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		<title>Saúde - Eu, Rio!</title>
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		<copyright>Copyright 2026 eurio.com.br</copyright>
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			<title>Anvisa aprova Mounjaro para criança e adolescente com diabetes tipo 2</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90584/anvisa-aprova-mounjaro-para-crianca-e-adolescente-com-diabetes-tipo-2.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:56:28 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (22) o uso do medicamento Mounjaro para tratar diabetes tipo 2 em crianças a partir de 10 anos. At&eacute; então, a indicação era apenas para uso adulto. Em nota, a Anvisa informou que as demais indicações do medicamento permanecem para uso adulto. “A &uacute;nica mudança foi a ampliação da população-alvo para tratamento de diabetes, que era apenas de uso adulto e agora passa a ser de uso...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (22) o uso do medicamento Mounjaro para tratar diabetes tipo 2 em crianças a partir de 10 anos. </strong>At&eacute; então, a indicação era apenas para uso adulto. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686893&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686893&amp;o=node"></p><p>Em nota, a Anvisa informou que as demais indicações do medicamento permanecem para uso adulto. <strong>“A &uacute;nica mudança foi a ampliação da população-alvo para tratamento de diabetes, que era apenas de uso adulto e agora passa a ser de uso pediátrico”.  </strong></p><p><strong>O Mounjaro &eacute; um dos diversos medicamentos  da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.</strong></p><h2>Manipulação</h2><p>Na pr&oacute;xima semana, a diretoria colegiada da Anvisa discute uma proposta de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/anvisa-discute-norma-para-manipulacao-de-canetas-emagrecedoras" target="_blank">instrução normativa</a> sobre procedimentos e requisitos t&eacute;cnicos que tratarão da manipulação de canetas emagrecedoras.</p><p>A nova norma fará parte de um conjunto de estrat&eacute;gias que integram o <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2026/anvisa-anuncia-novas-medidas-de-combate-a-irregularidades-na-importacao-e-manipulacao-de-canetas-emagrecedoras/DOC20260406WA0014..pdf" target="_blank">plano de ação</a> anunciado no &uacute;ltimo dia 6, composto por medidas regulat&oacute;rias e de fiscalização relacionadas a esse tipo de medicamento.</p><h2>Grupos de trabalho</h2><p><strong>Na semana passada, a agência publicou portarias que criam <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/anvisa-cria-grupo-de-trabalho-para-uso-seguro-de-canetas-emagrecedoras" target="_blank">dois grupos de trabalho</a> para dar suporte &agrave; atuação da autarquia no controle sanitário e garantir a segurança de pacientes que utilizam canetas emagrecedoras.</strong></p><p>O primeiro grupo, formalizado pela Portaria 488/2026, será formado por representantes do Conselho Federal de Farmácia (CFF), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Odontologia (CFO).</p><p>Já a Portaria 489/2026 institui o segundo grupo, que vai acompanhar e avaliar a implementação de um plano de ação proposto pela Anvisa e subsidiar a tomada de decisão da diretoria colegiada a partir da proposição de medidas de aprimoramento.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto:  Science Photo Library]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Canetas emagrecedoras e cirurgia bariátrica: entenda o que está mudando nos consultórios</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90580/canetas-emagrecedoras-e-cirurgia-bariatrica-entenda-o-que-esta-mudando-nos-consultorios.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 16:27:53 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O avanço das chamadas canetas emagrecedoras transformou a forma como a obesidade vem sendo tratada nos últimos anos. Com resultados expressivos na perda de peso e ampla repercussão nas redes sociais, os medicamentos passaram a despertar o interesse de milhares de brasileiros. Ao mesmo tempo, surge uma pergunta cada vez mais frequente nos consult&oacute;rios: com o crescimento desse tratamento, a cirurgia bariátrica está perdendo espaço?De acordo com o cirurgião bariátrico Dr. Carlos...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-1232951e-7fff-4a1c-a728-f6f0d979c685">O avanço das chamadas canetas emagrecedoras transformou a forma como a obesidade vem sendo tratada nos últimos anos. Com resultados expressivos na perda de peso e ampla repercussão nas redes sociais, os medicamentos passaram a despertar o interesse de milhares de brasileiros. Ao mesmo tempo, surge uma pergunta cada vez mais frequente nos consult&oacute;rios: com o crescimento desse tratamento, a cirurgia bariátrica está perdendo espaço?</p><p dir="ltr">De acordo com o cirurgião bariátrico Dr. Carlos Schiavon, cofundador da ONG Obesidade Brasil, a procura por medicamentos realmente aumentou entre pacientes que antes cogitavam a cirurgia. “Sim, muitos pacientes que teriam indicação de cirurgia, principalmente aqueles que já tinham algum medo sobre o tratamento cirúrgico, estão buscando o tratamento medicamentoso”, afirma.</p><p dir="ltr">Apesar disso, o especialista reforça que não se trata de uma disputa entre m&eacute;todos. Para ele, cirurgia e medicamentos devem ser vistos como recursos diferentes e, muitas vezes, complementares no combate &agrave; obesidade. “Não acredito em substituição. O futuro &eacute; do tratamento multimodal, utilizando todas as ferramentas disponíveis e individualizando o tratamento para cada perfil de paciente”, explica.</p><p dir="ltr">Segundo Schiavon, pacientes com IMC mais baixos hoje têm maior chance de perder peso e manter os resultados com medicamentos, sem necessidade imediata de cirurgia. Já em quadros mais graves, especialmente quando há obesidade grave e doenças associadas, a cirurgia bariátrica continua sendo uma das estrat&eacute;gias mais eficazes.</p><p dir="ltr"><b>Quando cirurgia e canetas podem andar juntas</b></p><p dir="ltr">Ao contrário do que muitos imaginam, os tratamentos podem ser usados em conjunto em diversas situações clínicas. As medicações, por exemplo, podem ser indicadas antes da cirurgia como preparo para pacientes com IMC acima de 50.</p><p dir="ltr">“Elas tamb&eacute;m podem ser utilizadas no p&oacute;s-operat&oacute;rio com o objetivo de melhorar a perda de peso em pacientes com IMC muito alto ou em pessoas que não conseguiram perder peso adequadamente, ou ainda que reganharam o peso perdido”, destaca o m&eacute;dico.</p><p dir="ltr"><b>Cirurgia ainda &eacute; alternativa para quem não responde &agrave;s medicações</b></p><p dir="ltr">Outro movimento observado nos consult&oacute;rios &eacute; o de pacientes que iniciam o tratamento com canetas emagrecedoras, mas não alcançam os resultados esperados. Nesses casos, a cirurgia bariátrica pode voltar ao centro da discussão.</p><p dir="ltr">“Sim, esta &eacute; uma situação em que a cirurgia pode ajudar muito, mas ainda não &eacute; comum na prática clínica. Talvez porque exista uma perspectiva de lançamento de novos medicamentos mais potentes e os pacientes fiquem na esperança de que o pr&oacute;ximo pode funcionar”, comenta Schiavon.</p><p dir="ltr"><b>Tratamento deve ser individualizado</b></p><p dir="ltr">Para especialistas, não existe f&oacute;rmula única quando o assunto &eacute; obesidade. A escolha entre cirurgia, medicação ou combinação de ambos depende de fatores como índice de massa corporal, hist&oacute;rico de tentativas anteriores, presença de comorbidades, estilo de vida e avaliação m&eacute;dica criteriosa.</p><p dir="ltr">Mais do que rivalidade, o cenário atual aponta para uma nova fase no tratamento da obesidade: menos oposição entre t&eacute;cnicas e mais personalização para aumentar as chances de sucesso e qualidade de vida dos pacientes.</p><p><br></p><p dir="ltr"><br></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>SUS incorpora transplante da membrana amniótica para tratar diabetes </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90526/sus-incorpora-transplante-da-membrana-amniotica-para-tratar-diabetes.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 09:35:59 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O transplante de membrana amni&oacute;tica para o tratamento feridas cr&ocirc;nicas, p&eacute; diab&eacute;tico e alterações oculares foi incorporado ao Sistema Único de Saúde.A decisão foi tomada pelo Minist&eacute;rio da Saúde depois do parecer favorável da Conitec, a comissão nacional responsável pela incorporação de Tecnologias ao SUS.A membrana amni&oacute;tica &eacute; a camada interna da placenta, aquela bolsa com líquido amni&oacute;tico que reveste e protege o bebê na...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>O transplante de membrana amni&oacute;tica para o tratamento feridas cr&ocirc;nicas, p&eacute; diab&eacute;tico e alterações oculares foi incorporado ao Sistema Único de Saúde.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686735&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686735&o=node"></p><p>A decisão foi tomada pelo Minist&eacute;rio da Saúde depois do parecer favorável da Conitec, a comissão nacional responsável pela incorporação de Tecnologias ao SUS.</p><p>A membrana amni&oacute;tica &eacute; a camada interna da placenta, aquela bolsa com líquido amni&oacute;tico que reveste e protege o bebê na barriga da grávida.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a incorporação ao Sistema Único de Saúde do transplante de membrana amni&oacute;tica, pra tratamento de síndrome do p&eacute; diab&eacute;tico e alterações oculares.</b><br></p><p>O m&eacute;dico e diretor da Sociedade Brasileira de Cirurgia e Angiologia, Ant&ocirc;nio Carlos de Souza, detalha as propriedades dessa membrana, como propriedades que estimulam a formação de cúlulas novas e &eacute;, ainda, antimicrobiana.</p><p>Segundo o m&eacute;dico, pessoas com diabetes têm maior tendência de desenvolver feridas nos p&eacute;s de difícil cicatrização, o chamado p&eacute; diab&eacute;tico.</p><p>Nesses casos, a tecnologia acelera a recuperação quando comparada aos curativos padrão.</p><p>A membrana amni&oacute;tica &eacute; obtida por meio de doação com a autorização de mães que se dispõem a doar. E o tecido apresenta uma grande vantagem.</p><p>Apesar da grande contribuição dessa nova tecnologia, o m&eacute;dico alerta que não &eacute; um tratamento que substitui os demais tratamentos.</p><p>Em casos de alterações oculares, como pálpebras, glândulas lacrimais e cílios, o tecido tamb&eacute;m reduz a dor e melhora a recuperação da superfície ocular.</p><p>Ant&ocirc;nio lembra ainda que existe um período de 180 dias para implementação do novo tratamento no SUS, podendo ser prorrogado.</p><p>Segundo o minist&eacute;rio da Saúde transplante de membrana amni&oacute;tica na rede pública pode beneficiar mais de 860 mil pacientes por ano. </p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Incorpora&ccedil;&atilde;o do transplante de membrana amni&oacute;tica ao rol do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de beneficia at&eacute; 860 mil pacientes. Foto: Fernando Fraz&atilde;o/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Fiocruz aponta risco até 30 vezes maior de contrair Síndrome de Guillain-Barré para pessoas com dengue</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90522/fiocruz-aponta-risco-ate-30-vezes-maior-de-contrair-sindrome-de-guillain-barre-para-pessoas-com-deng.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 08:50:38 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Rec&eacute;m-publicado na revista científica New England Journal of Medicine, um estudo in&eacute;dito da Fiocruz apontou que pessoas infectadas pelo vírus da dengue têm um risco 17 vezes maior de desenvolver a Síndrome de Guillain-Barr&eacute; (SGB) nas seis semanas seguintes &agrave; infecção. Nas duas primeiras semanas ap&oacute;s o início dos sintomas da dengue, esse risco chega a ser 30 vezes maior. De acordo com a pesquisa, em números absolutos, para cada 1 milhão de casos de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p><a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMc2519008" style="background-color: rgb(255, 255, 255);">Rec&eacute;m-publicado na revista científica <em>New England Journal of Medicine</em></a>, um estudo in&eacute;dito da Fiocruz apontou que pessoas infectadas pelo vírus da dengue têm um risco 17 vezes maior de desenvolver a Síndrome de Guillain-Barr&eacute; (SGB) nas seis semanas seguintes &agrave; infecção. Nas duas primeiras semanas ap&oacute;s o início dos sintomas da dengue, esse risco chega a ser 30 vezes maior. De acordo com a pesquisa, em números absolutos, para cada 1 milhão de casos de dengue, 36 pessoas podem desenvolver SGB: um número pequeno, mas relevante diante das epidemias recorrentes no país. A SGB &eacute; uma complicação neurol&oacute;gica rara e potencialmente grave. </p><p>Desde 1998, a literatura científica contava com relatos isolados de pacientes que desenvolveram SGB ap&oacute;s uma infecção por dengue, mas nenhum estudo havia conseguido quantificar esse risco de forma significativa. Para preencher essa lacuna, pesquisadores da Fiocruz Bahia, integrantes do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Saúde Digital (INCT DigiSaúde), analisaram três grandes bases de dados do Sistema Único de Saúde (SUS): internações hospitalares, notificações de casos de dengue e registros de &oacute;bitos. Na análise, foram identificadas mais de 5 mil hospitalizações por SGB entre 2023 e 2024. Dessas, 89 ocorreram logo ap&oacute;s o paciente apresentar dengue.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o risco maior de desenvolver a Síndrome de Guillain-Barr&eacute; (SGB) por pessoas infectadas pelo vírus da dengue, constatado em estudo in&eacute;dito da Fiocruz.</b><br></p><p>De acordo com os pesquisadores, &eacute; urgente que gestores de saúde pública incorporem a SGB como complicação p&oacute;s-dengue nos protocolos de vigilância. Durante surtos de dengue, sistemas de saúde devem ser preparados para identificar precocemente casos de fraqueza muscular ascendente e dispor de leitos de UTI e suporte ventilat&oacute;rio. Estrat&eacute;gias de vigilância ativa de SGB devem ser acionadas nas semanas seguintes ao pico de casos de dengue.  </p><p>O achado tamb&eacute;m auxilia profissionais de saúde (m&eacute;dicos, enfermeiros e neurologistas) na suspeição de SGB diante de um paciente com hist&oacute;rico recente de dengue (últimas seis semanas) que apresente fraqueza nas pernas ou formigamento ascendente. O diagn&oacute;stico precoce &eacute; fundamental, pois o tratamento (imunoglobulina ou plasmaf&eacute;rese) &eacute; mais eficaz quando iniciado rapidamente. Tamb&eacute;m &eacute; importante incentivar a notificação dos casos de SGB p&oacute;s-dengue ou informar a vigilância epidemiol&oacute;gica municipal/estadual sobre a ocorrência de doença neuro-invasiva por arbovírus.</p><p>Não há, atualmente, tratamento antiviral específico para a dengue e o manejo &eacute; baseado em hidratação e suporte clínico. Por isso, os pesquisadores destacam que a prevenção, especialmente o combate ao mosquito <em>Aedes aegypti</em> e a vacinação, continuam sendo a ferramenta mais poderosa. A vacinação contra a dengue pode reduzir drasticamente o número de casos e, consequentemente, o número absoluto de complicações graves como a SGB. </p><p>“Enquanto não tivermos um tratamento antiviral eficaz contra a dengue, a prevenção continua sendo a melhor estrat&eacute;gia. Nosso estudo reforça que evitar a infecção evita tamb&eacute;m complicações como esse tipo de paralisia potencialmente grave”, afirmam os autores.</p><p><span style="font-size: 18px;">Epidemias de dengue provocam aumento da síndrome, que causa paralisia em casos graves</span></p><p>O Brasil vive epidemias frequentes de dengue. Em 2024, por exemplo, o país ultrapassou 6 milhões de casos prováveis. Isso significa que, mesmo sendo uma complicação rara, o número absoluto de pessoas que podem desenvolver SGB ap&oacute;s dengue &eacute; significativo e exige preparo do sistema de saúde. Al&eacute;m disso, a relação entre arboviroses (doenças transmitidas por mosquitos) e complicações neurol&oacute;gicas já havia sido demonstrada de forma marcante durante a epidemia de Zika em 2015/2016, quando o vírus foi associado &agrave; microcefalia em bebês e tamb&eacute;m a um aumento expressivo de casos de SGB em adultos. A dengue pertence &agrave; mesma família do Zika (Flaviviridae), o que torna a descoberta biologicamente consistente.</p><p>A SGB &eacute; uma condição neurol&oacute;gica rara em que o pr&oacute;prio sistema imunol&oacute;gico ataca os nervos perif&eacute;ricos (as c&eacute;lulas que conectam o c&eacute;rebro e a medula espinhal ao resto do corpo). O resultado &eacute; uma fraqueza muscular que geralmente começa nas pernas e pode subir para os braços, o rosto e, em casos graves, dificultar a respiração. Nessas situações, o paciente pode ficar completamente paralisado e precisar de ajuda de aparelhos para respirar. A maioria das pessoas se recupera, mas o processo pode levar meses ou at&eacute; anos, e alguns pacientes ficam com sequelas permanentes.</p><p><br></p></div><div class="footer-noticia"><div class="row-tags rowflex"><br>  </div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Combate ao mosquito, vetor da doen&ccedil;a, segue como a forma mais eficiente de evitar as epidemias de dengue, recorrentes no Brasil. Foto: Ag&ecirc;ncia Fiocruz]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Microlesões silenciosas que transformam a dor em rotina de trabalho</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90446/microlesoes-silenciosas-que-transformam-a-dor-em-rotina-de-trabalho.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 18:16:02 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Abril marca um período importante de reflexão sobre saúde e segurança no trabalho. As campanhas costumam reforçar a prevenção de acidentes, o uso de equipamentos de proteção e a adoção de normas t&eacute;cnicas. Dados do Observat&oacute;rio de Segurança e Saúde no Trabalho, iniciativa do Minist&eacute;rio Público do Trabalho em parceria com a Organização Internacional do Trabalho, indicam que os distúrbios osteomusculares estão entre os principais motivos de afastamento do...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Abril marca um período importante de reflexão sobre saúde e segurança no trabalho. As campanhas costumam reforçar a prevenção de acidentes, o uso de equipamentos de proteção e a adoção de normas t&eacute;cnicas. Dados do Observat&oacute;rio de Segurança e Saúde no Trabalho, iniciativa do Minist&eacute;rio Público do Trabalho em parceria com a Organização Internacional do Trabalho, indicam que os distúrbios osteomusculares estão entre os principais motivos de afastamento do trabalho no país. Ainda assim, existe um tipo de risco que continua fora do radar da maioria das pessoas: as microlesões cumulativas.</p><p>Essas lesões não surgem de forma abrupta. Elas começam com sinais sutis, muitas vezes ignorados. Um leve desconforto no punho ap&oacute;s horas no computador, uma tensão constante no pescoço ao usar o celular ou uma dor persistente nas costas ao final do expediente. Aos poucos, esses sintomas deixam de ser ocasionais e passam a ser encarados como parte da rotina.</p><p>Segundo o ortopedista Sergio Costa , esse &eacute; um dos principais problemas quando se fala em saúde ocupacional hoje. “Existe uma ideia equivocada de que s&oacute; há risco quando acontece um acidente visível. Na prática, muitos trabalhadores convivem com processos inflamat&oacute;rios contínuos, que evoluem de forma silenciosa e podem gerar limitações importantes ao longo do tempo”, explica.</p><p>A naturalização da dor &eacute; um fator que contribui diretamente para o agravamento dos quadros. Tendinites, bursites e outras lesões por esforço repetitivo se desenvolvem lentamente e, por isso, nem sempre recebem atenção no início. Quando o inc&ocirc;modo se torna mais intenso, muitas vezes o problema já está em estágio avançado.</p><p>Profissões que exigem repetição de movimentos ou permanência prolongada em uma mesma posição estão entre as mais afetadas. Dentistas passam horas inclinados, motoristas permanecem sentados por longos períodos e cabeleireiros trabalham com os braços elevados quase o dia inteiro. Ao mesmo tempo, cresce o número de pessoas impactadas em funções administrativas, diante de telas e dispositivos eletr&ocirc;nicos.</p><p>“O corpo vai dando sinais, mas eles são ignorados. A pessoa adapta a rotina, toma um medicamento por conta pr&oacute;pria e segue trabalhando. Quando procura avaliação, já existe uma limitação funcional mais evidente”, afirma o especialista.</p><p>Al&eacute;m do impacto físico, a dor contínua interfere em outras áreas da vida. Pode comprometer o sono, reduzir a concentração e afetar o bem-estar emocional. Mesmo assim, por não estar associada a um evento único, ela tende a ser subestimada.</p><p>O avanço da tecnologia tamb&eacute;m contribui para esse cenário. O uso constante de celulares e computadores prolonga o tempo de exposição a posturas inadequadas e movimentos repetitivos, muitas vezes sem pausas adequadas ao longo do dia.</p><p>Para o ortopedista, o primeiro passo &eacute; mudar a forma como a dor &eacute; percebida. “Dor frequente não deve ser considerada normal. O organismo sinaliza quando algo não está bem. Reconhecer isso cedo faz toda a diferença para evitar que um quadro simples evolua para algo cr&ocirc;nico”, destaca Sergio Costa.</p><p>Medidas simples podem ajudar na prevenção. Ajustes ergon&ocirc;micos no ambiente de trabalho, pausas regulares e a inclusão de alongamentos na rotina são algumas das estrat&eacute;gias recomendadas. Mais do que isso, &eacute; necessário romper com a ideia de que suportar dor faz parte do desempenho profissional.</p><p><br></p><p><br></p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Freepick]]></media:title> 
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			<title>Anvisa discute norma para manipulação de canetas emagrecedoras</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90444/anvisa-discute-norma-para-manipulacao-de-canetas-emagrecedoras.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 18:08:04 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) discute, no pr&oacute;ximo dia 29, uma proposta de instrução normativa sobre procedimentos e requisitos t&eacute;cnicos que tratarão da manipulação de medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.A nova norma fará parte de um conjunto de estrat&eacute;gias que integram o plano de ação anunciado no &uacute;ltimo dia 6, composto por medidas...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) discute, no pr&oacute;ximo dia 29, uma proposta de instrução normativa sobre procedimentos e requisitos t&eacute;cnicos que tratarão da manipulação de medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686581&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686581&amp;o=node"></p><p>A nova norma fará parte de um conjunto de estrat&eacute;gias que integram o <a href="http://xn--em%20nota,%20a%20anvisa%20informou%20que%20a%20nova%20norma%20faz%20parte%20de%20um%20conjunto%20de%20estratgias%20que%20integram%20o%20plano%20de%20ao%20anunciado%20no%20ltimo%20dia%206,%20composto%20por%20medidas%20regulatrias%20e%20de%20fiscalizao%20relacionadas%20a%20esse%20tipo%20de%20medicamento-mvyxet9c4c4ws0ijwc./" target="_blank">plano de ação</a> anunciado no &uacute;ltimo dia 6, composto por medidas regulat&oacute;rias e de fiscalização relacionadas a esse tipo de medicamento.</p><p>Segundo a agência, a instrução normativa deve definir procedimentos e requisitos t&eacute;cnicos espec&iacute;ficos relativos &agrave;<strong> importação, qualificação de fornecedores, realização de ensaios de controle de qualidade, estabilidade, armazenamento e transporte</strong> aplicáveis aos Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs).</p><p>A popularização das chamadas canetas emagrecedoras, que podem ter diferentes princ&iacute;pios ativos como semaglutida, tirzepatida e liraglutida, ampliou o mercado ilegal desses medicamentos, que atualmente s&oacute; podem ser adquiridos com receita m&eacute;dica retida. Em razão dos riscos &agrave; sa&uacute;de da população, a Anvisa têm tomado uma s&eacute;rie de medidas para coibir o com&eacute;rcio ilegal, que inclui versões manipuladas sem autorização. </p><p>A minuta que será discutida pela diretoria colegiada pode ser acessada pelo<a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/regulamentacao/agenda-regulatoria/minutas-previas/temas-com-deliberacao-final-em-dicol" target="_blank"> site da Anvisa</a>.</p><h2>Grupos de trabalho</h2><p>Esta semana, a Anvisa publicou portarias que criam dois <a href="http://xn--grupos%20de%20trabalho%20esta%20semana,%20a%20anvisa%20publicou%20portarias%20que%20criam%20dois%20grupos%20de%20trabalho%20(gts)%20para%20dar%20suporte%20%20atuao%20da%20autarquia%20no%20controle%20sanitrio%20e%20garantir%20a%20segurana%20de%20pacientes%20que%20utilizam%20canetas%20emagrecedoras-2qxys9sz2bgc./" target="_blank">grupos de trabalho (GTs)</a> para dar suporte &agrave; atuação da autarquia no controle sanitário e garantir a segurança de pacientes que utilizam canetas emagrecedoras.</p><p>O primeiro grupo, formalizado pela Portaria 488/2026, será formado por representantes do Conselho Federal de Farmácia (CFF), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Odontologia (CFO).</p><p>Já a Portaria 489/2026 institui o segundo grupo, que vai acompanhar e avaliar a implementação de um plano de ação proposto pela Anvisa e subsidiar a tomada de decisão da diretoria colegiada a partir da proposição de medidas de aprimoramento.</p><h2>Parceria com conselhos</h2><p>Tamb&eacute;m esta semana, a Anvisa, o Conselho Federal de Medicina (CFM), o Conselho Federal de Odontologia (CFO) e o Conselho Federal de Farmácia (CFF) assinaram uma <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/anvisa-e-conselhos-da-saude-assinam-carta-sobre-canetas-emagrecedoras" target="_blank">carta de intenção</a> com o objetivo de promover o uso racional e seguro de canetas emagrecedoras.</p><p>A proposta, segundo a agência, &eacute; prevenir riscos sanitários associados a produtos e práticas irregulares, al&eacute;m de zelar pela sa&uacute;de da população brasileira.</p><p>“A Anvisa e os conselhos propõem uma atuação conjunta baseada em troca de informações, no alinhamento t&eacute;cnico e em ações educativas”, informou a agência no comunicado.</p><h2>Proibição</h2><p>Na &uacute;ltima quarta-feira (15), a Anvisa determinou a apreensão dos medicamentos <a href="http://https//agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/anvisa-proibe-canetas-emagrecedoras-irregulares-no-brasil" target="_blank">Gluconex e Tirzedral</a>, produzidos por empresa não identificada. A medida tamb&eacute;m pro&iacute;be a comercialização, a distribuição, a importação e o uso dos produtos.</p><p>“Amplamente divulgados na internet e vendidos como medicamentos injetáveis de GLP-1, os produtos são conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras, mas não têm registro, notificação ou cadastro na Anvisa”, informou a agência.</p><p>Em nota, o &oacute;rgão destacou que, por se tratarem de produtos irregulares e de origem desconhecida, “não há qualquer garantia quanto ao seu conte&uacute;do ou &agrave; sua qualidade". Por isso, não devem ser utilizados em nenhuma hip&oacute;tese.</p><h2>Paraguai</h2><p>Na &uacute;ltima segunda-feira (13), a Pol&iacute;cia Civil do Rio de Janeiro interceptou um &ocirc;nibus que vinha do <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-04/casal-e-preso-com-canetas-emagrecedoras-e-anabolizantes-do-paraguai" target="_blank">Paraguai</a> com contrabando de canetas emagrecedoras e anabolizantes, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.</p><p>O ve&iacute;culo vinha sendo monitorado por suspeita de transportar material ilegal. No momento da abordagem, havia 42 passageiros no &ocirc;nibus, que foram conduzidos &agrave; Cidade da Pol&iacute;cia.</p><p>Um casal que embarcou em Foz do Iguaçu (PR) foi preso em flagrante, com grande quantidade de produtos de origem paraguaia colocados &agrave; venda irregularmente no territ&oacute;rio nacional, como anabolizantes e mil frascos de canetas emagrecedoras, contendo a substância tirzepatida.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Rafael Nedemeyer]]></media:title> 
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			<title>Leia aqui como será o funcionamento das unidades de saúde nos feriados de Tiradentes e São Jorge</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90438/leia-aqui-como-sera-o-funcionamento-das-unidades-de-saude-nos-feriados-de-tiradentes-e-sao-jorge.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 17:16:31 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[As unidades 24 horas da rede municipal de sa&uacute;de &ndash; UPAs, hospitais, centros de emergência regional (CERs) e centros de atenção psicossocial (CAPS) tipo III &ndash; vão funcionar ininterruptamente durante os feriados de Tiradentes (21) e São Jorge (23) e no ponto facultativo da sexta-feira 24 de abril.O Super Centro Carioca de Vacinação de Botafogo funcionará normalmente durante todo esse per&iacute;odo, das 8h &agrave;s 22h. As unidades do Super Centro Carioca de Vacinação ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>As unidades 24 horas da rede municipal de sa&uacute;de &ndash; UPAs, hospitais, centros de emergência regional (CERs) e centros de atenção psicossocial (CAPS) tipo III &ndash; vão funcionar ininterruptamente durante os feriados de Tiradentes (21) e São Jorge (23) e no ponto facultativo da sexta-feira 24 de abril.</p><p>O Super Centro Carioca de Vacinação de Botafogo funcionará normalmente durante todo esse per&iacute;odo, das 8h &agrave;s 22h. As unidades do Super Centro Carioca de Vacinação da Zona Oeste, no ParkShoppingCampoGrande, e da Zona Norte, no Shopping Nova Am&eacute;rica, funcionarão de acordo com o horário dos centros comerciais.</p><p>As unidades de Atenção Primária &ndash; centros municipais de sa&uacute;de, cl&iacute;nicas da fam&iacute;lia, centros de atenção psicossocial, policl&iacute;nicas e centros municipais de reabilitação &ndash;, o Super Centro Carioca de Sa&uacute;de de Benfica e o da Zona Oeste não abrirão nos dias dos dois feriados (21 e 23). Já na sexta-feira (24) e no sábado (25) funcionarão normalmente, nos seus respectivos horários.</p><p>Unidades que funcionam 24 horas:</p><p>&ndash; Hospital Municipal Souza Aguiar &ndash; Centro<br>&ndash; Hospital Municipal Miguel Couto &ndash; Gávea<br>&ndash; Hospital Municipal Salgado Filho &ndash; M&eacute;ier<br>&ndash; Hospital Municipal Lourenço Jorge &ndash; Barra da Tijuca<br>&ndash; Hospital Municipal Pedro II &ndash; Santa Cruz<br>&ndash; Hospital Municipal Rocha Faria &ndash; Campo Grande<br>&ndash; Hospital Municipal Albert Schweitzer &ndash; Realengo<br>&ndash; Hospital Municipal Evandro Freire &ndash; Ilha do Governador<br>&ndash; Hospital Municipal Rocha Maia &ndash; Botafogo<br>&ndash; Hospital Municipal Francisco da Silva Telles &ndash; Irajá<br>&ndash; Hospital do Andara&iacute; &ndash; Andara&iacute;<br>&ndash; Hospital Cardoso Fontes &ndash; Jacarepaguá<br>&ndash; Hospital Maternidade Fernando Magalhães &ndash; São Crist&oacute;vão<br>&ndash; Hospital Maternidade Carmela Dutra &ndash; Lins de Vasconcelos<br>&ndash; Hospital Maternidade Herculano Pinheiro &ndash; Madureira<br>&ndash; Hospital Maternidade Alexander Fleming &ndash; Marechal Hermes<br>&ndash; Hospital Maternidade Maria Am&eacute;lia Buarque de Hollanda &ndash; Centro<br>&ndash; Hospital Maternidade Paulino Werneck &ndash; Ilha do Governador<br>&ndash; Hospital da Mulher Mariska Ribeiro &ndash; Bangu<br>&ndash; Maternidade Leila Diniz &ndash; Barra da Tijuca<br>&ndash; Maternidade da Rocinha &ndash; Rocinha<br>&ndash; Serviço de emergência da Policl&iacute;nica C&eacute;sar Pernetta &ndash; M&eacute;ier<br>&ndash; Instituto Municipal Philippe Pinel &ndash; Botafogo<br>&ndash; UIS Arthur Villaboim &ndash; Paquetá<br>&ndash; UPA de Vila Kennedy<br>&ndash; UPA da Rocinha<br>&ndash; UPA do Complexo do Alemão<br>&ndash; UPA da Cidade de Deus<br>&ndash; UPA Manguinhos<br>&ndash; UPA de Santa Cruz / João XXIII<br>&ndash; UPA do Engenho de Dentro<br>&ndash; UPA de Madureira<br>&ndash; UPA de Costa Barros<br>&ndash; UPA de Senador Camará<br>&ndash; UPA Sepetiba<br>&ndash; UPA Paciência<br>&ndash; UPA Magalhães Bastos<br>&ndash; UPA Rocha Miranda<br>&ndash; UPA Del Castilho<br>&ndash; Centro de Emergência Regional Centro<br>&ndash; Centro de Emergência Regional Leblon<br>&ndash; Centro de Emergência Regional Barra<br>&ndash; Centro de Emergência Regional Ilha<br>&ndash; Centro de Emergência Regional Realengo<br>&ndash; Centro de Emergência Regional Campo Grande<br>&ndash; Centro de Emergência Regional Santa Cruz<br>&ndash; Centro de Emergência Regional Andara&iacute;<br>&ndash; Centro de Emergência Regional Jacarepaguá<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Maria do Socorro Santos<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Franco Basaglia<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Fernando Diniz<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial João Ferreira Filho<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Profeta Gentileza<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Severino dos Santos<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Clarice Lispector<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Manoel de Barros<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Arthur Bispo do Rosário<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Rubens Corrêa<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Lima Barreto<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Torquato Neto<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Ernesto Nazareth<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas Raul Seixas<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas Paulo da Portela<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas Miriam Makeba<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas Ant&ocirc;nio Carlos Mussum<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas Dona Ivone Lara<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil Maria Clara Machado<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil Maur&iacute;cio de Souza<br>&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil Eliza Santa Roza  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Unidades 24 horas v&atilde;o manter o atendimento normalmente, sem interrup&ccedil;&atilde;o.Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Dia Mundial da Hemofilia: campanha reforça importância do diagnóstico</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90407/dia-mundial-da-hemofilia-campanha-reforca-importancia-do-diagnostico.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:38:12 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[No Dia Mundial da Hemofilia, lembrado nesta sexta-feira (17), a Federação Mundial da Hemofilia reforça, em campanha, a importância crucial do diagn&oacute;stico, classificado pela entidade como um primeiro passo essencial no tratamento e no cuidado de pacientes.A federação estima que mais de três quartos das pessoas com hemofilia no planeta não tenham sido diagnosticadas e que a lacuna possa ser ainda mais significativa no caso de outros dist&uacute;rbios hemorrágicos. “Isso...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>No Dia Mundial da Hemofilia, lembrado nesta sexta-feira (17), a Federação Mundial da Hemofilia reforça, em campanha, a importância crucial do diagn&oacute;stico, classificado pela entidade como um primeiro passo essencial no tratamento e no cuidado de pacientes.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686495&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686495&amp;o=node"></p><p>A federação estima que mais de três quartos das pessoas com hemofilia no planeta não tenham sido diagnosticadas e que a lacuna possa ser ainda mais significativa no caso de outros dist&uacute;rbios hemorrágicos. </p><p><strong>“Isso significa que centenas de milhares de pessoas em todo o mundo ainda não têm acesso a cuidados básicos”, alerta.</strong></p><p>“O diagn&oacute;stico preciso &eacute; a porta de entrada para o tratamento de pessoas com dist&uacute;rbios hemorrágicos. No entanto, em muitas partes do mundo, barreiras continuam a atrasar ou impedir o diagn&oacute;stico correto, resultando em taxas de diagn&oacute;stico inaceitavelmente baixas”, avaliou o presidente da federação, Cesar Garrido.</p><p>“Neste dia 17 de abril, convoco a comunidade global a se unir na defesa de capacidades diagn&oacute;sticas mais robustas em todos os lugares, porque sem diagn&oacute;stico não há tratamento e, sem tratamento, não há progresso”, disse.</p><h2>Entenda</h2><p>O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de define a hemofilia como uma condição gen&eacute;tica rara que afeta a coagulação do sangue e ocorre pela deficiência nos fatores que ajudam a formar uma esp&eacute;cie de curativo natural do corpo. </p><p><strong>Na prática, a hemofilia faz com que o processo de coagulação do sangue não aconteça de forma adequada, gerando sangramentos nas juntas (hemartroses) e nos m&uacute;sculos (hematomas), por deficiência nos genes responsáveis pela coagulação.</strong></p><p>Um exemplo &eacute; quando uma parte do corpo sofre um ferimento e começa a sangrar, as prote&iacute;nas (elementos responsáveis pelo crescimento e desenvolvimento de todos os tecidos do corpo) entram em ação para estancar o sangramento. Esse processo &eacute; chamado de coagulação. </p><p>Pessoas com hemofilia não têm essas prote&iacute;nas e, por isso, sangram mais do que o normal. </p><p><strong>Existem vários fatores de coagulação no sangue, que agem em uma sequência determinada. No final dessa sequência, &eacute; formado o coágulo e o sangramento &eacute; interrompido.</strong> </p><p>Em uma pessoa com hemofilia, um desses fatores não funciona. Sendo assim, o coágulo não se forma e o sangramento continua.</p><p>Existem dois tipos de hemofilia:</p><ul><li> hemofilia A: deficiência no Fator VIII</li><li> hemofilia B: deficiência no Fator IX</li></ul><p>Os sangramentos, segundo o minist&eacute;rio, são iguais nos dois tipos, mas a gravidade da doença depende da quantidade de fator presente no plasma (l&iacute;quido que representa 55% do volume total do sangue). </p><p>Assim, a doença pode ser classificada ainda em três categorias: grave (fator menor do que 1%), moderada (de 1% a 5%) e leve (acima de 5%). Nesse &uacute;ltimo caso, a enfermidade pode passar despercebida at&eacute; a idade adulta.</p><p><strong>Apesar de a hemofilia ser, em sua grande maioria, uma condição gen&eacute;tica hereditária, transmitida de pais para filhos, ela tamb&eacute;m pode ser adquirida.</strong> </p><p>A hemofilia congênita, que já se apresenta no nascimento, &eacute; causada por uma alteração gen&eacute;tica ligada ao cromossomo X. Cerca de 70% dos casos de hemofilia são transmitidos aos filhos por mães portadoras da mutação.</p><p>&Eacute; mais provável a hemofilia ocorrer em homens do que em mulheres. Isso acontece porque a doença &eacute; resultado de um defeito gen&eacute;tico no cromossomo X. Como as mulheres têm dois cromossomos X, enquanto os homens têm apenas um, o gene defeituoso está garantido de se manifestar em qualquer homem que o carrega.</p><p><strong>Apesar de muito rara, a hemofilia tamb&eacute;m pode ocorrer em pessoas do sexo feminino, em decorrência da união de homem e mulher com hemofilia.</strong> Mais comumente, mulheres portadoras podem apresentar baixos n&iacute;veis de fator VIII ou fator IX. Al&eacute;m disso, filhas de homem com hemofilia serão portadoras obrigat&oacute;rias.</p><h2>Brasil</h2><p>Dados do minist&eacute;rio indicam que, em 2024, o Brasil registrou 14.202 pessoas com hemofilia, sendo a maioria dos casos de hemofilia A (11.863), enquanto a hemofilia B contabilizou 2.339 casos.</p><p>No pa&iacute;s, a Empresa Brasileira de Hemoderivados &eacute; Biotecnologia (Hemobrás), vinculado ao Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, &eacute; responsável pela produção de medicamentos hemoderivados a serem distribu&iacute;dos via Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS). </p><p><strong>Em nota em alusão ao Dia Mundial da Hemofilia, a Hemobrás reforçou a importância da produção nacional de medicamentos hemoderivados e destacou o trabalho realizado no munic&iacute;pio de Goiana, na Zona da Mata pernambucana, onde fica a fábrica da empresa.</strong> </p><p>Na avaliação da Hemobrás, o complexo industrial projeta o Brasil “para o seleto time de pa&iacute;ses que se aproxima da soberania na produção de medicamentos”.</p><p>“Essa estrutura de suporte baseia-se na distribuição constante de medicamentos como o Fator VIII de coagulação, usado no tratamento da hemofilia A, em suas versões plasmática e recombinante (produzido por biotecnologia).”</p><p>“Ao garantir que o SUS disponha de medicamentos essenciais para o tratamento profilático da hemofilia, a empresa funciona como um escudo log&iacute;stico e tecnol&oacute;gico, estabilizando a sa&uacute;de do paciente e permitindo que ele mantenha uma rotina ativa”, diz o comunicado.</p><p><strong>Saiba mais sobre a hemofilia na reportagem do Rep&oacute;rter Brasil Tarde, da TV Brasil</strong></p><p><iframe allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" src="https://www.youtube.com/embed/LdunrhTTQoY?si=20v5PR4NyE2DZess&amp;start=538" title="YouTube video player" width="560"></iframe></p><br>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Hemobr&aacute;s]]></media:title> 
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			<title>Anvisa e conselhos profissionais lançam carta por uso consciente de canetas emagrecedoras</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90399/anvisa-e-conselhos-profissionais-lancam-carta-por-uso-consciente-de-canetas-emagrecedoras.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 16:03:10 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Anvisa &ndash; Agência Nacional de Vigilância Sanitária, e os Conselhos Federais de Medicina, Odontologia e Farmácia assinaram uma carta de intenção para reforçar o uso seguro e consciente dos medicamentos conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras.Esses produtos fazem parte de uma classe chamada “agonistas”, do receptor GLP-1 e têm indicação original para o tratamento de doenças cr&ocirc;nicas, como diabetes e obesidade. Segundo a Anvisa, a proposta &eacute; evitar...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>A Anvisa &ndash; Agência Nacional de Vigilância Sanitária, e os Conselhos Federais de Medicina, Odontologia e Farmácia assinaram uma carta de intenção para reforçar o uso seguro e consciente dos medicamentos conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686341&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686341&amp;o=node"></p><p>Esses produtos fazem parte de uma classe chamada “agonistas”, do receptor GLP-1 e têm indicação original para o tratamento de doenças cr&ocirc;nicas, como diabetes e obesidade. Segundo a Anvisa, a proposta &eacute; evitar riscos &agrave; sa&uacute;de p&uacute;blica, al&eacute;m de coibir práticas irregulares que envolvem desde a importação at&eacute; o uso desses medicamentos.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a campanha contra abusos e irregularidades na comercialização de canetas emagrecedoras.</b><br></p><p>Em nota, a agência explicou que a atuação será conjunta, com troca de informações, alinhamento t&eacute;cnico e ações educativas, voltadas tanto para profissionais de sa&uacute;de quanto para a população em geral.</p><p>Essa iniciativa integra um plano anunciado no &uacute;ltimo dia 6 para combater irregularidades no mercado de canetas emagrecedoras. Entre as medidas estão: o est&iacute;mulo &agrave; prescrição responsável, o reforço na notificação de efeitos adversos e campanhas de orientação. A vice-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Karen de Marca, reconhece a dificuldade no controle do acesso a essas medicações e faz um alerta.</p><blockquote><p>“O uso está indiscriminado. As pessoas acabam não indo ao m&eacute;dico e adquirindo essas medicações. Elas são oferecidas na internet e essas fontes são duvidosas. Quanto mais se utiliza esse medicamento, sem indicação para emagrecer você acaba tendo mais efeitos adversos. &Eacute; uma complicação já prevista. Inclusive essas medicações s&oacute; podem ser compradas com a prescrição m&eacute;dica”.</p></blockquote><p>A Anvisa tamb&eacute;m alertou que o aumento na procura por esses medicamentos &eacute; acompanhado de problemas s&eacute;rios, como importação ilegal, manipulação inadequada, prescrição sem crit&eacute;rio e venda irregular, situações que podem expor pacientes a riscos evitáveis. Karen de Marca enumera casos em que o uso das canetas emagrecedoras apresenta alto risco &agrave; sa&uacute;de.</p><blockquote><p>“Para o câncer medular de tireoide &eacute; contraindicado o uso, pacientes que tiveram pancreatite não devem utilizar a medicação. Pacientes que demonstraram uma intolerância ao uso do medicamento, com quadros gastrointestinais mais complexos tendem a responder de forma pior a esse rem&eacute;dio”.</p></blockquote><p>Ainda esta semana devem ser criados dois grupos de trabalho: um com função estrat&eacute;gica de acompanhamento do plano e outro voltado &agrave; discussão t&eacute;cnica, formado por representantes dos conselhos profissionais.</p><p>A Anvisa reforça: essas canetas s&oacute; devem ser usadas com prescrição m&eacute;dica e acompanhamento profissional.</p><p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Canetas emagrecedoras importadas ilegalmente ou usadas sem receita m&eacute;dica nem acompanhamento especializado est&atilde;o na mira da Anvisa e dos conselhos profissionais de sa&uacute;de. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Síndrome Respiratória Aguda Grave aumenta em bebês até 2 anos</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90387/sindrome-respiratoria-aguda-grave-aumenta-em-bebes-ate-2-anos.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Os casos de Síndrome Respirat&oacute;ria Aguda Grave (SRAG) cresceram em crianças menores de 2 anos de idade em quatro das cinco regiões do país - Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. De acordo com o Boletim InfoGripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (16), o aumento das hospitalizações pelo vírus sincicial respirat&oacute;rio (VSR) &eacute; o principal fator da elevação dos casos nessa faixa etária. O levantamento se refere &agrave; Semana...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os casos de Síndrome Respirat&oacute;ria Aguda Grave (SRAG) cresceram em crianças menores de 2 anos de idade em quatro das cinco regiões do país - Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686252&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686252&amp;o=node"></p><p><strong>De acordo com o Boletim InfoGripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (16), o aumento das hospitalizações pelo vírus sincicial respirat&oacute;rio (VSR) &eacute; o principal fator da elevação dos casos nessa faixa etária.</strong> </p><p>O levantamento se refere &agrave; Semana Epidemiol&oacute;gica 14 (SE 14), que abrange o período de 5 a 11 de abril. De acordo ainda com o boletim, os casos graves por covid-19 continuam em queda no país.</p><p>A pesquisadora do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz (Procc/Fiocruz) Tatiana Portella esclareceu que o VSR &eacute; um dos principais responsáveis por internações por SRAG em crianças pequenas, al&eacute;m de constituir uma das principais causas de bronquiolite. </p><p><strong>Por isso, ela considera essencial que gestantes a partir da 28ª semana tomem a vacina contra o vírus para proteger seus bebês nos primeiros meses de vida.</strong> </p><p>Com o aumento das hospitalizações por influenza A em diversos estados, a pesquisadora alerta que “tamb&eacute;m &eacute; fundamental que a população prioritária que ainda não se vacinou procure um posto de saúde o quanto antes para receber a dose anual da vacina”.<br><br><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p><h2>Cenário nacional</h2><p>Os casos de SRAG apresentam estabilidade nas tendências de curto e longo prazo no Brasil. Em relação aos estados, o novo Boletim aponta que 14 continuam com incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) at&eacute; a Semana Epidemiol&oacute;gica 14. </p><p>São eles Acre, Pará e Tocantins (Norte); Maranhão, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Sergipe e Bahia (Nordeste); Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás (Centro-Oeste); e Minas Gerais e Rio de Janeiro (Sudeste).</p><p><strong>O quadro de crescimento relativo ao vírus sincicial respirat&oacute;rio (VSR) foi constatado em todo o Centro-Oeste e Sudeste, al&eacute;m de Acre, Pará, Tocantins e Roraima (Norte) e Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia (Nordeste).</strong></p><p>O boletim mostra tamb&eacute;m que as ocorrências com relação &agrave; influenza A continuam aumentando em boa parte da região centro-sul (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) e em alguns estados do Nordeste (Paraíba, Alagoas e Sergipe) e do Norte (Amapá, Acre e Rond&ocirc;nia). </p><p>Em contrapartida, os casos de SRAG associados &agrave; influenza A se mantêm em queda nos estados do Maranhão, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco (Nordeste), al&eacute;m do Pará e do Rio de Janeiro.</p><p>Na maior parte do país, o levantamento revela que os casos de SRAG associados ao rinovírus apresentam sinal de interrupção da evolução ou queda na maior parte do país, embora continuem aumentando no Pará e Mato Grosso.</p><p><strong>Em relação &agrave;s capitais, 14 apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco com sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) at&eacute; a SE 14.</strong> </p><p>São elas: Rio Branco, Bel&eacute;m, Palmas, Cuiabá, Campo Grande, São Luís, Teresina, João Pessoa, Recife, Aracaju, Macei&oacute;, Belo Horizonte, Vit&oacute;ria e Rio de Janeiro.</p><h2>Incidência e mortalidade</h2><p>Nas últimas oito semanas epidemiol&oacute;gicas, a incidência e a mortalidade semanais m&eacute;dias mantêm o padrão característico de maior impacto nos extremos das faixas etárias analisadas. </p><p>A incidência de SRAG &eacute; mais elevada nas crianças pequenas e está associada principalmente ao VSR e ao rinovírus. Já a mortalidade &eacute; maior entre os idosos, liderado pela influenza A e covid-19.</p><p><strong>Em relação aos casos de SRAG por influenza A, a incidência tem impactado mais crianças de at&eacute; 4 anos e idosos, enquanto a mortalidade continua apresentando maior impacto na população a partir de 65 anos de idade.</strong></p><p>Referente ao ano epidemiol&oacute;gico 2026, já foram notificados 37.244 casos, sendo 15.816 (42,5%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respirat&oacute;rio; 14.723 (39,5%) negativos e pelo menos 3.990 (10,7%) aguardando resultado. </p><p>Entre os casos positivos do ano corrente, os pesquisadores do Boletim InfoGripe verificaram que 41,1% foram de rinovírus; 25,5% de influenza A; 17,4% de VSR; 10,2% de Sars-CoV-2 (covid-19); e 1,7% de influenza B.</p><p><strong>Nas quatro últimas semanas epidemiol&oacute;gicas, a proporção entre os casos positivos foi de 33% para rinovírus; 32,2% para influenza A; 26,3% para VSR; 5,5% para Sars-CoV-2 (covid-19); e 2,4% para influenza B.</strong> </p><p>Entre os &oacute;bitos, no mesmo recorte de tempo, a presença desses mesmos vírus entre os positivos atingiu 40,8% para influenza A; 26,9% para rinovírus; 23,3% para Sars-CoV-2 (Covid-19); 5,3% para VSR; e 4,1% para influenza B.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Rovena Rosa]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Saúde incorpora transplante da membrana amniótica para tratar diabetes</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90386/saude-incorpora-transplante-da-membrana-amniotica-para-tratar-diabetes.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Minist&eacute;rio da Saúde incorporou o transplante da membrana amni&oacute;tica no tratamento do diabetes e de alterações oculares via Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi tomada ap&oacute;s parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).Em nota, a pasta informou que a tecnologia passa a ser indicada para transplantes relacionados a feridas cr&ocirc;nicas, p&eacute; diab&eacute;tico e alterações oculares. A...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O Minist&eacute;rio da Saúde incorporou o transplante da membrana amni&oacute;tica no tratamento do diabetes e de alterações oculares via Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi tomada ap&oacute;s parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686254&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686254&amp;o=node"></p><p>Em nota, a pasta informou que a tecnologia passa a ser indicada para transplantes relacionados a feridas cr&ocirc;nicas, p&eacute; diab&eacute;tico e alterações oculares. <strong>A expectativa &eacute; que mais de 860 mil pacientes sejam beneficiados ao ano.</strong></p><br><h2>Entenda</h2><p>A membrana amni&oacute;tica &eacute; um tecido coletado durante o parto e utilizado na medicina regenerativa, com ação anti-inflamat&oacute;ria e cicatrizante que <strong>reduz as complicações no tratamento de diversas doenças</strong>.</p><p>No caso do p&eacute; diab&eacute;tico, por exemplo, a tecnologia possibilita uma cicatrização at&eacute; duas vezes mais rápida das feridas quando comparada aos curativos padrão. No SUS, ela já &eacute; utilizada no tratamento de queimaduras extensas desde 2025.</p><p>Já em casos de alterações oculares, como pálpebras, glândulas lacrimais e cílios, o tecido auxilia na cicatrização de feridas e pode reduzir a dor, al&eacute;m de otimizar a recuperação da superfície ocular.</p><blockquote><p>“O novo curativo biol&oacute;gico tamb&eacute;m contribui para a redução do risco de novas lesões e melhora a qualidade da visão, sendo uma opção eficaz, principalmente para casos mais graves ou que não respondem bem aos tratamentos convencionais, como glaucoma, queimaduras oculares, inflamações, perfurações e úlceras da c&oacute;rnea”, destaca o minist&eacute;rio.  </p></blockquote>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto:  Marcelo Camargo]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Casos de vírus sincicial respiratório acendem alerta; entenda</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90382/casos-de-virus-sincicial-respiratorio-acendem-alerta-entenda.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Boletim da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgado este mês sinaliza situação de alerta, de alto risco ou de risco para casos graves de s&iacute;ndromes gripais em 18 estados brasileiros e no Distrito Federal. Desse total, pelo menos 13 unidades federativas apresentam tendência de aumento nas notificações ao longo das pr&oacute;ximas semanas.Os dados mostram que entre 29 de março e 4 de abril a prevalência entre casos positivos foi de 40,8% para rinov&iacute;rus, causador da maioria ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Boletim da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgado este mês sinaliza <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/fiocruz-mantem-alerta-para-sindrome-respiratoria-grave" target="_blank">situação de alerta</a>, de alto risco ou de risco para casos graves de s&iacute;ndromes gripais em 18 estados brasileiros e no Distrito Federal. Desse total, pelo menos 13 unidades federativas apresentam tendência de aumento nas notificações ao longo das pr&oacute;ximas semanas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686218&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686218&o=node"></p><p><strong>Os dados mostram que entre 29 de março e 4 de abril a prevalência entre casos positivos foi de 40,8% para rinov&iacute;rus, causador da maioria dos resfriados comuns; de 30,7% para Influenza A; e de 19,9% para o v&iacute;rus sincicial respirat&oacute;rio (VSR), conhecido por causar infecções em vias respirat&oacute;rias e pulmões de rec&eacute;m-nascidos, mas que <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/virus-sincicial-tambem-traz-risco-para-idosos-alertam-especialistas" target="_blank">tamb&eacute;m preocupa idosos</a>.</strong></p><p>De acordo com o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, o v&iacute;rus sincicial respirat&oacute;rio &eacute; um v&iacute;rus comum que causa infecções em pessoas de todas as idades, com maior impacto em bebês, idosos e pessoas com condições de sa&uacute;de que comprometem o sistema imunol&oacute;gico.</p><p><strong>No Brasil e em outros pa&iacute;ses, esse v&iacute;rus circula de forma mais intensa em determinadas &eacute;pocas do ano, podendo causar desde sintomas leves at&eacute; quadros respirat&oacute;rios graves que requerem atendimento hospitalar, como a s&iacute;ndrome respirat&oacute;ria aguda grave (SRAG).</strong></p><blockquote><p>“O VSR &eacute; altamente contagioso e infecta o trato respirat&oacute;rio. &Eacute; uma das principais causas de bronquiolite viral aguda em crianças menores de 2 anos e pode ser responsável por um n&uacute;mero expressivo de internações”, alertou a pasta.</p></blockquote><p><strong>No in&iacute;cio da semana, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-re-n-1.441-de-9-de-abril-de-2026-698851451" target="_blank">ampliação do uso da vacina Arexvy</a>, produzida pela Glaxosmithkline Brasil Ltda, para adultos a partir dos 18 anos.</strong> O imunizante, dispon&iacute;vel na rede privada, &eacute; indicado para prevenir a doença do trato respirat&oacute;rio inferior, causada pelo v&iacute;rus.</p><p>Registrada em 2023, a Arexvy foi a primeira vacina para prevenção da doença no pa&iacute;s, mas o registro inicial previa a aplicação apenas em adultos com 60 anos ou mais.</p><blockquote><p>“O v&iacute;rus sincicial respirat&oacute;rio &eacute; importante agente etiol&oacute;gico de infecções respirat&oacute;rias ao longo de toda a vida, podendo causar doenças do trato respirat&oacute;rio inferior, com impacto cl&iacute;nico relevante em adultos, especialmente na presença de comorbidades, al&eacute;m de representar risco aumentado de hospitalização e complicações respirat&oacute;rias em faixas etárias mais avançadas”, avaliou a Anvisa.</p></blockquote><p><strong>“A ampliação da indicação para adultos a partir de 18 anos foi sustentada por estudos cl&iacute;nicos adicionais de imunogenicidade comparativa, que demonstraram não serem inferiores &agrave; resposta imune em adultos mais jovens, em comparação &agrave; população com mais de 60 anos”, completou.</strong></p><p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">>> Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p><h2>Transmissão</h2><p><strong>O v&iacute;rus sincicial respirat&oacute;rio &eacute; transmitido sobretudo por meio de got&iacute;culas respirat&oacute;rias e pelo contato direto com secreções de pessoa infectada &ndash; por exemplo, ao tocar superf&iacute;cies ou objetos contaminados e depois tocar olhos, nariz ou boca. </strong>A transmissão do v&iacute;rus pode ocorrer:</p><p>- quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou conversa;</p><p>- por contato pr&oacute;ximo com pessoas infectadas;</p><p>- pelo toque em mãos ou superf&iacute;cies contaminadas.</p><h2>Sintomas</h2><p><strong>Os sintomas causados pelo v&iacute;rus sincicial respirat&oacute;rio geralmente se assemelham aos de um resfriado comum, mas podem evoluir para quadros respirat&oacute;rios graves em grupos com maior risco, especialmente em crianças abaixo de 2 anos</strong>. Os sinais e sintomas mais comuns são:</p><p>- coriza (nariz escorrendo);</p><p>- tosse;</p><p>- espirros;</p><p>- febre;</p><p>- congestão nasal;</p><p>- chiado no peito.</p><p>Já os sinais e sintomas em casos mais graves incluem:</p><p>- respiração rápida ou com dificuldade;</p><p>- perda do apetite ou dificuldade para se alimentar;</p><p>- cianose (pele, lábios ou pontas dos dedos arroxeados ou azulados);</p><p>- alteração do estado mental (irritabilidade ou sonolência).</p><p><strong>“Em bebês, o VSR pode causar bronquiolite viral aguda, caracterizada pela inflamação dos branqu&iacute;olos, que são pequenas vias áreas dos pulmões”, destacou o minist&eacute;rio.</strong></p><h2>Grupos com maior risco</h2><p><strong>Alguns grupos, segundo a pasta, apresentam maior risco de desenvolver formas graves quando infectados pelo v&iacute;rus sincicial respirat&oacute;rio</strong>. São eles:</p><p>- crianças menores de 2 anos, especialmente menores de 6 meses;</p><p>- bebês prematuros;</p><p>- crianças com doenças card&iacute;acas ou pulmonares cr&ocirc;nicas;</p><p>- crianças com condições neurol&oacute;gicas, s&iacute;ndrome de Down ou com anomalias de vias a&eacute;reas;</p><p>- idosos;</p><p>- pessoas com condições que comprometem o sistema imunol&oacute;gico.</p><h2>Diagn&oacute;stico</h2><p><strong>O diagn&oacute;stico do v&iacute;rus sincicial respirat&oacute;rio, na maioria dos casos, &eacute; cl&iacute;nico, baseado na avaliação da hist&oacute;ria cl&iacute;nica e dos sinais e sintomas apresentados pelo paciente.</strong></p><p>Em alguns casos, como em pacientes hospitalizados com quadros mais graves, podem ser realizados testes para identificação do v&iacute;rus em amostras respirat&oacute;rias por exame de biologia molecular (RT- PCR em tempo real).</p><h2>Tratamento</h2><p><strong>O minist&eacute;rio reforça que não existe medicamento espec&iacute;fico para o tratamento do v&iacute;rus sincicial respirat&oacute;rio. O manejo cl&iacute;nico &eacute; de suporte e depende da gravidade do quadro.</strong></p><p>O tratamento pode incluir:</p><p>- hidratação adequada;</p><p>- controle da febre;</p><p>- lavagem nasal;</p><p>- internação hospitalar e uso de oxigênio suplementar em casos mais graves.</p><h2>Prevenção</h2><p><strong>A pasta ressalta que algumas medidas simples ajudam a prevenir a infecção e a disseminação do v&iacute;rus sincicial respirat&oacute;rio</strong>, incluindo:</p><p>- lavar as mãos com frequência com água e sabão;</p><p>- evitar contato pr&oacute;ximo com pessoas gripadas ou resfriadas;</p><p>- limpar e desinfetar objetos e superf&iacute;cies de uso comum;</p><p>- evitar aglomerações, especialmente para bebês e idosos;</p><p>- manter ambientes bem ventilados.</p><p><strong>“Para proteger bebês, &eacute; importante manter a vacinação e as consultas de rotina em dia, manter o aleitamento materno sempre que poss&iacute;vel e evitar a exposição &agrave; fumaça de cigarro.”</strong></p><h2>Vacinação em gestantes</h2><p><strong>O Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) disponibiliza a vacina contra o VSR para gestantes, com o objetivo de proteger o bebê nos primeiros meses de vida. O imunizante &eacute; aplicado em dose &uacute;nica a partir da 28ª semana de gestação.</strong></p><p>Ap&oacute;s a vacinação, a gestante produz anticorpos que são transferidos para o bebê por meio da placenta, conferindo proteção passiva ao rec&eacute;m-nascido. A estrat&eacute;gia, segundo o minist&eacute;rio, reduz o risco de formas graves da doença e de internações hospitalares por VSR nos primeiros seis meses de vida.</p><h2>Imunização de bebês</h2><p>Bebês, sobretudo prematuros e com comorbidades, podem receber ainda, pelo SUS, anticorpos prontos contra o v&iacute;rus sincicial respirat&oacute;rio, chamados de anticorpos monoclonais, que ajudam a proteger contra formas graves da infecção.</p><p><strong>O palivizumabe &eacute; aplicado em forma de injeção, uma vez por mês, durante a &eacute;poca do ano em que o v&iacute;rus circula mais, seguindo crit&eacute;rios definidos pelo minist&eacute;rio.</strong> Atualmente, o palivizumabe está passando por processo de substituição por um novo medicamento, chamado nirsevimabe.</p><p>O nirsevimabe &eacute; um medicamento criado para proteger os bebês contra o VSR por um per&iacute;odo mais longo, sendo necessária apenas uma dose para garantir proteção durante toda a &eacute;poca de maior circulação do v&iacute;rus. A principal vantagem &eacute; que a proteção dura mais tempo, evitando a necessidade de várias aplicações.</p><blockquote><p>“No SUS, o nirsevimabe será oferecido para bebês prematuros e crianças com algumas condições de sa&uacute;de espec&iacute;ficas, que têm maior risco de desenvolver formas graves da doença causada pelo VSR, nascidos a partir de fevereiro de 2026”, informou a pasta.  </p></blockquote>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Médicos do Hospital Federal de Bonsucesso deflagram greve por falta de pagamento</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90370/medicos-do-hospital-federal-de-bonsucesso-deflagram-greve-por-falta-de-pagamento.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 16:57:50 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[M&eacute;dicos plantonistas de dois setores do Hospital Federal de Bonsucesso (HFB), na Zona Norte do Rio de Janeiro, deflagram greve parcial das atividades nesta quinta-feira (16). A decisão foi tomada ap&oacute;s meses de atrasos e inadimplência no pagamento de salários, sem perspectiva concreta de regularização.Os profissionais que atuam no CTI-2 e na Recuperação P&oacute;s-Anest&eacute;sica (RPA) informam, em nota, que não recebem pelos serviços prestados desde 19 de janeiro de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-49d9b226-7fff-7fe1-789e-561ffc0d7c3d" style="text-align: justify; ">M&eacute;dicos plantonistas de dois setores do Hospital Federal de Bonsucesso (HFB), na Zona Norte do Rio de Janeiro, deflagram greve parcial das atividades nesta quinta-feira (16). A decisão foi tomada ap&oacute;s meses de atrasos e inadimplência no pagamento de salários, sem perspectiva concreta de regularização.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Os profissionais que atuam no CTI-2 e na Recuperação P&oacute;s-Anest&eacute;sica (RPA) informam, em nota, que não recebem pelos serviços prestados desde 19 de janeiro de 2026, quase três meses de atraso acumulado. A unidade está sob gestão do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), sediado em Porto Alegre. Os pagamentos são intermediados pela empresa ANAESP. Segundo os m&eacute;dicos, o GHC alega que os valores teriam sido repassados &agrave; intermediária, mas não chegaram aos profissionais.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Durante a greve, os atendimentos a pacientes em estado grave ou com risco iminente de morte permanecerão garantidos, conforme previsto na Lei nº 7.783/1989, que regula o direito de greve nos serviços essenciais.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">O CTI-2 e a unidade de p&oacute;s operat&oacute;rio (UPO) não realizarão admissão de novos pacientes, at&eacute; a regularização integral dos pagamentos. Os casos serão redirecionados ao CTI-1 ou &agrave; UCO. O setor de RPA suspenderá o recebimento de pacientes de cirurgias eletivas sem risco imediato de vida, que deverão cumprir o período de recuperação p&oacute;s-anest&eacute;sica dentro da pr&oacute;pria sala cirúrgica, com as equipes de anestesia e cirurgia. A paralização impacta transplantes e cirurgias eletivas. Os pacientes oriundos de cirurgias de urgência continuarão sendo atendidos normalmente.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;"><b>Impasse nos pagamentos</b></p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">O Sindicato dos M&eacute;dicos acompanha o caso de perto. Julio Noronha, responsável pelo departamento jurídico da entidade e m&eacute;dico do HFB desde 1978, relata que tentou resolver o impasse diretamente com as partes na sexta-feira (11). Ao ligar para a ANAESP na presença do presidente do sindicato, Alexandre Telles, ouviu da pr&oacute;pria responsável pela empresa que os valores não tinham sido recebidos. O GHC, por sua vez, afirma que pagou. Nenhuma das partes apresentou comprovante.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">O sindicato informa ainda que vai comunicar o Tribunal de Contas da União sobre a falha do fiscal do contrato. "O sistema estava sem receber desde janeiro e o fiscal já tinha que ter acionado o jurídico do GHC", denuncia o m&eacute;dico.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Noronha relata que o sindicato levou o impasse diretamente &agrave; cúpula do GHC. "Nos comunicamos com a presidente do conselho administrativo do Grupo Conceição, Eliane Cruz, e a comunicamos que não vamos aceitar essa hist&oacute;ria de não pagar os profissionais.", disse.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">A situação ganhou um novo elemento na v&eacute;spera da greve. Um m&eacute;dico gestor do GHC, vindo de Porto Alegre, identificado como Carlos do Bem, enviou mensagem pelo WhatsApp aos plantonistas PJ afirmando que o sindicato iria ao hospital pagar os salários devidos. A informação era falsa. "Foi de uma leviandade. Vários PJs ligaram para o sindicato dizendo que amanhã iam receber. Isso não tem o menor cabimento. Tal situação s&oacute; poderia acontecer com um alvará judicial", disse Noronha.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;"><b>Falsa PJotização e alta rotatividade</b></p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Al&eacute;m da inadimplência, o modelo de contratação adotado pelo GHC preocupa o sindicato. Os plantonistas são contratados como pessoas jurídicas, mas, na prática, têm ponto, chefe e habitualidade de horário, características de vínculo empregatício.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">"M&eacute;dico PJ com ponto nunca se viu. O profissional contratado como PJ presta um serviço específico, não tem horário fixo, não tem habitualidade, não tem chefe", afirmou Julio Noronha. "Alguns não têm nem contrato. Imagina a zona que está acontecendo lá."</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">O modelo gera alta rotatividade, problema grave num hospital de alta complexidade. "Se o profissional não gostar, ele sai. Como se mant&eacute;m a qualidade dos serviços dessa forma?", questionou.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;"><b>Hospital reformado, alta complexidade destruída</b></p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">O HFB passou por extensa reforma ap&oacute;s um incêndio que danificou parte da estrutura. O governo federal investiu na requalificação e reabriu a emergência com nova aparelhagem. Apesar disso, cerca de 100 m&eacute;dicos plantonistas estão sem receber desde janeiro. Segundo informações, o governo federal teria realizado o repasse de recursos, mas a empresa licitada não transferiu os valores aos profissionais.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Para Noronha, que atua no hospital há quase 50 anos, o problema vai al&eacute;m da inadimplência. O GHC teria desmontado progressivamente o quadro de profissionais experientes que garantia a alta complexidade da unidade.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">"A alta complexidade &eacute; a experiência, que no Hospital Federal de Bom Sucesso, praticamente acabou com essa quarteirização", afirmou. Como exemplo, citou uma m&eacute;dica estatutária especializada em malformações nefrol&oacute;gicas, com 25 anos de casa, dispensada e substituída por um profissional ainda em residência. Os transplantes renais, que chegavam a 130 por ano, caíram para 100. A Oncologia Clínica, fechada desde 2019, foi prometida pelo GHC quando assumiu a gestão, em outubro de 2024, e ainda não foi reaberta.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Para ampliar os números de atendimento, a direção do GHC teria direcionado a agenda do HFB para realizar procedimentos simples. Em um mutirão de colocação de DIU, relatou Noronha, as pacientes chegaram sem os exames pr&eacute;vios necessários. "Investiram em priorizar  procedimentos de baixíssima complexidade para mostrar desempenho e produtividade. Sem preparo nenhum."</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">"Tudo que você vê em Bom Sucesso &eacute; de um amadorismo impressionante. Estão destruindo um hospital que era referência de alta complexidade e colocando em risco a vida da população", denuncia o m&eacute;dico Júlio Noronha.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">A avaliação &eacute; compartilhada pela Associação dos Servidores do Grupo Hospitalar Conceição (ASERGHC), que publicou em 13 de abril coluna no site Sul21 criticando o modelo de gestão adotado pelo GHC. A entidade aponta indicações político-partidárias para cargos de confiança, ausência de crit&eacute;rios t&eacute;cnicos e avanço de terceirizações e Parcerias Público-Privadas. Na enfermagem, área com maior número de trabalhadores, a ASERGHC descreve remanejamentos constantes sem crit&eacute;rios claros, adoecimento ocupacional e negligência com direitos básicos como espaços de descanso. Em nota publicada nas redes sociais post, resume: "O GHC está doente. Precisamos de gestão profissional."</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">A entrada do GHC no HFB, em outubro de 2024, foi marcada por tensão. Segundo Noronha, a transição envolveu intervenção da Polícia Federal, uso de gás de pimenta e detenção de funcionários e sindicalistas. “O GHC foi apresentado pelo Minist&eacute;rio da Saúde como a solução para os problemas da unidade.”</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Para Noronha, a solução passa por reverter a descentralização. "Precisa acabar com o erro que foi feito, que foi a descentralização do Hospital de Bom Sucesso, que era ligado &agrave; Direção Central do Minist&eacute;rio da Saúde e passou para um grupo que não tem a mínima condição", afirmou.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">O m&eacute;dico aponta ainda problemas estruturais não resolvidos pelo GHC: irregularidades na compra de materiais, falta de insumos e obras paralisadas, entre elas a subestação el&eacute;trica do hospital, considerada prioritária. A ausência da obra deixa a unidade dependente de geradores, cuja situação de locação o pr&oacute;prio sindicato não conseguiu confirmar.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">"&Eacute; criminoso. Padilha e Nísia estão cometendo um genocídio no Rio de Janeiro", afirmou Noronha, em referência ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e &agrave; ex-ministra Nísia Trindade.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;"><b>Outro lado</b></p><p dir="ltr" style="text-align: justify; ">O Grupo Hospitalar Conceição (GHC) informou que não há comprometimento dos atendimentos assistenciais no Hospital Federal de Bonsucesso (HFB), bem como não há greve na área m&eacute;dica, especialmente no que se refere aos serviços prestados por empresas terceirizadas.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify; ">O GHC disse ainda, em nota ao <b>Portal Eu, Rio!</b>, que efetuou o repasse dos valores referentes aos serviços prestados &agrave; empresa ANAESP e que, ao tomar conhecimento de que a referida empresa não realizou o pagamento aos m&eacute;dicos atuantes no HFB, adotou todas as medidas administrativas e jurídicas cabíveis, tendo rescindido o contrato com a empresa em 16/04/2026, e na data de 17/04/2026, teve início o da empresa classificada em segundo lugar no certame para fins de contratação..</p><p dir="ltr"> </p><p style="text-align: justify; "><br>    </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Tomaz Silva]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Saúde envia 2,2 milhões de doses da vacina de covid-19 aos estados</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90366/saude-envia-2-2-milhoes-de-doses-da-vacina-de-covid-19-aos-estados.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 16:37:43 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de informou nesta quinta-feira (16) ter enviado 2,2 milhões de novas doses da vacina contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal. Segundo a pasta, a ação garante estoque suficiente para atender &agrave;s demandas regionais. Em nota, o minist&eacute;rio destacou que, com a entrega, o total de doses contra a covid-19 distribu&iacute;das nos primeiros meses de 2026 chega a 6,3 milhões. “Os estoques estão garantidos em todo o pa&iacute;s”,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de informou nesta quinta-feira (16) ter enviado 2,2 milhões de novas doses da vacina contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal</strong>. Segundo a pasta, a ação garante estoque suficiente para atender &agrave;s demandas regionais. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686274&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686274&amp;o=node"></p><p>Em nota, o minist&eacute;rio destacou que, com a entrega, o total de doses contra a covid-19 distribu&iacute;das nos primeiros meses de 2026 chega a 6,3 milhões. “Os estoques estão garantidos em todo o pa&iacute;s”, reforçou a pasta no comunicado. </p><h2>Entenda </h2><p>As vacinas ofertadas via Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) são atualizadas contra as cepas em circulação e são recomendadas de forma prioritária para grupos considerados mais vulneráveis.</p><p>O minist&eacute;rio &eacute; responsável por manter um estoque que atenda todo o pa&iacute;s. A distribuição das doses &agrave;s unidades de sa&uacute;de e a organização da log&iacute;stica local são de responsabilidade dos estados e munic&iacute;pios, que gerenciam seus estoques, controle de validade e aplicação das doses.</p><p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p><h2>N&uacute;meros</h2><p>Entre janeiro e março deste ano, a pasta informou ter enviado 4,1 milhões de doses aos estados, com 2 milhões aplicadas. </p><p>“A nova remessa, com mais 2,2 milhões de doses enviada nesta semana, dá continuidade ao envio regular e se soma aos estoques regionais para crianças e adultos, reforçando a estrat&eacute;gia de ampliação da cobertura vacinal.”</p><h2>Quem deve se vacinar</h2><p>O esquema de vacinação contra a covid-19 no Brasil segue diretrizes estruturadas conforme faixa etária e condições de sa&uacute;de, com foco na proteção de grupos mais vulneráveis, conforme descrito abaixo: </p><ul><li>Idosos (a partir de 60 anos): duas doses, com intervalo de seis meses entre elas</li><li>Gestantes: uma dose a cada gestação, em qualquer idade e fase gestacional, respeitando intervalo m&iacute;nimo de seis meses desde a &uacute;ltima dose</li><li>Crianças de 6 meses a menores de 5 anos: esquema básico de duas ou três doses, conforme o imunizante</li><li>Pessoas imunocomprometidas (a partir de 6 meses de idade): esquema básico com três doses e recomendação de doses peri&oacute;dicas (uma dose semestral, com intervalo m&iacute;nimo de seis meses)</li><li>População geral (5 a 59 anos): uma dose para pessoas não vacinadas anteriormente</li></ul><p>A estrat&eacute;gia de vacinação tamb&eacute;m contempla outros grupos, como trabalhadores da sa&uacute;de, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, povos ind&iacute;genas, comunidades quilombolas e ribeirinhas, população privada de liberdade, pessoas em situação de rua e trabalhadores dos Correios.</p><p>A orientação do minist&eacute;rio &eacute; que a população procure a unidade de sa&uacute;de mais pr&oacute;xima para verificar a situação vacinal e manter a imunização em dia.</p><h2>Cenário epidemiol&oacute;gico</h2><p>At&eacute; 11 de abril de 2026, foram registrados 62.586 casos de s&iacute;ndrome gripal por covid-19. Tamb&eacute;m foram notificados 30.871 casos de s&iacute;ndrome respirat&oacute;ria aguda grave (SRAG), sendo 4,7% por covid-19 (1.456 casos), al&eacute;m de 188 &oacute;bitos por SRAG causados por covid-19.</p><p>“Diante desse cenário, a vacinação continua sendo a principal forma de proteção. As vacinas oferecidas gratuitamente pelo SUS são seguras e eficazes para prevenir casos graves, hospitalizações e &oacute;bitos. Por isso, &eacute; fundamental manter o esquema vacinal atualizado, especialmente entre os grupos mais vulneráveis”, concluiu o minist&eacute;rio.   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Janja Silva]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Instituições preparam orientações para reforçar pesquisas sobre vapes</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90347/instituicoes-preparam-orientacoes-para-reforcar-pesquisas-sobre-vapes.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Câncer (Inca), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e outras instituições de pesquisa trabalham em uma carta conjunta com recomendações e orientações para estudos sobre dispositivos eletr&ocirc;nicos para fumar (DEF), como cigarros eletr&ocirc;nicos, vapes e similares.O documento será assinado pelo diretor-geral do Inca, Roberto Gil, pela vice-presidente adjunta de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da Fiocruz, Patricia Canto, e por representantes de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O Instituto Nacional de Câncer (Inca), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e outras instituições de pesquisa trabalham em uma carta conjunta com recomendações e orientações para estudos sobre dispositivos eletr&ocirc;nicos para fumar (DEF), como cigarros eletr&ocirc;nicos, vapes e similares.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686127&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686127&amp;o=node"></p><p>O documento será assinado pelo diretor-geral do Inca, Roberto Gil, pela vice-presidente adjunta de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da Fiocruz, Patricia Canto, e por representantes de universidades e instituições de pesquisa de todo o país. </p><p>As diretrizes foram debatidas nesta terça (14) e quarta-feira (15) no seminário <em>Construindo uma Agenda de Pesquisa Prioritária sobre Dispositivos Eletr&ocirc;nicos para Fumar para o Brasil</em>, no Rio de Janeiro.</p><p>Os pesquisadores partiram de um levantamento, realizado entre 2019 e março de 2025, que identificou 59 estudos sobre os impactos dos DEFs na literatura científica nacional. </p><p><strong>As pesquisas analisadas abordam desde os danos &agrave; saúde humana at&eacute; dados epidemiol&oacute;gicos sobre experimentação e uso, al&eacute;m de aspectos regulat&oacute;rios e de políticas públicas.</strong><br><br>O diretor-geral do Inca afirmou que o seminário representou um esforço coletivo para identificar lacunas e prioridades de pesquisa sobre esses dispositivos. </p><p>“Queremos fortalecer a base científica que orienta as políticas públicas e ampliar a capacidade de resposta do País a esse desafio, que representa uma ameaça &agrave; saúde da população brasileira, sobretudo das novas gerações”, destacou Roberto Gil.</p><p>Pesquisadora e coordenadora substituta do Centro de Estudos sobre Tabaco e Saúde (Cetab/Fiocruz), Ana Paula Natividade disse que o encontro buscou organizar o conhecimento existente e apontar caminhos para novas investigações que fortaleçam a saúde pública.</p><p>“O avanço acelerado desses produtos e das estrat&eacute;gias da indústria do tabaco exige respostas científicas igualmente rápidas e coordenadas”.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foot: Jo&eacute;dson Alves]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Casos de dengue no Brasil caem 75% este ano</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90342/casos-de-dengue-no-brasil-caem-75-este-ano.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 07:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Dados do Minist&eacute;rio da Saúde indicam que os casos de dengue registrados no Brasil ao longo dos primeiros meses de 2026 caíram 75% em relação ao mesmo período do ano passado.De janeiro a 11 de abril, foram notificados 227,5 mil casos prováveis da doença contra 916,4 mil identificados no mesmo período de 2025. A queda, segundo a pasta, segue uma tendência observada desde o ano passado, quando o total de casos chegou a 1,7 milhão ap&oacute;s o pico de 6,6 milhões registrado em...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Dados do Minist&eacute;rio da Saúde indicam que os casos de dengue registrados no Brasil ao longo dos primeiros meses de 2026 caíram 75% em relação ao mesmo período do ano passado.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686101&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686101&o=node"></p><p><strong>De janeiro a 11 de abril, foram notificados 227,5 mil casos prováveis da doença contra 916,4 mil identificados no mesmo período de 2025.</strong> A queda, segundo a pasta, segue uma tendência observada desde o ano passado, quando o total de casos chegou a 1,7 milhão ap&oacute;s o pico de 6,6 milhões registrado em 2024.</p><p>    <span style="font-weight: bold;">Ouça no Podcast do Eu, Rio! a notícia da Rádio Nacional sobre os avanços no combate &agrave; dengue.</span><br></p><p>Em nota, o minist&eacute;rio avalia que o resultado reflete o fortalecimento de ações coordenadas junto a estados e municípios, incluindo estrat&eacute;gias como a ampliação do uso de ovitrampas (armadilhas de monitoramento para combater o <em>Aedes aegypti</em>), presente em 1,6 mil municípios, com previsão de chegar a 2 mil at&eacute; o fim deste ano. </p><blockquote><p>“Tamb&eacute;m avançam o uso de insetos est&eacute;reis irradiados e a expansão do m&eacute;todo Wolbachia, prevista para 72 municípios prioritários”, destacou a pasta. </p></blockquote><p><br><span style="font-size: 18px;">Vacinação chegou a 1,4 milhão de crianças e adolescentes entre dez e 14 anos</span></p><p><strong>Ainda segundo o minist&eacute;rio, 1,4 milhão de doses de vacina contra a dengue foram aplicadas em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, público-alvo que recebe o imunizante desde 2024. </strong></p><p><strong>Em 2026, a pasta passou a ofertar a vacina nacional de dose única contra a dengue, desenvolvida pelo Instituto Butantan, em três municípios-piloto, para a faixa etária de 12 a 59 anos. </strong>Profissionais de saúde tamb&eacute;m recebem a vacina, somando mais de 300 mil doses aplicadas.</p><h2><span style="font-weight: normal; font-size: 18px; color: rgb(0, 0, 0);">Malária teve menor incidência desde 1979, com queda de 15% sobre ano anterior</span></h2><p>O minist&eacute;rio tamb&eacute;m divulgou números relacionados a outras doenças infecciosas registradas no país. </p><p><strong>Em 2025, o Brasil contabilizou o menor número de casos de malária desde 1979, com queda de 15% em relação ao ano anterior.</strong> <strong>Os casos recuaram, ao todo, 30%, com redução, principalmente em territ&oacute;rios indígenas. As mortes caíram 28%, passando de 54 para 39. Na Terra Indígena Yanomami, a redução foi 22% nos casos e de 80% nos &oacute;bitos.</strong></p><p>Para a pasta, o resultado está associado &agrave; ampliação do diagn&oacute;stico e do tratamento, já que mais de 25 mil pacientes foram tratados com tafenoquina. <strong>“Tamb&eacute;m houve intensificação da busca ativa e aumento na oferta de testes rápidos”. </strong>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Pixabay]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Anvisa proíbe canetas emagrecedoras irregulares no Brasil</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90339/anvisa-proibe-canetas-emagrecedoras-irregulares-no-brasil.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão dos medicamentos Gluconex e Tirzedral, produzidos por empresa não identificada. A medida tamb&eacute;m proíbe a comercialização, a distribuição, a importação e o uso dos produtos. “Amplamente divulgados na internet e vendidos como medicamentos injetáveis de GLP-1, os produtos são conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras, mas não têm registro, notificação ou cadastro na Anvisa”, informou a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão dos medicamentos Gluconex e Tirzedral, produzidos por empresa não identificada. <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-re-n-1.519-de-13-de-abril-de-2026-699579593">A medida tamb&eacute;m proíbe</a> a comercialização, a distribuição, a importação e o uso dos produtos. </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686111&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686111&amp;o=node"></p><blockquote><p>“Amplamente divulgados na internet e vendidos como medicamentos injetáveis de GLP-1, os produtos são conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras, mas não têm registro, notificação ou cadastro na Anvisa”, informou a agência. </p></blockquote><p><strong>Em nota, a Anvisa destacou que, por se tratarem de produtos irregulares e de origem desconhecida, “não há qualquer garantia quanto ao seu conteúdo ou &agrave; sua qualidade".</strong> Por isso, não devem ser utilizados em nenhuma hip&oacute;tese”. </p><p>“Profissionais de saúde e pacientes que identificarem produtos das marcas e lotes citados podem entrar em contato com a agência, por meio dos canais de atendimento, ou com a vigilância sanitária local, utilizando os contatos disponíveis no portal da Anvisa.”<br><br><span style="color: rgb(0, 102, 255); font-size: 30px; font-weight: bold;">Paraguai</span></p><p>Na última segunda-feira (13), a Polícia Civil do Rio de Janeiro <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-04/casal-e-preso-com-canetas-emagrecedoras-e-anabolizantes-do-paraguai">interceptou um &ocirc;nibus que vinha do Paraguai</a> com contrabando de canetas emagrecedoras e anabolizantes, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.</p><p>O veículo vinha sendo monitorado por suspeita de transportar material ilegal. No momento da abordagem, havia 42 passageiros no &ocirc;nibus, que foram conduzidos &agrave; Cidade da Polícia.</p><p>Um casal que embarcou em Foz do Iguaçu, no Paraná, foi preso em flagrante, com grande quantidade de produtos de origem paraguaia colocados &agrave; venda irregularmente no territ&oacute;rio nacional, como anabolizantes e mil frascos de canetas emagrecedoras, contendo a substância tirzepatida.   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Lasca e Catedral Laborat&oacute;rio/Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Ação beneficente Doppler Venoso Solidário fará exame gratuito para avaliação da saúde vascular e renal</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90322/acao-beneficente-doppler-venoso-solidario-fara-exame-gratuito-para-avaliacao-da-saude-vascular-e-ren.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:18:14 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Neste sábado, dia 18/04, a partir dar 8h, acontece no Hotel Pestana em Copacabana, a ação Doppler Venoso Solidário, do Gripo Axcess - iniciativa beneficente que visa atender pacientes que guardam na fila do SUS pela realização do exame de Eco Doppler venoso, fundamental para a avaliação da sa&uacute;de vascular e renal.A ação oferecerá 50 vagas gratuitas para a realização do exame, sob a supervisão Em um gesto de solidariedade e compromisso com a sa&uacute;de p&uacute;blica, será ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Neste sábado, dia 18/04, a partir dar 8h, acontece no Hotel Pestana em Copacabana, a ação Doppler Venoso Solidário, do Gripo Axcess - iniciativa beneficente que visa atender pacientes que guardam na fila do SUS pela realização do exame de Eco Doppler venoso, fundamental para a avaliação da sa&uacute;de vascular e renal.</p><p style="text-align: justify; ">A ação oferecerá 50 vagas gratuitas para a realização do exame, sob a supervisão Em um gesto de solidariedade e compromisso com a sa&uacute;de p&uacute;blica, será realizada com a ação Doppler Venoso Solidário, do Gripo Axcess - iniciativa beneficente que visa atender pacientes que guardam na fila do SUS pela realização do exame de Eco Doppler venoso, fundamental para a avaliação da sa&uacute;de vascular e renal.</p><p style="text-align: justify; ">A ação oferecerá 50 vagas gratuitas para a realização do exame, sob a supervisão de Guilherme Farme D'Amoed, Cirurgião Cardiovascular e referência nacional em acesso vascular para hemodiálise, acompanhado de sua equipe especializada. O m&eacute;dico &eacute; referência nacional em acesso vascular para hemodiálise.</p><p style="text-align: justify;">Em um gesto de solidariedade e compromisso com a sa&uacute;de p&uacute;blica, será realizada com a ação Doppler Venoso Solidário, do Gripo Axcess - iniciativa beneficente que visa atender pacientes que aguardam na fila do SUS pela realização do exame de Eco Doppler venoso, fundamental para a avaliação da sa&uacute;de vascular e renal.</p><p style="text-align: justify;">A Doença Renal Cr&ocirc;nica no Rio de Janeiro: crise silenciosa exige diagn&oacute;stico precoce e atenção urgente do poder p&uacute;blico, &eacute; um desafio no Rio de Janeiro, com a Região Sudeste liderando em taxas de Terapia Renal Substitutiva (TRS), c erca de 236 pessoas por 100 mil habitantes. O aumento de internações e tratamentos (hemodiálise/transplante) impulsiona ações da Atenção Primária para diagn&oacute;stico precoce, com alta incidência em idosos, hipertensos e diab&eacute;ticos.</p><p style="text-align: justify;"><b>AGENDAMENTO SERÁ REALIZADO SOMENTE PELO What'sApp (21) 96860-2442</b></p><p style="text-align: justify;">Os exames serão realizados no dia 18 de abril a partir das 08h da manhã, O paciente deverá enviar o nome completo e a solicitação do exame. Serão disponibilizadas 50 vagas, priorizando pacientes em lista de espera</p><p style="text-align: justify;">O Eco Doppler venoso &mdash; tamb&eacute;m conhecido como ultrassom Doppler vascular &mdash; &eacute; um exame não invasivo, seguro e sem exposição &agrave; radiação, que permite analisar com precisão o fluxo sangu&iacute;neo nas veias e art&eacute;rias.</p><p style="text-align: justify;">No contexto da sa&uacute;de renal, ele desempenha papel crucial no diagn&oacute;stico precoce de doenças vasculares que podem evoluir para condições graves como hipertensão, insuficiência renal e trombose.</p><p style="text-align: justify;">Por ser indolor e de alta precisão diagn&oacute;stica, o exame &eacute; especialmente indicado para pacientes renais cr&ocirc;nicos, que dependem do monitoramento cont&iacute;nuo do acesso vascular para a realização segura das sessões de hemodiálise.</p><p style="text-align: justify;">Fatores de Risco no RJ: Hipertensão (30% da população) e diabetes (10%) são os principais fatores de risco monitorados, al&eacute;m da idade avançada. </p><p style="text-align: justify;"><b>ACESSO VASCULAR: PILAR DO TRATAMENTO RENAL</b></p><p style="text-align: justify;">O acesso vascular &eacute; indispensável para os pacientes em hemodiálise, pois permite a adequação do fluxo sangu&iacute;neo necessário ao tratamento. A sua correta avaliação e manutenção são determinantes para que as sessões ocorram sem intercorrências, reduzindo significativamente o risco de infecções e outras complicações que podem comprometer a qualidade de vida e a continuidade do tratamento.</p><p style="text-align: justify; ">“O Doppler Solidário &eacute; um cuidado ativo da população, a realização de exames de vigilância de f&iacute;stulas arteriovenosas e mapeamento de pacientes renais para confecção de f&iacute;stulas e nasce da percepção de que o acesso a exames de qualidade ainda &eacute; um desafio para grande parte da população brasileira”, pontua Guilherme.</p><p style="text-align: justify; "><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/04/90321_d59be2650cbe3d153365c9bb5d244bd3.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify; "><b>Serviço</b> </p><p style="text-align: justify; ">Doppler Venoso Solidário</p><p style="text-align: justify;">Um exame que pode transformar vidas - a medicina pode e deve ir al&eacute;m dos consult&oacute;rios</p><p style="text-align: justify;">Sábado &ndash; dia 18 de abril no Hotel Pestana em Copacabana</p><p style="text-align: justify;">Avenida Atlântica, 2964 &ndash; 1º andar</p><p style="text-align: justify;"><br></p><p style="text-align: justify; "><br>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Composto da maconha,  canabidiol combate avanço do Alzheimer</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90314/composto-da-maconha-canabidiol-combate-avanco-do-alzheimer.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 10:20:56 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Alzheimer &eacute; um transtorno neurodegenerativo progressivo e a forma mais comum de demência, responsável por 60% a 80% dos casos em idosos. Quando as proteínas anormais beta-amiloide e tau se acumulam no c&eacute;rebro, isso resulta na morte de neur&ocirc;nios, perda de mem&oacute;ria, declínio cognitivo e alterações de comportamento.Não existe uma cura específica para estes sintomas, por&eacute;m, existem formas de prevenir e retardar o desenvolvimento deles. Uma delas &eacute; o ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>O Alzheimer &eacute; um transtorno neurodegenerativo progressivo e a forma mais comum de demência, responsável por 60% a 80% dos casos em idosos. Quando as proteínas anormais beta-amiloide e tau se acumulam no c&eacute;rebro, isso resulta na morte de neur&ocirc;nios, perda de mem&oacute;ria, declínio cognitivo e alterações de comportamento.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686019&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686019&o=node"></p><p>Não existe uma cura específica para estes sintomas, por&eacute;m, existem formas de prevenir e retardar o desenvolvimento deles. Uma delas &eacute; o canabidiol. Experimentos feitos com camundongos mostraram que o composto foi capaz de reduzir o acúmulo de toxicidades na massa encefálica, restaurar conexões entre neur&ocirc;nios e melhorar a mem&oacute;ria dos animais.</p><p>O Dr. Arthur Jatobá, m&eacute;dico especialista em neurologia, destaca que 500 componentes químicos podem ser extraídos da planta da maconha, a Cannabis sativa.</p><blockquote><p>"Dentre esses componentes, aproximadamente cento e poucos são considerados canabinoides. E dois deles, que &eacute; o CBD, que &eacute; o canabidiol, e o THC, que &eacute; o tetraidrocanabinol, são usados com fins medicinais. E dentro da neurologia, hoje a gente sabe que as principais indicações são a epilepsia refratária, pacientes com dores cr&ocirc;nicas e em pacientes com esclerose múltipla que apresentam espasticidade, que &eacute; um tipo de rigidez".</p></blockquote><p>Um aspecto que chama a atenção deste composto natural &eacute; o fato de ele não provocar os efeitos psicoativos associados ao tetraidrocanabinol, o que o torna um candidato mais seguro para estudos clínicos. Arthur Jatobá ressalta que as pesquisas em laborat&oacute;rio mostram que essa substância tem efeitos neuroprotetores.</p><blockquote><p>"Como efeitos anti-inflamat&oacute;rios e antibeta-amiloide. São duas das principais alterações que a gente vê na doença de Alzheimer. A gente ainda não tem estudos grandes e robustos com uma grande quantidade de pacientes para poder avaliar melhor os possíveis benefícios dessas substâncias. A gente vê na prática do dia a dia e em alguns estudos que os pacientes que mais se beneficiam dessas substâncias são aqueles que têm alterações comportamentais importantes".</p></blockquote><p>O estudo em questão foi conduzido por cientistas da Universidade de Shenzhen, da Academia Chinesa de Ciências e outras instituições. Foi publicado em 19 de março na revista Molecular Psychiatry. O canabidiol &eacute; um composto não psicoativo da Cannabis sativa, usado para tratar epilepsia refratária, dores cr&ocirc;nicas como a fibromialgia, ansiedade, autismo e Alzheimer, agindo no sistema endocanabinoide.</p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex">   <b> Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da RadioAgência Nacional sobre o potencial do canabidiol no combate ao Mal de Alzheimer, principal causa de demência entre idosos.</b><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Centro Carioca do Olho realiza primeiro transplante de córnea</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90309/centro-carioca-do-olho-realiza-primeiro-transplante-de-cornea.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90309/centro-carioca-do-olho-realiza-primeiro-transplante-de-cornea.html</guid>
			<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Maior centro oftalmol&oacute;gico da Am&eacute;rica Latina, o Centro Carioca do Olho (CCO), localizado no complexo do Super Centro Carioca de Saúde, em Benfica, recebeu habilitação para realizar o transplante de c&oacute;rnea, um procedimento oftalmol&oacute;gico de alta complexidade capaz de devolver a visão plena. Trata-se da primeira unidade a ofertar o procedimento na rede municipal de saúde, que agora incorpora o transplante de c&oacute;rnea em sua cartela de serviços. A novidade...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Maior centro oftalmol&oacute;gico da Am&eacute;rica Latina, o Centro Carioca do Olho (CCO), localizado no complexo do Super Centro Carioca de Saúde, em Benfica, recebeu habilitação para realizar o transplante de c&oacute;rnea, um procedimento oftalmol&oacute;gico de alta complexidade capaz de devolver a visão plena. Trata-se da primeira unidade a ofertar o procedimento na rede municipal de saúde, que agora incorpora o transplante de c&oacute;rnea em sua cartela de serviços. A novidade representa um avanço para o Sistema Único de Saúde na cidade do Rio, ampliando a quantidade de vagas disponíveis para o procedimento aos casos indicados, que são regulados pelo Programa Estadual de Transplantes (PET).</p><p>Primeira paciente a receber o transplante de c&oacute;rnea no CCO, Aline Domingues, de 45 anos, realizou o procedimento no dia 10 de março. Ela tem o diagn&oacute;stico de ceratocone, doença gen&eacute;tica rara que afeta a estrutura da c&oacute;rnea. Chegou a passar por dois hospitais especializados nos últimos dez anos, onde entrou na fila para a realização da cirurgia, mas sua vez nunca chegou.</p><p>At&eacute; que, este ano, Aline foi chamada pelo CCO. Ao longo de fevereiro, realizou consultas e exames na unidade, que confirmou o diagn&oacute;stico de ceratocone grave nos dois olhos e a necessidade do transplante de c&oacute;rnea. Todas as etapas de preparação para o procedimento foram concluídas em aproximadamente um mês. O transplante da c&oacute;rnea esquerda foi realizado; a cirurgia durou cerca de uma hora e meia e foi um sucesso.</p><blockquote><p>&ndash; Eu já conhecia o Centro Carioca do Olho, pois acompanhei meu marido na unidade e fiquei muito surpresa positivamente. Queria fazer meu transplante aqui. Meu problema de visão trouxe outras doenças, tive que parar de trabalhar e ser dependente das pessoas ao meu redor. Agora, tenho tratamento de excelência. Eu vou ter a chance de voltar a viver, sair sozinha, não pegar &ocirc;nibus errado por não conseguir enxergar, poder retomar aos poucos a normalidade da minha vida &ndash; contou ela.</p></blockquote><p>Procedimento &eacute; realizado por unidades habilitadas</p><p>O transplante de c&oacute;rnea &eacute; uma cirurgia que substitui parcial ou totalmente a c&oacute;rnea do paciente por um tecido saudável proveniente do doador. &Eacute; indicado quando a c&oacute;rnea perde transparência ou regularidade, comprometendo a visão, como em casos de ceratocone avançado, cicatrizes, infecções ou falência de transplantes pr&eacute;vios.</p><p>Para oferecer o procedimento, o CCO recebeu a habilitação do Sistema Nacional de Transplantes, &oacute;rgão vinculado ao Minist&eacute;rio da Saúde, ap&oacute;s cumprir uma s&eacute;rie de crit&eacute;rios estruturais e assistenciais, o que inclui equipe habilitada e certificada, centro cirúrgico adequado, rastreabilidade do tecido, integração com banco de olhos e capacidade de acompanhamento p&oacute;s-operat&oacute;rio, entre outros.</p><blockquote><p>&ndash; Realizamos a promessa de oferecer o transplante de c&oacute;rnea no Centro Carioca do Olho, assumida na inauguração da unidade, em 2023. Estamos falando de um dos procedimentos com maior taxa de êxito no p&oacute;s-cirúrgico do paciente, capaz de transformar vidas, e que agora &eacute; oferecido na rede municipal. Trata-se de um avanço fundamental para o Sistema Único de Saúde da cidade &ndash; disse o secretário municipal de Saúde, Rodrigo Prado.</p></blockquote><p>A operação envolveu cirurgião oftalmologista especialista em c&oacute;rnea, m&eacute;dico auxiliar, anestesiologista, enfermeiro de centro cirúrgico, t&eacute;cnico de enfermagem e equipe de processamento e logística do tecido. Aline teve alta cerca de meia hora ap&oacute;s a cirurgia, depois de receber todas as orientações para o p&oacute;s-operat&oacute;rio. Ela seguirá sendo acompanhada pelo CCO pelos pr&oacute;ximos meses.</p><p>Regulação &eacute; feita por central estadual</p><p>No Estado do Rio, a regulação dos transplantes &eacute; feita pelo Programa Estadual de Transplantes (PET), da Secretaria de Estado de Saúde (SES), que tamb&eacute;m &eacute; responsável pela distribuição dos tecidos &agrave;s unidades credenciadas.</p><p>Para a segurança do paciente, o transplante de c&oacute;rnea s&oacute; pode ser realizado em um olho de cada vez. Para corrigir o problema da outra c&oacute;rnea, Aline entrará novamente na fila do PET. Enquanto aguarda o prazo de recuperação do procedimento recente, ela usará uma lente especial no olho direito.</p><blockquote><p>&ndash; Infelizmente, o Estado do Rio tem um dos piores desempenhos nas estatísticas de transplante de c&oacute;rnea do país. O grande desafio do estado &eacute; a captação do tecido, mas, sem dúvida, a disponibilidade das dez salas cirúrgicas do Centro Carioca do Olho para a realização desta cirurgia amplia a agilidade, a qualidade e a segurança dos transplantes. A expectativa &eacute; de apresentarmos crescimento progressivo, conforme regulação e disponibilidade do tecido pela regulação estadual &ndash; afirmou o coordenador geral do Super Centro Carioca de Saúde, Alexandre Modesto.</p></blockquote><p>Para realizar o procedimento, o paciente deve ser inserido no Sistema Nacional de Transplantes por indicação m&eacute;dica, ap&oacute;s avaliação clínica especializada. A porta de entrada &eacute; a rede de Atenção Primária (centros municipais de saúde e clínicas da família), onde o paciente receberá o direcionamento para os exames e consultas necessários.</p><p>Centro Carioca do Olho já realizou mais de 1,4 milhão de procedimentos</p><p>Inaugurado em fevereiro de 2023, o Centro Carioca do Olho já realizou mais de 1,4 milhão de procedimentos, entre consultas, exames e cirurgias. Entre os serviços ofertados, estão tratamento de catarata, estrabismo e glaucoma, entre outros. O CCO conta ainda com a &Oacute;tica Carioca, a primeira &oacute;tica do SUS no Brasil, que já dispensou mais de 73 mil pares de &oacute;culos gratuitamente.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Edu Kapps/SMS]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Maricá amplia atendimento a mulheres com câncer</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90308/marica-amplia-atendimento-a-mulheres-com-cancer.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Políticas e Defesa dos Direitos das Mulheres, oferece acolhimento, orientação e apoio a mulheres com diagn&oacute;stico de câncer por meio do Centro de Atenção Integral &agrave; Mulher Oncol&oacute;gica (CAIMO).O espaço integra a rede de cuidado do município e disponibiliza atendimento multidisciplinar, com serviços de psicologia, assistência jurídica, nutrição, fisioterapia e est&eacute;tica, promovendo suporte emocional e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<figcaption class="wp-caption-text" itemprop="caption">A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Políticas e Defesa dos Direitos das Mulheres, oferece acolhimento, orientação e apoio a mulheres com diagn&oacute;stico de câncer por meio do Centro de Atenção Integral &agrave; Mulher Oncol&oacute;gica (CAIMO).</figcaption><p>O espaço integra a rede de cuidado do município e disponibiliza atendimento multidisciplinar, com serviços de psicologia, assistência jurídica, nutrição, fisioterapia e est&eacute;tica, promovendo suporte emocional e acompanhamento durante o tratamento. A proposta &eacute; oferecer um atendimento complementar, contribuindo para o bem-estar das pacientes ao longo do enfrentamento da doença, com foco não apenas nos aspectos físicos, mas tamb&eacute;m emocionais e sociais.</p><p>A secretária de Políticas e Defesa dos Direitos das Mulheres, Ingrid Caldas Bastos, destacou a importância da iniciativa. “O CAIMO surge como uma atenção complementar &agrave;s mulheres com diagn&oacute;stico de câncer. Sabemos que elas enfrentam desafios que vão al&eacute;m do físico, envolvendo questões emocionais e sociais. Nosso objetivo &eacute; acolher, acompanhar e fortalecer essas mulheres, mostrando que elas não estão sozinhas”, afirmou.</p><p>Para participar, &eacute; necessário realizar o agendamento pelo telefone (21) 97177-5128 ou comparecer presencialmente &agrave; sede da Secretaria de Políticas e Defesa dos Direitos das Mulheres, de segunda a sexta-feira, das 8h &agrave;s 16h, apresentando laudo m&eacute;dico original, documento com foto e comprovante de residência.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Clarildo Menezes]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Governo abre consulta pública sobre genéricos e similares veterinários</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90304/governo-abre-consulta-publica-sobre-genericos-e-similares-veterinarios.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 07:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Minist&eacute;rio da Agricultura e Pecuária (Mapa) abriu uma consulta pública, pelo prazo de 45 dias, para a minuta da Portaria 1.590/2026, que estabelece o regulamento t&eacute;cnico para registro de medicamentos gen&eacute;ricos e de similares intercambiáveis de uso veterinário.A chamada para contribuições tem o objetivo de receber sugestões de melhorias e esclarecimentos do texto para uma futura legislação.As sugestões devem ser tecnicamente fundamentadas e deverão ser...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Minist&eacute;rio da Agricultura e Pecuária (Mapa) abriu uma <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-sda/mapa-n-1.590-de-13-de-abril-de-2026-699574052" target="_blank">consulta pública</a>, pelo prazo de 45 dias, para a minuta da <a href="https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=494146" target="_blank">Portaria 1.590/2026</a>, que estabelece o regulamento t&eacute;cnico para registro de medicamentos gen&eacute;ricos e de similares intercambiáveis de uso veterinário.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685865&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685865&amp;o=node"></p><p><strong>A chamada para contribuições tem o objetivo de receber sugestões de melhorias e esclarecimentos do texto para uma futura legislação.</strong></p><p>As sugestões devem ser tecnicamente fundamentadas e deverão ser encaminhadas por meio do <a href="https://sistemasweb.agricultura.gov.br/sisman" target="_blank">Sistema de Monitoramento de Atos Normativos</a> (Sisman), da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa. </p><p>&Eacute; necessário estar cadastrado previamente no <a href="https://sistemasweb4.agricultura.gov.br/solicita/manterUsuarioExt.action" target="_blank">Solicita</a>.</p><p>A <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/consultas-publicas" target="_blank">minuta da portaria</a> estabelece distinções entre os tipos de medicamentos de uso veterinário:</p><ul><li>medicamento de referência:  o medicamento registrado no Minist&eacute;rio da Agricultura e Pecuária e que possui eficácia e segurança comprovadas, de acordo com os requisitos estabelecidos em normas vigentes.</li><li>medicamento gen&eacute;rico: identificado apenas pela Denominação Comum Brasileira (DCB), de cada princípio ativo. &Eacute; expressamente proibido o uso de nome comercial.</li><li>similar intercambiável: identificado por nome comercial, que foi registrado com base em estudos de comparabilidade com medicamento de referência indicado pelo Minist&eacute;rio da Agricultura e Pecuária. Este tipo não pode usar apenas a DCB ou  Denominação Comum Internacional (DCI) da substância ativa como marca comercial do produto.</li></ul><p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p><h2>Portaria</h2><p>De acordo com a portaria, a equivalência terapêutica ficará comprovada quando dois medicamentos equivalentes farmacêuticos possuírem a mesma eficácia, segurança e período de carência, quando administrados na mesma dose e via de administração.</p><p>A comprovação de bioequivalência ou da equivalência farmacêutica deverá ser realizada por um laborat&oacute;rio reconhecido.</p><p><strong>As compras governamentais de medicamentos de uso veterinário e as prescrições de medicina veterinária deverão adotar obrigatoriamente a denominação gen&eacute;rica do princípio ativo (Denominação Comum Brasileira - DCB) ou, na sua falta, a Denominação Comum Internacional (DCI).</strong></p><p>Nas aquisições de medicamentos, o medicamento gen&eacute;rico, quando houver, terá preferência sobre os demais em condições de igualdade de preço.</p><p>Nas prescrições de medicina veterinária, &eacute; opcional o acr&eacute;scimo do nome comercial ou da marca do medicamento.</p><p><strong>As empresas que possuem produtos com nomes que usam a DCB/DCI, mas que não são gen&eacute;ricos, têm dois anos para alterar o nome comercial e retirar a denominação gen&eacute;rica da marca, a partir da publicação do texto final da portaria.</strong></p><p>O Mapa tamb&eacute;m estabelece que todas as embalagens dos medicamentos gen&eacute;ricos devem ter a frase Medicamento gen&eacute;rico de uso veterinário.</p><h2>Exceções</h2><p><strong>A regulação da portaria do Minist&eacute;rio da Agricultura sob consulta pública não abrange os seguintes produtos de uso veterinário:</strong></p><ul><li>     produtos biol&oacute;gicos;</li><li>     fitoterápicos;</li><li>     derivados do plasma e do sangue;</li><li>     cosm&eacute;ticos veterinários;</li><li>     produtos com fins diagn&oacute;sticos;</li><li>     radiofármacos; e</li><li>     gases medicinais.</li></ul><p>Ap&oacute;s a escuta da sociedade, em 29 de maio o Mapa fará a consolidação, análise e resposta das contribuições recebidas, em prazo a ser definido pela pasta.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Paulo Pinto]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Desinformação sobre câncer de pele afeta diagnóstico, diz instituição</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90301/desinformacao-sobre-cancer-de-pele-afeta-diagnostico-diz-instituicao.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Pesquisadores da Fundação do Câncer afirmam que os bancos de dados oficiais sobre a doença no Brasil carecem de informações relevantes para o diagn&oacute;stico precoce e o tratamento da doença que, s&oacute; em 2023, matou a 5.588 pessoas no país.Ao analisar dados dos Registros Hospitalares de Câncer (RHC), do Integrador dos Registros Hospitalares de Câncer (IRHC) e do Sistema de Informação sobre Mortalidade, epidemiologistas e estatísticos da instituição identificaram lacunas...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Pesquisadores da Fundação do Câncer afirmam que os bancos de dados oficiais sobre a doença no Brasil carecem de informações relevantes para o diagn&oacute;stico precoce e o tratamento da doença que, s&oacute; em 2023, matou a 5.588 pessoas no país.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685848&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685848&amp;o=node"></p><p>Ao analisar dados dos Registros Hospitalares de Câncer (RHC), do Integrador dos Registros Hospitalares de Câncer (IRHC) e do Sistema de Informação sobre Mortalidade, epidemiologistas e estatísticos da instituição identificaram lacunas consideradas relevantes na definição de políticas públicas de prevenção. Entre elas, a falta de informações sobre raça e cor da pele (mais de 36% dos casos) e escolaridade (cerca de 26%) dos pacientes.</p><blockquote><p>“As informações são importantes em um país como o nosso, onde a radiação ultravioleta &eacute; muito alta ou extremamente alta", afirma, em nota, o epidemiologista Alfredo Scaff, coordenador do estudo.</p></blockquote><p><strong>Segundo Scaff, os dados podem direcionar ações de prevenção e at&eacute; auxiliar na detecção e no tratamento precoces do câncer de pele, contribuindo para a redução do diagn&oacute;stico tardio.</strong></p><p>A Região Sudeste (ES, MG, RJ e SP) foi a que apresentou maior percentual de falta de informações sobre raça/cor da pele, tanto para casos de câncer de pele não melanoma (66,4%) quanto para o mais grave, por&eacute;m mais raro, o melanoma (68,7%).</p><blockquote><p>“Essa incompletude limita análises mais precisas sobre desigualdades raciais.”</p></blockquote><p><br><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p><p>A região Centro-Oeste (DF, GO, MS e MT) foi a que apresentou o maior percentual de falta de informação sobre escolaridade, tanto em casos de câncer não melanoma (74%) quanto do tipo melanoma (67%).</p><p><strong>Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de pele &eacute; o mais comum no Brasil.</strong></p><p>Os principais tipos são os carcinomas basocelular (que atinge as c&eacute;lulas basais, localizadas na camada mais superficial da pele) e espinocelular (que se desenvolve nas chamadas c&eacute;lulas escamosas, tamb&eacute;m localizadas na epiderme). <strong>Já o melanoma, que se origina nos melan&oacute;citos (c&eacute;lulas produtoras de melanina), &eacute; menos frequente, mas apresenta maior agressividade e potencial de disseminação.</strong></p><p>O Inca <a href="http://estima2026_completo%20(1).pdf/" target="_blank">estima</a> que, entre 2026 e 2028, devem ser registrados, anualmente, cerca de 263.282 novos casos de câncer de pele não melanoma e 9.360 de câncer melanoma. A previsão &eacute; que a maioria seja identificada na região Sul (PR, RS e SC) que, em 2024, apresentou as mais elevadas taxas de mortalidade por câncer de pele melanoma, sobretudo entre homens.</p><h2>Estudo</h2><p>Com base em dados oficiais do Inca, a Fundação do Câncer aponta, em estudo divulgado hoje (14), que, entre 2014 e 2023, foram registrados 452.162 casos de câncer de pele no Brasil.</p><p><strong>A doença &eacute; mais comum entre pessoas a partir dos 50 anos de idade. O câncer de pele não melanoma vitima mais os homens, enquanto o do tipo melanoma afeta homens e mulheres indistintamente, em todas as regiões.</strong></p><p>A exposição &agrave; radiação ultravioleta &eacute; o principal fator de risco para todos os tipos de câncer de pele. <strong>O perigo varia conforme a cor da pele, sendo maior em indivíduos de pele clara, e depende da intensidade e do padrão de exposição solar.</strong> Outros fatores estão relacionados ao hist&oacute;rico familiar da doença, presença de pintas benignas com aparência irregular (nevos displásicos); múltiplos e hist&oacute;rico de queimaduras solares intensas e fatores de risco ocupacionais e ambientais, como a exposição a alguns produtos.</p><blockquote><p>“Como a radiação ultravioleta &eacute; o principal fator de risco para o câncer de pele, logo vêm &agrave; mente das pessoas duas coisas: praia e protetor solar, mas esse não &eacute; o único meio de risco e proteção”, alerta Scaff.</p></blockquote><p>“&Eacute; prioritário pensarmos que pessoas que trabalham ao ar livre têm grande risco de desenvolver o câncer de pele, como garis, policiais, trabalhadores da construção civil e da agricultura, entre outros. O agro &eacute; muito forte no Brasil. Portanto, temos que pensar no protetor solar, mas tamb&eacute;m nos demais equipamentos de proteção individual, como blusas, chap&eacute;us e at&eacute; &oacute;culos com proteção UV”, disse.</p><p><strong>O pesquisador destacou ainda o risco da exposição a fontes artificiais, como câmeras de bronzeamento.</strong></p><blockquote><p>“Uma exposição intensa e intermitente, especialmente com queimaduras solares na infância e adolescência, aumenta o risco de melanoma, enquanto a exposição cr&ocirc;nica está mais associada aos cânceres de pele não melanoma.”</p></blockquote><p>A <strong>Agência Brasil</strong> entrou em contato com o Minist&eacute;rio da Saúde, que ainda está analisando os resultados da pesquisa da Fundação do Câncer, e aguarda uma manifestação. Clique <a href="https://www.cancer.org.br/wp-content/uploads/2026/04/info_oncollect_2026_volume11.pdf" target="_blank">aqui</a> para acessar o estudo completo.  </p>]]></content:encoded>
			 
		</item>
		<item>
			<title>Doula: regulamentação reforça integração da categoria ao SUS</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90285/doula-regulamentacao-reforca-integracao-da-categoria-ao-sus.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90285/doula-regulamentacao-reforca-integracao-da-categoria-ao-sus.html</guid>
			<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 14:41:57 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A recente regulamentação da profissão de doula, ocorrida na quarta-feira (8) da semana passada, permitiu um tratamento igual &agrave;s profissionais em todo o pa&iacute;s, incorporando conquistas que algumas redes estaduais e municipais alcançaram com legislações pr&oacute;prias. As mudanças na lei trouxeram tamb&eacute;m maior integração com o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS). A medida foi bem recebida pelas associações de trabalhadoras.O texto da lei define as...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A recente regulamentação da profissão de doula, ocorrida <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/lula-sanciona-lei-que-regulamenta-profissao-de-doula" target="_blank">na quarta-feira (8) da semana passada</a>, permitiu um tratamento igual &agrave;s profissionais em todo o pa&iacute;s, incorporando conquistas que algumas redes estaduais e municipais alcançaram com legislações pr&oacute;prias. As mudanças na lei trouxeram tamb&eacute;m maior integração com o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS). A medida foi bem recebida pelas associações de trabalhadoras.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685770&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685770&amp;o=node"></p><p>O texto da lei define as atribuições das doulas de forma ampla, não limitando sua atuação. A norma, por&eacute;m, separa a atuação das profissionais em pr&eacute;-parto, parto e p&oacute;s-parto e define que não cabe &agrave; doula realizar procedimentos m&eacute;dicos, fisioterápicos e de enfermagem, assim como prescrever ou administrar substâncias farmacol&oacute;gicas, como medicamentos.</p><p>“A gente atua diretamente com as mulheres e entende que as doulas contribuem muito para esse cuidado mais humanizado e que no SUS assumem um papel de fortalecimento, principalmente, para as mulheres que estão em uma situação de vulnerabilidade, para quem a presença das doulas se torna essencial”, explica Gislene Rossini, diretora da Associação das Doulas do Estado de São Paulo (Adosp) e diretora executiva da Federação Nacional de Doulas do Brasil (Fenadoulas).</p><p><strong>O papel principal da doula, defende Rossini, está no acolhimento qualificado que a profissão promove, desenvolvendo um elo com a gestante, a fam&iacute;lia e a rede de apoio, desde os primeiros encontros, ainda no pr&eacute;-natal.</strong></p><p>“Isso modifica a vida daquela mulher e do seu ambiente familiar”, complementa. Esse apoio fortalece os v&iacute;nculos em formação e apoia a tomada de consciência, por parte da mulher, acerca de seu papel de protagonismo no parto.</p><p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da<strong> Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p><p>Essa atuação ocorre em relação de troca e fortalecimento dos outros profissionais do processo. Não há, afirma Rossini, uma disputa com outras profissões, mas uma possibilidade de construção conjunta em favor das mulheres.</p><p>Para a diretora da Adosp, a regulamentação &eacute; importante tamb&eacute;m neste sentido, pois reforça o papel das doulas e permite vencer resistências.</p><blockquote><p>“No geral, a lei traz mais clareza para a população e o reconhecimento de que a profissão existe e o que ela &eacute;, e isso deve aumentar, observando os resultados que nosso trabalho traz para a população como um todo”, analisou.</p></blockquote><p>“Ela vem somar com essa equipe, trazendo as mulheres muito mais preparadas para esse momento do parto. &Eacute; uma presença que qualifica um cuidado que já existe”, completa Rossini, destacando que vê na ampliação do papel das doulas no SUS um caminho natural para os pr&oacute;ximos anos, a partir do qual será poss&iacute;vel ampliar o acesso aos direitos das mulheres, com atendimento gratuito e de qualidade.</p><p>A lei teve boa acolhida institucional. Al&eacute;m do reconhecimento pelo<a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2026/lei-15381-8-abril-2026-798933-publicacaooriginal-178806-pl.html" target="_blank"> Executivo e pelo Legislativo</a>, conselhos de outras profissões ligadas ao atendimento de mães e bebês tamb&eacute;m elogiaram a medida. &Eacute; o caso da área de enfermagem, que inclui enfermeiros, obstetrizes, auxiliares e t&eacute;cnicos.</p><p>“O Cofen [Conselho Federal de Enfermagem} vê essa regulamentação com equil&iacute;brio e maturidade institucional. A presença da doula &eacute; positiva especialmente no acolhimento, no suporte emocional e no fortalecimento de uma experiência de parto mais humanizada”, diz &agrave; <strong>Agência Brasil</strong> o coordenador da Câmara T&eacute;cnica de Sa&uacute;de da Mulher no Cofen, Renne Cosmo da Costa.</p><blockquote><p>“A enfermagem brasileira tem compromisso hist&oacute;rico com a humanização do parto e com o respeito &agrave;s escolhas das mulheres e o ideal &eacute; que essa integração aconteça de forma harmoniosa, com pap&eacute;is bem definidos”, destaca.</p></blockquote><p>“Consideramos positiva toda a iniciativa que fortalece o cuidado, preserva a segurança da assistência e respeita os limites da atuação de cada profissional”, completa.</p><p>Costa considera, ainda, que essa integração pode fortalecer a humanização no SUS, valorizando o processo de formação de v&iacute;nculos dentro do papel de atenção multiprofissional que já &eacute; caracter&iacute;stico do nosso sistema de sa&uacute;de.</p><p>“Não são ideias ou atuações opostas. Elas precisam caminhar juntas e quando cada atuação &eacute; respeitada dentro do seu campo quem ganha &eacute; a mulher, quem ganha &eacute; o SUS, quem ganha &eacute; a qualidade da assistência e toda a sociedade”.</p><h2>Presença &eacute; antes do parto</h2><p>O pr&eacute;-parto não &eacute; apenas o momento de planejar ter uma doula consigo, mas tamb&eacute;m o começo da atuação dessa profissional, que auxilia a fam&iacute;lia na busca pelos caminhos para o parto.</p><p>Maria Ribeiro, presidente da Associação de Doulas da Bahia (Adoba), fala sobre a importância desse tipo de orientação: <strong>“&Eacute; atuar no acolhimento, na escuta ativa e no suporte emocional, &eacute; o amparo, &eacute; a indicação de profissionais que estejam alinhados com o que a fam&iacute;lia e a mulher desejam. Então, a doula se torna uma grande orientadora durante o processo de gestação”</strong>, afirma.</p><p>Ribeiro considera positivo o caminho de construção e as possibilidades abertas a partir da aprovação da <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/lei-n-15.381-de-8-de-abril-de-2026-698582473" target="_blank">Lei Nº 15.381</a>, pois facilitará vencer a resistência que ainda &eacute; vista pela categoria em muitas redes de sa&uacute;de no pa&iacute;s. Nessas redes, alguns profissionais ainda olham com ressalvas para as doulas, achando que irão interferir em condutas ou sugerir algo que esteja em desacordo com as melhores condutas t&eacute;cnicas.</p><blockquote><p>“Infelizmente muitos profissionais ainda não entendem que somos aliadas”, diz a presidente da Adoba.</p></blockquote><h2>Hora do parto</h2><p><strong>“Durante o trabalho de parto, o papel da doula &eacute; o de oferecer suporte f&iacute;sico e emocional. Oferecemos t&eacute;cnicas de al&iacute;vio da dor, que são maneiras não farmacol&oacute;gicas de trazer conforto”, explica Ribeiro</strong>.</p><p>“Tamb&eacute;m propomos posições e movimentos, mas muitas vezes &eacute; o olho no olho, são as palavras de afirmação e tamb&eacute;m orientamos a fam&iacute;lia para que durante o processo do trabalho de parto tome decisões e escolhas conscientes de acordo com aquilo que foi planejado”, completa.</p><p>O papel delas &eacute; o de estabelecer o diálogo entre equipe, fam&iacute;lia e parturiente num momento de cansaço e vulnerabilidade. Essa relação e diálogo podem ser facilitados pela confiança constru&iacute;da durante todo o acompanhamento feito pela doula.</p><p>Para a diretora da Adosp, o perfil acolhedor da profissional não &eacute; mera vocação ou qualquer sorte de dom natural. A t&eacute;cnica vem de formação cont&iacute;nua, atualização e reciclagem constantes reforçadas nos encontros promovidos pelas associações da categoria.</p><p>“Com a sanção [da lei] fixa-se um curso de pelo menos 120 horas, incluindo estudos e atuação. Hoje a gente tem essas orientações e a preocupação de ter doulas ensinando doulas. A federação tem um levantamento dos cursos existentes e de quais estão dentro do necessário, e entendemos que ser doula &eacute; um processo que envolve dedicação cont&iacute;nua”, reforça Rossini.</p><h2>P&oacute;s-parto</h2><p> </p><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/2teAZA3MCCQpr7XwD3XT1Fbh2zc=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/partos.jpg?itok=tPE1dyD_" alt="partos" title="Arquivo/Marcello Casal Jr/Agência Brasil"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><div class="meta">P&oacute;s-parto: papel  não se esgota com a sa&iacute;da da sala de cirurgia ou mesmo a alta hospitalar para mães e bebês. Arquivo/Marcello Casal Jr/Agência Brasil</div></div></div><p>O papel destas profissionais não se esgota com a sa&iacute;da da sala de cirurgia ou mesmo a alta hospitalar para mães e bebês. A orientação da doula se estende ao aux&iacute;lio com t&eacute;cnicas para facilitar a rotina, incluindo educação voltada para a amamentação, os cuidados na recuperação da mãe e na adaptação da criança, um momento de muitas d&uacute;vidas e inseguranças.</p><blockquote><p>“Acompanhar esse processo &eacute; uma forma de torná-lo mais leve e tranquilo, em meio a uma s&eacute;rie de novidades e adaptações”, defende Ribeiro.  </p></blockquote>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Mariana Raphael/Arquivo-SE]]></media:title> 
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			<title>USP e Faculdade Albert Einstein pesquisam técnica que acelera regeneração óssea</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 09:00:36 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Imagine que um jogador de futebol tenha quebrado a perna, a canela, por exemplo. Hoje o tratamento mais comum &eacute; imobilizar a área com algum tipo de material e esperar o corpo fazer o trabalho de reconstrução do osso. Mas uma nova t&eacute;cnica em desenvolvimento aqui no Brasil pode acelerar a regeneração &oacute;ssea, reparando quase 90% do dano em apenas um mês. O m&eacute;todo permite colocar no local da fratura uma estrutura microsc&oacute;pica feita de grafeno, uma...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>Imagine que um jogador de futebol tenha quebrado a perna, a canela, por exemplo. Hoje o tratamento mais comum &eacute; imobilizar a área com algum tipo de material e esperar o corpo fazer o trabalho de reconstrução do osso. Mas uma nova t&eacute;cnica em desenvolvimento aqui no Brasil pode acelerar a regeneração &oacute;ssea, <strong>reparando quase 90% do dano em apenas um mês</strong>. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685758&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685758&o=node"></p><p>O m&eacute;todo permite <strong>colocar no local da fratura uma estrutura microsc&oacute;pica feita de grafeno</strong>, uma esp&eacute;cie de folha de carbono extremamente fina. Combinados com ele, <strong>são usados tamb&eacute;m resíduos da indústria do papel e at&eacute; substâncias derivadas de crustáceos, como camarões e caranguejos. </strong></p><p><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/04/90268_d2c22aa15d158d31da29176bf8d0efb2.jpg" style="width: 674px;"><strong><br></strong></p><p>O estudo &eacute; coordenado por Daniela Franco Bueno, da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein, e Guilherme Lenz e Silva, da Escola Polit&eacute;cnica da USP, a Universidade de São Paulo. Segundo o professor e pesquisador, esses materiais &agrave; base de carbono <strong>funcionam como um andaime dentro do osso, como uma estrutura de uma obra</strong>.</p><blockquote><p>“Eles preenchem a área da fratura e dão suporte para que o pr&oacute;prio corpo reconstrua o osso utilizando a armação. A diferença &eacute; que não são apenas um preenchimento. Eles atraem as c&eacute;lulas do pr&oacute;prio organismo, ajudam essas c&eacute;lulas a grudarem no material, a se multiplicarem, a se transformarem em c&eacute;lulas formadoras de ossos. Al&eacute;m disso, eles favorecem a formação de vasos sanguíneos, o que &eacute; essencial para uma cicatrização e uma recuperação de qualidade”.</p></blockquote><p>Em experimentos de laborat&oacute;rio, a t&eacute;cnica se mostrou muito promissora quando comparada a m&eacute;todos tradicionais.</p><blockquote><p>“Nos testes com ratos vimos que a regeneração &oacute;ssea muito avançada ocorre em cerca de 30 dias. Hoje em humanos, uma fratura simples leva de seis a oito semanas para se consolidar, e de três a seis meses para remodelar completamente. Em defeitos maiores, a gente está falando aí de meses. Os biomateriais que estamos estudando organizam melhor a regeneração em animais. Mas por enquanto &eacute; uma promessa de pesquisa, não &eacute; um substituto ainda para o material tradicional”.</p></blockquote><p>Agora os pesquisadores avaliam a combinação desses biomateriais com c&eacute;lulas-tronco, inclusive as obtidas da polpa de dentes de leite. A expectativa &eacute; que a t&eacute;cnica possa ser usada no futuro em fraturas complexas, perdas &oacute;sseas e malformações de nascença. Segundo os pesquisadores, a t&eacute;cnica já está em fase avançada de desenvolvimento pr&eacute;-clínico. Um dos pr&oacute;ximos passos &eacute; avançar para os estudos em humanos.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a pesquisa promissora com novos materiais para acelerar a regeneração &oacute;ssea em fraturas.</b></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Tomaz Silva/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Pré-natal integral é menor entre indígenas e mulheres com pouco estudo</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90263/pre-natal-integral-e-menor-entre-indigenas-e-mulheres-com-pouco-estudo.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[No Brasil, quase todas as grávidas (99,4%) fazem pelo menos uma consulta de pr&eacute;-natal, mas o acesso a esse atendimento, fundamental para a saúde da mãe e do bebê, diminui, ao longo da gestação, para as mulheres indígenas, com menos escolaridade e do Norte do país. &Eacute; o que revela um estudo divulgado nesta segunda-feira (13), e elaborado por pesquisadores do Centro Internacional de Equidade em Saúde da Universidade Federal de Pelotas (ICEH/UFPel), em parceria com a Umane,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>No Brasil, quase todas as grávidas (99,4%) fazem pelo menos uma consulta de pr&eacute;-natal, mas o acesso a esse atendimento, fundamental para a saúde da mãe e do bebê, diminui, ao longo da gestação, para as mulheres indígenas, com menos escolaridade e do Norte do país.</strong> &Eacute; o que revela um estudo divulgado nesta segunda-feira (13), e elaborado por pesquisadores do Centro Internacional de Equidade em Saúde da Universidade Federal de Pelotas (ICEH/UFPel), em parceria com a Umane, organização sem fins lucrativos que tem por objetivo assegurar a qualidade e universalidade do sistema público de saúde.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685731&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685731&amp;o=node"></p><p>Em m&eacute;dia, considerados todos os perfis de gestantes, <strong>a cobertura entre a primeira e a s&eacute;tima consulta cai de 99,4% para 78,1%.</strong> O ideal &eacute; que o acompanhamento tenha início assim que elas confirmarem a gestação ou mesmo desconfiarem que estejam grávidas, preferencialmente at&eacute; a 12ª semana de gestação.</p><p>De acordo com a pesquisa,<strong> as grávidas com menor escolaridade são as que menos completam o pacote de consultas do pr&eacute;-natal. De um lado, estão gestantes com maior nível de educação formal (86,5%) e, na outra ponta, com o percentual caindo para quase a metade, as que ficaram mais tempo fora da escola (44,2%). </strong></p><p>Tamb&eacute;m se destacam, como exemplo dos abismos sociais, as indígenas com baixa escolaridade, que acumulam dois fatores como obstáculos &agrave; garantia &agrave; saúde: o total de anos de estudo formal e a origem &eacute;tnico-racial.<strong> Ao todo, 19% delas conseguiram seguir a quantidade recomendada de idas ao m&eacute;dico para o pr&eacute;-natal, proporção bastante inferior aos 88,7% de brancas com 12 anos ou mais de escolaridade, parcela mais privilegiada.</strong></p><p>As mães indígenas são mais excluídas do que as pretas e pardas, que compõem a população negra. <strong>Apenas 51,5% das mulheres de povos originários chegam a finalizar o acompanhamento, contra 84,3% das mulheres brancas, 75,7% das pretas e 75,3% das pardas.</strong> Em quase metade dos casos (46,2 pontos percentuais), o acompanhamento das indígenas &eacute; abandonado, índice três vezes maior do que o registrado entre mulheres brancas (15,3 pontos percentuais).</p><p><strong>Outro contingente desfavorecido &eacute; o de gestantes da Região Norte, onde 63,3% têm seu direito ao pr&eacute;-natal plenamente respeitado.</strong> Em seguida vêm o Nordeste (76,1%) e o Centro-Oeste (77%). As regiões com melhores taxas são o Sudeste (81,5%) e o Sul (85%).</p><p>Os pesquisadores aconselham, ainda, políticas específicas para as gestantes adolescentes com menos de 20 anos, já que o serviço de pr&eacute;-natal &eacute; integralmente alcançado por apenas 67,7% delas, patamar bem abaixo dos 82,6% observados entre mulheres acima de 35 anos.</p><p><strong>O levantamento se baseia em mais de 2,5 milhões de nascimentos registrados no Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc), em 2023, pelo Minist&eacute;rio da Saúde.</strong></p><p>A especialista Luiza Eunice, pesquisadora responsável pelo estudo no ICEH/UFPel, recorda que &eacute; recente o parâmetro de sete consultas no país. O governo federal elevou o número de consultas indicado em 2024, ano em que lançou a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-09/estrategia-do-governo-quer-reduzir-mortalidade-materna-em-25-ate-2027" target="_blank">Rede Alyne</a>, estrat&eacute;gia para reduzir a mortalidade materna em 25% at&eacute; 2027 &ndash; entre as gestantes negras, a meta &eacute; reduzir os casos pela metade.</p><p><strong>Nutricionista e doutora em saúde pública, Eunice defende medidas de combate ao racismo estrutural e &agrave; discriminação na oferta do cuidado, bem como programas voltados a adolescentes,</strong> que visem debater sem tabu a relevância da educação sexual e acabar com o estigma da gravidez nessa fase da vida, para que possam tomar conta de sua saúde e da do bebê. Para ela, as mulheres com menos escolaridade devem ser outro público-alvo, pois &eacute; necessário mostrar a elas por que o pr&eacute;-natal deve ser uma prioridade.</p><p>Eunice pondera, ainda, que o avanço depende de fatores como a disponibilização de transporte público que leve as gestantes &agrave;s unidades de saúde e o vínculo delas com os profissionais da área.</p><blockquote><p>"&Eacute; esse apoio, esse vínculo, essa captação ativa dessa gestante que vai melhorar a navegação dela para ela retornar &agrave;s consultas", disse a pesquisadora.</p></blockquote><p>O reforço em ações pensadas para quem está sob maior vulnerabilidade, ponto colocado por Eunice, &eacute; algo que pode trazer resultados tamb&eacute;m na perspectiva da gerente de Investimento e Impacto Social da Umane, Evelyn Santos. Ela avalia que, embora tenha havido aprimoramentos na atenção primária, suprir certas demandas exige mais empenho do Poder Público.</p><p>"Independentemente de onde moram, de cor de pele, de escolaridade, n&oacute;s temos que ser capazes de fornecer o mesmo pr&eacute;-natal, adequado, a todas as mulheres e não esperar que a pessoa tenha escolaridade mais elevada para buscar mais ativamente seu pr&eacute;-natal e o sistema ser mais proativo com essas populações. &Eacute; isso que faz toda a diferença: ver toda a população e essas vulnerabilidades como um chamado para a ação", afirmou, em entrevista &agrave; <strong>Agência Brasil</strong>.</p><h2>Como funciona o pr&eacute;-natal</h2><p>O pr&eacute;-natal serve para se detectar, o mais cedo possível, doenças e condições de saúde, permitindo a m&eacute;dicos especialistas o devido tratamento ou reversão dos sintomas e reduzindo riscos durante o parto. &Eacute; essencial tanto para a gestante como para o bebê, e o ideal &eacute; que o pai da criança tamb&eacute;m compareça &agrave;s consultas, para que receba orientações e adote uma postura de cuidado. </p><p>Como salienta a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), o pr&eacute;-natal tem ainda outras funções. Entre elas, fornecer instruções sobre amamentação, uma vez que o<a href="https://www.sbp.com.br/pediatria-para-familias/aleitamento-materno/aleitamento-materno-10-perguntas-e-respostas-para-familias/" target="_blank"> <b>aleitamento materno</b></a> deve ser mantido como única fonte de alimento do bebê at&eacute; os 6 meses de idade. A SBP recomenda que, a partir dos 6 meses, deve-se iniciar a alimentação complementar saudável, e que o leite materno seja mantido como principal fonte de nutrição da criança at&eacute; os 2 anos ou mais.</p><p>O leite da mãe possui todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento da criança, sendo mais saudável do que as chamadas "f&oacute;rmulas" industrializadas, compradas em mercados e farmácias, pois protege o organismo contra infecções, fortalece seu sistema imunol&oacute;gico e traz outras vantagens, como um vínculo afetivo maior entre mãe e filho. No caso da mãe, o que se observa &eacute; a diminuição da probabilidade de desenvolver câncer e ajuda na recuperação p&oacute;s-parto. </p><p>A frequência das consultas varia conforme o tempo de gravidez. A paciente deve realizá-las uma vez por mês at&eacute; a 28ª semana (s&eacute;timo  mês); a cada 15 dias, da 28ª at&eacute; a 36ª semana (s&eacute;timo ao nono mês); e semanalmente, no final da gestação.</p><p>A lista de exames pedidos pelo pediatra, no pr&eacute;-natal, pode incluir, como informa a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) hemograma, tipagem sanguínea e fator RH, glicemia em jejum, testes rápidos para sífilis e/ou VDRL, teste rápido para HIV &ndash; Anti HIV, toxoplasmose IgM e IgG, sorologia para hepatite B (HbsAg), teste de urina I/urocultura.</p><p>Tamb&eacute;m podem ser solicitados uma ecografia obst&eacute;trica com função de verificar a idade gestacional (não &eacute; obrigat&oacute;rio) ou de acordo com a necessidade clínica, citopatol&oacute;gico de colo do útero, se necessário, exame de secreção vaginal e parasitol&oacute;gico de fezes.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcelo Casal Jr ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Nova lei amplia acesso a terapias e vacinas contra o câncer no SUS</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90246/nova-lei-amplia-acesso-a-terapias-e-vacinas-contra-o-cancer-no-sus.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 13:05:26 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Pacientes de todo o pa&iacute;s terão acesso a protocolos mais ampliados de prevenção e controle do câncer no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS).A Lei nº 15.385, publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (13), institui a Pol&iacute;tica Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do SUS e o Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagn&oacute;stico de Câncer.O objetivo &eacute; modernizar o sistema e garantir acesso a inovações como terapias...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Pacientes de todo o pa&iacute;s terão acesso a <strong>protocolos mais ampliados de prevenção e controle do câncer no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS)</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685699&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685699&amp;o=node"></p><p><strong>A <a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-15.385-de-10-de-abril-de-2026-698944830" target="_blank">Lei nº 15.385</a>, publicada no <em><a href="https://www.in.gov.br/servicos/diario-oficial-da-uniao/destaques-do-diario-oficial-da-uniao" target="_blank">Diário Oficial da União</a></em> nesta segunda-feira (13), institui a Pol&iacute;tica Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do SUS e o Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagn&oacute;stico de Câncer.</strong></p><p><strong>O objetivo &eacute;</strong> <strong>modernizar o sistema e garantir acesso a inovações como terapias avançadas, vacinas e novos testes diagn&oacute;sticos</strong>.</p><p>A <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/lula-sanciona-lei-do-marco-regulatorio-da-vacina-contra-o-cancer" target="_blank">norma foi assinada</a> pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha, na sexta-feira (10), quando inauguraram o Centro de Ensino, Simulação e Inovação (Cesin) do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Cl&iacute;nicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. </p><p><strong>O texto lista princ&iacute;pios e diretrizes relacionados &agrave; produção e &agrave; regulação sanitária de tecnologias contra o câncer no âmbito da pol&iacute;tica, tais como:</strong></p><ul><li>redução da dependência de importações;</li><li>est&iacute;mulo &agrave; transferência de tecnologia;</li><li>incentivo &agrave; formação de parcerias p&uacute;blico-privadas;</li><li>valorização da produção nacional;</li><li>capacitação tecnol&oacute;gica e geração de inovação.</li></ul><p><strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</a></strong></p><p>A norma elenca tamb&eacute;m os princ&iacute;pios e diretrizes relacionados &agrave; garantia do acesso universal e igualitário a vacinas, medicamentos e produtos de terapia avançada, no âmbito da Pol&iacute;tica Nacional de Prevenção e Controle do Câncer.</p><p><strong>Entre os principais pontos estão a gratuidade, a promoção de estrat&eacute;gias de educação em sa&uacute;de, os crit&eacute;rios para verificação do potencial de resposta terapêutica, al&eacute;m da ampliação do acesso a tratamentos inovadores.</strong></p><p>A lei prevê ainda o fortalecimento de parcerias com universidades e centros de pesquisa e o est&iacute;mulo &agrave; criação de startups de biotecnologia voltadas a vacinas e medicamentos oncol&oacute;gicos, al&eacute;m do apoio &agrave; aplicação de inteligência artificial em atividades de pesquisa e incentivo &agrave; adoção do sequenciamento gen&eacute;tico.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Paulo Pinto]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Violência sexual aumenta riscos cardiovasculares em mulheres</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90241/violencia-sexual-aumenta-riscos-cardiovasculares-em-mulheres.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[As meninas e mulheres vítimas de violência sexual não sofrem apenas os danos físicos e psicol&oacute;gicos imediatos. Esses eventos podem aumentar em 74% a chance de que elas desenvolvam problemas cardíacos, de acordo com um estudo baseado em dados oficiais brasileiros. A pesquisa foi publicada na revista Cadernos de Saúde Pública e traz tamb&eacute;m uma análise por doenças de forma individualizada. Mulheres que sofreram violência sexual apresentaram maiores níveis de infarto do...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>As meninas e mulheres vítimas de violência sexual não sofrem apenas os danos físicos e psicol&oacute;gicos imediatos</strong>. Esses eventos podem aumentar em 74% a chance de que elas desenvolvam problemas cardíacos, de acordo com um estudo baseado em dados oficiais brasileiros. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685670&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685670&amp;o=node"></p><p>A pesquisa foi publicada na revista Cadernos de Saúde Pública e traz tamb&eacute;m uma análise por doenças de forma individualizada.<strong> Mulheres que sofreram violência sexual apresentaram maiores níveis de infarto do miocárdio e arritmias, em comparação com mulheres que não sofreram.</strong> Já nos casos de angina e insuficiência cardíaca não houve discrepâncias significativas. </p><p>O pesquisador do programa de p&oacute;s-graduação em Saúde Pública da Universidade Federal do Ceará, Eduardo Paixão, explica que as conclusões foram obtidas aplicando ferramentas estatísticas aos dados da Pesquisa Nacional de Saúde, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2019. </p><p>A Pesquisa Nacional de Saúde &eacute; o principal levantamento oficial sobre a saúde da população brasileira, feito a partir de mais de 70 mil entrevistas que são representativas da população brasileira. Entre os diversos assuntos, investigou tanto a ocorrência de violência sexual, quanto de doenças cardíacas, o que possibilitou o cruzamento dessas duas variáveis. </p><p><strong>Como diversas questões podem influenciar a ocorrência de doenças cardiovasculares, a equipe de pesquisa tamb&eacute;m usou ferramentas estatísticas para bloquear a interferência da idade, cor da pele, orientação sexual, escolaridade e região de habitação. Assim, foi possível ter certeza de que o aumento observado foi provocado pela violência sofrida. </strong></p><h2>Impactos</h2><p>Eduardo Paixão diz que, na maioria das vezes, as pessoas pensam apenas na saúde mental, quando querem investigar os efeitos da violência sexual, mas o trauma pode repercutir em outras áreas.</p><p>“A gente sempre pensa em explicações biol&oacute;gicas para as doenças, mas a saúde humana perpassa por muitas interações sociais que impactam o nosso bem-estar. Estudo em outros países já vinham mostrando uma associação muito forte,  especialmente quando essa violência ocorre na infância e adolescência, &agrave;s vezes com repercussões ao longo da vida”, explica Paixão. </p><p><strong>A hip&oacute;tese do grupo de pesquisa &eacute; que a violência aumente o risco cardiovascular por uma combinação de fatores biol&oacute;gicos e comportamentais, a começar pelos quadros de ansiedade e depressão, comuns em vítimas, e que têm relação com males cardíacos. Esse estresse tamb&eacute;m causa efeitos fisiol&oacute;gicos. </strong></p><blockquote><p>“Ele aumenta a inflamação do nosso organismo, com a ativação de toxinas que podem acelerar esse processo de doença cardiovascular. Experiências traumáticas tamb&eacute;m podem alterar a pressão arterial e a frequência cardíaca”, explica o pesquisador.  </p></blockquote><p>Paixão tamb&eacute;m relata que quem vivencia experiências de violência, sejam de forma isolada ou repetitiva, pode ter maior chance de desenvolver atos danosos para a saúde, como tabagismo, alcoolismo, uso de entorpecentes, alimentação inadequada, sedentarismo, que tamb&eacute;m aumenta os. riscos cardiovasculares.</p><p>O pesquisador ressalta que a violência sexual, em si, se revela um problema de saúde pública no Brasil. &Agrave; PNS, por exemplo, 8,61% das mulheres relataram ter sofrido ao menos alguma violência do tipo ao longo da vida, contra 2,1% dos homens. </p><p>Mas esse tipo de violência ainda &eacute; bastante subnotificada, especialmente entre homens, porque nem todas as pessoas reconhecem o que sofreram ou se sentem confortáveis para admitir, ele ressalva. Essa &eacute; a principal razão para a pesquisa não ter identificado aumento na ocorrência de doenças cardiovasculares tamb&eacute;m em homens vítimas, na opinião do pesquisador.</p><p>Para ele, o grande benefício da pesquisa &eacute; apontar um fator que merece a atenção tanto de quem trabalha com vítimas de violência, quanto dos profissionais que atendem pessoas com doenças cardiovasculares.</p><p>“E essas são as doenças com a maior carga global. São muitas internações e gastos com procedimentos. Talvez, se a gente conseguir intervir em fatores de vida modificáveis, a gente consiga diminuir essa incidência”, conclui o pesquisador.   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: T&acirc;nia R&ecirc;go]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Câncer de cabeça e pescoço é o terceiro mais comum no Brasil</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90217/cancer-de-cabeca-e-pescoco-e-o-terceiro-mais-comum-no-brasil.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90217/cancer-de-cabeca-e-pescoco-e-o-terceiro-mais-comum-no-brasil.html</guid>
			<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 19:45:31 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Depois do an&uacute;ncio do narrador esportivo Luis Roberto, de 64 anos, sobre seu diagn&oacute;stico de neoplasia localizada na região cervical, o tema tem chamado a atenção e levantado alertas e d&uacute;vidas. Neoplasia &eacute; o termo m&eacute;dico para descrever o crescimento anormal de c&eacute;lulas que não morrem no momento certo. Quando localizada na região cervical, significa a formação de tecidos na laringe, faringe ou tireoide, que desencadeia em tumores que podem ser...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Depois do an&uacute;ncio do narrador esportivo Luis Roberto, de 64 anos, sobre seu diagn&oacute;stico de neoplasia localizada na região cervical, o tema tem chamado a atenção e levantado alertas e d&uacute;vidas. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685676&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685676&amp;o=node"></p><p>Neoplasia &eacute; o termo m&eacute;dico para descrever o crescimento anormal de c&eacute;lulas que não morrem no momento certo. Quando localizada na região cervical, significa a formação de tecidos na laringe, faringe ou tireoide, que desencadeia em tumores que podem ser benignos ou malignos. </p><p><strong>Segundo o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, quando somados todos os tipos, o câncer de cabeça e pescoço configura o terceiro mais incidente no Brasil, com ocorrência maior entre os homens.</strong></p><p><strong>Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), indicam que 80% dos tumores de cabeça e pescoço são diagnosticados em estágios avançados, o que desfavorece os progn&oacute;sticos. A maioria dos casos são tumores na hipofaringe, orofaringe, cavidade oral e laringe. </strong></p><p>O vice-l&iacute;der do Centro de Referência em Tumores de Cabeça e Pescoço do A.C. Camargo Cancer Center, Thiago Bueno, explica que uma verruga, por exemplo, &eacute; um crescimento anormal de c&eacute;lulas, mas que não faz metástase, então &eacute; algo benigno. </p><blockquote><p>"O crescimento anormal de c&eacute;lulas que invade os tecidos locais e outros pontos, &eacute; maligno. A maioria dos cânceres no pescoço não se originam diretamente nessa região. Geralmente, nascem em algum outro lugar que chamamos grosseiramente de cabeça e pescoço e as c&eacute;lulas vão para os linfonodos do pescoço, popularmente chamadas de &iacute;nguas”, explicou.</p></blockquote><h2>Causas e sintomas</h2><p><strong>De acordo com o m&eacute;dico, os principais fatores de risco para a doença são o consumo excessivo de bebidas alco&oacute;licas, exposição ao tabagismo e infecção por HPV, al&eacute;m do hist&oacute;rico familiar.</strong> </p><p><strong>Entre os sintomas estão sensação de corpo estranho na região, dor, sangramento e dificuldade para engolir, al&eacute;m de cansaço persistente, perda de peso sem explicação, febre prolongada, suor noturno e desconforto persistentes. </strong></p><p>Bueno alertou para o fato de que não &eacute; comum fazer exames preventivos ou anuais para detecção desses tipos de tumores, como ocorre por exemplo com mama e pr&oacute;stata.</p><blockquote><p>“N&oacute;s não temos um exame de detecção precoce, não tem algo que façamos uma vez por ano. Então, n&oacute;s profissionais, tentamos conscientizar a população sobre potenciais sinais e sintomas que levem a procurar atendimento m&eacute;dico para possibilitar o diagn&oacute;stico”.  </p></blockquote><p><strong>O m&eacute;dico alerta que ao sinal de qualquer n&oacute;dulo na região do pescoço e qualquer lesão (afta ou ferida) na boca ou garganta que não desapareça ou cicatrize espontaneamente em at&eacute; 15 dias, sangramentos por via oral, rouquidão persistente, dor para engolir deve-se procurar atendimento m&eacute;dico. </strong></p><h2>Diagn&oacute;stico e tratamento</h2><p><strong>A investigação da doença &eacute; feita por meio de uma s&eacute;rie de exames de imagem, como tomografia e ressonância magn&eacute;tica, seguidos por bi&oacute;psia. Ap&oacute;s o diagn&oacute;stico, o tratamento costuma ser multidisciplinar e pode incluir cirurgia, radioterapia, imunoterapia ou quimioterapia, dependendo da gravidade. </strong></p><p>“Na maioria dos casos as chances de cura são favoráveis. Para cada paciente estabelecemos uma estrat&eacute;gia de tratamento que nos traga as melhores chances de cura, com o m&iacute;nimo de efeitos colaterais poss&iacute;veis. Atualmente os tratamentos são muito modernos e as sequelas são pouco frequentes. Embora possam acontecer, a intensidade &eacute; pequena e não interfere na qualidade de vida”, afirmou.   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: SBCO/Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
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			<title>Vírus sincicial também traz risco para idosos, alertam especialistas</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O aumento dos casos de influenza A tem causado preocupação, mas esse não &eacute; o único agente infecioso que ameaça a saúde dos brasileiros. No primeiro trimestre deste ano, de acordo com dados do Minist&eacute;rio da Saúde, 18% dos casos de síndrome respirat&oacute;ria aguda grave (SRAG) com identificação viral confirmada foram causados pelo vírus sincicial respirat&oacute;rio (VSR), uma infecção ainda pouco conhecida. Neste segundo trimestre, a expectativa &eacute; de aumento....]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O aumento dos casos de influenza A tem causado preocupação, mas esse não &eacute; o único agente infecioso que ameaça a saúde dos brasileiros. <strong>No primeiro trimestre deste ano, de acordo com dados do <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br" target="_blank">Minist&eacute;rio da Saúde</a>, 18% dos casos de síndrome respirat&oacute;ria aguda grave (SRAG) com identificação viral confirmada foram causados pelo vírus sincicial respirat&oacute;rio (VSR), uma infecção ainda pouco conhecida. </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685656&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685656&amp;o=node"></p><p>Neste segundo trimestre, a expectativa &eacute; de aumento. <strong>De fevereiro a março, o VSR correspondeu a 14% dos casos de síndrome com vírus confirmados, de acordo com o Boletim Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). </strong></p><p><strong>De março a abril, essa proporção subiu para 19,9%. Em 2025, por 23 semanas consecutivas, de março a agosto, o VSR foi o vírus mais prevalente.</strong> </p><p>Já dados de laborat&oacute;rios privados sobre pacientes com quadros leves e graves, mostram que, na semana encerrada em 4 de abril deste ano, 38% dos testes positivos para algum vírus acusaram o VSR. Essa proporção &eacute; 12 pontos maior do que a verificada na primeira semana de março, de acordo com informações reunidas pelo Intituto Todos pela Saúde.</p><h2>Dados subestimados</h2><p>Para a pneumologista e professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Rosemeri Maurici, esses números são apenas "a ponta do iceberg" e o risco do VSR &eacute; subestimado, especialmente em adultos e idosos. </p><p>Ela explica que a testagem contra o VSR s&oacute; começou a ser feita em maior escala, no Brasil, a partir da pandemia de covid-19, por isso, o impacto real da doença ainda não &eacute; totalmente conhecido. </p><blockquote><p>"Muitos hospitais internam pacientes com síndrome respirat&oacute;ria aguda agrave, e eles at&eacute; morrem, sem saber qual o agente que causou, porque não testaram ou testaram fora do prazo que &eacute; identificável."</p></blockquote><p><strong>Dos cerca de 27,6 mil casos de SRAG registrados no primeiro trimestre deste ano, por exemplo, em apenas um terço, ou seja, em 9.079, o vírus causador foi identificado. E quase 17% não foram sequer testados. </strong></p><p>Al&eacute;m disso, como <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-02/entenda-relacao-entre-infeccao-por-vsr-e-bronquiolite" target="_blank">o VSR &eacute; o principal causador da bronquiolite</a>, uma inflamação nos pulmões que acomete principalmente os bebês, muitas pessoas acham que o vírus não atinge adultos. </p><p>De fato, dos 1.651 casos graves de infecção por VSR registrados de janeiro a março, 1.342 foram em menores de dois anos. Entre pessoas com mais de 50 anos, apenas 46 casos foram confirmados. </p><p>Mas a m&eacute;dica ressalva que, em pacientes adultos, a carga viral do VSR diminui ap&oacute;s 72 horas da infecção, o que dificulta a detecção do vírus. Já as crianças demoram mais para eliminar o invasor, o que propicia janela maior de diagn&oacute;stico. Para ela, isso tamb&eacute;m influencia as estatísticas.</p><h2>Comorbidades</h2><p>Os dados de mortes, por outro lado, mostram uma relação bem menos desigual: foram 27 no total este ano, sendo 17 em bebês de at&eacute; 2 anos, e sete entre idosos com 65 anos ou mais. De acordo com a geriatra Maisa Kairalla, o envelhecimento pesa nessa conta, assim com as comorbidades adquiridas ao longo da vida. </p><p>"S&oacute; com o avanço da idade, a gente já tem a imunosenescência, que &eacute; o declínio do sistema imunol&oacute;gico, ou seja, mais chance de ter doenças infecciosas. Acontece que, no Brasil, tamb&eacute;m se envelhece com doenças cr&ocirc;nicas.” </p><p>Segundo a pneumologista, a essa população se soma muitos pacientes que por muito tempo fumaram e ingeriram bebida alco&oacute;lica.</p><h2>Idosos mais propensos</h2><p>Por esse conjunto de fatores, <strong>os idosos são mais propensos a desenvolver quadros mais graves de diversas doenças.</strong> Mas dados da literatura m&eacute;dica apresentados por Maísa, mostram que o VSR representa um risco especial. </p><p><strong>O paciente idoso com VSR tem 2,7 vezes mais chance de desenvolver pneumonia, e duas vezes mais chances de precisar de UTI e intubação e de vir a &oacute;bito, na comparação com a influenza. </strong></p><p>As duas especialistas participaram na última terça-feira (7), do seminário "Impacto do VSR na população 50+", organizado pela farmacêutica GSK para jornalistas, em São Paulo. O evento tamb&eacute;m debateu algumas condições de saúde que inspiram ainda mais cuidados entre esse público. <br> </p><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/GIjzTIfyF3CGAkrGEvKGYy6r8l4=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/10/78cee13f-1ede-4420-9b53-8f0fa56ff740.jpg?itok=odlckUql" alt="Rio de Janeiro (RJ), 10/04/2026 - Especialistas participam do seminário " o="" impacto="" do="" vsr="" na="" população="" 50+".="" da="" esquerda="" para="" a="" direita:="" endocrinologista="" rodrigo="" mendes,="" pneumologista="" rosemeri="" maurici,="" gerente="" m&eacute;dica="" gsk="" lessandra="" michelini,="" vice-presidente="" sbim="" renato="" kfouri,="" geriatra="" maisa="" kairalla="" e="" cardiologista="" mucio="" tavares.="" foto:="" divulgação"="" title="GSK/Divulgação"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><div class="meta">Especialistas participam do seminário "O impacto do VSR na população 50+" - <strong>GSK/Divulgação</strong></div><div class="meta"><strong><br></strong></div></div></div><p>O cardiologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Múcio Tavares ressaltou que mais de 60% dos casos graves associados &agrave; infecção pelo vírus essencial respirat&oacute;rio ocorrem em pacientes com alguma doença cardiovascular. </p><p>"As doenças virais respirat&oacute;rias, costumam levar a eventos cardiovasculares e c&eacute;rebro-vasculares, como infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e piora da insuficiência cardíaca. Isso tudo acontece porque a infecção viral causa uma inflamação sistêmica no organismo", explicou.</p><p>O endocrinologista Rodrigo Mendes tamb&eacute;m alertou para a maior vulnerabilidade dos pacientes com diabetes, pois a maior concentração de glicose no sangue torna o paciente mais suscetível a infecções e agravamentos. </p><p>"Muitas vezes, o paciente está com a doença controlada e o tratamento estável há algum tempo. Aí ele contrai uma infecção, que gera uma resposta inflamat&oacute;ria exacerbada e ele não s&oacute; precisa ser hospitalizado como tamb&eacute;m passa a precisar de um tratamento mais complexo", acrescenta. </p><p>Outro grupo de alto risco &eacute; o das pessoas com doenças respirat&oacute;rias cr&ocirc;nicas como asma grave e doença pulmonar obstrutiva (DPOC). De acordo com a professora da UFSC, Rosemeri Maurici, o impacto de uma internação em UTI aumenta em 70% a probabilidade desses pacientes morrerem em at&eacute; três anos. </p><p>"Al&eacute;m disso, ele começa a sofrer a perda da função pulmonar de forma acelerada. E esses pacientes, uma vez internando, a probabilidade de eles internarem novamente &eacute; muito grande." </p><h2>Vacinação</h2><p><strong>O VSR, e especialmente o agravamento da infecção, pode ser prevenido com vacinação, mas os imunizantes contra o vírus para a população adulta, por enquanto, estão disponíveis apenas na rede privada.</strong></p><p><strong>Por enquanto, o Programa Nacional de Imunizações do Sistema Único de Saúde <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-12/governo-comeca-distribuir-vacina-contra-virus-sincicial-respiratorio" target="_blank">oferece apenas a vacina para gestantes</a>, com o objetivo de proteger os bebês nos primeiros meses de vida. </strong></p><p>A imunização &eacute; recomendada por entidades m&eacute;dicas, como a Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), para pessoas de 50 a 69 anos com comorbidades e para todos os idosos a partir dos 70 anos. </p><p>A professora da UFSC Rosemeri Maurici, que tamb&eacute;m &eacute; coordenadora da Comissão de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia sugere que<strong> as sociedades m&eacute;dicas indiquem os grupos prioritários &agrave; Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS-Conitec, responsável por recomendar a adoção de novas terapias ao Minist&eacute;rio da Saúde</strong>. <br>   </p>]]></content:encoded>
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