio de Londres, onde permaneceu por seis anos. Retornou ao Brasil como rep&oacute;rter especial em 1988.</p><p>Em 1990, Renato Machado deixou a <em>TV Globo</em> para ser o editor-chefe e apresentador do telejornal <em>Noite e Dia</em>, na <em>TV Manchete</em>.</p><p>Em 1991, o jornalista retornou &agrave; <em>TV Globo</em> como rep&oacute;rter especial. <strong>Nos cinco anos seguintes, cobriu a Am&eacute;rica Latina como enviado do <em>Globo Rep&oacute;rter</em> e do <em>Jornal Nacional</em></strong> e participou, tamb&eacute;m, das coberturas do impeachment do presidente Fernando Collor (1992) e da morte do piloto Ayrton Senna (1994).</p><p>Em 1996, assumiu o posto de âncora e editor-chefe do <em>Bom Dia Brasil</em>. <strong>Foi um dos responsáveis pela reformulação do formato e da apresentação visual do telejornal.</strong> </p><p>Inicialmente, Renato dividiu a bancada com Leilane Neurbath e, em seguida, com Renata Vasconcellos. Foram 15 anos &agrave; frente do <em>Bom Dia Brasil</em>.</p><p>Em setembro de 2011, afastou-se da bancada e retomou seu posto de correspondente da <em>Globo</em> em Londres. Nesse per&iacute;odo, manteve uma coluna semanal no <em>Jornal da Globo</em>, intitulada <em>Cr&ocirc;nicas de Renato Machado</em>, na qual abordava questões pol&iacute;ticas.</p><p>Em janeiro de 2016, o jornalista retornou ao Rio de Janeiro como rep&oacute;rter especial do <em>Globo Rep&oacute;rter</em>. <strong>Tamb&eacute;m escreveu para jornais e revistas sobre vinhos</strong>, um de suas paixões, e colaborou com a rádio <em>CBN</em>. <strong>Em novembro de 2021, deixou a <em>TV Globo</em>.</strong>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Renato_Machadooficial/ Instagram]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Evento voltado para profissionais de RH é destaque em Niterói</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93404/evento-voltado-para-profissionais-de-rh-e-destaque-em-niteroi.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:21:19 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Evento voltado para profissionais de Recursos Humanos, empresários, empreendedores, gestores, l&iacute;deres, estudantes e todos que desejam desenvolver carreiras e neg&oacute;cios, o evento Impulsiona RH &ndash; Dupla Consultoria em Ação terá a primeira edição realizada no pr&oacute;ximo sábado, dia 18 de julho, das 8h &agrave;s 15h, na Universidade Universo, em Niter&oacute;i. A proposta &eacute; reunir especialistas de diferentes áreas para um dia de muito conte&uacute;do, networking ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Evento voltado para profissionais de Recursos Humanos, empresários, empreendedores, gestores, l&iacute;deres, estudantes e todos que desejam desenvolver carreiras e neg&oacute;cios, o evento Impulsiona RH &ndash; Dupla Consultoria em Ação terá a primeira edição realizada no pr&oacute;ximo sábado, dia 18 de julho, das 8h &agrave;s 15h, na Universidade Universo, em Niter&oacute;i. A proposta &eacute; reunir especialistas de diferentes áreas para um dia de muito conte&uacute;do, networking e troca de experiências.</p><p> "A importância desse evento se justifica porque sabemos que existe uma sa&uacute;de mental, um tema tão necessário nos tempos atuais, mas tamb&eacute;m &eacute; preciso ter atenção com a sa&uacute;de financeira. Então, nesse contexto, as empresas de Recursos Humanos estão atentas demais a isso.", explica Gilvan Bueno, um dos palestrantes do evento, que tamb&eacute;m &eacute; comentarista econ&ocirc;mico da CNN, professor da FGV Educação Executiva e especialista com mais de 15 anos de experiência no mercado financeiro.</p><p> O evento nasce com o prop&oacute;sito de aproximar conhecimento, mercado e pessoas, fortalecendo o ecossistema empresarial e de Recursos Humanos da região. Mais do que um evento, a iniciativa busca inspirar profissionais, l&iacute;deres e empreendedores a tomarem decisões mais estrat&eacute;gicas, criarem conexões de valor e impulsionarem resultados em carreiras e organizações.</p><p> Com uma programação prática e atual, o evento abordará temas fundamentais para o crescimento profissional e empresarial, como Economia e Sa&uacute;de Financeira, Posicionamento Profissional, Gestão do Tempo, Liderança e NR-01, mostrando como essas áreas impactam diretamente os resultados das empresas e o desenvolvimento das pessoas.  Al&eacute;m das palestras e pain&eacute;is, os participantes poderão visitar empresas expositoras e patrocinadoras, ampliando conexões e gerando oportunidades de neg&oacute;cios, parcerias e crescimento.</p><p> Serviço: Impulsiona RH</p><p>Local: Universidade Universo- Rua Marechal Deodoro, n&uacute;mero 263, no bairro Centro</p><p>Horário: Das 8h &agrave;s 15h</p><a href="https://www.sympla.com.br/evento/impulsionarh-dupla-consultoria-em-acao/3360859?share_id=copiarlink&amp;utm_source=ig&amp;utm_medium=social&amp;utm_content=link_in_bio&amp;fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAc3J0YwZhcHBfaWQPOTM2NjE5NzQzMzkyNDU5AAGnoVK2R_m557tgJ_ezhJQwq1-TVnJeWeTlSJG9UztEkPuPVxK0n8DNiL9ejVU_aem_nVdq0PDPecashSe1XJEikQ&amp;utm_id=97760_v0_s00_e0_tv3&amp;referrer=l.instagram.com&amp;referrer=l.instagram.com" target="_blank">Inscrições aqui</a><br><p>                                  </p><p><br></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Careca do INSS, ex-presidente do instituto e mais 46 são indiciados por fraudes contra aposentados</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93361/careca-do-inss-ex-presidente-do-instituto-e-mais-46-sao-indiciados-por-fraudes-contra-aposentados.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:21:52 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Polícia Federal encerrou nesta terça-feira (14) o primeiro inqu&eacute;rito da Operação Sem Desconto, que investiga descontos ilegais por meio de mensalidades de associações em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. Foram indiciadas 48 pessoas, entre elas o lobista Ant&ocirc;nio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, e o ex-presidente do &oacute;rgão, Alessandro Stefanutto.Segundo a corporação, os indiciados integravam uma organização criminosa que...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>A Polícia Federal encerrou nesta terça-feira (14) o primeiro inqu&eacute;rito da Operação Sem Desconto, que investiga descontos ilegais por meio de mensalidades de associações em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. Foram indiciadas 48 pessoas, entre elas o lobista Ant&ocirc;nio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, e o ex-presidente do &oacute;rgão, Alessandro Stefanutto.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696708&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696708&o=node"></p><p>Segundo a corporação, os indiciados integravam uma organização criminosa que promovia descontos indevidos em aposentadorias por meio de associações não autorizadas a fazer esse tipo de operação, entre elas a Conafer, Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais. Tamb&eacute;m foi indiciado o presidente da entidade, Carlos Roberto Ferreira Lopes, que está foragido.</p><p>O Careca do INSS vai responder por lavagem de dinheiro e corrupção ativa. Já Stefanutto &eacute; apontado pela polícia como um dos principais facilitadores do esquema dentro do instituto: primeiro como procurador-chefe, depois como presidente do &oacute;rgão. Agora, enfrenta acusações de organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a conclusão do primeiro inqu&eacute;rito da Operação Sem Desconto da Polícia Federal, que identifica transferências indevidas de recursos das contas de aposentados e pensionistas do INSS.</b><br></p><p>O relat&oacute;rio final, com 265 páginas, foi enviado ao ministro Andr&eacute; Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, relator do caso, e tramita em segredo de Justiça. As investigações apontam prejuízo de cerca de R$ 6,3 bilhões a aposentados e pensionistas, entre 2019 e 2024.</p><p>A defesa de Ant&ocirc;nio Antunes afirmou &agrave; reportagem da<em> Agência Brasil </em>que ainda não teve acesso ao relat&oacute;rio da investigação e não vai se manifestar. A defesa da Conafer não foi localizada. O espaço segue aberto para manifestação dos demais indiciados no inqu&eacute;rito da PF.</p><p><em>* Com informações da Agência Brasil</em></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[INSS pagou a maior parte dos R$ 3,8 bilh&otilde;es descontados indevidamente de milh&otilde;es de aposentados e pensionistas. Foto: Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Mais de 54% dos graduandos já abandonaram curso para cuidar dos filhos</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93344/mais-de-54-dos-graduandos-ja-abandonaram-curso-para-cuidar-dos-filhos.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 07:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Mais da metade (54,4%) das alunas e dos alunos de graduação já teve que trancar a matrícula ou mesmo desistir dos estudos para dar conta de cuidados com os filhos, de acordo com levantamento produzido por um grupo de trabalho voltado a essa demanda específica, vinculado ao Minist&eacute;rio da Educação (MEC). Na p&oacute;s-graduação, a porcentagem &eacute; de 36,4%.A maioria das mais de 7,4 mil pessoas participantes do estudo declara ser mãe (86,5%) e busca obter o diploma...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Mais da metade (54,4%) das alunas e dos alunos de graduação já teve que trancar a matrícula ou mesmo desistir dos estudos para dar conta de cuidados com os filhos, de acordo com <a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/julho/arquivos/relatorio-gt-permanencia-materna.pdf" target="_blank">levantamento</a> produzido por um grupo de trabalho voltado a essa demanda específica, vinculado ao Minist&eacute;rio da Educação (MEC). Na p&oacute;s-graduação, a porcentagem &eacute; de 36,4%.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696637&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696637&amp;o=node"></p><p><strong>A maioria das mais de 7,4 mil pessoas participantes do estudo declara ser mãe (86,5%) e busca obter o diploma universitário por meio da graduação. Nesse nível de ensino, a m&eacute;dia de idade &eacute; de 33 anos e os estudantes assistem &agrave;s aulas presencialmente (92,8%) e no período noturno (43,3%). </strong></p><p>Al&eacute;m disso, outros dados permitem identificar o perfil da parcela predominante entre os graduandos: são pessoas solteiras (46%), negras (pretas e pardas - 60,2%), de instituições públicas federais (79,5%), têm somente um filho (59,6%), vivem com três pessoas (39%) e com at&eacute; um salário-mínimo (24,6%). </p><p>A segurança alimentar dos filhos dos estudantes e das estudantes &eacute; uma preocupação do grupo de trabalho. Os restaurantes universitários (RUs), de preço popular e, portanto, acessível, representam um elemento central. </p><p>Mais da metade dos estudantes de graduação com filhos (51,0%) e de p&oacute;s-graduação (49,3%) declara que as crianças não têm direito &agrave; alimentação nos RUs. Entre quem tem acesso, apenas 7,1% na graduação e 2,9% na p&oacute;s-graduação informaram ser gratuito.</p><blockquote><p>"O acesso mediante pagamento &eacute; ligeiramente mais comum: 10,7% na graduação e 9,2% na p&oacute;s-graduação. Um dado ainda mais preocupante &eacute; o elevado número de estudantes que afirmaram não saber se seus filhos(as) têm esse direito (30,3% na graduação e 38,0% na p&oacute;s-graduação), o que sugere ausência de informação clara por parte das instituições e fragilidade na comunicação institucional", complementam os pesquisadores.</p></blockquote><p><strong>As demais faixas de renda tamb&eacute;m confirmam elevado grau de vulnerabilidade social. A taxa de estudantes vivendo sem nenhum rendimento &eacute; de 16,1% e a dos que recebem at&eacute; meio salário-mínimo &eacute; de 14,5%. Apenas 2,5% relataram renda acima de 10 salários-mínimos.</strong></p><p>Outros dados igualmente importantes dizem respeito &agrave; rede de apoio de que dispõem. O apoio pessoal (família e amigos) &eacute; o mais citado, por 43,3%. Para 32,9%, lidar com o dia a dia, muitas vezes, exaustivo, &eacute; uma tarefa solitária, já que não contam com o suporte de ningu&eacute;m. </p><p>Do total de respondentes de graduação, uma parcela ínfima, de 5,9%, tem condições de contratar serviços com essa função, como babás. Outros 7,5% recorrem a serviços públicos e menos de 1% encontra ajuda atrav&eacute;s de organizações não governamentais (ONGs) e projetos comunitários, lacunas que, segundo os especialistas que produziram o relat&oacute;rio, evidenciam a necessidade de haver políticas públicas para saná-las.</p><p><strong>Em relação a p&oacute;s-graduandas e p&oacute;s-graduandos, alguns índices se invertem. A maior parte, por exemplo, lê-se como branca (56,1%), ante 42,1% de autodeclarados negros (pretos e pardos), 0,8% indígenas e 0,9% amarelos. O estado civil prevalecente &eacute; de casados (50,6%). </strong></p><p>O levantamento aponta ainda uma situação econ&ocirc;mica melhor entre os estudantes de especialização, mestrado e doutorado, na comparação com os de graduação. A proporção daqueles que sustentam suas famílias com at&eacute; meio salário-mínimo cai para 1,1%. Mais de um terço (38,9%) vive com at&eacute; cinco salários-mínimos; 23,1% com uma faixa que varia de cinco a dez e 13% com um valor superior a dez salários-mínimos. O grupo dos que não têm nenhuma renda &eacute; de 3,3%, e 4,8% vivem com at&eacute; um salário-mínimo.   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcelo Casal Jr]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Educação política passa a integrar currículo escolar brasileiro</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93341/educacao-politica-passa-a-integrar-curriculo-escolar-brasileiro.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/93341/educacao-politica-passa-a-integrar-curriculo-escolar-brasileiro.html</guid>
			<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Presidência da República sancionou duas leis voltadas ao fortalecimento da formação cidadã no país. Publicadas nesta terça-feira (14), as normas incluem a educação política e os direitos da cidadania como componente curricular obrigat&oacute;rio da educação básica e criam a Semana Nacional da &Eacute;tica e da Cidadania.A Lei nº 15.468/2026 altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para tornar obrigat&oacute;ria a abordagem de educação política e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A Presidência da República sancionou duas leis voltadas ao fortalecimento da formação cidadã no país. Publicadas nesta terça-feira (14), as normas incluem a <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/lei-n-15.468-de-13-de-julho-de-2026-718704159" target="_blank">educação política e os direitos da cidadania</a> como componente curricular obrigat&oacute;rio da educação básica e criam a<a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/lei-n-15.467-de-13-de-julho-de-2026-718710955" target="_blank"> Semana Nacional da &Eacute;tica e da Cidadania</a>.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696630&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696630&amp;o=node"></p><p>A Lei nº 15.468/2026 altera a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm" target="_blank">Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)</a> para tornar obrigat&oacute;ria a abordagem de educação política e direitos da cidadania nas escolas.<strong> </strong>O tema passará a integrar o currículo da educação básica no âmbito dos estudos relacionados &agrave; realidade social e política brasileira.</p><p>Com a mudança, a legislação passa a prever expressamente que os estudantes tenham acesso a conteúdos voltados &agrave; compreensão da organização da sociedade, do exercício da cidadania e da participação democrática.</p><h2>Semana nacional</h2><p><strong>Tamb&eacute;m foi sancionada a Lei nº 15.467/2026, que institui a Semana Nacional da &Eacute;tica e da Cidadania. As ações relacionadas ao tema ocorrerão anualmente na primeira semana de maio em todo o territ&oacute;rio nacional.</strong></p><p>Segundo a norma, &oacute;rgãos públicos, instituições de ensino, entidades representativas e organizações da sociedade civil poderão promover atos que estimulem valores &eacute;ticos e morais, fortaleçam o exercício da cidadania e incentivem iniciativas de combate &agrave; corrupção.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Tomaz Silva]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Projeções indicam até 127 dias de calor extremo por ano até 2075</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93330/projecoes-indicam-ate-127-dias-de-calor-extremo-por-ano-ate-2075.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/93330/projecoes-indicam-ate-127-dias-de-calor-extremo-por-ano-ate-2075.html</guid>
			<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:25:51 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Projeções climáticas da i4sea indicam que o Brasil terá at&eacute; 127 dias de calor extremo por ano at&eacute; 2075, frente aos 6 dias atuais. Para chegar ao resultado a i4sea aplicou ao territ&oacute;rio brasileiro mais de 26 modelos climáticos globais &mdash; entre eles o MPI-ESM1-2-HR, do Instituto Max Planck de Meteorologia &mdash; e hiperlocalizou os resultados para um horizonte at&eacute; 2075.A i4sea &eacute; uma plataforma de inteligência climática que apoia empresas com ativos...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Projeções climáticas da i4sea indicam que o Brasil terá at&eacute; 127 dias de calor extremo por ano at&eacute; 2075, frente aos 6 dias atuais. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696654&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696654&amp;o=node">Para chegar ao resultado a i4sea aplicou ao territ&oacute;rio brasileiro mais de 26 modelos climáticos globais &mdash; entre eles o MPI-ESM1-2-HR, do Instituto Max Planck de Meteorologia &mdash; e hiperlocalizou os resultados para um horizonte at&eacute; 2075.A i4sea &eacute; uma plataforma de inteligência climática que apoia empresas com ativos e operações impactados pelo clima em decisões estrat&eacute;gicas e operacionais. A ii</p><p>Segundo o estudo, a temperatura máxima m&eacute;dia do pa&iacute;s sobe 1,7 graus Celsius (°C), com aquecimento que chega a 7°C em algumas regiões.</p><p><strong>O recorte regional do levantamento aponta a Região Norte como a mais exposta em 2075, com aumento m&eacute;dio de 2,8°C na temperatura máxima e projeção de 193 dias de calor extremo por ano.</strong></p><p>Rond&ocirc;nia lidera o ranking estadual, com alta projetada de 3,95°C. “Em paralelo, o estudo indica uma tendência de at&eacute; 13 ondas de calor anuais no pa&iacute;s o que muda a forma como setores como energia, infraestrutura, sa&uacute;de e log&iacute;stica precisam pensar continuidade operacional”, diz a i4sea.</p><p>O Centro-Oeste aparece em seguida, com aumento projetado de 2°C e salto de 5 para 107 dias de calor extremo por ano. Já no Sul, onde o aumento m&eacute;dio &eacute; mais contido (1,1°C), os dias de calor extremo passam de 4 para 38 por ano.</p><p>Acre e Roraima aparecem logo atrás de Rond&ocirc;nia no ranking estadual, com aumentos projetados de 3,36 °C e 3,16 °C, respectivamente. Em Roraima, a projeção indica at&eacute; 250 dias de calor extremo por ano at&eacute; 2075, ou seja, cerca de dois terços do ano sob essa condição.</p><p>O diretor presidente da empresa, Mateus Lima, afirma que o papel da plataforma &eacute; entregar para o tomador de decisão um cenário climático tão claro quanto qualquer outro indicador de planejamento estrat&eacute;gico como receita, câmbio, mão de obra.</p><blockquote><p>"O que os dados mostram &eacute; que o calor deixará de ser um evento sazonal para virar uma variável permanente do plano de neg&oacute;cios. Quem incorpora isso agora ganha tempo para adaptar infraestrutura, processos e proteger as pessoas que fazem a operação acontecer", afirmou Lima.  </p></blockquote>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Tomaz Silva/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		<item>
			<title>Mega-Sena sorteia prêmio acumulado em R$ 25 milhões nesta terça-feira</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93325/mega-sena-sorteia-premio-acumulado-em-rs-25-milhoes-nesta-terca-feira.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:15:48 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[As seis dezenas do concurso 3.031 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Bras&iacute;lia), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.O prêmio da faixa principal está acumulado e estimado em R$ 25 milhões.As apostas podem ser feitas at&eacute; as 20h (horário de Bras&iacute;lia), nas lot&eacute;ricas e pela internet, no portal das Loterias Caixa. O jogo simples, com seis n&uacute;meros marcados, custa R$ 6.&gt;&gt;Siga o canal da...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>As seis dezenas do concurso 3.031 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Bras&iacute;lia), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696626&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696626&amp;o=node"></p><p>O prêmio da faixa principal está acumulado e estimado em R$ 25 milhões.</p><p>As apostas podem ser feitas at&eacute; as 20h (horário de Bras&iacute;lia), nas lot&eacute;ricas e pela internet, <a href="https://loterias.caixa.gov.br/Paginas/default.aspx" target="_blank">no portal das Loterias Caixa</a>. </p><p><strong>O jogo simples, com seis n&uacute;meros marcados, custa R$ 6.</strong></p><p><strong><a href="http://http//https//www.whatsapp.com/" target="_blank">&gt;&gt;Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp </a></strong></p><p>O sorteio terá transmissão ao vivo pelo <a href="http://www.youtube.com/@canalcaixa" target="_blank">canal da Caixa no YouTube</a> e no Facebook das Loterias Caixa.   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcelo Casal Jr/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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			<title>Caso Marielle: Moraes determina cumprimento imediato de penas</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93322/caso-marielle-moraes-determina-cumprimento-imediato-de-penas.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:56:06 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o in&iacute;cio imediato do cumprimento da pena dos cinco condenados pela morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, assassinados em uma emboscada em 2018. Na decisão proferida nesta segunda-feira (13), Moraes declarou o trânsito em julgado da ação penal sobre o caso, encerrando as possibilidades de recurso contra as condenações. O ministro afirmou que uma &uacute;ltima apelação...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o in&iacute;cio imediato do cumprimento da pena dos cinco condenados pela morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, assassinados em uma emboscada em 2018. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696625&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696625&amp;o=node"></p><p><strong>Na decisão proferida nesta segunda-feira (13), Moraes declarou o trânsito em julgado da ação penal sobre o caso, encerrando as possibilidades de recurso contra as condenações. </strong></p><p>O ministro afirmou que uma &uacute;ltima apelação apresentada pelas defesas, do tipo embargos infringentes, possui “caráter procrastinat&oacute;rio”, isto &eacute;, foram apresentados somente com o objetivo de adiar o cumprimento das penas. </p><h2>Sentenças</h2><p>Em fevereiro, a Primeira Turma do Supremo condenou o ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão e seu irmão, o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, a 76 anos e três meses de prisão. Eles foram considerados mentores do crime. </p><p>Tamb&eacute;m foram condenados Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Pol&iacute;cia Civil do Rio de Janeiro, a 18 anos de prisão; o ex-policial militar Ronald Paulo Alves Pereira (56 anos de prisão) e Robson Calixto Fonseca (9 anos).  </p><p><strong>Todos devem iniciar o cumprimento de pena em regime fechado, com a exceção de Chiquinho Brazão, que teve a prisão domiciliar humanitária concedida devido ao seu quadro de sa&uacute;de. </strong></p><p>Segundo a defesa, o ex-deputado possui doença arterial coronariana cr&ocirc;nica, diabetes tipo 2, nefropatia e hipertensão.</p><p>Moraes determinou que o regime domiciliar dure por prazo inicial de 90 dias, per&iacute;odo ap&oacute;s o qual deverá ser feita nova avaliação. Mesmo em casa, Chiquinho deverá usar tornozeleira eletr&ocirc;nica e está proibido de receber visitas ou de utilizar as redes sociais, por exemplo. </p><p>Já Domingos Brazão deverá cumprir pena no pres&iacute;dio Constantino Cokot&oacute;s, no Rio. Rivaldo Barbosa deverá ficar no pres&iacute;dio Pedrolino Werling de Oliveira, no Complexo Penitenciário de Bang&uacute; 8. O ex-PM Ronald Pereira cumprirá pena na Penitenciária Federal de Bras&iacute;lia. </p><h2>Motivação</h2><p>Segundo o julgamento na Primeira Turma, o assassinato de Marielle foi motivado por disputas territoriais na Zona Oeste do Rio de Janeiro.</p><p><strong>De acordo com a den&uacute;ncia, Chiquinho e Domingos Brazão consideravam a atuação da vereadora contra um projeto de lei para regularizar terras griladas um obstáculo a seus interesses econ&ocirc;micos e pol&iacute;ticos na região. </strong>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Fernando Fraz&atilde;o/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>ONU Mulheres oferece formação digital gratuita; saiba como participar</title>
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			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:50:32 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A ONU Mulheres Brasil irá oferecer uma formação digital gratuita a mulheres em dez capitais brasileiras. As inscrições estão abertas e podem ser feitas at&eacute; o dia 19 de julho.A formação Mulher + Tech: Conexão para Novos Começos inclui letramento digital e uso da tecnologia no dia a dia, segurança e bem-estar no ambiente digital, direito das mulheres, e empregabilidade e empreendedorismo. As aulas serão em formato h&iacute;brido, com atividades presenciais e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A ONU Mulheres Brasil irá oferecer uma formação digital gratuita a mulheres em dez capitais brasileiras. As inscrições estão abertas e podem ser feitas at&eacute; o dia 19 de julho.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696594&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696594&amp;o=node"></p><p>A formação Mulher + Tech: Conexão para Novos Começos inclui letramento digital e uso da tecnologia no dia a dia, segurança e bem-estar no ambiente digital, direito das mulheres, e empregabilidade e empreendedorismo. As aulas serão em formato h&iacute;brido, com atividades presenciais e virtuais.</p><p>Al&eacute;m de ser gratuito, o programa oferece apoio &agrave;s participantes: <em>chip</em> com internet com validade de 12 meses, aux&iacute;lio para deslocamento e alimentação, estrutura de cuidado para crianças durante encontros presenciais e, para quem concluir ao menos 75% da formação, um aparelho celular ao final da jornada.</p><h2>Quem pode participar?</h2><p><strong>Podem participar mulheres em situação de vulnerabilidade socioecon&ocirc;mica &ndash; incluindo aquelas com baixa inclusão digital, perif&eacute;ricas, em situação de violência, migrantes e refugiadas, e aquelas com dificuldade de acesso a direitos e serviços digitais</strong>.</p><p>Em Bel&eacute;m, Manaus, Cuiabá, Curitiba, Recife e Rio de Janeiro, serão selecionadas 150 mulheres por cidade. Em Belo Horizonte, São Paulo, Boa Vista e Salvador, 100 por cidade.</p><p><strong>A prioridade será de mulheres que enfrentam maiores barreiras de acesso &agrave; tecnologia, &agrave; formação e a oportunidades de desenvolvimento, considerando aspectos como renda e contexto social informados no momento da inscrição.</strong></p><h2>Inscrições</h2><p>O Mulher + Tech &eacute; uma iniciativa da ONU Mulheres Brasil, financiada pela Claro e implementada pela Politize!. As inscrições devem ser feitas pela internet, <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScFi9OwI0jcN7U8FBAjrIdap5edipGeSxDA6vjUKCQ6oqhgpg/viewform" target="_blank">neste <em>link</em></a>.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcelo Camargo/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Taxa da Prova Nacional Docente (PND) deve ser paga nesta terça-feira (14)</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93319/taxa-da-prova-nacional-docente-pnd-deve-ser-paga-nesta-terca-feira-14.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:48:03 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Termina nesta terça-feira (14) o prazo para o pagamento da inscrição para a Prova Nacional Docente (PND) 2026. O valor da taxa &eacute; R$ 85.O pagamento da taxa de inscrição da PND deve ser feito por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança), gerada no Sistema PND.A guia pode ser paga em qualquer banco, casa lot&eacute;rica ou aplicativo bancário, por meio de Pix, cartão de d&eacute;bito em conta corrente ou poupança, cartão de cr&eacute;dito, d&eacute;bito em conta...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Termina nesta terça-feira (14) o prazo para o pagamento da inscrição para a Prova Nacional Docente (PND) 2026. O valor da taxa &eacute; R$ 85.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696588&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696588&amp;o=node"></p><p>O pagamento da taxa de inscrição da PND deve ser feito por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança), gerada no Sistema PND.</p><p><strong>A guia pode ser paga em qualquer banco, casa lot&eacute;rica ou aplicativo bancário, por meio de Pix, cartão de d&eacute;bito em conta corrente ou poupança, cartão de cr&eacute;dito, d&eacute;bito em conta corrente ou em poupança.</strong></p><p>O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An&iacute;sio Teixeira, o Inep, alerta que “pagamentos realizados por outros meios ou ap&oacute;s o prazo previsto em edital não serão aceitos.”</p><h2>Atendimento especializado</h2><p>O resultado das solicitações de atendimento especializado tamb&eacute;m será divulgado amanhã (14), com per&iacute;odo para interposição de recursos entre os dias 14 e 16 de julho. O resultado final dos recursos será divulgado em 20 de julho.</p><p><strong>A aplicação da prova ocorrerá no dia 20 de setembro. O resultado final está previsto para ?o dia 15 de dezembro. Serão avaliadas 21 áreas de licenciatura.</strong></p><p>A Prova Nacional Docente &eacute; composta por duas partes. A primeira traz 30 questões fechadas (objetivas) e uma questão aberta (discursiva) sobre a Formação Geral Docente. A questão discursiva vai “analisar aspectos como clareza, coerência, coesão, argumentação e dom&iacute;nio da norma-padrão da l&iacute;ngua portuguesa”, informa o Inep.</p><p>A segunda parte traz &eacute; de componentes espec&iacute;ficos e tem 50 questões de m&uacute;ltipla escolha voltadas para situações-problema e estudos de caso da área de formação do participante.</p><p><strong>A PND tem como objetivo avaliar a formação de concluintes das licenciaturas, futuros professores. </strong>A prova tamb&eacute;m será usada em processos seletivos e concursos p&uacute;blicos realizados nas esferas federal, estadual e municipal, para ingresso na carreira docente da educação básica p&uacute;blica.</p><p>A aplicação da prova está prevista na Lei nº 15.344/2026, que Institui a Pol&iacute;tica Nacional de Indução &agrave; Docência na Educação Básica - Mais Professores para o Brasil.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Mulheres da Amazônia se unem para enfrentar as mudanças climáticas</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93310/mulheres-da-amazonia-se-unem-para-enfrentar-as-mudancas-climaticas.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 07:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A organização de mulheres da Amaz&ocirc;nia em associações e cooperativas tem impulsionado iniciativas nas comunidades tradicionais para a proteção dos territ&oacute;rios e o enfrentamento &agrave;s mudanças climáticas. Juntas, elas constroem soluções e trocam experiências que barram a perda de biodiversidade, geram renda e aumentam a segurança alimentar.A agricultora Daniela Araújo conta que aprendeu desde cedo, na tradição, que o açaí saboroso exige tempo para ser colhido....]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A organização de mulheres da Amaz&ocirc;nia em associações e cooperativas tem impulsionado iniciativas nas comunidades tradicionais para a proteção dos territ&oacute;rios e o enfrentamento &agrave;s mudanças climáticas. Juntas, elas constroem soluções e trocam experiências que barram a perda de biodiversidade, geram renda e aumentam a segurança alimentar.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696334&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696334&amp;o=node"></p><p>A agricultora Daniela Araújo conta que aprendeu desde cedo, na tradição, que o açaí saboroso exige tempo para ser colhido. &Eacute; preciso esperar que o fruto saía da cor verde, passe pelo tom roxo escuro, fique preto, at&eacute; ficar com uma sutil camada esbranquiçada, ou “tuíra”.</p><p>Foi na observação de um dos principais alimentos para o nortista, que ela e outras mulheres responsáveis pela colheita percebem a mudança climática no territ&oacute;rio da comunidade de Pirocaba, no município de Abaetetuba, no nordeste paraense.</p><div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/ppFv6N9Me6w8umAv7nWY3SrZVLI=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/07/09/mulheres_da_amazonia_se_unem_para_fazer_frente_as_mudancas_do_clima_01.jpg?itok=WCQSb-Hu" alt="Brasília (DF), 09/07/2026 - Daniela Araújo implantou sistema agroflorestal na comunidade Pirocaba. Mulheres da Amaz&ocirc;nia se unem para fazer frente &agrave;s mudanças do clima. Foto: Fase/Divulgação" title="Fase/Divulgação"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><h6 class="meta">Daniela Araújo implantou sistema agroflorestal na comunidade Pirocaba - Foto: <strong>FASE/Divulgação</strong></h6></div></div><p>Segundo Daniela, os longos períodos de seca e chuvas fora de hora têm causado uma mudança na forma como o fruto amadurece. </p><blockquote><p>“Agora, ou tu apanhas [colhes] o açaí, ou tu perdes. Ele vai secar. E pra não perder, &agrave;s vezes tu apanhas ele sem ficar totalmente preto, ou tuíra, como a gente fazia antes”, explica.</p></blockquote><p>A diminuição do alimento oferecido pela floresta natural não &eacute; percebida s&oacute; no territ&oacute;rio de Pirocaba. Muitas comunidades ribeirinhas, quilombolas, indígenas e da agricultura familiar vivenciam o mesmo impacto.</p><h2>Iniciativas</h2><p>Foi a partir desse conhecimento tradicional que a organização social FASE Amaz&ocirc;nia (Federação de &Oacute;rgãos para Assistência Social e Educacional) iniciou, em 2023, um projeto em 14 municípios paraenses <strong>para o fortalecimento da soberania alimentar e a autonomia das mulheres, sob a &oacute;tica da justiça climática e da garantia dos direitos territoriais</strong>.</p><p>Sara Pereira, coordenadora da FASE Amaz&ocirc;nia, explica que foram trabalhadas várias frentes, como a <strong>implantação de sistemas agroflorestais, a formação de lideranças femininas e a incidência sobre políticas públicas para acesso &agrave; titulação dos territ&oacute;rios</strong>.</p><p>Tamb&eacute;m foram trabalhados, segundo Sara, o escoamento da produção por mercados institucionais e feiras locais, al&eacute;m do fortalecimento da governança comunitária, como os protocolos de consulta pr&eacute;via livre informada e a elaboração de planos de gestão comunitária.</p><div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right"><div class="dnd-atom-rendered"><br></div></div><h2>Coletivos</h2><p>A partir das bases lançadas pelo programa, as mulheres se reuniram em coletivos e construíram juntas soluções para fortalecer a produção de alimentos saudáveis e para proteger o territ&oacute;rio, as florestas e as águas.</p><p><strong>“Esse &eacute; um projeto que foi executado durante três anos. Então, a gente teve um tempo bastante importante para fazer essas observações e chegar &agrave; conclusão de que as alternativas e soluções estão aqui mesmo nos territ&oacute;rios”, avalia Sara.</strong></p><h2>Monitoramento</h2><p>Al&eacute;m das bases para que o projeto fosse desenvolvido, tamb&eacute;m foi adotada a caderneta agroecol&oacute;gica. Uma ferramenta de acompanhamento da produção e das mudanças climáticas.</p><blockquote><p>“As mulheres são orientadas e estimuladas a anotarem todo o seu ciclo produtivo, o que elas produzem e o que naquele dado período elas tiveram dificuldade de produzir e por que fatores essas dificuldades apareceram”, explica Sara.</p></blockquote><p>Com a diversificação da produção, por meio do sistema agroflorestal, al&eacute;m da colheita de frutíferas da floresta, as mulheres passaram a produzir tamb&eacute;m culturas de curto prazo.</p><p>“A gente fala que antes a gente estava muito nessa questão do monocultivo. <strong>Hoje, a gente tem um pouco de cada coisa, a gente sabe que a gente não come s&oacute; farinha, a gente precisa dos alimentos, dos frutos</strong>”, lembra Daniela.</p><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><br></div></div><h2>Proteção</h2><p>O sistema agroflorestal tamb&eacute;m garante que o solo não seja degradado, al&eacute;m de manter o territ&oacute;rio verde e produtivo ao longo de todo o ano.</p><p><strong>“Cada planta, cada esp&eacute;cie, ajuda a natureza, então a natureza se regenera muito rápido. A gente observa porque a gente está ali todos os dias e isso faz com que a gente tenha um territ&oacute;rio mais com autonomia”, diz a agricultora.</strong></p><p>Assim como em Abaetetuba, as mulheres tamb&eacute;m se organizaram no município de Ingarap&eacute;-Miri. Na comunidade do Trevo do Carapaj&oacute;, Benedita Carvalho Gonçalves preside a Associação de Apoio &agrave;s Comunidades Amaz&ocirc;nicas (APACC).</p><h2>Comercialização</h2><p>Foi por meio da associação que as mulheres começaram a beneficiar os produtos dos sistemas agroflorestais e tamb&eacute;m comercializar a produção em feiras locais e para a merenda escolar.</p><p><strong>“A mandioca, por exemplo, vira farinha, o biju, o tucupi, a maniçoba. Tudo a gente produz a partir da maniva, da mandioca”, explica Benedita Carvalho.</strong></p><p>De acordo com Sara, al&eacute;m de aumentar a segurança alimentar nos territ&oacute;rios com a diversificação da produção, as mulheres passaram a ter mais autonomia por meio da produção de seus pr&oacute;prios quintais.</p><p>“Porque tem todo esse discurso de que, principalmente no meio rural, as mulheres ajudam os homens, quem produz são os homens e as mulheres ajudam. <strong>Com a caderneta, esse processo de levar os produtos para feira, tudo isso foi elevando a autoestima delas, inclusive porque elas viram que tamb&eacute;m são provedoras da casa</strong>”, diz.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Fase/Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Enare: inscrição para residência com pré-requisito termina na 4ª feira</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93289/enare-inscricao-para-residencia-com-pre-requisito-termina-na-4-feira.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 14:29:40 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[As inscrições para o Exame Nacional de Residência (Enare) 2026/2027 que exigem pr&eacute;-requisito, como ano adicional de estudo e outra residência em área profissional da sa&uacute;de (multiprofissional e uniprofissional) podem ser feitas at&eacute; as 23h59 desta quarta-feira (15).O processo seletivo unificado tem o objetivo de democratizar o acesso &agrave; residência m&eacute;dica e otimizar a ocupação de vagas de residência m&eacute;dica no pa&iacute;s.Os candidatos que...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>As inscrições para o Exame Nacional de Residência (Enare) 2026/2027 que exigem pr&eacute;-requisito, como ano adicional de estudo e outra residência em área profissional da sa&uacute;de (multiprofissional e uniprofissional) podem ser feitas at&eacute; as 23h59 desta quarta-feira (15).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696578&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696578&amp;o=node"></p><p><strong>O processo seletivo unificado tem o objetivo de democratizar o acesso &agrave; residência m&eacute;dica e otimizar a ocupação de vagas de residência m&eacute;dica no pa&iacute;s.</strong></p><p>Os candidatos que solicitarem para concorrer na reserva de vagas para pessoas com deficiência (PCD) devem preencher e enviar o formulário de avaliação biopsicossocial.</p><h2>Inscrição</h2><p>O procedimento de inscrição deve ser feito exclusivamente na página oficial do exame no portal da Fundação Get&uacute;lio Vargas (FGV Conhecimento), banca organizadora do processo seletivo ou na <a href="http://www.gov.br/hubrasil/pt-br/ensino-e-pesquisa/exame-nacional-de-residencia-enare" target="_blank">página oficial da HU Brasil</a> (antiga Ebserh).</p><p><strong>O candidato deve selecionar a cidade em que deseja realizar as provas.</strong></p><p>No ato da inscrição, o candidato deverá fazer upload de uma foto 3X4 do rosto em formato JPEG ou JPG, com tamanho máximo de at&eacute; 5MB, conforme orientações do edital. No ato da inscrição, o candidato não indicará a instituição participante para qual deseja concorrer. A escolha deverá ser realizada em etapa posterior pelos aprovados classificados.</p><p><strong>O candidato travesti, transexual ou transgênero que desejar atendimento pelo nome social, poderá solicitá-lo por meio de campo espec&iacute;fico do formulário de inscrição.</strong></p><h2>Taxa de inscrição</h2><p><strong>De acordo com o <a href="https://enare2026.conhecimento.fgv.br/docs/36fa57ca8c6880a6b83bc6bbd5f11ce8.pdf?v=a9b87ba3" target="_blank">edital do exame</a>, a taxa de inscrição &eacute; R$ 330 para todas as especialidades. O boleto bancário deve ser pago at&eacute; 17 de julho.</strong></p><p>A Rede HU Brasil, coordenadora do Enare, informa que as inscrições somente serão efetivadas ap&oacute;s a comprovação de pagamento da taxa de inscrição ou se houver o deferimento da solicitação de isenção da taxa de inscrição.</p><h2>Provas</h2><p><strong>De abrangência nacional, o Enare terá as provas aplicadas em 60 cidades brasileiras, em 13 de setembro, das 13h30min &agrave;s 18h30min, no horário de Bras&iacute;lia.</strong></p><p>A prova objetiva será constitu&iacute;da de 80 questões de m&uacute;ltipla escolha, cada uma delas com cinco alternativas, sendo apenas uma correta.  Cada questão terá o valor de 1,25 pontos, totalizando o máximo de 100 pontos.</p><p>As questões da prova objetiva abordarão as competências presentes nas matrizes de Programas de Residência com pr&eacute;-requisitos, aprovadas pela Comissão Nacional de Residência M&eacute;dica (CNRM).</p><p><strong>Será considerado aprovado na prova objetiva o candidato que atingir o percentual m&iacute;nimo de 50% de acertos. Quem não atingir o percentual, estará automaticamente eliminado do processo seletivo.</strong></p><p>Na residência em área profissional da sa&uacute;de - multiprofissional e uniprofissional, o candidato &eacute; avaliado primeiro e, depois, escolhe a especialidade e a instituição desejadas.</p><h2>D&uacute;vidas</h2><p>Para esclarecer d&uacute;vidas sobre o edital, inscrições, locais de prova ou andamento do processo seletivo do Exame Nacional de Residência (Enare), a FGV disponibiliza canais oficiais de suporte t&eacute;cnico e de atendimento ao candidato: no <em>site</em>, por <em>e-mail</em> ou telefone 0800-591-3078.</p><p>A ligação &eacute; gratuita. O atendimento ao p&uacute;blico &eacute; realizado de segunda-feira a sexta-feira, das 9h &agrave;s 18h (no horário de Bras&iacute;lia). Não há expediente aos sábados, domingos e feriados nacionais.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcelo Camargo/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Inscrições para o Fies do segundo semestre começam na terça-feira (14)</title>
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			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 14:26:56 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Começam nesta terça-feira (14) as inscrições para o processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2026. Os interessados em participar do certame têm at&eacute; o dia 17 para, via internet, fazer a inscrição no Portal &Uacute;nico de Acesso ao Ensino Superior.O Fies financia a graduação de estudantes matriculados em cursos presenciais não gratuitos em faculdades privadas e com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Começam nesta terça-feira (14) as <a href="https://acessounico.mec.gov.br/fies" target="_blank">inscrições para o processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies)</a> do segundo semestre de 2026. Os interessados em participar do certame têm at&eacute; o dia 17 para, via internet, fazer a inscrição no Portal &Uacute;nico de Acesso ao Ensino Superior.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696566&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696566&amp;o=node"></p><p>O Fies financia a graduação de estudantes matriculados em cursos presenciais não gratuitos em faculdades privadas e com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) do MEC.</p><p>Prioritariamente, o programa beneficia estudantes que não tenham conclu&iacute;do o ensino superior e não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.</p><h2>Vagas</h2><p><strong>Ao todo, o MEC oferece mais de 112 mil vagas para o Fies em 2026, considerando as oportunidades do primeiro e segundo semestre, sendo 67.301 vagas no primeiro, e 44.867 no segundo.</strong></p><p>Al&eacute;m das vagas do segundo semestre, o MEC ainda ofertará todas as vagas eventualmente não ocupadas at&eacute; o limite do total definido para este ano.</p><h2>Regras de carência</h2><p>Uma resolução publicada no <a href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-cmn-n-5.328-de-10-de-julho-de-2026-718445514" target="_blank"><em>Diário Oficial da União</em></a> desta segunda-feira (13) pelo Minist&eacute;rio da Fazenda e pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) alterou algumas das regras de carência apresentadas anteriormente.</p><p>Pela norma anterior, a carência abrangia tanto o principal quanto os juros da d&iacute;vida e era vedada a capitalização desses juros. Com a Resolução CMN nº 5.328, a carência passou a valer apenas para o principal, e os juros que não forem pagos nesse per&iacute;odo podem ser incorporados ao saldo devedor.</p><p><strong>A nova resolução manteve os prazos máximos de financiamento para beneficiários adimplentes do Fies &mdash; at&eacute; 60 meses para pessoas f&iacute;sicas e at&eacute; 96 meses para pessoas jur&iacute;dicas.</strong></p><h2>Quem pode se inscrever</h2><p>Os candidatos devem atender aos requisitos estabelecidos no novo edital:</p><p>- ter participado do Exame Nacional do Ensino M&eacute;dio (Enem) a partir da edição de 2010;</p><p>- ter obtido m&eacute;dia igual ou maior que 450 pontos considerando as cinco provas;</p><p>- não ter tirado nota zero na prova de redação;</p><p>- ter renda bruta familiar mensal per capita de at&eacute; três salários m&iacute;nimos (R$ 4.863, em 2026).</p><p><strong>Os candidatos que participaram do Enem na condição de "treineiro" não podem se inscrever no Fies.</strong></p><p>O MEC destaca que, no caso das vagas destinadas &agrave;s pessoas com deficiência (PCD), os candidatos deverão comprovar a sua situação por meio de laudo m&eacute;dico, com expressa referência ao c&oacute;digo correspondente da Classificação Internacional de Doenças (CID).?</p><h2>Fies Social</h2><p>O processo seletivo do Fies inclui a reserva de 50% das vagas para estudantes com renda familiar por pessoa de at&eacute; meio salário m&iacute;nimo (R$ 810,50, em 2026) e com inscrição ativa no Cadastro &Uacute;nico para Programas Sociais do governo federal (Cad&Uacute;nico).</p><p><strong>Os pr&eacute;-selecionados para as vagas do Fies Social poderão solicitar a contratação do financiamento integral, cobrindo todos os encargos educacionais.</strong></p><p>Estes estudantes pr&eacute;-selecionados com renda familiar de at&eacute; meio salário m&iacute;nimo por pessoa, inscritos nas vagas do Fies Social, estão dispensados de comprovar a renda familiar diretamente na instituição privada de ensino superior.</p><p>Mesmo assim, deverão comparecer &agrave; Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da respectiva faculdade privada para validar as demais informações prestadas no momento da inscrição.</p><h2>Cronograma do Fies para o segundo semestre de 2026:</h2><p>- inscrições: de 14 a 17 de julho;</p><p>- resultado: 30 de julho;</p><p>- complementação das inscrições: de 31 de julho a 4 de agosto;</p><p>- lista de espera: de 7 a 24 de setembro.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Valter Campanato/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Revalida 2026/1: divulgado resultado final da primeira etapa do exame</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93258/revalida-2026-1-divulgado-resultado-final-da-primeira-etapa-do-exame.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 19:25:55 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Os participantes da primeira etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas M&eacute;dicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2026/1 já podem consultar o resultado definitivo da análise da documentação comprobat&oacute;ria de conclusão de curso.A divulgação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An&iacute;sio Teixeira (Inep) foi na &uacute;ltima sexta-feira (10), ap&oacute;s a apreciação dos recursos interpostos pelos...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os participantes da primeira etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas M&eacute;dicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2026/1 já podem consultar o resultado definitivo da análise da documentação comprobat&oacute;ria de conclusão de curso.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696538&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696538&amp;o=node"></p><p>A divulgação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An&iacute;sio Teixeira (Inep) foi na &uacute;ltima sexta-feira (10), ap&oacute;s a apreciação dos recursos interpostos pelos candidatos que discordaram do resultado preliminar, conforme previsto em edital.</p><p>Os resultados podem ser consultados diretamente na <a href="https://revalida.inep.gov.br/revalida/" target="_blank">Página do Participante do Sistema Revalida</a>.  &Eacute; preciso fazer login com a conta da plataforma Gov.br.</p><p>O Inep tamb&eacute;m publicou o gabarito definitivo da prova objetiva.</p><h2>Crit&eacute;rio</h2><p>A aprovação na primeira etapa do Revalida 2026/1 exige que o participante alcance, no m&iacute;nimo, 59 pontos, de um total de 100 poss&iacute;veis na prova objetiva. Al&eacute;m disso, &eacute; preciso ter a documentação comprobat&oacute;ria de conclusão do curso de Medicina aprovada, conforme as regras estabelecidas no edital.</p><p>O Revalida tem o objetivo de verificar se m&eacute;dicos formados no exterior aquiriram os conhecimentos, habilidades e competências necessários para o exerc&iacute;cio profissional no Brasil, adequados aos princ&iacute;pios e &agrave;s necessidades do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS).</p><p>O exame &eacute; composto por duas etapas de avaliação, a te&oacute;rica e a prática. O processo organizado pelos minist&eacute;rios da Educação e da Sa&uacute;de serve para dar validade aos diplomas de m&eacute;dicos brasileiros e estrangeiros formados no exterior que desejam atuar no Brasil.</p><p>A revalidação de diplomas m&eacute;dicos &eacute; feita por instituições p&uacute;blicas de educação superior que aderiram ao Revalida.</p><p>As referências exigidas no Brasil são os atendimentos no contexto de atenção primária, ambulatorial, hospitalar, de urgência, de emergência e comunitária, com base na Diretriz Curricular Nacional do Curso de Medicina, nas normas e na legislação profissional.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Rovena Rosa/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>IBGE inicia coleta da Pesquisa Nacional de Saúde 2026</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93255/ibge-inicia-coleta-da-pesquisa-nacional-de-saude-2026.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 19:13:36 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) iniciou, na &uacute;ltima semana, a coleta da terceira edição da Pesquisa Nacional de Sa&uacute;de (PNS 2026), realizada em parceria com o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.A PNS &eacute; realizada por amostragem. At&eacute; 30 de novembro, cerca de 1,8 mil entrevistadores visitarão aproximadamente 140 mil domic&iacute;lios distribu&iacute;dos em todos os estados brasileiros.O levantamento domiciliar vai coletar informações...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) iniciou, na &uacute;ltima semana, a coleta da terceira edição da Pesquisa Nacional de Sa&uacute;de (PNS 2026), realizada em parceria com o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696533&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696533&amp;o=node"></p><p>A PNS &eacute; realizada por amostragem.<strong> At&eacute; 30 de novembro, cerca de 1,8 mil entrevistadores visitarão aproximadamente 140 mil domic&iacute;lios distribu&iacute;dos em todos os estados brasileiros.</strong></p><p>O levantamento domiciliar vai coletar informações sobre as condições de sa&uacute;de da população, hábitos de vida, acesso e utilização dos serviços de sa&uacute;de, ocorrência de doenças cr&ocirc;nicas e fatores associados &agrave; qualidade de vida.</p><p>Os dados da PNS 2026 servem para acompanhar e avaliar pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, planejar as ações do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS), fortalecer a sa&uacute;de privada e monitorar o cumprimento de metas nacionais e internacionais relacionadas ao tema.</p><p>“Os resultados permitem conhecer melhor a realidade do pa&iacute;s, apoiar estudos e pesquisas e subsidiar ações voltadas &agrave; promoção da sa&uacute;de e &agrave; redução das desigualdades”, disse em nota o IBGE.</p><h2>Exames de sangue e urina</h2><p>O Instituto destaca que, na edição 2026, será feita uma coleta de biomarcadores, por meio de exames gratuitos de sangue e urina, entre julho e outubro.</p><p><strong>Uma amostra de 15 mil a 20 mil moradores com 35 anos ou mais, residentes em capitais e regiões metropolitanas, será convidada a participar da coleta domiciliar</strong>. Posteriormente, os participantes voluntários receberão gratuitamente os resultados dos exames realizados.</p><p>Os exames previstos incluem hemograma, lipidograma (mede as taxas de colesterol), hemoglobina glicada (mede a taxa m&eacute;dia de glicose no sangue nos &uacute;ltimos três meses para diagnosticar pr&eacute;-diabetes e diabetes), creatinina, ácido &uacute;rico, s&oacute;dio, potássio, sorologia para Chikungunya e a poss&iacute;vel presença de metais pesados, como chumbo e merc&uacute;rio, no corpo.</p><p>As análises dos resultados das amostras permitirão produzir indicadores relacionados a doenças cr&ocirc;nicas, fatores metab&oacute;licos, função renal, exposição a contaminantes ambientais, entre outros.</p><h2>Questionário da pesquisa</h2><p>Durante a visita, o entrevistador do IBGE aplica um questionário com perguntas gerais sobre caracter&iacute;sticas do domic&iacute;lio, as condições de sa&uacute;de de seus moradores e os fatores que influenciam a qualidade de vida destas pessoas.</p><p><strong>Entre os assuntos investigados estão doenças cr&ocirc;nicas não transmiss&iacute;veis (diabetes, hipertensão, colesterol alto), sa&uacute;de da mulher, sa&uacute;de da população idosa, sa&uacute;de bucal, sa&uacute;de mental, atividade f&iacute;sica, alimentação, tabagismo, consumo de álcool, acidentes, violência, doenças transmiss&iacute;veis (dengue e Chikungunya, entre outras), pessoas com deficiência, cobertura por plano de sa&uacute;de e uso dos serviços de sa&uacute;de</strong>.</p><p>Em seguida, será selecionado aleatoriamente um morador com 15 anos ou mais, no domic&iacute;lio pesquisado, para responder ao questionário individual da pesquisa. Como parte da coleta, os participantes selecionados para a entrevista individual terão aferidas a pressão arterial, o peso e a altura.</p><p>O objetivo &eacute; ampliar a qualidade das informações produzidas pela pesquisa e monitorar indicadores de risco &agrave; sa&uacute;de como hipertensão arterial e excesso de peso corporal.</p><p><strong>Todas as informações prestadas ao IBGE são confidenciais.</strong></p><h2>Participação da população</h2><p>O IBGE destaca que a participação dos moradores dos domic&iacute;lios selecionados &eacute; fundamental para garantir que os resultados representem adequadamente as condições de sa&uacute;de da população do pa&iacute;s. </p><p>Por isso, se um pesquisador bater &agrave; porta, o IBGE orienta que o morador colabore e responda aos questionamentos.</p><p>Para realização da edição 2026 da Pesquisa Nacional de Sa&uacute;de, os servidores do IBGE que estão em campo passaram por um treinamento nacional espec&iacute;fico, que incluiu atividades voltadas &agrave; aplicação dos questionários, aos procedimentos de antropometria (medição f&iacute;sica do corpo) e &agrave; aferição da pressão arterial.</p><p>Todos os cerca de 1,8 mil entrevistadores do IBGE deverão estar devidamente identificados com crachá, uniforme institucional e dispositivo eletr&ocirc;nico de coleta de informações.</p><p>Para verificar a identidade dos servidores e conhecer mais a pesquisa, a população pode acessar o site <a href="https://respondendo.ibge.gov.br/" target="_blank">Respondendo ao IBGE</a> ou ligar gratuitamente no telefone 0800 721 8181. O atendimento &eacute; de segunda-feira a sábado, das 8 horas &agrave;s 21h30, no horário de Bras&iacute;lia.</p><h2>Terceira edição</h2><p>A primeira edição da Pesquisa Nacional de Sa&uacute;de foi realizada em 2013. A segunda, em 2019 e a terceira ocorre neste ano. </p><p>Com a nova pesquisa, será poss&iacute;vel comparar indicadores das três edições e, desta forma, acompanhar mudanças no perfil de sa&uacute;de dos brasileiros. </p><p>Pela metodologia do levantamento, cada domic&iacute;lio selecionado para amostragem representa um conjunto maior de domic&iacute;lios com caracter&iacute;sticas semelhantes para, no fim, os resultados refletirem a realidade da população brasileira.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Fernando Fraz&atilde;o/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Afogamentos estão entre principais causas de mortes de crianças</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93254/afogamentos-estao-entre-principais-causas-de-mortes-de-criancas.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 19:03:08 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Afogamentos estão entre as principais causas de morte de crianças no Brasil, segundo alerta da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), que lança neste mês uma campanha para a prevenção desses acidentes. Por dia, quatro crianças morrem no pa&iacute;s por esse tipo de acidente.Segundo a Sobrasa, entre as crianças de 1 a 4 anos de idade, o afogamento &eacute; a segunda causa de morte mais frequente. Entre as de 5 a 9 anos, cai para a terceira posição; e, dos 10 aos 24...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Afogamentos estão entre as principais causas de morte de crianças no Brasil, segundo alerta da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), que lança neste mês uma campanha para a prevenção desses acidentes. <strong>Por dia, quatro crianças morrem no pa&iacute;s por esse tipo de acidente.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696262&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696262&amp;o=node"></p><p>Segundo a Sobrasa, entre as crianças de 1 a 4 anos de idade, o afogamento &eacute; a segunda causa de morte mais frequente. Entre as de 5 a 9 anos, cai para a terceira posição; e, dos 10 aos 24 anos, ocupa a quarta.</p><p>Presidente da Sobrasa, o coronel Fábio Braga, do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, destaca que <strong>o per&iacute;odo de f&eacute;rias escolares deve ser de atenção redobrada entre pais e responsáveis para a prevenção de afogamentos</strong>.</p><blockquote><p>“At&eacute; 95% dos afogamentos poderiam ser evitados atrav&eacute;s de educação e informação”, destacou Braga.</p></blockquote><p>De acordo com a Sobrasa, metade dos afogamentos envolvendo crianças acontece dentro do ambiente dom&eacute;stico, em piscinas, vasos sanitários, máquinas de lavar, banheiras, caixas d’água e reservat&oacute;rios. </p><p><strong>Entre as medidas para a prevenção estão a supervisão permanente de um adulto, a instalação de barreiras de proteção em piscinas, o isolamento de reservat&oacute;rios de água e a educação sobre segurança aquática desde a infância</strong>.</p><p>No Brasil, a cada 90 minutos, uma pessoa morre afogada, e quatro a cada dez v&iacute;timas têm menos de 29 anos. O total de casos em um ano chega a 5.742, e dois terços desses afogamentos ocorrem em rios, lagos e represas. </p><p> </p><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><span style="color: rgb(0, 102, 255); font-size: 30px; font-weight: bold;">Campanha</span></div></div><p>Pelo Dia Mundial de Prevenção do Afogamento, comemorado em 25 de julho, a Sobrasa promoverá uma campanha com 10 mil voluntários da organização no pa&iacute;s. Participam tamb&eacute;m instituições p&uacute;blicas e privadas, universidades, clubes, corporações de bombeiros, guarda-vidas, entre outros. </p><p>Segundo afirmou Fábio Braga, a ideia &eacute; celebrar a vida e passar &agrave; população uma mensagem de alerta sobre o problema dos afogamentos e medidas educativas de prevenção.</p><p>A Sobrasa destaca que o afogamento não acontece por acaso. Por isso, informação, vigilância e comportamento seguro são as formas mais eficazes de evitar mortes. </p><p>Entre as ações, está prevista a iniciativa Celebrando sua Cidade, que promoverá palestras, cursos e treinamentos sobre segurança aquática em diferentes estados brasileiros.</p><p>Outra ação será o movimento <em>Go Blue</em> &ndash; Vista-se de Azul, que incentiva a iluminação de monumentos, pr&eacute;dios p&uacute;blicos e pontos tur&iacute;sticos na cor azul. Já estão confirmados para se “vestirem” de azul, em 25 de julho, o monumento do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro; o Estádio Man&eacute; Garrincha, em Bras&iacute;lia; a Arena Castelão, no Ceará, entre outros.</p><p> </p><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/faHluWnG9CaovhMUw2ES3xHAc3Q=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/07/09/whatsapp_image_2026-07-08_at_17.28.30_1_copy.jpg?itok=TGwxCN4Q" alt="09/07/2026 -  Campanha visa reduzir o n&uacute;mero de afogamentos, em especial de crianças no Brasil. Foto: Sobrasa/ Divulgação" title="Sobrasa/ Divulgação"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><h6 class="meta">Campanha visa reduzir o n&uacute;mero de afogamentos, em especial de crianças no Brasil. Foto:<strong>Sobrasa/ Divulgação</strong>  </h6></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Antonio Cruz/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
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			<title>Brasil ainda mede mal os impactos do racismo, diz especialista</title>
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			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 18:01:08 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Apesar de haver in&uacute;meros estudos sobre discriminação racial no Brasil, o pa&iacute;s ainda tem dificuldades para entender como o racismo impacta nas desigualdades raciais. A avaliação &eacute; de um grupo de pesquisadores, a maioria deles negra, que criou n&uacute;cleo que se propõe a preencher essa lacuna de avaliação.Eles lançaram, no fim de junho, o Dara, Dados e Análises do Racismo e do Antirracismo.O n&uacute;cleo &eacute; ligado ao Instituto de Estudos Sociais e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Apesar de haver in&uacute;meros estudos sobre discriminação racial no Brasil, o pa&iacute;s ainda tem dificuldades para entender como o racismo impacta nas desigualdades raciais. A avaliação &eacute; de um grupo de pesquisadores, a maioria deles negra, que criou n&uacute;cleo que se propõe a preencher essa lacuna de avaliação.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696233&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696233&amp;o=node"></p><p><strong>Eles lançaram, no fim de junho, o <a href="http://daradados.com.br/" target="_blank">Dara</a>, Dados e Análises do Racismo e do Antirracismo.</strong></p><p>O n&uacute;cleo &eacute; ligado ao Instituto de Estudos Sociais e Pol&iacute;ticos (Iesp) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e formado por 18 pessoas, entre coordenadores, pesquisadores e equipe de comunicação e de tecnologia.</p><p><strong>Vinculado &agrave; Uerj, o Dara conta com financiamento misto de suas atividades, recebendo recursos de agências p&uacute;blicas de financiamento &agrave; pesquisa e de instituições filantr&oacute;picas.</strong></p><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/pTyA2abuNvpcIOeVO8pVESxfArw=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/07/08/professor_luiz_augusto_campos_credito_divulgacao_dara.jpg?itok=8H7RTgjA" alt="Brasil ainda mede mal os impactos do racismo, afirma especialista. Na foto o professor Luiz Augusto Campos. Foto: Dara/ Divulgação" title="Dara/ Divulgação"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><h6 class="meta">Professor de sociologia e ciência pol&iacute;tica, Luiz Augusto Campos &eacute; coordenador-geral do n&uacute;cleo rec&eacute;m-criado. Foto: <strong>Dara/ Divulgação</strong></h6></div></div><p>A<strong> Agência Brasil</strong> entrevistou o professor de sociologia e ciência pol&iacute;tica Luiz Augusto Campos, coordenador-geral do n&uacute;cleo rec&eacute;m-criado. Na conversa, ele aponta dificuldade de estudos sobre o racismo.</p><blockquote><p>“&Eacute; muito mais complexo estimar como o racismo impacta nas desigualdades raciais”, avalia o especialista no acompanhamento de ações afirmativas.</p></blockquote><p><strong>Na visão dele, pesquisas experimentais “ainda engatinham no Brasil”.</strong></p><p>Luiz Augusto Campos ressalta que o pr&oacute;prio time de pesquisa &eacute; fruto de ações que permitiram maior acesso de pessoas pretas e pardas ao ensino superior.</p><p>“Muitos pesquisadores do Dara fazem parte desse processo hist&oacute;rico”, diz Campos, que integra conselhos consultivos de iniciativas voltadas &agrave; inovação democrática, pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e diversidade racial.</p><p>O especialista sustenta que ações antirracistas ainda podem ser melhoradas. <strong>Confira a entrevista:</strong></p><p><strong>Agência Brasil</strong>: O que o Dara pode oferecer &agrave; sociedade?<br><strong>Luiz Augusto Campos</strong>: O Dara se dedica &agrave; produção, análise e comunicação de dados sobre o racismo e o antirracismo. N&oacute;s desenvolvemos pesquisas com rigor metodol&oacute;gico e estrat&eacute;gias de comunicação acess&iacute;veis para contribuir com o debate p&uacute;blico e com a formulação de pol&iacute;ticas baseadas em evidências.</p><p><strong>Agência Brasil</strong>: Há no Brasil diversos n&uacute;cleos acadêmicos e de organizações da sociedade civil que fazem pesquisas sobre questões raciais. O Dara se propõe a se diferenciar de alguma forma?<br><strong>Luiz Augusto Campos</strong>: De fato, o Brasil assistiu a uma multiplicação de vários centros acadêmicos de pesquisa sobre questões raciais nos &uacute;ltimos tempos. Várias organizações da sociedade civil tamb&eacute;m criaram setores espec&iacute;ficos para a pesquisa. Mas, embora sejam plurais e de grande relevância, essas pesquisas ainda dialogam pouco entre si e utilizam metodologias ainda tradicionais nesses campos.</p><p>Vale lembrar que o Brasil &eacute; um dos pa&iacute;ses mais produtivos do mundo quando pensamos em pesquisas sobre desigualdades raciais, mas o mesmo não vale em relação &agrave;s pesquisas sobre o racismo enquanto mecanismo produtor dessas desigualdades. Apesar da similaridade desses r&oacute;tulos, &eacute; muito mais complexo estimar como o racismo impacta nas desigualdades raciais do que mensurar essas &uacute;ltimas.</p><p>Nesse sentido, o Dara pretende trabalhar em duas frentes. Primeiro, nossa intenção &eacute; colaborar com os grupos e pesquisas que já existem, ajudando a integrá-los e pensando em inovações metodol&oacute;gicas para expandir a fronteira do nosso conhecimento sobre o racismo e o antirracismo. Segundo, pretendemos aplicar ao Brasil novas metodologias que, aliás, vêm se sofisticando rapidamente no contexto internacional.</p><p><strong>Agência Brasil</strong>: Nos levantamentos e análises preliminares realizados pelo Dara, há alguma constatação ou fato que surpreendeu os pesquisadores?<br><strong>Luiz Augusto Campos</strong>: Talvez a principal constatação atual que, de certo modo, levou &agrave; criação do grupo, seja a de que o Brasil regrediu no seu processamento de dados para compreender o funcionamento do racismo. Não apenas o acesso aos dados oficiais, mas tamb&eacute;m a interlocução de pesquisas preexistentes &eacute; muito falha. Pode-se dizer que, em vários aspectos, o acesso aos dados regrediu no Brasil. Outra constatação importante tem a ver com uma alta concentração das pesquisas brasileiras na mensuração das desigualdades raciais, mas pouca atenção ao modo como práticas racistas produzem essas desigualdades.</p><p><strong>Agência Brasil</strong>: Há ainda algo sobre o racismo no Brasil que seja imposs&iacute;vel medir por falta de dados?<br><strong>Luiz Augusto Campos</strong>: A rigor, o Brasil ainda enfrenta in&uacute;meras dificuldades em mensurar o seu racismo e os seus efeitos. Os efeitos do racismo nas desigualdades socioecon&ocirc;micas são mensurados de vários modos no Brasil, mas a crescente dificuldade de acesso e integração de microdados oficiais vem reduzindo a capacidade de gerar estimativas sobre seu funcionamento e seus efeitos de m&eacute;dio e longo prazos. Embora tenhamos várias pesquisas de opinião e percepção do racismo, elas dialogam pouco entre si, o que prejudica a comparabilidade dos dados e a geração de estimativas longitudinais. Um dos projetos em curso no Dara envolve justamente a integração dessas pesquisas de opinião.</p><p>Finalmente, s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel mensurar causalmente os efeitos do racismo se incorporarmos as chamadas pesquisas experimentais, especialmente os chamados experimentos de campo. Essas ainda engatinham no Brasil.</p><p><strong>Agência Brasil</strong>: Vocês citam já no nome do Dara (Dados e Análises do Racismo e do Antirracismo) os termos racismo e antirracismo. Falta &agrave; sociedade brasileira o entendimento sobre em que consiste o antirracismo?<br><strong>Luiz Augusto Campos</strong>: De certo modo, o antirracismo avançou e evoluiu muito na sociedade nos &uacute;ltimos anos, mas, ao mesmo tempo, encontra novos desafios hoje. As diferentes pol&iacute;ticas de ação afirmativa na educação superior, no funcionalismo p&uacute;blico ou nas eleições são consequências palpáveis do sucesso dos movimentos antirracistas em um pa&iacute;s que, at&eacute; pouco tempo, via-se como livre de qualquer racismo.</p><p>Por outro lado, existem vários movimentos hoje que buscam conter ou mesmo contestar esses avanços. Vários setores vêm insistindo que tais ações afirmativas já teriam resolvido o problema do racismo, o que mina o avanço de outras pol&iacute;ticas antirracistas. Romper essa resistência exige novos dados e análises que não apenas mostrem como o racismo produz nossas desigualdades, mas tamb&eacute;m como as pol&iacute;ticas antirracistas podem ser melhoradas.</p><p><strong>Agência Brasil</strong>: A maioria da equipe do Dara &eacute; negra. Não &eacute; coincidência. O que significa essa representatividade majoritária?<br><strong>Luiz Augusto Campos</strong>: A diversidade de experiências sociais tamb&eacute;m influencia as perguntas que orientam a produção cient&iacute;fica. Durante muito tempo, determinados grupos sociais estiveram sub-representados nos espaços de produção de conhecimento. A expansão das pol&iacute;ticas de ação afirmativa modificou parcialmente esse cenário, permitindo que novas gerações de pesquisadores chegassem &agrave;s universidades e &agrave; p&oacute;s-graduação.</p><p>Muitos pesquisadores do Dara fazem parte desse processo hist&oacute;rico. A presença de diferentes trajet&oacute;rias e experiências sociais contribui para que questões, problemas e dimensões da sociedade brasileira que antes tinham menor espaço na produção acadêmica sejam incorporados &agrave;s agendas de pesquisa.</p><p>Isso não significa estabelecer uma oposição entre experiência social e rigor cient&iacute;fico. Pelo contrário, a diversidade amplia as perguntas, os objetos e as perspectivas da ciência, enquanto o rigor metodol&oacute;gico permite transformar essas questões em conhecimento sistemático, verificável e aberto ao debate p&uacute;blico.</p><p>Acreditamos que uma ciência social mais diversa tamb&eacute;m amplia nossa capacidade de formular novas perguntas e produzir conhecimento sobre a sociedade brasileira.</p><h2>Quem &eacute;</h2><p>Coordenador-geral do Dara e professor associado de sociologia e ciência pol&iacute;tica no Iesp/Uerj, Luiz Augusto Campos &eacute; doutor em sociologia pela Uerj e bolsista de produtividade em pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico (CNPq).</p><ul><li>Atua em pesquisas sobre desigualdades raciais, democracia, ação afirmativa e produção cient&iacute;fica. &Eacute; editor-chefe da revista Dador e tamb&eacute;m do Cons&oacute;rcio das Ações Afirmativas e do Observat&oacute;rio das Ciências Sociais.</li><li>Foi coordenador do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (Gemaa), da Área Temática da Raça e Pol&iacute;tica da Associação Brasileira de Ciência Pol&iacute;tica (ABCP) e do Grupo de Trabalho de Relações Raciais da Associação Nacional de P&oacute;s-graduação em Ciências Sociais (Anpocs).</li><li>Foi pesquisador visitante na Sciences Po de Paris (França) e na New York University (EUA).  </li></ul>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcelo Casal Jr/Ag&ecirc;ncia Brasil ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Inclusão digital no Brasil é feita pela metade, mostra pesquisa </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93194/inclusao-digital-no-brasil-e-feita-pela-metade-mostra-pesquisa.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[“Existe um muro aqui” diz Ana Cláudia Miguel, enquanto aponta na direção da Rua do Moinho, que separa a comunidade do Pilar de um dos maiores polos de tecnologia do país, o Porto Digital, no coração do Recife Antigo. “Existia um arco que era a divisão desse pedaço com o bairro. Mesmo o muro sendo derrubado, ainda existe essa barreira”. O muro, construído por holandeses na capital pernambucana no s&eacute;culo 17, foi demolido no final do s&eacute;culo 19. Mais de 100 anos...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>“Existe um muro aqui” diz Ana Cláudia Miguel, enquanto aponta na direção da Rua do Moinho, que separa a comunidade do Pilar de um dos maiores polos de tecnologia do país, o Porto Digital, no coração do Recife Antigo. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696292&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696292&amp;o=node"></p><p>“Existia um arco que era a divisão desse pedaço com o bairro. Mesmo o muro sendo derrubado, ainda existe essa barreira”. O muro, construído por holandeses na capital pernambucana no s&eacute;culo 17, foi demolido no final do s&eacute;culo 19. Mais de 100 anos depois, Ana Cláudia, líder comunitária da única área residencial do Recife Antigo, explica como a barreira que já foi de pedra, agora &eacute; de <em>bytes</em>:</p><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/M8ONDdjcdFyz6WFNJumjHyKsLTM=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/07/09/image_2_copy.jpg?itok=TMOTd2X6" alt="09/07/2026 - Segregação digital: inclusão digital no Brasil &eacute; feita pela metade. Ana Cláudia Miguel, líder comunitária da Comunidade do Pilar. Em frente &agrave; Igreja Nossa Senhora do Pilar, que batiza a comunidade e tendo ao fundo o pr&eacute;dio da prefeitura de Recife. Foto: Eliane Gonçalves/ Divulgação" title="Eliane Gonçalves/ Divulgação"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><h6 class="meta"> Ana Cláudia Miguel, líder comunitária da Comunidade do Pilar, no Recife Antigo, diz que barreira, que já foi de pedra, agora &eacute; de <em>bytes. </em>Foto Eliane Gonçalves/Divulgação<br></h6></div></div><blockquote><p>“A gente mora no polo tecnol&oacute;gico, mas tem um d&eacute;ficit de tecnologia”, explica Ana Cláudia.</p></blockquote><p><strong>O Pilar &eacute; uma comunidade de baixa renda que nasceu com a ocupação das ruínas do Recife Antigo por quem não tinha onde morar, ou tinha e foi expulso de outros cantos da cidade.</strong> Nos quase 600 domicílios do Pilar vivem famílias majoritariamente negras (73%), chefiadas por mulheres (76%), onde o trabalho informal &eacute; a principal fonte de renda (74%) e a remuneração m&eacute;dia não passa de um salário mínimo e meio, segundo pesquisa feita em 2023 pela pr&oacute;pria comunidade, com o apoio da Universidade das Nações Unidas. </p><p><strong>Atravessando a rua, fica o Porto Digital, endereço de mais de 500 empresas de tecnologia que, em 2025, faturaram R$ 7,4 bilhões. Pierre Lucena, presidente do Porto Digital, explica o que &eacute; essa esp&eacute;cie de vale do silício brasileiro:</strong> “Somos uma plataforma de inovação”, diz. “Aqui, a  gente tem seis incubadoras aceleradoras, públicas e privadas, uma faculdade pr&oacute;pria, um conjunto de universidades parceiras e mais de 500 empresas”. </p><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><span style="color: rgb(0, 102, 255); font-size: 30px; font-weight: bold;">Inclusão pela metade</span></div></div><p><strong>A disparidade tecnol&oacute;gica dos dois lados da rua escancara o desafio que o Brasil precisa enfrentar para garantir inclusão digital de qualidade. </strong></p><p><strong>O percentual de pessoas que usam a internet no Brasil chegou a 90,5% em 2025, índice que vem crescendo ano ap&oacute;s ano. Em 2019, não chegava a 80%. Mas a qualidade do acesso &eacute; desigual.</strong> Enquanto 86% dos domicílios têm banda larga fixa e m&oacute;vel ao mesmo tempo,  10,7% dependem exclusivamente dos dados da telefonia m&oacute;vel para conseguir acessar bancos, serviços públicos, estudar, trabalhar e se comunicar. A grande maioria, 59,2% dos domicílios, não tem computadores ou tablets. Os dados estão na PNAD-TIC 2026, o capítulo de Tecnologia, Informação e Comunicação, da Pesquisa  Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). </p><blockquote><p>“As pessoas deixam de ter computador e internet fixa em casa porque &eacute; caro e elas acessam a internet por planos de telefonia m&oacute;vel com uma quantidade limitada de dados que podem utilizar por mês, explica Flávia Lefrève, advogada, especialista em telecomunicações e direitos digitais. Geralmente, uma franquia baixa, que não passa de 100 gigabytes por mês. A partir do momento em que a franquia acaba, o acesso &agrave; internet &eacute; bloqueado”. </p></blockquote><p>Flávia diz que esse tipo de limitação &eacute; ilegal, segundo o Marco Civil da Internet. As provedoras não podem interromper a internet, exceto em casos de inadimplência. Na prática, o serviço &eacute; suspenso e limita a cidadania:</p><blockquote><p>“A grande maioria dos serviços públicos, por exemplo, você s&oacute; faz pela internet: Bolsa Família, Enem, boletim de ocorrência, o imposto de renda. Tudo o que você faz hoje &eacute; pela internet. Então, para exercer a cidadania, precisa da internet. E o que acontece se você tem um plano limitado? Acabou a sua franquia, como &eacute; que vai se virar?”, questiona.</p></blockquote><p><strong>A rotina do Pilar ajuda a entender como a limitação vira exclusão. Em 2023, a comunidade passou a contar com o programa Pilar Universitário, que garante bolsas de estudos integrais nas faculdades do Senac [Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial] para os moradores numa política de universalização sem restrições</strong>: “Qualquer pessoa do Pilar que queira e esteja apta a fazer um curso superior, pode escolher qual curso quer fazer”, diz Pierre Lucena. </p><p>Ainda que o estudante não precise se preocupar com a mensalidade, ainda resta o muro digital: “A internet que tem &eacute; do celular. E aí acabam os dados, como &eacute; que faz? Como &eacute; que se mant&eacute;m na universidade?”, pergunta Ana Cláudia. “Hoje, a tecnologia da universidade &eacute; muito maior. A apresentação não &eacute; naquele papelzinho pautado. Hoje tem que fazer tudo digital.  Então &eacute; preciso ter o mínimo de condição de poder permanecer”, conclui . </p><h2>Sem laptop </h2><p>Em 2024,  Eurídize Lima de Santana, 23 anos, entrou no programa. Se matriculou no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Um ano e meio depois, trancou a faculdade. Eurídize não tinha o básico: um computador. “No primeiro semestre eu não senti tanta dificuldade em não ter um notebook, porque a gente ainda não fazia c&oacute;digos. No segundo, comecei a sentir. E quando chegou no terceiro semestre, tranquei”, afirmou.</p><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><strong>Segundo ela, um equipamento básico para quem trabalha com c&oacute;digos custa, no mínimo, R$ 3,5 mil.  “Como a gente que &eacute; pobre, que ganha um salário mínimo, pode pensar em comprar um notebook?</strong> Como, se s&oacute; tem o dinheiro pra sobreviver? Se a gente s&oacute; pensa em pagar as contas de casa e comer?” pergunta. </div></div><p>Depois de trancar a faculdade, a jovem ainda tentou mudar de curso, mas foi informada que o programa não permitia uma segunda inscrição para alunos que trancaram a faculdade. Hoje ela estuda Gestão Financeira, na modalidade de Ensino &agrave; Distância (EaD), usando o celular e a franquia de dados do telefone e pagando mensalidade de R$ 170. </p><p><strong>Ana Cláudia diz que na comunidade, a inclusão digital pela metade &eacute; regra: “A gente tem empresa de rob&oacute;tica aqui dentro da ilha [o Recife Antigo], mas não tem nenhuma criança sabendo disso. A gente precisa ter internet na escola, precisa trabalhar com os jovens na tecnologia”. </strong></p><h2>Desconforto</h2><p>Fabi Andrade &eacute; coordenadora de ESG do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar). A instituição de ensino e incubadora de empresas &eacute; uma das precursoras do Porto Digital e ocupa alguns andares do Complexo do Moinho, um edifício de mais de 100 anos que fica bem ao lado do Pilar. O pr&eacute;dio foi todo modernizado para acolher empresas de tecnologia:</p><p><strong>“O projeto arquitet&ocirc;nico previa uma parede para que a gente não enxergasse a comunidade do Pilar”, explica Fabi</strong>. A proposta foi recusada e no lugar foi colocada uma parede de vidro que não deixa esquecer que a desigualdade &eacute; inc&ocirc;moda at&eacute; para quem está do lado tecnol&oacute;gico do muro. “Incomoda muito porque estamos aqui trabalhando numa faculdade para educar pessoas em tecnologia, e não temos um único aluno da comunidade aqui do lado.  Isso incomoda”, conclui Fabi.  </p><blockquote><p>“Esse contraste &eacute; real, há uma dívida real e uma forma ainda desorganizada de todos,  inclusive nossa [do Porto Digital], para agir com soluções”, reconhece o presidente do Porto Digital, que sabe que os vizinhos vivem realidade parecida com a de muitas outras comunidades do país.</p></blockquote><p><strong>Ana Cláudia sabe que o impacto dessa inclusão digital pela metade tem custo alto</strong>: “a gente está perdendo os jovens na comunidade”. Questionada sobre o que significa perder os jovens, ela &eacute; direta: “Perdendo os jovens para o mundo ilícito, porque não se tem oportunidade”.</p><h2>Sem neutralidade</h2><p><strong>Em 2025, pela primeira vez, mais de 90% dos brasileiros usaram a internet, segundo a PNAD-TIC, mas Flávia Lefrève chama a atenção para outro dado: o tipo de uso que tem sido feito da rede:</strong> “O uso principal que as pessoas fazem &eacute; de rede social. Por quê? Acabou a franquia, bloqueia o acesso &agrave; internet e a pessoa s&oacute; acessa as aplicações da Meta: Instagram, Facebook e WhatsApp”.</p><p><strong>Segundo a pesquisa, entre as pessoas que usaram a internet, mais de 95% usaram para conversar por chamadas de voz ou vídeo, mais de 90% para enviar ou receber mensagens de texto, voz ou imagens sem ser por e-mail e 85% para usar as redes sociais (84,9%).</strong>Todos os serviços são prestados pela empresa de Mark Zuckerberg. </p><p><strong>Flávia explica que esse tipo de “oferta” tamb&eacute;m viola o Marco Civil da Internet: a neutralidade da rede, a regra que determina que os provedores não podem discriminar o tráfego de dados por origem, destino ou por tipo de aplicativo</strong>. “Uma medida fundamental para garantir que a internet continue aberta, democrática, que não haja discriminação”, diz Flávia. “A partir do momento em que o consumidor s&oacute; tem acesso &agrave;s aplicações da Meta, isso &eacute; quebra da neutralidade. Isso &eacute; muito cruel, porque esses planos atendem especialmente as pessoas das classes C,D e E”, conclui. </p><p>Em janeiro de 2023, a  Coalizão de Direitos da Rede, que reúne organizações e ativistas, como Flávia Lefrève, que atuam pelo direito &agrave; comunicação, abriu um processo administrativo na Secretaria Nacional do Consumidor do Minist&eacute;rio da Justiça questionando o bloqueio ao acesso &agrave; internet por parte das provedoras e a quebra da neutralidade da rede. Entramos em contato com o Minist&eacute;rio da Justiça questionando qual a situação desse processo, mas não houve resposta.   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Eliane Gon&ccedil;alves/ Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Prouni 2026: inscrição gratuita para o 2º semestre termina nesta sexta</title>
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			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:10:40 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[As inscrições gratuitas para o processo seletivo do Programa Universidade para Todos (Prouni) do segundo semestre terminam &agrave;s 23h59 desta sexta-feira (10), no horário de Bras&iacute;lia.O programa oferece bolsas de estudo integrais &ndash; que cobrem 100% do valor da mensalidade&ndash; e parciais (50% do valor da mensalidade) em cursos de graduação e sequenciais de formação espec&iacute;fica, em instituições privadas de ensino superior.Nesta edição, o programa oferta mais de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>As inscrições gratuitas para o processo seletivo do Programa Universidade para Todos (Prouni) do segundo semestre terminam &agrave;s 23h59 desta sexta-feira (10), no horário de Bras&iacute;lia.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696319&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696319&amp;o=node"></p><p><strong>O programa oferece bolsas de estudo integrais &ndash; que cobrem 100% do valor da mensalidade&ndash; e parciais (50% do valor da mensalidade) em cursos de graduação e sequenciais de formação espec&iacute;fica, em instituições privadas de ensino superior.</strong></p><p><strong>Nesta edição, o programa oferta mais de 471 mil bolsas de estudos parciais e integrais em 879 instituições privadas de ensino superior, no segundo semestre de 2026.</strong></p><h2>Inscrições <em>online</em></h2><p><strong>O procedimento de inscrição deve ser feito exclusivamente pelo Portal &Uacute;nico de Acesso ao Ensino Superior, do Minist&eacute;rio da Educação (MEC), na <a href="https://acessounico.mec.gov.br/prouni%C2%A0" target="_blank">parte do Prouni</a>. Não &eacute; preciso pagar nenhuma taxa.</strong></p><p>O candidato deverá optar por concorrer &agrave;s bolsas destinadas &agrave; ampla concorrência ou &agrave;quelas destinadas &agrave;s pessoas com deficiência (PCD) e autodeclaradas ind&iacute;genas, pardas ou pretas.</p><p><strong>O Minist&eacute;rio da Educação publicou um passo a passo para ajudar os interessados a fazer a inscrição. <a href="https://youtu.be/VebmWF_pXf0?si=VqoqWpQpigaR02kK%C2%A0" target="_blank">Confira aqui</a>.</strong></p><h2>Quem pode se inscrever</h2><p><strong>Para se inscrever, &eacute; necessário que o estudante tenha completado o ensino m&eacute;dio; participado das edições de 2024 ou de 2025 do Exame Nacional do Ensino M&eacute;dio (Enem); obtido, no m&iacute;nimo, 450 pontos na m&eacute;dia das cinco provas do exame e não tenha zerado a redação do Enem.</strong></p><p>Os candidatos precisam atender a pelo menos uma das seguintes condições:</p><p>·         ter feito o ensino m&eacute;dio integralmente em escola da rede p&uacute;blica;</p><p>·         ter feito o ensino m&eacute;dio como bolsista integral ou bolsista parcial em instituição privada;</p><p>·         ter mesclado o ensino m&eacute;dio entre escola p&uacute;blica e privada.</p><p>·         ser uma pessoa com deficiência como previsto na legislação;</p><p>·         ser professor ativo da rede p&uacute;blica de ensino que queira cursar licenciatura ou pedagogia. Para esses docentes, não &eacute; exigido o limite de renda que se aplica aos demais candidatos.</p><p>Quem participou do Enem na condição de treineiro, ou seja, para autoavaliação, antes mesmo de concluir o ensino m&eacute;dio não pode se inscrever no Prouni 2026. </p><p>Al&eacute;m disso, &eacute; necessário que todos os inscritos se atentem aos crit&eacute;rios de renda exigidos para a obtenção da bolsa.</p><p><strong>Para as bolsas integrais, a renda familiar bruta mensal por pessoa &eacute; de at&eacute; 1,5 salário m&iacute;nimo.</strong></p><p>P<strong>ara bolsas parciais, que cobrem 50% do valor da mensalidade, a renda familiar bruta mensal por pessoa &eacute; de at&eacute; três salários m&iacute;nimos.</strong></p><h2>Classificação</h2><p>Para fins de classificação e eventual pr&eacute;-seleção no processo seletivo, será adotada a melhor nota que o participante do Prouni teve no Enem.</p><p>A classificação ainda observará a modalidade de concorrência escolhida na inscrição pelo candidato, por curso, turno, local de oferta e instituição, al&eacute;m de considerar se o candidato disputa em ampla concorrência ou &agrave;s bolsas destinadas &agrave; implementação de pol&iacute;ticas afirmativas.</p><h2>Resultado</h2><p> <strong>O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 15 de julho na página do Prouni. Já a segunda chamada sairá no dia 5 de agosto.</strong></p><p>Depois disso, os selecionados na primeira chamada precisam comprovar as informações de 15 a 24 de julho. Os da segunda chamada deverão confirmar entre os dias 5 e 14 de agosto.</p><p>Confira abaixo o cronograma oficial do Prouni 2026/2:</p><p>·         inscrições: 7 a 10 de julho;</p><p>·         resultado 1ª chamada: 15 de julho;</p><p>·         resultado 2ª chamada: 5 de agosto;</p><p>·         lista de espera: 26 e 27 de agosto;</p><p>·         resultado lista de Espera: 1º de setembro.</p><h2> Prouni</h2><p>O programa Universidade?para?Todos tem como?p&uacute;blico-alvo o estudante?brasileiro?sem diploma de curso superior.</p><p>Os processos seletivos do Prouni ocorrem duas vezes ao ano, com oportunidades para ingresso no primeiro e no segundo semestre letivos.?? </p><p><strong>?Para mais informações, as regras do processo seletivo Prouni do segundo semestre deste ano estão no <a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/prouni/arquivos/2026/edital_nr_51_de_30_de_junho_de_2026.pdf%C2%A0" target="_blank">edital nº 51/2026</a>. </strong>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto:  Valter Campanato/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Niterói será palco da 78ª Reunião Anual da SBPC, maior encontro científico da América Latina</title>
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			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:32:27 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Pela primeira vez, Niter&oacute;i vai sediar a Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), considerada o maior encontro cient&iacute;fico da Am&eacute;rica Latina. A 78ª edição será realizada entre os dias 26 de julho e 1º de agosto, no campus Gragoatá da Universidade Federal Fluminense (UFF), no Distrito de Inovação da Cantareira e no Reserva Cultural, com a presença de alguns dos principais pesquisadores brasileiros e representantes de diferentes...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="entry-content entry clearfix" data-raofz="15"><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">Pela primeira vez, Niter&oacute;i vai sediar a Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), considerada o maior encontro cient&iacute;fico da Am&eacute;rica Latina. A 78ª edição será realizada entre os dias 26 de julho e 1º de agosto, no campus Gragoatá da Universidade Federal Fluminense (UFF), no Distrito de Inovação da Cantareira e no Reserva Cultural, com a presença de alguns dos principais pesquisadores brasileiros e representantes de diferentes áreas do conhecimento. A expectativa &eacute; de que mais de 40 mil pessoas participem da programação.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">O evento marca o retorno da reunião anual da SBPC ao Estado do Rio de Janeiro ap&oacute;s 32 anos e terá como tema “Ciência para todos: soberania, desenvolvimento e inclusão”. A programação &eacute; gratuita e aberta ao p&uacute;blico, incluindo conferências, mesas-redondas, exposições, atividades culturais e ações de divulgação cient&iacute;fica. As inscrições podem ser feitas pelo site: <a href="https://reunioes2.sbpcnet.org.br/78RA/inscricao/" rel="noreferrer noopener" data-raofz="15" role="link">https://reunioes2.sbpcnet.org.br/78RA/inscricao/</a></p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">“Todos estão convidados para esse grande encontro. Teremos debates sobre temas fundamentais para o futuro de Niter&oacute;i, do Rio de Janeiro e do Brasil, como terras raras, pesquisas nucleares, inteligência artificial, computação quântica, complexo industrial da sa&uacute;de e diversos outros assuntos ligados &agrave; inovação, &agrave; ciência e &agrave; tecnologia. Será uma oportunidade &uacute;nica de aproximar a população dos grandes debates que vão influenciar os pr&oacute;ximos anos”, afirma o prefeito de Niter&oacute;i, Rodrigo Neves.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">Evento re&uacute;ne especialistas de diferentes áreas do conhecimento</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">Entre os pesquisadores que participarão do encontro estão alguns dos principais nomes da ciência brasileira, como Helena Nader, com atuação nas áreas de biomedicina e pol&iacute;tica cient&iacute;fica; Ricardo Galvão, f&iacute;sico e presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico (CNPq); Paulo Artaxo, referência internacional em pesquisas sobre clima e Amaz&ocirc;nia; Marcia Barbosa, f&iacute;sica reconhecida por sua contribuição cient&iacute;fica; N&iacute;sia Trindade, pesquisadora da área de sa&uacute;de p&uacute;blica; Carlos Gadelha, especialista em inovação e complexo industrial da sa&uacute;de; Mariângela Hungria, cientista com atuação de destaque em agricultura; Luciano Moreira, pesquisador que atua no desenvolvimento de estrat&eacute;gias com mosquitos modificados para o controle da dengue; Andr&eacute; Trigueiro, jornalista que debate o papel da m&iacute;dia diante das mudanças climáticas, e Larissa Mies Bombardi, pesquisadora dos impactos dos agrot&oacute;xicos na sa&uacute;de de trabalhadores rurais.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">Ao longo da semana, os participantes poderão acompanhar debates sobre temas estrat&eacute;gicos para o presente e o futuro do Brasil, como os impactos e legados da COP30, Ind&uacute;stria 4.0, Complexo Industrial da Sa&uacute;de, Inteligência Artificial, terras raras e suas implicações tecnol&oacute;gicas e geopol&iacute;ticas, patentes e ameaças ao SUS e &agrave; inovação, desinformação, microplásticos, combate ao narcotráfico e genoc&iacute;dio em Gaza.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">Para a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Francilene Proc&oacute;pio Garcia, a reunião representa uma oportunidade de aproximar a população da produção cient&iacute;fica nacional.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">“A Reunião Anual da SBPC &eacute; o maior encontro da ciência brasileira e será uma grande oportunidade para aproximar a população do conhecimento produzido no pa&iacute;s. Vamos reunir pesquisadores de diversas áreas para discutir temas que impactam diretamente o presente e o futuro. Tamb&eacute;m teremos espaços dedicados aos jovens, com atividades que despertam o interesse pela ciência e inspiram novas carreiras”, pontua Francilene Proc&oacute;pio Garcia.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">A realização da reunião na Universidade Federal Fluminense reforça o papel da instituição como uma das protagonistas na produção cient&iacute;fica do pa&iacute;s. O reitor Antonio Claudio Lucas N&oacute;brega enfatiza que sediar o encontro pela primeira vez &eacute; uma oportunidade de ampliar o diálogo entre universidade e população.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">“Al&eacute;m de reunir alguns dos principais cientistas do pa&iacute;s para discutir temas estrat&eacute;gicos do presente e do futuro, o evento fortalece a relação entre universidade e sociedade, com uma programação gratuita e aberta a pessoas de todas as idades. Queremos mostrar que a ciência faz parte do cotidiano e &eacute; fundamental para o desenvolvimento da sociedade”, ressalta Antonio Claudio Lucas N&oacute;brega.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">Segundo a presidente da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo &agrave; Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), Caroline Alves da Costa, o encontro evidencia a força da ciência produzida no estado.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">“A realização da Reunião Anual da SBPC no Rio de Janeiro &eacute; uma oportunidade de mostrar, na prática, a força da ciência produzida no estado e os resultados dos investimentos em pesquisa, inovação e tecnologia. O Rio re&uacute;ne pesquisadores de excelência e um ecossistema cient&iacute;fico robusto, que contribui para o desenvolvimento do pa&iacute;s. Estaremos presentes para fortalecer esse ambiente de colaboração e reafirmar nosso compromisso com o avanço da ciência”, observa a presidente da Faperj, Caroline Alves da Costa.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">Al&eacute;m da comunidade acadêmica, toda a população poderá participar das atividades e conhecer de perto como a ciência transforma a sociedade, com debates, exposições, oficinas, atividades culturais e ações de divulgação cient&iacute;fica. </p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15"><u>Serviço</u></p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">78ª Reunião Anual da SBPC</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">Data: 26 de julho a 1º de agosto de 2026</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">Local: Campus Gragoatá da UFF, Distrito de Inovação da Cantareira e Reserva Cultural &ndash; Niter&oacute;i</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">Inscrições gratuitas: <a href="https://reunioes2.sbpcnet.org.br/78RA/inscricao/" rel="noreferrer noopener" data-raofz="15" role="link">https://reunioes2.sbpcnet.org.br/78RA/inscricao/</a></p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15"><br></p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15"></p></div><div id="share-buttons-bottom" class="share-buttons share-buttons-bottom" data-raofz="13"><div class="share-links  icons-only" data-raofz="13"><div class="share-title" data-raofz="12"></div></div></div><div class="clearfix" data-raofz="13">  </div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: S&eacute;rgio Bonelli]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Pix Pensão, pagamento automático para a conta beneficiária, é aprovado no Senado</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93138/pix-pensao-pagamento-automatico-para-a-conta-beneficiaria-e-aprovado-no-senado.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 08:58:54 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O pagamento automático da pensão alimentícia por Pix foi aprovado pelo Plenário do Senado nesta terça-feira (7). O chamado Pix Pensão vai automatizar o pagamento mensal da pensão para a conta do beneficiário, e poderá ser solicitado em qualquer fase do cumprimento da sentença.  O PL 4.978/2023, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), foi relatado no Senado pela senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA) e agora segue para sanção da Presidência da República. A avaliação no parecer &eacute;...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="videoWrapper" data-source="YOUTUBE"><br><iframe frameborder="0" src="//www.youtube.com/embed/FEnsg6Pe42w" allowfullscreen="true" width="560" height="315" scrolling="no" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" class="note-video-clip"></iframe></div><p><br></p><div id="textoMateria"><p>O pagamento automático da pensão alimentícia por Pix foi aprovado pelo Plenário do Senado nesta terça-feira (7). O chamado Pix Pensão vai automatizar o pagamento mensal da pensão para a conta do beneficiário, e poderá ser solicitado em qualquer fase do cumprimento da sentença. </p> <p>O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/171333" rel="noopener" target="_blank">PL 4.978/2023</a>, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), foi relatado no Senado pela senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA) e agora segue para sanção da Presidência da República.</p> <p>A avaliação no parecer &eacute; que a proposta oferece uma solução "simples, objetiva e compatível com a natureza urgente da obrigação alimentar".</p> <p>Na decisão em que determina o pagamento, o juiz terá que informar os dados necessários para a operação, como o valor mensal da prestação, o prazo de duração da obrigação, as contas de d&eacute;bito e cr&eacute;dito e os crit&eacute;rios de atualização dos valores.</p> <p>Atualmente, a pensão alimentícia pode ser debitada automaticamente do salário do devedor, mas, se ele não tiver vínculo formal, a beneficiária precisa acionar a Justiça a cada atraso. O problema &eacute; recorrente, segundo Ana Paula Lobato. A dinâmica pode sobrecarregar o Judiciário e atrasar o recebimento de valores essenciais para a subsistência de crianças, adolescentes e demais beneficiários da pensão, acrescenta a relatora. </p> <h3><strong>Pensão</strong></h3> <p>O texto aprovado determina que as instituições financeiras farão as transferências nas datas definidas pela Justiça. Caso não haja saldo suficiente na conta do alimentante (quem paga a pensão), haverá possibilidade de indisponibilização automática de ativos financeiros at&eacute; o limite do valor atualizado da prestação em atraso. A medida tamb&eacute;m poderá alcançar ativos financeiros de empresário individual, mesmo quando vinculados &agrave; atividade empresarial. A indisponibilidade poderá ser convertida em penhora se a inadimplência perdurar.</p> <p>Para Ana Paula Lobato, a proposta cria um fluxo contínuo de pagamento da pensão alimentícia, reduzindo a necessidade de novos pedidos judiciais a cada inadimplemento. Ela afirma que a medida pode diminuir a litigiosidade, facilitar a regularidade das parcelas e aumentar a previsibilidade financeira para quem depende desses recursos.</p> <h3><strong>Estatísticas</strong></h3> <p>O projeto tamb&eacute;m determina que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) terá que recolher e divulgar estatísticas da atividade judiciária, preservando o anonimato das pessoas envolvidas. Entre os dados que poderão ser divulgados estão a quantidade de ações, os valores m&eacute;dios dos processos, informações sobre penhoras judiciais e, nas ações de alimentos, o perfil dos beneficiários.</p> <p>Para isso, o CNJ poderá criar mecanismos de cooperação e intercâmbio com outros &oacute;rgãos públicos, observadas as regras da <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2018-08-14;13709" rel="noopener" target="_blank">Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais</a>, para compartilhar informações agregadas (ou anonimizadas) destinadas &agrave; elaboração de estatísticas e ao aprimoramento de políticas públicas.</p><div class="conteudo-noticia"><h3>Crimes sexuais contra menores</h3><p>Outra proposta aprovada nesta terça foi a que aumenta as penas para diversos crimes sexuais contra crianças e adolescentes. <strong>Uma das novidades &eacute; o agravante para o uso de inteligência artificial.</strong> A pena para quem adquire e armazena material fruto de violência sexual passa a ser de três a seis anos de prisão mais multa.</p><p>A proposta ainda cria a ronda virtual, que poderá ser feita pelas polícias para coletar arquivos relacionados a crimes sexuais contra menores em ambientes virtuais sem ordem judicial pr&eacute;via. O texto tamb&eacute;m vai para sanção presidencial.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o Pix Pensão, aprovado nesta terça-feira pelo Senado.<br></b></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Texto aprovado pelos senadores garante regularidade no pagamento da pens&atilde;o aliment&iacute;cia. Foto:Edilson Rodrigues/Ag&ecirc;ncia Senado]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Número de acidentes com a rede elétrica cresceu no Brasil em 2025</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93126/numero-de-acidentes-com-a-rede-eletrica-cresceu-no-brasil-em-2025.html</link>
			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O número de acidentes com a rede el&eacute;trica aumentou de 685 casos, em 2024, para 703, em 2025, segundo balanço divulgado nesta terça-feira (7) pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia El&eacute;trica (Abradee).Apesar do aumento das ocorrências, a associação constatou menos &oacute;bitos causados por esses incidentes: foram 257 casos em 2024 e 252 no ano passado.De acordo com a pesquisa, a construção civil &eacute; a atividade em que ocorrem mais acidentes no país. ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O número de acidentes com a rede el&eacute;trica aumentou de 685 casos, em 2024, para 703, em 2025, segundo balanço divulgado nesta terça-feira (7) pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia El&eacute;trica (Abradee).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696087&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696087&amp;o=node"></p><p><strong>Apesar do aumento das ocorrências, a associação constatou menos &oacute;bitos causados por esses incidentes</strong>: foram 257 casos em 2024 e 252 no ano passado.</p><p>De acordo com a pesquisa, <strong>a construção civil &eacute; a atividade em que ocorrem mais acidentes no país</strong>. Em 2025, foram 227 incidentes relacionados a obras, reformas e serviços de manutenção predial, que resultaram em 68 mortes.</p><p>A diretora de Comunicação e Sustentabilidade da Abradee, Cristina Garambone, chamou a atenção para a importância dos cuidados da população em relação &agrave; rede el&eacute;trica “porque, por atrás de cada acidente, há a vida de uma pessoa e uma família impactada”.</p><p>“O que a gente percebe &eacute; que, muitas vezes, os acidentes com mortes ocorrem em momentos de distração ou quando a pessoa acha que está dando um jeitinho. Por exemplo, algumas obras informais ou mesmo dentro de casa”, indicou Cristina Garambone, em entrevista &agrave; <strong>Agência Brasil</strong>.</p><p><strong>A Abradee recomenda que somente profissionais devem realizar trabalhos na rede el&eacute;trica. </strong></p><h2>Lesões graves</h2><p>Cristina ponderou que, <strong>embora o número de mortes tenha reduzido em 2025, ocorreram 241 lesões graves, incluindo mutilações</strong>. Outras 210 vítimas apresentaram lesões leves. </p><p>“A gente quer aumentar a consciência e diminuir esses números. A gente s&oacute; vai ficar satisfeito quando tiver zero acidente”.</p><p>A pesquisa destaca tamb&eacute;m o crescimento dos acidentes relacionados &agrave; operação de equipamentos perto da rede el&eacute;trica, entre os quais máquinas agrícolas e guindastes. Em 2025, foram 66 registros, quase o dobro do observado no ano anterior.</p><p>Outra questão grave, conforme informou a diretora, são as ligações clandestinas, conhecidas em alguns estados como “gatos” ou “macacos”. Estão relacionadas a essas ligações 30 ocorrências, com 15 mortes. </p><h2>Números regionais</h2><p>A Região Sudeste foi a que mais concentrou acidentes no país em 2025, com 243 ocorrências, 78 mortes, 91 casos de lesões graves e 74 lesões leves. Entre as principais causas de ocorrência na região estão os acidentes ligados &agrave; construção civil.</p><p><strong>Veja abaixo os números por região:</strong></p><table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1"><caption>Acidentes na rede el&eacute;trica em 2025. Fonte: Abradee</caption><tbody><tr><td><strong>Região</strong></td><td><strong>Acidentes</strong></td><td><strong>Mortes</strong></td><td><strong>Lesões graves</strong></td><td><strong>Lesões leves</strong></td></tr><tr><td>Sudeste</td><td>243</td><td>78</td><td>91</td><td>74</td></tr><tr><td>Nordeste</td><td>187</td><td>67</td><td>46</td><td>74</td></tr><tr><td>Norte</td><td>122</td><td>50</td><td>64</td><td>8</td></tr><tr><td>Sul</td><td>81</td><td>31</td><td>12</td><td>38</td></tr><tr><td>Centro-Oeste</td><td>70</td><td>26</td><td>28</td><td>16</td></tr></tbody></table><p><br></p><p>Segundo a Abradee, no Norte, as ocorrências foram associadas principalmente a atividades pr&oacute;ximas &agrave; rede el&eacute;trica e intervenções irregulares. No Sul, as atividades de construção e manutenção predial permanecem entre os principais fatores de risco observados. Já no Centro-Oeste, o destaque &eacute; para atividades realizadas pr&oacute;ximas &agrave; rede el&eacute;trica, especialmente em obras e operações com equipamentos.</p><p>A diretora de Comunicação e Sustentabilidade da Abradee destacou ainda que segurança &eacute; uma responsabilidade coletiva.</p><blockquote><p>“Tem a parte das distribuidoras, a das empresas, a dos profissionais envolvidos e a da pr&oacute;pria população. Porque, para a gente zerar esse número, &eacute; preciso mudar uma cultura, tem que levar informação. S&oacute; com a adesão de toda a sociedade &eacute; que a gente vai conseguir reduzir esses números”.</p></blockquote><h2>Campanha</h2><p>A Abradee realiza neste ano a 20ª Campanha Nacional de Segurança com a Rede El&eacute;trica, promovida em conjunto com suas 42 distribuidoras associadas. O objetivo &eacute; conscientizar a população sobre situações de risco envolvendo a rede el&eacute;trica.</p><p>A campanha tem como tema "Energia liga. Segurança protege" e se estenderá at&eacute; setembro. No pr&oacute;ximo mês, a divulgação ganhará mais força com o Agosto Vermelho, que chama a atenção para os riscos ao se lidar com a rede el&eacute;trica. </p><p>A iniciativa mobiliza as 42 distribuidoras associadas &agrave; Abradee, responsáveis por levar energia a 99,8% da população brasileira e atender cerca de 212 milhões de clientes.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcelo Casal Jr]]></media:title> 
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			<title>Inscrições para Prouni 2026 do 2º semestre estão abertas</title>
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			<category><![CDATA[País]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 16:57:06 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Os interessados em uma bolsa de estudos pelo Programa Universidade para Todos (Prouni) já podem se inscrever no processo seletivo do segundo semestre. O prazo de inscrições começou  nesta terça-feira (7) prossegue at&eacute; a sexta-feira (10).O procedimento deve ser feito diretamente no Portal &Uacute;nico de Acesso ao Ensino Superior, do Minist&eacute;rio da Educação (MEC).A iniciativa federal oferece bolsas de estudo integrais e parciais (50% do valor da mensalidade) em cursos de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Os interessados em uma bolsa de estudos pelo Programa Universidade para Todos (Prouni) já podem se inscrever no processo seletivo do segundo semestre. O prazo de inscrições começou  nesta terça-feira (7) prossegue at&eacute; a sexta-feira (10).</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696065&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696065&amp;o=node"></p><p>O procedimento deve ser feito diretamente no<a href="https://acessounico.mec.gov.br/prouni" target="_blank"> Portal &Uacute;nico de Acesso ao Ensino Superior</a>, do Minist&eacute;rio da Educação (MEC).</p><p><strong>A iniciativa federal oferece bolsas de estudo integrais e parciais (50% do valor da mensalidade) em cursos de graduação e sequenciais de formação espec&iacute;fica, em instituições privadas de ensino superior.</strong></p><p>O candidato deverá optar por concorrer a bolsas destinadas &agrave; ampla concorrência ou &agrave;quelas destinadas a pessoas com deficiência (PCD) e autodeclaradas ind&iacute;genas, pardas ou pretas.</p><p><strong>Todas as informações sobre as regras deste processo seletivo estão no <a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/prouni/arquivos/2026/edital_nr_51_de_30_de_junho_de_2026.pdf%C2%A0" target="_blank">Edital nº 51/2026</a>, publicado na &uacute;ltima quarta-feira (1º) pelo Minist&eacute;rio da Educação (MEC).</strong></p><h2>Quem pode se inscrever</h2><p>Para se inscrever, &eacute; necessário que o estudante tenha completado o ensino m&eacute;dio; participado das edições de 2024 ou de 2025 do Exame Nacional do Ensino M&eacute;dio (Enem); obtido, no m&iacute;nimo, 450 pontos na m&eacute;dia das cinco provas do exame; e não tenha zerado a redação do Enem.</p><p><strong>Os candidatos precisam atender a pelo menos uma das seguintes condições:</strong></p><ul><li>ter feito o ensino m&eacute;dio integralmente em escola da rede p&uacute;blica</li><li>ter feito o ensino m&eacute;dio como bolsista integral ou bolsista parcial em instituição privada</li><li>ter mesclado o ensino m&eacute;dio entre escola p&uacute;blica e privada</li><li>ser uma pessoa com deficiência como previsto na legislação</li><li>ser professor ativo da rede p&uacute;blica de ensino que queiram cursar licenciatura ou pedagogia. Para esses docentes, não &eacute; exigido o limite de renda que se aplica aos demais candidatos</li></ul><p><strong>Quem participou do Enem na condição de treineiro, ou seja, para autoavaliação antes mesmo de concluir o ensino m&eacute;dio não pode se inscrever no Prouni 2026.  </strong></p><p>Al&eacute;m disso, &eacute; necessário que todos os inscritos se atentem aos crit&eacute;rios de renda exigidos para a obtenção da bolsa.</p><p>Para as bolsas integrais, que cobrem 100% do valor da mensalidade, a renda familiar bruta mensal por pessoa &eacute; de at&eacute; 1,5 salário m&iacute;nimo.</p><p>Já para as bolsas parciais, que cobrem 50% do valor da mensalidade, a renda familiar bruta mensal por pessoa &eacute; de at&eacute; três salários m&iacute;nimos.</p><h2>Classificação</h2><p><strong>Para fins de classificação e eventual pr&eacute;-seleção no processo seletivo, será utilizada a edição do Enem em que o estudante obteve a melhor m&eacute;dia. </strong></p><p>A classificação ainda observará a modalidade de concorrência escolhida na inscrição pelo candidato, por curso, turno, local de oferta e instituição, al&eacute;m de considerar se o candidato concorre em ampla concorrência ou &agrave;s bolsas destinadas &agrave; implementação de pol&iacute;ticas afirmativas.</p><h2>Resultado</h2><p><strong>O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 15 de julho na <a href="https://prounialuno.mec.gov.br/" target="_blank">página do Prouni</a>. Já a segunda chamada sairá no dia 5 de agosto.</strong></p><p>Depois disso, os selecionados na primeira chamada precisam comprovar as informações de 15 a 24 de julho. Já os da segunda chamada deverão confirmar entre os dias 5 e 14 de agosto.</p><p><strong>Confira abaixo o cronograma oficial do Prouni 2026/2:</strong></p><ul><li>inscrições: 7 a 10 de julho</li><li>resultado 1ª chamada: 15 de julho</li><li>resultado 2ª chamada: 5 de agosto</li><li>lista de espera: 26 e 27 de agosto</li><li>resultado lista de Espera: 1º de setembro  </li></ul>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Ludmilla Souza/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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