<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="https://eurio.com.br/hf-sistema/assets/feed/latest.xsl" ?>
<?xml-stylesheet type="text/css" href="https://eurio.com.br/hf-sistema/assets/feed/latest.css" ?>
<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" 
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" 
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" 
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"	
	xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" 
	xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" 
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" 
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" 
	version="2.0">
    <channel>
		<title>Comportamento - Eu, Rio!</title>
		<link>https://eurio.com.br/</link>
		<atom:link href="https://eurio.com.br/" rel="self" type="application/rss+xml" />
		<description>Portal Eu, Rio!</description>
		<image>
			<link>https://eurio.com.br/</link>
			<url>https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/layout/logo_730716f1b7ac7f8d0cf761b9c76b3862.png</url>
			<title>Eu, Rio!</title>
		</image>
		<language>pt-BR</language>
		<generator>HOTFIX PRESS</generator>
		<sy:updatePeriod xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">1</sy:updateFrequency>
		<copyright>Copyright 2026 eurio.com.br</copyright>
		<docs>http://press.hotfix.com.br/</docs>
		<item>
			<title>Advogada previdenciária alerta sobre cuidados na hora de receber benefício BPC/LOAS</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96397/advogada-previdenciaria-alerta-sobre-cuidados-na-hora-de-receber-beneficio-bpc-loas.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/96397/advogada-previdenciaria-alerta-sobre-cuidados-na-hora-de-receber-beneficio-bpc-loas.html</guid>
			<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 07:35:20 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O direito a benefício ao responsável BPC/LOAS está cada vez mais comum na Previdência Social brasileira, mas há desafios pelo caminho de quem busca o dinheiro relativo aos custos do paciente ou do afastamento das atividades laborais. &Eacute; o que alerta a advogada previdenciária Karen Figueiredo, que &eacute; s&oacute;cia do escrit&oacute;rio reconhecido pela The Academic Union Oxford e Oxford Wards."O segurado para obter o BPC Loas enfrenta três etapas. A primeira &eacute; comprovar a ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O direito a benefício ao responsável BPC/LOAS está cada vez mais comum na Previdência Social brasileira, mas há desafios pelo caminho de quem busca o dinheiro relativo aos custos do paciente ou do afastamento das atividades laborais. &Eacute; o que alerta a advogada previdenciária Karen Figueiredo, que &eacute; s&oacute;cia do escrit&oacute;rio reconhecido pela The Academic Union Oxford e Oxford Wards.</p><p style="text-align: justify;">"O segurado para obter o BPC Loas enfrenta três etapas. A primeira &eacute; comprovar a vulnerabilidade social. Existe um parâmetro de renda per capta de 1/4 do salário mínimo. Mas, temos existência de segurados que estão acima desta faixa de renda e que recebem o benefício. Tamb&eacute;m &eacute; necessário comprovar que a deficiência ou impedimento são de longo prazo, não basta s&oacute; apresentar o laudo m&eacute;dico com CID que vão obter. A documentação tamb&eacute;m inspira cuidados, inclusive no CadÚnico. O processo administrativo requer muitos detalhes, mas ao atender aos requisitos  nas informações medicas complementares e at&eacute; pessoais, as pessoas conseguem o benefício", ressalta Karen Figueiredo.</p><p style="text-align: justify;">Para capacitar os profissionais da advocacia previdenciária, Karen promoveu uma Imersão sobre BPC/ Loas, nos dias 14 e 20 de outubro: Do Caso &agrave; Causa.</p><p style="text-align: justify;"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/10/96397_6b1201d7b50f29cdce7df6535f236027.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify;">O treinamento pode ser feito de forma remota em todo país ou presencialmente em Rio Bonito, no interior fluminense. O objetivo &eacute; multiplicar os advogados especializados e contemplar mais pessoas com o benefício. </p><p style="text-align: justify; ">"Há uma população apta ao benefício que não sabe ou desiste ao ser rejeitado pelo INSS. A capacitação &eacute; conduzir, de forma eficiente, o profissional para conseguir a aprovação e contemplar quem precisa", finaliza Karen.    </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96397_1005404986-webp.webp" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96397_1005404986-webp.webp" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96397_1005404986-webp.webp" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Fundação Cecierj e MNBA debatem protagonismo das mulheres na arte e na ciência</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96396/fundacao-cecierj-e-mnba-debatem-protagonismo-das-mulheres-na-arte-e-na-ciencia.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/96396/fundacao-cecierj-e-mnba-debatem-protagonismo-das-mulheres-na-arte-e-na-ciencia.html</guid>
			<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 07:30:01 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A participação das mulheres na produção do conhecimento científico e artístico, historicamente marcada por processos de invisibilização, será tema do seminário Arte e Ciência: Diálogos Possíveis &mdash; Mulheres, Arte e Ciência: Substantivos Feministas, que acontece nesta quarta-feira (21), no Museu Nacional de Belas Artes, no centro do Rio de Janeiro. Com entrada gratuita, o evento &eacute; promovido pela Fundação Cecierj, em parceria com o museu, e integra a programação da...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><div style="text-align: justify;">A participação das mulheres na produção do conhecimento científico e artístico, historicamente marcada por processos de invisibilização, será tema do seminário Arte e Ciência: Diálogos Possíveis &mdash; Mulheres, Arte e Ciência: Substantivos Feministas, que acontece nesta quarta-feira (21), no Museu Nacional de Belas Artes, no centro do Rio de Janeiro. Com entrada gratuita, o evento &eacute; promovido pela Fundação Cecierj, em parceria com o museu, e integra a programação da 23ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que tem como tema “Ciência delas”.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">A iniciativa propõe um espaço de reflexão e diálogo sobre as desigualdades de gênero e raça na construção do conhecimento, reunindo discussões que atravessam a produção científica, as artes e a mem&oacute;ria. A programação inclui mesas de debate, oficinas práticas e uma visita mediada &agrave; exposição "As Abolicionistas brasileiras", em cartaz no museu.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">A mesa “O efeito Matilda e o apagamento das mulheres nas Artes” abordará os mecanismos que contribuem para a invisibilidade das contribuições femininas. A programação da tarde inclui uma visita mediada &agrave; exposição "As Abolicionistas brasileiras" e uma oficina promovida pela Fundação Cecierj.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">“Consideramos uma honra para a Diretoria Científica da Fundação Cecierj, por meio do Departamento de Ciência, Arte e Cultura, realizar o evento nas instalações do Museu Nacional de Belas Artes, e uma grande oportunidade de fortalecer o intercâmbio entre a Fundação e os diferentes equipamentos culturais da cidade”, destaca Luiz Fernando Jardim Bento, Diretor de Divulgação Científica da Fundação Cecierj.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">Para a direção do MNBA, sediar o encontro reforça o papel do museu como polo vivo de debates contemporâneos.</div><div style="text-align: justify;">“Receber um evento como esse reafirma o MNBA como um espaço de produção e circulação de conhecimento, para al&eacute;m da exposição de suas coleções. Nossa expectativa &eacute; que o encontro estimule novas conexões entre arte, ciência e sociedade e amplie o diálogo com diferentes públicos. O museu não &eacute; apenas um espaço de contemplação, mas tamb&eacute;m de reflexão, debate e produção de conhecimento”, destaca a diretora Daniela Matera Lins.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">Ao aproximar arte e ciência, o seminário busca ampliar o reconhecimento das mulheres como produtoras de conhecimento, valorizando suas trajet&oacute;rias, experiências e contribuições hist&oacute;ricas. A iniciativa tamb&eacute;m convida o público a refletir sobre como as desigualdades influenciam a construção e o reconhecimento dos saberes.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><b><div style="text-align: justify;"><b>Serviço:</b></div></b></p><div><div style="text-align: justify;">Evento: Arte e Ciência: Diálogos Possíveis &mdash; Mulheres, Arte e Ciência: Substantivos Feministas</div><div style="text-align: justify;">Data: 21 de outubro de 2026</div><div style="text-align: justify;">Horário: das 9h &agrave;s 16h</div><div style="text-align: justify;">Local: Museu Nacional de Belas Artes &mdash; <a href="https://www.google.com/maps/search/Avenida+Rio+Branco,+199,+Centro,+Rio+de+Janeiro+(RJ?entry=gmail&source=g" target="_blank" rel="noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.google.com/maps/search/Avenida%2BRio%2BBranco,%2B199,%2BCentro,%2BRio%2Bde%2BJaneiro%2B(RJ?entry%3Dgmail%26source%3Dg&source=gmail&ust=1792503242670000&usg=AOvVaw1S4MXZict7DEWrGgpYyBqT" style="background-color: rgb(255, 255, 255);">A</a>v. Rio Branco, 199, Centro </div><div style="text-align: justify;">Entrada: Gratuita</div><div style="text-align: justify;">Certificados: Haverá emissão de certificados de participação</div><div style="text-align: justify;">Inscrições: Página oficial do evento no link <a href="https://www.even3.com.br/arte-e-ciencia-dialogos-possiveis-791311" target="_blank" rel="noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.even3.com.br/arte-e-ciencia-dialogos-possiveis-791311&source=gmail&ust=1792503242670000&usg=AOvVaw22ItvW71EZVZE0hFKihiQD" style="background-color: rgb(255, 255, 255);"><b>https://www.even3.com.br/arte-<wbr>e-ciencia-dialogos-possiveis-<wbr>791311</b></a></div><div style="text-align: justify;">As inscrições para as oficinas devem ser realizadas presencialmente no local do evento.</div></div><div style="text-align: justify; "><br>  </div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96396_1005404945-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96396_1005404945-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96396_1005404945-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o/Filipe Dutra Funda&ccedil;&atilde;o Cecierj ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Pizzaria nordestina completa 12 anos na COHAB de Ramos com pizzas gratuitas para degustação</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96259/pizzaria-nordestina-completa-12-anos-na-cohab-de-ramos-com-pizzas-gratuitas-para-degustacao.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/96259/pizzaria-nordestina-completa-12-anos-na-cohab-de-ramos-com-pizzas-gratuitas-para-degustacao.html</guid>
			<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 11:15:41 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Em meio aos desafios de empreender dentro de uma comunidade, uma pizzaria da Zona Norte do Rio de Janeiro encontrou na cultura nordestina a receita para superar dificuldades e conquistar clientes. Localizada na COHAB de Ramos, um dos maiores conjuntos habitacionais da cidade, a Kanoa Raiz completa 12 anos neste sábado, 17 de outubro, celebrando uma trajet&oacute;ria marcada por reinvenção, resistência e valorização das ra&iacute;zes familiares.E a comemoração terá um sabor especial:...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Em meio aos desafios de empreender dentro de uma comunidade, uma pizzaria da Zona Norte do Rio de Janeiro encontrou na cultura nordestina a receita para superar dificuldades e conquistar clientes. Localizada na COHAB de Ramos, um dos maiores conjuntos habitacionais da cidade, a Kanoa Raiz completa 12 anos neste sábado, 17 de outubro, celebrando uma trajet&oacute;ria marcada por reinvenção, resistência e valorização das ra&iacute;zes familiares.</p><p style="text-align: justify; ">E a comemoração terá um sabor especial: duas pizzas inspiradas em personagens hist&oacute;ricos do sertão nordestino serão apresentadas ao p&uacute;blico, com degustações gratuitas na sexta-feira e no domingo.</p><p style="text-align: justify; ">A hist&oacute;ria começou em 17 de outubro de 2014, quando o empresário Natan Pedro visitava um amigo, Seu Davi, proprietário de uma padaria, e recebeu uma proposta inesperada para assumir um ponto comercial que já existia havia mais de 30 anos.</p><p style="text-align: justify; ">O que parecia uma oportunidade de neg&oacute;cio se transformou em um desafio. Inicialmente, a pizzaria funcionava em sociedade, mas o projeto não prosperou como esperado. As vendas de cerveja superavam as de pizza, e Natan percebeu que precisava mudar completamente a estrat&eacute;gia para sobreviver no mercado.</p><p style="text-align: justify;">"Foi preciso praticamente recomeçar. Ajustamos o cardápio, revimos os preços e entendemos que precisávamos criar uma identidade pr&oacute;pria. O com&eacute;rcio não &eacute; estático. Quem empreende precisa estar preparado para se reinventar", conta Natan.</p><p style="text-align: justify; "><b>Do sertão para a Zona Norte</b></p><p style="text-align: justify; ">A grande virada aconteceu em fevereiro de 2015. Inspirado nas lembranças da infância e na hist&oacute;ria do pai, um homem simples do interior nordestino, Natan decidiu transformar a pizzaria em um verdadeiro pedaço do sertão dentro da COHAB.</p><p style="text-align: justify; ">"Sou filho de matuto e tive a sorte de receber toda essa vivência do meu pai. Lembro das casas de taipa, da água no pote de barro, das brincadeiras e das hist&oacute;rias que ouvia na infância. Percebi que tinha uma riqueza cultural enorme para compartilhar. Foi quando surgiu a oportunidade de vender o sertão", relembra.</p><p style="text-align: justify; ">O resultado foi uma pizzaria temática que transporta os clientes para o Nordeste, com decoração r&uacute;stica, referências &agrave;s antigas casas do interior e um cardápio que mistura tradição e criatividade.</p><p style="text-align: justify; ">Entre os sabores estão pizzas com carne seca e queijo coalho, queijo de cabra e a pizza Junina, criada inicialmente para as festas de São João, mas que fez tanto sucesso que passou a integrar definitivamente o cardápio.</p><p style="text-align: justify;">A proposta conquistou não apenas os moradores da COHAB, mas tamb&eacute;m visitantes de outras regiões da cidade, atra&iacute;dos pela experiência gastron&ocirc;mica e cultural.</p><p style="text-align: justify; "><b>Aniversário com Lampião, Maria Bonita e degustação gratuita</b></p><p style="text-align: justify; ">Para celebrar os 12 anos, a Kanoa Raiz preparou duas novidades que prometem despertar a curiosidade dos apaixonados por pizza.</p><p style="text-align: justify; ">A primeira &eacute; a Virgolino, uma homenagem ao nome de batismo de Lampião, preparada com muçarela, molho cheddar e tripa seca.</p><p style="text-align: justify; ">A segunda &eacute; a Maria Bonita, uma pizza doce que mistura muçarela, coco ralado e rapadura, ingredientes que remetem aos sabores tradicionais do Nordeste.</p><p style="text-align: justify; ">Os clientes poderão experimentar gratuitamente os lançamentos em dois dias especiais:</p><p style="text-align: justify; ">- Sexta-feira (16/10): degustação da pizza Virgolino.</p><p style="text-align: justify; ">- Domingo (18/10): degustação da pizza Maria Bonita.</p><p style="text-align: justify;">A iniciativa &eacute; uma forma de agradecer aos moradores e clientes que ajudaram a construir a hist&oacute;ria da pizzaria.</p><p style="text-align: justify;"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/10/96256_557c4defcb0674af4d8d3861185989ee.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify; "><b>Empreendedorismo que gera empregos na comunidade</b></p><p style="text-align: justify; ">Al&eacute;m de preservar tradições nordestinas, a Kanoa Raiz tamb&eacute;m movimenta a economia da região. Atualmente, o estabelecimento trabalha com uma equipe de três pessoas durante a semana, chegando a cinco ou seis profissionais nos fins de semana, quando aumenta o movimento.</p><p style="text-align: justify; ">O atendimento &eacute; voltado principalmente para o salão, mas a pizzaria tamb&eacute;m realiza entregas por telefone e aplicativos, atendendo moradores da COHAB e bairros pr&oacute;ximos.</p><p style="text-align: justify; ">Para Natan, a maior conquista não está apenas nos n&uacute;meros, mas no reconhecimento de um projeto que nasceu das lembranças da infância e se transformou em referência cultural e gastron&ocirc;mica.</p><p style="text-align: justify; ">"Sem d&uacute;vida, minha maior conquista foi conseguir criar um projeto que valoriza a cultura do sertão dentro da cidade do Rio de Janeiro e perceber a relevância que ele alcançou. Recebemos pessoas de vários lugares que elogiam nossa temática. No lado pessoal, &eacute; a satisfação de seguir o legado do meu pai, um homem matuto raiz", afirma.</p><p style="text-align: justify; ">Doze anos depois, a Kanoa Raiz mostra que empreender na comunidade exige criatividade, persistência e capacidade de adaptação. E que uma boa hist&oacute;ria, assim como uma boa pizza, pode atravessar gerações e conquistar novos p&uacute;blicos.</p><p style="text-align: justify; "><b>Serviço &mdash; 12 anos da Kanoa Raiz</b></p><p style="text-align: justify; ">Local: Pizzaria Kanoa Raiz &mdash; COHAB de Ramos, Zona Norte do Rio de Janeiro.</p><p style="text-align: justify; ">Aniversário: sábado, 17 de outubro de 2026.</p><p style="text-align: justify; ">Programação especial:</p><p style="text-align: justify;">- Sexta-feira (16/10): degustação gratuita da pizza Virgolino, com muçarela, cheddar e tripa seca.</p><p style="text-align: justify; ">- Domingo (18/10): degustação gratuita da pizza Maria Bonita, com muçarela, coco ralado e rapadura.</p><p style="text-align: justify; ">Atendimento: consumo no salão e delivery por telefone e aplicativos, para regiões pr&oacute;ximas.</p><p style="text-align: justify; ">Atenção: horários das degustações e condições de participação devem ser confirmados diretamente com a pizzaria.</p><p style="text-align: justify; "><br></p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96259_1005358175-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96259_1005358175-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96259_1005358175-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Fotos: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Especialista explica como a maturidade pode abrir espaço para novos projetos de vida</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96246/especialista-explica-como-a-maturidade-pode-abrir-espaco-para-novos-projetos-de-vida.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/96246/especialista-explica-como-a-maturidade-pode-abrir-espaco-para-novos-projetos-de-vida.html</guid>
			<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 19:20:24 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Envelhecer não significa deixar de fazer planos, descobrir interesses ou estabelecer novos objetivos. Em uma sociedade que vive cada vez mais, a longevidade tamb&eacute;m convida a repensar ideias sobre idade, realização pessoal e a possibilidade de começar de novo. O tema ganha destaque neste Outubro, mês em que se celebrado, no dia 1º, o Dia Internacional das Pessoas Idosas, institu&iacute;do pela Organização das Nações Unidas (ONU). A proposta &eacute; ampliar o debate sobre o...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-3d83c9c9-7fff-810b-40a5-750efbcbf62c">Envelhecer não significa deixar de fazer planos, descobrir interesses ou estabelecer novos objetivos. Em uma sociedade que vive cada vez mais, a longevidade tamb&eacute;m convida a repensar ideias sobre idade, realização pessoal e a possibilidade de começar de novo. O tema ganha destaque neste Outubro, mês em que se celebrado, no dia 1º, o Dia Internacional das Pessoas Idosas, institu&iacute;do pela Organização das Nações Unidas (ONU).</p><p dir="ltr" id="docs-internal-guid-3d83c9c9-7fff-810b-40a5-750efbcbf62c"> A proposta &eacute; ampliar o debate sobre o envelhecimento para al&eacute;m das limitações frequentemente associadas &agrave; idade, valorizando tamb&eacute;m as experiências, os conhecimentos acumulados e as novas oportunidades.</p><p dir="ltr" id="docs-internal-guid-3d83c9c9-7fff-810b-40a5-750efbcbf62c">“A maturidade traz experiências, aprendizados e uma visão de mundo que podem ajudar a construir uma nova relação consigo mesmo. Cuidar da autoestima, reconhecer o pr&oacute;prio valor e ter coragem para recomeçar são atitudes importantes para viver essa fase com mais prop&oacute;sito, autonomia e confiança. Nunca &eacute; tarde para descobrir novos interesses, estabelecer objetivos e dar um novo significado &agrave; pr&oacute;pria hist&oacute;ria. ”, afirma Bernadete Lima, coach em desenvolvimento pessoal.</p><p dir="ltr" id="docs-internal-guid-3d83c9c9-7fff-810b-40a5-750efbcbf62c">Nesse contexto, o desenvolvimento pessoal surge como um caminho para discutir questões como autoestima, autonomia, prop&oacute;sito e adaptação &agrave;s mudanças que acompanham as diferentes etapas da vida.  Para Bernadete, a chegada &agrave; maturidade pode representar um momento de revisão de escolhas e de descoberta de novas possibilidades, como retomar um antigo projeto, aprender algo diferente, investir em relações sociais ou desenvolver uma atividade que proporcione satisfação são exemplos de caminhos que podem contribuir para uma vida com mais significado.</p><p dir="ltr" id="docs-internal-guid-3d83c9c9-7fff-810b-40a5-750efbcbf62c">Mas, no entanto, o desafio envolve tamb&eacute;m combater o preconceito etário e a ideia de que determinadas experiências deixam de ser poss&iacute;veis depois de uma certa idade. O envelhecimento &eacute; vivido de maneiras diferentes e depende de fatores como condições de sa&uacute;de, autonomia, situação financeira, v&iacute;nculos sociais e oportunidades de participação na sociedade.</p><p dir="ltr" id="docs-internal-guid-3d83c9c9-7fff-810b-40a5-750efbcbf62c"> Mais do que celebrar uma data, outubro &eacute; uma possibilidade para se questionar estere&oacute;tipos, valorizar a experiência das pessoas idosas e estimular uma reflexão sobre como construir uma sociedade que respeite e acolha todas as gerações.</p><p dir="ltr" id="docs-internal-guid-3d83c9c9-7fff-810b-40a5-750efbcbf62c">Vale lembrar que Bernadete &eacute; a criadora do projeto JQVE (Jardim que Você &Eacute;), uma metodologia de cultivo pessoal para ajudar mulheres acima dos 60 anos em transição de vida, tanto no sentido profissional quanto pessoal. Em formato de palestras, a especialista tem servido de inspiração para outras mulheres a superarem obstáculos, desenvolvendo a inteligência emocional no dia a dia. Para outras informações, basta acessar o perfil do instagram @bernalimacoach  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96246_259914-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96246_259914-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96246_259914-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Professores se mobilizam e escola municipal do Rio ganha estação fixa para coleta de óleo</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96241/professores-se-mobilizam-e-escola-municipal-do-rio-ganha-estacao-fixa-para-coleta-de-oleo.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/96241/professores-se-mobilizam-e-escola-municipal-do-rio-ganha-estacao-fixa-para-coleta-de-oleo.html</guid>
			<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 17:36:20 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Uma iniciativa dos professores da GET Uruguai, em São Crist&oacute;vão, deu origem a uma nova parceria com o Projeto Omìayê, do Instituto Singular &ndash; Ideias Inovadoras (ISII), unindo educação, sustentabilidade e apoio &agrave; comunidade escolar. Diante de uma necessidade identificada no cotidiano da escola de disponibilizar lavagem de uniformes para os alunos, conheceram o trabalho do Omìayê, que passou a apoiar a escola com a doação de produtos para lavar roupas produzidos pelo ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Uma iniciativa dos professores da GET Uruguai, em São Crist&oacute;vão, deu origem a uma nova parceria com o Projeto Omìayê, do Instituto Singular &ndash; Ideias Inovadoras (ISII), unindo educação, sustentabilidade e apoio &agrave; comunidade escolar. Diante de uma necessidade identificada no cotidiano da escola de disponibilizar lavagem de uniformes para os alunos, conheceram o trabalho do Omìayê, que passou a apoiar a escola com a doação de produtos para lavar roupas produzidos pelo projeto. A partir da aproximação, a parceria ganhou novas frentes, tornando-se uma ação de educação sustentável. Neste mês, o projeto instalou uma estação fixa de coleta e troca de &oacute;leo de cozinha usado na escola e promoveu uma atividade de educação ambiental com os estudantes sobre descarte correto de res&iacute;duos, preservação da água, reaproveitamento e sustentabilidade.</p><p style="text-align: justify; ">Inicialmente, os docentes se mobilizaram para criar uma pequena estrutura de lavagem de roupas na escola como uma iniciativa de apoio &agrave; comunidade escolar e, a partir disso, buscaram alternativas que pudessem contribuir com a iniciativa. Ao conhecerem o trabalho do Omìayê, eles identificaram uma possibilidade de ampliar essa iniciativa por meio dos produtos de limpeza desenvolvidos pelo projeto, como o ecosabão Omì e detergentes, que são fabricados por mão de obra feminina, a partir do &oacute;leo usado, na comunidade da Mangueira, bairro pr&oacute;ximo onde moram diversos estudantes atendidos pela escola.</p><p style="text-align: justify; ">“Conhecemos o projeto do Omìayê e a partir da&iacute;, o grupo de professores percebeu uma sinergia muito forte com as atividades que já desenvolv&iacute;amos na escola, especialmente na relação entre meio ambiente e a possibilidade de levar o conhecimento para a prática, para o cotidiano dos alunos. A ideia da lavanderia nasceu de uma demanda trazida pelos nossos estudantes, que, diante das dificuldades para lavar e secar os uniformes em um per&iacute;odo de muitas chuvas, começaram a pensar junto com os professores em uma solução dentro da escola. Com a aproximação do Omìayê, essa iniciativa começou a ganhar forma e novas possibilidades. Hoje, esse encontro entre escola, estudantes, professores e projeto fortalece uma parceria que pode render muitos frutos”, explica Rafael Lima, coordenador pedag&oacute;gico do GET Uruguai.</p><p style="text-align: justify; ">Com a parceria, a escola tamb&eacute;m passou a contar com um ponto permanente para coleta de &oacute;leo de cozinha usado. Estudantes e suas fam&iacute;lias poderão armazenar o &oacute;leo utilizado em casa e levá-lo &agrave; estação, evitando o descarte inadequado. Conforme as condições estabelecidas para o ponto, o material entregue será trocado por produtos de limpeza produzidos pelo pr&oacute;prio projeto.</p><p style="text-align: justify; ">“Essa parceria nasceu de uma iniciativa que já estava acontecendo dentro da escola. Os professores identificaram uma necessidade, se mobilizaram e foram buscar alternativas. Quando chegaram at&eacute; o Omìayê, encontramos uma possibilidade de contribuir com essa iniciativa e, ao mesmo tempo, construir outras ações em torno da sustentabilidade, da educação ambiental e do cuidado com a água”, afirma Gabriel Pizoeiro, diretor do ISII.</p><p style="text-align: justify; ">Al&eacute;m disso, durante a atividade realizada na escola, os estudantes conheceram os impactos do descarte inadequado do &oacute;leo, especialmente sobre a água e o sistema de esgotamento sanitário. A equipe do Omìayê tamb&eacute;m explicou como o &oacute;leo deve ser armazenado e entregue, como funciona a coleta e de que forma o res&iacute;duo retorna ao ciclo produtivo. A proposta &eacute; aproximar os estudantes de uma solução que começa em uma atitude cotidiana: guardar o &oacute;leo utilizado em vez de descartá-lo de maneira inadequada. A partir da estação fixa, a comunidade escolar poderá participar continuamente desse processo, levando o res&iacute;duo produzido nas pr&oacute;prias casas para um destino adequado.</p><p style="text-align: justify; ">Para a professora de L&iacute;ngua Portuguesa Priscila Paula Marina, a parceria permite aproximar a discussão ambiental do cotidiano dos estudantes e envolver a comunidade:</p><p style="text-align: justify; ">“Eu achei o projeto muito interessante por tratar a questão ecol&oacute;gica e a questão da comunidade. Essa parceria pode trazer ganhos para a comunidade e para os alunos conhecerem e entenderem o funcionamento. Pensei em trazer essa proposta para a escola e estamos aqui abraçando o projeto, incentivando, fazendo cartazes e tudo o que for poss&iacute;vel para que eles entendam o procedimento e ajudem o meio ambiente”, pontua.</p><p style="text-align: justify; ">Já a professora de Matemática, Cátia Kelly complementa dizendo a ação beneficia tanto alunos quanto professores: </p><p style="text-align: justify; ">“Essa ação foi muito importante para os alunos e at&eacute; mesmo para mim, para aprender que não podemos descartar &oacute;leo na pia. Temos que colocar numa garrafa PET e levar no local indicado para o descarte. O projeto Omiayê &eacute; muito legal, pois ele faz sabão, incentiva os alunos a trazerem &oacute;leo para a escola e levar o sabão e detergente para casa”, conta. </p><p style="text-align: justify; ">A estação fixa da GET Uruguai amplia a rede de coleta do projeto e cria um novo espaço permanente de participação da comunidade escolar. A proposta &eacute; que o local funcione como ponto de destinação adequada do &oacute;leo e como instrumento cont&iacute;nuo de educação ambiental, aproximando estudantes e fam&iacute;lias de práticas relacionadas ao cuidado com a água, ao reaproveitamento de res&iacute;duos e &agrave; economia circular.</p><p style="text-align: justify; "><b>Resultados do projeto</b></p><p style="text-align: justify; ">O Projeto Omìayê já reaproveitou 8.464 litros de &oacute;leo de cozinha, volume associado &agrave; proteção de aproximadamente 211 milhões de litros de água, o equivalente a mais de 84 piscinas ol&iacute;mpicas. A partir desse material, foram produzidas 10,2 toneladas de Ecosabão Omì e 3.800 litros de produtos l&iacute;quidos ecol&oacute;gicos, com potencial conjunto de tratamento de mais de 11 milhões de litros de esgoto.</p><p style="text-align: justify; ">A tecnologia utilizada pelo projeto foi desenvolvida em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF) e incorpora aos bioprodutos microrganismos não patogênicos, como bact&eacute;rias do gênero Bacillus, leveduras e lactobacilos. Esses microrganismos contribuem para a decomposição da mat&eacute;ria orgânica e para a redução da carga poluidora presente no esgoto. Al&eacute;m dos produtos fabricados a partir do &oacute;leo reaproveitado, o Omìayê já produziu 195 mil litros de microrganismos biorremediadores, com potencial para tratar cerca de 605 milhões de litros de esgoto, volume equivalente a aproximadamente 242 piscinas ol&iacute;mpicas.</p><p style="text-align: justify; ">Atualmente, o Omìayê conta com 14 pontos e parcerias de coleta distribu&iacute;dos pelo Rio de Janeiro, Niter&oacute;i, São Gonçalo e Miguel Pereira, conectando escolas, universidades, associações, restaurantes, com&eacute;rcios e condom&iacute;nios &agrave; iniciativa. A estação fixa da GET Uruguai passa a integrar essa rede e cria um novo espaço permanente de participação da comunidade escolar.</p><p style="text-align: justify; "><b>Sobre o Projeto Omìayê</b></p><p style="text-align: justify;">O Projeto Omìayê &eacute; uma iniciativa de saneamento ecol&oacute;gico circular e educação ambiental que transforma &oacute;leo usado em Ecosabões biorremediadores. Al&eacute;m de promover ações de cuidado com a água e com o territ&oacute;rio, une tecnologia social e mobilização comunitária para fortalecer práticas sustentáveis e gerar impacto positivo nas comunidades.</p><p style="text-align: justify;"><br></p><p style="text-align: justify; "><br></p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96241_1005353379-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96241_1005353379-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96241_1005353379-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Especialista defende conexão humana e prática docente frente à passividade das telas</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96236/especialista-defende-conexao-humana-e-pratica-docente-frente-a-passividade-das-telas.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/96236/especialista-defende-conexao-humana-e-pratica-docente-frente-a-passividade-das-telas.html</guid>
			<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 17:18:20 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Diante da rápida expansão da Inteligência Artificial e da dispersão provocada pelo uso das redes sociais, o Dia do Professor, celebrado neste 15 de outubro, traz um debate urgente para as escolas brasileiras. Em um cenário onde prender a atenção dos estudantes se tornou um desafio diário, a reflexão vai al&eacute;m das homenagens formais: &eacute; preciso substituir o modelo focado na mera transmissão de conte&uacute;dos por práticas com metodologias ativas, empatia e cuidado com a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Diante da rápida expansão da Inteligência Artificial e da dispersão provocada pelo uso das redes sociais, o Dia do Professor, celebrado neste 15 de outubro, traz um debate urgente para as escolas brasileiras. Em um cenário onde prender a atenção dos estudantes se tornou um desafio diário, a reflexão vai al&eacute;m das homenagens formais: &eacute; preciso substituir o modelo focado na mera transmissão de conte&uacute;dos por práticas com metodologias ativas, empatia e cuidado com a sa&uacute;de mental dos educadores.</p><p style="text-align: justify; ">Para a professora, palestrante e formadora de educadores Prissilla Mello &mdash; criadora da metodologia Pedagogia Magn&eacute;tica &mdash;, lidar com o imediatismo das plataformas digitais &eacute; um dos grandes desafios da educação atual. Mestra pela PUC-Rio, licenciada pela UERJ e com 22 anos de experiência na sala de aula, ela alerta que o hábito de consumir conte&uacute;dos rápidos e descartáveis acostuma os alunos a uma postura passiva. Isso torna mais dif&iacute;cil prender o interesse da turma em atividades que exigem reflexão, escuta e análise cr&iacute;tica.</p><p style="text-align: justify; ">Ao abordar o uso da Inteligência Artificial nas turmas, Prissilla ressalta que a tecnologia não deve ser vista como vilã, nem como solução mágica. A educadora compara a ferramenta a um frasco que pode conter rem&eacute;dio ou veneno, dependendo de como &eacute; usada. Para ela, o professor não precisa ter medo da IA, mas sim utilizá-la para otimizar planejamentos e avaliações, abrindo espaço na aula para dinâmicas que estimulem a criatividade, a orat&oacute;ria e a participação dos alunos.</p><p style="text-align: justify; ">Fundamentada em princ&iacute;pios da neurociência aplicados ao ensino, a docente defende que a emoção &eacute; a verdadeira cola da mem&oacute;ria, e que a aprendizagem s&oacute; acontece quando há v&iacute;nculo entre quem ensina e quem aprende. Essa visão deu origem ao seu m&eacute;todo autoral, focado em criar aulas inclusivas, empáticas e atrativas. A busca por materiais e práticas diferenciadas ganhou ainda mais força a partir da sua vivência como mãe, quando o diagn&oacute;stico de TDAH do filho, aos 8 anos, a incentivou a buscar soluções que atendessem estudantes com diferentes ritmos de aprendizagem.</p><p style="text-align: justify; ">A trajet&oacute;ria de Prissilla reflete a força da educação no Brasil: neta de um cavador de poços analfabeto e de uma av&oacute; que estudou apenas at&eacute; o terceiro ano do ensino fundamental, mas passou a vida inteira lendo e lhe ensinou o amor pelos livros. Com base na sua vivência prática no chão da escola, Prissilla fundou a startup educacional PriGeo e a loja de materiais didáticos Priduca, acumulando mais de 10 mil educadores capacitados, 200 mil inscritos no YouTube e mais de 20 mil kits pedag&oacute;gicos utilizados no Brasil e no exterior.</p><p style="text-align: justify; ">Neste 15 de outubro, a educadora reforça que a verdadeira valorização do professor passa pelo combate &agrave; violência nas escolas e pelo resgate do respeito &agrave; profissão. Segundo Prissilla, ningu&eacute;m precisa se esgotar para dar boas aulas. Em uma &eacute;poca em que rob&ocirc;s fornecem respostas em segundos, o diferencial insubstitu&iacute;vel do professor continua sendo a sua experiência humana e a sua capacidade de acolher, escutar e transformar vidas.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96236_1005353219-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96236_1005353219-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96236_1005353219-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>“Outubro Dance Rosa” une dança, solidariedade e histórias reais na prevenção ao câncer de mama</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96233/a-outubro-dance-rosaa-une-dana-a-solidariedade-e-hista-rias-reais-na-prevena-a-o-ao-ca-ncer-de-mama.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/96233/a-outubro-dance-rosaa-une-dana-a-solidariedade-e-hista-rias-reais-na-prevena-a-o-ao-ca-ncer-de-mama.html</guid>
			<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 17:07:27 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Neste domingo (18) , a partir das 14h, o sub-bairro da Freguesia, em Jacarepaguá, será palco do Outubro Dance Rosa. Idealizado pelo core&oacute;grafo de dança Walace Rocha, o evento une atividade f&iacute;sica, conscientização sobre o câncer de mama e uma grande corrente de solidariedade. Este ano, a iniciativa ganha uma atmosfera nostálgica com a temática dos anos 80, combinando figurinos vibrantes, clássicos musicais da &eacute;poca e muita energia para celebrar a vida e o...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Neste domingo (18) , a partir das 14h, o sub-bairro da Freguesia, em Jacarepaguá, será palco do Outubro Dance Rosa. Idealizado pelo core&oacute;grafo de dança Walace Rocha, o evento une atividade f&iacute;sica, conscientização sobre o câncer de mama e uma grande corrente de solidariedade. </p><p style="text-align: justify;">Este ano, a iniciativa ganha uma atmosfera nostálgica com a temática dos anos 80, combinando figurinos vibrantes, clássicos musicais da &eacute;poca e muita energia para celebrar a vida e o autocuidado. </p><p style="text-align: justify;">O principal objetivo da ação &eacute; desmistificar o diálogo em torno do câncer, transformando a conscientização em um momento de leveza e acolhimento. Al&eacute;m das aulas de dança, a programação contará com rodas de conversa e relatos de pacientes e de pessoas que venceram  a doença, reforçando a importância do diagn&oacute;stico precoce e da rede de apoio familiar. </p><p style="text-align: justify;">Esta &eacute; a quarta edição do evento e terá entre diversas hist&oacute;rias,  o relato da Dayana, 43 anos, mãe de dois filhos. Diagnosticada com a doença no ano passado, ela enfrentou as duras rotinas de quimioterapia e radioterapia com o apoio essencial do marido, dos filhos e de sua mãe, Gildete.  Foi justamente em uma campanha anterior promovida por seu primo, Walace Rocha, que ela encontrou na dança um ref&uacute;gio.</p><p style="text-align: justify;">"Eu dancei, me diverti, sorri e, por algumas horas, simplesmente vivi. O câncer faz parte da minha hist&oacute;ria, mas ele não define quem eu sou", relata, exemplificando o prop&oacute;sito do projeto em resgatar a autoestima e a força de mulheres em tratamento.</p><p style="text-align: justify;">O evento &eacute; gratuito e o p&uacute;blico está sendo convidado a doar fraldas infantis (tamanhos G, XG, XXG e maiores). Todas as arrecadações serão destinadas &agrave; Associação Encontros, instituição filantr&oacute;pica que apoia crianças em tratamento contra o câncer e suas fam&iacute;lias. Walace Rocha convida todos que queiram  participar desta corrente de solidariedade e prevenção.</p><p style="text-align: justify; ">O core&oacute;grafo define o esp&iacute;rito do evento com uma mensagem marcante: "Quando a gente dança, movimenta o corpo. Quando se une por uma causa, movimenta o mundo."</p><p style="text-align: justify; "><b>Programação:</b></p><p style="text-align: justify; ">A programação começa &agrave;s 14h, com atividades pensadas para diferentes p&uacute;blicos:</p><p style="text-align: justify;">14h30 &mdash; Yoga</p><p style="text-align: justify;">15h &mdash; Bate-papo com pacientes oncol&oacute;gicos</p><p style="text-align: justify;">15h30 &mdash; Ginástica funcional</p><p style="text-align: justify;">16h &mdash; Charme</p><p style="text-align: justify;">16h30 &mdash; Dança Anos 80</p><p style="text-align: justify; ">SERVIÇO</p><p style="text-align: justify;">Outubro Dance Rosa &mdash; Especial Anos 80</p><p style="text-align: justify;">Dia: Domingo 18/10</p><p style="text-align: justify;">Hora: A partir das 14h</p><p style="text-align: justify;">Local: Estrada dos Três Rios, 146 &mdash; Freguesia, Jacarepaguá &mdash; Rio de Janeiro</p><p style="text-align: justify;">Tema: Anos 80</p><p style="text-align: justify;">Entrada: doação de fraldas infantis G, XG, XXG e maiores</p><p style="text-align: justify;">Destinação: Associação Encontros, que atende crianças com câncer</p><p style="text-align: justify; "><br></p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96233_1005353164-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96233_1005353164-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96233_1005353164-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Pagodeiro Yan promove Dia das Crianças com brinquedos, alimentos, música e convidados</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/96073/pagodeiro-yan-promove-dia-das-criancas-com-brinquedos-alimentos-musica-e-convidados.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/96073/pagodeiro-yan-promove-dia-das-criancas-com-brinquedos-alimentos-musica-e-convidados.html</guid>
			<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 15:36:42 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[De volta ao lugar onde sua pr&oacute;pria hist&oacute;ria começou, Yan prepara um Dia das Crianças especial para a Zona Oeste do Rio de Janeiro. Nesta segunda-feira (12), a partir das 10h, o cantor realiza, em parceria com Buarque, o FutYANdo Beneficente, no Campo do Creib, em Padre Miguel. Com entrada mediante a doação de 1 kg de alimento não perec&iacute;vel, o evento terá uma programação gratuita com m&uacute;sica, atividades recreativas e atrações para toda a fam&iacute;lia,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">De volta ao lugar onde sua pr&oacute;pria hist&oacute;ria começou, Yan prepara um Dia das Crianças especial para a Zona Oeste do Rio de Janeiro. Nesta segunda-feira (12), a partir das 10h, o cantor realiza, em parceria com Buarque, o FutYANdo Beneficente, no Campo do Creib, em Padre Miguel. Com entrada mediante a doação de 1 kg de alimento não perec&iacute;vel, o evento terá uma programação gratuita com m&uacute;sica, atividades recreativas e atrações para toda a fam&iacute;lia, unindo diversão e solidariedade em uma data dedicada aos pequenos.</p><p style="text-align: justify; ">A iniciativa vai reunir brinquedos, atividades recreativas, distribuição de alimentos e bebidas e muita m&uacute;sica, transformando o espaço em um grande encontro de Dia das Crianças. Yan tamb&eacute;m sobe ao palco para um show gratuito com convidados especiais. Para participar, será necessário doar 1 kg de alimento não perec&iacute;vel.</p><p style="text-align: justify; ">Entre os convidados confirmados estão os ex-jogadores L&eacute;o Moura, ex-Flamengo; Maicon, ex-Grêmio; Renê J&uacute;nior, ex-Corinthians; Tartá, ex-Fluminense; J&ocirc;, ex-Atl&eacute;tico-MG; e Ibson, ex-Flamengo. A programação tamb&eacute;m contará com os influenciadores Maca&eacute;, Daniel Coringa, Gol do Rayo, Dica do Gordinho e Brabo Gordinho, al&eacute;m do rapper Major RD.</p><p style="text-align: justify; ">A ação tem um significado especial para o artista. Nascido e criado na Zona Oeste, Yan retorna &agrave;s suas ra&iacute;zes para proporcionar &agrave;s crianças da região um dia de lazer, diversão e novas mem&oacute;rias. Antes de conquistar espaço no pagode e levar sua m&uacute;sica para diferentes palcos do pa&iacute;s, foi ali que ele cresceu e começou a construir seus pr&oacute;prios sonhos.</p><p style="text-align: justify; ">Com o FutYANdo Beneficente, o cantor transforma essa ligação com a região em uma iniciativa voltada &agrave; comunidade, unindo entretenimento e solidariedade em uma das datas mais especiais do calendário infantil. Ao retornar &agrave; Zona Oeste para promover a iniciativa, Yan reforça uma conexão que permanece presente mesmo com o crescimento de sua carreira: a proximidade com o lugar onde nasceu, cresceu e deu os primeiros passos de sua trajet&oacute;ria.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96073_1005315973-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96073_1005315973-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/96073_1005315973-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Um símbolo da luta contra racismo, intolerância religiosa e desigualdades sociais</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95832/um-simbolo-da-luta-contra-racismo-intolerancia-religiosa-e-desigualdades-sociais.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95832/um-simbolo-da-luta-contra-racismo-intolerancia-religiosa-e-desigualdades-sociais.html</guid>
			<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 09:54:43 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Há quase cinco d&eacute;cadas, o professor Ivanir dos Santos transformou a pr&oacute;pria trajet&oacute;ria em uma luta permanente contra o racismo, a intolerância religiosa e as desigualdades sociais. Babalaw&ocirc; e ativista, ele saiu da Favela do Esqueleto para a universidade, os movimentos sociais e os espaços de formulação de políticas públicas. Em uma entrevista exclusiva ao Portal Eu, Rio!, franca e direta, ele conta um pouco de seus ideais. Portal Eu, Rio!: O senhor dedica...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="gmail_default" style="text-align: justify;">Há quase cinco d&eacute;cadas, o professor Ivanir dos Santos transformou a pr&oacute;pria trajet&oacute;ria em uma luta permanente contra o racismo, a intolerância religiosa e as desigualdades sociais. Babalaw&ocirc; e ativista, ele saiu da Favela do Esqueleto para a universidade, os movimentos sociais e os espaços de formulação de políticas públicas. Em uma entrevista exclusiva ao <b>Portal Eu, Rio!</b>, franca e direta, ele conta um pouco de seus ideais. </div><p><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;"><b style="font-weight: bold;">Portal Eu, Rio!:</b> O senhor dedica d&eacute;cadas &agrave; defesa da liberdade religiosa e ao enfrentamento da intolerância. O que mudou no Brasil nesse período e o que continua exatamente igual?</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;"><b style="font-weight: bold;">Ivanir dos Santos:</b><b> </b>Mudou muita coisa. Hoje existe uma consciência maior de que a liberdade religiosa &eacute; um direito fundamental e de que a intolerância religiosa, especialmente contra as religiões de matriz africana, não pode ser tratada como um problema menor ou privado. Avançamos na criação de políticas públicas, na legislação e no reconhecimento da importância da diversidade religiosa. Mas ainda existe algo que permanece: o preconceito. Muitas vezes, ele apenas mudou de forma. Ainda vemos terreiros atacados, símbolos religiosos desrespeitados e pessoas perseguidas por sua f&eacute;. O desafio agora &eacute; transformar o reconhecimento desse direito em proteção concreta. Liberdade religiosa não pode existir apenas no papel.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;"><b style="font-weight: bold;">PER: </b>Ataques a terreiros, perseguições e epis&oacute;dios de intolerância religiosa ainda fazem parte da realidade brasileira. Onde o Estado está falhando no combate a esse tipo de violência?</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;"><b style="font-weight: bold;">IS: </b>O Estado falha quando não consegue prevenir, investigar e punir esses crimes de maneira adequada. Falha tamb&eacute;m quando trata a intolerância religiosa como um conflito entre indivíduos, ignorando que muitas dessas agressões têm uma dimensão de racismo e atingem comunidades inteiras. Precisamos de políticas permanentes de prevenção, de capacitação das forças de segurança e dos agentes públicos e de mecanismos eficientes para registrar e investigar esses casos. Tamb&eacute;m precisamos garantir proteção &agrave;s vítimas e aos espaços religiosos ameaçados. Não basta dizer que a Constituição garante liberdade religiosa. O Estado precisa estar presente quando esse direito &eacute; violado.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;"><b>PER:</b> O senhor defende que a liberdade religiosa precisa ser tratada como uma questão de Estado. Na prática, quais medidas poderiam transformar esse direito constitucional em proteção efetiva para quem sofre intolerância?</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;"><b>IS:</b> Primeiro, precisamos de uma política nacional permanente de combate &agrave; intolerância religiosa, com recursos, metas e responsabilidades claramente definidas. &Eacute; fundamental melhorar o registro e a produção de dados sobre esses crimes para que o poder público saiba onde e como eles acontecem. Tamb&eacute;m defendo a capacitação de policiais, professores, profissionais de saúde e servidores públicos para reconhecer e enfrentar situações de intolerância. A escola tem um papel essencial na educação para a diversidade e para o respeito &agrave;s diferentes tradições religiosas. E precisamos fortalecer os canais de denúncia e garantir que as vítimas tenham acolhimento e acesso &agrave; Justiça. A liberdade religiosa s&oacute; será efetiva quando uma pessoa puder professar sua f&eacute; &mdash; ou não professar nenhuma &mdash; sem medo de ser discriminada ou agredida.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;"><b>PER:</b> O senhor costuma colocar a defesa da liberdade de crença no centro de sua atuação. Que Brasil gostaria de encontrar daqui a alguns anos quando o assunto for respeito &agrave;s diferentes religiões e tamb&eacute;m ao direito de não professar nenhuma f&eacute;?</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;"><b>IS:</b> Eu gostaria de encontrar um Brasil em que ningu&eacute;m precise esconder sua f&eacute; por medo de sofrer violência ou preconceito. Um país em que uma pessoa possa entrar em uma igreja, uma sinagoga, uma mesquita, um terreiro ou qualquer outro espaço religioso com a mesma tranquilidade com que outra pessoa possa escolher não seguir religião alguma. Quero um Brasil em que a diversidade religiosa seja entendida como parte da nossa democracia, e não como uma ameaça. Um Brasil em que o Estado não tenha uma religião, mas tenha o compromisso de proteger todas as pessoas. Porque liberdade religiosa não &eacute; o direito de uma religião contra outra. &Eacute; o direito de cada cidadão escolher no que acredita &mdash; ou escolher não acreditar &mdash; e ter essa escolha respeitada.</div></p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/95832_1005270379-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/95832_1005270379-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/10/95832_1005270379-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Mulheres assumem decisões e burocracias familiares também na hora do luto</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95799/mulheres-assumem-decisoes-e-burocracias-familiares-tambem-na-hora-do-luto.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95799/mulheres-assumem-decisoes-e-burocracias-familiares-tambem-na-hora-do-luto.html</guid>
			<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 14:12:11 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Tradicionalmente dedicado &agrave; conscientização sobre a prevenção e o diagn&oacute;stico precoce do câncer de mama, o Outubro Rosa tamb&eacute;m abre espaço para uma reflexão mais ampla sobre as diferentes responsabilidades atribu&iacute;das &agrave;s mulheres. Al&eacute;m de cuidarem da pr&oacute;pria sa&uacute;de, elas frequentemente permanecem &agrave; frente das decisões familiares e acumulam tarefas práticas e emocionais &mdash; inclusive diante da perda de uma pessoa...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Tradicionalmente dedicado &agrave; conscientização sobre a prevenção e o diagn&oacute;stico precoce do câncer de mama, o Outubro Rosa tamb&eacute;m abre espaço para uma reflexão mais ampla sobre as diferentes responsabilidades atribu&iacute;das &agrave;s mulheres. Al&eacute;m de cuidarem da pr&oacute;pria sa&uacute;de, elas frequentemente permanecem &agrave; frente das decisões familiares e acumulam tarefas práticas e emocionais &mdash; inclusive diante da perda de uma pessoa pr&oacute;xima, quando esposas, filhas e irmãs costumam organizar documentos, comunicar parentes, definir os detalhes da despedida e amparar os demais familiares, mesmo estando fragilizadas pelo pr&oacute;prio luto.</p><p style="text-align: justify; ">Dados recentes ajudam a dimensionar essa sobrecarga. A pesquisa Sem Parar 2025, realizada pela Gênero e N&uacute;mero e pela Sempreviva Organização Feminista (SOF), revelou que 43% das mulheres entrevistadas eram as &uacute;nicas responsáveis pelo trabalho dom&eacute;stico não remunerado e 48% cuidavam de algu&eacute;m sem receber remuneração, principalmente crianças ou idosos da pr&oacute;pria fam&iacute;lia. O levantamento tamb&eacute;m mostrou que 60% relataram cansaço e dores f&iacute;sicas. Embora a pesquisa não trate especificamente do luto, os resultados ajudam a compreender por que as mulheres tamb&eacute;m acabam assumindo a condução das providências ap&oacute;s uma morte.</p><p style="text-align: justify; ">Para Eduardo Fernandes, gestor de projetos do Campo Santo Familiar (CSF), esse comportamento &eacute; percebido com frequência no atendimento &agrave;s fam&iacute;lias enlutadas. “&Eacute; muito comum que uma mulher seja a pessoa de referência naquele momento. Mesmo profundamente abalada, ela procura entender os procedimentos, confere documentos, conversa com os familiares e participa das principais decisões. Muitas vezes, &eacute; quem tenta organizar tudo para que os demais possam se despedir”, afirma.</p><p style="text-align: justify; ">Os trâmites decorrentes de uma morte podem envolver declaração e certidão de &oacute;bito, autorizações, definição do local e do formato da despedida, sepultamento ou cremação, al&eacute;m de providências posteriores relacionadas a contas, benef&iacute;cios, seguros e inventário. Somadas &agrave; dor da perda, essas obrigações podem ampliar o desgaste f&iacute;sico e emocional de quem assume a responsabilidade.</p><p style="text-align: justify; ">Cuidado tamb&eacute;m precisa ser compartilhado - Para Samara Bastos, coordenadora de marketing do CSF, o acolhimento do plano funerário deve alcançar tamb&eacute;m a pessoa encarregada de conduzir todas as providências. “A mulher que está &agrave; frente das decisões nem sempre &eacute; a que está emocionalmente mais preparada. Muitas vezes, ela apenas entende que precisa assumir esse papel. Por isso, as informações devem ser claras e transmitidas com sensibilidade, respeitando o tempo da fam&iacute;lia e evitando uma sobrecarga ainda maior”, destaca.</p><p style="text-align: justify; ">Algumas providências tomadas previamente podem reduzir a pressão provocada pelas decisões urgentes. “Conversar sobre preferências, manter documentos organizados e dividir responsabilidades não elimina a dor, mas pode evitar que uma &uacute;nica pessoa tenha de responder por tudo justamente quando está mais vulnerável”, orienta Samara.</p><p style="text-align: justify; ">Eduardo Fernandes reforça que familiares e amigos podem oferecer ajuda de maneira prática. “Acolher não &eacute; apenas dizer palavras de conforto. &Eacute; perguntar o que precisa ser resolvido, acompanhar uma providência, organizar documentos ou assumir uma tarefa. Compartilhar essas responsabilidades &eacute; uma forma concreta de cuidado”, conclui.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95799_1005267152-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95799_1005267152-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95799_1005267152-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Especialistas de diferentes partes do Brasil colocam a Ciência da Felicidade no centro das discussões em congresso no Rio </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95790/especialistas-de-diferentes-partes-do-brasil-colocam-a-ciencia-da-felicidade-no-centro-das-discussoe.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95790/especialistas-de-diferentes-partes-do-brasil-colocam-a-ciencia-da-felicidade-no-centro-das-discussoe.html</guid>
			<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 10:06:13 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Como transformar o conhecimento produzido pela Ciência da Felicidade em práticas capazes de impactar pessoas, organizações e a sociedade? Essa foi uma das questões discutidas na segunda edição do Congresso Felicidar &ndash; Felicidade Aplicada na Real, realizado nos dias 26 e 27 de setembro, no Rio de Janeiro.O encontro reuniu especialistas de diferentes cidades do Brasil para discutir felicidade em áreas como sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, trabalho, educação, direitos humanos e ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Como transformar o conhecimento produzido pela Ciência da Felicidade em práticas capazes de impactar pessoas, organizações e a sociedade? Essa foi uma das questões discutidas na segunda edição do Congresso Felicidar &ndash; Felicidade Aplicada na Real, realizado nos dias 26 e 27 de setembro, no Rio de Janeiro.</p><p style="text-align: justify; ">O encontro reuniu especialistas de diferentes cidades do Brasil para discutir felicidade em áreas como sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, trabalho, educação, direitos humanos e qualidade de vida.</p><p style="text-align: justify;">“O evento busca aproximar a produção cient&iacute;fica das necessidades concretas da sociedade e mostrar como esse conhecimento pode ser transformado em práticas inclusivas e responsáveis”, explica Andrea Perez, especialista em Psicologia Positiva, Head do Instituto Felicidade Agora &eacute; Ciência (IFAC) e presidente do Congresso Felicidar, </p><p style="text-align: justify;">Andrea explica ainda que a Ciência da Felicidade &eacute; um campo interdisciplinar que re&uacute;ne pesquisas de áreas como Psicologia, Neurociência, Economia, Direito e Sociologia para investigar fatores relacionados &agrave; construção de uma vida mais satisfat&oacute;ria e significativa, em dimensões não apenas individuais, mas acima de tudo coletiva.</p><p style="text-align: justify; "><b>Ciência da Felicidade e o mundo do trabalho</b></p><p style="text-align: justify; ">A relação entre felicidade, sa&uacute;de mental e trabalho tamb&eacute;m esteve entre os assuntos abordados no evento. A discussão tamb&eacute;m se relaciona &agrave;s mudanças recentes na regulamentação de sa&uacute;de e segurança do trabalho e &agrave; inclusão dos fatores de risco psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais previsto pela NR-1. Nesse contexto, o debate apresentado no Felicidar buscou ampliar a compreensão sobre o papel das organizações na promoção de ambientes de trabalho mais saudáveis.</p><p style="text-align: justify; ">“Falar de felicidade no trabalho &eacute; falar de cultura, liderança, gestão de pessoas e condições concretas de trabalho. Não se trata de colocar a responsabilidade pela felicidade exclusivamente no indiv&iacute;duo, mas de compreender tamb&eacute;m o papel das organizações na construção de ambientes mais saudáveis e humanos”, afirma.</p><p style="text-align: justify; ">Dados oficiais do INSS analisados pela Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT) mostram que os afastamentos relacionados a transtornos mentais passaram de 219.850, em 2023, para 393.670 at&eacute; novembro de 2025. </p><p style="text-align: justify; ">Entre os casos analisados, os afastamentos associados &agrave; s&iacute;ndrome de burnout apresentaram o crescimento percentual mais expressivo, passando de 1.760 registros em 2023 para 6.985 em 2025. Para atender &agrave;s exigências do mercado e combater o avanço do estresse a Ciência da Felicidade ganha destaque. </p><p style="text-align: justify; ">“A Ciência da Felicidade pode atuar como uma prevenção, contribuindo para que os fatores relacionados ao adoecimento dos profissionais sejam reduzidos ao longo do tempo. Quando aplicada dentro da cultura organizacional, pode ajudar a mudar a forma como as pessoas lidam e se relacionam com o ambiente de trabalho, reconhecendo esses profissionais como pessoas que colaboram tanto para o sucesso da empresa quanto para o seu pr&oacute;prio sucesso”, explica Gilmar Carneiro, coordenador de Comunicação e Marketing do Felicidar.</p><p style="text-align: justify; "><b>Novas possibilidades profissionais</b></p><p style="text-align: justify; ">Outro tema discutido durante o congresso foi a atuação profissional relacionada &agrave; Ciência da Felicidade e ao bem-estar.</p><p style="text-align: justify;">A chamada “Profissão Felicidade” parte da ideia de que a expansão desse campo de conhecimento pode abrir novas possibilidades de atuação em empresas, instituições, escolas, projetos de desenvolvimento humano e outros contextos.</p><p style="text-align: justify; ">Autora do livro Profissão Felicidade &ndash; Conhecendo a ciência, o cenário, a prática e os neg&oacute;cios e as atuações profissionais com o tema da felicidade, Andrea Perez tamb&eacute;m conduz a certificação Profissional Felicidade em seu instituto.</p><p style="text-align: justify; ">“&Agrave; medida que a felicidade passa a ocupar espaço em projetos de desenvolvimento humano, surge a necessidade de profissionais preparados para trabalhar com esse tema de maneira s&eacute;ria, &eacute;tica e baseada em conhecimento te&oacute;rico-cient&iacute;fico robusto e, acima de tudo, aplicável”, afirma.</p><p style="text-align: justify; ">Andrea conta ainda que a proposta com o congresso &eacute; fortalecer uma comunidade voltada &agrave; aplicação do conhecimento cient&iacute;fico sobre felicidade e bem-estar e ampliar o espaço para pesquisas, experiências e iniciativas práticas.</p><p style="text-align: justify;">“Felicidade &eacute; um tema transversal. Quanto mais entendemos a ciência que existe por trás dela, mais percebemos que podemos aplicar esse conhecimento em diferentes dimensões da vida”, conclui Andrea.</p><p style="text-align: justify; "><br></p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95790_1005263348-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95790_1005263348-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95790_1005263348-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Mulheres transformam ESG em estratégia e ganham espaço nas decisões das empresas</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95779/mulheres-transformam-esg-em-estrategia-e-ganham-espaco-nas-decisoes-das-empresas.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95779/mulheres-transformam-esg-em-estrategia-e-ganham-espaco-nas-decisoes-das-empresas.html</guid>
			<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 07:32:20 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O ESG, sigla que re&uacute;ne os pilares ambiental, social e de governança, ocupa cada vez mais espaço nas estrat&eacute;gias das empresas. Esse movimento ganha voz no livro Mulheres ESG &ndash; Medir para Mudar &ndash; Volume II | Edição Poder de uma Hist&oacute;ria, do Selo Editorial S&eacute;rie Mulheres®, da Editora Leader.Idealizada por Andr&eacute;ia Roma, a publicação re&uacute;ne as trajet&oacute;rias de Amanda Andreone, Andr&eacute;a L. Löfgren, Clarissa Nepomuceno Caetano...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O ESG, sigla que re&uacute;ne os pilares ambiental, social e de governança, ocupa cada vez mais espaço nas estrat&eacute;gias das empresas. Esse movimento ganha voz no livro Mulheres ESG &ndash; Medir para Mudar &ndash; Volume II | Edição Poder de uma Hist&oacute;ria, do Selo Editorial S&eacute;rie Mulheres®, da Editora Leader.</p><p style="text-align: justify; ">Idealizada por Andr&eacute;ia Roma, a publicação re&uacute;ne as trajet&oacute;rias de Amanda Andreone, Andr&eacute;a L. Löfgren, Clarissa Nepomuceno Caetano Soares, Grace Barbosa, Larissa Gischewski Guimarães, Laura Turkenicz, Rafaela Mengui e Regiane Bochichi.</p><p style="text-align: justify; ">A obra mostra, a partir de experiências profissionais, como temas como sustentabilidade, governança, responsabilidade social, gestão de riscos, compliance, diversidade, indicadores e impacto socioambiental passaram a fazer parte do planejamento e das decisões das organizações.</p><p style="text-align: justify; ">O t&iacute;tulo Medir para Mudar reforça a importância de transformar informações e indicadores em ações capazes de identificar riscos, apontar oportunidades e acompanhar resultados. As hist&oacute;rias das autoras tamb&eacute;m evidenciam a presença feminina em um mercado que exige conhecimento t&eacute;cnico, visão estrat&eacute;gica e capacidade de transformar desafios em soluções.</p><p style="text-align: justify; "><b>Reconhecimento &agrave;s autoras</b></p><p style="text-align: justify; ">As participantes da obra receberam o Trof&eacute;u Por Mais Mulheres na Literatura, em reconhecimento &agrave;s suas trajet&oacute;rias e &agrave; contribuição para a produção e disseminação de conhecimento em suas áreas de atuação, na noite de 21 de setembro.</p><p style="text-align: justify; ">Já a sessão de aut&oacute;grafos, no dia 22 de setembro, na Livraria L&iacute;der, em Pomp&eacute;ia, São Paulo, reuniu as autoras, profissionais do setor e convidados, fortalecendo o diálogo sobre ESG, carreira, conhecimento e transformação no ambiente corporativo.</p><p style="text-align: justify; "><b>S&eacute;rie Mulheres® valoriza trajet&oacute;rias profissionais</b></p><p style="text-align: justify; ">Mulheres ESG &ndash; Medir para Mudar &ndash; Volume II integra a S&eacute;rie Mulheres®, projeto idealizado por Andr&eacute;ia Roma e desenvolvido pela Editora Leader para dar visibilidade &agrave;s hist&oacute;rias e experiências de mulheres de diferentes áreas profissionais.</p><p style="text-align: justify;">Com milhares de participantes e presença editorial em mais de 182 pa&iacute;ses, a S&eacute;rie Mulheres® tem como proposta registrar trajet&oacute;rias, compartilhar conhecimento e ampliar o espaço das mulheres na literatura e no mercado profissional.</p><p style="text-align: justify;"> </p><p style="text-align: justify;"><br></p><p style="text-align: justify;"> </p><p style="text-align: justify; "><br></p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95779_1005265422-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95779_1005265422-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95779_1005265422-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Mulheres na Sustentabilidade reúne histórias de profissionais que transformam desafios ambientais e sociais em ações para o futuro</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95745/mulheres-na-sustentabilidade-reune-historias-de-profissionais-que-transformam-desafios-ambientais-e.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95745/mulheres-na-sustentabilidade-reune-historias-de-profissionais-que-transformam-desafios-ambientais-e.html</guid>
			<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 09:25:39 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A sustentabilidade ganhou protagonismo em dois momentos especiais em São Paulo com o reconhecimento e o lançamento do livro Mulheres na Sustentabilidade &ndash; Edição Poder de uma Hist&oacute;ria, Volume III, do Selo Editorial S&eacute;rie Mulheres®, da Editora Leader.No dia 21 de setembro, em uma noite de gala, as participantes da obra receberam o trof&eacute;u Por Mais Mulheres na Literatura, em uma celebração dedicada ao reconhecimento da presença e da contribuição feminina na...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A sustentabilidade ganhou protagonismo em dois momentos especiais em São Paulo com o reconhecimento e o lançamento do livro Mulheres na Sustentabilidade &ndash; Edição Poder de uma Hist&oacute;ria, Volume III, do Selo Editorial S&eacute;rie Mulheres®, da Editora Leader.</p><p style="text-align: justify; ">No dia 21 de setembro, em uma noite de gala, as participantes da obra receberam o trof&eacute;u Por Mais Mulheres na Literatura, em uma celebração dedicada ao reconhecimento da presença e da contribuição feminina na produção literária e em diferentes áreas de atuação profissional.</p><p style="text-align: justify; ">Já no dia seguinte, 22 de setembro, foi a vez do lançamento oficial da obra, em uma gloriosa noite de aut&oacute;grafos na Livraria L&iacute;der, em Pomp&eacute;ia, São Paulo. O encontro reuniu autoras, profissionais da área e convidados, com a casa lotada, em uma celebração marcada pela troca de experiências e pela valorização de trajet&oacute;rias femininas ligadas &agrave; sustentabilidade.</p><p style="text-align: justify; "><b>Mulheres na Sustentabilidade &ndash; Volume III</b></p><p style="text-align: justify; ">Idealizado por Andr&eacute;ia Roma, o livro re&uacute;ne hist&oacute;rias de mulheres que atuam em diferentes frentes da sustentabilidade, apresentando experiências profissionais, desafios, conquistas e aprendizados. Os relatos evidenciam como conhecimento, liderança, inovação, responsabilidade, resiliência e prop&oacute;sito podem contribuir para a construção de organizações e uma sociedade mais conscientes.</p><p style="text-align: justify; ">A publicação aborda temas como sustentabilidade corporativa, ESG, responsabilidade socioambiental, gestão ambiental, mudanças climáticas, economia circular, inovação, governança e impacto social, mostrando a diversidade de caminhos encontrados por mulheres que trabalham para transformar práticas e promover soluções sustentáveis.</p><p style="text-align: justify; ">Mulheres na Sustentabilidade &ndash; Volume III reforça a importância de ampliar a presença feminina nos debates que envolvem sustentabilidade e desenvolvimento, transformando hist&oacute;rias individuais em conhecimento compartilhado e inspiração para novas práticas e caminhos para o futuro.</p><p style="text-align: justify; ">Participam da obra Açucena Tiosso, Ana Paula Lima, Barbara Fechter, Beatriz Santa Rita, Bianca Mayo Alves Gonçalves, Camila Diniz de A. Barboza, Camila Figueredo Miranda, Camila Moreira, Carime Kanbour, Cátia Almeida L. Alves, Claudia Pires, Cristiane Plens, Fernanda Santos, Geyce Ferreira, Karina Kapazi Siqueira, La&iacute;sa Soneghet, Lara Santos, Larissa Cristina Nunes Vital, Larissa Vieira Monteiro, L&iacute;via Ferreira Neves, Márcia Dalto&eacute;, Marilia Gabriela, Mar&iacute;lia Tissot, Marina Villalobos Bueno, Michelle Holanda Tenchella, M&ocirc;nica Simioni, Natália F. M. Biesiada, Patr&iacute;cia Goularth, Patr&iacute;cia Moço, Paula Tarrasconi Schmitz, Priscila Miranda, Priscila Zaccardelli, Tissiana Prazeres, Vanessa Dusaintpère, Vanessa Blas e Walquiria Marins da Silva.</p><p style="text-align: justify; "><b>S&eacute;rie Mulheres</b></p><p style="text-align: justify; ">A S&eacute;rie Mulheres®, projeto exclusivo da Editora Leader, tem como prop&oacute;sito dar voz a mulheres por meio de suas hist&oacute;rias, experiências e trajet&oacute;rias profissionais. Pioneiro no Brasil e no mundo, o selo &eacute; registrado em mais de 182 pa&iacute;ses e se consolidou como uma iniciativa de valorização do protagonismo feminino na literatura.</p><p style="text-align: justify; "><b>Sobre a Editora Leader</b></p><p style="text-align: justify; ">Há quase duas d&eacute;cadas no mercado editorial, a Editora Leader vem construindo uma trajet&oacute;ria reconhecida por sua atuação em diferentes áreas e por publicações que contemplam diversos gêneros literários. Como empresa familiar, tem entre seus compromissos o respeito aos autores, a valorização de novos talentos e a abertura de caminhos para escritores iniciantes que desejam transformar suas hist&oacute;rias em livros. O grupo tamb&eacute;m re&uacute;ne a Livraria L&iacute;der, recentemente inaugurada em São Paulo como sua primeira livraria de rua, ampliando a conexão entre autores, leitores e o mercado editorial. Com essa estrutura, a Leader reafirma seu prop&oacute;sito de democratizar o acesso &agrave; literatura, acolher diferentes vozes e contribuir para que novas hist&oacute;rias encontrem espaço, reconhecimento e leitores.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95745_1005261922-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95745_1005261922-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95745_1005261922-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Neusa Guarani: história de ancestralidade, resistência e luta por existência</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95722/neusa-guarani-historia-de-ancestralidade-resistencia-e-luta-por-existencia.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95722/neusa-guarani-historia-de-ancestralidade-resistencia-e-luta-por-existencia.html</guid>
			<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 15:08:57 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Antes de aprender o significado das discussões políticas, Neusa Guarani já estava dentro delas. Ainda criança, acompanhava o pai em reuniões do movimento indígena e ficava em um canto ouvindo lideranças relatarem perseguições, conflitos e mortes. Naquela &eacute;poca, não compreendia completamente o que escutava. D&eacute;cadas depois, algumas daquelas hist&oacute;rias atravessariam a pr&oacute;pria vida.Nascida em 1989, em Mato Grosso do Sul, Neusa conta que nasceu na Aldeia Porto...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h1 style="text-align: justify; "><span style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 14px;">Antes de aprender o significado das discussões políticas, Neusa Guarani já estava dentro delas. Ainda criança, acompanhava o pai em reuniões do movimento indígena e ficava em um canto ouvindo lideranças relatarem perseguições, conflitos e mortes. Naquela &eacute;poca, não compreendia completamente o que escutava. D&eacute;cadas depois, algumas daquelas hist&oacute;rias atravessariam a pr&oacute;pria vida.</span></h1><p style="text-align: justify;">Nascida em 1989, em Mato Grosso do Sul, Neusa conta que nasceu na Aldeia Porto Lindo e que sua família deixou o estado no mesmo ano de seu nascimento, seguindo um caminho que, segundo ela, já havia sido percorrido por seus antepassados. Passaram quatro anos no Espírito Santo antes de chegar a Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro.</p><p style="text-align: justify;">As primeiras lembranças são de uma infância entre a mata, a cachoeira e as outras crianças da comunidade. “Eu fui uma criança muito extrovertida. Sempre brincava muito na mata, na cachoeira. Eu lembro que brincava de casinha e sempre cuidava de todo mundo ali, das crianças que estavam ao meu redor. Eu sempre liderava, já desde pequena.”</p><p style="text-align: justify;">A menina que organizava as brincadeiras, por&eacute;m, ainda não imaginava que um dia seria escolhida para liderar seu povo.</p><h2 style="text-align: justify;">O pai, a escola e o medo de falar</h2><p style="text-align: justify;">A figura do pai atravessa as lembranças de Neusa. Cacique, agricultor e liderança indígena, foi com ele que começou a frequentar as reuniões do movimento ainda pequena. “Nasci dentro do movimento indígena.”</p><p style="text-align: justify;">Neusa se lembra de ficar sentada, observando adultos contarem hist&oacute;rias que, para uma criança, pareciam difíceis de compreender. “Eu me via muito lá no cantinho, como uma criança sentada e assistindo várias lideranças narrando hist&oacute;rias surreais, mas que acabam sendo reais.”</p><p style="text-align: justify;">Foi tamb&eacute;m o pai quem insistiu para que a filha estudasse. O acesso &agrave; escola exigia longas caminhadas. Segundo Neusa, ele chegava a percorrer cerca de dez quil&ocirc;metros para ajudá-la a estudar e depois buscá-la no ponto de &ocirc;nibus.</p><p style="text-align: justify;">Havia ainda outra barreira. Neusa conta que não dominava o português e tinha vergonha de falar. “Eu não falava direito português. Eu tinha muito medo de falar português, porque, quando a gente inicia a falar um outro idioma, a gente tem um pouco de sotaque, as pessoas riem, e isso fazia com que a gente se travasse de continuar falando.”</p><p style="text-align: justify;">Neusa recorda que o pai, no entanto, repetia aos filhos que a educação seria uma ferramenta para o futuro, para defenderem seu povo e territ&oacute;rio quando eles envelhecessem.</p><p style="text-align: justify;">A frase ganharia outro significado com o passar dos anos.</p><h2 style="text-align: justify;">Professora sem perceber</h2><p style="text-align: justify;">Antes mesmo de concluir os estudos, Neusa começou a reunir crianças da comunidade em torno dos pr&oacute;prios materiais escolares. Rasgava folhas do caderno, distribuía entre elas e gostava de organizar as atividades.</p><p style="text-align: justify;">“Dali comecei a ensinar &agrave;s crianças, as vogais, as consoantes. E aí, sem eu perceber, at&eacute; eu mesma sem perceber, eu já estava alfabetizando essas crianças.”</p><p style="text-align: justify;">A experiência durou cerca de dois anos e despertou nela uma pergunta: quais eram os direitos das crianças indígenas &agrave; educação?</p><p style="text-align: justify;">A busca por respostas se transformou em cobrança ao poder público. Neusa passou a reivindicar uma estrutura educacional dentro da aldeia para que as novas gerações não precisassem enfrentar o mesmo caminho que ela havia percorrido.</p><p style="text-align: justify;">“Eu não queria que elas passassem pelas mesmas coisas que a gente passou: ter que caminhar muito tempo, ficar doente, pegar chuva.”</p><p style="text-align: justify;">Hoje, ela fala com orgulho da existência de uma escola na comunidade, ainda que reconheça problemas estruturais. “Eu tenho muito orgulho de ter uma escola dentro da minha aldeia, porque isso &eacute; fundamental. Como meu pai dizia: a base do nosso país &eacute; a educação.”</p><p style="text-align: justify;">Para Neusa, por&eacute;m, ensinar nunca significou apenas alfabetizar. Ela conta que buscava transmitir aos alunos autonomia, identidade e consciência sobre o direito de defender o pr&oacute;prio povo.</p><p style="text-align: justify;">Recentemente, encontrou um ex-aluno, hoje com 28 anos, discursando durante uma reunião. Naquele homem que tomava a palavra, enxergou parte do resultado do trabalho iniciado anos antes.</p><p style="text-align: justify;">“A nossa cultura &eacute; a nossa raiz, a nossa identidade. Jamais a gente deve esquecer. A gente pode usar celular caro, roupa cara, a gente pode usar o que quiser usar, mas a gente não deixa de ser quem a gente &eacute;.”</p><h2 style="text-align: justify;">Um nome, uma hist&oacute;ria e uma missão</h2><p style="text-align: justify;">A ligação de Neusa com a ancestralidade tamb&eacute;m está no nome indígena. Segundo ela, antes mesmo de sua mãe engravidar, seu bisav&ocirc; teria anunciado a chegada de uma criança que precisaria nascer com auxílio da medicina dos não indígenas e que teria uma missão de diálogo entre mundos.</p><p style="text-align: justify;">Neusa nasceu de cesariana, diferentemente dos outros sete filhos de sua mãe, e conta que enfrentou complicações ao nascer e foi salva pelos m&eacute;dicos. Poucos dias depois, recebeu do bisav&ocirc; seu nome indígena, Kunhã Takuá Porã.</p><p style="text-align: justify;">Para ela, a hist&oacute;ria carrega um significado que ultrapassa o pr&oacute;prio nascimento. “Eu nasci do sol, eu sou uma luz para o meu povo e vim, de fato, para falar pelo meu povo e lidar com não indígena.”</p><p style="text-align: justify;">A interpretação que faz hoje daquela narrativa &eacute; direta: “Tenho uma missão nessa terra.”</p><p style="text-align: justify;">O reconhecimento dessa identidade nos documentos, entretanto, demorou. Neusa afirma que enfrentou um processo judicial de três anos at&eacute; conseguir incluir no registro civil o nome indígena que havia recebido do bisav&ocirc;. Seu nome completo consta hoje como Neusa Kunha Taqua Mendonça Martine.</p><p style="text-align: justify;">“Antigamente, a gente tinha que entrar com um processo. A Funai faz um registro e coloca o nome do branco pra gente, enquanto o meu nome &eacute; Neusa, no português.”</p><p style="text-align: justify;">A documentação civil não elimina os direitos específicos assegurados aos povos indígenas, entre eles o respeito a seus costumes e tradições, inclusive na escolha dos nomes.</p><p style="text-align: justify;">A palavra “missão”, que aparece quando fala do nascimento, voltaria a surgir em um dos epis&oacute;dios mais dolorosos de sua trajet&oacute;ria.</p><h2 style="text-align: justify;">“O lugar que era do irmão”</h2><p style="text-align: justify;">Em 8 de janeiro de 2018, o irmão de Neusa, João Mendonça Martins, então vice-cacique, foi assassinado.</p><p style="text-align: justify;">A morte abalou a família e a comunidade. Neusa conta que o povo permaneceu cerca de um ano afastado das atividades do movimento em respeito ao período de luto. Quando chegou o momento de escolher uma nova pessoa para a vice-caciquia, processo que, segundo ela, &eacute; feito com muito cuidado, seu nome foi apresentado pela comunidade depois de muitas reuniões.</p><p style="text-align: justify;">“Para mim foi um choque. Não sei se eu estava ou não preparada. Mas, quando eu vi o jeito que as mulheres e os jovens falavam comigo, eu aceitei. Num momento muito doloroso porque era meu irmão. E dali eu comecei a liderar aquele grupo e estou at&eacute; hoje, há oito anos.”</p><p style="text-align: justify;">A escolha tinha um peso ainda maior porque Neusa estava grávida quando perdeu o irmão.</p><p style="text-align: justify;">Pouco antes do assassinato, quando havia descoberto a gestação, os dois conversaram sobre a vida que João levava como liderança. “Eu falei para o meu irmão: ‘Eu não quero essa vida que você leva, não. Eu quero ter uma família. Quero ter uma vida normal. Uma vida normal de sair, trabalhar, fazer minhas compras, andar na rua como qualquer pessoa’.”</p><p style="text-align: justify;">Segundo Neusa, o irmão respondeu que ela não precisava sacrificar a pr&oacute;pria vida e que ele continuaria cuidando da família. Menos de dois meses depois, João foi assassinado.</p><p style="text-align: justify;">Neusa acabou assumindo justamente a função que dizia não desejar.</p><p style="text-align: justify;">“Agora eu tenho essa missão e meu irmão não está aqui. Agora meu papel &eacute; proteger meu povo.”</p><h2 style="text-align: justify;">Quando defender o territ&oacute;rio passa a significar risco</h2><p style="text-align: justify;">Com a liderança vieram tamb&eacute;m as ameaças.</p><p style="text-align: justify;">Neusa relata ter sofrido ameaças de morte e uma tentativa de homicídio e ter sido incluída em um programa de proteção. Em períodos de maior tensão, afirma precisar de escolta policial.</p><p style="text-align: justify;">“Ameaça de morte. Acho que isso &eacute; o que mais mexe comigo, mexeu muito com meu psicol&oacute;gico [...]. Eu sofri uma tentativa de homicídio e isso mexeu muito comigo, a minha filha era pequenininha e isso foi muito difícil para mim.”</p><p style="text-align: justify;">Para ela, existe uma diferença entre enfrentar a burocracia do Estado e enfrentar a violência. O impacto das ameaças, afirma, alcança tamb&eacute;m as crianças, que convivem com medidas de segurança e presenciam situações de tensão. Neusa demonstra preocupação, sobretudo, com os efeitos desse ambiente sobre as filhas.</p><p style="text-align: justify;">Em um dos períodos mais difíceis, a pressão tamb&eacute;m atingiu sua saúde mental. Neusa conta que enfrentou uma depressão durante a gravidez da segunda filha e tentou tirar a pr&oacute;pria vida.</p><p style="text-align: justify;">Ao recordar aquele período, ela relaciona o epis&oacute;dio &agrave;s ameaças e &agrave; exposição que enfrentava.</p><p style="text-align: justify;">“Eu sou um problema para todo mundo. Sou um problema para o Estado, o prefeito s&oacute; fala de mim, nas redes sociais s&oacute; aparece meu nome com ameaças de morte.”</p><p style="text-align: justify;">Na ocasião, Neusa estava grávida da segunda filha. Segundo seu relato, foi a filha mais velha, então com três anos, quem procurou os vizinhos em busca de ajuda, possibilitando que ela fosse socorrida.</p><p style="text-align: justify;">Depois do epis&oacute;dio, Neusa buscou na natureza uma forma de se reconectar com a ancestralidade e a espiritualidade. Ela atribui ao pai e aos conhecimentos ancestrais transmitidos por ele um papel fundamental em sua recuperação.</p><p style="text-align: justify;">“[...] Ali eu me resgatei, renasci de novo e hoje eu não pretendo jamais pensar nessa possibilidade porque o meu povo precisa de mim [...] Eu fui para a cura mesmo, espiritual, porque era meu espírito que estava sofrendo, não era meu corpo.”</p><p style="text-align: justify;">Ao falar sobre o que viveu, Neusa amplia a experiência pessoal para a necessidade de políticas públicas voltadas &agrave; saúde mental.</p><p style="text-align: justify;">“Isso &eacute; primordial. Isso &eacute; saúde pública. [...] Eu passei por isso, sofri, superei, mas a gente precisa tratar isso.”</p><p style="text-align: justify;"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/09/95719_dde66d376ca53bf75daed2d0e4c7525d.jpg" style="width: 313px;"><br></p><h2 style="text-align: justify;">“Para mim &eacute; justiça”</h2><p style="text-align: justify;">Entre as lutas que atravessam sua trajet&oacute;ria está a demarcação da terra indígena onde vive.</p><p style="text-align: justify;">Questionada sobre o que a demarcação representa para ela para al&eacute;m da posse territorial, Neusa não hesita: “Justiça.”</p><p style="text-align: justify;">A palavra carrega o peso da hist&oacute;ria familiar e a defesa do artigo 231 da Constituição Federal, que reconhece aos povos indígenas sua organização social, costumes, línguas, crenças, tradições e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam.</p><p style="text-align: justify;">“Meu irmão foi assassinado tamb&eacute;m lutando pela demarcação da terra indígena”, afirma.</p><p style="text-align: justify;">Para Neusa, justiça não significa vingança. “Eu não posso simplesmente chegar e falar assim: ‘Eu quero que mate a pessoa que matou meu irmão’. Seria ir&ocirc;nico da minha parte.”</p><p style="text-align: justify;">O que ela reivindica &eacute; outra forma de reparação. “Demarcar terra indígena significa justiça por todos aqueles que tombaram lutando pelo seu territ&oacute;rio.”</p><p style="text-align: justify;">A continuidade do trabalho do irmão tamb&eacute;m aparece na preservação ambiental. Neusa afirma manter um projeto de reflorestamento herdado dele chamado Kaaguy e diz que mais de 100 mil árvores nativas e frutíferas já foram plantadas na aldeia.</p><p style="text-align: justify;">A atuação se estendeu ainda &agrave; educação e &agrave; saúde indígena. Neusa relata ter trabalhado diretamente na gestão da saúde, na ampliação de serviços e em ações voltadas especialmente &agrave; prevenção e &agrave; saúde das mulheres indígenas.</p><h2 style="text-align: justify;">Cultura Guarani</h2><p style="text-align: justify;">Aos 36 anos, mãe de Maya, de quatro anos, e Sofia, de oito, ela mant&eacute;m hábitos ligados &agrave; cultura Guarani, como o artesanato e a culinária tradicional. Extrovertida e brincalhona, diz ser muito ligada &agrave; família, gosta de dançar forr&oacute; e conta que, desde pequena, nunca conseguiu presenciar uma injustiça sem interferir. “Eu ia lá e metia minha colher desde pequena.”</p><p style="text-align: justify;">As filhas acompanham a rotina da mãe. A cena repete, de outra forma, a pr&oacute;pria infância de Neusa: assim como ela acompanhava o pai nas reuniões do movimento indígena, hoje Maya e Sofia crescem acompanhando a mãe. “Em todos os ambientes em que eu estou minhas filhas estão comigo.”</p><p style="text-align: justify;">A família permanece no centro de sua identidade. “Eu sou a raiz do meu povo.”</p><p style="text-align: justify;">Ao olhar para as escolhas feitas ao longo da trajet&oacute;ria, Neusa diz não se arrepender do caminho que seguiu e volta &agrave; ideia de missão, presente em diferentes momentos de sua hist&oacute;ria.</p><p style="text-align: justify;">“Não me arrependo pelas minhas escolhas, aceito a minha missão, minha missão da vida espiritual, e eu agradeço a Deus por ter saúde e por estar nesses espaços e por colocar muitas pessoas de bom coração que me ajudaram muito a chegar onde eu estou.”</p><p style="text-align: justify;">Ela tamb&eacute;m rejeita a ideia de uma trajet&oacute;ria construída individualmente.</p><p style="text-align: justify;">“A luta da Neusa Guarani não &eacute; s&oacute; minha, da Neusa, mas &eacute; uma luta de muita gente que está sempre todos os dias aí lutando dia ap&oacute;s dia e que acredita na minha luta.”</p><p style="text-align: justify;">Há tamb&eacute;m um sonho particular que pretende realizar. Neusa diz querer continuar os estudos e, no futuro, fazer um mestrado.</p><p style="text-align: justify;">“&Eacute; um sonho que eu t&ocirc; empurrando desde o ano passado, nos anos seguintes, mas uma hora vai acontecer. Eu sou nova, estou com 36 anos.”</p><p style="text-align: justify;">A estrutura oferecida &agrave;s crianças nas comunidades tamb&eacute;m aparece entre suas preocupações.</p><p style="text-align: justify;">“Que a gente vê nossas escolas reformadas com refeit&oacute;rio, para nossas crianças poderem ter um espaço onde elas possam brincar.”</p><p style="text-align: justify;">A segurança e a autonomia das mulheres são outra prioridade mencionada por ela.</p><p style="text-align: justify;">“Que a gente possa ter segurança para nossas mulheres, que a gente possa ver nossas mulheres nos espaços de trabalho com dignidade, com autonomia. Eu acho que isso &eacute; uma coisa muito importante.”</p><p style="text-align: justify;">Na educação, Neusa vai al&eacute;m da estrutura física das escolas. Para ela, falar sobre os povos originários não pode se restringir a uma data no calendário escolar. A defesa retoma uma ideia apresentada anteriormente ao falar da política: a participação indígena deve alcançar tamb&eacute;m a maneira como sua hist&oacute;ria e sua cultura são ensinadas.</p><p style="text-align: justify;">Ela defende ainda a preparação dos profissionais da educação para trabalhar a cultura e a hist&oacute;ria indígena nas diferentes redes de ensino e nas universidades.</p><p style="text-align: justify;">“Que a gente possa preparar nossos professores em concursos, t&eacute;cnicos, com capacitações, para que esses professores sejam respeitados tamb&eacute;m, que não sejam perseguidos por levar a cultura dos povos indígenas para as universidades, para as escolas privadas e não privadas, para todas as redes.”</p><p style="text-align: justify;">Nesse ponto, sua trajet&oacute;ria volta a encontrar a educação. A menina que teve medo de falar português, depois reuniu crianças da aldeia para ensinar as primeiras letras e passou a reivindicar uma escola dentro da pr&oacute;pria comunidade, agora coloca entre os objetivos políticos ampliar a presença indígena não apenas nas salas de aula, mas tamb&eacute;m na forma como sua hist&oacute;ria e sua cultura são apresentadas.</p><p style="text-align: justify;">“Esse &eacute; um sonho nosso, que a gente possa, com o nosso mandato, poder efetivar todas essas ações.”</p><p style="text-align: justify;">Neusa faz uma avaliação sobre seu caminho percorrido. “De chegar aqui aonde eu já cheguei, eu já venci.”</p><p style="text-align: justify;">A menina que um dia teve medo de falar português porque riam de seu sotaque cresceu, tornou-se professora, liderança e passou a reivindicar não apenas o direito de falar pelo pr&oacute;prio povo, mas tamb&eacute;m a participação indígena nos espaços onde hist&oacute;rias são contadas e decisões são tomadas.</p><p style="text-align: justify;">No fim da entrevista, diante da pergunta sobre como gostaria que sua hist&oacute;ria fosse contada no futuro, Neusa disse uma resposta simples: simples: “Eu gostaria de ser homenageada ainda viva.”</p><p>                                                                                                                                                                                                                                                                                        </p><p>   </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95722_1005259289-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95722_1005259289-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95722_1005259289-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Cosme e Damião tornam a rua, lugar de passagem, caminho para cidade aberta à memória e à infância</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95656/cosme-damiao-tornam-a-rua-lugar-de-passagem-caminho-para-cidade-aberta-a-memoria-e-a-infancia.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95656/cosme-damiao-tornam-a-rua-lugar-de-passagem-caminho-para-cidade-aberta-a-memoria-e-a-infancia.html</guid>
			<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 12:53:01 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Onde vai ter doce? A pergunta conhecida por gerações de crianças cariocas já começou a circular antes mesmo do dia 27. No M&eacute;ier e no Engenho de Dentro, páginas de bairro no Instagram recorreram aos seguidores para saber quem vai distribuir os tradicionais saquinhos de Cosme e Damião. Endereços e horários informados pelos moradores ajudam a montar uma esp&eacute;cie de mapa para quem pretende sair &agrave; procura dos doces.A forma de encontrar os pontos de distribuição mudou,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Onde vai ter doce? A pergunta conhecida por gerações de crianças cariocas já começou a circular antes mesmo do dia 27. No M&eacute;ier e no Engenho de Dentro, páginas de bairro no Instagram recorreram aos seguidores para saber quem vai distribuir os tradicionais saquinhos de Cosme e Damião. Endereços e horários informados pelos moradores ajudam a montar uma esp&eacute;cie de mapa para quem pretende sair &agrave; procura dos doces.</p><p>A forma de encontrar os pontos de distribuição mudou, mas o destino continua sendo o mesmo: a rua.</p><p>&Eacute; justamente nela que o historiador e escritor Luiz Antonio Simas situa uma das principais características da celebração no Rio. Para ele, embora seja uma festa religiosa, o dia de Cosme e Damião ultrapassou os espaços de culto e se incorporou &agrave; vida cotidiana da cidade.</p><p>“&Eacute; uma festa religiosa, não tenha dúvida, mas que transcendeu os limites da igreja, os limites inclusive at&eacute; dos pr&oacute;prios terreiros, já que o sincretismo &eacute; muito forte. E ela chegou &agrave;s ruas”, afirma.</p><p>Simas define a festa como “rueira”, ligada &agrave;s formas de convivência construídas no espaço público.</p><p>“&Eacute; festa de igreja, &eacute; festa de terreiro, mas &eacute; festa de quintal, &eacute; festa de esquina, &eacute; festa de calçada. Eu acho que isso talvez seja o mais interessante at&eacute;.”</p><p>A comemoração tamb&eacute;m guarda uma particularidade no calendário. Simas explica que a Igreja Cat&oacute;lica celebra atualmente Cosme e Damião em 26 de setembro, enquanto o dia 27 permaneceu fortemente ligado &agrave; tradição popular brasileira e &agrave;s religiões de matriz africana. Segundo o historiador, a mudança da data no calendário cat&oacute;lico ocorreu durante a reforma litúrgica promovida no pontificado de Paulo VI, ficando o dia 27 dedicado a São Vicente de Paulo.</p><p><span style="font-size: 18px;">A rua mudou, com prioridade para a circulação de corpos apressados para o trabalho</span></p><p>Se a rua se tornou parte fundamental da festa, as mudanças na vida urbana tamb&eacute;m repercutem sobre ela.</p><p>Para Simas, esse processo não atinge apenas Cosme e Damião, mas diferentes formas de convivência construídas no cotidiano. Botequins, terreiros, quitandas, barbearias e pequenos com&eacute;rcios fazem parte desse universo.</p><p>“&Eacute; a rua que está em jogo aí, n&eacute;? A gente quer uma cidade em que a rua seja vista prioritariamente como um lugar de encontro ou pensada a partir da circulação de mercadoria e de corpos apressados em direção ao trabalho. Essa &eacute; a questão, &eacute; a rua.”</p><p>Nesse contexto, a discussão não passa apenas pela permanência dos saquinhos, mas pelas mudanças na experiência de sair de casa, encontrar vizinhos e circular pelo bairro.</p><p>Nos subúrbios, essa relação assume características pr&oacute;prias.</p><p>“Os subúrbios constroem suas sociabilidades numa cidade que não &eacute; a cidade do cartão-postal. Não &eacute; a cidade de Copacabana, da Zona Sul, do Pão de Açúcar, do Corcovado. Não &eacute; a cidade da Lagoa.”</p><p>Simas relaciona a força da celebração nessas regiões tamb&eacute;m &agrave; hist&oacute;ria da Umbanda e &agrave; presença de terreiros em áreas como Madureira, Cascadura, Quintino e Estácio. Ao mesmo tempo, chama atenção para uma forma de convivência construída longe da imagem turística da cidade.</p><p>“Você constr&oacute;i sociabilidade no cotidiano miúdo, essa miudeza cotidiana.”</p><p><span style="font-size: 18px;">De geração a geração, apego pela f&eacute; desafia em cada saquinho ritmo hostil da vida moderna</span></p><p>&Eacute; nesse cotidiano que o costume tamb&eacute;m se mant&eacute;m dentro das famílias.</p><p>Na casa de Dona Ivanilde Alves, de 85 anos, a distribuição começou há mais de quatro d&eacute;cadas, a partir de uma promessa pela recuperação de um familiar. A promessa foi cumprida, mas o hábito permaneceu e chegou &agrave; filha Andrelina, de 53 anos, e &agrave; neta Maria Carolina, de 19.</p><p>“Começou com a promessa, mas a gente continuou pela tradição. Eu adoro”, conta Andrelina.</p><p>Se pudesse, ela aumentaria a quantidade distribuída. “Meu sonho era dar uns 500 saquinhos”, diz, ao falar do custo para comprar os doces e prepará-los.</p><p>Na família, um gesto iniciado pela f&eacute; atravessou mais de 40 anos e passou a fazer parte tamb&eacute;m da mem&oacute;ria de outras gerações.</p><p><span style="font-size: 18px;">Demonização dos terreiros por seitas fundamentalistas faz intolerância chegar &agrave;s crianças</span></p><p>A dimensão popular da festa, por&eacute;m, não apaga sua origem religiosa nem os conflitos que podem acompanhá-la.</p><p>Simas aponta como um desses fatores a atuação de segmentos religiosos que demonizam práticas ligadas aos terreiros. Embora Cosme e Damião sejam santos cat&oacute;licos, lembra, a devoção tamb&eacute;m ganhou forte presença na Umbanda e em outras tradições afro-brasileiras.</p><p>O preconceito pode chegar justamente a um dos símbolos mais conhecidos da data: o doce entregue &agrave;s crianças.</p><p>Ivanir dos Santos, p&oacute;s-doutor em Hist&oacute;ria Comparada pela UFRJ e atuante no enfrentamento &agrave; intolerância religiosa, afirma ter conhecimento de situações em que crianças são orientadas a recusar os saquinhos por sua associação &agrave;s religiões de matriz africana.</p><p>“Sim, existem relatos de pessoas que orientam crianças a não receber esses doces por associá-los &agrave;s religiões de matriz africana. O preconceito aparece justamente quando uma tradição religiosa &eacute; tratada como algo negativo ou que deve ser evitado”, afirma.</p><p>Para Ivanir, receber o doce não significa aderir &agrave; religião de quem o oferece.</p><p>“A distribuição de doces representa, em muitas tradições, a partilha, a generosidade e a celebração. O que costuma ser mal compreendido &eacute; que receber um doce não significa aderir a uma religião. &Eacute; uma manifestação cultural e religiosa que deve ser respeitada.”</p><p>Ele chama atenção ainda para o que pode ser transmitido &agrave;s novas gerações quando a recusa &eacute; motivada pelo preconceito.</p><p>“Esse gesto pode revelar um preconceito, arraigado &agrave; intolerância religiosa, que &eacute; transmitido &agrave;s crianças desde cedo. &Eacute; importante ensinar que cada pessoa tem o direito de seguir sua religião, mas tamb&eacute;m deve respeitar as crenças e tradições dos outros.”</p><p><span style="font-size: 18px;">Da festa &agrave; moda, a tradição da festa dedicada aos erês se reinventa</span></p><p></p><figure class="img-legenda"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/09/95655_396b8caf3a33565dbb71e4b3eeaea662.jpg" style="width: 100%;"><figcaption class="img-legenda-texto">Parceria de Luiz Simas com marca Chico Rei ilustra apelo da cultura de fresta, da busca de brechas para expressar crenças e interesses dos oprimidos, como os escravizados e os pobres Foto Divulgação</figcaption></figure><p>Enquanto enfrenta essas tensões, a festa tamb&eacute;m chega a outros espaços. Neste mês, a parceria de Simas com a marca Chico Rei ganhou novas peças inspiradas em Cosme, Damião e Doum, ilustradas pelo artista Philipe Kaoká. Camisetas, caneca e bandeira decorativa levam referências da celebração para a moda e para objetos do cotidiano.</p><p>“A coleção nasce de uma mem&oacute;ria muito brasileira, que atravessa a infância, a rua, o samba e diferentes formas de celebrar a vida. A ideia foi transformar essa mem&oacute;ria em estampas que tamb&eacute;m dialogam com a linguagem da Chico Rei e com o trabalho do Simas e do Kaoká”, afirma Vitor Vizeu, diretor de marketing da marca.</p><p>Simas relaciona a parceria a um conceito que utiliza para pensar a cultura popular: a “cultura de fresta”.</p><p>“Eu entendo a cultura popular como cultura de fresta. As frestas, ou seja, a ocupação dos espaços, a ocupação das brechas, a ressignificação de certos elementos que a priori não pertenceriam &agrave; cultura popular e passam a pertencer.”</p><p>A proposta dialoga ainda com sua produção literária. A cultura de rua está presente em O Corpo Encantado das Ruas, enquanto Cosme e Damião são tema do livro infantil As Três Estrelas do C&eacute;u: Cordel para Cosme e Damião, lançado em 2025.</p><p>“Eu acho que faz parte mesmo de uma estrat&eacute;gia de ocupação de espaço de forma política e po&eacute;tica. Porque eu não acredito numa política que não seja po&eacute;tica. E eu realmente não acredito numa po&eacute;tica que não seja política”, define Simas.</p><p>Da calçada &agrave;s redes sociais, da mem&oacute;ria familiar &agrave; moda, a festa encontra novas formas de circular. No dia 27, por&eacute;m, &eacute; novamente nas ruas que esse movimento se materializa, quando os endereços compartilhados pelo celular ajudam crianças aos pontos onde os saquinhos serão entregues.</p><p>Mudam os caminhos para encontrá-los, mas permanece o gesto que atravessou gerações: de um lado, algu&eacute;m prepara e oferece; do outro, algu&eacute;m sai em busca do doce.</p><p><br></p><p><br>    </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95656_devocao-a-cosme-damiao-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95656_devocao-a-cosme-damiao-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95656_devocao-a-cosme-damiao-jpg.jpg" medium="image">
				 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Mercado imobiliário transforma celebridades em estratégia de marca e vendas</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95580/mercado-imobiliario-transforma-celebridades-em-estrategia-de-marca-e-vendas.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95580/mercado-imobiliario-transforma-celebridades-em-estrategia-de-marca-e-vendas.html</guid>
			<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 19:26:13 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O mercado imobiliário, um dos mais competitivos atualmente, passa por uma transformação em que artistas, atletas, empresários e personalidades deixam de ocupar apenas o espaço de garotos-propaganda para se transformar em ativos estrat&eacute;gicos capazes de agregar reputação, lifestyle, audiência, relacionamento, acesso a comunidades espec&iacute;ficas e, em alguns casos, participação efetiva na construção de novos neg&oacute;cios.O movimento sinaliza uma mudança importante na...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O mercado imobiliário, um dos mais competitivos atualmente, passa por uma transformação em que artistas, atletas, empresários e personalidades deixam de ocupar apenas o espaço de garotos-propaganda para se transformar em ativos estrat&eacute;gicos capazes de agregar reputação, lifestyle, audiência, relacionamento, acesso a comunidades espec&iacute;ficas e, em alguns casos, participação efetiva na construção de novos neg&oacute;cios.</p><p style="text-align: justify; ">O movimento sinaliza uma mudança importante na forma como o mercado imobiliário constr&oacute;i valor. Uma l&oacute;gica já consolidada em setores como moda, esporte, entretenimento e luxo começa a avançar sobre o real estate. Atributos f&iacute;sicos continuam fundamentais, mas já não são suficientes para diferenciar produtos voltados a consumidores de maior poder aquisitivo. Localização, arquitetura, metragem e infraestrutura passam a dividir espaço com elementos menos tang&iacute;veis, como identificação, experiência, pertencimento, reputação e acesso a determinado universo de marca.</p><p style="text-align: justify; ">A transformação encontra respaldo em um fen&ocirc;meno internacional ainda mais amplo: a expansão do branded real estate. Levantamento global da Knight Frank citado no material mostra que o n&uacute;mero de projetos de branded residences saltou de 169, em 2011, para 611 em 2025 e deve alcançar 1.019 at&eacute; 2030. O estudo analisou mais de mil empreendimentos em 83 pa&iacute;ses e aponta entre os movimentos do setor justamente a expansão das colaborações para al&eacute;m da hotelaria tradicional, incorporando universos como moda, autom&oacute;veis, gastronomia, rel&oacute;gios e wellness.</p><p style="text-align: justify; ">O que está por trás desse movimento &eacute; uma mudança de l&oacute;gica: o im&oacute;vel deixa de ser comunicado somente como produto f&iacute;sico para tamb&eacute;m ser constru&iacute;do como marca, experiência e s&iacute;mbolo de pertencimento. E &eacute; justamente nesse territ&oacute;rio que a associação com personalidades começa a se tornar mais sofisticada. O n&uacute;mero de seguidores deixa de ser o &uacute;nico indicador relevante. Afinidade com o conceito, reputação, capacidade de mobilizar comunidades, networking, poder de influência e conexão com potenciais compradores e investidores passam a fazer parte da equação.</p><p style="text-align: justify; ">No Brasil, uma das que vem experimentando esse modelo &eacute; a TOM Incorporadora, a partir de uma estrat&eacute;gia que procura integrar desenvolvimento imobiliário, lifestyle, relacionamento e neg&oacute;cios. Com uma gestão jovem e uma proposta baseada na criação de projetos exclusivos e em novos modelos de relacionamento com o consumidor, a incorporadora utiliza parcerias estrat&eacute;gicas como parte da pr&oacute;pria concepção de seus empreendimentos. Um dos principais exemplos &eacute; o Atlantis One, projeto de alto padrão em Igaratá, no interior de São Paulo, com VGV estimado em R$ 250 milhões, desenvolvido dentro de um ecossistema que re&uacute;ne a TOM, a NR Sports e parceiros ligados a diferentes universos de consumo e lifestyle.</p><p style="text-align: justify; ">A presença do empresário e comunicador Felipe Titto no projeto ajuda a traduzir a diferença entre o modelo tradicional de publicidade e essa nova dinâmica. Titto não entra simplesmente como rosto de uma campanha. Sua participação &eacute; estruturada como parceiro de neg&oacute;cios, agregando visão empreendedora, capacidade de relacionamento e conexão com uma rede de contatos alinhada ao perfil de p&uacute;blico pretendido pelo empreendimento.</p><p style="text-align: justify; ">A aproximação com a NR Sports e com o universo de Neymar reforça essa mesma l&oacute;gica. Mais do que utilizar o reconhecimento de nomes conhecidos para gerar exposição, a proposta &eacute; construir um ecossistema capaz de conectar mercado imobiliário, esporte, entretenimento, empreendedorismo, experiências e relacionamento. A influência passa, assim, a funcionar como extensão das estrat&eacute;gias comercial e de branding, aproximando o empreendimento de p&uacute;blicos que muitas vezes não seriam alcançados apenas pelos canais tradicionais de comunicação.</p><p style="text-align: justify; ">“Não acreditamos na celebridade colocada artificialmente em uma campanha apenas para gerar exposição. Quando existe identificação entre a pessoa, o conceito do empreendimento e o p&uacute;blico que queremos atingir, essa relação pode ir muito al&eacute;m da publicidade. Ela gera conexão, abre novos ambientes de relacionamento e ajuda a construir uma comunidade em torno do projeto.”, afirma Mazzeo, CEO da TOM Incorporadora.</p><p style="text-align: justify; ">A projeção de mais de mil projetos de branded residences no mundo at&eacute; 2030 mostra que a aproximação entre mercado imobiliário, marcas e universos de lifestyle está longe de ser apenas uma ação pontual de marketing. Faz parte de uma transformação mais profunda sobre como empreendimentos de alto padrão são concebidos, posicionados e comercializados. Audiência pode se transformar em comunidade, reputação pode agregar significado ao produto e networking pode se converter em acesso, relacionamento e oportunidades comerciais.</p><p style="text-align: justify;">Para a TOM, esse movimento tamb&eacute;m ajuda a antecipar um novo papel para a influência dentro do real estate. Mais do que contratar alcance, o mercado começa a construir ecossistemas de influência, reputação, relacionamento e neg&oacute;cios em torno dos empreendimentos.</p><p style="text-align: justify;"><br></p><p style="text-align: justify; "><br></p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95580_1005240365-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95580_1005240365-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95580_1005240365-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Felipe Titto faz propaganda da TOM Incorporadora. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Alerj debate oferta gratuita de protetores auriculares a autistas em espaços públicos e centros comerciais</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95541/alerj-debate-oferta-gratuita-de-protetores-auriculares-a-autistas-em-espacos-publicos-e-centros-come.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95541/alerj-debate-oferta-gratuita-de-protetores-auriculares-a-autistas-em-espacos-publicos-e-centros-come.html</guid>
			<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 14:22:12 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Projeto de Lei 455/23, que obriga estádios de futebol, ginásios, bares, restaurantes, shopping centers, centros comerciais e estabelecimentos similares a fornecerem gratuitamente protetores auriculares &agrave;s pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), será analisado em primeira discussão, nesta terça-feira (22/09), pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Pessoas com o transtorno podem apresentar hipersensibilidade auditiva, e a proposta busca reduzir o...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="margintop11">O <a href="http://www3.alerj.rj.gov.br/lotus_notes/default.asp?id=161&URL=L3NjcHJvMjMyNy5uc2YvMGM1YmY1Y2RlOTU2MDFmOTAzMjU2Y2FhMDAyMzEzMWIvMDBiMjE3NDIxMTA2NzQ4ZDAzMjU4OTc0MDA2MDM5NGM/T3BlbkRvY3VtZW50JkhpZ2hsaWdodD0wLDIwMjMwMzAwNDU1&">Projeto de Lei 455/23</a>, que obriga estádios de futebol, ginásios, bares, restaurantes, shopping centers, centros comerciais e estabelecimentos similares a fornecerem gratuitamente protetores auriculares &agrave;s pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), será analisado em<strong> primeira discussão</strong>, nesta terça-feira (22/09), pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Pessoas com o transtorno podem apresentar hipersensibilidade auditiva, e a proposta busca reduzir o desconforto provocado por ruídos nesses ambientes. Caso receba emendas parlamentares, o projeto sairá de pauta.</p><p class="margintop11">Segundo o texto, os locais deverão reservar ambientes especiais para a retirada do equipamento e definir regras de responsabilidade pelo uso. Esses pontos de retirada deverão ser diferenciados dos destinados ao público geral e sinalizados com o símbolo mundial da conscientização sobre o autismo.</p><p class="margintop11">Entre os objetivos da proposta estão promover a inclusão, garantir a acessibilidade, estimular a prática de esporte e lazer, fortalecer o vínculo com a comunidade e contribuir para o desenvolvimento das pessoas com TEA.</p><p class="margintop11"><a href="https://www2.alerj.rj.gov.br/ordemdodia/">Confira todos os projetos que serão votados no Parlamento fluminense.</a></p><p class="margintop11">As sessões plenárias são transmitidas ao vivo pela TV Alerj nos canais 10.2 da TV aberta e no <a href="https://www.youtube.com/@TVALERJCanal">YouTube</a>. As votações acontecem a partir das 15h.</p><p class="margintop11"><strong>Veja a seguir os demais projetos que serão apreciados:</strong></p><p class="margintop11"><span style="font-size: 18px;">Projeto amplia políticas de valorização e ensino da capoeira no Estado do Rio de Janeiro</span></p><p class="margintop11"><a href="https://www3.alerj.rj.gov.br/lotus_notes/default.asp?id=144&URL=L3NjcHJvMTkyMy5uc2YvMGM1YmY1Y2RlOTU2MDFmOTAzMjU2Y2FhMDAyMzEzMWIvOThlYmEzYzUzNjM3NzdhOTAzMjU4ZTc0MDA2NzMxNWM/T3BlbkRvY3VtZW50JkhpZ2hsaWdodD0wLDIwMjIwMzA2MTY0&">Projeto de Lei 6.164/22</a>: O Programa Estadual de Capoeira poderá ganhar novas diretrizes para ampliar a valorização, a preservação e o ensino da prática no Estado do Rio. A medida, que será analisada em <strong>primeira discussão</strong> pela Alerj, reforça o reconhecimento da capoeira como atividade educativa, cultural e de participação social. O texto altera a legislação estadual sobre o tema e autoriza a inclusão da capoeira no currículo da rede pública estadual durante toda a Educação Básica. Caso seja aprovada, a medida seguirá para sanção ou veto do governador.</p><p class="margintop11">A proposta estabelece como princípios do programa a valorização dos elementos hist&oacute;ricos, &eacute;tnico-raciais e culturais africanos e afro-brasileiros, al&eacute;m do reconhecimento da comunidade da capoeira como responsável pela manutenção e transmissão dessa manifestação cultural.</p><p class="margintop11">Entre as medidas previstas estão a criação do Centro de Referência e Mem&oacute;ria da Capoeira do Estado do Rio de Janeiro e o apoio &agrave; formação e ao intercâmbio de capoeiristas, &agrave; realização de oficinas, cursos, seminários, encontros e rodas, al&eacute;m da produção e divulgação de livros e materiais audiovisuais que preservem as hist&oacute;rias de mestres e mestras da capoeira.</p><p class="margintop11">A proposta ainda atualiza a legislação para declarar o Ofício dos Mestres e das Mestras de Capoeira e a Roda de Capoeira como Patrim&ocirc;nio Cultural de Natureza Imaterial do Estado do Rio. Al&eacute;m disso, estabelece que o Dia da Capoeira seja celebrado anualmente em 1º de maio, em homenagem a Francisco da Silva Cyríaco, capoeirista de Campos dos Goytacazes que venceu, nesta data, em 1907, uma luta entre capoeira e jiu-jítsu.</p><p class="margintop11"> </p><p class="margintop11"><span style="font-size: 18px;">Cartazes sobre desfibrilador obrigat&oacute;rio podem ser exigidos em centros de treinamento</span></p><p class="margintop11"><a href="http://www3.alerj.rj.gov.br/lotus_notes/default.asp?id=161&URL=L3NjcHJvMjMyNy5uc2YvMGM1YmY1Y2RlOTU2MDFmOTAzMjU2Y2FhMDAyMzEzMWIvNDZhNzFiOTg5MjVkYmZlNzAzMjU4ZTc1MDA1ZTZjZjk/T3BlbkRvY3VtZW50JkhpZ2hsaWdodD0wLDIwMjUwMzA1NTEx&">Projeto de Lei 5.511/25</a>: Cartazes informativos sobre a obrigatoriedade de disponibilização de desfibrilador semiautomático para uso imediato poderão ser exigidos em centros de treinamento desportivo, clínicas m&eacute;dicas, laborat&oacute;rios e estabelecimentos similares onde sejam realizados testes de esforço ou de estresse físico. A medida será analisada em <strong>segunda discussão</strong> pela Alerj e, caso seja aprovada, seguirá para sanção ou veto do governador.</p><p class="margintop11">O texto altera a Lei 7.275/16, que já torna obrigat&oacute;ria a presença do desfibrilador nesses locais. O novo projeto acrescenta a exigência do cartaz mencionar o número dessa lei e indicar a exata localização do desfibrilador, al&eacute;m das sanções do C&oacute;digo de Defesa do Consumidor previstas em caso de descumprimento.</p><p class="margintop11">Segundo o projeto, a divulgação tamb&eacute;m poderá ser feita por meio de placas ou cartazes físicos, QR Codes que direcionem para conteúdos digitais, pain&eacute;is eletr&ocirc;nicos, displays, aplicativos ou outros recursos tecnol&oacute;gicos equivalentes. O objetivo, segundo a proposta, &eacute; dar publicidade &agrave; obrigatoriedade já existente.</p><p class="margintop11"> </p><p class="margintop11"><span style="font-size: 18px;">Proteção e Educação para Crianças Diab&eacute;ticas prevê oferta gratuita de medidores de glicose</span></p><p class="margintop11"><a href="http://www3.alerj.rj.gov.br/lotus_notes/default.asp?id=161&URL=L3NjcHJvMjMyNy5uc2YvMGM1YmY1Y2RlOTU2MDFmOTAzMjU2Y2FhMDAyMzEzMWIvNTc1ODBmZjZiM2Q3OTY2OTAzMjU4YzE0MDA3NTc2Y2U/T3BlbkRvY3VtZW50JkhpZ2hsaWdodD0wLDIwMjUwMzA0NjQ1&">Projeto de Lei 4.645/25</a>: O Estado do Rio poderá passar a contar com um programa de proteção e educação para crianças com diabetes. A proposta, que será analisada em <strong>primeira discussão</strong> na Casa, prevê a distribuição gratuita de aparelhos medidores de glicose e a realização de atividades formativas de reeducação alimentar. Caso receba emendas parlamentares, o projeto sairá de pauta.</p><p class="margintop11">O programa será destinado a crianças com diagn&oacute;stico de diabetes tipo 1 ou 2, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida delas. Segundo o texto, o Estado deverá fornecer aos representantes legais, sem custo, aparelhos medidores de glicose de modelos que dispensem amostra de sangue. Os responsáveis receberão treinamento para o uso correto e a manutenção dos dispositivos.</p><p class="margintop11">O Executivo estadual poderá ainda estabelecer serviço de reeducação alimentar e acompanhamento nutricional para os beneficiários. No caso de crianças de at&eacute; seis anos, um dos responsáveis deverá participar do processo formativo.</p><p class="margintop11"><br><span style="font-size: 18px;">America Football Club, fundado em 1904, pode ser reconhecido como Patrim&ocirc;nio Hist&oacute;rico</span></p><p class="margintop11"><a href="https://www3.alerj.rj.gov.br/lotus_notes/default.asp?id=161&URL=L3NjcHJvMjMyNy5uc2YvMGM1YmY1Y2RlOTU2MDFmOTAzMjU2Y2FhMDAyMzEzMWIvNjk4ZjdiNDViY2YxNWUwODAzMjU4YzhiMDA2MGU4MjM/T3BlbkRvY3VtZW50JkhpZ2hsaWdodD0wLDIwMjQwMzAzMTg1&">Projeto de Lei 3.185/24</a>: O Parlamento fluminense vota, em<strong> segunda discussão</strong>, a medida que declara o America Football Club como Patrim&ocirc;nio Hist&oacute;rico, Cultural e Imaterial do Estado do Rio de Janeiro. Caso seja aprovada, a medida seguirá para sanção ou veto do governador.</p><p class="margintop11">O America Football Club foi fundado em 18 de setembro de 1904 e &eacute; originário da região da Grande Tijuca, Zona Norte do Rio. A agremiação &eacute; um dos clubes mais tradicionais do país e soma conquistas como a International Soccer League (1962), o Torneio dos Campeões da CBF (1982), sete títulos do Campeonato Carioca e a primeira edição da Taça Rio, tamb&eacute;m em 1982.</p><p class="margintop11">O projeto destaca a importância hist&oacute;rica do clube, primeiro no Brasil a ser batizado com o nome do continente americano. Em 2020, o America obteve do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) o registro exclusivo da marca America Football Club e do símbolo AFC.    </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95541_protetores-auriculares-foto-prefeitura-municipal-de-cascavel-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95541_protetores-auriculares-foto-prefeitura-municipal-de-cascavel-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95541_protetores-auriculares-foto-prefeitura-municipal-de-cascavel-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Protetores auriculares s&atilde;o essenciais para autistas mais sens&iacute;veis a est&iacute;mulos sonoros. Foto Prefeitura Municipal de Cascavel]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Aposta online, quando repetida compulsivamente, ameaça saúde mental e dá margem a sanção trabalhista</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95498/aposta-online-quando-repetida-compulsivamente-ameaca-saude-mental-e-da-margem-a-sancao-trabalhista.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95498/aposta-online-quando-repetida-compulsivamente-ameaca-saude-mental-e-da-margem-a-sancao-trabalhista.html</guid>
			<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 12:16:21 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Em poucos toques no celular, &eacute; possível apostar sem sair da mesa de trabalho. Essa facilidade levou para dentro do expediente uma questão que envolve tanto disciplina profissional quanto saúde mental. Se a prática prejudica tarefas ou viola regras da empresa, pode gerar sanções. Quando se torna persistente e difícil de interromper, tamb&eacute;m pode ser um sinal de que o problema exige cuidado especializado.Nos dois casos, a repetição do comportamento chama atenção, mas tem...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="Normal1">Em poucos toques no celular, &eacute; possível apostar sem sair da mesa de trabalho. Essa facilidade levou para dentro do expediente uma questão que envolve tanto disciplina profissional quanto saúde mental. Se a prática prejudica tarefas ou viola regras da empresa, pode gerar sanções. Quando se torna persistente e difícil de interromper, tamb&eacute;m pode ser um sinal de que o problema exige cuidado especializado.</p><p class="Normal1">Nos dois casos, a repetição do comportamento chama atenção, mas tem significados diferentes. Para a empresa, pode ajudar a demonstrar negligência no trabalho. Na área da saúde, pode indicar perda de controle sobre as apostas. Uma situação não comprova automaticamente a outra, e cabe ao empregador estabelecer limites profissionais, não diagnosticar o trabalhador.</p><p class="Normal1">A advogada trabalhista Silvia Correia explica que uma aposta isolada não deve receber o mesmo tratamento de uma prática recorrente que interfere no desempenho do empregado.</p><p class="Normal1">"Não existe uma regra que determine a demissão automática de qualquer profissional que realize uma aposta no ambiente de trabalho. Há uma distinção evidente entre o trabalhador que faz uma operação pontual em seu celular particular durante o intervalo e aquele que compromete suas atribuições para acompanhar jogos ou realizar apostas recorrentes durante a jornada", afirma.</p><p class="Normal1">Segundo a especialista, o uso do celular ganha relevância disciplinar quando deixa de ser uma interrupção rápida e começa a prejudicar a rotina profissional.</p><p class="Normal1">"Não &eacute; aquela entrada e saída rápida. &Eacute; uma permanência que acaba impactando o trabalho. O superior passa uma vez e o empregado está na plataforma; passa novamente e ele continua. Ao mesmo tempo, as tarefas começam a levar mais tempo do que normalmente levariam", exemplifica.</p><h2><span style="font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0);"><a name="_krrtxyk0u3zm"></a><span style="font-size: 18px;">Quando pode haver desídia, negligência ou desleixo no exercício da função</span></span></h2><p class="Normal1">A desídia, prevista no artigo 482 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), corresponde &agrave; negligência ou ao desleixo no exercício da função. Sua caracterização geralmente depende da repetição da conduta e da demonstração de prejuízo ao serviço, como atrasos, redução do rendimento ou descumprimento de tarefas.</p><p class="Normal1">"A desídia &eacute; um comportamento. Por isso, normalmente não &eacute; um único ato que vai caracterizá-la. A empresa precisa demonstrar a repetição e o impacto no trabalho", explica Silvia.</p><p class="Normal1">Advertências e suspensões anteriores podem dar sustentação a uma futura dispensa motivada, desde que a empresa observe a proporcionalidade entre a falta e a punição. <br> <br> <a name="_rfp2qjfi5xn8"></a>A CLT inclui, no artigo 482, alínea “l”, a “prática constante de jogos de azar” entre as hip&oacute;teses de dispensa por justa causa. Isso não significa, entretanto, que toda aposta realizada em uma plataforma regulamentada leve automaticamente a esse enquadramento. A aplicação do dispositivo depende das circunstâncias e da análise jurídica de cada caso.<br><br> <span style="font-size: 18px;">Antes da punição, regra e alcance devem ser explicitadas. Aplicação deve valer para todos</span></p><p class="Normal1">Quando a empresa proíbe expressamente apostas ou jogos durante o expediente, o descumprimento pode ser enquadrado como ato de indisciplina, tamb&eacute;m previsto no artigo 482 da CLT. Para Silvia, entretanto, não basta criar a regra: &eacute; necessário informá-la aos trabalhadores, explicar seu alcance e aplicá-la de maneira uniforme.</p><p class="Normal1">"O melhor caminho &eacute; incluir a proibição no c&oacute;digo de conduta e dar conhecimento desta norma aos empregados. A empresa pode informar que não admite jogos durante o expediente e esclarecer que, se a pessoa quiser apostar, deverá fazê-lo no intervalo", orienta.</p><p class="Normal1">A existência de uma norma interna tamb&eacute;m não autoriza a aplicação automática da demissão sem ou por justa causa. A punição deve ser proporcional, coerente com a gravidade da conduta e fundamentada em fatos documentados.</p><p class="Normal1">"A empresa precisa fazer esse planejamento e informar. &Eacute; o famoso ‘combinado não sai caro’. Quando o empregado conhece a norma e, ainda assim, descumpre, a situação fica mais clara", acrescenta.</p><p class="Normal1">A situação muda quando a aposta ocorre durante o intervalo e em um aparelho particular. Segundo Silvia, a empresa não pode exercer sobre esse período o mesmo controle aplicado ao tempo de trabalho.</p><p class="Normal1">Durante a jornada, a organização pode estabelecer regras para o uso de celulares, computadores, redes e sistemas corporativos. O monitoramento dos recursos fornecidos pelo empregador, por&eacute;m, deve ser previamente informado e restrito &agrave; finalidade profissional, sem acesso indiscriminado ao conteúdo privado do funcionário.</p><p class="Normal1">"Se o trabalhador sabe que o sistema &eacute; monitorado, conhece a norma interna e, ainda assim, pratica a conduta proibida, fica caracterizado o descumprimento da regra", diz Silvia.</p><p class="Normal1"> </p><p class="Normal1"><b> </b><span style="font-size: 18px;">Aposta repetida pode ser sinal de adoecimento e tem atendimento nas UBSs e nos CAPS</span></p><p class="Normal1">Se, no campo trabalhista, a repetição pode ajudar a caracterizar a desídia, na saúde ela assume outro significado. Apostar repetidamente não &eacute; suficiente, por si s&oacute;, para diagnosticar um transtorno, mas a dificuldade de controlar a prática e sua continuidade apesar dos prejuízos são sinais que merecem atenção.</p><p class="Normal1">A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica o transtorno do jogo entre os transtornos decorrentes de comportamentos aditivos. Segundo a entidade, o quadro envolve perda de controle sobre as apostas, prioridade crescente dada ao jogo em relação a outros interesses e continuidade da prática apesar das consequências negativas. Para sua caracterização, o comportamento deve provocar comprometimento significativo da vida pessoal, familiar, social ou profissional.</p><p class="Normal1">O Minist&eacute;rio da Saúde aponta como sinais de alerta apostar por mais tempo ou gastar mais do que o planejado, não conseguir reduzir ou interromper a prática, esconder o comportamento, apresentar alterações no sono e no humor e comprometer o orçamento pessoal ou familiar.</p><p class="Normal1">O cuidado pode envolver acompanhamento individual ou em grupo por uma equipe multiprofissional e, em alguns casos, o uso de medicamentos. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece acolhimento nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e atendimento especializado nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).</p><p class="Normal1">Tamb&eacute;m está disponível o teleatendimento psicol&oacute;gico gratuito para pessoas com necessidades relacionadas a jogos de apostas, familiares e integrantes da rede de apoio. Para solicitar o serviço pela internet, o usuário deve responder a um autoteste e fazer o cadastro com CPF ou Cartão Nacional do SUS. Depois, poderá agendar uma teleconsulta conforme a disponibilidade.</p><p class="Normal1">Os atendimentos são realizados de segunda a sexta-feira, das 8h &agrave;s 20h, e aos sábados, das 8h &agrave;s 14h. O acesso &eacute; feito pela página da Estrat&eacute;gia Nacional de Telessaúde em Saúde Mental para Pessoas com Necessidades Relacionadas a Jogos de Apostas, no portal Gov.br.</p><h2><span style="font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0);"><span style="font-size: 18px;">Plataforma de Autoexclusão online, do Minist&eacute;rio da Fazenda, ainda &eacute; pouco conhecida</span></span></h2><h2><span style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 14px; font-weight: normal;">Outra ferramenta disponível &eacute; a Plataforma Centralizada de Autoexclusão, do Minist&eacute;rio da Fazenda. O serviço gratuito permite que qualquer cidadão brasileiro solicite, de uma s&oacute; vez, o bloqueio do pr&oacute;prio acesso a todas as plataformas autorizadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas.</span></h2><p class="Normal1">A restrição pode ser estabelecida por prazo determinado ou indeterminado. Durante o período escolhido, o usuário não poderá acessar as bets autorizadas nem receber publicidade direcionada dessas empresas. A solicitação deve ser feita com uma conta Gov.br de nível prata ou ouro. Segundo a página oficial do serviço, as plataformas de apostas podem levar at&eacute; 72 horas, contadas a partir da identificação da solicitação, para efetivar o bloqueio.</p><p class="Normal1">At&eacute; agosto de 2026, a Plataforma Centralizada de Autoexclusão havia registrado mais de 1,2 milhão de pedidos voluntários de bloqueio, segundo o Minist&eacute;rio da Fazenda.</p><p class="Normal1">Apesar da procura, o mecanismo ainda &eacute; desconhecido por grande parte da população. A pesquisa "Mulheres & Bets", realizada pelo Estúdio CLARICE em parceria com a Estrat&eacute;gia Latina e o Instituto de Pesquisa IDEIA, mostrou que 71% dos entrevistados nunca tinham ouvido falar do sistema de autoexclusão. Outros 22% conheciam a ferramenta, mas nunca a haviam utilizado, e apenas 7% disseram já ter recorrido ao mecanismo.</p><p class="Normal1">O desconhecimento era maior entre as mulheres: 74%, ante 66% dos homens.</p><p class="Normal1">A etapa quantitativa ouviu 2.008 pessoas, sendo 1.062 mulheres e 946 homens, em todo o país, nos dias 8 e 9 de julho de 2026. As cotas seguiram a distribuição populacional do Censo 2022 e da Pnad 2025. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e margem de erro aproximada de 2,2 pontos percentuais.</p><h2><span style="font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0);"><a name="_2ja8d4i2w9bj"></a><span style="font-size: 18px;">Governo estuda MP proibindo cassinos online e limitando anúncios publicitários de bets</span></span></h2><p class="Normal1">O governo federal discute a elaboração de uma medida provis&oacute;ria que pode proibir os cassinos online, al&eacute;m de estabelecer limitações &agrave;s apostas e &agrave; publicidade.<br> <br> O texto da medida provis&oacute;ria ainda não foi apresentado, e seu alcance permanece em discussão. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo realizou reuniões para tratar do assunto e manifestou disposição pessoal para restringir os jogos, ao relacionar as apostas &agrave; dependência e ao endividamento das famílias.<br> <br> A discussão ocorre em um cenário de rejeição crescente &agrave;s plataformas. A pesquisa "Mulheres & Bets" mostrou que 56% dos brasileiros defendiam a proibição das casas de apostas. O apoio chegava a 62% entre as mulheres e correspondia a 50% entre os homens.</p><p class="Normal1">A possível mudança enfrenta resistência de empresas do setor, clubes de futebol e entidades ligadas &agrave; mídia, que alegam riscos para contratos de patrocínio e para o mercado regulamentado.</p><p class="Normal1">O avanço das apostas digitais impõe &agrave;s empresas um desafio que não se resolve apenas com vigilância e punição. Al&eacute;m de estabelecer limites para preservar a rotina profissional, o ambiente corporativo precisa incorporar informação e prevenção, reconhecendo que uma infração disciplinar e um possível problema de saúde exigem respostas distintas. Saber identificar essa diferença &eacute; fundamental para evitar tanto a banalização da justa causa quanto a negligência diante de um comportamento que pode estar causando prejuízos para al&eacute;m do trabalho. </p><p class="Normal1"> </p><p>                                                                            </p><p class="Normal1">   </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95498_loterias-ainda-lideram-proporcao-de-apostadores-mas-apostas-on-line-ja-passaram-o-jogo-do-bicho-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95498_loterias-ainda-lideram-proporcao-de-apostadores-mas-apostas-on-line-ja-passaram-o-jogo-do-bicho-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95498_loterias-ainda-lideram-proporcao-de-apostadores-mas-apostas-on-line-ja-passaram-o-jogo-do-bicho-jpg.jpg" medium="image">
				 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Praia da Glória recebe mobilização pelo cuidado e pela conservação</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95430/praia-da-gloria-recebe-mobilizacao-pelo-cuidado-e-pela-conservacao.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95430/praia-da-gloria-recebe-mobilizacao-pelo-cuidado-e-pela-conservacao.html</guid>
			<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 11:10:40 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Depois de recuperar a balneabilidade e voltar a fazer parte da rotina dos cariocas, a Praia da Gl&oacute;ria recebeu, nesta sexta-feira (18), uma ação de mobilização pelo cuidado e pela conservação do local. Dois dias antes do World Cleanup Day, o Dia Mundial da Limpeza, a Regenera Rio e a Águas do Rio, empresas da Aegea, reuniram mais de 60 participantes, entre colaboradores das duas empresas e jovens do projeto Velejando para o Futuro, para recolher res&iacute;duos na faixa de areia e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="center" style="text-align: justify; ">Depois de recuperar a balneabilidade e voltar a fazer parte da rotina dos cariocas, a Praia da Gl&oacute;ria recebeu, nesta sexta-feira (18), uma ação de mobilização pelo cuidado e pela conservação do local. Dois dias antes do<i> World Cleanup Day</i>, o Dia Mundial da Limpeza, a Regenera Rio e a Águas do Rio, empresas da Aegea, reuniram mais de 60 participantes, entre colaboradores das duas empresas e jovens do projeto Velejando para o Futuro, para recolher res&iacute;duos na faixa de areia e dar a eles a destinação adequada. Ao longo da tarde, foram coletados mais de 40 kg de res&iacute;duos.<b><br></b></p><p style="text-align: justify; ">A escolha do local reforça o momento de transformação vivido pela Praia da Gl&oacute;ria, que retomou sua balneabilidade em 2024 e, desde então, vem mantendo &iacute;ndices elevados de dias com água pr&oacute;pria para banho: 77% em 2024 e 75% em 2025. A recuperação &eacute; resultado de intervenções estruturais realizadas pela Águas do Rio, entre elas a limpeza in&eacute;dita do Interceptor Oceânico, que retirou cerca de 3 mil toneladas de res&iacute;duos de um t&uacute;nel que passou 52 anos sem manutenção. Tamb&eacute;m foram realizados o desvio do Rio Carioca e a construção de uma nova estação elevat&oacute;ria na Praça do &Iacute;ndio. As intervenções passaram a impedir que cerca de 22 milhões de litros de água contaminada chegassem diariamente &agrave; faixa de areia da Gl&oacute;ria e do Flamengo.</p><p style="text-align: justify; ">Com a praia novamente integrada &agrave; rotina da cidade, a iniciativa levou para o local uma nova etapa desse movimento: a mobilização de pessoas para a conservação do espaço e o cuidado com os res&iacute;duos. Al&eacute;m da coleta, a atividade permitiu mostrar, na prática, o caminho percorrido pelo material depois que deixa a praia.</p><p style="text-align: justify; ">“Quando falamos em sustentabilidade, &eacute; importante mostrar que ela acontece na prática. Nesta ação, o material recolhido foi encaminhado para a Estação de Transferência de Res&iacute;duos (ETR) Caju, onde passou por pesagem. &Eacute; uma forma de unir voluntariado, educação ambiental e a nossa pr&oacute;pria expertise em gestão de res&iacute;duos, mostrando que o cuidado com o territ&oacute;rio tamb&eacute;m faz parte desse ciclo”, explica Bruno Carneiro, Gerente de Meio Ambiente da Regenera Rio. “A ação tamb&eacute;m marcou o in&iacute;cio do Programa de Voluntariado da Companhia entre os colaboradores”, complementa.</p><p style="text-align: justify; "><b>Saneamento, educação ambiental e participação social</b></p><p style="text-align: justify; ">A mobilização reforçou ainda a importância da responsabilidade compartilhada pela conservação dos espaços urbanos. A recuperação da balneabilidade da Praia da Gl&oacute;ria representa uma mudança importante na relação dos cariocas com o local, enquanto a preservação dos ganhos ambientais depende tamb&eacute;m do uso consciente e do cuidado cotidiano com a cidade.</p><p style="text-align: justify; ">“Foram d&eacute;cadas de esgoto despejado na ba&iacute;a, mas provamos que &eacute; poss&iacute;vel reverter esse cenário com intervenções estruturais. Ver a Praia da Gl&oacute;ria limpa e ocupada por esses jovens voluntários &eacute; a comprovação de que o saneamento transforma a dinâmica da cidade. N&oacute;s fizemos a nossa parte ao barrar a poluição cont&iacute;nua, mas a preservação do cartão-postal exige a responsabilidade de todos. Ao unirmos nossos colaboradores e as crianças do projeto no Cleanup Day, reforçamos que o cuidado com o meio ambiente não termina na tubulação; ele &eacute; um legado diário, constru&iacute;do a muitas mãos”, destaca Marcelo Farinha, coordenador de Responsabilidade Social da Águas do Rio.</p><p style="text-align: justify; ">A ação contou ainda com a participação de jovens do “Velejando para o Futuro”, projeto social da Confederação Brasileira de Vela, patrocinado pela Águas do Rio. A iniciativa promove a inclusão e o desenvolvimento de crianças e adolescentes de 6 a 18 anos por meio da vela e de atividades educativas voltadas &agrave; cidadania e &agrave; preservação ambiental.</p><p style="text-align: justify; ">A presença dos alunos aproximou educação ambiental, cidadania e participação social da experiência prática de cuidar de um espaço p&uacute;blico, al&eacute;m de proporcionar uma oportunidade de conhecer de perto os impactos dos res&iacute;duos no ambiente e a importância da destinação adequada dos materiais.</p><p style="text-align: justify; "> “&Eacute; importante conscientizar as crianças, que são responsáveis por construir um futuro com praias mais limpas e mais respeito ao meio ambiente. No projeto, buscamos desenvolver esses valores tamb&eacute;m nas aulas de sustentabilidade. Mais do que ensinar a velejar, queremos mostrar a importância de cuidar do meio ambiente, porque, sem um mar saudável, não conseguimos praticar o esporte &agrave; vela. Essa conscientização &eacute; importante não s&oacute; para os futuros velejadores, mas para toda a sociedade, e acreditamos que a melhor forma de despertar esse cuidado &eacute; por meio de atividades l&uacute;dicas e pr&oacute;ximas da realidade das crianças”, afirmou Adryana da Silva Freire, coordenadora do projeto Velejando para o Futuro na Confederação Brasileira de Vela.</p><p style="text-align: justify;"><b>Iniciativa mundial com impactos locais</b></p><p style="text-align: justify;">Realizado mundialmente em 20 de setembro, o World Cleanup Day mobiliza pessoas em diferentes pa&iacute;ses em ações voluntárias de coleta de res&iacute;duos e conscientização ambiental. Ao antecipar a mobilização no Rio de Janeiro, Regenera Rio e Águas do Rio unem suas diferentes frentes de atuação em uma iniciativa que conecta saneamento, gestão de res&iacute;duos, educação ambiental e voluntariado em torno de um objetivo comum: o cuidado com os espaços da cidade.</p><p>                                                      </p><p style="text-align: justify; ">Depois da pesagem na ETR Caju, os materiais coletados na Praia da Gl&oacute;ria serão destinados ao Centro de Tratamento de Res&iacute;duos (CTR-Rio), em Serop&eacute;dica. Lá, o biogás gerado pela decomposição &eacute; captado e, ap&oacute;s passar por processo de purificação, transformado em biometano. Desde agosto, a Regenera Rio iniciou a conversão da frota responsável pelo transporte para o uso do combust&iacute;vel. Assim, a iniciativa se conecta &agrave; operação da Companhia e ao aproveitamento energ&eacute;tico dos materiais, ampliando o ciclo de valorização iniciado com a coleta.  <b></b></p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95430_1005207821-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95430_1005207821-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95430_1005207821-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>José Roberto Marques chega ao Rio com imersão voltada ao desenvolvimento do poder pessoal</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95375/jose-roberto-marques-chega-ao-rio-com-imersao-voltada-ao-desenvolvimento-do-poder-pessoal.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95375/jose-roberto-marques-chega-ao-rio-com-imersao-voltada-ao-desenvolvimento-do-poder-pessoal.html</guid>
			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 20:19:32 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Entre os dias 18 e 20 de setembro, o Rio de Janeiro recebe o DSP,  imersão conduzida por Jos&eacute; Roberto Marques (@Joserobertomarques),  fundador do Grupo IBC e cientista da mente humana. O treinamento re&uacute;ne ferramentas e experiências voltadas ao autoconhecimento, &agrave; inteligência emocional e ao desenvolvimento de habilidades que podem contribuir para transformações na vida pessoal e profissional.Com uma trajet&oacute;ria dedicada ao estudo do comportamento humano e ao...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Entre os dias 18 e 20 de setembro, o Rio de Janeiro recebe o DSP,  imersão conduzida por Jos&eacute; Roberto Marques (@Joserobertomarques),  fundador do Grupo IBC e cientista da mente humana. O treinamento re&uacute;ne ferramentas e experiências voltadas ao autoconhecimento, &agrave; inteligência emocional e ao desenvolvimento de habilidades que podem contribuir para transformações na vida pessoal e profissional.</p><p style="text-align: justify; ">Com uma trajet&oacute;ria dedicada ao estudo do comportamento humano e ao desenvolvimento de pessoas, Jos&eacute; Roberto Marques já impactou mais de 6 milhões de pessoas em mais de 40 pa&iacute;ses, de acordo com dados do seu pr&oacute;prio site. Sua atuação re&uacute;ne conhecimentos e metodologias direcionados &agrave; compreensão da mente, das emoções e dos padrões de comportamento que influenciam escolhas, relacionamentos e resultados.</p><p style="text-align: justify; ">Durante os três dias de imersão, os participantes serão convidados a olhar para diferentes aspectos da pr&oacute;pria trajet&oacute;ria, identificando comportamentos, crenças e padrões que podem limitar o desenvolvimento pessoal. A proposta do DSP &eacute; ampliar a percepção sobre si mesmo e estimular a construção de novos caminhos a partir de escolhas mais conscientes.</p><p style="text-align: justify;">A programação tamb&eacute;m aborda temas relacionados &agrave; inteligência emocional, prop&oacute;sito, relacionamentos, tomada de decisão e desenvolvimento de potencial. Por meio de atividades e ferramentas práticas, a experiência busca favorecer uma compreensão mais profunda sobre como pensamentos e emoções interferem diretamente na maneira como cada pessoa se posiciona diante de desafios e oportunidades.</p><p style="text-align: justify; ">Outro ponto central da imersão &eacute; o fortalecimento do protagonismo pessoal. Ao longo do treinamento, os participantes são estimulados a reconhecer recursos internos, estabelecer objetivos e desenvolver estrat&eacute;gias para transformar conhecimento em atitudes aplicáveis &agrave; rotina.</p><p style="text-align: justify; ">A edição no Rio de Janeiro acontece ap&oacute;s a metodologia de Jos&eacute; Roberto Marques alcançar milhões de pessoas no Brasil e no exterior. A realização do DSP na capital fluminense amplia o acesso do p&uacute;blico carioca a uma experiência presencial dedicada ao desenvolvimento humano, reunindo três dias de atividades intensivas no Am&eacute;ricas Barra Hotel e Eventos.</p><p style="text-align: justify; "><b>Serviço</b></p><p style="text-align: justify;">Evento: DSP ( Desperte o Seu Poder Pessoal)</p><p style="text-align: justify;">Data: 18 a 20 de setembro de 2026</p><p style="text-align: justify;">Horário: 8h &agrave;s 20h</p><p style="text-align: justify;">Local: Am&eacute;ricas Barra Hotel e Eventos</p><p style="text-align: justify; ">Endereço: Av. das Am&eacute;ricas, 10500 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ, 22793-082  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95375_1005194773-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95375_1005194773-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95375_1005194773-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Shopping Multicenter Itaipu recebe ação do CVV para quem deseja fazer parte da rede de apoio emocional</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95374/shopping-multicenter-itaipu-recebe-acao-do-cvv-para-quem-deseja-fazer-parte-da-rede-de-apoio-emocion.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95374/shopping-multicenter-itaipu-recebe-acao-do-cvv-para-quem-deseja-fazer-parte-da-rede-de-apoio-emocion.html</guid>
			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 19:56:43 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Em um mês marcado pela conscientização sobre a importância da sa&uacute;de emocional, o Shopping Multicenter Itaipu abre espaço para uma iniciativa que transforma informação em ação. No dia 12 de setembro, das 10h30 &agrave;s 18h, representantes do CVV &ndash; Centro de Valorização da Vida &ndash; Posto Piratininga-Niter&oacute;i estarão no shopping para apresentar o trabalho da instituição e orientar quem deseja fazer parte da rede de voluntários.A ação, realizada em apoio ao...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Em um mês marcado pela conscientização sobre a importância da sa&uacute;de emocional, o Shopping Multicenter Itaipu abre espaço para uma iniciativa que transforma informação em ação. No dia 12 de setembro, das 10h30 &agrave;s 18h, representantes do CVV &ndash; Centro de Valorização da Vida &ndash; Posto Piratininga-Niter&oacute;i estarão no shopping para apresentar o trabalho da instituição e orientar quem deseja fazer parte da rede de voluntários.</p><p style="text-align: justify; ">A ação, realizada em apoio ao Setembro Amarelo, será uma oportunidade para o p&uacute;blico conhecer mais de perto a atuação do CVV, entender como funciona o voluntariado, tirar d&uacute;vidas e receber orientações para participar do curso gratuito para novos voluntários.</p><p style="text-align: justify; ">Com in&iacute;cio previsto para 15 de setembro, o curso será realizado de forma online, com encontros &agrave;s terças-feiras, das 19h &agrave;s 22h, durante três meses. As inscrições podem ser feitas pelo site cvv.org.br/voluntarios/Piratininga/</p><p style="text-align: justify; ">Em uma sociedade que precisa cada vez mais valorizar a escuta e o acolhimento, iniciativas que ampliam as redes de apoio ganham ainda mais relevância. Para o Multicenter Itaipu, apoiar a ação &eacute; tamb&eacute;m uma forma de contribuir para que mais pessoas tenham acesso &agrave; informação e conheçam caminhos de cuidado e acolhimento emocional.</p><p style="text-align: justify; ">O Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio emocional gratuitamente por telefone, chat e e-mail. O atendimento pode ser acessado pelo 188 ou pelo site cvv.org.br.</p><p style="text-align: justify; "><b>Serviço:</b></p><p style="text-align: justify;">Ação do CVV no Shopping Multicenter Itaipu</p><p style="text-align: justify; ">Data: 12 de setembro</p><p style="text-align: justify;">Horário: das 10h30 &agrave;s 18h</p><p style="text-align: justify;">Local: Shopping Multicenter Itaipu</p><p style="text-align: justify; ">Endereço: Estrada Francisco da Cruz Nunes, 6501 &ndash; Itaipu, Niter&oacute;i &ndash; RJ</p><p style="text-align: justify;">Curso para novos voluntários do CVV</p><p style="text-align: justify;">In&iacute;cio previsto: 15 de setembro</p><p style="text-align: justify;">Formato: online</p><p style="text-align: justify;">Quando: terças-feiras, das 19h &agrave;s 22h</p><p style="text-align: justify;">Duração: três meses</p><p style="text-align: justify; ">Inscrições: cvv.org.br/voluntarios/Piratininga/  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95374_1005194400-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95374_1005194400-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95374_1005194400-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Mais brasileiros trocam o carro pela bicicleta elétrica para trabalhar e estudar</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95371/mais-brasileiros-trocam-o-carro-pela-bicicleta-eletrica-para-trabalhar-e-estudar.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95371/mais-brasileiros-trocam-o-carro-pela-bicicleta-eletrica-para-trabalhar-e-estudar.html</guid>
			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 19:47:39 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A bicicleta el&eacute;trica está deixando de ser apenas uma alternativa de lazer e ganhando espaço como meio de transporte para o trabalho e os estudos.Segundo pesquisa da Aliança Bike, em parceria com o Laborat&oacute;rio de Mobilidade Sustentável da UFRJ (LabMob/UFRJ), 56% dos usuários de bicicletas el&eacute;tricas que utilizam o ve&iacute;culo para esses deslocamentos anteriormente faziam o trajeto de autom&oacute;vel.Entre os principais motivos para a mudança estão a economia com...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A bicicleta el&eacute;trica está deixando de ser apenas uma alternativa de lazer e ganhando espaço como meio de transporte para o trabalho e os estudos.</p><p style="text-align: justify; ">Segundo pesquisa da Aliança Bike, em parceria com o Laborat&oacute;rio de Mobilidade Sustentável da UFRJ (LabMob/UFRJ), 56% dos usuários de bicicletas el&eacute;tricas que utilizam o ve&iacute;culo para esses deslocamentos anteriormente faziam o trajeto de autom&oacute;vel.</p><p style="text-align: justify; ">Entre os principais motivos para a mudança estão a economia com combust&iacute;vel e estacionamento, a redução do tempo no trânsito e a facilidade para estacionar.</p><p style="text-align: justify; ">O movimento acompanha a expansão da micromobilidade el&eacute;trica no pa&iacute;s. O cenário tamb&eacute;m amplia a demanda por serviços especializados de segurança, assistência, rastreamento e proteção para os usuários.</p><p style="text-align: justify; ">Nesse mercado em transformação, a ARIDE atua com um ecossistema voltado &agrave; micromobilidade el&eacute;trica, reunindo seguros, assistência 24 horas, rastreamento, monitoramento e central de atendimento humanizada. A empresa informa atender atualmente mais de 20 mil clientes em vários estados brasileiros, oferecendo soluções para bicicletas el&eacute;tricas, autopropelidos, ciclomotores, patinetes e outros equipamentos do segmento.</p><p style="text-align: justify; ">“Estamos vivendo uma transformação importante na mobilidade urbana. As soluções el&eacute;tricas de duas rodas oferecem uma alternativa mais eficiente, econ&ocirc;mica e sustentável para os deslocamentos do dia a dia e vem ampliando de forma impressionante a sua participação nesse mercado. O objetivo da nossa empresa &eacute; contribuir com esse fen&ocirc;meno, ampliando o acesso &agrave; mobilidade el&eacute;trica, criando soluções invocadoras que visam construir cidades mais inteligentes, funcionais e conectadas, aumentando a qualidade de vida das pessoas", finalizou Daniel Loredo, S&oacute;cio-Diretor da Aride.</p><p style="text-align: justify; "><br></p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95371_1005194448-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95371_1005194448-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95371_1005194448-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: IA]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Itaboraí recebe encontro sobre violência contra a mulher com debate, defesa pessoal e lançamento de cartilha</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95367/itaborai-recebe-encontro-sobre-violencia-contra-a-mulher-com-debate-defesa-pessoal-e-lancamento-de-c.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95367/itaborai-recebe-encontro-sobre-violencia-contra-a-mulher-com-debate-defesa-pessoal-e-lancamento-de-c.html</guid>
			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 17:22:15 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A ficha demorou a cair para Claudineia Rosa Figueiredo, de 53 anos, compreender que havia sido v&iacute;tima de violência. Daiane Coutinho Silva, de 38, reconhecia a situação que vivia, mas enfrentou dificuldades para p&ocirc;r fim em mais um relacionamento abusivo. As trajet&oacute;rias são distintas, por&eacute;m unidas pela luta de romper o ciclo da violência de gênero. Hist&oacute;rias semelhantes evidenciam porque informação, acolhimento e rede de proteção podem mudar destinos. O ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A ficha demorou a cair para Claudineia Rosa Figueiredo, de 53 anos, compreender que havia sido v&iacute;tima de violência. Daiane Coutinho Silva, de 38, reconhecia a situação que vivia, mas enfrentou dificuldades para p&ocirc;r fim em mais um relacionamento abusivo. As trajet&oacute;rias são distintas, por&eacute;m unidas pela luta de romper o ciclo da violência de gênero. Hist&oacute;rias semelhantes evidenciam porque informação, acolhimento e rede de proteção podem mudar destinos. O debate vai reunir autoridades, entidades, especialistas e v&iacute;timas dessa realidade no evento Panorama Vermelho &ndash; A luta da mulher contra a violência, promovido pelo Grupo OAF Assistencial no dia 19 de setembro, no audit&oacute;rio da subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Itabora&iacute;, na Região Metropolitana do Rio.</p><p style="text-align: justify; ">A mesa-redonda, mediada por Karla Monielly Belchior, CEO do OAF Assistencial, contará com as presenças da presidente da Comissão OAB Mulher de Itabora&iacute;, Amanda Souza, da coordenadora da Associação Abrigo Rainha Silvia, Claudineia Rosa Figueiredo, da psic&oacute;loga e sex&oacute;loga Pâmela Clarissa Lira e da atleta de MMA Lorrayne Santos, que abordará como o dom&iacute;nio de t&eacute;cnicas de defesa pessoal pode contribuir para a proteção das mulheres. Ao final da programação, a lutadora ministrará uma aula gratuita da prática. Os debates e os conte&uacute;dos da iniciativa serão disponibilizados em uma cartilha digital, cujo acesso será aberto ao p&uacute;blico depois do encontro.</p><p style="text-align: justify; ">O evento foi motivado pela divulgação de pesquisas que apontam um desafio crescente. O estudo Retrato dos Feminic&iacute;dios no Brasil 2026, por exemplo, publicado em março pelo F&oacute;rum de Segurança P&uacute;blica, mostra que, enquanto as mortes violentas ca&iacute;ram 8,2% no Brasil em 2025, os feminic&iacute;dios cresceram 4%, atingindo o maior n&uacute;mero da s&eacute;rie hist&oacute;rica: 1.571 mulheres assassinadas. No Rio de Janeiro, ainda de acordo com o levantamento, mesmo com pequena redução dos crimes envolvendo de mulheres por razões de gênero, outros indicadores de violência continuaram avançando, especialmente os registros de violência psicol&oacute;gica, sexual e moral. </p><p style="text-align: justify; ">“O objetivo do ‘Panorama’ &eacute; transformar esses dados em reflexão e ação. Compreender quem são essas mulheres, como a violência se manifesta e quais caminhos podem fortalecer a prevenção e a proteção”, destaca Karla Monielly Belchior.</p><p style="text-align: justify; ">Com capacidade para 90 participantes, o evento vai abordar assuntos associados aos direitos, pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, mecanismos de proteção e canais de ajuda e den&uacute;ncia. A presidente da Comissão OAB Mulher, seccional de Itabora&iacute;, a advogada Amanda Souza, enfatiza o quanto &eacute; fundamental aproximar as mulheres dos mecanismos dispon&iacute;veis para sua proteção e ampliar o diálogo sobre um futuro em que dignidade e autonomia não sejam exceções, mas direitos garantidos ao gênero.</p><p style="text-align: justify; ">“Al&eacute;m da necessidade de uma rede integrada de proteção, o enfrentamento &agrave; violência contra a mulher tamb&eacute;m exige que elas conheçam seus direitos e saibam buscar ajuda. Quando ampliamos o acesso ao conhecimento, fortalecemos a capacidade de reconhecer um relacionamento abusivo, denunciar e buscar apoio antes que uma situação se torne ainda mais grave”, avalia. </p><p style="text-align: justify; ">Idealizadora da cartilha digital Panorama Vermelho, Monielly Belchior explica que o material foi pensado como uma ferramenta de reconhecimento, capaz de ajudar mulheres a identificar situações de abuso e encontrar caminhos para buscar ajuda.</p><p style="text-align: justify;">“Nem toda violência deixa marcas vis&iacute;veis. Muitas mulheres vivem situações de controle e medo sem reconhecer de imediato a violência. A cartilha foi produzida para criar essa ponte de reconhecimento, incentivar o diálogo e facilitar o caminho dessa v&iacute;tima at&eacute; uma rede de acolhimento. A ideia &eacute; tornar poss&iacute;vel a mulher identificar sinais de abuso na pr&oacute;pria realidade e chegar &agrave; conclusão que ela merece viver com respeito, segurança e liberdade”, afirma a executiva.</p><p style="text-align: justify; "><b> ‘Uma não larga a mão da outra’</b></p><p style="text-align: justify; ">Quando pisou no Abrigo Rainha Silvia, em Itabora&iacute;, em 1996, Claudineia Rosa Figueiredo, de 53 anos, estava grávida pela terceira vez e buscava por apoio para realizar o pr&eacute;-natal. Sem emprego e suporte do pai do bebê, ela encontrou no local mais que acolhimento: a oportunidade de reconstruir sua vida.</p><p style="text-align: justify; ">“O abrigo pagou meus estudos, abracei todas as oportunidades. Me formei em Enfermagem e comecei a trabalhar no atendimento a mulheres que procuravam a instituição”, conta. Foi ouvindo outras hist&oacute;rias que Claudineia identificou situações de abuso e agressão verbal que havia vivido em seus pr&oacute;prios relacionamentos.</p><p style="text-align: justify; ">“Hoje, meu trabalho &eacute; ajudar outras mulheres a entenderem que elas não são culpadas das acusações dos seus agressores e que &eacute; poss&iacute;vel construir um caminho diferente”.</p><p style="text-align: justify; ">Uma dessas hist&oacute;rias foi a de Daiane Coutinho Silva, de 38 anos, que tamb&eacute;m encontrou no Abrigo um ponto de virada, em 2009. Grávida, chegou a viver em situação de extrema vulnerabilidade para fugir de um relacionamento abusivo. Ningu&eacute;m a amparou. No Rainha Silvia recebeu acolhimento e o apoio que precisava para concluir os estudos. </p><p style="text-align: justify; ">“Depois que sa&iacute; do abrigo enfrentei outra relação marcada por violência  dom&eacute;stica por 14 anos. Mesmo reconhecendo o abuso, não conseguia romper o ciclo e foi preciso tratar o psicol&oacute;gico. Meus filhos e Claudineia me deram força para sair desse relacionamento e recomeçar. De volta ao abrigo, desta vez como professora mediadora da instituição, voltei a investir na minha carreira e me formo em Pedagogia em breve”.</p><p style="text-align: justify;">Atualmente, a instituição acolhe 13 mulheres v&iacute;timas de violência e 24 crianças, oferecendo moradia, alimentação, atendimento m&eacute;dico, psicol&oacute;gico e assistência jur&iacute;dica. As fam&iacute;lias podem permanecer no local por per&iacute;odos que variam de seis meses a dois anos, tempo em que recebem apoio para reconstruir a autonomia e preparar um novo caminho, longe da violência.</p><p style="text-align: justify; "><b>Sinais de uma relação abusiva</b></p><p style="text-align: justify; ">Ci&uacute;me excessivo, tentativa de controlar roupas, amizades, redes sociais e dinheiro, isolamento da fam&iacute;lia e dos amigos, humilhações, ameaças, chantagens emocionais e a constante sensação de precisar “pisar em ovos” para evitar conflitos. Segundo a psic&oacute;loga e sex&oacute;loga Pâmela Clarissa Lira esses são os principais sinais de alerta de um relacionamento abusivo. “O abuso tamb&eacute;m pode ocorrer de forma mais sutil, por meio de manipulação, culpa e desqualificação constante dos sentimentos e das decisões da mulher”, acrescenta a especialista.</p><p style="text-align: justify; ">Romper com uma relação abusiva, de acordo com Lira, não depende apenas do desejo da mulher de se livrar dessa condição, mas o processo envolve reconhecer a violência vivenciada, fortalecer a autoestima e buscar uma rede de apoio e acompanhamento especializado, que ofereçam segurança e suporte para a ruptura.</p><p style="text-align: justify; ">"Reconhecer racionalmente que se está em uma relação abusiva não significa, necessariamente, conseguir romper de forma imediata. O medo, a dependência emocional ou financeira, a baixa autoestima e padrões afetivos constru&iacute;dos ao longo da vida podem dificultar a sa&iacute;da desse ciclo", frisa a psic&oacute;loga.</p><p style="text-align: justify; "><b>N&uacute;meros da violência em alta</b></p><p style="text-align: justify; ">Em 2025, o Brasil registrou 1.571 feminic&iacute;dios, o maior n&uacute;mero da s&eacute;rie hist&oacute;rica, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança P&uacute;blica. O crescimento ocorreu na contramão das mortes violentas intencionais, que ca&iacute;ram 8,2% no pa&iacute;s. Os dados mostram que 60,9% dos autores identificados eram parceiros e em 62,5% dos casos, as v&iacute;timas foram assassinadas dentro de casa.</p><p style="text-align: justify; ">No Rio de Janeiro, os n&uacute;meros mais recentes tamb&eacute;m mantêm o alerta. Embora os feminic&iacute;dios tenham apresentado pequena queda em 2025, o n&uacute;mero total de mulheres v&iacute;timas de violência cresceu cerca de 3%. A violência psicol&oacute;gica foi a que mais avançou, atingindo 59.743 mulheres, alta de 6,3%. Os registros de violência sexual e moral tamb&eacute;m aumentaram.</p><p style="text-align: justify; ">Em Itabora&iacute;, o N&uacute;cleo Integrado de Atendimento &agrave; Mulher (NIAM) registrou 317 atendimentos em 2024. Em 2025, foram 266 mulheres atendidas e, apenas at&eacute; junho deste ano, outras 179 já haviam procurado o serviço por diferentes situações de violência.</p><p style="text-align: justify; "><b>SERVIÇO - Panorama Vermelho &ndash; A luta da mulher contra a violência</b></p><p style="text-align: justify;">Data: 19 de setembro de 2026 (sábado)</p><p style="text-align: justify; ">Local: Audit&oacute;rio da 25ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Rua São João, 139, Centro de Itabora&iacute;.</p><p style="text-align: justify;">Programação: mesa-redonda: Karla Monielly Belchior (CEO do OAF Assistencial), Amanda Souza (presidente da Comissão OAB Mulher/Itabora&iacute;), Claudineia Rosa Figueiredo (coordenadora da Associação Abrigo Rainha Silvia), Pâmela Clarissa Lira (psic&oacute;loga e sex&oacute;loga) e Lorrayne Santos (atleta de MMA). </p><p style="text-align: justify;">Lançamento: Cartilha digital Panorama Vermelho &ndash; A luta da mulher contra a violência </p><p style="text-align: justify; ">Aula gratuita de defesa pessoal com LorrayneSantos (atleta de MMA)  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95367_1005193229-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95367_1005193229-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95367_1005193229-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[As hist&oacute;rias de Daiane e Claudineia se cruzaram no abrigo e hoje elas ajudam outras mulheres a retomarem o controle de suas vidas. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Novo sistema digital facilita que público reencontre objetos perdidos no Rock in Rio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95175/novo-sistema-digital-facilita-que-publico-reencontre-objetos-perdidos-no-rock-in-rio.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95175/novo-sistema-digital-facilita-que-publico-reencontre-objetos-perdidos-no-rock-in-rio.html</guid>
			<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 12:17:49 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[De cueca a aliança, de medidor de glicemia a bombinha de asma, passando at&eacute; por um alarme de portão... Tem de tudo e mais um pouco na lista de cerca de 300 objetos perdidos pelo p&uacute;blico nos primeiros quatro dias Rock in Rio. Para facilitar o reencontro, este ano o setor de Achados e Perdidos ganhou uma nova ferramenta, bem mais moderna e ágil do que nas edições anteriores: um sistema digital permite consultar os itens pela internet, acompanhar o status e, em alguns casos,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">De cueca a aliança, de medidor de glicemia a bombinha de asma, passando at&eacute; por um alarme de portão... Tem de tudo e mais um pouco na lista de cerca de 300 objetos perdidos pelo p&uacute;blico nos primeiros quatro dias Rock in Rio. Para facilitar o reencontro, este ano o setor de Achados e Perdidos ganhou uma nova ferramenta, bem mais moderna e ágil do que nas edições anteriores: um sistema digital permite consultar os itens pela internet, acompanhar o status e, em alguns casos, recebê-los em casa pelos Correios.</p><p style="text-align: justify; ">Idealizado pela XPTO, o Lost and Found digitaliza uma operação que antes dependia principalmente de processos manuais. Com essa inovação, o sistema centraliza todas as etapas, desde o cadastro e a triagem do objeto encontrado at&eacute; a identificação do proprietário e a devolução. Neste primeiro fim de semana do Rock in Rio, o sistema registrou aproximadamente 300 objetos. Desse total, 31 foram devolvidos aos donos e outros 19, já identificados, aguardam a retirada.</p><p style="text-align: justify; ">Documentos e cartões são a maioria: 128 itens (48% do total). Na sequência aparecem objetos que se enquadram em categorias como acess&oacute;rios, eletr&ocirc;nicos, chaves, roupas, bolsas e mochilas. Al&eacute;m dos itens mais comuns, a operação re&uacute;ne aqueles que chamam a atenção pelo inusitado: guarda-chuva, cinto, leque, pulseira de hotel e canga de praia tamb&eacute;m estão entre os pertences cadastrados.</p><p style="text-align: justify; ">A tecnologia permite que o objeto encontrado seja cadastrado em uma base organizada e rastreável. Depois, o p&uacute;blico pode acessar o portal de Achados e Perdidos e pesquisar pelos itens dispon&iacute;veis, sem depender exclusivamente de contatos telef&ocirc;nicos ou de verificações manuais. O sistema tamb&eacute;m acompanha o status de cada pertence, indicando se ele permanece em estoque, já foi devolvido ou está aguardando a retirada pelo proprietário.</p><p style="text-align: justify; ">Outra facilidade está na pr&oacute;pria devolução. Depois de identificado o dono, o objeto pode ser retirado presencialmente na Central de Serviços ou, dependendo do caso, encaminhado pelos Correios. A alternativa &eacute; especialmente &uacute;til para quem veio de outra cidade ou estado para o festival e não teria como retornar ao Rio de Janeiro apenas para buscar um pertence.</p><p style="text-align: justify; ">“A XPTO idealizou o Lost and Found para transformar uma operação que antes era totalmente manual em uma jornada digital, organizada e desburocratizada. Nosso grande diferencial &eacute; que o software acompanha todo o ciclo do item perdido: cadastro, triagem, publicação no portal, identificação do proprietário e devolução, seja pela Central de Serviços ou at&eacute; mesmo pelos Correios”, afirma Claudio Haidamus, CEO da XPTO.</p><p style="text-align: justify; ">O sistema tamb&eacute;m permite uma ação preventiva antes mesmo de o objeto ser perdido. O p&uacute;blico pode gerar um wallpaper de identificação para o celular, que pode ser utilizado na tela do aparelho para facilitar sua identificação caso seja encontrado por outra pessoa. No Rock in Rio, mais de cem wallpapers já foram baixados.</p><p style="text-align: justify; ">“A solução vai al&eacute;m do processo tradicional de achados e perdidos. Tamb&eacute;m oferecemos a geração de wallpaper para celular antes do evento, como uma medida preventiva para facilitar a identificação do aparelho em caso de perda. Ou seja, não &eacute; apenas uma ferramenta de controle, mas uma plataforma pensada para aumentar as chances de reencontro entre as pessoas e seus pertences”, completa Haidamus.</p><p style="text-align: justify; ">Site para procurar objetos perdidos: <b>reencontra.rockinrio.com</b></p><p style="text-align: justify; "><br></p><p>  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95175_1005138709-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95175_1005138709-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95175_1005138709-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Achados e Perdidos do Rock in Rio. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o/TV Globo]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Cientista revela nova abordagem científica sobre a mente humana ao completar 60 anos</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95154/cientista-revela-nova-abordagem-cientifica-sobre-a-mente-humana-ao-completar-60-anos.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95154/cientista-revela-nova-abordagem-cientifica-sobre-a-mente-humana-ao-completar-60-anos.html</guid>
			<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 18:08:16 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A consciência permanece entre os temas mais complexos investigados pela ciência. A American Psychological Association define o conceito como o estado de percepção de est&iacute;mulos internos ou externos e destaca que sua compreensão envolve diferentes perspectivas e debates cient&iacute;ficos. Já os estudos sobre cognição analisam processos como percepção, mem&oacute;ria, racioc&iacute;nio, julgamento e resolução de problemas, reforçando a amplitude das questões relacionadas ao...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A consciência permanece entre os temas mais complexos investigados pela ciência. A American Psychological Association define o conceito como o estado de percepção de est&iacute;mulos internos ou externos e destaca que sua compreensão envolve diferentes perspectivas e debates cient&iacute;ficos. Já os estudos sobre cognição analisam processos como percepção, mem&oacute;ria, racioc&iacute;nio, julgamento e resolução de problemas, reforçando a amplitude das questões relacionadas ao funcionamento da mente humana.</p><p style="text-align: justify; ">&Eacute; nesse campo de investigação que o cientista Jos&eacute; Roberto Marques inicia uma nova fase de sua trajet&oacute;ria. Ao completar 60 anos, o pai da Psicologia Marquesiana, que vem sendo premiada em diferentes pa&iacute;ses, como Portugal, apresenta novos desdobramentos da abordagem desenvolvida a partir de d&eacute;cadas de estudos e experiências relacionadas ao comportamento humano.</p><p style="text-align: justify; ">“A Psicologia Marquesiana agora estuda outro lado da consciência”, afirma Marques. A nova fase da Psicologia Marquesiana parte de uma expansão de um dos pilares já trabalhados por Jos&eacute; Roberto Marques: a ideia de que o ser humano não funciona a partir de uma &uacute;nica identidade, mas de diferentes forças internas que disputam espaço na maneira como pensamos, sentimos e agimos. A nova investigação aprofunda essa percepção e propõe que a consciência não esteja presente apenas no momento em que tomamos uma decisão, mas tamb&eacute;m na capacidade de perceber quem, dentro de n&oacute;s, está tomando essa decisão. A partir da&iacute;, uma mesma situação pode deixar de ser interpretada apenas como uma reação emocional, racional ou instintiva e passar a revelar um padrão mais profundo sobre o estado de consciência que conduziu aquela escolha.</p><p style="text-align: justify; ">A aplicação prática começa em uma pergunta simples, mas que pode mudar a forma como uma pessoa atravessa o dia: “Quem está vivendo este momento por mim?”. Antes de responder uma mensagem, discutir, fazer uma compra, desistir de algo ou tomar uma decisão importante, a pessoa &eacute; convidada a interromper o automático e identificar qual força interna assumiu o comando. “O que estamos começando a perceber &eacute; que muitas pessoas não precisam apenas entender por que fizeram algo. Elas precisam descobrir quem assumiu o comando quando aquilo aconteceu. Essa mudança de pergunta pode transformar a relação com a pr&oacute;pria consciência. Quando você percebe quem está conduzindo sua reação, você deixa de ser apenas algu&eacute;m que reage e passa a ter a possibilidade de escolher quem quer ser naquele momento”, afirma Jos&eacute; Roberto Marques.</p><p style="text-align: justify; ">A discussão dialoga com um campo cient&iacute;fico que há d&eacute;cadas busca compreender como processos cognitivos e emocionais participam simultaneamente da experiência humana.</p><p style="text-align: justify; ">Marques explica que transforma esse momento pessoal em um marco para apresentar uma nova etapa de seus estudos. Sua trajet&oacute;ria profissional re&uacute;ne d&eacute;cadas de atuação no desenvolvimento humano e na criação de metodologias voltadas ao comportamento, tema que ganhou espaço crescente em discussões sobre liderança, educação, desempenho e relações interpessoais.</p><p style="text-align: justify; ">A agora proposta &eacute; avançar sobre novas questões relacionadas &agrave; consciência. “Chegar aos 60 anos representa tamb&eacute;m a possibilidade de olhar para tudo o que foi constru&iacute;do e perceber quantas perguntas ainda precisam ser feitas. A mente humana continua sendo um dos maiores campos de investigação que existem”, conclui.</p><p style="text-align: justify; ">A nova fase da Psicologia Marquesiana acompanha um interesse cada vez maior pela compreensão integrada do comportamento humano. Em vez de analisar pensamento, emoção e comportamento como processos completamente isolados, diferentes áreas da psicologia e das ciências cognitivas investigam justamente as relações entre essas dimensões.</p><p style="text-align: justify; ">Para Marques, os 60 anos representam, portanto, mais do que uma celebração. A data marca o in&iacute;cio de um novo cap&iacute;tulo de estudos, pesquisas e reflexões sobre uma questão que continua mobilizando cientistas e pensadores em diferentes partes do mundo: como a consciência participa da construção daquilo que cada ser humano percebe, sente, pensa e se torna.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95154_1005132904-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95154_1005132904-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95154_1005132904-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>CPB leva medalhistas paralímpicos ao Rock in Rio para celebrar legado dos Jogos de 2016</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95102/cpb-leva-medalhistas-paralimpicos-ao-rock-in-rio-para-celebrar-legado-dos-jogos-de-2016.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95102/cpb-leva-medalhistas-paralimpicos-ao-rock-in-rio-para-celebrar-legado-dos-jogos-de-2016.html</guid>
			<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 08:35:30 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Comitê Paral&iacute;mpico Brasileiro (CPB) levou o esporte paral&iacute;mpico para o maior festival de m&uacute;sica e entretenimento do mundo. No dia 4 de setembro, cinco medalhistas que fizeram hist&oacute;ria nos Jogos Rio 2016 retornaram ao Parque Ol&iacute;mpico, dez anos depois, desta vez como convidados do Rock in Rio. A ação, idealizada pela DreamIE, unidade de inteligência e estrat&eacute;gia da Dream Factory, conectou esporte, entretenimento, pluralidade, inclusão e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O Comitê Paral&iacute;mpico Brasileiro (CPB) levou o esporte paral&iacute;mpico para o maior festival de m&uacute;sica e entretenimento do mundo. No dia 4 de setembro, cinco medalhistas que fizeram hist&oacute;ria nos Jogos Rio 2016 retornaram ao Parque Ol&iacute;mpico, dez anos depois, desta vez como convidados do Rock in Rio. A ação, idealizada pela DreamIE, unidade de inteligência e estrat&eacute;gia da Dream Factory, conectou esporte, entretenimento, pluralidade, inclusão e acessibilidade em uma estrat&eacute;gia para ampliar a presença da instituição para al&eacute;m do per&iacute;odo dos Jogos Paral&iacute;mpicos.</p><p style="text-align: justify; ">A iniciativa reforçou a atuação do CPB no desenvolvimento do Movimento Paral&iacute;mpico e ampliou oportunidades de conexão com diferentes p&uacute;blicos. Fortaleceu ainda a presença do esporte paral&iacute;mpico em momentos que vão al&eacute;m do calendário esportivo, aproximando a marca CPB de novos territ&oacute;rios, experiências e audiências. Ao levar Alana Maldonado, Petr&uacute;cio Ferreira, Phelipe Rodrigues, Clodoaldo Silva e Jennyfer Parinos para o Rock in Rio, o Comitê ocupou um territ&oacute;rio cultural de grande alcance e apresentou a novos p&uacute;blicos a relevância do trabalho desenvolvido de maneira cont&iacute;nua pela instituição.</p><p style="text-align: justify; ">“Os Jogos Paral&iacute;mpicos Rio 2016 mudaram a hist&oacute;ria do esporte no Brasil. Dez anos depois, reunir no Rock in Rio atletas que protagonizaram aquele momento &eacute; uma forma de celebrar esse legado e, ao mesmo tempo, projetá-lo para o futuro. O esporte paral&iacute;mpico precisa estar onde as pessoas estão, ocupar os grandes espaços da cultura brasileira e conversar com novos p&uacute;blicos. O Rock in Rio representa exatamente isso. &Eacute; um encontro entre duas forças capazes de mobilizar, emocionar e transformar. Mostramos o quanto avançamos desde então e o quanto ainda podemos avançar”, afirma Daniel Brito, diretor de Comunicação e Marketing do Comitê Paral&iacute;mpico Brasileiro.</p><p style="text-align: justify; ">Para a DreamIE, a ação mostra como a inteligência estrat&eacute;gica pode identificar territ&oacute;rios capazes de ampliar a conversa de uma marca. “Nosso desafio era pensar estrategicamente em como tirar o CPB do lugar em que tradicionalmente &eacute; encontrado pelo p&uacute;blico e colocá-lo em uma conversa mais ampla, ocupando um territ&oacute;rio de cultura e entretenimento. O Rock in Rio &eacute; uma das grandes marcas brasileiras, assim como o esporte paral&iacute;mpico, e os dois têm a capacidade de emocionar e transformar vidas. O fato de os dez anos dos Jogos Rio 2016 serem celebrados justamente durante uma edição do Rock in Rio tornou essa conexão ainda mais especial: atletas paral&iacute;mpicos brasileiros já deram show nesse mesmo palco. A ação resgata essa mem&oacute;ria e, ao mesmo tempo, cria uma nova oportunidade para mostrar que o esporte paral&iacute;mpico tem hist&oacute;rias, protagonistas e conquistas que merecem estar em evidência o ano inteiro”, afirma R&ocirc;mulo Carminate, Diretor de Inteligência e Estrat&eacute;gia da Dream Factory.</p><p style="text-align: justify; ">A escolha do festival tamb&eacute;m criou uma oportunidade para o Rock in Rio reforçar, na prática, seus compromissos com acessibilidade, pluralidade, diversidade e combate ao capacitismo. A Cidade do Rock conta com uma estrutura dedicada ao p&uacute;blico com deficiência e mobilidade reduzida, incluindo transporte adaptado, Central de Acessibilidade, audiodescrição, int&eacute;rpretes de Libras e Sala Sensorial, entre outros recursos.</p><p style="text-align: justify; ">“O Rock in Rio sempre acreditou na arte de sonhar e fazer acontecer. Na Cidade do Rock, sonhos se realizam e, dez anos depois dos Jogos Paral&iacute;mpicos Rio 2016, &eacute; muito especial poder celebrar esse encontro ao lado do CPB de uma maneira muito emocionante. Vamos realizar mais um sonho juntos e reforçar que a pluralidade, a inclusão e a acessibilidade são essenciais na busca por um mundo melhor”, revela Ana Deccache, Diretora de Marketing da Rock World.</p><p style="text-align: justify; ">A parceria criou, assim, uma via de mão dupla. Para o CPB, a presença no Rock in Rio amplia a possibilidade de manter o esporte paral&iacute;mpico em evidência mesmo fora do ciclo dos Jogos, aproximando a instituição de novos p&uacute;blicos e territ&oacute;rios de comunicação. Para o festival, a participação dos atletas reforça a discussão sobre acessibilidade e inclusão em um espaço de grande visibilidade.</p><p style="text-align: justify; ">O reencontro tamb&eacute;m resgatou o legado dos Jogos Rio 2016, edição que marcou uma virada para o esporte paral&iacute;mpico brasileiro. Na ocasião, a delegação brasileira conquistou 72 medalhas &mdash; 14 de ouro, 29 de prata e 29 de bronze &mdash; e terminou na oitava colocação do quadro de medalhas. Os cinco atletas presentes no Rock in Rio conquistaram, juntos, dez medalhas naquela edição.</p><p style="text-align: justify; ">Dez anos depois, a presença dos medalhistas no festival ressignificou aquele legado em um novo contexto. Se em 2016 o esporte paral&iacute;mpico conquistou p&oacute;dios, em 2026 a estrat&eacute;gia &eacute; ampliar ainda mais seu espaço na cultura, no entretenimento e na sociedade brasileira.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95102_1005120584-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95102_1005120584-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95102_1005120584-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Curso de Almoxarife transforma vidas na Biblioteca A Casa Amarela</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94934/curso-de-almoxarife-transforma-vidas-na-biblioteca-a-casa-amarela.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/94934/curso-de-almoxarife-transforma-vidas-na-biblioteca-a-casa-amarela.html</guid>
			<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 16:30:56 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Vinte vidas. Vinte alunos. Vinte candidatos em busca de uma oportunidade de melhoria de vida. De segunda a sexta-feira, das 13h &agrave;s 17h, eles se encontram na Biblioteca A Casa Amarela, em Ricardo de Albuquerque, para aprender uma nova profissão e ampliar as possibilidades de inserção no mercado de trabalho por meio do curso de Almoxarife.Iniciada em 23 de agosto, a formação tem duração de três meses e &eacute; realizada com apoio da Firjan. Mais do que ensinar t&eacute;cnicas e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Vinte vidas. Vinte alunos. Vinte candidatos em busca de uma oportunidade de melhoria de vida. De segunda a sexta-feira, das 13h &agrave;s 17h, eles se encontram na Biblioteca A Casa Amarela, em Ricardo de Albuquerque, para aprender uma nova profissão e ampliar as possibilidades de inserção no mercado de trabalho por meio do curso de Almoxarife.</p><p style="text-align: justify; ">Iniciada em 23 de agosto, a formação tem duração de três meses e &eacute; realizada com apoio da Firjan. Mais do que ensinar t&eacute;cnicas e conhecimentos específicos da área de almoxarifado, o curso representa, para cada um dos 20 participantes, a possibilidade de construir novos caminhos profissionais e pessoais.</p><p style="text-align: justify; ">Entre essas hist&oacute;rias está a de Sandra Cardoso dos Santos Gonçalves, 54 anos, que encontrou na Biblioteca A Casa Amarela um espaço de acolhimento e transformação. Depois de viver durante 15 anos em uma relação marcada pela violência dom&eacute;stica e pelo isolamento, ela passou a enxergar na instituição uma oportunidade de reconstruir sua vida.</p><p style="text-align: justify; ">Sandra está em seu terceiro curso na biblioteca. Antes da atual formação, já havia feito o curso de Cuidadora de Idosos. Hoje, voltou &agrave; sala de aula em busca de novos conhecimentos e, principalmente, de mais autonomia.</p><p style="text-align: justify; ">“Fui vítima de violência dom&eacute;stica por 15 anos e vivi esse tempo todo em cárcere privado. Minha filha, hoje com 11 anos, sofreu esse tempo todo calada. Estudar aqui nos cursos promovidos pela Casa Amarela &eacute; um grito de liberdade que eu dou, feliz da vida. Ela me deu suporte, inclusive com acompanhamento psicol&oacute;gico não s&oacute; para mim, mas para minha filha tamb&eacute;m”, conta Sandra.</p><p style="text-align: justify; ">Atualmente, Sandra vive com a filha e conta com a aposentadoria da pr&oacute;pria mãe, av&oacute; da menina, como importante suporte financeiro da família. Na Casa Amarela, encontrou tamb&eacute;m atividades que passaram a fazer parte de sua rotina. A filha participa de jiu-jítsu e jogos eletr&ocirc;nicos, enquanto Sandra pratica zumba e dança de salão.</p><p style="text-align: justify; ">“Sou outra pessoa desde que a Biblioteca A Casa Amarela passou a fazer parte da minha vida. Se não fosse o espaço, eu nem sei o que seria de mim”.</p><p style="text-align: justify; "><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/09/94933_3ad87104f294a21ed838293f582b2c27.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify; ">Morador de Ricardo de Albuquerque, Neemias Maciel Cunha, 29 anos, &eacute; aut&ocirc;nomo e decidiu fazer o curso de Almoxarife com um objetivo claro: conquistar uma profissão e ampliar suas perspectivas de vida.</p><p style="text-align: justify; ">Há seis meses, ele tamb&eacute;m recebe, junto com a mãe, refeições da Cozinha Comunitária. Segundo Neemias, inicialmente era atendido como usuário extra e, posteriormente, passou a ser cadastrado, o que facilitou o acesso &agrave;s refeições.</p><p style="text-align: justify; ">“Comecei a ser classificado como extra at&eacute; passar a ser cadastrado. Isso facilita porque não preciso enfrentar fila, basta fornecer o CPF para receber a quentinha. Já o curso de Almoxarife foi exatamente para ter uma profissão e ter uma perspectiva de vida”.</p><p style="text-align: justify; "><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/09/94933_80f1f6f86e08879f7a72842b94339d08.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify; ">Aos 36 anos, Clarissa Marques da Silva Bezerra de Souza tamb&eacute;m viu no curso de Almoxarife uma oportunidade de crescimento profissional. Para ela, a Casa Amarela merece reconhecimento por aliar qualificação, inclusão e atenção &agrave;s necessidades humanas.</p><p style="text-align: justify; ">“A Casa Amarela merece todo reconhecimento por pensar no lado humano e na inclusão do aluno no mercado de trabalho”, afirma.</p><p style="text-align: justify; ">Há quatro meses, Clarissa tamb&eacute;m &eacute; atendida pela cozinha comunitária. Para ela, o serviço tem um alcance que vai al&eacute;m das pessoas de baixa renda.</p><p style="text-align: justify; ">“A cozinha comunitária ajuda muitas pessoas, não apenas as de baixa renda, mas tamb&eacute;m quem mora nas ruas do bairro e adjacências”.</p><p style="text-align: justify; "><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/09/94933_f1c02a5d89854bada08d57394f53586d.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify; ">Pela primeira vez ministrando um curso na Biblioteca A Casa Amarela, o professor Paulo Roberto de Souza, 59 anos, destaca a importância da parceria com a Firjan e da oferta de qualificação profissional dentro da pr&oacute;pria comunidade.</p><p style="text-align: justify; ">“A Firjan &eacute; uma instituição que se preocupa muito com a vida profissional das pessoas. Quando alguma empresa necessita de mão de obra qualificada, nos procura para que essa demanda seja atendida. No caso da Biblioteca A Casa Amarela, em Ricardo de Albuquerque, existe uma carência no mercado por profissionais de almoxarifado. Por isso, estamos aqui ministrando o curso, que &eacute; fruto da parceria entre a Firjan e a Biblioteca A Casa Amarela”.</p><p style="text-align: justify; ">Para Paulo, levar a formação para dentro da comunidade aproxima os moradores de uma oportunidade concreta de qualificação e pode facilitar o acesso a novas possibilidades profissionais.</p><p style="text-align: justify; ">"&Eacute; uma parceria que vem dando certo", diz otimista.</p><p style="text-align: justify; ">Para Pedro do Livro, idealizador da Biblioteca A Casa Amarela, o trabalho desenvolvido no espaço representa justamente esse compromisso com as pessoas.</p><p style="text-align: justify; ">"As hist&oacute;rias de Sandra, Neemias e Clarissa mostram que os 20 alunos do curso de Almoxarife não chegam &agrave; sala de aula apenas em busca de um certificado. Cada um carrega sua pr&oacute;pria hist&oacute;ria, seus desafios e seus planos para o futuro.</p><p style="text-align: justify; ">Durante três meses, eles terão na Biblioteca A Casa Amarela um espaço para aprender uma profissão, ampliar conhecimentos e, quem sabe, transformar uma oportunidade em um novo capítulo de suas vidas", finalizou.</p><p style="text-align: justify; "><b>Serviço</b></p><p style="text-align: justify; ">Curso: Almoxarife</p><p style="text-align: justify; ">Local: Biblioteca A Casa Amarela</p><p style="text-align: justify; ">Unidade: Ricardo de Albuquerque</p><p style="text-align: justify; ">Início: 23 de agosto</p><p style="text-align: justify; ">Duração: três meses</p><p style="text-align: justify; ">Dias: segunda a sexta-feira</p><p style="text-align: justify; ">Horário: 13h &agrave;s 17h</p><p style="text-align: justify; ">Número de alunos: 20</p><p style="text-align: justify; ">Apoio: Firjan  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/94934_1005093148-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/94934_1005093148-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/94934_1005093148-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Fotos: Divulga&ccedil;&atilde;o/M&aacute;rcio Leandro ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Alerj discute medidas para prevenir crimes contra crianças e adolescentes </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94827/alerj-discute-medidas-para-prevenir-crimes-contra-criancas-e-adolescentes.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/94827/alerj-discute-medidas-para-prevenir-crimes-contra-criancas-e-adolescentes.html</guid>
			<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:30:54 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Passar horas trancado no quarto, dormir pouco &agrave; noite e ficar sonolento durante o dia, e manter os aparelhos eletr&ocirc;nicos protegidos por senha são alguns dos sinais que pais e responsáveis devem observar para prevenir crimes cibern&eacute;ticos contra menores. S&oacute; no Brasil, em apenas um ano, uma a cada cinco crianças e adolescentes de 12 a 17 anos foi vítima de exploração ou abuso sexual facilitados pela tecnologia.Isso representa cerca de 3 milhões de meninas e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Passar horas trancado no quarto, dormir pouco &agrave; noite e ficar sonolento durante o dia, e manter os aparelhos eletr&ocirc;nicos protegidos por senha são alguns dos sinais que pais e responsáveis devem observar para prevenir crimes cibern&eacute;ticos contra menores. S&oacute; no Brasil, em apenas um ano, uma a cada cinco crianças e adolescentes de 12 a 17 anos foi vítima de exploração ou abuso sexual facilitados pela tecnologia.</p><p style="text-align: justify; ">Isso representa cerca de 3 milhões de meninas e meninos vítimas de violência sexual online. O dado integra o relat&oacute;rio "Disrupting Harm in Brazil: Enfrentando a violência sexual contra crianças facilitada pela tecnologia", lançado em março deste ano pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) Innocenti em parceria com a Ecpat International e a Interpol, com financiamento da Safe Online.</p><p style="text-align: justify;">Para enfrentar esse cenário, foi protocolado na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), este mês, o Projeto de Lei 8.086/26 que institui um programa estadual voltado &agrave; capacitação das famílias para o uso de recursos de segurança disponíveis em celulares, tablets, computadores e outros dispositivos conectados &agrave; internet.</p><p style="text-align: justify; "><b>Criação de guias com passo a passo, QR Codes e campanhas</b></p><p style="text-align: justify; ">Orientar as famílias sobre os riscos da exposição de crianças e adolescentes a conteúdos inadequados e ensinar, de forma prática, como utilizar mecanismos de proteção &eacute; um dos objetivos da proposta. Entre as funcionalidades abordadas estão filtros de pesquisa, bloqueio de sites, aplicativos e jogos incompatíveis com a faixa etária, controle de downloads e compras e limitação do tempo de uso dos dispositivos. O programa tamb&eacute;m deve incluir informações sobre segurança, privacidade e proteção de dados pessoais.</p><p style="text-align: justify; ">O texto estipula ainda ações para prevenir a exposição de menores a conteúdos sexuais, pornográficos e violentos, al&eacute;m de material relacionado a crimes, drogas, automutilação, exploração sexual e aliciamento. Tamb&eacute;m está prevista a divulgação de canais oficiais para denúncia de situações de violência, abuso, exploração ou aliciamento no ambiente digital.</p><p style="text-align: justify; ">O Levantamento do Instituto DimiCuida mostra que de 2014 a 2025 ao menos 56 crianças e adolescentes, com idades entre 7 e 18 anos, morreram no Brasil em decorrência de desafios compartilhados nas redes sociais. Esses dados se baseiam em casos noticiados na imprensa ou famílias que procuram organizações da sociedade civil dedicadas &agrave; temática.</p><p style="text-align: justify; ">Para a pediatra Evelyn Eisenstein, representante da Sociedade Brasileira de Pediatria, a prevenção começa com a desconexão. O Brasil &eacute; o segundo país do mundo que mais gasta tempo no celular e o terceiro com maior número de crianças dependentes de telas, segundo dados da Universidade de São Paulo (USP). Ela recomenda que os pais estejam presentes nas interações familiares, evitando o uso de celulares durante as refeições ou na hora de dormir. Al&eacute;m disso, defende a criação de rituais sem telas, incentivando atividades culturais e esportivas.</p><p style="text-align: justify;">“Essa responsabilidade não &eacute; apenas da família, mas tamb&eacute;m da sociedade como um todo. &Eacute; muito difícil exigir que uma criança deixe o celular de lado quando os pais permanecem conectados o tempo todo. Mais do que controlar o acesso, &eacute; preciso ensinar autorregulação e mostrar que a tecnologia deve ser uma ferramenta, e não ocupar todos os espaços da vida”, conclui.</p><p style="text-align: justify; "><b>Passo a passo para os responsáveis</b></p><p style="text-align: justify; ">Uma das principais medidas previstas no projeto de lei &eacute; a elaboração de materiais educativos com orientações práticas sobre as ferramentas de controle parental. Sempre que possível, as instruções deverão trazer passo a passo acompanhado de imagens, ilustrações, capturas de tela ou vídeos explicativos.</p><p style="text-align: justify; ">Os materiais deverão explicar, por exemplo, como bloquear sites com conteúdo adulto, restringir aplicativos conforme a classificação etária, controlar compras e downloads, configurar senhas de proteção e gerenciar permissões. Tamb&eacute;m deverão abordar mecanismos de segurança para redes sociais, plataformas de vídeo, aplicativos de mensagens e jogos online.</p><p style="text-align: justify; ">Cartazes, folders e cartilhas do programa deverão conter QR Code ou outro recurso de acesso rápido que direcione para uma página oficial com informações atualizadas, contemplando diferentes dispositivos e plataformas.</p><p style="text-align: justify; ">A designer Renata Peres &eacute; mãe da Alice e do João, de 13 e 16 anos, respectivamente. Ela conta que, junto com o marido, utiliza a ferramenta "Google Family" para controlar e monitorar o conteúdo dos celulares das crianças. Dessa forma, o casal administra as horas e os aplicativos que os filhos navegam durante a semana.</p><p style="text-align: justify; ">“N&oacute;s tamb&eacute;m controlamos o limite de uso do celular. Se o tempo acaba e eles pedem mais, n&oacute;s usamos o crit&eacute;rio dos estudos para saber se liberamos mais tempo ou não, porque pela pr&oacute;pria plataforma conseguimos ver se usaram o celular tamb&eacute;m para estudar. Al&eacute;m disso, semanalmente recebemos um relat&oacute;rio de quanto tempo eles ficaram no celular, quais plataformas mais acessaram e quais aplicativos instalaram”, explica Renata.</p><p style="text-align: justify; ">Ela tamb&eacute;m conta que, apesar do diálogo dentro de casa com os filhos, a presença deles no ambiente digital ainda preocupa. “&Eacute; um lugar onde eles estão vulneráveis, mas buscamos sempre orientar para que eles estejam atentos aos perigos. Em jogos on-line, &eacute; muito comum você interagir com outras pessoas, então orientamos a não falar com estranhos. Com a Alice, eu converso muito em relação &agrave; exposição nas redes sociais, principalmente porque as meninas gostam muito de tirar fotos”, pontua.</p><p style="text-align: justify; ">Para Renata, a medida protocolada pelo Parlamento fluminense vai beneficiar muitos pais e responsáveis que não sabem como ter esse controle. “O projeto de lei vai capacitar muitas famílias e auxiliar na busca e tamb&eacute;m na escolha de qual aplicativo usar para ter essa segurança. &Eacute; essencial ter ferramentas que dão suporte na proteção e supervisão do que nossos filhos estão acessando”, conclui.</p><p style="text-align: justify; "><b>Informações poderão ser enviadas pelas operadoras</b></p><p style="text-align: justify; ">O projeto tamb&eacute;m determina que as companhias de telefonia celular que operam no Estado do Rio disponibilizem informações aos usuários. As orientações poderão ser enviadas por aplicativos de mensagens instantâneas, SMS ou notificações push, e deverão incluir link ou QR Code para a página oficial com instruções sobre a configuração das ferramentas de controle parental. A periodicidade dos avisos será definida em regulamento, e o usuário poderá cancelar gratuitamente o recebimento das mensagens.</p><p style="text-align: justify; ">Al&eacute;m disso, o programa contará com um Guia Prático de Controle Parental, que deverá permanecer disponível em versão digital e atualizada em página oficial do Poder Executivo. O documento terá caráter educativo e não poderá exigir a utilização de determinada marca, fabricante, sistema operacional, aplicativo ou plataforma.</p><p style="text-align: justify; ">Entre as ações previstas estão ainda campanhas de conscientização, palestras, oficinas, vídeos, tutoriais e divulgação de informações em escolas e espaços públicos. O Estado poderá firmar parcerias com instituições de ensino, &oacute;rgãos públicos, entidades da sociedade civil, especialistas em segurança digital e instituições de proteção de crianças e adolescentes.</p><p style="text-align: justify; ">Para o delegado titular da Delegacia da Criança e do Adolescente (DCAV), Cristiano Maia, &eacute; essencial formar “cidadãos digitais” e promover um debate contínuo sobre os riscos e responsabilidades no ambiente on-line. “Não se trata de criar uma sociedade do pânico, mas de assumir nossa responsabilidade de enfrentar esse tema com seriedade”. Ele tamb&eacute;m reforçou a importância da denúncia. “Na primeira suspeita de crime, &eacute; necessário procurar a delegacia e preservar provas como o conteúdo da conversa e a URL do perfil envolvido. Estamos lidando com provas extremamente voláteis”, alerta Maia.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/08/94827_1005072020-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/08/94827_1005072020-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/08/94827_1005072020-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>A emocionante história de Marcelo Pereira da Silva com seu ídolo Jon Secada</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94748/a-emocionante-historia-de-marcelo-pereira-da-silva-com-seu-idolo-jon-secada.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/94748/a-emocionante-historia-de-marcelo-pereira-da-silva-com-seu-idolo-jon-secada.html</guid>
			<pubDate>Sat, 29 Aug 2026 11:19:14 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Jon Secada, voltou ao Rio para um reencontro com o p&uacute;blico carioca. Onyem (28), o astro cubano-americano subiu ao palco do Qualistage ao lado da cantora Marina Elali, com o espetáculo “Canções Eternas”, projeto que celebra clássicos da m&uacute;sica nacional e internacional em um encontro de diferentes culturas, idiomas e gerações. E esse show veio embalado com uma hist&oacute;ria tocante.Há 34 anos ao lado da mesma vozPara algumas pessoas, a m&uacute;sica &eacute; apenas...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div style="text-align: justify; ">Jon Secada, voltou ao Rio para um reencontro com o p&uacute;blico carioca. Onyem (28), o astro cubano-americano subiu ao palco do Qualistage ao lado da cantora Marina Elali, com o espetáculo “Canções Eternas”, projeto que celebra clássicos da m&uacute;sica nacional e internacional em um encontro de diferentes culturas, idiomas e gerações. E esse show veio embalado com uma hist&oacute;ria tocante.</div><div><div id="m#msg-f:1874685884973814211" class="mail-message expanded"><div id="m#msg-f:1874685884973814211-content" class="mail-message-content collapsible zoom-normal mail-show-images msg2754285015217547125"><div class="clear"><div dir="ltr"><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify; "><b>Há 34 anos ao lado da mesma voz</b></div><div style="text-align: justify; "><br></div><div style="text-align: justify; ">Para algumas pessoas, a m&uacute;sica &eacute; apenas entretenimento. Para o carioca Marcelo Pereira da Silva, de 49 anos, ela se tornou companhia, inspiração e conforto. Há 34 anos, desde 1992, ele acompanha a carreira de Jon Secada e construiu uma hist&oacute;ria de admiração que atravessou gerações, superou momentos dif&iacute;ceis e permanece viva at&eacute; hoje. Ele reviveu toda essa emoção no Qualistage, com o espetáculo "Canções Eternas".</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">A hist&oacute;ria começou ainda na adolescência. Marcelo conheceu o trabalho de Jon Secada por interm&eacute;dio de uma colega de escola. Naquele per&iacute;odo, sucessos como "Angel" e "Mental Picture" embalavam os dias de aula e eram presença constante durante o recreio, quando ele e os amigos cantavam as m&uacute;sicas que marcaram uma geração.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">"Foi na adolescência que descobri o Jon Secada. A m&uacute;sica dele marcou uma fase muito bonita da minha vida e, por isso, ele sempre foi diferente de qualquer outro artista que eu admiro."</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">Embora nunca tenha integrado um fã-clube oficial, Marcelo criou amizades que nasceram justamente dessa paixão em comum, como J&uacute;lio Santos e sua amiga Mira, companheiros de longa data na admiração pelo cantor.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">Ao longo dos anos, acompanhou cada lançamento, reuniu praticamente toda a discografia do artista e continua ouvindo suas m&uacute;sicas diariamente pelas plataformas digitais. Para ele, o álbum de estreia de Jon Secada continua sendo a melhor porta de entrada para quem deseja conhecer sua obra. Entre todas as canções, acredita que Believe foi uma das mais injustiçadas da carreira e merecia ter recebido muito mais reconhecimento.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify; ">Mas a relação entre Marcelo e Jon Secada ultrapassa a admiração art&iacute;stica. Em 2022, um sonho antigo se realizou quando, finalmente, conheceu o cantor pessoalmente. Antes disso, Jon gravou um v&iacute;deo especialmente para ele, emocionado com as mensagens publicadas por Marcelo nas redes sociais. Um gesto que fortaleceu ainda mais um v&iacute;nculo constru&iacute;do ao longo de mais de três d&eacute;cadas.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">"Eu acompanho tudo relacionado ao Jon Secada por gratidão. Um dia, quando eu partir desta vida, vou me sentir honrado por ter admirado durante mais de 30 anos uma pessoa que tamb&eacute;m me retribuiu com tanto carinho."</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">As m&uacute;sicas do artista tamb&eacute;m estiveram presentes nos momentos mais dif&iacute;ceis de sua vida. Marcelo encontrou nelas conforto durante o luto pela perda do pai e, pouco tempo depois, da mãe. Nas madrugadas silenciosas, eram justamente aquelas canções que lhe davam forças para seguir em frente.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">"As m&uacute;sicas dele me acompanharam nos momentos mais felizes e tamb&eacute;m nos mais dif&iacute;ceis da minha vida. Elas acalmam o coração, trazem esperança e fazem bem para a alma."</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">Questionado sobre qual m&uacute;sica sonha ouvir ao vivo, a resposta vem sem hesitação: Mental Picture. A canção o transporta para os tempos de escola e desperta lembranças dos melhores momentos da juventude.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">Para quem ainda não conhece Jon Secada, Marcelo deixa um conselho sincero: "Ouça de coração aberto. Tenho certeza de que você vai lembrar dos melhores momentos da sua vida. A m&uacute;sica dele transmite paz, alegria e conforto. &Eacute; daquelas que ficam para sempre."</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">Se tivesse que definir Jon Secada em apenas três palavras, Marcelo escolheria: amizade, sonho e amigo. Depois de realizar o sonho de conhecer pessoalmente o artista, resta apenas mais um desejo. "Gostaria de assistir a um jogo do meu Botafogo ao lado dele no Maracanã. Seria a realização de mais um sonho."</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify; ">"Canções Eternas" - A turnê vem registrando excelente receptividade por onde passa, com apresentações de casas lotadas e forte reconhecimento do p&uacute;blico, reafirmando o prest&iacute;gio internacional de Jon Secada e a força da parceria art&iacute;stica com Marina Elali. Para os cariocas, foi mais uma oportunidade de rever uma das vozes mais marcantes da m&uacute;sica internacional em um espetáculo repleto de romantismo, nostalgia e canções que atravessaram o tempo. </div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify; ">Vencedor de três prêmios Grammy e dono de uma carreira consolidada, Secada conquistou o mundo com sua voz inconfund&iacute;vel, transitando entre o pop, a m&uacute;sica latina e as baladas românticas que embalaram diferentes gerações. O Brasil ocupa um lugar especial em sua trajet&oacute;ria, e o reencontro com o p&uacute;blico carioca reforça essa relação constru&iacute;da ao longo de d&eacute;cadas de sucesso.</div><div class="signature-text"><div id="m_2754285015217547125x_x_x_x_x_Signature"><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify; "><br></div><div></div></div></div></div></div></div><div id="m#msg-f:1874685884973814211-footer" class="mail-message-footer spacer collapsible">  </div></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/08/94748_1005071645-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/08/94748_1005071645-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/08/94748_1005071645-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Academia e terreiro se encontram para debater intolerância religiosa</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94676/academia-e-terreiro-se-encontram-para-debater-intolerancia-religiosa.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/94676/academia-e-terreiro-se-encontram-para-debater-intolerancia-religiosa.html</guid>
			<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 15:19:48 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A intolerância religiosa, especialmente aquela dirigida &agrave;s tradições de matriz africana, estará no centro do pr&oacute;ximo encontro da iniciativa Encontros Academia Terreiro, que re&uacute;ne conhecimento acadêmico e saberes ancestrais em um espaço de diálogo e construção coletiva. O encontro acontece nesta quarta-feira (26), no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS), no Centro do Rio.Para discutir o tema, foram convidados dois nomes de destaque: o professor doutor...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="center" style="text-align: justify; ">A intolerância religiosa, especialmente aquela dirigida &agrave;s tradições de matriz africana, estará no centro do pr&oacute;ximo encontro da iniciativa Encontros Academia Terreiro, que re&uacute;ne conhecimento acadêmico e saberes ancestrais em um espaço de diálogo e construção coletiva. O encontro acontece nesta quarta-feira (26), no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS), no Centro do Rio.</p><p style="text-align: justify; ">Para discutir o tema, foram convidados dois nomes de destaque: o professor doutor B&agrave;báláwo Ivanir dos Santos, pesquisador e uma das referências brasileiras no debate sobre intolerância religiosa, racismo e liberdade de crença, e a professora doutora Mariana Gino, que tamb&eacute;m atua na produção acadêmica relacionada &agrave;s questões de religião e sociedade.</p><p style="text-align: justify; ">A presença dos dois pesquisadores reforça a importância de colocar o tema em debate a partir de diferentes perspectivas. Em um momento em que manifestações de intolerância ainda atingem comunidades religiosas e, de forma recorrente, religiões de matriz africana, aproximar a universidade dos terreiros significa ampliar o espaço de escuta, reflexão e produção de conhecimento.</p><p style="text-align: justify; ">Mais do que uma palestra, a proposta &eacute; promover uma troca entre diferentes saberes, reconhecendo a experiência dos terreiros e a contribuição da academia para compreender os mecanismos que sustentam a intolerância religiosa e pensar caminhos para enfrentá-la.</p><p style="text-align: justify; ">O encontro será realizado &agrave;s 18h, na sala 109, no primeiro andar do IFCS, localizado no Largo de São Francisco de Paula, nº 1, no Centro do Rio. A atividade &eacute; aberta ao p&uacute;blico.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/08/94676_1005059929-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/08/94676_1005059929-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/08/94676_1005059929-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Professir Ivanir dos Santos ser&aacute; um dos palestrantes do evento. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
    </channel>
</rss>