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		<title>Saúde - Eu, Rio!</title>
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			<title>Fibrose pulmonar avança em silêncio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94933/fibrose-pulmonar-avanca-em-silencio.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 16:27:43 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A fibrose pulmonar idiopática (FPI), doença rara que provoca cicatrização progressiva dos pulmões e compromete a respiração, está associada a uma mortalidade crescente no Brasil. Estudo publicado em 2025, com base em dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM/DATASUS), identificou 61.518 mortes relacionadas &agrave; doença entre 1996 e 2023. O alerta ganha força em 7 de setembro, Dia Mundial da Fibrose Pulmonar Idiopática.“Falta de ar progressiva não deve ser...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A fibrose pulmonar idiopática (FPI), doença rara que provoca cicatrização progressiva dos pulmões e compromete a respiração, está associada a uma mortalidade crescente no Brasil. Estudo publicado em 2025, com base em dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM/DATASUS), identificou 61.518 mortes relacionadas &agrave; doença entre 1996 e 2023. O alerta ganha força em 7 de setembro, Dia Mundial da Fibrose Pulmonar Idiopática.</p><p style="text-align: justify;">“Falta de ar progressiva não deve ser encarada simplesmente como consequência da idade ou do sedentarismo. Quando a pessoa começa a perder capacidade para atividades que antes realizava normalmente, principalmente com tosse seca persistente, &eacute; preciso investigar”, alerta a pneumologista Fernanda Aguiar, coordenadora da Medicina Respirat&oacute;ria do Hospital Mater Dei Salvador (HMDS).</p><p style="text-align: justify;"><b>Sinais</b></p><p style="text-align: justify;">Na fibrose pulmonar, o tecido dos pulmões sofre um processo de cicatrização, torna-se mais r&iacute;gido e perde eficiência nas trocas gasosas. Idiopática &eacute; o termo utilizado para identificar  a fibrose pulmonar que não tem uma causa definida. A FPI ocorre principalmente ap&oacute;s os 60 anos e &eacute; mais frequente em homens. Falta de ar aos esforços e tosse seca persistente são os principais sintomas, mas tamb&eacute;m podem ocorrer fadiga, perda de peso e alterações nas pontas dos dedos, conhecidas como baqueteamento digital.</p><p style="text-align: justify;">Nem toda fibrose pulmonar, por&eacute;m, &eacute; idiopática. Doenças autoimunes, exposição ao mofo e a penas de pássaros, alguns medicamentos e mutaç?es gen&eacute;ticas tamb&eacute;m podem causar doenças pulmonares intersticiais fibrosantes. Em estudo brasileiro com 1.406 pacientes, publicado em 2024, a FPI respondeu por 14% dos diagn&oacute;sticos.</p><p style="text-align: justify;">“A fibrose pulmonar não &eacute; uma doença &uacute;nica. &Eacute; preciso entender o que está provocando a fibrose, porque isso interfere diretamente no tratamento. Na FPI, outras causas precisam ser descartadas antes do diagn&oacute;stico”, explica Fernanda Aguiar.</p><p style="text-align: justify;"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/09/94932_5e6be9eb13850a773044506dfc906346.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify;"><b>Diagn&oacute;stico e tratamento</b></p><p style="text-align: justify;">A investigação inclui avaliação cl&iacute;nica detalhada, tomografia computadorizada de alta resolução e testes de função pulmonar. Exames laboratoriais podem ajudar a excluir doenças autoimunes, e a bi&oacute;psia pulmonar pode ser necessária  para definir a causa. “O diagn&oacute;stico exige a integração de hist&oacute;ria cl&iacute;nica, tomografia de t&oacute;rax e, quando necessário, os achados da bi&oacute;psia pulmonar.  Quanto mais cedo identificamos a doença, mais cedo podemos agir para estabilizar a doença e preservar a função respirat&oacute;ria”, afirma a pneumologista.</p><p style="text-align: justify;">Al&eacute;m dos medicamentos, o cuidado pode incluir reabilitação pulmonar, oxigenoterapia e, em casos avançados e eleg&iacute;veis, transplante de pulmão. Manter a vacinação contra infecções respirat&oacute;rias atualizada tamb&eacute;m ajuda a reduzir complicações.</p><p style="text-align: justify;">Embora não haja cura para a FPI, existem medicaç?es, chamadas de antifibr&oacute;ticas, que são capazes de reduzir a prigressão da doença. Quanto mais precoce for o diagn&oacute;stico e o in&iacute;cio do tratamento, maior o benef&iacute;cio observado. </p><p style="text-align: justify; ">Para especialistas, o principal recado do 7 de setembro &eacute; reconhecer os sinais: falta de ar progressiva e tosse seca persistente não devem ser naturalizadas. Esses sintomas precisam de uma avaliação com Pneumologista.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Fotos: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Saúde abre pontos extras de vacinação durante o Rock In Rio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94931/saude-abre-pontos-extras-de-vacinacao-durante-o-rock-in-rio.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 15:33:08 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Com a grande circulação de pessoas no Rio para os sete dias do Rock in Rio, que começa esta semana, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) iniciou nesta quinta-feira (3) ação de intensificação da imunização contra o sarampo na cidade. Pontos de vacinação (PV) estão montados nos principais portões de entrada do município e em locais de grande circulação de pessoas. A medida visa reforçar a proteção da população no período em que a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Com a grande circulação de pessoas no Rio para os sete dias do Rock in Rio, que começa esta semana, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) iniciou nesta quinta-feira (3) ação de intensificação da imunização contra o sarampo na cidade. Pontos de vacinação (PV) estão montados nos principais portões de entrada do município e em locais de grande circulação de pessoas. A medida visa reforçar a proteção da população no período em que a cidade receberá pessoas vindas de diversos estados e países, incluindo lugares onde há casos recentes da doença.</p><p>São sete PVs que começaram a funcionar nesta quinta-feira e estarão abertos nos dias 4, 5, 10, 11 e 12 na Rodoviária do Rio (2º andar pr&oacute;ximo &agrave;s cadeiras de massagem); aeroportos do Galeão (Terminal 2, Desembarque) e Santos Dumont (Desembarque, Portão A); na orla de Copacabana (esquina ao lado do Copacabana Palace); na praça da Urca (pr&oacute;ximo ao Bondinho Pão de Açúcar) e nos shoppings Via Parque (pr&oacute;ximo &agrave; Praça de Alimentação) e Metropolitano Barra (entrada sul). Al&eacute;m da tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rub&eacute;ola, tamb&eacute;m estarão disponíveis as vacinas contra febre amarela e gripe, entre outras.</p><p>Confira o funcionamento dos pontos de vacinação:</p><p>Nos dias 3, 4, 10 e 11 de setembro:</p><p>Rodoviária do Rio - Horário: 8h &agrave;s 16h</p><p>Aeroporto Santos Dumont - Horário: 9h &agrave;s 17h</p><p>Aeroporto do Galeão - Horário: 8h &agrave;s 16h</p><p>Copacabana - Horário: 9h &agrave;s 16h</p><p>Urca - Horário: 9h &agrave;s 16h</p><p>Shopping Via Parque - Horário: 10h &agrave;s 17h</p><p>Shopping Metropolitano Barra - Horário: 10h &agrave;s 17h </p><p><br></p><p>Nos dias 5 e 12 de setembro:</p><p>Rodoviária do Rio - Horário: 8h &agrave;s 12h</p><p>Aeroporto Santos Dumont - Horário: 8h &agrave;s 12h</p><p>Aeroporto do Galeão - Horário: 8h &agrave;s 12h</p><p>Copacabana - Horário: 9h &agrave;s 12h</p><p>Urca - Horário: 9h &agrave;s 12h</p><p>Shopping Via Parque - Horário: 10h &agrave;s 14h</p><p>Shopping Metropolitano Barra - Horário: 10h &agrave;s 14h</p><p><span style="font-size: 18px;">Campanha de Multivacinação de crianças e adolescentes at&eacute; 15 anos segue em toda a rede</span></p><p><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/09/94930_ad952c8fdd56ed4e6eadba6c500b82bf.jpg" style="width: 768px;"><span style="font-size: 18px;"><br></span></p><p>A rede municipal de saúde tamb&eacute;m segue com a Campanha de Multivacinação para crianças e adolescentes menores de 15 anos. A iniciativa foi prorrogada para at&eacute; 12 de setembro a fim de dar a oportunidade aos pais e responsáveis de atualizarem o esquema vacinal dos pequenos. Nesta sexta-feira (4) todas as unidades terão funcionamento normal, em seus respectivos horários.</p><p>Todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação estão disponíveis nas unidades de saúde, conforme a faixa etária e a situação vacinal de cada criança ou adolescente. Entre os imunizantes disponíveis para as crianças estão os imunizantes BCG, hepatites A e B, pentavalente, poliomielite (VIP), rotavírus, pneumoc&oacute;cicas, meningoc&oacute;cica C, febre amarela, tríplice viral, varicela, DTP, influenza e covid-19. Já para os adolescentes, haverá vacinas contra HPV (9 a 19 anos), meningoc&oacute;cica ACWY (11 a 14 anos), dengue (10 a 14 anos) e influenza.</p><p>Para a vacinação, pais ou responsáveis devem apresentar documento de identificação da criança ou do adolescente e, sempre que possível, a caderneta ou comprovantes de vacinação, para que a equipe de saúde possa avaliar o hist&oacute;rico vacinal.</p><p>Os imunizantes estão disponíveis em todas as 242 unidades de Atenção Primária (clínicas da família e centros municipais de saúde) do município e nas unidades do Super Centro Carioca de Vacinação em Botafogo (aberta todos os dias, das 8h &agrave;s 22h), na Zona Oeste (no ParkShoppingCampoGrande, seguindo o horário de funcionamento do shopping) e na Zona Norte (Shopping Nova Am&eacute;rica). Para saber a unidade de Atenção Primária mais pr&oacute;xima, basta acessar o portal Onde Ser Atendido: prefeitura.rio/ondeseratendido.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Refor&ccedil;o da vacina&ccedil;&atilde;o contra doen&ccedil;as contagiosas, como sarampo e caxumba, abrange os sete dias do Rock In Rio. Foto: Instagram SMS]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Rio rastreia vício em jogo nas consultas de rotina, como é feito com depressão e tabagismo</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94930/rio-rastreia-vicio-em-jogo-nas-consultas-de-rotina-como-e-feito-com-depressao-e-tabagismo.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 15:03:43 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Adoecimento e perda de controle.Especialistas alertam que a dependência em apostas online vai muito al&eacute;m do prejuízo financeiro.O transtorno pode desencadear ansiedade, depressão, fobias e at&eacute; epis&oacute;dios de violência dom&eacute;stica.Esse cenário coloca as plataformas de apostas no centro do debate sobre os impactos psicol&oacute;gicos que afetam não apenas os jogadores, mas tamb&eacute;m suas famílias.        Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>Adoecimento e perda de controle.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701459&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701459&o=node"></p><p><strong>Especialistas alertam que a dependência em apostas online vai muito al&eacute;m do prejuízo financeiro.</strong></p><p>O transtorno pode desencadear ansiedade, depressão, fobias e at&eacute; epis&oacute;dios de violência dom&eacute;stica.</p><p>Esse cenário coloca as plataformas de apostas no centro do debate sobre os impactos psicol&oacute;gicos que afetam não apenas os jogadores, mas tamb&eacute;m suas famílias.</p><p>        <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o diagn&oacute;stico e tratamento do vício em apostas online pelas unidades de atenção primária &agrave; Saúde. </b><br></p><p>Para combater o problema, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro passou a adotar novas medidas para identificar e tratar apostadores em bets e seus familiares em unidades de atenção primária.</p><p>Entre as ações, está o rastreio do vício em jogos nas consultas de rotina, nos mesmos moldes do que já &eacute; feito para depressão e tabagismo.</p><p>Durante o atendimento, o paciente responde a duas perguntas sobre seus hábitos de apostas.</p><p>Caso alguma resposta indique comportamento inadequado, a informação &eacute; registrada no prontuário e a equipe pode iniciar uma avaliação mais detalhada.</p><p>Nos primeiros sete dias da nova estrat&eacute;gia, 3.070 pacientes responderam &agrave;s perguntas.</p><p>Desse total, 22 disseram sentir necessidade de apostar, enquanto 15 admitiram já ter mentido para familiares para esconder quanto haviam gastado com jogos.</p><p><strong>A partir da identificação do problema, cada paciente poderá receber um acompanhamento de acordo com o nível de risco.</strong></p><p>Dependendo do caso, o cuidado tamb&eacute;m pode ser oferecido aos familiares.</p><p><strong>As novas medidas incluem ainda capacitação de agentes comunitários e demais profissionais das unidades em treinamento especial sobre o tema oferecido pelo Minist&eacute;rio da Saúde e distribuição de material com orientação &agrave; população para a busca de ajuda.</strong></p><p> </p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/94930_consultas-de-torina-nas-unidades-de-atencao-primaria-a-saude-passaram-a-incluir-perguntas-sobre-habi.jpg" />
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				<media:title type="html"><![CDATA[Consultas de rotina nas unidades de aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria &agrave; Sa&uacute;de passaram a incluir perguntas sobre h&aacute;bito de apostar online. Foto: F&aacute;bio Rodrigues Pozzebom/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Fiocruz é autorizada pela Anvisa a iniciar testes de vacina contra a Covid-19 com RNA mensageiro</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94917/fiocruz-e-autorizada-pela-anvisa-a-iniciar-testes-de-vacina-contra-a-covid-19-com-rna-mensageiro.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 08:45:34 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Fiocruz conseguiu a autorização da Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, para iniciar os estudos clínicos de uma vacina de RNA mensageiro contra covid-19. O m&eacute;todo &eacute; utilizado para verificar se uma vacina &eacute; segura e eficaz e vai avaliar o uso do imunizante como dose de reforço, com recrutamento dos participantes previsto para o início de 2027.Esta &eacute; a primeira vacina do Brasil com o uso dessa tecnologia, que atua na transmissão de informações ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p><strong>A Fiocruz conseguiu a autorização da Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, para iniciar os estudos clínicos de uma vacina de RNA mensageiro contra covid-19. </strong>O m&eacute;todo &eacute; utilizado para verificar se uma vacina &eacute; segura e eficaz e vai avaliar o uso do imunizante como dose de reforço, com recrutamento dos participantes previsto para o início de 2027.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701388&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701388&o=node"></p><p><strong>Esta &eacute; a primeira vacina do Brasil com o uso dessa tecnologia, que atua na transmissão de informações do c&oacute;digo gen&eacute;tico humano para o corpo e tem por função a síntese de proteínas. At&eacute; então, os imunizantes contra Covid-19 feitos com o RNA mensageiro eram produzidos somente em outros países, como Estados Unidos e Alemanha.</strong></p><p>A tecnologia reduz os custos e o tempo de fabricação, al&eacute;m disso vai diminuir a dependência nacional do exterior e aumentar a capacidade do país em responder a emergências sanitárias. A produção &eacute; feita por Bio-Manguinhos, Instituto de Tecnologia em Imunobiol&oacute;gicos da Fiocruz, que desde 2021 &eacute; reconhecido pela OMS, Organização Mundial de Saúde, como centro de referência em vacinas de RNA mensageiro na Am&eacute;rica Latina.</p><p>A líder do projeto, Patrícia Neves, fala sobre a conquista da autorização.</p><blockquote><p>“&Eacute; um grande marco para a Fiocruz, para o Brasil, para a Am&eacute;rica Latina. Comprova que n&oacute;s conseguimos alcançar o domínio dessa tecnologia que estava na mão de poucos fabricantes, principalmente no Norte Global. E isso posiciona o Brasil pela primeira vez como um ator importante na área de biotecnologia para a Am&eacute;rica Latina e para a cooperação com outros países do Sul Global”. </p></blockquote><p><strong>A escolha da Fiocruz pela covid-19 como primeiro alvo para o desenvolvimento de produtos de RNA mensageiro se deu por ser um imunizante largamente utilizado durante a pandemia. Mas a pesquisadora acrescenta que a capacidade da tecnologia &eacute; muito maior, podendo atuar tamb&eacute;m contra doenças como leishmaniose, tuberculose e câncer.</strong></p><blockquote><p>“A vacina de covid-19 foi a pontinha do iceberg, foi a tecnologia que nos levou a comprovar que realmente o RNA poderia ser usado no desenvolvimento de produtos para saúde. Essa tecnologia &eacute; importante para desenvolver outras vacinas preventivas e tamb&eacute;m posiciona o Brasil para desenvolver outros produtos para saúde baseados em RNA, outras tecnologias de terapias avançadas, reposição de proteínas em doenças raras, tudo isso pode ser feito usando a tecnologia de RNA”.</p></blockquote><p>Antes do envio para a aprovação do estudo pela Anvisa, a vacina de RNA mensageiro contra a covid-19 passou pelo estágio pr&eacute;-clínico, que mostrou eficácia na proteção contra a doença. Tamb&eacute;m foram realizados outros estudos, como o toxicol&oacute;gico.</p><p>   <b> Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a autorização da Anvisa para os teste clínicos pela Fiocruz da primeira vacina de RNA mensageiros desenvolvida no Brasil.</b><br></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Rodrigo M&eacute;xas/Fiocruz Imagens]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>HUPE oferece tratamento multidisciplinar para pacientes com dores crônicas</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94900/hupe-oferece-tratamento-multidisciplinar-para-pacientes-com-dores-cronicas.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 17:46:10 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE/Uerj), em Vila Isabel, oferece tratamento especializado para pessoas que sofrem com dores cr&ocirc;nicas provocadas por cefaleia, fibromialgia, reumatismo, artrite reumatoide e problemas na coluna lombar, entre outras causas. Pacientes que apresentam dor associada &agrave; depressão tamb&eacute;m são atendidos pela equipe multidisciplinar.O atendimento &eacute; realizado pelo Centro Multidisciplinar da Dor da Universidade do Estado do Rio de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE/Uerj), em Vila Isabel, oferece tratamento especializado para pessoas que sofrem com dores cr&ocirc;nicas provocadas por cefaleia, fibromialgia, reumatismo, artrite reumatoide e problemas na coluna lombar, entre outras causas. Pacientes que apresentam dor associada &agrave; depressão tamb&eacute;m são atendidos pela equipe multidisciplinar.</p><p>O atendimento &eacute; realizado pelo Centro Multidisciplinar da Dor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), conhecido como Cl&iacute;nica da Dor, que disponibiliza 100 vagas mensais para novos pacientes. O acesso ocorre por encaminhamento das Cl&iacute;nicas da Fam&iacute;lia e dos postos de sa&uacute;de, por meio do Sistema Nacional de Regulação (SISREG) e do Sistema Estadual de Regulação (SER).</p><p>Ap&oacute;s a regulação, os pacientes são recebidos no ambulat&oacute;rio, onde passam por uma avaliação integrada. Entre janeiro e junho deste ano, o setor recebeu 390 pessoas para o primeiro atendimento devido a quadros de dor cr&ocirc;nica.</p><p>Segundo o m&eacute;dico Nivaldo Ribeiro Villela, professor associado de Neurocirurgia e Dor da Uerj e coordenador do setor, 18 profissionais trabalham em conjunto no atendimento. A equipe &eacute; formada por oito m&eacute;dicos especialistas em dor, duas psic&oacute;logas, um psiquiatra, uma enfermeira, dois t&eacute;cnicos de enfermagem, dois fisioterapeutas e dois educadores f&iacute;sicos.</p><p>O especialista explica que a dor cr&ocirc;nica &eacute; caracterizada pela persistência por mais de três meses e pode ocorrer mesmo quando não existe uma lesão identificada. Nesses casos, a condição deixa de ser apenas um sintoma e passa a ser considerada uma doença.</p><p>Uma revisão sistemática realizada em 2023 aponta que aproximadamente 35% da população adulta brasileira sofre de dor cr&ocirc;nica. Entre os idosos, a prevalência chega a cerca de 50%. Outro estudo, realizado em 2026, indica que 42% dos pacientes com dor cr&ocirc;nica não controlada apresentam depressão, condição que pode afetar diretamente a qualidade de vida, o sono e o humor.</p><h2>Tratamento vai al&eacute;m dos medicamentos</h2><p>O atendimento começa com uma avaliação da equipe de enfermagem e uma abordagem com assistente social. Na sequência, o paciente &eacute; encaminhado aos m&eacute;dicos especialistas em dor, que avaliam o quadro e definem a estrat&eacute;gia terapêutica.</p><p>O tratamento pode incluir medicamentos e alternativas não farmacol&oacute;gicas, como procedimentos minimamente invasivos, infiltrações, bloqueios, infusão de fármacos para controle da dor e da depressão e t&eacute;cnicas de neuromodulação.</p><p>A Cl&iacute;nica da Dor conta com uma sala destinada a pequenos procedimentos, equipada para intervenções como infiltrações e bloqueios. O centro tamb&eacute;m dispõe de uma sala para estimulação magn&eacute;tica transcraniana, utilizada no tratamento da dor e da depressão.</p><h2>Autogerenciamento ajuda no controle da dor</h2><p>Uma das etapas do tratamento &eacute; o programa de autogerenciamento da dor. Psic&oacute;logos, fisioterapeutas e educadores f&iacute;sicos orientam os pacientes sobre estrat&eacute;gias para administrar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.</p><p>De acordo com a psic&oacute;loga Fernanda Pereira, professora da Faculdade de Medicina da Uerj, as atividades são realizadas uma vez por semana, durante sete semanas. Cada encontro tem duas horas de duração: uma hora com a participação de uma psic&oacute;loga e outra dedicada a exerc&iacute;cios orientados por educador f&iacute;sico e fisioterapeuta.</p><p>Os pacientes são divididos em grupos de dez pessoas e aprendem estrat&eacute;gias baseadas na terapia cognitivo-comportamental. O programa inclui t&eacute;cnicas para controlar a ansiedade, relaxamento muscular, reestruturação de pensamentos e orientações sobre higiene do sono.</p><p>A proposta tamb&eacute;m incentiva a inclusão de atividades prazerosas na rotina, ajudando os participantes a retomar hábitos e comportamentos que podem contribuir para o bem-estar e para o enfrentamento da dor.</p><h2>Pacientes relatam melhora na qualidade de vida</h2><p>A manicure Rosimere Rodrigues de Ara&uacute;jo conviveu durante mais de 20 anos com dores intensas provocadas pela fibromialgia. O quadro chegou ao ponto de fazê-la interromper o trabalho. A melhora começou depois que ela iniciou o acompanhamento na Cl&iacute;nica da Dor do HUPE.</p><p>A cozinheira Cátia Cilene Brasil Braz tamb&eacute;m buscou atendimento ap&oacute;s enfrentar problemas que comprometeram sua rotina. Depois de sofrer duas quedas, passou a depender de analg&eacute;sicos que deixaram de produzir o efeito esperado. Há dois meses em tratamento, ela já percebe mudanças na recuperação da qualidade de vida.</p><p>Ao final das sete semanas de atividades, os participantes recebem v&iacute;deos com exerc&iacute;cios e conte&uacute;dos trabalhados durante as sessões para continuar as práticas em casa. Posteriormente, retornam &agrave; Cl&iacute;nica da Dor para uma nova avaliação m&eacute;dica e permanecem em acompanhamento.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Rodrigo Gorosito Ascom/SES-RJ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>SUS adota protocolo rápido para salvar pacientes com infarto ou derrame</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94894/sus-adota-protocolo-rapido-para-salvar-pacientes-com-infarto-ou-derrame.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:11:28 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[No Brasil, a cada três mortes, uma &eacute; provocada por doenças cardiovasculares, como infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC). A cada ano, mais de 100 mil pessoas morrem por causa do AVC no país.Justamente por isso, as unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) vão adotar protocolos rápidos para atendimento dessas urgências. &Eacute; o que prevê a lei sancionada nesta quarta-feira (2), que autoriza o uso de medicamentos chamados trombolíticos nas Unidades de Pronto...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p><strong>No Brasil, a cada três mortes, uma &eacute; provocada por doenças cardiovasculares</strong>, como infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC). A cada ano, mais de 100 mil pessoas morrem por causa do AVC no país.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701353&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701353&o=node"></p><p>Justamente por isso, as unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) vão adotar <strong>protocolos rápidos para atendimento dessas urgências. </strong></p><p>&Eacute; o que prevê a lei sancionada nesta quarta-feira (2), que<strong> autoriza o uso de medicamentos chamados trombolíticos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs)</strong> de todo o país.</p><p>Eles são usados para dissolver coágulos em pacientes infartados, levando em conta os crit&eacute;rios de segurança do Minist&eacute;rio da Saúde.</p><p>Durante a cerim&ocirc;nia de sanção do projeto, o ministro Alexandre Padilha destacou o impacto da medida na população.  </p><blockquote><p>“Doenças cardiovasculares, ainda, são aquilo que mais mata no Brasil. A gente tem de 300 mil a 400 mil casos de infarto por ano. N&oacute;s estamos falando de um impacto muito grande na vida das pessoas. Esse projeto de lei garante que, nos serviços de urgência e emergência, seja um direito dos pacientes ter acesso &agrave; terapia dos trombolíticos. &Eacute; como se estivesse quebrando os trombos que podem causar o infarto, o Acidente Vascular Cerebral”.</p></blockquote><p>O titular da Saúde tamb&eacute;m mencionou a importância de a medida ser uma lei federal; e o quanto isso pode reduzir, inclusive, os custos para os pacientes.  </p><blockquote><p>"Vamos levar para pactuação com estados e municípios. A lei passa a dar uma obrigação muito maior da gente, enquanto minist&eacute;rio, do gestor estadual e do municipal cobrarem a implementação do que está acontecendo. Com isso, a ideia &eacute; reduzir o tempo de tratamento. &Eacute; um medicamento que custa, em m&eacute;dia, R$ 7 mil. Al&eacute;m de salvar vidas, &eacute; um grande alívio no bolso das famílias".</p></blockquote><p><strong>O novo protocolo para atendimento dessas urgências entra em vigor em seis meses. </strong></p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o novo protocolo de urgência do Sistema Único de Saúde (SUS) para infartos e derrames, principais causas de morte natural no Brasil.</b> <strong><br></strong></p><p> </p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Protocolo de urg&ecirc;ncia do SUS para infartos e derrames passar&aacute; a oferecer trombol&iacute;ticos nas Unidades de Pronto Atendimento. Foto: Fernando Fraz&atilde;o/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Campanha de vacinação é prorrogada até 12 de setembro na capital</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94883/campanha-de-vacinacao-e-prorrogada-ate-12-de-setembro-na-capital.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 10:38:42 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio prorrogou a Campanha de Multivacinação para crianças e adolescentes menores de 15 anos at&eacute; o dia 12 de setembro em toda a cidade. Iniciada em 3 de agosto, a iniciativa foi estendida a fim de dar a oportunidade aos pais e responsáveis de atualizarem o esquema vacinal dos pequenos. At&eacute; o momento, o público-alvo da campanha já recebeu 167 mil doses das vacinas ofertadas. Um dado destaca a adesão da população carioca &agrave;...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio prorrogou a Campanha de Multivacinação para crianças e adolescentes menores de 15 anos at&eacute; o dia 12 de setembro em toda a cidade. Iniciada em 3 de agosto, a iniciativa foi estendida a fim de dar a oportunidade aos pais e responsáveis de atualizarem o esquema vacinal dos pequenos. At&eacute; o momento, o público-alvo da campanha já recebeu 167 mil doses das vacinas ofertadas. Um dado destaca a adesão da população carioca &agrave; imunização: das mais de 107 mil cadernetas avaliadas pelas equipes de saúde, aproximadamente 51% já estavam em dia.</p><p>O objetivo da campanha &eacute; ampliar a cobertura vacinal, atualizar a situação vacinal de crianças e adolescentes e facilitar o acesso &agrave;s vacinas. A imunização está sendo realizada de forma seletiva, ou seja, cada caderneta &eacute; avaliada pelas equipes de saúde e são aplicadas apenas as doses necessárias para colocar a vacinação em dia. Os imunizantes mais aplicados at&eacute; o momento na campanha foram contra influenza (36.528 doses), VIP (16.626), covid-19 (10.704), Pentavalente (10.394) e febre amarela (10.186).</p><p>Todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação estão disponíveis nas unidades de saúde e nos pontos extras de vacinação, conforme a faixa etária e a situação vacinal de cada criança ou adolescente. Entre os imunizantes disponíveis para as crianças estão BCG, hepatites A e B, pentavalente, poliomielite (VIP), rotavírus, pneumoc&oacute;cicas, meningoc&oacute;cica C, febre amarela, tríplice viral, varicela, DTP, influenza e covid-19. Já para os adolescentes, haverá vacinas contra HPV (9 a 19 anos), meningoc&oacute;cica ACWY (11 a 14 anos), dengue (10 a 14 anos) e influenza.</p><p>Atualmente, uma das doenças que preocupam &eacute; o sarampo, que vem registrando aumento de casos, principalmente em São Paulo. A vacinação &eacute; a principal forma de prevenção, e a proteção &eacute; feita pela tríplice viral, disponível nas unidades de saúde durante toda a campanha.</p><p>As vacinas são seguras e podem ser administradas no mesmo dia, permitindo que a caderneta seja atualizada em uma única visita &agrave; unidade de saúde. Em geral, as contraindicações são raras e se restringem a casos de reação al&eacute;rgica grave a uma dose anterior ou a algum componente da vacina. Em caso de qualquer evento adverso ap&oacute;s a vacinação, os responsáveis devem procurar a unidade onde a dose foi aplicada para avaliação e acompanhamento.</p><p>Para a vacinação, pais ou responsáveis devem apresentar documento de identificação da criança ou do adolescente e, sempre que possível, a caderneta ou comprovantes de vacinação, para que a equipe de saúde possa avaliar o hist&oacute;rico vacinal.</p><p>Os imunizantes estão disponíveis em todas as 241 unidades de Atenção Primária (clínicas da família e centros municipais de saúde) do município e nas unidades do Super Centro Carioca de Vacinação em Botafogo (aberta todos os dias, das 8h &agrave;s 22h), na Zona Oeste (no ParkShoppingCampoGrande, seguindo o horário de funcionamento do shopping) e na Zona Norte (Shopping Nova Am&eacute;rica). Para saber a unidade de Atenção Primária mais pr&oacute;xima, basta <a href="https://prefeitura.rio/ondeseratendido" role="link">acessar o portal Onde Ser Atendido</a>.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Desde 3 de agosto, 167 mil doses de vacinas foram aplicadas em crian&ccedil;as e adolescentes. Fabio Motta / Prefeitura do Rio]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>São Gonçalo mantém estratégia de multivacinação em 73 pontos de atendimento</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94850/sao-goncalo-mantem-estrategia-de-multivacinacao-em-73-pontos-de-atendimento.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 07:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Dia D da Estrat&eacute;gica de Multivacinação passou, mas a campanha para atualizar a caderneta de vacinação das crianças e adolescentes at&eacute; 14 anos, 11 meses e 29 dias com esquemas vacinais incompletos continua at&eacute; o dia 1º de setembro. A Secretaria de Saúde da Prefeitura de São Gonçalo disponibiliza 73 pontos para a imunização.     A maioria das unidades de saúde funciona de segunda a sexta, das 8h &agrave;s 17h. As clínicas municipais do Mutondo e da Família Dr. ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Dia D da Estrat&eacute;gica de Multivacinação passou, mas a campanha para atualizar a caderneta de vacinação das crianças e adolescentes at&eacute; 14 anos, 11 meses e 29 dias com esquemas vacinais incompletos continua at&eacute; o dia 1º de setembro. A Secretaria de Saúde da Prefeitura de São Gonçalo disponibiliza 73 pontos para a imunização. </p><p>    A maioria das unidades de saúde funciona de segunda a sexta, das 8h &agrave;s 17h. As clínicas municipais do Mutondo e da Família Dr. Zerbini, no Arsenal, abrem das 8h &agrave;s 21h, de segunda a sexta. E aos sábados, das 8h &agrave;s 12h. </p><p>   Estão disponíveis todas as vacinas dos calendários de vacinação da criança e do adolescente. São elas: BCG, Hepatite B, Pentavalente, P&oacute;lio Inativa, Rotavírus, Pneumoc&oacute;cica 10 valente, Pneumo 20, Meningoc&oacute;cica C, Febre Amarela, Tríplice Viral (Sarampo, caxumba e rub&eacute;ola), varicela, DTP, Hepatite A, Dengue, Varicela, Meningoc&oacute;cica ACWY, HPV, Influenza, Covid-19, DTP e Hepatite A. </p><p>    A contraindicação da aplicação das vacinas s&oacute; acontece nos casos de evolução de doenças agudas febris. O uso de antibi&oacute;ticos não interfere na aplicação da vacina. A maior parte das vacinas pode ser aplicada no mesmo dia. Os pais devem levar as cadernetas de vacinação, que serão avaliadas e as equipes definirão quais vacinas precisam de atualização.</p><p>     Os pais ou responsáveis que tiverem dúvidas podem comparecer ao posto de vacinação mais pr&oacute;ximo para avaliação e orientação pelos profissionais de saúde. Quem perdeu a caderneta de vacinação, terá a indicação das vacinas que podem ser aplicadas pelas equipes de saúde conforme a idade da criança ou do adolescente.</p><p>     A Estrat&eacute;gia de Multivacinação 2026 tem como público-alvo as crianças e adolescentes, mas todos os gonçalenses podem procurar as unidades para colocarem a vacinação em dia, principalmente os idosos. </p><p></p><p>Locais de vacinação</p><p>1 &ndash; Polo Sanitário Paulo Marques Rangel, Porto do Rosa</p><p>2 &ndash; USF Jardim Catarina I</p><p>3 &ndash; USF Jos&eacute; Avelino de Souza, Tribob&oacute;</p><p>4 &ndash; USF Agenor Jos&eacute; da Silva, Jardim Catarina</p><p>5 &ndash; USF Louis Pasteur, Guaxindiba</p><p>6 &ndash; Clínica Gonçalense do Barro Vermelho</p><p>7 &ndash; PAM Coelho</p><p>8 &ndash; Polo Sanitário Washington Luiz Lopes, Z&eacute; Garoto</p><p>9 &ndash; USF David Capistrano, Itaúna</p><p>10 &ndash; USF Barbosa Lima Sobrinho, Boa Vista</p><p>11 &ndash; Clínica Municipal Gonçalense do Mutondo</p><p>12 &ndash; USF Aníbal Porto, Monjolos</p><p>13 &ndash; Polo Sanitário H&eacute;lio Cruz, Alcântara</p><p>14 &ndash; USF Altair da Silva, Mutuá</p><p>15 &ndash; USF Jos&eacute; Jorge Cortes Freitas, Itaitindiba</p><p>16 &ndash; Polo Sanitário Augusto Sena, Rio do Ouro</p><p>17 &ndash; USF Anaia</p><p>18 &ndash; USF Ana Nery, Gradim</p><p>19 &ndash; Polo Sanitário Jorge Teixeira de Lima, Jardim Catarina</p><p>20 &ndash; USF Mahatma Gandhi, Jardim Calif&oacute;rnia</p><p>21 &ndash; USF Bento da Cruz, Porto Novo</p><p>22 &ndash; USF Marechal Cândido Rondon, Colubandê</p><p>23 &ndash; USF Marilea Cardoso, J&oacute;quei</p><p>24 &ndash; USF Florença Helena Pereira da Silva, Largo da Id&eacute;ia</p><p>25 &ndash; USF Flávio Henrique de Brito, J&oacute;quei</p><p>26 &ndash; USF Irmã Dulce, Trindade</p><p>27 &ndash; USF Luiz Paulo Guimarães, Laranjal</p><p>28 &ndash; USF Gladys Rodrigues Ramos Freitas, Santa Isabel</p><p>29 &ndash;  USF Hiparco Ferreira, Engenho do Roçado</p><p>30 &ndash; PAM Neves</p><p>31 &ndash; USF Juarez Antunes, Laranjal </p><p>32 &ndash; USF Luiz Carlos Prestes, Santa Catarina</p><p>33 &ndash; USF Badger da Silveira, Tribob&oacute;</p><p>34 &ndash; USF Emílio Ribas, Barracão</p><p>35 &ndash; Clínica Municipal da Família Dr. Zerbini, Arsenal</p><p>36 &ndash; USF Alexander Fleming, Boaçu</p><p>37 &ndash; USF Vista Alegre</p><p>38 &ndash; USF Tancredo Neves, Luiz Caçador</p><p>39 &ndash; USF Geremias de Mattos Fontes, Jardim Bom Retiro</p><p>40 &ndash; USF Quinta Dom Ricardo</p><p>41 &ndash; USF Apolo III</p><p>42 &ndash; USF Jos&eacute; Bruno Neto, Boa Vista </p><p>43 &ndash; USF Almerinda</p><p>44 &ndash; USF Luísa de Marilac, Novo M&eacute;xico</p><p>45 &ndash; Clínica Municipal Gonçalense do Colubandê</p><p>46 &ndash; USF Presidente Getúlio Vargas, Boa Vista</p><p>47 &ndash; USF Dr. Robert Koch, Porto da Madama</p><p>48 &ndash; USF Doutel de Andrade, Maria Paula</p><p>49 &ndash; USF Vila Candoza</p><p>50 &ndash; USF &Aacute;gua Mineral</p><p>51 &ndash; USF Adolfo Lutz, Amendoeira</p><p>52 &ndash; USF Portão do Rosa</p><p>53 &ndash; USF Albert Sabin, Itaoca</p><p>54 &ndash; USF Mutuaguaçu</p><p>55 &ndash; USF Floriano Barbosa, Jardim Catarina</p><p>56 &ndash; USF Itaúna</p><p>57&ndash; USF Victor Chimelly, Paiva</p><p>58 &ndash; USF Jardel do Amaral, Venda da Cruz</p><p>59 &ndash; Clínica Municipal Gonçalense da Lagoinha </p><p>60 &ndash; USF Bandeirantes</p><p>61 &ndash; USF Oswaldo Cruz, Amendoeira</p><p>62 &ndash; USF Carlos Chagas, Fazenda dos Mineiros</p><p>63 &ndash; USF Manoel de Abreu, Ipiíba</p><p>64 &ndash; USF Alberto Constantino Farah, Mutuá</p><p>65 &ndash; USF Ary Teixeira, Jardim Bom Retiro</p><p>66 &ndash; USF Wally Figueira da Silva, Rocha </p><p>67 &ndash; USF Dr. Armando Leão, Morro do Castro</p><p>68 &ndash; USF Le&ocirc;ncio Correia, Itaúna</p><p>69 &ndash; USF Juvenil Francisco Ribeiro, Engenho Pequeno</p><p>70 &ndash; USF Haroldo Pereira Nunes, Camarão</p><p>71 &ndash; USF Bocayuva Cunha, Gradim</p><p>72 &ndash; USF Roberto Silveira, Vista Alegre</p><p>73 &ndash; USF Marambaia  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Prefeitura de S&atilde;o Gon&ccedil;alo]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Diagnóstico de TEA na vida adulta: autoconhecimento e novas possibilidades de cuidado</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94832/diagnostico-de-tea-na-vida-adulta-autoconhecimento-e-novas-possibilidades-de-cuidado.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:14:33 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Recentemente, o cantor e compositor britânico Robbie Williams revelou publicamente que recebeu o diagn&oacute;stico de Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ele afirmou que a descoberta, aos 52 anos, trouxe al&iacute;vio e ajudou a explicar comportamentos que antes não compreendia.A exemplo do astro da m&uacute;sica pop, a busca pelo diagn&oacute;stico de TEA na vida adulta tem se tornado cada vez mais frequente, acompanhando os avanços na compreensão dos transtornos do neurodesenvolvimento ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Recentemente, o cantor e compositor britânico Robbie Williams revelou publicamente que recebeu o diagn&oacute;stico de Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ele afirmou que a descoberta, aos 52 anos, trouxe al&iacute;vio e ajudou a explicar comportamentos que antes não compreendia.</p><p style="text-align: justify; ">A exemplo do astro da m&uacute;sica pop, a busca pelo diagn&oacute;stico de TEA na vida adulta tem se tornado cada vez mais frequente, acompanhando os avanços na compreensão dos transtornos do neurodesenvolvimento e na conscientização sobre as suas diferentes manifestações. Em muitos casos, esse movimento começa a partir do diagn&oacute;stico de um filho: ao conhecer mais sobre o autismo, pais passam a reconhecer em si mesmos comportamentos, dificuldades e padrões que, durante anos, foram interpretados apenas como caracter&iacute;sticas da personalidade.</p><p style="text-align: justify; ">Com a evolução das avaliações neuropsicol&oacute;gicas, a capacidade de identificar sinais do TEA ao longo das diferentes fases da vida tamb&eacute;m avançou. Dificuldades de interação social, necessidade de rotinas, alterações na comunicação, interesses restritos e desafios na adaptação a determinadas situações podem ter sido vivenciados durante anos sem uma explicação clara. Para alguns adultos, compreender que essas caracter&iacute;sticas estão relacionadas ao autismo ajuda a reorganizar a pr&oacute;pria hist&oacute;ria e a dar novos significados a experiências na escola, no trabalho e nos relacionamentos.</p><p style="text-align: justify; ">“Receber um diagn&oacute;stico tardio pode representar uma importante oportunidade de autoconhecimento. A confirmação do TEA não apaga as dificuldades vividas no passado, mas pode contribuir para que a pessoa compreenda melhor seus limites, necessidades, formas de comunicação e maneiras de lidar com diferentes demandas. Esse processo pode reduzir a sensação de inadequação e favorecer uma relação mais consciente consigo mesmo, substituindo julgamentos por estrat&eacute;gias mais adequadas &agrave;s caracter&iacute;sticas individuais”, explica o m&eacute;dico psiquiatra Alexandre Valverde. </p><p style="text-align: justify;">A fala do especialista &eacute; baseada na experiência particular. Valverde foi diagnosticado com Autismo e Altas Habilidades/Superdotação aos 42 anos. Com 17 anos, ingressou na Escola Paulista de Medicina - Universidade Federal de São Paulo. Desde pequeno, já notava sua facilidade em identificar os comportamentos humanos. O sexto m&eacute;dico psiquiatra da fam&iacute;lia dedica-se atualmente a auxiliar seus pacientes no processo de autoconhecimento a partir da Psiquiatria, psicoterapia e expressões art&iacute;sticas como dança, teatro, fotografia, pintura e jardinagem.</p><p style="text-align: justify; "><b>Uma nova vida</b></p><p style="text-align: justify; ">O diagn&oacute;stico não deve ser visto apenas como uma explicação para o passado, mas como uma possibilidade de construir novas formas de conduzir a vida no presente. Hoje, adultos autistas podem contar com intervenções e estrat&eacute;gias individualizadas, desenvolvidas com o acompanhamento de psiquiatras, psic&oacute;logos, neuropsic&oacute;logos e outros especialistas, que podem auxiliar na organização da rotina, no manejo de dificuldades emocionais e sociais, na adaptação do ambiente e no desenvolvimento de recursos para lidar com situações desafiadoras.</p><p style="text-align: justify; ">“Al&eacute;m dos benef&iacute;cios individuais, o diagn&oacute;stico pode repercutir positivamente na dinâmica familiar. Quando pais identificam caracter&iacute;sticas semelhantes &agrave;s de um filho diagnosticado com TEA ou TDAH (Transtorno de D&eacute;ficit de Atenção com Hiperatividade), por exemplo, o processo de avaliação pode ampliar a compreensão sobre as necessidades de cada integrante da fam&iacute;lia. Esse olhar mais atento favorece relações mais ajustadas, comunicação mais clara e estrat&eacute;gias que consideram as particularidades de adultos e crianças”, pontua Alexandre. </p><p style="text-align: justify; "><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/08/94830_b781da81bf8fa9da10a7011b1d11a47e.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify; ">Mais do que estabelecer um diagn&oacute;stico, reconhecer uma condição como o TEA pode representar um importante instrumento de compreensão, autoconhecimento e cuidado. Mesmo quando essa descoberta acontece ap&oacute;s muitos anos de d&uacute;vidas e desafios, ela pode abrir caminho para intervenções mais direcionadas, estrat&eacute;gias de manejo e escolhas que respeitem as caracter&iacute;sticas, necessidades e potencialidades de cada pessoa. </p><p style="text-align: justify; ">“Receber um diagn&oacute;stico de TEA na vida adulta não representa ter chegado tarde, mas, sim, a oportunidade de contar com novas informações e recursos para compreender a pr&oacute;pria trajet&oacute;ria, ampliar a qualidade de vida e construir formas mais conscientes e adequadas de lidar com os desafios do cotidiano”, acrescenta Valverde.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Robbie Williams, cantor: diagn&oacute;stico tardio do TEA. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Robô amplia fronteira da cirurgia cardíaca</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94830/robo-amplia-fronteira-da-cirurgia-cardiaca.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:09:07 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A cirurgia card&iacute;aca rob&oacute;tica ganha mais espaço na Bahia. Neste mês de agosto, o Hospital Mater Dei Salvador (HMDS) realizou dois novos procedimentos assistidos por rob&ocirc; para tratar doenças das válvulas card&iacute;acas. As operações, em pacientes de 32 e 62 anos, dão continuidade ao programa iniciado pela instituição e ampliam, no estado, a oferta de uma modalidade minimamente invasiva ainda concentrada em centros especializados.A paciente mais jovem apresentava...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A cirurgia card&iacute;aca rob&oacute;tica ganha mais espaço na Bahia. Neste mês de agosto, o Hospital Mater Dei Salvador (HMDS) realizou dois novos procedimentos assistidos por rob&ocirc; para tratar doenças das válvulas card&iacute;acas. As operações, em pacientes de 32 e 62 anos, dão continuidade ao programa iniciado pela instituição e ampliam, no estado, a oferta de uma modalidade minimamente invasiva ainda concentrada em centros especializados.</p><p style="text-align: justify; ">A paciente mais jovem apresentava doença da válvula tric&uacute;spide, enquanto a outra tinha comprometimento da válvula mitral. Nos dois casos, a indicação foi definida ap&oacute;s avaliação criteriosa do time do coração (Heart Team) do HMDS. Essa análise &eacute; fundamental para selecionar a melhor estrat&eacute;gia de tratamento individualizado para cada paciente.</p><p style="text-align: justify; ">Para a cardiologista Marianna Andrade, coordenadora do serviço de Cardiologia do Mater Dei Salvador, o avanço amplia as possibilidades de tratamento no estado. “O objetivo não &eacute; usar o rob&ocirc; porque ele existe, mas identificar em quais situações a tecnologia realmente pode agregar benef&iacute;cio, sempre com indicação criteriosa e segurança para o paciente”, afirma.</p><p style="text-align: justify; ">Menos invasiva - Na cirurgia card&iacute;aca convencional, muitas operações exigem a abertura do esterno para chegar ao coração. Na abordagem rob&oacute;tica, o procedimento pode ser realizado por pequenas incisões entre as costelas. O cirurgião permanece no comando durante toda a operação, controlando os braços do equipamento por meio de um console com visão ampliada e tridimensional do campo cir&uacute;rgico.</p><p style="text-align: justify; ">A tecnologia permite movimentos precisos em espaços reduzidos e pode diminuir o trauma provocado pelo acesso cir&uacute;rgico. Entre os potenciais benef&iacute;cios para pacientes selecionados estão menor sangramento, menos dor no p&oacute;s-operat&oacute;rio e recuperação mais rápida. O rob&ocirc;, por&eacute;m, não atua de forma aut&ocirc;noma nem substitui a experiência m&eacute;dica.</p><p style="text-align: justify; ">“O que muda principalmente &eacute; a forma de acesso ao coração. Os princ&iacute;pios da cirurgia continuam os mesmos”, explica o cirurgião card&iacute;aco do HMDS, Marco Guedes. “A tecnologia permite realizar etapas complexas por incisões menores e com excelente visualização, mas o resultado depende da t&eacute;cnica, da experiência da equipe e da seleção adequada do paciente”, explica.</p><p style="text-align: justify; ">Válvulas do coração - As válvulas card&iacute;acas controlam a passagem do sangue entre as diferentes câmaras do coração. Quando não abrem ou fecham adequadamente, o &oacute;rgão pode ser sobrecarregado. Falta de ar, cansaço, palpitações, inchaço e perda da capacidade para atividades cotidianas estão entre os sintomas que podem aparecer em casos mais avançados.</p><p style="text-align: justify; ">Nos procedimentos realizados este mês no HMDS, foram tratadas justamente as válvulas tric&uacute;spide e mitral. Para pacientes adequadamente selecionados, determinadas doenças dessas estruturas podem ser abordadas por t&eacute;cnicas minimamente invasivas, incluindo a cirurgia rob&oacute;tica.</p><p style="text-align: justify; ">“O que interessa ao paciente não &eacute; apenas saber que sua cirurgia foi feita com um rob&ocirc;”, ressalta Marianna Andrade. “Ele quer tratar a doença, recuperar sua capacidade funcional e voltar &agrave; rotina com segurança. A inovação precisa estar a serviço desse resultado”, completa.</p><p style="text-align: justify; ">Construir um programa de cirurgia rob&oacute;tica &eacute; muito diferente de simplesmente realizar um caso com o equipamento”, destaca Marco Guedes. “&Eacute; preciso treinamento, seleção adequada, integração da equipe e avaliação constante dos resultados”. Esse programa &eacute; realizado com o apoio e acompanhamento de especialistas da Rede Mater Dei que já possuem ampla experiência nessa modalidade de tratamento. </p><p style="text-align: justify; ">Nova fronteira - A ampliação do programa em Salvador tamb&eacute;m permite que pacientes da Bahia e de outros estados do Norte e Nordeste tenham acesso local a procedimentos cardiovasculares de alta complexidade antes mais concentrados em grandes centros do pa&iacute;s.</p><p style="text-align: justify; ">Com os novos casos, o HMDS avança na fase de implantação para a construção de um serviço cont&iacute;nuo de cirurgia card&iacute;aca rob&oacute;tica. A proposta &eacute; que a tecnologia passe a integrar as alternativas dispon&iacute;veis ao lado da cirurgia convencional, das t&eacute;cnicas minimamente invasivas e dos procedimentos por cateter.</p><p style="text-align: justify; ">“Não existe uma melhor t&eacute;cnica para todos os pacientes. Existe a estrat&eacute;gia mais adequada para cada pessoa. Quanto mais recursos temos dispon&iacute;veis, utilizados com responsabilidade, maior &eacute; nossa capacidade de individualizar o tratamento”, resume Marianna Andrade.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Do reconhecimento ao tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94801/do-reconhecimento-ao-tratamento-do-transtorno-obsessivo-compulsivo.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 00:22:09 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[D&uacute;vidas incessantes sobre ter deixado a porta destrancada ou a torneira aberta. Medo de contaminação que leva a higienizar as mãos at&eacute; feri-las. Revisar mentalmente conversas ou acontecimentos para ter certeza de que não disse algo inadequado ou não cometeu algum erro. Evitar dirigir por medo de atropelar algu&eacute;m sem perceber. Contar passos ou rezar em uma sequência espec&iacute;fica. Tocar repetidas vezes uma maçaneta, acender e apagar uma lâmpada ou repetir uma...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">D&uacute;vidas incessantes sobre ter deixado a porta destrancada ou a torneira aberta. Medo de contaminação que leva a higienizar as mãos at&eacute; feri-las. Revisar mentalmente conversas ou acontecimentos para ter certeza de que não disse algo inadequado ou não cometeu algum erro. Evitar dirigir por medo de atropelar algu&eacute;m sem perceber. Contar passos ou rezar em uma sequência espec&iacute;fica. Tocar repetidas vezes uma maçaneta, acender e apagar uma lâmpada ou repetir uma oração at&eacute; sentir: “Ufa! Agora ficou certo”. Evitar pegar um bebê no colo por medo de machucá-lo. Pensamentos sexuais involuntários, profundamente repugnantes e incompat&iacute;veis com seus valores.</p><p style="text-align: justify;">Segundo a psiquiatra e coordenadora do Programa TOC e Transtornos do Espectro Obsessivo-Compulsivo da Holiste Psiquiatria e Mestre em Medicina e Sa&uacute;de, Ra&iacute;za Alves Pereira, &agrave; primeira vista, essas experiências parecem não ter relação entre si. Podem soar como manias ou idiossincrasias. “No entanto, todas podem ser manifestações do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Trata-se de uma condição marcada pela presença de obsessões &mdash; pensamentos, imagens ou impulsos intrusivos, indesejados e recorrentes &mdash; frequentemente acompanhadas de compulsões, comportamentos ou atos mentais realizados na tentativa de aliviar o sofrimento que provocam”, explica.</p><p style="text-align: justify;">De acordo com a m&eacute;dica, o TOC costuma surgir cedo, muitas vezes em fases decisivas do desenvolvimento, como a infância e a adolescência. “Apesar disso, seu reconhecimento costuma demorar anos”, enfatiza a especialista da Holiste Psiquiatria. Em um estudo norte-americano com adultos com TOC, o intervalo m&eacute;dio entre o in&iacute;cio do transtorno e o diagn&oacute;stico foi de aproximadamente sete anos. Assim, o adoecimento atravessa diferentes etapas da vida, interferindo na trajet&oacute;ria escolar, nos relacionamentos, na inserção profissional e na autonomia. A psiquiatria ressalta que o impacto sobre a qualidade de vida &eacute; comparável ao observado em pessoas com esquizofrenia. “Ainda assim, a doença continua sendo lembrada, no imaginário popular, quase exclusivamente pela caricatura da “mania de limpeza”. Quando aquilo que uma pessoa vive não se parece com essa imagem, reconhecer-se como algu&eacute;m que pode ter TOC torna-se ainda mais dif&iacute;cil”, salienta.</p><p style="text-align: justify;"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/08/94797_bcfff1a8fee9f2dd9e1922f341e3be71.jpg"><br></p><p style="text-align: justify; "><b><i>Psiquiatra Ra&iacute;za Alves Pereira. Foto: Divulgação/Mkt da Holiste Psiquiatria</i></b></p><p style="text-align: justify; ">A vergonha &eacute; um componente central do TOC.  A maioria dos pacientes reconhece que seus pensamentos são excessivos e incongruentes com o que acreditam. Muitos passam a interpretá-los como evidência de um defeito moral, como se um pensamento tivesse o mesmo peso que uma ação. </p><p style="text-align: justify;">&Eacute; frequente que o conte&uacute;do das obsessões envolva justamente aquilo que a pessoa mais valoriza: seus filhos, sua f&eacute;, sua moralidade, sua responsabilidade ou sua identidade. Por isso, pensamentos intrusivos podem ser interpretados não como sintomas, mas como revelações sobre quem se &eacute;. O transtorno deixa de produzir d&uacute;vidas apenas sobre o mundo e passa a produzir d&uacute;vidas sobre si mesmo: “E se eu for uma pessoa ruim?”, “O que &eacute; meu e o que &eacute; do TOC?”. A vergonha alimenta o isolamento, favorece a ocultação dos sintomas e pode fazer parte do ciclo de manutenção do transtorno, reforçando as compulsões. </p><p style="text-align: justify;">Há, de um lado, sintomas dif&iacute;ceis de revelar e, do outro, manifestações cl&iacute;nicas que nem sempre são investigadas. Esse desencontro pode adiar por anos o diagn&oacute;stico e o tratamento adequados. A vergonha costuma ser uma das primeiras barreiras ao tratamento do TOC. Entender que pensar em algo não &eacute; o mesmo que desejar ou agir, e que esses pensamentos são manifestações de um transtorno, não reflexos do caráter, pode transformar a maneira como os pacientes se relacionam com seus sintomas. Tratar esses sintomas começa por torná-los reconhec&iacute;veis e permitir que aquilo que permaneceu escondido por anos seja finalmente dito.</p><p style="text-align: justify; "><br></p><p>              </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Brasil participa de pesquisa inédita que busca a cura da hepatite B</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94791/brasil-participa-de-pesquisa-inedita-que-busca-a-cura-da-hepatite-b.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sun, 30 Aug 2026 14:22:02 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Duas universidades p&uacute;blicas brasileiras se uniram a instituições internacionais na busca de novos tratamentos e at&eacute; mesmo de uma cura para a hepatite B.O cons&oacute;rcio &eacute; liderado pela Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, e &eacute; composto por grupos de pesquisa do Brasil, &Iacute;ndia, Senegal e Uganda. O Brasil &eacute; representado pelo Hospital Universitário Cassiano Ant&ocirc;nio Moraes da Universidade Federal do...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Duas universidades p&uacute;blicas brasileiras se uniram a instituições internacionais na busca de novos tratamentos e at&eacute; mesmo de uma cura para a hepatite B.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700702&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700702&amp;o=node"></p><p>O cons&oacute;rcio &eacute; liderado pela Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, e &eacute; composto por grupos de pesquisa do Brasil, &Iacute;ndia, Senegal e Uganda. O Brasil &eacute; representado pelo Hospital Universitário Cassiano Ant&ocirc;nio Moraes da Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo (Hucam-Ufes) e pela Universidade de São Paulo (USP).</p><p>A pesquisa global irá observar, a n&iacute;vel celular, tanto o comportamento do v&iacute;rus em pacientes de diferentes pa&iacute;ses como as respostas imunol&oacute;gicas das pessoas infectadas. Serão analisadas tamb&eacute;m pessoas infectadas ao mesmo tempo por hepatite B e HIV.</p><p>“A hepatite B não tem cura, esse &eacute; o grande objetivo global”, diz a professora do Hucam-Ufes, referência no assunto, Tânia Reuter. “O primeiro objetivo &eacute; eliminar as hepatites virais, no nosso caso aqui, eliminar a hepatite B como problema de sa&uacute;de p&uacute;blica at&eacute; 2030”, enfatiza.</p><div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/f6Z-E3JRzBMqfyEO_dmNKnrrl98=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/08/26/whatsapp_image_2026-08-25_at_10.59.27_1.jpeg?itok=dALbSUqB" alt="Brasil participa de pesquisa in&eacute;dita que busca a cura da hepatite B. Professora do Hucam-Ufes, referência no assunto, Tânia Reuter. Foto: Hucam/Divulgação" title="Hucam/Divulgação"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><h6 class="meta">Professora do Hucam-Ufes Tânia Reuter, referência no estudo da hepatite B. Foto: <strong>Hucam/Divulgação</strong></h6></div></div><h2>Pesquisa in&eacute;dita</h2><p>O cons&oacute;rcio foi criado em 2023, mas acabou sendo suspenso em 2024 e retomado no ano seguinte. No Brasil, o estudo teve in&iacute;cio este ano e deverá durar cerca de 5 anos. A metodologia integra pesquisa cient&iacute;fica básica com prática cl&iacute;nica.</p><p>Reuter explica que os pesquisadores irão observar 600 pacientes com hepatite B e com a coinfecção por hepatite B e HIV por cerca de quatro anos e meio cada. Serão 150 pacientes de cada pa&iacute;s. Desses, 75 serão analisados pela equipe dela.</p><p><strong>O estudo pretende identificar o que faz com que o v&iacute;rus evolua diferentemente em cada paciente</strong>, quais caracter&iacute;sticas gen&eacute;ticas são capazes de proteger as pessoas de uma evolução mais rápida e quais subpart&iacute;culas do v&iacute;rus podem funcionar como preditores de cura ou de tratamento.</p><blockquote><p>"Eu quero descobrir alvos que possam auxiliar no manejo para cura da hepatite B”, explica a pesquisadora. "[O que for achado] pode ser um alvo para desenvolvimento de fármacos, sejam imunoestimuladores, imunomodulador, etc", diz. </p></blockquote><p>Reuter iniciou o recrutamento dos pacientes em julho e, at&eacute; o momento, conta com 40 participantes. Ela pretende ter o grupo de 75 completo at&eacute; o final deste ano. O prazo dado pela pesquisa &eacute; at&eacute; meados de 2027.</p><p>“O v&iacute;rus da hepatite B &eacute; um dos maiores causadores de câncer hepático. Câncer primário de f&iacute;gado ou hepatocarcinoma”, diz. “A gente está aqui trabalhando para mitigar a evolução de cirrose e câncer hepático”, enfatiza Reuter.</p><h2>Hepatite B</h2><p>A hepatite B &eacute; uma doença viral silenciosa que ataca o f&iacute;gado. Ela ainda não tem cura e a progressão pode levar a quadros de cirrose, câncer hepático e morte. Segundo a OMS, cerca de 240 milhões de pessoas vivem com infecção cr&ocirc;nica, segundo dados de 2024.</p><p><strong>Somente no Brasil, segundo o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 276,6 mil casos foram confirmados entre 2000 a 2022.</strong></p><p>A hepatite B pode ser transmitida sexualmente e por contato com sangue contaminado, inclusive durante a gestação ou no parto, passando da mãe para o bebê. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cl&iacute;nica M&eacute;dica, <strong>o v&iacute;rus do tipo B &eacute; 100 vezes mais contagioso que o HIV</strong>. </p><p>A meta global da OMS &eacute; erradicar o HIV, as hepatites virais e as infecções sexualmente transmiss&iacute;vel (ISTs) como ameaças &agrave; sa&uacute;de p&uacute;blica at&eacute; 2030. Segundo relat&oacute;rio da organização divulgado em julho deste ano, as infecções por hepatites virais anuais ca&iacute;ram 32% globalmente desde 2015, refletindo o aumento na cobertura da vacinação infantil, que alcançou 84% em 2024.</p><h2>Prevenção</h2><p>De acordo com o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, a principal forma de prevenção &eacute; a vacina, que está dispon&iacute;vel no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) para todas as pessoas não vacinadas, independentemente da idade.</p><p>Para crianças, a recomendação &eacute; que se façam quatro doses da vacina, sendo: ao nascer, aos 2, 4 e 6 meses de idade. Já para a população adulta, via de regra, o esquema completo se dá com aplicação de três doses.</p><p>Outras formas de prevenção são uso de preservativo interno e externo em todas as relações sexuais e não compartilhar objetos perfurocortantes e os de uso pessoal.  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Demora no diagnóstico agrava esclerose múltipla, alerta associação</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94773/demora-no-diagnostico-agrava-esclerose-multipla-alerta-associacao.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/94773/demora-no-diagnostico-agrava-esclerose-multipla-alerta-associacao.html</guid>
			<pubDate>Sun, 30 Aug 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Cerca de um quarto dos pacientes com esclerose múltipla chega a demorar mais de cinco anos para receber o diagn&oacute;stico, o que favorece a progressão da doença. O alerta foi feito por uma pesquisa da HSR Health, em parceria com a Roche Farma, divulgada pela Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM) nesta sexta-feira (28).Lançado durante o Agosto Laranja, mês de conscientização contra a doença, o estudo ouviu 368 pessoas em tratamento contra esclerose múltipla no...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Cerca de um quarto dos pacientes com esclerose múltipla chega a demorar mais de cinco anos para receber o diagn&oacute;stico, o que favorece a progressão da doença. O alerta foi feito por uma pesquisa da HSR Health, em parceria com a Roche Farma, divulgada pela Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM) nesta sexta-feira (28).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700808&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700808&amp;o=node"></p><p>Lançado durante o Agosto Laranja, mês de conscientização contra a doença, o estudo ouviu 368 pessoas em tratamento contra esclerose múltipla no Brasil.</p><p>Mais da metade dos entrevistados (56,8%) recebeu um diagn&oacute;stico incorreto antes da confirmação da esclerose múltipla. Al&eacute;m disso, <strong>26,6% esperaram mais de cinco anos pelo diagn&oacute;stico definitivo, e 14,1% levaram uma d&eacute;cada ou mais entre os primeiros sintomas e a confirmação da doença</strong>.</p><p>De acordo com o neurologista Rodrigo Kleinpaul, coordenador do Ambulat&oacute;rio de Neuroimunologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), <strong>a agilidade no diagn&oacute;stico &eacute; importante para retardar danos permanentes que possam ser causados pela doença</strong>.</p><p>“Chega o momento em que esse dano no c&eacute;rebro ou na medula vai diminuindo a reserva que o paciente tem, aquela reserva funcional. E começa o que a gente chama de progressão de incapacidade e isso pode levar o paciente a ficar com incapacidade definitiva”, disse.</p><blockquote><p> “A gente viu que o paciente passa, mais ou menos, por at&eacute; quatro m&eacute;dicos diferentes e demora, em m&eacute;dia, três anos para ter o diagn&oacute;stico correto”.</p></blockquote><p>Segundo a pesquisa, para 36% dos entrevistados, a principal barreira at&eacute; o diagn&oacute;stico são os m&eacute;dicos e profissionais de saúde e, para 23%, são exames e investigações, como a ressonância magn&eacute;tica, que &eacute; um eprocedimento de custo mais alto. </p><p>Outros 18% apontaram a pr&oacute;pria demora do diagn&oacute;stico, enquanto 12% indicaram os custos no acesso ao diagn&oacute;stico correto.</p><h2>Doença inflamat&oacute;ria cr&ocirc;nica </h2><p><strong>Cerca de 40 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla, de acordo com a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM)</strong>. A doença acomete principalmente mulheres jovens, na faixa etária de 20 a 40 anos, em sua fase mais produtiva.</p><p>Inflamat&oacute;ria, cr&ocirc;nica e autoimune, a enfermidade faz com que o sistema imunol&oacute;gico ataque a mielina, estrutura que reveste e protege as fibras nervosas, prejudicando a comunicação entre o c&eacute;rebro e o restante do corpo. </p><p>A consequência são impactos na mobilidade, trabalho, rotina, saúde mental e autonomia. A esclerose múltipla &eacute; a causa mais comum de incapacidade por doenças neurol&oacute;gicas em pacientes jovens, excluindo causas traumáticas.</p><p><strong>Como os sintomas são parecidos com os de outras doenças, isso gera dificuldade diagn&oacute;stica, explica Kleinpaul</strong>. Embaçamento visual, por exemplo, pode ser interpretado como um problema de vista. O mesmo acontece com dor, dormência, formigamento. Al&eacute;m disso, esses sintomas iniciais tendem a melhorar sozinhos.</p><p>“Não &eacute; incomum uma mulher jovem chegar ao pronto-socorro com queixa de formigamento e dormência e receber o diagn&oacute;stico de ansiedade. Então, isso tamb&eacute;m gera atraso de diagn&oacute;stico”, afirmou o especialista.</p><h2>"Não conseguia respirar"</h2><p>Desde os primeiros sintomas, a educadora física Lucimara de Lima Santana, de 44 anos, percorreu consult&oacute;rios de m&eacute;dicos especialistas em São Paulo por quatro anos at&eacute; descobrir a doença.</p><p>“Se eu tinha problema de visão, eu ia no oftalmologista; dificuldade para andar, ia no ortopedista; e como eu tenho colangite biliar primária [inflamação com fibrose progressiva dos dutos biliares no fígado], achava que a fadiga intensa era da colangite”.</p><p>Entre 2023 e 2024, a situação se tornou insustentável para Lucimara, que passou a sentir sintomas mais pesados. </p><blockquote><p>“Eu não conseguia respirar direito por causa da fadiga, era muita dor. Fiquei sem trabalhar um tempo, porque não sabia o que era, não conseguia sair da cama. Os m&eacute;dicos diziam que podia ser dengue e outras doenças”.</p></blockquote><p> </p><div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/4adG65pteB7X1Ku0WT4Yfsdle54=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/08/27/whatsapp_image_2026-08-27_at_13.56.47.jpeg?itok=oWz8uoOU" alt="Brasília (DF), 27/08/2026 - FOTO DE ARQUIVO - A paciente com esclerose múltipla, Lucimara Santana. Foto: Lucimara Santana/Arquivo pessoal" title="Lucimara Santana/Arquivo pessoal"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><div class="meta"> A paciente com esclerose múltipla, Lucimara Santana. Foto: <strong>Lucimara Santana/Arquivo pessoal</strong></div></div></div><p>Quando se consultou com um ortopedista, ele pediu ressonância magn&eacute;tica do crânio e da cervical, e o resultado acusou uma doença paralisante. </p><p>Em seguida, um neurologista especialista solicitou outra ressonância do crânio e de toda a coluna, desde a cervical at&eacute; a lombar. Lucimara fez tamb&eacute;m coleta do líquor (líquido cefalorraquidiano). Todos esses exames deram positivo para esclerose múltipla (EM). </p><p>Professora de educação física concursada na Prefeitura de Taboão da Serra, município da Região Metropolitana de São Paulo, Lucimara não consegue mais ficar em p&eacute; no mesmo lugar durante muito tempo, por conta da fadiga e tamb&eacute;m do calor. </p><p>Para continuar a trabalhar, precisou se adaptar. Como já era instrutora de Pilates desde 2014, ela aprendeu a dar aulas online desse m&eacute;todo de exercício físico durante a pandemia da Covid-19. </p><p>Atualmente, ela tem dois alunos e está &agrave; procura de novos. Uma vez por semana, ela atende presencialmente 25 alunos em uma academia e integra tamb&eacute;m o movimento Minha Voz Importa, no qual ensina o benefício do exercício no tratamento das pessoas com esclerose múltipla.</p><h2>Tratamento evoluiu</h2><p><strong>Segundo a pesquisa, a maior parte dos pacientes ouvidos tem a esclerose múltipla sob controle: 48% estão estáveis ou em remissão</strong>. Al&eacute;m disso, 39% são economicamente ativos atualmente. </p><p>A doença não tem cura, mas o neurologista ressalta que houve um avanço no controle de sua progressão. </p><blockquote><p>“Dez anos atrás, uma mulher jovem diagnosticada com 20 anos de idade, aos 40 anos já estaria em uma cadeira de rodas. Hoje, a gente consegue evitar que isso aconteça”, disse Rodrigo Kleinpaul.</p></blockquote><p>“A gente impede que esse paciente vá para uma cadeira de rodas, use uma bengala, tenha dificuldade de enxergar. Estamos falando de pessoas de idade economicamente ativa que, &agrave;s vezes, por incapacidade, podem estar fora do mercado de trabalho, podem não estar constituindo uma família”.</p><p><strong>O acesso ao tratamento, por&eacute;m, tamb&eacute;m pode ser um desafio: 41,2% relataram ter deixado de realizá-lo ou tiveram que remarcá-lo por dificuldades de acesso, como burocracia dos planos de saúde ou falta de medicação</strong>. </p><p>Mesmo com o tratamento, a rotina dos pacientes continua sendo marcada por obstáculos. O levantamento mostra que 73,4% deixaram de realizar uma s&eacute;rie de atividades que gostariam por problemas emocionais; e 41,6% evitam encontros sociais com frequência.</p><p>A doença tamb&eacute;m afeta a vida profissional: 72,8% relatam prejuízos na renda ou nas oportunidades de crescimento, enquanto 32,6% afirmam ter escondido o diagn&oacute;stico no ambiente de trabalho por medo de preconceito ou demissão. Al&eacute;m disso, 85,6% convivem com gastos mensais extras relacionados &agrave; doença.</p><p>O mais comum, segundo indicou o neurologista, são problemas de ansiedade e depressão. “A gente costuma dizer que depois do diagn&oacute;stico de uma doença cr&ocirc;nica, tem a fase do luto. O paciente tem revolta, negação, tristeza, depressão, at&eacute; a aceitação”.</p><p>Rodrigo Kleinpaul reconheceu que, ao mesmo tempo que existe uma preocupação dos pacientes com a vida futura, falta acolhimento em sua jornada.</p><p>&Eacute; necessário maior esclarecimento das pessoas que estão em torno desses pacientes, afirma para que saibam que muitos sintomas são invisíveis e que há um dia em que o paciente vai estar bem, mas em outro ele vai estar mais comprometido.</p><p>   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto:NeuroGraphix Studio/ AdobeStock]]></media:title> 
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			<title>Ministério da Saúde reforça chamamento para vacina contra o sarampo</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Sat, 29 Aug 2026 18:32:48 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Diante da ocorrência de casos de sarampo em São Paulo ao longo dos &uacute;ltimos meses, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de reforçou o chamamento para que a população mantenha a caderneta de vacinação atualizada.A Campanha Nacional de Multivacinação segue at&eacute; a pr&oacute;xima terça-feira (1º) e tem como objetivo verificar a situação vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos e aplicar as doses necessárias, incluindo a tr&iacute;plice viral, que protege contra o ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Diante da ocorrência de casos de sarampo em São Paulo ao longo dos &uacute;ltimos meses, o <strong>Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de reforçou o chamamento para que a população mantenha a caderneta de vacinação atualizada</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701000&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701000&amp;o=node"></p><p>A <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/campanha-nacional-de-multivacinacao-comeca-nesta-segunda" target="_blank">Campanha Nacional de Multivacinação</a> segue at&eacute; a pr&oacute;xima terça-feira (1º) e tem como objetivo verificar a situação vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos e aplicar as doses necessárias, incluindo a tr&iacute;plice viral, que protege contra o sarampo.</p><p><strong>O Brasil confirmou 27 casos da doença ao longo de 2026.</strong> Desses, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/sao-paulo-chega-26-casos-de-sarampo-em-2026" target="_blank">24 estão relacionados a uma cadeia de transmissão ativa</a> iniciada em junho no estado de São Paulo, sendo 21 casos na capital, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos. </p><p>Ainda de acordo com o minist&eacute;rio, dos outros três casos, dois foram registrados em São Paulo e um no Rio de Janeiro, mas sem relação entre si, e já são considerados encerrados ap&oacute;s 12 semanas sem novas ocorrências associadas.</p><p><strong>Em 2025, foram confirmados 38 casos de sarampo importados ou relacionados &agrave; importação</strong>, todos, segundo a pasta, controlados por meio das ações de vigilância e vacinação.</p><p>“Com isso, o Brasil segue livre da circulação endêmica do sarampo, mesmo diante do aumento de casos registrado em outros pa&iacute;ses das Am&eacute;ricas”, reforçou o minist&eacute;rio em comunicado.</p><h2>Esquema vacinal</h2><p><strong>Altamente contagioso, o sarampo pode ser prevenido por meio da vacina tr&iacute;plice viral, que tamb&eacute;m protege contra a caxumba e a rub&eacute;ola.</strong></p><p>Para crianças, o esquema de rotina prevê duas doses: a primeira aos 12 meses e a segunda aos 15 meses.</p><p>Pessoas de at&eacute; 29 anos de idade que não tenham sido vacinadas ou que não possuam comprovação devem receber duas doses, com intervalo m&iacute;nimo de 30 dias entre elas.</p><p><strong>Para adultos de 30 a 59 anos, &eacute; recomendada uma dose contra o sarampo.</strong></p><p>Em situações onde há circulação do v&iacute;rus, as estrat&eacute;gias de vacinação podem ser ampliadas de acordo com a avaliação epidemiol&oacute;gica.</p><p>Em São Paulo, por exemplo, diante da cadeia de transmissão identificada, o minist&eacute;rio recomendou ampliar a vacinação nos munic&iacute;pios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, e <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/apos-casos-de-sarampo-ministerio-da-saude-recomenda-vacinar-bebes" target="_blank">crianças de 6 a 11 meses devem receber com a chamada dose zero</a>.  </p><p>“A dose zero &eacute; uma estrat&eacute;gia adicional de proteção para crianças menores de 1 ano em cenários de maior risco e não substitui as doses previstas no calendário de rotina aos 12 e 15 meses”, reforçou a pasta.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto:Paulo Pinto/Agencia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Quedas e queimaduras são maior causa de internação de crianças</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Sat, 29 Aug 2026 18:01:28 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[As quedas e queimaduras foram as causas mais comuns de internação de crianças e adolescentes at&eacute; os 14 anos de idade no Brasil, em 2025. Foram mais de 55 mil internações por quedas, ou 43,4% do total para essa faixa etária, e mais de 25 mil internações por queimaduras, 19,6% do total.Os dados, compilados pelo Projeto Criança Segura, da ONG Aldeias Infantis SOS, foram retirados diretamente do DataSUS, reposit&oacute;rio de dados que re&uacute;ne as notificações em sa&uacute;de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>As quedas e queimaduras foram as causas mais comuns de internação de crianças e adolescentes at&eacute; os 14 anos de idade no Brasil, em 2025. <strong>Foram mais de 55 mil internações por quedas, ou 43,4% do total para essa faixa etária</strong>, e mais de 25 mil internações por queimaduras, 19,6% do total.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700994&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700994&amp;o=node"></p><p>Os dados, compilados pelo Projeto Criança Segura, da ONG Aldeias Infantis SOS, foram retirados diretamente do DataSUS, reposit&oacute;rio de dados que re&uacute;ne as notificações em sa&uacute;de no pa&iacute;s. </p><p><strong>Em 2025, ocorreram mais de 1,6 milhão de hospitalizações de pessoas no pa&iacute;s por acidentes, consideradas todas as faixas de idade.</strong> Crianças e adolescentes at&eacute; os 14 anos de idade responderam por 162 mil dessas internações, 9,7% do total, sendo que 128,5 mil, 79,3% do total, mapeadas pelo Projeto Criança Segura.</p><p>A cada mês, em 2025, 10,7 mil crianças e adolescentes at&eacute; os 14 anos de idade foram hospitalizadas em decorrência de acidentes no Brasil, com maior incidência nos estados de São Paulo, com 19.837 (15,4%), Minas Gerais, com 12.183 (9,5%) e Paraná, com 10.708 (8,3%). As menores incidências foram nos estados do Amapá, 468 (0,4%), Roraima 543 (0,4%) e Sergipe, com 297 hospitalizações, 0,2%.</p><p>Quando ponderados em relação &agrave; população, os dados mostram uma realidade um pouco diferente. <strong>O Pará teve a maior taxa de internações, correspondendo a 120 hospitalizações por 100 mil habitantes.</strong> </p><p>Segundo colocado, o Tocantins teve taxa de 113, e o Maranhão de 102 por 100 mil habitantes em 2025. </p><p>No outro extremo estão os estados do Rio de Janeiro, com taxa de 43 hospitalizações por 100 mil, o Rio Grande do Norte, com taxa de 39 por 100 mil, e Sergipe, com taxa de 13 por 100 mil.</p><blockquote><p>"Os resultados demonstram que quedas, queimaduras, sinistros de trânsito, intoxicações, sufocações e afogamentos continuam figurando entre as principais causas de internação infantil no Brasil. Investir em ambientes seguros, educação preventiva e fortalecimento de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas significa reduzir hospitalizações, sequelas permanentes e &oacute;bitos evitáveis", destaca o relat&oacute;rio. </p></blockquote><h2>Outras causas</h2><p><strong>Os acidentes de trânsito estão em terceiro lugar das causas de internações por acidentes</strong>, com 12,6 mil ocorrências (9,9%), concentrados na faixa dos 10 aos 14 anos (50,4%) e com presença importante na faixa dos 5 aos 9 anos (32,3%). </p><p>Na sequência, houve 4,2 mil casos de intoxicações (3,3%), sendo que 37,7% desses acidentes com crianças de 1 a 4 anos, e 31,2% em crianças de 5 a 9 anos. </p><p>Com menor incidências estão a sufocação, com 644 ocorrências (0,5%), acometendo em maior grau as crianças de 1 a 4 anos (49,1%); os afogamentos, com 261 casos (0,2%), concentrados tamb&eacute;m com crianças de 1 a 4 anos (71,6%), e acidentes com armas de fogo, com 70 situações (0,1%).</p><p><strong>Ao comparar 2025 com os dois anos anteriores, o relat&oacute;rio observou uma tendência de crescimento nas internações hospitalares de crianças e adolescentes at&eacute; 14 anos, decorrentes de acidentes.</strong> </p><p>O aumento foi de 2,2% em 2024 em relação a 2023, e de 5,4%, em 2025, em relação a 2024. </p><p>As categorias em que houve mais aumentos foram intoxicações, com aumento de 19,7% na comparação 2024/2025, sufocação, 10,8%, e queimaduras, 7,4%. </p><p><strong>Os acidentes com armas de fogo foram a &uacute;nica categoria em que houve redução de ocorrências</strong>, na ordem de 13,6%, tamb&eacute;m com certa tendência de redução. O aumento consolidado de hospitalizações de crianças e adolescentes no triênio 2023 a 2025 foi de 9.221 casos: 7,7%.</p><h2>Educação</h2><p>O relat&oacute;rio foi taxativo ao colocar as campanhas educativas e uma maior atenção aos pequenos como decisivas para diminuir os &iacute;ndices. A estimativa &eacute; que mais de 90% dos acidentes com esse p&uacute;blico sejam evitáveis, e o uso de celulares aparece como um elemento importante. A desatenção dos cuidadores &eacute; apontada como um fator decisivo para os aumentos recentes em ocorrências.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto:Marcelo Camargo/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Dia de Combate ao Fumo: treinar não combina com fumar, destaca Inca</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94712/dia-de-combate-ao-fumo-treinar-nao-combina-com-fumar-destaca-inca.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:11:53 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Câncer (Inca) promoveu, nesta quinta-feira (27), evento on-line em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Fumo, lembrado em 29 de agosto. Neste ano, a campanha tem como tema “Atividade f&iacute;sica e sa&uacute;de: treinar não combina com fumar”. A finalidade &eacute; destacar os efeitos opostos da prática de exerc&iacute;cios e do uso de produtos de tabaco e nicotina sobre o organismo.Segundo o Inca, a atividade f&iacute;sica fortalece os sistemas cardiovascular,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O <a href="https://www.gov.br/inca/pt-br" target="_blank">Instituto Nacional de Câncer (Inca) </a>promoveu, nesta quinta-feira (27), evento on-line em alusão ao <a href="https://www.inca.gov.br/assuntos/dia-nacional-de-combate-ao-fumo" target="_blank">Dia Nacional de Combate ao Fumo</a>, lembrado em 29 de agosto. Neste ano, a campanha tem como tema “Atividade f&iacute;sica e sa&uacute;de: treinar não combina com fumar”. </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700812&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700812&amp;o=node"></p><p><strong>A finalidade &eacute; destacar os efeitos opostos da prática de exerc&iacute;cios e do uso de produtos de tabaco e nicotina sobre o organismo.</strong></p><p>Segundo o Inca, a atividade f&iacute;sica fortalece os sistemas cardiovascular, respirat&oacute;rio e muscular, melhorando o condicionamento e a qualidade de vida. Já o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/tabagismo-0" target="_blank">tabagismo</a> compromete essas funções, reduz o desempenho f&iacute;sico e aumenta o risco de doenças cr&ocirc;nicas. </p><p>A prática de exerc&iacute;cios tamb&eacute;m pode ser uma aliada para o fim do tabagismo, ao ajudar a reduzir a vontade de fumar e os sintomas da abstinência.</p><p>Para a psic&oacute;loga e especialista no tratamento do tabagismo do Inca Vera Borges, a atividade f&iacute;sica tem papel fundamental na melhora da sa&uacute;de como um todo. </p><p>“Esse tema guarda a necessidade de alertar os fumantes de cigarros e de vapes que fazem atividade f&iacute;sica e que acreditam que o exerc&iacute;cio reduz o risco de adoecimento. Quaisquer das formas desse produto vai trazer preju&iacute;zo &agrave; sa&uacute;de.”</p><p>Segundo Vera, todos os ganhos advindos da prática regular de uma atividade f&iacute;sica são perdidos com os danos causados pelo tabagismo. </p><p><strong>Dessa forma, o Inca busca prevenir o tabagismo e fortalecer comportamentos saudáveis, proteger ambientes livres dos produtos da nicotina e promover o fim do tabagismo. </strong></p><blockquote><p>“Treinar e fumar &eacute; incompat&iacute;vel, quando a gente pensa no cuidado &agrave; sa&uacute;de.”</p></blockquote><h2>Cigarros eletr&ocirc;nicos</h2><p><strong>A campanha tamb&eacute;m tem como foco informar sobre os danos causados pela dependência &agrave; nicotina no universo dos <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/tabagismo-e-maior-entre-jovens-de-16-24-anos-alerta-pesquisa" target="_blank">adolescentes e jovens</a>, al&eacute;m de alertar sobre a experimentação de dispositivos eletr&ocirc;nicos para fumar, os <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/vape" target="_blank">vapes</a>, e outros derivados do tabaco. </strong></p><p>De acordo com a especialista, esse p&uacute;blico &eacute; levado a acreditar que os eletr&ocirc;nicos são produtos menos danosos ao condicionamento f&iacute;sico. Atualmente, ela alerta que o uso de sachês de nicotina &eacute; promovido nas redes sociais por influenciadores e atletas como um estimulante natural de bem-estar.</p><p>Segundo a psic&oacute;loga, enquanto a atividade f&iacute;sica fortalece os sistemas cardiovascular, respirat&oacute;rio e muscular, o uso do tabaco compromete essas funções, reduz o desempenho f&iacute;sico e eleva o risco de doenças cr&ocirc;nicas.</p><blockquote><p>“Fumantes têm menor resistência f&iacute;sica, fadiga precoce, recuperação mais lenta ap&oacute;s os treinos e maior risco de lesões ou complicações cardiovasculares durante atividades intensas.”</p></blockquote><p><strong>Os benef&iacute;cios da atividade f&iacute;sica ficam comprometidos diante do uso de tabaco e nicotina com danos &agrave; sa&uacute;de por meio de mecanismos como:</strong></p><ul><li>Vasoconstrição &ndash; a nicotina contrai os vasos sangu&iacute;neos reduzindo o fluxo de sangue para os m&uacute;sculos e &oacute;rgãos;</li><li>Privação de oxigênio &ndash; redução da capacidade do sangue de transportar oxigênio, privando os m&uacute;sculos desse elemento essencial durante o esforço f&iacute;sico;</li><li>Preju&iacute;zo pulmonar &ndash; inflamação das vias a&eacute;reas reduzindo a função pulmonar, dificultando a respiração;</li><li>Sobrecarga energ&eacute;tica &ndash; o esforço f&iacute;sico torna-se maior para atividades que exigiriam menos energia de uma pessoa não fumante  </li></ul>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: M&aacute;rcio Cunha ]]></media:title> 
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		</item>
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			<title>ABBR realiza palestra gratuita sobre o papel da psicologia na reabilitação multidisciplinar</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 18:44:39 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (26), a Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR) irá realizar a palestra *gratuita* “Cuidar para al&eacute;m do corpo: a Psicologia na reabilitação multidisciplinar”. Realizado no audit&oacute;rio da instituição &ndash; localizada no Jardim Botânico &ndash;, o encontro acontecerá em formato de mesas-redondas, das 9h &agrave;s 13h30.Em comemoração ao Dia do Psic&oacute;logo (celebrado em 27 de agosto), o evento irá reforçar o papel central da ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Nesta quarta-feira (26), a Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR) irá realizar a palestra *gratuita* “Cuidar para al&eacute;m do corpo: a Psicologia na reabilitação multidisciplinar”. Realizado no audit&oacute;rio da instituição &ndash; localizada no Jardim Botânico &ndash;, o encontro acontecerá em formato de mesas-redondas, das 9h &agrave;s 13h30.</p><p style="text-align: justify; ">Em comemoração ao Dia do Psic&oacute;logo (celebrado em 27 de agosto), o evento irá reforçar o papel central da Psicologia em meio &agrave;s mudanças emocionais, sociais e comportamentais que acontecem com a pessoa durante o processo de reabilitação. De acordo com o diretor m&eacute;dico da ABBR, João Grangeiro, a palestra tem o prop&oacute;sito de reforçar os cuidados necessários com o paciente frente &agrave;s transformações ocorridas por lesões ou adoecimento.</p><p style="text-align: justify; ">“A recuperação exige um olhar atento para cada etapa vivenciada pelo paciente. Nesse contexto, o olhar psicol&oacute;gico contribui para compreender as particularidades de cada pessoa, fortalecer sua confiança e ajudá-la a encontrar caminhos para lidar com os desafios que surgem ao longo do tratamento. &Eacute; uma atuação que se soma &agrave;s demais especialidades e amplia a qualidade do suporte oferecido”, afirma.</p><p style="text-align: justify; ">A oportunidade será dividida em dois momentos. O primeiro acontecerá logo de in&iacute;cio, das 9h &agrave;s 10h30. Na oportunidade, a mesa-redonda irá contar com o debate de cinco profissionais. São elas: *Luciana Vasconcelos (m&eacute;dica da ABBR)* , *Amanda Andrade (terapeuta ocupacional no CERN)* , *Eliana Figueiredo (psic&oacute;loga da ABBR)* e *Tamara Mesquita (assistente social da ABBR)* . Juntas, elas irão abordar as contribuições da Psicologia na infância.</p><p style="text-align: justify; ">Ap&oacute;s um coffee break de meia-hora, começará a segunda roda de conversa. Neste momento, o tema central debaterá o paciente no centro do cuidado, reafirmando seu “protagonismo” na recuperação. A discussão será integrada pelas profissionais *Ana Lu&iacute;za Baptista (m&eacute;dica da ABBR)* , *Cristiane Barbosa (assistente social da ABBR)* , *Dárcia Marques Tib&uacute;rcio (psic&oacute;loga da ABBR)* e *Milena Cunha (terapeuta ocupacional da ABBR)* . A sessão vai ocorrer entre 11h e 12h30.</p><p style="text-align: justify; ">Entre 12h30 e 13h, ainda haverá a abertura de perguntas para o p&uacute;blico presente na reunião. O encerramento está previsto para &agrave;s 13h30. As inscrições devem ser realizadas no site <a href="https://eventos.abbr.org.br/"><b>https://eventos.abbr.org.br/</b></a>.</p><p style="text-align: justify;">_*Resumo:*_</p><p style="text-align: justify;">_*Data:*_ 26 de agosto (quarta-feira).</p><p style="text-align: justify;">_*Horário:*_ das 9h &agrave;s 13h30.</p><p style="text-align: justify; ">_*Local:*_ Audit&oacute;rio da ABBR, localizado na Rua Jardim Botânico, n° 660, Jardim Botânico, Rio de Janeiro-RJ.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
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			<title>Fibromialgia ganha destaque na novela e reacende debate sobre dor invisível e demora no diagnóstico</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 17:24:29 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A fibromialgia ganhou espaço no horário nobre. Em Quem Ama Cuida, novela das 9 da TV Globo, Elisa, personagem interpretada por Isabela Garcia, recebe o diagn&oacute;stico da doença depois de enfrentar sintomas que afetam sua rotina e qualidade de vida. Fora da ficção, hist&oacute;rias semelhantes vêm sendo relatadas por mulheres que passaram meses ou at&eacute; anos tentando entender a origem de dores persistentes, cansaço e outros sintomas.O assunto ganhou ainda mais repercussão com...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="FirstParagraph" style="text-align: justify; ">A fibromialgia ganhou espaço no horário nobre. Em <i>Quem Ama Cuida</i>, novela das 9 da TV Globo, Elisa, personagem interpretada por Isabela Garcia, recebe o diagn&oacute;stico da doença depois de enfrentar sintomas que afetam sua rotina e qualidade de vida. Fora da ficção, hist&oacute;rias semelhantes vêm sendo relatadas por mulheres que passaram meses ou at&eacute; anos tentando entender a origem de dores persistentes, cansaço e outros sintomas.</p><p style="text-align: justify; ">O assunto ganhou ainda mais repercussão com relatos recentes de celebridades. A atriz Carol Castro contou publicamente que conviveu durante anos com dores e cansaço e que chegou a normalizar os sintomas antes de descobrir a fibromialgia. Já Franciely Freduzeski revelou ter levado cerca de quatro anos e passado por dezenas de m&eacute;dicos at&eacute; chegar ao diagn&oacute;stico.</p><p style="text-align: justify; ">Outros nomes conhecidos, como Dani Valente e Cristiana Oliveira, tamb&eacute;m já falaram sobre a convivência com a doença. Internacionalmente, Lady Gaga tornou p&uacute;blica sua experiência com a fibromialgia e os impactos das crises em sua vida profissional.</p><p style="text-align: justify; ">A exposição do tema na televisão e nos relatos de pessoas conhecidas ajuda a chamar atenção para uma questão frequente nos consult&oacute;rios: quando uma dor deixa de ser consequência do cansaço, da rotina ou do estresse e merece uma investigação mais cuidadosa?</p><p style="text-align: justify; ">Segundo a m&eacute;dica Márcia Umbelino, um dos desafios &eacute; justamente não normalizar sintomas persistentes.</p><p style="text-align: justify; ">“Existe uma diferença entre chegar ao fim de um dia cansativo sentindo o corpo pesado e conviver repetidamente com dor difusa, fadiga intensa e a sensação de acordar sem ter descansado. Quando esses sintomas persistem e começam a interferir no trabalho, no sono, na atividade f&iacute;sica ou na vida social, eles precisam ser investigados”, explica.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="X782bd8583b7507636a349f2bed1167dae20a6ce">Dor existe mesmo quando os exames não mostram alterações</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">A fibromialgia &eacute; uma condição cr&ocirc;nica caracterizada principalmente por dor generalizada, frequentemente associada a fadiga, alterações do sono e outros sintomas. Diferentemente de várias doenças inflamat&oacute;rias ou lesões musculoesquel&eacute;ticas, por&eacute;m, não existe um exame de sangue ou de imagem espec&iacute;fico capaz de confirmar sozinho o diagn&oacute;stico.</p><p style="text-align: justify;">Isso significa que uma pessoa pode realizar exames que não apresentam alterações significativas e, ainda assim, estar sofrendo com um quadro real de dor cr&ocirc;nica.</p><p style="text-align: justify; ">Para Márcia, esse &eacute; um dos pontos que mais precisam ser esclarecidos quando a fibromialgia ganha espaço na ficção ou no debate p&uacute;blico.</p><p style="text-align: justify; ">“Exame normal não significa paciente sem doença e muito menos paciente sem dor. Na fibromialgia, a avaliação &eacute; essencialmente cl&iacute;nica. Os exames podem ser importantes para investigar outras causas e condições associadas, mas não podemos transformar a ausência de uma alteração laboratorial em argumento para desqualificar aquilo que a pessoa está sentindo”, afirma.</p><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">Essa caracter&iacute;stica tamb&eacute;m ajuda a explicar por que alguns pacientes passam por diferentes consultas e especialidades antes de compreender o conjunto dos sintomas.</p><p style="text-align: justify;">Dor muscular pode inicialmente ser atribu&iacute;da &agrave; postura ou ao excesso de atividade; fadiga pode ser interpretada como consequência da rotina; dificuldade de concentração pode ser associada ao estresse; e noites mal dormidas podem ser tratadas de forma isolada.</p><p style="text-align: justify;">&Eacute; justamente a combinação e a persistência dessas queixas que devem chamar atenção.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="fibromialgia-vai-muito-al&eacute;m-da-dor">Fibromialgia vai muito al&eacute;m da dor</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">Embora a dor generalizada seja o sintoma mais conhecido, a fibromialgia não se resume a ela. Fadiga, dificuldade para dormir ou sono não reparador, problemas de concentração e mem&oacute;ria e alterações emocionais podem fazer parte do quadro.</p><p style="text-align: justify; ">“Muitas vezes a pessoa diz: ‘Eu durmo, mas acordo como se não tivesse dormido’. Esse &eacute; um relato que merece atenção. Quando o sono não restaura, a fadiga aumenta, a tolerância &agrave; dor pode piorar e o paciente entra em um ciclo que compromete progressivamente sua qualidade de vida”<b>,</b> explica Márcia.</p><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">Por isso, a avaliação não deve olhar apenas para um sintoma isolado.</p><p style="text-align: justify; ">“O cuidado precisa enxergar o paciente por inteiro. Dor, sono, sa&uacute;de emocional, n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica, rotina e outras condições de sa&uacute;de se comunicam. Tratar apenas uma dessas peças nem sempre &eacute; suficiente”<b>,</b> acrescenta.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="X342a580e085b8c1c1021cc72e9334ef8e32d5b6">Movimento pode fazer parte do tratamento, mas começar devagar &eacute; fundamental</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">Para quem sente dor, a recomendação de praticar exerc&iacute;cios pode parecer contradit&oacute;ria. No entanto, a atividade f&iacute;sica regular e progressiva &eacute; uma das estrat&eacute;gias utilizadas no manejo da fibromialgia.</p><p style="text-align: justify; ">O ponto fundamental, segundo Márcia, &eacute; evitar dois extremos: o sedentarismo completo e a tentativa de iniciar de uma vez uma rotina intensa de exerc&iacute;cios.</p><p style="text-align: justify; ">“Não &eacute; dizer para uma pessoa que está com dor simplesmente ‘vá fazer exerc&iacute;cio’. &Eacute; preciso respeitar o ponto de partida de cada paciente. Muitas vezes começamos com pouco, aumentamos gradualmente e buscamos uma atividade que seja poss&iacute;vel manter. O objetivo não &eacute; desempenho esportivo. &Eacute; recuperar função, autonomia e qualidade de vida”<b>,</b> explica.</p><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">Sono adequado, manejo do estresse, acompanhamento m&eacute;dico e, quando necessário, atuação de diferentes profissionais tamb&eacute;m podem integrar o cuidado. Não existe uma &uacute;nica intervenção que funcione igualmente para todos.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="X02dcec19dc893929db569488eb65a638eea041a">Promessas de cura rápida merecem desconfiança</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify; ">A repercussão de doenças cr&ocirc;nicas nas redes sociais tamb&eacute;m trouxe outro fen&ocirc;meno: a multiplicação de v&iacute;deos e an&uacute;ncios que prometem eliminar a fibromialgia por meio de suplementos, dietas, f&oacute;rmulas, procedimentos ou protocolos isolados.</p><p style="text-align: justify; ">Para Márcia, &eacute; preciso cautela principalmente diante de promessas definitivas.</p><p style="text-align: justify; ">“Quando algu&eacute;m oferece uma solução &uacute;nica e rápida para uma condição complexa, isso deve acender um sinal de alerta. A fibromialgia pode ser controlada e muitas pessoas conseguem melhorar significativamente os sintomas e a qualidade de vida, mas não existe uma f&oacute;rmula universal. O tratamento precisa ser individualizado”<b>,</b> ressalta.</p><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">A busca por uma solução milagrosa pode ainda levar o paciente a gastar dinheiro com produtos sem benef&iacute;cio comprovado ou abandonar estrat&eacute;gias terapêuticas que estavam ajudando.</p><p style="text-align: justify; ">“O objetivo não &eacute; colocar a pessoa em uma peregrinação eterna atrás de uma cura milagrosa. &Eacute; construir um cuidado poss&iacute;vel, baseado em evidências e que permita que ela volte a fazer coisas importantes para a pr&oacute;pria vida”<b>,</b> diz.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="Xb7806e122d671abdf57e9d46a9cb41011508671">Acolher não significa tratar a pessoa como incapaz</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify; ">A fibromialgia tamb&eacute;m pode afetar as relações familiares. Como a dor nem sempre &eacute; vis&iacute;vel para quem está de fora, pacientes podem enfrentar desde descrença at&eacute; o extremo oposto: familiares que, na tentativa de proteger, passam a tratar aquela pessoa como incapaz.</p><p style="text-align: justify;">Nenhuma das duas atitudes ajuda.</p><p style="text-align: justify; ">“Acolher &eacute; acreditar no relato da pessoa, respeitar seus limites e oferecer ajuda quando ela precisa. Mas isso não significa retirar sua autonomia. O paciente continua sendo protagonista da pr&oacute;pria vida e deve ser estimulado, dentro das suas possibilidades, a preservar movimento, v&iacute;nculos, projetos e independência”<b>,</b> orienta Márcia.</p><p style="text-align: justify; "><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/08/94633_e91168d2b92b922d9fe5f20ce56ee7e6.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify; ">Nesse sentido, a presença da fibromialgia em uma novela de grande audiência pode cumprir um papel que ultrapassa a pr&oacute;pria trama: fazer com que pessoas que convivem há muito tempo com sintomas semelhantes percebam que aquela dor merece ser ouvida e investigada.</p><p>                                                                                  </p><p style="text-align: justify; ">“Quando uma novela coloca um tema de sa&uacute;de na sala das pessoas, ela abre uma oportunidade importante de informação. O cuidado que precisamos ter &eacute; transformar identificação em orientação adequada. A pessoa não deve se autodiagnosticar porque se reconheceu em uma personagem, mas pode usar essa identificação como motivo para procurar avaliação profissional”<b>,</b> conclui Márcia Umbelino.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o TV Globo ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Hospital Pedro Ernesto, da Uerj, prepara a 64ª edição de seu Congresso Científico</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94618/hospital-pedro-ernesto-da-uerj-prepara-a-64-edicao-de-seu-congresso-cientifico.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 08:59:07 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A área de saúde vive um momento de transição em que tecnologia e a empatia humana se unem para aprimorar o cuidado centrado no paciente. Atento a este cenário, o Hospital Universitário Pedro Ernesto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Hupe/Uerj) promoverá o 64º Congresso Científico do HUPE, que acontecerá entre os dias 24 e 28 de agosto de 2026, no Complexo de Saúde da Uerj, em Vila Isabel, Rio de Janeiro.O tema central desta edição &eacute; "Saúde 5.0: Conectando...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A área de saúde vive um momento de transição em que tecnologia e a empatia humana se unem para aprimorar o cuidado centrado no paciente. Atento a este cenário, o Hospital Universitário Pedro Ernesto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Hupe/Uerj) promoverá o 64º Congresso Científico do HUPE, que acontecerá entre os dias 24 e 28 de agosto de 2026, no Complexo de Saúde da Uerj, em Vila Isabel, Rio de Janeiro.</p><p>O tema central desta edição &eacute; "Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização", focando no impacto da inteligência artificial, transformação digital e inovação diagn&oacute;stica sem perder o acolhimento ao paciente.</p><p>O objetivo &eacute; integrar dois eixos fundamentais para a garantia da saúde e bem-estar da população: os avanços tecnol&oacute;gicos e o cuidado centrado no ser humano, sob perspectiva científica rigorosa e atualizada.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! o depoimento da presidente do Congresso Científico, Luciana Rodrigues, chefe do Serviço de Patologia Clínica do hospital.</b><br></p><p>O pensamento que norteou toda a estrutura desta 64ª edição do congresso &eacute; o de que a inovação tecnol&oacute;gica em saúde s&oacute; alcança seu verdadeiro prop&oacute;sito quando aplicada em benefício de quem dela necessita, impactando positivamente a vida das pessoas e da sociedade. Debater essa integração &eacute; essencial para os profissionais de saúde na atualidade, especialmente em uma instituição na qual ensino, pesquisa, assistência e extensão constituem seus pilares.</p><p>“Convidamos profissionais, pesquisadores e estudantes a participarem dessa jornada de aprendizado e transformação. Que possamos vivenciar espaços f&eacute;rteis em novas ideias e parcerias, fortalecendo nosso compromisso com uma saúde cada vez mais eficiente, &eacute;tica, acessível, sustentável e, acima de tudo, humana”, convida Luciana Rodrigues, Chefe da Unidade Docente Assistencial (UDA) de Patologia Clínica do Hupe/Uerj e Presidente do Congresso.</p><p>Para mais informações:</p><p>https://congresso.hupe.uerj.br/home-2026</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>MPF pede condenação da União em ação civil pública sobre a distribuição gratuita de absorventes</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94516/mpf-pede-condenacao-da-uniao-em-acao-civil-publica-sobre-a-distribuicao-gratuita-de-absorventes.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/94516/mpf-pede-condenacao-da-uniao-em-acao-civil-publica-sobre-a-distribuicao-gratuita-de-absorventes.html</guid>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 12:31:32 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Minist&eacute;rio Público Federal (MPF) manifestou-se pela condenação da União em ação civil pública que trata da implementação do Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual e da distribuição gratuita de absorventes higiênicos &agrave; população vulnerável. Em manifestação apresentada &agrave; Justiça Federal, o procurador regional dos Direitos do Cidadão adjunto Julio Araujo avaliou que a União não comprovou o cumprimento de decisão liminar que determinou a ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Minist&eacute;rio Público Federal (MPF) manifestou-se pela condenação da União em ação civil pública que trata da implementação do Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual e da distribuição gratuita de absorventes higiênicos &agrave; população vulnerável. Em manifestação apresentada &agrave; Justiça Federal, o procurador regional dos Direitos do Cidadão adjunto Julio Araujo avaliou que a União não comprovou o cumprimento de decisão liminar que determinou a apresentação de um Plano de Cumprimento da Lei nº 14.214/2022.</p><p>A decisão havia determinado que a União apresentasse um plano acompanhado de regulamentação e planejamento orçamentário específico, incluindo a definição dos recursos financeiros a serem obtidos no âmbito do programa de Atenção Primária &agrave; Saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a manifestação, embora a União tenha apresentado documentos e informado a adoção de medidas administrativas para a oferta gratuita de absorventes, ainda não consta nos autos um plano articulado e estruturado para a implementação da política pública.</p><p>Para o MPF, a execução de medidas pontuais não substitui o planejamento orçamentário estruturado nem a coordenação interinstitucional necessários para garantir a continuidade e a escala nacional da política. A manifestação ressalta que ainda persistem estigmas, barreiras digitais e territoriais e dificuldades relacionadas &agrave; cobertura da rede credenciada do Programa Farmácia Popular, fatores que dificultam o atendimento efetivo do público elegível. Conforme informação prestada por representante do Minist&eacute;rio da Saúde em audiência realizada em maio, apenas um percentual muito pequeno do público-alvo era atendido pelo programa.</p><p>O MPF tamb&eacute;m avaliou que os dados apresentados sobre os recursos financeiros utilizados at&eacute; o momento, embora indiquem iniciativas já realizadas, não equivalem ao orçamento necessário para a expansão da política pública. Segundo a manifestação, ainda não foram indicados o montante total de recursos destinados &agrave; política, a fonte orçamentária, as dotações a serem mobilizadas e o cronograma de desembolso.</p><p>O documento destaca que já se passaram mais de quatro anos da promulgação da Lei nº 14.214/2021, três anos do Decreto nº 11.432/2023 e o período posterior &agrave; concessão da liminar.</p><p>Diante desse cenário, o MPF concluiu que as medidas adotadas pela União, embora consideradas bem-intencionadas, não esgotam o objeto da ação civil pública nem caracterizam o cumprimento da tutela de urgência, por não estarem estruturadas em um plano de cumprimento capaz de assegurar a viabilidade orçamentária do Programa e a máxima efetividade da política pública.</p><p>Nesse contexto, al&eacute;m do prosseguimento da ação, o MPF pede a fixação de multa diária pelo não cumprimento da decisão liminar.</p><p><span style="font-size: 18px;">Confira se tem direito a receber absorventes gratuitos pelo Programa Dignidade Menstrual </span></p><p>O Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual (conhecido como <em class="eujQNb" jsaction="" jscontroller="yHWXO#Mkm8ud" data-sfc-root="ep" jsuid="VKwNnf_l" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);">Programa Dignidade Menstrual</em>), instituído pela <a class="H23r4e" target="_blank" rel="noopener" data-ved="2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQy_kOegoIAggACAAIDBAB" data-hveid="CAIIAAgACAwQAQ" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/03/18/promulgada-lei-para-distribuicao-de-absorventes-as-mulheres-de-baixa-renda" ping="/url?sa=t&source=web&rct=j&url=https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/03/18/promulgada-lei-para-distribuicao-de-absorventes-as-mulheres-de-baixa-renda&ved=2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQy_kOegoIAggACAAIDBAB&opi=89978449" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 500; margin: 0px; text-decoration: underline 1px rgb(26, 13, 171); border-bottom: 0px rgb(26, 13, 171);">Lei nº 14.214/2021</a> e regulamentado pelo <a class="H23r4e" target="_blank" rel="noopener" data-ved="2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQy_kOegoIAggACAAIDBAC" data-hveid="CAIIAAgACAwQAg" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/decreto/d11432.htm" ping="/url?sa=t&source=web&rct=j&url=https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/decreto/d11432.htm&ved=2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQy_kOegoIAggACAAIDBAC&opi=89978449" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 500; margin: 0px; text-decoration: underline 1px rgb(26, 13, 171); border-bottom: 0px rgb(26, 13, 171);">Decreto nº 11.432/2023</a>, garante a distribuição gratuita de absorventes higiênicos pelo Governo Federal no Brasil. A entrega &eacute; feita por meio da rede credenciada do <a class="H23r4e" target="_blank" rel="noopener" data-ved="2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQy_kOegoIAggACAAIDBAD" data-hveid="CAIIAAgACAwQAw" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/canais-de-atendimento/ouvsus/servicos/programa-dignidade-menstrual" ping="/url?sa=t&source=web&rct=j&url=https://www.gov.br/saude/pt-br/canais-de-atendimento/ouvsus/servicos/programa-dignidade-menstrual&ved=2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQy_kOegoIAggACAAIDBAD&opi=89978449" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 500; margin: 0px; text-decoration: underline 1px rgb(26, 13, 171); border-bottom: 0px rgb(26, 13, 171);">Programa Farmácia Popular do Brasil</a>. </p><div class="yhAwj" data-sfc-cp="" jsaction="rcuQ6b:&VKwNnf_z|npT2md" jscontroller="UTzWVc#U8DOt" data-sfc-root="ep" jsuid="VKwNnf_z" data-complete="true" data-sfc-inited="2" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);"></div><div class="otQkpb" aria-level="3" role="heading" data-animation-nesting="" data-sfc-cp="" jsaction="" data-wiz-attrbind="aria-level=VKwNnf_10/fLk2Md" jscontroller="a7qCn#ZxCkTb" data-sfc-root="ep" jsuid="VKwNnf_10" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 20px; font-weight: 600; margin: 24px 0px 12px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);">Quem tem direito</div><div data-bfc="" class="" data-ved="2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQi4wTegoIAggACAAIFBAA" data-hveid="CAIIAAgACBQQAA" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);"><div class="n6owBd awi2gc" data-sfc-cp="" jsaction="" jscontroller="TDBkbc#Ml18Xb" data-sfc-root="ep" jsuid="VKwNnf_11" data-hveid="CAIIAAgACBQQAQ" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 12px 0px 16px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);">O benefício &eacute; voltado para pessoas que menstruam, com idade entre 10 e 49 anos, que estejam inscritas no <a class="H23r4e" target="_blank" rel="noopener" data-ved="2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQy_kOegoIAggACAAIFBAC" data-hveid="CAIIAAgACBQQAg" href="https://meususdigital.saude.gov.br/perfil/duvidas-frequentes" ping="/url?sa=t&source=web&rct=j&url=https://meususdigital.saude.gov.br/perfil/duvidas-frequentes&ved=2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQy_kOegoIAggACAAIFBAC&opi=89978449" aria-label="Cadastro Único (CadÚnico). Pr&eacute;via do link. Site: Meu SUS Digital. Título: Dúvidas frequentes - Meu SUS Digital - Minist&eacute;rio da Saúde. URL: https://meususdigital.saude.gov.br/perfil/duvidas-frequentes." data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 500; margin: 0px; text-decoration: underline 1px rgb(26, 13, 171); border-bottom: 0px rgb(26, 13, 171);">Cadastro Único (CadÚnico)</a> e se enquadrem em pelo menos uma das seguintes situações:</div></div><ul class="KsbFXc U6u95" jsaction="" jscontroller="mPWODf#NS0kde" data-sfc-root="ep" jsuid="VKwNnf_19" data-ved="2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQ-7AUegoIAggACAAIGhAA" data-hveid="CAIIAAgACBoQAA" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 12px 0px 16px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);"><div data-bfc="" class="" data-ved="2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQi4wTegoIAggACAAIGhAB" data-hveid="CAIIAAgACBoQAQ" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);"><li class="Z1qcYe" data-sfc-cp="" jsaction="" jscontroller="oSLmPe#HokZ0d" data-sfc-root="ep" jsuid="VKwNnf_1a" data-hveid="CAIIAAgACBoQAg" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px 0px 12px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);">Estar em situação de extrema pobreza (renda familiar mensal per capita de at&eacute; R$ 218).</li></div><div data-bfc="" class="" data-ved="2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQi4wTegoIAggACAAIGhAD" data-hveid="CAIIAAgACBoQAw" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);"><li class="Z1qcYe" data-sfc-cp="" jsaction="" jscontroller="oSLmPe#HokZ0d" data-sfc-root="ep" jsuid="VKwNnf_1c" data-hveid="CAIIAAgACBoQBA" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px 0px 12px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);">Ser estudante de baixa renda matriculado na rede pública de ensino (renda familiar per capita de at&eacute; meio salário mínimo).</li></div><div data-bfc="" class="" data-ved="2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQi4wTegoIAggACAAIGhAF" data-hveid="CAIIAAgACBoQBQ" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);"><li class="Z1qcYe" data-sfc-cp="" jsaction="" jscontroller="oSLmPe#HokZ0d" data-sfc-root="ep" jsuid="VKwNnf_1e" data-hveid="CAIIAAgACBoQBg" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px 0px 12px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);">Estar em situação de rua (sem limite de renda).</li></div><div data-bfc="" class="" data-ved="2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQi4wTegoIAggACAAIGhAH" data-hveid="CAIIAAgACBoQBw" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);"><li class="Z1qcYe" data-sfc-cp="" jsaction="" jscontroller="oSLmPe#HokZ0d" data-sfc-root="ep" jsuid="VKwNnf_1g" data-hveid="CAIIAAgACBoQCA" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px 0px 12px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);">Estar privada de liberdade (atendida pelo sistema prisional). </li></div></ul><div class="yhAwj" data-sfc-cp="" jsaction="rcuQ6b:&VKwNnf_1p|npT2md" jscontroller="UTzWVc#U8DOt" data-sfc-root="ep" jsuid="VKwNnf_1p" data-complete="true" data-sfc-inited="2" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);"></div><div data-bfc="" class="" data-ved="2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQi4wTegoIAggACAAIHxAA" data-hveid="CAIIAAgACB8QAA" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);"><div class="otQkpb" aria-level="3" role="heading" data-animation-nesting="" data-sfc-cp="" jsaction="" data-wiz-attrbind="aria-level=VKwNnf_1q/fLk2Md" jscontroller="a7qCn#ZxCkTb" data-sfc-root="ep" jsuid="VKwNnf_1q" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 20px; font-weight: 600; margin: 24px 0px 12px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);">Quantidade e periodicidade</div></div><ul class="KsbFXc U6u95" jsaction="" jscontroller="mPWODf#NS0kde" data-sfc-root="ep" jsuid="VKwNnf_2q" data-ved="2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQ-7AUegoIAggACAAIIRAA" data-hveid="CAIIAAgACCEQAA" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 12px 0px 16px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);"><div data-bfc="" class="" data-ved="2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQi4wTegoIAggACAAIIRAB" data-hveid="CAIIAAgACCEQAQ" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);"><li class="Z1qcYe" data-sfc-cp="" jsaction="" jscontroller="oSLmPe#HokZ0d" data-sfc-root="ep" jsuid="VKwNnf_2r" data-hveid="CAIIAAgACCEQAg" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px 0px 12px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);">Cada beneficiária tem direito a receber 40 unidades de absorventes higiênicos a cada período de 56 dias (o equivalente a dois ciclos menstruais). </li></div></ul><div class="yhAwj" data-sfc-cp="" jsaction="rcuQ6b:&VKwNnf_33|npT2md" jscontroller="UTzWVc#U8DOt" data-sfc-root="ep" jsuid="VKwNnf_33" data-complete="true" data-sfc-inited="2" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);"></div><div data-bfc="" class="" data-ved="2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQi4wTegoIAggACAAIIhAA" data-hveid="CAIIAAgACCIQAA" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);"><div class="otQkpb" aria-level="3" role="heading" data-animation-nesting="" data-sfc-cp="" jsaction="" data-wiz-attrbind="aria-level=VKwNnf_34/fLk2Md" jscontroller="a7qCn#ZxCkTb" data-sfc-root="ep" jsuid="VKwNnf_34" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 20px; font-weight: 600; margin: 24px 0px 12px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);">Como acessar e retirar</div></div><ol class="IaGLZe VimKh" jsaction="" jscontroller="xE4zce#N1SbDe" data-sfc-root="ep" jsuid="VKwNnf_35" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 12px 0px 16px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);"><div data-bfc="" class="" data-ved="2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQi4wTegoIAggACAAIIxAA" data-hveid="CAIIAAgACCMQAA" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);"><li class="Z1qcYe" data-sfc-cp="" jsaction="" jscontroller="oSLmPe#HokZ0d" data-sfc-root="ep" jsuid="VKwNnf_36" data-hveid="CAIIAAgACCMQAQ" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px 0px 12px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);">Emitir a Autorização: Acesse o aplicativo ou site oficial Meu SUS Digital utilizando sua conta do gov.br. Selecione a opção "Dignidade Menstrual" e gere o documento de autorização (que possui um QR Code). Em caso de dificuldades com a internet, &eacute; possível buscar orientações em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). </li></div><div data-bfc="" class="" data-ved="2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQi4wTegoIAggACAAIIxAG" data-hveid="CAIIAAgACCMQBg" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);"><li class="Z1qcYe" data-sfc-cp="" jsaction="" jscontroller="oSLmPe#HokZ0d" data-sfc-root="ep" jsuid="VKwNnf_3g" data-hveid="CAIIAAgACCMQBw" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px 0px 12px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);">Ir &agrave; Farmácia: Dirija-se a um estabelecimento credenciado do <a class="H23r4e" target="_blank" rel="noopener" data-ved="2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQy_kOegoIAggACAAIIxAI" data-hveid="CAIIAAgACCMQCA" href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/obter-autorizacao-para-retirada-gratuita-de-absorventes-higienicos-em-estabelecimentos-do-farmacia-popular" ping="/url?sa=t&source=web&rct=j&url=https://www.gov.br/pt-br/servicos/obter-autorizacao-para-retirada-gratuita-de-absorventes-higienicos-em-estabelecimentos-do-farmacia-popular&ved=2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQy_kOegoIAggACAAIIxAI&opi=89978449" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 500; margin: 0px; text-decoration: underline 1px rgb(26, 13, 171); border-bottom: 0px rgb(26, 13, 171);">Farmácia Popular</a> (identificado com o selo do programa).</li></div><div data-bfc="" class="" data-ved="2ahUKEwiypei9hrKWAxVqpJUCHTRnJmoQi4wTegoIAggACAAIIxAO" data-hveid="CAIIAAgACCMQDg" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);"><li class="Z1qcYe" data-sfc-cp="" jsaction="" jscontroller="oSLmPe#HokZ0d" data-sfc-root="ep" jsuid="VKwNnf_3p" data-hveid="CAIIAAgACCMQDw" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: "Google Sans", Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px 0px 12px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);">Apresentar Documentos: Leve um documento oficial de identificação com foto, o número do CPF e a autorização gerada no aplicativo (no celular ou impressa).</li></div></ol><p>      </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Potenciais benefici&aacute;rias, como estudantes matriculadas na rede p&uacute;blica, enfrentam dificuldades na hora de encontrar os absorventes pela Farm&aacute;cia Popular. Foto: Ascom MS]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>País terá Dia D de Multivacinação neste sábado (22)</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94514/pais-tera-dia-d-de-multivacinacao-neste-sabado-22.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/94514/pais-tera-dia-d-de-multivacinacao-neste-sabado-22.html</guid>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:04:12 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Unidades básicas de Sa&uacute;de e postos de vacinação ficarão abertos neste sábado (22) em todo o pa&iacute;s para que crianças e adolescentes menores de 15 anos atualizem a caderneta vacinal.  &Eacute; o Dia D da Campanha de Multivacinação, que começou no in&iacute;cio do mês e segue at&eacute; 1º de setembro.Estão sendo ofertados 20 tipos de imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação que protegem contra doenças como meningite, tuberculose e cânceres associados &agrave;...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Unidades básicas de Sa&uacute;de e postos de vacinação ficarão abertos neste sábado (22) em todo o pa&iacute;s para que crianças e adolescentes menores de 15 anos atualizem a caderneta vacinal.  &Eacute; o Dia D da Campanha de Multivacinação, que começou no in&iacute;cio do mês e segue at&eacute; 1º de setembro.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700280&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700280&amp;o=node"></p><p><strong>Estão sendo ofertados 20 tipos de imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação que protegem contra doenças como meningite, tuberculose e cânceres associados &agrave; infecção pelo HPV.</strong></p><p><strong>Pela primeira vez, a campanha conta com a vacina pneumoc&oacute;cica 20-valente (pneumo 20), incorporada em junho ao calendário. </strong>A dose amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, incluindo pneumonias e meningites, e &eacute; indicado para crianças menores de 5 anos.</p><p>At&eacute; a &uacute;ltima quarta-feira (18), o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de havia distribu&iacute;do mais de 180 milhões de doses para garantir a vacinação em todo o pa&iacute;s ao longo do ano. Vacinas contra a influenza, o sarampo (tr&iacute;plice viral) e a poliomielite foram as mais aplicadas.</p><p>No Dia D, amanhã, as seguintes vacinas poderão ser aplicadas (conforme faixa etária, hist&oacute;rico vacinal e indicação):</p><p>- BCG;</p><p>- hepatite B;</p><p>- penta (DTP/Hib/HB);</p><p>- poliomielite (VIP);</p><p>- rotav&iacute;rus humano;</p><p>- pneumoc&oacute;cica conjugada 10-valente e 20-valente;</p><p>- meningoc&oacute;cica C;</p><p>- influenza;</p><p>- covid-19;</p><p>- febre amarela;</p><p>- meningoc&oacute;cica ACWY;</p><p>- tr&iacute;plice viral (sarampo, caxumba e rub&eacute;ola);</p><p>- varicela;</p><p>- DTP;</p><p>- hepatite A;</p><p>- dT;</p><p>- HPV4;</p><p>- dengue tetravalente.</p><h2>Sarampo</h2><p>Diante do aumento de casos de sarampo nas Am&eacute;ricas e do registro de casos importados no Brasil, o minist&eacute;rio mant&eacute;m a estrat&eacute;gia de vacinação indiscriminada contra a doença para pessoas de 6 meses a 59 anos em Guarulhos (SP), São Bernardo do Campo (SP) e na capital paulista.</p><p><strong>Dados da pasta mostram que, de 3 a 14 de agosto, mais de 529,8 mil doses da vacina tr&iacute;plice viral foram aplicadas nos três munic&iacute;pios</strong>. Desse total, 87,2 mil doses foram destinadas a crianças de 5 a 11 anos &ndash; o equivalente a 16,5% das aplicações.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Tomaz Silva/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Rede pública registra 40.999 internações por causas externas na população de zero a 19 anos</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94512/rede-publica-registra-40-999-internacoes-por-causas-externas-na-populacao-de-zero-a-19-anos.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 10:48:57 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Entre 2023 e 2025, a rede pública fluminense registrou 40.999 internações por causas externas na população de 0 a 19 anos, de acordo com estudo da Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ), baseado em dados do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), do Minist&eacute;rio da Saúde. Na avaliação dos especialistas da SES-RJ, os dados confirmam a necessidade de alinhar as políticas públicas e a orientação familiar &agrave;s transformações de cada idade.Os dados revelam...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Entre 2023 e 2025, a rede pública fluminense registrou 40.999 internações por causas externas na população de 0 a 19 anos, de acordo com estudo da Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ), baseado em dados do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), do Minist&eacute;rio da Saúde. Na avaliação dos especialistas da SES-RJ, os dados confirmam a necessidade de alinhar as políticas públicas e a orientação familiar &agrave;s transformações de cada idade.</p><p>Os dados revelam que os menores de cinco anos estão mais expostos aos riscos no ambiente dom&eacute;stico. Os adolescentes, de 12 a 18 anos, apresentam maior vulnerabilidade a acidentes na via pública, epis&oacute;dios de violência e agravos relacionados &agrave; saúde mental.</p><p>"Acompanhamos esses casos continuamente pelo Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA). A análise detalhada dos dados permite orientar os municípios para que reforcem as ações preventivas de acordo com a realidade e a faixa etária mais atingida em cada região", destaca a coordenadora de Vigilância e Promoção da Saúde da SES-RJ, Eralda Ferreira da Silva.</p><p>As quedas lideram as estatísticas gerais do período, com 10.366 registros, seguidas por acidentes de trânsito (5.317) e queimaduras ou exposição ao fogo (1.345). O estudo contabilizou ainda 1.020 internações por impactos mecânicos e objetos perfurantes, al&eacute;m de 460 ocorrências por lesões autoprovocadas, das quais 255 foram decorrentes de autointoxicação por medicamentos.</p><p>Essa transição nos tipos de ocorrência fica evidente quando se observa a evolução do crescimento. Entre as crianças menores de cinco anos, predominam os acidentes dentro de casa, como queimaduras por líquidos quentes, quedas da cama, ingestão de objetos estranhos, mordidas de cães e afogamentos em piscinas, cenários evitáveis com adaptação do ambiente e supervisão constante.</p><p>Ao avançar para a faixa de 5 a 14 anos, as quedas permanecem frequentes, mas ganham espaço os acidentes com bicicletas, que somaram 327 internações apenas entre 10 e 14 anos, e as queimaduras por inflamáveis. Já na adolescência, dos 15 aos 19 anos, passam a prevalecer os acidentes de motocicleta, os ferimentos por arma de fogo e as lesões autoprovocadas, com 290 registros, fazendo com que essa faixa etária concentre 71% dos &oacute;bitos hospitalares por causas externas no grupo jovem.</p><p>Para a coordenadora do Núcleo Estadual de Prevenção e Atenção &agrave;s Violências (Nespav/SES) e assessora t&eacute;cnica da Saúde da Criança, Thais Guilherme Pereira Pinheiro Pimentel, conter esses números exige a combinação de atitudes preventivas no cotidiano e o fortalecimento da rede de proteção social.</p><p>"Em casa, &eacute; fundamental instalar telas nas janelas, portões nas escadas e manter medicamentos, produtos de limpeza e bebidas trancados, al&eacute;m de virar os cabos das panelas para dentro do fogão. No trânsito, o uso de cadeirinha, cinto de segurança e capacete &eacute; indispensável. A grande maioria dessas ocorrências pode ser evitada quando o adulto identifica o risco antes que o acidente aconteça", orienta a especialista.</p><p>Thais destaca ainda que a SES-RJ está finalizando a Cartilha de Enfrentamento &agrave;s Violências contra Crianças e Adolescentes, material que vai capacitar profissionais de saúde para o acolhimento, notificação e encaminhamento precoce de casos suspeitos ou confirmados de agressão. Com a iniciativa, a Secretaria busca fortalecer os serviços públicos para interromper ciclos de violência e garantir atenção integral &agrave;s vítimas e suas famílias em todo o estado.<br>   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Menores de cinco anos correm mais riscos no ambiente dom&eacute;stico, pelo que indicam os dados de interna&ccedil;&otilde;es por causas externas na rede p&uacute;blica fluminense. Foto; Ascom SUS-RJ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Justiça suspende resolução do CFO autorizando dentistas a executar procedimentos de harmonização facial</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94502/justica-suspende-resolucao-do-cfo-autorizando-dentistas-a-executar-procedimentos-de-harmonizacao-fac.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 07:36:01 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Conselho Federal de Medicina (CFM) informou nesta quinta-feira (20) que a Justiça Federal no Distrito Federal suspendeu a resolução do Conselho Federal de Odontologia (CFO) que reconheceu o procedimento de harmonização orofacial como especialidade odontol&oacute;gica.A suspensão foi determinada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) ap&oacute;s recurso protocolado pela entidade que representa os m&eacute;dicos.Conforme a decisão, os conselhos profissionais não podem...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p><strong>O Conselho Federal de Medicina (CFM) informou nesta quinta-feira (20) que a Justiça Federal no Distrito Federal suspendeu a resolução do Conselho Federal de Odontologia (CFO) que reconheceu o procedimento de harmonização orofacial como especialidade odontol&oacute;gica.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700240&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700240&o=node"></p><p>A suspensão foi determinada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) ap&oacute;s recurso protocolado pela entidade que representa os m&eacute;dicos.</p><p><strong>Conforme a decisão, os conselhos profissionais não podem ampliar, por meio resoluções, as condições para o exercício das profissões.</strong></p><p>Para o presidente do CFM, Jos&eacute; Hiran Gallo, a ampliação das competências profissionais, sem respaldo legal, coloca em risco &agrave; saúde pública.</p><blockquote><p>"A resolução do CFO ultrapassou os limites legais de atuação da odontologia. A lei não autoriza odont&oacute;logos a realizar procedimentos invasivos com finalidade est&eacute;tica fora do campo pr&oacute;prio da profissão”, afirmou.</p></blockquote><h2>Outro lado</h2><p>Em nota, Conselho Federal de Odontologia (CFO) afirmou que vai recorrer da decisão e reafirmou que a harmonização orofacial está dentro das especialidades da odontologia.</p><blockquote><p>"Não cabe, portanto, confundir a existência de atos privativos da medicina com exclusividade sobre toda e qualquer intervenção realizada na região da face", disse o CFO. </p></blockquote><p>O conselho recomendou que os dentistas mantenham suas atividades enquanto a entidade contesta a decisão na Justiça.</p><p>"Os cirurgiões-dentistas podem manter sua atuação nos procedimentos de harmonização orofacial que integram sua área legal de competência, observados os limites previstos na legislação, na formação profissional e nas normas aplicáveis", completou.</p><p><br></p></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Conselho Federal de Medicina recorreu com sucesso de decis&atilde;o judicial que autorizava dentistas a fazerem procedimentos de harmoniza&ccedil;&atilde;o orofacial. Foto: CFM]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Dia D de vacinação será realizado neste sábado em todo o país</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94467/dia-d-de-vacinacao-sera-realizado-neste-sabado-em-todo-o-pais.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[        Crianças e adolescentes menores de 15 anos devem comparecer a uma unidade básica de saúde (UBS) ou a qualquer ponto de vacinação em todo o país neste sábado (22) para o Dia D da Campanha de Multivacinação. O objetivo &eacute; atualizar a caderneta vacinal.A campanha começou no início do mês e segue at&eacute; 1º de setembro, com a oferta de 20 doses do Calendário Nacional de Vacinação que protegem contra doenças como meningites, tuberculose e cânceres associados...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>        <strong>Crianças e adolescentes menores de 15 anos devem comparecer a uma unidade básica de saúde (UBS) ou a qualquer ponto de vacinação em todo o país neste sábado (22) para o Dia D da Campanha de Multivacinação. O objetivo &eacute; atualizar a caderneta vacinal.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700082&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700082&amp;o=node"></p><p>A campanha começou no início do mês e segue at&eacute; 1º de setembro, com a oferta de 20 doses do Calendário Nacional de Vacinação que protegem contra doenças como meningites, tuberculose e cânceres associados &agrave; infecção pelo HPV.</p><p><strong>Pela primeira vez, a campanha conta com a vacina pneumoc&oacute;cica 20-valente (pneumo 20), incorporada em junho ao calendário. A dose amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, incluindo pneumonias e meningites, e &eacute; indicado para crianças menores de 5 anos.</strong></p><p>At&eacute; a última quarta-feira (18), o Minist&eacute;rio da Saúde havia distribuído mais de 180 milhões de doses para garantir a vacinação em todo o país ao longo do ano. Vacinas contra a influenza, o sarampo (tríplice viral) e a poliomielite foram as mais aplicadas.</p><p>Durante o Dia D, as seguintes vacinas poderão ser aplicadas (conforme faixa etária, hist&oacute;rico vacinal e indicação):</p><p>- BCG;</p><p>- hepatite B;</p><p>- penta (DTP/Hib/HB);</p><p>- poliomielite (VIP);</p><p>- rotavírus humano;</p><p>- pneumoc&oacute;cica conjugada 10-valente e 20-valente;</p><p>- meningoc&oacute;cica C;</p><p>- influenza;</p><p>- covid-19;</p><p>- febre amarela;</p><p>- meningoc&oacute;cica ACWY;</p><p>- tríplice viral (sarampo, caxumba e rub&eacute;ola);</p><p>- varicela;</p><p>- DTP;</p><p>- hepatite A;</p><p>- dT;</p><p>- HPV4;</p><p>- dengue tetravalente.</p><h2>Sarampo</h2><p><strong>Diante do aumento de casos de sarampo nas Am&eacute;ricas e do registro de casos importados no Brasil, o minist&eacute;rio mant&eacute;m a estrat&eacute;gia de vacinação indiscriminada contra a doença para pessoas de 6 meses a 59 anos em Guarulhos (SP), em São Bernardo do Campo (SP) e na capital paulista.</strong></p><p>Dados da pasta mostram que, de 3 a 14 de agosto, mais de 529,8 mil doses da vacina tríplice viral foram aplicadas nos três municípios. Desse total, 87,2 mil doses foram destinadas a crianças de 5 a 11 anos &ndash; o equivalente a 16,5% das aplicações.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[ Foto:Paulo Pinto/Agencia Brasil ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Sábado é Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação, com 180 milhões de doses disponíveis no País</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94437/sabado-e-dia-d-da-campanha-nacional-de-multivacinacao-com-180-milhoes-de-doses-disponiveis-no-pais.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/94437/sabado-e-dia-d-da-campanha-nacional-de-multivacinacao-com-180-milhoes-de-doses-disponiveis-no-pais.html</guid>
			<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 09:11:31 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Atenção pais, mães e responsáveis: acontece neste sábado, em todo o país, o Dia D da campanha de multivacinação. &Eacute; hora de atualizar a caderneta de crianças e adolescentes. Ainda mais agora, que a Organização Pan-Americana da Saúde alertou, neste mês, que o continente americano registra o maior número de casos de sarampo em mais de 20 anos.O Dia D de multivacinação &eacute; uma oportunidade para que menores de 15 anos possam atualizar a vacinação contra doenças graves, ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>Atenção pais, mães e responsáveis: <strong>acontece neste sábado, em todo o país, o Dia D da campanha de multivacinação</strong>. &Eacute; hora de atualizar a caderneta de crianças e adolescentes. Ainda mais agora, que a Organização Pan-Americana da Saúde alertou, neste mês, que o continente americano registra <strong>o maior número de casos de sarampo em mais de 20 anos</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700056&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700056&o=node"></p><p>O Dia D de multivacinação &eacute; uma oportunidade para que <strong>menores de 15 anos possam atualizar a vacinação contra doenças graves</strong>, como meningite, tuberculose e cânceres associados ao HPV. São 20 diferentes imunizantes. Esta &eacute; a primeira vez que a campanha conta com a <strong>pneumo-20</strong>, incorporada no mês de junho ao Calendário Nacional, e que protege contra pneumonias e meningites, e &eacute; indicada para menores de cinco anos.</p><p>Ao todo, foram distribuídas mais de 180 milhões de doses. As vacinas contra influenza, sarampo, tríplice viral e poliomielite foram as mais procuradas at&eacute; agora. No Dia D, no sábado (22), tamb&eacute;m poderão ser aplicadas BCG, hepatite, penta, rotavírus, influenza, covid-19, febre amarela, HPV e dengue.</p><p>Em 2024, o Brasil voltou a receber a certificação de que não há mais circulação interna do sarampo no país. Para evitar a circulação de casos importados, a vacinação contra a doença será para a faixa ampliada de at&eacute; 59 anos em Guarulhos, São Bernardo do Campo e na capital paulista.</p><p>Em todo o país, a campanha de vacinação acontece nas unidades básicas de saúde e outros pontos <strong>at&eacute; o dia 1° de setembro</strong>.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o Dia D da Multivacinação.</b><br> </p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Dia D da Campanha Nacional de Multivacina&ccedil;&atilde;o, no pr&oacute;ximo s&aacute;bado, foca crian&ccedil;as e adolescentes at&eacute; 15 anos. Foto: Marcelo Camargo Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Brasil reduz em 30% mortes anuais por malária</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94409/brasil-reduz-em-30-mortes-anuais-por-malaria.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 09:51:08 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Brasil registrou, em 2025, queda de 30% nas mortes por malária. Em 2024, 56 pessoas morreram por causa da doença. No ano passado, foram 39 &oacute;bitos. Houve redução tamb&eacute;m de 30,7% nos casos da forma mais grave da enfermidade. Os n&uacute;meros foram apresentados nesta segunda-feira (17) pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, em Bras&iacute;lia, no 61º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, o MedTrop.Tafenoquina facilitou a redução no total de casos e de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>O Brasil registrou, em 2025, queda de 30% nas mortes por malária. Em 2024, 56 pessoas morreram por causa da doença. No ano passado, foram 39 &oacute;bitos. Houve redução tamb&eacute;m de 30,7% nos casos da forma mais grave da enfermidade. <strong>Os n&uacute;meros foram apresentados nesta segunda-feira (17) pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, em Bras&iacute;lia, no 61º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, o MedTrop.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699916&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699916&amp;o=node"></p><h3><span style="font-weight: normal; font-size: 18px; color: rgb(0, 0, 0);">Tafenoquina facilitou a redução no total de casos e de mortes, ao prevenir reca&iacute;das da doença</span></h3><p>Os dados do minist&eacute;rio mostram que o Brasil atingiu a menor taxa de casos de malária dos &uacute;ltimos 47 anos. De acordo com a pasta, os resultados refletem o in&iacute;cio do uso do medicamento tafenoquina no SUS, o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de.</p><p>O ministro da Sa&uacute;de, <strong>Alexandre Padilha</strong>, falou ainda de outros resultados alcançados em 2025 com o novo rem&eacute;dio na rede p&uacute;blica:</p><blockquote><p>"Mais de 40% de redução de malária em terra ind&iacute;gena, na região amaz&ocirc;nica brasileira, que &eacute; uma das regiões com maior incidência de casos de malária. O Brasil passa a ser o primeiro pa&iacute;s do mundo a incorporar a tafenoquina, que &eacute; uma nova medicação. E tivemos o menor n&uacute;mero de internações, que foram 39 pessoas internadas por malária em 2025."</p></blockquote><p>Padilha destacou tamb&eacute;m a <strong>redução das mortes por malária no territ&oacute;rio Yanomami</strong>, primeiro a implementar a tafenoquina:</p><blockquote><p>"Tivemos redução de mais de 50% tamb&eacute;m dos casos de malária no territ&oacute;rio Yanomami. Mais de 70% de redução de &oacute;bitos por malária. E isso, com as ações combinadas de recuperação da situação nutricional daquele povo, tivemos redução de 55% de &oacute;bitos por desnutrição associada e tamb&eacute;m uma redução importante, de 80%, nos casos de desnutrição grave nesse territ&oacute;rio Yanomami."</p></blockquote><p>A tafenoquina começou a ser utilizada na rede p&uacute;blica de sa&uacute;de em 2024, em dose &uacute;nica, para prevenir a reca&iacute;da de pacientes. O rem&eacute;dio ataca o parasita da malária no f&iacute;gado.</p><p><strong>Segundo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, em 2025, foram registrados cerca de 118 mil casos de malária contra&iacute;dos no territ&oacute;rio nacional, 15% menos em relação a 2024.</strong></p><p>O Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, em Bras&iacute;lia, segue at&eacute; quarta-feira, 19 de agosto, com profissionais e pesquisadores discutindo doenças tropicais como tuberculose, esquistossomose, al&eacute;m da malária.</p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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			<title>Malária: com medicamento inovador, Brasil registra menor número de casos em quase 50 anos</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 18:13:40 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Em 2025, o Brasil registrou redução de 30% nas mortes por malária e de 30,7% nos casos da forma mais grave da doença. As mortes passaram de 56, em 2024, para 39. No mesmo per&iacute;odo, foram registrados 118.037 casos de malária contra&iacute;dos no territ&oacute;rio nacional, 15% menos que em 2024 e o menor n&uacute;mero desde 1978. Os dados refletem o in&iacute;cio da oferta da tafenoquina no SUS, medicamento em dose &uacute;nica usado a partir de 2024 para prevenir novas...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em 2025, o Brasil registrou redução de 30% nas mortes por malária e de 30,7% nos casos da forma mais grave da doença. As mortes passaram de 56, em 2024, para 39. No mesmo per&iacute;odo, foram registrados 118.037 casos de malária contra&iacute;dos no territ&oacute;rio nacional, 15% menos que em 2024 e o menor n&uacute;mero desde 1978. Os dados refletem o in&iacute;cio da oferta da tafenoquina no SUS, medicamento em dose &uacute;nica usado a partir de 2024 para prevenir novas manifestações da malária, al&eacute;m da ampliação do diagn&oacute;stico, da oferta de testes e do tratamento adequado. </p><p>Os resultados foram apresentados nesta segunda-feira (17), pelo ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha, em Bras&iacute;lia, no 61º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (MedTrop), que re&uacute;ne profissionais e pesquisadores para discutir doenças tropicais, entre elas a malária. Durante a programação, o ministro abordou as metas do Brasil Saudável, que prevê eliminar ou reduzir, como problema de sa&uacute;de p&uacute;blica doenças e infecções de transmissão vertical at&eacute; 2030, incluindo a malária. </p><p>Entre os principais avanços nos tratamentos dispon&iacute;veis no SUS está a tafenoquina, incorporada em 2023 para pacientes adultos com 16 anos ou mais e peso de 35 quilos ou mais e cuja oferta começou em 2024. Administrado em dose &uacute;nica, o medicamento tem ação prolongada e ajuda a evitar que a doença volte a se manifestar. O medicamento foi utilizado por mais de 33,7 mil pessoas at&eacute; junho de 2026. Desse total, 3.920 tratamentos foram registrados em Distritos Sanitários Especiais Ind&iacute;genas (DSEIs). </p><p>“Chegamos &agrave; menor taxa de casos de malária dos &uacute;ltimos 47 anos na nossa hist&oacute;ria. Em 2025, tivemos uma redução de mais de 50% dos &oacute;bitos por malária e registramos o menor n&uacute;mero de internações pela doença, com 39 pessoas internadas. O Brasil passa a ser o primeiro pa&iacute;s do mundo a incorporar a tafenoquina ao tratamento da malária”, destacou o ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha. </p><p>Al&eacute;m disso, desde março de 2026, a tafenoquina tamb&eacute;m está dispon&iacute;vel em uma formulação para crianças a partir de 2 anos e com peso m&iacute;nimo de 10 quilos. At&eacute; junho, 1.446 crianças e adolescentes haviam recebido o tratamento no pa&iacute;s.  </p><p>Sa&uacute;de ind&iacute;gena </p><p>No Distrito Sanitário Especial Ind&iacute;gena (DSEI) Yanomami, por exemplo, 1.515 pessoas receberam tratamento com tafenoquina. Entre março e junho de 2026, as reca&iacute;das de malária ca&iacute;ram 61,9% em relação ao mesmo per&iacute;odo de 2025. Entre janeiro e julho, os casos da doença diminu&iacute;ram 55%, passando de 17 mil para 7,6 mil, na comparação com o mesmo per&iacute;odo do ano anterior. </p><p>Diferentemente de outras infecções, a malária causada pelo tipo mais comum pode voltar a se manifestar ap&oacute;s o tratamento. Para enfrentar esse desafio, o SUS passou a contar com a tafenoquina, medicamento administrado em dose &uacute;nica que atua sobre a forma do parasita que permanece no f&iacute;gado e pode provocar novos epis&oacute;dios da doença. A inovação simplifica o tratamento, amplia as possibilidades de adesão e contribui para reduzir as reca&iacute;das, especialmente em comunidades de dif&iacute;cil acesso, como as ind&iacute;genas. </p><p>Atualmente, a formulação pediátrica da tafenoquina está dispon&iacute;vel em 54 munic&iacute;pios e 17 DSEIs. Mais de 2,4 mil profissionais de sa&uacute;de foram capacitados para utilizar o medicamento. </p><p>Brasil Saudável </p><p>O Brasil Saudável, Unir para Cuidar re&uacute;ne ações para eliminar ou reduzir, como problemas de sa&uacute;de p&uacute;blica, 11 doenças e cinco infecções de transmissão vertical at&eacute; 2030. Entre elas estão tuberculose, hansen&iacute;ase, HIV/aids, malária, hepatites virais, tracoma, oncocercose, doença de Chagas, esquistossomose, geo-helmint&iacute;ases e filariose linfática, al&eacute;m das infecções de transmissão vertical por s&iacute;filis, hepatite B, doença de Chagas, HIV e HTLV. A iniciativa &eacute; coordenada pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de e envolve 14 minist&eacute;rios. </p><p>Entre as certificações obtidas estão a eliminação da filariose linfática, em setembro de 2024, e da transmissão vertical do HIV, em dezembro de 2025. A estrat&eacute;gia tamb&eacute;m acompanha doenças que estão pr&oacute;ximas das metas de eliminação, considerando crit&eacute;rios definidos por organismos internacionais de sa&uacute;de.   </p>]]></content:encoded>
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			<title>Alongamento matinal é eficaz no combate a dores musculares e efeitos da rotina sedentária</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 13:20:30 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Para muita gente, a palavra alongamento traz &agrave; mente a imagem de atletas se preparando para uma corrida. Mas limitar essa prática ao movimento que antecede os exercícios físicos &eacute; um erro comum. Longe de ser apenas um aquecimento, o hábito de se alongar, especialmente logo ap&oacute;s acordar, tem se mostrado um dos caminhos mais eficazes para combater as dores musculares e os impactos severos de uma rotina sedentária.O ortopedista Pedro Bastos explica que passar horas na...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>Para muita gente, a palavra alongamento traz &agrave; mente a imagem de atletas se preparando para uma corrida. <strong>Mas limitar essa prática ao movimento que antecede os exercícios físicos &eacute; um erro comum</strong>. Longe de ser apenas um aquecimento, o hábito de se alongar, especialmente logo ap&oacute;s acordar, tem se mostrado <strong>um dos caminhos mais eficazes para combater as dores musculares e os impactos severos de uma rotina sedentária.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699835&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699835&o=node"></p><p>O ortopedista Pedro Bastos explica que passar horas na mesma posição faz com que os músculos e articulações esfriem. O alongamento matinal funciona como um despertador biol&oacute;gico</p><blockquote><p>"Quando você alonga logo cedo, &eacute; como se você estivesse avisando para o c&eacute;rebro: 'ei, vamos acordar aqui? Vamos começar o dia, n&eacute;? Vamos começar a fazer uma movimentação e iniciar nossa atividade diária'. Então, isso &eacute; super importante para que você tenha uma boa qualidade de vida."</p></blockquote><p>O especialista detalha ainda que o alongamento matinal &eacute; uma prática de movimentos leves, realizada logo ao acordar para despertar o corpo e a mente.</p><blockquote><p>"São alongamentos mesmo s&oacute; para dar uma disposição inicial durante o dia. Então, aquilo que você faz deitado, que você faz o alongamento atrás da cabeça, coloca as pernas para frente, puxa. Depois que você tá sentado, você faz a rotação do corpo, rotação do ombro. Você em p&eacute;, tenta tocar na ponta dos p&eacute;s, faz a rotação de coluna, de quadril. São coisas simples, não são coisas muito específicas."</p></blockquote><p>O m&eacute;dico ainda desmistifica o pensamento de muitas pessoas que sofrem de dores cr&ocirc;nicas, usando o argumento de que o repouso absoluto &eacute; a única forma de se proteger.</p><blockquote><p>“Ah, eu t&ocirc; com dor, então eu não vou fazer atividade física. Mas, na verdade, na maioria das vezes, ele tá com dor porque ele não está fazendo. Então, tanto o alongamento quanto os exercícios físicos são indicados para todo tipo de paciente."</p></blockquote><p>Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), manter o corpo ativo e com boa mobilidade contribui para a preservação de lesões musculoesquel&eacute;ticas, especialmente em pessoas com rotinas sedentárias. <br> </p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex">    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Educadora FM da Bahia/RadioAgência Nacional sobre a importância do alongamento matinal para a longevidade e a qualidade de vida na Terceira Idade.</b><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Alongamento matinal atua sobre os m&uacute;sculos, mas tamb&eacute;m sobre a qualidade de vida, em especial na Terceira Idade. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o/Creative Commons]]></media:title> 
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			<title>Saúde de Niterói reforça importância da vacinação contra o sarampo</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94332/saude-de-niteroi-reforca-importancia-da-vacinacao-contra-o-sarampo.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 15:13:22 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Diante da ocorrência de casos confirmados de sarampo no estado de São Paulo e do risco de introdução e disseminação do v&iacute;rus em locais com intensa circulação e interação de pessoas, a Secretaria Municipal de Sa&uacute;de de Niter&oacute;i reforça que &eacute; muito importante a população verificar e manter atualizada a situação vacinal contra a doença. A vacina está dispon&iacute;vel de segunda a sexta-feira, das 08h &agrave;s 17h, nas Policl&iacute;nicas, Unidades...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">Diante da ocorrência de casos confirmados de sarampo no estado de São Paulo e do risco de introdução e disseminação do v&iacute;rus em locais com intensa circulação e interação de pessoas, a Secretaria Municipal de Sa&uacute;de de Niter&oacute;i reforça que &eacute; muito importante a população verificar e manter atualizada a situação vacinal contra a doença. A vacina está dispon&iacute;vel de segunda a sexta-feira, das 08h &agrave;s 17h, nas Policl&iacute;nicas, Unidades Básicas e M&oacute;dulos M&eacute;dico de Fam&iacute;lia.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">A secretária municipal de Sa&uacute;de, Ilza Fellows, destaca a importância da vacinação, principalmente para quem vai viajar.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">“O sarampo &eacute; uma doença altamente transmiss&iacute;vel, mas que pode ser prevenida com a vacinação. Por isso, &eacute; fundamental que a população confira a caderneta e mantenha as doses em dia. Esse cuidado se torna ainda mais importante para quem vai viajar ou tem contato frequente com pessoas de diferentes lugares. Manter a vacinação atualizada &eacute; uma forma de proteção individual e tamb&eacute;m coletiva, ajudando a evitar a circulação do v&iacute;rus em nossa cidade”, afirmou a secretária Ilza Fellows.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">A recomendação &eacute; que pessoas de 12 meses a 29 anos tenham duas doses da vacina tr&iacute;plice viral, enquanto aquelas entre 30 e 59 anos devem ter uma dose. Para trabalhadores da sa&uacute;de, independentemente da idade, são recomendadas duas doses da vacina tr&iacute;plice viral.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">O sarampo &eacute; uma doença viral altamente transmiss&iacute;vel e pode ser evitado por meio da vacinação. Por isso, antes de viajar, &eacute; importante conferir a caderneta de vacinação e procurar uma unidade de sa&uacute;de para verificar se há necessidade de atualização das doses.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">A Secretaria de Sa&uacute;de tamb&eacute;m recomenda atenção aos profissionais que mantêm contato frequente com turistas e viajantes, considerando a possibilidade de circulação do v&iacute;rus entre diferentes localidades.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">Pessoas que apresentam febre acompanhada de manchas vermelhas pelo corpo, especialmente ap&oacute;s viagem ou contato com pessoas provenientes de áreas com circulação do v&iacute;rus, devem procurar uma unidade de sa&uacute;de.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15"><br></p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Bruno Alves]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Tijuca recebe Casa da Esclerose Múltipla em ação imersiva</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94305/tijuca-recebe-casa-da-esclerose-multipla-em-acao-imersiva.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 15:31:45 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[     A cidade do Rio de Janeiro recebe pela primeira vez a Casa da Esclerose M&uacute;ltipla (EM), projeto idealizado pela Merck, l&iacute;der em ciência e tecnologia, em parceria com a APEMERJ, com o objetivo de desmistificar a doença e ampliar o debate sobre a sa&uacute;de neurol&oacute;gica. No sábado, dia 15 de agosto, das 11h &agrave;s 19h e no domingo, dia 16 de agosto, das 11h &agrave;s 17h, o Shopping Tijuca disponibilizará essa ação transformadora e de forte impacto social. A...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="WordSection1">  <p> </p>  <p style="text-align: justify; ">A cidade do Rio de Janeiro<b> </b>recebe pela primeira vez a Casa da Esclerose M&uacute;ltipla (EM), projeto idealizado pela Merck, l&iacute;der em ciência e tecnologia, em parceria com a APEMERJ, com o objetivo de desmistificar a doença e ampliar o debate sobre a sa&uacute;de neurol&oacute;gica. No sábado, dia 15 de agosto, das 11h &agrave;s 19h e no domingo, dia 16 de agosto, das 11h &agrave;s 17h, o Shopping Tijuca disponibilizará essa ação transformadora e de forte impacto social. A entrada &eacute; gratuita.</p></div><p style="text-align: justify; ">A estrutura convida a população a se colocar no lugar dos pacientes por meio de uma imersão sensorial profunda. Para isso, a Casa da EM traz ambientes imersivos e interativos que simulam desafios cotidianos enfrentados por quem convive com a esclerose m&uacute;ltipla, como visão turva, desequil&iacute;brio, tremores, fadiga e perda de destreza<sup style="">1,2</sup>, despertando a compreensão empática e educativa sobre uma doença que atinge 40 mil brasileiros<sup>3</sup>. </p><p style="text-align: justify;">Esses sintomas, comuns em pacientes com EM, não aparecem simultaneamente. Dificuldade para andar (29,2%), tontura (23,1%) e fraqueza muscular (20,6%) estão entre os sintomas iniciais mais relatados. Al&eacute;m disso, o tempo m&eacute;dio entre o surgimento dos primeiros sinais e a confirmação do diagn&oacute;stico &eacute; de cinco anos<sup>4</sup>.<sup></sup></p><p style="text-align: justify;">A Casa da EM, que percorre o Brasil desde 2017, conta com dinâmicas totalmente renovadas e ambientes in&eacute;ditos em relação &agrave;s edições anteriores. A experiência foi desenhada para traduzir, na prática, os desafios f&iacute;sicos e cognitivos impostos pela doença, estimulando a empatia e a disseminação de informação de qualidade.</p><p style="text-align: justify; ">O p&uacute;blico poderá explorar, em quatro ambientes sensoriais, desafios dom&eacute;sticos e da vida cotidiana como:</p><p style="text-align: justify; "><b>Quarto</b>: simula perda de sensibilidade e descoordenação, perda gradativa de visão e distorções visuais;</p><p style="text-align: justify; "><b>Cozinha</b>: apresenta testes de destreza e coordenação, como panelas e recipientes com pesos diferentes, lidando com a confusão visual e tátil ao mesmo tempo;</p><p style="text-align: justify; "><b>Rua e Transporte</b>: representa a sa&iacute;da de casa, a rua e o transporte p&uacute;blico como a convivência com sintomas como perda de força, perda de equil&iacute;brio e zumbido em outro contexto;</p><p style="text-align: justify; "><b>Trabalho</b>: experiência da jornada ao simular os desafios cognitivos e motores enfrentados em atividades profissionais do dia a dia, como enevoamento mental, fadiga cognitiva, dificuldade de foco e perda de precisão em tarefas digitais.</p><p style="text-align: justify;">“A esclerose m&uacute;ltipla impacta a qualidade de vida do paciente no ambiente f&iacute;sico, emocional e social. Por isso, a Casa da EM foi desenhada justamente para traduzir essa rotina, mostrando que os desafios não ficam restritos ao ambiente dom&eacute;stico, refletindo-se tamb&eacute;m no trabalho e nas vias p&uacute;blicas”, destaca João Victor Cabral, Gerente M&eacute;dico de Neurologia e Imunologia da Merck.</p><p style="text-align: justify;">"Acreditamos que conscientização salva vidas e iniciativas como a Casa da EM são essenciais para alertar a população sobre os sintomas, al&eacute;m de ser uma oportunidade de conhecer a doença de forma educativa e, assim, contribuir para diagn&oacute;sticos mais rápidos e qualidade de vida melhor para os pacientes", reforça Luzia Lopes Trindade, Presidente da APEMERJ.</p><p style="text-align: justify;"><b>Serviço</b></p><p style="text-align: justify;"><b>Casa da EM Rio de Janeiro</b></p><p style="text-align: justify;"><b>Local: </b>Shopping Tijuca, Piso G1 - Av. Maracanã, 987 - Tijuca, Rio de Janeiro - RJ, 20511-000</p><p style="text-align: justify;"><b>Horário de funcionamento:</b> No sábado, dia <b>15 de agosto</b>, das <b>11h &agrave;s 19h </b>e no domingo, <b>dia 16 de agosto</b>, das 11h &agrave;s 17h</p><p style="text-align: justify; "><b>Ingresso</b>: gratuito</p><p style="text-align: justify;"><b>Casa da EM 2026</b></p><p style="text-align: justify; ">Ap&oacute;s a passagem pelo Rio de Janeiro, a Casa da Esclerose M&uacute;ltipla seguirá para outra capital. Nos dias 22 e 23 de agosto, a ação chega a Belo Horizonte, ocupando a Praça da Liberdade, com o mesmo formato imersivo e gratuito, reforçando o compromisso da Merck com a conscientização nacional sobre a Esclerose M&uacute;ltipla. </p><p style="text-align: justify;"><b> </b></p><p style="text-align: justify; "><br></p>]]></content:encoded>
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