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		<title>Saúde - Eu, Rio!</title>
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		<item>
			<title>Justiça intervêm em CentroTerapêutico Renovare, em Cachoeiras de Macacu</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93518/justica-intervem-em-centroterapeutico-renovare-em-cachoeiras-de-macacu.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:54:57 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro acompanhou na quinta-feira (16/07), atrav&eacute;s da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Nova Friburgo e 1ª Promotoria de Justiça de Cachoeiras de Macacu, o cumprimento de decisões judiciais proferidas pela 2ª Vara de Cachoeiras de Macacu que determinaram medidas de proteção aos residentes do Centro Terapêutico Renovare. Entre as providências determinadas estiveram a busca e apreensão de documentos, a avaliação...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="texto"><p>O Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro acompanhou na quinta-feira (16/07), atrav&eacute;s da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Nova Friburgo e 1ª Promotoria de Justiça de Cachoeiras de Macacu, o cumprimento de decisões judiciais proferidas pela 2ª Vara de Cachoeiras de Macacu que determinaram medidas de proteção aos residentes do Centro Terapêutico Renovare. Entre as providências determinadas estiveram a busca e apreensão de documentos, a avaliação individualizada dos acolhidos e a desinstitucionalização daqueles que apresentavam condições de retorno ao convívio familiar e comunitário.</p><p>A ação civil pública proposta pelo MPRJ apontou graves irregularidades no funcionamento da instituição, incluindo indícios de acolhimentos involuntários, restrição indevida de liberdade e descumprimento das normas que regulamentam as comunidades terapêuticas. A decisão judicial reconheceu a necessidade de intervenção imediata para assegurar a proteção dos direitos fundamentais das pessoas acolhidas. </p><p>Tamb&eacute;m foi determinado que as pessoas que necessitem de acompanhamento especializado sejam encaminhadas para unidades integrantes ou conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), mediante avaliação t&eacute;cnica das equipes de saúde. O município deverá acompanhar o processo de desinstitucionalização e prestar assistência social e psicossocial aos residentes.</p><p>Al&eacute;m do MPRJ, participaram da diligência as Polícias Civil e Militar, as Secretarias Municipais de Saúde e Assistência Social, da Vigilância Sanitária e demais &oacute;rgãos responsáveis pela execução das medidas judiciais.</p><p>O MPRJ reforça que comunidades terapêuticas devem atuar em conformidade com a legislação vigente, observando a dignidade, a liberdade e os direitos das pessoas acolhidas. Situações de maus-tratos, restrição irregular de liberdade ou funcionamento inadequado de instituições podem ser comunicadas &agrave; Ouvidoria do MPRJ pelo telefone 127 ou pelo portal: www.mprj.mp.br/ouvidoria.</p><p><br></p></div><p></p><div class="contador-visita"></div><p></p><div class="tags"><div class="tag"><br></div><div class="clear">  </div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Comunidade terap&ecirc;utica em Cachoeiras de Macacu foi alvo de medidas judiciais contra abusos aos pacientes, acompanhadas pelo MPRJ. Foto: Ascom MPRJ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Anac alerta para risco de trote com óleo de avião após morte de piloto</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93476/anac-alerta-para-risco-de-trote-com-oleo-de-aviao-apos-morte-de-piloto.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 17:41:27 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O engenheiro e aspirante a piloto Gustavo Henrique Lara teve uma reação al&eacute;rgica e morreu na tarde desta quinta-feira (16) ap&oacute;s um banho de &oacute;leo de aviação comemorativo de seu primeiro voo solo no Centro de Instrução de Aviação Civil (CIAC) de Ponta Grossa (PR). O trote, prática comum para marcar a conquista entre jovens pilotos, levou a uma reação al&eacute;rgica grave. O Serviço de Atendimento M&oacute;vel de Urgência (Samu) de Ponta Grossa confirmou que...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O engenheiro e aspirante a piloto Gustavo Henrique Lara teve uma reação al&eacute;rgica e morreu na tarde desta quinta-feira (16) ap&oacute;s um banho de &oacute;leo de aviação comemorativo de seu primeiro voo solo no Centro de Instrução de Aviação Civil (CIAC) de Ponta Grossa (PR). </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697004&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697004&amp;o=node"></p><p>O trote, prática comum para marcar a conquista entre jovens pilotos, levou a uma reação al&eacute;rgica grave. O Serviço de Atendimento M&oacute;vel de Urgência (Samu) de Ponta Grossa confirmou que atendeu o jovem, de 27 anos, e o levou a um hospital na região, onde faleceu.</p><p><strong>A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) emitiu um alerta de que produtos qu&iacute;micos aeronáuticos, como &oacute;leos e lubrificantes de aviação, não devem, em hip&oacute;tese alguma, ter contato com a pele, podendo trazer riscos &agrave; sa&uacute;de.</strong></p><p>"A Agência reitera a escolas de aviação, aeroclubes e demais organizações de instrução que, na aviação, a segurança vem sempre em primeiro lugar. Por isso, &eacute; essencial repensar ritos de conclusão de etapas da formação e garantir que qualquer manifestação seja conduzida de forma responsável, sem expor alunos, instrutores ou terceiros a risco", explicou, em nota, a Anac, que acompanha o caso.  </p><p>As circunstâncias da morte de Gustavo seguem em apuração pela Pol&iacute;cia Civil. Em nota, o CIAC Ponta Grossa afirmou permanecer &agrave; disposição das autoridades competentes e disse que prestará apoio aos familiares, dentro de suas possibilidades.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o/Anac]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Prefeitura de Maricá cria Núcleo de Oncologia para agilizar atendimento a pacientes com câncer</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93463/prefeitura-de-marica-cria-nucleo-de-oncologia-para-agilizar-atendimento-a-pacientes-com-cancer.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Prefeitura de Maricá criou o Núcleo de Oncologia do município, que funcionará no Centro de Diagn&oacute;stico e Tratamento (CDT) e vai agilizar o atendimento a pacientes com suspeita ou diagn&oacute;stico de câncer. O projeto foi publicado no Diário Oficial de Maricá (DOM) e vai integrar as Unidades de Saúde da Família (USFs), hospitais, Central de Regulação e serviços de referência.“O Núcleo de Oncologia representa um avanço importante para a rede de saúde. A integração...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<figcaption class="wp-caption-text" itemprop="caption">A Prefeitura de Maricá criou o Núcleo de Oncologia do município, que funcionará no Centro de Diagn&oacute;stico e Tratamento (CDT) e vai agilizar o atendimento a pacientes com suspeita ou diagn&oacute;stico de câncer. O projeto foi publicado no Diário Oficial de Maricá (DOM) e vai integrar as Unidades de Saúde da Família (USFs), hospitais, Central de Regulação e serviços de referência.</figcaption><div><p></p><p>“O Núcleo de Oncologia representa um avanço importante para a rede de saúde. A integração dos serviços permitirá acompanhar cada paciente de forma mais pr&oacute;xima, desde a suspeita clínica at&eacute; o tratamento, tornando o processo mais ágil, organizado e resolutivo”, destacou o secretário de Saúde, Dr. Marcelo Velho.</p><p>O projeto institui ainda a atuação da Enfermeira Navegadora, profissional responsável por acompanhar os pacientes desde a suspeita clínica ao p&oacute;s-tratamento. Entre as atribuições estão a coordenação do cuidado, o monitoramento dos casos e a articulação entre os serviços da rede para facilitar o acesso aos procedimentos necessários.</p><p>Com a criação do Núcleo de Oncologia, o município passa a contar com uma estrutura especializada para a linha de cuidado oncol&oacute;gica, promovendo mais integração entre os serviços, al&eacute;m de um atendimento mais ágil e humanizado para pacientes e familiares.  </p></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Matheus Couto]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Incidência de VSR em crianças de até 2 anos está em queda, diz Fiocruz</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93427/incidencia-de-vsr-em-criancas-de-ate-2-anos-esta-em-queda-diz-fiocruz.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Os casos de vírus sincicial respirat&oacute;rio (VSR), que atingem principalmente crianças de at&eacute; 2 anos, estão diminuindo em grande parte do país, segundo o Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (16) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O vírus &eacute; uma das principais causas de bronquiolite nas crianças pequenas. Os dados laboratoriais por faixa etária indicam que a redução dos casos de Síndrome Respirat&oacute;ria Aguda Grave (SRAG) entre crianças de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os casos de vírus sincicial respirat&oacute;rio (VSR), que atingem principalmente crianças de at&eacute; 2 anos, estão diminuindo em grande parte do país, segundo o Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (16) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O vírus &eacute; uma das principais causas de bronquiolite nas crianças pequenas. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696873&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696873&amp;o=node"></p><p>Os dados laboratoriais por faixa etária indicam que a redução dos casos de Síndrome Respirat&oacute;ria Aguda Grave (SRAG) entre crianças de at&eacute; 4 anos &eacute; impulsionada principalmente pela diminuição das hospitalizações por VSR em boa parte do país. Apesar disso, a incidência ainda se mantêm em níveis altos em alguns estados.</p><p><strong>Cinco das 27 unidades da Federação apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul</strong>.</p><p>Entre jovens, adultos e idosos, a queda &eacute; explicada principalmente pela redução das hospitalizações por influenza A. Em crianças de 5 a 14 anos, ela decorre sobretudo da diminuição dos casos graves por rinovírus.</p><p>De acordo com o InfoGripe, &eacute; importante manter medidas de higiene respirat&oacute;ria, como lavar as mãos, cobrir o nariz e a boca com o braço ou um lenço de papel ao tossir ou espirrar e fazer isolamento em caso de aparecimento de sintomas de gripe ou resfriado. Mas, se isso não for possível, a orientação &eacute; sair de casa usando máscara. E, o mais importante, manter a vacinação em dia.</p><h2>Incidência e mortalidade</h2><p>O estudo da Fiocruz revela que a incidência e a mortalidade semanal m&eacute;dias, nas últimas oito semanas epidemiol&oacute;gicas, mantêm o cenário típico de maior impacto nos extremos das faixas etárias analisadas. <strong>Enquanto a incidência de SRAG apresenta impacto mais elevado nas crianças de at&eacute; 2 anos, a mortalidade &eacute; maior na população com 65 anos ou mais</strong>.</p><p>Enquanto a SRAG nas crianças pequenas está associada principalmente ao VSR, a mortalidade maior entre os idosos tem como principal causa o vírus influenza A, para o qual há vacina disponível no Sistema Único de Saúde.</p><h2>Dados epidemiol&oacute;gicos</h2><p>Em 2026, já foram notificados 115.203 casos de SRAG, sendo 60.200 (52,3%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respirat&oacute;rio, 39.743 (34,5%) negativos e, pelo menos, 8.218 (7,1%) aguardando resultado laboratorial.</p><p>Entre os casos positivos registrados no ano, observou-se que 20,8% são de influenza A, 4,5% de influenza B, 40,2% de vírus sincicial respirat&oacute;rio, 30,2% de rinovírus e 4,5% de Sars-CoV-2 (Covid-19).  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Tomaz Silva ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Longevidade íntima: por que mulheres estão buscando tratamentos antes mesmo da menopausa?</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93403/longevidade-intima-por-que-mulheres-estao-buscando-tratamentos-antes-mesmo-da-menopausa.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:18:16 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Durante muito tempo, os cuidados com a sa&uacute;de &iacute;ntima feminina estavam associados apenas ao tratamento de sintomas ou &agrave;s mudanças provocadas pela menopausa. Mas esse cenário começa a mudar. Um n&uacute;mero cada vez maior de mulheres tem buscado acompanhamento ginecol&oacute;gico e estrat&eacute;gias preventivas antes mesmo dessa fase da vida, com foco em qualidade de vida, bem-estar &iacute;ntimo e envelhecimento saudável.A mudança acompanha uma tendência global de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Durante muito tempo, os cuidados com a sa&uacute;de &iacute;ntima feminina estavam associados apenas ao tratamento de sintomas ou &agrave;s mudanças provocadas pela menopausa. Mas esse cenário começa a mudar. Um n&uacute;mero cada vez maior de mulheres tem buscado acompanhamento ginecol&oacute;gico e estrat&eacute;gias preventivas antes mesmo dessa fase da vida, com foco em qualidade de vida, bem-estar &iacute;ntimo e envelhecimento saudável.</p><p>A mudança acompanha uma tendência global de enxergar a sa&uacute;de feminina sob uma perspectiva mais ampla, em que fatores como função hormonal, conforto &iacute;ntimo e qualidade dos tecidos passam a fazer parte das discussões sobre longevidade. Nesse contexto, cresce tamb&eacute;m o interesse por abordagens que buscam preservar a sa&uacute;de &iacute;ntima ao longo dos anos, em vez de atuar apenas quando os sintomas já estão instalados.</p><p>Para especialistas, esse movimento representa uma mudança importante na forma de cuidar da sa&uacute;de da mulher. Assim como já acontece com a pele, os ossos e a sa&uacute;de cardiovascular, a prevenção ganha espaço tamb&eacute;m na ginecologia. O objetivo deixa de ser apenas tratar de alterações relacionadas ao envelhecimento e passa a preservar função, conforto e qualidade de vida em todas as fases da vida feminina.</p><p>Para falar do assunto, o ginecologista Guilherme Henrique Santos, da Onne Clinic (RJ). Seguem abaixo perguntas/respostas com o especialista. </p><p>1. O conceito de Healthspan propõe preservar sa&uacute;de e funcionalidade ao longo da vida. Como essa visão se aplica &agrave; sa&uacute;de &iacute;ntima feminina?</p><p>O conceito de Healthspan nos convida a olhar para a sa&uacute;de al&eacute;m da expectativa de vida. Não basta viver mais; &eacute; importante viver com qualidade, autonomia e bem-estar. Na ginecologia, isso significa cuidar da sa&uacute;de &iacute;ntima de forma preventiva, preservando a função dos tecidos, o conforto, a sa&uacute;de hormonal e a qualidade de vida antes mesmo do aparecimento de sintomas. &Eacute; uma mudança importante de paradigma, porque deixamos de atuar apenas quando surgem alterações e passamos a investir em estrat&eacute;gias que favorecem um envelhecimento mais saudável em todas as fases da vida da mulher.</p><p>2. Por que mulheres ainda jovens têm procurado tratamentos voltados &agrave; sa&uacute;de &iacute;ntima antes mesmo da menopausa?</p><p>As mulheres estão cada vez mais informadas e compreendendo que a prevenção costuma trazer melhores resultados do que tratamentos iniciados apenas quando os sintomas já estão instalados. Al&eacute;m disso, hoje existe uma valorização maior da qualidade de vida, da sa&uacute;de sexual, do conforto &iacute;ntimo e da longevidade como um todo. Muitas pacientes não procuram esses cuidados porque apresentam alguma doença, mas porque desejam preservar sua sa&uacute;de ao longo dos anos. Esse olhar preventivo faz parte da evolução da medicina e acompanha uma tendência observada em diversas áreas da sa&uacute;de.</p><p>3. Como diferenciar um cuidado preventivo baseado em ciência de tratamentos motivados apenas por tendências ou promessas de rejuvenescimento?</p><p>O principal crit&eacute;rio deve ser sempre a evidência cient&iacute;fica. Nem toda novidade que ganha repercussão nas redes sociais possui estudos suficientes que comprovem sua segurança, eficácia e indicação para diferentes perfis de pacientes. A medicina preventiva não se baseia em promessas de rejuvenescimento, mas em uma avaliação individualizada, considerando hist&oacute;rico cl&iacute;nico, idade, sintomas, fatores hormonais e objetivos de cada mulher. O tratamento ideal &eacute; aquele que faz sentido para aquela paciente, no momento certo, e não necessariamente o que está em evidência nas redes sociais.</p><p> 4. Quais benef&iacute;cios uma abordagem preventiva pode trazer para a sa&uacute;de &iacute;ntima e para a qualidade de vida feminina ao longo dos anos?</p><p>Quando falamos em prevenção, pensamos na preservação da função e não apenas na ausência de doenças. Um acompanhamento adequado pode contribuir para manter o conforto &iacute;ntimo, a sa&uacute;de dos tecidos, a função hormonal e o bem-estar ao longo do envelhecimento, al&eacute;m de permitir que eventuais alterações sejam identificadas precocemente. Mais do que tratar sintomas, a proposta &eacute; favorecer uma melhor qualidade de vida em todas as fases da mulher, respeitando suas necessidades individuais e promovendo um envelhecimento mais saudável.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Ingestão de água é importante no inverno para evitar doença dos rins</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93389/ingestao-de-agua-e-importante-no-inverno-para-evitar-doenca-dos-rins.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A queda da temperatura no inverno pode trazer consequências s&eacute;rias para a saúde dos rins, devido a uma mudança de comportamento nessa estação do ano.Com menor sensação de sede, as pessoas, principalmente idosas, acabam reduzindo a ingestão de água durante o inverno, o que favorece a ocorrência doenças como cistites e at&eacute; a formação de cálculos renais, alerta a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro.A pasta informa que realiza diagn&oacute;stico e tratamento ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A queda da temperatura no inverno pode trazer consequências s&eacute;rias para a saúde dos rins, devido a uma mudança de comportamento nessa estação do ano</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696721&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696721&amp;o=node"></p><p><strong>Com menor sensação de sede, as pessoas, principalmente idosas, acabam reduzindo a ingestão de água durante o inverno, o que favorece a ocorrência doenças como cistites e at&eacute; a formação de cálculos renais, alerta a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro.</strong></p><p>A pasta informa que realiza diagn&oacute;stico e tratamento de enfermidades renais nas unidades do Rio Imagem Centro e em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O acesso &eacute; feito por meio de encaminhamento m&eacute;dico, dentro do Sistema Único de Saúde (SUS).</p><h2>Sintomas</h2><p><strong>As pessoas ao perceberem dor intensa na região lombar, dificuldade para urinar, sangue na urina, infecções urinárias recorrentes, perda involuntária de urina ou alterações no fluxo urinário, devem procurar atendimento na unidade básica de saúde.</strong></p><p>De acordo com a orientação da secretaria, “a avaliação m&eacute;dica &eacute; fundamental para identificar a causa do problema e definir a necessidade de exames especializados”.</p><h2>Exames</h2><p>No Rio Imagem, o paciente com sintomas urinários, como incontinência, bexiga hiperativa e dificuldade para urinar, pode dispor de exames de urodinâmica, que avalia o funcionamento da bexiga e da uretra.</p><blockquote><p>“Uma das opções terapêuticas oferecidas &eacute; a litotripsia extracorp&oacute;rea por ondas de choque, procedimento minimamente invasivo, que fragmenta as pedras nos rins para facilitar sua eliminação pela urina”, informa a secretaria.</p></blockquote><h2>Acesso ao tratamento</h2><p><strong>O acesso &agrave;s unidades do Centro e da Baixada ocorre por encaminhamento da Atenção Primária, ap&oacute;s atendimento em uma Clínica da Família ou unidade básica de saúde da rede municipal</strong>.</p><p>A secretaria recomenda atenção especial &agrave; alimentação. Embora o frio não seja a causa direta dessas doenças, hábitos típicos da estação aumentam o risco.</p><blockquote><p>“De uma forma geral, &eacute; importante aumentar a ingestão de água - dois a três litros por dia - praticar atividade física e evitar alimentos ricos em s&oacute;dio e ultraprocessados”.  </p></blockquote>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Paulo Pinto/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>SUS adquire tecnologia para produzir principal remédio contra o HIV</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93371/sus-adquire-tecnologia-para-produzir-principal-remedio-contra-o-hiv.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:43:21 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) concluiu a transferência de tecnologia para produzir o principal rem&eacute;dio utilizado para o tratamento do HIV no Brasil, o antiretroviral dolutegravir, que &eacute; distribu&iacute;do gratuitamente pelo Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS). Atualmente, mais de 770 mil pessoas vivendo com HIV fazem uso do medicamento no pa&iacute;s.O medicamento foi desenvolvido pela ViiV Healthcare, empresa de pesquisa para prevenção e tratamento para HIV...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) concluiu a transferência de tecnologia para produzir o principal rem&eacute;dio utilizado para o tratamento do HIV no Brasil, o antiretroviral dolutegravir, que &eacute; distribu&iacute;do gratuitamente pelo Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS). <strong>Atualmente, mais de 770 mil pessoas vivendo com HIV fazem uso do medicamento no pa&iacute;s</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696742&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696742&amp;o=node"></p><p>O medicamento foi desenvolvido pela ViiV Healthcare, empresa de pesquisa para prevenção e tratamento para HIV pertencente &agrave; biofarmacêutica GSK.<strong> Em 2020, ambas assinaram um contrato com o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) da Fiocruz para nacionalizar progressivamente a produção do rem&eacute;dio e distribu&iacute;-lo ao SUS</strong>.</p><p>Desde então, Farmanguinhos vem realizando investimentos para adaptar sua planta fabril, adquirir novos equipamentos, capacitar seus profissionais e promover estruturação t&eacute;cnica, regulat&oacute;ria e operacional para garantir a internalização da produção. Este processo acaba de ser conclu&iacute;do, e <strong>o in&iacute;cio do fornecimento ao SUS depende apenas da liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)</strong>.</p><p>Desde 2022, o instituto da Fiocruz já faz a distribuição para o SUS dos rem&eacute;dios produzidos em fábricas da GSK. Mais de 739 milhões de cápsulas já foram fornecidas para a sa&uacute;de p&uacute;blica desta forma. Em 2025, Farmanguinhos tamb&eacute;m assumiu as análises laboratoriais de controle de qualidade do medicamento. </p><p><strong>Três lotes do rem&eacute;dio já foram fabricados e validados pelo instituto e poderão ser distribu&iacute;dos para o SUS, assim que a liberação da Anvisa for expedida.</strong> Paralelamente, o instituto trabalha na validação da metologia anal&iacute;tica do ingrediente farmacêutico ativo. </p><p><strong>O acordo de transferência de tecnologia inclui mais uma etapa: a internalização da produção do dolutegravir em combinação com outra substância, a lamivudina</strong>. Esse formato tamb&eacute;m &eacute; distribu&iacute;do pelo SUS. A expectativa &eacute; que essa produção comece a ser feita por Farmaguinhos no ano que vem. </p><h2>Medicamento recomendado pela OMS</h2><p>Dolutegravir &eacute; um dos principais medicamentos utilizados no tratamento para HIV em todo o mundo. Ele age inibindo a enzima integrase, o que impede a replicação do v&iacute;rus dentro das c&eacute;lulas de defesa do organismo. Al&eacute;m de ser altamente eficaz, reduzindo a carga viral a n&iacute;veis indetectáveis, ele melhora a imunidade e impede a progressão para a AIDS, com poucos efeitos colaterais.</p><p>Em 2019, a Organização Mundial da Sa&uacute;de (OMS) passou a recomendar o medicamento como opção preferencial para tratamento de primeira e segunda linha em todas as populações, incluindo mulheres grávidas e pessoas com potencial para engravidar.   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Ag&ecirc;ncia de Not&iacute;cias da Aids/ Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Gripe: Anvisa aprova nova vacina com 73% de eficácia </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93352/gripe-anvisa-aprova-nova-vacina-com-73-de-eficacia.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro da vacina Fluprevli, imunizante trivalente destinado &agrave; prevenção da influenza. A decisão foi publicada nessa segunda-feira (13) e autoriza o uso da vacina para a imunização ativa de pessoas a partir de seis meses de idade contra cepas dos vírus influenza A e B.De acordo com a Anvisa, os resultados dos estudos clínicos apontaram eficácia de at&eacute; 73% na prevenção da influenza em adultos e de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br" target="_blank">Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)</a> aprovou o registro da vacina Fluprevli, imunizante trivalente destinado &agrave; prevenção da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/influenza" target="_blank">influenza</a>. </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696624&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696624&amp;o=node"></p><p><strong>A <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-re-n-2.743-de-9-de-julho-de-2026-718433539" target="_blank">decisão foi publicada</a> nessa segunda-feira (13) e autoriza o uso da vacina para a imunização ativa de pessoas a partir de seis meses de idade contra cepas dos vírus influenza A e B.</strong></p><p><strong>De acordo com a Anvisa, os resultados dos estudos clínicos apontaram eficácia de at&eacute; 73% na prevenção da influenza em adultos e de at&eacute; 65% em crianças.</strong></p><p>As análises que subsidiaram o pedido de registro demonstraram elevadas taxas de soroproteção &ndash; quando o organismo apresenta níveis adequados de anticorpos no sangue &ndash; e de soroconversão, processo em que o sistema imunol&oacute;gico passa a produzir anticorpos detectáveis ap&oacute;s vacinação ou infecção.</p><h2>Doença</h2><p>Considerada problema de saúde pública, a influenza &eacute; uma infecção viral respirat&oacute;ria. A doença está associada a surtos sazonais e pode provocar complicações que resultam em hospitalizações e mortes.</p><p>Os grupos considerados mais vulneráveis &agrave;s formas graves da influenza são crianças pequenas, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades, públicos já priorizados nas campanhas de vacinação.</p><h2>Pr&oacute;ximas etapas</h2><p>Para que o produto esteja disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), precisa ser avaliado e recomendado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e aprovado pelo Minist&eacute;rio da Saúde. Ainda não há data definida para esse processo.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcelo Casal Jr]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade exige diagnóstico precoce, terapia adequada e direitos em dia</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93315/transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-exige-diagnostico-precoce-terapia-adequada-e-direi.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 09:24:08 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Distração constante, dificuldade para manter a atenção, impulsividade e desafios para organizar a rotina são características frequentemente associadas ao Transtorno do D&eacute;ficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Embora os sintomas surjam ainda na infância, milhares de pessoas passam anos sem receber um diagn&oacute;stico, o que pode comprometer o desempenho escolar, a vida profissional, os relacionamentos e a saúde mental. Neste 13 de julho, quando &eacute; celebrado o Dia...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Distração constante, dificuldade para manter a atenção, impulsividade e desafios para organizar a rotina são características frequentemente associadas ao Transtorno do D&eacute;ficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Embora os sintomas surjam ainda na infância, milhares de pessoas passam anos sem receber um diagn&oacute;stico, o que pode comprometer o desempenho escolar, a vida profissional, os relacionamentos e a saúde mental. Neste 13 de julho, quando &eacute; celebrado o Dia Nacional de Conscientização sobre o TDAH, a data chama atenção para a importância do diagn&oacute;stico precoce, do tratamento adequado e da garantia de direitos para quem convive com o transtorno.</p><p>De acordo com a Associação Brasileira do D&eacute;ficit de Atenção (ABDA), cerca de 2 milhões de brasileiros vivem com TDAH. No Rio, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) vem consolidando uma s&eacute;rie de iniciativas para ampliar o acesso ao diagn&oacute;stico, fortalecer o acompanhamento multiprofissional e promover mais inclusão por meio de leis voltadas &agrave;s áreas da saúde e da educação.</p><p><span style="font-size: 18px;">Diagn&oacute;stico e tratamento cabem a profissionais, com pesquisa da pessoa desde a infância</span></p><p></p><figure class="img-legenda"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/07/93313_abba9e24fa3653a1cb920b7e8d76d488.jpg"><figcaption class="img-legenda-texto">Neuropsic&oacute;loga Wanessa Berba sustenta diagn&oacute;stico de TDAH como aliado para desenvolver funções executivas e cognitivas. Foto: Acervo Pessoal</figcaption></figure><p>O diagn&oacute;stico do TDAH &eacute; clínico e deve ser feito por um profissional habilitado, com uma investigação detalhada da hist&oacute;ria da pessoa desde a infância, como detalha a neuropsic&oacute;loga Wanessa Berba. "A avaliação neuropsicol&oacute;gica tamb&eacute;m pode ser uma grande aliada para entender como estão funcionando a atenção, a mem&oacute;ria, as funções executivas e outras habilidades cognitivas. O tratamento costuma envolver psicoeducação, psicoterapia, estrat&eacute;gias de organização e, quando necessário, medicação prescrita pelo m&eacute;dico”, afirma.</p><p><span style="font-size: 18px;">A resposta, por vezes, chega s&oacute; na vida adulta, mas traz alívio e compreensão de si mesmo</span></p><p></p><figure class="img-legenda"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/07/93313_9eeeac33ce7bdc159830d0a4f5f21c2f.jpg"><figcaption class="img-legenda-texto">Fot&oacute;grafo Thiago Lontra tinha dose extra de esforço para estudar e manter foco em tarefas, sem diagn&oacute;stico de transtorno. Foto Acervo Pessoal</figcaption></figure><p>Por mais de trinta anos, o fot&oacute;grafo Thiago Lontra conviveu com dificuldades que faziam parte da sua rotina, mas que nunca haviam recebido uma explicação. Estudar exigia um esforço muito maior do que o esperado, manter o foco era um desafio constante e a socialização tamb&eacute;m parecia mais complicada do que para a maioria das pessoas.</p><p>Durante anos, ele acreditou que essas características faziam parte apenas da sua personalidade. Foi a percepção da esposa, depois de observar esses comportamentos por muito tempo, que o levou a procurar ajuda especializada. Aos 34 anos, ap&oacute;s passar por avaliação com psiquiatra e neuropsiquiatra, veio o diagn&oacute;stico de Transtorno do D&eacute;ficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), trazendo não apenas uma resposta, mas uma nova compreensão sobre a pr&oacute;pria trajet&oacute;ria.</p><p>Ao revisitar a infância e a adolescência, Thiago passou a enxergar sob outra perspectiva situações que o acompanharam por toda a vida. "O diagn&oacute;stico na fase adulta trouxe um misto de alívio e compreensão sobre a minha pr&oacute;pria hist&oacute;ria", relata.</p><p>Com o início do tratamento, que combina acompanhamento m&eacute;dico e uso de medicação, a mudança foi perceptível. Thiago conta que conseguiu organizar melhor a rotina, ter mais clareza para lidar com as demandas do dia a dia e encontrar um equilíbrio que antes parecia impossível. Os reflexos apareceram tanto na vida profissional quanto na pessoal.</p><p>"Foi como se uma chave virasse. As coisas começaram a fluir de verdade. Consegui equilibrar áreas que antes pareciam constantemente fora dos eixos, e isso transformou para melhor a minha vida profissional e a convivência no meu relacionamento", afirma.</p><p></p><figure class="img-legenda"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/07/93313_b1c152bcd02ab2bbeff4cf639282e5f4.jpg"><figcaption class="img-legenda-texto">Jornalista Tiago Atzevedo julgava ser apenas desatento, mas sua psic&oacute;loga orientou-o a aprofundar investigação sobre o caso. Foto: Acervo Pessoal</figcaption></figure><p>Já o jornalista Tiago Atzevedo tamb&eacute;m recebeu o diagn&oacute;stico de TDAH já na vida adulta, aos 21 anos. Ele conta que achava que era apenas desatento, mas foi orientado pela a psic&oacute;loga que o atendia a investigar melhor. “Quem me alertou foi a psic&oacute;loga, daí comecei a perceber que era algo que vinha al&eacute;m do esquecimento. Não era s&oacute; uma desatenção de ir ao mercado de carro e voltar a p&eacute;, carregando peso. A partir daí, procurei um neuro, e entendi o que era o TDAH. Receber o diagn&oacute;stico me fez não me culpar tanto”, conta.</p><p>Ap&oacute;s iniciar o tratamento adequado, Tiago narra mudanças importantes na rotina e mecanismos que desenvolveu para lidar com o transtorno. "Entender o que eu tenho me fez tomar algumas medidas para que eu conseguisse me organizar. Colocar uma fechadura eletr&ocirc;nica, por exemplo, me fez nunca mais chamar o chaveiro”, comenta.</p><p><span style="font-size: 18px;">Traumas e estigmas ao longo da infância e da adolescência afetam a autoestima</span></p><p>Saber que possui TDAH já na vida adulta, por um lado, traz conforto, mas carrega uma s&eacute;rie de traumas e estigmas, ao longo da infância e adolescência, como exemplifica Wanessa Berba."Muitos adultos chegam ao consult&oacute;rio carregando anos de frustrações, baixa autoestima e a sensação de que 'nunca foram bons o suficiente'. O diagn&oacute;stico tardio explica muitas dificuldades vividas ao longo da vida e, apesar de trazer um certo luto pelo tempo perdido, tamb&eacute;m proporciona alívio, autoconhecimento e a possibilidade de buscar estrat&eacute;gias mais adequadas para viver melhor”, conclui.</p><p><span style="font-size: 18px;">E, quando algu&eacute;m pr&oacute;ximo recebe o diagn&oacute;stico, como &eacute; possível ajudar?</span></p><p>“A melhor forma de ajudar &eacute; buscando informação e evitando julgamentos. O TDAH não &eacute; falta de interesse, preguiça ou desorganização por escolha. Ter paciência, acolher as dificuldades e incentivar a pessoa a seguir o tratamento faz toda a diferença. O apoio da família e das pessoas pr&oacute;ximas &eacute; um dos fatores que mais contribuem para uma boa evolução”, finaliza Wanessa.</p><p><span style="font-size: 18px;">Alerj aprovou medidas para tratar pessoas com o transtorno, no trabalho e nas escolas</span></p><p>Embora o diagn&oacute;stico ainda chegue tardiamente para muitas pessoas, a Alerj, tem avançado na criação de políticas públicas voltadas ao transtorno. Uma das iniciativas da Casa &eacute; o Programa Estadual de Diagn&oacute;stico e Tratamento do TDAH, instituído em 2016 e ampliado pela Lei nº 9.750/2022, que passou a incluir tamb&eacute;m pessoas com Transtorno Desafiador Opositivo (TDO). A legislação prevê ações voltadas ao diagn&oacute;stico precoce, ao acompanhamento multidisciplinar e ao atendimento escolar especializado, al&eacute;m de permitir a integração do programa com o Saúde na Escola, fortalecendo a identificação dos casos ainda na infância.</p><p>Outra medida em vigor garante que escolas públicas e privadas do estado disponibilizem assentos em locais estrat&eacute;gicos da sala de aula para estudantes com TDAH, buscando reduzir estímulos que prejudiquem a concentração e favoreçam o aprendizado. Mais recentemente, a Alerj tamb&eacute;m aprovou uma lei que amplia as diretrizes estaduais de acessibilidade para incluir pessoas com TDAH entre os grupos contemplados, reconhecendo a necessidade de políticas específicas para promover inclusão, autonomia e igualdade de oportunidades.      </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Hospital Miguel Couto convoca voluntários para doação de sangue</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93292/hospital-miguel-couto-convoca-voluntarios-para-doacao-de-sangue.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 14:41:17 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Hospital Municipal Miguel Couto convoca voluntários para doação de sangue na sexta-feira, 17 de julho, no hall da Emergência da unidade, das 9h &agrave;s 15h. A ação &eacute; fruto de parceria com o Hemorio, unidade estadual responsável pelo abastecimento de hemocomponentes em mais de 200 hospitais da rede p&uacute;blica do Rio de Janeiro. O principal objetivo &eacute; abastecer o banco de sangue, garantindo a realização de todos os procedimentos que precisam do insumo, como...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr">O Hospital Municipal Miguel Couto convoca voluntários para doação de sangue na sexta-feira, 17 de julho, no hall da Emergência da unidade, das 9h &agrave;s 15h. A ação &eacute; fruto de parceria com o Hemorio, unidade estadual responsável pelo abastecimento de hemocomponentes em mais de 200 hospitais da rede p&uacute;blica do Rio de Janeiro. O principal objetivo &eacute; abastecer o banco de sangue, garantindo a realização de todos os procedimentos que precisam do insumo, como atendimentos de emergência e cirurgias.</p><p dir="ltr">O ato de doação de sangue &eacute; seguro e acompanhado por profissionais especializados. Antes da coleta, os poss&iacute;veis doadores passam por triagem a fim de garantir a segurança de todos envolvidos. Ap&oacute;s a doação, a bolsa de sangue coletada &eacute; tratada e os hemocomponentes são separados, podendo assim salvar at&eacute; quatro vidas.</p><p dir="ltr">A pr&oacute;xima doação pode ser feita ap&oacute;s oito semanas para homens e doze para mulheres, tempo necessário para recomposição completa dos componentes sangu&iacute;neos retirados no momento da doação anterior.</p><p dir="ltr">Para ser um doador de sangue &eacute; necessário apresentar documento oficial de identidade com foto; ter entre 16 e 69 anos (menores de 18 devem estar com autorização do responsável); estar bem de sa&uacute;de e descansado; e pesar mais de 50 quilos. Não &eacute; preciso estar de jejum, mas &eacute; recomendado que o doador não tenha ingerido comida gordurosa nas &uacute;ltimas quatro horas.</p><p dir="ltr">Pessoas que fizeram tatuagem ou colocaram piercings devem aguardar seis meses para fazer a doação. Para quem tem piercings em regiões de mucosa, a doação s&oacute; pode ser feita um ano ap&oacute;s a retirada do acess&oacute;rio. Quem teve covid-19 recentemente precisa aguardar 10 dias ap&oacute;s a recuperação. Ap&oacute;s 30 dias da doação, o voluntário pode pegar o resultado dos exames laboratoriais feitos com uma pequena amostra sangu&iacute;nea retirada no ato da coleta.</p><p dir="ltr">SERVIÇO:</p><p dir="ltr">Doação de sangue no Hospital Municipal Miguel Couto</p><p dir="ltr">Datas: 17 de julho</p><p dir="ltr">Horário: das 9h &agrave;s 15h</p><p dir="ltr">Local: Hall da Emergência</p><p dir="ltr">Endereço: Rua Bartolomeu Mitre, 1.108 &ndash; Gávea  </p>]]></content:encoded>
			 
		</item>
		<item>
			<title>Unidades de Saúde terão diretrizes para diagnóstico e tratamento da depressão pós-parto</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93291/unidades-de-saude-terao-diretrizes-para-diagnostico-e-tratamento-da-depressao-pos-parto.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/93291/unidades-de-saude-terao-diretrizes-para-diagnostico-e-tratamento-da-depressao-pos-parto.html</guid>
			<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 14:28:56 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[ A tristeza e a depressão p&oacute;s-parto passarão a ser diagnosticados nas unidades públicas de saúde do estado, al&eacute;m de serem dadas diretrizes específicas para um tratamento. A medida está prevista na Lei 11.275/24, sancionada pelo Executivo e publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (10/07). A norma abrange as alterações emocionais e transtornos relacionados ao ciclo gravídico-puerperal que precisam de acompanhamento e assistência pelos serviços de saúde.            ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> A tristeza e a depressão p&oacute;s-parto passarão a ser diagnosticados nas unidades públicas de saúde do estado, al&eacute;m de serem dadas diretrizes específicas para um tratamento. A medida está prevista na Lei 11.275/24, sancionada pelo Executivo e publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (10/07). A norma abrange as alterações emocionais e transtornos relacionados ao ciclo gravídico-puerperal que precisam de acompanhamento e assistência pelos serviços de saúde. </p><p>                    A proposta estabelece medidas de acolhimento, acompanhamento e orientação &agrave;s pessoas parturientes atendidas nas unidades estaduais de saúde, incluindo ações de capacitação de profissionais para identificação precoce dos sintomas emocionais relacionados ao p&oacute;s-parto. Entre as diretrizes previstas estão a disseminação de informações sobre o tema, busca ativa de mulheres que faltarem &agrave;s consultas p&oacute;s-parto, garantia de atendimento domiciliar em casos de sintomas, acesso a medicamentos e acompanhamento psicossocial para mães e familiares.</p><p>A proposta tamb&eacute;m prevê o desenvolvimento de estudos, coleta de dados e treinamentos para profissionais que atuam no atendimento pr&eacute; e p&oacute;s-natal. A lei estabelece ainda que o Poder Executivo poderá promover ações de conscientização e divulgação de informações sobre a tristeza e depressão p&oacute;s-parto, de acordo com as disponibilidades orçamentárias e administrativas dos &oacute;rgãos.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Nova lei prev&ecirc; atendimento interdisciplinar imediato e acompanhamento da m&atilde;e e da fam&iacute;lia para prevenir depress&atilde;o p&oacute;s-parto. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o IA]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Brasileiras que desejam parto normal passam por cesariana sem necessidade médica</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93279/brasileiras-que-desejam-parto-normal-passam-por-cesariana-sem-necessidade-medica.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:13:08 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Um estudo divulgado pelo Unicef nesta segunda-feira (13) revela que muitas brasileiras que desejam ter um parto normal acabam passando por uma cesariana sem necessidade m&eacute;dica. Entre os motivos estão a falta de informações durante o pr&eacute;-natal, a pouca participação dos parceiros e o acesso limitado &agrave; analgesia, a administração de medicamentos para alívio da dor. 60% do total de nascimentos no Brasil são realizados por cesariana. Considerando apenas a rede...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>Um estudo divulgado pelo Unicef nesta segunda-feira (13) revela que muitas brasileiras que desejam ter um parto normal acabam passando por uma cesariana sem necessidade m&eacute;dica.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696554&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696554&o=node"> <strong>Entre os motivos estão a falta de informações durante o pr&eacute;-natal, a pouca participação dos parceiros e o acesso limitado &agrave; analgesia, a administração de medicamentos para alívio da dor. 60% do total de nascimentos no Brasil são realizados por cesariana. </strong>Considerando apenas a rede particular, esse percentual chega a quase 90%.</p><p>A especialista em saúde e nutrição do Unicef no Brasil, Stephanie Amaral, avalia que há uma diferença importante entre o número de mulheres que querem um parto normal e o daquelas que, efetivamente, tomam essa decisão.</p><p>Ela cita uma s&eacute;rie de fatores que contribuem para a escolha final pela cesariana.</p><blockquote><p>"Pesquisas mostram que em torno de 70% das mulheres querem um parto normal, por&eacute;m o Brasil está entre os três países com maior número de cesarianas do mundo. E ouvindo gestantes, pu&eacute;rperas e profissionais de saúde, a nossa pesquisa mostra que essa decisão vai muito al&eacute;m de uma escolha individual da mulher. Então a gente esbarra em obstáculos estruturais, informacionais e relacionais que se retroalimentam e que, num momento de insegurança e de dor, acabam favorecendo e gerando gatilhos para uma cesariana, mesmo sem necessidade", diz.</p></blockquote><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre as cesarianas sem indicação m&eacute;dica.</b><br></p><p>De acordo com o levantamento, ao longo da gravidez a mulher recebe influências de familiares, profissionais de saúde, experiências de outras pessoas e at&eacute; de fatores culturais e sociais que podem afetar a decisão pelo parto normal ou pela cesariana.</p><p>O estudo ouviu mais de 130 pessoas entre gestantes, pu&eacute;rperas e profissionais de saúde em Bel&eacute;m e São Paulo.</p><p><strong>Um dos achados aponta que mães, av&oacute;s, tias e sogras exercem forte influência sobre as futuras mamães, e que os parceiros podem defender uma cesariana para interromper o sofrimento da gestante em trabalho de parto.</strong></p><p>A pesquisa tamb&eacute;m identificou que a falta de oferta de medicamentos analg&eacute;sicos faz com que algumas mulheres enxerguem a cirurgia como a única alternativa para lidar com a dor.</p><p>Já na rede privada, a estrutura oferecida pode influenciar na escolha pela cesariana, mesmo sem indicação clínica.</p><p>Por outro lado, a recuperação mais rápida, o medo da cirurgia e as experiências positivas anteriores aparecem entre os principais motivos para a escolha do parto normal.</p><p><strong>Com base nos resultados, o Fundo das Nações Unidas para a Infância lançou a campanha "Parto Normal: uma escolha que merece respeito", que busca incentivar o debate e ampliar o acesso a informações sobre o parto seguro, humanizado e respeitoso.</strong></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Parto normal &eacute; prefer&ecirc;ncia declarada de 70% das gestantes, mas cesariana predomina como escolha final em 60% dos casos. Foto: Rovena Rosa/ Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Anvisa determina apreensão de lotes falsificados de caneta emagrecedora Mounjaro</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93273/anvisa-determina-apreensao-de-lotes-falsificados-de-caneta-emagrecedora-mounjaro.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 08:26:48 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), determinou a apreensão de lotes falsificados do medicamento Mounjaro. A medida foi tomada ap&oacute;s o fabricante identificar no mercado unidades com características diferentes das originais.Segundo a Anvisa, os lotes que não podem ser comercializados, distribuídos ou utilizados são: Mounjaro 10 mg: lote 85 50 44 e Mounjaro 15 mg: lote D 88 04 03, lote D 85 49 01 e lote MJR 257.As irregularidades incluem lotes não reconhecidos,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), determinou a apreensão de lotes falsificados do medicamento Mounjaro. A medida foi tomada ap&oacute;s o fabricante identificar no mercado unidades com características diferentes das originais.<br>Segundo a Anvisa, os lotes que não podem ser comercializados, distribuídos ou utilizados são: Mounjaro 10 mg: lote 85 50 44 e Mounjaro 15 mg: lote D 88 04 03, lote D 85 49 01 e lote MJR 257.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696513&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696513&o=node"></p><p>As irregularidades incluem lotes não reconhecidos, números de s&eacute;rie incompatíveis, dispositivos de aplicação fora dos padrões originais e erros de grafia na rotulagem.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a determinação da Anvisa de apreender lotes falsificdos de Mounjaro.</b><br></p><p>A mesma medida tamb&eacute;m determinou a apreensão de medicamentos sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa, fabricados por empresas sem Autorização de Funcionamento.</p><p>Os itens não podem ser vendidos, distribuídos, fabricados, divulgados ou utilizados. Entre eles, estão lotes de medicamentos e produtos das marcas PSM Pennaforte Produtos Naturais, Bálsamos Jes Suplemento Natural e Muwiz Indústria e Laborat&oacute;rio.</p><p>A íntegra da resolução 2.693/2026 pode ser consultada no Diário Oficial da União. <br> </p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Inverno pode trazer gatilhos para crises de asma e requer cuidados</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93260/inverno-pode-trazer-gatilhos-para-crises-de-asma-e-requer-cuidados.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 19:31:27 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Janelas fechadas para se proteger do frio, viroses em alta e o contato com cobertores e casacos guardados são alguns dos gatilhos que podem complicar a vida das pessoas com asma no inverno, principalmente crianças e adolescentes. Para prevenir crises e o agravamento do quadro, especialistas recomendam manter o tratamento em dia, para que a inflamação permaneça controlada.O coordenador da Comissão Cient&iacute;fica de Asma da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Emilio...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Janelas fechadas para se proteger do frio, viroses em alta e o contato com cobertores e casacos guardados são alguns dos gatilhos que podem complicar a vida das pessoas com asma no inverno, principalmente crianças e adolescentes. Para prevenir crises e o agravamento do quadro, especialistas recomendam manter o tratamento em dia, para que a inflamação permaneça controlada.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696354&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696354&amp;o=node"></p><p>O coordenador da Comissão Cient&iacute;fica de Asma da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Emilio Pizzichini, disse que, no inverno, não &eacute; o frio que agrava a asma.<strong> Um dos principais fatores que podem engatilhar crises &eacute; a maior circulação de v&iacute;rus no ambiente, que pode acarretar infecções nas vias respirat&oacute;rias e atacar uma asma que não esteja bem controlada</strong>.</p><blockquote><p>“Se a asma não está bem tratada, bem controlada, o resfriado ou a virose adicionam mais uma inflamação na via a&eacute;rea da pessoa, nos br&ocirc;nquios, e ela pode ter uma crise”, disse &agrave; <strong>Agência Brasil</strong>.</p></blockquote><p>Pizzichini observou que o uso da medicação para o tratamento adequado da asma deve ter atenção o ano inteiro, porque a maioria das asmas precisa ser tratada continuamente. <strong>Vacinas contra viroses, como a Influenza (gripe), a Covid e o v&iacute;rus sincicial respirat&oacute;rio (VSR), tamb&eacute;m previnem inflamações respirat&oacute;rias mais graves</strong>, acrescenta ele. </p><p>“Quando a pessoa usa a vacina, diminui o risco de ter um agravamento da inflamação da asma, ter uma crise e ser hospitalizada”. </p><p>Emilio Pizzichini descreveu que, no Brasil, existem cerca de 20 milhões de asmáticos que, normalmente, têm uma ou duas infecções respirat&oacute;rias por ano. </p><p>“A gente não tem um n&uacute;mero de especialistas suficiente para atender tudo isso. A infecção respirat&oacute;ria tem que ser tratada na atenção primária, porque as crianças, &agrave;s vezes, não fazem testes respirat&oacute;rios para saber se sintomas como o chiado são decorrentes da asma”. </p><h2>Risco para crianças e adolescentes</h2><p>Dados do Departamento de Informação e Informática do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (Datasus), levantados pela organização sem fins lucrativos Umane, mostram que <strong>crianças e adolescentes de 0 a 14 anos responderam por 70,5% das internações por asma em julho de 2024</strong>.</p><p>Naquele mês, houve 4.034 internações nessa faixa etária, quase o dobro das 2.108 contabilizadas em janeiro.</p><p>O Datasus revela ainda que, durante o ano de 2024, o Brasil registrou 52.087 internações por asma, sendo que crianças e adolescentes at&eacute; 14 anos responderam por 73,7% do total. </p><p>A pneumologista Marcela Marques, do Atendimento Multiassistencial de Sa&uacute;de da Umane, explicou alguns cuidados que podem minimizar as chances de uma crise de asma:</p><blockquote><p>“A casa deve estar arejada, com o sol batendo, sem mofo ou umidade, com cortinas limpas, sem brinquedos acumulados no quarto da criança, nem bichos de pel&uacute;cia. Evitar cobertores e procurar usar mais edredom. E, em vez de ficar varrendo a casa, os pais devem usar um pano &uacute;mido, s&oacute; com água, ou o aspirador”, recomendou.</p></blockquote><p><strong>Outro cuidado importante &eacute; evitar a proximidade de fumantes, sejam de cigarro comum, cigarro eletr&ocirc;nico ou narguil&eacute;. </strong></p><p>“O fumante passivo &eacute; um dos piores aspectos em relação &agrave;s crises de asma”. </p><p>A pneumologista lamentou que falta orientação dos serviços de sa&uacute;de para que as fam&iacute;lias iniciem logo o tratamento contra a asma, na primeira internação, de modo a evitar que outras crises aconteçam. Quando o paciente começa o tratamento com a medicação preventiva, novas internações se tornam raras, afirma.</p><p>Ela argumenta ainda que, no momento em que a fam&iacute;lia passa a ser orientada sobre quais são os gatilhos das crises, o que pode ocasioná-las, e o que fazer quando o paciente inicia uma crise, &eacute; poss&iacute;vel evitar idas frequentes ao pronto-socorro. </p><p>“A fam&iacute;lia deve ser orientada sobre o plano de crise que deve fazer e, se esse plano não der certo,, se for necessário, a procurar o serviço m&eacute;dico”. </p><h2>Aglomeração</h2><p>O alergista e imunologista Pedro Giavina-Bianchi, do Departamento Cient&iacute;fico de Asma da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), acrescenta que, <strong>no inverno, devido ao frio, as pessoas ficam mais tempo em lugares fechados, mais aglomeradas, e isso propicia a transmissão dos v&iacute;rus</strong>. </p><p>“Então, realmente, a gente tem um aumento da frequência, que a gente chama de prevalência, de infecções virais, nessa &eacute;poca, e, por consequência, acaba tendo mais crises de asma tamb&eacute;m”.</p><p><strong>Ele recomendou que os asmáticos evitem, principalmente nesta &eacute;poca do ano, o contato com pessoas que tenham quadros de resfriado ou gripe e não deixem de tomar as vacinas</strong>.</p><p>“Não s&oacute; a vacina de influenza, mas a vacina pneumoc&oacute;cica tamb&eacute;m”.</p><p>O membro da Asbai sublinhou que o distanciamento social funciona nessas ocasiões, como ocorreu durante a pandemia da Covid-19</p><p> “A máscara previne a Covid e, tamb&eacute;m, a transmissão dos outros v&iacute;rus respirat&oacute;rios, como rinov&iacute;rus, influenza, entre outros”.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Pixabay]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Dia da Saúde Ocular chama atenção para doenças que afetam a visão</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93209/dia-da-saude-ocular-chama-atencao-para-doencas-que-afetam-a-visao.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 17:12:59 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Nesta sexta-feira &eacute; celebrado o Dia Mundial da Sa&uacute;de Ocular, campanha institu&iacute;da pela Organização Mundial da Sa&uacute;de (OMS) sobre a prevenção e o tratamento de doenças que afetam a visão.No Brasil, conforme o &uacute;ltimo censo demográfico do IBGE, quase 8 milhões de brasileiros declaram ter cegueira total ou severa dificuldade de enxergar, sendo a limitação funcional mais prevalente no pa&iacute;s.Al&eacute;m disso, segundo a OMS, aproximadamente 80% dos...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira &eacute; celebrado o Dia Mundial da Sa&uacute;de Ocular, campanha institu&iacute;da pela Organização Mundial da Sa&uacute;de (OMS) sobre a prevenção e o tratamento de doenças que afetam a visão.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696394&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696394&amp;o=node"></p><p><strong>No Brasil, conforme o &uacute;ltimo censo demográfico do IBGE, quase 8 milhões de brasileiros declaram ter cegueira total ou severa dificuldade de enxergar, sendo a limitação funcional mais prevalente no pa&iacute;s.</strong></p><p>Al&eacute;m disso, segundo a OMS, <strong>aproximadamente 80% dos casos de deficiência visual poderiam ser evitados ou tratados adequadamente, caso fossem diagnosticados em estágios iniciais.</strong></p><p>Entre as principais causas de perda de visão, estão a catarata, glaucoma, retinopatia diab&eacute;tica e degeneração macular relacionada &agrave; idade. Algumas dessas condições estão associadas ao envelhecimento, mas alterações na visão podem surgir em qualquer faixa etária, inclusive na infância.</p><p>Fatores como predisposição gen&eacute;tica, diabetes, hipertensão arterial e hábitos inadequados tamb&eacute;m podem aumentar o risco de desenvolver doenças oculares ao longo da vida. O principal alerta em relação a essas doenças &eacute; o seu caráter assintomático, agindo de forma silenciosa.</p><p>&Eacute; o caso do administrador Alexandre de Menezes, que relata surpresa ao descobrir que tinha catarata aos 49 anos, durante um exame oftalmol&oacute;gico de rotina.</p><p>"Sempre associei essa condição de catarata a pessoas mais idosas, n&eacute;? No dia a dia, não havia percebido qualquer perda na qualidade da visão. Ap&oacute;s o diagn&oacute;stico, realizei os exames complementares, fiz uma cirurgia numa quarta-feira, e na segunda-feira já estava trabalhando. Na verdade, ap&oacute;s a cirurgia, eu já, já sa&iacute; enxergando daqui. Ao chegar em casa e olhar pela janela, sem a necessidade de um &oacute;culos e poder, n&eacute;, observar detalhes que antes eu não, não conseguia ver, foi pra mim algo muito marcante", conta.</p><p>Segundo a oftalmologista N&uacute;bia Vanessa, a melhor forma de prevenir doenças oculares &eacute; com diagn&oacute;sticos precoces.</p><p><strong>"N&oacute;s devemos fazer isso em todas as faixas etárias para detecção precoce das doenças oculares, para evitar cegueiras que podem ser revers&iacute;veis e as irrevers&iacute;veis. Pacientes que tenham comorbidades como diabetes, pressão alta, doenças autoimunes devem procurar o m&eacute;dico oftalmologista para fazer a detecção precoce de alguns problemas visuais ou doenças oculares que tão relacionadas", explica.</strong></p><p>Hábitos simples, como evitar a automedicação e o uso indiscriminado de col&iacute;rios, utilizar &oacute;culos de sol com proteção ultravioleta e fazer pausas regulares durante o uso prolongado de telas e outros dispositivos eletr&ocirc;nicos contribuem para a manutenção da sa&uacute;de ocular.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Anastassiya/ Adobe Stock]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Perder fôlego ao subir escada pode ser sinal de insuficiência cardíaca</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93177/perder-folego-ao-subir-escada-pode-ser-sinal-de-insuficiencia-cardiaca.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/93177/perder-folego-ao-subir-escada-pode-ser-sinal-de-insuficiencia-cardiaca.html</guid>
			<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:18:33 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Perder o f&ocirc;lego ao subir uma escada pode não ser apenas falta de condicionamento f&iacute;sico. Nesta quinta-feira (09), a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) chama atenção para o Dia Nacional de Alerta contra a Insuficiência Card&iacute;aca, doença que já afeta cerca de 1,7 milhão de brasileiros.Os principais sintomas são comuns: dificuldade respirat&oacute;ria durante esforço, fadiga muscular e retenção de l&iacute;quidos. Por isso, podem ser confundidos com os efeitos...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Perder o f&ocirc;lego ao subir uma escada pode não ser apenas falta de condicionamento f&iacute;sico. Nesta quinta-feira (09), a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) chama atenção para o Dia Nacional de Alerta contra a Insuficiência Card&iacute;aca, doença que já afeta cerca de 1,7 milhão de brasileiros.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696300&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696300&amp;o=node"></p><p>Os principais sintomas são comuns: dificuldade respirat&oacute;ria durante esforço, fadiga muscular e retenção de l&iacute;quidos. Por isso, podem ser confundidos com os efeitos do sedentarismo ou do envelhecimento. Mas de acordo com o cardiologista Marcus Simões, membro da SBC, &eacute; important&iacute;ssimo consultar um especialista.</p><blockquote><p>"Durante o esforço f&iacute;sico, o coração &eacute; mais requisitado. Quando você força a musculatura, ela tem que receber mais sangue, e a&iacute; o coração tem que bombear mais sangue. Então, &eacute; na hora do esforço que o coração usualmente demonstra que não está bem"</p></blockquote><p><strong>A condição &eacute; mais frequente em idosos e mulheres. </strong>Simões, que coordena a diretriz brasileira de insuficiência card&iacute;aca da entidade, acrescenta que a condição se desenvolve a partir de alguma outra doença card&iacute;aca, como sequela de um infarto, por exemplo.</p><blockquote><p>"Tamb&eacute;m pode se manifestar quando uma válvula do coração está doente, ou por doenças cr&ocirc;nico-degenerativas, como diabetes e a hipertensão, que vão lesando lentamente o m&uacute;sculo do coração. Temos tamb&eacute;m algumas doenças regionais, como a doença de Chagas", complementa o m&eacute;dico.</p></blockquote><p>Em decorrência, "o coração não consegue fazer o trabalho adequado de receber o sangue e bombeá-lo, para levar o sangue para diferentes tecidos do corpo". Neste momento &eacute; que começam os sintomas, explica o m&eacute;dico.</p><p><strong>Portanto, a insuficiência pode ser a primeira manifestação de diversas doenças graves.</strong> "O paciente pode ter m&uacute;ltiplas internações hospitalares, porque ele descompensa e tem um risco de mortalidade de 30% a 50% ao longo de 5 anos", alerta Marcus Simões.</p><p><strong>O diagn&oacute;stico &eacute; feito principalmente a partir do exame cl&iacute;nico do m&eacute;dico, confirmado por exames simples.</strong> "Para obter uma diferenciação e fechar o diagn&oacute;stico, a gente pode lançar mão do raio-x de t&oacute;rax, ecocardiograma, ultrasson do coração e exames de sangue, com biomarcadores."</p><p>Al&eacute;m disso, a insuficiência card&iacute;aca pode ser controlada com rem&eacute;dios.Os principais medicamentos são distribu&iacute;dos pelo Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de. No entanto, quando os pacientes não seguem o tratamento, podem desenvolver um quadro agudo, que geralmente exige internação.</p><p><strong>De acordo com a SBC, cerca de 1/4 dos casos de descompensação ocorrem pela interrupção do tratamento. A piora do quadro tamb&eacute;m pode ser causada por infecções, arritmias, hipertensão, infarto e miocardite.</strong></p><p>Outra medida essencial para o controle da doença &eacute; a reabilitação f&iacute;sica: "Tanto o coração quanto a musculatura esquel&eacute;tica precisam de atividade f&iacute;sica. A ideia &eacute; aliviar os sintomas, tratar a insuficiência card&iacute;aca, tratar a doença de base que levou &agrave; insuficiência, para permitir que o paciente faça exerc&iacute;cios graduados e progressivos, para reassumir sua qualidade de vida."</p><p><strong>Essas orientações devem constar na nova diretriz brasileira para o tratamento da insuficiência card&iacute;aca, que será lançada em outubro.</strong></p><p>O documento vai reunir as evidências cient&iacute;ficas mais atuais para orientar a prática cl&iacute;nica dos m&eacute;dicos do pa&iacute;s e será apresentado durante o 81º Congresso Brasileiro de Cardiologia, no Rio de Janeiro.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Rovena Rosa]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Crianças são mais vulneráveis a envenenamento por picada de escorpião</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93162/criancas-sao-mais-vulneraveis-a-envenenamento-por-picada-de-escorpiao.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Casos recorrentes de envenenamento sistêmico grave por peçonha de escorpião, como o da menina Valentina Nobre Lima, de 11 anos, que morreu ap&oacute;s ser picada ao calçar o sapato no Distrito Federal, chamam a atenção para a vulnerabilidade de crianças.Ap&oacute;s o acidente, a família procurou o Corpo de Bombeiros, mas s&oacute; teve acesso ao soro antiescorpi&ocirc;nico em um hospital regional. De lá, a criança foi encaminhada para uma unidade de terapia intensiva (UTI). Valentina...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Casos recorrentes de envenenamento sistêmico grave por peçonha de escorpião, </strong>como o da menina Valentina Nobre Lima, de 11 anos, que morreu ap&oacute;s ser picada ao calçar o sapato no Distrito Federal,<strong> chamam a atenção para a vulnerabilidade de crianças.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696166&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696166&amp;o=node"></p><p>Ap&oacute;s o acidente, a família procurou o Corpo de Bombeiros, mas s&oacute; teve acesso ao soro antiescorpi&ocirc;nico em um hospital regional. De lá, a criança foi encaminhada para uma unidade de terapia intensiva (UTI). Valentina foi intubada e permaneceu em coma induzido por 24 dias. Ela faleceu no último domingo (5).</p><p><strong>No Brasil há mais de 170 esp&eacute;cies de escorpião e os efeitos das picadas podem ser mais ou menos perigosos, conforme a esp&eacute;cie e quem recebe o veneno.</strong> O escorpião-amarelo, com ampla distribuição em todas as macrorregiões do Brasil, &eacute; o responsável pelos acidentes mais graves.</p><p><strong>Segundo Joelma Gonçalves Martin, especialista da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), as crianças são mais vulneráveis &agrave; substância injetada pelo escorpião, por serem menores, com menos massa corporal que um adulto.</strong></p><blockquote><p>“&Eacute; um veneno extremamente agressivo. A criança &eacute; picada, recebe a mesma quantidade de veneno que um adulto receberia, mas nela o veneno se distribui por um organismo que tem um peso corporal menor. Então isso vai resultar numa dose de toxina por quilo de peso maior nas crianças, do que no adulto”, explica a pediatra.</p></blockquote><h2>Sintomas</h2><p>De acordo com Joelma, o veneno do escorpião possui toxinas que atuam no sistema nervoso, causando diferentes sintomas que afetam principalmente o coração e o sistema neurol&oacute;gico.</p><blockquote><p>“Essas substâncias podem causar ataque cardíaco importante, podem levar &agrave; hipertensão, levar &agrave; edema agudo de pulmão. E, no caso do coraçãozinho da criança e do sistema nervoso isso &eacute; mais intenso, já que as crianças têm menor reserva fisiol&oacute;gica para suportar essas alterações”, diz.</p></blockquote><p>De acordo com a pediatra, o agravamento do quadro logo apresenta outros sinais como taquicardia, sudorese, sinais de pressão alta, de pressão baixa, convulsão, agitação psicomotora, sonolência, falta de resposta neurol&oacute;gica, bradicardia (batimentos lentos), dor abdominal e falta de ar.</p><blockquote><p>“A intensidade dos sintomas da picada do escorpião vai depender, claro, da quantidade de veneno que foi inoculada e da idade do paciente, sendo que as crianças têm sintomatologia mais grave”, reforça Joelma Martin.</p></blockquote><h2>Atendimento</h2><p>Os sinais da picada na pele são pouco visíveis, mas a dor intensa &eacute; um forte sinal de que a picada existiu e que &eacute; necessário rapidez na resposta m&eacute;dica especialmente de crianças, idosos e pessoas imunodeprimidas.</p><blockquote><p>“&Eacute; muito importante que n&oacute;s tenhamos nos municípios um mapeamento de onde &eacute; o serviço mais pr&oacute;ximo que tenha o soro antiescorpi&ocirc;nico, para que os pacientes possam ser imediatamente encaminhados para lá, porque efetivamente o tempo de recebimento deste soro &eacute; responsável pela melhor resposta”, explica a pediatra.</p></blockquote><p>De acordo com informações divulgadas pelo <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/animais-peconhentos/ciatox" target="_blank">Centro de Informação e Assistência Toxicol&oacute;gica</a> o Serviço de Atendimento M&oacute;vel de Urgência (SAMU 192) ou o Corpo de Bombeiros (193) podem ser acionados para transportar o paciente at&eacute; os  hospitais de referência para soroterapia de acidentes por animais peçonhentos.</p><p><strong>Cada Secretaria Estadual de Saúde &eacute; responsável por manter atualizada a lista desses hospitais.</strong></p><p>Segundo Joelma Martin &eacute; importante ter essa informação antes mesmo do acidente acontecer, para evitar perder tempo na busca por outros serviços de saúde que não possuam o soro antiescorpi&ocirc;nico.</p><blockquote><p>“Higienizar o local [da picada]. Eventualmente, pode dar um rem&eacute;dio com analg&eacute;sico via oral, que costuma ser pouco eficaz, mas &eacute; para minimizar um pouquinho a dor. Levantar o membro [que recebeu a picada], tamb&eacute;m pode ser complementos do tratamento importantes, mas que não devem atrasar o encaminhamento ao hospital”, diz a pediatra.</p></blockquote><h2>Prevenção</h2><p>Como as crianças são mais vulneráveis aos casos graves de envenenamento, &eacute; necessário redobrar a prevenção entre elas.</p><blockquote><p>“Orientar as crianças a chacoalhar os sapatinhos que estão ali debaixo da cama, as roupas que estão paradas há muito tempo, não irem brincar em lugares com muitos buracos na parede, com muitos resíduos, acúmulos de material de construção, trilhos de trem. Essas coisas todas ret&eacute;m ou escondem o escorpião”, destaca Joelma.</p></blockquote><p>O manual do Minist&eacute;rio da Saúde que trata de acidentes por escorpiões, alerta que a limpeza de ambientes &eacute; fundamental para evitar a presença de insetos que sirvam de alimento ao escorpião. O uso de soleiras, telas e vedações de ralos, pias em taque fora de uso tamb&eacute;m são barreiras.</p><p>Afastar camas e berços das paredes e evitar que roupas de cama, mosquiteiro e outros tipos de panos encostem no chão, para evitar a subida do escorpião. E quando identificar a sua presença, comunicar a vigilância ambiental.</p><p><strong>“Gostaria de enfatizar que os escorpiões se multiplicam por partenogênese, portanto eles têm os filhotinhos sozinhos mesmo. Quando uma pessoa encontra um escorpião, em geral, existe uma família deles por perto”, conclui a pediatra.</strong>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Canalsaude.Fiocruz]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Oito em cada dez profissionais de Saúde já foram agredidos no ambiente de trabalho, segundo o CFM</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93141/oito-em-cada-dez-profissionais-de-saude-ja-foram-agredidos-no-ambiente-de-trabalho-segundo-o-cfm.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:12:37 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Aproximadamente 80% dos profissionais de saúde e enfermagem no Brasil já sofreram algum tipo de agressão no ambiente de trabalho, de acordo com o levantamento do Conselho Federal de Medicina. Este enfermeiro, que não quis se identificar, está todos os dias &agrave; frente dos atendimentos de uma UBS e diz sofrer maus-tratos constantes.Os resultados disso são dificuldades para dormir e muita ansiedade. "São pacientes que chegam por ordem de uma consulta, por exemplo, não &eacute;? Por...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>Aproximadamente 80% dos profissionais de saúde e enfermagem no Brasil já sofreram algum tipo de agressão no ambiente de trabalho, de acordo com o levantamento do Conselho Federal de Medicina. Este enfermeiro, que não quis se identificar, está todos os dias &agrave; frente dos atendimentos de uma UBS e diz sofrer maus-tratos constantes.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696164&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696164&o=node"></p><p>Os resultados disso são dificuldades para dormir e muita ansiedade. "São pacientes que chegam por ordem de uma consulta, por exemplo, não &eacute;? Por uma problemas cr&ocirc;nicos ou agudos, e não tem a vaga. Essa insatisfação gera, eh, agressões, gera, eh, palavrões, gera xingamentos, ofensas.", diz.</p><p>Esse tipo de situação &eacute; comum na rotina de quem trabalha com público. Em 2025, mais de 500 mil pessoas precisaram se afastar do trabalho por motivos de saúde mental, segundo dados do Minist&eacute;rio da Previdência Social.</p><p>&Eacute; a segunda vez consecutiva que o país bate esse recorde, ap&oacute;s já ter alcançado a maior marca da d&eacute;cada em 2024. No topo da lista dos que mais sofrem com esse tipo de problema estão profissões como vendedor varejista, faxineiro, professor, enfermeiro, auxiliar de escrit&oacute;rio, assistente administrativo e alimentador de linha de produção.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Cultura FM/RadioAgência Nacional sobre as agressões a profisionais de Saúde.</b></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: T&acirc;ania R&ecirc;go/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Anvisa alerta contra risco de canetas emagrecedoras contrabandeadas do Paraguai</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93106/anvisa-alerta-contra-risco-de-canetas-emagrecedoras-contrabandeadas-do-paraguai.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 15:29:06 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[As canetas emagrecedoras contrabandeadas do Paraguai não são equivalentes &agrave;s registradas no Brasil, como o Mounjaro.  O alerta &eacute; da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informa que &Eacute; FALSA a informação de que testes laboratoriais comprovaram a equivalência de canetas contrabandeadas com os produtos registrados no Brasil.Para garantir que um medicamento &eacute; equivalente a outro, são necessários testes...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>As canetas emagrecedoras contrabandeadas do Paraguai não são equivalentes &agrave;s registradas no Brasil, como o Mounjaro.  O alerta &eacute; da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696080&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696080&o=node"></p><p>Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informa que &Eacute; FALSA a informação de que testes laboratoriais comprovaram a equivalência de canetas contrabandeadas com os produtos registrados no Brasil.</p><p>Para garantir que um medicamento &eacute; equivalente a outro, são necessários testes específicos para assegurar concentrações e características idênticas. Al&eacute;m disso, os testes precisam avaliar se o medicamento funciona da mesma forma quando &eacute; aplicado em uma pessoa. Para isso, &eacute; necessário avaliar como o produto &eacute; absorvido pelo corpo, qual a concentração que atinge na corrente sanguínea e quanto tempo leva para ser eliminado.</p><p>Para se comprovar a equivalência, &eacute; necessário que o estudo seja feito em um centro de bioequivalência credenciado, que tem a responsabilidade de avaliar as etapas clínicas, analíticas e estatísticas do estudo.</p><p>O que &eacute; fato?</p><p>O Centro de Informação e Assistência Toxicol&oacute;gica da Unicamp (CIATox) realizou apenas testes de presença, concentração e estrutura molecular do princípio ativo tirzepatida em medicamentos contrabandeados.</p><p>O CIATox NÃO &eacute; um centro de bioequivalência credenciado no Brasil e não realizou estudos de equivalência. O centro tamb&eacute;m não faz parte da Rede Brasileira de Laborat&oacute;rios Analíticos em Saúde.</p><p>Os testes realizados pela Unicamp permitem dizer que havia presença de princípio ativo nos frascos. Entretanto, não &eacute; possível afirmar que são equivalentes, já que não foram feitas análises de impurezas, contaminantes, degradação do produto, esterilidade, presença de metais pesados, entre outros.</p><p>O mais importante: o teste NÃO avaliou a biodisponibilidade. Esse &eacute; o dado mais relevante para dizer que um medicamento funciona do mesmo jeito que outro.</p><p>Quer aprofundar?</p><p>O processo de registro de um medicamento &eacute; complexo e requer a apresentação de informações qualitativas e quantitativas completas sobre o produto, incluindo sua caracterização, formulação, impurezas, especificações, controle de qualidade, validação de metodologia analítica, processo produtivo, al&eacute;m de dados que comprovem sua eficácia e segurança clínicas.</p><p>Uma análise laboratorial, sem conhecimento de informações que s&oacute; o fabricante det&eacute;m acerca do produto (como processo de síntese, impurezas possíveis, perfil de degradação etc.), não traz informações confiáveis, principalmente sobre o conteúdo do fármaco e de impurezas.</p><p>Um m&eacute;todo de análise não detecta automaticamente qualquer impureza. Mesmo m&eacute;todos descritos em farmacopeias não são automaticamente considerados adequados e precisam passar por um processo de validação.</p><p>Antes, &eacute; necessário entender quais impurezas podem estar presentes (impurezas em potencial) para, então, desenvolver um m&eacute;todo capaz de detectar e monitorar essas impurezas.</p><p>As empresas fabricantes dos produtos analisados pela Unicamp NÃO foram avaliadas na linha de produção, o que afeta diretamente a qualidade do produto final. E NÃO foram avaliadas pela Anvisa, que não teve acesso aos laudos nem &agrave;s metodologias, quanto &agrave; certificação de Boas Práticas de Fabricação (BPF), etapa essencial para assegurar a qualidade da fabricação de medicamentos.</p><p>A agência informa, ainda, que não teve acesso aos laudos e &agrave;s metodologias usadas nos testes da universidade.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o alerta da Anvisa sobre as canetas amagrecedoras paraguaias de tirzepatida.</b><br></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br>  </div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Canetas emagrecedoras importadas do Paraguai n&atilde;o est&atilde;o submetidas aos mesmos testes e controles das fabricadas no Brasil, de acordo com alerta da Anvisa. Foto: Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Rio: nova enfermaria abre 90 vagas mensais no Hospital Cardoso Fontes</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/92914/rio-nova-enfermaria-abre-90-vagas-mensais-no-hospital-cardoso-fontes.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 22:34:51 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Hospital Federal Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro, ganhou nesta terça-feira (30) uma nova enfermaria da Unidade de Pacientes Internos (UPI). A estrutura foi modernizada para ampliar a capacidade de atendimento e oferecer mais conforto aos pacientes e melhores condições de trabalho &agrave;s equipes de sa&uacute;de.Com a nova ala, a unidade poderá realizar cerca de 90 internações mensais a mais nas especialidades cl&iacute;nicas e cir&uacute;rgicas. O...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Hospital Federal Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro, ganhou nesta terça-feira (30) uma nova enfermaria da Unidade de Pacientes Internos (UPI). A estrutura foi modernizada para ampliar a capacidade de atendimento e oferecer mais conforto aos pacientes e melhores condições de trabalho &agrave;s equipes de sa&uacute;de.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1695393&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1695393&amp;o=node"></p><p><strong>Com a nova ala, a unidade poderá realizar cerca de 90 internações mensais a mais nas especialidades cl&iacute;nicas e cir&uacute;rgicas. </strong>O espaço conta com salas de repouso, reuniões m&eacute;dicas, preparo de medicações, posto de enfermagem e área administrativa.</p><p>A entrega, feita pelo ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha, integra a reestruturação do Hospital Federal Cardoso Fontes, cuja gestão foi descentralizada para a Secretaria Municipal de Sa&uacute;de do Rio de Janeiro em dezembro de 2024. Nos cinco primeiros meses de 2026, a unidade registrou mais de 216 mil procedimentos ambulatoriais, 91 mil exames, 3.360 internações e 1.670 cirurgias.</p><p>A taxa de ocupação dos leitos passou de 63%, em 2024, para 98%, em 2025, segundo o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.</p><p>As ações fazem parte da recuperação da rede federal de sa&uacute;de no estado, por meio do programa Agora Tem Especialistas. Desde a reabertura do Centro de Emergência Regional (CER), que funciona 24 horas, o hospital realizou mais de 17 mil atendimentos, recebeu dois tom&oacute;grafos &mdash; um deles adaptado para pacientes obesos &mdash; e reforçou o quadro de profissionais.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Fernando Fraz&atilde;o/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Hospitais do Rio homenageiam bebês que nascem durante a Copa</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/92888/hospitais-do-rio-homenageiam-bebes-que-nascem-durante-a-copa.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Durante a Copa do Mundo, bebês nascidos nas maternidades da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro voltam para casa com lembranças especiais. A equipe do Hospital Estadual da Mãe, em Mesquita, na Baixada Fluminense, por exemplo, preparou certificados de “Minha Primeira Copa”, touquinhas com a bandeira do Brasil e impressão de &Aacute;rvore da Vida nas cores da bandeira. A &Aacute;rvore da Vida &eacute; a impressão da placenta com informações sobre data, peso, altura,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Durante a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/copa-do-mundo-2026" target="_blank">Copa do Mundo</a>, bebês nascidos nas maternidades da <a href="https://www.rj.gov.br/saude/" target="_blank">Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro</a> voltam para casa com lembranças especiais. A equipe do Hospital Estadual da Mãe, em Mesquita, na Baixada Fluminense, por exemplo, preparou certificados de “Minha Primeira Copa”, touquinhas com a bandeira do Brasil e impressão de &Aacute;rvore da Vida nas cores da bandeira. </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1695055&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1695055&amp;o=node"></p><p>A &Aacute;rvore da Vida &eacute; a impressão da placenta com informações sobre data, peso, altura, horário e local de nascimento, decorada com as cores na bandeira nacional.</p><p>Thayane Galdino, de 26 anos, teve a filha Mavie no Hospital Estadual da Mãe e conta que foi uma experiência incrível vivenciar o nascimento da bebê em pleno período de Copa do Mundo. Ela mora em Belford Roxo, tamb&eacute;m na Baixada Fluminense.</p><blockquote><p>“Para mim, foi um momento maravilhoso, pois minha filha nasceu durante um período festivo, com saúde e todo o suporte necessário.”</p></blockquote><h2> </h2><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/YqEghAupcaOCAbU1ua4BaPO_Qrk=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/06/28/25_06_2026_hospitais_no_ritmo_da_copa_fotos_rodrigogorosito-112.jpg?itok=hAGDDK_t" alt="Rio de Janeiro (RJ), 25/06/2026 - Bebês nascem na Copa do Mundo. Foto: Rodrigo Gorosito/SESRJ" title="Rodrigo Gorosito/SESRJ"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><div class="meta">Bebês nascem durante a Copa do Mundo e recebem lembranças em hospitais do Rio. <strong>Rodrigo Gorosito/SESRJ</strong></div></div></div><h2>Fantoches</h2><p><strong>No Hospital Estadual Ricardo Cruz, em Nova Iguaçu, o teatro de fantoches da unidade entrou no clima do torneio da Federação Internacional de Futebol (Fifa). Os bonecos que alegram as crianças e adultos durante a internação agora vestem a camisa da Seleção do Brasil.</strong></p><p>A apresentação de fantoches alegrou a pequena Helena, de dois anos. Para a mãe da menina, Tainá Teixeira, moradora de Araruama, na Região dos Lagos, o teatro trouxe alívio durante o difícil momento de internação por estomatite e amigdalite.<br><br>A criança ficou sem comer por uma semana e precisou ser hospitalizada para receber medicamentos e hidratação por meio de soro. Tainá destacou a importância dos fantoches no hospital para distrair as crianças. </p><blockquote><p>“Helena ficou muito tempo acamada e ligada ao soro. Agora, com mais liberdade, ela p&ocirc;de brincar e ter contato com outras crianças. Essa atividade distrai e ajuda muito na recuperação delas.”</p></blockquote><h2>Terapia</h2><p>Rainara Cruz, integrante da Comissão de Pele, responsável pelo cuidado de pacientes com lesões, &eacute; a profissional que dá vida aos bonecos Ricardinho e Mika. As apresentações do projeto “Plantão da Alegria, arte todo dia” são realizadas nas enfermarias, com perguntas sobre os jogos do Brasil na Copa do Mundo e os artilheiros da seleção. “&Eacute; muito bom ver a alegria dos pacientes, principalmente das crianças. &Eacute; muito gratificante.”</p><p><strong>As ações promovidas têm funções terapêuticas, como explica a integrante da Assessoria de Humanização da secretaria Gleice Melo Moura.</strong></p><p>"Elas têm um papel importante no processo de recuperação dos pacientes, contribuem para o bem-estar emocional, reduzem o estresse da internação e fortalecem os vínculos entre pacientes, parentes e equipes de saúde. São atividades que deixam o ambiente hospitalar mais acolhedor.”  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Rodrigo Gorosito/SESRJ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Saúde alerta para prevenção de acidentes com queimaduras</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/92887/saude-alerta-para-prevencao-de-acidentes-com-queimaduras.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A combinação de festas juninas e f&eacute;rias escolares sempre eleva o n&uacute;mero de registros de acidentes com queimaduras. Este ano, a Copa do Mundo acrescenta um fator de risco a mais: o uso de fogos de artif&iacute;cio. A Secretaria Municipal de Sa&uacute;de (SMS) faz um alerta para a prevenção desse tipo de acidente, um dos mais comuns em ambientes dom&eacute;sticos. Desde o in&iacute;cio do ano, as UPAs e os hospitais de urgência e emergência do munic&iacute;pio registraram 2,4...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A combinação de festas juninas e f&eacute;rias escolares sempre eleva o n&uacute;mero de registros de acidentes com queimaduras. Este ano, a Copa do Mundo acrescenta um fator de risco a mais: o uso de fogos de artif&iacute;cio. A Secretaria Municipal de Sa&uacute;de (SMS) faz um alerta para a prevenção desse tipo de acidente, um dos mais comuns em ambientes dom&eacute;sticos. Desde o in&iacute;cio do ano, as UPAs e os hospitais de urgência e emergência do munic&iacute;pio registraram 2,4 mil atendimentos a v&iacute;timas de queimaduras.</p><p>O Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital do Andara&iacute;, uma das maiores referências do munic&iacute;pio e do Brasil no tratamento a v&iacute;timas de queimaduras, já registrou 228 casos este ano. O chefe do serviço, Dr. Orido Pinheiro, reforça as orientações para a prevenção:</p><blockquote><p>&ndash; As principais causas de queimaduras que chegam aqui no Andara&iacute; são por chama direta e queimaduras el&eacute;tricas, que mutilam. Os acidentados, em geral, são pessoas que se distra&iacute;ram ou que têm alguma condição grave, como pressão alta e hipoglicemia, e que acabam caindo sobre uma chama.</p></blockquote><p>O m&eacute;dico faz um alerta especial para os grupos mais vulneráveis.</p><blockquote><p>&ndash; O cuidado deve ser redobrado com crianças e idosos, principalmente na cozinha e nas tomadas. Quando o paciente sofre queimadura de alta tensão, por exemplo, ele perde tecido e precisamos atuar com rapidez. A prevenção &eacute; o melhor ant&iacute;doto.</p></blockquote><p>Foi o que aconteceu com Isadora Vit&oacute;ria Barbosa de Andrade, de 6 anos. Ao brincar com um isqueiro, a chama tomou conta da sua blusa, provocando queimaduras nas mãos e na barriga. A menina foi levada pela mãe, Joseane Barbosa, para a UPA Manguinhos, onde recebeu os primeiros atendimentos, mas devido ao alto grau das lesões, a criança foi transferida para o CTQ do Hospital do Andara&iacute;. Ap&oacute;s um mês de internação, Isadora recebeu alta no dia 14/06, depois de passar por tratamento de enxerto e balneoterapia.</p><p>&ndash; T&iacute;nhamos acabado de chegar em casa quando comecei a ouvir gritos. Quando vi, Isadora já estava em chamas. Foi a primeira vez que ela brincou com fogo. Imediatamente, levei minha filha para a UPA e depois ela foi transferida para o Hospital do Andara&iacute;, onde passou por procedimentos e tem melhorado a cada dia &ndash; lembra Joseane.</p><p>Rede municipal de sa&uacute;de tem centros de referência</p><p>Al&eacute;m do CTQ do Hospital do Andara&iacute;, a SMS conta com CTQs nos hospitais Souza Aguiar, no Centro, e no Pedro II, em Santa Cruz, que tamb&eacute;m são referência no tratamento de queimados no munic&iacute;pio. Este ano, as duas unidades realizaram 192 e 375 atendimentos, respectivamente. No entanto, todas as unidades de urgência e emergência da rede municipal de sa&uacute;de oferecem o primeiro atendimento para casos de queimaduras. Quando necessário, o paciente &eacute; transferido para hospitais de referência. Para casos de menor gravidade, as unidades de Atenção Primária (centros municipais de sa&uacute;de e cl&iacute;nicas da fam&iacute;lia) tamb&eacute;m estão aptas a realizar o atendimento.</p><p>Nesta &eacute;poca do ano, alguns cuidados importantes são: sempre manter as crianças sob supervisão; cercar as áreas com fogueiras acesas; evitar roupas largas ou com tecidos inflamáveis; aumentar o cuidado com panelas, tachos e recipientes de comidas quentes, t&iacute;picas da &eacute;poca, como canjica, quentão e caldos; manter alimentos e bebidas quentes em locais estáveis e longe da circulação dos pequenos e verificar a temperatura dos alimentos antes de servi-los. Durante a Copa do Mundo, a recomendação &eacute; não manusear nem soltar fogos.</p><p>Atenção redobrada com crianças e idosos</p><p>O aposentado S&eacute;rgio da Costa Silva, de 64 anos, sofreu queimaduras ap&oacute;s um incêndio em seu quarto, iniciado por uma bituca de cigarro, que ele deixou acesa no cinzeiro. Na tentativa de apagar o fogo, o aposentado teve queimaduras nas mãos e pernas. Ele foi levado para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, onde recebeu os primeiros socorros. Devido &agrave; gravidade dos ferimentos, S&eacute;rgio da Costa foi transferido para o CTQ do Hospital do Andara&iacute;, onde ficou internado por 28 dias at&eacute; receber alta, dia 12 de junho.</p><p>“Quando eu sa&iacute; do banho e vi a fumaça na cozinha, pensei que tinha deixado alguma panela no fogo. Mas ao chegar no quarto, vi que estava em chamas e joguei água para apagar. Na hora, não senti as queimaduras mas quando a adrenalina baixou, foi uma dor insuportável. Sou muito grato ao atendimento no Albert Schweitzer porque foi o meu primeiro socorro e aqui no Andara&iacute; tamb&eacute;m está sendo nota dez. Sou grato a toda a equipe m&eacute;dica que cuidou de mim”, contou o aposentado.</p><p>Em caso de queimaduras, as principais recomendações são: resfriar imediatamente a área queimada com água corrente fresca, por cerca de 20 minutos. Em seguida, cobrir a parte do corpo afetada com pano limpo ou gaze e procurar atendimento m&eacute;dico, imediatamente, sobretudo em casos de queimaduras no rosto, mãos, p&eacute;s ou genitais, de forma extensa, profunda e/ou se a v&iacute;tima for criança pequena. Outra recomendação &eacute; retirar an&eacute;is, pulseiras ou roupas pr&oacute;ximas &agrave; região, se não estiverem grudadas na pele.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Em &eacute;poca de festas juninas e Copa do Mundo, aten&ccedil;&atilde;o deve ser redobrada. Foto: Edu Kapps / SMS]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Após casos de sarampo, Ministério da Saúde recomenda vacinar bebês</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/92881/apos-casos-de-sarampo-ministerio-da-saude-recomenda-vacinar-bebes.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Minist&eacute;rio da Saúde reforçou a necessidade da aplicação da vacina contra o sarampo na capital paulista ap&oacute;s três crianças menores de dois anos contraírem a infecção na zona norte da cidade, na última sexta-feira (26). O &oacute;rgão tamb&eacute;m recomenda a aplicação do imunizante em Guarulhos, devido &agrave; intensa circulação de pessoas.A vacina recomendada &eacute; a “dose zero”, que deve ser aplicada em crianças de 6 a 11 meses e 29 dias. O imunizante...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Minist&eacute;rio da Saúde reforçou a necessidade da aplicação da vacina contra o sarampo na capital paulista ap&oacute;s três crianças menores de dois anos contraírem a infecção na zona norte da cidade, na última sexta-feira (26). O &oacute;rgão tamb&eacute;m recomenda a aplicação do imunizante em Guarulhos, devido &agrave; intensa circulação de pessoas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1695115&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1695115&amp;o=node"></p><p><strong>A vacina recomendada &eacute; a “dose zero”, que deve ser aplicada em crianças de 6 a 11 meses e 29 dias. O imunizante reforça a proteção em uma faixa etária altamente suscetível a infecções e agravamentos da doença. O procedimento tamb&eacute;m contribui para impedir que mais indivíduos sejam infectados.</strong></p><p><strong>A dose não substitui as já previstas no Calendário Nacional de Vacinação, disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) para pessoas de 12 meses a 59 anos.</strong></p><p>Al&eacute;m do reforço vacinal, estão sendo adotadas medidas de vigilância para conter a transmissão local, como busca ativa de casos suspeitos, identificação e monitoramento de contactantes, investigação epidemiol&oacute;gica e bloqueio vacinal nas áreas de risco.</p><h2>Casos de sarampo</h2><p><strong>O Minist&eacute;rio da Saúde informa que os três casos de infecção podem ter ocorrido por meio do contato com pessoas procedentes do exterior.</strong> Al&eacute;m disso, das três crianças que testaram positivo, duas estudam na mesma creche e a terceira mora na mesma região.</p><p><strong>No ano passado, o Brasil registrou 38 casos de contaminação por sarampo. Contudo, permanece o status de país livre do sarampo, visto que os casos aconteceram por importação.</strong></p><p>O mesmo não pode ser dito de outros países do continente americano, principalmente da Am&eacute;rica do Norte, que concentram alta circulação da doença. No M&eacute;xico, foram registrados 11.771 casos neste ano. Nos Estados Unidos, foram 2.104 pessoas infectadas e no Canadá, 1.073 casos.</p><p><strong>A ascensão do sarampo fez com que a Organização Pan-americana de Saúde (Opas) retirasse do continente americano, no ano passado, o status de região livre de transmissão endêmica.</strong>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcelo Camargo/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Exames gratuitos em Anchieta combatem gripe e Covid-19</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/92760/exames-gratuitos-em-anchieta-combatem-gripe-e-covid-19.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:31:50 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Moradores de Anchieta receberam, nessa quinta-feira (25), exames gratuitos para detecção de v&iacute;rus respirat&oacute;rios em uma ação social da Veus Sa&uacute;de em parceria com a Biblioteca A Casa Amarela.Foram disponibilizadas 50 senhas para atendimento gratuito, com exames feitos por swab nasal. O teste identifica quatro tipos de v&iacute;rus: Influenza A, Influenza B, V&iacute;rus Sincicial Respirat&oacute;rio (RSV) e Covid-19.Moradora do bairro, M&ocirc;nica Cardoso, de 55 anos,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Moradores de Anchieta receberam, nessa quinta-feira (25), exames gratuitos para detecção de v&iacute;rus respirat&oacute;rios em uma ação social da Veus Sa&uacute;de em parceria com a Biblioteca A Casa Amarela.</p><p style="text-align: justify; ">Foram disponibilizadas 50 senhas para atendimento gratuito, com exames feitos por swab nasal. O teste identifica quatro tipos de v&iacute;rus: Influenza A, Influenza B, V&iacute;rus Sincicial Respirat&oacute;rio (RSV) e Covid-19.</p><p style="text-align: justify; ">Moradora do bairro, M&ocirc;nica Cardoso, de 55 anos, aproveitou a iniciativa para se prevenir: “Tem muito tempo que eu não fazia exame de gripe e Covid-19. Aproveitei a ação e fui muito bem atendida pela biom&eacute;dica”, contou.</p><p style="text-align: justify; ">De acordo com Pedro Botelho, representante da Veus, a ação deve continuar: “Estamos montando com A Casa Amarela uma ponte entre sa&uacute;de e cultura, facilitando o acesso &agrave; testagens de doenças respirat&oacute;rias muito comuns nessa &eacute;poca do ano. Começamos em Anchieta, mas esperamos fazer muito mais com A Casa Amarela na cidade do Rio”, afirmou.</p><p style="text-align: justify; ">Já Pedro do Livro, fundador da Biblioteca A Casa Amarela, fez o exame e destacou o caráter social da ação:</p><p style="text-align: justify; ">“Para n&oacute;s, a biblioteca tem essa função de cuidar. Muitas pessoas aqui não tiveram a oportunidade de fazer um exame desse recentemente. E tem mais: faremos novas ações no mês que vem”, disse.</p><p style="text-align: justify; ">A ação reforça a importância de parcerias entre iniciativas sociais e projetos de sa&uacute;de, garantindo acesso gratuito a cuidados básicos para a população.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o/M&aacute;rcio Leandro]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Anvisa proíbe suplemento irregular e suspende lotes de creatina</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/92754/anvisa-proibe-suplemento-irregular-e-suspende-lotes-de-creatina.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão do suplemento alimentar em cápsulas da marca Artro100, produzido por empresa desconhecida. A resolução, publicada nesta quinta-feira (25) no Diário Oficial da União, tamb&eacute;m proíbe a venda, a distribuição, a fabricação, a divulgação e o uso do produto.Em nota, a Anvisa informou que a medida foi adotada porque o suplemento tem origem e composição indeterminadas, al&eacute;m de apresentar...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br" target="_blank">Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)</a> determinou a apreensão do suplemento alimentar em cápsulas da marca Artro100, produzido por empresa desconhecida. </strong>A <a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-re-n-2.508-de-24-de-junho-de-2026-714455550" target="_blank">resolução</a>, publicada nesta quinta-feira (25) no <em><a href="https://www.in.gov.br/servicos/diario-oficial-da-uniao" target="_blank">Diário Oficial da União</a></em>, tamb&eacute;m proíbe a venda, a distribuição, a fabricação, a divulgação e o uso do produto.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694714&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694714&amp;o=node"></p><p>Em nota, a Anvisa informou que a medida foi adotada porque o suplemento tem origem e composição indeterminadas, al&eacute;m de apresentar propagandas com alegações terapêuticas indevidas para alimentos, como combater inflamações, fortalecer articulações, aliviar desconfortos e melhorar a mobilidade.</p><h2>Recolhimento voluntário</h2><p><strong><a href="https://in.gov.br/web/dou/-/resolucao-re-n-2.509-de-24-de-junho-de-2026-714448640" target="_blank">Outra resolução da agência</a> determinou a suspensão da comercialização, da distribuição, da divulgação e do consumo dos lotes 0061.02.2026, 0367.11.2025 e 0012.01.2026 do suplemento alimentar de creatina em gomas mastigáveis sabor uva verde, da empresa Idn Labs Indústria Farmacêutica &amp; Food Supplements Ltda.</strong></p><p>Segundo a Anvisa, a pr&oacute;pria empresa comunicou o recolhimento ap&oacute;s identificar teor de creatina fora dos limites estabelecidos. “Al&eacute;m disso, os produtos apresentavam irregularidades de rotulagem, com uso de alegações não autorizadas, divergências quanto ao fabricante e outras inconformidades que comprometem a segurança e a conformidade regulat&oacute;ria do produto.”  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Valter Campanato]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Diabetes afeta pelo menos 17 milhões de brasileiros, e dois em cada três pacientes nem sabem que têm</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/92753/diabetes-afeta-pelo-menos-17-milhoes-de-brasileiros-e-dois-em-cada-tres-pacientes-nem-sabem-que-tem.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/92753/diabetes-afeta-pelo-menos-17-milhoes-de-brasileiros-e-dois-em-cada-tres-pacientes-nem-sabem-que-tem.html</guid>
			<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 09:49:22 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O último atlas da IDF - Federação Internacional de Diabetes - informa que pelo menos 17 milhões de brasileiros sofrem com a doença cr&ocirc;nica, caracterizada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina - horm&ocirc;nio que regula os níveis de açúcar no sangue.Nesta sexta-feira, data em que &eacute; celebrado o Dia Nacional do Diabetes, o alerta &eacute; direcionado &agrave; prevenção, pois a doença tem impacto progressivo na circulação sanguínea de menor calibre,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>O último atlas da IDF - Federação Internacional de Diabetes - informa que pelo menos<strong> 17 milhões de brasileiros sofrem com a doença cr&ocirc;nica</strong>, caracterizada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina - horm&ocirc;nio que regula os níveis de açúcar no sangue.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694799&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694799&o=node"></p><p>Nesta sexta-feira, data em que &eacute; celebrado o <strong>Dia Nacional do Diabetes</strong>, o alerta &eacute; direcionado &agrave; prevenção, pois a doença tem impacto progressivo na circulação sanguínea de menor calibre, que nutre a retina, nervos, rins e outros vasos maiores.</p><p>O cirurgião vascular e integrante da Comissão de P&eacute; Diab&eacute;tico da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo, Afonso Cesar Polimanti, explica algumas consequências da doença.</p><p>"No olho, ele pode causar alguns sangramentos na retina, causando uma doença que a gente chama de retinopatia diab&eacute;tica, que &eacute; uma das principais causas de cegueira tanto no Brasil quanto no mundo. No rim, ele pode destruir o glom&eacute;rulo, então ele destr&oacute;i o nosso filtro. &Eacute; uma das principais causas de insuficiência renal causando hemodiálise tanto no Brasil quanto no mundo. E, na circulação, ele pode causar como se fosse uma aterosclerose, um quadro de fechamento dos vasos, simulando como se a pessoa fumasse para vida, sem nunca colocar um cigarro na boca."</p><p>O transporte de sangue aos nervos tamb&eacute;m pode ser afetado, alterando a sensibilidade. Al&eacute;m disso, o diabetes pode prejudicar o processo de cicatrização e a resposta imunol&oacute;gica a infecções geradas por cortes ou outras feridas, aumentando o risco de amputações.</p><p>No entanto, a preocupação vai al&eacute;m das consequências, pois o diabetes tipo 2, o mais recorrente na população, pode agir silenciosamente.</p><p>Afonso Cesar Polimanti destaca alguns sinais de alerta.</p><p>"Quando a gente faz o diagn&oacute;stico de diabetes tipo 2, a gente considera esse paciente como portador de diabetes há pelo menos 5 anos. E o Consenso Internacional de Diabetes fala o seguinte: aqui no Brasil, dois em cada três pacientes que têm diabetes, simplesmente não sabem que têm a doença. Como que a gente faz o diagn&oacute;stico disso? O quadro clássico &eacute; quando a pessoa começa a ter sede com muita frequência, urinar com muita frequência e fome com muita frequência. O que a gente vê muitas vezes são as sequelas a longo prazo, como por exemplo, a pessoa ter alteração de pilificação da perna, &agrave;s vezes a pele mais ressecada, &agrave;s vezes aparecer algum olho de peixe."</p><p>O diagn&oacute;stico precoce do diabetes, acompanhamento clínico regular e aferição peri&oacute;dica da glicemia são as principais ferramentas para evitar sequelas. Al&eacute;m disso, recomenda-se fazer uma dieta balanceada e exercícios físicos, principalmente de força.</p><p>*Sob supervisão de Fábio Cardoso</p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>UFRJ inaugura primeiro hub de bioimpressão 3D do país em parceria com a Merck</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 09:37:35 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Rio de Janeiro ganhou um laborat&oacute;rio capaz de imprimir tecidos humanos em 3D para pesquisar doenças, avaliar medicamentos e reduzir testes em animais. Apresentado como o primeiro hub de bioimpressão 3D do pa&iacute;s, o Biotech Hub foi inaugurado em 18 de junho na Coppe/UFRJ, o Instituto Alberto Luiz Coimbra de P&oacute;s-Graduação e Pesquisa de Engenharia, em parceria com a Merck Life Science. O espaço funciona no novo pr&eacute;dio de Biotecnologia da incubadora de startups da...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O Rio de Janeiro ganhou um laborat&oacute;rio capaz de imprimir tecidos humanos em 3D para pesquisar doenças, avaliar medicamentos e reduzir testes em animais. Apresentado como o primeiro hub de bioimpressão 3D do pa&iacute;s, o Biotech Hub foi inaugurado em 18 de junho na Coppe/UFRJ, o Instituto Alberto Luiz Coimbra de P&oacute;s-Graduação e Pesquisa de Engenharia, em parceria com a Merck Life Science. O espaço funciona no novo pr&eacute;dio de Biotecnologia da incubadora de startups da Coppe, na Cidade Universitária.</p><p style="text-align: justify;">O diferencial do espaço não está apenas em bioimprimir, mas no formato de hub. A estrutura foi pensada para aproximar, em um mesmo ambiente de inovação aberta, a ind&uacute;stria farmacêutica, a universidade e as startups de base tecnol&oacute;gica. A proposta &eacute; encurtar o caminho entre a pesquisa acadêmica e sua chegada ao mercado.</p><p style="text-align: justify;">A bioimpressão 3D funciona de forma parecida com uma impressora 3D comum. No lugar do plástico, a máquina usa biotintas para criar estruturas com caracter&iacute;sticas semelhantes &agrave;s de tecidos biol&oacute;gicos. De acordo com a Coppe e a Merck, a tecnologia será aplicada em estudos sobre doenças, em testes de medicamentos e no desenvolvimento de organoides personalizados, com aplicações na pesquisa biom&eacute;dica, na sa&uacute;de humana e animal e na ind&uacute;stria de alimentos.</p><p style="text-align: justify;">Um dos focos do hub são as chamadas novas abordagens metodol&oacute;gicas, conhecidas pela sigla em inglês NAMs, que buscam substituir ou reduzir o uso de animais em pesquisas. Modelos de tecidos humanos produzidos em laborat&oacute;rio permitem avaliar medicamentos com respostas consideradas mais pr&oacute;ximas &agrave;s do corpo humano.</p><p style="text-align: justify;">“O avanço da inovação biom&eacute;dica depende não apenas do desenvolvimento de novas terapias, mas tamb&eacute;m da criação de ferramentas mais sofisticadas para tornar os processos de pesquisa mais rápidos e precisos”, afirmou Leandra Baptista, professora da UFRJ. Segundo ela, a bioimpressão aproxima a ciência de modelos cada vez mais fi&eacute;is &agrave; biologia humana.</p><p style="text-align: justify;">Pesquisadores do Inmetro tamb&eacute;m participam dessa frente. O instituto atua na padronização da contagem de c&eacute;lulas, etapa considerada decisiva para dar confiabilidade aos resultados. De acordo com os pesquisadores, a área ainda tem poucos materiais de referência certificados, o que dificulta a rastreabilidade das medições. Um exemplo concreto seriam as terapias para regenerar ossos com fraturas que não cicatrizam, cujo tratamento s&oacute; funciona com pelo menos 1 milhão de c&eacute;lulas. Um erro de 10% na contagem, 900 mil em vez de 1 milhão, pode fazer todo o tratamento falhar.</p><h2 style="text-align: justify;">Startups cariocas no centro do projeto</h2><p style="text-align: justify;">A inauguração reuniu startups incubadas na UFRJ e em outras instituições, que apresentaram seus produtos em um marketplace.</p><p style="text-align: justify;">A GCell, deeptech ligada ao grupo da professora Leandra Baptista, fabrica tecidos humanos vivos em laborat&oacute;rio a partir de c&eacute;lulas certificadas. Combinando esferoides, organoides e bioimpressão 3D, cria modelos que têm uso duplo: substituem animais em testes de medicamentos e servem de base para terapias contra lesões e doenças degenerativas. Já são quatro: pulmão, para infecções; f&iacute;gado, para hepatotoxicidade; gordura, para ganho e perda de peso; e osso, para reparo e inflamação. A empresa atende setores como o farmacêutico, o de cosm&eacute;ticos, o de suplementos e o de dispositivos m&eacute;dicos. De acordo com a empresa, os esferoides podem ficar prontos em at&eacute; 18 horas.</p><p style="text-align: justify;">Tamb&eacute;m incubada na Coppe, a NeoBio Nexus leva a l&oacute;gica da medicina de precisão ao diagn&oacute;stico de câncer. A startup desenvolve o GliomaChip, um biochip microflu&iacute;dico bioimpresso em 3D que modela o glioblastoma, tipo agressivo de tumor cerebral, para simular o tumor do pr&oacute;prio paciente e testar tratamentos antes de aplicá-los. A empresa &eacute; liderada pela biom&eacute;dica &Iacute;sis Perez e pelo f&iacute;sico m&eacute;dico Lucas Ramos. A redução de custo &eacute; o diferencial: segundo a NeoBio Nexus, um equipamento de &oacute;rgão em chip importado custa mais de R$ 50 mil, enquanto o seu, fabricado pela startup-irmã IK3D Genesis, sai por cerca de R$ 4 mil. A meta &eacute; levar a ferramenta aos hospitais p&uacute;blicos.</p><p style="text-align: justify;">A Fly2Human transforma moscas-das-frutas em avatares de pacientes. A startup insere genes da pessoa nos insetos para reproduzir doenças como a esclerose lateral amiotr&oacute;fica (ELA) e testar rapidamente combinações de medicamentos em um organismo vivo, em busca da resposta mais eficaz para cada caso.</p><p style="text-align: justify;">O marketplace tamb&eacute;m reuniu a Flowprint Innovations, que fabrica no Brasil equipamentos de laborat&oacute;rio normalmente importados, como bombas de seringa e sensores de fluxo, qualidade do ar e temperatura ligados a um painel de dados em tempo real. Outra presença foi a foodtech Bean Possible, que usa tecnologia nacional para extrair do feijão três ingredientes, prote&iacute;na, fibra e amido, aplicáveis em substitutos de carne, análogos de latic&iacute;nios, panificação e suplementos.</p><p style="text-align: justify;">Entre os expositores estava ainda a TissueLabs, fabricante de bioimpressoras que já vende para mais de 30 pa&iacute;ses. A empresa tem entre os clientes a L’Or&eacute;al, que usa a tecnologia para produzir pele sint&eacute;tica e reduzir testes de cosm&eacute;ticos em animais.</p><h2 style="text-align: justify;">A aposta da Merck</h2><p style="text-align: justify;">O Biotech Hub estará aberto a startups, spin-offs, ind&uacute;strias e grupos de pesquisa, com bioimpressora 3D, equipamentos de análise celular, biotintas e reagentes para cultivo celular em 3D. A iniciativa integra a estrat&eacute;gia global da Merck, que recentemente comprou a holandesa HUB Organoids, referência em tecnologia de organoides, e prevê cursos e mentorias t&eacute;cnicas a projetos selecionados.</p><p style="text-align: justify;">“Nosso objetivo &eacute; criar um ambiente colaborativo capaz de impulsionar novas soluções cient&iacute;ficas e ampliar o acesso a tecnologias de ponta no ecossistema de inovação”, disse Misael Silva, gerente de ecossistema de inovação da Merck Life Science para a Am&eacute;rica Latina.</p><h2 style="text-align: justify;">Conexão com o M&eacute;xico</h2><p style="text-align: justify;">O evento teve ainda a palestra magna dos pesquisadores Mario Mois&eacute;s Álvarez e Grissel Trujillo-de Santiago, ambos professores do Tecnol&oacute;gico de Monterrey, no M&eacute;xico, sobre o impacto da biotecnologia para a sociedade e a cooperação cient&iacute;fica entre os dois pa&iacute;ses. A dupla coordena um laborat&oacute;rio dedicado &agrave; engenharia de tecidos e bioimpressão.</p><h2 style="text-align: justify;">O ecossistema da UFRJ</h2><p>                                          </p><p style="text-align: justify; ">O hub se soma ao ecossistema de inovação da UFRJ. Al&eacute;m da incubadora que abriga as startups, a universidade mant&eacute;m programas de est&iacute;mulo ao empreendedorismo, como o InovAÇÃO, competição universitária que re&uacute;ne estudantes de instituições do Rio de Janeiro, e o InovaSeed, voltado a projetos mais maduros e de maior complexidade tecnol&oacute;gica em busca de financiamento.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o/Leandro Joras]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Nova Iguaçu inicia vacinação com Pneumo 20 para crianças de até cinco anos</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/92747/nova-iguacu-inicia-vacinacao-com-pneumo-20-para-criancas-de-ate-cinco-anos.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Crianças menores de cinco anos de Nova Iguaçu já podem receber a vacina Pneumo 20 na rede municipal de saúde. A aplicação do novo imunizante começou na quarta-feira (24) em seis pontos de imunização.A Pneumo 20 protege contra 20 sorotipos da bact&eacute;ria Streptococcus pneumoniae, responsável por doenças graves como pneumonia, meningite e outras infecções que podem causar internações, sequelas e at&eacute; &oacute;bito. O objetivo &eacute; ampliar a proteção das crianças...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Crianças menores de cinco anos de Nova Iguaçu já podem receber a vacina Pneumo 20 na rede municipal de saúde. A aplicação do novo imunizante começou na quarta-feira (24) em seis pontos de imunização.</p><p>A Pneumo 20 protege contra 20 sorotipos da bact&eacute;ria Streptococcus pneumoniae, responsável por doenças graves como pneumonia, meningite e outras infecções que podem causar internações, sequelas e at&eacute; &oacute;bito. O objetivo &eacute; ampliar a proteção das crianças contra essas doenças durante a primeira infância.</p><p>O esquema de transição recomendado prevê a aplicação da primeira dose da Pneumo 20 aos 2 meses de vida, a segunda dose da Pneumo 10 aos 4 meses e a dose de reforço da Pneumo 20 a partir dos 12 meses.</p><p><em>“A chegada da Pneumo 20 representa um avanço importante para a proteção das nossas crianças. A vacinação continua sendo uma das principais ferramentas para prevenir doenças graves e reduzir internações, por isso &eacute; fundamental manter a caderneta vacinal em dia”,</em> destacou o secretário municipal de Saúde, Luiz Carlos Nobre Cavalcanti.</p><p>Para receber a vacina, &eacute; necessário apresentar a caderneta de vacinação da criança, documento de identidade ou CPF e comparecer &agrave; unidade de saúde acompanhado por um responsável.</p><p>A vacinação está disponível de segunda a sexta-feira, das 8h30 &agrave;s 17h, nas Clínicas da Família Elaine Ambr&oacute;sio e Jardim Paraíso (Patrícia Marinho) e nas Policlínicas de Miguel Couto e Vila de Cava.</p><p>No Centro de Saúde Vasco Barcelos e na Policlínica do Shopping Nova Iguaçu, o serviço tamb&eacute;m &eacute; oferecido aos finais de semana, das 8h30 &agrave;s 16h e das 8h &agrave;s 20h, respectivamente.</p><p>Confira abaixo os endereços das unidades de saúde:</p><p>Centro de Saúde Vasco Barcelos<br>Endereço: Rua Bernadino de Mello, nº 1.825 &ndash; Centro</p><p>Clínica da família Elaine Ambr&oacute;sio<br>Endereço: Rua Cel. Monteiros de Barros, nº 783 &ndash; Austin</p><p>Clínica da Família Jardim Paraíso (Patrícia Marinho)<br>Endereço: Rua do Ingá, s/n &ndash; Guandu</p><p>Policlínica de Vila de Cava<br>Endereço: Rua Tenente &Aacute;lvaro Gonçalves, nº 103 &ndash; Vila De Cava</p><p>Policlínica de Miguel Couto<br>Endereço: Rua Digomar Simões e Souza s/nº &ndash; Miguel Couto</p><p>Policlínica do Shopping Nova Iguaçu<br>Endereço: Avenida Abílio Augusto Távora, nº 1111 &ndash; Luz  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Prefeitura de Nova Igua&ccedil;u]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Fissura labiopalatina demanda tratamento precoce e multidisciplinar</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/92706/fissura-labiopalatina-demanda-tratamento-precoce-e-multidisciplinar.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 07:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Dados do Minist&eacute;rio da Saúde revelam que aproximadamente 5 mil crianças nascem todos os anos com fissura labiopalatina no Brasil, o equivalente a cerca de um caso para cada 650 nascimentos. Trata-se da malformação craniofacial congênita mais frequente no país e uma das principais causas de necessidade de acompanhamento especializado desde os primeiros meses de vida. O dia 24 de junho &eacute; lembrado como o Dia Nacional de Conscientização sobre a Fissura Labiopalatina, com o...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Dados do Minist&eacute;rio da Saúde revelam que aproximadamente 5 mil crianças nascem todos os anos com fissura labiopalatina no Brasil, o equivalente a cerca de um caso para cada 650 nascimentos. </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694593&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694593&amp;o=node"></p><p><strong>Trata-se da malformação craniofacial congênita mais frequente no país e uma das principais causas de necessidade de acompanhamento especializado desde os primeiros meses de vida. </strong></p><p><strong>O dia 24 de junho &eacute; lembrado como o Dia Nacional de Conscientização sobre a Fissura Labiopalatina, com o objetivo de combater o estigma e destacar a importância do diagn&oacute;stico precoce e do tratamento multidisciplinar.</strong></p><div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/xnkKIMdcXdsKUfY5Ktv4sXDLDLM=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/06/24/2020-06-22-53-anos-hrac-8.jpg?itok=kq4EQVc2" alt="Bauru (SP), 24/06/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo. Foto: HRAC-USP/Divulgação" title="HRAC-USP/Divulgação"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><h6 class="meta">FOTO DE ARQUIVO - Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo. Foto: <strong>HRAC-USP/Divulgação</strong></h6></div></div><p>A condição, que na maior parte das vezes não tem uma causa gen&eacute;tica, provoca o desenvolvimento incompleto do lábio, do c&eacute;u da boca (ou de ambos), durante a gestação, fazendo com que o palato não se una completamente ao c&eacute;u da boca. Isso resulta em uma abertura que pode variar de tamanho, afetando o lábio, o nariz ou o c&eacute;u da boca, gerando impactos que vão al&eacute;m da aparência física.</p><p>A data escolhida para conscientizar a população &eacute; a mesma do dia da fundação, em 1967, na cidade de Bauru, no interior de São Paulo, do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo (HRAC-USP), conhecido como Centrinho. O local &eacute; um centro de excelência e referência nacional e mundial no tratamento dessa anomalia.</p><p><strong>O diferencial do hospital &eacute; a oferta de um tratamento integral</strong>, que acompanha o paciente desde as primeiras cirurgias at&eacute; o restabelecimento completo das funções odontol&oacute;gicas e fonoaudiol&oacute;gicas, garantindo a reabilitação e a inserção social dessas crianças.<br><br><span style="color: rgb(0, 102, 255); font-size: 30px; font-weight: bold;">Causas e tratamentos</span></p><p><strong>Segundo o cirurgião craniofacial Cristiano Tonello, responsável pelo Departamento de Atenção &agrave;s Fissuras Labiopalatinas e Anomalias Craniofaciais do Centrinho, ainda não há uma causa estabelecida para a malformação. </strong></p><p>“Podem ocorrer casos associados a síndromes ou mesmo &agrave; hereditariedade. Ou seja, &agrave;s vezes &eacute; transmitida por meio do pai ou da mãe ou de outro membro da família”.</p><p>Entre as principais consequências estão dificuldades na alimentação, na fala, na audição, no desenvolvimento dentário e na respiração, al&eacute;m de repercussões emocionais e sociais que podem acompanhar o paciente ao longo da vida. </p><p><strong>O tratamento envolve diferentes especialidades e costuma acompanhar o paciente por muitos anos.</strong> Fazem parte dessa jornada de reabilitação cirurgias reparadoras, acompanhamento fonoaudiol&oacute;gico, odontol&oacute;gico, psicol&oacute;gico, pediátrico e otorrinolaringol&oacute;gico.</p><blockquote><p>“O diagn&oacute;stico, em grande parte das vezes, &eacute; visível. E muitas vezes pode ser diagnosticado ainda no período pr&eacute;-natal por meio de ultrassonografia. Hoje em dia, os tratamentos garantem uma excelente qualidade de vida, desde que esses pacientes sejam acompanhados por equipes especializadas e dentro do período adequado, ao longo do crescimento”, explicou Tonello.</p></blockquote><p>Al&eacute;m dos desafios clínicos, a condição impacta diretamente as famílias, resultando em insegurança e preocupação com o tratamento. De acordo com o m&eacute;dico, o acesso ao tratamento &eacute; facilitado em algumas regiões do país, como Sul, Sudeste e Centro-Oeste.</p><p>“Mas, em áreas do Norte e do Nordeste, o acesso &eacute; bastante limitado. O Centrinho &eacute; uma instituição que tem mais de 100 mil pacientes tratados ao longo de quase 60 anos de hist&oacute;ria. E ele se destaca nacional e internacionalmente por dar um tratamento integral a esses pacientes”, afirmou Tonello.</p><h2>Jornada na reabilitação</h2><div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right"><div class="dnd-atom-rendered">No dia em que nasceu, em janeiro de 1986, na cidade de São Paulo, o clima de celebração do primeiro filho foi substituído pela angústia e pela incerteza. Logo ap&oacute;s o parto, os m&eacute;dicos sumiram com o bebê. Diante do desespero dos pais, uma psic&oacute;loga do hospital trouxe uma notícia devastadora, dita de forma brutal: “O seu filho não veio, porque ele nasceu sem rosto”. </div></div><p><strong>Ap&oacute;s horas, os pais de Thyago C&eacute;zar o receberam em seus braços, junto com a afirmação dos m&eacute;dicos de que ele jamais falaria ou se relacionaria.</strong></p><p><strong>A reviravolta começou graças &agrave; indicação de um amigo da família, cuja irmã trabalhava pr&oacute;ximo ao Centrinho. </strong>Com apenas oito dias de vida, Thyago foi colocado no carro por seus pais para buscar tratamento especializado. </p><p>“Bauru nos acolheu imediatamente. E, quando meus pais viram aquela quantidade enorme de crianças iguais a mim, eles se acalmaram e perceberam que o melhor caminho era morarmos em Bauru para facilitar o tratamento”, contou Thyago, que atualmente tem 40 anos e &eacute; advogado.</p><p>O tratamento de Thyago no Centrinho durou exatos 25 anos e três meses. Ao todo, foram 10 cirurgias e 12 anos de uso de aparelho ortod&ocirc;ntico, al&eacute;m de idas intermitentes ao dentista e acompanhamento com fonoaudi&oacute;logos, psic&oacute;logos e terapeutas ocupacionais. </p><p>Embora a cirurgia primária para fechar o lábio ocorra geralmente aos três meses e a do c&eacute;u da boca, por volta de um ano, Thyago enfatizou que o processo está longe de ser simples.</p><blockquote><p>“As pessoas acham que &eacute; s&oacute; costurar a boquinha, mas &eacute; muito mais do que isso. &Eacute; um tratamento que vai durar praticamente at&eacute; a vida adulta dessa pessoa. E tem o preconceito, os apelidos na escola. Para mim, toda a questão est&eacute;tica era prejudicada. Mas eu tive a sorte de ter pais que eram melhores do que quaisquer psic&oacute;logos e me incentivaram a enfrentar os desafios de cabeça erguida”, disse.</p></blockquote><h2>Atuação</h2><p><strong>Thyago formou-se em Direito e, em 2010, recebeu alta do tratamento. Em 2015, foi convidado pelo serviço social do Centrinho para participar de uma audiência pública com o objetivo de criar o Dia Municipal da Conscientização da Fissura Labiopalatina.</strong></p><p>Sua atuação chamou a atenção e, no ano seguinte, ele foi convidado a se juntar &agrave; Rede Profis Brasil (Rede Nacional de Associações de Pais e Pessoas com Fissura Labiopalatina), uma organização sem fins lucrativos que integra associações de apoio a pessoas com fissura labiopalatina e suas famílias em todo o Brasil.</p><p>A rede promove o acesso &agrave; reabilitação multidisciplinar, ao acolhimento e &agrave; defesa de direitos.</p><p><strong>Com base em sua formação jurídica e em sua vivência, Thyago passou a lutar para garantir direitos em âmbito nacional. </strong>Ele passou a sugerir projetos de lei para equiparar as pessoas com fissura labiopalatina &agrave;s pessoas com deficiência.</p><p>A proposta já foi apresentada em 20 estados brasileiros. Em dez foi aprovada e em nove está em tramitação. No estado de São Paulo, o projeto foi vetado pelo governador Tarcísio de Freitas, ap&oacute;s ter sido aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa. O mesmo projeto está em tramitação na Câmara dos Deputados.</p><p>Ao olhar para sua trajet&oacute;ria, Thyago recusa o r&oacute;tulo de vitorioso.</p><blockquote><p>“Eu diria que sou algu&eacute;m que teve acesso. Eu tive o privil&eacute;gio de poder morar perto de um hospital de referência mundial, de ter tido condições financeiras para o p&oacute;s-operat&oacute;rio e de ter tido a oportunidade de estudar. Muitas famílias enfrentam barreiras geográficas e financeiras intransponíveis para acompanhar os filhos nas consultas semanais”.</p></blockquote><p>Thyago destaca pontos cruciais como a conscientização, ou seja, informar as famílias sobre a existência do tratamento, evitando que crianças cresçam sem realizar as cirurgias primárias por desconhecimento dos pais, e o acesso efetivo com a garantia de transporte e alimentação para que os pacientes consigam chegar aos centros de reabilitação.</p><p>“Tamb&eacute;m &eacute; fundamental a capacitação profissional, instruir profissionais de maternidades e unidades básicas de saúde para que saibam identificar a fissura e encaminhem os bebês para os locais corretos imediatamente. E tamb&eacute;m que o poder público injete recursos na reabilitação, pois, embora a fissura não cause a morte física direta, a falta de tratamento “mata a alma” e invisibiliza o indivíduo, impedindo-o de desenvolver todo o seu potencial”, finalizou Thyago.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: HRAC-USP/Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
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			<title>Dia de prevenção de quedas traz alerta para idosos</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 17:46:17 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O n&uacute;mero de pessoas transferidas para o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) ap&oacute;s queda aumentou quase 50% de janeiro a maio deste ano, em comparação com o mesmo per&iacute;odo do ano passado. As 258 pessoas recebidas nesses cinco meses representam mais da metade dos pacientes de trauma transferidos para a unidade.O n&uacute;mero mostra que cair &eacute; um dos acidentes que mais causam lesões ortop&eacute;dicas. O alerta ocorre nesta quarta-feira (24), Dia...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O n&uacute;mero de pessoas transferidas para o <a href="https://www.into.saude.gov.br/" target="_blank">Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) </a>ap&oacute;s queda aumentou quase 50% de janeiro a maio deste ano, em comparação com o mesmo per&iacute;odo do ano passado.</strong> As 258 pessoas recebidas nesses cinco meses representam mais da metade dos pacientes de trauma transferidos para a unidade.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694572&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694572&amp;o=node"></p><p><strong>O n&uacute;mero mostra que cair &eacute; um dos acidentes que mais causam lesões ortop&eacute;dicas. O alerta ocorre nesta quarta-feira (24), Dia Mundial de Prevenção de Quedas, data criada pela <a href="https://www.who.int/pt/about" target="_blank">Organização Mundial da Sa&uacute;de (OMS)</a> e inclu&iacute;da no calendário do <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br" target="_blank">Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de</a>.</strong></p><p>Como o Into &eacute; um hospital federal que atende apenas pacientes de maior complexidade, todos esses casos demandavam, pelo menos, avaliação especializada para verificar a necessidade de cirurgia. A maioria, de fato, precisou de operação.</p><p><strong>O <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/idosos" target="_blank">envelhecimento da população</a> &eacute; fator central para entender esse aumento, de acordo com o chefe do Centro de Trauma do Into, Tito Rocha. Mais de 70% dos pacientes tinham 60 anos ou mais.</strong></p><blockquote><p>"A falta do equil&iacute;brio, a diminuição da força, a perda da acuidade visual, tudo isso vem com a idade. Nos &uacute;ltimos 20 anos, a gente teve aumento fantástico da longevidade. Quando você aumenta o n&uacute;mero de pessoas idosas, você aumenta tamb&eacute;m o n&uacute;mero de problemas relacionados &agrave; idade."</p></blockquote><p><strong>Outro dado dos atendimentos do Into comprova o impacto do envelhecimento: a maioria dos pacientes caiu de pr&oacute;pria altura, ou seja, por algum desequil&iacute;brio durante a rotina. </strong>Mas mesmo acidentes simples podem ter consequências drásticas, especialmente para os idosos. </p><p>"O jovem, quando cai de pr&oacute;pria altura, geralmente sacode a poeira e dá a volta por cima. O idoso não. Ele não consegue nem se levantar e normalmente faz uma fratura que precisa de algum tratamento cir&uacute;rgico ou que ele fique acamado", acrescenta Rocha.</p><p>Apesar de necessárias, essas intervenções tamb&eacute;m trazem riscos: "O idoso internado pode acabar tendo uma pneumonia, uma infecção urinária. A mortalidade associada a uma fratura em idosos &eacute; muito grande nos primeiros 30 dias, e em at&eacute; 1 ano depois da queda fica em torno de 20% a 30%".<br><br><span style="color: rgb(0, 102, 255); font-size: 30px; font-weight: bold;">Prevenção</span></p><p>O chefe do Centro de Trauma do Into aponta duas importantes medidas de prevenção. A primeira &eacute; o cuidado com o corpo, por meio de exerc&iacute;cios f&iacute;sicos regulares para diminuir a perda muscular e tratamento para osteoporose. </p><blockquote><p>"Uma pessoa que já não consegue levantar sozinha de uma cadeira, se ela cai e quebra um osso, ela vai ter uma recuperação bem mais dif&iacute;cil, porque ela já não tinha força &oacute;ssea e muscular antes."</p></blockquote><p>A segunda medida &eacute; o cuidado com a adaptação da casa: "ter barra no banheiro para a pessoa se apoiar, retirar os tapetes que ficam soltos, usar calçados antiderrapantes, ter cuidado com os animais dom&eacute;sticos, que &agrave;s vezes se enroscam na perna dos donos."</p><p>Tito Rocha ressalta que o envelhecimento da população não &eacute; um fen&ocirc;meno negativo e, na esteira dele, atualmente as pessoas tem se mantido ativas por muito mais tempo do que no passado.</p><p>"Chegar aos 90 anos &eacute; &oacute;timo, mas tem um preço. Ainda são pessoas com mais comorbidades, mais frágeis, com algum d&eacute;ficit cognitivo."  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: TV  Brasil]]></media:title> 
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