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		<title>Saúde - Eu, Rio!</title>
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			<title>Vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS começa em duas semanas, diz Padilha</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91988/vacinacao-com-a-pneumo-20-pelo-sus-comeca-em-duas-semanas-diz-padilha.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 14:23:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha, anunciou na quarta-feira (3) o in&iacute;cio da vacinação com a Pneumo 20 para crianças de at&eacute; 5 anos, que deve começar na segunda quinzena deste mês de junho, nas Unidades Básicas de Sa&uacute;de (UBS). O imunizante, uma novidade no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS), protege contra 20 sorotipos da bact&eacute;ria Streptococcus pneumoniae, principal causadora de doenças graves como pneumonia e meningite, responsáveis por...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha, anunciou na quarta-feira (3) o in&iacute;cio da vacinação com a Pneumo 20 para crianças de at&eacute; 5 anos, que deve começar na segunda quinzena deste mês de junho, nas Unidades Básicas de Sa&uacute;de (UBS). </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692261&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692261&amp;o=node"></p><p>O imunizante, uma novidade no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS), protege contra 20 sorotipos da bact&eacute;ria <em>Streptococcus pneumoniae</em>, principal causadora de doenças graves como pneumonia e meningite, responsáveis por hospitalizações, sequelas e &oacute;bitos.</p><p>Esse &eacute; o quarto imunobiol&oacute;gico incorporado para crianças durante a atual gestão da pasta. Na rede privada, onde a vacina já era ofertada desde o ano passado, o custo chega a mais de R$ 500 por dose.</p><blockquote><p>"N&oacute;s já tomamos todos os passos necessários, inclusive nota t&eacute;cnica, começar a distribuição para os estados e munic&iacute;pios, para que já nesse mês de junho, na expectativa, estamos chamando para o começo da segunda quinzena de junho, provavelmente a partir de quinze de junho, a vacina Pneumo 20 para as crianças", garantiu o ministro.</p></blockquote><p><strong>A vacina pneumoc&oacute;cica conjugada 20-valente (VPC20 ou Pneumo 20) <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/sus-vai-ampliar-protecao-vacinal-contra-doenca-pneumococica">vai substituir a 10-valente, dobrando os sorotipos prevenidos</a>.</strong></p><h2>Doença</h2><p><strong>A doença pneumoc&oacute;cica &eacute; uma infecção causada pela bact&eacute;ria <em>Streptococcus pneumoniae</em>, ou pneumococo, que pode ocasionar quadros leves, como inflamação no ouvido ou sinusite, ou graves, como pneumonia bacteriana, meningite e sepse.</strong></p><p>Estima-se que o pneumococo seja responsável por at&eacute; 50% de todos os casos de meningite bacteriana em crianças. A mortalidade nesses casos &eacute; de cerca de 30%. Al&eacute;m das crianças pequenas, idosos e indiv&iacute;duos com comorbidades ou imunossupressão tamb&eacute;m são mais vulneráveis.</p><p>Segundo a Organização Mundial da Sa&uacute;de (OMS), a doença pneumoc&oacute;cica &eacute; a maior causa de mortalidade infantil por doença preven&iacute;vel. No Brasil, entre 2023 e 2025, foram registrados 4,6 mil casos de meningite pneumoc&oacute;cica e 1,4 mil &oacute;bitos no Brasil. Entre crianças menores de 5 anos, foram 616 casos e 188 mortes no mesmo per&iacute;odo.</p><p><strong>O diferencial da nova vacina, segundo o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, &eacute; justamente a ampliação da proteção imunol&oacute;gica</strong>, relacionadas aos sorotipos que mais causam pneumonia invasiva, especialmente os tipos 3, 6A e 19A, sendo mais abrangente do que as formulações anteriores.</p><p>A vacina tamb&eacute;m atua contra a otite m&eacute;dia, condição que pode levar &agrave; perda auditiva e infecção generalizada quer pode levar &agrave; morte.</p><p>A distribuição das primeiras 514 mil doses já começou, de acordo com a pasta. A vacinação será iniciada &agrave; medida que os estados receberem os imunizantes e conclu&iacute;rem o envio aos munic&iacute;pios. A previsão do governo federal &eacute; disponibilizar mais de 6,1 milhões de doses ainda este ano.</p><h2>Hist&oacute;rico da vacina</h2><p><strong>A vacinação contra a doença pneumoc&oacute;cica, com a VPC10, foi inclu&iacute;da no calendário básico infantil em 2010 e, desde então, houve redução de 60% dos casos de doença pneumoc&oacute;cica invasiva causada por algum dos 10 sorotipos combatidos pela vacina em crianças de at&eacute; dois anos. </strong>Os casos de meningite pneumoc&oacute;cica na mesma faixa etária tamb&eacute;m ca&iacute;ram 65%.</p><p>No entanto, em anos mais recentes os casos vêm crescendo. De 2013 a 2019, o Brasil registrou uma m&eacute;dia de 164 casos anuais de meningite pneumoc&oacute;cica em crianças de at&eacute; 5 anos. De 2022 a 2024, a m&eacute;dia anual subiu para 211,3 casos.</p><p>Dados da vigilância do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de mostram que quase 40% dos casos graves com amostra coletada entre 2018 e 2023 foram causados por apenas dois tipos da bact&eacute;ria não prevenidos pela VPC10, mas agora inclu&iacute;dos na formulação da VPC20.</p><h2>Grupos prioritários</h2><p><strong>O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de informou que a pneumo 20 será ofertada aos seguintes grupos prioritários:</strong></p><ul><li>Crianças menores de 5 anos;</li><li>Povos ind&iacute;genas maiores de 5 anos de idade (sem hist&oacute;rico vacinal com pneumo conjugada);</li><li>Idosos com 60 anos ou mais acamados e/ou institucionalizados;</li><li>Pessoas com condições cl&iacute;nicas especiais, atendidas nos Centros de Referência para Imunobiol&oacute;gicos Especiais (CRIE).</li></ul><p>Durante o per&iacute;odo de transição para o novo imunizante, o esquema vacinal básico para a criança seguirá o seguinte modelo: uma dose da pneumo 20 aos 2 meses de idade; uma dose da pneumo 10 aos 4 meses, e uma dose de reforço da pneumo 20 aos 12 meses, respeitando o intervalo m&iacute;nimo de 60 dias entre a segunda dose e o reforço.</p><p>As vacinas VPC13 e VPP23 serão utilizadas em estrat&eacute;gias diferenciadas at&eacute; a finalização dos estoques.</p><p><strong>Essa estrat&eacute;gia será mantida at&eacute; o t&eacute;rmino dos estoques da Pneumo 10. Ap&oacute;s o esgotamento dessas doses, o esquema vacinal passará a utilizar exclusivamente a Pneumo 20. </strong>Por meio da Caderneta Digital de Sa&uacute;de da Criança, dispon&iacute;vel no aplicativo Meu SUS Digital, pais, mães e responsáveis podem acompanhar, em tempo real, o hist&oacute;rico de vacinação.</p><h2>Resultados</h2><p><strong>Nos &uacute;ltimos três anos, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de informou ter recuperado todas as coberturas vacinais infantis, revertendo a tendência de queda observada at&eacute; 2022. </strong>A vacinação contra doenças pneumoc&oacute;cicas acompanhou esse avanço, com a cobertura do esquema básico passando de 90,01% em 2023 para 93,22% em 2024 e 93,45% em 2025. Em 2026, a cobertura parcial acumulada at&eacute; o momento, segundo a pasta, alcança 86,33%.</p><p>"N&oacute;s estamos com muita luta vencendo o negacionismo, vencendo a turma antivacina, recuperando a credibilidade do nosso Programa Nacional de Imunização", declarou Padilha durante entrevista para detalhar o esquema de vacinação com a Pneumo 20.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Tomaz Silva]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Modelo de gestão do Hospital Oceânico de Niterói será apresentado em congresso internacional</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 10:35:12 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Hospital Municipal Oceânico Dr. Gilson Cantarino, da Prefeitura de Niter&oacute;i, ganhou projeção internacional ap&oacute;s ter um estudo cient&iacute;fico selecionado para apresentação na 42ª Conferência Internacional da ISQua (International Society for Quality in Health Care), um dos mais importantes congressos mundiais sobre qualidade e gestão em sa&uacute;de. O evento será realizado em setembro, em Dublin, na Irlanda.“Ver um hospital municipal de Niter&oacute;i ser reconhecido ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">O Hospital Municipal Oceânico Dr. Gilson Cantarino, da Prefeitura de Niter&oacute;i, ganhou projeção internacional ap&oacute;s ter um estudo cient&iacute;fico selecionado para apresentação na 42ª Conferência Internacional da ISQua (International Society for Quality in Health Care), um dos mais importantes congressos mundiais sobre qualidade e gestão em sa&uacute;de. O evento será realizado em setembro, em Dublin, na Irlanda.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">“Ver um hospital municipal de Niter&oacute;i ser reconhecido em um dos maiores congressos de sa&uacute;de do mundo mostra que investir em gestão, inovação e valorização das equipes faz diferença na vida das pessoas. Estamos conseguindo reduzir filas, ampliar atendimentos e transformar a sa&uacute;de p&uacute;blica da cidade em referência dentro e fora do Brasil”, afirmou o prefeito Rodrigo Neves.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">O artigo “Fast-Tracking Elective Surgery: Improving Efficiency and Safety Through Preoperative Redesign” apresenta os resultados alcançados pela unidade a partir da implantação do modelo de gestão Fast-track, que reorganizou o fluxo pr&eacute;-operat&oacute;rio e redesenhou a jornada do paciente. A iniciativa permitiu ampliar a capacidade cir&uacute;rgica do hospital sem necessidade de expansão f&iacute;sica imediata, tornando a unidade referência em eficiência para sistemas p&uacute;blicos de sa&uacute;de.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">Os resultados já são percebidos diretamente pelos pacientes. Com o novo modelo, o tempo m&eacute;dio de espera para cirurgias eletivas, que antes chegava a quatro meses, caiu para aproximadamente duas semanas, trazendo mais agilidade, segurança e qualidade assistencial para os usuários do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) em Niter&oacute;i.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">A secretária municipal de Sa&uacute;de de Niter&oacute;i, Ilza Fellows, destacou que o reconhecimento internacional reforça a capacidade de inovação da rede municipal.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">“Esse resultado mostra que &eacute; poss&iacute;vel oferecer uma sa&uacute;de p&uacute;blica cada vez mais eficiente, humanizada e resolutiva. Conseguimos reduzir drasticamente o tempo de espera dos pacientes e ampliar a capacidade cir&uacute;rgica com planejamento, reorganização dos fluxos e comprometimento das equipes. O reconhecimento internacional reforça que Niter&oacute;i está no caminho certo ao investir em gestão, inovação e cuidado com a população”, afirmou a secretária.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">Al&eacute;m da redução no tempo de espera, o hospital tamb&eacute;m alcançou um marco hist&oacute;rico na produtividade cir&uacute;rgica. Em março de 2026, a unidade realizou 629 cirurgias em apenas um mês, recorde desde a inauguração do hospital, que opera com quatro salas cir&uacute;rgicas.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">A evolução do n&uacute;mero de procedimentos demonstra o avanço da eficiência hospitalar da unidade. Em 2025, o Hospital Municipal Oceânico Dr. Gilson Cantarino realizou 465 cirurgias em janeiro; 422 em fevereiro; 439 em março; 400 em abril; 448 em maio; 419 em junho; 484 em julho; 430 em agosto; 470 em setembro; 520 em outubro; 455 em novembro; e 417 em dezembro. Já em 2026, foram realizadas 485 cirurgias em janeiro, 393 em fevereiro e o recorde de 629 procedimentos em março.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Douglas Macedo]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Um em cada quatro brasileiros não sabe que o câncer pode ser prevenido</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91953/um-em-cada-quatro-brasileiros-nao-sabe-que-o-cancer-pode-ser-prevenido.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 09:21:24 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Um em cada quatro brasileiros desconhece que o câncer &eacute; uma doença que pode ser prevenida. A informação faz parte do relat&oacute;rio Mais Dados Mais Sa&uacute;de - Percepções da população brasileira sobre fatores de risco para o câncer, divulgada nesta quarta-feira (3). O estudo investigou de que forma a população percebe e se relaciona com alguns fatores de risco para o câncer como tabagismo, bebidas alco&oacute;licas, alimentos ultraprocessados e sedentarismo. De acordo...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Um em cada quatro brasileiros desconhece que o câncer &eacute; uma doença que pode ser prevenida. </strong>A informação faz parte do relat&oacute;rio Mais Dados Mais Sa&uacute;de - Percepções da população brasileira sobre fatores de risco para o câncer, divulgada nesta quarta-feira (3). <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692105&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692105&amp;o=node"></p><p>O estudo investigou de que forma a população percebe e se relaciona com alguns fatores de risco para o câncer como tabagismo, bebidas alco&oacute;licas, alimentos ultraprocessados e sedentarismo. </p><p><strong>De acordo com Instituto Nacional de Câncer (Inca), são estimados 781 mil casos novos de câncer por ano no triênio 2026/2028.</strong> O volume representa aumento de 10,9% em relação ao per&iacute;odo anterior, impulsionado pelo envelhecimento da população e por hábitos de vida.  </p><p>A pesquisa &eacute; a primeira edição de abrangência nacional que investiga o conhecimento dos brasileiros em relação &agrave; prevenção do câncer, incluindo o que pensam e fazem sobre o assunto. O estudo foi realizado pelas organizações Umane e Vital Strategies, com apoio do Instituto Devive e parceria t&eacute;cnica do Inca. Foram entrevistadas 6,5 mil pessoas em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal.  </p><h2>Fatores de risco  </h2><p>Enquanto alguns hábitos, como o fumo e a exposição solar sem proteção são mais percebidos pela população como perigosos, outros não são vistos como fatores de risco para o câncer. &Eacute; o caso do sedentarismo, por exemplo, que aparece nas &uacute;ltimas posições dessa lista. <strong>Menos da metade dos brasileiros (48,3%) acha que a falta de atividade f&iacute;sica favorece o desenvolvimento da doença.  </strong></p><p>Na avaliação da Chefe da Divisão de Pesquisa Populacional do Inca, Luciana Grucci Moreira, percebe-se uma melhora no Brasil em termos de percepção da população, especialmente em comparação aos estudos internacionais.  </p><p><strong>O maior exemplo disso &eacute; o fumo, que apresenta reconhecimento de fator de risco bastante elevado entre a população adulta brasileira: 90,5% disseram saber que fumar causa câncer. </strong>Os outros dois fatores com maior &iacute;ndice de percepção são herança gen&eacute;tica (89,4%) e exposição solar excessiva (88,3%).  </p><p><strong>Já outros fatores não são percebidos da mesma forma pela população como bebidas alco&oacute;licas, apontadas como fator de risco por 71,3%, bem como alimentos embutidos como presunto e salsicha (70,7%), e ultraprocessados como macarrão instantâneo, salgadinhos e sorvete (65,6%). </strong></p><p>Para a especialista, a principal diferença para os distintos graus de percepção são pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e campanhas informativas, como as implementadas em relação ao cigarro nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas.  </p><blockquote><p>“Advertências em embalagens, impostos para elevar o preço do tabaco, ambientes restritos de fumo. Ou seja, um conjunto de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e muita campanha informativa, de comunicação, que já foram desenvolvidas acerca do tabaco”, compara.  </p></blockquote><p>Ela acredita que para ampliar a percepção da população, &eacute; preciso avançar em ações semelhantes para os outros fatores de risco.  </p><p><strong>O estudo mostra, ainda, que a população desconhece que o aleitamento materno &eacute; um fator de proteção para o desenvolvimento do câncer de mama. A cada 10 entrevistados, 4 não sabiam dessa informação.  </strong></p><p>“A mulher que amamenta tem uma proteção maior contra o câncer de mama quando comparada com aquela mulher que não tem oportunidade de amamentar”. </p><h2>Obesidade </h2><p><strong>Já o sobrepeso e a obesidade são conhecidos como fator de risco para o câncer por apenas 54,1% da população.</strong> O mesmo ocorre em relação ao consumo de bebidas adoçadas (refrigerantes), baixa ingestão de frutas e verduras e o sedentarismo, que são associados ao câncer por somente 55,3%, 53,3% e 48,3% dos adultos brasileiros, respectivamente. A carne vermelha &eacute; reconhecida como item que aumenta a chance de desenvolver câncer por menos de três em cada dez brasileiros, ou 27,5%. </p><blockquote><p>“Lembrando que não &eacute; s&oacute; a informação que &eacute; determinante para uma escolha alimentar. Existem outras questões como o acesso ao alimento, renda, preço dos alimentos, marketing. A gente precisa avançar em outras pol&iacute;ticas p&uacute;blicas tamb&eacute;m conjuntamente para promover não s&oacute; essa percepção, como a melhora das escolhas mais saudáveis por parte da população”, defende. </p></blockquote><p>Ela reforça a necessidade de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para prevenir fatores ambientais e comportamentais que aumentam a chance de se desenvolver um câncer, como por exemplo a atividade f&iacute;sica e a alimentação adequada.  </p><blockquote><p>“Não &eacute; s&oacute; falar: ‘faça atividade f&iacute;sica’. A rua em que a pessoa mora tem que estar iluminada, com segurança, para ela praticar exerc&iacute;cio. A pol&iacute;tica p&uacute;blica tem esse papel de dar a opção de melhores escolhas para todos esses fatores de risco”, explica. </p></blockquote><h2>Comportamentos </h2><p>A pesquisa tamb&eacute;m investigou hábitos da população relacionados aos fatores de risco para o câncer, como o consumo de alimentos embutidos, ultraprocessados, carne vermelha e bebidas adoçadas. E tamb&eacute;m questionou os entrevistados se havia intenção ou não de reduzir o consumo. </p><p>Cerca de 45% dos indiv&iacute;duos relataram consumir produtos ultraprocessados e ter tentado reduzir o consumo, enquanto 33% afirmam não consumir e 15% consomem e não têm intenção de reduzir esse hábito. Em relação aos refrigerantes e demais bebidas adoçadas, aproximadamente 53% relataram consumo com tentativa de redução, 27% não consomem e cerca de 15% não querem reduzir a ingestão. </p><p>Em relação &agrave; carne vermelha, foi observada maior proporção de indiv&iacute;duos que relataram consumir sem ter tentado reduzir (cerca de 45%), seguida por aqueles que consomem e tentam reduzir (aproximadamente 40%), enquanto o não consumo &eacute; menos frequente (em torno de 10%). </p><p><strong>Em contrapartida, 86,3% da população afirmou consumir frutas, legumes e verduras. Entre os que não consomem, 8,3% disseram ter intenção de começar. </strong></p><h2>Jovens  </h2><p><strong>O relat&oacute;rio revela que os jovens at&eacute; 24 anos são os que mais consomem os alimentos mais relacionados como fatores de risco sem a intenção de reduzir.</strong> Esse comportamento foi acusado por 32,3% com relação aos ultraprocessados, 24,4% quando se trata de bebidas adoçadas, 29,5% embutidos e 49,1% em relação &agrave; carne vermelha. </p><p><strong>Sobre bebidas alco&oacute;licas, substância associada a pelo menos oito tipos de câncer, metade da população (50,1%) relatou não consumir enquanto 32,5%, entre os que consomem já tentaram reduzir o hábito.</strong> Os jovens at&eacute; 24 anos são maioria entres os que declaram beber e não ter a intenção de reduzir (16,9%), mesma resposta dada por 8,7% das pessoas de 25 a 59 anos e por 7,1% daqueles com mais de 60 anos. </p><h2>Sedentarismo </h2><p> Em relação ao sedentarismo, 52,2% disseram que praticam atividade f&iacute;sica e 39% manifestaram querer começar a se exercitar. Os mais ricos são os que mais sabem da importância da atividade f&iacute;sica na prevenção do câncer. Cerca de 45% dos que recebiam at&eacute; R$ 2 mil apresentaram menor proporção de conhecimento sobre o sedentarismo como fator de risco em comparação &agrave;queles com renda igual ou superior a R$ 10 mil (59,6%). </p><p><strong>Indagados sobre o peso corporal, 48,8% se declararam com peso saudável.</strong> Entre os que reconhecem ter excesso de peso, 31% afirmaram estar fazendo algo a respeito, mas esse n&uacute;mero cai para 22,9% entre pessoas com renda menor que R$ 2 mil, contra mais de 40% entre os de renda acima de R$ 3 mil. </p><h2>Estrat&eacute;gias </h2><p>Na avaliação da gestora do Inca, Luciana Moreira, o resultado do estudo permite pensar e planejar quais esforços devem ser feitos para levar informação de qualidade para população.  </p><blockquote><p>“Se a população hoje não reconhece, por exemplo, que as carnes processadas aumentam o risco de câncer, essa informação &eacute; muito importante para n&oacute;s, que trabalhamos com ações de prevenção e com criação de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, de que &eacute; preciso investir em estrat&eacute;gias de comunicação”, afirma. </p></blockquote><p>Luciana Sardinha, da Vital Strategies, acredita que o estudo tem um efeito muito positivo para despertar na população o interesse pelo assunto. “Ao dar visibilidade aos resultados, eles chamam a atenção da população para os fatores de risco para o câncer”.   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Paulo Pinto/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Funcionamento das unidades de saúde no feriado de Corpus Christi</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91947/funcionamento-das-unidades-de-saude-no-feriado-de-corpus-christi.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[As unidades 24 horas da rede municipal de saúde &ndash; UPAs, hospitais, centros de emergência regional (CERs) e centros de atenção psicossocial (CAPS) tipo III &ndash; vão funcionar ininterruptamente durante todo o período de Corpus Christi, de 4 a 7 de junho. O Super Centro Carioca de Vacinação de Botafogo funcionará das 8h &agrave;s 22h durante todo o período. As unidades do Super Centro Carioca de Vacinação da Zona Oeste, no ParkShoppingCampoGrande, e da Zona Norte, no Shopping...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr">As unidades 24 horas da rede municipal de saúde &ndash; UPAs, hospitais, centros de emergência regional (CERs) e centros de atenção psicossocial (CAPS) tipo III &ndash; vão funcionar ininterruptamente durante todo o período de Corpus Christi, de 4 a 7 de junho.</p><p> </p><p dir="ltr">O Super Centro Carioca de Vacinação de Botafogo funcionará das 8h &agrave;s 22h durante todo o período. As unidades do Super Centro Carioca de Vacinação da Zona Oeste, no ParkShoppingCampoGrande, e da Zona Norte, no Shopping Nova Am&eacute;rica, funcionarão de acordo com os horários dos centros comerciais.</p><p> O Super Centro Carioca de Saúde, em Benfica, e o Super Centro Carioca de Saúde da Zona Oeste, em Campo Grande, não abrirão no dia do feriado de Corpus Christi, na quinta-feira 4 de junho; e terão funcionamento normal na sexta-feira, dia 5, e no sábado, 6.</p><p> As unidades de Atenção Primária &ndash; centros municipais de saúde, clínicas da família, centros de atenção psicossocial, policlínicas e centros municipais de reabilitação &ndash; não abrirão no feriado do dia 4; e funcionarão das 7h &agrave;s 12h no ponto facultativo da sexta-feira, dia 5. No sábado (6) funcionarão em seus respectivos horários.</p><p> Unidades que funcionam 24 horas:</p><p dir="ltr">&ndash; Hospital Municipal Souza Aguiar &ndash; Centro</p><p dir="ltr">&ndash; Hospital Municipal Miguel Couto &ndash; Gávea</p><p dir="ltr">&ndash; Hospital Municipal Salgado Filho &ndash; M&eacute;ier</p><p dir="ltr">&ndash; Hospital Municipal Lourenço Jorge &ndash; Barra da Tijuca</p><p dir="ltr">&ndash; Hospital Municipal Pedro II &ndash; Santa Cruz</p><p dir="ltr">&ndash; Hospital Municipal Rocha Faria &ndash; Campo Grande</p><p dir="ltr">&ndash; Hospital Municipal Albert Schweitzer &ndash; Realengo</p><p dir="ltr">&ndash; Hospital Municipal Evandro Freire &ndash; Ilha do Governador</p><p dir="ltr">&ndash; Hospital Municipal Rocha Maia &ndash; Botafogo</p><p dir="ltr">&ndash; Hospital Municipal Francisco da Silva Telles &ndash; Irajá</p><p dir="ltr">&ndash; Hospital do Andaraí &ndash; Andaraí</p><p dir="ltr">&ndash; Hospital Cardoso Fontes &ndash; Jacarepaguá</p><p dir="ltr">&ndash; Hospital Maternidade Fernando Magalhães &ndash; São Crist&oacute;vão</p><p dir="ltr">&ndash; Hospital Maternidade Carmela Dutra &ndash; Lins de Vasconcelos</p><p dir="ltr">&ndash; Hospital Maternidade Herculano Pinheiro &ndash; Madureira</p><p dir="ltr">&ndash; Hospital Maternidade Alexander Fleming &ndash; Marechal Hermes</p><p dir="ltr">&ndash; Hospital Maternidade Maria Am&eacute;lia Buarque de Hollanda &ndash; Centro</p><p dir="ltr">&ndash; Hospital Maternidade Paulino Werneck &ndash; Ilha do Governador</p><p dir="ltr">&ndash; Hospital da Mulher Mariska Ribeiro &ndash; Bangu</p><p dir="ltr">&ndash; Maternidade Leila Diniz &ndash; Barra da Tijuca</p><p dir="ltr">&ndash; Maternidade da Rocinha &ndash; Rocinha</p><p dir="ltr">&ndash; Serviço de emergência da Policlínica C&eacute;sar Pernetta &ndash; M&eacute;ier</p><p dir="ltr">&ndash; Instituto Municipal Philippe Pinel &ndash; Botafogo</p><p dir="ltr">&ndash; UIS Arthur Villaboim &ndash; Paquetá</p><p dir="ltr">&ndash; UPA de Vila Kennedy</p><p dir="ltr">&ndash; UPA da Rocinha</p><p dir="ltr">&ndash; UPA do Complexo do Alemão</p><p dir="ltr">&ndash; UPA da Cidade de Deus</p><p dir="ltr">&ndash; UPA Manguinhos</p><p dir="ltr">&ndash; UPA de Santa Cruz / João XXIII</p><p dir="ltr">&ndash; UPA do Engenho de Dentro</p><p dir="ltr">&ndash; UPA de Madureira</p><p dir="ltr">&ndash; UPA de Costa Barros</p><p dir="ltr">&ndash; UPA de Senador Camará</p><p dir="ltr">&ndash; UPA Sepetiba</p><p dir="ltr">&ndash; UPA Paciência</p><p dir="ltr">&ndash; UPA Magalhães Bastos</p><p dir="ltr">&ndash; UPA Rocha Miranda</p><p dir="ltr">&ndash; UPA Del Castilho</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Emergência Regional Centro</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Emergência Regional Leblon</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Emergência Regional Barra</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Emergência Regional Ilha</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Emergência Regional Realengo</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Emergência Regional Campo Grande</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Emergência Regional Santa Cruz</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Emergência Regional Andaraí</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Emergência Regional Jacarepaguá</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Maria do Socorro Santos</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Franco Basaglia</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Fernando Diniz</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial João Ferreira Filho</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Profeta Gentileza</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Severino dos Santos</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Clarice Lispector</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Manoel de Barros</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Arthur Bispo do Rosário</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Rubens Corrêa</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Lima Barreto</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Torquato Neto</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Ernesto Nazareth</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial &Aacute;lcool e outras Drogas Raul Seixas</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial &Aacute;lcool e outras Drogas Paulo da Portela</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial &Aacute;lcool e outras Drogas Miriam Makeba</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial &Aacute;lcool e outras Drogas Ant&ocirc;nio Carlos Mussum</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial &Aacute;lcool e outras Drogas Dona Ivone Lara</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil Maria Clara Machado</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil Maurício de Souza</p><p dir="ltr">&ndash; Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil Eliza Santa Roza  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[ospital Municipal Souza Aguiar vai funcionar 24 horas. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Amostras de saliva e urina em viajante dão negativo para ebola, mas falta resultado do exame de sangue</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91892/amostras-de-saliva-e-urina-em-viajante-dao-negativo-para-ebola-mas-falta-resultado-do-exame-de-sangu.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 09:36:17 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), investiga desde sábado (30) o caso de um viajante belga que veio de Uganda, na &Aacute;frica, para o Rio de Janeiro com sintomas virais. O resultado do exame de sangue do paciente não foi concluído, mas as primeiras amostras biol&oacute;gicas deram positivo somente para malária.Assim que o homem chegou ao Instituto Evandro Chagas com tosse, calafrios e diarreia, a Fiocruz acionou o protocolo para...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), investiga desde sábado (30) o caso de um viajante belga que veio de Uganda, na &Aacute;frica, para o Rio de Janeiro com sintomas virais. O resultado do exame de sangue do paciente não foi concluído, mas as primeiras amostras biol&oacute;gicas deram positivo somente para malária.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691878&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691878&o=node"></p><p>Assim que o homem chegou ao Instituto Evandro Chagas com tosse, calafrios e diarreia, a Fiocruz acionou o protocolo para atendimento especializado. <strong>O paciente ficará isolado at&eacute; o diagn&oacute;stico conclusivo, considerando que Uganda, o país de origem dele, tem registros de casos de ebola.</strong> "A medida &eacute; de precaução, considerando o hist&oacute;rico de viagem do paciente", informou a Fiocruz, em nota &agrave; imprensa neste domingo (31).</p><p>Os primeiros diagn&oacute;sticos baseados em amostras de saliva e urina, no pr&oacute;prio sábado, confirmaram a malária. Nelas, as análises deram negativo para o ebola. <strong>O teste diagn&oacute;stico referente &agrave; amostra de sangue segue em análise. A Fiocruz não informou quando o resultado deve ficar pronto.</strong></p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o andamento dos exames no viajante belga vindo de Uganda com suspeita de ebola.</b><strong><br></strong></p><p>Al&eacute;m do paciente, estão sendo monitoradas pessoas que tiveram contato com ele, com apoio das secretarias municipal e estadual de Saúde, que acompanham o caso. Mesmo assim,<strong> a Fiocruz reitera que o vírus não &eacute; transmitido por via respirat&oacute;ria</strong>, como a gripe, mas somente por contato direto com sangue, tecidos ou fluidos corporais de indivíduos e/ou animais infectados.</p><p>No momento, há um surto de ebola em países da &Aacute;frica Central, com o epicentro no Congo e casos registrados em Uganda. O vírus provoca febre hemorrágica e apresenta alta letalidade.</p><p>A Fiocruz &eacute; referência para tratar casos suspeitos de ebola com atendimento m&eacute;dico e testagem diagn&oacute;stica no Brasil e informa que o risco de transmissão no país &eacute; baixo.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Fiocruz n&atilde;o fixou data para resultados do exame de sangue em paciente belga com suspeita de ebola; exames preliminares apontaram mal&aacute;ria. Foto: Fernando Fraz&atilde;o/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Rio: belga testa positivo para malária, mas Fiocruz não descarta ebola</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91885/rio-belga-testa-positivo-para-malaria-mas-fiocruz-nao-descarta-ebola.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), investiga desde sábado (30) o caso de um viajante belga que veio de Uganda, na &Aacute;frica, para o Rio de Janeiro com sintomas virais. O resultado do exame de sangue do paciente não foi concluído, mas as primeiras amostras biol&oacute;gicas deram positivo somente para malária.Assim que o homem chegou ao Instituto Evandro Chagas com tosse, calafrios e diarreia, a Fiocruz acionou o protocolo para...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), investiga desde sábado (30) o caso de um viajante belga que veio de Uganda, na &Aacute;frica, para o Rio de Janeiro com sintomas virais. O resultado do exame de sangue do paciente não foi concluído, mas as primeiras amostras biol&oacute;gicas deram positivo somente para malária.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691878&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691878&amp;o=node"></p><p>Assim que o homem chegou ao Instituto Evandro Chagas com tosse, calafrios e diarreia, a Fiocruz acionou o protocolo para atendimento especializado. <strong>O paciente ficará isolado at&eacute; o diagn&oacute;stico conclusivo, considerando que Uganda, o país de origem dele, tem registros de casos de ebola.</strong> "A medida &eacute; de precaução, considerando o hist&oacute;rico de viagem do paciente", informou a Fiocruz, em nota &agrave; imprensa neste domingo (31).</p><p>Os primeiros diagn&oacute;sticos baseados em amostras de saliva e urina, no pr&oacute;prio sábado, confirmaram a malária. Nelas, as análises deram negativo para o ebola. <strong>O teste diagn&oacute;stico referente &agrave; amostra de sangue segue em análise. A Fiocruz não informou quando o resultado deve ficar pronto.</strong></p><p>Al&eacute;m do paciente, estão sendo monitoradas pessoas que tiveram contato com ele, com apoio das secretarias municipal e estadual de Saúde, que acompanham o caso. Mesmo assim,<strong> a Fiocruz reitera que o vírus não &eacute; transmitido por via respirat&oacute;ria</strong>, como a gripe, mas somente por contato direto com sangue, tecidos ou fluidos corporais de indivíduos e/ou animais infectados.</p><p>No momento, há um surto de ebola em países da &Aacute;frica Central, com o epicentro no Congo e casos registrados em Uganda. O vírus provoca febre hemorrágica e apresenta alta letalidade.</p><p>A Fiocruz &eacute; referência para tratar casos suspeitos de ebola com atendimento m&eacute;dico e testagem diagn&oacute;stica no Brasil e informa que o risco de transmissão no país &eacute; baixo.  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Prefeitura do Rio prorroga campanha de vacinação contra a gripe</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91866/prefeitura-do-rio-prorroga-campanha-de-vacinacao-contra-a-gripe.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Sun, 31 May 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) prorrogou a campanha de vacinação contra a gripe no município. A imunização seguirá acontecendo nas clínicas da família e centros municipais de saúde, al&eacute;m das três unidades do Super Centro Carioca de Vacinação. Todas as pessoas a partir dos seis meses de idade podem receber a vacina, mas a maior preocupação &eacute; com os grupos prioritários: crianças menores de 6 anos, idosos e gestantes. Esses públicos são mais suscetíveis a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr">A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) prorrogou a campanha de vacinação contra a gripe no município. A imunização seguirá acontecendo nas clínicas da família e centros municipais de saúde, al&eacute;m das três unidades do Super Centro Carioca de Vacinação. Todas as pessoas a partir dos seis meses de idade podem receber a vacina, mas a maior preocupação &eacute; com os grupos prioritários: crianças menores de 6 anos, idosos e gestantes. Esses públicos são mais suscetíveis a complicações da doença, sobretudo nos meses de outono e inverno, e a vacinação &eacute; a principal forma de prevenir casos graves e &oacute;bitos provocados pelo vírus.</p><p dir="ltr">A influenza &eacute; uma infecção respirat&oacute;ria aguda causada principalmente pelos vírus dos tipos A e B. Em 2025, a cidade do Rio registrou 1.036 casos de síndrome respirat&oacute;ria aguda grave (SRAG) provocados por influenza, com 144 &oacute;bitos. Apesar de mais de 1 milhão de doses aplicadas em 2026, s&oacute; 1 em cada 3 pessoas dos grupos prioritários se vacinou at&eacute; agora.</p><blockquote><p dir="ltr">&ndash; Não podemos subestimar a gripe, que &eacute; a principal doença do nosso calendário epidemiol&oacute;gico, nem permitir que ela cause internações e &oacute;bitos preveníveis pela vacina. &Eacute; fundamental que todas as pessoas  dos grupos prioritários procurem uma unidade de saúde para se vacinar. Estamos no período de sazonalidade da doença e &eacute; importante que os grupos mais vulneráveis estejam prevenidos e com a caderneta de vacinação atualizada -, alerta o secretário municipal de Saúde, Rodrigo Prado.</p></blockquote><p dir="ltr">A vacina está disponível nas 243 salas de vacinação da rede municipal de saúde, incluindo clínicas da família e centros municipais de saúde e o Super Centro Carioca de Vacinação, nas unidades de Botafogo (funcionamento de domingo a domingo, das 8h &agrave;s 22h), da Zona Oeste (no ParkShoppingCampoGrande) e da Zona Norte (no Shopping Nova Am&eacute;rica). Os dois últimos têm funcionamento de domingo a domingo, de acordo com o horário dos centros comerciais.</p><p dir="ltr">O imunizante &eacute; seguro, inclusive para pessoas com doenças cr&ocirc;nicas e imunossuprimidos, e pode ser administrado junto a outras vacinas do calendário. As únicas contraindicações são para crianças menores de seis meses e pessoas com hist&oacute;rico de reação al&eacute;rgica grave  em dose anterior.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Imuniza&ccedil;&atilde;o estar&aacute; dispon&iacute;vel para todas as pessoas a partir dos seis meses de idade. Foto: Edu Kapps / SMS]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>INCA alerta para os riscos de cigarros com sabor e aroma entre jovens</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91863/inca-alerta-para-os-riscos-de-cigarros-com-sabor-e-aroma-entre-jovens.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Sun, 31 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Brasil não vive mais apenas uma luta contra o vício em tabaco, mas contra toda a indústria da nicotina, onde as maiores vítimas são os adolescentes e jovens. Essa posição foi defendida pelo diretor-geral do Instituto Nacional de Câncer (INCA), Roberto Gil, em evento na última quinta-feira (28) sobre o Dia Mundial sem Tabaco, celebrado em 31 de maio. “Me impressiona a desinformação que a gente ainda tem, porque um produto que mata um em cada dois usuários, isso não &eacute; um...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O Brasil não vive mais apenas uma luta contra o vício em tabaco, mas contra toda a indústria da nicotina, onde as maiores vítimas são os adolescentes e jovens. </strong>Essa posição foi defendida pelo diretor-geral do Instituto Nacional de Câncer (INCA), Roberto Gil, em evento na última quinta-feira (28) sobre o Dia Mundial sem Tabaco, celebrado em 31 de maio. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691543&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691543&amp;o=node"></p><blockquote><p>“Me impressiona a desinformação que a gente ainda tem, porque um produto que mata um em cada dois usuários, isso não &eacute; um produto que podia existir”, declarou Roberto Gil. </p></blockquote><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/t_AAa6BdQHRsJaRRoAV8b8L3LxQ=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/28/_rbr4479.jpg?itok=Cv1gytoo" alt="Rio de Janeiro (RJ), 28/05/2026 - Roberto Gil, diretor-geral do INCA, fala durante evento promovido pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) no Dia Mundial sem Tabaco para alertar sobre as tentativas da indústria do tabaco de retardar a aplicação da Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de 2012 (RDC 14/2012), que proíbe o uso de aditivos de sabor e aroma em produtos de tabaco, no  Teatro Assist, no centro da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><h6 class="meta">Rio de Janeiro (RJ), 28/05/2026 - Roberto Gil defende que STF deve proibir os aditivos que facilitam a iniciação no tabagismo - <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong></h6></div></div><p><strong>O Minist&eacute;rio da Saúde vem acendendo um alerta para uso de aromatizantes e dispositivos eletr&ocirc;nicos, que tornam mais “atrativa e palatável” a iniciação ao tabaco. </strong>São os cigarros aromáticos e os chamados DEF (dispositivos eletr&ocirc;nicos para fumar), como vapes e pods, que adicionam sabores doces, refrescantes, cheiros e cores &agrave; experiência de consumo.</p><p>Com o tema <em>Desmascarando o apelo &ndash; combatendo a dependência de nicotina e tabaco</em>, a campanha desse ano traz como debate as estrat&eacute;gias utilizadas pela indústria fumageira para atrair novos consumidores, especialmente crianças, adolescentes e jovens. </p><p>Segundo dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), cerca de 2,6 milhões de adolescentes de 13 &agrave; 15 anos consomem tabaco no continente americano, e dois milhões utilizam cigarros eletr&ocirc;nicos. Um estudo apresentado pelo INCA em 2025 aponta que o Brasil pode gastar at&eacute; R$ 153 bilhões por ano com doenças relacionadas ao tabagismo. </p><p>“O que a gente tem &eacute; um transicionamento, isso acontece no mundo inteiro, dos cigarros para drogas com mais tecnologia, para nicotina sint&eacute;tica, para sais de nicotina, para produtos cognitivos e a gente tem, a partir daí, uma atratividade muito aumentada para que nossas futuras gerações sejam captadas pela indústria da nicotina e se tornem uma geração de dependentes da nicotina”, afirmou a secretária-executiva da Comissão Nacional para a Implementação da Convenção-Quadro da OMS para o Controle do Tabaco, Vera Luiza da Costa e Silva </p><h2>Regulamentação</h2><p>Em 2012, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) instituiu a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 14/2012, que proíbe o uso de aditivos que conferem sabor, aroma, cores, propriedades estimulantes ou que aumentem a palatabilidade em produtos naturais ou sint&eacute;ticos derivados do tabaco. A medida tem o objetivo de reduzir o apelo ou a atratividade. </p><p><strong>Em contrapartida, a indústria fumageira vem constantemente questionando a legalidade da norma em instâncias inferiores do Judiciário, argumentando que a proibição dos aditivos inviabilizaria praticamente toda a produção nacional de cigarros. </strong></p><p><strong>Um artigo publicado este ano pela revista científica Tobacco Control, lançado pelo INCA durante o evento, refuta o argumento. Baseada em dados da pr&oacute;pria Anvisa, a pesquisa mostra que cerca de metade das marcas de cigarros manufaturados registradas no Brasil em 2025 não continha os aditivos vetados pela resolução . </strong></p><p>“O que a gente tá mostrando &eacute; que há viabilidade logística, e há viabilidade de produção, o que não há &eacute; interesse mercadol&oacute;gico das indústrias de tabaco de colocar um produto que não tem esses aromas e sabores que favorecem a iniciação [ao fumo]”, defende o pesquisador Andr&eacute; Zsklo, um dos autores do estudo em conjunto com o especialista em regulação e vigilância sanitária da Anvisa, Andre Luiz Oliveira da Silva.  </p><p>Roberto Gil alerta que &eacute; preciso que o STF proíba a produção desses aditivos,  para consolidar a validade nacional da norma e impedir novas contestações judiciais. </p><p>“O tabagismo se torna cada vez mais uma doença pediátrica, que atinge pessoas numa faixa de menos de 20 anos. Então, a gente hoje tem que ter um olhar atento para isso e todos os pediatras tamb&eacute;m têm que estar atentos para isso, porque &eacute; uma necessidade que a gente tem para evitar”, finalizou. </p><h2>Riscos </h2><p>A coordenadora da Política de Prevenção e Controle do Câncer Infantojuvenil do Minist&eacute;rio da Saúde, Suyanne Camille Caldeira Monteiro, defendeu que prevenir a iniciação &eacute; uma prioridade no combate ao vício em nicotina. </p><blockquote><p>“Não há dispositivo eletr&ocirc;nico para fumar seguro. Esse &eacute; um ponto especialmente sensível quando falamos de adolescentes e adultos jovens. Trata-se de uma fase da vida marcada por construção de identidade, pertencimento social, experimentação e grande exposição nas redes sociais”, disse. </p></blockquote><p>O tabaco &eacute; um fator de risco em comum para as principais Doenças Cr&ocirc;nicas Não Transmissíveis, como câncer, diabetes, doenças cardiovasculares, e doenças respirat&oacute;rias cr&ocirc;nicas. </p><p>No Brasil, o Minist&eacute;rio da Saúde, por meio do INCA, coordena as ações do Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT), responsável por articular políticas de prevenção, promoção da cessação do tabagismo e proteção da população contra a exposição &agrave; fumaça do tabaco.   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: T&acirc;nia R&ecirc;go]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Diagnóstico precoce pode estabilizar progressão da esclerose múltipla</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91861/diagnostico-precoce-pode-estabilizar-progressao-da-esclerose-multipla.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Sun, 31 May 2026 07:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 2,8 milhões de pessoas vivem com esclerose múltipla no mundo - no Brasil, cerca de 40 mil têm a doença. Apesar de ainda não ter cura, o diagn&oacute;stico precoce pode estabilizar a progressão da esclerose. Al&eacute;m disso, avanços em medicação e terapias nos últimos anos permitiram reduzir a atividade inflamat&oacute;ria e oferecer mais qualidade de vida aos pacientes.Neste sábado (30) &eacute; lembrado o Dia Mundial da...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 2,8 milhões de pessoas vivem com esclerose múltipla no mundo - no Brasil, cerca de 40 mil têm a doença.</strong> Apesar de ainda não ter cura, o diagn&oacute;stico precoce pode estabilizar a progressão da esclerose. Al&eacute;m disso, avanços em medicação e terapias nos últimos anos permitiram reduzir a atividade inflamat&oacute;ria e oferecer mais qualidade de vida aos pacientes.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691773&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691773&amp;o=node"></p><p>Neste sábado (30) &eacute; lembrado o Dia Mundial da Esclerose Múltipla. De acordo com a OMS, o número de pessoas afetadas tem aumentado gradativamente, sendo a <strong>maioria mulheres</strong>. A cada cinco minutos, uma pessoa recebe o diagn&oacute;stico de esclerose múltipla no mundo, de acordo com a Federação Internacional de Esclerose Múltipla (MSIF).</p><h2>O que &eacute; a esclerose múltipla?</h2><p>&Eacute; considerada uma das doenças mais comuns do sistema nervoso central, afetando o c&eacute;rebro e a medula espinhal. Com isso, pode comprometer funções motoras, cognitivas, visuais e sensoriais. A condição atinge majoritariamente adultos jovens e mulheres e exige diagn&oacute;stico precoce e tratamento contínuo para estabilizar a progressão da doença e garantir melhor qualidade de vida.</p><p>O Minist&eacute;rio da Saúde reforça que a enfermidade acomete normalmente adultos jovens, dos 20 aos 50 anos de idade, com pico aos 30 anos, sendo mais rara quando se inicia fora dessa faixa etária. Em m&eacute;dia, &eacute; duas vezes mais frequente em mulheres e apresenta menor incidência na população afrodescendente, oriental e indígena.</p><p>O neurocirurgião Orlando Maia, do Hospital Quali Ipanema e membro da Federação Mundial de Neurorradiologia, explica que a esclerose múltipla ocorre quando o sistema imunol&oacute;gico passa a atacar estruturas do pr&oacute;prio organismo, especialmente a mielina, substância responsável por proteger e facilitar a condução dos impulsos nervosos no c&eacute;rebro e na medula espinhal.</p><h2>Diagn&oacute;stico</h2><p>Os sintomas da esclerose múltipla podem variar de pessoa para pessoa e surgir de <strong>forma intermitente</strong>, o que costuma atrasar a procura por avaliação especializada. <strong>Fadiga intensa, alterações visuais, formigamentos, fraqueza muscular, desequilíbrio, dificuldades motoras e alterações urinárias estão entre os sinais mais comuns.</strong></p><p>A doença pode impactar diferentes funções neurol&oacute;gicas ao longo do tempo. Por esse motivo, especialistas alertam para a importância da investigação adequada de sintomas, que não devem ser normalizados. </p><p>Segundo Maia, o reconhecimento de sintomas persistentes ou fora do padrão &eacute; condição essencial para evitar atrasos no diagn&oacute;stico.</p><p>O m&eacute;dico esclareceu que muitos pacientes convivem durante meses, ou at&eacute; anos, com sintomas neurol&oacute;gicos que são tratados como algo passageiro. Ele ressalta que “no caso de doenças como a esclerose múltipla, investigar cedo pode fazer diferença na preservação da qualidade de vida e na condução do tratamento”.</p><h2>Alto Custo</h2><p>O <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt/e/esclerose-multipla/view" target="_blank">Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT)</a> do Minist&eacute;rio da Saúde garante o diagn&oacute;stico e o<strong> fornecimento gratuito de medicamentos </strong>para pacientes com esclerose múltipla.</p><p>Para ter acesso ao tratamento e aos medicamentos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a pessoa deve passar por avaliação m&eacute;dica, preferencialmente com um neurologista no SUS, que preencherá o Laudo de Solicitação, Avaliação e Autorização de Medicamentos (LME). Junto com exames como a ressonância magn&eacute;tica e documentos pessoais, o laudo deve ser entregue na Farmácia de Alto Custo mais pr&oacute;xima para que o paciente tenha acesso &agrave;s medicações.   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Fernando Fraz&atilde;o]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Uso excessivo de telas prejudica criatividade nas brincadeiras</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91860/uso-excessivo-de-telas-prejudica-criatividade-nas-brincadeiras.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sun, 31 May 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Do que você mais gostava de brincar quando era criança? As lembranças da infância trazem nostalgia para a auxiliar de limpeza Hozana da Silva, que recorda nitidamente suas brincadeiras favoritas.“&Eacute; aproveitar muitas coisas assim. Na rua brincava de pique-bandeira, pique-esconde, jogar bola, queimada. Tudo isso eu aproveitei. Eu não vejo crianças brincando mais. Eu vejo as crianças muito sentadas com a mãe, com o celular na mão”.O relato da Hozana revela como o ato de brincar ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Do que você mais gostava de brincar quando era criança? As lembranças da infância trazem nostalgia para a auxiliar de limpeza Hozana da Silva, que recorda nitidamente suas brincadeiras favoritas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691537&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691537&amp;o=node"></p><p>“&Eacute; aproveitar muitas coisas assim. Na rua brincava de pique-bandeira, pique-esconde, jogar bola, queimada. Tudo isso eu aproveitei. Eu não vejo crianças brincando mais. Eu vejo as crianças muito sentadas com a mãe, com o celular na mão”.</p><p>O relato da Hozana revela como o ato de brincar se transformou ao longo do tempo. <strong>Celebrado em 28 de maio, o Dia Mundial do Brincar destaca a importância da conexão e do desenvolvimento na infância evidencia a metamorfose nas formas de diversão</strong>. A presença digital ganhou terreno no mundo real, e as brincadeiras ditas tradicionais tiveram que coexistir com as telas.</p><p>A terapeuta ocupacional da Universidade de São Paulo, Amanda Sposito, comenta como as famílias administram o tempo dedicado ao brincar atualmente.</p><p>“Hoje em dia, a gente tem crianças que estão muito presas dentro de casa, porque a gente vive uma situação de insegurança e de perigo nas ruas. E, ao mesmo tempo, dentro de casa, as famílias estão menores e os pais e mães trabalhando muito mais. Então, a gente não tem mais pessoas que desenvolvam o brincar com essas crianças na frequência que era há uma geração atrás. As famílias acabam delegando muito mesmo pras telas ocupar o tempo dessas crianças que estão ociosas e entediadas em casa”.</p><p>Amanda &eacute; orientadora do estudo "Tecnologias digitais moldam o novo brincar infantil". Ao avaliar as atividades de 14 crianças, foi constatado que o uso excessivo das telas provoca um ciclo vicioso de perda progressiva da criatividade para brincar ativamente.</p><p>“As pr&oacute;prias crianças dizem que têm muita dificuldade de pensar em brincadeiras possíveis de serem feitas quando elas estão fora da tela. Então elas estão cada vez mais dependentes de ter um adulto conduzindo, um adulto propondo as atividades. Seja uma mãe, uma tia, um professor ou um monitor. Então, quanto mais as crianças ficam imersas em tela, menos criatividade elas têm, menos coisas elas conseguem fazer na vida real e isso joga elas de novo pras telas para ocupar o &oacute;cio e o t&eacute;dio”.</p><p> </p><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/h3b_BTTvThRCR_4aIb09QMhUtG4=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/02/27/_mg_0164.jpg?itok=FviOp1Qq" alt="Terra Indígena Apyterewa (PA), 11/12/2025 - Crianças indígenas na aldeia Apyterewa. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" title="Bruno Peres/Agência Brasil"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><h6 class="meta">Crianças indígenas na aldeia Apyterewa. Foto: <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong></h6></div></div><h2>Saúde física e mental</h2><p><strong>A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam limites de tempo específicos de exposição das crianças &agrave;s telas, que variam conforme a faixa etária</strong>. </p><p>A orientação &eacute; baseada nos efeitos negativos que o uso excessivo provoca tanto no comportamento quanto na saúde física e mental, como interferência no desenvolvimento cognitivo, problemas emocionais, doenças oculares, auditivas e ortop&eacute;dicas, cyberbullying, entre outras.</p><p>A recomendação &eacute; que os aparelhos não ocupem o tempo de atividades básicas, como a alimentação ou o sono, para que a criança não se torne dependente dos equipamentos. Al&eacute;m do tempo de tela, &eacute; preciso cuidado com o conteúdo acessado pelos menores, que pode ser inapropriado e prejudicial.</p><p>Atualmente, há aplicativos de controle parental que dão aos pais a possibilidade de observar o conteúdo consumido pelos filhos e bloquear o acesso a determinadas funções. A lojista Edilaine Ferreira adota essa prática para limitar o tempo da filha no celular.</p><p>“Eu costumo deixar entre um hora e meia a duas horas que ela tem tempo de tela depois da escola. Brincando com as amigas, jogando. Tudo que ela quiser dentro desse tempo. Eu acompanho muito ela assim no celular, a tela para ver o que ela tá vendo. Porque a gente já passou por situações de aparecer cenas sexuais. Então assim, eu limito muito”.</p><p> </p><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><span style="color: rgb(0, 102, 255); font-size: 30px; font-weight: bold;">Uso responsável de telas</span></div></div><p>Para ela, o ideal não &eacute; impedir a utilização da tecnologia, mas administrá-la de forma responsável. Um exemplo que associa o bom uso das telas ao entretenimento &eacute; o projeto social Gaming Park, que atende crianças de oito a 17 anos na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, e em Vit&oacute;ria, no Espírito Santo.</p><p>Criada em 2022, a iniciativa une o ensino multidisciplinar com a narrativa e aspectos t&eacute;cnicos dos videogames. O projeto realiza ações solidárias nas comunidades, al&eacute;m de fornecer orientações profissionais e planos de carreira no mundo dos esportes eletr&ocirc;nicos.</p><p>A coordenadora t&eacute;cnica do Gaming Park, Dara Coema, explica que &eacute; preciso orientar os pais e responsáveis sobre os cuidados com as mídias. Mas que não devemos ignorar o potencial da tecnologia para a educação.</p><p>“N&oacute;s vemos casos no projeto em que os jogos são ponte para a sociabilidade entre jovens e tamb&eacute;m, para al&eacute;m dos jogos educativos, que já são ferramentas mais reconhecidas, os jogos tamb&eacute;m são objetos de cultura que podem contar hist&oacute;rias, podem levantar discussões, podem conscientizar. Quando a gente fala, por exemplo, no competitivo, os jogos podem ser meios para passar valores relacionados ao trabalho em equipe, comunicação. &Eacute; tudo uma questão de consumo crítico e contextualizado.</p><h2>Educação midiática</h2><p>Segundo ela, para que haja equilíbrio no uso das telas e das plataformas online, &eacute; necessário letramento digital e educação midiática para a sociedade de maneira geral.</p><p>“Para as crianças, isso significa dar o caminho das pedras desde cedo, pra gente criar cidadãos do digital que tenham consciência e poder sobre suas escolhas. Direcionar o conteúdo que eles vão consumir, mas tamb&eacute;m fazê-los entenderem por que aquele conteúdo &eacute; ou não interessante, n&eacute;? Sobre entender o que &eacute; um algoritmo e as armadilhas ali. Falar sobre compartilhamento de dados, conversar sobre fake news. Então, &eacute; muito sobre conscientização de todos.</p><p>Dara Coema afirma que a responsabilização sobre o uso das telas tamb&eacute;m deve recair sobre as empresas administradoras das plataformas, que precisam ser fiscalizadas para não estimular o uso excessivo dos aparelhos.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Tomaz Silva]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Anvisa libera fábrica da Ypê e produtos feitos a partir de 1º de abril</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91851/anvisa-libera-fabrica-da-ype-e-produtos-feitos-a-partir-de-1º-de-abril.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 30 May 2026 20:30:34 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta sexta-feira (29) a retomada da produção na fábrica da Ypê, em Amparo, no interior de São Paulo, ap&oacute;s concluir que a empresa corrigiu parte das falhas sanitárias identificadas em inspeções anteriores.A decisão permite que a Qu&iacute;mica Amparo, fabricante da marca, volte a operar imediatamente.A liberação ocorreu ap&oacute;s uma nova fiscalização realizada em conjunto pela Anvisa, pelo Centro de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta sexta-feira (29) a retomada da produção na fábrica da Ypê, em Amparo, no interior de São Paulo</strong>, ap&oacute;s concluir que a empresa corrigiu parte das falhas sanitárias identificadas em inspeções anteriores.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691789&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691789&amp;o=node"></p><p>A decisão permite que a Qu&iacute;mica Amparo, fabricante da marca, volte a operar imediatamente.</p><p>A liberação ocorreu ap&oacute;s uma nova fiscalização realizada em conjunto pela Anvisa, pelo Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo, pelo Grupo de Vigilância Sanitária de Campinas e pela Vigilância Sanitária de Amparo.</p><h2>O que mudou</h2><p>Segundo a Anvisa, a empresa apresentou um plano para atender 76 exigências sanitárias apontadas durante uma inspeção feita em abril deste ano. Entre as medidas cobradas estavam melhorias nos processos de fabricação, rastreamento dos produtos, controle de qualidade e monitoramento de poss&iacute;veis riscos sanitários.</p><blockquote><p>“Verificamos que esta fábrica da Ypê já re&uacute;ne as condições necessárias para operar com segurança e disponibilizar produtos sem risco sanitário para a população brasileira”, afirmou em nota o presidente da agência, Leandro Safatle.</p></blockquote><p>A agência informou ainda que continuará acompanhando as ações corretivas implementadas pela empresa.</p><h2>Produtos liberados</h2><p>Com a decisão, <strong>produtos da Ypê fabricados a partir de 1º de abril de 2026 poderão voltar a ser comercializados e utilizados normalmente.</strong></p><p><strong>A liberação vale para itens como lava-roupas l&iacute;quidos, detergentes lava-louças l&iacute;quidos e desinfetantes produzidos ap&oacute;s essa data.</strong></p><h2>Produtos suspensos</h2><p>Apesar da retomada da fábrica, <strong>parte dos produtos da marca continua proibida para venda e uso</strong>.</p><p><strong>A restrição permanece para todos os detergentes, sabões l&iacute;quidos para roupas e desinfetantes com lotes terminados em “1”, fabricados at&eacute; 31 de março.</strong></p><p>Segundo a Anvisa, “esses produtos devem permanecer armazenados em local seguro e não serem descartados. Sua liberação ocorrerá &agrave; medida em que a empresa apresentar laudos de laborat&oacute;rios autorizados pela Anvisa”.</p><h2>Entenda o caso</h2><p>A crise começou no dia 7 de maio, quando a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/anvisa-suspende-venda-e-proibe-uso-de-produtos-ype" target="_blank">Anvisa determinou a suspensão de mais de 100 lotes de produtos da Ypê</a> ap&oacute;s identificar falhas consideradas graves nos processos de fabricação da unidade de Amparo.</p><p>A fiscalização encontrou 76 irregularidades sanitárias e apontou risco de contaminação microbiol&oacute;gica nos produtos fabricados na planta industrial.</p><p>O caso ganhou ainda mais atenção porque a empresa já havia registrado, em novembro de 2025, um epis&oacute;dio de contaminação microbiol&oacute;gica envolvendo a bact&eacute;ria <em>Pseudomonas aeruginosa</em> em produtos da linha lava-roupas.</p><h2>O que &eacute; bact&eacute;ria</h2><p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/bacteria-pseudomonas-causa-danos-graves-em-pessoas-imunocomprometidas" target="_blank">A <em>Pseudomonas aeruginosa</em> &eacute; uma bact&eacute;ria comum no ambiente e pode ser encontrada na água, no solo e em locais &uacute;midos</a>. Em pessoas saudáveis, normalmente não causa problemas graves.</p><p>No entanto, <strong>ela pode provocar infecções em pessoas com imunidade baixa, como pacientes em tratamento contra câncer, transplantados, idosos e pessoas com doenças que afetam o sistema imunol&oacute;gico.</strong></p><p>Por isso, a Anvisa classificou as medidas adotadas como preventivas para evitar riscos &agrave; sa&uacute;de da população.</p><h2>Fiscalização cont&iacute;nua</h2><p>Mesmo com a liberação da fábrica, a Anvisa informou que continuará monitorando a empresa para verificar se todas as medidas exigidas serão mantidas de forma permanente.</p><p>A agência tamb&eacute;m destacou que os produtos ainda suspensos s&oacute; poderão voltar ao mercado ap&oacute;s apresentação de novos testes laboratoriais autorizados pelo &oacute;rgão.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto:  Torvim/stock.adobe.com]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Hospitais universitários realizam 42 mil atendimentos em mutirão</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91838/hospitais-universitarios-realizam-42-mil-atendimentos-em-mutirao.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 30 May 2026 12:59:08 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Hospitais universitários de todo o país realizam neste sábado (30) um mutirão de atendimento voltado &agrave; população idosa. A previsão &eacute; que sejam feitos mais de 42 mil atendimentos, incluindo 1 mil cirurgias e 31 mil exames. Participam da ação os 45 hospitais vinculados &agrave; estatal federal HU Brasil, antiga EBSERH, em 25 unidades da federação.O objetivo &eacute; reduzir as filas de espera por consultas com m&eacute;dicos especialistas, exames e cirurgias de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Hospitais universitários de todo o país realizam neste sábado (30) um mutirão de atendimento voltado &agrave; população idosa. A previsão &eacute; que sejam feitos mais de 42 mil atendimentos, incluindo 1 mil cirurgias e 31 mil exames. </strong>Participam da ação os 45 hospitais vinculados &agrave; estatal federal HU Brasil, antiga EBSERH, em 25 unidades da federação.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691525&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691525&o=node"></p><p>O objetivo &eacute; reduzir as filas de espera por consultas com m&eacute;dicos especialistas, exames e cirurgias de m&eacute;dia e alta complexidade pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os procedimentos que serão realizados correspondem &agrave; demanda de cada unidade. <strong>Os pacientes foram encaminhados pelo sistema de regulação e já estão com o procedimento agendado.</strong></p><p>O Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Rio de Janeiro, por exemplo, vai ofertar serviços nas áreas de oftalmologia, pneumologia, geriatria, endocrinologia, fonoaudiologia, oncologia, cirurgia geral e vascular. Somente no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho serão realizados cerca de 450 procedimentos.</p><p>A equipe tamb&eacute;m vai oferecer orientação multiprofissional para os cuidadores e acompanhantes de pessoas idosas internadas ou em atendimento ambulatorial. A formação será feita por m&eacute;dicos geriatras, enfermeiros, nutricionistas, farmacêuticos, fonoaudi&oacute;logos, assistentes sociais e psic&oacute;logos.</p><p>Já no Ceará, estão previstos cerca de 1 mil atendimentos, tanto no Hospital Universitário Walter Cantídio quanto na Maternidade Escola Assis Chateaubriand. Serão consultas em geriatria, gastroenterologia, endocrinologia, urologia e ginecologia, al&eacute;m de exames de mamografia, ultrassonografia, audiometria e laboratoriais.</p><p>O hospital da Universidade Federal de Roraima &eacute; outra unidade que participa da ação, com mais de 200 atendimentos entre consultas em especialidades como infectologia, pneumologia e cardiologia, e exames como tomografia e ultrassonografia. Assim, como nas outras unidades.</p><p>Esta &eacute; a segunda edição do mutirão em 2026. A primeira, em março, teve como foco a saúde da mulher, e realizou mais de 45 mil atendimentos em todo o país. A iniciativa da HU Brasil começou no ano passado, com três edições que somaram quase 100 mil procedimento.</p><p>Al&eacute;m de contribuir para a redução das filas e do tempo de espera no SUS, as ações envolvem 1,1 mil estudantes das universidades e residentes dos hospitais, al&eacute;m de 2,5 mil trabalhadores, fortalecendo a formação m&eacute;dica.   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Guilherme Albuquerque/HU Brasil]]></media:title> 
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			<title>Dores menstruais tiram das aulas 4 em cada 10 alunas no país</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91809/dores-menstruais-tiram-das-aulas-4-em-cada-10-alunas-no-pais.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 29 May 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Seis em cada dez estudantes dos ensinos fundamental e m&eacute;dio que menstruam relatam ter c&oacute;licas fortes e moderadas que atrapalham sua rotina escolar e exigem uso de medicação. E cerca de quatro em cada dez alunas (37,1%) faltam &agrave;s aulas mensalmente por dores menstruais.Os dados são de pesquisa realizada pelo Instituto Alana em parceria com o Instituto Equidade.info e foi divulgada nesta quarta-feira (27), Dia Internacional da Dignidade Menstrual, celebrado nesta...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Seis em cada dez estudantes dos ensinos fundamental e m&eacute;dio que menstruam relatam ter c&oacute;licas fortes e moderadas que atrapalham sua rotina escolar e exigem uso de medicação. E cerca de quatro em cada dez alunas (37,1%) faltam &agrave;s aulas mensalmente por dores menstruais.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691303&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691303&amp;o=node"></p><p>Os dados são de pesquisa realizada pelo Instituto Alana em parceria com o Instituto Equidade.info e foi divulgada nesta quarta-feira (27), Dia Internacional da Dignidade Menstrual, celebrado nesta quinta-feira (28). A data tem o objetivo de promover a discussão e combater o estigma e a pobreza menstrual.</p><p>O levantamento foi feito em fevereiro deste ano com 2.551 estudantes &ndash; sendo 770 estudantes que menstruam &ndash;, 303 docentes e 181 gestores escolares, das redes pública e privada de ensino de todas as regiões do país.</p><h2>Sintomas menstruais</h2><p>A sondagem in&eacute;dita revela que o principal sintoma menstrual que impede as alunas de irem &agrave;s aulas &eacute; a c&oacute;lica: mencionado por 57,7% das entrevistadas. As demais manifestações relacionadas &agrave; menstruação apontados são:</p><ul><li>cansaço e dores no corpo, citado por 30,1% das entrevistadas;</li><li>dores de cabeça (28%);</li><li>dor de barriga, por 20,1%;</li><li>vergonha e medo de vazamento, por 19,3%;</li><li>falta de banheiro ou produtos de higiene, por 8,2%.</li></ul><h2>Ausências e atrasos</h2><p>Os dados coletados revelam que os sintomas do fluxo menstrual podem levar a, aproximadamente, dois dias de falta por mês.</p><p> </p><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/fJGJ76FbMq2YX0ruAZIr9NAlPe4=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/27/dor_menstrual_afeta_rotina_escolar.jpg?itok=MtXPpteY" alt="Brasília (DF), 27/05/2026 &ndash;  Líder da iniciativa de endometriose, dor p&eacute;lvica e saúde menstrual do Alana Sofia Reinach. - Dor menstrual afeta rotina escolar de seis em cada 10 alunas; quatro em cada 10 faltam &agrave;s aulas mensalmente. Foto: Alana Sofia Reinach/Arquivo pessoal" title="Alana Sofia Reinach/Arquivo pessoal"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><div class="meta">Brasília (DF), 27/05/2026 &ndash; Líder da iniciativa de endometriose, dor p&eacute;lvica e saúde menstrual do Alana Sofia Reinach. - Dor menstrual afeta rotina escolar de seis em cada 10 alunas; quatro em cada 10 faltam &agrave;s aulas mensalmente. Foto: Alana Sofia Reinach/Arquivo pessoal - <strong>Alana Sofia Reinach/Arquivo pessoal</strong></div><div class="meta"><strong><br></strong></div></div></div><p>A líder da iniciativa de Endometriose, Dor P&eacute;lvica e Saúde Menstrual do Instituto Alana, Sofia Reinach, explica que o absenteísmo (faltas ou do não cumprimento da carga horária escolar) nos dias de dor pode afetar a aprendizagem, o vínculo com a escola e as oportunidades educacionais ao longo da trajet&oacute;ria, por isso, deve ser tratado com seriedade.</p><blockquote><p>“Quase 40% das meninas no Brasil estão perdendo pelo menos um dia de aula por mês por conta das dores [menstruais]: uma parcela muito grande da população que deve ser cuidada para que isso não signifique defasagem escolar e uma desvantagem cr&ocirc;nica na aprendizagem”.</p></blockquote><p>O estudo verificou que parte das ausências, quando associada a sintomas menstruais, ainda &eacute; tratada como questões individuais, privadas ou inevitáveis.</p><p>O Instituto Alana enfatiza ser preciso reconhecer a dor como problema coletivo e sugere a adoção de protocolos de faltas justificadas e orientação ao corpo docente. A expectativa &eacute; que as mudanças possam reduzir o constrangimento das alunas e melhorar o registro destes casos.</p><h2>Desigualdade racial na menstruação</h2><p>O estudo aponta para disparidade racial. Apesar das meninas negras falarem que sentem menos c&oacute;licas fortes, por outro lado, elas faltam mais &agrave;s aulas.</p><p>Neste recorte racial, as alunas negras perdem at&eacute; 1,5 vez mais dias de aula (dois a cinco dias por mês) que alunas brancas: 14,5% das alunas negras faltam de dois a cinco dias/mês por motivos menstruais. Entre as alunas brancas, o índice de faltas cai para 9,6%.</p><p>Quando observada a experiência de dor no período menstrual, tamb&eacute;m não há uniformidade entre os grupos raciais. As meninas brancas relatam ter mais dor intensa. Entre as entrevistadas brancas, 37,5% descrevem suas c&oacute;licas como fortes. Entre as meninas e adolescentes negras, esse índice &eacute; menor (25,9%). Ao mesmo tempo, 16% das meninas negras dizem não sentir c&oacute;licas menstruais, contra 8,5% das brancas que informam não sentir dor em intensidade alguma.</p><p>A porta-voz do Instituto Alana, Sofia Reinach, conclui que, na realidade, o indicador de dores fortes subestima o problema entre as alunas negras. Isto porque as meninas negras normalizam mais suas dores porque são ensinadas culturalmente a acreditar que a dor não deve ser considerada como algo que precisa de tratamento.</p><p>“As meninas negras nomeiam menos a sua dor como forte. Aparentemente, elas têm um limiar de dor maior, portanto, reconhecem menos como uma dor incapacitante. Mas, na prática, o impacto da dor as tira de suas atividades e da escola”, concluiu Sofia Reinach.</p><p>A especialista defende que os profissionais das áreas da educação e da saúde “desaprendam esse vi&eacute;s antigo de que corpos negros sentem menos dor” ou que são mais resilientes.</p><blockquote><p>“&Eacute; muito importante que essa percepção mude, porque as meninas negras estão sentindo dor, mas falam menos sobre ela. Os ouvidos dos profissionais têm que estar mais atentos. A escola deve fazer parte de uma rede de cuidado”, frisa Sofia.</p></blockquote><p>Para que a menina negra seja acompanhada adequadamente e os impactos da dor sejam os menores possíveis, a especialista em saúde menstrual e dor p&eacute;lvica destaca a necessidade de os professores perceberem a dor das alunas, de gestores escolares perguntarem a respeito e das famílias delas que devem ser acionadas.</p><h2>Assimetrias regionais</h2><p>As regiões Norte e Centro-Oeste sofrem mais com a falta de infraestrutura e produtos. Falta de banheiro e de produtos de higiene menstrual aparecem como motivos de ausências nas aulas especialmente no Norte (18,9%) e Centro-Oeste (30,2%).</p><p>O estudo considera que o acesso &agrave; infraestrutura adequada &eacute; condição básica de permanência escolar.</p><p>Em Brasília, a estudante de publicidade e propaganda Ana Clara Maimoni mobilizou os vizinhos e as pessoas conhecidas para arrecadar absorventes.</p><blockquote><p>“Eu sempre achei um absurdo como os postos dão camisinha de graça, mas não dão absorventes e como isso afeta a nossa vida”.</p></blockquote><p>Ana Clara conseguiu arrecadar cerca de 1 mil absorventes, que foram doados a uma escola na qual as alunas não tinham pleno acesso a eles. O estoque foi suficiente para atender &agrave;s meninas por seis meses.</p><p>O Projeto Contra a Pobreza Menstrual contou tamb&eacute;m com palestra com profissionais de saúde para informar as estudantes, na Vila Planalto, no centro da capital federal. “As meninas adoraram e participaram bastante, fizeram várias perguntas”, disse Ana Clara.</p><p>Para a realizadora do projeto, a escola &eacute; um espaço estrat&eacute;gico para abordar essa questão, e &eacute; justamente da educação que essas meninas acabam sendo privadas quando não têm acesso ao mínimo necessário para a dignidade menstrual.</p><blockquote><p>“Isso s&oacute; escancara a nossa desigualdade, principalmente, porque os homens não passam por isso, pessoas que não menstruam não passam por isso e as mulheres acabam tendo que lidar sozinhas”, conta Ana Clara Maimoni.</p></blockquote><p><strong>“Muitas vezes, elas não falam sobre porque ainda &eacute; considerado um tabu em muitos lugares e essas meninas jovens que não tinham condição e muito pouco conhecimento”, ressalta.</strong></p><p>O projeto foi pontual e acabou não tendo continuidade, mesmo assim, no entendimento de Ana Clara, &eacute; um passo para uma mudança maior. “&Eacute; uma conquista, mesmo que pequena, porque eu consegui trabalhar s&oacute; com uma escola, mas de pouquinho em pouquinho a gente conquista grandes coisas”, acrescentou.</p><p> </p><div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/Ck0afX6M7xhSnJXfsvJDAsZwVv0=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/27/projeto_contra_a_pobreza_menstrual02.jpg?itok=86eQs1JY" alt="Rio de Janeiro (RJ), 27/05/2026 &ndash; Ana Clara Maimoni, Ação do Projeto Contra a Pobreza Menstrual, no Centro de Ensino Vila Planalto. Foto: Projeto Contra a Pobreza Menstrual/Divulgação" title="Projeto Contra a Pobreza Menstrual/Divulgação"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><div class="meta">Rio de Janeiro (RJ), 27/05/2026 &ndash; Ana Clara Maimoni, Ação do Projeto Contra a Pobreza Menstrual, no Centro de Ensino Vila Planalto. Foto: Projeto Contra a Pobreza Menstrual/Divulgação - <strong>Projeto Contra a Pobreza Menstrual/Divulgação</strong></div></div></div><h2>Menarca precoce e c&oacute;licas</h2><p><strong>A pesquisa demonstra que a menarca (primeira menstruação) &eacute; cada vez mais precoce no Brasil. Em m&eacute;dia, 65,2% das meninas ouvidas menstruaram at&eacute; os 11 anos e 36,5% at&eacute; os 10 anos.</strong></p><p>A prevalência de menarca precoce tamb&eacute;m varia por região: as maiores proporções estão no Nordeste (45,5%) e no Sul (43,9%) e a menor no Centro-Oeste (16,1%).</p><p>Na m&eacute;dia nacional, a proporção de menarca precoce &eacute; semelhante entre as populações brancas e negras.</p><ul><li>Na região Sul, 64% das alunas negras e 32,9% das brancas tiveram menarca precoce.</li><li>No Sudeste, esse índice sobe para 61,6% entre as meninas negras e 5,3% das brancas.</li><li>No Nordeste, 53,9% das brancas e 35,4% das negras.</li></ul><p>O estudo ainda associa diretamente a menarca precoce a dores mais intensas. Entre as alunas que menstruaram aos 10 anos, 43% relataram c&oacute;licas fortes. O índice cai para 27% entre aquelas que menstruaram aos 11 ou 12 anos. Entre as estudantes que menstruaram aos 13 anos, um quarto diz sentir c&oacute;licas fortes. Quando contabilizadas as que tiveram a primeira menstruação aos 14 anos ou mais e sentiram dores, o percentual &eacute; 28%.</p><blockquote><p>“Para muitas meninas, menstruar não significa apenas lidar com uma nova fase do corpo, mas tamb&eacute;m com dores que podem afetar a frequência &agrave;s aulas, a concentração, a prática de esportes e a convivência com colegas”, informa o estudo do Instituto Alana.</p></blockquote><h2>Educação menstrual</h2><p>Muitas estudantes chegam &agrave; primeira menstruação sem nenhuma orientação sobre o ciclo e, por este motivo, o Instituto Alana reforça a importância de falar sobre saúde menstrual antes da primeira menstruação.</p><p>“Precisamos antecipar os debates sobre saúde menstrual nas escolas para o ensino fundamental 1. Al&eacute;m disso, ter um olhar cuidadoso, ampliar as estrat&eacute;gias de cuidado para essa faixa etária, em especial, para que as meninas com muita dor com menarca precoce tenham um acompanhamento mais pr&oacute;ximo”, prioriza Sofia Reinach.</p><h2>Trabalhadoras da educação</h2><p>As escolas brasileiras sofrem duplamente com as faltas tanto de alunas quanto professoras. <strong>No universo pesquisado, 28,3% das gestoras escolares confirmaram ter c&oacute;licas fortes e 16,9% das entrevistadas já faltaram ao trabalho por motivos menstruais.</strong></p><p>Dentro de sala de aula, 15,8% das professoras descreveram ter c&oacute;licas fortes e uma em cada dez professoras (12,1%) faltou ao trabalho ao menos uma vez no último ano por motivos menstruais.</p><p>Considerando que 37,1% das alunas faltam mensalmente por menstruação e 64% relataram c&oacute;licas moderadas ou fortes, o estudo sugere que percentual mais reduzido entre as profissionais de educação, em relação &agrave;s estudantes pode refletir, em parte, maior acesso a diagn&oacute;sticos, acompanhamento e tratamento da dor entre as profissionais e a responsabilidade da vida adulta.</p><blockquote><p>“As professoras faltam menos do que alunas. A cada momento da vida em que a responsabilidade aumenta e que as profissionais veem o seu trabalho ameaçado por conta das dores, as professoras se esforçam mais para conviver com essa dor no seu ambiente profissional”, observa o estudo.</p></blockquote><p>Sofia Reinach defende a adoção de políticas de saúde menstrual no ambiente escolar que incluam estudantes e trabalhadoras, com protocolos adequados para cada perfil. <strong>“Precisamos entender que a dor menstrual tira meninas e mulheres do cotidiano escolar e torna isso um fen&ocirc;meno cumulativo. As escolas estão sofrendo duplamente com essas faltas, tanto de alunas quanto professoras.”</strong></p><h2>Desconhecimento dos meninos</h2><p>A menstruação ainda &eacute; pouco compreendida como uma questão coletiva dentro da escola.<strong> Os dados mostram que 36,8% dos estudantes do sexo masculino afirmam não pensar muito sobre o tema &ndash; quase duas vezes maior que o registrado entre as meninas, de 19,7%.</strong></p><p>A diferença tamb&eacute;m aparece na percepção sobre os impactos do ciclo menstrual na rotina: cerca de um quarto dos meninos e adolescentes (23,7%) acredita que a menstruação pode atrapalhar a escola ou a prática esportiva, enquanto 41,2% das alunas reconhecem esse efeito negativo.</p><p>A liderança do Alana diz que &eacute; preciso envolver os meninos nos debates sobre a temática.</p><blockquote><p>“&Eacute; fundamental que o assunto menstruação deixe de ser um tabu. E para isso, a gente precisa trazer os meninos para as conversas cotidianas. Não tem mais como menstruação ser um assunto apenas de meninas e mulheres na sua intimidade”, constata Sofia.</p></blockquote><p>A ideia &eacute; que os meninos e rapazes deixem de ser espectadores passivos ou agentes de constrangimento e passem a fazer parte de uma rede de apoio &agrave;s meninas e jovens.</p><h2>Impactos da naturalização da dor</h2><p>Tratar a dor menstrual como algo normal na adolescência pode gerar impactos que vão al&eacute;m da trajet&oacute;ria escolar das meninas.</p><p>A invisibilidade das c&oacute;licas e dores que começa com faltas, afastamento de atividades físicas, perda de concentração e, consequentemente, da diminuição do rendimento escolar pode prejudicar a saúde, a renda e a qualidade de vida das mulheres.</p><p>A publicação relata que mulheres que aprenderam a conviver com dores intensas tendem a seguir trabalhando apesar dos sintomas menstruais.</p><h2>Atraso de diagn&oacute;sticos</h2><p>A naturalização da dor tamb&eacute;m pode atrasar o diagn&oacute;stico de condições mais graves. <strong>“A normalização da dor faz com que uma menina aprenda que c&oacute;lica &eacute; normal. Ela para de reclamar e, no entorno, os adultos param de investigar se essa dor poderia ter um tratamento ou não”, relata Sofia.</strong></p><p>O estudo destaca que as dores incapacitantes tratadas como “normais”, que começam ainda na adolescência e podem piorar com o tempo, somente serão investigadas na vida adulta, quando já podem ter evoluído para uma doença ginecol&oacute;gica ou outra condição que afeta diferentes dimensões da vida de uma mulher.</p><p>O estudo exemplifica as ocorrências de endometriose, doença inflamat&oacute;ria causada pela presença de tecido do endom&eacute;trio em outras regiões do corpo. A endometriose &ndash; geralmente com início silencioso na adolescência &ndash; afeta uma em cada dez mulheres e pode levar at&eacute; 12 anos para ser diagnosticada.</p><p>Por fim, com base na análise dos dados apurados, o Instituto Alana reafirma que investir em saúde menstrual nas escolas &eacute; essencial, tanto para garantir o direito &agrave; aprendizagem quanto para reduzir desigualdades que começam no corpo e se acumulam na trajet&oacute;ria escolar.</p><blockquote><p>“Incluir saúde menstrual nos protocolos, no currículo e na infraestrutura, priorizando as estudantes mais afetadas, &eacute; uma oportunidade de promover equidade e favorecer uma escola que reconhece a realidade de todas as crianças e adolescentes”, destaca a instituição.  </p></blockquote>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Douglas Lopes]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Risco cardíaco dobra para pacientes com doença de Chagas após cirurgia</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91798/risco-cardiaco-dobra-para-pacientes-com-doenca-de-chagas-apos-cirurgia.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 29 May 2026 07:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Portadores de doença de Chagas que apresentam arritmias graves têm mais risco de mortalidade do que outros grupos com doenças do coração. A informação &eacute; uma das conclusões de estudo conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP.O estudo, que revisou dados de atendimento a pacientes com doença de Chagas que precisaram passar por cirurgias cardíacas no Hospital das Clínicas, em São Paulo, encontrou um padrão preocupante: o risco de morte ap&oacute;s as cirurgias...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Portadores de doença de Chagas que apresentam arritmias graves têm mais risco de mortalidade do que outros grupos com doenças do coração. A informação &eacute; uma das conclusões de estudo conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691279&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691279&amp;o=node"></p><p><strong>O estudo, que revisou dados de atendimento a pacientes com doença de Chagas que precisaram passar por cirurgias cardíacas no Hospital das Clínicas, em São Paulo, encontrou um padrão preocupante: o risco de morte ap&oacute;s as cirurgias &eacute; muito maior, cerca de 2,4 vezes, para esse público do que para portadores de outras doenças cardíacas em p&oacute;s-operat&oacute;rio</strong>. Entre esse grupo a mortalidade geral, ap&oacute;s a cirurgia, &eacute; de 36%.</p><blockquote><p>"O estudo reflete que &eacute; necessário melhorar o cuidado em saúde do paciente com doença de Chagas de uma forma geral, considerando que a grande maioria dessa população &eacute; atendida no Sistema Único de Saúde (SUS)", destaca Rodrigo Melo Kulchetscki, um dos autores do estudo e doutorando em cardiologia pela Faculdade de Medicina da USP.</p></blockquote><p>A equipe destacou que o acompanhamento rigoroso da insuficiência cardíaca e de outras comorbidades ap&oacute;s a alta hospitalar tem grande importância.</p><p><strong>Isso indica, para os pesquisadores, que há necessidade de se pensar em procedimentos específicos de acompanhamento para esse grupo</strong>. O que aumenta esse risco, por&eacute;m, não são as pr&oacute;prias arritmias. Ele at&eacute; pode acontecer, mas sua incidência não &eacute; maior do que aquela que aparece para outras doenças cardíacas.</p><p>O aumento ocorre pelo que os pesquisadores destacaram como fatores não cardíacos, e tem relação com a complexidade da cirurgia.</p><p><strong>A doença de Chagas &eacute; uma condição cr&ocirc;nica causada por infecção pelo protozoário <em>Trypanosoma cruzi</em>, principalmente pelo contato com fluídos ou fezes do inseto barbeiro, que se alimenta do sangue de mamíferos, inclusive humanos, e &eacute; o reservat&oacute;rio natural do parasita. A infecção sobrecarrega &oacute;rgãos internos, principalmente o coração e os intestinos, e pode causar lesões neles.</strong></p><p>Com as lesões, o coração tem risco de funcionar mal, as arritmias graves, que podem ser fatais. A condição pode ser revertida com cirurgias que “queimam” as lesões. Esse processo &eacute; a chamada ablação por cateter e tamb&eacute;m &eacute; um procedimento usado para outras doenças cardíacas que levam a lesões no &oacute;rgão.<br><br>Segundo o estudo, as operações para os pacientes com Chagas exigem normalmente o acesso &agrave; camada externa do coração, que &eacute; mais difícil. Isso se dá em quase 80% dos casos. Numa comparação, portadores de cardiopatia isquêmica, outra doença relevante, precisam desse tipo de intervenção em 15% dos casos. Como a intervenção &eacute; mais difícil, aumentam consideravelmente os riscos de complicações durante a operação e de instabilidade clínica, e por isso a mortalidade aumenta.</p><p><strong>Os detalhes do estudo, que acompanhou 378 procedimentos cirúrgicos em 288 pacientes, ocorridos no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) entre 2011 e 2020, foram publicados na revista The Lancet Regional Health - Americas.</strong></p><p>Os pesquisadores destacaram ainda que o estudo tem limites relacionados &agrave; pr&oacute;pria estrutura do hospital: não foi possível realizar um número de acompanhamentos capaz de garantir fidelidade estatística em associações modestas, ou seja, não “enxerga”  situações específicas para esses pacientes; alguns exames, como o mapeamento eletroanat&ocirc;mico, não foram realizados em todos os pacientes, por restrições orçamentárias; não houve  acompanhamento da rotina de medicamentos dos pacientes ao longo da pesquisa, que durou cerca de oito anos para cada paciente. O protocolo de acompanhamento ap&oacute;s as cirurgias tamb&eacute;m variou entre os casos, por fatores al&eacute;m do clínico.</p><blockquote><p>“A retenção no período p&oacute;s-alta foi alta em todos os grupos; no entanto, a duração do acompanhamento variou, o que reduz a precisão em momentos posteriores e pode subestimar a detecção de eventos tardios, principalmente entre pacientes de regiões remotas que enfrentam barreiras socioecon&ocirc;micas e logísticas para o cuidado a longo prazo”, pondera o estudo, em tradução livre.</p></blockquote><h2>Doença de Chagas ainda atinge milhões</h2><p><strong>Atualmente, a estimativa &eacute; de que 7 milhões de pessoas tenham a doença de Chagas e de que outras 100 milhões residam em áreas de risco</strong>. Há de 30 a 40 mil novos casos por ano e menos de 10% dos infectados foram diagnosticados, normalmente aqueles que têm as versões mais agressivas do mal, presente em 21 países da Am&eacute;rica Latina e, de forma pontual, na Am&eacute;rica do Norte, Europa, Japão e Austrália.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Elza Fi&uacute;za]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>SUS vai ampliar proteção vacinal contra doença pneumocócica</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91795/sus-vai-ampliar-protecao-vacinal-contra-doenca-pneumococica.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 29 May 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A partir de junho, o Sistema Único de Saúde (SUS) vai começar a oferecer um imunizante mais abrangente contra a doença pneumoc&oacute;cica. A vacina pneumoc&oacute;cica conjugada 20-valente (VPC20 ou Pneumo 20) vai substituir a 10-valente, dobrando os sorotipos prevenidos.O Minist&eacute;rio da Saúde publicou nesta quarta-feira (27) um guia t&eacute;cnico preliminar com orientações sobre a mudança para profissionais de saúde. Os municípios poderão começar a aplicar a vacina assim...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A partir de junho, o Sistema Único de Saúde (SUS) vai começar a oferecer um imunizante mais abrangente contra a doença pneumoc&oacute;cica. A vacina pneumoc&oacute;cica conjugada 20-valente (VPC20 ou Pneumo 20) vai substituir a 10-valente, dobrando os sorotipos prevenidos.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691408&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691408&amp;o=node"></p><p>O Minist&eacute;rio da Saúde publicou nesta quarta-feira (27) um guia t&eacute;cnico preliminar com orientações sobre a mudança para profissionais de saúde. <strong>Os municípios poderão começar a aplicar a vacina assim que receberem o imunizante.</strong></p><p>A <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2019-06/vacina-pneumococica-completa-10-anos-no-brasil" target="_blank">doença pneumoc&oacute;cica</a> &eacute; uma infecção causada pela bact&eacute;ria Streptococcus pneumoniae, ou pneumococo, que pode ocasionar quadros leves, como inflamação no ouvido ou sinusite, ou graves, como pneumonia bacteriana, meningite e sepse.</p><p><strong>Estima-se que o pneumococo seja responsável por at&eacute; 50% de todos os casos de meningite bacteriana em crianças. A mortalidade nesses casos &eacute; de cerca de 30%</strong>. Al&eacute;m das crianças pequenas, idosos e indivíduos com comorbidades ou imunossupressão tamb&eacute;m são mais vulneráveis.</p><p><strong>A vacinação contra a doença, com a VPC10, foi incluída no calendário básico infantil em 2010 e desde então, houve redução de 60% dos casos de doença meningoc&oacute;cica causada por algum dos 10 sorotipos combatidos pela vacina em crianças de at&eacute; dois anos. Os casos de meningite pneumoc&oacute;cica na mesma faixa etária tamb&eacute;m caíram 65%.</strong></p><p>No entanto, em anos mais recentes os casos vêm crescendo. De 2013 a 2019, o <strong>Brasil registrou uma m&eacute;dia de 164 casos anuais de meningite pneumoc&oacute;cica em crianças de at&eacute; 5 anos. De 2022 a 2024, a m&eacute;dia anual subiu para 211,3 casos.</strong></p><p>A Diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Flávia Bravo, explica que esta fato &eacute; reflexo de uma mudança epidemiol&oacute;gica decorrente da pr&oacute;pria efetividade da vacinação.</p><blockquote><p>"A introdução da vacina 10-valente foi excelente na redução desses dez tipos, o que representou uma queda importante nas doenças graves. Mas o pneumococo tem uma característica que a gente chama de "<em>replacement</em>": você controlando um tipo, reduzindo a circulação, outro tipo pode começar a ganhar o espaço"</p></blockquote><p>Dados da vigilância do Minist&eacute;rio da Saúde mostram que quase 40% dos casos graves com amostra coletada entre 2018 e 2023 foram causados por apenas dois tipos da bact&eacute;ria não prevenidos pela VPC10, mas incluídos na formulação da VPC20.</p><p><strong>"Al&eacute;m disso, nos menores de 1 ano, cerca de 11% dos casos de meningite meningoc&oacute;cica são causados pelos outros tipos adicionais da vacina 20-valente. Isso significa que há a possibilidade da gente voltar a reduzir a curva de incidência porque estaremos protegendo exatamente contra os sorotipos que hoje prevalecem", complementa Flávia. </strong></p><p>As vacinas pneumoc&oacute;cicas conjugadas, que são o caso tanto da VPC10 quanto da VPC20, tamb&eacute;m evitam que o pneumococo se instale na nasofaringe de pessoas vacinadas. Por isso, al&eacute;m de evitar que elas desenvolvam a doença, a vacina tamb&eacute;m impede a transmissão, promovendo proteção indireta &agrave;s pessoas não vacinadas.</p><p><strong>O <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-09/veja-a-linha-do-tempo-do-programa-nacional-de-imunizacoes" target="_blank">Programa Nacional de Imunizações</a> já oferece outras vacinas mais abrangentes contra a doença pneumoc&oacute;cica, a VPC13 e a VPP23, mas apenas para públicos específicos, com determinadas condições de saúde que aumentam a vulnerabilidade &agrave;s formas graves da doença.</strong> Esses imunizantes tamb&eacute;m serão substituídos pela VPC20 ap&oacute;s o fim dos estoques.</p><p>Fazem parte dos grupos de alto risco que devem tomar a vacina: pessoas vivendo com HIV/aids; pacientes oncol&oacute;gicos; transplantados de &oacute;rgãos s&oacute;lidos ou medula; imunodeficientes; pessoas com nefropatias, pneumopatias, cardiopatias e hepatopatias cr&ocirc;nicas; asmáticos graves; diab&eacute;ticos; pessoas com síndrome de down e prematuros.</p><p><strong>O calendário básico de vacinação prevê que os bebês devem receber duas doses da vacina pneumoc&oacute;cica, aos 2 e aos 4 meses de idades, com mais uma dose de reforço aos 12 meses. Crianças menores de 5 anos que não tenham sido vacinadas na idade correta devem atualizar a carteira o mais breve possível.</strong></p><p>Durante o período de transição da VPC10 para a VPC20, as crianças receberão a vacina 20-valente na primeira dose e no reforço, e a 10-valente na segunda dose. Crianças que já receberam a primeira dose da vacina 10-valente, serão vacinadas com a 20-valente na segunda dose e no reforço. Uma dose de reforço da VPC20 tamb&eacute;m será aplicada nas crianças menos de 5 anos que completaram apenas o esquema básico de duas doses com a VPC10.</p><p>A vacina s&oacute; &eacute; contraindicada para pessoas com alergia grave a algum componente da f&oacute;rmula, ou que apresentaram reação al&eacute;rgica severa em doses anteriores. Recomenda-se tamb&eacute;m que quem estiver com febre espere melhorar antes de se imunizar.</p><p>   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Tomaz Silva]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>HPV leva a 7,5 mil mortes anuais por câncer no Brasil</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91759/hpv-leva-a-7-5-mil-mortes-anuais-por-cancer-no-brasil.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 28 May 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Os cânceres causados por HPV provocaram cerca de 7,5 mil mortes e 29 mil hospitalizações anuais no Brasil, e 85% dos afetados são mulheres. A maioria desses casos &eacute; considerada prevenível, com a identificação das chamadas lesões precursoras, que podem ser tratadas antes que se tornem câncer e, principalmente, com vacinação.Os dados fazem parte de um estudo publicado na revista científica Human Vaccines &amp; Immunotherapeutics, que analisou dados oficiais do Minist&eacute;rio ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Os cânceres causados por HPV provocaram cerca de 7,5 mil mortes e 29 mil hospitalizações anuais no Brasil, e 85% dos afetados são mulheres. A maioria desses casos &eacute; considerada prevenível, com a identificação das chamadas lesões precursoras, que podem ser tratadas antes que se tornem câncer e, principalmente, com vacinação.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691189&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691189&amp;o=node"></p><p>Os dados fazem parte de um estudo publicado na revista científica <em>Human Vaccines &amp; Immunotherapeutics</em>, que analisou dados oficiais do Minist&eacute;rio da Saúde. O objetivo foi identificar as tendências de hospitalização e mortalidade, por isso <strong>a análise englobou o período de 2011 a 2019, anterior &agrave; pandemia de covid-19, que impactou diversos indicadores de saúde.</strong></p><p>De acordo com a líder do estudo, a diretora executiva de Pesquisa de Dados de Mundo Real da farmacêutica MSD, Cintia Parellada, <strong>um dos destaques &eacute; o alerta a respeito dos diversos tipos de câncer que o HPV pode causar. </strong>Para chegar aos resultados, os pesquisadores coletaram todas as ocorrências e estimaram quantas foram causadas pelo vírus, considerando as proporções consolidadas pela literatura m&eacute;dica.</p><p><strong>O câncer de colo do útero permanece como a maior preocupação, correspondendo a 74,3% das hospitalizações e 77,3% das mortes ocorridas no período analisado. Mas isso significa que um a cada quatro pacientes desenvolveu a doença em outro local, somando mais de 50 mil hospitalizações.</strong></p><blockquote><p>"O foco no colo do útero pode passar uma falsa percepção de que s&oacute; a mulher tem que se vacinar. Mas, na verdade, o HPV &eacute; responsável por oito tipos de cânceres, que atingem mulheres e homens: colo do útero, vagina,  vulva, ânus e pênis, e orofaringe, laringe e cavidade oral, que são os cânceres de cabeça e pescoço", complementa a diretora executiva.</p></blockquote><p>O câncer anal foi o tipo que apresentou maior aumento nas ocorrências, de 3,1% nas hospitalizações e de 10,9% na mortalidade. Homens que fazem sexo com homens e pessoas imunosuprimidas são especialmente vulneráveis.</p><p>Cintia tamb&eacute;m chama a atenção para o fato dos cânceres de cabeça e pescoço acometerem quatro vezes mais homens do que mulheres.</p><blockquote><p>"Nos países que já conseguiram atacar o problema do câncer do colo do útero, o problema do HPV está maior nos homens por causa disso. E nesse tipo de câncer não existe lesão precursora que possas ser tratada. A prevenção &eacute; apenas a vacinação", alerta a m&eacute;dica.</p></blockquote><p>O estudo tamb&eacute;m mostra uma tendência preocupante com relação ao câncer do colo do útero. <strong>De 2011 a 2016, as hospitalizações caíram 4,7%, mas, de 2016 a 2019, o movimento foi o inverso, com crescimento de 3,9%. A mortalidade apresentou o mesmo padrão, com queda de 0,7% no primeiro período e alta de 1,5% no segundo.</strong></p><p>Outro dado preocupante vem da análise etária. Enquanto todos os outros tipos começam a ter maior incidência a partir dos 40 ou 50 anos, no caso do câncer de colo do útero, as hospitalizações já são expressivas a partir dos 30. A a m&eacute;dia de idade das pacientes &eacute; de 47 anos, pelo menos dez a menos do que nos outros tipos de câncer. A idade m&eacute;dia das pessoas que morreram pela doença tamb&eacute;m &eacute; menor: 56 anos.</p><p>"Hoje o câncer do colo do útero &eacute; o câncer que mais mata mulheres em idade reprodutiva e &eacute; o que tem maior nível de incidência [nessa faixa etária]. A gente sabe que apenas 40% das mulheres fazem o papanicolau de maneira peri&oacute;dica como &eacute; recomendado. Então, elas são diagnosticadas quando já têm um tumor invasivo", reforça Cintia.</p><p><strong>O papanicolau ou exame preventivo &eacute; o procedimento ginecol&oacute;gico que deve ser feito periodicamente para detectar a presença do HPV ou de lesões precursoras no colo uterino, possibilitando que a paciente seja acompanhada com mais cautela ou receba o tratamento, em caso de lesões, evitando que elas evoluam para câncer.</strong></p><p>No ano passado, o Minist&eacute;rio da Saúde <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-03/sus-vai-substituir-papanicolau-por-exame-mais-sensivel-ainda-este-ano" target="_blank">atualizou as diretrizes</a> para esse exame de rastreamento. Agora, todas as mulheres e outras pessoas com útero, entre 25 e 64 anos, devem fazer o teste DNA-HPV oncogênico, que detecta não somente a presença do vírus, como tamb&eacute;m identifica de que tipo ele &eacute;, já que apenas alguns tem potencial cancerígeno. </p><p>Em caso negativo, o exame s&oacute; precisa ser repetido depois de cinco anos. Em caso positivo, a paciente deve ser encaminhada para outros exames, para confirmar ou descartar lesões ou o câncer já instalado, e realizar o tratamento. As autoridades de saúde acreditam que, com rastreamento organizado, tratamento oportuno e vacinações com alta cobertura, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-12/novo-plano-para-combater-cancer-de-colo-tem-foco-em-rastreio-e-vacina" target="_blank">o câncer de colo do útero pode ser eliminado em 20 anos</a>. </p><p>Cintia Parellada reforça que apesar dos desfechos agressivos, este &eacute; um tipo de câncer que oferece grande oportunidade de prevenção. "Depois que uma pessoa se infecta, ela demora dois anos para ter a lesão precursora. E da lesão precursora at&eacute; o câncer, esse caminho pode ser de dez anos."</p><p>Por outro lado, isso tamb&eacute;m demonstra a importância da vacinação precoce. "Uma pessoa que começou a atividade sexual com 15 anos, quando ela chega nos 30, já pode ter o câncer do colo do útero", alerta.</p><p>A vacina contra o HPV foi incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS) em 2014, e estudos já mostram que ela ajudou a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-10/vacina-contra-hpv-reduz-em-58-casos-de-cancer-de-colo-de-utero-0" target="_blank">reduzir a incidência de câncer</a> e das <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-12/vacinacao-reduz-internacoes-por-doencas-causadas-pelo-hpv-diz-estudo" target="_blank">lesões precursoras</a>. <strong>No entanto, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) projeta que mais de 19 mil novos casos serão diagnosticados por ano no país, durante o período 2026-2028, um aumento de 14% em comparação ao triênio anterior.</strong></p><p>A vacina &eacute; recomendada a todas as crianças e adolescentes, de 9 a 14 anos, porque sua eficácia &eacute; maior se for tomada antes do início da vida sexual. O Minist&eacute;rio da Saúde está com uma campanha vigente de resgate vacinal para todos os jovens de at&eacute; 19 anos que não foram vacinados na idade correta.</p><p>Al&eacute;m disso, tamb&eacute;m devem receber a vacina: pessoas imunodeprimidas, vítimas de abuso sexual, pessoas com papilomatose respirat&oacute;ria recorrente, usuários de profilaxia pr&eacute;-exposição ao HIV (PrEP) e pacientes que já tiveram lesões pr&eacute;-cancerosas de alto grau. Para outros públicos, a vacina está disponível em serviços privados de saúde.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcelo Camargo]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Quatro em cada dez idosos no Brasil temem quedas perto de casa mais que assaltos ou tiros</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 26 May 2026 13:24:46 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Fiocruz, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), apresenta nesta terça-feira (26/5) os principais resultados da terceira onda do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (Elsi-Brasil), uma das mais abrangentes pesquisas nacionais sobre envelhecimento no país. O evento tamb&eacute;m marca o lançamento do Painel de Indicadores sobre Envelhecimento, iniciativa in&eacute;dita que disponibilizará, em uma plataforma online, cerca de 100 indicadores...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Fiocruz, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), apresenta nesta terça-feira (26/5) <a href="https://elsi.cpqrr.fiocruz.br/">os principais resultados da terceira onda do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (Elsi-Brasil)</a>, uma das mais abrangentes pesquisas nacionais sobre envelhecimento no país. O evento tamb&eacute;m marca o lançamento do Painel de Indicadores sobre Envelhecimento, iniciativa in&eacute;dita que disponibilizará, em uma plataforma online, cerca de 100 indicadores relacionados &agrave; saúde da população com 60 anos ou mais, abrangendo diferentes aspectos, como condições de vida, funcionalidade, ambiente social e acesso a políticas públicas, entre outros.</p><p>Entre os resultados a serem apresentados há indicadores que revelam que fatores urbanos, sociais e estruturais têm papel decisivo na qualidade de vida da população idosa, mostrando que envelhecer no Brasil envolve desafios muito al&eacute;m da ausência de doenças. Um dos aspectos diz respeito &agrave; percepção do ambiente urbano: 42,7% dos idosos que vivem em áreas urbanas relatam medo de cair por causa de defeitos em calçadas, passeios ou vias públicas pr&oacute;ximas de suas casas. O percentual expõe um problema estrutural que afeta diretamente mobilidade, autonomia e participação social.</p><p>Entre as mulheres idosas, esse índice chega a 50,5%, enquanto entre os homens &eacute; de 31,9%. A preocupação tamb&eacute;m aumenta com a idade: atinge 35,2% das pessoas entre 60 e 69 anos, sobe para 47,1% entre 70 e 79 anos e alcança 63,1% entre aqueles com 80 anos ou mais.  “Os dados reforçam a urgência de políticas públicas voltadas &agrave; adaptação das cidades para uma população cada vez mais envelhecida, incluindo acessibilidade, segurança viária, mobilidade e planejamento urbano inclusivo”, destaca a pesquisadora Maria Fernanda Lima-Costa, coordenadora do Elsi-Brasil.</p><p>Outro dado relevante se refere &agrave; sensação de insegurança. O estudo mostra que 12,1% dos idosos brasileiros consideram a vizinhança onde vivem muito insegura em relação &agrave; violência e criminalidade. Em números absolutos, isso representa aproximadamente 3,8 milhões de pessoas idosas vivendo em contextos marcados pelo medo e pela vulnerabilidade social. A percepção aparece de forma relativamente homogênea entre homens e mulheres e entre diferentes faixas etárias, indicando que a violência urbana &eacute; um problema transversal e disseminado, com impacto direto sobre a qualidade de vida, a saúde mental e a circulação social dessa população.</p><p><span style="font-size: 18px;">Onze milhões de hipertensos idosos demandam diagn&oacute;stico, avaliação clínica e tratamento</span></p><p>A hipertensão arterial sistêmica segue como uma das condições mais relevantes da saúde dos idosos. A pesquisa, que incluiu aferição domiciliar da pressão arterial com metodologia padronizada, identificou que 34,4% dos idosos apresentam níveis compatíveis com hipertensão, ou seja, pressão a 14 por 9 ou acima disso. Isso corresponde a cerca de 11 milhões de brasileiros idosos que necessitam de avaliação clínica, diagn&oacute;stico e tratamento para prevenir desfechos graves, como infarto, acidente vascular cerebral, insuficiência renal e demência vascular.</p><p>A prevalência da hipertensão aumenta progressivamente com a idade: 31,9% entre 60 e 69 anos, chegando a 40,1% entre pessoas com 80 anos ou mais. Diferentemente de outros indicadores, não houve diferenças significativas entre homens e mulheres, o que reforça o caráter generalizado da condição. Como a hipertensão frequentemente &eacute; assintomática, os pesquisadores destacam a importância do rastreamento regular e do fortalecimento da atenção primária para evitar subdiagn&oacute;stico e complicações.</p><p>A perda da capacidade funcional aparece como outro eixo central do estudo. De acordo com os resultados, 20,4% dos idosos brasileiros apresentam dificuldade para realizar ao menos uma atividade básica da vida diária, como se vestir, tomar banho, comer, usar o banheiro ou levantar-se da cama.</p><p>“Isso significa que cerca de 6,5 milhões de pessoas vivem com algum grau de limitação funcional, condição que impacta não apenas sua autonomia, mas tamb&eacute;m suas famílias, cuidadores e os sistemas de saúde e assistência social”, explica a pesquisadora. A diferença do resultado conforme o gênero novamente se destaca: 23,1% das mulheres apresentam limitação funcional, contra 17% dos homens. A progressão por idade &eacute; ainda mais contundente: a prevalência passa de 13,9%, entre pessoas de 60 a 69 anos, para 44,2% entre idosos com 80 anos ou mais.</p><p>Os dados tamb&eacute;m revelam fragilidades importantes na rede de apoio. Entre os idosos que apresentam dificuldades para realizar uma ou mais atividades da vida diária, apenas 37,9% recebem ajuda para realizar essa(s) atividade(s.) Essa proporção aumenta gradualmente com a idade (de 24,1% para 38,1% e 55,4% entre aqueles com 60 a 69, 70 a79 e 80 anos ou mais, respectivamente).  </p><p>Destaca-se tamb&eacute;m a falta apoio por meio de treinamento para aqueles que prestam cuidados: somente 5,8% dos cuidadores relataram ter recebido algum tipo de treinamento, evidenciando a ausência de políticas estruturadas para formação e suporte a cuidadores familiares ou informais. Esse cenário aponta para a necessidade urgente de políticas integradas de cuidado de longa duração, apoio domiciliar e qualificação daqueles que prestam cuidados. </p><p>Os resultados reafirmam ainda o papel central do Sistema Único de Saúde (SUS) como principal base de cuidado para a população idosa brasileira. Cerca de 2/3 das pessoas com 60 anos ou mais têm o SUS como única fonte de atenção &agrave; saúde.  A cobertura &eacute; semelhante entre homens e mulheres e sofre apenas discreta redução nas faixas etárias mais elevadas. </p><p>A Estrat&eacute;gia Saúde da Família (ESF), uma das principais políticas de atenção primária do SUS, tamb&eacute;m se destaca: 69,2% dos idosos brasileiros estão vinculados a essa iniciativa, o que representa cerca de 22,2 milhões de pessoas. “Os dados reforçam evidências de que o SUS e a ESF constituem estruturas essenciais para a promoção do envelhecimento saudável, especialmente em um país marcado por desigualdades sociais e econ&ocirc;micas”, diz a pesquisadora.</p><p><span style="font-size: 18px;">Painel reúne cem indicadores sobre os 32 milhões de pessoas com 60 anos ou mais no País</span></p><p>O painel de indicadores sobre envelhecimento, <a href="https://elsi.cpqrr.fiocruz.br/">disponível na plataforma do Elsi-Brasil</a> e que será lançado juntamente com a apresentação dos resultados da terceira onda da pesquisa, permitirá acesso público e ampliado a informações sobre múltiplas dimensões do envelhecimento no país. A ferramenta foi concebida para apoiar pesquisadores, gestores públicos, profissionais de saúde e sociedade civil no monitoramento contínuo das condições de vida e necessidades da população idosa brasileira. </p><p>Coordenado pela Fiocruz Minas e UFMG, o painel surge em um contexto de rápidas transformações demográficas: segundo o Censo 2022, o Brasil já conta com mais de 32 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, em um processo acelerado de envelhecimento populacional que impacta diretamente o sistema de saúde, a infraestrutura urbana, a proteção social e as dinâmicas familiares. Nesse cenário, a iniciativa busca transformar evidências científicas em respostas concretas, oferecendo subsídios para decisões mais eficazes e sustentáveis.</p><p>Alinhado &agrave; proposta da D&eacute;cada do Envelhecimento Saudável (2021-2030), instituída pela Assembleia Geral das Nações Unidas, o painel adota uma visão ampliada sobre envelhecimento, que vai al&eacute;m da ausência de doenças e incorpora dimensões como autonomia, capacidade funcional, segurança e condições ambientais como pilares essenciais para o bem-estar nas idades mais avançadas. Segundo os pesquisadores, a plataforma representa um instrumento decisivo para enfrentar, com rapidez e integração, os desafios impostos pelo envelhecimento da população brasileira.</p><p>Elsi-Brasil </p><p>O Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (Elsi-Brasil) &eacute; uma pesquisa de base domiciliar, nacionalmente representativa, conduzida pela Fiocruz Minas e pela UFMG, com financiamento do Minist&eacute;rio da Saúde. O estudo acompanha adultos com 50 anos ou mais residentes em 70 municípios das cinco regiões brasileiras, permitindo compreender, ao longo do tempo, transformações nas condições de saúde, nos aspectos socioecon&ocirc;micos e nas necessidades dessa população. O painel de indicadores &eacute; baseado nos participantes com 60 anos ou mais. </p><p>A primeira onda foi realizada em 2015-2016, a segunda em 2019-2021 e a terceira em 2023-2024. Com metodologia harmonizada internacionalmente, o Elsi-Brasil integra o grupo das principais pesquisas globais sobre envelhecimento e posiciona o Brasil como referência estrat&eacute;gica na produção de conhecimento científico sobre o tema.</p><p>    </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Pesquisa da Fiocruz e UFMG revela que um em cada cinco idosos enfrenta dificuldades com tarefas cotidianas, como tomar banho ou fazer faxina. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o AFN]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Anvisa aprova primeira caneta emagrecedora com semaglutida sintética fabricada no Brasil</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91700/anvisa-aprova-primeira-caneta-emagrecedora-com-semaglutida-sintetica-fabricada-no-brasil.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:15:27 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a primeira caneta emagrecedora do país com semaglutida sint&eacute;tica, nesta terça-feira (26). A resolução que autorizou o registro do medicamento Ozivy foi publicada no Diário Oficial da União. O medicamento novo tem o mesmo princípio do Ozempic, que perdeu a patente em março. A diferença &eacute; que o original usa a semaglutida biol&oacute;gica.O medicamento aprovado vai poder ser usado no tratamento de adultos com...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a <strong>primeira caneta emagrecedora do país com semaglutida sint&eacute;tica</strong>, nesta terça-feira (26). A resolução que autorizou o registro do medicamento <strong>Ozivy </strong>foi publicada no Diário Oficial da União.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690889&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690889&o=node"> O medicamento novo <strong>tem o mesmo princípio do Ozempic, que perdeu a patente em março. </strong>A diferença &eacute; que o original usa a semaglutida biol&oacute;gica.</p><p>O medicamento aprovado vai poder ser usado no tratamento de adultos com diabetes mellitus tipo 2, que ainda não foi controlado, como adjuvante &agrave; dieta e exercícios. A utilização vai depender de prescrição de receita m&eacute;dica em duas vias.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o registro pela Anvisa da primeira caneta emagrecedora fabricada no País com semaglutida sint&eacute;tica, princípio ativo semelhante ao do Ozempic.</b><br></p><article vocab="http://schema.org/" typeof="Article" prefix="rnews: http://iptc.org/std/rNews/2011-10-07#"><div id="content-core"><div id="parent-fieldname-text" class=""><div property="rnews:articleBody"><p>O medicamento usa o mesmo princípio ativo do Ozempic, que teve sua patente expirada em 20 de março. O pedido de registro do medicamento com semaglutida sint&eacute;tica chegou em 2023 e passou pelo processo t&eacute;cnico de comprovação de eficácia, segurança e qualidade feita por meio do registro na Anvisa. Ou seja, o novo medicamento &eacute; uma c&oacute;pia em versão sint&eacute;tica de um medicamento originalmente biol&oacute;gico registrado na Anvisa.</p><p>O pedido de registro foi feito pelo laborat&oacute;rio EMS/SA e seguiu a ordem cronol&oacute;gica e de prioridade para medicamentos do tipo GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. As prioridades, que incluem a semaglutida, foram definidas nos termos do <a class="external-link" href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/edital-de-chamamento-n-12-de-22-de-agosto-de-2025-650606594" target="_self" title="" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Edital de Chamamento12/2025</a>. Atualmente, outros cinco medicamentos de origem sint&eacute;tica e um de origem biol&oacute;gica da semaglutida seguem em análise na Agência, al&eacute;m de outros processos que estão na fila.</p><p><span style="font-size: 18px;">Indicação &eacute; para adultos com diabetes mellitus tipo 2, como ajuda a dieta e exercício</span></p><p>Ozivy poderá ser usado para o tratamento de adultos com diabetes mellitus tipo 2 insuficientemente controlado, como adjuvante &agrave; dieta e exercício:</p><ul><li>em monoterapia, quando a metformina &eacute; considerada inapropriada devido a intolerância ou contraindicações;</li><li>em adição a outros medicamentos para o tratamento do diabetes.</li></ul><p>O produto será apresentado como solução injetável, em caneta preenchida para administração semanal. A forma de conservação do novo produto &eacute; diferente do medicamento originador (Ozempic). Ele deve ficar armazenado em geladeira (em temperaturas de 2 °C a 8 °C) antes e depois de iniciado o tratamento.</p><p>A conservação do Ozempic &eacute; diferente e exige esse armazenamento refrigerado apenas antes do uso, podendo ficar at&eacute; 30ºC por at&eacute; seis semanas ap&oacute;s o paciente iniciar as doses.</p><p>Veja as opções de apresentações aprovadas e que poderão ser oferecidas pelo laborat&oacute;rio:</p><ul><li>Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação preenchido (multidose e descartável) com 1,5 ml + 1 caneta + 6 agulhas</li><li>Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação preenchido (multidose e descartável) com 3 ml + 2 canetas +10 agulhas</li><li>Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação preenchido (multidose e descartável) com 1,5 ml + 1 caneta + 4 agulhas</li><li>Solução injetável de semaglutida 1,34 mg/mL em sistema de aplicação preenchido (multidose e descartável) com 3 ml + 2 canetas + 8 agulhas</li></ul><p>Como todos os medicamentos do tipo GLP-1, a semaglutida sint&eacute;tica está sujeita &agrave; prescrição de receita m&eacute;dica em duas vias.</p><p><span style="font-size: 18px;">Desafio para agências reguladoras em todo mundo decorre da complexidade do rem&eacute;dio</span></p><p>A avaliação dos análogos sint&eacute;ticos de semaglutida &eacute; tratada como um desafio t&eacute;cnico para as agências reguladoras em todo o mundo. A Anvisa &eacute; uma das primeiras a registrar esse tipo de produto.</p><p>At&eacute; então, os medicamentos de semaglutida registrados no Brasil eram todos biol&oacute;gicos, elaborados a partir de insumo farmacêutico ativo (IFA) biol&oacute;gico. Os medicamentos biol&oacute;gicos são mol&eacute;culas complexas e podem ser obtidas a partir de fluidos biol&oacute;gicos, tecidos de origem animal ou ainda de procedimentos biotecnol&oacute;gicos, por meio de manipulação ou inserção de outro material gen&eacute;tico (DNA recombinante) ou alteração dos genes.</p><p>Essa categoria inclui, entre outros, vacinas, soros hiperimunes, hemoderivados, anticorpos monoclonais e análogos de GLP-1 feitos por processo biol&oacute;gico, como &eacute; o caso da semaglutida. Eles costumam ser aplicados por via injetável (endovenosa ou subcutânea) para garantir a integridade estrutural e funcional das substâncias. Mas tamb&eacute;m &eacute; possível o seu uso pela forma oral.</p><p>Já os análogos sint&eacute;ticos são feitos por síntese química, o que resulta em mol&eacute;culas menores e mais estáveis que podem ser reproduzidas de forma idêntica. São comumente utilizados por diversas vias, como oral, injetável, inalat&oacute;ria e oftálmica.</p><p>Esses produtos são considerados de alta complexidade, pois compartilham características típicas de medicamentos sint&eacute;ticos (por exemplo, resíduos de solventes no processo, resíduos de catalisadores metálicos, impurezas com estrutura química semelhante) e tamb&eacute;m de biol&oacute;gicos, como risco de imunogenicidade, formação de agregados, entre outros.</p><p><b>Ozivy &eacute; um medicamento gen&eacute;rico?</b></p><p>&Eacute; importante destacar que o Ozivy não &eacute; um medicamento gen&eacute;rico, já que não há gen&eacute;rico de produtos biol&oacute;gicos conforme regulação brasileira. O produto &eacute; classificado como medicamento novo, sendo um análogo sint&eacute;tico de produto biol&oacute;gico.</p><p><b>Quando o medicamento estará disponível no mercado?</b></p><p>Ap&oacute;s o registro na Anvisa, o medicamento pode ser comercializado ap&oacute;s a aprovação do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). A empresa que possui o registro, por&eacute;m, &eacute; que decide quando o medicamento será colocado &agrave; venda.</p><p>Para que o produto esteja disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), ele precisa ser avaliado e recomendado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e aprovado pelo Minist&eacute;rio da Saúde. Vale lembrar que nem todos os medicamentos registrados na Anvisa passam pela avaliação da Conitec ou são incorporados ao SUS. </p><p>Leia a <a class="external-link" href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-re-n-2.122-de-25-de-maio-de-2026-708307757" target="_self" title="" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Resolução 2.122/2026 no Diário Oficial da União (DOU)</a>. </p></div></div></div><div class="field z3cformInlineValidation" id="formfield-form-widgets-categoria"><br></div></article><div class="column"></div><p><br></p></div><div class="footer-noticia"><div class="row-tags rowflex"><br>    </div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91700_pedidos-de-registro-de-canetas-emagrecedoras-fabricadas-no-brasil-dispararam-na-anvisa-desde-que-a-p.jpg" />
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				<media:title type="html"><![CDATA[Pedidos de registro de canetas emagrecedoras fabricadas no Brasil dispararam na Anvisa desde que a patente do Ozempic caducou, em mar&ccedil;o. Foto: Caroline Morais/Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Entram em vigor hoje normas para segurança no trabalho que contemplam proteção da saúde mental</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91695/entram-em-vigor-hoje-normas-para-seguranca-no-trabalho-que-contemplam-protecao-da-saude-mental.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:29:05 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Em meio a disparada de casos de afastamentos por doença mental no trabalho, agora, as empresas devem se preocupar &ndash; pra valer &ndash; com o assunto. Nesta terça-feira, entram em vigor as novas regras para segurança e saúde no trabalho no país.Uma profissional que preferiu não divulgar o nome conta o que vivenciou na empresa onde trabalhava. Em um cenário de equipe reduzida, excesso de trabalho, pouca organização e atendimento a clientes importantes, o resultado foi afastamento...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>Em meio a disparada de casos de afastamentos por doença mental no trabalho, agora, as empresas devem se preocupar &ndash; pra valer &ndash; com o assunto. Nesta terça-feira, entram em vigor as novas regras para segurança e saúde no trabalho no país.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690858&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690858&o=node"></p><p>Uma profissional que preferiu não divulgar o nome conta o que vivenciou na empresa onde trabalhava. Em um cenário de equipe reduzida, excesso de trabalho, pouca organização e atendimento a clientes importantes, o resultado foi afastamento por burnout. Dias ap&oacute;s retornar ao trabalho, um homem foi contratado no lugar dela para fazer a mesma atividade, por&eacute;m com salário maior.</p><blockquote><p>“Tentei falar, não fui ouvida. Tentei comunicar de outras formas, não fui, então eu precisava de um descanso. Fui, tirei esse tempo, 30 dias, quando eu voltei, eu fiquei uma semana e depois dessa uma semana eles me desligaram. A justificativa foi que eles iriam trazer uma pessoa de um outro perfil, que era diferente do meu. Eu fiquei muito, muito impactada assim, muito mesmo. Eu não pensei que essas pessoas pudessem fazer isso comigo”.</p></blockquote><p>Em 2025, foram mais de 530 mil afastamentos por transtornos mentais e comportamentais, segundo o Minist&eacute;rio da Previdência. Em 2021, ainda na pandemia de covid-19, o número era um terço disso e, desde então, veio aumentando ano a ano.</p><p>&Eacute; o caso da produtora Letícia Tavares. Ela lutava contra uma depressão que começou na pandemia. A rotina de trabalho agravou o quadro dela, que atingiu o ápice em 2023.</p><blockquote><p>“Foi quando eu sofri um epis&oacute;dio depressivo muito severo assim, &eacute;, que atentei contra a minha pr&oacute;pria vida e eu precisei me afastar para cuidar da minha saúde mental. Cuidar de mim. No total, eu passei três meses afastada da produtora. A produtora onde eu trabalho at&eacute; hoje, inclusive, foi extremamente atenciosa, cuidadosa comigo durante o período que eu precisei me afastar, e eles me ofereceram todo o apoio possível. Eu tenho sorte de ainda de estar num lugar onde os colaboradores são vistos acima de tudo como seres humanos”.</p></blockquote><p>Com esse cenário em vista, a Norma Regulamentadora número 1, a NR-1, que trata dos riscos que a atividade da empresa oferece aos trabalhadores, foi atualizada para incluir os riscos psicossociais, ou seja, &agrave; saúde mental.</p><p>O diretor científico da Associação Nacional de Medicina do Trabalho, Ricardo Beça, explica que as empresas vão ter que olhar com cuidado para a organização do trabalho.</p><blockquote><p>“Pressão excessiva, metas incompatíveis, sobrecarga, jornada mal organizadas, ass&eacute;dio, violência, conflitos e falhas de comunicação. E &eacute; importante frisar tamb&eacute;m que não &eacute; para fazer um diagn&oacute;stico psiquiátrico do trabalhador. &Eacute; para identificar e controlar os fatores do trabalho que podem gerar ou agravar um adoecimento. Essa atualização &eacute; importante porque coloca a saúde mental na l&oacute;gica da prevenção. Antes, o tema aparecia s&oacute; quando já havia alguma crise".</p></blockquote><p>O m&eacute;dico afirma que os trabalhadores precisam ser conscientizados, mas a responsabilidade não pode ser jogada pra cima deles.</p><blockquote><p>“Saúde mental no trabalho &eacute; uma responsabilidade compartilhada. O trabalhador precisa buscar ajuda e a organização precisa identificar e controlar os riscos do trabalho tamb&eacute;m”.</p></blockquote><p>Segundo o Minist&eacute;rio do Trabalho, durante os primeiros 90 dias, a fiscalização vai orientar as empresas e indicar adequações. Depois disso, penalidades podem ser aplicadas, como multas ou embargos.</p><p>Se você tem pensamentos em tirar a pr&oacute;pria vida ou conhece algu&eacute;m assim, procure ajuda na rede pública ou ligue para o Centro de Valorização da Vida &ndash; 188.</p><p> </p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex">Edição:<div class="nome-editor">Nádia Faggiani/ Marizete Cardoso</div></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcelo Camargo/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Justiça retoma dia 13 de julho julgamento de acusados pela morte de três médicos na orla da Barra</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91692/justica-retoma-dia-13-de-julho-julgamento-de-acusados-pela-morte-de-tres-medicos-na-orla-da-barra.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Tue, 26 May 2026 08:20:11 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A 2ª Vara Criminal da Capital marcou para o pr&oacute;ximo dia 13 de julho, &agrave;s 16h, a continuação da audiência de instrução e julgamento do processo que apura o assassinato de três m&eacute;dicos em um quiosque na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio.Dos cinco r&eacute;us, quatro seguem foragidos: Edgar Alves de Andrade, o “Doca”, apontado como um dos chefes do Comando Vermelho; Carlos da Costa Neves, o “Gadernal”; Juan Breno Malta Ramos Rodrigues, o “BMW”; e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A 2ª Vara Criminal da Capital marcou para o pr&oacute;ximo dia 13 de julho, &agrave;s 16h, a continuação da audiência de instrução e julgamento do processo que apura o assassinato de três m&eacute;dicos em um quiosque na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio.</p><p>Dos cinco r&eacute;us, quatro seguem foragidos: Edgar Alves de Andrade, o “Doca”, apontado como um dos chefes do Comando Vermelho; Carlos da Costa Neves, o “Gadernal”; Juan Breno Malta Ramos Rodrigues, o “BMW”; e Giovanni Oliveira Vieira. Apenas Francisco Glauber Costa de Oliveira, conhecido como “GL”, permanece preso em Bangu 3 e será ouvido por videoconferência, em razão de sua alta periculosidade. Segundo a denúncia, ele atuava como “batedor” do grupo criminoso, monitorando a presença policial durante a execução do crime.</p><p>Edgar Alves de Andrade, conhecido como "Doca da Penha" ou "Urso", &eacute; um dos principais líderes da facção criminosa Comando Vermelho no Rio de Janeiro. Considerado o chefe do grupo em liberdade com maior poder de decisão, ele motiva uma recompensa de R$ 100 mil estipulada pelo <a class="H23r4e" target="_blank" rel="noopener" data-hveid="CAIIAAgACAYQAQ" href="https://www.rj.gov.br/radioroquettepinto/node/12509" ping="/url?sa=t&source=web&rct=j&url=https://www.rj.gov.br/radioroquettepinto/node/12509&ved=2ahUKEwiUz4v169aUAxXqDLkGHVRdOtcQy_kOegoIAggACAAIBhAB&opi=89978449" aria-label="Disque Denúncia do Rio de Janeiro. Pr&eacute;via do link. Site: Governo do Estado do Rio de Janeiro. Título: Recompensa recorde por traficante procurado | Roquette Pinto. URL: https://www.rj.gov.br/radioroquettepinto/node/12509.">Disque Denúncia do Rio de Janeiro</a>. </p><p>Na mesma decisão, a Justiça negou pedido de relaxamento da prisão preventiva apresentado pela defesa de Giovanni Oliveira Vieira. A defesa alegava ausência de indícios de autoria e questionava a autenticidade das provas digitais reunidas durante a investigação. O juízo, por&eacute;m, entendeu que os indícios já haviam sido detalhados na decisão que recebeu a denúncia e destacou que a defesa não apresentou fatos novos capazes de justificar a revisão da medida cautelar.</p><p>A decisão tamb&eacute;m afastou a alegação de falta de acesso &agrave;s provas digitais, apontando que o compartilhamento dos dados foi disponibilizado pelo tribunal por meio eletr&ocirc;nico, mas que a defesa não forneceu endereço de e-mail para recebimento do material, apesar de ter sido intimada para isso. A acusação de suposto embaraço por parte da Delegacia de Homicídios da Capital foi classificada como “abuso do direito de defesa que beira a litigância de má-f&eacute;”.</p><p>O pedido de revogação da prisão preventiva de Francisco Glauber Costa de Oliveira tamb&eacute;m foi negado. Segundo a decisão, os crimes descritos na denúncia apresentam “extrema gravidade”, por terem sido praticados, em tese, “com violência atroz e em contexto de criminalidade organizada”, justificando a manutenção da prisão para garantia da ordem pública, da instrução criminal e da aplicação da lei penal.</p><p><span style="font-size: 18px;">Perseu Ribeiro Almeida foi confundido com miliciano e fuzilado com colegas em quiosque</span></p><p>O crime ocorreu em 5 de outubro de 2023, quando m&eacute;dicos que participavam de um congresso de ortopedia estavam em um quiosque na Barra da Tijuca. Marcos de Andrade Corsato, Perseu Ribeiro Almeida e Diego Ralf de Souza Bomfim foram mortos ap&oacute;s criminosos confundirem Perseu com o miliciano Taillon de Alcântara Pereira Barbosa. Daniel Sonnewend Proença foi o único sobrevivente.</p><p>No dia seguinte ao ataque, quatro suspeitos de executar o crime foram encontrados mortos em diferentes pontos da Zona Oeste. A investigação aponta que eles teriam sido executados por ordem da cúpula do Comando Vermelho.</p><p>Processo nº 0166084-46.2024.8.19.0001    </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foragido da Justi&ccedil;a, Edgar Alves de Andrade, 'Doca' ou 'Urso, motiva uma recompensa de R$ 100 mil por pistas que levem &agrave; captura dele. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o Disque Den&uacute;ncia]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Anvisa autoriza novo remédio contra enxaqueca</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91679/anvisa-autoriza-novo-remedio-contra-enxaqueca.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Mon, 25 May 2026 19:28:55 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, autorizou, nesta segunda-feira (25), um novo medicamento para enxaqueca, o Nurtec ODT, produzido pela farmacêutica Pfizer. O uso da medicação &eacute; recomendado para adultos que realizam o tratamento agudo da enxaqueca, com ou sem aura, e para prevenir crises em pessoas que têm enxaqueca pelo menos quatro vezes por mês.O rem&eacute;dio utiliza como principal ativo o hemisulfato de rimegepanto sesqui-hidratado, que impede que a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, autorizou, nesta segunda-feira (25), um novo medicamento para enxaqueca, o Nurtec ODT, produzido pela farmacêutica Pfizer. <strong>O uso da medicação &eacute; recomendado para adultos que realizam o tratamento agudo da enxaqueca, com ou sem aura, e para prevenir crises em pessoas que têm enxaqueca pelo menos quatro vezes por mês.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690778&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690778&o=node"></p><p>O rem&eacute;dio utiliza como principal ativo o hemisulfato de rimegepanto sesqui-hidratado, que impede que a calcitonina, causadora da dor da enxaqueca, entre em ação.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a liberação pela Anvisa de um novo rem&eacute;dio conra a enxaqueca.</b><br></p><p>A enxaqueca &eacute; uma doença neurol&oacute;gica, gen&eacute;tica e cr&ocirc;nica que causa dor de cabeça latejante, podendo provocar outros sintomas, como sensibilidade &agrave; luz, cheiros e barulhos, al&eacute;m de náuseas e v&ocirc;mitos.</p><p>As principais causas da enxaqueca são ansiedade, tensão, estresse, ficar em jejum por longos períodos e dormir mal.  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Ministério do Trabalho exige das empresas ações para reduzir riscos de adoecimento mental</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91668/ministerio-do-trabalho-exige-das-empresas-acoes-para-reduzir-riscos-de-adoecimento-mental.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/91668/ministerio-do-trabalho-exige-das-empresas-acoes-para-reduzir-riscos-de-adoecimento-mental.html</guid>
			<pubDate>Mon, 25 May 2026 13:45:11 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Nesta terça-feira (26), entra em vigor a atualização da Norma Regulamentadora N&uacute;mero 1 (NR-1), do Minist&eacute;rio do Trabalho, que exigirá das empresas a tomada de decisões para reduzir os riscos psicossociais, aqueles que podem causar adoecimento mental dos profissionais. Fiscais do trabalho passarão a observar o comportamento das empresas em relação a questões como ass&eacute;dio, sobrecarga de trabalho, ambiente inadequado para exercer as funções e exigência de metas...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h2><span style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 14px; font-weight: normal;">Nesta terça-feira (26), entra em vigor a atualização da Norma Regulamentadora N&uacute;mero 1 (NR-1), do Minist&eacute;rio do Trabalho, que exigirá das empresas a tomada de decisões para reduzir os riscos psicossociais, aqueles que podem causar adoecimento mental dos profissionais. Fiscais do trabalho passarão a observar o comportamento das empresas em relação a questões como ass&eacute;dio, sobrecarga de trabalho, ambiente inadequado para exercer as funções e exigência de metas inalcançáveis, entre outros fatores que podem levar ao afastamento do trabalhador.</span></h2><p>De acordo com levantamento do instituto Ipsos Brasil, a sa&uacute;de mental tornou-se, em 2025, a principal preocupação dos brasileiros. O tema foi citado por 52% da população, um aumento expressivo em relação a 2018, quando apenas 18% indicavam essa questão como prioridade.</p><p>Os dados do trabalho formal reforçam o cenário de alerta. Em 2025, o Brasil registrou 546 mil afastamentos do trabalho por transtornos mentais, o maior n&uacute;mero já observado, de acordo com o INSS. Em 2024, haviam sido 440 mil licenças pelas mesmas causas, evidenciando uma escalada consistente do adoecimento ps&iacute;quico relacionado ao trabalho. </p><p>Para a advogada trabalhista Adriana Belintani, especialista em sa&uacute;de mental nas empresas pela USP, o aumento dos afastamentos revela uma mudança de percepção sobre o tema dentro das organizações.</p><p>“Acompanho de perto os impactos jur&iacute;dicos e organizacionais dessa negligência. Sa&uacute;de mental no trabalho não deve ser discurso motivacional, mas responsabilidade institucional”, afirma.</p><p>Segundo a especialista, o reconhecimento formal dos <strong>riscos psicossociais</strong> amplia o olhar sobre fatores como sobrecarga de trabalho, ass&eacute;dio, insegurança organizacional, pressão excessiva por resultados e culturas corporativas adoecedoras. Esses elementos estão diretamente relacionados ao aumento de afastamentos, passivos trabalhistas e queda de produtividade.</p><p>Nesse contexto, cresce o espaço para modelos de gestão que integrem sa&uacute;de mental, governança e estrat&eacute;gia empresarial. O avanço dos afastamentos por transtornos mentais e a crescente preocupação da população com o tema indicam que o cuidado com o equil&iacute;brio psicol&oacute;gico no ambiente de trabalho se tornou uma questão estrutural para o mundo dos neg&oacute;cios. </p><p>                    </p><div>  <p class="Linhahorizontal"> </p>    </div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Unsplash.com]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>SUS: lei garante atendimento a crianças e adolescentes em saúde mental</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91609/sus-lei-garante-atendimento-a-criancas-e-adolescentes-em-saude-mental.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 23 May 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Crianças e adolescentes passam a ter garantido, por lei, o acesso a programas de saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS). A medida está prevista na Lei nº 15.413, que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).A nova legislação, publicada no Diário Oficial da União, inclui no ECA dispositivo específico que assegura a oferta de ações de prevenção e tratamento de agravos &agrave; saúde mental voltadas ao público infantojuvenil.O atendimento deverá abranger desde a ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h1 class="titulo-materia"><strong style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 14px;"><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/criancas-e-adolescentes" target="_blank">Crianças e adolescentes</a> passam a ter garantido, por lei, o acesso a programas de saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS). A medida está prevista na <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/lei-n-15.413-de-21-de-maio-de-2026-707156409" target="_blank">Lei nº 15.413</a>, que altera o <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm" target="_blank">Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)</a>.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690373&amp;o=node" style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 14px;"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690373&amp;o=node" style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 14px;"></h1><p>A nova legislação, publicada no <a href="https://www.in.gov.br/servicos/diario-oficial-da-uniao/destaques-do-diario-oficial-da-uniao" target="_blank">Diário Oficial da União</a>, inclui no ECA dispositivo específico que <strong>assegura a oferta de ações de prevenção e tratamento de agravos &agrave; saúde mental voltadas ao público infantojuvenil.</strong></p><p><strong>O atendimento deverá abranger desde a atenção psicossocial básica e especializada at&eacute; serviços de urgência, emergência e internação hospitalar.</strong></p><p>O texto tamb&eacute;m determina que os profissionais envolvidos recebam formação específica e contínua, com foco na identificação de sinais de risco e no acompanhamento adequado dos pacientes.</p><p>Outro ponto da lei &eacute; a garantia de acesso gratuito ou subsidiado a recursos terapêuticos para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade que estejam em tratamento. O atendimento deverá seguir linhas de cuidado adaptadas &agrave;s necessidades específicas desse público.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Rio de Janeiro se consolida como referência em transplantes e está em segundo lugar no ranking nacional</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91594/rio-de-janeiro-se-consolida-como-referencia-em-transplantes-e-esta-em-segundo-lugar-no-ranking-nacio.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 22 May 2026 19:18:03 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Governo do Estado do Rio de Janeiro vem consolidando avanços significativos no sistema p&uacute;blico de transplantes, com ampliação da rede hospitalar, fortalecimento das equipes especializadas e aumento no n&uacute;mero de doações de &oacute;rgãos. Dados do mais recente Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), divulgado pela Associação Brasileira de Transplante de &Oacute;rgãos, colocam o Rio entre os estados mais ativos do pa&iacute;s em 2025, com a segunda maior taxa de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Governo do Estado do Rio de Janeiro vem consolidando avanços significativos no sistema p&uacute;blico de transplantes, com ampliação da rede hospitalar, fortalecimento das equipes especializadas e aumento no n&uacute;mero de doações de &oacute;rgãos. Dados do mais recente Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), divulgado pela Associação Brasileira de Transplante de &Oacute;rgãos, colocam o Rio entre os estados mais ativos do pa&iacute;s em 2025, com a segunda maior taxa de autorizações familiares para transplantes.<br><br>Com 67% de respostas positivas das fam&iacute;lias, o Rio de Janeiro aparece ao lado do Paraná e atrás apenas de Santa Catarina, que registrou 68% de autorizações. O &iacute;ndice fluminense supera a m&eacute;dia nacional, de 55%. O estado tamb&eacute;m registra m&eacute;dia de 22,4 doadores por milhão de população (pmp), acima da taxa nacional, que &eacute; de 20,3 doadores.<br><br>"A doação de &oacute;rgãos simboliza a continuidade da vida, e por isso temos trabalhado para ampliar os transplantes. Temos tecnologias de ponta e profissionais preparados para acolher as fam&iacute;lias enlutadas. Tamb&eacute;m fortalecemos as Organizações de Procura de &Oacute;rgãos que atuam em todo o estado e as UTIs onde estão os potenciais doadores. Tudo isso &eacute; resultado da estrat&eacute;gia delineada no Plano Estadual de Doação e Transplantes", explica o secretário de Estado de Sa&uacute;de, Ronaldo Damião.<br><br>O estado conta atualmente com mais de cem Comissões Intra-hospitalares de Doação de &Oacute;rgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT), responsáveis pela identificação de potenciais doadores e pelo acolhimento &agrave;s fam&iacute;lias. As equipes são treinadas para conduzir conversas sens&iacute;veis, com t&eacute;cnicas de escuta ativa e apoio durante o luto. O contato com os familiares começa antes mesmo do diagn&oacute;stico de morte encefálica e busca conscientizar sobre a importância da doação de &oacute;rgãos, um gesto que pode salvar at&eacute; oito vidas.<br><br>"A decisão da fam&iacute;lia &eacute; soberana quanto &agrave; doação de &oacute;rgãos. Por isso, &eacute; fundamental comunicar aos familiares o desejo de ser doador. Temos trabalhado com campanhas educativas e divulgação de exemplos positivos para ampliar a conscientização sobre a importância dos transplantes e reforçar a grandeza desse gesto que permite ressignificar a dor da perda", destaca Alan Melqu&iacute;ades, diretor do RJ Transplante.  </p>]]></content:encoded>
			 
		</item>
		<item>
			<title>Brasileiros com diabetes defendem uso de tecnologias no tratamento</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91570/brasileiros-com-diabetes-defendem-uso-de-tecnologias-no-tratamento.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 22 May 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Sete em cada dez brasileiros com diabetes (70%) afirmam que a doença afeta de modo significativo o bem-estar emocional. Setenta e oito por cento relatam ter ansiedade ou preocupação com o futuro, e dois em cada cinco pacientes se sentem s&oacute;s ou isolados em função da doença.Os dados são de pesquisa feita pelo Global Wellness Institute (GWI), em parceria com a Roche Diagn&oacute;stica, que explorou percepções sobre o diabetes, a vida com a doença e as ferramentas de manejo.A...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Sete em cada dez brasileiros com diabetes (70%) afirmam que a doença afeta de modo significativo o bem-estar emocional. Setenta e oito por cento relatam ter ansiedade ou preocupação com o futuro, e dois em cada cinco pacientes se sentem s&oacute;s ou isolados em função da doença.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690014&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690014&amp;o=node"></p><p>Os dados são de pesquisa feita pelo Global Wellness Institute (GWI), em parceria com a Roche Diagn&oacute;stica, que explorou percepções sobre o diabetes, a vida com a doença e as ferramentas de manejo.</p><p><strong>A pesquisa foi realizada em setembro de 2025, em nível global, com 4.326 pessoas com diabetes, com idade igual ou maior que 16 anos, das quais 20% no Brasil. O levantamento foi feito em 22 países</strong>.</p><p>Al&eacute;m do Brasil, foram pesquisadas pessoas na Austrália, &Aacute;ustria, B&eacute;lgica, Chile, Croácia, República Tcheca, Dinamarca, Alemanha, Hong Kong, Índia, Japão, Kuwait, Países Baixos, Pol&ocirc;nia, Portugal, Romênia, Arábia Saudita, &Aacute;frica do Sul, Espanha, Turquia e Reino Unido.</p><p><strong>No grupo de pacientes com diabetes tipo 1, o estudo mostra que 77% afirmam ser afetados de modo significativo em seu bem-estar emocional.</strong></p><h2>Diabetes</h2><p>O diabetes &eacute; causado pela produção insuficiente ou a má absorção de insulina, horm&ocirc;nio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo. A doença pode causar o aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nas art&eacute;rias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, pode levar &agrave; morte.</p><p>Já o Diabetes Melito tipo 1 (DM1) &eacute; uma doença cr&ocirc;nica não transmissível, hereditária, caracterizada pela destruição das c&eacute;lulas do pâncreas responsáveis pela produção e secreção de insulina, o que resulta em deficiência na secreção desse horm&ocirc;nio no organismo.</p><p><strong>O Brasil ocupa a 6ª posição mundial em casos de diabetes, de acordo com o Atlas Global do Diabetes 2025 da International Diabetes Federation (IDF), com um total de 16,6 milhões de adultos diagnosticados com a doença.</strong></p><h2>Resultados</h2><p>A pesquisa mostra ainda que para 56% dos entrevistados no Brasil, o diabetes limita a capacidade de passar o dia fora de casa; 46% afirmam ter dificuldades em situações comuns, como trânsito ou reuniões longas. Outros 55% dizem não acordar plenamente descansados, devido aos efeitos das variações glicêmicas durante a noite.</p><p>A maior parte dos pacientes diz que não se considera atendido pelo modelo atual de cuidado, apesar dos avanços registrados. Somente 35% se consideram muito confiantes no gerenciamento da pr&oacute;pria condição, o que sinaliza a existência de problemas para o controle e previsibilidade da doença.</p><p><strong>Em torno de 44% dos consultados defendem que tecnologias mais inteligentes, que possam prever mudanças nos níveis de glicose, deveriam ser priorizadas para prevenção de complicações.</strong></p><p>Já 46% dos pacientes que usam medidores tradicionais, como os glicosímetros, ou testes de ponta de dedo, consideram que os sensores de monitoramento contínuo de glicose (CGM, do nome em inglês) deveriam ser adotados devido &agrave; capacidade de funcionarem como alertas preditivos.</p><h2>Previsibilidade</h2><p><strong>Cinquenta e três por cento dos entrevistados apontam que a principal funcionalidade desejada em sensores com inteligência artificial (IA) &eacute; a capacidade de prever níveis futuros de glicose. Esse número sobe para 68% entre os pacientes com diabetes tipo 1.</strong></p><p>Saber as tendências antecipadas dos níveis de glicose daria a 56% dos brasileiros consultados a sensação de estarem no controle da doença, enquanto 48% comentaram que a redução de surpresas de picos e quedas de glicose inesperadas aumentaria sua qualidade de vida.</p><p><strong>Entre os pacientes com diabetes tipo 1, 95% consideram fundamentais ferramentas capazes de prever hipoglicemia e hiperglicemia, o que facilitaria sua condição.</strong></p><h2>Monitoramento</h2><p>Segundo o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Andr&eacute; Vianna, já &eacute; do conhecimento de todos que o diagn&oacute;stico precoce e o acompanhamento m&eacute;dico contínuo são de grande importância para evitar complicações decorrentes da doença.</p><p><strong>Para o endocrinologista, o uso de tecnologias pode ser o diferencial, principalmente para pacientes com diabetes tipo 1, porque a glicemia dela oscila muito:</strong></p><blockquote><p>“O ideal para esses pacientes &eacute; ter um monitoramento contínuo da glicose por meio de sensores que já estão amplamente disponíveis em grande parte do mundo. Esse sensor permite &agrave; pessoa entender precocemente o que vai acontecer nas pr&oacute;ximas horas antes desse diagn&oacute;stico acontecer. A pessoa vai saber se a glicose dela daqui a meia hora vai estar alta ou baixa e pode tomar uma atitude preventiva”, explicou o m&eacute;dico.</p></blockquote><p>Vianna comentou que uma das vantagens &eacute; que esses sensores levam as pessoas a apresentar menos complicações e menores gastos para o sistema público de saúde.</p><blockquote><p>“Essas pessoas vão acabar indo menos para o hospital, vão se internar menos, vão menos para o pronto-socorro. Isso, inclusive, al&eacute;m de melhorar a saúde, diminui o custo do tratamento. Por isso, o monitor contínuo já &eacute; algo bastante estabelecido no mundo”, afirmou o vice-presidente da SBD.</p></blockquote><h2>Mercado no Brasil</h2><p>No Brasil, esses aparelhos são bastante difundidos entre as pessoas de maior poder aquisitivo. No sistema público de saúde, entretanto, não houve disponibilização em larga escala, informou.</p><p>No país, há quatro empresas que comercializam esses aparelhos. Em países ricos, eles são amplamente disponibilizados para as pessoas com diabetes, por meio de operadoras de saúde privadas, como nos Estados Unidos, e de sistemas de saúde, gratuitamente, casos da França e do Reino Unido.</p><p><strong>Para Vianna, o uso de sensores e de tecnologias como a inteligência artificial (IA) pode melhorar a qualidade de vida das pessoas.</strong></p><blockquote><p>“Vem diminuir essa carga do diabetes, esse estresse diário e constante das pessoas que convivem com diabetes e com a incerteza do que vai acontecer com a sua glicose daqui a algum tempo, atrapalhando muitas vezes as funções diárias do indivíduo - o sono, o trabalho, atrapalhando, por vezes, momentos de descontração”.</p></blockquote><p><strong>O vice-presidente da SBD esclareceu que o sensor &eacute; ben&eacute;fico para o diabetes tipo 1 e para o diabetes tipo 2. “Os benefícios no diabetes tipo 1 são vistos mais de imediato, no curto prazo, &agrave;s vezes no mesmo dia. E no diabetes tipo 2, são vistos a longo prazo, com menos internações e menos complicações”.</strong></p><h2>SUS</h2><p>Em janeiro de 2025, o Minist&eacute;rio da Saúde tornou pública a decisão de não incorporar ao Sistema Único de Saúde (SUS) o monitoramento contínuo da glicose por escaneamento intermitente em pacientes com diabetes mellitus tipos 1 e 2.</p><p>A decisão está na <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sctie/2025/prt0002_03_02_2025.html" target="_blank">Portaria número 2</a> , da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econ&ocirc;mico Industrial da Saúde, do minist&eacute;rio.</p><p><strong>Em dezembro do ano passado, a Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2483173" target="_blank">Projeto de Lei 323/25</a>, que obriga o SUS a fornecer gratuitamente dispositivos para monitorar a glicose de pacientes com diabetes mellitus por dispositivo de escaneamento intermitente.</strong></p><p><strong>A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</strong>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcelo Casal Jr]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>SUS adota novo exame para rastrear câncer colorretal na população</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91564/sus-adota-novo-exame-para-rastrear-cancer-colorretal-na-populacao.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 21 May 2026 23:38:46 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de anunciou nesta quinta-feira (21) a incorporação de um novo protocolo nacional para rastreamento do câncer colorretal no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS). O Teste Imunoqu&iacute;mico Fecal (FIT, na sigla em inglês) passa a ser o exame de referência para homens e mulheres assintomáticos entre 50 e 75 anos de idade. Segundo a pasta, o teste apresenta sensibilidade entre 85% e 92% para identificar poss&iacute;veis alterações.A estrat&eacute;gia...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de anunciou nesta quinta-feira (21) a incorporação de um novo protocolo nacional para rastreamento do câncer colorretal no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS). O <strong>Teste Imunoqu&iacute;mico Fecal (FIT, na sigla em inglês) passa a ser o exame de referência para homens e mulheres assintomáticos entre 50 e 75 anos de idade</strong>. Segundo a pasta, o teste apresenta sensibilidade entre 85% e 92% para identificar poss&iacute;veis alterações.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690264&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690264&amp;o=node"></p><p>A estrat&eacute;gia pode ampliar o acesso de mais de 40 milhões de brasileiros &agrave; prevenção e &agrave; detecção precoce da doença, segundo o minist&eacute;rio. </p><p><strong>Esse tipo de câncer &eacute; o segundo mais frequente no Brasil</strong>, excluindo os tumores de pele não melanoma. A estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) para cada ano do triênio 2026-2028 &eacute; de 53,8 mil novos casos.</p><p>Um <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/mortes-por-cancer-colorretal-devem-aumentar-quase-3-vezes-ate-2030" target="_blank">estudo recente estimou um aumento de quase três vezes</a> nas mortes por esse tipo de câncer at&eacute; 2030. Uma das razões que explicam a grande mortalidade da doença &eacute; o fato de a maioria dos pacientes s&oacute; descobrir o câncer em estágios avançados, justamente o que o rastreamento organizado quer impedir.</p><p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da<strong> Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p><p><strong>O FIT &eacute; um exame de fezes que detecta pequenas quantidades de sangue oculto, invis&iacute;veis a olho nu</strong>, que podem ser sinal de p&oacute;lipos, lesões pr&eacute;-cancer&iacute;genas ou câncer no intestino. Diferentemente dos exames antigos de sangue oculto nas fezes, o FIT utiliza anticorpos espec&iacute;ficos para identificar sangue humano, o que aumenta a precisão do teste.</p><p>O paciente recebe um kit para coleta em casa. Depois, o material &eacute; enviado para análise laboratorial. Caso o resultado detecte sangue oculto, o paciente será encaminhado para exames complementares. A colonoscopia &eacute; considerada o padrão-ouro para avaliação do intestino porque permite visualizar diretamente o c&oacute;lon e o reto, al&eacute;m de retirar p&oacute;lipos durante o procedimento, evitando que algumas lesões evoluam para câncer.</p><p><strong>O exame FIT não exige preparo intestinal, não precisa de dieta restritiva antes da coleta</strong>, pode ser feito com apenas uma amostra, &eacute; menos invasivo e tem maior adesão da população.</p><p>A diretriz com as orientações para essa nova testagem foi elaborada por especialistas e <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/rastreamento-para-cancer-colorretal-pode-ser-implementado-no-sus" target="_blank">recebeu parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec)</a>, em março deste ano.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: C&acirc;mara Municipal de Afonso Claudio/Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Brasil lança fitoterápico à base de quebra-pedra, receita da vovó para problemas urinários</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91550/brasil-lanca-fitoterapico-a-base-de-quebra-pedra-receita-da-vovo-para-problemas-urinarios.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/91550/brasil-lanca-fitoterapico-a-base-de-quebra-pedra-receita-da-vovo-para-problemas-urinarios.html</guid>
			<pubDate>Thu, 21 May 2026 13:19:53 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Brasil alcança um marco hist&oacute;rico na saúde pública com o desenvolvimento no país do primeiro medicamento fitoterápico a partir da esp&eacute;cie vegetal Phyllanthus niruri, a popular quebra-pedra, indicado para o tratamento de distúrbios urinários. Em evento na terça-feira (19/5), o Minist&eacute;rio do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a Fiocruz apresentaram os lotes piloto do produto, resultado de uma...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Brasil alcança um marco hist&oacute;rico na saúde pública com o desenvolvimento no país do primeiro medicamento fitoterápico a partir da esp&eacute;cie vegetal <em>Phyllanthus niruri</em>, a popular quebra-pedra, indicado para o tratamento de distúrbios urinários. Em evento na terça-feira (19/5), o Minist&eacute;rio do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a Fiocruz apresentaram os lotes piloto do produto, resultado de uma parceria entre as instituições. Trata-se de mais um passo <a href="https://agencia.fiocruz.br/brasil-tera-fitoterapico-inovador-com-quebra-pedra">no Acordo de Cooperação T&eacute;cnica (ACT) assinado entre as instituições</a> para viabilizar o medicamento e sua submissão regulat&oacute;ria na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).   </p><p>A secretária nacional de Bioeconomia do MMA, Carina Pimenta, explicou que pioneirismo do medicamento inspirou a Missão Saúde e Bem-Estar do Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio 2026&ndash;2035) e a meta de incorporar 15 novos fitoterápicos ao Sistema Único de Saúde (SUS) na pr&oacute;xima d&eacute;cada, dez deles a partir de esp&eacute;cies nativas.</p><p>"O que entregamos hoje começou antes do PNDBio existir e foi exatamente esse caminho que nos mostrou que era possível, e necessário, transformar a biodiversidade brasileira e o conhecimento dos nossos povos em política pública estruturante de saúde. A quebra-pedra deixou de ser uma promessa e virou um precedente, pois inspirou a meta de levar 15 fitoterápicos da nossa biodiversidade ao SUS at&eacute; 2035. &Eacute; assim que se constr&oacute;i bioeconomia, com ciência pública, comunidades protagonistas e o Estado induzindo mudanças sistêmicas, e não ações isoladas", destacou.</p><p>Ao representar a Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde (VPAAPS/Fiocruz), Isabel Sobreiro comentou sobre a articulação entre as instituições envolvidas. “Este frasco carrega tradição, respeito ao conhecimento tradicional, a salvaguarda dos povos tradicionais, inovação científica da bancada e articulação institucional necessária para que chegássemos a este resultado hoje. Reúne todo o esforço de colocar os povos tradicionais lado a lado com os cientistas", afirmou.</p><p>O processo envolveu pesquisa e rigor científico, e uma aposta em transformar conhecimento tradicional em medicamento para o SUS. “O sucesso deste projeto reforça a importância de Farmanguinhos no desenvolvimento de medicamentos. Nossa missão &eacute; alinhar os saberes científicos, tradicionais e tecnol&oacute;gicos. Este medicamento será precursor para a produção de outros tratamentos, a partir do novo marco regulat&oacute;rio para fitoterápicos”, enfatizou a diretora do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz), Silvia Santos. O desenvolvimento do medicamento foi realizado na unidade da Fiocruz no âmbito do projeto Fitoterápicos.</p><p>Com coordenação t&eacute;cnica do MMA, a implementação do projeto Fitoterápicos ficou a cargo do PNUD. Para o desenvolvimento do medicamento da quebra-pedra, foram investidos R$ 2,4 milhões pelo Global Environment Facility (GEF) em adequação de infraestrutura, estudos laboratoriais e de estabilidade, para submissão &agrave; Anvisa. Estas etapas serão iniciadas a partir desta primeira produção do medicamento. </p><p>A iniciativa reforça o modelo de Acesso e Repartição de Benefícios (ABS), que garante que povos e comunidades tradicionais sejam reconhecidos e beneficiados pelo uso de seus conhecimentos e da biodiversidade brasileira. “Celebramos hoje o desenvolvimento de uma alternativa terapêutica segura e eficaz, mas que carrega consigo algo ainda mais profundo: o reconhecimento de que estes povos são os verdadeiros guardiões hist&oacute;ricos da nossa biodiversidade e do patrim&ocirc;nio gen&eacute;tico nacional”, explicou a Representante Residente Adjunta do PNUD, Elisa Calcaterra.  </p><p>Al&eacute;m de possibilitar o acesso a produtos de qualidade no SUS, o acordo entre as instituições fortalece a cadeia produtiva nacional ao incentivar o desenvolvimento científico e tecnol&oacute;gico de produtos a partir da sociobiodiversidade, abrindo precedentes para parcerias e acordos de repartição de benefícios entre a indústria farmacêutica e organizações de povos indígenas, povos e comunidades tradicionais e agricultores familiares. </p><p>Embora a planta seja amplamente empregada pela população no tratamento da litíase urinária (doença que se caracteriza pela formação de cálculos no trato urinário), sua indicação na Anvisa &eacute; como auxiliar no aumento do fluxo urinário, atuando como adjuvante no tratamento de queixas urinárias. Há estudos em andamento para incluir sua indicação em urolitíase. </p><p>Ao contrário dos produtos atualmente disponíveis, que atuam em etapas isoladas da litíase urinária, o fitoterápico de quebra-pedra age de forma integrada. Estudos na literatura demonstram que a planta inibe a formação dos cálculos, auxilia na sua fragmentação e facilita a eliminação pelo organismo, oferecendo um tratamento mais completo.</p><p>A pesquisadora de Farmanguinhos/Fiocruz responsável pelo desenvolvimento do projeto, Maria Behrens, destaca o diferencial da planta. “O quebra-pedra reúne muitas propriedades e essa característica torna este medicamento inovador. Nosso objetivo &eacute; levar &agrave; população o fitoterápico na forma de um produto farmacêutico, que, por ter processo produtivo padronizado e garantia de qualidade, pode evitar os riscos de preparações caseiras sem controle (por exemplo, com a troca da esp&eacute;cie vegetal de uso medicinal, adulterações, preparações com baixo teor ou ausência de princípios ativos) e que podem ser ineficazes ou ter efeitos indesejados”, destacou. </p><p>Detentor de uma das maiores biodiversidades do mundo, o Brasil possui poucos medicamentos desenvolvidos com insumos vegetais, principalmente quando comparado com outros países. Grandes empresas internacionais frequentemente utilizaram a biodiversidade e o conhecimento dos povos tradicionais como ponto de partida para o desenvolvimento de produtos, sem qualquer retorno &agrave;s comunidades detentoras desse saber. Com o fitoterápico da quebra-pedra, esse ciclo se inverte e o conhecimento tradicional passa a ser tamb&eacute;m protagonista.</p><p>Repartição de benefícios na cadeia do medicamento</p><p>Os povos e comunidades tradicionais, povos indígenas e agricultores familiares, que há muito tempo vivem em seus territ&oacute;rios, possuem um enorme conjunto de saberes sobre a natureza, sobre a biodiversidade e sobre o patrim&ocirc;nio gen&eacute;tico local. São saberes tradicionais sobre o ambiente que ocupam, sobre os animais e as plantas e as formas de usá-los e manejá-los. São conhecimentos que servem como importante fonte de inovação para a ciência, a tecnologia e a indústria. Por isso, devem ser consultados sobre o acesso ao seu conhecimento. O mecanismo consagrado para isso &eacute; o consentimento pr&eacute;vio informado.  </p><p>O desenvolvimento do fitoterápico seguiu rigorosamente o Marco Legal da Biodiversidade (Lei 13.123/2015), que regula o acesso ao patrim&ocirc;nio gen&eacute;tico e ao conhecimento tradicional associado no Brasil. A legislação exige consentimento pr&eacute;vio e informado dos detentores do saber e prevê a repartição justa de benefícios com as comunidades envolvidas, mecanismo operacionalizado pelo Fundo Nacional de Repartição de Benefícios (FNRB). </p><p>“Quando o conhecimento tradicional associado &eacute; tratado como tecnologia, e seu acesso se dá com consentimento pr&eacute;vio e informado e repartição de benefícios, a inovação ganha prop&oacute;sito”, salienta Carina Pimenta. Nesse contexto, para viabilizar o desenvolvimento e a produção de lotes piloto do fitoterápico derivado de quebra-pedra, foi necessária a obtenção do Consentimento Pr&eacute;vio e Informado da Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (APOINME), detentora do Conhecimento Tradicional Associado &agrave; quebra-pedra. </p><p>Para a coordenadora da Câmara Setorial das Guardiãs e dos Guardiões da Biodiversidade, Cristiane Pankararu, um dos aspectos mais transformadores do projeto está justamente no reconhecimento dos Povos Tradicionais como parte essencial da construção do medicamento. “Eu creio que uma das maiores grandezas desse projeto de transformar uma flora tropical, uma flora brasileira, em fitoterápico, &eacute; a in&eacute;dita iniciativa de trazer o consentimento dos povos. Aqui estamos falando da participação da APOINME, mas tamb&eacute;m podemos falar de quilombolas, povos de terreiro, ciganos, agricultores familiares, ribeirinhos, caiçaras e tantos outros grupos que guardam saberes sobre os nossos biomas”, afirmou.  </p><p>Cristiane destacou ainda que os conhecimentos tradicionais vão al&eacute;m do uso material das plantas e envolvem formas pr&oacute;prias de compreender a relação entre natureza, territ&oacute;rio e cura. “&Eacute; essa conexão que faz com que essa flora funcione. Quando isso chega ao laborat&oacute;rio, passa tamb&eacute;m por uma outra l&oacute;gica científica, mais pragmática, baseada em dados e comprovações. Mas demos um passo gigante ao aproximar esses mundos. Essa experiência &eacute; uma semente que vai germinar lindamente”, disse. <br>Representante da APOINME, Cacique Henrique, citou a importância do respeito aos saberes tradicionais. “N&oacute;s temos várias plantas medicinais em nossos territ&oacute;rios, que podem ser testadas e trabalhadas para serem usadas para o nosso povo brasileiro. N&oacute;s, povos indígenas, temos capacidade de contribuir com este conhecimento e, por isso, lutamos tanto por nossos territ&oacute;rios. Este medicamento &eacute; resultado da união do respeito, da ciência e do conhecimento do nosso povo”, afirmou.  </p><p>A participação das comunidades tradicionais no desenvolvimento do fitoterápico representa um marco na construção de um modelo de inovação baseado em diálogo, reconhecimento e repartição justa de benefícios, reforçando que a bioeconomia brasileira pode ser construída a partir da valorização dos conhecimentos ancestrais e da participação ativa dos povos nos processos científicos e produtivos.   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Lote piloto do rem&eacute;dio &agrave; base de quebra-pedra, pioneiro do projeto de incorporar 15 plantas medicinais tradicionais e saberes ancestrais ao rol de medicamentos da Fiocruz. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o Manguinhos]]></media:title> 
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			<title>Fiocruz anuncia produção de remédio inovador, de alto custo, contra esclerose múltipla</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:46:58 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Fiocruz, a Merck e a Nortec Química anunciaram um novo acordo de transferência de tecnologia que ampliará a autonomia nacional na produção de medicamentos para o tratamento de esclerose múltipla (EM). A cladribina oral, com o nome comercial Mavenclad®, passará a ser produzida no Brasil e distribuída para o Sistema Único de Saúde (SUS). Esta iniciativa fortalece o Complexo Econ&ocirc;mico-Industrial da Saúde (Ceis) e amplia o acesso dos pacientes brasileiros &agrave; terapia oral...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Fiocruz, a Merck e a Nortec Química anunciaram um novo acordo de transferência de tecnologia que ampliará a autonomia nacional na produção de medicamentos para o tratamento de esclerose múltipla (EM). A cladribina oral, com o nome comercial Mavenclad®, passará a ser produzida no Brasil e distribuída para o Sistema Único de Saúde (SUS). Esta iniciativa fortalece o Complexo Econ&ocirc;mico-Industrial da Saúde (Ceis) e amplia o acesso dos pacientes brasileiros &agrave; terapia oral de curta duração, capaz de reduzir surtos e retardar a progressão da doença. O projeto &eacute; o segundo entre a Fiocruz e a Merck na área terapêutica.</p><p>"Para a Fiocruz este &eacute; um passo na sua estrat&eacute;gia de ampliar a carteira de produtos ofertados ao SUS. Ao mesmo tempo, estreita laços tecnol&oacute;gicos com seus parceiros nacionais e internacionais, diversificando sua rede de cooperações. Mais uma ação da Fundação em favor do acesso, neste caso, um medicamento contra a esclerose múltipla", afirma o presidente da Fiocruz, Mario Moreira. "Cerca de 40 mil brasileiros convivem com a doença, sendo 85% mulheres. A importância estrat&eacute;gica de um laborat&oacute;rio público &eacute; esta: consolidar o Ceis para garantir a sustentabilidade dos programas do SUS, gerando empregos especializados, reduzindo preços e mantendo a qualidade dos produtos".</p><p>O medicamento &eacute; inovador por ser o primeiro tratamento oral de curta duração e eficácia prolongada para esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR). Com administração de at&eacute; 20 dias ao longo dois anos de tratamento, oferece benefício sustentado por at&eacute; quatro anos, reduzindo recaídas e a progressão da doença. Atualmente, &eacute; o único tratamento para esclerose múltipla incluído na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde. A parceria de produção do medicamento será firmada entre o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) e a Merck.</p><p><span style="font-size: 18px;">Esclerose múltipla afeta 40 mil no País, e nos casos mais graves traz incapacidade progressiva</span></p><p>A doença cr&ocirc;nica e degenerativa do sistema nervoso central afeta o c&eacute;rebro e a medula espinhal, causando sintomas neurol&oacute;gicos. Caracterizada por ser inflamat&oacute;ria, a esclerose múltipla pode resultar danos significativos e incapacidade progressiva. A evolução, gravidade e sintomas não são uniformes, podendo ser graves ou leves, fazendo com que o paciente demore meses ou anos para procurar assistência m&eacute;dica.</p><p>A prevalência da doença tem mostrado variações significativas, associadas a fatores gen&eacute;ticos, ambientais e socioecon&ocirc;micos. No Brasil, a EM afeta cerca de 40 mil pessoas, variando de região para região. Consideram-se fatores de risco idade, sexo, gen&eacute;tica e exposições ambientais, como a deficiência de vitamina D e o tabagismo.</p><p><span style="font-size: 18px;">Cladribina oral &eacute; primeiro rem&eacute;dio contra a doença produzido pela Farmanguinhos</span></p><p> </p><p>Diretora de Farmanguinhos/Fiocruz, Silvia Santos destaca a relevância do medicamento para a saúde pública brasileira. "Para n&oacute;s, participar dessa parceria com a Merck e a Nortec &eacute; reafirmar o nosso compromisso com o fortalecimento do SUS e com a promoção do acesso a tratamentos inovadores, produzidos em territ&oacute;rio nacional. &Eacute; um caminho importante para a transformação de políticas públicas em cuidado real para quem mais precisa", observa. A cladribina será o primeiro medicamento disponibilizado pelo Instituto para o tratamento da esclerose múltipla, marcando a expansão do portf&oacute;lio, que atualmente contempla terapias voltadas a doenças negligenciadas e de alto valor agregado.</p><p>Novas análises do estudo com cladribina oral foram apresentadas no <em>39º Congresso do Comitê Europeu para Tratamento e Investigação em Esclerose Múltipla </em>(ECTRIMS) e demonstraram que pacientes com EMRR tiveram a lesão neuronal reduzida em dois anos. Estudos recentes verificaram tamb&eacute;m que, ao longo de uma mediana de 11 anos de acompanhamento de 435 pacientes, 90% não precisaram de cadeira de rodas; 81,2% não necessitaram de qualquer apoio para caminhar; e 55,8% não precisaram fazer uso de nenhum outro medicamento para EM4.</p><p>A Merck tem mais duas parcerias com a Fiocruz em andamento no Brasil. Elas incluem a betainterferona 1a (Rebif®), tamb&eacute;m para o tratamento da esclerose múltipla, com o Instituto de Tecnologia em Imunobiol&oacute;gicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) e Bionovis; e o arpraziquantel, para o tratamento da esquistossomose em crianças de três meses a seis anos, cuja tecnologia foi transferida para Farmanguinhos/Fiocruz no âmbito do Cons&oacute;rcio Praziquantel Pediátrico.</p><p>“A expertise da Merck em colaborar com o setor público &eacute; resultado de uma trajet&oacute;ria centenária no Brasil, marcada por inovação e compromisso com a saúde. Somos pioneiros no tratamento da esclerose múltipla e nosso prop&oacute;sito se fortalece com essa segunda transferência de tecnologia na área”, afirma o presidente da Merck Brasil, Arnaud Coelho.</p><p>A colaboração entre Merck, Fiocruz e Nortec será formalizada com a assinatura de um termo de compromisso, integrando as ações prioritárias do Ceis. O Ceis &eacute; um pilar fundamental para garantir soberania sanitária, promover inovação tecnol&oacute;gica e assegurar o acesso universal a tratamentos eficazes por meio do SUS.</p><p>“A Nortec Química tem um longo hist&oacute;rico de cooperações com a Fiocruz, produzindo no Brasil Insumos Farmacêuticos Ativos [IFAs] essenciais para o SUS. A produção nacional de IFAs garante a autonomia do país no abastecimento desses produtos essenciais para a saúde pública, gera empregos, e aumenta a densidade tecnol&oacute;gica da indústria química no Brasil. A parceria com a Merck nos permite trazer mais este medicamento inovador e abre novas portas de pesquisa e desenvolvimento”, afirma o diretor-presidente da Nortec Química, Marcelo Mansur. </p><p><br>  </p>]]></content:encoded>
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		<item>
			<title>Instituto Nosso Papo Rosa promove 3º Simpósio Online sobre câncer de mama</title>
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			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Thu, 21 May 2026 11:39:41 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Instituto Nosso Papo Rosa realiza, neste sábado (23), das 9h &agrave;s 12h30, a terceira edição do Simp&oacute;sio Nosso Papo Rosa, encontro online e gratuito que reunirá m&eacute;dicos, pesquisadores e especialistas para discutir os principais desafios e avanços no tratamento do câncer de mama. O evento será transmitido ao vivo pelo YouTube e aberto ao público mediante inscrição pr&eacute;via.Promovido pelas m&eacute;dicas Sabrina Chagas, oncologista e presidente do Instituto Nosso ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O Instituto Nosso Papo Rosa realiza, neste sábado (23), das 9h &agrave;s 12h30, a terceira edição do Simp&oacute;sio Nosso Papo Rosa, encontro online e gratuito que reunirá m&eacute;dicos, pesquisadores e especialistas para discutir os principais desafios e avanços no tratamento do câncer de mama. O evento será transmitido ao vivo pelo YouTube e aberto ao público mediante inscrição pr&eacute;via.</p><p style="text-align: justify; ">Promovido pelas m&eacute;dicas Sabrina Chagas, oncologista e presidente do Instituto Nosso Papo Rosa, e Maria Julia Calas, mastologista e vice-presidente da instituição, o simp&oacute;sio tem como proposta ampliar o acesso &agrave; informação de qualidade e fortalecer o acolhimento de pacientes, familiares e cuidadores.</p><p style="text-align: justify; ">Com uma programação dividida em três grandes eixos, diagn&oacute;stico e tratamento, qualidade de vida e vida ap&oacute;s o câncer, o encontro foi pensado especialmente para pessoas interessadas em compreender o câncer de mama de forma mais integral, humana e baseada em evidências científicas.</p><p style="text-align: justify; ">A primeira parte do encontro, “Entendendo o Tratamento”, contará com debates sobre diagn&oacute;stico por imagem, tipos de cirurgia, radioterapia e terapia end&oacute;crina. Entre os temas abordados estão a classificação BI-RADS, reconstrução mamária, novas estrat&eacute;gias de radioterapia e escolhas terapêuticas individualizadas.</p><p style="text-align: justify; ">Na segunda etapa, “&Eacute; possível ter qualidade de vida?”, especialistas discutirão hábitos de vida como parte do tratamento, o uso de suplementos alimentares, al&eacute;m dos impactos emocionais e do sofrimento refratário enfrentado por pacientes oncol&oacute;gicos.</p><p style="text-align: justify; ">Encerrando a programação, o painel “Al&eacute;m do Tratamento” abordará o conceito de survivorship, acompanhamento e qualidade de vida ap&oacute;s o câncer, al&eacute;m de temas ainda pouco discutidos, como sexualidade ap&oacute;s o câncer de mama, incluindo menopausa induzida, dor e desejo sexual.</p><p style="text-align: justify; ">“O simp&oacute;sio busca democratizar o acesso &agrave; informação qualificada e promover um espaço de acolhimento e troca entre especialistas e sociedade. Queremos que pacientes, familiares e cuidadores tenham acesso a conteúdos atualizados, confiáveis e apresentados de forma acolhedora”, afirma Sabrina Chagas, oncologista e presidente do Instituto Nosso Papo Rosa.</p><p style="text-align: justify; ">Para Maria Julia Calas, mastologista e vice-presidente da instituição, o encontro tamb&eacute;m representa uma oportunidade de aproximar a ciência da população e ampliar o debate sobre qualidade de vida durante e ap&oacute;s o tratamento oncol&oacute;gico.</p><p style="text-align: justify; ">“Estamos preparando uma manhã inteira de ciência, acolhimento e informação de qualidade sobre o câncer de mama, desde o diagn&oacute;stico at&eacute; estrat&eacute;gias para melhorar sintomas e qualidade de vida”, destaca Maria Julia Calas.</p><p style="text-align: justify; "><b>Serviço</b></p><p style="text-align: justify;">3º Simp&oacute;sio Nosso Papo Rosa</p><p style="text-align: justify;">Data: 23 de maio de 2026</p><p style="text-align: justify;">Horário: das 9h &agrave;s 12h30</p><p style="text-align: justify;">Gratuito </p><p style="text-align: justify; ">Link de inscrição: <a href="https://simposio.nossopaporosa.com.br/npr2026"><b>https://simposio.nossopaporosa.com.br/npr2026</b></a></p><p>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Maria J&uacute;lia Calas e Sabrina Chagas. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o/Wagner Assis]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Flacidez facial: por que cuidar apenas da pele não sustenta o rosto, segundo especialistas</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91533/flacidez-facial-por-que-cuidar-apenas-da-pele-nao-sustenta-o-rosto-segundo-especialistas.html</link>
			<category><![CDATA[Saúde]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 16:27:55 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[  Resumo: A busca por rejuvenescimento facial cresceu no Rio de Janeiro, mas especialistas alertam que tratamentos focados apenas na pele podem não resolver a perda de sustentação facial. Entenda o papel do bioestimulador de colágeno, do platisma e das abordagens estruturais no envelhecimento do rosto e pescoço.  A procura por tratamentos contra flacidez facial aumentou nos últimos anos, impulsionada pela popularização da harmonização facial e pelo avanço das tecnologias...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[  <p><b>Resumo:<br> </b>A busca por rejuvenescimento facial cresceu no Rio de Janeiro, mas especialistas alertam que tratamentos focados apenas na pele podem não resolver a perda de sustentação facial. Entenda o papel do bioestimulador de colágeno, do platisma e das abordagens estruturais no envelhecimento do rosto e pescoço.</p>  <p>A procura por tratamentos contra flacidez facial aumentou nos últimos anos, impulsionada pela popularização da harmonização facial e pelo avanço das tecnologias est&eacute;ticas. No entanto, especialistas alertam que existe uma diferença importante entre melhorar a aparência da pele e restaurar a sustentação estrutural do rosto.</p>  <p>“Muitas pessoas acreditam que skincare, lasers ou preenchimentos isolados resolvem o envelhecimento facial. Mas o envelhecimento acontece em camadas profundas, envolvendo músculos, gordura, ligamentos e at&eacute; estrutura &oacute;ssea”, explicam especialistas ligados ao Instituto Lidia Henninger, no Rio de Janeiro.</p>  <p>O tema tem ganhado espaço em clínicas especializadas da Zona Sul at&eacute; a Barra da Tijuca, principalmente entre pacientes que buscam rejuvenescimento facial natural, sem exageros e sem o aspecto artificial associado ao excesso de volume.</p>  <p> </p>  <h2><a name="_6mghkreclx0h"></a><b>O que realmente causa a flacidez facial?</b></h2>  <p>A flacidez facial não acontece apenas pela perda de colágeno da pele. O envelhecimento &eacute; considerado tridimensional e estrutural.</p>  <p><b>Ao longo dos anos, ocorrem:</b></p>  <p>* Perda de sustentação ligamentar;<br> * redução da gordura facial profunda;<br> * alterações musculares;<br> * reabsorção &oacute;ssea;<br> * diminuição da produção de colágeno.</p>  <p>Esse conjunto faz com que o rosto “desça”, modificando contorno mandibular, pescoço, mandíbula e terço m&eacute;dio facial.</p>  <p>Por isso, especialistas afirmam que tratar apenas a superfície da pele pode não corrigir completamente a perda de sustentação facial.</p>  <h2><a name="_8fpof9gb8pna"></a><b>Por que skincare sozinho não sustenta o rosto?</b></h2>  <p>Cremes, s&eacute;runs e protocolos de skincare melhoram textura, hidratação e luminosidade da pele. Eles têm papel importante na prevenção do envelhecimento cutâneo, mas não conseguem reposicionar estruturas profundas.</p>  <p><b>Em casos de flacidez mais evidente, o paciente costuma perceber:</b></p>  <p>* Perda de definição mandibular;<br> * “derretimento” do rosto;<br> * sulcos mais marcados;<br> * bandas cervicais;<br> * pescoço envelhecido.</p>  <p>Segundo especialistas em rejuvenescimento estrutural, o problema deixa de ser apenas cutâneo e passa a envolver sustentação anat&ocirc;mica.</p>  <h2><a name="_8rgsje4nizmt"></a><b>O que &eacute; bioestimulador de colágeno?</b></h2>  <p>O bioestimulador de colágeno &eacute; uma das abordagens mais utilizadas atualmente para tratar flacidez facial e cervical.</p>  <p><b>Essas substâncias estimulam o organismo a produzir colágeno novo ao longo dos meses, promovendo:</b></p>  <p>* Melhora gradual da firmeza;<br> * sustentação facial;<br> * definição de contorno;<br> * melhora da qualidade da pele.</p>  <p>Diferentemente de t&eacute;cnicas focadas exclusivamente em volume, o bioestímulo atua tentando restaurar estrutura e densidade tecidual.</p>  <h3><a name="_628pspmgfeoe"></a><b>Bioestimulador substitui cirurgia?</b></h3>  <p>Não.</p>  <p>Especialistas destacam que bioestimuladores ajudam em casos leves e moderados de flacidez, mas não substituem cirurgia em situações avançadas.</p>  <p>Esse &eacute; um dos pontos que mais diferencia abordagens maduras de discursos puramente comerciais: reconhecer limites t&eacute;cnicos faz parte da medicina baseada em evidência.</p>  <h2><a name="_yfqygmtpwyxr"></a><b>Quando a toxina botulínica no platisma &eacute; indicada?</b></h2>  <p>O platisma &eacute; um músculo localizado no pescoço que participa do envelhecimento cervical.</p>  <p><b>Com o tempo, podem surgir:</b></p>  <p>* Bandas platismais;<br> * perda do ângulo cervicofacial;<br> * aspecto de pescoço envelhecido.</p>  <p>A toxina botulínica cervical pode ser usada em casos selecionados para reduzir a tensão muscular do platisma e suavizar bandas aparentes.</p>  <h3><a name="_i4wfnp2l0bfg"></a><b>Botox no pescoço funciona?</b></h3>  <p>Funciona em situações específicas.</p>  <p>A toxina botulínica no platisma não trata excesso de pele importante nem substitui lifting cervical. Seu papel costuma ser complementar dentro de uma estrat&eacute;gia mais ampla de rejuvenescimento cervical.</p>  <h2><a name="_4f12bggzktvd"></a><b>O que realmente melhora a sustentação facial?</b></h2>  <p><b>Segundo especialistas, o rejuvenescimento facial moderno passou a priorizar:</b></p>  <p>* Bioestimulação de colágeno;<br> * anatomia facial;<br> * vetores de sustentação;<br> * naturalidade;<br> * tratamento em camadas.</p>  <p><b>Isso inclui combinação de:</b></p>  <p>* Bioestimuladores;<br> * tecnologias de ultrassom microfocado;<br> * toxina botulínica;<br> * tratamentos de qualidade de pele;<br> * eventualmente cirurgia, quando necessária.</p>  <p>O objetivo atual não &eacute; “inflar” o rosto, mas restaurar proporções e sustentação facial.</p>  <h2><a name="_ewlnifh4iiuy"></a><b>Qual a diferença entre pele bonita e estrutura facial?</b></h2>  <p>Essa &eacute; uma das principais dúvidas em consult&oacute;rio.</p>  <p><b>Uma pele saudável pode coexistir com:</b></p>  <p>* Flacidez;<br> * perda de contorno;<br> * envelhecimento estrutural;<br> * queda de tecidos.</p>  <p>Por isso, muitos pacientes dizem:</p>  <p>“Minha pele está boa, mas meu rosto parece cansado.”</p>  <p>Especialistas explicam que aparência jovem depende da interação entre pele, músculos, gordura e estrutura &oacute;ssea, e não apenas da superfície cutânea.</p>  <h2><a name="_89pznqx2fvvq"></a><b>Como evitar exageros na harmonização facial?</b></h2>  <p>O crescimento da harmonização facial aumentou tamb&eacute;m o debate sobre naturalidade.</p>  <p><b>Hoje, clínicas especializadas no Rio de Janeiro relatam maior procura por:</b></p>  <p>* Harmonização facial natural;<br> * rejuvenescimento sem excesso de preenchimento;<br> * definição mandibular discreta;<br> * lifting sem cirurgia;<br> * resultados menos artificializados.</p>  <p>O Instituto Lidia Henninger defende uma abordagem baseada em anatomia facial, bioestimulação e avaliação individualizada, priorizando equilíbrio estrutural e preservação da identidade facial.</p>  <h2><a name="_al1ayjj04r7q"></a><b>Quando cirurgia pode ser necessária?</b></h2>  <p>Em casos avançados de flacidez facial, perda severa de sustentação ou excesso de pele importante, procedimentos cirúrgicos ainda podem ser a melhor indicação.</p>  <p><b>Especialistas ressaltam que:</b></p>  <p>* Bioestimuladores não “levantam” excesso importante de tecido;<br> * toxina botulínica não reposiciona estruturas profundas;<br> * preenchimentos em excesso podem gerar distorções.</p>  <p>A avaliação individualizada &eacute; considerada essencial para definir limites e possibilidades de cada t&eacute;cnica.</p>  <h2><a name="_m2tad7uxpgny"></a><b>FAQ - dúvidas frequentes sobre flacidez facial e rejuvenescimento</b></h2>  <h3><a name="_xxen201fy8id"></a><b>Flacidez facial tem solução?</b></h3>  <p>Sim. O tratamento depende do grau de envelhecimento e pode incluir bioestimuladores, tecnologias, toxina botulínica e cirurgia.</p>  <h3><a name="_ldh8xl9vmh"></a><b>Bioestimulador realmente funciona?</b></h3>  <p>Sim, especialmente para melhora de firmeza e estímulo de colágeno. Os resultados são progressivos.</p>  <h3><a name="_taaq8e7venuh"></a><b>Botox no pescoço funciona?</b></h3>  <p>Pode ajudar em bandas platismais e envelhecimento cervical leve a moderado.</p>  <h3><a name="_bdgsk1ebcb1f"></a><b>O que causa perda de definição mandibular?</b></h3>  <p>Perda &oacute;ssea, flacidez, alterações musculares e queda dos tecidos faciais.</p>  <h3><a name="_fwgzbtdrj4kr"></a><b>Harmonização facial natural &eacute; possível?</b></h3>  <p>Sim. A tendência atual prioriza equilíbrio estrutural e naturalidade.</p>  <h3><a name="_qn7ficc2v682"></a><b>Skincare evita envelhecimento?</b></h3>  <p>Ajuda na qualidade da pele, mas não impede sozinho a perda de sustentação facial.</p>  <h3><a name="_k4f4d0xmqflt"></a><b>Quando cirurgia &eacute; indicada?</b></h3>  <p>Em casos avançados de flacidez ou excesso importante de pele.</p>  <h2><a name="_pwmrbh1ydxc9"></a><b>Serviço</b></h2>  <h3><a name="_lrgnjhhtb5uq"></a><b>Instituto Lidia Henninger - Rio de Janeiro</b></h3>  <p>Atuação voltada para rejuvenescimento facial estrutural, bioestimulação de colágeno e abordagem anat&ocirc;mica individualizada.</p>  <p>Especialistas ligados ao instituto defendem protocolos baseados em:</p>  <p>* Sustentação facial;<br> * naturalidade;<br> * anatomia facial;<br> * rejuvenescimento cervical;<br> * harmonização sem exageros.</p>  <p>Conteúdo produzido com foco em saúde, ciência, comportamento e temas de interesse público no Rio de Janeiro. O material foi estruturado com base em conceitos atuais de envelhecimento facial estrutural, bioestimulação e abordagens modernas de rejuvenescimento facial e cervical.  </p>  ]]></content:encoded>
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