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		<title>Saúde - Eu, Rio!</title>
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		<copyright>Copyright 2026 eurio.com.br</copyright>
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		<item>
			<title>Hipertensão atinge 28% de crianças e adolescentes, mostra estudo</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96372/hipertensao-atinge-28-de-criancas-e-adolescentes-mostra-estudo.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 10:18:32 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A hipertensão atinge 28,3% de crianças e adolescentes at&eacute; 18 anos no Brasil. A pr&eacute;-hipertensão alcança 11,6% dos indiv&iacute;duos nessa faixa etária. Os dados são da pesquisa Brasil Coração Saudável da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).A hipertensão &eacute; mais frequente nos meninos de 15 a 18 anos (40,7%) e nos de menos de 7 anos (39,1%).Entre 3 de junho e 7 de outubro de 2026, foram pesquisadas 6.092 crianças e adolescentes de 38 escolas dos seguintes...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/hipertensao-0" target="_blank">hipertensão</a> atinge 28,3% de crianças e adolescentes at&eacute; 18 anos no Brasil. A pr&eacute;-hipertensão alcança 11,6% dos indiv&iacute;duos nessa faixa etária. Os dados são da pesquisa Brasil Coração Saudável da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705903&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705903&amp;o=node"></p><p>A hipertensão &eacute; mais frequente nos meninos de 15 a 18 anos (40,7%) e nos de menos de 7 anos (39,1%).</p><p>Entre 3 de junho e 7 de outubro de 2026, foram pesquisadas 6.092 crianças e adolescentes de 38 escolas dos seguintes estados:</p><ul><li>Minas Gerais (2.973);</li><li>Rio Grande do Sul (3.059);</li><li>São Paulo (60).</li></ul><p>O cardiologista Álvaro Avezum, membro da SBC e coordenador do projeto Coração Saudável, acredita que a redução da prática de atividade f&iacute;sica, associada a uma alimentação inadequada e a hábitos de vida que favorecem o aumento do estresse, contribua diretamente para a elevação do risco cardiovascular, incluindo o desenvolvimento de obesidade e hipertensão arterial sistêmica.</p><blockquote><p>“Esses fatores, quando combinados, podem comprometer a sa&uacute;de cardiovascular e aumentar a incidência de doenças cardiovasculares.”</p></blockquote><p>Segundo a pesquisa, uma em cada três crianças e adolescentes analisados tem excesso de peso: 19,5% sobrepeso e 13,6%, obesidade.</p><p>O sobrepeso &eacute; maior nas meninas de 11 a 14 anos (24,0%), e a obesidade, nos meninos de 7 a 10 anos (17,1%).</p><p>Com <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/obesidade" target="_blank">obesidade</a>, quase metade tem hipertensão (48,4%). Quanto maior o peso, maior a proporção de hipertensão, chegando a 60,5% nos obesos de 15 a 18 anos.</p><h2>Telas</h2><p>Outro dado da pesquisa mostra que 59% ficam mais de três horas por dia em frente de telas e 66% fazem apenas de uma a duas horas de atividade f&iacute;sica por semana, sendo que 93% praticam exerc&iacute;cio na escola. Celular (86%) e TV (80%) são as telas mais usadas.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[ Foto: Marcelo Leal/Unsplash]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Anvisa proíbe lotes de medicamento para tratar câncer</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96346/anvisa-proibe-lotes-de-medicamento-para-tratar-cancer.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 13:44:40 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância (Anvisa) determinou a apreensão dos lotes Z005197 e Z012354 do medicamento Keytruda (pembrolizumabe) 100 mg/4 mL, indicado para o tratamento de diversos tipos de câncer.A decisão foi publicada nesta segunda-feira (19) no Diário Oficial da União. Em nota, a Anvisa informou que a pr&oacute;pria empresa detentora do registro do produto, Merck Sharp &amp; Dohme Farmacêutica Ltda., identificou no mercado unidades dos lotes com caracter&iacute;sticas...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância (Anvisa) determinou a apreensão dos lotes Z005197 e Z012354 do medicamento Keytruda (pembrolizumabe) 100 mg/4 mL, indicado para o tratamento de diversos tipos de câncer.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705804&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705804&amp;o=node"></p><p>A <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-re-n-4.105-de-15-de-outubro-de-2026-738856116" target="_blank">decisão</a> foi publicada nesta segunda-feira (19) no <em>Diário Oficial da União</em>. </p><p>Em nota, a Anvisa informou que a pr&oacute;pria empresa detentora do registro do produto, Merck Sharp &amp; Dohme Farmacêutica Ltda., identificou no mercado unidades dos lotes com caracter&iacute;sticas divergentes das constantes no medicamento original.</p><p>A suspeita &eacute; que sejam produtos falsificados.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Pixabay]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Rio estende vacinação contra meningite bacteriana para pessoas que tenham até 59 anos</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96344/rio-estende-vacinacao-contra-meningite-bacteriana-para-pessoas-que-tenham-ate-59-anos.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 13:33:05 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Secretaria Municipal de Sa&uacute;de do Rio (SMS) estende a vacinação com a Meningoc&oacute;cica ACWY para pessoas at&eacute; 59 anos, que não tenham tomado a vacina anteriormente. A medida &eacute; válida exclusivamente at&eacute; o dia 31 de outubro. O imunizante, que protege contra quatro tipos da bact&eacute;ria Neisseria meningitidis, causadora de meningite, já estava liberada para resgate vacinal de 1 a 24 anos e para trabalhadores de sa&uacute;de. A ação está sendo feita neste...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Secretaria Municipal de Sa&uacute;de do Rio (SMS) estende a vacinação com a Meningoc&oacute;cica ACWY para pessoas at&eacute; 59 anos, que não tenham tomado a vacina anteriormente. A medida &eacute; válida exclusivamente at&eacute; o dia 31 de outubro. O imunizante, que protege contra quatro tipos da bact&eacute;ria Neisseria meningitidis, causadora de meningite, já estava liberada para resgate vacinal de 1 a 24 anos e para trabalhadores de sa&uacute;de. A ação está sendo feita neste mês para otimizar os lotes dispon&iacute;veis, com recomendação do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.</p><p>A vacina Meningoc&oacute;cica ACWY foi incorporada pelo SUS em 2020 na rotina de imunização de adolescentes de 11 a 14 anos, e em 2025 para crianças de 1 a 4 anos. A vacina está liberada para outras faixas etárias excepcionalmente neste mês de outubro.</p><blockquote><p>&ndash; &Eacute; uma oportunidade para as pessoas se protegerem contra esses tipos de meningite bacteriana. Estamos otimizando os lotes dispon&iacute;veis e, por isso, pudemos abrir a vacina este mês para pessoas at&eacute; 59 anos. Quem puder ir &agrave;s unidades de sa&uacute;de at&eacute; o dia 31 de outubro vai poder tomar a Meningoc&oacute;cica ACWY e se proteger &ndash; diz o secretário municipal de Sa&uacute;de, Rodrigo Prado.</p></blockquote><p>A Neisseria meningitidis, tamb&eacute;m conhecida como meningococo, &eacute; a bact&eacute;ria causadora da chamada doença meningoc&oacute;cica, uma infecção grave que pode se manifestar de duas formas principais: a meningite, que &eacute; a inflamação das membranas que envolvem o c&eacute;rebro e a medula espinhal; e a meningococcemia, uma infecção generalizada do sangue. A doença meningoc&oacute;cica &eacute; potencialmente muito grave e pode acometer tanto crianças quanto adultos. Pode ser fatal em muitos casos e, mesmo quando o paciente se recupera, há o risco de deixar sequelas graves e permanentes, como perda auditiva, amputações de membros, convulsões e danos neurol&oacute;gicos.</p><p>A Meningoc&oacute;cica ACWY está dispon&iacute;vel em todas as 245 salas de vacinação da cidade, incluindo as três unidades do Super Centro Carioca de Vacinação, que funcionam em horários estendidos: Botafogo (Rua General Severiano, 91, de domingo a domingo, das 8h &agrave;s 22h); Zona Norte (Shopping Nova Am&eacute;rica, em Del Castilho, seguindo o funcionamento do centro comercial); Zona Oeste (ParkShoppingCampoGrande, no horário do shopping). Para crianças pequenas, a vacina está sendo aplicada este mês tamb&eacute;m aos três e aos cinco meses de vida, al&eacute;m do reforço de rotina entre 1 e 4 anos. De 1 a 59 anos, a vacina &eacute; aplicada em dose &uacute;nica.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Imuniza&ccedil;&atilde;o segue dispon&iacute;vel at&eacute; 31 de outubro em todas as unidades de Aten&ccedil;&atilde;o Prim&aacute;ria. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o/SMS]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Anvisa determina apreensão de lote falsificado de toxina botulínica</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96339/anvisa-determina-apreensao-de-lote-falsificado-de-toxina-botulinica.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 13:05:47 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância (Anvisa) determinou a apreensão do lote 025155 do medicamento Dysport, um neuromodulador &agrave; base de toxina botulínica. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (19) no Diário Oficial da União.Em nota, a Anvisa informou que a pr&oacute;pria detentora do registro do produto, Beaufour Ipsen Farmacêutica Ltda., identificou unidades do lote com características divergentes das do medicamento original.Segundo a empresa, al&eacute;m da data de validade ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância (Anvisa) determinou a apreensão do lote 025155 do medicamento Dysport, um neuromodulador &agrave; base de toxina botulínica.<strong> </strong>A decisão foi publicada nesta segunda-feira (19) no <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-re-n-4.090-de-15-de-outubro-de-2026-738844837" target="_blank">Diário Oficial da União</a>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705803&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705803&amp;o=node"></p><p>Em nota, a Anvisa informou que a pr&oacute;pria detentora do registro do produto, Beaufour Ipsen Farmacêutica Ltda., identificou unidades do lote com características divergentes das do medicamento original.</p><p>Segundo a empresa, al&eacute;m da data de validade incorreta, o frasco possui formato diferente do genuíno e o c&oacute;digo de barras corresponde ao lote nº W26232. Foram identificados ainda problemas relativos ao r&oacute;tulo da caixa de embalagem secundária.</p><p>De acordo com a agência, os produtos não podem ser vendidos, distribuídos nem utilizados.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcelo Camargo/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>A cada 72 segundos, uma pessoa morre por doença cardiovascular no país</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96263/a-cada-72-segundos-uma-pessoa-morre-por-doenca-cardiovascular-no-pais.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 12:32:52 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A cada 72 segundos, uma pessoa morre por doença cardiovascular no Brasil. At&eacute; o dia 16 de outubro, o n&uacute;mero acumulado de &oacute;bitos em 2026 chegava a 318.945, segundo o Cardi&ocirc;metro, ferramenta da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) que passa a integrar o novo Hub de Doenças Cardiovasculares, plataforma lançada pela entidade em parceria com a World Heart Federation (WHF). Os dados mostram uma m&eacute;dia de 1.194 mortes por dia, ou cerca de 50 &oacute;bitos por...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A cada 72 segundos, uma pessoa morre por doença cardiovascular no Brasil. <strong>At&eacute; o dia 16 de outubro, o n&uacute;mero acumulado de &oacute;bitos em 2026 chegava a 318.945, segundo o <a href="http://www.cardiometro.com.br/" target="_blank">Cardi&ocirc;metro</a>, ferramenta da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) que passa a integrar o novo Hub de Doenças Cardiovasculares, plataforma lançada pela entidade em parceria com a World Heart Federation (WHF). Os dados mostram uma m&eacute;dia de 1.194 mortes por dia, ou cerca de 50 &oacute;bitos por hora.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705554&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705554&amp;o=node"></p><p>O Hub utiliza dados de mortalidade do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de do Brasil, e estimativas epidemiol&oacute;gicas do Global Burden of Disease (GBD) 2023. Para o cálculo das taxas de mortalidade com dados do SIM, são utilizadas estimativas populacionais disponibilizadas pelo DataSUS, com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE).</p><p><strong>Segundo a SBC, entre os dados dispon&iacute;veis no novo Hub estão as s&eacute;ries hist&oacute;ricas de mortalidade observadas entre 2000 e 2024, assim como projeções para os pr&oacute;ximos anos.</strong> De acordo com as estimativas, se mantida a tendência registrada nas &uacute;ltimas duas d&eacute;cadas, o Brasil teria um aumento de 10,8% nas mortes por doenças cardiovasculares at&eacute; 2030, passando de 417.550 em 2024 para 462.573 em 2030.</p><p>O cardiologista Antonio Luiz Pinho Ribeiro, coordenador da plataforma, ressalta que as projeções representam cenários prováveis caso as tendências observadas nas &uacute;ltimas duas d&eacute;cadas se mantenham.</p><blockquote><p>“Ou seja, a previsão não determina exatamente qual será o patamar em 2030, principalmente se houver mudanças significativas na prevalência de fatores de risco, na ampliação do acesso ao diagn&oacute;stico e ao tratamento e na implantação de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de prevenção”, diz o m&eacute;dico.</p></blockquote><p><strong>Os dados reforçam a importância de intervenções capazes de alterar essa trajet&oacute;ria, como o controle da hipertensão e do diabetes, a redução do tabagismo, o combate &agrave; obesidade e ao sedentarismo e o atendimento rápido de casos de infarto e acidente vascular cerebral (AVC).</strong></p><p>Ribeiro destaca que esforços nessas áreas resultaram na queda drástica da taxa de &oacute;bitos nos &uacute;ltimos 20 anos. Em 2024, a taxa de mortalidade era de 195 &oacute;bitos a cada 100 mil habitantes, uma redução de 36% com relação aos anos 2000, em que a taxa era de 306,4 &oacute;bitos por 100 mil. </p><p><strong>A nova plataforma tamb&eacute;m permite visualizar diferenças entre os estados brasileiros. </strong>Nos dados apresentados pelo Hub, o estado de Alagoas registra a maior taxa de mortalidade por doenças cardiovasculares, com 245,5 &oacute;bitos por 100 mil habitantes. Na sequência aparecem o Amapá, com 225,1 &oacute;bitos por 100 mil habitantes, e Mato Grosso do Sul, com 220,4.</p><h2>Plataforma</h2><p><strong>Apresentado no dia de abertura do 81º Congresso Brasileiro de Cardiologia, realizado no Rio de Janeiro em conjunto com o Congresso Mundial de Cardiologia, o novo Hub re&uacute;ne dados epidemiol&oacute;gicos sobre as principais doenças cardiovasculares no Brasil em um ambiente &uacute;nico</strong>. A plataforma permite consultar n&uacute;meros absolutos, taxas, s&eacute;ries hist&oacute;ricas oficiais e estimativas comparáveis internacionalmente, al&eacute;m de visualizar indicadores por estado, sexo e faixa etária.</p><p>A iniciativa busca facilitar o acesso e a interpretação de informações sobre sa&uacute;de cardiovascular para pesquisadores, jornalistas, comunicadores, criadores de conte&uacute;do de ciência, profissionais de sa&uacute;de, gestores p&uacute;blicos e demais interessados. Al&eacute;m de reunir diferentes bases de dados, a ferramenta oferece recursos de visualização, comparação e exportação que permitem explorar os indicadores e produzir conte&uacute;dos baseados em evidências.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de/Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Alerj pauta para hoje Programa Jovem Doador</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96166/alerj-pauta-para-hoje-programa-jovem-doador.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/96166/alerj-pauta-para-hoje-programa-jovem-doador.html</guid>
			<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 12:43:46 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[As escolas estaduais do Rio de Janeiro poderão passar a contar com o Programa Jovem Doador, voltado ao incentivo da doação de sangue entre estudantes a partir dos 16 anos. &Eacute; o que propõe o Projeto de Lei 4.066/21, que será analisado em segunda discussão pela Alerj. Caso seja aprovada, a medida seguirá para sanção ou veto do governador.A proposta tem como objetivo ampliar o estoque do Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti (Hemorio) por meio de uma...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="margintop11">As escolas estaduais do Rio de Janeiro poderão passar a contar com o Programa Jovem Doador, voltado ao incentivo da doação de sangue entre estudantes a partir dos 16 anos. &Eacute; o que propõe o <a href="https://www3.alerj.rj.gov.br/lotus_notes/default.asp?id=144&URL=L3NjcHJvMTkyMy5uc2YvMGM1YmY1Y2RlOTU2MDFmOTAzMjU2Y2FhMDAyMzEzMWIvZjcwNzE5MTQ2MzRiN2ExNzAzMjU4ZTg5MDA2YzJmZDQ/T3BlbkRvY3VtZW50JkhpZ2hsaWdodD0wLDIwMjEwMzA0MDY2&amp">Projeto de Lei 4.066/21</a>, que será analisado em segunda discussão pela Alerj. Caso seja aprovada, a medida seguirá para sanção ou veto do governador.</p><h3></h3><p class="margintop11">A proposta tem como objetivo ampliar o estoque do Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti (Hemorio) por meio de uma parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seeduc). O programa ocorrerá anualmente, na última semana de maio, e contará com palestras, seminários, cartazes educativos e conteúdos nas redes sociais para conscientizar e motivar os alunos a aderir &agrave; iniciativa. Seeduc e Hemorio ficarão responsáveis pelo planejamento e pela execução das ações nas unidades de ensino.</p><h3></h3><p class="margintop11">Para doar, os estudantes precisarão apresentar autorização assinada pelos responsáveis, passar por triagem clínica e pesar no mínimo 50 kg. Adolescentes abaixo desse peso deverão passar por avaliação m&eacute;dica, e a coleta s&oacute; poderá ser feita se o volume de anticoagulante na bolsa for proporcional &agrave; quantidade de sangue retirada. Os jovens tamb&eacute;m terão de informar eventual perda de peso inexplicada superior a 10% do peso corporal nos três meses anteriores &agrave; doação. O termo de autorização ficará disponível nos sites da Seeduc e do Hemorio, e as informações fornecidas durante o processo deverão ser mantidas em sigilo.</p><h3></h3><p class="margintop11">De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), apenas 1,7% da população brasileira doa sangue, enquanto o índice recomendado pela entidade varia de 3% a 5%. Para ampliar o número de doadores e garantir o nível mínimo necessário ao atendimento da demanda nos hemocentros, o Minist&eacute;rio da Saúde reduziu de 18 para 16 anos a idade mínima para doação, com autorização dos responsáveis, e elevou de 67 para 69 anos a idade máxima.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Doa&ccedil;&atilde;o de sangue tem novos limites de idade para ampliar n&uacute;mero de doadores e repor estoque dos hemocentros. Foto: Prefeitura do Rio]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Nova lei federal redefine autonomia dos pacientes na Saúde </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96150/nova-lei-federal-redefine-autonomia-dos-pacientes-na-saude.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 19:49:13 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A medicina está em constante transformação, e não &eacute; s&oacute; cient&iacute;fica, tecnol&oacute;gica e acadêmica. A relação m&eacute;dico-paciente, delicada por vários aspectos, tamb&eacute;m &eacute; foco da atenção de lideranças classistas, de parlamentares e do Judiciário brasileiro. Aprovado este ano, o Estatuto do Direito do Paciente (Lei 15.378/2026) garante a autonomia do paciente, que agora pode recusar procedimentos recomendados pelos m&eacute;dicos e tamb&eacute;m...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A medicina está em constante transformação, e não &eacute; s&oacute; cient&iacute;fica, tecnol&oacute;gica e acadêmica. A relação m&eacute;dico-paciente, delicada por vários aspectos, tamb&eacute;m &eacute; foco da atenção de lideranças classistas, de parlamentares e do Judiciário brasileiro. Aprovado este ano, o Estatuto do Direito do Paciente (Lei 15.378/2026) garante a autonomia do paciente, que agora pode recusar procedimentos recomendados pelos m&eacute;dicos e tamb&eacute;m designar ao hospital um representante que não seja o seu responsável legal.</p><p style="text-align: justify; ">Outra determinação do Estatuto pro&iacute;be o livre acesso de estudantes de Medicina a leitos e prontuários, exceto se os pacientes autorizarem, mesmo em hospitais universitários. Mais uma novidade &eacute; a alteração do conte&uacute;do do termo de consentimento, assinado pelo paciente, que passa a autorizar cada procedimento a ser realizado mediante seus diferentes riscos, e não mais consentindo de maneira gen&eacute;rica com o atendimento como um todo.</p><p style="text-align: justify; ">“A adaptação &eacute; obrigat&oacute;ria e urgente, já que o Estatuto do Paciente, por ser lei federal, prevalece sobre o C&oacute;digo de &Eacute;tica M&eacute;dica, que &eacute; uma resolução, um ato administrativo normativo”, alerta o advogado Alessandro Marcus Gonçalves, especialista em Direito M&eacute;dico e autor dos livros “O Seguro de Responsabilidade Civil e a Telemedicina” (ed. Autografia, 2023), “A Responsabilidade Penal do Diretor T&eacute;cnico e Diretor Cl&iacute;nico e o Erro M&eacute;dico” (ed. Viseu, 2025) e “A Inteligência Artificial e o Direito M&eacute;dico” (ed. Autografia, 2026). </p><p style="text-align: justify; ">No entanto, o que parece beneficiar somente os pacientes, por outro lado isenta os m&eacute;dicos de acusações infundadas se comprovada a conduta condizente com o que foi pr&eacute;-estabelecido em documento, conferindo corresponsabilidade entre as partes. “Ao registrar no prontuário que seguiu exatamente as diretrizes preestabelecidas, o m&eacute;dico está protegido de qualquer acusação de negligência, imprudência ou imper&iacute;cia por problemas p&oacute;s-operat&oacute;rios. Quando recebe alta hospitalar, o paciente precisa continuar seguindo as orientações m&eacute;dicas, mas antes de tudo tem autonomia sobre seus atos. O m&eacute;dico não tem mais controle sobre o paciente", ressalta o especialista.</p><p style="text-align: justify; ">O advogado alerta para as incompletudes na nova legislação. “O Estatuto do Paciente trouxe muita evolução no momento em que protocolou soluções para situações não regulamentadas, por&eacute;m a normativa não determina o &oacute;rgão ou o departamento que irá fiscalizar seu cumprimento, nem a penalidade a ser aplicada. Tamb&eacute;m não estabelece um prazo para a implantação dos protocolos”, conclui.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Avanço do El Niño torna temperatura instável e provoca proliferação de alergias</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96136/avanco-do-el-nino-torna-temperatura-instavel-e-provoca-proliferacao-de-alergias.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 10:52:03 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O avanço de um El Niño que deve se estender at&eacute; fevereiro do ano que vem preocupa profissionais de saúde pelos impactos no sistema respirat&oacute;rio, em especial de crianças.Calor forte, chuva, tempo seco, frio, todas essas mudanças no tempo já afetam quem tem algum tipo de sintoma. No Hospital Geral de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, entre abril e julho, 82% das internações pediátricas foram registradas por doenças respirat&oacute;rias.O m&eacute;dico ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>O avanço de um El Niño que deve se estender at&eacute; fevereiro do ano que vem preocupa profissionais de saúde pelos impactos no sistema respirat&oacute;rio, <strong>em especial de crianças.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705066&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705066&o=node"></p><p><strong>Calor forte, chuva, tempo seco, frio, todas essas mudanças no tempo já afetam quem tem algum tipo de sintoma</strong>. No Hospital Geral de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, entre abril e julho, 82% das internações pediátricas foram registradas por doenças respirat&oacute;rias.</p><p>O m&eacute;dico alergista Marcello Bossois afirma que as variações de temperatura são o grande problema.  </p><blockquote><p>"Elas &eacute; que vão fazer com que o paciente tenha uma piora respirat&oacute;ria, e aumente o índice de asma e, consequentemente, aumentando isso, e doenças al&eacute;rgicas respirat&oacute;rias, a gente acaba tendo tamb&eacute;m, em consequência, doenças infecciosas respirat&oacute;rias. Então, se aumenta a posição do muco, esse muco de meio de cultura para bact&eacute;ria, as bact&eacute;rias proliferam e acaba, então, havendo um aumento de pneumonia. Então, por isso que as crianças, elas acabam sendo as mais afetadas, não s&oacute; por pneumonias bacterianas, provocadas por bact&eacute;rias, mas tamb&eacute;m pneumonias virais, principalmente o vírus sincicial respirat&oacute;rio, que &eacute; o vírus causador da bronquiolite."</p></blockquote><p>Com as chuvas, os raios ajudam a espalhar agentes causadores de alergia, explica o m&eacute;dico.</p><blockquote><p>"A partir do momento que você tem essas descargas el&eacute;tricas que trocam energia entre a atmosfera e o solo, você acaba tendo uma maior fragmentação dos al&eacute;rgenos, principalmente p&oacute;len e mofos. E você acaba tendo um potencial alergênico maior. Parece que explode um mundo, por assim dizer, de doenças al&eacute;rgicas, como a rinite polínica, como a asma e etc. E isso tamb&eacute;m pode acontecer em outras regiões do Brasil, mas nesse caso seria mais comum com o mofo, com os esporos do mofo, &eacute;, dos fungos."</p></blockquote><p>Al&eacute;m das questões respirat&oacute;rias, as chuvas provocam o aumento da proliferação de insetos e os pernilongos, o que pode levar a alergias a picadas de mosquito. Se uma ferida se abrir ao coçar no local da picada, existe uma possibilidade de infecção por bact&eacute;ria de pele, alerta Marcello Bossois.</p><p>O alergista reforça que, se a pessoa tem sintomas de rinite cr&ocirc;nica, nariz entupido ou com coceira, coriza, secreção, deve procurar ajuda m&eacute;dica evitar a evolução do quadro para uma asma. Tamb&eacute;m &eacute; indicado investigar em caso de tosse persistente, falta de ar ao fazer algum esforço ou desconforto respirat&oacute;rio ao fazer atividade física.  </p><p>Um dos testes que pode ser realizado &eacute; a espirometria, conhecida como "teste do sopro". Esse exame mede a quantidade e a velocidade do ar que entra e sai dos pulmões.</p><p>Neste mês, o projeto Brasil sem Alergia realiza mutirões gratuitos de teste no Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. Para saber onde ser atendido e agendar a consulta, basta acessar o site <strong><a href="http://brasilsemalergia.com.br/" target="_blank">brasilsemalergia.com.br</a>.</strong></p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o impacto do Super El Niño sobre o clima e, em consequência, as alergas, as asma e as doenças respirat&oacute;rias.</b><strong><br></strong><br><br> </p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Aumento da incid&ecirc;ncia de doen&ccedil;as respirat&oacute;rias, no rastro das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas aceleradas pelo Super El Ni&ntilde;o, preocupam especialistas. Foto: Ag&ecirc;ncia Bras&iacute;lia]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Saúde de Niterói celebra o Mês das Crianças com ações de acolhimento e inclusão</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96094/saude-de-niteroi-celebra-o-mes-das-criancas-com-acoes-de-acolhimento-e-inclusao.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 18:59:19 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Secretaria Municipal de Sa&uacute;de de Niter&oacute;i entregou um espaço dedicado &agrave;s crianças atendidas na Policl&iacute;nica de Piratininga. A iniciativa integra as ações do mês das Crianças, que tamb&eacute;m inclu&iacute;ram atividades de acolhimento e inclusão no Centro de Avaliação e Inclusão Social (CAIS) e no Hospital Municipal Get&uacute;lio Vargas Filho, o Getulinho.O novo espaço na Policl&iacute;nica de Piratininga busca tornar o ambiente mais acolhedor para as...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">A Secretaria Municipal de Sa&uacute;de de Niter&oacute;i entregou um espaço dedicado &agrave;s crianças atendidas na Policl&iacute;nica de Piratininga. A iniciativa integra as ações do mês das Crianças, que tamb&eacute;m inclu&iacute;ram atividades de acolhimento e inclusão no Centro de Avaliação e Inclusão Social (CAIS) e no Hospital Municipal Get&uacute;lio Vargas Filho, o Getulinho.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">O novo espaço na Policl&iacute;nica de Piratininga busca tornar o ambiente mais acolhedor para as crianças e suas fam&iacute;lias enquanto aguardam o atendimento, com brinquedos, desenhos e ambientação.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">A secretária municipal de Sa&uacute;de, Ilza Fellows, destacou a importância dessas iniciativas para a humanização da assistência.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">“Cuidar tamb&eacute;m &eacute; proporcionar momentos de alegria, convivência e pertencimento. Buscamos oferecer um atendimento olhando cada criança em sua integralidade, respeitando suas particularidades e criando oportunidades para que elas interajam, se expressem e se sintam acolhidas. Essas ações demonstram que inclusão, cuidado e afeto caminham juntos”, afirmou a secretária.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">No CAIS, cerca de 30 crianças com TEA assistiram a uma apresentação do mágico Leandro Legal, com participação dos pequenos nos truques, al&eacute;m de pipoca. Entre os voluntários estava Arthur Mendes, de 5 anos, acompanhado pela unidade há seis meses.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">“Ele adora mágica. &Eacute; sempre bem acolhido, bem-vindo por todos”, contou a tia, Sebastiana Melo.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">Segundo a diretora t&eacute;cnica do CAIS, Val&eacute;ria Patroc&iacute;nio, a atividade foi pensada para estimular a socialização, a interação entre as crianças e o fortalecimento dos v&iacute;nculos com a equipe. O centro &eacute; referência no acolhimento e na avaliação de casos suspeitos de TEA, com atuação integrada entre sa&uacute;de, educação e assistência social.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">No Getulinho, a comemoração contou com pintura na pele, balões de modelagem, distribuição de pipoca e a visita dos personagens Mickey e Minnie. Os Doutores da Alegria tamb&eacute;m participaram com sua presença habitual na unidade.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">“A criança fica mais &agrave; vontade. O atendimento fica mais humanizado e a consulta mais divertida e menos tensa”, disse Dayse Alves, mãe de Lauvinia. </p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">A diretora do Getulinho, Julienne Martins, ressaltou que as atividades integram uma rotina de cuidado que valoriza a infância. Ao longo do ano, o hospital conta com pedagogia hospitalar, brinquedos terapêuticos e pain&eacute;is sensoriais.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">“O brincar faz parte do desenvolvimento da criança e está em sintonia com a recuperação em sa&uacute;de. Essas atividades contribuem para o bem-estar das crianças, das fam&iacute;lias e de toda a equipe”, afirmou Julienne Martins.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15"><br></p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Meningite: quatro cidades do Rio ofertam vacina a pessoas até 24 anos</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96071/meningite-quatro-cidades-do-rio-ofertam-vacina-a-pessoas-ate-24-anos.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 15:04:42 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Pessoas at&eacute; 24 anos podem se vacinar contra a meningite nas cidades do Rio de Janeiro, Belford Roxo, Duque de Caxias e Nova Iguaçu. Os quatro munic&iacute;pios foram priorizados pelo risco de transmissão da doença meningoc&oacute;cica. Para a ação, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de enviou 400 mil doses.A vacina ACWY estará dispon&iacute;vel at&eacute; o dia 31 deste mês nessas localidades. Para se proteger, basta ir a uma unidade básica de sa&uacute;de das quatro cidades, com...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Pessoas at&eacute; 24 anos podem se<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/vacinacao-3" target="_blank"> vacinar</a> contra a meningite nas cidades do Rio de Janeiro, Belford Roxo, Duque de Caxias e Nova Iguaçu. Os quatro munic&iacute;pios foram priorizados pelo risco de transmissão da doença meningoc&oacute;cica. Para a ação, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de enviou 400 mil doses.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704883&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704883&amp;o=node"></p><p>A vacina ACWY estará dispon&iacute;vel at&eacute; o dia 31 deste mês nessas localidades. Para se proteger, basta ir a uma unidade básica de sa&uacute;de das quatro cidades, com documento de identidade e, se poss&iacute;vel, o cartão de vacinação. </p><p>O imunizante &eacute; de dose &uacute;nica, a partir de 11 anos de idade. Quem já recebeu a vacina ACWY não precisa de nova dose.</p><h2>N&uacute;meros</h2><p><strong>Desde 2024, a doença meningoc&oacute;cica vem apresentando aumento de casos no estado do Rio. Foram registrados 70 casos em 2024, 95 casos em 2025 e 49 at&eacute; setembro de 2026, no Sistema Nacional de Agravos de Notificação (Sinan). </strong></p><p>Nos quatro munic&iacute;pios, há concentração de pessoas que não se vacinaram na idade recomendada.</p><p>A vacina faz parte do <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/vacinacao/calendario" target="_blank">Calendário Nacional de Vacinação </a>dos adolescentes iniciando em 2020 para jovens de 11 e 12 anos (posteriormente ampliada para 11 a 14 anos). Com a pandemia de Covid-19, parte desse grupo não foi vacinada. </p><p>Os adolescentes e os adultos jovens são os principais portadores da bact&eacute;ria na garganta e contribuem para a circulação da doença, por isso, ampliar a vacinação nessa faixa etária ajuda a reduzir a transmissão e a proteger a população.</p><p>Desde julho de 2025, a vacina ACWY tamb&eacute;m &eacute; usada como reforço aos 12 meses de idade, substituindo a vacina meningoc&oacute;cica C.</p><p>De acordo com a subsecretária de Vigilância Epidemiol&oacute;gica e Atenção Primária &agrave; Sa&uacute;de da SES-RJ, Silvia Carvalho, as vacinas são seguras e salvam vidas.</p><blockquote><p>“&Eacute; hora de reforçar a imunização dos nossos jovens e garantir a segurança de todos contra a meningite. A nossa recomendação para pais, responsáveis, jovens e adultos do p&uacute;blico-alvo &eacute; buscar o imunizante nos postos de sa&uacute;de.”</p></blockquote><h2>Sintomas</h2><p><strong>Os principais sintomas da meningite são dor de cabeça, enjoo, v&ocirc;mitos, febre, mal-estar geral, irritabilidade, convulsões e rigidez na nuca, que &eacute; a dificuldade de dobrar o pescoço e encostar o queixo no peito. </strong></p><p>Manchas vermelhas ou arroxeadas na pele e sensibilidade &agrave; luz tamb&eacute;m podem aparecer e exigem atenção imediata.</p><p>Em bebês, os sinais podem ser pouco evidentes ou dif&iacute;ceis de identificar. A criança fica irritada, vomita, se alimenta mal e pode não responder a est&iacute;mulos. Tamb&eacute;m podem ocorrer o abaulamento da moleira e reflexos anormais.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Paulo Pinto ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Congresso debate sobre longa jornada até o diagnóstico das doenças raras</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96036/congresso-debate-sobre-longa-jornada-ate-o-diagnostico-das-doencas-raras.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/96036/congresso-debate-sobre-longa-jornada-ate-o-diagnostico-das-doencas-raras.html</guid>
			<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 12:31:22 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A busca por um diagn&oacute;stico de uma doença rara pode se transformar em uma verdadeira odisseia. São consultas, exames, hip&oacute;teses e, muitas vezes, anos de espera at&eacute; que o paciente finalmente encontre uma resposta. Essa realidade está em discussão no XXXII Congresso Brasileiro de Neurologia - Neuro 2026, realizado no Rio de Janeiro. Nesta quinta-feira, Daniele Americano, presidente do NMO Brasil, participa da Mesa 11 para abordar os diferentes aspectos da jornada...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A busca por um diagn&oacute;stico de uma doença rara pode se transformar em uma verdadeira odisseia. São consultas, exames, hip&oacute;teses e, muitas vezes, anos de espera at&eacute; que o paciente finalmente encontre uma resposta. Essa realidade está em discussão no XXXII Congresso Brasileiro de Neurologia - Neuro 2026, realizado no Rio de Janeiro. Nesta quinta-feira, Daniele Americano, presidente do NMO Brasil, participa da Mesa 11 para abordar os diferentes aspectos da jornada at&eacute; o diagn&oacute;stico e seus impactos na vida de pacientes, familiares e profissionais de saúde.</p><p>Mais do que descobrir o nome de uma doença, chegar ao diagn&oacute;stico significa interromper um período de incertezas e possibilitar que o paciente tenha acesso ao tratamento adequado. Quando essa resposta demora, as consequências podem envolver perda de qualidade de vida, sequelas e impactos emocionais e sociais.</p><p>“Quando falamos sobre doenças raras, não estamos falando apenas da dificuldade de chegar a um diagn&oacute;stico. Estamos falando de pessoas que passam anos na incerteza, sofrendo com sintomas e sequelas que levam &agrave; perda da qualidade de vida, al&eacute;m de uma s&eacute;rie de impactos emocionais e sociais. Essa incerteza tamb&eacute;m atinge de sobremaneira a família que sofre junto com o ente querido e o pr&oacute;prio m&eacute;dico, que se vê diante de sintomas conhecidos, por&eacute;m que não fecham um diagn&oacute;stico, levando at&eacute; mesmo a suspeitar do seu pr&oacute;prio conhecimento”, afirma Daniele.</p><p>Em doenças neurol&oacute;gicas raras, o desafio pode ser ainda maior. Sintomas semelhantes aos de outras condições podem dificultar a identificação da doença e prolongar a busca por uma resposta. Para Daniele, reduzir esse caminho pode mudar a trajet&oacute;ria do paciente.</p><p>“O diagn&oacute;stico não &eacute; apenas uma resposta. Ele representa a possibilidade de o paciente entender o que está acontecendo, ter acesso ao tratamento adequado e, principalmente, voltar a ter perspectiva sobre a pr&oacute;pria vida. Por isso, são tão importantes as campanhas de conscientização para que a sociedade tome conhecimento sobre as doenças raras. Esse pode ser um caminho para diminuirmos essa odisseia”, destaca.</p><p>A participação de Daniele tamb&eacute;m leva para o debate científico a perspectiva de quem vive de perto a realidade das doenças raras, reforçando a importância de ouvir pacientes e familiares na discussão sobre diagn&oacute;stico, tratamento e cuidado.</p><div><br>      </div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Daniele Americano, presidente do NMO Brasil. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Saúde estadual reforça vacinação contra meningite em pessoas até 24 anos</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96034/saude-estadual-reforca-vacinacao-contra-meningite-em-pessoas-ate-24-anos.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 11:38:19 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[At&eacute; o dia 31 de outubro, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ), em parceria com o Minist&eacute;rio da Saúde e as prefeituras do Rio de Janeiro, Belford Roxo, Duque de Caxias e Nova Iguaçu, promove uma ação de imunização contra a meningite para pessoas de at&eacute; 24 anos que não receberam a vacina ACWY na idade recomendada. A estrat&eacute;gia de resgate busca ampliar a proteção desse público alvo. Os quatro municípios foram priorizados pelo risco de transmissão da...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr">At&eacute; o dia 31 de outubro, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ), em parceria com o Minist&eacute;rio da Saúde e as prefeituras do Rio de Janeiro, Belford Roxo, Duque de Caxias e Nova Iguaçu, promove uma ação de imunização contra a meningite para pessoas de at&eacute; 24 anos que não receberam a vacina ACWY na idade recomendada. A estrat&eacute;gia de resgate busca ampliar a proteção desse público alvo. Os quatro municípios foram priorizados pelo risco de transmissão da doença meningoc&oacute;cica. Para a ação, o Minist&eacute;rio da Saúde enviou 400 mil doses.</p><p dir="ltr">Para se proteger, basta ir a uma unidade básica de saúde das quatro cidades levando documento de identidade e, se possível, o cartão de vacinação. O imunizante &eacute; de dose única, a partir de 11 anos de idade. Quem já recebeu a vacina ACWY não precisa de nova dose.</p><p dir="ltr">Desde 2024, a doença meningoc&oacute;cica vem apresentando aumento de casos no estado do Rio. Foram registrados 70 casos em 2024, 95 casos em 2025 e 49 at&eacute; setembro de 2026, no Sistema Nacional de Agravos de Notificação (SINAN). Nos quatro municípios, há concentração de pessoas que não se vacinaram na idade recomendada.</p><p dir="ltr"><span style="font-size: 18px;">O que &eacute; a meningite, inflamação de membranas que revestem o c&eacute;rebro e a medula espinhal</span></p><p dir="ltr">A meningite &eacute; a inflamação das meninges, membranas que revestem o c&eacute;rebro e a medula espinhal. Pode ser causada por bact&eacute;rias, vírus, fungos e parasitas. Em alguns casos, tem origem não infecciosa. A vacina ACWY protege contra os tipos A, C, W e Y da bact&eacute;ria Neisseria meningitidis.</p><p dir="ltr">Crianças menores de 5 anos são mais suscetíveis &agrave;s formas graves, e os bebês, por terem o sistema imunol&oacute;gico em desenvolvimento, são especialmente vulneráveis. O diagn&oacute;stico &eacute; feito pela avaliação clínica e por exames laboratoriais, como a análise do líquor (líquido que circunda o c&eacute;rebro e a medula), solicitados pela equipe m&eacute;dica.</p><p dir="ltr"><span style="font-size: 18px;">Sintoma mais característico &eacute; a rigidez na nuca, que dificulta encostar o queixo no peito</span></p><p dir="ltr">Os principais sintomas são dor de cabeça, enjoo, v&ocirc;mitos, febre, mal-estar geral, irritabilidade, convulsões e rigidez na nuca, que &eacute; a dificuldade de dobrar o pescoço e encostar o queixo no peito. Manchas vermelhas ou arroxeadas na pele e sensibilidade &agrave; luz tamb&eacute;m podem aparecer e exigem atenção imediata.</p><p dir="ltr">Em bebês, os sinais podem ser pouco evidentes ou difíceis de identificar. A criança fica irritada, vomita, se alimenta mal e pode não responder a estímulos. Tamb&eacute;m podem ocorrer o abaulamento da moleira e reflexos anormais.</p><p dir="ltr">Diante de qualquer um desses sinais, procure atendimento de saúde imediatamente.</p><p dir="ltr"><span style="font-size: 18px;">Covid-19 prejudicou vacinação, ao limitar deslocamentos no auge da pandemia</span></p><p dir="ltr">A vacina ACWY faz parte do Calendário Nacional de Vacinação dos adolescentes iniciando em 2020 para jovens de 11 e 12 anos (posteriormente ampliada para 11 a 14 anos). Com a pandemia de Covid-19, parte desse grupo não foi vacinada. Os adolescentes e os adultos jovens são os principais portadores da bact&eacute;ria na garganta e contribuem para a circulação da doença, por isso, ampliar a vacinação nessa faixa etária ajuda a reduzir a transmissão e a proteger a população.</p><p dir="ltr">Desde julho de 2025, a vacina ACWY tamb&eacute;m &eacute; usada como reforço aos 12 meses de idade, substituindo a vacina meningoc&oacute;cica C.</p><p dir="ltr">“&Eacute; hora de reforçar a imunização dos nossos jovens e garantir a segurança de todos contra a meningite. A nossa recomendação para pais, responsáveis, jovens e adultos do público-alvo &eacute; buscar o imunizante nos postos de saúde. As vacinas são seguras, gratuitas e salvam vidas”, afirma Silvia Carvalho, subsecretária de Vigilância Epidemiol&oacute;gica e Atenção Primária &agrave; Saúde da SES-RJ.</p><p dir="ltr"><br>  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>OMS lança guia para enfrentar obesidade em crianças e adolescentes</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96005/oms-lanca-guia-para-enfrentar-obesidade-em-criancas-e-adolescentes.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 12:46:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Organização Mundial da Sa&uacute;de (OMS) lançou nesta quarta-feira (7) o primeiro guia de enfrentamento &agrave; obesidade em crianças e adolescentes. A prevalência da obesidade nessa faixa etária, segundo a entidade, quadruplicou desde 1990, passando de 2% para 8%.Dados da agência das Nações Unidas especializada em sa&uacute;de mostram que, em 2024, 170 milhões de crianças e adolescentes com idade entre 5 e 19 anos eram obesas, incluindo 70 milhões com idade entre 5 e 9 anos e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A <strong>Organização Mundial da Sa&uacute;de (OMS) lançou nesta quarta-feira (7) o primeiro guia de enfrentamento &agrave; obesidade em crianças e adolescentes. A prevalência da obesidade nessa faixa etária, segundo a entidade, quadruplicou desde 1990, passando de 2% para 8%.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704587&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704587&amp;o=node"></p><p>Dados da agência das Nações Unidas especializada em sa&uacute;de mostram que, em 2024, 170 milhões de crianças e adolescentes com idade entre 5 e 19 anos eram obesas, incluindo 70 milhões com idade entre 5 e 9 anos e 100 milhões com idade entre 10 e 19 anos.</p><p>Em nota, a OMS destacou que a obesidade figura como uma doença cr&ocirc;nica e recorrente, cujas consequências podem surgir mesmo na infância, aumentando o risco de doenças não transmiss&iacute;veis, incluindo diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.</p><p><strong>“Crianças e adolescentes com obesidade tamb&eacute;m podem sofrer estigma, discriminação e <em>bullying</em>. Prevenir e controlar a obesidade &eacute; fundamental para proteger a sa&uacute;de f&iacute;sica e mental de crianças e adolescentes, bem como para apoiar seu crescimento saudável, educação, bem-estar social e qualidade de vida.”</strong></p><h2>Tratamento</h2><p><strong>Para crianças e adolescentes obesos, a entidade recomenda intervenções estruturadas envolvendo dieta, atividade f&iacute;sica e mudança de comportamento, realizadas individualmente ou como parte de um programa multimodal.</strong></p><blockquote><p>“Intervenções de sa&uacute;de digital são recomendadas condicionalmente, mediante supervisão dos pais ou cuidadores”, destacou a OMS.</p></blockquote><p>A organização não recomenda tratamento farmacol&oacute;gico, cirurgia bariátrica (que altera o tamanho do est&ocirc;mago e o trato digestivo) ou dispositivos para perda de peso para crianças com at&eacute; 9 anos.</p><p>No caso de adolescentes com idade entre 10 e 19 anos, o tratamento com medicamentos aprovados, como as chamadas canetas emagrecedoras, segundo a entidade, pode ser considerado apenas quando um programa multimodal de estilo de vida supervisionado não tiver alcançado os resultados esperados.</p><p><strong>“A cirurgia bariátrica pode ser considerada, sob condições rigorosas, para adolescentes com obesidade grave.”</strong></p><h2>Sa&uacute;de mental</h2><p>Embora não figure como foco principal das diretrizes, as recomendações tamb&eacute;m enfatizam a importância de abordar a sa&uacute;de mental juntamente com a obesidade.</p><p>Ansiedade, depressão, baixa autoestima e desregulação emocional, segundo a OMS, podem contribuir para hábitos alimentares pouco saudáveis, sedentarismo e isolamento social.</p><blockquote><p>“Profissionais de sa&uacute;de devem abordar tanto a obesidade quanto questões de sa&uacute;de mental de forma precoce e conjunta, utilizando estrat&eacute;gias inclusivas, adequadas ao estágio de desenvolvimento e que envolvam a fam&iacute;lia”, detalhou a entidade.</p></blockquote><p>Por fim, a organização destacou que o tratamento, por si s&oacute;, não consegue reverter o aumento da obesidade e defendeu pol&iacute;ticas e medidas que tornem dietas saudáveis ??e atividade f&iacute;sica mais acess&iacute;veis e com custos mais viáveis, al&eacute;m de ações em educação, planejamento urbano, transporte e proteção social.</p><p>   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcelo Casal Jr]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Anvisa: veja a lista de cosméticos que podem ter fabricação artesanal</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95940/anvisa-veja-a-lista-de-cosmeticos-que-podem-ter-fabricacao-artesanal.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 13:18:38 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publica nesta segunda-feira (5) a lista de produtos de higiene pessoal, cosm&eacute;ticos e perfumes que poderão ser produzidos de forma artesanal no pa&iacute;s.A medida define sete categorias de produtos autorizados, al&eacute;m de regras para rotulagem, publicidade e segurança. Veja a seguir:produtos de perfumaria com base alco&oacute;lica, como perfumes, col&ocirc;nias e águas perfumadas;odorizantes de ambiente, incluindo velas...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br" target="_blank">Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)</a> publica nesta segunda-feira (5) a <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/instrucao-normativa-anvisa-n-474-de-2-de-outubro-de-2026-736288471" target="_blank">lista de produtos</a> de higiene pessoal, <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/cosmeticos" target="_blank">cosm&eacute;ticos</a> e perfumes que poderão ser produzidos de forma artesanal no pa&iacute;s.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704416&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704416&amp;o=node"></p><p>A medida define sete categorias de produtos autorizados, al&eacute;m de regras para rotulagem, publicidade e segurança. Veja a seguir:</p><ol><li>produtos de perfumaria com base alco&oacute;lica, como perfumes, col&ocirc;nias e águas perfumadas;</li><li>odorizantes de ambiente, incluindo velas aromáticas, sachês perfumados, difusores e sprays;</li><li>produtos s&oacute;lidos para banho e imersão, como sais e bombas de banho;</li><li>sabonetes s&oacute;lidos para o corpo;</li><li>xampus e condicionadores s&oacute;lidos;</li><li>&oacute;leos, manteigas corporais e bálsamos;</li><li>desodorantes axilares em barra sem sais de alum&iacute;nio.</li></ol><p><strong>A norma entra em vigor 60 dias e busca orientar os produtores artesanais sobre os tipos de produtos permitidos, as alegações que podem ser feitas aos consumidores e as advertências obrigat&oacute;rias que devem constar nos r&oacute;tulos.</strong></p><p>Segundo a Anvisa, os produtores deverão observar crit&eacute;rios espec&iacute;ficos para cada categoria na formulação, apresentação e rotulagem dos produtos.</p><h2>Limites </h2><p><strong>A instrução normativa tamb&eacute;m estabelece restrições &agrave;s informações que podem ser associadas aos produtos artesanais.</strong></p><p>Perfumes e col&ocirc;nias, por exemplo, poderão informar que perfumam a pele e proporcionam sensação de frescor, mas não poderão ser divulgados como antitranspirantes, antiss&eacute;pticos ou hidratantes.</p><p>Da mesma forma, sabonetes artesanais poderão indicar funções de limpeza e higiene da pele, mas não poderão prometer efeitos terapêuticos, antiacne, clareadores ou antibacterianos.</p><p>Nos xampus e condicionadores s&oacute;lidos, serão permitidas alegações relacionadas &agrave; limpeza, condicionamento e brilho dos cabelos. Já promessas de combate &agrave; queda, tratamento da caspa ou est&iacute;mulo ao crescimento capilar ficam proibidas.</p><p>A norma tamb&eacute;m veda a atribuição de efeitos terapêuticos, anti-inflamat&oacute;rios, antienvelhecimento ou de proteção solar a produtos como &oacute;leos e manteigas corporais produzidos artesanalmente.</p><h2>Advertências </h2><p><strong>Todos os grupos deverão trazer alertas m&iacute;nimos de segurança: uso externo, suspensão do uso em caso de irritação e evitar contato com os olhos e mucosas.</strong></p><p>Alguns produtos tamb&eacute;m deverão apresentar avisos espec&iacute;ficos, no caso de serem inflamáveis, por exemplo.</p><p>A Anvisa ainda determina que diversos desses produtos não sejam destinados ao uso por bebês, crianças, gestantes e idosos, informação que deverá estar expressa na rotulagem.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Rafa Neddermeyer/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Diagnóstico e acompanhamento ganham atenção diante da estimativa de 78,6 mil novos casos de câncer de mama por ano</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95931/diagnostico-e-acompanhamento-ganham-atencao-diante-da-estimativa-de-78-6-mil-novos-casos-de-cancer-d.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 07:59:29 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima 78.610 novos casos de câncer de mama por ano no Brasil entre 2026 e 2028. Excluídos os tumores de pele não melanoma, a doença representa 30% dos novos casos de câncer estimados entre as mulheres. No Estado do Rio de Janeiro, a estimativa para 2026 &eacute; de 10.360 casos, dos quais 4.510 na capital. Embora seja muito mais frequente entre mulheres, o câncer de mama tamb&eacute;m pode atingir homens, que representam entre 0,5% e 1% dos casos,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima 78.610 novos casos de câncer de mama por ano no Brasil entre 2026 e 2028. Excluídos os tumores de pele não melanoma, a doença representa 30% dos novos casos de câncer estimados entre as mulheres. No Estado do Rio de Janeiro, a estimativa para 2026 &eacute; de 10.360 casos, dos quais 4.510 na capital.</p><p> </p><p style="text-align: justify; ">Embora seja muito mais frequente entre mulheres, o câncer de mama tamb&eacute;m pode atingir homens, que representam entre 0,5% e 1% dos casos, segundo o Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz).</p><p style="text-align: justify; ">A mastologista Viviane Esteves, responsável pelo Serviço de Mastologia do IFF/Fiocruz, explica que a doença &eacute; multifatorial. Idade, fatores hormonais, reprodutivos, gen&eacute;ticos, ambientais e de estilo de vida estão relacionados ao risco. Mudanças no padrão reprodutivo, como ter menos filhos e engravidar mais tarde, tamb&eacute;m influenciam esse cenário.</p><p style="text-align: justify; ">“O aumento da expectativa de vida contribui para sua elevada incidência, pois o risco cresce com a idade. Al&eacute;m disso, o sedentarismo, o excesso de peso, especialmente ap&oacute;s a menopausa, e o consumo de álcool estão associados a um maior risco de desenvolver a doença”, afirma.</p><p style="text-align: justify; ">Segundo a especialista, hábitos saudáveis podem reduzir em at&eacute; 30% o risco de desenvolver câncer de mama, embora não eliminem a possibilidade de ocorrência. O hist&oacute;rico familiar tamb&eacute;m não &eacute; determinante: muitas pessoas que desenvolvem a doença não têm casos na família.</p><p style="text-align: justify; "><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/10/95921_4005db351e585ecbb980b8ee0a982dba.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify; "><b>Diagn&oacute;stico precoce começa com informação e acesso</b></p><p style="text-align: justify; ">Um n&oacute;dulo fixo e geralmente indolor &eacute; a principal manifestação quando o câncer &eacute; percebido pela pr&oacute;pria mulher. Alterações na pele da mama, retração, aspecto de casca de laranja, inversão do mamilo, n&oacute;dulos nas axilas ou no pescoço e saída espontânea de secreção anormal pelo mamilo tamb&eacute;m precisam ser investigados. Nem todo n&oacute;dulo &eacute; câncer, mas uma alteração nova deve ser avaliada.</p><p style="text-align: justify; ">A mamografia &eacute; o principal exame de rastreamento e consegue identificar alterações ainda não percebidas pelo toque. A recomendação atual &eacute; que mulheres de 40 a 74 anos façam mamografia de rotina a cada dois anos. Já o aparecimento de sinais ou sintomas suspeitos exige avaliação m&eacute;dica, independentemente da idade e sem esperar pelo pr&oacute;ximo exame de rotina.</p><p style="text-align: justify; ">O ultrassom tem outra função e pode ser indicado para avaliar um n&oacute;dulo ou esclarecer alterações encontradas na mamografia ou no exame físico, mas não substitui a mamografia no rastreamento de mulheres de risco habitual.</p><p style="text-align: justify; ">Para Viviane, a detecção precoce tamb&eacute;m depende do que acontece depois que uma alteração &eacute; encontrada. Dificuldades para realizar exames complementares e bi&oacute;psias, receber resultados ou conseguir consultas com especialistas podem atrasar a confirmação do diagn&oacute;stico e o início do tratamento.</p><p style="text-align: justify; ">“Por isso, &eacute; fundamental que a mulher tenha informação clara sobre quando realizar os exames de rotina e quais alterações precisam ser investigadas. Ao mesmo tempo, o sistema de saúde deve garantir acesso ágil e continuidade do cuidado.”</p><p style="text-align: justify; "><b>Tumores diferentes, tratamentos diferentes</b></p><p style="text-align: justify; ">O câncer de mama não &eacute; uma doença única. Características do tumor, estágio no momento do diagn&oacute;stico e resposta &agrave;s terapias ajudam a definir o tratamento e estão relacionadas ao progn&oacute;stico.</p><p style="text-align: justify; ">Uma das classificações considera a presença ou ausência de receptores hormonais e a expressão de HER2. Os tumores triplo-negativos, por exemplo, não apresentam receptores hormonais nem expressão aumentada de HER2 e costumam crescer mais rapidamente.</p><p style="text-align: justify; ">“Um tumor considerado mais agressivo pode ser tratado com possibilidade de cura, assim como um tumor menos agressivo exige tratamento e acompanhamento adequados”, explica Viviane.</p><p style="text-align: justify; ">A advogada Simone Barbosa conhece de perto essa diferença. Diagnosticada em 2025 com câncer de mama triplo-negativo, iniciou a quimioterapia, mas conta que o tumor continuou crescendo, o que levou &agrave; mudança do esquema terapêutico. Depois vieram cirurgia, radioterapia e imunoterapia.</p><p style="text-align: justify; ">Simone se define como uma pessoa muito prática e positiva, encontrou no humor uma forma pr&oacute;pria de lidar com a doença.”Apelidou o tumor de “Z&eacute; do Caroço” e, no dia da cirurgia, anunciou que havia chegado a hora do “despejo”. Ela rejeita a ideia de que essa postura fosse uma forma de negar a gravidade do câncer ou uma “positividade t&oacute;xica”. A leveza, diz, era legítima e fazia parte de sua maneira de enfrentar o tratamento.</p><p style="text-align: justify; ">Reduziu drasticamente o trabalho e respeitava os dias em que o corpo exigia descanso, mas continuou treinando quando podia, saindo, acompanhando os filhos e fazendo planos.</p><p style="text-align: justify; ">“A escolha &eacute; minha. Como eu ia lidar com isso? Porque enquanto meu corpo aguentasse, eu não ia mudar nada. Eu ia viver.”</p><p style="text-align: justify; ">A postura provocou estranhamento. Simone conta que algumas pessoas esperavam vê-la recolhida e triste durante o tratamento.</p><p style="text-align: justify; ">“Eu acho que as pessoas esperavam que eu ficasse em casa trancada, triste, mas eu não fiquei. Não era isso que eu queria pra minha vida, não era isso que eu queria pros meus filhos.”</p><p style="text-align: justify; ">Continuar ativa não significava passar pelo tratamento sem sofrimento. Simone enfrentou limitações e momentos de fragilidade, mesmo quando não eram percebidos por quem estava ao redor.</p><p style="text-align: justify; ">“Não &eacute; porque eu t&ocirc; sorrindo que ele não foi difícil, ele foi difícil. Ele foi bem difícil.”</p><p style="text-align: justify;">Quando o tratamento termina, o acompanhamento continua</p><p style="text-align: justify; ">Depois da cirurgia e da radioterapia, Simone passou pela reconstrução da mama. Acreditava que aquele seria o fechamento de um ciclo, mas, pouco antes do procedimento, um PET Scan identificou um n&oacute;dulo de aproximadamente um centímetro no pulmão.</p><p style="text-align: justify; ">Ela relata que inicialmente foi considerada inclusive a possibilidade de uma alteração de origem infecciosa. Posteriormente, a lesão foi tratada com três sessões de radioterapia. Simone se refere atualmente &agrave; sua doença como metastática e aguarda um novo PET, previsto para novembro, para avaliar sua situação ap&oacute;s essa etapa do tratamento.</p><p style="text-align: justify; ">Viviane explica que uma recidiva ou metástase não comprova, por si s&oacute;, falha na detecção ou inadequação do tratamento anterior. Algumas c&eacute;lulas tumorais podem sobreviver &agrave;s terapias ou ter se disseminado antes mesmo do diagn&oacute;stico, permanecendo em quantidade microsc&oacute;pica e sem serem identificadas pelos exames disponíveis.</p><p style="text-align: justify; ">O risco de retorno varia conforme fatores como estágio da doença, características do tumor e resposta &agrave;s terapias. Por isso, não existe um percentual único que possa ser aplicado a todas as pacientes.</p><p style="text-align: justify; ">O acompanhamento tamb&eacute;m deve ser individualizado e pode incluir consultas, exame físico, mamografia das mamas remanescentes, avaliação de sintomas e atenção aos efeitos do tratamento. A saúde emocional faz parte desse cuidado.</p><p style="text-align: justify; ">Simone retomou integralmente o trabalho. A força com que conduz a rotina, por&eacute;m, convive com a espera pelo pr&oacute;ximo exame e com sentimentos que nem sempre deixa transparecer.</p><p style="text-align: justify; ">“Eu sei que &agrave;s vezes o meu sorriso esconde uma fragilidade, sabe? E at&eacute; uma insegurança mesmo, de fato de não saber se amanhã eu t&ocirc; aqui.”</p><p style="text-align: justify;">Dez anos depois, a experiência de quem passou pelo tratamento</p><p style="text-align: justify; ">A professora Paloma Lara vive hoje outro momento da doença. Diagnosticada aos 46 anos, em dezembro de 2015, ela chegou &agrave; investigação depois que uma mamografia apontou uma alteração.</p><p style="text-align: justify; ">Começou os exames na rede privada e, posteriormente, seguiu para o Sistema Único de Saúde (SUS). Cerca de um mês depois, recebeu a ligação para iniciar o atendimento no INCA, no Rio, onde os exames foram repetidos para confirmação do diagn&oacute;stico.</p><p style="text-align: justify; ">“O pior mesmo &eacute; a espera do diagn&oacute;stico. Quando veio, sim, fiquei, chorei, chorei, chorei. Aí, no dia seguinte levantei a cabeça, falei: bom, agora vamos tratar.”</p><p style="text-align: justify; ">Paloma passou por duas cirurgias, quimioterapia, outra terapia medicamentosa direcionada &agrave;s características do tumor e radioterapia, esta última realizada no Hospital Mário Kroeff.</p><p style="text-align: justify; ">Segundo ela, seu tumor era sensível a horm&ocirc;nios, uma característica diferente do câncer triplo-negativo diagnosticado em Simone. Paloma ficou afastada do trabalho por um ano e meio.</p><p style="text-align: justify; ">No INCA, relata ter recebido acompanhamento de diferentes profissionais, inclusive psic&oacute;logo, al&eacute;m de participar de grupos de pacientes e atividades de apoio. A experiência, conta, surpreendeu-a positivamente.</p><p style="text-align: justify; ">O tratamento, entretanto, foi ficando mais desgastante com o passar dos meses.</p><p style="text-align: justify; ">“O mais difícil, no meu caso, foi ao final porque o corpo já está cansado, são muitos dias, indo e vindo dos exames, então fiquei sem paciência, contando os dias para terminar.”</p><p style="text-align: justify; ">Anos depois, Paloma teve uma experiência diferente com o acesso ao serviço. Conta que esperou cerca de seis meses para complementar uma mamografia que exigia nova avaliação. O exame posterior não identificou problema.</p><p style="text-align: justify; ">A situação reforça um dos pontos levantados por Viviane: identificar uma alteração &eacute; apenas uma etapa. O diagn&oacute;stico precoce depende tamb&eacute;m da possibilidade de investigá-la e, quando necessário, iniciar o tratamento em tempo oportuno.</p><p style="text-align: justify; ">“O câncer de mama tem possibilidades de cura, e as chances são maiores quando a doença &eacute; diagnosticada e tratada precocemente”, afirma a mastologista.</p><p style="text-align: justify; ">Dez anos depois do diagn&oacute;stico, Paloma continua em acompanhamento e realiza mamografias a cada seis meses, conforme a orientação específica para o seu caso. Ela não precisa mais manter consultas regulares no INCA, mas tem acesso quando precisar, e conta que, nos retornos &agrave; instituição, ouviu dos m&eacute;dicos: “Paloma, você está curada!”.</p><p style="text-align: justify; "><b>Força não significa ausência de medo</b></p><p style="text-align: justify; ">Simone e Paloma relatam formas diferentes de atravessar a doença, mas as duas atribuem importância &agrave; rede de apoio e &agrave; espiritualidade. Tamb&eacute;m reconhecem momentos de medo, cansaço e fragilidade.</p><p style="text-align: justify; ">Paloma diz que precisou aprender a aceitar ajuda:</p><p style="text-align: justify; ">“Sabia que na doença precisamos dos outros, n&oacute;s mulheres temos síndrome de mulher maravilha.”</p><p style="text-align: justify; ">Simone escolheu manter o máximo possível da vida que tinha antes do diagn&oacute;stico. At&eacute; a decisão sobre o cabelo acabou atravessada pela reação de quem estava ao redor. Ela conta que estava preparada para raspá-lo quando começou a cair, mas adiou a decisão ao perceber que pessoas pr&oacute;ximas ainda não estavam prontas para vê-la careca. Hoje, diz que, se precisasse passar novamente por uma quimioterapia que provocasse queda dos fios, faria diferente.</p><p style="text-align: justify; ">A experiência tamb&eacute;m mudou sua relação com o tempo.</p><p style="text-align: justify; ">“O câncer me ensinou que a gente s&oacute; tem essa vida e a gente nem sabe at&eacute; quando. [...] Eu não deixo nada pra amanhã. Se eu posso fazer hoje eu vou fazer hoje.”</p><p style="text-align: justify; ">Viviane ressalta que preservar vínculos sociais, manter atividade física dentro das possibilidades de cada paciente e cuidar da saúde emocional podem contribuir para o bem-estar e a qualidade de vida. Isso não significa que a mulher tenha obrigação de demonstrar força ou otimismo.</p><p style="text-align: justify; ">“A paciente não precisa estar bem o tempo todo: sentir medo, tristeza ou ansiedade não significa que esteja prejudicando o tratamento.”</p><p>                                                                                                                                                                                                              </p><p style="text-align: justify; ">Para a mastologista, o suporte físico e emocional deve fazer parte do cuidado sem se transformar em mais uma cobrança sobre quem enfrenta a doença.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Fotos: Divulga&ccedil;&atilde;o/IFF]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Suplementos em goma, indicados por influencers, não trazem vantagens para alimentação</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 10:02:06 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Com formato, textura e sabor semelhantes aos de balas, os suplementos alimentares em goma viraram uma forte tendência de consumo, especialmente impulsionados por influenciadores digitais. Opções como creatina, vitaminas, melatonina e proteínas atraem diferentes públicos. Esse crescimento expressivo &eacute; impulsionado pelo desejo de suavizar a rotina de cuidados com a saúde, mas a química industrial Andr&eacute;a Pilusky lembra que as gomas são apenas uma estrat&eacute;gia de consumo...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>Com formato, textura e sabor semelhantes aos de balas, os suplementos alimentares em goma viraram uma forte tendência de consumo, especialmente impulsionados por influenciadores digitais. Opções como creatina, vitaminas, melatonina e proteínas atraem diferentes públicos. Esse crescimento expressivo &eacute; impulsionado pelo desejo de suavizar a rotina de cuidados com a saúde, mas a química industrial Andr&eacute;a Pilusky lembra que as gomas são apenas uma estrat&eacute;gia de consumo que trazem a falsa sensação de que não são rem&eacute;dios.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703787&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703787&o=node"></p><blockquote><p> "&Eacute; um processo um pouco mais cuidadoso, que tem que ter esse olhar do profissional da química em todas as etapas de produção para garantir que aquela quantidade da creatina que vai ser adicionada nesse produto esteja correta."</p></blockquote><p> </p><p>Por trás da est&eacute;tica descolada e do apelo comercial, especialistas alertam que a apresentação não garante eficácia superior &agrave;s opções tradicionais em comprimidos, cápsulas ou p&oacute;s. A farmacêutica e coordenadora do curso de Farmácia e Biomedicina da Unifax, Cristiane Mettler, destaca que essa prática exige atenção redobrada.</p><blockquote><p> "&Eacute; preciso saber que produto, qual &eacute; a substância que vai ser manipulada nessa forma de goma. O consumo discriminado ela pode levar ao excesso de nutrientes ou ao uso inadequado de substâncias que a pessoa não precisa. Um outro fator &eacute; em relação &agrave; absorção e eficácia. Não &eacute; porque o suplemento ele tá na forma de goma que ele vai ter uma absorção melhor do que outra forma farmacêutica."</p></blockquote><p>Independente de sua forma, a suplementação deve responder a uma necessidade individualizada, identificada por meio de exames e acompanhamento m&eacute;dico ou nutricional. </p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem de Josy Braga, da Rádio Educadora da Bahia, sobre os cuidados necessários para o consumo de suplementos alimentares em goma.</b><br></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Suplementos alimentares ocupam espa&ccedil;os crescentes nas redes sociais, na atua&ccedil;&atilde;o de influencers e no or&ccedil;amento do brasileiro, chamando aten&ccedil;&atilde;o da Anvisa. Foto: Kamilla Rodrigues/Ag&ecirc;ncia DF]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Hipertensão em cães e gatos pode ser silenciosa e comprometer visão, rins, coração e sistema nervoso</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 15:19:23 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A hipertensão não &eacute; um problema exclusivo dos seres humanos. Cães e gatos tamb&eacute;m podem apresentar pressão arterial elevada, muitas vezes sem demonstrar sinais claros no in&iacute;cio. Por ser uma condição silenciosa, ela pode ser descoberta apenas durante a investigação ou o acompanhamento de outra doença.De acordo com o m&eacute;dico-veterinário e farmacêutico Rafael Pinto, da rede Tudodvet, a hipertensão em pets costuma estar associada a outras condições de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A hipertensão não &eacute; um problema exclusivo dos seres humanos. Cães e gatos tamb&eacute;m podem apresentar pressão arterial elevada, muitas vezes sem demonstrar sinais claros no in&iacute;cio. Por ser uma condição silenciosa, ela pode ser descoberta apenas durante a investigação ou o acompanhamento de outra doença.</p><p style="text-align: justify; ">De acordo com o m&eacute;dico-veterinário e farmacêutico Rafael Pinto, da rede Tudodvet, a hipertensão em pets costuma estar associada a outras condições de sa&uacute;de e merece atenção especial entre animais idosos.</p><p style="text-align: justify; ">"Mais do que pensar na hipertensão como uma doença isolada, &eacute; importante enxergá-la muitas vezes como parte de um quadro cl&iacute;nico maior", explica.</p><p style="text-align: justify; ">Nos gatos, a atenção deve ser redobrada principalmente entre os animais mais velhos. Doença renal cr&ocirc;nica e hipertireoidismo estão entre as condições que podem estar relacionadas &agrave; pressão alta. Al&eacute;m disso, gatos idosos podem desenvolver hipertensão mesmo sem que uma doença de base seja claramente identificada.</p><p style="text-align: justify;">Nos cães, a pressão elevada tamb&eacute;m aparece frequentemente associada a doenças renais e end&oacute;crinas, como o hiperadrenocorticismo, conhecido como s&iacute;ndrome de Cushing. Diabetes, hiperaldosteronismo e outras alterações hormonais tamb&eacute;m podem estar envolvidas em determinados pacientes.</p><p style="text-align: justify; "><b>Pressão alta pode atingir &oacute;rgãos importantes</b></p><p style="text-align: justify; ">Quando permanece elevada por per&iacute;odos prolongados, a pressão arterial pode provocar o que a medicina veterinária chama de lesões em &oacute;rgãos-alvo. Entre os principais estão olhos, rins, coração e sistema nervoso.</p><p style="text-align: justify; ">Nos olhos, por exemplo, a hipertensão pode causar hemorragias e at&eacute; descolamento de retina. Em alguns casos, o tutor s&oacute; percebe que havia algo errado quando o animal apresenta uma perda repentina de visão.</p><p style="text-align: justify; ">"Um gato hipertenso pode parecer normal at&eacute; apresentar uma alteração ocular importante e perder a visão de maneira s&uacute;bita", alerta Rafael.</p><p style="text-align: justify; ">Os rins tamb&eacute;m estão entre os &oacute;rgãos mais afetados. A pressão elevada pode aumentar a perda de prote&iacute;nas pela urina e contribuir para a progressão de lesões renais. Existe, inclusive, uma relação de mão dupla: doenças renais podem favorecer a hipertensão, enquanto a pressão alta pode provocar novas lesões nos rins.</p><p style="text-align: justify; ">No coração, a hipertensão pode causar sobrecarga e alterações estruturais, como a hipertrofia. Já em casos mais graves, o sistema nervoso central tamb&eacute;m pode ser afetado, levando a desorientação, alterações de comportamento, desequil&iacute;brio e at&eacute; convulsões.</p><p style="text-align: justify; "><b>Mudanças atribu&iacute;das &agrave; idade merecem investigação</b></p><p style="text-align: justify; ">Um dos desafios para identificar a hipertensão em animais idosos &eacute; diferenciar alterações relacionadas ao envelhecimento de sinais que podem indicar algum problema de sa&uacute;de.</p><p style="text-align: justify;">Sinais de alerta que não devem ser atribu&iacute;dos apenas &agrave; idade:</p><p style="text-align: justify; ">* Ficar mais quieto que o normal</p><p style="text-align: justify; ">* Apresentar desorientação</p><p style="text-align: justify; ">* Andar sem rumo ou esbarrar em objetos</p><p style="text-align: justify; ">* Ter dificuldade repentina para enxergar</p><p style="text-align: justify; ">* Apresentar fraqueza</p><p style="text-align: justify; ">* Mudanças importantes no n&iacute;vel de atividade</p><p style="text-align: justify; ">"Envelhecer, por si s&oacute;, não &eacute; uma doença", ressalta o veterinário.</p><p style="text-align: justify; ">Isso não significa que esses sinais indiquem necessariamente hipertensão, mas eles merecem ser investigados. A avaliação &eacute; ainda mais importante quando o animal já apresenta doença renal, alterações end&oacute;crinas ou outras condições associadas &agrave; pressão arterial elevada.</p><p style="text-align: justify; "><b>Aferição da pressão pode fazer parte do acompanhamento</b></p><p style="text-align: justify; ">A pressão arterial de cães e gatos pode ser medida de forma não invasiva, com equipamentos espec&iacute;ficos para a medicina veterinária. Entre os m&eacute;todos utilizados estão o Doppler e o oscilom&eacute;trico.</p><p style="text-align: justify; ">O procedimento, por&eacute;m, exige alguns cuidados. O estresse causado pelo ambiente da cl&iacute;nica pode elevar temporariamente a pressão do animal, fen&ocirc;meno conhecido como "efeito do avental branco". Por isso, uma &uacute;nica medida nem sempre &eacute; suficiente para estabelecer o diagn&oacute;stico.</p><p style="text-align: justify;">O ideal &eacute; permitir que o paciente se adapte ao ambiente, reduzir a manipulação e realizar várias aferições em condições semelhantes. As medidas são então interpretadas em conjunto com o hist&oacute;rico e o quadro cl&iacute;nico do animal.</p><p style="text-align: justify; ">Para Rafael, a aferição &eacute; especialmente importante no acompanhamento de pacientes idosos e daqueles que apresentam doenças renais, end&oacute;crinas ou outras condições de risco.</p><p style="text-align: justify; ">"&Eacute; um exame relativamente simples, não invasivo e que pode revelar uma alteração importante antes que apareçam consequências mais graves", afirma.</p><p style="text-align: justify; "><b>Tratamento tamb&eacute;m precisa considerar a rotina do animal</b></p><p style="text-align: justify; ">Quando o tratamento &eacute; necessário, a adesão do tutor &eacute; um dos fatores que podem determinar o sucesso da terapia. Em doenças cr&ocirc;nicas, como a hipertensão, o medicamento precisa ser administrado de maneira consistente, muitas vezes por longos per&iacute;odos.</p><p style="text-align: justify; ">Nesse contexto, a apresentação do medicamento pode fazer diferença. Dependendo do princ&iacute;pio ativo e da prescrição veterinária, podem existir alternativas como concentrações mais adequadas ao peso do animal, cápsulas menores, soluções ou suspensões orais e outras formulações.</p><p style="text-align: justify; ">A escolha tamb&eacute;m pode levar em conta caracter&iacute;sticas individuais do paciente, como a facilidade para administrar o medicamento e a aceitação do sabor.</p><p style="text-align: justify;">"Em tratamentos cr&ocirc;nicos, adesão faz parte do tratamento. A melhor formulação não &eacute; apenas aquela que cont&eacute;m a dose correta, mas aquela que, al&eacute;m de segura, estável e tecnicamente adequada, o animal consegue receber corretamente e o tutor consegue manter na rotina", explica Rafael.</p><p style="text-align: justify; "><b>Interromper a medicação por conta pr&oacute;pria &eacute; um erro</b></p><p style="text-align: justify; ">Como a hipertensão pode não apresentar sintomas evidentes, um dos principais erros &eacute; interromper ou modificar o tratamento quando o animal aparenta estar bem.</p><p style="text-align: justify; ">Na prática, o pet pode estar justamente bem porque a doença está sendo controlada.</p><p style="text-align: justify; ">Tamb&eacute;m &eacute; importante evitar ajustes de dose por conta pr&oacute;pria, não interromper o medicamento sem orientação e comunicar ao veterinário quando houver dificuldade para administrar a medicação. Em alguns casos, uma mudança na concentração ou na apresentação pode tornar o tratamento mais simples para o tutor e para o animal.</p><p style="text-align: justify; ">"O melhor protocolo não &eacute; apenas o que funciona no papel, mas aquele que conseguimos manter de forma segura e consistente na vida real", conclui Rafael.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o/Magnific]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Caminhão Mamógrafo da Fundação Laço Rosa chega ao Rio para ampliar acesso a exames gratuitos</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95805/caminhao-mamografo-da-fundacao-laco-rosa-chega-ao-rio-para-ampliar-acesso-a-exames-gratuitos.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 14:45:30 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Caminhão Mam&oacute;grafo da Fundação Laço Rosa chega ao Rio de Janeiro e permanecerá na cidade de 1 a 13 de outubro. A iniciativa faz parte do Cuidado em Movimento, campanha que leva exames gratuitos a mulheres de diferentes regiões do pa&iacute;s. No Rio, os atendimentos começam no West Shopping, em Campo Grande, onde a unidade permanece at&eacute; 3 de outubro. O caminhão tamb&eacute;m passará pelos bairros de Sulacap, Maracanã e Bangu. Serão oferecidas cerca de 1.500...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O Caminhão Mam&oacute;grafo da Fundação Laço Rosa chega ao Rio de Janeiro e permanecerá na cidade de 1 a 13 de outubro. A iniciativa faz parte do Cuidado em Movimento, campanha que leva exames gratuitos a mulheres de diferentes regiões do pa&iacute;s.</p><p> </p><p style="text-align: justify;">No Rio, os atendimentos começam no West Shopping, em Campo Grande, onde a unidade permanece at&eacute; 3 de outubro. O caminhão tamb&eacute;m passará pelos bairros de Sulacap, Maracanã e Bangu.</p><p> </p><p style="text-align: justify; ">Serão oferecidas cerca de 1.500 mamografias gratuitas. O atendimento &eacute; destinado a mulheres a partir dos 40 anos que não tenham realizado o exame nos &uacute;ltimos 12 meses. Mulheres abaixo dessa faixa etária tamb&eacute;m poderão realizar a mamografia mediante indicação cl&iacute;nica.</p><p style="text-align: justify; ">A passagem pelo Rio integra uma mobilização nacional da Fundação Laço Rosa, que seguirá at&eacute; fevereiro de 2027, com ações em cidades como São Paulo, Guarulhos, Osasco, Taboão da Serra, Belo Horizonte, Salvador, Macei&oacute;, Aracaju e Curitiba, entre outras. Ao longo da campanha, a expectativa &eacute; realizar mais de 10 mil exames.</p><p style="text-align: justify; ">A unidade m&oacute;vel recebeu um projeto de adaptação itinerante da Truckvan, desenvolvido para a operação do Cuidado em Movimento. A identidade visual tamb&eacute;m traduz o prop&oacute;sito da Fundação Laço Rosa: a arte que estampa o caminhão foi criada pela artista Di Couto (@dicouto_arte) e traz um jardim vivo de cores, representando diferentes fases da jornada oncol&oacute;gica e os conceitos de cuidado, acolhimento e transformação.</p><p style="text-align: justify; "><b>Cuidado que vai al&eacute;m do exame</b></p><p style="text-align: justify;">Mais do que oferecer a mamografia, o Cuidado em Movimento busca tornar a experiência mais confortável e levar informação sobre prevenção e diagn&oacute;stico precoce. A estrutura conta com uma sala destinada a experiências de meditação e, a partir de outubro, tamb&eacute;m terá uma experiência de realidade virtual, com &oacute;culos de VR e um filme motivacional produzido especialmente para a iniciativa.</p><p style="text-align: justify; ">Voluntárias da Fundação Laço Rosa acompanham as ações, recebem as mulheres e compartilham informações ao longo do atendimento.</p><p>                                  </p><p style="text-align: justify; ">“Levar o caminhão de mamografia para diferentes regiões &eacute; uma forma concreta de aproximar o acesso ao exame. A gente sabe que o diagn&oacute;stico precoce pode fazer toda a diferença no tratamento e, por isso, nosso compromisso &eacute; ajudar a reduzir as barreiras que ainda existem para muitas mulheres”, destaca Marcelle Medeiros, presidente da Fundação Laço Rosa.</p><p style="text-align: justify; ">A primeira ação do Cuidado em Movimento aconteceu em 12 de setembro, no Capão Redondo, em São Paulo, marcando tamb&eacute;m a apresentação do novo caminhão mam&oacute;grafo da Fundação Laço Rosa. Produzida de forma customizada para a instituição, a unidade foi criada para ampliar a capacidade de atendimento do projeto.</p><p style="text-align: justify; ">Agendamentos atrav&eacute;s do site <a href="http://www.cuidadoemmovimento.com.br"><b>www.cuidadoemmovimento.com.br</b></a></p><p style="text-align: justify;"><b>SERVIÇO</b></p><p style="text-align: justify;"><b>Caminhão Mam&oacute;grafo &ndash; Fundação Laço Rosa</b></p><p style="text-align: justify;"><b>Locais</b>:</p><p style="text-align: justify;"><i>West Shopping: </i>Estrada do Mendanha, 555 &ndash; Campo Grande</p><p style="text-align: justify;"><i>*datas a confirmar no Maracanã, Sulacap e Bangu</i></p><p style="text-align: justify;"><b>Per&iacute;odo:</b> 1 a 13 de outubro de 2026</p><p style="text-align: justify; "><b>Horário:</b> Das 10h &agrave;s 18h</p><p style="text-align: justify;"><b>Exame:</b> Mamografia gratuita</p><p style="text-align: justify;"><b>P&uacute;blico:</b> Mulheres a partir de 40 anos que não tenham realizado o exame nos &uacute;ltimos 12 meses ou mulheres abaixo dos 40 anos com indicação cl&iacute;nica.</p><p>                              </p><p style="text-align: justify; "><b>Agendamento:</b> <a href="http://www.cuidadoemovimento.com.br/"><b>www.cuidadoemovimento.com.br</b></a></p><p>    </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Primavera chega em meio à umidade no Rio e acende alerta para alergias</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95778/primavera-chega-em-meio-a-umidade-no-rio-e-acende-alerta-para-alergias.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 07:24:45 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A primavera começou recentemente no Rio de Janeiro, mas o tempo cinza e chuvoso tem roubado a cena na estação conhecida pelo colorido das flores. Nos &uacute;ltimos dias, os efeitos da umidade tamb&eacute;m foram percebidos dentro das casas: roupas demoram mais a secar, paredes permanecem &uacute;midas e o mofo encontra condições favoráveis para aparecer.Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em 2026, durante a primavera, a intensificação do fluxo de umidade proveniente...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A primavera começou recentemente no Rio de Janeiro, mas o tempo cinza e chuvoso tem roubado a cena na estação conhecida pelo colorido das flores. Nos &uacute;ltimos dias, os efeitos da umidade tamb&eacute;m foram percebidos dentro das casas: roupas demoram mais a secar, paredes permanecem &uacute;midas e o mofo encontra condições favoráveis para aparecer.</p><p style="text-align: justify; ">Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em 2026, durante a primavera, a intensificação do fluxo de umidade proveniente da Amaz&ocirc;nia contribui para a formação de chuvas no Sudeste.</p><p style="text-align: justify; ">A mudança de estação tamb&eacute;m merece atenção de quem sofre de alergias. A alergista e imunologista Flávia An&iacute;sio, do Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), explica que fatores caracter&iacute;sticos desse per&iacute;odo podem favorecer o aparecimento ou a piora de sintomas respirat&oacute;rios.</p><p style="text-align: justify; ">“Nessa &eacute;poca, temos uma maior presença de p&oacute;len no ar, al&eacute;m de variações de temperatura e de umidade. Para as pessoas que já são sensibilizadas, o contato com esses al&eacute;rgenos pode desencadear ou intensificar sintomas de rinite e tamb&eacute;m contribuir para a piora da asma”, explica.</p><p style="text-align: justify; "><b>Quando a umidade chega dentro de casa</b></p><p style="text-align: justify; ">Se nas ruas a chuva muda a rotina de quem precisa sair, dentro de casa ela traz outros desafios. Ambientes fechados, paredes &uacute;midas e pouca circulação de ar favorecem o aparecimento e a proliferação de mofo.</p><p style="text-align: justify; ">Segundo Flávia, pessoas com rinite, asma e outras doenças respirat&oacute;rias estão entre as mais sens&iacute;veis nesse momento. Espirros, coriza, tosse, falta de ar e chiado podem aparecer ou se intensificar.</p><p style="text-align: justify; ">O mofo merece atenção não apenas pelas manchas nas paredes ou pelo cheiro caracter&iacute;stico. A m&eacute;dica explica que ele libera part&iacute;culas e esporos que podem funcionar como al&eacute;rgenos e, em pessoas sensibilizadas, provocar ou agravar sintomas de rinite e asma.</p><p style="text-align: justify; ">“Esse problema &eacute; especialmente importante em ambientes &uacute;midos, pouco ventilados ou que apresentam infiltrações. Então, a combinação de umidade e mofo &eacute; algo que merece bastante atenção, principalmente para quem já tem alguma doença respirat&oacute;ria”, alerta.</p><p style="text-align: justify; "><b>Casa arejada e atenção ao mofo</b></p><p style="text-align: justify; ">A primeira recomendação da especialista &eacute; deixar a casa respirar. Abrir portas e janelas aumenta a circulação de ar. Afastar os m&oacute;veis das paredes tamb&eacute;m permite a passagem de ar entre as superf&iacute;cies.</p><p style="text-align: justify; ">Nos dias chuvosos, Flávia orienta evitar secar roupas dentro de casa porque, segundo ela, a umidade das peças &eacute; transferida para o ambiente. Enquanto a chuva persistir, a m&eacute;dica sugere lavar somente o que for realmente necessário.</p><p style="text-align: justify; ">Quando o tempo melhorar, a recomendação &eacute; fazer uma vistoria na residência. Manchas nas paredes, pintura descascando, cheiro forte de mofo e sinais de infiltração podem indicar pontos que precisam de atenção.</p><p style="text-align: justify; ">Se o mofo estiver restrito a uma área pequena, Flávia orienta fazer uma limpeza suave com  sabão neutro, usando pano ou esponja, e deixar a superf&iacute;cie secar completamente. Quando a área atingida for extensa, a indicação &eacute; procurar um especialista para identificar a origem do problema.</p><p style="text-align: justify; ">“Pintar por cima de parede mofada não resolve o problema. Na verdade, você esconde o problema e não identifica de onde está vindo aquela infiltração, aquele mofo”, afirma.</p><p style="text-align: justify; ">“Casa limpa, casa arejada &eacute; casa mais saudável. O ideal &eacute; que você avalie a sua casa e tente manter o ambiente sempre muito arejado e muito seco”, resume Flávia.</p><p style="text-align: justify; "><b>Alergia ou infecção?</b></p><p style="text-align: justify; ">Os sintomas respirat&oacute;rios tamb&eacute;m podem gerar d&uacute;vidas sobre a diferença entre uma manifestação al&eacute;rgica e uma infecção. Flávia explica que, na rinite e na conjuntivite al&eacute;rgica, são comuns espirros repetidos, coriza geralmente transparente, coceira no nariz e nos olhos e congestão nasal. Em geral, esses sintomas não vêm acompanhados de febre.</p><p style="text-align: justify; "><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/09/95776_1dcdf6c172a4753a8c7835c9497efdf2.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify; ">Nas infecções respirat&oacute;rias, principalmente nas causadas por v&iacute;rus, são mais frequentes sintomas como mal-estar, dor de garganta, febre, dores no corpo e secreção nasal. A especialista ressalta, no entanto, que as manifestações podem se sobrepor e nem sempre &eacute; poss&iacute;vel diferenciar uma alergia de uma infecção apenas pelos sintomas.</p><p style="text-align: justify; "><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/09/95776_898e19891095d932d25173b2df9488e2.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p>                                                                                </p><p style="text-align: justify; ">Diante de sintomas persistentes, muito intensos ou quando houver d&uacute;vida, a orientação &eacute; procurar avaliação m&eacute;dica.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Efeitos da umidade podem sem sentidos dentro de casa. Fotos: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Idosos também podem ser doadores vivos de órgãos</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95687/idosos-tambem-podem-ser-doadores-vivos-de-orgaos.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 14:49:22 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Em 2023, Arivaldo Sampaio, &agrave; &eacute;poca com 69 anos, viu o filho perder a função do &uacute;nico rim que tinha ap&oacute;s passar por hemodiálise quase diária. Com o transplante como &uacute;nica opção, toda a fam&iacute;lia se colocou &agrave; disposição como um poss&iacute;vel doador &ndash; inclusive Arivaldo. O resultado: compatibilidade total entre pai e filho.De acordo com o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, um doador vivo pode doar um dos rins, parte do f&iacute;gado,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em 2023, Arivaldo Sampaio, &agrave; &eacute;poca com 69 anos, viu o filho perder a função do &uacute;nico rim que tinha ap&oacute;s passar por hemodiálise quase diária. Com o transplante como &uacute;nica opção, toda a fam&iacute;lia se colocou &agrave; disposição como um poss&iacute;vel doador &ndash; inclusive Arivaldo. O resultado: compatibilidade total entre pai e filho.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703260&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703260&amp;o=node"></p><p><strong>De acordo com o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, um doador vivo pode doar um dos rins, parte do f&iacute;gado, parte da medula ou parte dos pulmões, sendo que a compatibilidade sangu&iacute;nea &eacute; necessária em todos os casos</strong>.</p><p>Para doar um &oacute;rgão em vida, o m&eacute;dico deve avaliar a hist&oacute;ria cl&iacute;nica do doador e doenças pr&eacute;vias, mas a idade não &eacute; limitação.</p><blockquote><p>“Tive a felicidade de descobrir que eu era compat&iacute;vel. Esse momento, para mim, foi um momento de graça. Foi uma graça divina mesmo”, contou Arivaldo &agrave; <strong>Agência Brasil</strong>.</p></blockquote><p>Ele conta que ficou aflito por receio de o rim não estar saudável. “Me perguntava como estará esse rim. Funcionalmente ele estará bem? Pode mesmo ser doado? Fizemos todos os exames e, graças a Deus, fui considerado apto.”</p><p>Segundo Arivaldo, a recuperação ap&oacute;s a doação do &oacute;rgão ao filho foi tranquila, sobretudo por ter sido acompanhado por uma equipe altamente qualificada e com muita empatia. “Meu filho já saiu com o rim funcionando”.</p><p>Três anos depois, Arivaldo tem uma rotina de praticar atividade f&iacute;sica pelo menos cinco vezes na semana, incluindo corrida, musculação e alongamento. Uma vez ao ano, ele passa por consultas e exames no Hospital Universitário de Bras&iacute;lia (HUB), que coordenou todo o processo do transplante.</p><p>“Tudo isso &eacute; uma prova de que, quando você procura se cuidar, você consegue chegar numa idade mais avançada com mais qualidade de vida. Sou formado em educação f&iacute;sica, sou professor, lecionei por 30 anos na rede p&uacute;blica e sempre ensinei aos meus alunos que nossa velhice &eacute; consequência do que a gente faz antes, no dia a dia.”</p><h2>Cenário</h2><p>Em 2025, o Brasil teve o registro de 4.335 doadores efetivos &ndash; uma taxa de 20,3 doadores por milhão de pessoas, o maior n&uacute;mero já registrado. Ainda assim, 49,4 mil brasileiros aguardam atualmente na fila de transplantes, segundo dados do Sistema Nacional de Transplantes.</p><p><strong>No caso de doadores vivos, a legislação brasileira permite a doação entre parentes de at&eacute; o quarto grau, al&eacute;m de c&ocirc;njuges, sem necessidade de autorização judicial.</strong></p><p><strong>Para pessoas que não têm esse grau de parentesco, a doação tamb&eacute;m pode ser realizada, mas depende de autorização judicial.</strong></p><h2>Cuidados</h2><p>O m&eacute;dico nefrologista da Unidade de Transplantes do HUB, Geraldo Freitas, explicou que, no caso espec&iacute;fico de doadores vivos, a avaliação &eacute; mais cuidadosa, já que tem como objetivo principal garantir a segurança tanto de quem recebe como tamb&eacute;m de quem doa.</p><p>“Afinal, trata-se de uma pessoa saudável que, de forma voluntária e altru&iacute;sta, decide doar um de seus &oacute;rgãos. Nosso objetivo &eacute; minimizar ao máximo os riscos desse procedimento e garantir que o doador possa seguir sua vida com segurança e boa sa&uacute;de ap&oacute;s a doação.”</p><p>Quando o doador vivo tem mais de 60 anos, a análise, segundo o m&eacute;dico, tende a ser ainda mais cuidadosa em relação a riscos futuros decorrentes da retirada do &oacute;rgão. A avaliação &eacute; individualizada e envolve exames de sangue, urina, avaliação da função dos rins, exames de imagem, avaliação cardiovascular.</p><p>“&Eacute; uma questão interessante. Por um lado, com o envelhecimento, aumenta a possibilidade de a pessoa apresentar doenças como hipertensão, diabetes ou problemas cardiovasculares, que podem aumentar os riscos da cirurgia e da pr&oacute;pria doação.”</p><p><strong>A decisão, de acordo com Freitas, &eacute; baseada não apenas em n&uacute;meros e envolve o estado geral de sa&uacute;de, a expectativa de vida, a possibilidade de a pessoa permanecer saudável com um &uacute;nico rim e tamb&eacute;m se os riscos da cirurgia são aceitáveis.</strong> “Envolve uma avaliação completa do doador”.</p><p>“Ao mesmo tempo, tamb&eacute;m avaliamos o receptor e o pr&oacute;prio &oacute;rgão que será doado, verificando se ele apresenta condições adequadas para o transplante e se há uma boa perspectiva de funcionamento prolongado ap&oacute;s a cirurgia. Em resumo, precisamos encontrar equil&iacute;brio: garantir que a doação seja segura para quem doa e que o &oacute;rgão ofereça uma boa perspectiva para quem recebe.”</p><p>O m&eacute;dico reforçou que, de maneira isolada, a idade avançada não representa exclusão automática para a doação em vida, mas, &agrave; medida em que uma pessoa envelhece, há maior probabilidade de desenvolver quadros como hipertensão, diabetes ou alterações da função renal, exigindo investigação detalhada.</p><p>“&Eacute; verdade que, com o envelhecimento, aumenta a frequência de algumas doenças que podem contraindicar a doação. Mas, quando essas doenças estão ausentes, associado &agrave; função renal adequada, e a avaliação m&eacute;dica demonstra que o indiv&iacute;duo apresenta boas condições para o procedimento, ela pode ser uma doadora.”  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[ Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o/Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Saúde fará busca ativa de apostadores após fim das bets</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95661/saude-fara-busca-ativa-de-apostadores-apos-fim-das-bets.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 17:31:39 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Com a proibição das apostas on-line, anunciada nesta sexta-feira (25) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em São Paulo, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de aumentará os esforços para contatar apostadores contumazes, oferecendo acompanhamento e tratamento nos casos necessários.Segundo o ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha, as pol&iacute;ticas de busca ativa por pessoas com comportamento de jogo problemático já ocorrem desde dezembro de 2025, a partir de dados...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Com a proibição das apostas on-line, anunciada nesta sexta-feira (25) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em São Paulo, <strong>o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de aumentará os esforços para contatar apostadores contumazes, oferecendo acompanhamento e tratamento nos casos necessários.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703410&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703410&amp;o=node"></p><p>Segundo o ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha, as pol&iacute;ticas de busca ativa por pessoas com comportamento de jogo problemático já ocorrem desde dezembro de 2025, a partir de dados compartilhados pelos minist&eacute;rios da Fazenda e Segurança e pela Receita Federal. </p><p><strong>“O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de &eacute; dono do ambiente onde circulam estes dados, o Nuvem Brasil, que &eacute; absolutamente protegido e opera seguindo todas as regras da LGPD e todas as regras da &eacute;tica na sa&uacute;de que os profissionais têm que seguir”, declarou o ministro em coletiva ap&oacute;s o evento de an&uacute;ncios na capital paulista.</strong></p><p>Ainda não há detalhes sobre o fluxo de atendimentos ou a previsão de quando serão realizados. </p><p>Na coletiva, o ministro destacou o uso da rede do programa Meu SUS Digital e de teleatendimentos para oferecer atendimento em sa&uacute;de mental a pessoas que tiverem dificuldades com a mudança nas regras das apostas, al&eacute;m de familiares de apostadores.</p><p>Os impactos das apostas na sa&uacute;de p&uacute;blica e economia tamb&eacute;m foram destacados pelo ministro durante sua fala. Padilha citou o estudo do Instituto de Estudos para Pol&iacute;ticas de Sa&uacute;de (IEPS) que estima que o custo social associado &agrave;s apostas &eacute; estimado em R$ 38,8 bilhões por ano, dos quais R$ 17 bilhões correspondem a custos relacionados a mortes adicionais por suic&iacute;dios.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto:  Ant&ocirc;nio Cruz/ Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>'Conversas que Curam' leva a Copa abordagem inovadora para enfrentar câncer de mama e seus tabus</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95655/conversas-que-curam-leva-a-copa-abordagem-inovadora-para-enfrentar-cancer-de-mama-e-seus-tabus.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95655/conversas-que-curam-leva-a-copa-abordagem-inovadora-para-enfrentar-cancer-de-mama-e-seus-tabus.html</guid>
			<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 12:24:06 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Neste sábado, 26/09, o Instituto Nosso Papo Rosa realiza uma edição especial do projeto “Conversas que Curam”, no Rio Othon Palace, em Copacabana. Com entrada gratuita, mediante inscrição,o encontro reunirá profissionais de diferentes áreas em cinco rodas de conversa sobre questões que vão al&eacute;m do diagn&oacute;stico e do tratamento do câncer de mama.Idealizado pelas m&eacute;dicas Sabrina Chagas, oncologista e presidente do Instituto Nosso Papo Rosa, e Maria Júlia Calas,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Neste sábado, 26/09, o Instituto Nosso Papo Rosa realiza uma edição especial do projeto “Conversas que Curam”, no Rio Othon Palace, em Copacabana. Com entrada gratuita, mediante inscrição,o encontro reunirá profissionais de diferentes áreas em cinco rodas de conversa sobre questões que vão al&eacute;m do diagn&oacute;stico e do tratamento do câncer de mama.</p><p>Idealizado pelas m&eacute;dicas Sabrina Chagas, oncologista e presidente do Instituto Nosso Papo Rosa, e Maria Júlia Calas, ginecologista, mastologista e vice-presidente da instituição, o encontro terá um formato diferente nesta edição. Em vez de palestras individuais, os especialistas participarão de conversas sobre diferentes aspectos da saúde, do corpo e da vida das mulheres.</p><p>Para Sabrina Chagas, ampliar a conversa sobre o câncer de mama tamb&eacute;m significa abordar questões que atravessam a vida das pacientes durante e depois do tratamento.</p><p>“Quando falamos de câncer, não estamos falando apenas da doença. Estamos falando de corpo, relações, sexualidade, trabalho, alimentação, emoções e dos caminhos que cada mulher encontra para seguir em frente. O ‘Conversas que Curam’ foi pensado para abrir esse espaço de escuta e troca, com informação de qualidade e acolhimento”, diz.</p><p>Maria Julia Calas destaca a importância de criar espaços para discutir assuntos que nem sempre são abordados nas consultas m&eacute;dicas.</p><p>“Existem questões que fazem parte da vida antes, durante e depois do tratamento e que muitas vezes ainda são pouco discutidas, como sexualidade, menopausa, gen&eacute;tica, alimentação e saúde emocional. O ‘Conversas que Curam’ nasce justamente para criar esse espaço de diálogo, com informação de qualidade, acolhimento e liberdade para falar sobre assuntos que nem sempre encontram espaço no consult&oacute;rio”, afirma.</p><p>Cinco rodas de conversa abordam da sexualidade aos impactos no trabalho e na rotina familiar do diagn&oacute;stico </p><p>A programação começa com “O que muda em n&oacute;s”, que vai abordar as transformações provocadas pelo diagn&oacute;stico e pelo tratamento do câncer. A roda contará com a participação de uma oncologista que tamb&eacute;m vivenciou a doença como paciente, trazendo para a conversa a perspectiva de quem conhece o câncer a partir da pr&oacute;pria experiência.</p><p>Na sequência, “A vida na Menopausa” coloca em discussão sintomas e questões que podem afetar a qualidade de vida das mulheres, como ondas de calor, alterações do sono, ressecamento vaginal, sexualidade e adesão ao tratamento. Participam da conversa Andrea Benazzi, ginecologista especializada em menopausa, e Glauce Corrêa, psic&oacute;loga com foco em sexualidade.</p><p>A terceira roda, “Conversas cruzadas: gen&eacute;tica, leis e outros assuntos que ningu&eacute;m fala”, aborda questões práticas que podem surgir diante de um diagn&oacute;stico. Testes gen&eacute;ticos, possíveis impactos para familiares, retorno ao trabalho, seguros e outros aspectos relacionados &agrave; vida das pacientes estarão entre os temas discutidos por Raíssa Carneiro, geneticista, e Vilma Seljan, advogada com atuação em ONG.</p><p><br></p><p>“Dietas, suplementos e canetas para emagrecimento: o que a ciência realmente mostra” traz para o debate um assunto que ganhou espaço nas redes sociais e no cotidiano. Alimentos chamados de “anticâncer”, suplementos e medicamentos para emagrecimento da classe dos agonistas de GLP-1, como Ozempic e Wegovy, serão discutidos a partir de evidências científicas. Participam Teresa Bedê, nutricionista oncol&oacute;gica, Joana Dantas, endocrinologista, e Paula Pratti, nutricionista oncol&oacute;gica, que tamb&eacute;m fará a mediação da conversa.</p><p><br></p><p>Encerrando a programação, “A arte como caminho” propõe uma reflexão sobre o papel da literatura, da escrita e de outras manifestações artísticas nos processos de cuidado e reconstrução da vida. Participam Luisa Aguiar, m&eacute;dica e mediadora de clube do livro, e Clarisse Derzi&eacute; Luz, atriz, e Dilza Salema, terapeuta de família e casal. A conversa será seguida por uma dinâmica de escrita e uma apresentação de dança flamenca.</p><p><br></p><p>Ao longo de nove anos, o Instituto Nosso Papo Rosa promove ações de informação, acolhimento e conscientização sobre saúde e câncer, aproximando o conhecimento científico de questões que fazem parte do cotidiano das mulheres.</p><p><br></p><p>Serviço</p><p><br></p><p>Conversas que Curam &ndash; 9 anos de escuta, acolhimento e informação</p><p>Data:26 de setembro</p><p>Horário: das 9h &agrave;s 11h30</p><p>Local: Hotel Rio Othon Palace, Copacabana</p><p>Entrada:gratuita, mediante inscrição</p><p>Inscrições:pelo WhatsApp (21) 96786-6331  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Idealizadoras do Nosso Papo Rosa, m&eacute;dicas Sabrina Chagas, oncologista e presidente do Instituto, e Maria J&uacute;lia Calas, ginecologista, mastologista e vice da institui&ccedil;&atilde;o, organizaram um formato diferent]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>"Conversas Que Curam' leva a Copa olhar sobre câncer de mama para além do diagnóstico e tratamento</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95570/conversas-que-curam-leva-a-copa-olhar-sobre-cancer-de-mama-para-alem-do-diagnostico-e-tratamento.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 15:45:17 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Câncer de mama, menopausa, sexualidade, gen&eacute;tica, alimentação, medicamentos para emagrecimento e arte estarão no centro de uma manhã de conversas no Rio de Janeiro. Os temas, que fazem parte do cotidiano de muitas mulheres, ainda são cercados de dúvidas e, em alguns casos, de tabus e desinformação.Neste sábado, 26/09, o Instituto Nosso Papo Rosa realiza uma edição especial do projeto “Conversas que Curam”, no Rio Othon Palace, em Copacabana. Com entrada gratuita, mediante ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Câncer de mama, menopausa, sexualidade, gen&eacute;tica, alimentação, medicamentos para emagrecimento e arte estarão no centro de uma manhã de conversas no Rio de Janeiro. Os temas, que fazem parte do cotidiano de muitas mulheres, ainda são cercados de dúvidas e, em alguns casos, de tabus e desinformação.</p><p>Neste sábado, 26/09, o Instituto Nosso Papo Rosa realiza uma edição especial do projeto “Conversas que Curam”, no Rio Othon Palace, em Copacabana. Com entrada gratuita, mediante inscrição,o encontro reunirá profissionais de diferentes áreas em cinco rodas de conversa sobre questões que vão al&eacute;m do diagn&oacute;stico e do tratamento do câncer de mama.</p><p>Idealizado pelas m&eacute;dicas Sabrina Chagas, oncologista e presidente do Instituto Nosso Papo Rosa, e Maria Júlia Calas, ginecologista, mastologista e vice-presidente da instituição, o encontro terá um formato diferente nesta edição. Em vez de palestras individuais, os especialistas participarão de conversas sobre diferentes aspectos da saúde, do corpo e da vida das mulheres.</p><p>Para Sabrina Chagas, ampliar a conversa sobre o câncer de mama tamb&eacute;m significa abordar questões que atravessam a vida das pacientes durante e depois do tratamento.</p><p>“Quando falamos de câncer, não estamos falando apenas da doença. Estamos falando de corpo, relações, sexualidade, trabalho, alimentação, emoções e dos caminhos que cada mulher encontra para seguir em frente. O ‘Conversas que Curam’ foi pensado para abrir esse espaço de escuta e troca, com informação de qualidade e acolhimento”, diz.</p><p>Maria Julia Calas destaca a importância de criar espaços para discutir assuntos que nem sempre são abordados nas consultas m&eacute;dicas.</p><p>“Existem questões que fazem parte da vida antes, durante e depois do tratamento e que muitas vezes ainda são pouco discutidas, como sexualidade, menopausa, gen&eacute;tica, alimentação e saúde emocional. O ‘Conversas que Curam’ nasce justamente para criar esse espaço de diálogo, com informação de qualidade, acolhimento e liberdade para falar sobre assuntos que nem sempre encontram espaço no consult&oacute;rio”, afirma.</p><p>Cinco rodas de conversa</p><p>A programação começa com “O que muda em n&oacute;s”, que vai abordar as transformações provocadas pelo diagn&oacute;stico e pelo tratamento do câncer. A roda contará com a participação de uma oncologista que tamb&eacute;m vivenciou a doença como paciente, trazendo para a conversa a perspectiva de quem conhece o câncer a partir da pr&oacute;pria experiência.</p><p>Na sequência, “A vida na Menopausa” coloca em discussão sintomas e questões que podem afetar a qualidade de vida das mulheres, como ondas de calor, alterações do sono, ressecamento vaginal, sexualidade e adesão ao tratamento. Participam da conversa Andrea Benazzi, ginecologista especializada em menopausa, e Glauce Corrêa, psic&oacute;loga com foco em sexualidade.</p><p>A terceira roda, “Conversas cruzadas: gen&eacute;tica, leis e outros assuntos que ningu&eacute;m fala”, aborda questões práticas que podem surgir diante de um diagn&oacute;stico. Testes gen&eacute;ticos, possíveis impactos para familiares, retorno ao trabalho, seguros e outros aspectos relacionados &agrave; vida das pacientes estarão entre os temas discutidos por Raíssa Carneiro, geneticista, e Vilma Seljan, advogada com atuação em ONG.</p><p>“Dietas, suplementos e canetas para emagrecimento: o que a ciência realmente mostra” traz para o debate um assunto que ganhou espaço nas redes sociais e no cotidiano. Alimentos chamados de “anticâncer”, suplementos e medicamentos para emagrecimento da classe dos agonistas de GLP-1, como Ozempic e Wegovy, serão discutidos a partir de evidências científicas. Participam Teresa Bedê, nutricionista oncol&oacute;gica, Joana Dantas, endocrinologista, e Paula Pratti, nutricionista oncol&oacute;gica, que tamb&eacute;m fará a mediação da conversa.</p><p>Encerrando a programação, “A arte como caminho” propõe uma reflexão sobre o papel da literatura, da escrita e de outras manifestações artísticas nos processos de cuidado e reconstrução da vida. Participam Luisa Aguiar, m&eacute;dica e mediadora de clube do livro, e Clarisse Derzi&eacute; Luz, atriz, e Dilza Salema, terapeuta de família e casal. A conversa será seguida por uma dinâmica de escrita e uma apresentação de dança flamenca.</p><p>Ao longo de nove anos, o Instituto Nosso Papo Rosa promove ações de informação, acolhimento e conscientização sobre saúde e câncer, aproximando o conhecimento científico de questões que fazem parte do cotidiano das mulheres.</p><p>Serviço</p><p>Conversas que Curam &ndash; 9 anos de escuta, acolhimento e informação</p><p>Data:26 de setembro</p><p>Horário: das 9h &agrave;s 11h30</p><p>Local: Hotel Rio Othon Palace, Copacabana</p><p>Entrada:gratuita, mediante inscrição</p><p>Inscrições:pelo WhatsApp (21) 96786-6331  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Sabrina Chagas, oncologista, e Maria J&uacute;lia Calas, mastologista e ginecologista - idealizadoras do evento. Foto: Wagner Assis]]></media:title> 
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		<item>
			<title>Diagnóstico precoce é essencial para enfrentar complicações da fibrose cística</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95502/diagnostico-precoce-e-essencial-para-enfrentar-complicacoes-da-fibrose-cistica.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 12:48:03 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Aos 12 anos, Pedro Andr&eacute; Braga vai &agrave; escola, joga futebol, já praticou kung-fu e participou do desfile de 7 de Setembro. Uma rotina comum para uma criança da idade dele, mas que, para a família, representa uma conquista. Diagnosticado com fibrose cística aos cinco meses, ap&oacute;s sucessivas internações e dificuldades respirat&oacute;rias e nutricionais, o menino &eacute; acompanhado pelo Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Aos 12 anos, Pedro Andr&eacute; Braga vai &agrave; escola, joga futebol, já praticou kung-fu e participou do desfile de 7 de Setembro. Uma rotina comum para uma criança da idade dele, mas que, para a família, representa uma conquista. Diagnosticado com fibrose cística aos cinco meses, ap&oacute;s sucessivas internações e dificuldades respirat&oacute;rias e nutricionais, o menino &eacute; acompanhado pelo Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), referência no atendimento de crianças e adolescentes com a doença no estado do Rio de Janeiro.</p><p>Jeane Braga, mãe de Pedro, conta que os primeiros meses foram marcados pela busca por respostas. O menino nasceu com íleo meconial e teve demora na eliminação do mec&ocirc;nio, as primeiras fezes do rec&eacute;m-nascido. Segundo ela, a possibilidade da doença não foi cogitada naquele momento, como deveria. Pedro precisou passar por cirurgia e utilizou uma bolsa de ileostomia. Mesmo ap&oacute;s a alta, vieram novas internações, problemas respirat&oacute;rios e dificuldade para ganhar peso.</p><p>Foi durante uma dessas passagens por hospitais da rede particular que uma profissional de enfermagem sugeriu &agrave; família que procurasse o Instituto Fernandes Figueira para realizar o teste do suor. O exame confirmou a fibrose cística.</p><p>“Foi a virada de chave na nossa vida”, conta Jeane.</p><p>A partir do diagn&oacute;stico, Pedro passou a receber acompanhamento especializado no Instituto. Aos 4 anos, depois de tentativas sem sucesso de realizar uma cirurgia abdominal na rede privada, o problema foi solucionado em procedimento realizado pela equipe do IFF/Fiocruz.</p><p>A experiência da família ilustra um dos principais alertas do Setembro Roxo, mês de conscientização sobre a fibrose cística: a importância de reconhecer os sinais e chegar ao diagn&oacute;stico o mais cedo possível.</p><p>A fibrose cística ocorre por alterações no gene CFTR, responsável pela produção de uma proteína que ajuda a regular a passagem de cloro e s&oacute;dio pelas c&eacute;lulas. Quando ela não funciona adequadamente, as secreções do organismo ficam mais espessas e difíceis de eliminar, favorecendo problemas respirat&oacute;rios, digestivos e nutricionais.</p><p>No estado do Rio de Janeiro, o Instituto Fernandes Figueira &eacute; o único serviço que realiza o teste do suor, considerado padrão-ouro no diagn&oacute;stico da doença. O exame avalia a quantidade de cloreto presente no suor. Na fibrose cística, essa concentração pode estar elevada, característica relacionada &agrave; expressão popular “doença do beijo salgado”. Pacientes de outros municípios tamb&eacute;m são encaminhados &agrave; unidade.</p><p>Segundo Renata Wrobel, pneumologista do IFF/Fiocruz, um dos primeiros alertas pode surgir logo ap&oacute;s o nascimento, com a presença do íleo meconial. Nesses casos, a investigação deve ocorrer independentemente do resultado do teste do pezinho, já que a triagem pode apresentar um falso negativo. O teste do pezinho inclui a dosagem da tripsina imunorreativa (TIR), mas um resultado alterado, sozinho, não confirma a doença. Diante da suspeita, a investigação deve prosseguir com o teste do suor.</p><p>Em crianças maiores, doenças respirat&oacute;rias recorrentes, dificuldade para ganhar peso e crescer, alterações nutricionais, perda excessiva de sal e manifestações gastrointestinais tamb&eacute;m podem levantar a suspeita, explica Renata.</p><h2><span style="font-size: 18px; font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0);">Novo medicamento atua sobre causa da doença, alteração gen&eacute;tica de proteína</span></h2><p>Durante muito tempo, os cuidados com a fibrose cística estiveram concentrados no controle das manifestações e complicações da doença. A chegada dos moduladores da CFTR abriu uma nova possibilidade: atuar sobre o funcionamento da proteína comprometida pela alteração gen&eacute;tica.</p><p>Entre eles está o ETI, associação de elexacaftor, tezacaftor e ivacaftor, comercializada como Trikafta®.</p><p>“&Eacute; um rem&eacute;dio oral, que precisa ser tomado todos os dias. Ele tenta levar pelo menos um pouco da proteína para o local certo, para que ela tenha alguma atividade, e isso melhora muito os sintomas”, diz Renata.</p><p>A incorporação do ETI ao Sistema Único de Saúde (SUS) foi formalizada em 2024. Atualmente, 109 dos cerca de 220 pacientes acompanhados pelo IFF/Fiocruz utilizam o medicamento.</p><p>“A gente disponibiliza aqui mesmo no Instituto para os pacientes acima de 6 anos, com pelo menos uma mutação que a gente chama F508del, que &eacute; uma mutação bastante comum. Não contempla todos os pacientes”, esclarece Renata.</p><p>Um levantamento publicado em 2025 no <em>Jornal Brasileiro de Pneumologia</em> dimensiona a mudança nas hospitalizações ap&oacute;s a chegada da terapia ao centro de referência. O trabalho analisou informações de 215 crianças e adolescentes acompanhados pelo IFF/Fiocruz.</p><p>Na comparação entre dois períodos de 12 meses, as internações relacionadas &agrave; fibrose cística caíram de 84 para 44, redução de 47,6%. Entre os pacientes que efetivamente iniciaram o ETI, foram 33 internações no ano anterior ao tratamento e cinco no ano seguinte, queda de 84,8%.</p><p>Na rotina do atendimento, Renata afirma que a equipe tamb&eacute;m percebe melhora na condição respirat&oacute;ria e nutricional dos pacientes que utilizam o modulador e, consequentemente, na qualidade de vida.</p><p>O ETI, no entanto, não representa a cura da fibrose cística nem elimina os demais cuidados. De acordo com cada caso, os pacientes continuam necessitando de acompanhamento regular, fisioterapia respirat&oacute;ria, nebulizações, antibi&oacute;ticos, enzimas pancreáticas, vitaminas e outros tratamentos.</p><p>Mesmo os pacientes estáveis permanecem em acompanhamento peri&oacute;dico no centro de referência.</p><h2><span style="font-weight: normal; font-size: 18px; color: rgb(0, 0, 0);">“A segunda virada de chave” no tratamento de Pedro foi acesso judicial ao modulador</span></h2><p>Pedro começou a utilizar o modulador há cerca de três anos, antes da incorporação ao SUS. Diante do comprometimento pulmonar do menino, a equipe m&eacute;dica prescreveu a medicação e a família buscou judicialmente o acesso ao tratamento.</p><p>“Acho que foi a segunda virada de chave. Primeiro o diagn&oacute;stico, depois o modulador”, resume Jeane.</p><p>Ao comparar a rotina antes e depois do ETI, Pedro se lembra das dificuldades que enfrentava.</p><p>“Antes, eu fazia nebulização todos os dias, tinha dificuldade para ganhar músculo, vivia resfriado e tinha dificuldade para ganhar peso. Mas depois eu resolvi tudo. E agora eu sou 100% saudável.”</p><p>A melhora na saúde de Pedro, por&eacute;m, não começou apenas com o ETI. Segundo Jeane, ap&oacute;s o diagn&oacute;stico e o início do acompanhamento especializado no Fernandes Figueira, as internações por complicações respirat&oacute;rias e desnutrição deixaram de ser recorrentes. Hoje, ela afirma que o filho está há cerca de sete anos sem precisar de internação.</p><p>Com menos hospitalizações, os pais conseguiram retomar com maior regularidade as atividades profissionais e Pedro passou a ter uma rotina mais pr&oacute;xima &agrave; de outras crianças.</p><h2><span style="font-size: 18px; font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0);">Tratamento deve ultrapassar o consult&oacute;rio e chegar &agrave; escola, desde a primeira infância</span></h2><p>Consultas, exames, fisioterapia e medicamentos fazem parte de uma rotina que precisa ser conciliada com escola, atividades físicas e vida social.</p><p>Pedro mora com os pais em Santa Cruz da Serra, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e precisa se deslocar at&eacute; o IFF/Fiocruz para o acompanhamento especializado.</p><p>Aos 12 anos, ele diz que não vê grandes diferenças entre a pr&oacute;pria rotina e a dos amigos. Assim como eles, pratica esportes e anda de bicicleta. A principal diferença, conta, está nos cuidados relacionados &agrave; fibrose cística.</p><p>“Minha vida não &eacute; muito diferente dos meus amigos, não. At&eacute; que eles têm hábitos parecidos. Eles fazem esporte igual eu. [...] A única coisa que muda de mim pra eles &eacute; que eu tomo Creon®, que &eacute; uma enzima pra eu poder absorver os nutrientes dos alimentos, e que eu faço nebulização, mas &eacute; s&oacute; quando eu t&ocirc; muito mal. E &eacute; bem raro.”</p><p>Na escola, Pedro conta que a doença tamb&eacute;m não criou uma barreira na relação com os colegas.</p><p>“Quando eu falei pros meus amigos que eu tinha fibrose, eles nem ligaram muito, eles me enxergavam como uma pessoa normal”, diz.</p><p>Jeane tamb&eacute;m destaca a participação da escola no tratamento. Segundo ela, a unidade conhece a condição do menino e mant&eacute;m medicamentos disponíveis quando necessário.</p><p>“Isso &eacute; inclusão de verdade”, afirma.</p><h2><span style="font-size: 18px; color: rgb(0, 0, 0); font-weight: normal;">Informação &eacute; palavra-chave para agilizar o diagn&oacute;stico, chave para controlar sintomas</span></h2><p>A experiência vivida nos primeiros meses do filho fez com que Jeane passasse a defender maior divulgação de informações sobre a fibrose cística.</p><p>Apesar das sucessivas internações anteriores ao diagn&oacute;stico, ela evita classificar o atendimento recebido naquele período como negligência.</p><p>“Para mim, não houve negligência. Houve falta de informação”, afirma.</p><p>Jeane conta que, diante das complicações logo ap&oacute;s o nascimento, o teste do pezinho acabou não recebendo a atenção que hoje considera necessária e a família não teve acesso ao resultado. Nos meses seguintes, profissionais investigaram outras possibilidades, mas a fibrose cística não foi inicialmente considerada.</p><p>Para ela, a experiência mostra a importância de pais e profissionais conhecerem os principais sinais da doença.</p><p>“Eu não posso exigir um conhecimento aprofundado de toda a rede, mas um conhecimento básico dos principais sintomas para encaminhar para um centro de referência, para fechar o diagn&oacute;stico ou descartar”, defende.</p><h2><span style="font-size: 18px; font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0);">Transição para a vida adulta impõe cooperação entre instituições hospitalares</span></h2><p>Um dos desafios &eacute; ampliar o acesso ao ETI para pacientes maiores de 6 anos com determinadas variantes não-F508del responsivas ao medicamento, questão que está em avaliação na Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). A indicação para essas variantes já foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas ainda não foi incorporada ao SUS.</p><p>Outra discussão envolve crianças de 2 a 5 anos com a variante F508del.</p><p>“Quanto antes a gente começar a tratar, você muda a hist&oacute;ria natural da doença”, afirma Renata.</p><p>Esses e outros temas foram discutidos no dia 16 de setembro, quando o IFF/Fiocruz realizou a Jornada “Fibrose Cística na Era do ETI: novos e antigos desafios”, dentro das ações do Setembro Roxo. Segundo Renata, o encontro anual busca promover a troca de experiências, atualizar profissionais e fortalecer a articulação da rede de saúde.</p><p>A busca pela melhora nas condições de vida dos pacientes tamb&eacute;m reforça a importância da transição do cuidado pediátrico para o atendimento adulto. No IFF/Fiocruz, o acompanhamento ocorre at&eacute; os 18 anos. Depois, segundo Renata, os pacientes são encaminhados para o centro de referência de adultos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).</p><p>A passagem &eacute; articulada entre as equipes e considera o vínculo construído por crianças e adolescentes que, em muitos casos, passaram anos sendo acompanhados pelos mesmos profissionais no Instituto.</p><p>No futuro, Pedro será um deles. Hoje, ele estuda, pratica atividades físicas, convive com os amigos e, quando perguntado sobre o maior sonho, fala justamente sobre o futuro que deseja.</p><p>“Meu sonho &eacute; poder ter uma vida tranquila, sem ter muitos problemas. Problema todo mundo tem, mas sem me preocupar com a fibrose, nem nada do tipo. Ser uma pessoa 100% normal. Ou tamb&eacute;m at&eacute; quando tiver a cura da fibrose.”</p><p>                                                                                                          </p><p>   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Jeane Braga, m&atilde;e de Pedro, acompanha consulta dp adolescente com a pneumologista Tania Wrobel, do IFF/Fiocruz. Foto: Bruno Guimar&atilde;es IFF/Fiocruz]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Saiba como manifestar intenção de doar órgãos por meio de cartórios</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95486/saiba-como-manifestar-intencao-de-doar-orgaos-por-meio-de-cartorios.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95486/saiba-como-manifestar-intencao-de-doar-orgaos-por-meio-de-cartorios.html</guid>
			<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 07:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Mais de 32 mil brasileiros já utilizaram cart&oacute;rios de notas para manifestar formalmente a intenção de doar &oacute;rgãos, desde o lançamento da Autorização Eletr&ocirc;nica de Doação de &Oacute;rgãos (Aedo), em 2024.O assunto ganha importância durante o Setembro Verde, mês dedicado &agrave; conscientização sobre a doação de &oacute;rgãos, em um país onde mais de 49 mil pessoas aguardam atualmente por um transplante.Segundo o Col&eacute;gio Notarial do Brasil &ndash;...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Mais de 32 mil brasileiros já utilizaram cart&oacute;rios de notas para manifestar formalmente a intenção de doar &oacute;rgãos, desde o lançamento da <a href="https://www.aedo.org.br/" target="_blank">Autorização Eletr&ocirc;nica de Doação de &Oacute;rgãos</a> (Aedo), em 2024.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702734&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702734&amp;o=node"></p><p><strong>O assunto ganha importância durante o Setembro Verde, mês dedicado &agrave; conscientização sobre a doação de &oacute;rgãos, em um país onde mais de 49 mil pessoas aguardam atualmente por um transplante.</strong></p><p>Segundo o Col&eacute;gio Notarial do Brasil &ndash; Conselho Federal (CNB/CF), o procedimento &eacute; gratuito e realizado integralmente pela internet. O interessado acessa a plataforma da Aedo, disponível no e-Notariado, preenche seus dados e escolhe um cart&oacute;rio de notas para realizar o procedimento.</p><p>Na sequência, participa de uma videoconferência com o tabelião para confirmar sua identidade e sua desejo de doar &oacute;rgãos. O documento &eacute; assinado eletronicamente e passa a integrar a Central Nacional de Doadores de &Oacute;rgãos, que pode ser consultada pelos profissionais autorizados do Sistema Nacional de Transplantes.</p><p><strong>A pessoa pode indicar quais &oacute;rgãos, tecidos ou partes do corpo deseja doar e revogar a autorização a qualquer momento.</strong> Todo o procedimento pode ser realizado sem necessidade de comparecimento presencial ao cart&oacute;rio.</p><h2>Oferta e demanda</h2><p><strong>Dados dos Cart&oacute;rios de Notas mostram que 32.587 solicitações de Aedo já foram realizadas no país. </strong>Foram 18.659 em 2024, 8.886 em 2025 e outras 5.042 em 2026, segundo os dados mais recentes da plataforma. Essa queda por ser atribuída a menos campanhas de divulgação da iniciativa. </p><p>São Paulo concentra o maior número de manifestações desde a criação do serviço, com 9.399 solicitações, seguido por Paraná (3.818), Rio de Janeiro (2.930), Minas Gerais (2.172) e Rio Grande do Sul (2.012). A Aedo registra solicitações em todas as unidades da Federação.</p><p><strong>Os números se inserem em um cenário no qual a demanda por transplantes permanece elevada no país. </strong>Dados do Minist&eacute;rio da Saúde divulgados este mês apontam que mais de 49 mil pessoas aguardam por um transplante no Brasil, sendo cerca de 45 mil por um rim.</p><p>Somente na fila por uma c&oacute;rnea estão 37.719 pessoas, segundo levantamento do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), número 15% maior que o registrado em dezembro de 2025.</p><h2>Autorização familiar</h2><p><strong>Um dos principais desafios tem sido a autorização familiar. No Brasil, a retirada de &oacute;rgãos ap&oacute;s a morte depende da concordância da família, mesmo quando a pessoa manifestou em vida o desejo de ser doadora.</strong></p><p>Atualmente, a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-09/taxa-media-de-recusa-de-doacao-de-orgaos-pelos-familiares-e-45" target="_blank">taxa m&eacute;dia de recusa familiar gira em torno de 45%</a>, e entre os motivos apontados estão o desconhecimento sobre a vontade do potencial doador, al&eacute;m de dúvidas e receios relacionados ao procedimento.</p><p>&Eacute; neste contexto que a Autorização Eletr&ocirc;nica de Doação de &Oacute;rgãos permite que o cidadão deixe formalmente registrada sua decisão. </p><p>“A decisão final continua sendo da família. Por isso, tão importante quanto registrar a vontade de ser doador &eacute; conversar sobre ela. A Aedo permite que essa manifestação fique formalizada e ajuda a levar esse assunto para dentro das famílias, para que elas conheçam previamente a decisão de quem deseja doar”, afirma Eduardo Calais, presidente do CNB/CF.</p><p><strong>No pr&oacute;ximo dia 27 de setembro, &eacute; celebrado o Dia Nacional de Doação de &Oacute;rgãos, data criada para estimular a discussão sobre o tema e incentivar as pessoas a comunicarem aos familiares sua vontade de serem doadoras.</strong>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Para associações, normas ainda deixam pontos em aberto sobre cannabis</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95472/para-associacoes-normas-ainda-deixam-pontos-em-aberto-sobre-cannabis.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 18:10:33 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Os avanços na regulamentação do uso de cannabis medicinal são reconhecidos pelas associações de pacientes, mas atualmente, no Brasil, cresce a necessidade de dar formas mais definidas a temas paralelos, como o cultivo, controle sanitário e o lugar da planta na agricultura familiar. O assunto foi debatido na sexta-feira (18), durante a 2ª edição da feira Febre de Arte, realizada em Fortaleza.Nessa rodada inicial de debates, representantes das associações comentaram o clima de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Os avanços na regulamentação do uso de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/cannabis-0">cannabis medicinal</a> são reconhecidos pelas associações de pacientes, mas atualmente, no Brasil, cresce a necessidade de dar formas mais definidas a temas paralelos, como o cultivo, controle sanitário e o lugar da planta na agricultura familiar. </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702817&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702817&amp;o=node"></p><p>O assunto foi debatido na sexta-feira (18), durante a 2ª edição da feira Febre de Arte, realizada em Fortaleza.</p><p>Nessa rodada inicial de debates, representantes das associações comentaram o clima de incerteza em que ainda têm atuado, e alguns citaram casos recentes de apreensões de encomendas e destruição pela pol&iacute;cia de plantações que serviam de insumo para medicamentos. </p><p>A paralisia de debates e andamentos concretos desde a <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-da-diretoria-colegiada-anvisa-n-1.014-de-30-de-janeiro-de-2026-684839403">Resolução da Diretoria Colegiada </a>(RDC) 1.014 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem sido um empecilho para o setor, na avaliação de participantes do II Encontro Nacional Nordestino de Associações Canábicas (II Enac), organizado no âmbito da feira. </p><p>O diretor jur&iacute;dico da Associação Canábica Florescer (Acaflor), de João Pessoa, Maur&iacute;cio Gomes, ressalta o prazo fixado para adaptação das associações ao novo cenário, de cinco anos, e entende que o Poder Judiciário jogou as questões a serem solucionadas no colo da Anvisa. "Quem está batendo na nossa porta não &eacute; a vigilância sanitária, &eacute; a pol&iacute;cia", declarou.</p><p>O t&eacute;cnico da coordenadoria de vigilância sanitária do Ceará, Ant&ocirc;nio Carlos Ara&uacute;jo Fraga, expressou preocupação com a relutância de colegas em fiscalizar adequadamente e concordou que há insegurança, pela falta de subs&iacute;dios do &oacute;rgão. Ele constata um vazio nas orientações práticas com o jogo de empurra-empurra. "Mesmo sem a regulamentação, não vai se saber o que fazer."</p><p>Segundo ele, para a vigilância sanitária, este ano está sendo inovador, por conta do marco regulat&oacute;rio, que, segundo ele, &eacute; resultado dos movimentos sociais. "Não tem como fazer fiscalização sem diálogo [com tais movimentos]", afirma, sugerindo &agrave;s associações que acionem busquem apresentar suas reivindicações &agrave; Anvisa pelo <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2025/anvisa-lanca-novo-sistema-para-agendamento-de-audiencias">canal de agendamento de audiências</a>.</p><p><strong>A Anvisa afirma ter garantido participação social no processo de elaboração das resoluções. </strong>O &oacute;rgão informa um total de 29 consultas realizadas com associações de pacientes e a comunidade cient&iacute;fica, al&eacute;m de analisadas experiências internacionais. Segundo a agência, foram recebidos e considerados 47 trabalhos cient&iacute;ficos de 139 pesquisadores, sendo 41 do Brasil. </p><h2>Pesquisas</h2><p>A WeCann Academy &eacute; uma das redes internacionais de especialistas na área e um centro de formação, responsável tamb&eacute;m por organizar, em 2024, o maior Congresso de Medicina Endocanabinoide do mundo, o WeCann Summit, em Campinas. Al&eacute;m disso, consolidou quase 200 pesquisas no Mapa de Evidências da Cannabis Medicinal. </p><p>A comunidade canábica questiona os crit&eacute;rios de seleção dos materiais compilados. Uma das principais expoentes da difusão de dados sobre cannabis do Brasil, a Kaya Mind, criticou a falta de diversos aspectos: qual será o modelo definitivo de cultivo, quem poderá cultivar, quais serão os crit&eacute;rios t&eacute;cnicos, quais limites de THC deverão ser adotados e quando uma regulamentação efetivamente entrará em vigor. </p><p><strong>De acordo com convidados dos pain&eacute;is desta primeira fase do evento, um dos fatores desfavoráveis &agrave;s associações e que podem explicar tais lacunas &eacute; a dificuldade das autoridades de delinear normas que abranjam todas as esp&eacute;cies de organizações do universo canábico, não somente a ind&uacute;stria.</strong></p><p>Para Akemy Viana Pinheiro, colaboradora da Acura, não há interesse, por parte das associações, em evitar o acompanhamento de sua produção e distribuição. Ao contrário, a farmacêutica do terceiro setor defende que farmacêuticos e agr&ocirc;nomos se ajudem mutuamente e mantenham um controle extremamente rigoroso dos medicamentos. </p><p>"Não &eacute; preciso s&oacute; pela legislação, mas pelo paciente", justifica ela, mencionando a <a href="https://site.cff.org.br/noticia/noticias-do-cff/17/08/2026/cff-regulamenta-atuacao-do-farmaceutico-na-cadeia-produtiva-da-cannabis">Resolução nº 7/2026</a>, do Conselho Federal de Farmácia, feita para determinar como funções da categoria podem contribuir para se cumprir requisitos t&eacute;cnicos e atingir padrões de qualidade. </p><h2>Agricultura e condições de trabalho</h2><p>De acordo com o anuário da Kaya, o Instituto Tricomas, no Maranhão busca facilitar o acesso a medicamentos &agrave; base de cannabis por meio da agricultura familiar regenerativa e de sistemas agroflorestais.</p><p>Outra temática das mesas foram as condições em que atuam os trabalhadores das entidades. "A gente quer ter tudo regularizado, como qualquer outro prestador de serviço", afirmou Isabela Luiza, porta-voz da Adapta.</p><h2>Potencial </h2><p>Um dos principais relat&oacute;rios do pa&iacute;s, o Anuário de Cannabis Medicinal 2025, da Kaya Mind, contabiliza 315 associações em atividade, seja pelo incentivo a pesquisas, pela sua especialidade em cuidados com animais de estimação, idosos e crianças, ajuste de dosagem ou assessoria jur&iacute;dica para garantir direito ao uso dos produtos terapêuticos. </p><p>O documento registra ainda 27 hectares de cultivo pelas associações e um total de 47 associações com avanço judicial para possibilitar o plantio. Hoje são 873 mil pacientes canábicos no Brasil.</p><h2>Feira Febre de Arte</h2><p>A feira está sendo realizada no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, e conta com uma programação de atividades gratuitas que vão do campo da inovação ao da educação e da gastronomia. </p><p>O evento &eacute; organizado conjuntamente pela Agência Liamba 360º, a Ghost Produtora e a BTO.</p><h2>Ciclo regulat&oacute;rio da Anvisa</h2><p>A RDC 1.013/2026 traz os detalhes para a produção, com previsão de Autorização Especial (AE) exclusivamente para pessoas jur&iacute;dicas e especifica como serão feitos o controle e a segurança dos locais, al&eacute;m de elencar sanções nos casos de irregularidade. Segundo a norma, os produtos para a pesquisa com Tetrahidrocanabinol (THC) acima de 0,3%, devem ser obtidos por meio de importação com autorização pr&eacute;via da Anvisa e o cumprimento das exigências estabelecidas pela ONU.</p><p>A RDC 1.014/2026 estabelece o instrumento espec&iacute;fico para associações de pacientes sem fins lucrativos e pro&iacute;be a comercialização de produtos, com a instituição do Ambiente Regulat&oacute;rio Experimental (Sandbox Regulat&oacute;rio) para testagem controlada. Fala sobre plano de monitoramento, indicadores e requisitos de controle de qualidade e rastreabilidade dos insumos e de produtos at&eacute; chegarem aos pacientes. </p><p>Já a RDC 1.015/2026 atualiza o marco regulat&oacute;rio de fabricação e importação de produtos de cannabis institu&iacute;do pela RDC 327/2019. Inclui pacientes que sofrem de doenças debilitantes graves, como fibromialgia e l&uacute;pus, no rol de pessoas autorizadas a fazerem uso medicinal de itens com concentração de THC (tetrahidrocanabinol) acima de 0,2%. Permitiu o uso de produtos de uso dermatol&oacute;gico, sublingual, bucal e inalat&oacute;rio. </p><p>   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: CBD-Infos-com/ Pixabay]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Estudo aponta esgotamento emocional e burnout de médicos de UTI</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95424/estudo-aponta-esgotamento-emocional-e-burnout-de-medicos-de-uti.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 07:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Quase metade (48,5%) dos m&eacute;dicos que trabalham em unidades de terapia intensiva (UTIs) no Brasil apresenta nível elevado de esgotamento mental e emocional. Al&eacute;m disso, 46,4% desses profissionais relatam baixo grau de satisfação com suas atividades.Os dados fazem parte do Inqu&eacute;rito Nacional sobre a Força de Trabalho M&eacute;dica das UTIs Brasileiras, conduzido pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) em parceria com o Conselho Federal de Medicina...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Quase metade (48,5%) dos m&eacute;dicos que trabalham em unidades de terapia intensiva (UTIs) no Brasil apresenta nível elevado de esgotamento mental e emocional. Al&eacute;m disso, 46,4% desses profissionais relatam baixo grau de satisfação com suas atividades.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702712&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702712&amp;o=node"></p><p>Os dados fazem parte do <em>Inqu&eacute;rito Nacional sobre a Força de Trabalho M&eacute;dica das UTIs Brasileiras</em>, conduzido pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM).</p><p><strong>O estudo ouviu 2.338 profissionais em 26 estados e no Distrito Federal.</strong></p><p>Em nota, a Amib avaliou que os achados sugerem um quadro de grande vulnerabilidade de m&eacute;dicos intensivistas &agrave; síndrome de <em>burnout</em>, fen&ocirc;meno caracterizado por exaustão emocional, distanciamento afetivo e sensação de baixa realização pessoal.</p><p>Para a entidade, a saúde mental dos profissionais não deve ser tratada como pauta secundária, mas como questão prioritária para políticas públicas, al&eacute;m de exigir mobilização de gestores, instituições e autoridades de saúde.</p><p><strong>Em coletiva de imprensa, o diretor de Comunicação do CFM, Estevam Rivello, chamou a atenção para os diferentes impactos da pressão em m&eacute;dicos intensivistas dos sistemas público e privado.</strong></p><blockquote><p>“No sistema suplementar, o profissional tem uma estrutura, um arsenal terapêutico que ele pode implementar na assistência ao doente grave com maior facilidade do que quando comparado ao serviço público”, disse.</p></blockquote><p>“O nível público, com absoluta convicção, registra maior estresse, porque lida com um profissional que não tem a mesma remuneração do serviço suplementar e que tem mais vínculo empregatício em relação ao serviço suplementar”, complementou Rivello.</p><h2>Esgotamento</h2><p>Os números mostram que quatro em cada cinco (79,7%) m&eacute;dicos que atuam em UTIs requerem atenção e cuidado com a saúde emocional &ndash; enquanto 31,2% indicaram esgotamento moderado, 48,5% sinalizaram alto nível de desgaste.</p><p><strong>Do total de entrevistados, apenas 20,3% relataram baixos níveis de esgotamento emocional.</strong></p><p>Na avaliação da Amib, o quadro decorre, possivelmente, da carga horária de trabalho elevada, da exposição constante a situações críticas, incluindo a precariedade da infraestrutura, e a demanda crescente da população por cuidados diante de uma rede de cobertura limitada.</p><p><strong>Tamb&eacute;m são apontados como fatores potenciais para esse cenário o confronto diário dos profissionais com situações limite (dor, sofrimento e morte) e com a exigência de tomadas de decisões necessariamente ágeis e precisas.</strong></p><p>Ainda de acordo com o estudo, a baixa satisfação com a atividade desempenhada, apontada por 46,4% dos entrevistados, segue o mesmo patamar proporcional daqueles que indicaram altos níveis de esgotamento mental.</p><p>Quando inseridos aqueles com grau moderado de satisfação, <strong>84,5% da força de trabalho m&eacute;dica demonstra não estar totalmente satisfeita com o pr&oacute;prio exercício da medicina nas UTIs.</strong></p><h2>Despersonalização</h2><p>Ainda de acordo com o estudo, 45,6% dos intensivistas afirmam ter algum grau de despersonalização, fen&ocirc;meno caracterizado pelo distanciamento emocional e pela adoção de atitudes classificadas como frias, apáticas ou at&eacute; mesmo cínicas com relação a pacientes e colegas de trabalho.</p><blockquote><p>“Esse comportamento prejudicial ao ambiente assistencial compromete a qualidade do atendimento, afeta a dinâmica de comunicação nas equipes e se contrapõe &agrave; humanização do cuidado. Enquanto 29,6% dos m&eacute;dicos responderam por um nível moderado de despersonalização, 16% reportaram níveis elevados desta percepção”, destacou a Amib.</p></blockquote><p><strong>Os dados mostram ainda que, quanto maior o grau de especialização do m&eacute;dico que trabalha no ambiente intensivo, menor o nível de esgotamento mental, menor a referência a comportamentos de distanciamento afetivo e maior o grau de realização pessoal com o exercício da profissão.</strong></p><p>Por outro lado, quanto menos especializado o m&eacute;dico, maiores os níveis de esgotamento, de distanciamento e menor a satisfação com o pr&oacute;prio desempenho.</p><p><strong>Entre m&eacute;dicos intensivistas, 44,5% relataram alto nível de esgotamento emocional, 12,7% alto grau de despersonalização e 39,8% baixo nível de satisfação com o pr&oacute;prio desempenho.</strong></p><p><strong>Em contraste, entre os m&eacute;dicos generalistas que trabalham nas UTIs, os percentuais foram 52,3%, 20,1% e 50,7%, respectivamente.</strong></p><p>   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Rovena Rosa/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Saúde qualifica assistência para prevenir progressão de doença renal</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95420/saude-qualifica-assistencia-para-prevenir-progressao-de-doenca-renal.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Minist&eacute;rio da Saúde ampliou e qualificou o cuidado especializado a pessoas com doença renal cr&ocirc;nica via Sistema Único de Saúde (SUS), com o objetivo de garantir assistência em tempo adequado, evitar a progressão da doença e reduzir casos graves.Em nota, a pasta informou ter criado, no âmbito do programa Agora Tem Especialistas, uma nova organização do cuidado, que reúne consultas, exames e procedimentos em conjuntos integrados, com valores at&eacute; 360% superiores...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ministerio-da-saude" target="_blank">Minist&eacute;rio da Saúde</a> ampliou e qualificou o cuidado especializado a pessoas com doença renal cr&ocirc;nica via <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/sus" target="_blank">Sistema Único de Saúde (SUS)</a>, com o objetivo de garantir assistência em tempo adequado, evitar a progressão da doença e reduzir casos graves.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702720&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702720&o=node"></p><p>Em nota, a pasta informou ter criado, no âmbito do programa <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/agora-tem-especialistas" target="_blank">Agora Tem Especialistas</a>, uma nova organização do cuidado, que reúne consultas, exames e procedimentos em conjuntos integrados, com valores at&eacute; 360% superiores aos pagos anteriormente.</p><p>Na preparação para a hemodiálise, por exemplo, o valor pago passa de R$ 940,22 para R$ 3.000,63.</p><h2>Entenda</h2><p><strong>A nova organização funciona por meio das chamadas Ofertas de Cuidados Integrados (OCIs), que reúnem, em um mesmo pacote, os cuidados necessários ao paciente, de acordo com o estágio da doença e suas necessidades.</strong></p><p>As ofertas incluem consultas especializadas, exames laboratoriais e de imagem, acompanhamento multiprofissional e outros procedimentos.</p><p>“A iniciativa busca reduzir o tempo entre as diferentes etapas da assistência, garantir acompanhamento contínuo e preparar, no momento adequado, os pacientes que precisam iniciar a terapia renal substitutiva”, destacou o minist&eacute;rio.</p><h2>Anemia </h2><p>A pasta tamb&eacute;m atualizou o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Anemia na Doença Renal Cr&ocirc;nica. O documento incorpora ao SUS novas opções terapêuticas, como a carboximaltose f&eacute;rrica e a derisomaltose f&eacute;rrica.</p><h2>Transplante renal</h2><p><strong>O transplante renal tamb&eacute;m integra a linha de cuidado de pessoas com doença renal cr&ocirc;nica. Com as OCIs, o acompanhamento especializado pode favorecer a identificação e o encaminhamento de pacientes com indicação para avaliação para transplante &ndash; antes mesmo do início da diálise.</strong></p><p>As regras do Sistema Nacional de Transplantes preveem que pessoas com doença renal cr&ocirc;nica em estágio avançado, mesmo que ainda não façam diálise, sejam orientadas sobre a possibilidade de transplante renal e tenham acesso &agrave; avaliação especializada.</p><p>“Dessa forma, o cuidado antes da diálise tamb&eacute;m contribui para preparar e encaminhar os pacientes que possam ter indicação para transplante”, reforçou o minist&eacute;rio.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[ Foto: Tomaz Silva/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Por que perder urina durante o exercício não deve ser considerado normal</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95369/por-que-perder-urina-durante-o-exercicio-nao-deve-ser-considerado-normal.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 18:50:38 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A corrida tem conquistado muitas mulheres, que encontraram no esporte uma forma de cuidar da sa&uacute;de, ganhar disposição e criar um momento de autocuidado na rotina. Mas, junto com esse movimento, um problema ainda pouco falado pode fazer algumas delas reduzirem os treinos ou at&eacute; abandonarem a atividade f&iacute;sica: os escapes de urina durante o exerc&iacute;cio.A perda urinária pode acontecer durante a corrida, mas tamb&eacute;m em outras atividades que envolvam esforço,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A corrida tem conquistado muitas mulheres, que encontraram no esporte uma forma de cuidar da sa&uacute;de, ganhar disposição e criar um momento de autocuidado na rotina. Mas, junto com esse movimento, um problema ainda pouco falado pode fazer algumas delas reduzirem os treinos ou at&eacute; abandonarem a atividade f&iacute;sica: os escapes de urina durante o exerc&iacute;cio.</p><p>A perda urinária pode acontecer durante a corrida, mas tamb&eacute;m em outras atividades que envolvam esforço, impacto ou aumento da pressão abdominal. Apesar de serem relativamente comuns, os escapes não devem ser encarados como algo normal da prática esportiva, do envelhecimento ou de determinadas fases da vida. Quando a perda urinária começa a causar constrangimento, alterar a rotina ou fazer com que a mulher deixe de se exercitar, &eacute; hora de buscar avaliação.</p><p>Entre as possibilidades de tratamento estão a fisioterapia p&eacute;lvica, que trabalha o fortalecimento e o controle da musculatura do assoalho p&eacute;lvico, o fortalecimento do CORE (abd&ocirc;men, região lombar, pelve e quadril) , importante para a estabilidade e o controle da região central do corpo, e, em determinados casos, o laser de CO?, de acordo com a avaliação e indicação do especialista.</p><p>Mais do que conviver com o problema ou abrir mão do exerc&iacute;cio, a orientação &eacute; investigar a causa da perda urinária e buscar uma estrat&eacute;gia adequada para cada caso.</p><p>Para falar do assunto, o *ginecologista Guilherme Henrique Santos, da Onne Clinic (RJ)*</p><p>1. Por que os escapes de urina podem acontecer durante a corrida e outras atividades f&iacute;sicas? O que acontece com o assoalho p&eacute;lvico e a região abdominal durante esses movimentos?</p><p>Durante a corrida, saltos e outros exerc&iacute;cios de impacto, ocorre um aumento da pressão dentro do abd&ocirc;men, que &eacute; transmitida para a região p&eacute;lvica. O assoalho p&eacute;lvico participa desse mecanismo, ajudando a sustentar os &oacute;rgãos da pelve e a manter o fechamento da uretra. Quando a musculatura não consegue responder adequadamente a esse aumento de pressão, pode acontecer a perda involuntária de urina.</p><p>Isso não significa necessariamente que exista uma alteração importante na força muscular. Em algumas mulheres, pode haver dificuldade de coordenação entre o assoalho p&eacute;lvico, o abd&ocirc;men e a respiração durante o movimento. Por isso, atividades de maior impacto podem revelar uma perda urinária que não aparece no dia a dia. A chamada incontinência urinária de esforço justamente se caracteriza pela perda de urina associada a situações como exerc&iacute;cio, tosse, espirro ou outros esforços.</p><p>2. Apesar de serem comuns, por que a perda urinária durante o exerc&iacute;cio não deve ser considerada normal? Quais sinais indicam que a mulher precisa procurar avaliação especializada?</p><p>&Eacute; importante diferenciar algo que &eacute; frequente de algo que deve ser considerado normal. A perda urinária durante o exerc&iacute;cio &eacute; relativamente comum entre mulheres, mas não precisa ser encarada como uma consequência inevitável da corrida, do envelhecimento ou da maternidade.</p><p>A mulher deve procurar avaliação quando os escapes se tornam recorrentes, aumentam de intensidade ou começam a interferir na sua rotina. Um sinal muito importante &eacute; quando ela passa a evitar determinados exerc&iacute;cios, reduzir a intensidade dos treinos ou at&eacute; abandonar uma atividade que gosta por medo de perder urina.</p><p>A avaliação tamb&eacute;m &eacute; indicada quando existem outros sintomas urinários associados ou quando a mulher não tem certeza se o que apresenta realmente &eacute; uma incontinência urinária de esforço. Identificar corretamente o tipo de incontinência &eacute; fundamental para definir a melhor estrat&eacute;gia de tratamento.</p><p>3. Quais são as principais possibilidades de tratamento para a incontinência urinária de esforço? Como entram nesse cuidado a fisioterapia p&eacute;lvica, o fortalecimento do CORE e o laser de CO??</p><p>O tratamento depende da causa, da intensidade dos sintomas e das caracter&iacute;sticas de cada mulher. A fisioterapia p&eacute;lvica tem um papel muito importante porque trabalha especificamente a musculatura do assoalho p&eacute;lvico, desenvolvendo força, resistência e, principalmente, capacidade de contração e coordenação adequadas. O treinamento supervisionado dessa musculatura &eacute; uma das principais estrat&eacute;gias utilizadas no tratamento da incontinência urinária de esforço.</p><p>O fortalecimento do CORE tamb&eacute;m pode contribuir, porque existe uma relação funcional entre abd&ocirc;men, lombar, quadril e assoalho p&eacute;lvico. O objetivo &eacute; melhorar a estabilidade e a coordenação da região central do corpo durante os movimentos, especialmente em atividades que aumentam a pressão abdominal.</p><p>Em determinados casos, o laser de CO? pode ser considerado como parte da abordagem terapêutica, sempre ap&oacute;s avaliação individual. A proposta &eacute; atuar sobre a qualidade dos tecidos da região vaginal, estimulando processos relacionados &agrave; remodelação do colágeno. A indicação deve ser feita pelo especialista, considerando o quadro cl&iacute;nico e as necessidades de cada paciente.</p><p>4. Muitas mulheres deixam de correr ou treinar por medo de ter escapes. &Eacute; necessário interromper a atividade f&iacute;sica nesses casos? Como &eacute; poss&iacute;vel tratar o problema sem abrir mão do exerc&iacute;cio?</p><p>Na maioria dos casos, não &eacute; necessário abandonar definitivamente a atividade f&iacute;sica. Pelo contrário: o objetivo do tratamento deve ser permitir que a mulher continue se movimentando e volte a realizar o exerc&iacute;cio com segurança e confiança.</p><p>Durante o per&iacute;odo de investigação e tratamento, pode ser necessário adaptar temporariamente a intensidade ou o tipo de impacto, de acordo com cada caso. Paralelamente, o fortalecimento e o treinamento adequado do assoalho p&eacute;lvico ajudam a melhorar o controle urinário e a resposta da musculatura durante o exerc&iacute;cio.</p><p>O mais importante &eacute; não transformar o escape em motivo para abandonar uma atividade que faz bem para a sa&uacute;de. Se a mulher está perdendo urina durante a corrida, isso &eacute; um sinal para investigar e tratar, e não uma razão para simplesmente parar de correr.  </p>]]></content:encoded>
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			<title>Descobrir Alzheimer cedo não é só para começar remédio: diagnóstico pode preservar autonomia e poder de escolha</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 11:42:41 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Receber um diagn&oacute;stico de Alzheimer &eacute; uma perspectiva que assusta muitas fam&iacute;lias. E, diante de uma doença que ainda não tem cura, uma pergunta costuma surgir: se não existe uma forma de eliminar a doença, por que descobrir cedo?A resposta vai muito al&eacute;m dos medicamentos.Em setembro, mês mundial de conscientização sobre Alzheimer e outras demências, a campanha internacional de 2026 coloca justamente o diagn&oacute;stico precoce no centro da discussão, sob o...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">Receber um diagn&oacute;stico de Alzheimer &eacute; uma perspectiva que assusta muitas fam&iacute;lias. E, diante de uma doença que ainda não tem cura, uma pergunta costuma surgir: <b>se não existe uma forma de eliminar a doença, por que descobrir cedo?</b></p><p style="text-align: justify;">A resposta vai muito al&eacute;m dos medicamentos.</p><p style="text-align: justify;">Em setembro, mês mundial de conscientização sobre Alzheimer e outras demências, a campanha internacional de 2026 coloca justamente o diagn&oacute;stico precoce no centro da discussão, sob o mote de que <b>quanto antes se sabe, mais &eacute; poss&iacute;vel fazer</b>. A proposta chama atenção para um aspecto que muitas vezes fica esquecido quando se fala da doença: descobrir cedo tamb&eacute;m significa permitir que a pessoa continue participando das decisões sobre a pr&oacute;pria vida.</p><p style="text-align: justify;">Para a geriatra <b>Márcia Umbelino</b>, com atuação voltada ao envelhecimento saudável e &agrave; sa&uacute;de cerebral, esse &eacute; um dos maiores benef&iacute;cios de uma investigação precoce.</p><p style="text-align: justify;">“Quando o diagn&oacute;stico acontece em uma fase em que a pessoa ainda preserva boa parte da sua autonomia, ela pode falar por si. Pode dizer o que deseja, participar das decisões sobre tratamento, organizar questões práticas da vida e conversar com a fam&iacute;lia sobre o futuro. Não &eacute; apenas descobrir uma doença mais cedo. &Eacute; preservar, pelo maior tempo poss&iacute;vel, o direito de escolher”, explica.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="Xe56581164cfa2d1d3345c4d34e07479a4d21f98">Diagn&oacute;stico não &eacute; sentença: &eacute; ponto de partida</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">A doença de Alzheimer &eacute; progressiva e ainda não possui cura. Isso, por&eacute;m, não significa que nada possa ser feito.</p><p style="text-align: justify;">O diagn&oacute;stico &eacute; o primeiro passo para acesso a acompanhamento, tratamento e suporte. Al&eacute;m das terapias medicamentosas indicadas para determinados pacientes, há intervenções não farmacol&oacute;gicas e cuidados com a sa&uacute;de geral que podem fazer parte do acompanhamento.</p><p style="text-align: justify;">Atividade f&iacute;sica, controle da pressão arterial, diabetes e colesterol, atenção ao sono, alimentação, sa&uacute;de mental, audição, visão, interação social e manutenção de atividades significativas são alguns dos pontos que podem ser trabalhados de forma individualizada.</p><p style="text-align: justify;">“Existe uma diferença enorme entre dizer ‘não existe cura’ e dizer ‘não há nada a fazer’. Há muito o que fazer. O objetivo passa a ser preservar função, independência, segurança e qualidade de vida pelo maior tempo poss&iacute;vel”, afirma Márcia.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="quem-decide-como-será-o-futuro">Quem decide como será o futuro?</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">Talvez um dos aspectos menos discutidos do diagn&oacute;stico precoce seja justamente a possibilidade de planejamento.</p><p style="text-align: justify;">Nas fases iniciais, muitas pessoas com Alzheimer continuam capazes de trabalhar, viajar, manter relações sociais, administrar parte da rotina e expressar claramente suas preferências.</p><p style="text-align: justify;">Esse per&iacute;odo pode ser usado para conversas que muitas fam&iacute;lias tendem a adiar.</p><p style="text-align: justify;">Onde a pessoa gostaria de viver se um dia precisar de mais ajuda? Quem deseja que participe de decisões relacionadas &agrave; sua sa&uacute;de? Como gostaria que seus cuidados fossem conduzidos? Quais atividades são importantes para ela? Como estão organizadas suas contas, documentos e compromissos financeiros?</p><p style="text-align: justify;">“Quanto mais tarde essas conversas acontecem, maior a chance de outras pessoas precisarem tomar decisões sem saber exatamente o que aquele paciente desejava. Quando falamos cedo, colocamos a vontade dele dentro do planejamento”, diz a geriatra.</p><p style="text-align: justify;">Planejar não significa antecipar perdas. Significa organizar possibilidades enquanto a pessoa ainda consegue participar delas.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="X1fab925d72142585146e1fd61232d5756cef070">Dinheiro tamb&eacute;m precisa entrar na conversa</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">O Alzheimer pode produzir consequências financeiras muito antes das fases mais avançadas.</p><p style="text-align: justify;">Esquecer pagamentos, pagar a mesma conta duas vezes, cair em golpes, fazer compras incomuns ou ter dificuldade para compreender movimentações bancárias podem aparecer &agrave; medida que a capacidade cognitiva &eacute; comprometida.</p><p style="text-align: justify;">Por isso, um diagn&oacute;stico feito em fase inicial tamb&eacute;m permite organizar documentos, contas, patrim&ocirc;nio e responsabilidades financeiras antes que decisões mais complexas se tornem dif&iacute;ceis.</p><p style="text-align: justify;">A recomendação não &eacute; retirar automaticamente a independência financeira da pessoa diagnosticada, mas acompanhar sua capacidade funcional e construir estrat&eacute;gias graduais de segurança.</p><p style="text-align: justify;">“Autonomia não deve desaparecer no momento em que chega um diagn&oacute;stico. O ideal &eacute; avaliar o que aquela pessoa ainda consegue fazer sozinha, onde precisa de apoio e como oferecer proteção sem retirar dela, antes da hora, o controle sobre a pr&oacute;pria vida”, afirma Márcia.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="e-dirigir-a-resposta-não-&eacute;-automática">E dirigir? A resposta não &eacute; automática</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">A possibilidade de continuar dirigindo &eacute; outra questão delicada.</p><p style="text-align: justify;">O diagn&oacute;stico de Alzheimer, especialmente em estágio inicial, não significa necessariamente que todas as pessoas perderão imediatamente a capacidade de conduzir um ve&iacute;culo. Mas torna importante avaliar atenção, orientação, capacidade de reação, julgamento e comportamento no trânsito.</p><p style="text-align: justify;">Mudanças como se perder em trajetos conhecidos, confundir caminhos com frequência, sofrer pequenas colisões repetidamente ou apresentar dificuldade crescente diante de situações inesperadas merecem atenção.</p><p style="text-align: justify;">“&Eacute; um tema que costuma gerar conflito porque dirigir representa independência. Por isso a decisão precisa ser tratada com responsabilidade, avaliação individual e diálogo. O objetivo não &eacute; simplesmente proibir. &Eacute; equilibrar autonomia e segurança”, explica.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="X43199301f742afd23b7612e111d619fed9adfc6">A fam&iacute;lia tamb&eacute;m ganha tempo para se preparar</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">O diagn&oacute;stico precoce beneficia não apenas quem apresenta a doença.</p><p style="text-align: justify;">Familiares podem compreender melhor determinadas alterações de comportamento, aprender maneiras mais adequadas de ajudar e começar a organizar uma rede de suporte antes que surja uma situação de emergência.</p><p style="text-align: justify;">Tamb&eacute;m há tempo para adaptar rotinas, discutir responsabilidades e entender que determinadas mudanças não são “teimosia”, “preguiça” ou falta de interesse.</p><p style="text-align: justify;">“Quando a fam&iacute;lia entende o que está acontecendo, muda tamb&eacute;m a forma de olhar para aquela pessoa. Isso pode evitar conflitos e permitir que o cuidado seja constru&iacute;do aos poucos, em vez de começar apenas quando todos já estão sobrecarregados”, diz Dra. Márcia.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="Xab9063e0a3d8f70c9504e7ce1c4caa1d622bd63">Descobrir cedo tamb&eacute;m permite confirmar se &eacute; realmente Alzheimer</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">Outra razão para não adiar a investigação &eacute; que <b>nem toda alteração de mem&oacute;ria significa doença de Alzheimer</b>.</p><p style="text-align: justify;">Problemas de sono, depressão, efeitos de determinados medicamentos, alterações metab&oacute;licas, deficiências nutricionais, problemas de tireoide, perda auditiva e outras condições podem produzir sintomas cognitivos ou agravá-los.</p><p style="text-align: justify;">A avaliação m&eacute;dica permite investigar poss&iacute;veis causas, diferenciar condições e definir a estrat&eacute;gia de acompanhamento mais adequada.</p><p style="text-align: justify;">“Normalizar tudo como ‘coisa da idade’ pode atrasar tanto o diagn&oacute;stico de uma demência quanto a identificação de outros problemas que poderiam ser tratados”, alerta a m&eacute;dica.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="Xe433cbf7ce47d0ef6551368dcf5f21d90b8f267">O medo do diagn&oacute;stico ainda atrasa a procura por ajuda</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">O estigma continua sendo uma das barreiras para a investigação das demências.</p><p style="text-align: justify;">Há quem prefira não procurar um m&eacute;dico por receio de confirmar a doença. Há fam&iacute;lias que escondem as alterações e outras que acreditam que procurar cedo seria in&uacute;til porque “Alzheimer não tem cura”.</p><p style="text-align: justify;">&Eacute; exatamente essa percepção que a campanha mundial de 2026 busca mudar.</p><p style="text-align: justify;">A Alzheimer’s Disease International escolheu como tema deste ano a mensagem <b>“The Earlier You Know, The More You Can Do: A Dementia Diagnosis Matters”</b>, algo como “Quanto antes você souber, mais poderá fazer: O diagn&oacute;stico da demência importa”.</p><p style="text-align: justify;">A proposta &eacute; mostrar que o diagn&oacute;stico pode abrir acesso não apenas a tratamento, mas tamb&eacute;m a cuidado, suporte e planejamento.</p><p style="text-align: justify;">Para Márcia, &eacute; preciso mudar inclusive a pergunta feita pelas fam&iacute;lias.</p><p style="text-align: justify;">“Em vez de perguntar ‘para que descobrir se não tem cura?’, talvez devêssemos perguntar: <b>‘o que essa pessoa ainda pode decidir e fazer por si mesma se descobrirmos agora?’</b>. Essa mudança de perspectiva &eacute; muito importante.”</p><h2 style="text-align: justify;">Setembro coloca diagn&oacute;stico precoce no centro da discussão</h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">O mês de setembro &eacute; dedicado mundialmente &agrave; conscientização sobre Alzheimer e outras demências, com o <b>Dia Mundial da Doença de Alzheimer celebrado em 21 de setembro</b>.</p><p style="text-align: justify;">Neste ano, ao colocar o diagn&oacute;stico precoce como tema central, a campanha internacional chama atenção para algo que vai al&eacute;m dos avanços cient&iacute;ficos.</p><p style="text-align: justify;">Descobrir cedo pode significar começar um tratamento quando indicado. Pode significar cuidar melhor da sa&uacute;de f&iacute;sica e cerebral.</p><p>                                                                                                                      </p><p style="text-align: justify;">Mas tamb&eacute;m pode representar algo muito mais cotidiano e profundamente humano: <b>permitir que uma pessoa continue autora das decisões sobre a pr&oacute;pria hist&oacute;ria enquanto ainda pode dizer como deseja vivê-la.</b>  </p>]]></content:encoded>
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