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		<title>Saúde - Eu, Rio!</title>
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		<description>Portal Eu, Rio!</description>
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		<copyright>Copyright 2026 eurio.com.br</copyright>
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		<item>
			<title>Estudo aponta esgotamento emocional e burnout de médicos de UTI</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95424/estudo-aponta-esgotamento-emocional-e-burnout-de-medicos-de-uti.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 07:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Quase metade (48,5%) dos m&eacute;dicos que trabalham em unidades de terapia intensiva (UTIs) no Brasil apresenta nível elevado de esgotamento mental e emocional. Al&eacute;m disso, 46,4% desses profissionais relatam baixo grau de satisfação com suas atividades.Os dados fazem parte do Inqu&eacute;rito Nacional sobre a Força de Trabalho M&eacute;dica das UTIs Brasileiras, conduzido pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) em parceria com o Conselho Federal de Medicina...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Quase metade (48,5%) dos m&eacute;dicos que trabalham em unidades de terapia intensiva (UTIs) no Brasil apresenta nível elevado de esgotamento mental e emocional. Al&eacute;m disso, 46,4% desses profissionais relatam baixo grau de satisfação com suas atividades.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702712&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702712&amp;o=node"></p><p>Os dados fazem parte do <em>Inqu&eacute;rito Nacional sobre a Força de Trabalho M&eacute;dica das UTIs Brasileiras</em>, conduzido pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM).</p><p><strong>O estudo ouviu 2.338 profissionais em 26 estados e no Distrito Federal.</strong></p><p>Em nota, a Amib avaliou que os achados sugerem um quadro de grande vulnerabilidade de m&eacute;dicos intensivistas &agrave; síndrome de <em>burnout</em>, fen&ocirc;meno caracterizado por exaustão emocional, distanciamento afetivo e sensação de baixa realização pessoal.</p><p>Para a entidade, a saúde mental dos profissionais não deve ser tratada como pauta secundária, mas como questão prioritária para políticas públicas, al&eacute;m de exigir mobilização de gestores, instituições e autoridades de saúde.</p><p><strong>Em coletiva de imprensa, o diretor de Comunicação do CFM, Estevam Rivello, chamou a atenção para os diferentes impactos da pressão em m&eacute;dicos intensivistas dos sistemas público e privado.</strong></p><blockquote><p>“No sistema suplementar, o profissional tem uma estrutura, um arsenal terapêutico que ele pode implementar na assistência ao doente grave com maior facilidade do que quando comparado ao serviço público”, disse.</p></blockquote><p>“O nível público, com absoluta convicção, registra maior estresse, porque lida com um profissional que não tem a mesma remuneração do serviço suplementar e que tem mais vínculo empregatício em relação ao serviço suplementar”, complementou Rivello.</p><h2>Esgotamento</h2><p>Os números mostram que quatro em cada cinco (79,7%) m&eacute;dicos que atuam em UTIs requerem atenção e cuidado com a saúde emocional &ndash; enquanto 31,2% indicaram esgotamento moderado, 48,5% sinalizaram alto nível de desgaste.</p><p><strong>Do total de entrevistados, apenas 20,3% relataram baixos níveis de esgotamento emocional.</strong></p><p>Na avaliação da Amib, o quadro decorre, possivelmente, da carga horária de trabalho elevada, da exposição constante a situações críticas, incluindo a precariedade da infraestrutura, e a demanda crescente da população por cuidados diante de uma rede de cobertura limitada.</p><p><strong>Tamb&eacute;m são apontados como fatores potenciais para esse cenário o confronto diário dos profissionais com situações limite (dor, sofrimento e morte) e com a exigência de tomadas de decisões necessariamente ágeis e precisas.</strong></p><p>Ainda de acordo com o estudo, a baixa satisfação com a atividade desempenhada, apontada por 46,4% dos entrevistados, segue o mesmo patamar proporcional daqueles que indicaram altos níveis de esgotamento mental.</p><p>Quando inseridos aqueles com grau moderado de satisfação, <strong>84,5% da força de trabalho m&eacute;dica demonstra não estar totalmente satisfeita com o pr&oacute;prio exercício da medicina nas UTIs.</strong></p><h2>Despersonalização</h2><p>Ainda de acordo com o estudo, 45,6% dos intensivistas afirmam ter algum grau de despersonalização, fen&ocirc;meno caracterizado pelo distanciamento emocional e pela adoção de atitudes classificadas como frias, apáticas ou at&eacute; mesmo cínicas com relação a pacientes e colegas de trabalho.</p><blockquote><p>“Esse comportamento prejudicial ao ambiente assistencial compromete a qualidade do atendimento, afeta a dinâmica de comunicação nas equipes e se contrapõe &agrave; humanização do cuidado. Enquanto 29,6% dos m&eacute;dicos responderam por um nível moderado de despersonalização, 16% reportaram níveis elevados desta percepção”, destacou a Amib.</p></blockquote><p><strong>Os dados mostram ainda que, quanto maior o grau de especialização do m&eacute;dico que trabalha no ambiente intensivo, menor o nível de esgotamento mental, menor a referência a comportamentos de distanciamento afetivo e maior o grau de realização pessoal com o exercício da profissão.</strong></p><p>Por outro lado, quanto menos especializado o m&eacute;dico, maiores os níveis de esgotamento, de distanciamento e menor a satisfação com o pr&oacute;prio desempenho.</p><p><strong>Entre m&eacute;dicos intensivistas, 44,5% relataram alto nível de esgotamento emocional, 12,7% alto grau de despersonalização e 39,8% baixo nível de satisfação com o pr&oacute;prio desempenho.</strong></p><p><strong>Em contraste, entre os m&eacute;dicos generalistas que trabalham nas UTIs, os percentuais foram 52,3%, 20,1% e 50,7%, respectivamente.</strong></p><p>   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Rovena Rosa/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Saúde qualifica assistência para prevenir progressão de doença renal</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95420/saude-qualifica-assistencia-para-prevenir-progressao-de-doenca-renal.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Minist&eacute;rio da Saúde ampliou e qualificou o cuidado especializado a pessoas com doença renal cr&ocirc;nica via Sistema Único de Saúde (SUS), com o objetivo de garantir assistência em tempo adequado, evitar a progressão da doença e reduzir casos graves.Em nota, a pasta informou ter criado, no âmbito do programa Agora Tem Especialistas, uma nova organização do cuidado, que reúne consultas, exames e procedimentos em conjuntos integrados, com valores at&eacute; 360% superiores...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ministerio-da-saude" target="_blank">Minist&eacute;rio da Saúde</a> ampliou e qualificou o cuidado especializado a pessoas com doença renal cr&ocirc;nica via <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/sus" target="_blank">Sistema Único de Saúde (SUS)</a>, com o objetivo de garantir assistência em tempo adequado, evitar a progressão da doença e reduzir casos graves.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702720&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702720&o=node"></p><p>Em nota, a pasta informou ter criado, no âmbito do programa <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/agora-tem-especialistas" target="_blank">Agora Tem Especialistas</a>, uma nova organização do cuidado, que reúne consultas, exames e procedimentos em conjuntos integrados, com valores at&eacute; 360% superiores aos pagos anteriormente.</p><p>Na preparação para a hemodiálise, por exemplo, o valor pago passa de R$ 940,22 para R$ 3.000,63.</p><h2>Entenda</h2><p><strong>A nova organização funciona por meio das chamadas Ofertas de Cuidados Integrados (OCIs), que reúnem, em um mesmo pacote, os cuidados necessários ao paciente, de acordo com o estágio da doença e suas necessidades.</strong></p><p>As ofertas incluem consultas especializadas, exames laboratoriais e de imagem, acompanhamento multiprofissional e outros procedimentos.</p><p>“A iniciativa busca reduzir o tempo entre as diferentes etapas da assistência, garantir acompanhamento contínuo e preparar, no momento adequado, os pacientes que precisam iniciar a terapia renal substitutiva”, destacou o minist&eacute;rio.</p><h2>Anemia </h2><p>A pasta tamb&eacute;m atualizou o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Anemia na Doença Renal Cr&ocirc;nica. O documento incorpora ao SUS novas opções terapêuticas, como a carboximaltose f&eacute;rrica e a derisomaltose f&eacute;rrica.</p><h2>Transplante renal</h2><p><strong>O transplante renal tamb&eacute;m integra a linha de cuidado de pessoas com doença renal cr&ocirc;nica. Com as OCIs, o acompanhamento especializado pode favorecer a identificação e o encaminhamento de pacientes com indicação para avaliação para transplante &ndash; antes mesmo do início da diálise.</strong></p><p>As regras do Sistema Nacional de Transplantes preveem que pessoas com doença renal cr&ocirc;nica em estágio avançado, mesmo que ainda não façam diálise, sejam orientadas sobre a possibilidade de transplante renal e tenham acesso &agrave; avaliação especializada.</p><p>“Dessa forma, o cuidado antes da diálise tamb&eacute;m contribui para preparar e encaminhar os pacientes que possam ter indicação para transplante”, reforçou o minist&eacute;rio.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[ Foto: Tomaz Silva/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Por que perder urina durante o exercício não deve ser considerado normal</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95369/por-que-perder-urina-durante-o-exercicio-nao-deve-ser-considerado-normal.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95369/por-que-perder-urina-durante-o-exercicio-nao-deve-ser-considerado-normal.html</guid>
			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 18:50:38 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A corrida tem conquistado muitas mulheres, que encontraram no esporte uma forma de cuidar da sa&uacute;de, ganhar disposição e criar um momento de autocuidado na rotina. Mas, junto com esse movimento, um problema ainda pouco falado pode fazer algumas delas reduzirem os treinos ou at&eacute; abandonarem a atividade f&iacute;sica: os escapes de urina durante o exerc&iacute;cio.A perda urinária pode acontecer durante a corrida, mas tamb&eacute;m em outras atividades que envolvam esforço,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A corrida tem conquistado muitas mulheres, que encontraram no esporte uma forma de cuidar da sa&uacute;de, ganhar disposição e criar um momento de autocuidado na rotina. Mas, junto com esse movimento, um problema ainda pouco falado pode fazer algumas delas reduzirem os treinos ou at&eacute; abandonarem a atividade f&iacute;sica: os escapes de urina durante o exerc&iacute;cio.</p><p>A perda urinária pode acontecer durante a corrida, mas tamb&eacute;m em outras atividades que envolvam esforço, impacto ou aumento da pressão abdominal. Apesar de serem relativamente comuns, os escapes não devem ser encarados como algo normal da prática esportiva, do envelhecimento ou de determinadas fases da vida. Quando a perda urinária começa a causar constrangimento, alterar a rotina ou fazer com que a mulher deixe de se exercitar, &eacute; hora de buscar avaliação.</p><p>Entre as possibilidades de tratamento estão a fisioterapia p&eacute;lvica, que trabalha o fortalecimento e o controle da musculatura do assoalho p&eacute;lvico, o fortalecimento do CORE (abd&ocirc;men, região lombar, pelve e quadril) , importante para a estabilidade e o controle da região central do corpo, e, em determinados casos, o laser de CO?, de acordo com a avaliação e indicação do especialista.</p><p>Mais do que conviver com o problema ou abrir mão do exerc&iacute;cio, a orientação &eacute; investigar a causa da perda urinária e buscar uma estrat&eacute;gia adequada para cada caso.</p><p>Para falar do assunto, o *ginecologista Guilherme Henrique Santos, da Onne Clinic (RJ)*</p><p>1. Por que os escapes de urina podem acontecer durante a corrida e outras atividades f&iacute;sicas? O que acontece com o assoalho p&eacute;lvico e a região abdominal durante esses movimentos?</p><p>Durante a corrida, saltos e outros exerc&iacute;cios de impacto, ocorre um aumento da pressão dentro do abd&ocirc;men, que &eacute; transmitida para a região p&eacute;lvica. O assoalho p&eacute;lvico participa desse mecanismo, ajudando a sustentar os &oacute;rgãos da pelve e a manter o fechamento da uretra. Quando a musculatura não consegue responder adequadamente a esse aumento de pressão, pode acontecer a perda involuntária de urina.</p><p>Isso não significa necessariamente que exista uma alteração importante na força muscular. Em algumas mulheres, pode haver dificuldade de coordenação entre o assoalho p&eacute;lvico, o abd&ocirc;men e a respiração durante o movimento. Por isso, atividades de maior impacto podem revelar uma perda urinária que não aparece no dia a dia. A chamada incontinência urinária de esforço justamente se caracteriza pela perda de urina associada a situações como exerc&iacute;cio, tosse, espirro ou outros esforços.</p><p>2. Apesar de serem comuns, por que a perda urinária durante o exerc&iacute;cio não deve ser considerada normal? Quais sinais indicam que a mulher precisa procurar avaliação especializada?</p><p>&Eacute; importante diferenciar algo que &eacute; frequente de algo que deve ser considerado normal. A perda urinária durante o exerc&iacute;cio &eacute; relativamente comum entre mulheres, mas não precisa ser encarada como uma consequência inevitável da corrida, do envelhecimento ou da maternidade.</p><p>A mulher deve procurar avaliação quando os escapes se tornam recorrentes, aumentam de intensidade ou começam a interferir na sua rotina. Um sinal muito importante &eacute; quando ela passa a evitar determinados exerc&iacute;cios, reduzir a intensidade dos treinos ou at&eacute; abandonar uma atividade que gosta por medo de perder urina.</p><p>A avaliação tamb&eacute;m &eacute; indicada quando existem outros sintomas urinários associados ou quando a mulher não tem certeza se o que apresenta realmente &eacute; uma incontinência urinária de esforço. Identificar corretamente o tipo de incontinência &eacute; fundamental para definir a melhor estrat&eacute;gia de tratamento.</p><p>3. Quais são as principais possibilidades de tratamento para a incontinência urinária de esforço? Como entram nesse cuidado a fisioterapia p&eacute;lvica, o fortalecimento do CORE e o laser de CO??</p><p>O tratamento depende da causa, da intensidade dos sintomas e das caracter&iacute;sticas de cada mulher. A fisioterapia p&eacute;lvica tem um papel muito importante porque trabalha especificamente a musculatura do assoalho p&eacute;lvico, desenvolvendo força, resistência e, principalmente, capacidade de contração e coordenação adequadas. O treinamento supervisionado dessa musculatura &eacute; uma das principais estrat&eacute;gias utilizadas no tratamento da incontinência urinária de esforço.</p><p>O fortalecimento do CORE tamb&eacute;m pode contribuir, porque existe uma relação funcional entre abd&ocirc;men, lombar, quadril e assoalho p&eacute;lvico. O objetivo &eacute; melhorar a estabilidade e a coordenação da região central do corpo durante os movimentos, especialmente em atividades que aumentam a pressão abdominal.</p><p>Em determinados casos, o laser de CO? pode ser considerado como parte da abordagem terapêutica, sempre ap&oacute;s avaliação individual. A proposta &eacute; atuar sobre a qualidade dos tecidos da região vaginal, estimulando processos relacionados &agrave; remodelação do colágeno. A indicação deve ser feita pelo especialista, considerando o quadro cl&iacute;nico e as necessidades de cada paciente.</p><p>4. Muitas mulheres deixam de correr ou treinar por medo de ter escapes. &Eacute; necessário interromper a atividade f&iacute;sica nesses casos? Como &eacute; poss&iacute;vel tratar o problema sem abrir mão do exerc&iacute;cio?</p><p>Na maioria dos casos, não &eacute; necessário abandonar definitivamente a atividade f&iacute;sica. Pelo contrário: o objetivo do tratamento deve ser permitir que a mulher continue se movimentando e volte a realizar o exerc&iacute;cio com segurança e confiança.</p><p>Durante o per&iacute;odo de investigação e tratamento, pode ser necessário adaptar temporariamente a intensidade ou o tipo de impacto, de acordo com cada caso. Paralelamente, o fortalecimento e o treinamento adequado do assoalho p&eacute;lvico ajudam a melhorar o controle urinário e a resposta da musculatura durante o exerc&iacute;cio.</p><p>O mais importante &eacute; não transformar o escape em motivo para abandonar uma atividade que faz bem para a sa&uacute;de. Se a mulher está perdendo urina durante a corrida, isso &eacute; um sinal para investigar e tratar, e não uma razão para simplesmente parar de correr.  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Descobrir Alzheimer cedo não é só para começar remédio: diagnóstico pode preservar autonomia e poder de escolha</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95359/descobrir-alzheimer-cedo-nao-e-so-para-comecar-remedio-diagnostico-pode-preservar-autonomia-e-poder.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 11:42:41 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Receber um diagn&oacute;stico de Alzheimer &eacute; uma perspectiva que assusta muitas fam&iacute;lias. E, diante de uma doença que ainda não tem cura, uma pergunta costuma surgir: se não existe uma forma de eliminar a doença, por que descobrir cedo?A resposta vai muito al&eacute;m dos medicamentos.Em setembro, mês mundial de conscientização sobre Alzheimer e outras demências, a campanha internacional de 2026 coloca justamente o diagn&oacute;stico precoce no centro da discussão, sob o...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">Receber um diagn&oacute;stico de Alzheimer &eacute; uma perspectiva que assusta muitas fam&iacute;lias. E, diante de uma doença que ainda não tem cura, uma pergunta costuma surgir: <b>se não existe uma forma de eliminar a doença, por que descobrir cedo?</b></p><p style="text-align: justify;">A resposta vai muito al&eacute;m dos medicamentos.</p><p style="text-align: justify;">Em setembro, mês mundial de conscientização sobre Alzheimer e outras demências, a campanha internacional de 2026 coloca justamente o diagn&oacute;stico precoce no centro da discussão, sob o mote de que <b>quanto antes se sabe, mais &eacute; poss&iacute;vel fazer</b>. A proposta chama atenção para um aspecto que muitas vezes fica esquecido quando se fala da doença: descobrir cedo tamb&eacute;m significa permitir que a pessoa continue participando das decisões sobre a pr&oacute;pria vida.</p><p style="text-align: justify;">Para a geriatra <b>Márcia Umbelino</b>, com atuação voltada ao envelhecimento saudável e &agrave; sa&uacute;de cerebral, esse &eacute; um dos maiores benef&iacute;cios de uma investigação precoce.</p><p style="text-align: justify;">“Quando o diagn&oacute;stico acontece em uma fase em que a pessoa ainda preserva boa parte da sua autonomia, ela pode falar por si. Pode dizer o que deseja, participar das decisões sobre tratamento, organizar questões práticas da vida e conversar com a fam&iacute;lia sobre o futuro. Não &eacute; apenas descobrir uma doença mais cedo. &Eacute; preservar, pelo maior tempo poss&iacute;vel, o direito de escolher”, explica.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="Xe56581164cfa2d1d3345c4d34e07479a4d21f98">Diagn&oacute;stico não &eacute; sentença: &eacute; ponto de partida</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">A doença de Alzheimer &eacute; progressiva e ainda não possui cura. Isso, por&eacute;m, não significa que nada possa ser feito.</p><p style="text-align: justify;">O diagn&oacute;stico &eacute; o primeiro passo para acesso a acompanhamento, tratamento e suporte. Al&eacute;m das terapias medicamentosas indicadas para determinados pacientes, há intervenções não farmacol&oacute;gicas e cuidados com a sa&uacute;de geral que podem fazer parte do acompanhamento.</p><p style="text-align: justify;">Atividade f&iacute;sica, controle da pressão arterial, diabetes e colesterol, atenção ao sono, alimentação, sa&uacute;de mental, audição, visão, interação social e manutenção de atividades significativas são alguns dos pontos que podem ser trabalhados de forma individualizada.</p><p style="text-align: justify;">“Existe uma diferença enorme entre dizer ‘não existe cura’ e dizer ‘não há nada a fazer’. Há muito o que fazer. O objetivo passa a ser preservar função, independência, segurança e qualidade de vida pelo maior tempo poss&iacute;vel”, afirma Márcia.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="quem-decide-como-será-o-futuro">Quem decide como será o futuro?</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">Talvez um dos aspectos menos discutidos do diagn&oacute;stico precoce seja justamente a possibilidade de planejamento.</p><p style="text-align: justify;">Nas fases iniciais, muitas pessoas com Alzheimer continuam capazes de trabalhar, viajar, manter relações sociais, administrar parte da rotina e expressar claramente suas preferências.</p><p style="text-align: justify;">Esse per&iacute;odo pode ser usado para conversas que muitas fam&iacute;lias tendem a adiar.</p><p style="text-align: justify;">Onde a pessoa gostaria de viver se um dia precisar de mais ajuda? Quem deseja que participe de decisões relacionadas &agrave; sua sa&uacute;de? Como gostaria que seus cuidados fossem conduzidos? Quais atividades são importantes para ela? Como estão organizadas suas contas, documentos e compromissos financeiros?</p><p style="text-align: justify;">“Quanto mais tarde essas conversas acontecem, maior a chance de outras pessoas precisarem tomar decisões sem saber exatamente o que aquele paciente desejava. Quando falamos cedo, colocamos a vontade dele dentro do planejamento”, diz a geriatra.</p><p style="text-align: justify;">Planejar não significa antecipar perdas. Significa organizar possibilidades enquanto a pessoa ainda consegue participar delas.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="X1fab925d72142585146e1fd61232d5756cef070">Dinheiro tamb&eacute;m precisa entrar na conversa</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">O Alzheimer pode produzir consequências financeiras muito antes das fases mais avançadas.</p><p style="text-align: justify;">Esquecer pagamentos, pagar a mesma conta duas vezes, cair em golpes, fazer compras incomuns ou ter dificuldade para compreender movimentações bancárias podem aparecer &agrave; medida que a capacidade cognitiva &eacute; comprometida.</p><p style="text-align: justify;">Por isso, um diagn&oacute;stico feito em fase inicial tamb&eacute;m permite organizar documentos, contas, patrim&ocirc;nio e responsabilidades financeiras antes que decisões mais complexas se tornem dif&iacute;ceis.</p><p style="text-align: justify;">A recomendação não &eacute; retirar automaticamente a independência financeira da pessoa diagnosticada, mas acompanhar sua capacidade funcional e construir estrat&eacute;gias graduais de segurança.</p><p style="text-align: justify;">“Autonomia não deve desaparecer no momento em que chega um diagn&oacute;stico. O ideal &eacute; avaliar o que aquela pessoa ainda consegue fazer sozinha, onde precisa de apoio e como oferecer proteção sem retirar dela, antes da hora, o controle sobre a pr&oacute;pria vida”, afirma Márcia.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="e-dirigir-a-resposta-não-&eacute;-automática">E dirigir? A resposta não &eacute; automática</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">A possibilidade de continuar dirigindo &eacute; outra questão delicada.</p><p style="text-align: justify;">O diagn&oacute;stico de Alzheimer, especialmente em estágio inicial, não significa necessariamente que todas as pessoas perderão imediatamente a capacidade de conduzir um ve&iacute;culo. Mas torna importante avaliar atenção, orientação, capacidade de reação, julgamento e comportamento no trânsito.</p><p style="text-align: justify;">Mudanças como se perder em trajetos conhecidos, confundir caminhos com frequência, sofrer pequenas colisões repetidamente ou apresentar dificuldade crescente diante de situações inesperadas merecem atenção.</p><p style="text-align: justify;">“&Eacute; um tema que costuma gerar conflito porque dirigir representa independência. Por isso a decisão precisa ser tratada com responsabilidade, avaliação individual e diálogo. O objetivo não &eacute; simplesmente proibir. &Eacute; equilibrar autonomia e segurança”, explica.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="X43199301f742afd23b7612e111d619fed9adfc6">A fam&iacute;lia tamb&eacute;m ganha tempo para se preparar</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">O diagn&oacute;stico precoce beneficia não apenas quem apresenta a doença.</p><p style="text-align: justify;">Familiares podem compreender melhor determinadas alterações de comportamento, aprender maneiras mais adequadas de ajudar e começar a organizar uma rede de suporte antes que surja uma situação de emergência.</p><p style="text-align: justify;">Tamb&eacute;m há tempo para adaptar rotinas, discutir responsabilidades e entender que determinadas mudanças não são “teimosia”, “preguiça” ou falta de interesse.</p><p style="text-align: justify;">“Quando a fam&iacute;lia entende o que está acontecendo, muda tamb&eacute;m a forma de olhar para aquela pessoa. Isso pode evitar conflitos e permitir que o cuidado seja constru&iacute;do aos poucos, em vez de começar apenas quando todos já estão sobrecarregados”, diz Dra. Márcia.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="Xab9063e0a3d8f70c9504e7ce1c4caa1d622bd63">Descobrir cedo tamb&eacute;m permite confirmar se &eacute; realmente Alzheimer</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">Outra razão para não adiar a investigação &eacute; que <b>nem toda alteração de mem&oacute;ria significa doença de Alzheimer</b>.</p><p style="text-align: justify;">Problemas de sono, depressão, efeitos de determinados medicamentos, alterações metab&oacute;licas, deficiências nutricionais, problemas de tireoide, perda auditiva e outras condições podem produzir sintomas cognitivos ou agravá-los.</p><p style="text-align: justify;">A avaliação m&eacute;dica permite investigar poss&iacute;veis causas, diferenciar condições e definir a estrat&eacute;gia de acompanhamento mais adequada.</p><p style="text-align: justify;">“Normalizar tudo como ‘coisa da idade’ pode atrasar tanto o diagn&oacute;stico de uma demência quanto a identificação de outros problemas que poderiam ser tratados”, alerta a m&eacute;dica.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="Xe433cbf7ce47d0ef6551368dcf5f21d90b8f267">O medo do diagn&oacute;stico ainda atrasa a procura por ajuda</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">O estigma continua sendo uma das barreiras para a investigação das demências.</p><p style="text-align: justify;">Há quem prefira não procurar um m&eacute;dico por receio de confirmar a doença. Há fam&iacute;lias que escondem as alterações e outras que acreditam que procurar cedo seria in&uacute;til porque “Alzheimer não tem cura”.</p><p style="text-align: justify;">&Eacute; exatamente essa percepção que a campanha mundial de 2026 busca mudar.</p><p style="text-align: justify;">A Alzheimer’s Disease International escolheu como tema deste ano a mensagem <b>“The Earlier You Know, The More You Can Do: A Dementia Diagnosis Matters”</b>, algo como “Quanto antes você souber, mais poderá fazer: O diagn&oacute;stico da demência importa”.</p><p style="text-align: justify;">A proposta &eacute; mostrar que o diagn&oacute;stico pode abrir acesso não apenas a tratamento, mas tamb&eacute;m a cuidado, suporte e planejamento.</p><p style="text-align: justify;">Para Márcia, &eacute; preciso mudar inclusive a pergunta feita pelas fam&iacute;lias.</p><p style="text-align: justify;">“Em vez de perguntar ‘para que descobrir se não tem cura?’, talvez devêssemos perguntar: <b>‘o que essa pessoa ainda pode decidir e fazer por si mesma se descobrirmos agora?’</b>. Essa mudança de perspectiva &eacute; muito importante.”</p><h2 style="text-align: justify;">Setembro coloca diagn&oacute;stico precoce no centro da discussão</h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">O mês de setembro &eacute; dedicado mundialmente &agrave; conscientização sobre Alzheimer e outras demências, com o <b>Dia Mundial da Doença de Alzheimer celebrado em 21 de setembro</b>.</p><p style="text-align: justify;">Neste ano, ao colocar o diagn&oacute;stico precoce como tema central, a campanha internacional chama atenção para algo que vai al&eacute;m dos avanços cient&iacute;ficos.</p><p style="text-align: justify;">Descobrir cedo pode significar começar um tratamento quando indicado. Pode significar cuidar melhor da sa&uacute;de f&iacute;sica e cerebral.</p><p>                                                                                                                      </p><p style="text-align: justify;">Mas tamb&eacute;m pode representar algo muito mais cotidiano e profundamente humano: <b>permitir que uma pessoa continue autora das decisões sobre a pr&oacute;pria hist&oacute;ria enquanto ainda pode dizer como deseja vivê-la.</b>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Anvisa proíbe caneta emagrecedora vinda do Paraguai</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95322/anvisa-proibe-caneta-emagrecedora-vinda-do-paraguai.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 11:49:47 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a importação, o armazenamento, a distribuição, a comercialização, a propaganda e o uso do medicamento T36, da classe de agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.A resolução da Anvisa foi publicada nesta quarta-feira (16) no Diário Oficial da União. Em nota, a agência informou que o medicamento não possui registro sanitário e não teve segurança e eficácia avaliadas no Brasil.Site ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a importação, o armazenamento, a distribuição, a comercialização, a propaganda e o uso do medicamento T36, da classe de agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702473&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702473&amp;o=node"></p><p><strong>A resolução da Anvisa foi publicada nesta quarta-feira (16) no <a href="https://anvisalegis.datalegis.net/action/ActionDatalegis.php?acao=abrirTextoAto&amp;tipo=RES&amp;numeroAto=00003480&amp;seqAto=000&amp;valorAno=2026&amp;orgao=RE/GGFIS/ANVISA/MS&amp;codTipo=&amp;desItem=&amp;desItemFim=&amp;cod_menu=1696&amp;cod_modulo=134&amp;pesquisa=true" target="_blank"><em>Diário Oficial da União</em></a>. Em nota, a agência informou que o medicamento não possui registro sanitário e não teve segurança e eficácia avaliadas no Brasil.</strong></p><h2><em>Site</em> de vendas</h2><p>No &uacute;ltimo dia 8, a Anvisa proibiu a comercialização de canetas emagrecedoras por meio do <em>site</em> <a href="http://www.gopharma.shop/" target="_blank">www.gopharma.shop</a>. <strong>Segundo a agência, o <em>site</em> anunciava medicamentos sem registro no Brasil &agrave; base de tirzepatida ou que alegavam ter como princ&iacute;pio ativo a retatrutida, substância ainda sem registro em nenhum pa&iacute;s do mundo. </strong></p><p><strong>Alguns dos produtos anunciados, como T.G. 15 miligramas (mg), Tirzec 15 mg e Lipoless MD 15 mg, já possu&iacute;am proibição expressa de ingresso no Brasil.</strong>  Al&eacute;m de proibir a comercialização, a distribuição, a importação, a propaganda e o uso dos produtos anunciados pelo <em>site</em>, a<strong> Anvisa determinou ainda que eles sejam apreendidos.</strong> </p><blockquote><p>“&Eacute; importante esclarecer que <em>sites</em> em geral não podem vender medicamentos para qualquer indicação, em nenhuma hip&oacute;tese. Isso não &eacute; novidade: a comercialização de medicamentos no Brasil &eacute; privativa de farmácias e drogarias regularizadas, por meio de suas lojas f&iacute;sicas ou sites e canais digitais oficiais”, reforçou a agência no comunicado. </p></blockquote><p>“Al&eacute;m da comercialização de medicamentos ser proibida fora dos ambientes e canais oficiais de farmácias e drogarias, o risco &eacute; grande: qualquer produto adquirido fora desses ambientes não tem qualquer garantia de procedência, composição ou conservação, o que compromete a qualidade, a segurança e a pr&oacute;pria eficácia dos medicamentos”, concluiu.</p><p>   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Rafa Neddermeyer/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Recém-nascidos com fissura labiopalatal terão direito a tratamento pós-cirúrgico</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95253/recem-nascidos-com-fissura-labiopalatal-terao-direito-a-tratamento-pos-cirurgico.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 11:57:45 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Rec&eacute;m-nascidos diagnosticados com má formação congênita de fissura labiopalatal terão direito a tratamentos p&oacute;s-cirúrgicos como as especialidades de fonoaudiologia, psicologia e ortodontia. &Eacute; o que determina a Lei 11.313/26, que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), sancionada pelo Poder Executivo e publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (14/09).A norma altera a Lei 10.392/24, que já garantia ao rec&eacute;m-nascido o ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="margintop11">Rec&eacute;m-nascidos diagnosticados com má formação congênita de fissura labiopalatal terão direito a tratamentos p&oacute;s-cirúrgicos como as especialidades de fonoaudiologia, psicologia e ortodontia. &Eacute; o que determina a Lei 11.313/26, que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), sancionada pelo Poder Executivo e publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (14/09).</p><p class="margintop11">A norma altera a Lei 10.392/24, que já garantia ao rec&eacute;m-nascido o teste diagn&oacute;stico e procedimentos cirúrgicos corretivos para fissura labiopalatal nas unidades de saúde do estado.</p><p class="margintop11">Pelo novo texto, os casos identificados tamb&eacute;m deverão ser encaminhados para acompanhamento e tratamento no período p&oacute;s-operat&oacute;rio, que passa a incluir expressamente as especialidades de fonoaudiologia, psicologia e ortodontia, entre outras relacionadas &agrave; recuperação e ao tratamento integral do quadro.</p><p class="margintop11">A cirurgia &eacute; uma das principais intervenções para corrigir a condição, mas o tratamento completo exige uma abordagem multidisciplinar, que reúne especialidades voltadas &agrave; recuperação do paciente. Cada uma dessas áreas cumpre um papel importante no desenvolvimento e no bem-estar da pessoa com fissura labiopalatal.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Crian&ccedil;as com m&aacute; forma&ccedil;&atilde;o cong&ecirc;nita de fissura labiopalatal ter&atilde;o direito a tratamentos p&oacute;s-cir&uacute;rgicos de Fonoaudiologia, Psicologia e Ortodontia. Foto: Alerj]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Servidores estaduais terão licença parental ampliada para cuidar de recém-nascidos vulneráveis</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95252/servidores-estaduais-terao-licenca-parental-ampliada-para-cuidar-de-recem-nascidos-vulneraveis.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 11:26:07 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Servidores públicos estaduais terão direito a um período adicional de licença parental em caso de nascimento de filhos com deficiência, doença rara ou que demandem internação hospitalar. &Eacute; o que prevê a Lei 11.314/26, que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), sancionada pelo Poder Executivo e publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (14/09).A norma determina que, nos casos em que a mãe ou o rec&eacute;m-nascido permanecerem...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="margintop11">Servidores públicos estaduais terão direito a um período adicional de licença parental em caso de nascimento de filhos com deficiência, doença rara ou que demandem internação hospitalar. &Eacute; o que prevê a Lei 11.314/26, que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), sancionada pelo Poder Executivo e publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (14/09).</p><p class="margintop11">A norma determina que, nos casos em que a mãe ou o rec&eacute;m-nascido permanecerem internados por mais de duas semanas, a licença-maternidade passará a ser contada a partir da alta hospitalar de quem deixar a unidade de saúde por último. Fica garantida tamb&eacute;m a prorrogação do benefício pelo período correspondente ao tempo de internação.</p><p class="margintop11">Durante a licença, a mãe terá direito &agrave; remuneração integral, conforme previsto na legislação vigente. A regra tamb&eacute;m poderá ser aplicada, quando cabível, &agrave; licença-paternidade.</p><p class="margintop11">Dados do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc), do Governo Federal, mostram que mais de 15 mil crianças nasceram prematuramente no Estado do Rio de Janeiro em 2025. Esses bebês podem demandar cuidados especializados ap&oacute;s o nascimento e, nos casos mais graves, internação em unidades neonatais.</p><p class="margintop11"><span style="font-size: 18px;">Laudo m&eacute;dico &eacute; pr&eacute;-requisito para concessão do benefício a um ou dois genitores</span></p><p class="margintop11">A comprovação da internação e das demais condições previstas na medida deverá ser feita por meio de laudo m&eacute;dico emitido por profissional habilitado. Os crit&eacute;rios e procedimentos para a concessão da licença, assim como a documentação necessária, ainda deverão ser definidos em regulamentação pelo Poder Executivo. O Governo do Estado tamb&eacute;m ficará responsável por estabelecer as regras para que a licença possa ser usufruída por um ou pelos dois genitores, conforme cada caso.</p><p class="margintop11">Al&eacute;m disso, a implementação das medidas ficará condicionada &agrave; disponibilidade orçamentária e financeira do Estado e deverá respeitar as regras previstas na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Governador Ricardo Couto sancionou amplia&ccedil;&atilde;o da Licen&ccedil;a Parental para servidores com filhos nascidos prematuramente. Foto: Banco de Imagens/Alerj]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Baixa visão na infância: especialista alerta para diagnóstico precoce</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95190/baixa-visao-na-infancia-especialista-alerta-para-diagnostico-precoce.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Ao contrário do que muitos pensam, a visão na infância &eacute; considerada fator de suma importância para o desenvolvimento global da criança, incluindo o motor, o cognitivo, a comunicação e o social.A perda visual precoce pode interferir não apenas no aprendizado escolar, mas em todo o processo de desenvolvimento da criança. Nesses casos, quanto mais cedo a intervenção, maior a chance de usar a chamada visão residual para desenvolver estrat&eacute;gias funcionais para o futuro.O...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Ao contrário do que muitos pensam, a visão na infância &eacute; considerada fator de suma importância para o desenvolvimento global da criança, incluindo o motor, o cognitivo, a comunicação e o social.<br><br>A perda visual precoce pode interferir não apenas no aprendizado escolar, mas em todo o processo de desenvolvimento da criança. Nesses casos, quanto mais cedo a intervenção, maior a chance de usar a chamada visão residual para desenvolver estrat&eacute;gias funcionais para o futuro.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702103&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702103&amp;o=node"></p><p>O alerta foi feito pela oftalmologista Maria de Fátima Neri, que participa, em Salvador, do 70º Congresso Brasileiro de Oftalmologia (CBO 2026), que termina neste sábado (12). A m&eacute;dica destacou que, quando se fala de baixa visão na infância, não se trata de uma simples diminuição da acuidade visual.</p><blockquote><p>“A baixa visão pode comprometer a percepção visual, a exploração do ambiente, o desenvolvimento motor, a aprendizagem, a comunicação, a autonomia e a participação dessa criança no mundo”, disse. “Precisamos avaliar e entender o que a criança faz com o resíduo visual que tem.”</p></blockquote><p>Segundo Maria de Fátima, dentre as principais causas de baixa visão na infância figuram:</p><ul><li>retinopatias causadas por infecção por sífilis, toxoplasmose e citomegalovírus;</li><li>catarata congênita;</li><li>glaucoma congênito;</li><li>anomalias do nervo &oacute;ptico;</li><li>albinismo;</li><li>distrofias hereditárias da retina;</li><li>alta miopia;</li><li>doenças neurol&oacute;gicas;</li><li>deficiência visual cortical ou cerebral;</li><li>prematuridade.</li></ul><p>A oftalmologista reforçou que, al&eacute;m do diagn&oacute;stico, &eacute; preciso avaliar as funções visuais da criança, incluindo a acuidade visual, al&eacute;m de entender, junto aos pais, o que ela consegue fazer e como a baixa visão interfere nas atividades diárias.<br><br>Na investigação junto com a família, a seguinte investigação deve ser feita:</p><ul><li>A criança reconhece rostos?</li><li>Consegue localizar objetos?</li><li>Consegue brincar com autonomia?</li><li>Como ela se comporta em diferentes condições de iluminação?</li><li>O que ela deixou de fazer por causa da baixa visão?</li></ul><p>Os sinais de alerta, segundo Maria de Fátima, incluem:</p><ul><li>A criança não acompanha objetos.</li><li>Não fixa os olhos ou mant&eacute;m pouca fixação.</li><li>Aproxima excessivamente objetos dos olhos.</li><li>Esbarra ou tropeça com frequência.</li><li>Tem dificuldade em ambientes poucos iluminados.</li><li>Apresenta fotofobia ou busca intensa por luz.</li><li>Demonstra dificuldade para reconhecer pessoas e objetos.</li><li>Apresenta atraso no desenvolvimento sem causa definida.</li></ul><p>O trabalho de habilitação, nesses casos, deve incluir áreas como estimulação visual funcional, recursos &oacute;pticos, recursos não &oacute;pticos, tecnologia assistiva, orientação e mobilidade, terapia ocupacional, fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia, pedagogia e orientação familiar.</p><blockquote><p>“O desenvolvimento visual está relacionado ao visual, mas tamb&eacute;m ao motor, ao cognitivo, &agrave; linguagem e &agrave; interação. A visão participa da construção de toda a experiência da criança. Por isso, alterações visuais importantes e não reconhecidas podem repercutir no desenvolvimento global dela”, avaliou a oftalmologista.</p></blockquote><p>Segundo Maria de Fátima, encaminhar precocemente uma criança com baixa visão "não &eacute; apenas tratar a visão; &eacute; proteger o desenvolvimento, a autonomia e o futuro dela”.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Bruno Peres/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>ANS acaba com restrição de idade para a mamografia digital, exame que detecta o câncer de mama</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95168/ans-acaba-com-restricao-de-idade-para-a-mamografia-digital-exame-que-detecta-o-cancer-de-mama.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95168/ans-acaba-com-restricao-de-idade-para-a-mamografia-digital-exame-que-detecta-o-cancer-de-mama.html</guid>
			<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 10:27:26 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) ampliou a cobertura da mamografia digital. Os planos  e seguros de saúde passam a custear o exame, para todas as pessoas que necessitem da tecnologia, independentemente da faixa etária, conforme prescrição do m&eacute;dico assistente. O exame já fazia parte da cobertura obrigat&oacute;ria para mulheres com idade entre 40 e 69 anos. A decisão sobre o uso da mamografia digital passa agora a ser centrada na avaliação clínica e indicação. A ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) ampliou a cobertura da mamografia digital. Os planos  e seguros de saúde passam a custear o exame, para todas as pessoas que necessitem da tecnologia, independentemente da faixa etária, conforme prescrição do m&eacute;dico assistente. </p><p>O exame já fazia parte da cobertura obrigat&oacute;ria para mulheres com idade entre 40 e 69 anos. A decisão sobre o uso da mamografia digital passa agora a ser centrada na avaliação clínica e indicação. A nova norma garante o acesso ao procedimento para o rastreamento, diagn&oacute;stico e acompanhamento do tratamento do câncer de mama. </p><p>A mamografia digital passa a ter cobertura sem restrições de idade a partir de 1º de outubro. &Eacute; um bom reforço para a celebração do Outubro Rosa, mês dedicado &agrave; conscientização sobre a prevenção e o diagn&oacute;stico precoce do câncer de mama. O câncer de mama &eacute; o tipo de tumor mais frequente e a principal causa de morte por câncer entre as mulheres no Brasil. São esperados cerca de 78.610 novos casos por ano.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Mamografia digital passa a ter cobertura obrigat&oacute;ria pelos planos de sa&uacute;de a partir de 1&ordm; de outubro, por determina&ccedil;&atilde;o da ANS, ag&ecirc;ncia reguladora do setor. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o MS]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Promoção da saúde emocional e bem-estar ganha protagonismo nas estratégias corporativas</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95153/promocao-da-saude-emocional-e-bem-estar-ganha-protagonismo-nas-estrategias-corporativas.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 17:04:17 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Setembro Amarelo amplia, todos os anos, o debate sobre saúde mental e valorização da vida. No ambiente corporativo, a campanha tamb&eacute;m ajuda a colocar em evidência uma questão que vem ganhando espaço nas estrat&eacute;gias das organizações: como criar ambientes de trabalho que favoreçam a saúde emocional e previnam o adoecimento dos trabalhadores.A busca por qualidade de vida nas organizações deixou de ser apenas um tema de Recursos Humanos para se tornar uma prioridade...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O Setembro Amarelo amplia, todos os anos, o debate sobre saúde mental e valorização da vida. No ambiente corporativo, a campanha tamb&eacute;m ajuda a colocar em evidência uma questão que vem ganhando espaço nas estrat&eacute;gias das organizações: como criar ambientes de trabalho que favoreçam a saúde emocional e previnam o adoecimento dos trabalhadores.</p><p style="text-align: justify; ">A busca por qualidade de vida nas organizações deixou de ser apenas um tema de Recursos Humanos para se tornar uma prioridade estrat&eacute;gica. Parte dessa mudança está relacionada ao avanço de marcos regulat&oacute;rios voltados &agrave; saúde e &agrave; segurança no trabalho, como a Lei 14.831/2024, que instituiu o Certificado Nacional de Empresa Promotora da Saúde Mental, e a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que inclui os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no gerenciamento de riscos ocupacionais.</p><p style="text-align: justify; ">O cenário ajuda a dimensionar a urgência do tema. Dados oficiais do INSS analisados pela Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT) mostram que os afastamentos relacionados a transtornos mentais passaram de 219.850, em 2023, para 393.670 at&eacute; novembro de 2025. Entre os casos analisados, os afastamentos associados &agrave; síndrome de burnout apresentaram o crescimento percentual mais expressivo, passando de 1.760 registros em 2023 para 6.985 em 2025.  </p><p style="text-align: justify; ">Para atender &agrave;s exigências do mercado e combater o avanço do estresse e do burnout (síndrome do esgotamento profissional), a Ciência da Felicidade ganha destaque. Fundamentada na neurociência e na psicologia positiva, a área propõe a criação de ambientes de trabalho psicologicamente seguros e sustentáveis. </p><p style="text-align: justify;">"Empresas que alinham seus valores &agrave;s necessidades humanas e reconhecem os aspectos positivos das pessoas favorecem o engajamento, a performance e a retenção de talentos. Superar os desafios de saúde emocional nas organizações demanda lideranças capacitadas e letradas no tema. A felicidade no trabalho precisa ser tratada como cultura e gestão de longo prazo", afirma Andrea Perez, Head do Instituto Felicidade Agora &eacute; Ciência (IFAC) e presidente do Congresso Felicidar.</p><p style="text-align: justify; "><b>Estrat&eacute;gias práticas para a transformação corporativa</b></p><p style="text-align: justify; ">Para a especialista em Psicologia Positiva Andrea Perez, a promoção da saúde mental no ambiente de trabalho exige a implementação de programas estruturados que garantam acesso contínuo a apoio psicol&oacute;gico e psiquiátrico, al&eacute;m de campanhas e treinamentos.</p><p style="text-align: justify; ">De acordo com ela,  esse movimento requer a capacitação de lideranças para atender &agrave;s reais necessidades dos trabalhadores, combatendo ativamente a discriminação e o ass&eacute;dio, enquanto se assegura a avaliação constante das ações adotadas.</p><p style="text-align: justify; ">Tamb&eacute;m fazem parte desse processo iniciativas relacionadas &agrave; atividade física, alimentação equilibrada, qualidade das relações profissionais e comunicação interna. Mais do que criar programas isolados, a especialista defende que as empresas estabeleçam políticas permanentes, com canais de escuta, acompanhamento dos resultados e transparência sobre as ações adotadas. </p><p style="text-align: justify; ">“Al&eacute;m do impacto direto na saúde do trabalhador, a implementação de ambientes psicologicamente seguros reflete na redução de custos operacionais e no fortalecimento da marca empregadora”, ressalta Andrea Perez.</p><p style="text-align: justify; ">O tema será um dos assuntos abordados durante o Congresso Felicidar, que acontece nos dias 26 e 27 de setembro, no Rio de Janeiro, reunindo líderes e especialistas em gestão de pessoas e na Ciência da Felicidade.</p><p style="text-align: justify;">“A Ciência da Felicidade pode ser aplicada em diferentes esferas da vida, inclusive no ambiente corporativo. &Eacute; importante avançar na criação de ferramentas e metodologias capazes de contribuir para ambientes de trabalho mais saudáveis, humanos e produtivos”, conclui a especialista.</p><p style="text-align: justify; "><b>Sobre a Ciência da Felicidade</b></p><p style="text-align: justify; ">A Ciência da Felicidade &eacute; um campo interdisciplinar que estuda, com base em pesquisas e dados, os fatores que contribuem para o bem-estar e uma vida mais satisfat&oacute;ria e significativa. Reúne áreas como psicologia, neurociência, economia e sociologia e ganhou força a partir da segunda metade do s&eacute;culo XX, com um marco importante na criação da Psicologia Positiva, nos anos 1990. Diferentemente da autoajuda, busca testar hip&oacute;teses e medir resultados por meio de estudos, experimentos e análises estatísticas. Entre os temas investigados estão relacionamentos, saúde, prop&oacute;sito, emoções, trabalho e condições sociais.</p><p style="text-align: justify; "><br></p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Prevenção ao suicídio: profissionais de saúde destacam riscos com bets</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95140/prevencao-ao-suicidio-profissionais-de-saude-destacam-riscos-com-bets.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 10:08:43 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Diante do sofrimento ps&iacute;quico provocado em pacientes que relatam dependência em apostas virtuais (as bets), profissionais de sa&uacute;de mental defendem ações urgentes diante do momento preocupante. Nesta quinta-feira (10), Dia Mundial de Prevenção ao Suic&iacute;dio, especialistas afirmam que &eacute; necessário conversar abertamente sobre o tema durante os tratamentos. Para profissionais ouvidos pela Agência Brasil, há sinais de risco que devem deixar pacientes, familiares e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Diante do sofrimento ps&iacute;quico provocado em pacientes que relatam dependência em apostas virtuais (as bets), profissionais de sa&uacute;de mental defendem ações urgentes diante do momento preocupante. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701989&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701989&amp;o=node"></p><p><strong>Nesta quinta-feira (10), Dia Mundial de Prevenção ao Suic&iacute;dio, especialistas afirmam que &eacute; necessário conversar abertamente sobre o tema durante os tratamentos. Para profissionais ouvidos pela Agência Brasil, há sinais de risco que devem deixar pacientes, familiares e amigos atentos.</strong></p><p>Esses sinais incluem desesperança, sensação de estar sem sa&iacute;da, afastamento das pessoas, aumento do uso de álcool ou mudanças importantes de comportamento. Falas relacionadas &agrave; morte ou a não querer mais viver devem ser motivo de atenção e procura de ajuda. </p><p><strong>“A ideação suicida deve ser tratada de forma mais aberta tanto no consult&oacute;rio quanto nos grupos terapêuticos</strong>. Com manejo adequado, podemos reduzir o risco e tentar ajudar os pacientes”, afirma a psiquiatra Katia Branco, supervisora do Grupo Pro-Amiti (que trata e estuda o transtorno de controle de impulso) do Hospital das Cl&iacute;nicas de São Paulo.</p><p><strong>Ela lembra que os pacientes, quando buscam ajuda por causa da ludopatia (condição m&eacute;dica caracterizada pelo desejo incontrolável de continuar jogando.), na maioria das vezes já chegam com o humor deprimido</strong>. “Estão extremamente ansiosos em virtude dos preju&iacute;zos que têm por causa dos jogos. Há quem tenha pensamentos de morte e, no caso, os mais graves já com a ideação suicida em virtude dos preju&iacute;zos financeiros que têm”, explica.</p><h2>“Recompensa” perigosa</h2><p><strong>O neurocirurgião Orlando Maia, que atua no Rio de Janeiro (RJ), explica que o mecanismo de dependência envolve condições orgânicas. Isso porque quando uma pessoa aposta, o c&eacute;rebro pode liberar dopamina, diante da expectativa de ganhar, que seria uma recompensa. </strong></p><p>Essa situação gera influência sobre regiões envolvidas no controle das decisões e do comportamento. O c&eacute;rebro ficaria, então, estimulado por esse reforço intermitente. </p><blockquote><p>“O sistema de recompensa pode começar a falar mais alto do que os mecanismos de controle das decisões”, diz o m&eacute;dico que trabalha no Hospital Quali Ipanema</p></blockquote><p><strong>O especialista alerta que a ideia suicida ocorre nos aprofundamentos de quadros depressivos e que levam a uma “frustração cont&iacute;nua</strong>”. Por isso, ele considera fundamental que, durante as campanhas por cuidados com a sa&uacute;de mental, no “Setembro Amarelo”, se repita o papel do cuidado, inclusive a serviços como o Centro de Valorização da Vida (CVV). </p><p>“Os mecanismos de tratamento desse ato de est&iacute;mulo cont&iacute;nuo das apostas e das frustrações envolvem um processo”. Esse processo faria parte de estrat&eacute;gias de diferentes campos de saberes, como a medicina, a psicologia, e a atividade f&iacute;sica. “Envolve uma s&eacute;rie de situações associadas para o processo de melhora cont&iacute;nua da sa&iacute;da desse quadro”.</p><h2>Ajuda </h2><p><strong>O neurocirurgião Orlando Maia afirma que a pessoa com essa dependência tem a sensação de que a aposta faz parte do dia a dia. Ele explica que, muitas vezes, as pessoas não reconhecem o problema por si mesmas. “Precisam de pessoas da fam&iacute;lia ou de amigos que possam ajudar”.</strong></p><p>Os familiares testemunham o adoecimento e tamb&eacute;m o endividamento em cascata: pessoas que perdem tudo e passam a ter agravamento de sintomas como depressão, ansiedade e ação suicida. “São transtornos ligados &agrave; sa&uacute;de mental que aumentam muito em consequência disso. &Eacute; algo que realmente nos preocupa”, diz a psiquiatra Kátia Branco.</p><h2>Socorro</h2><p><strong>A psic&oacute;loga Claudia Feres, que atua em Centro de Apoio Psicossocial (Caps) no Distrito Federal, recomenda que pacientes dependentes e suas fam&iacute;lias procurem ajuda profissional o quanto antes.</strong> “Eu trabalho em Caps. Chegam para n&oacute;s pessoas que tiveram pensamentos e fizeram, por exemplo, tentativa de autoexterm&iacute;nio. &Eacute; um pedido de socorro desesperado, como se falasse que precisa se ausentar da vida naquele momento”.</p><p>Para ela, não significa que quer morrer, mas está perdida naquele momento. “A  gente faz o acolhimento e pede para trazer a fam&iacute;lia junto. Pensar em estrat&eacute;gias que façam sentido para todos”. </p><p><strong>A especialista entende que &eacute; necessário compreender que o problema &eacute; muito maior do que a questão de um indiv&iacute;duo e do celular dele. ”A solução tem que ser no âmbito coletivo tamb&eacute;m”. </strong></p><h2>O caminho do risco</h2><p><strong>A psiquiatra Giovanna Quinet, que trabalha no Rio de Janeiro, destaca que não se pode dizer que apostar vai necessariamente causar depressão ou que toda pessoa que aposta terá pensamentos suicidas. </strong></p><blockquote><p>“O problema está principalmente quando o jogo deixa de ser uma atividade eventual e passa a ocupar espaço central na vida da pessoa, com perda de controle e consequências negativas”, afirma a profissional que atua na Cl&iacute;nica Revitalis, na cidade do Rio</p></blockquote><p>O problema, segundo os especialistas, &eacute; que as apostas online trazem uma caracter&iacute;stica nova: elas estão no bolso da pessoa, dispon&iacute;veis praticamente 24 horas por dia. “Existe uma exposição muito grande, inclusive associada ao esporte, &agrave; publicidade e &agrave;s redes sociais”, alerta.</p><p>Essa circunstância facilitaria a normalização do comportamento e tamb&eacute;m dificultaria que a pessoa perceba quando ultrapassou o limite entre uma atividade recreativa e um comportamento problemático. Um ciclo que precisa ser observado &eacute; que a pessoa começa apostando em busca de entretenimento ou at&eacute; de uma possibilidade de ganho. </p><p>“Em determinado momento, pode começar a perder mais dinheiro, aumentar as apostas na tentativa de recuperar o que perdeu e esconder da fam&iacute;lia o tamanho do problema”, afirma Giovanna Quinet. Seguem d&iacute;vidas, conflitos familiares, preju&iacute;zo no trabalho, ins&ocirc;nia, ansiedade, culpa, vergonha e isolamento.</p><blockquote><p>“Esse estado de desesperança pode estar associado &agrave; depressão e aumentar o risco de pensamentos e comportamentos suicidas”, diz a especialista. Para os estudiosos, &eacute; necessário não esperar que a pessoa chegue ao fundo do poço para procurar ajuda.</p></blockquote><p><strong>Os profissionais entendem que o tratamento psiquiátrico e o uso de medicação podem ser necessários. “Perguntar não significa induzir o suic&iacute;dio. Pelo contrário, pode abrir uma oportunidade para que aquela pessoa fale sobre algo que estava vivendo em silêncio”, acrescenta a psiquiatra.</strong> </p><p>Para os pesquisadores, falar de prevenção ao suic&iacute;dio &eacute; tratar de tudo o que pode levar uma pessoa a um estado de sofrimento e desesperança. “Hoje, precisamos olhar com atenção para o jogo problemático, porque as consequências podem ultrapassar muito a questão financeira”.</p><h2>“Atuação coordenada”</h2><p>O Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) considera muito importante reconhecer a importância do debate sobre a prevenção ao jogo problemático e &agrave; proteção das pessoas em situação de vulnerabilidade. </p><p>A entidade pondera que, desde o in&iacute;cio do mercado federal regulado, em janeiro de 2025, as empresas autorizadas passaram a operar sob um conjunto de regras e controles espec&iacute;ficos de proteção ao consumidor e jogo responsável.</p><p><strong>“A entidade entende que o jogo problemático &eacute; uma questão s&eacute;ria e seu enfrentamento exige atuação coordenada entre poder p&uacute;blico, reguladores, empresas, entidades e sociedade”.</strong></p><p>Em relação &agrave; publicidade, o setor ressalta que, com a regulamentação, as ações de comunicação passaram a estar submetidas a regras espec&iacute;ficas e rigorosas.</p><h2>Serviços</h2><p>Os profissionais indicam que, se houver risco de suic&iacute;dio, essa pessoa não deve ficar sozinha. </p><p>O atendimento de urgência ou Samu atende pelo telefone 192. </p><p>Para quem está em sofrimento emocional e precisa conversar, o <a href="https://cvv.org.br/" target="_blank">CVV</a> oferece atendimento gratuito pelo telefone 188, 24 horas por dia.</p><p><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desmad/raps" target="_blank">Rede de atenção Psicossocial do SUS</a> - Saiba onde encontrar um Caps  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcelo Camargo/Ag&ecirc;ncia Brasil/Arquivo]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>CCJ aprova política de atendimento à mulher com endometriose e uso de canabinóides em hospitais</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95079/ccj-aprova-politica-de-atendimento-a-mulher-com-endometriose-e-uso-de-canabinoides-em-hospitais.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 13:04:52 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, hoje pela manhã, dois projetos voltados &agrave; área da saúde. Um deles institui a Política Estadual de Atenção Integral &agrave; Saúde da Mulher com Endometriose e o outro autoriza o uso de produtos canabin&oacute;ides por pacientes internados em hospitais públicos e privados do estado. Ambos seguirão para análise no plenário da Alerj, onde poderão ser emendados...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, hoje pela manhã, dois projetos voltados &agrave; área da saúde. Um deles institui a Política Estadual de Atenção Integral &agrave; Saúde da Mulher com Endometriose e o outro autoriza o uso de produtos canabin&oacute;ides por pacientes internados em hospitais públicos e privados do estado. Ambos seguirão para análise no plenário da Alerj, onde poderão ser emendados pelos deputados. </p><p>O Projeto de Lei 7.902/26 altera a Lei 3.877/02, que institui o Serviço de Atendimento e Tratamento da Endometriose, e transforma o modelo estadual de atendimento em um programa com objetivos, diretrizes, instrumentos e ações prioritárias. Segundo o texto, a proposta deverá promover estrat&eacute;gias voltadas &agrave; redução do tempo entre o surgimento dos sintomas e o diagn&oacute;stico da doença; estimular a organização de fluxos assistenciais destinados &agrave; integração entre os diferentes níveis de atenção &agrave; saúde; e incentivar ações de orientação relacionadas &agrave; saúde sexual e reprodutiva, ao planejamento reprodutivo e &agrave; preservação da fertilidade.</p><p>Serão diretrizes da futura política o atendimento humanizado e centrado na paciente, o fortalecimento do diagn&oacute;stico correto e da continuidade do cuidado, al&eacute;m da integração entre os diferentes níveis de atenção da rede pública. A proposta tamb&eacute;m prevê a redução das desigualdades territoriais no acesso ao atendimento especializado, o incentivo ao desenvolvimento científico sobre o tema e a divulgação de informações qualificadas acerca de prevenção, diagn&oacute;stico e tratamento.</p><p>Já o Projeto de Lei 1.479/23 autoriza pacientes internados em hospitais públicos e privados a utilizar produtos, medicamentos e rem&eacute;dios formulados com canabin&oacute;ides, desde que fornecidos por associações formalmente registradas ou vendidos por empresas certificadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo o texto, o uso da substância pelos pacientes s&oacute; poderá ocorrer com apresentação de receita m&eacute;dica e será acompanhado pelos m&eacute;dicos e enfermeiros plantonistas.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a da Alerj aprovou admissibilidade de projetos criando programa de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; meulher com endometriose e uso terap&egrave;utico de canabin&oacute;ides. Foto: Alerj]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Fibrose pulmonar avança em silêncio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94933/fibrose-pulmonar-avanca-em-silencio.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/94933/fibrose-pulmonar-avanca-em-silencio.html</guid>
			<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 16:27:43 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A fibrose pulmonar idiopática (FPI), doença rara que provoca cicatrização progressiva dos pulmões e compromete a respiração, está associada a uma mortalidade crescente no Brasil. Estudo publicado em 2025, com base em dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM/DATASUS), identificou 61.518 mortes relacionadas &agrave; doença entre 1996 e 2023. O alerta ganha força em 7 de setembro, Dia Mundial da Fibrose Pulmonar Idiopática.“Falta de ar progressiva não deve ser...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A fibrose pulmonar idiopática (FPI), doença rara que provoca cicatrização progressiva dos pulmões e compromete a respiração, está associada a uma mortalidade crescente no Brasil. Estudo publicado em 2025, com base em dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM/DATASUS), identificou 61.518 mortes relacionadas &agrave; doença entre 1996 e 2023. O alerta ganha força em 7 de setembro, Dia Mundial da Fibrose Pulmonar Idiopática.</p><p style="text-align: justify;">“Falta de ar progressiva não deve ser encarada simplesmente como consequência da idade ou do sedentarismo. Quando a pessoa começa a perder capacidade para atividades que antes realizava normalmente, principalmente com tosse seca persistente, &eacute; preciso investigar”, alerta a pneumologista Fernanda Aguiar, coordenadora da Medicina Respirat&oacute;ria do Hospital Mater Dei Salvador (HMDS).</p><p style="text-align: justify;"><b>Sinais</b></p><p style="text-align: justify;">Na fibrose pulmonar, o tecido dos pulmões sofre um processo de cicatrização, torna-se mais r&iacute;gido e perde eficiência nas trocas gasosas. Idiopática &eacute; o termo utilizado para identificar  a fibrose pulmonar que não tem uma causa definida. A FPI ocorre principalmente ap&oacute;s os 60 anos e &eacute; mais frequente em homens. Falta de ar aos esforços e tosse seca persistente são os principais sintomas, mas tamb&eacute;m podem ocorrer fadiga, perda de peso e alterações nas pontas dos dedos, conhecidas como baqueteamento digital.</p><p style="text-align: justify;">Nem toda fibrose pulmonar, por&eacute;m, &eacute; idiopática. Doenças autoimunes, exposição ao mofo e a penas de pássaros, alguns medicamentos e mutaç?es gen&eacute;ticas tamb&eacute;m podem causar doenças pulmonares intersticiais fibrosantes. Em estudo brasileiro com 1.406 pacientes, publicado em 2024, a FPI respondeu por 14% dos diagn&oacute;sticos.</p><p style="text-align: justify;">“A fibrose pulmonar não &eacute; uma doença &uacute;nica. &Eacute; preciso entender o que está provocando a fibrose, porque isso interfere diretamente no tratamento. Na FPI, outras causas precisam ser descartadas antes do diagn&oacute;stico”, explica Fernanda Aguiar.</p><p style="text-align: justify;"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/09/94932_5e6be9eb13850a773044506dfc906346.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify;"><b>Diagn&oacute;stico e tratamento</b></p><p style="text-align: justify;">A investigação inclui avaliação cl&iacute;nica detalhada, tomografia computadorizada de alta resolução e testes de função pulmonar. Exames laboratoriais podem ajudar a excluir doenças autoimunes, e a bi&oacute;psia pulmonar pode ser necessária  para definir a causa. “O diagn&oacute;stico exige a integração de hist&oacute;ria cl&iacute;nica, tomografia de t&oacute;rax e, quando necessário, os achados da bi&oacute;psia pulmonar.  Quanto mais cedo identificamos a doença, mais cedo podemos agir para estabilizar a doença e preservar a função respirat&oacute;ria”, afirma a pneumologista.</p><p style="text-align: justify;">Al&eacute;m dos medicamentos, o cuidado pode incluir reabilitação pulmonar, oxigenoterapia e, em casos avançados e eleg&iacute;veis, transplante de pulmão. Manter a vacinação contra infecções respirat&oacute;rias atualizada tamb&eacute;m ajuda a reduzir complicações.</p><p style="text-align: justify;">Embora não haja cura para a FPI, existem medicaç?es, chamadas de antifibr&oacute;ticas, que são capazes de reduzir a prigressão da doença. Quanto mais precoce for o diagn&oacute;stico e o in&iacute;cio do tratamento, maior o benef&iacute;cio observado. </p><p style="text-align: justify; ">Para especialistas, o principal recado do 7 de setembro &eacute; reconhecer os sinais: falta de ar progressiva e tosse seca persistente não devem ser naturalizadas. Esses sintomas precisam de uma avaliação com Pneumologista.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Fotos: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Saúde abre pontos extras de vacinação durante o Rock In Rio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94931/saude-abre-pontos-extras-de-vacinacao-durante-o-rock-in-rio.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 15:33:08 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Com a grande circulação de pessoas no Rio para os sete dias do Rock in Rio, que começa esta semana, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) iniciou nesta quinta-feira (3) ação de intensificação da imunização contra o sarampo na cidade. Pontos de vacinação (PV) estão montados nos principais portões de entrada do município e em locais de grande circulação de pessoas. A medida visa reforçar a proteção da população no período em que a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Com a grande circulação de pessoas no Rio para os sete dias do Rock in Rio, que começa esta semana, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) iniciou nesta quinta-feira (3) ação de intensificação da imunização contra o sarampo na cidade. Pontos de vacinação (PV) estão montados nos principais portões de entrada do município e em locais de grande circulação de pessoas. A medida visa reforçar a proteção da população no período em que a cidade receberá pessoas vindas de diversos estados e países, incluindo lugares onde há casos recentes da doença.</p><p>São sete PVs que começaram a funcionar nesta quinta-feira e estarão abertos nos dias 4, 5, 10, 11 e 12 na Rodoviária do Rio (2º andar pr&oacute;ximo &agrave;s cadeiras de massagem); aeroportos do Galeão (Terminal 2, Desembarque) e Santos Dumont (Desembarque, Portão A); na orla de Copacabana (esquina ao lado do Copacabana Palace); na praça da Urca (pr&oacute;ximo ao Bondinho Pão de Açúcar) e nos shoppings Via Parque (pr&oacute;ximo &agrave; Praça de Alimentação) e Metropolitano Barra (entrada sul). Al&eacute;m da tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rub&eacute;ola, tamb&eacute;m estarão disponíveis as vacinas contra febre amarela e gripe, entre outras.</p><p>Confira o funcionamento dos pontos de vacinação:</p><p>Nos dias 3, 4, 10 e 11 de setembro:</p><p>Rodoviária do Rio - Horário: 8h &agrave;s 16h</p><p>Aeroporto Santos Dumont - Horário: 9h &agrave;s 17h</p><p>Aeroporto do Galeão - Horário: 8h &agrave;s 16h</p><p>Copacabana - Horário: 9h &agrave;s 16h</p><p>Urca - Horário: 9h &agrave;s 16h</p><p>Shopping Via Parque - Horário: 10h &agrave;s 17h</p><p>Shopping Metropolitano Barra - Horário: 10h &agrave;s 17h </p><p><br></p><p>Nos dias 5 e 12 de setembro:</p><p>Rodoviária do Rio - Horário: 8h &agrave;s 12h</p><p>Aeroporto Santos Dumont - Horário: 8h &agrave;s 12h</p><p>Aeroporto do Galeão - Horário: 8h &agrave;s 12h</p><p>Copacabana - Horário: 9h &agrave;s 12h</p><p>Urca - Horário: 9h &agrave;s 12h</p><p>Shopping Via Parque - Horário: 10h &agrave;s 14h</p><p>Shopping Metropolitano Barra - Horário: 10h &agrave;s 14h</p><p><span style="font-size: 18px;">Campanha de Multivacinação de crianças e adolescentes at&eacute; 15 anos segue em toda a rede</span></p><p><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/09/94930_ad952c8fdd56ed4e6eadba6c500b82bf.jpg" style="width: 768px;"><span style="font-size: 18px;"><br></span></p><p>A rede municipal de saúde tamb&eacute;m segue com a Campanha de Multivacinação para crianças e adolescentes menores de 15 anos. A iniciativa foi prorrogada para at&eacute; 12 de setembro a fim de dar a oportunidade aos pais e responsáveis de atualizarem o esquema vacinal dos pequenos. Nesta sexta-feira (4) todas as unidades terão funcionamento normal, em seus respectivos horários.</p><p>Todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação estão disponíveis nas unidades de saúde, conforme a faixa etária e a situação vacinal de cada criança ou adolescente. Entre os imunizantes disponíveis para as crianças estão os imunizantes BCG, hepatites A e B, pentavalente, poliomielite (VIP), rotavírus, pneumoc&oacute;cicas, meningoc&oacute;cica C, febre amarela, tríplice viral, varicela, DTP, influenza e covid-19. Já para os adolescentes, haverá vacinas contra HPV (9 a 19 anos), meningoc&oacute;cica ACWY (11 a 14 anos), dengue (10 a 14 anos) e influenza.</p><p>Para a vacinação, pais ou responsáveis devem apresentar documento de identificação da criança ou do adolescente e, sempre que possível, a caderneta ou comprovantes de vacinação, para que a equipe de saúde possa avaliar o hist&oacute;rico vacinal.</p><p>Os imunizantes estão disponíveis em todas as 242 unidades de Atenção Primária (clínicas da família e centros municipais de saúde) do município e nas unidades do Super Centro Carioca de Vacinação em Botafogo (aberta todos os dias, das 8h &agrave;s 22h), na Zona Oeste (no ParkShoppingCampoGrande, seguindo o horário de funcionamento do shopping) e na Zona Norte (Shopping Nova Am&eacute;rica). Para saber a unidade de Atenção Primária mais pr&oacute;xima, basta acessar o portal Onde Ser Atendido: prefeitura.rio/ondeseratendido.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Refor&ccedil;o da vacina&ccedil;&atilde;o contra doen&ccedil;as contagiosas, como sarampo e caxumba, abrange os sete dias do Rock In Rio. Foto: Instagram SMS]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Rio rastreia vício em jogo nas consultas de rotina, como é feito com depressão e tabagismo</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94930/rio-rastreia-vicio-em-jogo-nas-consultas-de-rotina-como-e-feito-com-depressao-e-tabagismo.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 15:03:43 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Adoecimento e perda de controle.Especialistas alertam que a dependência em apostas online vai muito al&eacute;m do prejuízo financeiro.O transtorno pode desencadear ansiedade, depressão, fobias e at&eacute; epis&oacute;dios de violência dom&eacute;stica.Esse cenário coloca as plataformas de apostas no centro do debate sobre os impactos psicol&oacute;gicos que afetam não apenas os jogadores, mas tamb&eacute;m suas famílias.        Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>Adoecimento e perda de controle.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701459&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701459&o=node"></p><p><strong>Especialistas alertam que a dependência em apostas online vai muito al&eacute;m do prejuízo financeiro.</strong></p><p>O transtorno pode desencadear ansiedade, depressão, fobias e at&eacute; epis&oacute;dios de violência dom&eacute;stica.</p><p>Esse cenário coloca as plataformas de apostas no centro do debate sobre os impactos psicol&oacute;gicos que afetam não apenas os jogadores, mas tamb&eacute;m suas famílias.</p><p>        <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o diagn&oacute;stico e tratamento do vício em apostas online pelas unidades de atenção primária &agrave; Saúde. </b><br></p><p>Para combater o problema, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro passou a adotar novas medidas para identificar e tratar apostadores em bets e seus familiares em unidades de atenção primária.</p><p>Entre as ações, está o rastreio do vício em jogos nas consultas de rotina, nos mesmos moldes do que já &eacute; feito para depressão e tabagismo.</p><p>Durante o atendimento, o paciente responde a duas perguntas sobre seus hábitos de apostas.</p><p>Caso alguma resposta indique comportamento inadequado, a informação &eacute; registrada no prontuário e a equipe pode iniciar uma avaliação mais detalhada.</p><p>Nos primeiros sete dias da nova estrat&eacute;gia, 3.070 pacientes responderam &agrave;s perguntas.</p><p>Desse total, 22 disseram sentir necessidade de apostar, enquanto 15 admitiram já ter mentido para familiares para esconder quanto haviam gastado com jogos.</p><p><strong>A partir da identificação do problema, cada paciente poderá receber um acompanhamento de acordo com o nível de risco.</strong></p><p>Dependendo do caso, o cuidado tamb&eacute;m pode ser oferecido aos familiares.</p><p><strong>As novas medidas incluem ainda capacitação de agentes comunitários e demais profissionais das unidades em treinamento especial sobre o tema oferecido pelo Minist&eacute;rio da Saúde e distribuição de material com orientação &agrave; população para a busca de ajuda.</strong></p><p> </p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Consultas de rotina nas unidades de aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria &agrave; Sa&uacute;de passaram a incluir perguntas sobre h&aacute;bito de apostar online. Foto: F&aacute;bio Rodrigues Pozzebom/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Fiocruz é autorizada pela Anvisa a iniciar testes de vacina contra a Covid-19 com RNA mensageiro</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94917/fiocruz-e-autorizada-pela-anvisa-a-iniciar-testes-de-vacina-contra-a-covid-19-com-rna-mensageiro.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 08:45:34 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Fiocruz conseguiu a autorização da Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, para iniciar os estudos clínicos de uma vacina de RNA mensageiro contra covid-19. O m&eacute;todo &eacute; utilizado para verificar se uma vacina &eacute; segura e eficaz e vai avaliar o uso do imunizante como dose de reforço, com recrutamento dos participantes previsto para o início de 2027.Esta &eacute; a primeira vacina do Brasil com o uso dessa tecnologia, que atua na transmissão de informações ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p><strong>A Fiocruz conseguiu a autorização da Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, para iniciar os estudos clínicos de uma vacina de RNA mensageiro contra covid-19. </strong>O m&eacute;todo &eacute; utilizado para verificar se uma vacina &eacute; segura e eficaz e vai avaliar o uso do imunizante como dose de reforço, com recrutamento dos participantes previsto para o início de 2027.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701388&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701388&o=node"></p><p><strong>Esta &eacute; a primeira vacina do Brasil com o uso dessa tecnologia, que atua na transmissão de informações do c&oacute;digo gen&eacute;tico humano para o corpo e tem por função a síntese de proteínas. At&eacute; então, os imunizantes contra Covid-19 feitos com o RNA mensageiro eram produzidos somente em outros países, como Estados Unidos e Alemanha.</strong></p><p>A tecnologia reduz os custos e o tempo de fabricação, al&eacute;m disso vai diminuir a dependência nacional do exterior e aumentar a capacidade do país em responder a emergências sanitárias. A produção &eacute; feita por Bio-Manguinhos, Instituto de Tecnologia em Imunobiol&oacute;gicos da Fiocruz, que desde 2021 &eacute; reconhecido pela OMS, Organização Mundial de Saúde, como centro de referência em vacinas de RNA mensageiro na Am&eacute;rica Latina.</p><p>A líder do projeto, Patrícia Neves, fala sobre a conquista da autorização.</p><blockquote><p>“&Eacute; um grande marco para a Fiocruz, para o Brasil, para a Am&eacute;rica Latina. Comprova que n&oacute;s conseguimos alcançar o domínio dessa tecnologia que estava na mão de poucos fabricantes, principalmente no Norte Global. E isso posiciona o Brasil pela primeira vez como um ator importante na área de biotecnologia para a Am&eacute;rica Latina e para a cooperação com outros países do Sul Global”. </p></blockquote><p><strong>A escolha da Fiocruz pela covid-19 como primeiro alvo para o desenvolvimento de produtos de RNA mensageiro se deu por ser um imunizante largamente utilizado durante a pandemia. Mas a pesquisadora acrescenta que a capacidade da tecnologia &eacute; muito maior, podendo atuar tamb&eacute;m contra doenças como leishmaniose, tuberculose e câncer.</strong></p><blockquote><p>“A vacina de covid-19 foi a pontinha do iceberg, foi a tecnologia que nos levou a comprovar que realmente o RNA poderia ser usado no desenvolvimento de produtos para saúde. Essa tecnologia &eacute; importante para desenvolver outras vacinas preventivas e tamb&eacute;m posiciona o Brasil para desenvolver outros produtos para saúde baseados em RNA, outras tecnologias de terapias avançadas, reposição de proteínas em doenças raras, tudo isso pode ser feito usando a tecnologia de RNA”.</p></blockquote><p>Antes do envio para a aprovação do estudo pela Anvisa, a vacina de RNA mensageiro contra a covid-19 passou pelo estágio pr&eacute;-clínico, que mostrou eficácia na proteção contra a doença. Tamb&eacute;m foram realizados outros estudos, como o toxicol&oacute;gico.</p><p>   <b> Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a autorização da Anvisa para os teste clínicos pela Fiocruz da primeira vacina de RNA mensageiros desenvolvida no Brasil.</b><br></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Rodrigo M&eacute;xas/Fiocruz Imagens]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>HUPE oferece tratamento multidisciplinar para pacientes com dores crônicas</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94900/hupe-oferece-tratamento-multidisciplinar-para-pacientes-com-dores-cronicas.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 17:46:10 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE/Uerj), em Vila Isabel, oferece tratamento especializado para pessoas que sofrem com dores cr&ocirc;nicas provocadas por cefaleia, fibromialgia, reumatismo, artrite reumatoide e problemas na coluna lombar, entre outras causas. Pacientes que apresentam dor associada &agrave; depressão tamb&eacute;m são atendidos pela equipe multidisciplinar.O atendimento &eacute; realizado pelo Centro Multidisciplinar da Dor da Universidade do Estado do Rio de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE/Uerj), em Vila Isabel, oferece tratamento especializado para pessoas que sofrem com dores cr&ocirc;nicas provocadas por cefaleia, fibromialgia, reumatismo, artrite reumatoide e problemas na coluna lombar, entre outras causas. Pacientes que apresentam dor associada &agrave; depressão tamb&eacute;m são atendidos pela equipe multidisciplinar.</p><p>O atendimento &eacute; realizado pelo Centro Multidisciplinar da Dor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), conhecido como Cl&iacute;nica da Dor, que disponibiliza 100 vagas mensais para novos pacientes. O acesso ocorre por encaminhamento das Cl&iacute;nicas da Fam&iacute;lia e dos postos de sa&uacute;de, por meio do Sistema Nacional de Regulação (SISREG) e do Sistema Estadual de Regulação (SER).</p><p>Ap&oacute;s a regulação, os pacientes são recebidos no ambulat&oacute;rio, onde passam por uma avaliação integrada. Entre janeiro e junho deste ano, o setor recebeu 390 pessoas para o primeiro atendimento devido a quadros de dor cr&ocirc;nica.</p><p>Segundo o m&eacute;dico Nivaldo Ribeiro Villela, professor associado de Neurocirurgia e Dor da Uerj e coordenador do setor, 18 profissionais trabalham em conjunto no atendimento. A equipe &eacute; formada por oito m&eacute;dicos especialistas em dor, duas psic&oacute;logas, um psiquiatra, uma enfermeira, dois t&eacute;cnicos de enfermagem, dois fisioterapeutas e dois educadores f&iacute;sicos.</p><p>O especialista explica que a dor cr&ocirc;nica &eacute; caracterizada pela persistência por mais de três meses e pode ocorrer mesmo quando não existe uma lesão identificada. Nesses casos, a condição deixa de ser apenas um sintoma e passa a ser considerada uma doença.</p><p>Uma revisão sistemática realizada em 2023 aponta que aproximadamente 35% da população adulta brasileira sofre de dor cr&ocirc;nica. Entre os idosos, a prevalência chega a cerca de 50%. Outro estudo, realizado em 2026, indica que 42% dos pacientes com dor cr&ocirc;nica não controlada apresentam depressão, condição que pode afetar diretamente a qualidade de vida, o sono e o humor.</p><h2>Tratamento vai al&eacute;m dos medicamentos</h2><p>O atendimento começa com uma avaliação da equipe de enfermagem e uma abordagem com assistente social. Na sequência, o paciente &eacute; encaminhado aos m&eacute;dicos especialistas em dor, que avaliam o quadro e definem a estrat&eacute;gia terapêutica.</p><p>O tratamento pode incluir medicamentos e alternativas não farmacol&oacute;gicas, como procedimentos minimamente invasivos, infiltrações, bloqueios, infusão de fármacos para controle da dor e da depressão e t&eacute;cnicas de neuromodulação.</p><p>A Cl&iacute;nica da Dor conta com uma sala destinada a pequenos procedimentos, equipada para intervenções como infiltrações e bloqueios. O centro tamb&eacute;m dispõe de uma sala para estimulação magn&eacute;tica transcraniana, utilizada no tratamento da dor e da depressão.</p><h2>Autogerenciamento ajuda no controle da dor</h2><p>Uma das etapas do tratamento &eacute; o programa de autogerenciamento da dor. Psic&oacute;logos, fisioterapeutas e educadores f&iacute;sicos orientam os pacientes sobre estrat&eacute;gias para administrar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.</p><p>De acordo com a psic&oacute;loga Fernanda Pereira, professora da Faculdade de Medicina da Uerj, as atividades são realizadas uma vez por semana, durante sete semanas. Cada encontro tem duas horas de duração: uma hora com a participação de uma psic&oacute;loga e outra dedicada a exerc&iacute;cios orientados por educador f&iacute;sico e fisioterapeuta.</p><p>Os pacientes são divididos em grupos de dez pessoas e aprendem estrat&eacute;gias baseadas na terapia cognitivo-comportamental. O programa inclui t&eacute;cnicas para controlar a ansiedade, relaxamento muscular, reestruturação de pensamentos e orientações sobre higiene do sono.</p><p>A proposta tamb&eacute;m incentiva a inclusão de atividades prazerosas na rotina, ajudando os participantes a retomar hábitos e comportamentos que podem contribuir para o bem-estar e para o enfrentamento da dor.</p><h2>Pacientes relatam melhora na qualidade de vida</h2><p>A manicure Rosimere Rodrigues de Ara&uacute;jo conviveu durante mais de 20 anos com dores intensas provocadas pela fibromialgia. O quadro chegou ao ponto de fazê-la interromper o trabalho. A melhora começou depois que ela iniciou o acompanhamento na Cl&iacute;nica da Dor do HUPE.</p><p>A cozinheira Cátia Cilene Brasil Braz tamb&eacute;m buscou atendimento ap&oacute;s enfrentar problemas que comprometeram sua rotina. Depois de sofrer duas quedas, passou a depender de analg&eacute;sicos que deixaram de produzir o efeito esperado. Há dois meses em tratamento, ela já percebe mudanças na recuperação da qualidade de vida.</p><p>Ao final das sete semanas de atividades, os participantes recebem v&iacute;deos com exerc&iacute;cios e conte&uacute;dos trabalhados durante as sessões para continuar as práticas em casa. Posteriormente, retornam &agrave; Cl&iacute;nica da Dor para uma nova avaliação m&eacute;dica e permanecem em acompanhamento.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Rodrigo Gorosito Ascom/SES-RJ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>SUS adota protocolo rápido para salvar pacientes com infarto ou derrame</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94894/sus-adota-protocolo-rapido-para-salvar-pacientes-com-infarto-ou-derrame.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:11:28 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[No Brasil, a cada três mortes, uma &eacute; provocada por doenças cardiovasculares, como infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC). A cada ano, mais de 100 mil pessoas morrem por causa do AVC no país.Justamente por isso, as unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) vão adotar protocolos rápidos para atendimento dessas urgências. &Eacute; o que prevê a lei sancionada nesta quarta-feira (2), que autoriza o uso de medicamentos chamados trombolíticos nas Unidades de Pronto...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p><strong>No Brasil, a cada três mortes, uma &eacute; provocada por doenças cardiovasculares</strong>, como infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC). A cada ano, mais de 100 mil pessoas morrem por causa do AVC no país.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701353&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701353&o=node"></p><p>Justamente por isso, as unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) vão adotar <strong>protocolos rápidos para atendimento dessas urgências. </strong></p><p>&Eacute; o que prevê a lei sancionada nesta quarta-feira (2), que<strong> autoriza o uso de medicamentos chamados trombolíticos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs)</strong> de todo o país.</p><p>Eles são usados para dissolver coágulos em pacientes infartados, levando em conta os crit&eacute;rios de segurança do Minist&eacute;rio da Saúde.</p><p>Durante a cerim&ocirc;nia de sanção do projeto, o ministro Alexandre Padilha destacou o impacto da medida na população.  </p><blockquote><p>“Doenças cardiovasculares, ainda, são aquilo que mais mata no Brasil. A gente tem de 300 mil a 400 mil casos de infarto por ano. N&oacute;s estamos falando de um impacto muito grande na vida das pessoas. Esse projeto de lei garante que, nos serviços de urgência e emergência, seja um direito dos pacientes ter acesso &agrave; terapia dos trombolíticos. &Eacute; como se estivesse quebrando os trombos que podem causar o infarto, o Acidente Vascular Cerebral”.</p></blockquote><p>O titular da Saúde tamb&eacute;m mencionou a importância de a medida ser uma lei federal; e o quanto isso pode reduzir, inclusive, os custos para os pacientes.  </p><blockquote><p>"Vamos levar para pactuação com estados e municípios. A lei passa a dar uma obrigação muito maior da gente, enquanto minist&eacute;rio, do gestor estadual e do municipal cobrarem a implementação do que está acontecendo. Com isso, a ideia &eacute; reduzir o tempo de tratamento. &Eacute; um medicamento que custa, em m&eacute;dia, R$ 7 mil. Al&eacute;m de salvar vidas, &eacute; um grande alívio no bolso das famílias".</p></blockquote><p><strong>O novo protocolo para atendimento dessas urgências entra em vigor em seis meses. </strong></p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o novo protocolo de urgência do Sistema Único de Saúde (SUS) para infartos e derrames, principais causas de morte natural no Brasil.</b> <strong><br></strong></p><p> </p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Protocolo de urg&ecirc;ncia do SUS para infartos e derrames passar&aacute; a oferecer trombol&iacute;ticos nas Unidades de Pronto Atendimento. Foto: Fernando Fraz&atilde;o/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Campanha de vacinação é prorrogada até 12 de setembro na capital</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94883/campanha-de-vacinacao-e-prorrogada-ate-12-de-setembro-na-capital.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 10:38:42 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio prorrogou a Campanha de Multivacinação para crianças e adolescentes menores de 15 anos at&eacute; o dia 12 de setembro em toda a cidade. Iniciada em 3 de agosto, a iniciativa foi estendida a fim de dar a oportunidade aos pais e responsáveis de atualizarem o esquema vacinal dos pequenos. At&eacute; o momento, o público-alvo da campanha já recebeu 167 mil doses das vacinas ofertadas. Um dado destaca a adesão da população carioca &agrave;...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio prorrogou a Campanha de Multivacinação para crianças e adolescentes menores de 15 anos at&eacute; o dia 12 de setembro em toda a cidade. Iniciada em 3 de agosto, a iniciativa foi estendida a fim de dar a oportunidade aos pais e responsáveis de atualizarem o esquema vacinal dos pequenos. At&eacute; o momento, o público-alvo da campanha já recebeu 167 mil doses das vacinas ofertadas. Um dado destaca a adesão da população carioca &agrave; imunização: das mais de 107 mil cadernetas avaliadas pelas equipes de saúde, aproximadamente 51% já estavam em dia.</p><p>O objetivo da campanha &eacute; ampliar a cobertura vacinal, atualizar a situação vacinal de crianças e adolescentes e facilitar o acesso &agrave;s vacinas. A imunização está sendo realizada de forma seletiva, ou seja, cada caderneta &eacute; avaliada pelas equipes de saúde e são aplicadas apenas as doses necessárias para colocar a vacinação em dia. Os imunizantes mais aplicados at&eacute; o momento na campanha foram contra influenza (36.528 doses), VIP (16.626), covid-19 (10.704), Pentavalente (10.394) e febre amarela (10.186).</p><p>Todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação estão disponíveis nas unidades de saúde e nos pontos extras de vacinação, conforme a faixa etária e a situação vacinal de cada criança ou adolescente. Entre os imunizantes disponíveis para as crianças estão BCG, hepatites A e B, pentavalente, poliomielite (VIP), rotavírus, pneumoc&oacute;cicas, meningoc&oacute;cica C, febre amarela, tríplice viral, varicela, DTP, influenza e covid-19. Já para os adolescentes, haverá vacinas contra HPV (9 a 19 anos), meningoc&oacute;cica ACWY (11 a 14 anos), dengue (10 a 14 anos) e influenza.</p><p>Atualmente, uma das doenças que preocupam &eacute; o sarampo, que vem registrando aumento de casos, principalmente em São Paulo. A vacinação &eacute; a principal forma de prevenção, e a proteção &eacute; feita pela tríplice viral, disponível nas unidades de saúde durante toda a campanha.</p><p>As vacinas são seguras e podem ser administradas no mesmo dia, permitindo que a caderneta seja atualizada em uma única visita &agrave; unidade de saúde. Em geral, as contraindicações são raras e se restringem a casos de reação al&eacute;rgica grave a uma dose anterior ou a algum componente da vacina. Em caso de qualquer evento adverso ap&oacute;s a vacinação, os responsáveis devem procurar a unidade onde a dose foi aplicada para avaliação e acompanhamento.</p><p>Para a vacinação, pais ou responsáveis devem apresentar documento de identificação da criança ou do adolescente e, sempre que possível, a caderneta ou comprovantes de vacinação, para que a equipe de saúde possa avaliar o hist&oacute;rico vacinal.</p><p>Os imunizantes estão disponíveis em todas as 241 unidades de Atenção Primária (clínicas da família e centros municipais de saúde) do município e nas unidades do Super Centro Carioca de Vacinação em Botafogo (aberta todos os dias, das 8h &agrave;s 22h), na Zona Oeste (no ParkShoppingCampoGrande, seguindo o horário de funcionamento do shopping) e na Zona Norte (Shopping Nova Am&eacute;rica). Para saber a unidade de Atenção Primária mais pr&oacute;xima, basta <a href="https://prefeitura.rio/ondeseratendido" role="link">acessar o portal Onde Ser Atendido</a>.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Desde 3 de agosto, 167 mil doses de vacinas foram aplicadas em crian&ccedil;as e adolescentes. Fabio Motta / Prefeitura do Rio]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>São Gonçalo mantém estratégia de multivacinação em 73 pontos de atendimento</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94850/sao-goncalo-mantem-estrategia-de-multivacinacao-em-73-pontos-de-atendimento.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 07:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Dia D da Estrat&eacute;gica de Multivacinação passou, mas a campanha para atualizar a caderneta de vacinação das crianças e adolescentes at&eacute; 14 anos, 11 meses e 29 dias com esquemas vacinais incompletos continua at&eacute; o dia 1º de setembro. A Secretaria de Saúde da Prefeitura de São Gonçalo disponibiliza 73 pontos para a imunização.     A maioria das unidades de saúde funciona de segunda a sexta, das 8h &agrave;s 17h. As clínicas municipais do Mutondo e da Família Dr. ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Dia D da Estrat&eacute;gica de Multivacinação passou, mas a campanha para atualizar a caderneta de vacinação das crianças e adolescentes at&eacute; 14 anos, 11 meses e 29 dias com esquemas vacinais incompletos continua at&eacute; o dia 1º de setembro. A Secretaria de Saúde da Prefeitura de São Gonçalo disponibiliza 73 pontos para a imunização. </p><p>    A maioria das unidades de saúde funciona de segunda a sexta, das 8h &agrave;s 17h. As clínicas municipais do Mutondo e da Família Dr. Zerbini, no Arsenal, abrem das 8h &agrave;s 21h, de segunda a sexta. E aos sábados, das 8h &agrave;s 12h. </p><p>   Estão disponíveis todas as vacinas dos calendários de vacinação da criança e do adolescente. São elas: BCG, Hepatite B, Pentavalente, P&oacute;lio Inativa, Rotavírus, Pneumoc&oacute;cica 10 valente, Pneumo 20, Meningoc&oacute;cica C, Febre Amarela, Tríplice Viral (Sarampo, caxumba e rub&eacute;ola), varicela, DTP, Hepatite A, Dengue, Varicela, Meningoc&oacute;cica ACWY, HPV, Influenza, Covid-19, DTP e Hepatite A. </p><p>    A contraindicação da aplicação das vacinas s&oacute; acontece nos casos de evolução de doenças agudas febris. O uso de antibi&oacute;ticos não interfere na aplicação da vacina. A maior parte das vacinas pode ser aplicada no mesmo dia. Os pais devem levar as cadernetas de vacinação, que serão avaliadas e as equipes definirão quais vacinas precisam de atualização.</p><p>     Os pais ou responsáveis que tiverem dúvidas podem comparecer ao posto de vacinação mais pr&oacute;ximo para avaliação e orientação pelos profissionais de saúde. Quem perdeu a caderneta de vacinação, terá a indicação das vacinas que podem ser aplicadas pelas equipes de saúde conforme a idade da criança ou do adolescente.</p><p>     A Estrat&eacute;gia de Multivacinação 2026 tem como público-alvo as crianças e adolescentes, mas todos os gonçalenses podem procurar as unidades para colocarem a vacinação em dia, principalmente os idosos. </p><p></p><p>Locais de vacinação</p><p>1 &ndash; Polo Sanitário Paulo Marques Rangel, Porto do Rosa</p><p>2 &ndash; USF Jardim Catarina I</p><p>3 &ndash; USF Jos&eacute; Avelino de Souza, Tribob&oacute;</p><p>4 &ndash; USF Agenor Jos&eacute; da Silva, Jardim Catarina</p><p>5 &ndash; USF Louis Pasteur, Guaxindiba</p><p>6 &ndash; Clínica Gonçalense do Barro Vermelho</p><p>7 &ndash; PAM Coelho</p><p>8 &ndash; Polo Sanitário Washington Luiz Lopes, Z&eacute; Garoto</p><p>9 &ndash; USF David Capistrano, Itaúna</p><p>10 &ndash; USF Barbosa Lima Sobrinho, Boa Vista</p><p>11 &ndash; Clínica Municipal Gonçalense do Mutondo</p><p>12 &ndash; USF Aníbal Porto, Monjolos</p><p>13 &ndash; Polo Sanitário H&eacute;lio Cruz, Alcântara</p><p>14 &ndash; USF Altair da Silva, Mutuá</p><p>15 &ndash; USF Jos&eacute; Jorge Cortes Freitas, Itaitindiba</p><p>16 &ndash; Polo Sanitário Augusto Sena, Rio do Ouro</p><p>17 &ndash; USF Anaia</p><p>18 &ndash; USF Ana Nery, Gradim</p><p>19 &ndash; Polo Sanitário Jorge Teixeira de Lima, Jardim Catarina</p><p>20 &ndash; USF Mahatma Gandhi, Jardim Calif&oacute;rnia</p><p>21 &ndash; USF Bento da Cruz, Porto Novo</p><p>22 &ndash; USF Marechal Cândido Rondon, Colubandê</p><p>23 &ndash; USF Marilea Cardoso, J&oacute;quei</p><p>24 &ndash; USF Florença Helena Pereira da Silva, Largo da Id&eacute;ia</p><p>25 &ndash; USF Flávio Henrique de Brito, J&oacute;quei</p><p>26 &ndash; USF Irmã Dulce, Trindade</p><p>27 &ndash; USF Luiz Paulo Guimarães, Laranjal</p><p>28 &ndash; USF Gladys Rodrigues Ramos Freitas, Santa Isabel</p><p>29 &ndash;  USF Hiparco Ferreira, Engenho do Roçado</p><p>30 &ndash; PAM Neves</p><p>31 &ndash; USF Juarez Antunes, Laranjal </p><p>32 &ndash; USF Luiz Carlos Prestes, Santa Catarina</p><p>33 &ndash; USF Badger da Silveira, Tribob&oacute;</p><p>34 &ndash; USF Emílio Ribas, Barracão</p><p>35 &ndash; Clínica Municipal da Família Dr. Zerbini, Arsenal</p><p>36 &ndash; USF Alexander Fleming, Boaçu</p><p>37 &ndash; USF Vista Alegre</p><p>38 &ndash; USF Tancredo Neves, Luiz Caçador</p><p>39 &ndash; USF Geremias de Mattos Fontes, Jardim Bom Retiro</p><p>40 &ndash; USF Quinta Dom Ricardo</p><p>41 &ndash; USF Apolo III</p><p>42 &ndash; USF Jos&eacute; Bruno Neto, Boa Vista </p><p>43 &ndash; USF Almerinda</p><p>44 &ndash; USF Luísa de Marilac, Novo M&eacute;xico</p><p>45 &ndash; Clínica Municipal Gonçalense do Colubandê</p><p>46 &ndash; USF Presidente Getúlio Vargas, Boa Vista</p><p>47 &ndash; USF Dr. Robert Koch, Porto da Madama</p><p>48 &ndash; USF Doutel de Andrade, Maria Paula</p><p>49 &ndash; USF Vila Candoza</p><p>50 &ndash; USF &Aacute;gua Mineral</p><p>51 &ndash; USF Adolfo Lutz, Amendoeira</p><p>52 &ndash; USF Portão do Rosa</p><p>53 &ndash; USF Albert Sabin, Itaoca</p><p>54 &ndash; USF Mutuaguaçu</p><p>55 &ndash; USF Floriano Barbosa, Jardim Catarina</p><p>56 &ndash; USF Itaúna</p><p>57&ndash; USF Victor Chimelly, Paiva</p><p>58 &ndash; USF Jardel do Amaral, Venda da Cruz</p><p>59 &ndash; Clínica Municipal Gonçalense da Lagoinha </p><p>60 &ndash; USF Bandeirantes</p><p>61 &ndash; USF Oswaldo Cruz, Amendoeira</p><p>62 &ndash; USF Carlos Chagas, Fazenda dos Mineiros</p><p>63 &ndash; USF Manoel de Abreu, Ipiíba</p><p>64 &ndash; USF Alberto Constantino Farah, Mutuá</p><p>65 &ndash; USF Ary Teixeira, Jardim Bom Retiro</p><p>66 &ndash; USF Wally Figueira da Silva, Rocha </p><p>67 &ndash; USF Dr. Armando Leão, Morro do Castro</p><p>68 &ndash; USF Le&ocirc;ncio Correia, Itaúna</p><p>69 &ndash; USF Juvenil Francisco Ribeiro, Engenho Pequeno</p><p>70 &ndash; USF Haroldo Pereira Nunes, Camarão</p><p>71 &ndash; USF Bocayuva Cunha, Gradim</p><p>72 &ndash; USF Roberto Silveira, Vista Alegre</p><p>73 &ndash; USF Marambaia  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Prefeitura de S&atilde;o Gon&ccedil;alo]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Diagnóstico de TEA na vida adulta: autoconhecimento e novas possibilidades de cuidado</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94832/diagnostico-de-tea-na-vida-adulta-autoconhecimento-e-novas-possibilidades-de-cuidado.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:14:33 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Recentemente, o cantor e compositor britânico Robbie Williams revelou publicamente que recebeu o diagn&oacute;stico de Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ele afirmou que a descoberta, aos 52 anos, trouxe al&iacute;vio e ajudou a explicar comportamentos que antes não compreendia.A exemplo do astro da m&uacute;sica pop, a busca pelo diagn&oacute;stico de TEA na vida adulta tem se tornado cada vez mais frequente, acompanhando os avanços na compreensão dos transtornos do neurodesenvolvimento ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Recentemente, o cantor e compositor britânico Robbie Williams revelou publicamente que recebeu o diagn&oacute;stico de Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ele afirmou que a descoberta, aos 52 anos, trouxe al&iacute;vio e ajudou a explicar comportamentos que antes não compreendia.</p><p style="text-align: justify; ">A exemplo do astro da m&uacute;sica pop, a busca pelo diagn&oacute;stico de TEA na vida adulta tem se tornado cada vez mais frequente, acompanhando os avanços na compreensão dos transtornos do neurodesenvolvimento e na conscientização sobre as suas diferentes manifestações. Em muitos casos, esse movimento começa a partir do diagn&oacute;stico de um filho: ao conhecer mais sobre o autismo, pais passam a reconhecer em si mesmos comportamentos, dificuldades e padrões que, durante anos, foram interpretados apenas como caracter&iacute;sticas da personalidade.</p><p style="text-align: justify; ">Com a evolução das avaliações neuropsicol&oacute;gicas, a capacidade de identificar sinais do TEA ao longo das diferentes fases da vida tamb&eacute;m avançou. Dificuldades de interação social, necessidade de rotinas, alterações na comunicação, interesses restritos e desafios na adaptação a determinadas situações podem ter sido vivenciados durante anos sem uma explicação clara. Para alguns adultos, compreender que essas caracter&iacute;sticas estão relacionadas ao autismo ajuda a reorganizar a pr&oacute;pria hist&oacute;ria e a dar novos significados a experiências na escola, no trabalho e nos relacionamentos.</p><p style="text-align: justify; ">“Receber um diagn&oacute;stico tardio pode representar uma importante oportunidade de autoconhecimento. A confirmação do TEA não apaga as dificuldades vividas no passado, mas pode contribuir para que a pessoa compreenda melhor seus limites, necessidades, formas de comunicação e maneiras de lidar com diferentes demandas. Esse processo pode reduzir a sensação de inadequação e favorecer uma relação mais consciente consigo mesmo, substituindo julgamentos por estrat&eacute;gias mais adequadas &agrave;s caracter&iacute;sticas individuais”, explica o m&eacute;dico psiquiatra Alexandre Valverde. </p><p style="text-align: justify;">A fala do especialista &eacute; baseada na experiência particular. Valverde foi diagnosticado com Autismo e Altas Habilidades/Superdotação aos 42 anos. Com 17 anos, ingressou na Escola Paulista de Medicina - Universidade Federal de São Paulo. Desde pequeno, já notava sua facilidade em identificar os comportamentos humanos. O sexto m&eacute;dico psiquiatra da fam&iacute;lia dedica-se atualmente a auxiliar seus pacientes no processo de autoconhecimento a partir da Psiquiatria, psicoterapia e expressões art&iacute;sticas como dança, teatro, fotografia, pintura e jardinagem.</p><p style="text-align: justify; "><b>Uma nova vida</b></p><p style="text-align: justify; ">O diagn&oacute;stico não deve ser visto apenas como uma explicação para o passado, mas como uma possibilidade de construir novas formas de conduzir a vida no presente. Hoje, adultos autistas podem contar com intervenções e estrat&eacute;gias individualizadas, desenvolvidas com o acompanhamento de psiquiatras, psic&oacute;logos, neuropsic&oacute;logos e outros especialistas, que podem auxiliar na organização da rotina, no manejo de dificuldades emocionais e sociais, na adaptação do ambiente e no desenvolvimento de recursos para lidar com situações desafiadoras.</p><p style="text-align: justify; ">“Al&eacute;m dos benef&iacute;cios individuais, o diagn&oacute;stico pode repercutir positivamente na dinâmica familiar. Quando pais identificam caracter&iacute;sticas semelhantes &agrave;s de um filho diagnosticado com TEA ou TDAH (Transtorno de D&eacute;ficit de Atenção com Hiperatividade), por exemplo, o processo de avaliação pode ampliar a compreensão sobre as necessidades de cada integrante da fam&iacute;lia. Esse olhar mais atento favorece relações mais ajustadas, comunicação mais clara e estrat&eacute;gias que consideram as particularidades de adultos e crianças”, pontua Alexandre. </p><p style="text-align: justify; "><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/08/94830_b781da81bf8fa9da10a7011b1d11a47e.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify; ">Mais do que estabelecer um diagn&oacute;stico, reconhecer uma condição como o TEA pode representar um importante instrumento de compreensão, autoconhecimento e cuidado. Mesmo quando essa descoberta acontece ap&oacute;s muitos anos de d&uacute;vidas e desafios, ela pode abrir caminho para intervenções mais direcionadas, estrat&eacute;gias de manejo e escolhas que respeitem as caracter&iacute;sticas, necessidades e potencialidades de cada pessoa. </p><p style="text-align: justify; ">“Receber um diagn&oacute;stico de TEA na vida adulta não representa ter chegado tarde, mas, sim, a oportunidade de contar com novas informações e recursos para compreender a pr&oacute;pria trajet&oacute;ria, ampliar a qualidade de vida e construir formas mais conscientes e adequadas de lidar com os desafios do cotidiano”, acrescenta Valverde.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Robbie Williams, cantor: diagn&oacute;stico tardio do TEA. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Robô amplia fronteira da cirurgia cardíaca</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94830/robo-amplia-fronteira-da-cirurgia-cardiaca.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:09:07 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A cirurgia card&iacute;aca rob&oacute;tica ganha mais espaço na Bahia. Neste mês de agosto, o Hospital Mater Dei Salvador (HMDS) realizou dois novos procedimentos assistidos por rob&ocirc; para tratar doenças das válvulas card&iacute;acas. As operações, em pacientes de 32 e 62 anos, dão continuidade ao programa iniciado pela instituição e ampliam, no estado, a oferta de uma modalidade minimamente invasiva ainda concentrada em centros especializados.A paciente mais jovem apresentava...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A cirurgia card&iacute;aca rob&oacute;tica ganha mais espaço na Bahia. Neste mês de agosto, o Hospital Mater Dei Salvador (HMDS) realizou dois novos procedimentos assistidos por rob&ocirc; para tratar doenças das válvulas card&iacute;acas. As operações, em pacientes de 32 e 62 anos, dão continuidade ao programa iniciado pela instituição e ampliam, no estado, a oferta de uma modalidade minimamente invasiva ainda concentrada em centros especializados.</p><p style="text-align: justify; ">A paciente mais jovem apresentava doença da válvula tric&uacute;spide, enquanto a outra tinha comprometimento da válvula mitral. Nos dois casos, a indicação foi definida ap&oacute;s avaliação criteriosa do time do coração (Heart Team) do HMDS. Essa análise &eacute; fundamental para selecionar a melhor estrat&eacute;gia de tratamento individualizado para cada paciente.</p><p style="text-align: justify; ">Para a cardiologista Marianna Andrade, coordenadora do serviço de Cardiologia do Mater Dei Salvador, o avanço amplia as possibilidades de tratamento no estado. “O objetivo não &eacute; usar o rob&ocirc; porque ele existe, mas identificar em quais situações a tecnologia realmente pode agregar benef&iacute;cio, sempre com indicação criteriosa e segurança para o paciente”, afirma.</p><p style="text-align: justify; ">Menos invasiva - Na cirurgia card&iacute;aca convencional, muitas operações exigem a abertura do esterno para chegar ao coração. Na abordagem rob&oacute;tica, o procedimento pode ser realizado por pequenas incisões entre as costelas. O cirurgião permanece no comando durante toda a operação, controlando os braços do equipamento por meio de um console com visão ampliada e tridimensional do campo cir&uacute;rgico.</p><p style="text-align: justify; ">A tecnologia permite movimentos precisos em espaços reduzidos e pode diminuir o trauma provocado pelo acesso cir&uacute;rgico. Entre os potenciais benef&iacute;cios para pacientes selecionados estão menor sangramento, menos dor no p&oacute;s-operat&oacute;rio e recuperação mais rápida. O rob&ocirc;, por&eacute;m, não atua de forma aut&ocirc;noma nem substitui a experiência m&eacute;dica.</p><p style="text-align: justify; ">“O que muda principalmente &eacute; a forma de acesso ao coração. Os princ&iacute;pios da cirurgia continuam os mesmos”, explica o cirurgião card&iacute;aco do HMDS, Marco Guedes. “A tecnologia permite realizar etapas complexas por incisões menores e com excelente visualização, mas o resultado depende da t&eacute;cnica, da experiência da equipe e da seleção adequada do paciente”, explica.</p><p style="text-align: justify; ">Válvulas do coração - As válvulas card&iacute;acas controlam a passagem do sangue entre as diferentes câmaras do coração. Quando não abrem ou fecham adequadamente, o &oacute;rgão pode ser sobrecarregado. Falta de ar, cansaço, palpitações, inchaço e perda da capacidade para atividades cotidianas estão entre os sintomas que podem aparecer em casos mais avançados.</p><p style="text-align: justify; ">Nos procedimentos realizados este mês no HMDS, foram tratadas justamente as válvulas tric&uacute;spide e mitral. Para pacientes adequadamente selecionados, determinadas doenças dessas estruturas podem ser abordadas por t&eacute;cnicas minimamente invasivas, incluindo a cirurgia rob&oacute;tica.</p><p style="text-align: justify; ">“O que interessa ao paciente não &eacute; apenas saber que sua cirurgia foi feita com um rob&ocirc;”, ressalta Marianna Andrade. “Ele quer tratar a doença, recuperar sua capacidade funcional e voltar &agrave; rotina com segurança. A inovação precisa estar a serviço desse resultado”, completa.</p><p style="text-align: justify; ">Construir um programa de cirurgia rob&oacute;tica &eacute; muito diferente de simplesmente realizar um caso com o equipamento”, destaca Marco Guedes. “&Eacute; preciso treinamento, seleção adequada, integração da equipe e avaliação constante dos resultados”. Esse programa &eacute; realizado com o apoio e acompanhamento de especialistas da Rede Mater Dei que já possuem ampla experiência nessa modalidade de tratamento. </p><p style="text-align: justify; ">Nova fronteira - A ampliação do programa em Salvador tamb&eacute;m permite que pacientes da Bahia e de outros estados do Norte e Nordeste tenham acesso local a procedimentos cardiovasculares de alta complexidade antes mais concentrados em grandes centros do pa&iacute;s.</p><p style="text-align: justify; ">Com os novos casos, o HMDS avança na fase de implantação para a construção de um serviço cont&iacute;nuo de cirurgia card&iacute;aca rob&oacute;tica. A proposta &eacute; que a tecnologia passe a integrar as alternativas dispon&iacute;veis ao lado da cirurgia convencional, das t&eacute;cnicas minimamente invasivas e dos procedimentos por cateter.</p><p style="text-align: justify; ">“Não existe uma melhor t&eacute;cnica para todos os pacientes. Existe a estrat&eacute;gia mais adequada para cada pessoa. Quanto mais recursos temos dispon&iacute;veis, utilizados com responsabilidade, maior &eacute; nossa capacidade de individualizar o tratamento”, resume Marianna Andrade.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Do reconhecimento ao tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94801/do-reconhecimento-ao-tratamento-do-transtorno-obsessivo-compulsivo.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 00:22:09 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[D&uacute;vidas incessantes sobre ter deixado a porta destrancada ou a torneira aberta. Medo de contaminação que leva a higienizar as mãos at&eacute; feri-las. Revisar mentalmente conversas ou acontecimentos para ter certeza de que não disse algo inadequado ou não cometeu algum erro. Evitar dirigir por medo de atropelar algu&eacute;m sem perceber. Contar passos ou rezar em uma sequência espec&iacute;fica. Tocar repetidas vezes uma maçaneta, acender e apagar uma lâmpada ou repetir uma...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">D&uacute;vidas incessantes sobre ter deixado a porta destrancada ou a torneira aberta. Medo de contaminação que leva a higienizar as mãos at&eacute; feri-las. Revisar mentalmente conversas ou acontecimentos para ter certeza de que não disse algo inadequado ou não cometeu algum erro. Evitar dirigir por medo de atropelar algu&eacute;m sem perceber. Contar passos ou rezar em uma sequência espec&iacute;fica. Tocar repetidas vezes uma maçaneta, acender e apagar uma lâmpada ou repetir uma oração at&eacute; sentir: “Ufa! Agora ficou certo”. Evitar pegar um bebê no colo por medo de machucá-lo. Pensamentos sexuais involuntários, profundamente repugnantes e incompat&iacute;veis com seus valores.</p><p style="text-align: justify;">Segundo a psiquiatra e coordenadora do Programa TOC e Transtornos do Espectro Obsessivo-Compulsivo da Holiste Psiquiatria e Mestre em Medicina e Sa&uacute;de, Ra&iacute;za Alves Pereira, &agrave; primeira vista, essas experiências parecem não ter relação entre si. Podem soar como manias ou idiossincrasias. “No entanto, todas podem ser manifestações do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Trata-se de uma condição marcada pela presença de obsessões &mdash; pensamentos, imagens ou impulsos intrusivos, indesejados e recorrentes &mdash; frequentemente acompanhadas de compulsões, comportamentos ou atos mentais realizados na tentativa de aliviar o sofrimento que provocam”, explica.</p><p style="text-align: justify;">De acordo com a m&eacute;dica, o TOC costuma surgir cedo, muitas vezes em fases decisivas do desenvolvimento, como a infância e a adolescência. “Apesar disso, seu reconhecimento costuma demorar anos”, enfatiza a especialista da Holiste Psiquiatria. Em um estudo norte-americano com adultos com TOC, o intervalo m&eacute;dio entre o in&iacute;cio do transtorno e o diagn&oacute;stico foi de aproximadamente sete anos. Assim, o adoecimento atravessa diferentes etapas da vida, interferindo na trajet&oacute;ria escolar, nos relacionamentos, na inserção profissional e na autonomia. A psiquiatria ressalta que o impacto sobre a qualidade de vida &eacute; comparável ao observado em pessoas com esquizofrenia. “Ainda assim, a doença continua sendo lembrada, no imaginário popular, quase exclusivamente pela caricatura da “mania de limpeza”. Quando aquilo que uma pessoa vive não se parece com essa imagem, reconhecer-se como algu&eacute;m que pode ter TOC torna-se ainda mais dif&iacute;cil”, salienta.</p><p style="text-align: justify;"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/08/94797_bcfff1a8fee9f2dd9e1922f341e3be71.jpg"><br></p><p style="text-align: justify; "><b><i>Psiquiatra Ra&iacute;za Alves Pereira. Foto: Divulgação/Mkt da Holiste Psiquiatria</i></b></p><p style="text-align: justify; ">A vergonha &eacute; um componente central do TOC.  A maioria dos pacientes reconhece que seus pensamentos são excessivos e incongruentes com o que acreditam. Muitos passam a interpretá-los como evidência de um defeito moral, como se um pensamento tivesse o mesmo peso que uma ação. </p><p style="text-align: justify;">&Eacute; frequente que o conte&uacute;do das obsessões envolva justamente aquilo que a pessoa mais valoriza: seus filhos, sua f&eacute;, sua moralidade, sua responsabilidade ou sua identidade. Por isso, pensamentos intrusivos podem ser interpretados não como sintomas, mas como revelações sobre quem se &eacute;. O transtorno deixa de produzir d&uacute;vidas apenas sobre o mundo e passa a produzir d&uacute;vidas sobre si mesmo: “E se eu for uma pessoa ruim?”, “O que &eacute; meu e o que &eacute; do TOC?”. A vergonha alimenta o isolamento, favorece a ocultação dos sintomas e pode fazer parte do ciclo de manutenção do transtorno, reforçando as compulsões. </p><p style="text-align: justify;">Há, de um lado, sintomas dif&iacute;ceis de revelar e, do outro, manifestações cl&iacute;nicas que nem sempre são investigadas. Esse desencontro pode adiar por anos o diagn&oacute;stico e o tratamento adequados. A vergonha costuma ser uma das primeiras barreiras ao tratamento do TOC. Entender que pensar em algo não &eacute; o mesmo que desejar ou agir, e que esses pensamentos são manifestações de um transtorno, não reflexos do caráter, pode transformar a maneira como os pacientes se relacionam com seus sintomas. Tratar esses sintomas começa por torná-los reconhec&iacute;veis e permitir que aquilo que permaneceu escondido por anos seja finalmente dito.</p><p style="text-align: justify; "><br></p><p>              </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Brasil participa de pesquisa inédita que busca a cura da hepatite B</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94791/brasil-participa-de-pesquisa-inedita-que-busca-a-cura-da-hepatite-b.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sun, 30 Aug 2026 14:22:02 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Duas universidades p&uacute;blicas brasileiras se uniram a instituições internacionais na busca de novos tratamentos e at&eacute; mesmo de uma cura para a hepatite B.O cons&oacute;rcio &eacute; liderado pela Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, e &eacute; composto por grupos de pesquisa do Brasil, &Iacute;ndia, Senegal e Uganda. O Brasil &eacute; representado pelo Hospital Universitário Cassiano Ant&ocirc;nio Moraes da Universidade Federal do...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Duas universidades p&uacute;blicas brasileiras se uniram a instituições internacionais na busca de novos tratamentos e at&eacute; mesmo de uma cura para a hepatite B.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700702&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700702&amp;o=node"></p><p>O cons&oacute;rcio &eacute; liderado pela Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, e &eacute; composto por grupos de pesquisa do Brasil, &Iacute;ndia, Senegal e Uganda. O Brasil &eacute; representado pelo Hospital Universitário Cassiano Ant&ocirc;nio Moraes da Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo (Hucam-Ufes) e pela Universidade de São Paulo (USP).</p><p>A pesquisa global irá observar, a n&iacute;vel celular, tanto o comportamento do v&iacute;rus em pacientes de diferentes pa&iacute;ses como as respostas imunol&oacute;gicas das pessoas infectadas. Serão analisadas tamb&eacute;m pessoas infectadas ao mesmo tempo por hepatite B e HIV.</p><p>“A hepatite B não tem cura, esse &eacute; o grande objetivo global”, diz a professora do Hucam-Ufes, referência no assunto, Tânia Reuter. “O primeiro objetivo &eacute; eliminar as hepatites virais, no nosso caso aqui, eliminar a hepatite B como problema de sa&uacute;de p&uacute;blica at&eacute; 2030”, enfatiza.</p><div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/f6Z-E3JRzBMqfyEO_dmNKnrrl98=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/08/26/whatsapp_image_2026-08-25_at_10.59.27_1.jpeg?itok=dALbSUqB" alt="Brasil participa de pesquisa in&eacute;dita que busca a cura da hepatite B. Professora do Hucam-Ufes, referência no assunto, Tânia Reuter. Foto: Hucam/Divulgação" title="Hucam/Divulgação"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><h6 class="meta">Professora do Hucam-Ufes Tânia Reuter, referência no estudo da hepatite B. Foto: <strong>Hucam/Divulgação</strong></h6></div></div><h2>Pesquisa in&eacute;dita</h2><p>O cons&oacute;rcio foi criado em 2023, mas acabou sendo suspenso em 2024 e retomado no ano seguinte. No Brasil, o estudo teve in&iacute;cio este ano e deverá durar cerca de 5 anos. A metodologia integra pesquisa cient&iacute;fica básica com prática cl&iacute;nica.</p><p>Reuter explica que os pesquisadores irão observar 600 pacientes com hepatite B e com a coinfecção por hepatite B e HIV por cerca de quatro anos e meio cada. Serão 150 pacientes de cada pa&iacute;s. Desses, 75 serão analisados pela equipe dela.</p><p><strong>O estudo pretende identificar o que faz com que o v&iacute;rus evolua diferentemente em cada paciente</strong>, quais caracter&iacute;sticas gen&eacute;ticas são capazes de proteger as pessoas de uma evolução mais rápida e quais subpart&iacute;culas do v&iacute;rus podem funcionar como preditores de cura ou de tratamento.</p><blockquote><p>"Eu quero descobrir alvos que possam auxiliar no manejo para cura da hepatite B”, explica a pesquisadora. "[O que for achado] pode ser um alvo para desenvolvimento de fármacos, sejam imunoestimuladores, imunomodulador, etc", diz. </p></blockquote><p>Reuter iniciou o recrutamento dos pacientes em julho e, at&eacute; o momento, conta com 40 participantes. Ela pretende ter o grupo de 75 completo at&eacute; o final deste ano. O prazo dado pela pesquisa &eacute; at&eacute; meados de 2027.</p><p>“O v&iacute;rus da hepatite B &eacute; um dos maiores causadores de câncer hepático. Câncer primário de f&iacute;gado ou hepatocarcinoma”, diz. “A gente está aqui trabalhando para mitigar a evolução de cirrose e câncer hepático”, enfatiza Reuter.</p><h2>Hepatite B</h2><p>A hepatite B &eacute; uma doença viral silenciosa que ataca o f&iacute;gado. Ela ainda não tem cura e a progressão pode levar a quadros de cirrose, câncer hepático e morte. Segundo a OMS, cerca de 240 milhões de pessoas vivem com infecção cr&ocirc;nica, segundo dados de 2024.</p><p><strong>Somente no Brasil, segundo o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 276,6 mil casos foram confirmados entre 2000 a 2022.</strong></p><p>A hepatite B pode ser transmitida sexualmente e por contato com sangue contaminado, inclusive durante a gestação ou no parto, passando da mãe para o bebê. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cl&iacute;nica M&eacute;dica, <strong>o v&iacute;rus do tipo B &eacute; 100 vezes mais contagioso que o HIV</strong>. </p><p>A meta global da OMS &eacute; erradicar o HIV, as hepatites virais e as infecções sexualmente transmiss&iacute;vel (ISTs) como ameaças &agrave; sa&uacute;de p&uacute;blica at&eacute; 2030. Segundo relat&oacute;rio da organização divulgado em julho deste ano, as infecções por hepatites virais anuais ca&iacute;ram 32% globalmente desde 2015, refletindo o aumento na cobertura da vacinação infantil, que alcançou 84% em 2024.</p><h2>Prevenção</h2><p>De acordo com o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, a principal forma de prevenção &eacute; a vacina, que está dispon&iacute;vel no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) para todas as pessoas não vacinadas, independentemente da idade.</p><p>Para crianças, a recomendação &eacute; que se façam quatro doses da vacina, sendo: ao nascer, aos 2, 4 e 6 meses de idade. Já para a população adulta, via de regra, o esquema completo se dá com aplicação de três doses.</p><p>Outras formas de prevenção são uso de preservativo interno e externo em todas as relações sexuais e não compartilhar objetos perfurocortantes e os de uso pessoal.  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Demora no diagnóstico agrava esclerose múltipla, alerta associação</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94773/demora-no-diagnostico-agrava-esclerose-multipla-alerta-associacao.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/94773/demora-no-diagnostico-agrava-esclerose-multipla-alerta-associacao.html</guid>
			<pubDate>Sun, 30 Aug 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Cerca de um quarto dos pacientes com esclerose múltipla chega a demorar mais de cinco anos para receber o diagn&oacute;stico, o que favorece a progressão da doença. O alerta foi feito por uma pesquisa da HSR Health, em parceria com a Roche Farma, divulgada pela Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM) nesta sexta-feira (28).Lançado durante o Agosto Laranja, mês de conscientização contra a doença, o estudo ouviu 368 pessoas em tratamento contra esclerose múltipla no...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Cerca de um quarto dos pacientes com esclerose múltipla chega a demorar mais de cinco anos para receber o diagn&oacute;stico, o que favorece a progressão da doença. O alerta foi feito por uma pesquisa da HSR Health, em parceria com a Roche Farma, divulgada pela Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM) nesta sexta-feira (28).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700808&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700808&amp;o=node"></p><p>Lançado durante o Agosto Laranja, mês de conscientização contra a doença, o estudo ouviu 368 pessoas em tratamento contra esclerose múltipla no Brasil.</p><p>Mais da metade dos entrevistados (56,8%) recebeu um diagn&oacute;stico incorreto antes da confirmação da esclerose múltipla. Al&eacute;m disso, <strong>26,6% esperaram mais de cinco anos pelo diagn&oacute;stico definitivo, e 14,1% levaram uma d&eacute;cada ou mais entre os primeiros sintomas e a confirmação da doença</strong>.</p><p>De acordo com o neurologista Rodrigo Kleinpaul, coordenador do Ambulat&oacute;rio de Neuroimunologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), <strong>a agilidade no diagn&oacute;stico &eacute; importante para retardar danos permanentes que possam ser causados pela doença</strong>.</p><p>“Chega o momento em que esse dano no c&eacute;rebro ou na medula vai diminuindo a reserva que o paciente tem, aquela reserva funcional. E começa o que a gente chama de progressão de incapacidade e isso pode levar o paciente a ficar com incapacidade definitiva”, disse.</p><blockquote><p> “A gente viu que o paciente passa, mais ou menos, por at&eacute; quatro m&eacute;dicos diferentes e demora, em m&eacute;dia, três anos para ter o diagn&oacute;stico correto”.</p></blockquote><p>Segundo a pesquisa, para 36% dos entrevistados, a principal barreira at&eacute; o diagn&oacute;stico são os m&eacute;dicos e profissionais de saúde e, para 23%, são exames e investigações, como a ressonância magn&eacute;tica, que &eacute; um eprocedimento de custo mais alto. </p><p>Outros 18% apontaram a pr&oacute;pria demora do diagn&oacute;stico, enquanto 12% indicaram os custos no acesso ao diagn&oacute;stico correto.</p><h2>Doença inflamat&oacute;ria cr&ocirc;nica </h2><p><strong>Cerca de 40 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla, de acordo com a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM)</strong>. A doença acomete principalmente mulheres jovens, na faixa etária de 20 a 40 anos, em sua fase mais produtiva.</p><p>Inflamat&oacute;ria, cr&ocirc;nica e autoimune, a enfermidade faz com que o sistema imunol&oacute;gico ataque a mielina, estrutura que reveste e protege as fibras nervosas, prejudicando a comunicação entre o c&eacute;rebro e o restante do corpo. </p><p>A consequência são impactos na mobilidade, trabalho, rotina, saúde mental e autonomia. A esclerose múltipla &eacute; a causa mais comum de incapacidade por doenças neurol&oacute;gicas em pacientes jovens, excluindo causas traumáticas.</p><p><strong>Como os sintomas são parecidos com os de outras doenças, isso gera dificuldade diagn&oacute;stica, explica Kleinpaul</strong>. Embaçamento visual, por exemplo, pode ser interpretado como um problema de vista. O mesmo acontece com dor, dormência, formigamento. Al&eacute;m disso, esses sintomas iniciais tendem a melhorar sozinhos.</p><p>“Não &eacute; incomum uma mulher jovem chegar ao pronto-socorro com queixa de formigamento e dormência e receber o diagn&oacute;stico de ansiedade. Então, isso tamb&eacute;m gera atraso de diagn&oacute;stico”, afirmou o especialista.</p><h2>"Não conseguia respirar"</h2><p>Desde os primeiros sintomas, a educadora física Lucimara de Lima Santana, de 44 anos, percorreu consult&oacute;rios de m&eacute;dicos especialistas em São Paulo por quatro anos at&eacute; descobrir a doença.</p><p>“Se eu tinha problema de visão, eu ia no oftalmologista; dificuldade para andar, ia no ortopedista; e como eu tenho colangite biliar primária [inflamação com fibrose progressiva dos dutos biliares no fígado], achava que a fadiga intensa era da colangite”.</p><p>Entre 2023 e 2024, a situação se tornou insustentável para Lucimara, que passou a sentir sintomas mais pesados. </p><blockquote><p>“Eu não conseguia respirar direito por causa da fadiga, era muita dor. Fiquei sem trabalhar um tempo, porque não sabia o que era, não conseguia sair da cama. Os m&eacute;dicos diziam que podia ser dengue e outras doenças”.</p></blockquote><p> </p><div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/4adG65pteB7X1Ku0WT4Yfsdle54=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/08/27/whatsapp_image_2026-08-27_at_13.56.47.jpeg?itok=oWz8uoOU" alt="Brasília (DF), 27/08/2026 - FOTO DE ARQUIVO - A paciente com esclerose múltipla, Lucimara Santana. Foto: Lucimara Santana/Arquivo pessoal" title="Lucimara Santana/Arquivo pessoal"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><div class="meta"> A paciente com esclerose múltipla, Lucimara Santana. Foto: <strong>Lucimara Santana/Arquivo pessoal</strong></div></div></div><p>Quando se consultou com um ortopedista, ele pediu ressonância magn&eacute;tica do crânio e da cervical, e o resultado acusou uma doença paralisante. </p><p>Em seguida, um neurologista especialista solicitou outra ressonância do crânio e de toda a coluna, desde a cervical at&eacute; a lombar. Lucimara fez tamb&eacute;m coleta do líquor (líquido cefalorraquidiano). Todos esses exames deram positivo para esclerose múltipla (EM). </p><p>Professora de educação física concursada na Prefeitura de Taboão da Serra, município da Região Metropolitana de São Paulo, Lucimara não consegue mais ficar em p&eacute; no mesmo lugar durante muito tempo, por conta da fadiga e tamb&eacute;m do calor. </p><p>Para continuar a trabalhar, precisou se adaptar. Como já era instrutora de Pilates desde 2014, ela aprendeu a dar aulas online desse m&eacute;todo de exercício físico durante a pandemia da Covid-19. </p><p>Atualmente, ela tem dois alunos e está &agrave; procura de novos. Uma vez por semana, ela atende presencialmente 25 alunos em uma academia e integra tamb&eacute;m o movimento Minha Voz Importa, no qual ensina o benefício do exercício no tratamento das pessoas com esclerose múltipla.</p><h2>Tratamento evoluiu</h2><p><strong>Segundo a pesquisa, a maior parte dos pacientes ouvidos tem a esclerose múltipla sob controle: 48% estão estáveis ou em remissão</strong>. Al&eacute;m disso, 39% são economicamente ativos atualmente. </p><p>A doença não tem cura, mas o neurologista ressalta que houve um avanço no controle de sua progressão. </p><blockquote><p>“Dez anos atrás, uma mulher jovem diagnosticada com 20 anos de idade, aos 40 anos já estaria em uma cadeira de rodas. Hoje, a gente consegue evitar que isso aconteça”, disse Rodrigo Kleinpaul.</p></blockquote><p>“A gente impede que esse paciente vá para uma cadeira de rodas, use uma bengala, tenha dificuldade de enxergar. Estamos falando de pessoas de idade economicamente ativa que, &agrave;s vezes, por incapacidade, podem estar fora do mercado de trabalho, podem não estar constituindo uma família”.</p><p><strong>O acesso ao tratamento, por&eacute;m, tamb&eacute;m pode ser um desafio: 41,2% relataram ter deixado de realizá-lo ou tiveram que remarcá-lo por dificuldades de acesso, como burocracia dos planos de saúde ou falta de medicação</strong>. </p><p>Mesmo com o tratamento, a rotina dos pacientes continua sendo marcada por obstáculos. O levantamento mostra que 73,4% deixaram de realizar uma s&eacute;rie de atividades que gostariam por problemas emocionais; e 41,6% evitam encontros sociais com frequência.</p><p>A doença tamb&eacute;m afeta a vida profissional: 72,8% relatam prejuízos na renda ou nas oportunidades de crescimento, enquanto 32,6% afirmam ter escondido o diagn&oacute;stico no ambiente de trabalho por medo de preconceito ou demissão. Al&eacute;m disso, 85,6% convivem com gastos mensais extras relacionados &agrave; doença.</p><p>O mais comum, segundo indicou o neurologista, são problemas de ansiedade e depressão. “A gente costuma dizer que depois do diagn&oacute;stico de uma doença cr&ocirc;nica, tem a fase do luto. O paciente tem revolta, negação, tristeza, depressão, at&eacute; a aceitação”.</p><p>Rodrigo Kleinpaul reconheceu que, ao mesmo tempo que existe uma preocupação dos pacientes com a vida futura, falta acolhimento em sua jornada.</p><p>&Eacute; necessário maior esclarecimento das pessoas que estão em torno desses pacientes, afirma para que saibam que muitos sintomas são invisíveis e que há um dia em que o paciente vai estar bem, mas em outro ele vai estar mais comprometido.</p><p>   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto:NeuroGraphix Studio/ AdobeStock]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Ministério da Saúde reforça chamamento para vacina contra o sarampo</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Sat, 29 Aug 2026 18:32:48 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Diante da ocorrência de casos de sarampo em São Paulo ao longo dos &uacute;ltimos meses, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de reforçou o chamamento para que a população mantenha a caderneta de vacinação atualizada.A Campanha Nacional de Multivacinação segue at&eacute; a pr&oacute;xima terça-feira (1º) e tem como objetivo verificar a situação vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos e aplicar as doses necessárias, incluindo a tr&iacute;plice viral, que protege contra o ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Diante da ocorrência de casos de sarampo em São Paulo ao longo dos &uacute;ltimos meses, o <strong>Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de reforçou o chamamento para que a população mantenha a caderneta de vacinação atualizada</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701000&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701000&amp;o=node"></p><p>A <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/campanha-nacional-de-multivacinacao-comeca-nesta-segunda" target="_blank">Campanha Nacional de Multivacinação</a> segue at&eacute; a pr&oacute;xima terça-feira (1º) e tem como objetivo verificar a situação vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos e aplicar as doses necessárias, incluindo a tr&iacute;plice viral, que protege contra o sarampo.</p><p><strong>O Brasil confirmou 27 casos da doença ao longo de 2026.</strong> Desses, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/sao-paulo-chega-26-casos-de-sarampo-em-2026" target="_blank">24 estão relacionados a uma cadeia de transmissão ativa</a> iniciada em junho no estado de São Paulo, sendo 21 casos na capital, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos. </p><p>Ainda de acordo com o minist&eacute;rio, dos outros três casos, dois foram registrados em São Paulo e um no Rio de Janeiro, mas sem relação entre si, e já são considerados encerrados ap&oacute;s 12 semanas sem novas ocorrências associadas.</p><p><strong>Em 2025, foram confirmados 38 casos de sarampo importados ou relacionados &agrave; importação</strong>, todos, segundo a pasta, controlados por meio das ações de vigilância e vacinação.</p><p>“Com isso, o Brasil segue livre da circulação endêmica do sarampo, mesmo diante do aumento de casos registrado em outros pa&iacute;ses das Am&eacute;ricas”, reforçou o minist&eacute;rio em comunicado.</p><h2>Esquema vacinal</h2><p><strong>Altamente contagioso, o sarampo pode ser prevenido por meio da vacina tr&iacute;plice viral, que tamb&eacute;m protege contra a caxumba e a rub&eacute;ola.</strong></p><p>Para crianças, o esquema de rotina prevê duas doses: a primeira aos 12 meses e a segunda aos 15 meses.</p><p>Pessoas de at&eacute; 29 anos de idade que não tenham sido vacinadas ou que não possuam comprovação devem receber duas doses, com intervalo m&iacute;nimo de 30 dias entre elas.</p><p><strong>Para adultos de 30 a 59 anos, &eacute; recomendada uma dose contra o sarampo.</strong></p><p>Em situações onde há circulação do v&iacute;rus, as estrat&eacute;gias de vacinação podem ser ampliadas de acordo com a avaliação epidemiol&oacute;gica.</p><p>Em São Paulo, por exemplo, diante da cadeia de transmissão identificada, o minist&eacute;rio recomendou ampliar a vacinação nos munic&iacute;pios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, e <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/apos-casos-de-sarampo-ministerio-da-saude-recomenda-vacinar-bebes" target="_blank">crianças de 6 a 11 meses devem receber com a chamada dose zero</a>.  </p><p>“A dose zero &eacute; uma estrat&eacute;gia adicional de proteção para crianças menores de 1 ano em cenários de maior risco e não substitui as doses previstas no calendário de rotina aos 12 e 15 meses”, reforçou a pasta.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto:Paulo Pinto/Agencia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Quedas e queimaduras são maior causa de internação de crianças</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94758/quedas-e-queimaduras-sao-maior-causa-de-internacao-de-criancas.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Sat, 29 Aug 2026 18:01:28 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[As quedas e queimaduras foram as causas mais comuns de internação de crianças e adolescentes at&eacute; os 14 anos de idade no Brasil, em 2025. Foram mais de 55 mil internações por quedas, ou 43,4% do total para essa faixa etária, e mais de 25 mil internações por queimaduras, 19,6% do total.Os dados, compilados pelo Projeto Criança Segura, da ONG Aldeias Infantis SOS, foram retirados diretamente do DataSUS, reposit&oacute;rio de dados que re&uacute;ne as notificações em sa&uacute;de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>As quedas e queimaduras foram as causas mais comuns de internação de crianças e adolescentes at&eacute; os 14 anos de idade no Brasil, em 2025. <strong>Foram mais de 55 mil internações por quedas, ou 43,4% do total para essa faixa etária</strong>, e mais de 25 mil internações por queimaduras, 19,6% do total.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700994&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700994&amp;o=node"></p><p>Os dados, compilados pelo Projeto Criança Segura, da ONG Aldeias Infantis SOS, foram retirados diretamente do DataSUS, reposit&oacute;rio de dados que re&uacute;ne as notificações em sa&uacute;de no pa&iacute;s. </p><p><strong>Em 2025, ocorreram mais de 1,6 milhão de hospitalizações de pessoas no pa&iacute;s por acidentes, consideradas todas as faixas de idade.</strong> Crianças e adolescentes at&eacute; os 14 anos de idade responderam por 162 mil dessas internações, 9,7% do total, sendo que 128,5 mil, 79,3% do total, mapeadas pelo Projeto Criança Segura.</p><p>A cada mês, em 2025, 10,7 mil crianças e adolescentes at&eacute; os 14 anos de idade foram hospitalizadas em decorrência de acidentes no Brasil, com maior incidência nos estados de São Paulo, com 19.837 (15,4%), Minas Gerais, com 12.183 (9,5%) e Paraná, com 10.708 (8,3%). As menores incidências foram nos estados do Amapá, 468 (0,4%), Roraima 543 (0,4%) e Sergipe, com 297 hospitalizações, 0,2%.</p><p>Quando ponderados em relação &agrave; população, os dados mostram uma realidade um pouco diferente. <strong>O Pará teve a maior taxa de internações, correspondendo a 120 hospitalizações por 100 mil habitantes.</strong> </p><p>Segundo colocado, o Tocantins teve taxa de 113, e o Maranhão de 102 por 100 mil habitantes em 2025. </p><p>No outro extremo estão os estados do Rio de Janeiro, com taxa de 43 hospitalizações por 100 mil, o Rio Grande do Norte, com taxa de 39 por 100 mil, e Sergipe, com taxa de 13 por 100 mil.</p><blockquote><p>"Os resultados demonstram que quedas, queimaduras, sinistros de trânsito, intoxicações, sufocações e afogamentos continuam figurando entre as principais causas de internação infantil no Brasil. Investir em ambientes seguros, educação preventiva e fortalecimento de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas significa reduzir hospitalizações, sequelas permanentes e &oacute;bitos evitáveis", destaca o relat&oacute;rio. </p></blockquote><h2>Outras causas</h2><p><strong>Os acidentes de trânsito estão em terceiro lugar das causas de internações por acidentes</strong>, com 12,6 mil ocorrências (9,9%), concentrados na faixa dos 10 aos 14 anos (50,4%) e com presença importante na faixa dos 5 aos 9 anos (32,3%). </p><p>Na sequência, houve 4,2 mil casos de intoxicações (3,3%), sendo que 37,7% desses acidentes com crianças de 1 a 4 anos, e 31,2% em crianças de 5 a 9 anos. </p><p>Com menor incidências estão a sufocação, com 644 ocorrências (0,5%), acometendo em maior grau as crianças de 1 a 4 anos (49,1%); os afogamentos, com 261 casos (0,2%), concentrados tamb&eacute;m com crianças de 1 a 4 anos (71,6%), e acidentes com armas de fogo, com 70 situações (0,1%).</p><p><strong>Ao comparar 2025 com os dois anos anteriores, o relat&oacute;rio observou uma tendência de crescimento nas internações hospitalares de crianças e adolescentes at&eacute; 14 anos, decorrentes de acidentes.</strong> </p><p>O aumento foi de 2,2% em 2024 em relação a 2023, e de 5,4%, em 2025, em relação a 2024. </p><p>As categorias em que houve mais aumentos foram intoxicações, com aumento de 19,7% na comparação 2024/2025, sufocação, 10,8%, e queimaduras, 7,4%. </p><p><strong>Os acidentes com armas de fogo foram a &uacute;nica categoria em que houve redução de ocorrências</strong>, na ordem de 13,6%, tamb&eacute;m com certa tendência de redução. O aumento consolidado de hospitalizações de crianças e adolescentes no triênio 2023 a 2025 foi de 9.221 casos: 7,7%.</p><h2>Educação</h2><p>O relat&oacute;rio foi taxativo ao colocar as campanhas educativas e uma maior atenção aos pequenos como decisivas para diminuir os &iacute;ndices. A estimativa &eacute; que mais de 90% dos acidentes com esse p&uacute;blico sejam evitáveis, e o uso de celulares aparece como um elemento importante. A desatenção dos cuidadores &eacute; apontada como um fator decisivo para os aumentos recentes em ocorrências.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto:Marcelo Camargo/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Dia de Combate ao Fumo: treinar não combina com fumar, destaca Inca</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94712/dia-de-combate-ao-fumo-treinar-nao-combina-com-fumar-destaca-inca.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:11:53 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Câncer (Inca) promoveu, nesta quinta-feira (27), evento on-line em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Fumo, lembrado em 29 de agosto. Neste ano, a campanha tem como tema “Atividade f&iacute;sica e sa&uacute;de: treinar não combina com fumar”. A finalidade &eacute; destacar os efeitos opostos da prática de exerc&iacute;cios e do uso de produtos de tabaco e nicotina sobre o organismo.Segundo o Inca, a atividade f&iacute;sica fortalece os sistemas cardiovascular,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O <a href="https://www.gov.br/inca/pt-br" target="_blank">Instituto Nacional de Câncer (Inca) </a>promoveu, nesta quinta-feira (27), evento on-line em alusão ao <a href="https://www.inca.gov.br/assuntos/dia-nacional-de-combate-ao-fumo" target="_blank">Dia Nacional de Combate ao Fumo</a>, lembrado em 29 de agosto. Neste ano, a campanha tem como tema “Atividade f&iacute;sica e sa&uacute;de: treinar não combina com fumar”. </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700812&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700812&amp;o=node"></p><p><strong>A finalidade &eacute; destacar os efeitos opostos da prática de exerc&iacute;cios e do uso de produtos de tabaco e nicotina sobre o organismo.</strong></p><p>Segundo o Inca, a atividade f&iacute;sica fortalece os sistemas cardiovascular, respirat&oacute;rio e muscular, melhorando o condicionamento e a qualidade de vida. Já o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/tabagismo-0" target="_blank">tabagismo</a> compromete essas funções, reduz o desempenho f&iacute;sico e aumenta o risco de doenças cr&ocirc;nicas. </p><p>A prática de exerc&iacute;cios tamb&eacute;m pode ser uma aliada para o fim do tabagismo, ao ajudar a reduzir a vontade de fumar e os sintomas da abstinência.</p><p>Para a psic&oacute;loga e especialista no tratamento do tabagismo do Inca Vera Borges, a atividade f&iacute;sica tem papel fundamental na melhora da sa&uacute;de como um todo. </p><p>“Esse tema guarda a necessidade de alertar os fumantes de cigarros e de vapes que fazem atividade f&iacute;sica e que acreditam que o exerc&iacute;cio reduz o risco de adoecimento. Quaisquer das formas desse produto vai trazer preju&iacute;zo &agrave; sa&uacute;de.”</p><p>Segundo Vera, todos os ganhos advindos da prática regular de uma atividade f&iacute;sica são perdidos com os danos causados pelo tabagismo. </p><p><strong>Dessa forma, o Inca busca prevenir o tabagismo e fortalecer comportamentos saudáveis, proteger ambientes livres dos produtos da nicotina e promover o fim do tabagismo. </strong></p><blockquote><p>“Treinar e fumar &eacute; incompat&iacute;vel, quando a gente pensa no cuidado &agrave; sa&uacute;de.”</p></blockquote><h2>Cigarros eletr&ocirc;nicos</h2><p><strong>A campanha tamb&eacute;m tem como foco informar sobre os danos causados pela dependência &agrave; nicotina no universo dos <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/tabagismo-e-maior-entre-jovens-de-16-24-anos-alerta-pesquisa" target="_blank">adolescentes e jovens</a>, al&eacute;m de alertar sobre a experimentação de dispositivos eletr&ocirc;nicos para fumar, os <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/vape" target="_blank">vapes</a>, e outros derivados do tabaco. </strong></p><p>De acordo com a especialista, esse p&uacute;blico &eacute; levado a acreditar que os eletr&ocirc;nicos são produtos menos danosos ao condicionamento f&iacute;sico. Atualmente, ela alerta que o uso de sachês de nicotina &eacute; promovido nas redes sociais por influenciadores e atletas como um estimulante natural de bem-estar.</p><p>Segundo a psic&oacute;loga, enquanto a atividade f&iacute;sica fortalece os sistemas cardiovascular, respirat&oacute;rio e muscular, o uso do tabaco compromete essas funções, reduz o desempenho f&iacute;sico e eleva o risco de doenças cr&ocirc;nicas.</p><blockquote><p>“Fumantes têm menor resistência f&iacute;sica, fadiga precoce, recuperação mais lenta ap&oacute;s os treinos e maior risco de lesões ou complicações cardiovasculares durante atividades intensas.”</p></blockquote><p><strong>Os benef&iacute;cios da atividade f&iacute;sica ficam comprometidos diante do uso de tabaco e nicotina com danos &agrave; sa&uacute;de por meio de mecanismos como:</strong></p><ul><li>Vasoconstrição &ndash; a nicotina contrai os vasos sangu&iacute;neos reduzindo o fluxo de sangue para os m&uacute;sculos e &oacute;rgãos;</li><li>Privação de oxigênio &ndash; redução da capacidade do sangue de transportar oxigênio, privando os m&uacute;sculos desse elemento essencial durante o esforço f&iacute;sico;</li><li>Preju&iacute;zo pulmonar &ndash; inflamação das vias a&eacute;reas reduzindo a função pulmonar, dificultando a respiração;</li><li>Sobrecarga energ&eacute;tica &ndash; o esforço f&iacute;sico torna-se maior para atividades que exigiriam menos energia de uma pessoa não fumante  </li></ul>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: M&aacute;rcio Cunha ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>ABBR realiza palestra gratuita sobre o papel da psicologia na reabilitação multidisciplinar</title>
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			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 18:44:39 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (26), a Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR) irá realizar a palestra *gratuita* “Cuidar para al&eacute;m do corpo: a Psicologia na reabilitação multidisciplinar”. Realizado no audit&oacute;rio da instituição &ndash; localizada no Jardim Botânico &ndash;, o encontro acontecerá em formato de mesas-redondas, das 9h &agrave;s 13h30.Em comemoração ao Dia do Psic&oacute;logo (celebrado em 27 de agosto), o evento irá reforçar o papel central da ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Nesta quarta-feira (26), a Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR) irá realizar a palestra *gratuita* “Cuidar para al&eacute;m do corpo: a Psicologia na reabilitação multidisciplinar”. Realizado no audit&oacute;rio da instituição &ndash; localizada no Jardim Botânico &ndash;, o encontro acontecerá em formato de mesas-redondas, das 9h &agrave;s 13h30.</p><p style="text-align: justify; ">Em comemoração ao Dia do Psic&oacute;logo (celebrado em 27 de agosto), o evento irá reforçar o papel central da Psicologia em meio &agrave;s mudanças emocionais, sociais e comportamentais que acontecem com a pessoa durante o processo de reabilitação. De acordo com o diretor m&eacute;dico da ABBR, João Grangeiro, a palestra tem o prop&oacute;sito de reforçar os cuidados necessários com o paciente frente &agrave;s transformações ocorridas por lesões ou adoecimento.</p><p style="text-align: justify; ">“A recuperação exige um olhar atento para cada etapa vivenciada pelo paciente. Nesse contexto, o olhar psicol&oacute;gico contribui para compreender as particularidades de cada pessoa, fortalecer sua confiança e ajudá-la a encontrar caminhos para lidar com os desafios que surgem ao longo do tratamento. &Eacute; uma atuação que se soma &agrave;s demais especialidades e amplia a qualidade do suporte oferecido”, afirma.</p><p style="text-align: justify; ">A oportunidade será dividida em dois momentos. O primeiro acontecerá logo de in&iacute;cio, das 9h &agrave;s 10h30. Na oportunidade, a mesa-redonda irá contar com o debate de cinco profissionais. São elas: *Luciana Vasconcelos (m&eacute;dica da ABBR)* , *Amanda Andrade (terapeuta ocupacional no CERN)* , *Eliana Figueiredo (psic&oacute;loga da ABBR)* e *Tamara Mesquita (assistente social da ABBR)* . Juntas, elas irão abordar as contribuições da Psicologia na infância.</p><p style="text-align: justify; ">Ap&oacute;s um coffee break de meia-hora, começará a segunda roda de conversa. Neste momento, o tema central debaterá o paciente no centro do cuidado, reafirmando seu “protagonismo” na recuperação. A discussão será integrada pelas profissionais *Ana Lu&iacute;za Baptista (m&eacute;dica da ABBR)* , *Cristiane Barbosa (assistente social da ABBR)* , *Dárcia Marques Tib&uacute;rcio (psic&oacute;loga da ABBR)* e *Milena Cunha (terapeuta ocupacional da ABBR)* . A sessão vai ocorrer entre 11h e 12h30.</p><p style="text-align: justify; ">Entre 12h30 e 13h, ainda haverá a abertura de perguntas para o p&uacute;blico presente na reunião. O encerramento está previsto para &agrave;s 13h30. As inscrições devem ser realizadas no site <a href="https://eventos.abbr.org.br/"><b>https://eventos.abbr.org.br/</b></a>.</p><p style="text-align: justify;">_*Resumo:*_</p><p style="text-align: justify;">_*Data:*_ 26 de agosto (quarta-feira).</p><p style="text-align: justify;">_*Horário:*_ das 9h &agrave;s 13h30.</p><p style="text-align: justify; ">_*Local:*_ Audit&oacute;rio da ABBR, localizado na Rua Jardim Botânico, n° 660, Jardim Botânico, Rio de Janeiro-RJ.  </p>]]></content:encoded>
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			<title>Fibromialgia ganha destaque na novela e reacende debate sobre dor invisível e demora no diagnóstico</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 17:24:29 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A fibromialgia ganhou espaço no horário nobre. Em Quem Ama Cuida, novela das 9 da TV Globo, Elisa, personagem interpretada por Isabela Garcia, recebe o diagn&oacute;stico da doença depois de enfrentar sintomas que afetam sua rotina e qualidade de vida. Fora da ficção, hist&oacute;rias semelhantes vêm sendo relatadas por mulheres que passaram meses ou at&eacute; anos tentando entender a origem de dores persistentes, cansaço e outros sintomas.O assunto ganhou ainda mais repercussão com...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="FirstParagraph" style="text-align: justify; ">A fibromialgia ganhou espaço no horário nobre. Em <i>Quem Ama Cuida</i>, novela das 9 da TV Globo, Elisa, personagem interpretada por Isabela Garcia, recebe o diagn&oacute;stico da doença depois de enfrentar sintomas que afetam sua rotina e qualidade de vida. Fora da ficção, hist&oacute;rias semelhantes vêm sendo relatadas por mulheres que passaram meses ou at&eacute; anos tentando entender a origem de dores persistentes, cansaço e outros sintomas.</p><p style="text-align: justify; ">O assunto ganhou ainda mais repercussão com relatos recentes de celebridades. A atriz Carol Castro contou publicamente que conviveu durante anos com dores e cansaço e que chegou a normalizar os sintomas antes de descobrir a fibromialgia. Já Franciely Freduzeski revelou ter levado cerca de quatro anos e passado por dezenas de m&eacute;dicos at&eacute; chegar ao diagn&oacute;stico.</p><p style="text-align: justify; ">Outros nomes conhecidos, como Dani Valente e Cristiana Oliveira, tamb&eacute;m já falaram sobre a convivência com a doença. Internacionalmente, Lady Gaga tornou p&uacute;blica sua experiência com a fibromialgia e os impactos das crises em sua vida profissional.</p><p style="text-align: justify; ">A exposição do tema na televisão e nos relatos de pessoas conhecidas ajuda a chamar atenção para uma questão frequente nos consult&oacute;rios: quando uma dor deixa de ser consequência do cansaço, da rotina ou do estresse e merece uma investigação mais cuidadosa?</p><p style="text-align: justify; ">Segundo a m&eacute;dica Márcia Umbelino, um dos desafios &eacute; justamente não normalizar sintomas persistentes.</p><p style="text-align: justify; ">“Existe uma diferença entre chegar ao fim de um dia cansativo sentindo o corpo pesado e conviver repetidamente com dor difusa, fadiga intensa e a sensação de acordar sem ter descansado. Quando esses sintomas persistem e começam a interferir no trabalho, no sono, na atividade f&iacute;sica ou na vida social, eles precisam ser investigados”, explica.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="X782bd8583b7507636a349f2bed1167dae20a6ce">Dor existe mesmo quando os exames não mostram alterações</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">A fibromialgia &eacute; uma condição cr&ocirc;nica caracterizada principalmente por dor generalizada, frequentemente associada a fadiga, alterações do sono e outros sintomas. Diferentemente de várias doenças inflamat&oacute;rias ou lesões musculoesquel&eacute;ticas, por&eacute;m, não existe um exame de sangue ou de imagem espec&iacute;fico capaz de confirmar sozinho o diagn&oacute;stico.</p><p style="text-align: justify;">Isso significa que uma pessoa pode realizar exames que não apresentam alterações significativas e, ainda assim, estar sofrendo com um quadro real de dor cr&ocirc;nica.</p><p style="text-align: justify; ">Para Márcia, esse &eacute; um dos pontos que mais precisam ser esclarecidos quando a fibromialgia ganha espaço na ficção ou no debate p&uacute;blico.</p><p style="text-align: justify; ">“Exame normal não significa paciente sem doença e muito menos paciente sem dor. Na fibromialgia, a avaliação &eacute; essencialmente cl&iacute;nica. Os exames podem ser importantes para investigar outras causas e condições associadas, mas não podemos transformar a ausência de uma alteração laboratorial em argumento para desqualificar aquilo que a pessoa está sentindo”, afirma.</p><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">Essa caracter&iacute;stica tamb&eacute;m ajuda a explicar por que alguns pacientes passam por diferentes consultas e especialidades antes de compreender o conjunto dos sintomas.</p><p style="text-align: justify;">Dor muscular pode inicialmente ser atribu&iacute;da &agrave; postura ou ao excesso de atividade; fadiga pode ser interpretada como consequência da rotina; dificuldade de concentração pode ser associada ao estresse; e noites mal dormidas podem ser tratadas de forma isolada.</p><p style="text-align: justify;">&Eacute; justamente a combinação e a persistência dessas queixas que devem chamar atenção.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="fibromialgia-vai-muito-al&eacute;m-da-dor">Fibromialgia vai muito al&eacute;m da dor</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">Embora a dor generalizada seja o sintoma mais conhecido, a fibromialgia não se resume a ela. Fadiga, dificuldade para dormir ou sono não reparador, problemas de concentração e mem&oacute;ria e alterações emocionais podem fazer parte do quadro.</p><p style="text-align: justify; ">“Muitas vezes a pessoa diz: ‘Eu durmo, mas acordo como se não tivesse dormido’. Esse &eacute; um relato que merece atenção. Quando o sono não restaura, a fadiga aumenta, a tolerância &agrave; dor pode piorar e o paciente entra em um ciclo que compromete progressivamente sua qualidade de vida”<b>,</b> explica Márcia.</p><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">Por isso, a avaliação não deve olhar apenas para um sintoma isolado.</p><p style="text-align: justify; ">“O cuidado precisa enxergar o paciente por inteiro. Dor, sono, sa&uacute;de emocional, n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica, rotina e outras condições de sa&uacute;de se comunicam. Tratar apenas uma dessas peças nem sempre &eacute; suficiente”<b>,</b> acrescenta.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="X342a580e085b8c1c1021cc72e9334ef8e32d5b6">Movimento pode fazer parte do tratamento, mas começar devagar &eacute; fundamental</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">Para quem sente dor, a recomendação de praticar exerc&iacute;cios pode parecer contradit&oacute;ria. No entanto, a atividade f&iacute;sica regular e progressiva &eacute; uma das estrat&eacute;gias utilizadas no manejo da fibromialgia.</p><p style="text-align: justify; ">O ponto fundamental, segundo Márcia, &eacute; evitar dois extremos: o sedentarismo completo e a tentativa de iniciar de uma vez uma rotina intensa de exerc&iacute;cios.</p><p style="text-align: justify; ">“Não &eacute; dizer para uma pessoa que está com dor simplesmente ‘vá fazer exerc&iacute;cio’. &Eacute; preciso respeitar o ponto de partida de cada paciente. Muitas vezes começamos com pouco, aumentamos gradualmente e buscamos uma atividade que seja poss&iacute;vel manter. O objetivo não &eacute; desempenho esportivo. &Eacute; recuperar função, autonomia e qualidade de vida”<b>,</b> explica.</p><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">Sono adequado, manejo do estresse, acompanhamento m&eacute;dico e, quando necessário, atuação de diferentes profissionais tamb&eacute;m podem integrar o cuidado. Não existe uma &uacute;nica intervenção que funcione igualmente para todos.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="X02dcec19dc893929db569488eb65a638eea041a">Promessas de cura rápida merecem desconfiança</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify; ">A repercussão de doenças cr&ocirc;nicas nas redes sociais tamb&eacute;m trouxe outro fen&ocirc;meno: a multiplicação de v&iacute;deos e an&uacute;ncios que prometem eliminar a fibromialgia por meio de suplementos, dietas, f&oacute;rmulas, procedimentos ou protocolos isolados.</p><p style="text-align: justify; ">Para Márcia, &eacute; preciso cautela principalmente diante de promessas definitivas.</p><p style="text-align: justify; ">“Quando algu&eacute;m oferece uma solução &uacute;nica e rápida para uma condição complexa, isso deve acender um sinal de alerta. A fibromialgia pode ser controlada e muitas pessoas conseguem melhorar significativamente os sintomas e a qualidade de vida, mas não existe uma f&oacute;rmula universal. O tratamento precisa ser individualizado”<b>,</b> ressalta.</p><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify;">A busca por uma solução milagrosa pode ainda levar o paciente a gastar dinheiro com produtos sem benef&iacute;cio comprovado ou abandonar estrat&eacute;gias terapêuticas que estavam ajudando.</p><p style="text-align: justify; ">“O objetivo não &eacute; colocar a pessoa em uma peregrinação eterna atrás de uma cura milagrosa. &Eacute; construir um cuidado poss&iacute;vel, baseado em evidências e que permita que ela volte a fazer coisas importantes para a pr&oacute;pria vida”<b>,</b> diz.</p><h2 style="text-align: justify;"><a name="Xb7806e122d671abdf57e9d46a9cb41011508671">Acolher não significa tratar a pessoa como incapaz</a></h2><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify; ">A fibromialgia tamb&eacute;m pode afetar as relações familiares. Como a dor nem sempre &eacute; vis&iacute;vel para quem está de fora, pacientes podem enfrentar desde descrença at&eacute; o extremo oposto: familiares que, na tentativa de proteger, passam a tratar aquela pessoa como incapaz.</p><p style="text-align: justify;">Nenhuma das duas atitudes ajuda.</p><p style="text-align: justify; ">“Acolher &eacute; acreditar no relato da pessoa, respeitar seus limites e oferecer ajuda quando ela precisa. Mas isso não significa retirar sua autonomia. O paciente continua sendo protagonista da pr&oacute;pria vida e deve ser estimulado, dentro das suas possibilidades, a preservar movimento, v&iacute;nculos, projetos e independência”<b>,</b> orienta Márcia.</p><p style="text-align: justify; "><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/08/94633_e91168d2b92b922d9fe5f20ce56ee7e6.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p class="FirstParagraph" style="text-align: justify; ">Nesse sentido, a presença da fibromialgia em uma novela de grande audiência pode cumprir um papel que ultrapassa a pr&oacute;pria trama: fazer com que pessoas que convivem há muito tempo com sintomas semelhantes percebam que aquela dor merece ser ouvida e investigada.</p><p>                                                                                  </p><p style="text-align: justify; ">“Quando uma novela coloca um tema de sa&uacute;de na sala das pessoas, ela abre uma oportunidade importante de informação. O cuidado que precisamos ter &eacute; transformar identificação em orientação adequada. A pessoa não deve se autodiagnosticar porque se reconheceu em uma personagem, mas pode usar essa identificação como motivo para procurar avaliação profissional”<b>,</b> conclui Márcia Umbelino.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o TV Globo ]]></media:title> 
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