<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="https://eurio.com.br/hf-sistema/assets/feed/latest.xsl" ?>
<?xml-stylesheet type="text/css" href="https://eurio.com.br/hf-sistema/assets/feed/latest.css" ?>
<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" 
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" 
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" 
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"	
	xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" 
	xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" 
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" 
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" 
	version="2.0">
    <channel>
		<title>Comportamento - Eu, Rio!</title>
		<link>https://eurio.com.br/</link>
		<atom:link href="https://eurio.com.br/" rel="self" type="application/rss+xml" />
		<description>Portal Eu, Rio!</description>
		<image>
			<link>https://eurio.com.br/</link>
			<url>https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/layout/logo_730716f1b7ac7f8d0cf761b9c76b3862.png</url>
			<title>Eu, Rio!</title>
		</image>
		<language>pt-BR</language>
		<generator>HOTFIX PRESS</generator>
		<sy:updatePeriod xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">1</sy:updateFrequency>
		<copyright>Copyright 2026 eurio.com.br</copyright>
		<docs>http://press.hotfix.com.br/</docs>
		<item>
			<title>Luto sem despedida: como enfrentar a perda sem o último adeus</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90609/luto-sem-despedida-como-enfrentar-a-perda-sem-o-ultimo-adeus.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90609/luto-sem-despedida-como-enfrentar-a-perda-sem-o-ultimo-adeus.html</guid>
			<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 12:36:49 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A conquista de um prêmio milionário pode vir acompanhada de uma dor irreparável. A vit&oacute;ria de Ana Paula Renault no BBB 26 que deixou o confinamento e descobriu a morte do pai poucos dias antes da final reacendeu um tema delicado: como lidar com o luto quando não há possibilidade de despedida. A impossibilidade de participar do vel&oacute;rio e do sepultamento pode intensificar sentimentos de negação, culpa e dificuldade de aceitação da perda. EspecialistasSegundo a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A conquista de um prêmio milionário pode vir acompanhada de uma dor irreparável. A vit&oacute;ria de Ana Paula Renault no BBB 26 que deixou o confinamento e descobriu a morte do pai poucos dias antes da final reacendeu um tema delicado: como lidar com o luto quando não há possibilidade de despedida. A impossibilidade de participar do vel&oacute;rio e do sepultamento pode intensificar sentimentos de negação, culpa e dificuldade de aceitação da perda. Especialistas</p><p style="text-align: justify; ">Segundo a psic&oacute;loga do GrupoMED, cl&iacute;nica parceira do Grupo OAF, Mar&iacute;lia Fernandes, a forma como a morte acontece influencia diretamente a vivência do luto. “O processo vai depender de como a perda ocorreu. Quando a perda &eacute; inesperada, a negação tende a ser maior, e o enlutado pode ter mais dificuldade em aceitar. Quando Ana Paula diz ‘não querer voltar para o mundo real’ significa que ainda não quer encarar a dor de viver sem o pai, está fugindo do sofrimento da nova realidade, pois o luto não &eacute; s&oacute; pelo ente querido, mas tamb&eacute;m pela vida que existia com ela.”</p><p style="text-align: justify; ">A ausência do ritual de despedida pode provocar a sensação de que a perda não foi conclu&iacute;da, dificultando a elaboração emocional. O vel&oacute;rio e o sepultamento funcionam como marcos simb&oacute;licos importantes, permitindo que familiares e amigos reconheçam a morte, compartilhem mem&oacute;rias e iniciem o processo de aceitação. Quando esse momento não acontece, &eacute; comum que a pessoa sinta necessidade de criar outros rituais para dar significado &agrave; despedida.</p><p style="text-align: justify; ">Entre as estrat&eacute;gias recomendadas por Mar&iacute;lia estão escrever uma carta para o ente querido, realizar uma homenagem &iacute;ntima, acender uma vela em mem&oacute;ria, reunir fotos e lembranças ou promover um encontro familiar posterior. “Esses gestos ajudam a construir um momento simb&oacute;lico de encerramento e facilitam a expressão da dor”, explica a psic&oacute;loga.</p><p style="text-align: justify; ">Mar&iacute;lia Fernandes ressalta ainda que não existe uma forma &uacute;nica de viver o luto. Cada um reage de maneira diferente e o tempo de elaboração tamb&eacute;m varia. “&Eacute; importante permitir-se sentir tristeza, raiva ou at&eacute; confusão. Evitar a dor pode prolongar o sofrimento. Falar sobre a perda, buscar apoio familiar ou profissional e respeitar o pr&oacute;prio tempo são passos fundamentais”, diz.</p><p style="text-align: justify; ">O caso de Ana Paula reforça que, mesmo diante de grandes conquistas, a perda de algu&eacute;m amado pode gerar um impacto emocional profundo. Quando não há despedida, o cuidado com a sa&uacute;de mental torna-se ainda mais essencial, para que o enlutado consiga, gradualmente, integrar a ausência e reconstruir a vida sem a presença f&iacute;sica de quem partiu.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90609_1004241020-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90609_1004241020-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90609_1004241020-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Ana Paula Renault e seu pai, Gerardo Renault. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o Instagram]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Fatia da população acima de 65 anos mais que duplica, e alimenta fenômeno da 'geração sanduíche' </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90563/fatia-da-populacao-acima-de-65-anos-mais-que-duplica-e-alimenta-fenomeno-da-geracao-sanduiche.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90563/fatia-da-populacao-acima-de-65-anos-mais-que-duplica-e-alimenta-fenomeno-da-geracao-sanduiche.html</guid>
			<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 08:18:47 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Geração sanduíche. A expressão passou a ser usada por pesquisadores para descrever adultos que ficam espremidos entre duas frentes de cuidado: a geração mais jovem e a mais velha da família, segundo a psic&oacute;loga Letícia Figueiredo.“Esse termo foi cunhado nos estudos das ciências sociais e das humanidades por volta de 1980. Ele representa a ação de cuidado entre gerações. Na ideia do sanduíche, temos algo que está sendo prensado, pressionado. E, no caso dessa geração,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>Geração sanduíche. A expressão passou a ser usada por pesquisadores para descrever adultos que ficam espremidos entre duas frentes de cuidado: a geração mais jovem e a mais velha da família, segundo a psic&oacute;loga Letícia Figueiredo.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686852&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686852&o=node"></p><p>“Esse termo foi cunhado nos estudos das ciências sociais e das humanidades por volta de 1980. Ele representa a ação de cuidado entre gerações. Na ideia do sanduíche, temos algo que está sendo prensado, pressionado. E, no caso dessa geração, estamos falando de cuidado. São pessoas que cuidam da geração passada, geralmente pais, av&oacute;s, pessoas idosas, e tamb&eacute;m da pr&oacute;xima geração, que geralmente são filhos e sobrinhos.”</p><p>O envelhecimento da população &eacute; responsável por parte dessa situação. Mas há outros fatores.</p><p>“Estamos tendo uma transição demográfica. No Brasil, há um alargamento da faixa etária, ou seja, as pessoas estão vivendo mais. No s&eacute;culo 21, vemos famílias cada vez menores. Então, esse cuidado acaba recaindo sobre algu&eacute;m. Na maioria das vezes, essa responsabilidade recai sobre as mulheres."</p><p>Os brasileiros estão vivendo mais tempo. A expectativa de vida ao nascer chegou a 75 anos e meio, segundo o IBGE, e segue aumentando com a melhora das condições de saúde e do acesso a tratamentos.</p><p>Esse cenário faz com que muitas famílias convivam por mais tempo com três gerações vivas: av&oacute;s, pais e filhos.</p><p>Em 1980, a população brasileira tinha cerca de 4% de pessoas com 65 anos ou mais. Em 2022, essa parcela já ultrapassava 10%, e a tendência &eacute; de crescimento nas pr&oacute;ximas d&eacute;cadas.</p><p>   <b> Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Cultura FM de Bel&eacute;m/RadioAgência Nacional sobre a 'geração sanduíche'.</b><br></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90563_aumento-da-longevidde-com-melhoria-das-condicoes-de-saude-e-um-dos-fatores-por-tras-da-geracao-sandu.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90563_aumento-da-longevidde-com-melhoria-das-condicoes-de-saude-e-um-dos-fatores-por-tras-da-geracao-sandu.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90563_aumento-da-longevidde-com-melhoria-das-condicoes-de-saude-e-um-dos-fatores-por-tras-da-geracao-sandu.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Aumento da longevidade, com melhoria das condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de, &eacute; um dos fatores por tr&aacute;s da 'gera&ccedil;&atilde;o sandu&iacute;che']]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Enfrentamento ao stalking, ou perseguição, integrará Campanha de Combate à Violência Contra a Mulher</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90545/enfrentamento-ao-stalking-ou-perseguicao-integrara-campanha-de-combate-a-violencia-contra-a-mulher.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90545/enfrentamento-ao-stalking-ou-perseguicao-integrara-campanha-de-combate-a-violencia-contra-a-mulher.html</guid>
			<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 16:10:06 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Campanha Estadual de Conscientização e Combate &agrave; Violência contra a Mulher será ampliada para incluir o enfrentamento ao crime de perseguição, conhecido como stalking. &Eacute; o que determina a Lei 11.163/26, de autoria dos deputados Carlos Macedo (REP), Elika Takimoto (PT) e Dani Monteiro (PSol), que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), sancionada pelo governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, e publicada no Diário Oficial...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="margintop11">A Campanha Estadual de Conscientização e Combate &agrave; Violência contra a Mulher será ampliada para incluir o enfrentamento ao crime de perseguição, conhecido como stalking. &Eacute; o que determina a Lei 11.163/26, de autoria dos deputados Carlos Macedo (REP), Elika Takimoto (PT) e Dani Monteiro (PSol), que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), sancionada pelo governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, e publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (20/04).</p><p class="margintop11">A medida altera a Lei Estadual 9.658/22, que instituiu uma campanha anual de conscientização sobre violência psicol&oacute;gica contra a mulher, para incluir tamb&eacute;m ações educativas e informativas sobre o crime de perseguição. O objetivo &eacute; ampliar o conhecimento da população sobre essa forma de violência e incentivar a denúncia.</p><p class="margintop11">De acordo com o texto, a campanha deverá divulgar informações sobre a legislação federal que tipifica o crime de perseguição, al&eacute;m de orientar as vítimas sobre os canais de denúncia disponíveis, como o Disque 180, serviço nacional de atendimento &agrave;s mulheres em situação de violência.</p><p class="margintop11">A perseguição &eacute; caracterizada, ainda segundo a norma, pela prática reiterada de atos que ameaçam a integridade física ou psicol&oacute;gica da vítima, restringem sua locomoção ou invadem sua privacidade. O crime pode ocorrer tanto de forma presencial quanto por meios digitais, como redes sociais e aplicativos de mensagens.</p><p class="margintop11">“Este tipo de crime ainda &eacute; pouco conhecido, e &eacute; fundamental construirmos mecanismos para informar a sociedade. Em muitos casos, &eacute; possível evitar que mulheres sejam vitimadas, al&eacute;m de estimular a denúncia para que os agressores sejam punidos”, justificou a deputada Elika Takimoto, uma das autoras da lei.</p><p class="margintop11">O projeto tamb&eacute;m prevê que as ações da campanha possam ser realizadas em diversos espaços públicos estaduais, como escolas, hospitais, centros de saúde e no sistema de transporte intermunicipal, incluindo &ocirc;nibus, trens e metr&ocirc;s. Al&eacute;m disso, poderá ser firmada parcerias com organizações da sociedade civil para ampliar a divulgação das informações. A campanha irá abordar simultaneamente a violência psicol&oacute;gica e o crime de perseguição contra a mulher, reforçando a prevenção e a conscientização sobre diferentes formas de violência de gênero.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90545_stalking-png.png" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90545_stalking-png.png" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90545_stalking-png.png" medium="image">
				 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Novas normas de segurança e saúde no Trabalho incluem avaliação de riscos emocionais e psicossociais</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90489/novas-normas-de-seguranca-e-saude-no-trabalho-incluem-avaliacao-de-riscos-emocionais-e-psicossociais.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90489/novas-normas-de-seguranca-e-saude-no-trabalho-incluem-avaliacao-de-riscos-emocionais-e-psicossociais.html</guid>
			<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 10:48:49 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[&Eacute; comum se identificar com o relato da m&eacute;dica dermatologista, Paula Sian, que viveu uma relação abusiva com a ex-chefe e sentiu os impactos diretos de um ambiente de trabalho t&oacute;xico na pr&oacute;pria saúde.“Ela era uma pessoa que gritava, ela era uma pessoa que humilhava, ela era uma pessoa que diminuía, que s&oacute; reclamava e nunca era clara nas demandas dela. Vai lá e faz. Dois dias antes ao ataque de pânico, eu cheguei para ela e perguntei: ‘você tem...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>&Eacute; comum se identificar com o relato da m&eacute;dica dermatologista, Paula Sian, que viveu uma relação abusiva com a ex-chefe e sentiu os impactos diretos de um ambiente de trabalho t&oacute;xico na pr&oacute;pria saúde.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686666&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686666&o=node"></p><blockquote><p>“Ela era uma pessoa que gritava, ela era uma pessoa que humilhava, ela era uma pessoa que diminuía, que s&oacute; reclamava e nunca era clara nas demandas dela. Vai lá e faz. Dois dias antes ao ataque de pânico, eu cheguei para ela e perguntei: ‘você tem noção que tá todo mundo chorando na frente do computador?’ Tava todo mundo na pandemia, trabalhando de casa e a a gente se reunia durante os dias e tava todo mundo chorando na frente do computador, todo mundo com ins&ocirc;nia, todo mundo fazendo terapia, muita gente tomando rem&eacute;dio para dormir, porque não conseguia lidar com ela”.</p></blockquote><p>Ela tamb&eacute;m relata os efeitos do estresse prolongado, causado pela pressão e pelo ass&eacute;dio no dia-a-dia profissional.</p><blockquote><p>“As coisas já estavam acontecendo. Então, eu já tinha ins&ocirc;nia, dor de cabeça, o coração disparava do nada. Eu suava mesmo em repouso, em grande quantidade. Muita gastrite, muito esquecimento, a mem&oacute;ria não funcionava. O ataque de pânico foi a cereja do bolo. Isso aconteceu num domingo de manhã, s&oacute; de pensar em ouvir a voz da minha chefe na segunda-feira, &agrave;s 8 horas da manhã”.</p></blockquote><p>Casos como esse têm se tornado cada vez mais frequentes.<strong> Dados do Minist&eacute;rio da Previdência Social e do INSS mostram que, em 2025, quase meio milhão de afastamentos do trabalho foram registrados por transtornos mentais, principalmente ansiedade e depressão.</strong></p><p>Entre os quadros mais comuns está a<strong> Síndrome de Burnout, marcada por esgotamento físico, emocional e mental, al&eacute;m de irritabilidade, queda de rendimento, lapsos de mem&oacute;ria e sensação constante de incapacidade.</strong></p><p>Esse cenário ampliou o debate sobre a saúde mental no ambiente de trabalho.<strong> Em maio de 2025, o governo atualizou a Norma Regulamentadora número 1, que trata da segurança e saúde no trabalho, para incluir, de forma obrigat&oacute;ria, a avaliação de riscos emocionais e psicossociais nas empresas. As novas regras entram em vigor em maio deste ano.</strong></p><p>A especialista em psicologia organizacional, Daniele Caetano, explica o que muda na prática para empregadores e trabalhadores.</p><blockquote><p>“A empresa vai precisar identificar situações que causam estresse, adoecimento emocional e conflitos no dia a dia. Por exemplo, excesso de cobranças, metas irreais, lideranças despreparadas e ambiente t&oacute;xico. Al&eacute;m disso, a empresa precisa criar ações para prevenir esses problemas como: treinamentos, orientação para líderes e programa de saúde mental”.</p></blockquote><p>Mais do que cumprir a legislação, cuidar da saúde emocional dos funcionários impacta diretamente a produtividade. <strong>Dados da Organização Mundial da Saúde e da Organização Internacional do Trabalho apontam que cerca de 12 bilhões de dias úteis são perdidos todos os anos, no mundo, por causa da ansiedade e da depressão, um prejuízo estimado em 1 trilhão de d&oacute;lares.</strong></p><p>Para Daniele Caetano, o recado &eacute; claro.</p><blockquote><p>“Empresas que não cuidam disso acabam tendo mais afastamentos, mais demissões mais processos e menos produtividade. Ou seja, ignorar essa mudança sai muito mais caro depois”.</p></blockquote><p>Em casos de sintomas de estresse, esgotamento físico, mental ou emocional, a orientação &eacute; buscar atendimento m&eacute;dico e apoio de profissionais da saúde mental.</p><p><em>*Com supervisão de Aline Cordeiro</em></p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre as novas normas de segurança e saúde no Trabalho, que entram em vigor em maio.</b><em><br></em></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90489_esgotamento-fisico-e-emocional-afeta-grande-numero-de-trabalhadores-e-passa-a-ingrar-lista-de-riscos.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90489_esgotamento-fisico-e-emocional-afeta-grande-numero-de-trabalhadores-e-passa-a-ingrar-lista-de-riscos.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90489_esgotamento-fisico-e-emocional-afeta-grande-numero-de-trabalhadores-e-passa-a-ingrar-lista-de-riscos.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Esgotamento f&iacute;sico e emocional afeta grande n&uacute;mero de pessoas, e passa a ingrar lista de riscos potenciais &agrave; sa&uacute;de dos trabalhadores]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Dandara Vital narra a própria travessia como mulher trans em ‘Raia 8’</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90324/dandara-vital-narra-a-pra-pria-travessia-como-mulher-trans-em-a-raia-8a.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90324/dandara-vital-narra-a-pra-pria-travessia-como-mulher-trans-em-a-raia-8a.html</guid>
			<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:43:23 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Dandara Vital estreia como autora com o lançamento de “Raia 8 &ndash; Nadando nas mem&oacute;rias de uma mulher trans”, obra em que transforma a pr&oacute;pria trajet&oacute;ria em uma narrativa potente sobre identidade, corpo, afeto e reconstrução.No livro, Dandara revisita a infância, a relação com a natação, as primeiras descobertas do desejo e os conflitos de crescer sem ainda conseguir nomear o que sentia. Ao longo de oito cap&iacute;tulos, inspirados nas raias de uma piscina,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Dandara Vital estreia como autora com o lançamento de “Raia 8 &ndash; Nadando nas mem&oacute;rias de uma mulher trans”, obra em que transforma a pr&oacute;pria trajet&oacute;ria em uma narrativa potente sobre identidade, corpo, afeto e reconstrução.</p><p style="text-align: justify; ">No livro, Dandara revisita a infância, a relação com a natação, as primeiras descobertas do desejo e os conflitos de crescer sem ainda conseguir nomear o que sentia. Ao longo de oito cap&iacute;tulos, inspirados nas raias de uma piscina, a autora conduz o leitor por diferentes fases de sua vida at&eacute; o processo de se reconhecer e se afirmar como mulher trans.</p><p style="text-align: justify; ">“Quando as pessoas falam de transição, acham que &eacute; s&oacute; de gênero. Mas a gente faz várias transições na vida. Eu conto desde a criança que descobria o corpo na água, as paixões, o desejo, at&eacute; o momento em que eu me reconheço como quem sempre fui”, afirma.</p><p style="text-align: justify; ">A escrita começou ainda nos anos 2000, quando Dandara criou um blog para relatar, em tempo real, os desafios da pr&oacute;pria transição. Em meio a conflitos familiares, dificuldades profissionais e experiências de vulnerabilidade, a palavra virou acolhimento, mem&oacute;ria e sobrevivência.</p><p style="text-align: justify; ">“Eu escrevia tudo. Era uma forma de sobreviver emocionalmente. E as pessoas vinham, comentavam, diziam que se viam ali. Aquilo virou uma terapia para mim”, completa.</p><p style="text-align: justify; ">Com o tempo, sua trajet&oacute;ria tamb&eacute;m se consolidou nas artes, passando pelo teatro, pela produção cultural e pelo carnaval. Foi nesse percurso que Dandara reconheceu a escrita não apenas como registro pessoal, mas como linguagem art&iacute;stica.</p><p style="text-align: justify; ">A ideia inicial era reunir lembranças em textos curtos, quase como fragmentos. Mas a força dessas mem&oacute;rias acabou dando forma a um livro inteiro. O cap&iacute;tulo final, segundo ela, foi o maior desafio.</p><p style="text-align: justify; ">“Eu escrevi o &uacute;ltimo cap&iacute;tulo mais de mil vezes, porque queria um final apote&oacute;tico. Muito inspirado no carnaval, nessa ideia de fechamento grandioso. No fim, &eacute; um reencontro comigo mesma.”</p><p style="text-align: justify; ">Com linguagem direta e sens&iacute;vel, “Raia 8” mergulha nas m&uacute;ltiplas camadas da experiência de uma mulher trans, atravessando temas como pertencimento, exclusão, desejo, arte e reinvenção.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90324_1004189674-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90324_1004189674-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90324_1004189674-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Festival O Que Move Você? reúne mil pessoas na Barra da Tijuca </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90295/festival-o-que-move-voce-reune-mil-pessoas-na-barra-da-tijuca.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90295/festival-o-que-move-voce-reune-mil-pessoas-na-barra-da-tijuca.html</guid>
			<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 21:42:39 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A segunda edição do Festival O Que Move Você? ocupou a Cidade das Artes no &uacute;ltimo fim de semana e reuniu cerca de duas mil pessoas em dois dias de programação gratuita. Mais do que um evento cultural, o festival se firmou como um espaço de encontro, escuta e troca entre pessoas com e sem deficiência, tendo a inclusão como ponto central.No sábado, a ciência entrou em cena com a palestra da Dra. Tatiana Coelho, que apresentou a polilaminina, uma prote&iacute;na sint&eacute;tica...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A segunda edição do Festival O Que Move Você? ocupou a Cidade das Artes no &uacute;ltimo fim de semana e reuniu cerca de duas mil pessoas em dois dias de programação gratuita. Mais do que um evento cultural, o festival se firmou como um espaço de encontro, escuta e troca entre pessoas com e sem deficiência, tendo a inclusão como ponto central.</p><p style="text-align: justify;">No sábado, a ciência entrou em cena com a palestra da Dra. Tatiana Coelho, que apresentou a polilaminina, uma prote&iacute;na sint&eacute;tica com potencial de estimular a regeneração de conexões do sistema nervoso. Ao aproximar o p&uacute;blico de avanços cient&iacute;ficos que impactam diretamente a vida de pessoas com deficiência, o festival amplia o debate sobre autonomia, acessibilidade e futuro.</p><p style="text-align: justify;">No domingo, o palco foi tomado por hist&oacute;rias que emocionam e provocam reflexão. O artista cearense Guilherme Dantas compartilhou sua trajet&oacute;ria como pessoa com deficiência visual desde o nascimento e reforçou a importância da esperança e da alegria como escolhas poss&iacute;veis mesmo diante dos desafios.</p><p style="text-align: justify;"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/04/90291_2e90874549d1d74f144ccfd106c5b11b.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify;">A atriz Yohama Eshima trouxe um relato &iacute;ntimo sobre a maternidade at&iacute;pica ap&oacute;s o diagn&oacute;stico precoce do filho com Esclerose tuberosa. Já Maria Teresa Stengel destacou que transformações coletivas começam a partir de atitudes individuais, reforçando o papel de cada pessoa na construção de uma sociedade mais inclusiva.</p><p style="text-align: justify;">A programação tamb&eacute;m contou com uma exposição fotográfica com jovens com S&iacute;ndrome de Down, marcada por um olhar sens&iacute;vel e potente sobre identidade e pertencimento.</p><p style="text-align: justify;">&Agrave; frente da curadoria, Caio Leitão celebrou o crescimento do festival, que nesta edição passou a ocupar dois dias e integrar diferentes linguagens, como teatro, m&uacute;sica, oficinas e pain&eacute;is de conhecimento. Ele tamb&eacute;m destacou a importância de ampliar o debate sobre inclusão ao longo de todo o ano, fazendo referência ao trabalho da Embaixadores da Alegria.</p><p style="text-align: justify;">Entre os artistas, o m&uacute;sico Rodrigo Sha destacou a potência do encontro entre diferentes expressões e trajet&oacute;rias dentro do festival.</p><p style="text-align: justify;">“&Eacute; maravilhoso, estou no para&iacute;so. Eu adoro agregar, iluminar, dar espaço para quem precisa ser visto e valorizar essa diversidade. A gente tem projetos lindos acontecendo, artistas com hist&oacute;rias potentes e uma troca muito generosa entre todos. &Eacute; uma agenda muito positiva para a cultura e para a sociedade.”</p><p style="text-align: justify;">Sha tamb&eacute;m falou sobre a proposta de levar experiências de conexão interior para o p&uacute;blico.</p><p style="text-align: justify;">“A espiritualidade está em tudo. A ideia &eacute; tornar isso acess&iacute;vel, levar para al&eacute;m dos espaços tradicionais. Trazer esse tipo de experiência para um festival tamb&eacute;m &eacute; inclusão. &Eacute; plantar uma semente para que as pessoas olhem para dentro e entendam que a transformação começa de dentro para fora.”</p><p style="text-align: justify;">Outro destaque foi a oficina de musicalização de Luis Carlinhos, que transformou o p&uacute;blico em parte ativa da experiência, promovendo interação por meio de instrumentos, corpo e improvisação.</p><p style="text-align: justify;">O pianista Jonathan Ferr tamb&eacute;m marcou presença, trazendo sua mistura de jazz, m&uacute;sica brasileira e sonoridades contemporâneas.</p><p style="text-align: justify;">“Não vim aqui pra entreter, mas pra conectar. &Eacute; sobre acessar sentimentos, permitir que eles transbordem e usar a m&uacute;sica como um caminho para se compreender e, quem sabe, transformar a pr&oacute;pria realidade.”</p><p style="text-align: justify;"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/04/90291_08015d66ba9a09d15b8abc6c37261fc2.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify;">Encerrando o evento, o mestre de cerim&ocirc;nias Gigante L&eacute;o destacou a importância do festival ao promover a convivência entre diferentes realidades.  “Eu acho que esse evento tem uma importância diferenciada das outras iniciativas de inclusão porque re&uacute;ne pessoas com deficiência, pessoas sem deficiência, pais, mães, todo mundo no mesmo ambiente, no mesmo movimento, tratando todos de igual pra igual. E isso traz uma reflexão importante: as pessoas com deficiência são como quaisquer outras, têm suas necessidades espec&iacute;ficas, assim como todo mundo tem. O festival joga luz sobre isso e mostra como esse movimento &eacute; fundamental para a sociedade.”</p><p style="text-align: justify;">Ao longo dos dois dias, o p&uacute;blico acompanhou encontros musicais in&eacute;ditos entre artistas com e sem deficiência, al&eacute;m dos “Encontros que Movem”, rodas de conversa que ampliaram o debate sobre inclusão. As peças de teatro tamb&eacute;m tiveram papel de destaque na programação e contribu&iacute;ram para evidenciar o crescimento e a consolidação do festival.</p><p style="text-align: justify; ">Com boa adesão do p&uacute;blico e uma programação plural, o Festival O Que Move Você? se consolida como um movimento que vai al&eacute;m do palco e propõe novas formas de enxergar o outro e a si mesmo  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90295_1004185661-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90295_1004185661-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90295_1004185661-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Fotos: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Andreia Roma é homenageada no Ouvidores do Brasil e reforça a equidade feminina pela literatura</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90277/andreia-roma-e-homenageada-no-ouvidores-do-brasil-e-reforca-a-equidade-feminina-pela-literatura.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90277/andreia-roma-e-homenageada-no-ouvidores-do-brasil-e-reforca-a-equidade-feminina-pela-literatura.html</guid>
			<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 13:31:48 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A CEO e fundadora da Editora Leader, Andreia Roma, marcou presença na premiação Ouvidores do Brasil, promovida pela ABRAREC, e foi uma das grandes homenageadas do evento, destacando sua trajet&oacute;ria e contribuição para a valorização da escuta, do diálogo e da representatividade no mercado.Durante o evento, Andreia levou ao painel uma pauta direta e essencial: a equidade de gênero constru&iacute;da tamb&eacute;m por meio da literatura. Representando a força da liderança feminina, ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A CEO e fundadora da Editora Leader, Andreia Roma, marcou presença na premiação Ouvidores do Brasil, promovida pela ABRAREC, e foi uma das grandes homenageadas do evento, destacando sua trajet&oacute;ria e contribuição para a valorização da escuta, do diálogo e da representatividade no mercado.</p><p style="text-align: justify; ">Durante o evento, Andreia levou ao painel uma pauta direta e essencial: a equidade de gênero constru&iacute;da tamb&eacute;m por meio da literatura. Representando a força da liderança feminina, ela apresentou o impacto do Selo Editorial S&eacute;rie Mulheres, iniciativa criada em 2014, que já re&uacute;ne mais de quatro mil hist&oacute;rias registradas em obras publicadas.</p><p style="text-align: justify; ">Com o prop&oacute;sito de dar voz &agrave;s mulheres, ampliar sua presença em diferentes áreas profissionais e fortalecer o protagonismo feminino, o selo tem conectado narrativas reais a temas estrat&eacute;gicos do mercado, reforçando a importância da representatividade em setores diversos.</p><p style="text-align: justify; ">Ao lado de Ângelo Guerra, presidente da Atento Brasil, e Nelson Lopes, COO da Madre Seguros, e com mediação de Victor Morais de Andrade, presidente da ABRAREC, Andreia conduziu sua participação com firmeza e clareza ao afirmar que não existe avanço real dentro das organizações sem espaço verdadeiro para a voz feminina.</p><p style="text-align: justify; ">O reconhecimento recebido na premiação reforça a relevância de sua atuação &agrave; frente da Editora Leader e o impacto do Selo S&eacute;rie Mulheres como instrumento de escuta, expressão e transformação social.</p><p style="text-align: justify; ">Mais do que uma presença simb&oacute;lica, Andreia Roma consolida um movimento constru&iacute;do ao longo dos anos: transformar hist&oacute;rias em legado e dar visibilidade a mulheres que constroem o mercado todos os dias.?  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90277_1004182182-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90277_1004182182-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90277_1004182182-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Sobrancelhas bem definidas: segredo para reforçar a imagem pessoal e elevar a presença profissional</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90268/sobrancelhas-bem-definidas-segredo-para-reforcar-a-imagem-pessoal-e-elevar-a-presenca-profissional.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90268/sobrancelhas-bem-definidas-segredo-para-reforcar-a-imagem-pessoal-e-elevar-a-presenca-profissional.html</guid>
			<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 07:20:32 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Em um mundo onde a primeira impressão conta mais do que nunca, as sobrancelhas assumem um papel central na construção da imagem pessoal e profissional. Cida Pires, renomada especialista em design de sobrancelhas e fundadora do Espaço Cida Pires, explica como esse detalhe pode transformar a presença de qualquer pessoa."Sobrancelhas bem definidas são como uma moldura perfeita para o rosto: elas transmitem confiança, equil&iacute;brio e sofisticação. Uma sobrancelha harmoniosa reforça a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Em um mundo onde a primeira impressão conta mais do que nunca, as sobrancelhas assumem um papel central na construção da imagem pessoal e profissional. Cida Pires, renomada especialista em design de sobrancelhas e fundadora do Espaço Cida Pires, explica como esse detalhe pode transformar a presença de qualquer pessoa.</p><p style="text-align: justify; ">"Sobrancelhas bem definidas são como uma moldura perfeita para o rosto: elas transmitem confiança, equil&iacute;brio e sofisticação. Uma sobrancelha harmoniosa reforça a imagem pessoal, realçando traços &uacute;nicos e transmitindo autenticidade. No ambiente profissional, elas influenciam diretamente a percepção de autoridade e simpatia, ajudando a se destacar em reuniões, negociações ou eventos", afirma Cida Pires.</p><p style="text-align: justify; ">Com mais de uma d&eacute;cada de experiência no design de sobrancelhas, Cida Pires atende um p&uacute;blico variado, de executivos a influenciadores, sempre priorizando t&eacute;cnicas personalizadas que respeitam a anatomia facial de cada cliente. "Não se trata apenas de beleza, mas de empoderamento. Sobrancelhas ideais elevam a autoestima e projetam uma presença mais impactante", completa a especialista.</p><p style="text-align: justify; ">Cida Pires &eacute; referência em design de sobrancelhas no Rio de Janeiro, com foco em t&eacute;cnicas inovadoras e personalizadas que valorizam a essência de cada cliente.</p><p style="text-align: justify; ">Localizado no coração de Icara&iacute;, o Espaço Cida Pires oferece atendimento especializado e personalizado no Shopping Icara&iacute;, Rua Ator Paulo Gustavo, 229 &ndash; Loja 229, Icara&iacute;, Niter&oacute;i. O ambiente aconchegante e equipado com as melhores tecnologias garante resultados naturais e duradouros.</p><p style="text-align: justify; ">Para mais informações e agendamentos, acesse @cidapires.academy no Instagram ou entre em contato pelo WhatsApp (21) 98802-8651.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90268_design-de-sobrancelhas-1-811x526-webp.webp" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90268_design-de-sobrancelhas-1-811x526-webp.webp" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90268_design-de-sobrancelhas-1-811x526-webp.webp" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Caso Leandro Lehart, do Art Popular, tem documentário lançado </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90134/caso-leandro-lehart-do-art-popular-tem-documentario-lancado.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90134/caso-leandro-lehart-do-art-popular-tem-documentario-lancado.html</guid>
			<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 09:22:06 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Nesta semana, o cantor Leandro Lehart, conhecido por sua trajet&oacute;ria &agrave; frente do grupo Art Popular, voltou ao centro de um caso que, há anos, provoca reações intensas e opiniões divididas.O artista foi acusado e condenado pelos crimes de estupro e cárcere privado. A denúncia que se tornou pública em 2022, refere-se a eventos ocorridos em outubro de 2019 com uma mulher com quem o artista havia se relacionado. Em 2022, ele foi condenado em primeira instância a 9 anos, 7 meses ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="left" style="text-align: justify; ">Nesta semana, o cantor Leandro Lehart, conhecido por sua trajet&oacute;ria &agrave; frente do grupo Art Popular, voltou ao centro de um caso que, há anos, provoca reações intensas e opiniões divididas.</p><p align="left" style="text-align: justify;">O artista foi acusado e condenado pelos crimes de estupro e cárcere privado. A denúncia que se tornou pública em 2022, refere-se a eventos ocorridos em outubro de 2019 com uma mulher com quem o artista havia se relacionado. Em 2022, ele foi condenado em primeira instância a 9 anos, 7 meses e 6 dias de prisão em regime fechado. Recentemente, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) manteve a condenação em segunda instância. A defesa recorreu e o caso segue em andamento, marcado por versões divergentes entre acusação e defesa.</p><p align="left" style="text-align: justify;">No recente lançamento do documentário “Socorro em Silêncio &ndash; Entre Fatos e Narrativas”, Leandro Lehart, ap&oacute;s anos de silêncio, conta sua versão dos fatos (todos baseados nos autos do processo), e reacende o debate &ndash; não apenas sobre o caso, mas sobre a forma dos julgamentos.</p><p align="left" style="text-align: justify;">A repercussão expõe um padrão: a pressa em concluir.</p><p align="left" style="text-align: justify;">Em um ambiente dominado por recortes e opiniões instantâneas, a narrativa costuma se formar antes da compreensão. A dúvida, que deveria ser essencial em qualquer processo de apuração, passa a ser descartada.</p><p align="left" style="text-align: justify;">Mas a realidade raramente &eacute; simples. Casos que envolvem relações humanas e acusações graves exigem mais do que reação. Exigem exame cuidadoso, responsabilidade e disposição para lidar com a complexidade.</p><p align="left" style="text-align: justify;">Casos que envolvem violência, especialmente de natureza sexual, não são apenas complexos, mas são profundamente sensíveis. Suas marcas não são apenas jurídicas, mas humanas, emocionais e sociais. Por isso, cada situação exige não apenas cautela na avaliação, mas tamb&eacute;m respeito &agrave; gravidade do que está sendo discutido.</p><p align="left" style="text-align: justify;">Não se trata apenas de um caso, mas de uma hist&oacute;ria coletiva marcada por silenciamentos, dúvidas e descr&eacute;dito. Durante muito tempo, mulheres precisaram lutar não apenas por justiça, mas pelo direito básico de serem ouvidas. Por isso, cada relato importa. Cada escuta importa. </p><p align="left" style="text-align: justify;">Mas &eacute; justamente por carregar esse peso que o tema exige ainda mais responsabilidade. Levar uma denúncia a s&eacute;rio não pode significar abrir mão da avaliação, dos contextos emocionais e de todos os detalhes que compõe uma hist&oacute;ria. Porque, quando isso acontece, não estamos protegendo a causa, mas sim fragilizando aquilo que a sustenta. </p><p align="left" style="text-align: justify;">A credibilidade de uma luta não se constr&oacute;i na ausência de questionamento, mas na capacidade de atravessá-lo com rigor. Transformar situações complexas em respostas automáticas pode parecer um gesto de apoio, mas tamb&eacute;m pode gerar distorções. E distorções, nesse contexto, não atingem apenas indivíduos &ndash; atingem a confiança em denúncias que precisam, mais do que nunca, ser levadas a s&eacute;rio. </p><p align="left" style="text-align: justify;">Sustentar essa complexidade não &eacute; confortável, mas &eacute; necessário. Porque, no fim, nenhuma mulher quer voltar a não ser ouvida, mas tamb&eacute;m não há como abrir mão de ser justa. </p><p align="left" style="text-align: justify;"><a name="_41wvbnviojpy"></a>Al&eacute;m dos aspectos jurídicos, há dimensões humanas que não podem ser ignoradas: contextos, emoções e dinâmicas que tornam qualquer situação mais complicada do que aparenta. Casos de violência carregam um peso hist&oacute;rico real, mas &eacute; essa mesma relevância que exige uma análise profundamente rigorosa. Quando essa análise cede &agrave; simplificação, o risco não &eacute; apenas de injustiça individual &ndash; &eacute; tamb&eacute;m de enfraquecimento de uma causa legítima. </p><p align="left" style="text-align: justify;">Tratar cada situação com responsabilidade não enfraquece nenhuma luta. Sustenta. </p><p align="left" style="text-align: justify;">O pr&oacute;prio sistema de justiça reforça essa necessidade de cautela. Decisões se baseiam em provas, mas tamb&eacute;m em interpretações. Não são absolutas, por isso existem recursos, revisões e diferentes instâncias. </p><p align="left" style="text-align: justify;">Quando esse processo, já complexo, &eacute; substituído pelo julgamento público imediato, o risco de distorção aumenta. </p><p align="left" style="text-align: justify;">Este não &eacute; um texto de defesa. Nem de acusação. &Eacute; um convite.</p><p align="left" style="text-align: justify;">Em tempos de certezas rápidas e absolutas, talvez o maior desafio seja sustentar a dúvida. Ouvir os dois lados antes de concluir. Analisar antes de julgar.  </p><p align="left" style="text-align: justify; ">Porque, entre versões e narrativas, &eacute; nesse espaço &ndash; menos apressado e mais consciente &ndash; que a justiça começa.</p><p>                                            </p><p align="left" style="text-align: justify; "><b>Documentário “Socorro em Silêncio &ndash; Entre Fatos e Narrativas”:</b></p><div class="videoWrapper" data-source="YOUTUBE"><iframe frameborder="0" src="//www.youtube.com/embed/y4h3Ko4fCKY" allowfullscreen="true" width="560" height="315" scrolling="no" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" class="note-video-clip"></iframe></div><p align="left" style="text-align: justify; "><br></p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90134_screenshot-20260410-092119-word-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90134_screenshot-20260410-092119-word-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90134_screenshot-20260410-092119-word-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>ONU aponta prejuízos aos jovens com excesso de uso das redes sociais</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90096/onu-aponta-prejuizos-aos-jovens-com-excesso-de-uso-das-redes-sociais.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90096/onu-aponta-prejuizos-aos-jovens-com-excesso-de-uso-das-redes-sociais.html</guid>
			<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 09:36:14 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Relat&oacute;rio Mundial da Felicidade, realizado pela Organização das Nações Unidas, analisa a qualidade de vida em mais de 140 países e aponta uma relação direta entre o tempo de uso das redes sociais e o bem-estar dos jovens.Segundo o levantamento, a m&eacute;dia global de uso entre adolescentes &eacute; de cerca de duas horas e meia por dia &mdash; nível associado &agrave; queda na qualidade de vida.No cotidiano, esses impactos já podem ser percebidos no comportamento dos...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>O Relat&oacute;rio Mundial da Felicidade, realizado pela Organização das Nações Unidas, analisa a qualidade de vida em mais de 140 países e aponta uma relação direta entre o tempo de uso das redes sociais e o bem-estar dos jovens.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685312&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685312&o=node"></p><p>Segundo o levantamento, a m&eacute;dia global de uso entre adolescentes &eacute; de cerca de duas horas e meia por dia &mdash; nível associado &agrave; queda na qualidade de vida.</p><p>No cotidiano, esses impactos já podem ser percebidos no comportamento dos estudantes, como observa a pedagoga Selma Brito.</p><blockquote><p>“Um desafio para n&oacute;s, e principalmente da nossa geração, &eacute; compreender como vamos mediar a aprendizagem para a melhor utilização dos meios e dos recursos neste mundo digital.”</p></blockquote><p>Entre os principais efeitos apontados pelo relat&oacute;rio estão dificuldades de concentração, ansiedade e prejuízos nas relações sociais. O excesso de tempo conectado tamb&eacute;m pode afetar o desenvolvimento cognitivo e a forma como esses jovens constroem a pr&oacute;pria imagem.</p><blockquote><p>“Há a construção de uma mentalidade consumista e de um ideal de mundo do consumo que está sempre disponível. A gente precisa educá-los para entender onde &eacute; que ele consome, onde &eacute; que ele &eacute; consumido e que tipo de escolha ele tem que fazer.”</p></blockquote><p>Diante desse cenário, Selma Brito ressalta a importância de equilibrar o uso das tecnologias com rotinas mais saudáveis e destaca o papel da família nesse processo.</p><blockquote><p>“Existem alguns filtros e isso a família tamb&eacute;m pode fazer. Tem horário de chegar em casa e dormir, ponto final. Tem horário de estar nas telas, ponto final. Tem horário de sair para conversar com os colegas. Está faltando essa negociação e essa definição de regras. Eles precisam disso.”</p></blockquote></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex">    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Educadora da Bahia/RadioAgência Nacional sobre o impacto das redes sociais e do uso do celular sobre o bem-estar dos jovens.</b><div class="nome-editor"><br></div></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90096_criancas-e-adolescentes-sofrem-prejuizos-no-desenvolvimento-cognitivo-na-autoimagem-no-controle-da-a.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90096_criancas-e-adolescentes-sofrem-prejuizos-no-desenvolvimento-cognitivo-na-autoimagem-no-controle-da-a.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90096_criancas-e-adolescentes-sofrem-prejuizos-no-desenvolvimento-cognitivo-na-autoimagem-no-controle-da-a.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Crian&ccedil;as e adolescentes sofrem preju&iacute;zos no desenvolvimento cognitivo, na autoimagem, no controle da ansiedade e no rendimento escolar, aponta Relat&oacute;rio da Felicidade, da ONU. Foto: Bruno Peres/Ag&ecirc;nci]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Lula sanciona leis apertando o cerco a agressores de mulheres</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90095/lula-sanciona-leis-apertando-o-cerco-a-agressores-de-mulheres.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90095/lula-sanciona-leis-apertando-o-cerco-a-agressores-de-mulheres.html</guid>
			<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 09:14:16 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O presidente Lula sanciona, nesta quinta-feira (9), três projetos de lei que fortalecem o combate &agrave; violência contra a mulher. O primeiro &eacute; o PL que determina o uso imediato de tornozeleira eletr&ocirc;nica em agressores que coloquem em risco a vida de mulheres e crianças em casos de violência dom&eacute;stica. Atualmente, a Lei Maria da Penha autoriza o monitoramento, mas como opção. Al&eacute;m disso, a vítima poderá usar um dispositivo de segurança alertando sobre a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>O presidente Lula sanciona, nesta quinta-feira (9), <strong>três projetos de lei que fortalecem o combate &agrave; violência contra a mulher</strong>. O primeiro &eacute; o PL que determina o <strong>uso imediato de tornozeleira eletr&ocirc;nica em agressores </strong>que coloquem em risco a vida de mulheres e crianças em casos de violência dom&eacute;stica. Atualmente, a Lei Maria da Penha autoriza o monitoramento, mas como opção. Al&eacute;m disso, a vítima poderá usar um dispositivo de segurança alertando sobre a aproximação do agressor.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685334&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685334&o=node"></p><p>Pela lei, <strong>os delegados de polícia tamb&eacute;m poderão determinar o uso da tornozeleira em cidades sem juiz</strong>. Nesses locais, hoje, o afastamento imediato do lar &eacute; a única medida protetiva que o delegado pode adotar. O uso da tornozeleira tamb&eacute;m será prioridade nos casos em que houver descumprimento de outras medidas protetivas. Pela nova lei, caso o juiz decida que a tornozeleira não deve mais ser usada, deverá expor expressamente os motivos.</p><p>O projeto tamb&eacute;m <strong>aumenta de um terço at&eacute; a metade a pena por descumprimento de medidas protetivas</strong>. Atualmente, a reclusão &eacute; de 2 a 5 anos, al&eacute;m de multa.</p><p>O presidente Lula tamb&eacute;m sanciona a proposta sobre o <strong>vicaricídio, que torna crime o assassinato de filhos e parentes como forma de punir ou causar sofrimento &agrave;s mulheres</strong>. O delito será considerado hediondo, com pena de 20 a 40 anos.</p><p>Outro projeto sancionado cria o Dia Nacional de Proteção e Combate &agrave; Violência contra as Mulheres Indígenas, em 5 de setembro. </p><p>A cerim&ocirc;nia acontece no Palácio do Planalto, em Brasília.<br> </p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex">   <b> Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a sanção pelo presidente Lula de projetos que fortelecem o combate &agrave; violência contra a mulher.</b><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90095_mulheres-sob-ameaca-de-companheiros-passam-a-contar-com-protecao-legal-mais-ampla-a-partir-da-sancao.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90095_mulheres-sob-ameaca-de-companheiros-passam-a-contar-com-protecao-legal-mais-ampla-a-partir-da-sancao.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90095_mulheres-sob-ameaca-de-companheiros-passam-a-contar-com-protecao-legal-mais-ampla-a-partir-da-sancao.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Mulheres sob amea&ccedil;a de companheiros passam a contar com prote&ccedil;&atilde;o legal mais ampla, a partir da san&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s novas leis.]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Luto prolongado impacta saúde e aumenta atendimentos médicos, alerta especialista </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90032/luto-prolongado-impacta-saude-e-aumenta-atendimentos-medicos-alerta-especialista.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90032/luto-prolongado-impacta-saude-e-aumenta-atendimentos-medicos-alerta-especialista.html</guid>
			<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 15:12:08 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[No mês em que &eacute; comemorado o Dia Mundial da Sa&uacute;de - 7 de abril, especialistas chamam atenção para um tema ainda pouco discutido: os impactos do luto prolongado na sa&uacute;de. A data, criada pela OMS - Organização Mundial da Sa&uacute;de, reforça a importância de uma abordagem integral do cuidado &mdash; que inclui não apenas o corpo, mas tamb&eacute;m a sa&uacute;de mental. O luto prolongado &mdash; caracterizado pela dificuldade em elaborar a perda de um ente querido ao ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">No mês em que &eacute; comemorado o Dia Mundial da Sa&uacute;de - 7 de abril, especialistas chamam atenção para um tema ainda pouco discutido: os impactos do luto prolongado na sa&uacute;de. A data, criada pela OMS - Organização Mundial da Sa&uacute;de, reforça a importância de uma abordagem integral do cuidado &mdash; que inclui não apenas o corpo, mas tamb&eacute;m a sa&uacute;de mental. O luto prolongado &mdash; caracterizado pela dificuldade em elaborar a perda de um ente querido ao longo do tempo &mdash; tem contribu&iacute;do para o aumento na procura por atendimentos m&eacute;dicos e psicol&oacute;gicos. Especialistas reforçam que o acolhimento e o acesso &agrave; informação são fundamentais para preservar a sa&uacute;de e ajudar na reconstrução da vida ap&oacute;s a perda.</p><p style="text-align: justify;">Desde 2022, a OMS passou a reconhecer o luto prolongado como um transtorno mental na Classificação Internacional de Doenças (CID-11), quando a dor da perda persiste de forma intensa e incapacitante, impedindo a retomada da vida cotidiana. Especialistas são unânimes ao afirmar: falar sobre o luto &eacute; essencial para reduzir seus impactos. Algumas dicas podem ajudar no processo.</p><p style="text-align: justify;">Durante dez anos, pesquisadores da Dinamarca acompanharam 1.735 pessoas enlutadas e conclu&iacute;ram que familiares com n&iacute;veis elevados e persistentes de sintomas de luto (como tristeza intensa, dificuldade de aceitar a perda e sensação de vazio) usam mais os serviços de sa&uacute;de e têm risco de morte aumentado por at&eacute; uma d&eacute;cada ap&oacute;s a perda do familiar. Os resultados publicados na revista Frontiers in Public Health ano passado mostram a importância de tratar os sintomas o quanto antes, conforme orienta  a psic&oacute;loga Mar&iacute;lia Fernandes, do Grupo OAF;</p><p style="text-align: justify;">“São vários os sinais de alerta, como isolamento social prolongado, sentimento de paralisação diante da retomada da rotina, quando a intensidade da dor não diminui com o tempo, processo de culpa excessivo ou sensação de falta de sentido na vida”, explica Mar&iacute;lia.</p><p style="text-align: justify;">O sofrimento emocional cont&iacute;nuo pode desencadear sintomas f&iacute;sicos importantes, como ins&ocirc;nia, queda da imunidade, dores cr&ocirc;nicas e at&eacute; o agravamento de doenças cardiovasculares. Dados da pr&oacute;pria OMS apontam que transtornos mentais já representam uma das principais causas de incapacidade no mundo, e o Brasil lidera a prevalência de depressão na Am&eacute;rica Latina. Nesse contexto, experiências de perda e luto não elaboradas impactam no desenvolvimento ou agravamento desses quadros.</p><p style="text-align: justify;">Al&eacute;m disso, especialistas alertam que o luto prolongado pode apresentar sintomas semelhantes aos da depressão e ansiedade, incluindo tristeza profunda, perda de interesse pela vida, alterações no sono e at&eacute; manifestações f&iacute;sicas como dores no corpo e problemas de mem&oacute;ria. Segundo a psic&oacute;loga, o corpo responde diretamente ao sofrimento emocional. Mar&iacute;lia Fernandes afirma que uma rede de apoio &eacute; fundamental neste momento;</p><p style="text-align: justify;">“Deve-se evitar acelerar o processo de luto. As pessoas ao redor devem dar espaço &agrave; escuta, estar presentes, demonstrar apoio, evitar falas como ‘você precisa ser forte´ e ‘a vida continua´, pois revelam insensibilidade diante da dor do enlutado. Sabemos que &eacute; um momento desconfortável, de tristeza, de tendência ao isolamento, mas &eacute; importante o apoio de familiares e amigos”, diz. E a psic&oacute;loga orienta sobre como agir;</p><p style="text-align: justify;">“A preocupação não deve ser sobre ter frases brilhantes ou positivas para tentar consolar o enlutado. O momento &eacute; de fazer com que se sinta confortável para que consiga falar sobre a perda e assim vá elaborando a dor e se organizando internamente em um momento tão dificil’, ensina Mar&iacute;lia.</p><p style="text-align: justify;">Quando o luto não &eacute; vivido e elaborado, ele pode se manifestar de forma silenciosa no organismo. &Eacute; comum que pacientes procurem atendimento m&eacute;dico por sintomas f&iacute;sicos sem perceber que a origem está na dor emocional. Esse cenário tamb&eacute;m reflete no aumento global da demanda por serviços de sa&uacute;de. </p><p style="text-align: justify;">Atento a essa realidade, o Grupo OAF, que atua com serviços de assistência funeral e suporte em sa&uacute;de, tem ampliado sua atuação para al&eacute;m dos procedimentos formais, oferecendo acolhimento e orientação &agrave;s fam&iacute;lias no per&iacute;odo p&oacute;s-perda.</p><p style="text-align: justify;">“O cuidado não termina no momento da despedida. &Eacute; fundamental oferecer suporte cont&iacute;nuo para que as fam&iacute;lias consigam atravessar o luto de forma mais saudável e com menos impactos na sa&uacute;de”, destaca a CEO da empresa, Karla Monielly Belchior.</p><p style="text-align: justify;"><b>Dicas para lidar melhor com o luto:</b></p><p style="text-align: justify;">* Permitir-se sentir e expressar a dor</p><p style="text-align: justify;">* Evitar o isolamento e buscar apoio emocional</p><p style="text-align: justify;">* Manter uma rotina básica de autocuidado</p><p style="text-align: justify;">* Respeitar o pr&oacute;prio tempo de recuperação</p><p style="text-align: justify;">* Procurar acompanhamento psicol&oacute;gico quando necessário</p><p style="text-align: justify;"> </p><p>                                                      </p><p><div style="text-align: justify;"><br></div> <div style="text-align: justify;"><br></div>   </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90032_1004136603-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90032_1004136603-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90032_1004136603-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Condenado por feminicídio arcará com pensão por morte aos filhos da assassinada</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/89835/condenado-por-feminicidio-arcara-com-pensao-por-morte-aos-filhos-da-assassinada.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/89835/condenado-por-feminicidio-arcara-com-pensao-por-morte-aos-filhos-da-assassinada.html</guid>
			<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 11:53:17 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Tribunal Regional Federal da 4ª Região decidiu que um homem condenado por feminicídio deve ressarcir o INSS pelas despesas com pensão por morte paga aos filhos da vítima.O caso ocorreu em 2020, na cidade de Palmas, no Paraná. Ap&oacute;s o crime, dois filhos passaram a receber o benefício previdenciário. Com a decisão, o condenado terá de devolver ao instituto os valores já pagos e tamb&eacute;m arcar com as parcelas futuras, at&eacute; que os dependentes completem 21 anos.O...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>O Tribunal Regional Federal da 4ª Região decidiu que um homem condenado por feminicídio deve ressarcir o INSS pelas despesas com pensão por morte paga aos filhos da vítima.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684624&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684624&o=node"></p><p>O caso ocorreu em 2020, na cidade de Palmas, no Paraná. Ap&oacute;s o crime, dois filhos passaram a receber o benefício previdenciário. Com a decisão, o condenado terá de devolver ao instituto os valores já pagos e tamb&eacute;m arcar com as parcelas futuras, at&eacute; que os dependentes completem 21 anos.</p><p>O montante estimado chegava a 158 mil reais em fevereiro de 2024.</p><p>A Advocacia-Geral da União alegou que a legislação permite a cobrança nesses casos. A regra foi reforçada ap&oacute;s a sanção de uma lei de 2019 que autoriza o ressarcimento ao INSS em situações de violência contra a mulher.</p><p>   <b> Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o ressarcimento ao INSS das despesas com pensão aos filhos de uma vítima de feminicídio no Paraná.</b><br></p><p>A defesa do r&eacute;u argumentou que a cobrança representaria dupla penalidade, já que ele foi condenado na esfera criminal. Tamb&eacute;m questionou o pagamento das parcelas futuras e afirmou que o benefício deveria ser responsabilidade da Previdência.</p><p>O tribunal rejeitou os argumentos e manteve a condenação. Para os desembargadores, o fato de o sistema previdenciário ser coletivo não elimina a responsabilidade individual do autor do crime.</p><p>A decisão destaca que o feminicídio antecipou a concessão da pensão por morte, gerando um custo direto ao sistema público.</p><p>O entendimento tamb&eacute;m reforça que o agressor não pode se beneficiar da situação. Ele fica impedido de representar os filhos para recebimento da pensão e não tem direito ao benefício.</p><p>Segundo a Advocacia-Geral da União, a medida busca garantir o ressarcimento aos cofres públicos e responsabilizar quem deu causa ao pagamento.</p><p><br></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/89835_sentenca-no-trf-4-abre-precedente-para-que-inss-seja-ressarcido-pelo-reu-em-casos-de-gastos-provocad.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/89835_sentenca-no-trf-4-abre-precedente-para-que-inss-seja-ressarcido-pelo-reu-em-casos-de-gastos-provocad.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/89835_sentenca-no-trf-4-abre-precedente-para-que-inss-seja-ressarcido-pelo-reu-em-casos-de-gastos-provocad.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Senten&ccedil;a no TRF-4 abre precedente para que INSS seja ressarcido pelo r&eacute;u, em casos de gastos provocados por viol&ecirc;ncia contra a mulher. Foto: Jo&eacute;dson Alves/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Supremo julgará recurso de modelo contra absolvição de estuprador em tribunal de Santa Catarina</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/89733/supremo-julgara-recurso-de-modelo-contra-absolvicao-de-estuprador-em-tribunal-de-santa-catarina.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/89733/supremo-julgara-recurso-de-modelo-contra-absolvicao-de-estuprador-em-tribunal-de-santa-catarina.html</guid>
			<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 17:03:20 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir se provas de processos sobre crimes sexuais podem ser consideradas ilícitas quando houver violação de direitos da vítima, como dignidade e honra. Na última sexta-feira (27), o Plenário do Supremo reconheceu por maioria a repercussão geral do tema. Uma futura decisão valerá para todos os tribunais do país. A Corte analisa recurso da modelo Mariana Ferrer, que pede a anulação da sentença da Justiça de Santa Catarina que absolveu o acusado ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>O Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir se <strong>provas de processos sobre crimes sexuais podem ser consideradas ilícitas quando houver violação de direitos da vítima</strong>, como dignidade e honra. Na última sexta-feira (27), o Plenário do Supremo reconheceu por maioria a repercussão geral do tema. Uma futura decisão valerá para todos os tribunais do país. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684185&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684185&o=node"></p><p><strong>A Corte analisa recurso da modelo Mariana Ferrer</strong>, que pede a anulação da sentença da Justiça de Santa Catarina que absolveu o acusado de estupro contra ela, em 2018. </p><p>Segundo a defesa, a modelo sofreu humilhações, ofensas e insinuações sexuais “do mais baixo nível” durante a audiência, sem intervenção de juiz, promotor ou defensor público. <strong>Para Mariana, houve violação da dignidade humana</strong>. Por isso, pede a nulidade da audiência e dos atos seguintes, com retorno do caso &agrave; primeira instância. </p><h2><span style="font-weight: normal; font-size: 18px; color: rgb(0, 0, 0);">Moraes, relator, alerta para peso de dignidade e imagem no julgamento de crimes sexuais</span></h2><p>O relator do caso no Supremo, ministro Alexandre de Moraes, afirma que direitos como dignidade, intimidade, honra e imagem têm peso ainda maior nos crimes sexuais. </p><p>Segundo ele, <strong>discutir a licitude dessas provas &eacute; essencial para orientar a atuação de juízes</strong>, promotores e advogados, al&eacute;m de definir as responsabilidades por ações ou omissões que resultem em revitimização. O STF ainda não definiu a data do julgamento. </p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o julgamento de recurso no caso Mari Ferrer, em que o acusado foi absolvido sob a alegação de 'estupro culposo'.</b><br></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89733_absolvicao-de-acusado-de-estupro-da-blogueira-mari-ferrer-despertou-protstos-em-todo-o-pais-e-inspir.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89733_absolvicao-de-acusado-de-estupro-da-blogueira-mari-ferrer-despertou-protstos-em-todo-o-pais-e-inspir.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89733_absolvicao-de-acusado-de-estupro-da-blogueira-mari-ferrer-despertou-protstos-em-todo-o-pais-e-inspir.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Absolvi&ccedil;&atilde;o de acusado de estupro da blogueira Mari Ferrer despertou protstos em todo o Pa&iacute;s e inspirou uma lei protegendo v&iacute;timas de crimes sexuais de humilha&ccedil;&otilde;es em audi&ecirc;ncias. Foto: Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Resgate de gatos em Realengo revela drama de idoso acumulador</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/89608/resgate-de-gatos-em-realengo-revela-drama-de-idoso-acumulador.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/89608/resgate-de-gatos-em-realengo-revela-drama-de-idoso-acumulador.html</guid>
			<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 12:56:50 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Na última quarta-feira (25), uma operação conjunta entre a Prefeitura do Rio e o Corpo de Bombeiros resgatou 25 gatos que viviam em situação de extrema insalubridade em um apartamento no bairro de Realengo, Zona Oeste. A ação foi motivada por denúncias de vizinhos incomodados com o forte odor e a presença de insetos. No local, agentes encontraram fezes, urina e sujeira espalhadas por todo o im&oacute;vel, inclusive sobre utensílios de cozinha. Os animais foram encaminhados para o...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="center" style="text-align: justify; ">Na última quarta-feira (25), uma operação conjunta entre a Prefeitura do Rio e o Corpo de Bombeiros resgatou 25 gatos que viviam em situação de extrema insalubridade em um apartamento no bairro de Realengo, Zona Oeste. A ação foi motivada por denúncias de vizinhos incomodados com o forte odor e a presença de insetos. No local, agentes encontraram fezes, urina e sujeira espalhadas por todo o im&oacute;vel, inclusive sobre utensílios de cozinha. Os animais foram encaminhados para o abrigo público Fazenda Modelo, em Guaratiba, onde receberão tratamento veterinário antes de serem colocados para adoção.</p><p style="text-align: justify; ">O dono do im&oacute;vel, um idoso identificado como "Seu Jorge", foi apontado como acumulador compulsivo. Segundo o vereador Luiz Ramos Filho, da Comissão de Defesa dos Animais, o morador apresenta sinais de saúde comprometida, mas resiste a abandonar o local. Diante da gravidade, a Assistência Social e a Clínica da Família foram acionadas para oferecer suporte terapêutico ao idoso, já que o acúmulo de lixo e animais, situação conhecida como Síndrome de No&eacute;, &eacute; um transtorno mental que exige cuidado m&eacute;dico especializado.</p><p style="text-align: justify; "><b>Entenda a diferença: Coleção ou Doença?</b></p><p style="text-align: justify; ">O caso de Realengo expõe um problema social crescente no Rio: idosos que vivem sozinhos e desenvolvem o transtorno de acumulação. Diferente de um colecionador ou de algu&eacute;m saudosista, que organiza seus objetos com zelo e orgulho, o acumulador compulsivo perde o crit&eacute;rio. Ele guarda itens sem utilidade real, como embalagens e restos de comida, a ponto de obstruir a passagem e tornar os c&ocirc;modos da casa inutilizáveis.</p><p style="text-align: justify;"><b>Como identificar e ajudar</b></p><p style="text-align: justify; ">A família e os vizinhos devem ficar atentos aos sinais de alerta que vão al&eacute;m de uma casa bagunçada:</p><p style="text-align: justify; "><b>Insalubridade:</b> mau cheiro persistente e      presença de ratos ou baratas.</p><p style="text-align: justify; "><b>Autonegligência:</b> quando o idoso para de cuidar      da pr&oacute;pria higiene e alimentação.</p><p style="text-align: justify; "><b>Isolamento:</b> o morador passa a recusar      visitas por vergonha ou para esconder o excesso de objetos.</p><p style="text-align: justify; "><b>Dificuldade      de locomoção:</b>      criação de "trilhas" entre pilhas de lixo para conseguir andar      pela casa.</p><p style="text-align: justify;"><b>Canais de Ajuda</b></p><p style="text-align: justify; ">Para casos como este, a rede pública de saúde e assistência deve ser acionada para garantir a segurança do idoso e da comunidade</p><p style="text-align: justify; "><b>Central      1746:</b>      Solicite o serviço de "Verificação de autonegligência".      Assistentes sociais da Prefeitura serão enviados para avaliar o caso.</p><p>                                          </p><p style="text-align: justify; "><b>Disque 100:</b> Para denúncias graves de violação de direitos humanos.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89608_1004076433-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89608_1004076433-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89608_1004076433-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Fotos: Divulga&ccedil;&atilde;o /Prefeitura do Rio ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Chacina da Baixada, 21anos: famílias ocupam praça em Nova Iguaçu </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/89604/chacina-da-baixada-21anos-familias-ocupam-praca-em-nova-iguacu.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/89604/chacina-da-baixada-21anos-familias-ocupam-praca-em-nova-iguacu.html</guid>
			<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 09:23:42 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Na noite de 31 de março de 2005, policiais militares insatisfeitos com mudanças no comando do batalhão de Duque de Caxias percorreram os municípios de Nova Iguaçu e Queimados, na Baixada Fluminense, e executaram a esmo 29 pessoas em menos de três horas. Trabalhadores, jovens, pais e mães de família foram mortos em bares, padarias e pontos de &ocirc;nibus sem chance de reação, defesa ou fuga. Duas d&eacute;cadas e um ano depois, a maioria das famílias ainda espera por justiça.Para...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="font-claude-response-body" align="center" style="text-align: justify; ">Na noite de 31 de março de 2005, policiais militares insatisfeitos com mudanças no comando do batalhão de Duque de Caxias percorreram os municípios de Nova Iguaçu e Queimados, na Baixada Fluminense, e executaram a esmo 29 pessoas em menos de três horas. Trabalhadores, jovens, pais e mães de família foram mortos em bares, padarias e pontos de &ocirc;nibus sem chance de reação, defesa ou fuga. Duas d&eacute;cadas e um ano depois, a maioria das famílias ainda espera por justiça.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">Para marcar a data, a Associação F&oacute;rum Grita Baixada (AFGB), a Rede de Mães e Familiares de Vítimas de Violência de Estado da Baixada Fluminense e a Rede de Educação Popular da Baixada Fluminense organizam um ato público de mem&oacute;ria, denúncia e resistência, na Praça dos Direitos Humanos, em Nova Iguaçu, a partir das 17 horas desta terça-feira (31).</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">A programação inclui a exibição do filme "Nossos Mortos Têm Voz", uma roda de conversa com mães e familiares, a apresentação coreográfica "Te desejo, vida" e a leitura dos nomes das 29 vítimas da Chacina da Baixada Fluminense e das demais vítimas da violência letal e dos desaparecimentos forçados na região. O encerramento terá poesia.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; "><strong>"Parece que foi ontem"</strong></p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">Para quem perdeu algu&eacute;m naquela noite, o tempo não amenizou a dor e a indignação. A ferida ainda sangra.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">"São 21 anos desde que aconteceu a Chacina da Baixada. Não s&oacute; para mim, mas para todos os familiares, parece que foi ontem. Tudo ao inv&eacute;s de melhorar, piorou. A Baixada &eacute; um territ&oacute;rio que sempre teve violações de direitos, principalmente em relação ao direito &agrave; vida. Existem muitas famílias que tiveram perdas violentas, casos de desaparecimentos forçados que não tiveram seus entes queridos para enterrar. Isso &eacute; um sofrimento, uma angústia muito grande", lamenta Luciene Silva, da Rede de Mães e Familiares de Vítimas de Violência de Estado da Baixada Fluminense.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">Silvânia, familiar de uma das 29 vítimas da Chacina da Baixada de 2005, descreve o que chama de covardia do Estado. "São 21 anos de injustiça. &Eacute; muito triste conviver com a impunidade. O tempo passa, mas a saudade permanece. &Eacute; importante relembrar para não cair no esquecimento."</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">"A Baixada Fluminense, infelizmente, &eacute; muito invisibilizada. A nossa sociedade esquece das coisas muito rápido. E s&oacute; quem fica com essa dor &eacute; a família que fica doente com os traumas e as mem&oacute;rias que não se apagam do ente querido que se foi nessa covardia. Queremos ser lembradas para que outras chacinas como essa não venham a acontecer", afirma Renata Aguiar, integrante do coletivo de mães da Baixada Fluminense, que perdeu dois filhos para a violência policial na região em outros epis&oacute;dios distintos.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">Os cinco PMs foram condenados, entretanto, se beneficiam da Lei de Execução Penal, que limitava o cumprimento máximo a 30 anos &agrave; &eacute;poca dos fatos &mdash; limite ampliado para 40 anos pelo Pacote Anticrime de 2019. A progressão de regime tamb&eacute;m &eacute; permitida. Parte dos condenados cumpriu pena no BEP (Batalhão Especial Prisional), unidade que ficou conhecida como "Batalhão das Festinhas" pelas condições diferenciadas oferecidas a PMs presos, gerando críticas sobre tratamento privilegiado. A cadeia de comando nunca foi responsabilizada criminalmente: a investigação focou apenas nos executores diretos.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify;">Na esfera civil, cada família precisou entrar individualmente com uma ação contra o Estado do Rio de Janeiro. O Estado recorreu sistematicamente das decisões, mesmo ap&oacute;s o STJ manter os vereditos. A maioria dos processos alcançou o trânsito em julgado &mdash; quando não há mais recursos possíveis &mdash;, mas o pagamento das indenizações entra na fila de precat&oacute;rios, aguardando a ordem orçamentária do governo para ser quitado.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">Durante essa longa batalha, muitos familiares, sem o devido suporte psicol&oacute;gico, perdem empregos, adoecem e se separam ao longo dos anos.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; "><strong>Mem&oacute;ria como instrumento político</strong></p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">Para Ilsimar de Jesus, tamb&eacute;m da Rede de Mães, o ato tem uma dimensão que vai al&eacute;m da homenagem. "Lembrar não &eacute; apenas um ato simb&oacute;lico, &eacute; um gesto político. A mem&oacute;ria preserva hist&oacute;rias que muitos tentaram apagar, denuncia injustiças e impede que crimes sejam naturalizados ou esquecidos. Resistir &eacute; transformar lembranças em ação, dor em denúncia e hist&oacute;ria em instrumento de mudança."</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">O coordenador executivo da AFGB, Adriano Moreira de Araújo, reforça: "Cada 31 de março &eacute; um ato de resistência contra o esquecimento. Enquanto houver mães que choram filhos assassinados pelo Estado e sem nenhuma resposta da Justiça, nossa obrigação &eacute; estar na rua, ocupar a praça, gritar o nome de cada vítima."</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">Ao longo dessas duas d&eacute;cadas, a dor da perda se transformou em movimento coletivo de familiares organizados para denunciar a impunidade e reivindicar o direito &agrave; vida nas periferias. Em um contexto em que a violência policial segue atingindo majoritariamente jovens negros e moradores de territ&oacute;rios perif&eacute;ricos, lembrar a Chacina da Baixada &eacute; tamb&eacute;m denunciar a continuidade dessas violações. O ato não &eacute; apenas olhar para o passado. &Eacute; um espelho do presente.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; "><strong>Contexto atual</strong></p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify;">A Baixada Fluminense segue entre as regiões com maiores índices de letalidade policial no estado do Rio de Janeiro. A AFGB atua em 13 municípios da região no atendimento a famílias de vítimas de execuções e desaparecimentos forçados.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify;">Em março de 2026, o Brasil aprovou a lei que criminaliza o desaparecimento forçado como crime hediondo. A conquista, da qual a AFGB foi protagonista, representa um grande passo na luta por justiça pelas vítimas de violência do Estado, mas chegou tarde demais para as famílias das 29 vítimas de 2005.</p><p>                                                                                </p><p style="text-align: justify; ">   </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89604_1004075574-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89604_1004075574-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89604_1004075574-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Placa e flores foram depositadas em um dos locais da chacina. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Meninas sofrem mais com bullying nas escolas do que os meninos</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/89579/meninas-sofrem-mais-com-bullying-nas-escolas-do-que-os-meninos.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/89579/meninas-sofrem-mais-com-bullying-nas-escolas-do-que-os-meninos.html</guid>
			<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:40:23 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Um a cada quatro adolescentes considera que a “vida não vale a pena ser vivida”. A informação &eacute; da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PenSE) 2024, divulgada nesta quarta-feira (25) pelo IBGE.Do total de alunos que responderam &agrave; pesquisa, 4,5% disseram não ter amigos pr&oacute;ximos e 32% informaram sentir vontade de se machucar de prop&oacute;sito nos 12 meses anteriores ao levantamento. Segundo o gerente de pesquisas especiais do IBGE, Marco Andreazzi, o número de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p><strong>Um a cada quatro adolescentes considera que a “vida não vale a pena ser vivida”. </strong>A informação &eacute; da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PenSE) 2024, divulgada nesta quarta-feira (25) pelo IBGE.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683470&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683470&o=node"></p><p>Do total de alunos que responderam &agrave; pesquisa, <strong>4,5% disseram não ter amigos pr&oacute;ximos e 32% informaram sentir vontade de se machucar de prop&oacute;sito nos 12 meses anteriores ao levantamento. </strong>Segundo o gerente de pesquisas especiais do IBGE, Marco Andreazzi, o número de meninas que disseram se sentir dessa maneira foi mais que o dobro do de meninos.</p><blockquote><p>“Quarenta e três por cento das meninas e 20% dos meninos. Isso &eacute; um fen&ocirc;meno mais recente, &eacute; uma questão recente e crescente, e bastante preocupante. Merece ser detalhada, analisada e trabalhada. Ningu&eacute;m se preocupa com eles. Em outro indicador, 26,1% dos escolares alegam sentir que ningu&eacute;m se preocupa com eles, sendo 33,3% das meninas e 19% dos meninos. A diferença &eacute; muito grande, de 14 pontos percentuais”.</p></blockquote><p>No estudo, o IBGE tamb&eacute;m investigou temas como violência, comportamentos alimentares, higiene, uso de drogas, saúde sexual e saúde bucal. Sobre bullying, de forma geral, os dados revelaram que, no Brasil, <strong>27,2% dos estudantes relataram ter passado por isso, duas ou mais vezes, nos últimos 30 dias anteriores ao levantamento</strong>. Segundo o pesquisador, observa-se uma tendência de crescimento.</p><blockquote><p>“A persistência, ou seja, o número de epis&oacute;dios de bullying, a intensidade deles aumentou. Na região Norte, esse número passa de 21,7% para 26,6%: no nordeste 22,1% para 26,8%. Em relação ao sexo, n&oacute;s temos uma diferença muito grande, de 30,1% das meninas declaram ter sofrido epis&oacute;dios de bullying, enquanto os meninos 24,3%. Uma diferença de 5,8%”.</p></blockquote><p>Marco Andreazzi destaca que, entre os motivos relatados, está a aparência física.</p><blockquote><p>“A aparência do rosto ou cabelo &eacute; o maior, com 30%; aparência do corpo, cor ou raça, uso de roupa, sapato, objetos. Não teve motivo: 26,3%, o indica um percentual alto. O cyberbullying tamb&eacute;m atinge mais as meninas do que os meninos. Então 3,2% sofrem esse tipo de agressão, sendo nas meninas 16,2% e nos meninos 10%. Nas escolas públicas um pouco maior do que nas escolas privadas”.</p></blockquote><p>Realizada em parceria com o Minist&eacute;rio da Saúde e colaboração do Minist&eacute;rio da Educação, a pesquisa analisou informações de mais de 150 mil adolescentes, com idades entre 13 e 17 anos, matriculados em escolas públicas e privadas de todas as capitais brasileiras. A primeira edição do estudo foi divulgada em 2009. Os dados da PeNSE permitem que o governo direcione ações de cuidados com a saúde específicas para os estudantes.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar.</b><br> </p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89579_pesquisa-nacional-de-saude-do-escolar-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89579_pesquisa-nacional-de-saude-do-escolar-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89579_pesquisa-nacional-de-saude-do-escolar-jpg.jpg" medium="image">
				 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Aluno do curso de direito expõe partes íntimas para turma em sala de aula na universidade</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/89555/aluno-do-curso-de-direito-expoe-partes-intimas-para-turma-em-sala-de-aula-na-universidade.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/89555/aluno-do-curso-de-direito-expoe-partes-intimas-para-turma-em-sala-de-aula-na-universidade.html</guid>
			<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 16:44:24 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Na &uacute;ltima segunda-feira (23), um aluno do curso de Direito da Universidade Iguaçu (UNIG), unidade de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, entrou na sala de aula sem camisa. Ao ser advertido pela professora para que se recompusesse, o estudante desafiou a docente, levantou e exp&ocirc;s suas partes &iacute;ntimas diante da turma. A Pol&iacute;cia Militar foi acionada.Segundo relatos de estudantes, ao ser orientado a se recompor e informado de que a segurança seria acionada, o aluno...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="font-claude-response-body" align="center" style="text-align: justify; ">Na &uacute;ltima segunda-feira (23), um aluno do curso de Direito da Universidade Iguaçu (UNIG), unidade de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, entrou na sala de aula sem camisa. Ao ser advertido pela professora para que se recompusesse, o estudante desafiou a docente, levantou e exp&ocirc;s suas partes &iacute;ntimas diante da turma. A Pol&iacute;cia Militar foi acionada.</p><p class="font-claude-response-body" align="center" style="text-align: justify; "><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/03/89554_01d5365a413bcd30d9b252ed776fa0f4.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">Segundo relatos de estudantes, ao ser orientado a se recompor e informado de que a segurança seria acionada, o aluno respondeu que a professora poderia chamar o reforço e que seria melhor. Na sequência, anunciou que iria tirar a calça e cumpriu a ameaça. Um colega interveio imediatamente e o conteve. V&iacute;deos do ocorrido circularam em grupos de WhatsApp.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; "><strong>Nota oficial da UNIG</strong></p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">Em nota, a universidade confirmou o epis&oacute;dio e informou que o aluno apresentou um epis&oacute;dio agudo de alteração do estado mental, com desorganização do pensamento, alteração comportamental e comprometimento transit&oacute;rio do ju&iacute;zo cr&iacute;tico. A instituição afirmou não ter tido, at&eacute; o momento do ocorrido, qualquer informação formal sobre condição de sa&uacute;de mental pr&eacute;via do estudante.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">A UNIG informou que sua equipe realizou abordagem acolhedora, manejo verbal adequado, encaminhamento para ambiente seguro e acionamento dos responsáveis. O aluno foi afastado das atividades acadêmicas por tempo indeterminado, inclusive para fins de eventual tratamento. A instituição instaurou processo administrativo para apuração do ocorrido e tomada de providências adicionais.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">A universidade afirmou que os alunos presentes foram assistidos e orientados e que segue prestando acolhimento e suporte por meio de suas equipes pedag&oacute;gica e de apoio psicossocial, reafirmando o compromisso com um ambiente seguro e atento &agrave;s questões de sa&uacute;de mental.</p><p>                                    </p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">A Pol&iacute;cia Militar do Estado do Rio de Janeiro foi contactada pela equipe do <b>Portal, Eu, Rio!</b>, mas at&eacute; o momento não se pronunciou sobre o caso. O espaço segue aberto para manifestação.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; "><br></p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89555_1004068079-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89555_1004068079-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89555_1004068079-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Aluno exibiu partes &iacute;ntimas em sala de aula. Fotos: Reprodu&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Crivella perde recurso na Justiça e pagará R$ 100 mil por lacrar quadrinhos na Bienal do Livro de 2029</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/89518/crivella-perde-recurso-na-justica-e-pagara-rs-100-mil-por-lacrar-quadrinhos-na-bienal-do-livro-de-20.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/89518/crivella-perde-recurso-na-justica-e-pagara-rs-100-mil-por-lacrar-quadrinhos-na-bienal-do-livro-de-20.html</guid>
			<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 16:31:18 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Os desembargadores da 4ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) mantiveram a condenação do ex-prefeito do Rio, Marcelo Crivella, ao pagamento de R$ 100 mil por danos morais coletivos, em ação civil pública movida por entidades de defesa dos direitos da população LGBTQIA+. O colegiado rejeitou embargos de declaração apresentados pela defesa, mantendo integralmente o ac&oacute;rdão anterior.  A decisão confirma que Crivella praticou conduta...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os desembargadores da 4ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) mantiveram a condenação do ex-prefeito do Rio, Marcelo Crivella, ao pagamento de R$ 100 mil por danos morais coletivos, em ação civil pública movida por entidades de defesa dos direitos da população LGBTQIA+. O colegiado rejeitou embargos de declaração apresentados pela defesa, mantendo integralmente o ac&oacute;rdão anterior. <br> <br>A decisão confirma que Crivella praticou conduta discriminat&oacute;ria ao determinar, durante a Bienal do Livro de 2019, a lacração de revistas em quadrinhos que retratavam demonstrações de afeto entre pessoas do mesmo gênero. O valor da indenização será destinado a fundos vinculados a políticas públicas de combate &agrave; discriminação por orientação sexual no estado do Rio de Janeiro.</p><p></p><figure class="img-legenda"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/03/89517_062872797dff6dda429458843dbb7ce0.jpg" style="width: 100%;"><figcaption class="img-legenda-texto">Censura determinada por Crivella motivou protestos na Bienal do Livro e ações judiciais contra a lacração imposta &agrave;s publicações</figcaption></figure> Nos embargos, a defesa alegou omissão, contradição e obscuridade no ac&oacute;rdão, al&eacute;m de tentar rediscutir pontos como a caracterização da conduta discriminat&oacute;ria, a extensão do dano e o valor da indenização. No entanto, o relator, desembargador Guilherme Peña de Moraes, afirmou que não há vícios na decisão e que o recurso buscava apenas reabrir o m&eacute;rito já julgado. <br> <br>“O inconformismo com o resultado do julgamento não legitima a oposição de embargos de declaração, recurso que não se presta &agrave; rediscussão do julgado, mas, unicamente, &agrave; integração ou correção dos vícios previstos no art. 1.022 do CPC, quais sejam, obscuridade, contradição, omissão ou erro material. O julgador não está obrigado a enfrentar todos os dispositivos legais invocados pelas partes, bastando que a decisão seja suficientemente fundamentada, com a exposição das razões de fato e de direito que a motivaram, sendo desnecessária a expressa indicação de todos os possíveis dispositivos de algum modo relacionados ao tema”, destacou o desembargador.<br> <br>Os magistrados acompanharam o voto do relator e reiterou que a utilização da máquina pública para restringir a circulação de obras com conteúdo afetivo entre pessoas do mesmo gênero configura tratamento desigual e discriminat&oacute;rio, com repercussão coletiva e at&eacute; nacional. Segundo o ac&oacute;rdão, a conduta ultrapassou a esfera de manifestação individual e justificou a responsabilização civil. <br> <br>“O acordão foi explícito ao consignar que a atuação estatal ultrapassou o campo de manifestação individual de pensamento, circunstância que afasta a narrativa de mera divergência ideol&oacute;gica e fundamenta a responsabilização reconhecida. Ademais, quanto &agrave; extensão territorial do dano, o pronunciamento &eacute; expresso ao reconhecer a repercussão nacional do caso concreto, por meio das redes sociais, mídias que alcançam todo o país”, acrescentou o relator.<br> <br>A decisão tamb&eacute;m manteve os crit&eacute;rios de fixação da indenização, considerados proporcionais &agrave; gravidade do caso, &agrave; relevância do bem jurídico tutelado e &agrave; capacidade econ&ocirc;mica do r&eacute;u. Ficou definido que o valor será corrigido monetariamente a partir da data do ac&oacute;rdão, com juros de 1% ao mês desde o evento danoso. <p></p><p>Processo n° 0289490-80.2019.8.19.0001    </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89518_graphic-novel-de-os-vingadores-da-marvel-trazia-beijo-entre-dois-herois-sendo-por-isso-lacrada-pelo.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89518_graphic-novel-de-os-vingadores-da-marvel-trazia-beijo-entre-dois-herois-sendo-por-isso-lacrada-pelo.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89518_graphic-novel-de-os-vingadores-da-marvel-trazia-beijo-entre-dois-herois-sendo-por-isso-lacrada-pelo.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Graphic Novel de Os Vingadores, da Marvel, trazia beijo entre dois her&oacute;is, sendo por isso lacrada pelo ent&atilde;o prefeito Marcello Crivella. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Saiba como identificar e romper o ciclo da violência contra a mulher</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/89441/saiba-como-identificar-e-romper-o-ciclo-da-violencia-contra-a-mulher.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/89441/saiba-como-identificar-e-romper-o-ciclo-da-violencia-contra-a-mulher.html</guid>
			<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 08:45:04 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O silêncio, muitas vezes, &eacute; a armadura de quem sofre, mas não precisa ser o seu destino. Diante de uma cultura machista que ainda tenta justificar o injustificável, mulheres em todo o Brasil e no Rio de Janeiro enfrentam diariamente diversas formas de violência que vão muito al&eacute;m da marca f&iacute;sica. Para enfrentar esse cenário, o Portal Eu, Rio! preparou este guia para ajudar você a identificar os abusos e saber exatamente onde buscar socorro. O objetivo &eacute; claro: ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="center" style="text-align: justify; ">O silêncio, muitas vezes, &eacute; a armadura de quem sofre, mas não precisa ser o seu destino. Diante de uma cultura machista que ainda tenta justificar o injustificável, mulheres em todo o Brasil e no Rio de Janeiro enfrentam diariamente diversas formas de violência que vão muito al&eacute;m da marca f&iacute;sica. Para enfrentar esse cenário, o <b>Portal</b> <b>Eu, Rio!</b> preparou este guia para ajudar você a identificar os abusos e saber exatamente onde buscar socorro. O objetivo &eacute; claro: informar para proteger, acolher para libertar.</p><p style="text-align: justify; ">A base para essa proteção &eacute; a <b>Lei Maria da Penha</b>, (Lei Nº 11.340), que identifica cinco formas de violência que podem ocorrer em qualquer relação de afeto, incluindo ex-maridos ou ex-namorados:</p><p style="text-align: justify; "><b>* F&iacute;sica:</b> espancamento, sacudir, apertar os      braços, queimaduras ou uso de armas.</p><p style="text-align: justify; "><b>* Psicol&oacute;gica:</b> humilhação, isolamento,      vigilância constante e manipulação que faz a mulher duvidar da pr&oacute;pria      sanidade.</p><p style="text-align: justify; "><b>* Sexual:</b> obrigar a atos que causam repulsa,      impedir o uso de m&eacute;todos contraceptivos ou forçar gravidez.</p><p style="text-align: justify; "><b>* Patrimonial:</b> controlar o dinheiro, destruir      documentos, não pagar pensão ou privar a mulher de seus bens.</p><p style="text-align: justify; "><b>* Moral:</b> caluniar, difamar ou expor a vida      &iacute;ntima para rebaixar a &iacute;ndole da v&iacute;tima.</p><p style="text-align: justify;"><b>Onde buscar socorro?</b></p><p style="text-align: justify; ">Existem diferentes portas de entrada para o atendimento. A mulher pode optar pelos serviços p&uacute;blicos oficiais ou por redes de apoio independentes:</p><p style="text-align: justify; "><b>Canais Oficiais do Governo (Rede P&uacute;blica)</b></p><p style="text-align: justify; ">Estes serviços são mantidos pelo Estado para registro de den&uacute;ncias e proteção legal:</p><p style="text-align: justify; "><b>* Ligue 180 (Central de Atendimento):</b> Canal      gratuito e an&ocirc;nimo do Governo Federal. Orienta sobre direitos e locais de      atendimento (como as Delegacias de Atendimento &agrave; Mulher (DEAMs) no Rio).      Atende tamb&eacute;m pelo <b>WhatsApp (61) 9610-0180</b>.</p><p style="text-align: justify; "><b>* Emergências (190):</b> Se a agressão está      acontecendo agora, acione imediatamente a Pol&iacute;cia Militar.</p><p style="text-align: justify; "><b>* Delegacias de Atendimento &agrave; Mulher (DEAMs) e      Centros de Referência:</b> Unidades f&iacute;sicas de segurança e acolhimento      psicossocial mantidas pelo estado e munic&iacute;pios.</p><p style="text-align: justify; "><b>Redes de Apoio Independentes (ONGs)</b></p><p style="text-align: justify; ">Al&eacute;m dos serviços governamentais, existem ONGs da sociedade civil que atuam sem v&iacute;nculo com o Estado, oferecendo um espaço de escuta e suporte jur&iacute;dico. Um exemplo, &eacute; a ONG<b> Mapa do Acolhimento,</b> uma organização independente que conecta mulheres a uma rede de psic&oacute;logas e advogadas voluntárias em todo o Brasil. O atendimento &eacute; <b>100% gratuito</b> e focado em um acolhimento humanizado para quem busca recuperar a autonomia e a segurança sem passar, necessariamente, por um &oacute;rgão p&uacute;blico no primeiro momento.</p><p style="text-align: justify; ">A mensagem do <b>Portal</b> <b>Eu, Rio!</b> para você hoje: existe uma mão estendida esperando o seu sinal. Não espere o ciclo se fechar. Procure ajuda. Você &eacute; mais forte do que a situação que está vivendo e, definitivamente, <b>você não está sozinha</b>.</p><p>                                                    </p><p style="text-align: justify; ">   </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89441_img-20260321-wa0020-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89441_img-20260321-wa0020-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89441_img-20260321-wa0020-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Fotos: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>BPC/Loas garante apoio financeiro a pessoas com autismo e pode ser solicitado mesmo quando pais trabalham</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/89334/bpc-loas-garante-apoio-financeiro-a-pessoas-com-autismo-e-pode-ser-solicitado-mesmo-quando-pais-trab.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/89334/bpc-loas-garante-apoio-financeiro-a-pessoas-com-autismo-e-pode-ser-solicitado-mesmo-quando-pais-trab.html</guid>
			<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 21:17:26 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) podem ter direito ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), tamb&eacute;m conhecido como LOAS, um auxílio assistencial pago pelo Governo Federal destinado a pessoas com deficiência e idosos em situação de vulnerabilidade social. O benefício garante o pagamento mensal de um salário mínimo e não exige contribuição pr&eacute;via ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).No caso do autismo, a legislação brasileira reconhece o...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) podem ter direito ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), tamb&eacute;m conhecido como LOAS, um auxílio assistencial pago pelo Governo Federal destinado a pessoas com deficiência e idosos em situação de vulnerabilidade social. O benefício garante o pagamento mensal de um salário mínimo e não exige contribuição pr&eacute;via ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).</p><p style="text-align: justify; ">No caso do autismo, a legislação brasileira reconhece o transtorno do espectro autista como uma deficiência para todos os efeitos legais. Dessa forma, crianças, adolescentes ou adultos diagnosticados podem solicitar o benefício, desde que atendam aos crit&eacute;rios estabelecidos pela lei.</p><p style="text-align: justify; ">Entre os principais requisitos para a concessão do BPC está a comprovação de baixa renda familiar. Atualmente, a regra geral considera que a renda por pessoa da família deve ser inferior a ¼ do salário mínimo. Al&eacute;m disso, &eacute; necessária a comprovação da condição de deficiência e do grau de impedimento para a participação plena e efetiva na sociedade, o que &eacute; avaliado por meio de análise social e perícia m&eacute;dica realizada pelo INSS.</p><p style="text-align: justify; ">"O BPC não &eacute; apenas um valor em dinheiro; para uma família com autismo, ele representa a dignidade de conseguir manter as terapias e a alimentação adequada. &Eacute; um direito garantido que muitas vezes &eacute; a única barreira entre a exclusão e o desenvolvimento daquela criança ou adulto”, ressalta a advogada especializada em Direito da Saúde e Direitos da Pessoa com Deficiência (PCD), Evany Torres.</p><p style="text-align: justify; ">Outro ponto que gera muitas dúvidas entre as famílias &eacute; a questão do trabalho dos pais ou responsáveis. O fato de os responsáveis estarem empregados não impede a concessão do benefício, desde que a renda familiar esteja dentro dos crit&eacute;rios estabelecidos pela legislação e que a situação de vulnerabilidade social seja comprovada durante a análise do pedido.</p><p style="text-align: justify; ">O processo de solicitação do BPC pode ser feito por meio do portal ou aplicativo Meu INSS, sendo necessário que a família esteja inscrita e com os dados atualizados no Cadastro Único (CadÚnico). Ap&oacute;s a solicitação, o INSS agenda as etapas de avaliação m&eacute;dica e social que irão determinar se a pessoa atende aos requisitos para receber o benefício.</p><p style="text-align: justify; ">"Muitas famílias deixam de buscar o BPC por falta de informação ou por medo de terem o pedido negado. &Eacute; fundamental entender que o autismo &eacute; uma deficiência para todos os fins legais e que o direito ao benefício existe para garantir a proteção social. Minha orientação &eacute; que os responsáveis mantenham a documentação m&eacute;dica sempre atualizada e o CadÚnico em dia, pois a informação &eacute; a ferramenta mais poderosa que temos para assegurar que nenhuma barreira impeça o desenvolvimento de quem amamos”, esclarece a advogada previdenciarista, Ana Paula Rios. </p><p style="text-align: justify; ">A concessão do BPC representa, para muitas famílias, um apoio fundamental para custear tratamentos, terapias e outras necessidades relacionadas ao desenvolvimento da pessoa com autismo.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89334_istock-1987607086-webp.webp" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89334_istock-1987607086-webp.webp" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89334_istock-1987607086-webp.webp" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>'Decreto Orelha' de Lula aumenta para até R$ 50 mil multas por maus tratos contra animais</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/89185/decreto-orelha-de-lula-aumenta-para-ate-rs-50-mil-multas-por-maus-tratos-contra-animais.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/89185/decreto-orelha-de-lula-aumenta-para-ate-rs-50-mil-multas-por-maus-tratos-contra-animais.html</guid>
			<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 11:30:26 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[As regras sobre infrações e sanções administrativas ao meio ambiente e as punições para casos de maus tratos contra animais foram atualizadas e ficaram mais rigorosas. O decreto foi assinado em conjunto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva. Pelo decreto, a multa para esse tipo de infração passa a variar de R$ 1.500 a R$ 50 mil por pessoa. Antes a multa máxima era de R$ 3 mil. A definição do valor será feita pela...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>As regras sobre infrações e sanções administrativas ao meio ambiente e as punições para casos de maus tratos contra animais <strong>foram atualizadas e ficaram mais rigorosas</strong>. O decreto foi assinado em conjunto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1681813&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1681813&o=node"></p><p>Pelo decreto, <strong>a multa para esse tipo de infração passa a variar de R$ 1.500 a R$ 50 mil por pessoa</strong>. Antes a multa máxima era de R$ 3 mil. A definição do valor será feita pela autoridade competente, que levará em consideração a gravidade da conduta, extensão do dano e nível de responsabilidade do infrator.</p><p>Serão considerados agravantes: a morte do animal, a ocorrência de sequela permanente, o abandono, a reincidência da infração e a obtenção de vantagem econ&ocirc;mica direta com a irregularidade. Tamb&eacute;m agravará a penalidade, a infração cometida  pelo tutor do animal. <strong>Em casos excepcionais, a multa poderá chegar a 20 vezes o valor máximo estabelecido.</strong></p><p>São consideradas excepcionalidades o uso de meios digitais ou plataformas eletr&ocirc;nicas para ampliar ou organizar a infração; a participação ou exposição de crianças e adolescentes; o emprego de meio cruel; a obtenção de vantagem econ&ocirc;mica superior ao valor da multa-base; e a ocorrência da infração contra esp&eacute;cies ameaçadas de extinção. O texto determina ainda que não poderá haver dupla consideração da mesma circunstância para agravar ou aumentar a penalidade.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o aumento de multas para quem maltratar animais.</b><br> </p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89185_abandono-de-animais-e-uma-das-agravantes-que-podem-levar-a-multa-pora-maus-tratos-para-ate-rs-50-mil.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89185_abandono-de-animais-e-uma-das-agravantes-que-podem-levar-a-multa-pora-maus-tratos-para-ate-rs-50-mil.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89185_abandono-de-animais-e-uma-das-agravantes-que-podem-levar-a-multa-pora-maus-tratos-para-ate-rs-50-mil.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Abandono de animais &eacute; uma das agravantes que podem levar a multa pora maus  tratos para at&eacute; R$ 50 mil. Foto: Rafa Nieddermeyer/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>WhatsApp se antecipa a ECA Digital e anuncia controle parental sobre contas de menores de 13 anos</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/89148/whatsapp-se-antecipa-a-eca-digital-e-anuncia-controle-parental-sobre-contas-de-menores-de-13-anos.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/89148/whatsapp-se-antecipa-a-eca-digital-e-anuncia-controle-parental-sobre-contas-de-menores-de-13-anos.html</guid>
			<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 10:18:26 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O aplicativo de mensagens WhatsApp anunciou nesta quarta-feira um novo recurso que vai permitir que pais ou responsáveis monitorem mensagens e gerenciem a conta dos filhos menores de 13 anos. Pela nova funcionalidade, que estará disponível nos pr&oacute;ximos meses, o adulto poderá decidir quais contatos conseguirão mandar mensagens para a conta da criança ou adolescente e de quais grupos  o menor poderá participar. Al&eacute;m disso, pais poderão analisar pedidos de contato de números ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>O aplicativo de mensagens WhatsApp anunciou nesta quarta-feira um novo recurso que vai permitir que pais ou responsáveis monitorem mensagens e gerenciem a conta dos filhos menores de 13 anos.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1681593&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1681593&o=node"> Pela nova funcionalidade, que estará disponível nos pr&oacute;ximos meses, o adulto poderá decidir quais contatos conseguirão mandar mensagens para a conta da criança ou adolescente e de quais grupos  o menor poderá participar. Al&eacute;m disso, pais poderão analisar pedidos de contato de números desconhecidos e gerenciar as configurações de privacidade da conta.</p><p>Para configurar a ferramenta, que começa a ser testada,  os aparelhos do responsável e do menor de idade deverão estar lado a lado para vincular as contas. No aplicativo, na aba 'mais opções', &eacute; preciso selecionar o campo 'criar conta gerenciada por pai, mãe ou responsável'.</p><p>Seguindo o passo a passo, será gerado um PIN de seis dígitos para fazer as mudanças no celular da criança ou adolescente.</p><p>Segundo a Meta, empresa que controla o WhatsApp, o conteúdo das conversas continuará privado e protegido com criptografia de ponta a ponta, de modo que nem os pais nem a pr&oacute;pria plataforma conseguirão ter acesso.</p><p>As ameaças que acompanham o acesso de crianças e adolescentes a redes sociais têm sido objeto de preocupação ao redor do mundo.</p><p>Será necessário ter a versão mais recente do WhatsApp para iPhone ou Android para usar a nova funcionalidade. Para configurar a nova conta, o celular do responsável e o celular do menor deverão estar lado a lado. <a href="https://faq.whatsapp.com/875902238256170/?helpref=uf_share&cms_platform=android" target="_blank" style="background-color: rgb(255, 255, 255);">O passo a passo da configuração pode ser visto neste link</a>.</p><h2><span style="font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0); font-size: 18px;">Segurança de menores de idade nas redes inspira novas leis em todo o mundo</span></h2><p>As ameaças que acompanham o acesso de crianças e adolescentes a redes sociais, plataformas para a troca de mensagens e jogos online têm sido objeto de preocupação ao redor do mundo.</p><p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-12/proibicao-de-rede-social-para-criancas-entra-em-vigor-na-australia" target="_blank">Na Austrália, uma lei proibiu o uso de redes sociais por menores de 16 anos</a>. Medidas similares já avançaram na França e em Portugal e são discutidas em outros países europeus.</p><p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/consulta-publica-sugere-mais-rigidez-na-afericao-de-idade-na-internet" target="_blank">No Brasil, uma consulta pública realizada pelo governo federal recomendou m&eacute;todos mais rígidos na aferição de idade de usuários em sites e aplicativos na internet</a>.</p><h2><span style="font-weight: normal; font-size: 18px; color: rgb(0, 0, 0);">ECA Digital entra em vigor dia 18 e cobra medidas de plataformas contra conteúdos ilegais</span></h2><p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-02/proibicao-de-celular-na-escola-e-bem-vinda-mas-nao-e-suficiente" target="_blank">O país proibiu o uso de celulares nas escolas públicas e privadas, nos ensinos fundamental e m&eacute;dio</a>. Tamb&eacute;m está em processo de implementação a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/lei/L15211.htm" target="_blank">Lei do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (15.211/2025)</a>.</p><p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/hoje-e-o-ultimo-dia-para-empresas-se-adequarem-ao-eca-digital">A nova lei entra em vigor em 18 de março</a> e obriga as plataformas digitais a tomarem medidas razoáveis para prevenir riscos de crianças e adolescentes acessarem conteúdos ilegais ou considerados impr&oacute;prios para essas faixas etárias, como exploração e abuso sexual, violência física, intimidação, ass&eacute;dio, promoção e comercialização de jogos de azar, práticas publicitárias predat&oacute;rias e enganosas, entre outros crimes.</p><p>A lei ainda prevê regras para supervisão dos pais e responsáveis e exige mecanismos mais confiáveis para a verificação da idade dos usuários de redes sociais, o que atualmente &eacute; feito basicamente por autodeclaração.</p><p><em>*Com informações da <strong>Agência Brasil</strong></em></p><p>    <span style="font-weight: bold;">Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre os novos mecanismos de controle parental anunciados pelo WhatsApp, &agrave;s v&eacute;speras da entrada em vigor do ECA Digital.</span><em><strong><br></strong></em></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br>  </div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89148_whatsapp-se-antecipa-a-exigencias-do-eca-digital-e-introduz-controle-parental-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89148_whatsapp-se-antecipa-a-exigencias-do-eca-digital-e-introduz-controle-parental-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89148_whatsapp-se-antecipa-a-exigencias-do-eca-digital-e-introduz-controle-parental-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[WhatsApp se antecipa a exig&ecirc;ncias do ECA Digital e introduz controle parental. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o Meta]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>SUS oferece teleatendimento para quem tem vícios em jogos online</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/88911/sus-oferece-teleatendimento-para-quem-tem-vicios-em-jogos-online.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/88911/sus-oferece-teleatendimento-para-quem-tem-vicios-em-jogos-online.html</guid>
			<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 17:10:54 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Pessoas com problemas de dependência em jogos de apostas online, conhecidos como bets, podem contar, a partir de agora, com o serviço gratuito de teleatendimento em saúde mental oferecido pelo SUS. Com investimento de R$ 2,5 milhões do Minist&eacute;rio da Saúde, o teleatendimento &eacute; destinado a maiores de 18 anos que apresentem compulsão por jogos. A expectativa inicial do Minist&eacute;rio da Saúde &eacute; de 600 atendimentos online por mês.As consultas são confidenciais e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>Pessoas com problemas de dependência em jogos de apostas online, conhecidos como bets, podem contar, a partir de agora, com o serviço gratuito de teleatendimento em saúde mental oferecido pelo SUS.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1680494&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1680494&o=node"> Com investimento de R$ 2,5 milhões do Minist&eacute;rio da Saúde, o teleatendimento &eacute; destinado a maiores de 18 anos que apresentem compulsão por jogos. A expectativa inicial do Minist&eacute;rio da Saúde &eacute; de 600 atendimentos online por mês.</p><p>As consultas são confidenciais e gratuitas. Elas são feitas por vídeo, duram, em m&eacute;dia, 45 minutos e fazem parte de ciclos, com at&eacute; 13 sessões de forma individual ou em grupo de apoio.</p><p>A equipe de atendimento &eacute; formada por psic&oacute;logos, terapeutas ocupacionais, psiquiatras e profissionais de assistência social e medicina de família.</p><p>O serviço pode ser acessado pelo aplicativo “Meu SUS Digital”, selecionando, na página inicial, “Miniapps” e, em seguida, “Problemas com jogos de apostas?”.</p><p>A pessoa, então, &eacute; direcionada para um autoteste. Se o resultado indicar risco moderado ou elevado, ela &eacute; encaminhada automaticamente para o teleatendimento.</p><p>Em casos de menor risco, o aplicativo orienta a procurar a Rede de Atenção Psicossocial, como UBS, Unidades Básicas de Saúde, e CAPS, Centros de Atenção Psicossocial.</p><p>De acordo com o Minist&eacute;rio da Saúde, o teleatendimento do SUS em saúde mental por causa das bets &eacute; realizado em parceria com o Hospital Sírio-Libanês. Para mais esclarecimentos sobre o serviço, ligue 136.</p><p>Em 2025, o SUS ofertou 6.157 atendimentos presenciais relacionados a jogos e apostas.</p><p>No final do ano passado, para prevenir e auxiliar no vício em apostas online, o Governo Federal lançou uma plataforma para o bloqueio de sites de bets. O cadastro pode ser feito em gov.br/autoexclusaoapostas.</p><p>Segundo o Minist&eacute;rio da Saúde, mais de 300 mil pessoas já estão se tratando ao se autoexcluir, reduzindo a exposição a esse risco.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o teleatendimento em saúde mental a quem lute conra a compulsão em apostas.<br></b></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/88911_ministro-da-saude-alexandre-padilha-participou-de-lancamento-do-sistema-on-line-para-atender-quem-te.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/88911_ministro-da-saude-alexandre-padilha-participou-de-lancamento-do-sistema-on-line-para-atender-quem-te.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/88911_ministro-da-saude-alexandre-padilha-participou-de-lancamento-do-sistema-on-line-para-atender-quem-te.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha participou de lan&ccedil;amento do sistema on line para atender quem tenha compuls&atilde;o em jogos on line. Foto: Ascom MS]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Nada menos de 82% das brasileiras sentem muito medo de ser estupradas</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/88835/nada-menos-de-82-das-brasileiras-sentem-muito-medo-de-ser-estupradas.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/88835/nada-menos-de-82-das-brasileiras-sentem-muito-medo-de-ser-estupradas.html</guid>
			<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 16:51:05 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O medo de estupro entre as brasileiras continua crescendo. Em 2020, 78% das entrevistadas diziam ter “muito medo” de sofrer violência sexual. Esse &iacute;ndice subiu para 80% em 2022 e chegou agora, em 2025, a 82%.Os dados assustadores estão em levantamento conjunto dos institutos Locomotiva, que se dedica a pesquisas estrat&eacute;gicas, e Patr&iacute;cia Galvão, organização sem fins lucrativos, voltada para a defesa dos direitos das mulheres e o combate &agrave; violência de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>O medo de estupro entre as brasileiras continua crescendo. Em 2020, 78% das entrevistadas diziam ter “muito medo” de sofrer violência sexual. <strong>Esse &iacute;ndice subiu para 80% em 2022 e chegou agora, em 2025, a 82%</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1680228&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1680228&amp;o=node"></p><p>Os dados assustadores estão em levantamento conjunto dos institutos Locomotiva, que se dedica a pesquisas estrat&eacute;gicas, e Patr&iacute;cia Galvão, organização sem fins lucrativos, voltada para a defesa dos direitos das mulheres e o combate &agrave; violência de gênero.</p><p><strong>Os resultados apontam que, somando aquelas que sentem “muito medo” e as que enfrentam “algum medo”, o n&uacute;mero &eacute; praticamente total.</strong> Ou seja: 97% das mulheres vivem com temor de ser v&iacute;tima desse tipo de crime.</p><p>Na faixa etária entre 16 e 24 anos, o medo &eacute; ainda maior: 87% das jovens ouvidas manifestaram sentir “muito medo”, &iacute;ndice que sobe para 88% entre as mulheres negras.</p><p>A pesquisa tamb&eacute;m ouviu v&iacute;timas. <strong>Entre as meninas com at&eacute; 13 anos, 72% revelaram que foram violentadas dentro da pr&oacute;pria casa. </strong>Em metade dos casos, o agressor era um familiar.</p><p>Entre aquelas com 14 anos ou mais, os n&uacute;meros seguem altos: 76% foram violentadas por algum conhecido, e 59% dentro de casa.</p><p>A pesquisa mostra ainda que 99% dos entrevistados reconhecem que, mesmo com medo, <strong>a grande maioria das v&iacute;timas esconde o estupro por medo</strong>, vergonha ou ameaças.</p><p>Foram ouvidas 1,2 mil pessoas de todas as regiões do pa&iacute;s.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a prevalência do medo de estupro entre as mulheres brasileiras, que ultrapassa os 80%.</b><br> </p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/88835_mais-de-80-das-brasileiras-sentem-muito-medo-de-serem-estupradas-o-percentual-sobe-para-97-se-somada.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/88835_mais-de-80-das-brasileiras-sentem-muito-medo-de-serem-estupradas-o-percentual-sobe-para-97-se-somada.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/88835_mais-de-80-das-brasileiras-sentem-muito-medo-de-serem-estupradas-o-percentual-sobe-para-97-se-somada.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Mais de 80% das brasileiras sentem muito medo de serem estupradas, o percentual sobe para 97% se somada quem quem sente algum medo. Foto: Freepik]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Senado aprova fim da relativização de estupro de crianças e vulneráveis, que segue para sanção presidencial</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/88677/senado-aprova-fim-da-relativizacao-de-estupro-de-criancas-e-vulneraveis-que-segue-para-sancao-presid.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/88677/senado-aprova-fim-da-relativizacao-de-estupro-de-criancas-e-vulneraveis-que-segue-para-sancao-presid.html</guid>
			<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 09:43:22 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Plenário do Senado aprovou na quarta-feira (25) projeto que assegura a condição de vulnerabilidade de menores de 14 anos vítimas de estupro. A deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) apresentou o PL 2.195/2024 ap&oacute;s o Superior Tribunal de Justiça (STJ) absolver um homem de 20 anos que estuprou e engravidou uma menina de 12 anos em Minas Gerais. A senadora Margareth Buzetti (PP-MT) declarou que a aprovação por unanimidade &eacute; uma resposta ao desembargador do TJMG, Magid Láuar, por...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div id="textoMateria"><p>O Plenário do Senado aprovou na quarta-feira (25) projeto que assegura a condição de vulnerabilidade de menores de 14 anos vítimas de estupro. A deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) apresentou o <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/materias-bicamerais/-/ver/pl-2195-2024" rel="noopener" target="_blank">PL 2.195/2024</a> ap&oacute;s o Superior Tribunal de Justiça (STJ) absolver um homem de 20 anos que estuprou e engravidou uma menina de 12 anos em Minas Gerais. A senadora Margareth Buzetti (PP-MT) declarou que a aprovação por unanimidade &eacute; uma resposta ao desembargador do TJMG, Magid Láuar, por ter considerado inocente um homem de 35 anos acusado de estupro de outra menina de 12 anos alegando um relacionamento anterior. Na quarta, o desembargador admitiu o erro e reviu sua decisão. Já a senadora Zenaide Maia (PSD-RN) disse que a futura lei vai impedir interpretações de magistrados que desconsiderem o abuso sexual sob o argumento de consensualidade.</p><p>O projeto que garante a presunção absoluta de vulnerabilidade da vítima em casos de estupro de vulnerável foi aprovado em Plenário nesta quarta-feira (25) e segue para sanção presidencial. A legislação considera vulneráveis as pessoas menores de 14 anos ou "algu&eacute;m que, por enfermidade ou deficiência mental, não tem o necessário discernimento para a prática do ato, ou que, por qualquer outra causa, não pode oferecer resistência".</p> <p>O texto aprovado (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/166685" rel="noopener" target="_blank">PL 2.195/2024</a>) altera o C&oacute;digo Penal (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:decreto.lei:1940-12-07;2848" rel="noopener" target="_blank">Decreto-Lei 2.848, de 1940</a>) para determinar que as penas deverão ser aplicadas independentemente da experiência sexual da vítima ou da ocorrência de gravidez resultante do estupro. Atualmente o c&oacute;digo prevê a penalidade independentemente do consentimento da vítima ou do fato de ela ter mantido relações sexuais anteriormente ao crime. </p> <p>Na justificação, a autora do projeto, deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), menciona decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que teria relativizado a vulnerabilidade da vítima de estupro de vulnerável, ao absolver homem de 20 anos que manteve relacionamento com menina de 12 anos, do qual resultou gravidez. Para ela, não se pode admitir que mais julgados desse tipo sejam produzidos Brasil afora.</p> <p>O relat&oacute;rio da senadora Eliziane Gama foi previamente aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A relatora afirmou que a presunção absoluta de vulnerabilidade da vítima “reforça a intenção do legislador de não permitir discussões que possam desvirtuar a finalidade da norma, focando na proteção do incapaz de consentir, como infelizmente ainda s&oacute;i ocorrer com frequência nos julgados de alguns Tribunais de Justiça do país.”</p> <p>Eliziane apresentou dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2024 mostrando que a maior taxa de vitimização foi registrada entre crianças de 10 a 13 anos, com 233,9 casos por 100 mil habitantes. Entre crianças de 5 a 9 anos, foram 103,3 casos por 100 mil, e entre bebês e crianças de at&eacute; 4 anos, a taxa chegou a 68,7 por 100 mil habitantes. Para a senadora, esses números mostram a urgência de uma legislação clara, que não permita relativizações quanto &agrave; vulnerabilidade da vítima e garanta maior efetividade no combate &agrave; violência sexual infantil.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Senado sobre o fim da relativização dos estupros em menores de 14 anos, aprovado no Senado e que segue para sanção presidencial.</b><br></p>                 <p class="text-muted"><br>  </p></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/02/88677_laura-carneiro-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/02/88677_laura-carneiro-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/02/88677_laura-carneiro-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Projeto da deputada Laura Carneiro j&aacute; havia sido aprovado pela C&acirc;mara dos Deputados. Foto: Marcos Oliveira/Ag&ecirc;ncia Senado]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Estatuto dos Cães e Gatos avança no Senado</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/88639/estatuto-dos-caes-e-gatos-avanca-no-senado.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/88639/estatuto-dos-caes-e-gatos-avanca-no-senado.html</guid>
			<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 10:42:41 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal aprovou por unanimidade o Estatuto dos Cães e Gatos, que estabelece penas de at&eacute; 10 anos de reclusão para quem matar ou torturar esses animais dom&eacute;sticos. A partir de agora, o texto está sob análise da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.Elaborado com a participação de entidades de defesa dos animais e especialistas no tema, o projeto de lei conta com 12 capítulos e 60 artigos, que definem regras sobre tutela...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>A Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal aprovou por unanimidade o Estatuto dos Cães e Gatos, que estabelece penas de at&eacute; 10 anos de reclusão para quem matar ou torturar esses animais dom&eacute;sticos. A partir de agora, o texto está sob análise da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1679269&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1679269&o=node"></p><p>Elaborado com a participação de entidades de defesa dos animais e especialistas no tema, o projeto de lei conta com 12 capítulos e 60 artigos, que definem regras sobre tutela responsável, proíbem abandono e mutilação, tipificam práticas consideradas maus-tratos e ampliam punições para criminosos.</p><p>Ao tratar da proposta, o relator, senador Paulo Paim (PT-RS), afirmou que o estatuto &eacute; um passo fundamental para impedir que futuros casos de violência sejam cometidos:</p><blockquote><p>"Esse estatuto proposto pela sociedade civil não &eacute; apenas uma formalidade. &Eacute; um compromisso com a dignidade e a proteção dos animais."</p></blockquote><p>Al&eacute;m disso, o projeto busca tanto ampliar a proteção dos animais comunitários, quanto garantir sua dignidade contra práticas de zoofilia e quaisquer outros abusos psicol&oacute;gicos.</p><p>Para a advogada Giovana Poker, ao tipificar especificamente quais atos são considerados crimes, a proposta preenche algumas lacunas deixadas por outras legislações, como a Lei de Crimes Ambientais de 1998, que &eacute; usada como referência na análise de delitos &agrave; fauna e flora. Ela explica que muitos animais ficam desprotegidos quando sofrem danos psicol&oacute;gicos, justamente pela ausência do enquadramento legislativo:</p><blockquote><p>"O reconhecimento da violação do direito da integridade psíquica do animal como uma violação da dignidade do animal, isso &eacute; muito importante para esse estatuto. Porque a gente consegue enquadrar outras condutas, n&eacute;, que não sejam necessariamente de violência, de agressão, como crimes tamb&eacute;m. O que ajuda bastante na responsabilização de pessoas que agem, muitas vezes, com negligência em relação aos animais."</p></blockquote><p>O estatuto apenas abrange o direito de cães e gatos, o que, para Giovana Poker, vai de encontro &agrave; Constituição Federal, e defende que &eacute; preciso ampliar o escopo de proteção:</p><blockquote><p>"Embora esse estatuto represente um avanço, esse estatuto está violando o princípio da universalidade. De acordo com a nossa Constituição Federal, no parágrafo 225, parágrafo primeiro, inciso s&eacute;timo, n&oacute;s temos ali uma proteção geral para todos os animais. Então, não poderia uma lei infraconstitucional estabelecer proteções maiores para esp&eacute;cies que sejam de interesse do ser humano. O correto seria, de fato, que todos os animais estivessem enquadrados dentro desse estatuto."</p></blockquote><p>No entanto, ela admite que há pouca chance de o projeto de lei ser modificado para abranger o direito de mais esp&eacute;cies, já que o ser humano possui maior identificação com cães e gatos.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o avanço na tramitação do Estatuto dos Cães e Gatos.</b><br></p></div><div class="footer-noticia"><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/02/88639_estatuto-dos-caes-e-gatos-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/02/88639_estatuto-dos-caes-e-gatos-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/02/88639_estatuto-dos-caes-e-gatos-jpg.jpg" medium="image">
				 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Uso excessivo de redes sociais está diretamente ligado ao aumento da ansiedade entre brasileiros</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/88636/uso-excessivo-de-redes-sociais-esta-diretamente-ligado-ao-aumento-da-ansiedade-entre-brasileiros.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/88636/uso-excessivo-de-redes-sociais-esta-diretamente-ligado-ao-aumento-da-ansiedade-entre-brasileiros.html</guid>
			<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 10:23:53 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O hábito de "checar s&oacute; mais uma vez" as notificações do celular pode custar caro &agrave; sa&uacute;de mental. De acordo com o mais recente relat&oacute;rio sobre o tema, realizado pelo Instituto Cactus e AtlasIntel ao final de 2023, a correlação entre tempo de tela e mal-estar emocional &eacute; alarmante: 43,5% dos brasileiros que utilizam redes sociais por três horas ou mais ao dia possuem diagn&oacute;stico de ansiedade.O estudo, que ouviu 3.266 pessoas acima de 16 anos,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O hábito de "checar s&oacute; mais uma vez" as notificações do celular pode custar caro &agrave; sa&uacute;de mental. De acordo com o mais recente relat&oacute;rio sobre o tema, realizado pelo Instituto Cactus e AtlasIntel ao final de 2023, a correlação entre tempo de tela e mal-estar emocional &eacute; alarmante: 43,5% dos brasileiros que utilizam redes sociais por três horas ou mais ao dia possuem diagn&oacute;stico de ansiedade.</p><p style="text-align: justify;">O estudo, que ouviu 3.266 pessoas acima de 16 anos, destaca que o perfil mais afetado por esse cenário &eacute; composto, em sua grande maioria, por mulheres.</p><p style="text-align: justify; "><b>O "n&oacute; no peito" e a vida irreal</b></p><p style="text-align: justify; ">Os n&uacute;meros da pesquisa ganham rosto na rotina de Maria Silva (nome fict&iacute;cio), de 46 anos, que faz parte da estat&iacute;stica de mulheres que veem o tempo de tela se transformar em gatilho emocional.</p><p style="text-align: justify; ">"Durmo com o telefone pr&oacute;ximo da cama e qualquer barulho ou vibração já me desperta. Ao acordar, já começo o dia entrando nas redes sociais, olhando os grupos e, quando percebo, já perdi mais de uma hora &agrave; toa. A ansiedade surge como um n&oacute; no peito e dor de cabeça antes mesmo de eu levantar", relata.</p><p style="text-align: justify; ">O sentimento de inadequação tamb&eacute;m &eacute; um sintoma comum. Eloisa Molinaro, 66 anos, sentiu na pele o peso da comparação constante.</p><p style="text-align: justify;">"Começou a me dar uma ansiedade, uma tristeza. Eu dizia: 'não &eacute; poss&iacute;vel, minha vida &eacute; muito chata'. Eu via todo mundo bem, todo mundo maravilhoso, e queria estar sempre sabendo o que estava acontecendo", desabafa Eloisa.</p><p style="text-align: justify; "><b>O impacto no comportamento</b></p><p style="text-align: justify; ">Para a psicanalista Andrea Ladislau, o consumo desenfreado de conte&uacute;do digital atua como um gatilho para diversos transtornos.</p><p style="text-align: justify; ">"O uso excessivo estimula doenças emocionais e f&iacute;sicas que, se não tratadas a tempo, podem ser irrevers&iacute;veis", alerta a especialista. Entre os principais riscos listados por Ladislau, destacam-se: queda na autoestima e comparação constante; est&iacute;mulo &agrave; fobia social e menor interação presencial; o medo patol&oacute;gico de estar desconectado ou longe do aparelho e o uso das redes como ref&uacute;gio para quem já sofre de depressão, evitando o enfrentamento de sentimentos reais.</p><p style="text-align: justify; ">Eloisa percebeu que esse comportamento gerava conflitos em casa.</p><p style="text-align: justify; ">"Um dos motivos de briga com meu marido &eacute; que ele perguntava o que tinha de tão interessante no celular. Percebo que me desconecto totalmente da realidade, mergulho na vida do telefone e sinto culpa por entrar nesse c&iacute;rculo vicioso", conta.</p><p style="text-align: justify; ">Embora o celular seja uma ferramenta essencial na vida moderna, a mudança comportamental &eacute; apontada como a &uacute;nica sa&iacute;da para frear os sintomas de ansiedade. A recomendação principal não &eacute; o abandono total, mas a interrupção peri&oacute;dica.</p><p style="text-align: justify; ">"Fazer pausas constantes &eacute; uma das medidas mais assertivas e que traz resultados rápidos", explica a psicanalista. Essas interrupções ajudam na reeducação do sistema cerebral de recompensas, que &eacute; constantemente alterado pelos est&iacute;mulos da internet.</p><p style="text-align: justify; ">Atualmente, Eloisa encontrou no trabalho com um bebê o motivo ideal para se desligar.</p><p style="text-align: justify; ">"Tenho que ficar o tempo todo interagindo com ela. Deixo meu telefone na bancada e s&oacute; dou uma checada rápida. Praticamente não pego no telefone e isso tem um efeito muito melhor", afirma.</p><p style="text-align: justify; ">Já Maria buscou ref&uacute;gio na natureza para se desconectar.</p><p style="text-align: justify;">"Estou frequentando a casa da minha mãe mais vezes, pois al&eacute;m de ser num lugar lindo, lá não tem sinal de telefone, fico totalmente offline e isso está começando a me dar um al&iacute;vio", relata.</p><p style="text-align: justify; "><b>Dicas para retomar o equil&iacute;brio</b></p><p style="text-align: justify; ">Atividades simples podem substituir o tempo de tela e salvar o bem-estar do indiv&iacute;duo como substituir o telefone por um livro f&iacute;sico; uma boa conversa com amigos, filhos e familiares; aplicar a calma e paciência para saborear e degustar um alimento, apreciando cada nota de sabor; ouvir uma boa m&uacute;sica relaxante; deitar e se permitir não fazer nada ou fazer uma atividade f&iacute;sica prazerosa.</p><p style="text-align: justify; ">“A conscientização sobre o tempo dedicado aos eletr&ocirc;nicos &eacute;, hoje, um pilar fundamental para garantir relações pessoais, profissionais e acadêmicas mais leves e saudáveis”, conclui a dra. Andrea.</p><p style="text-align: justify; "><b>*O nome Maria Silva foi alterado a pedido da entrevistada para preservar sua privacidade.</b></p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/02/88636_1003959840-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/02/88636_1003959840-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/02/88636_1003959840-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Observatório Internacional do Turismo Religioso Laico no Brasil e na América Latina pretende reposicionar turismo de fé</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/88596/observatorio-internacional-do-turismo-religioso-laico-no-brasil-e-na-america-latina-pretende-reposic.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/88596/observatorio-internacional-do-turismo-religioso-laico-no-brasil-e-na-america-latina-pretende-reposic.html</guid>
			<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 10:25:20 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O produtor cultural Sandro Capad&oacute;cia &eacute; o novo presidente do Observat&oacute;rio Internacional do Turismo Religioso Laico no Brasil e na Am&eacute;rica Latina. &Agrave; frente da nova gestão, Capad&oacute;cia assume com a missão de estruturar uma diretoria s&oacute;lida, com quadros nacionais, internacionais e t&eacute;cnicos, capazes de desenvolver projetos que alavanquem o turismo religioso como vetor estrat&eacute;gico de desenvolvimento econ&ocirc;mico, cultural e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O produtor cultural Sandro Capad&oacute;cia &eacute; o novo presidente do Observat&oacute;rio Internacional do Turismo Religioso Laico no Brasil e na Am&eacute;rica Latina. &Agrave; frente da nova gestão, Capad&oacute;cia assume com a missão de estruturar uma diretoria s&oacute;lida, com quadros nacionais, internacionais e t&eacute;cnicos, capazes de desenvolver projetos que alavanquem o turismo religioso como vetor estrat&eacute;gico de desenvolvimento econ&ocirc;mico, cultural e social.</p><p style="text-align: justify; ">Embora movimente milhões de pessoas todos os anos e gere impactos significativos na cadeia da hotelaria, gastronomia, transporte e com&eacute;rcio, o turismo religioso ainda &eacute;, muitas vezes, subdimensionado ou ofuscado por outros segmentos do setor tur&iacute;stico. A proposta do Observat&oacute;rio &eacute; justamente reposicionar esse mercado no centro do debate, produzindo dados, pesquisas e diagn&oacute;sticos que evidenciem a sua relevância no Brasil e na Am&eacute;rica Latina.</p><p style="text-align: justify; ">“Estamos falando de um segmento que mobiliza multidões, movimenta economias locais e preserva patrim&ocirc;nios culturais e espirituais. O turismo religioso &eacute; uma grande potência, mas historicamente não recebe a devida importância estrat&eacute;gica. Nossa gestão vai trabalhar para dar visibilidade, produzir dados consistentes e criar um ambiente estruturado de promoção e desenvolvimento desse setor no continente”, afirma o novo presidente, Sandro Capad&oacute;cia.</p><p style="text-align: justify; ">Entre as iniciativas previstas estão a realização de congressos internacionais, feiras, workshops e encontros t&eacute;cnicos para divulgação de estudos e indicadores do segmento. No primeiro semestre de 2026, o Observat&oacute;rio promoverá a feira literária Sagrada Leitura, reunindo escritores de diferentes religiões, al&eacute;m de autores ciganos, ind&iacute;genas, quilombolas e representantes de diversas matrizes culturais e espirituais, fortalecendo, assim, o diálogo inter-religioso e a diversidade.</p><p style="text-align: justify; ">A nova gestão tamb&eacute;m pretende consolidar um banco de dados regional sobre turismo de f&eacute;, ampliando o acesso a informações qualificadas que possam subsidiar pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, investimentos privados e estrat&eacute;gias de promoção internacional.</p><p style="text-align: justify; ">O potencial do segmento pode ser observado em grandes manifestações. S&oacute; no Rio de Janeiro, acontecem grandes celebrações no Dia de São Sebastião, padroeiro da cidade, em 20 de janeiro; no dia de Iemanjá, dia 2 de fevereiro; e no dia de São Jorge, 23 de abril, que inclusive foi Sandro Capad&oacute;cia o responsável por levar para votação na Alerj o projeto que reconheceu este &uacute;ltimo como Padroeiro do estado do Rio.</p><p style="text-align: justify; ">Em outras regiões do pa&iacute;s destacam-se a Lavagem do Senhor do Bonfim, na Bahia, com data m&oacute;vel em janeiro; e o C&iacute;rio de Nazar&eacute;, em Bel&eacute;m do Pará, no segundo domingo de outubro. Eventos que atraem milhões de pessoas e movimentam significativamente a economia local, al&eacute;m de integrarem tradição, cultura e identidade.</p><p style="text-align: justify; ">De acordo com o Minist&eacute;rio do Turismo, o setor tur&iacute;stico religioso laico movimenta R$ 15 bilhões por ano no pa&iacute;s. O agora presidente do Observat&oacute;rio, Sandro Capad&oacute;cia, considera este montante ainda abaixo do que o Turismo Religioso pode proporcionar para a economia.</p><p style="text-align: justify; ">“O Turismo Religioso Laico tem potencial para muito mais do que esses R$ 15 bilhões, que estão aqu&eacute;m da potência do segmento no Brasil. Vamos apresentar estudos e divulgar dados a fim de que sejam realizadas mais pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e investimentos privados neste setor que pode proporcionar um aquecimento econ&ocirc;mico ainda maior”, explicou Sandro Capad&oacute;cia.</p><p style="text-align: justify; ">Outro eixo estrat&eacute;gico da nova gestão &eacute; a formação profissional. O Observat&oacute;rio já firmou parceria com a UNICON (Universidade Corporativa de Concierge), instituição que tem como reitora a Dra. Rosane Lucas. A iniciativa prevê a capacitação de jovens e idosos, em aulas remotas e presenciais, para atuação como concierges, ampliando oportunidades de inserção no mercado da hotelaria e qualificando o atendimento ao turista religioso.</p><p style="text-align: justify;">Com foco em pesquisa, capacitação e promoção internacional, a nova presidência do Observat&oacute;rio projeta um ciclo de fortalecimento institucional e reconhecimento do turismo religioso como um dos pilares estrat&eacute;gicos do desenvolvimento econ&ocirc;mico na região.</p><p style="text-align: justify;"><br></p><p style="text-align: justify; "><br></p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/02/88596_1003955445-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/02/88596_1003955445-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/02/88596_1003955445-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Retenção de alunos em academia: o mapa real das dores que travam o crescimento do mercado fitness</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/88550/retencao-de-alunos-em-academia-o-mapa-real-das-dores-que-travam-o-crescimento-do-mercado-fitness.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/88550/retencao-de-alunos-em-academia-o-mapa-real-das-dores-que-travam-o-crescimento-do-mercado-fitness.html</guid>
			<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O maior problema das academias brasileiras não &eacute; falta de matrícula. &Eacute; retenção. A dificuldade em manter alunos ativos, engajados e pagando mensalidade de forma recorrente impacta diretamente o caixa, o planejamento estrat&eacute;gico e o crescimento sustentável do neg&oacute;cio fitness."Conheça o app gymnamicacademias.com.br e veja como você poderá conseguir elevar a retenção de alunos em academia."O impacto financeiro do churn: onde o dinheiro está vazandoQuando...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O maior problema das academias brasileiras não &eacute; falta de matrícula. &Eacute; retenção. A dificuldade em manter alunos ativos, engajados e pagando mensalidade de forma recorrente impacta diretamente o caixa, o planejamento estrat&eacute;gico e o crescimento sustentável do neg&oacute;cio fitness.</p><p>"Conheça o app gymnamicacademias.com.br e veja como você poderá conseguir elevar a retenção de alunos em academia."</p><h3><a name="_d32x51yhd8kq"></a><b>O impacto financeiro do churn: onde o dinheiro está vazando</b></h3><p>Quando falamos em <b>reduzir churn academia</b>, estamos falando de sobrevivência financeira. Cada 5% de churn mensal pode representar cerca de 40% do faturamento perdido ao longo de um ano.</p><p>Na prática:</p><p>* Alunos somem antes de criar hábito<br> * Receita se torna imprevisível<br> * Expansão &eacute; travada<br> * Marketing vira “reposição de perda”<br> <br> Academias comuns operam com LTV m&eacute;dio entre R$600 e R$900. Já academias que estruturam m&eacute;todo, acompanhamento e tecnologia conseguem elevar o LTV para faixas entre R$1.500 e R$3.000.</p><p>“O problema não &eacute; captar. &Eacute; manter.”<br> <br> <b>Mapa de dores por persona: onde a retenção quebra</b></p><h3><a name="_w1kwbjd6lwuq"></a><b>Dono da academia</b></h3><p>Principais dores:</p><p>* Churn alto<br> * Receita imprevisível<br> * Falta de diferenciação<br> * Dependência de professores-chave<br> * Ausência de dados em tempo real<br> <br> (Impacto: guerra de preço, risco estrutural e perda silenciosa de faturamento<b>).</b><br> <br> <b>Gestor / administrador</b></p><p>Dores:</p><p>* Não enxerga risco de evasão<br> * Não sabe qual professor ret&eacute;m mais<br> * Não sabe qual modalidade gera resultado<br> * Decide por feeling<br> <br> (Impacto: desperdício de verba e decisões imprecisas).<br> <br> <b>Coordenador t&eacute;cnico</b></p><p>Dores:</p><p>* Cada professor prescreve de um jeito<br> * Não há padrão metodol&oacute;gico<br> * Dificuldade de auditar qualidade<br> * Problemas em alunos com limitações<br> <br> (Impacto: experiência inconsistente, risco de lesão e enfraquecimento da marca).</p><p><br> <br> <b>Professor de sala</b></p><p>Dores:</p><p>* Excesso de alunos<br> * Montagem manual de treino<br> * Falta de hist&oacute;rico rápido<br> * Não identifica quem está prestes a desistir<br> <br> (Impacto: atendimento superficial e aluno se sentindo ignorado).<br> <br> <b>Personal aut&ocirc;nomo</b></p><p>Dores:</p><p>* Gestão manual via WhatsApp e planilhas<br> * Dificuldade de escalar<br> * Não consegue demonstrar valor com dados<br> <br> (Impacto: renda instável e crescimento limitado).</p><p><b>Aluno iniciante</b></p><p>* Não sabe o que fazer<br> * Vergonha e medo de errar<br> * Não entende o treino<br> * Não vê progresso<br> <br> “70% dos iniciantes abandonam em at&eacute; 90 dias sem acompanhamento estruturado”.</p><p><br> <br> <b>Aluno intermediário</b></p><p>* Estagnação<br> * Falta de desafio<br> * Treino repetitivo<br> <br> (Impacto: troca de academia ou cancelamento).</p><p><br> <br> <b>O verdadeiro problema: falta de hábito, progresso e vínculo</b></p><p>Se você quer entender <b>como evitar cancelamento de alunos</b>, precisa atacar três pontos:</p><p>* Progresso visível<br> * Criação de hábito<br> * Vínculo humano<br> <br> Sem isso, não há fidelização.</p><p>"Saiba como fidelizar alunos de academia com o app gymnamicacademias.com.br."</p><p><br> <br> <b>Backlog de funcionalidades que realmente aumentam retenção de clientes fitness</b></p><p>Não &eacute; sobre design bonito. &Eacute; sobre retenção real.</p><h3><a name="_zd33qzxbfk59"></a><b>MVP (0&ndash;90 dias): impedir abandono inicial</b></h3><p><b>Para o aluno:</b></p><p>* Treino guiado com vídeo<br> * Registro simples de carga e reps<br> * Visual claro de progresso<br> * Pr&oacute;ximo treino automático<br> <br> </p><p><b>Para professor:</b></p><p>* Hist&oacute;rico rápido<br> * Ajustes ágeis<br> * Visualização imediata do treino<br> <br> </p><p><b>Para gestor:</b></p><p>* Frequência semanal<br> * Lista de inativos<br> * Alertas de ausência<br> <br> </p><p>Resultado esperado: +15% a +25% de retenção em 90 dias.</p><p><br> <br> <b>V1 (3&ndash;9 meses): aumento de LTV</b></p><p>* Periodização automática<br> * Progressões sugeridas<br> * Metas semanais<br> * Streak de frequência<br> * Dashboard com professores x retenção<br> * Modalidades x resultado<br> <br> Impacto: +30% a +60% de LTV.</p><p><br> <b>V2: vantagem competitiva</b></p><p>* Previsão de churn<br> * Segmentação por comportamento<br> * Desafios coletivos<br> * Upsell estruturado<br> * Gamificação social<br> <br> Aqui a academia deixa de vender acesso e passa a vender transformação.</p><p><br> <b>F&oacute;rmula prática da retenção de alunos em academia</b></p><p>Retenção = Execução correta</p><p>* Progresso visível<br> * Hábito<br> * Vínculo<br> * Dados para agir antes do cancelamento<br> <br> Quem domina essa equação cresce com previsibilidade.</p><p><br> <b>O ponto estrat&eacute;gico para quem quer crescer no fitness</b></p><p>Se você quer saber <b>como fidelizar alunos de academia</b> e estruturar crescimento com previsibilidade, precisa sair do modelo manual e reativo.</p><p>"Você quer reduzir churn academia? Com o sistema gymnamicacademias.com.br, você saberá como evitar cancelamento de alunos e aumentar retenção de clientes fitness."</p><p>                                                                                                  </p><p>No mercado atual, não sobrevive quem vende mensalidade. Sobrevive quem constr&oacute;i m&eacute;todo, vínculo e progresso mensurável.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/02/ag_8108_1003947106-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/02/ag_8108_1003947106-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/02/ag_8108_1003947106-jpg.jpg" medium="image">
				 
			</media:content> 
		</item>
    </channel>
</rss>