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		<title>Comportamento - Eu, Rio!</title>
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			<title>Curso de Almoxarife transforma vidas na Biblioteca A Casa Amarela</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94934/curso-de-almoxarife-transforma-vidas-na-biblioteca-a-casa-amarela.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 16:30:56 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Vinte vidas. Vinte alunos. Vinte candidatos em busca de uma oportunidade de melhoria de vida. De segunda a sexta-feira, das 13h &agrave;s 17h, eles se encontram na Biblioteca A Casa Amarela, em Ricardo de Albuquerque, para aprender uma nova profissão e ampliar as possibilidades de inserção no mercado de trabalho por meio do curso de Almoxarife.Iniciada em 23 de agosto, a formação tem duração de três meses e &eacute; realizada com apoio da Firjan. Mais do que ensinar t&eacute;cnicas e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Vinte vidas. Vinte alunos. Vinte candidatos em busca de uma oportunidade de melhoria de vida. De segunda a sexta-feira, das 13h &agrave;s 17h, eles se encontram na Biblioteca A Casa Amarela, em Ricardo de Albuquerque, para aprender uma nova profissão e ampliar as possibilidades de inserção no mercado de trabalho por meio do curso de Almoxarife.</p><p style="text-align: justify; ">Iniciada em 23 de agosto, a formação tem duração de três meses e &eacute; realizada com apoio da Firjan. Mais do que ensinar t&eacute;cnicas e conhecimentos específicos da área de almoxarifado, o curso representa, para cada um dos 20 participantes, a possibilidade de construir novos caminhos profissionais e pessoais.</p><p style="text-align: justify; ">Entre essas hist&oacute;rias está a de Sandra Cardoso dos Santos Gonçalves, 54 anos, que encontrou na Biblioteca A Casa Amarela um espaço de acolhimento e transformação. Depois de viver durante 15 anos em uma relação marcada pela violência dom&eacute;stica e pelo isolamento, ela passou a enxergar na instituição uma oportunidade de reconstruir sua vida.</p><p style="text-align: justify; ">Sandra está em seu terceiro curso na biblioteca. Antes da atual formação, já havia feito o curso de Cuidadora de Idosos. Hoje, voltou &agrave; sala de aula em busca de novos conhecimentos e, principalmente, de mais autonomia.</p><p style="text-align: justify; ">“Fui vítima de violência dom&eacute;stica por 15 anos e vivi esse tempo todo em cárcere privado. Minha filha, hoje com 11 anos, sofreu esse tempo todo calada. Estudar aqui nos cursos promovidos pela Casa Amarela &eacute; um grito de liberdade que eu dou, feliz da vida. Ela me deu suporte, inclusive com acompanhamento psicol&oacute;gico não s&oacute; para mim, mas para minha filha tamb&eacute;m”, conta Sandra.</p><p style="text-align: justify; ">Atualmente, Sandra vive com a filha e conta com a aposentadoria da pr&oacute;pria mãe, av&oacute; da menina, como importante suporte financeiro da família. Na Casa Amarela, encontrou tamb&eacute;m atividades que passaram a fazer parte de sua rotina. A filha participa de jiu-jítsu e jogos eletr&ocirc;nicos, enquanto Sandra pratica zumba e dança de salão.</p><p style="text-align: justify; ">“Sou outra pessoa desde que a Biblioteca A Casa Amarela passou a fazer parte da minha vida. Se não fosse o espaço, eu nem sei o que seria de mim”.</p><p style="text-align: justify; "><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/09/94933_3ad87104f294a21ed838293f582b2c27.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify; ">Morador de Ricardo de Albuquerque, Neemias Maciel Cunha, 29 anos, &eacute; aut&ocirc;nomo e decidiu fazer o curso de Almoxarife com um objetivo claro: conquistar uma profissão e ampliar suas perspectivas de vida.</p><p style="text-align: justify; ">Há seis meses, ele tamb&eacute;m recebe, junto com a mãe, refeições da Cozinha Comunitária. Segundo Neemias, inicialmente era atendido como usuário extra e, posteriormente, passou a ser cadastrado, o que facilitou o acesso &agrave;s refeições.</p><p style="text-align: justify; ">“Comecei a ser classificado como extra at&eacute; passar a ser cadastrado. Isso facilita porque não preciso enfrentar fila, basta fornecer o CPF para receber a quentinha. Já o curso de Almoxarife foi exatamente para ter uma profissão e ter uma perspectiva de vida”.</p><p style="text-align: justify; "><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/09/94933_80f1f6f86e08879f7a72842b94339d08.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify; ">Aos 36 anos, Clarissa Marques da Silva Bezerra de Souza tamb&eacute;m viu no curso de Almoxarife uma oportunidade de crescimento profissional. Para ela, a Casa Amarela merece reconhecimento por aliar qualificação, inclusão e atenção &agrave;s necessidades humanas.</p><p style="text-align: justify; ">“A Casa Amarela merece todo reconhecimento por pensar no lado humano e na inclusão do aluno no mercado de trabalho”, afirma.</p><p style="text-align: justify; ">Há quatro meses, Clarissa tamb&eacute;m &eacute; atendida pela cozinha comunitária. Para ela, o serviço tem um alcance que vai al&eacute;m das pessoas de baixa renda.</p><p style="text-align: justify; ">“A cozinha comunitária ajuda muitas pessoas, não apenas as de baixa renda, mas tamb&eacute;m quem mora nas ruas do bairro e adjacências”.</p><p style="text-align: justify; "><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/09/94933_f1c02a5d89854bada08d57394f53586d.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify; ">Pela primeira vez ministrando um curso na Biblioteca A Casa Amarela, o professor Paulo Roberto de Souza, 59 anos, destaca a importância da parceria com a Firjan e da oferta de qualificação profissional dentro da pr&oacute;pria comunidade.</p><p style="text-align: justify; ">“A Firjan &eacute; uma instituição que se preocupa muito com a vida profissional das pessoas. Quando alguma empresa necessita de mão de obra qualificada, nos procura para que essa demanda seja atendida. No caso da Biblioteca A Casa Amarela, em Ricardo de Albuquerque, existe uma carência no mercado por profissionais de almoxarifado. Por isso, estamos aqui ministrando o curso, que &eacute; fruto da parceria entre a Firjan e a Biblioteca A Casa Amarela”.</p><p style="text-align: justify; ">Para Paulo, levar a formação para dentro da comunidade aproxima os moradores de uma oportunidade concreta de qualificação e pode facilitar o acesso a novas possibilidades profissionais.</p><p style="text-align: justify; ">"&Eacute; uma parceria que vem dando certo", diz otimista.</p><p style="text-align: justify; ">Para Pedro do Livro, idealizador da Biblioteca A Casa Amarela, o trabalho desenvolvido no espaço representa justamente esse compromisso com as pessoas.</p><p style="text-align: justify; ">"As hist&oacute;rias de Sandra, Neemias e Clarissa mostram que os 20 alunos do curso de Almoxarife não chegam &agrave; sala de aula apenas em busca de um certificado. Cada um carrega sua pr&oacute;pria hist&oacute;ria, seus desafios e seus planos para o futuro.</p><p style="text-align: justify; ">Durante três meses, eles terão na Biblioteca A Casa Amarela um espaço para aprender uma profissão, ampliar conhecimentos e, quem sabe, transformar uma oportunidade em um novo capítulo de suas vidas", finalizou.</p><p style="text-align: justify; "><b>Serviço</b></p><p style="text-align: justify; ">Curso: Almoxarife</p><p style="text-align: justify; ">Local: Biblioteca A Casa Amarela</p><p style="text-align: justify; ">Unidade: Ricardo de Albuquerque</p><p style="text-align: justify; ">Início: 23 de agosto</p><p style="text-align: justify; ">Duração: três meses</p><p style="text-align: justify; ">Dias: segunda a sexta-feira</p><p style="text-align: justify; ">Horário: 13h &agrave;s 17h</p><p style="text-align: justify; ">Número de alunos: 20</p><p style="text-align: justify; ">Apoio: Firjan  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Fotos: Divulga&ccedil;&atilde;o/M&aacute;rcio Leandro ]]></media:title> 
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		</item>
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			<title>Alerj discute medidas para prevenir crimes contra crianças e adolescentes </title>
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			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:30:54 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Passar horas trancado no quarto, dormir pouco &agrave; noite e ficar sonolento durante o dia, e manter os aparelhos eletr&ocirc;nicos protegidos por senha são alguns dos sinais que pais e responsáveis devem observar para prevenir crimes cibern&eacute;ticos contra menores. S&oacute; no Brasil, em apenas um ano, uma a cada cinco crianças e adolescentes de 12 a 17 anos foi vítima de exploração ou abuso sexual facilitados pela tecnologia.Isso representa cerca de 3 milhões de meninas e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Passar horas trancado no quarto, dormir pouco &agrave; noite e ficar sonolento durante o dia, e manter os aparelhos eletr&ocirc;nicos protegidos por senha são alguns dos sinais que pais e responsáveis devem observar para prevenir crimes cibern&eacute;ticos contra menores. S&oacute; no Brasil, em apenas um ano, uma a cada cinco crianças e adolescentes de 12 a 17 anos foi vítima de exploração ou abuso sexual facilitados pela tecnologia.</p><p style="text-align: justify; ">Isso representa cerca de 3 milhões de meninas e meninos vítimas de violência sexual online. O dado integra o relat&oacute;rio "Disrupting Harm in Brazil: Enfrentando a violência sexual contra crianças facilitada pela tecnologia", lançado em março deste ano pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) Innocenti em parceria com a Ecpat International e a Interpol, com financiamento da Safe Online.</p><p style="text-align: justify;">Para enfrentar esse cenário, foi protocolado na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), este mês, o Projeto de Lei 8.086/26 que institui um programa estadual voltado &agrave; capacitação das famílias para o uso de recursos de segurança disponíveis em celulares, tablets, computadores e outros dispositivos conectados &agrave; internet.</p><p style="text-align: justify; "><b>Criação de guias com passo a passo, QR Codes e campanhas</b></p><p style="text-align: justify; ">Orientar as famílias sobre os riscos da exposição de crianças e adolescentes a conteúdos inadequados e ensinar, de forma prática, como utilizar mecanismos de proteção &eacute; um dos objetivos da proposta. Entre as funcionalidades abordadas estão filtros de pesquisa, bloqueio de sites, aplicativos e jogos incompatíveis com a faixa etária, controle de downloads e compras e limitação do tempo de uso dos dispositivos. O programa tamb&eacute;m deve incluir informações sobre segurança, privacidade e proteção de dados pessoais.</p><p style="text-align: justify; ">O texto estipula ainda ações para prevenir a exposição de menores a conteúdos sexuais, pornográficos e violentos, al&eacute;m de material relacionado a crimes, drogas, automutilação, exploração sexual e aliciamento. Tamb&eacute;m está prevista a divulgação de canais oficiais para denúncia de situações de violência, abuso, exploração ou aliciamento no ambiente digital.</p><p style="text-align: justify; ">O Levantamento do Instituto DimiCuida mostra que de 2014 a 2025 ao menos 56 crianças e adolescentes, com idades entre 7 e 18 anos, morreram no Brasil em decorrência de desafios compartilhados nas redes sociais. Esses dados se baseiam em casos noticiados na imprensa ou famílias que procuram organizações da sociedade civil dedicadas &agrave; temática.</p><p style="text-align: justify; ">Para a pediatra Evelyn Eisenstein, representante da Sociedade Brasileira de Pediatria, a prevenção começa com a desconexão. O Brasil &eacute; o segundo país do mundo que mais gasta tempo no celular e o terceiro com maior número de crianças dependentes de telas, segundo dados da Universidade de São Paulo (USP). Ela recomenda que os pais estejam presentes nas interações familiares, evitando o uso de celulares durante as refeições ou na hora de dormir. Al&eacute;m disso, defende a criação de rituais sem telas, incentivando atividades culturais e esportivas.</p><p style="text-align: justify;">“Essa responsabilidade não &eacute; apenas da família, mas tamb&eacute;m da sociedade como um todo. &Eacute; muito difícil exigir que uma criança deixe o celular de lado quando os pais permanecem conectados o tempo todo. Mais do que controlar o acesso, &eacute; preciso ensinar autorregulação e mostrar que a tecnologia deve ser uma ferramenta, e não ocupar todos os espaços da vida”, conclui.</p><p style="text-align: justify; "><b>Passo a passo para os responsáveis</b></p><p style="text-align: justify; ">Uma das principais medidas previstas no projeto de lei &eacute; a elaboração de materiais educativos com orientações práticas sobre as ferramentas de controle parental. Sempre que possível, as instruções deverão trazer passo a passo acompanhado de imagens, ilustrações, capturas de tela ou vídeos explicativos.</p><p style="text-align: justify; ">Os materiais deverão explicar, por exemplo, como bloquear sites com conteúdo adulto, restringir aplicativos conforme a classificação etária, controlar compras e downloads, configurar senhas de proteção e gerenciar permissões. Tamb&eacute;m deverão abordar mecanismos de segurança para redes sociais, plataformas de vídeo, aplicativos de mensagens e jogos online.</p><p style="text-align: justify; ">Cartazes, folders e cartilhas do programa deverão conter QR Code ou outro recurso de acesso rápido que direcione para uma página oficial com informações atualizadas, contemplando diferentes dispositivos e plataformas.</p><p style="text-align: justify; ">A designer Renata Peres &eacute; mãe da Alice e do João, de 13 e 16 anos, respectivamente. Ela conta que, junto com o marido, utiliza a ferramenta "Google Family" para controlar e monitorar o conteúdo dos celulares das crianças. Dessa forma, o casal administra as horas e os aplicativos que os filhos navegam durante a semana.</p><p style="text-align: justify; ">“N&oacute;s tamb&eacute;m controlamos o limite de uso do celular. Se o tempo acaba e eles pedem mais, n&oacute;s usamos o crit&eacute;rio dos estudos para saber se liberamos mais tempo ou não, porque pela pr&oacute;pria plataforma conseguimos ver se usaram o celular tamb&eacute;m para estudar. Al&eacute;m disso, semanalmente recebemos um relat&oacute;rio de quanto tempo eles ficaram no celular, quais plataformas mais acessaram e quais aplicativos instalaram”, explica Renata.</p><p style="text-align: justify; ">Ela tamb&eacute;m conta que, apesar do diálogo dentro de casa com os filhos, a presença deles no ambiente digital ainda preocupa. “&Eacute; um lugar onde eles estão vulneráveis, mas buscamos sempre orientar para que eles estejam atentos aos perigos. Em jogos on-line, &eacute; muito comum você interagir com outras pessoas, então orientamos a não falar com estranhos. Com a Alice, eu converso muito em relação &agrave; exposição nas redes sociais, principalmente porque as meninas gostam muito de tirar fotos”, pontua.</p><p style="text-align: justify; ">Para Renata, a medida protocolada pelo Parlamento fluminense vai beneficiar muitos pais e responsáveis que não sabem como ter esse controle. “O projeto de lei vai capacitar muitas famílias e auxiliar na busca e tamb&eacute;m na escolha de qual aplicativo usar para ter essa segurança. &Eacute; essencial ter ferramentas que dão suporte na proteção e supervisão do que nossos filhos estão acessando”, conclui.</p><p style="text-align: justify; "><b>Informações poderão ser enviadas pelas operadoras</b></p><p style="text-align: justify; ">O projeto tamb&eacute;m determina que as companhias de telefonia celular que operam no Estado do Rio disponibilizem informações aos usuários. As orientações poderão ser enviadas por aplicativos de mensagens instantâneas, SMS ou notificações push, e deverão incluir link ou QR Code para a página oficial com instruções sobre a configuração das ferramentas de controle parental. A periodicidade dos avisos será definida em regulamento, e o usuário poderá cancelar gratuitamente o recebimento das mensagens.</p><p style="text-align: justify; ">Al&eacute;m disso, o programa contará com um Guia Prático de Controle Parental, que deverá permanecer disponível em versão digital e atualizada em página oficial do Poder Executivo. O documento terá caráter educativo e não poderá exigir a utilização de determinada marca, fabricante, sistema operacional, aplicativo ou plataforma.</p><p style="text-align: justify; ">Entre as ações previstas estão ainda campanhas de conscientização, palestras, oficinas, vídeos, tutoriais e divulgação de informações em escolas e espaços públicos. O Estado poderá firmar parcerias com instituições de ensino, &oacute;rgãos públicos, entidades da sociedade civil, especialistas em segurança digital e instituições de proteção de crianças e adolescentes.</p><p style="text-align: justify; ">Para o delegado titular da Delegacia da Criança e do Adolescente (DCAV), Cristiano Maia, &eacute; essencial formar “cidadãos digitais” e promover um debate contínuo sobre os riscos e responsabilidades no ambiente on-line. “Não se trata de criar uma sociedade do pânico, mas de assumir nossa responsabilidade de enfrentar esse tema com seriedade”. Ele tamb&eacute;m reforçou a importância da denúncia. “Na primeira suspeita de crime, &eacute; necessário procurar a delegacia e preservar provas como o conteúdo da conversa e a URL do perfil envolvido. Estamos lidando com provas extremamente voláteis”, alerta Maia.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
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		</item>
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			<title>A emocionante história de Marcelo Pereira da Silva com seu ídolo Jon Secada</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94748/a-emocionante-historia-de-marcelo-pereira-da-silva-com-seu-idolo-jon-secada.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Sat, 29 Aug 2026 11:19:14 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Jon Secada, voltou ao Rio para um reencontro com o p&uacute;blico carioca. Onyem (28), o astro cubano-americano subiu ao palco do Qualistage ao lado da cantora Marina Elali, com o espetáculo “Canções Eternas”, projeto que celebra clássicos da m&uacute;sica nacional e internacional em um encontro de diferentes culturas, idiomas e gerações. E esse show veio embalado com uma hist&oacute;ria tocante.Há 34 anos ao lado da mesma vozPara algumas pessoas, a m&uacute;sica &eacute; apenas...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div style="text-align: justify; ">Jon Secada, voltou ao Rio para um reencontro com o p&uacute;blico carioca. Onyem (28), o astro cubano-americano subiu ao palco do Qualistage ao lado da cantora Marina Elali, com o espetáculo “Canções Eternas”, projeto que celebra clássicos da m&uacute;sica nacional e internacional em um encontro de diferentes culturas, idiomas e gerações. E esse show veio embalado com uma hist&oacute;ria tocante.</div><div><div id="m#msg-f:1874685884973814211" class="mail-message expanded"><div id="m#msg-f:1874685884973814211-content" class="mail-message-content collapsible zoom-normal mail-show-images msg2754285015217547125"><div class="clear"><div dir="ltr"><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify; "><b>Há 34 anos ao lado da mesma voz</b></div><div style="text-align: justify; "><br></div><div style="text-align: justify; ">Para algumas pessoas, a m&uacute;sica &eacute; apenas entretenimento. Para o carioca Marcelo Pereira da Silva, de 49 anos, ela se tornou companhia, inspiração e conforto. Há 34 anos, desde 1992, ele acompanha a carreira de Jon Secada e construiu uma hist&oacute;ria de admiração que atravessou gerações, superou momentos dif&iacute;ceis e permanece viva at&eacute; hoje. Ele reviveu toda essa emoção no Qualistage, com o espetáculo "Canções Eternas".</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">A hist&oacute;ria começou ainda na adolescência. Marcelo conheceu o trabalho de Jon Secada por interm&eacute;dio de uma colega de escola. Naquele per&iacute;odo, sucessos como "Angel" e "Mental Picture" embalavam os dias de aula e eram presença constante durante o recreio, quando ele e os amigos cantavam as m&uacute;sicas que marcaram uma geração.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">"Foi na adolescência que descobri o Jon Secada. A m&uacute;sica dele marcou uma fase muito bonita da minha vida e, por isso, ele sempre foi diferente de qualquer outro artista que eu admiro."</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">Embora nunca tenha integrado um fã-clube oficial, Marcelo criou amizades que nasceram justamente dessa paixão em comum, como J&uacute;lio Santos e sua amiga Mira, companheiros de longa data na admiração pelo cantor.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">Ao longo dos anos, acompanhou cada lançamento, reuniu praticamente toda a discografia do artista e continua ouvindo suas m&uacute;sicas diariamente pelas plataformas digitais. Para ele, o álbum de estreia de Jon Secada continua sendo a melhor porta de entrada para quem deseja conhecer sua obra. Entre todas as canções, acredita que Believe foi uma das mais injustiçadas da carreira e merecia ter recebido muito mais reconhecimento.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify; ">Mas a relação entre Marcelo e Jon Secada ultrapassa a admiração art&iacute;stica. Em 2022, um sonho antigo se realizou quando, finalmente, conheceu o cantor pessoalmente. Antes disso, Jon gravou um v&iacute;deo especialmente para ele, emocionado com as mensagens publicadas por Marcelo nas redes sociais. Um gesto que fortaleceu ainda mais um v&iacute;nculo constru&iacute;do ao longo de mais de três d&eacute;cadas.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">"Eu acompanho tudo relacionado ao Jon Secada por gratidão. Um dia, quando eu partir desta vida, vou me sentir honrado por ter admirado durante mais de 30 anos uma pessoa que tamb&eacute;m me retribuiu com tanto carinho."</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">As m&uacute;sicas do artista tamb&eacute;m estiveram presentes nos momentos mais dif&iacute;ceis de sua vida. Marcelo encontrou nelas conforto durante o luto pela perda do pai e, pouco tempo depois, da mãe. Nas madrugadas silenciosas, eram justamente aquelas canções que lhe davam forças para seguir em frente.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">"As m&uacute;sicas dele me acompanharam nos momentos mais felizes e tamb&eacute;m nos mais dif&iacute;ceis da minha vida. Elas acalmam o coração, trazem esperança e fazem bem para a alma."</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">Questionado sobre qual m&uacute;sica sonha ouvir ao vivo, a resposta vem sem hesitação: Mental Picture. A canção o transporta para os tempos de escola e desperta lembranças dos melhores momentos da juventude.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">Para quem ainda não conhece Jon Secada, Marcelo deixa um conselho sincero: "Ouça de coração aberto. Tenho certeza de que você vai lembrar dos melhores momentos da sua vida. A m&uacute;sica dele transmite paz, alegria e conforto. &Eacute; daquelas que ficam para sempre."</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">Se tivesse que definir Jon Secada em apenas três palavras, Marcelo escolheria: amizade, sonho e amigo. Depois de realizar o sonho de conhecer pessoalmente o artista, resta apenas mais um desejo. "Gostaria de assistir a um jogo do meu Botafogo ao lado dele no Maracanã. Seria a realização de mais um sonho."</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify; ">"Canções Eternas" - A turnê vem registrando excelente receptividade por onde passa, com apresentações de casas lotadas e forte reconhecimento do p&uacute;blico, reafirmando o prest&iacute;gio internacional de Jon Secada e a força da parceria art&iacute;stica com Marina Elali. Para os cariocas, foi mais uma oportunidade de rever uma das vozes mais marcantes da m&uacute;sica internacional em um espetáculo repleto de romantismo, nostalgia e canções que atravessaram o tempo. </div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify; ">Vencedor de três prêmios Grammy e dono de uma carreira consolidada, Secada conquistou o mundo com sua voz inconfund&iacute;vel, transitando entre o pop, a m&uacute;sica latina e as baladas românticas que embalaram diferentes gerações. O Brasil ocupa um lugar especial em sua trajet&oacute;ria, e o reencontro com o p&uacute;blico carioca reforça essa relação constru&iacute;da ao longo de d&eacute;cadas de sucesso.</div><div class="signature-text"><div id="m_2754285015217547125x_x_x_x_x_Signature"><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify; "><br></div><div></div></div></div></div></div></div><div id="m#msg-f:1874685884973814211-footer" class="mail-message-footer spacer collapsible">  </div></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Academia e terreiro se encontram para debater intolerância religiosa</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94676/academia-e-terreiro-se-encontram-para-debater-intolerancia-religiosa.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 15:19:48 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A intolerância religiosa, especialmente aquela dirigida &agrave;s tradições de matriz africana, estará no centro do pr&oacute;ximo encontro da iniciativa Encontros Academia Terreiro, que re&uacute;ne conhecimento acadêmico e saberes ancestrais em um espaço de diálogo e construção coletiva. O encontro acontece nesta quarta-feira (26), no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS), no Centro do Rio.Para discutir o tema, foram convidados dois nomes de destaque: o professor doutor...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="center" style="text-align: justify; ">A intolerância religiosa, especialmente aquela dirigida &agrave;s tradições de matriz africana, estará no centro do pr&oacute;ximo encontro da iniciativa Encontros Academia Terreiro, que re&uacute;ne conhecimento acadêmico e saberes ancestrais em um espaço de diálogo e construção coletiva. O encontro acontece nesta quarta-feira (26), no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS), no Centro do Rio.</p><p style="text-align: justify; ">Para discutir o tema, foram convidados dois nomes de destaque: o professor doutor B&agrave;báláwo Ivanir dos Santos, pesquisador e uma das referências brasileiras no debate sobre intolerância religiosa, racismo e liberdade de crença, e a professora doutora Mariana Gino, que tamb&eacute;m atua na produção acadêmica relacionada &agrave;s questões de religião e sociedade.</p><p style="text-align: justify; ">A presença dos dois pesquisadores reforça a importância de colocar o tema em debate a partir de diferentes perspectivas. Em um momento em que manifestações de intolerância ainda atingem comunidades religiosas e, de forma recorrente, religiões de matriz africana, aproximar a universidade dos terreiros significa ampliar o espaço de escuta, reflexão e produção de conhecimento.</p><p style="text-align: justify; ">Mais do que uma palestra, a proposta &eacute; promover uma troca entre diferentes saberes, reconhecendo a experiência dos terreiros e a contribuição da academia para compreender os mecanismos que sustentam a intolerância religiosa e pensar caminhos para enfrentá-la.</p><p style="text-align: justify; ">O encontro será realizado &agrave;s 18h, na sala 109, no primeiro andar do IFCS, localizado no Largo de São Francisco de Paula, nº 1, no Centro do Rio. A atividade &eacute; aberta ao p&uacute;blico.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Professir Ivanir dos Santos ser&aacute; um dos palestrantes do evento. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Projeto promove encontros gratuitos sobre leitura para educadores em diferentes bairros do Rio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94673/projeto-promove-encontros-gratuitos-sobre-leitura-para-educadores-em-diferentes-bairros-do-rio.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 15:01:37 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Professores, pedagogos, mediadores de leitura e outros educadores podem participar de encontros gratuitos que propõem novas formas de aproximar livros, textos e leitores. A programação da Oficina OLE segue at&eacute; outubro, com atividades em diferentes bairros do Rio de Janeiro e tamb&eacute;m em São Gonçalo, reunindo profissionais que atuam em escolas, bibliotecas, projetos sociais e outros espaços educativos.Nos encontros, leitura e escrita são trabalhadas a partir da prática da...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Professores, pedagogos, mediadores de leitura e outros educadores podem participar de encontros gratuitos que propõem novas formas de aproximar livros, textos e leitores. A programação da Oficina OLE segue at&eacute; outubro, com atividades em diferentes bairros do Rio de Janeiro e tamb&eacute;m em São Gonçalo, reunindo profissionais que atuam em escolas, bibliotecas, projetos sociais e outros espaços educativos.</p><p style="text-align: justify; ">Nos encontros, leitura e escrita são trabalhadas a partir da prática da mediação. Os participantes vivenciam exerc&iacute;cios, experimentam diferentes maneiras de conduzir uma leitura e exploram possibilidades de interpretação e escrita. A proposta &eacute; que cada educador possa adaptar essas experiências &agrave; realidade e aos p&uacute;blicos com os quais trabalha, levando para sua prática ferramentas capazes de tornar o contato com os livros mais pr&oacute;ximo e estimulante.</p><p style="text-align: justify; ">“A oficina trabalha a leitura e a escrita de forma prática, com m&eacute;todos l&uacute;dicos e multidisciplinares que ajudam a criar diferentes caminhos de aproximação entre o livro, o texto e o leitor. Os educadores vivenciam exerc&iacute;cios, experimentam formas de conduzir uma leitura e exploram possibilidades de interpretação e escrita que envolvem participação, criatividade e troca. A ideia &eacute; mostrar que existem muitas maneiras de despertar a curiosidade e o interesse pela leitura e que essas experiências podem ser adaptadas para diferentes p&uacute;blicos e realidades”, explica Arlene Costa, coordenadora do projeto.</p><p style="text-align: justify; ">Um dos principais objetivos da OLE &eacute; estimular a leitura e a escrita e, ao mesmo tempo, formar multiplicadores. Neste ciclo, a escolha de trabalhar diretamente com professores, educadores e mediadores considera justamente o alcance que esse conhecimento pode ter. Ao oferecer novas ferramentas a profissionais que estão diariamente em contato com crianças, jovens e adultos, a experiência dos encontros pode chegar posteriormente a muitas outras pessoas.</p><p style="text-align: justify; ">A proposta &eacute; que o aprendizado vivenciado na Oficina OLE não termine no encontro, mas chegue &agrave;s salas de aula e aos demais espaços educativos onde esses profissionais atuam. Ao levar novas formas de trabalhar a leitura e a escrita para o cotidiano, cada educador se torna um multiplicador, capaz de criar experiências mais pr&oacute;ximas, criativas e estimulantes com os livros. Esse movimento amplia o impacto social do projeto ao contribuir para despertar o interesse pela leitura, fortalecer a expressão e a autonomia e ampliar as possibilidades de acesso ao conhecimento e &agrave; cultura.</p><p style="text-align: justify; ">“Existe uma questão que vem antes do pr&oacute;prio hábito da leitura: muitas vezes, &eacute; preciso construir o desejo de ler. Formar leitores não &eacute; apenas disponibilizar livros ou dizer que a leitura &eacute; importante. &Eacute; criar encontros significativos entre pessoas, hist&oacute;rias e palavras. Queremos que a leitura e a escrita deixem de ser vistas apenas como uma obrigação escolar e sejam tamb&eacute;m caminhos para a descoberta, a expressão, a imaginação, a autonomia e a compreensão do mundo. E, quando essa experiência começa pelo educador, ela se multiplica. A proposta da OLE &eacute; formar mediadores que possam criar novos encontros com a leitura e, assim, contribuir para formar novos leitores”, explica Raphael Moreira, idealizador do projeto.</p><p style="text-align: justify; ">O circuito começou no &uacute;ltimo sábado, 22 de agosto, na Biblioteca Comunitária Maria Rocha, integrante da Rede Baixada Literária, em Nova Iguaçu. As pr&oacute;ximas atividades passam por Madureira, Vicente de Carvalho, Anchieta, Centro e Copacabana, al&eacute;m de São Gonçalo. A programação em diferentes bairros amplia as possibilidades de participação e aproxima os encontros de educadores que já desenvolvem trabalhos ligados &agrave; leitura em suas comunidades.</p><p style="text-align: justify; ">A participação &eacute; gratuita, com certificado, e as vagas são limitadas. As inscrições podem ser feitas pelo link dispon&iacute;vel nos canais oficiais da Oficina OLE. A Oficina OLE &eacute; uma realização da Ah!Rede e Samba Menino Produções, com apoio do Instituto Pro Bono Brasil e Fam&iacute;lia Mundo, e patroc&iacute;nio da Prefeitura do Rio, Secretaria Municipal de Cultura e CNS Nacional, por meio da Lei Municipal de Incentivo &agrave; Cultura, Lei do ISS.</p><p style="text-align: justify; "><b>Pr&oacute;ximos encontros</b></p><p style="text-align: justify;">26 de agosto, quarta-feira, das 18h30 &agrave;s 21h30</p><p style="text-align: justify;">Instituto de Educação Carmela Dutra</p><p style="text-align: justify; ">Avenida Ministro Edgard Romero, 492, Madureira</p><p style="text-align: justify;">27 de agosto, quinta-feira, das 18h30 &agrave;s 21h30</p><p style="text-align: justify;">Instituto de Educação Carmela Dutra</p><p style="text-align: justify; ">Avenida Ministro Edgard Romero, 492, Madureira</p><p style="text-align: justify;">29 de agosto, sábado, das 9h &agrave;s 12h</p><p style="text-align: justify;">Associação Beneficente São Martinho</p><p style="text-align: justify;">Rua Soldado Bernardino da Silva, 144, Vicente de Carvalho</p><p style="text-align: justify; ">Acesso pela Avenida Vicente de Carvalho, 970, junto &agrave; igreja</p><p style="text-align: justify;">29 de agosto, sábado, das 14h &agrave;s 17h</p><p style="text-align: justify;">Biblioteca Comunitária A Casa Amarela</p><p style="text-align: justify; ">Rua Padre Mário Vers&eacute;, 11, Praça Nazar&eacute;, Anchieta</p><p style="text-align: justify;">19 de setembro, sábado, das 9h &agrave;s 12h</p><p style="text-align: justify;">Instituto São Paio</p><p style="text-align: justify; ">Rua Dirceu Valente, 54, Colubandê, São Gonçalo</p><p style="text-align: justify;">17 de outubro, sábado, das 9h &agrave;s 12h</p><p style="text-align: justify;">Balaio das Artes</p><p style="text-align: justify; ">Rua da Quitanda, 30, salas 804/806, Centro</p><p style="text-align: justify;">17 de outubro, sábado, das 14h &agrave;s 17h</p><p style="text-align: justify;">Biblioteca Paulo Coelho do Solar Meninos de Luz</p><p style="text-align: justify; ">Rua Saint Roman, 136, Cantagalo, Copacabana</p><p style="text-align: justify; "><b>Serviço</b></p><p style="text-align: justify;">Oficina OLE</p><p style="text-align: justify;">Participação gratuita, com certificado</p><p style="text-align: justify;">Vagas limitadas. </p><p style="text-align: justify;">Link de inscrição: <a href="https://acesse.one/itdvvg3"><b>https://acesse.one/itdvvg3</b></a></p><p style="text-align: justify; ">Mais informações: (21) 98761-1818  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Mulheres da Providência organizam rede de cuidado para trabalhadoras da economia popular</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94670/mulheres-da-providencia-organizam-rede-de-cuidado-para-trabalhadoras-da-economia-popular.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 14:07:07 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Em pontos movimentados do Centro do Rio, o coletivo Elas por Elas Providência monta um banheiro adaptado e distribui kits de higiene com absorvente e protetor solar para as mulheres que passam o dia vendendo nas ruas, nos trens e nas calçadas da região central. &Eacute; o Ponto de Apoio M&oacute;vel, criado a partir dos relatos ouvidos pelo pr&oacute;prio grupo em rodas de conversa.A ausência de banheiro e de água potável apareceu como a queixa mais recorrente. "A gente fica sem beber...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Em pontos movimentados do Centro do Rio, o coletivo Elas por Elas Providência monta um banheiro adaptado e distribui kits de higiene com absorvente e protetor solar para as mulheres que passam o dia vendendo nas ruas, nos trens e nas calçadas da região central. &Eacute; o Ponto de Apoio M&oacute;vel, criado a partir dos relatos ouvidos pelo pr&oacute;prio grupo em rodas de conversa.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">A ausência de banheiro e de água potável apareceu como a queixa mais recorrente. "A gente fica sem beber água pra não poder procurar um banheiro na rua", relata Carol da Providência, coordenadora do coletivo. O motivo não &eacute; apenas a distância. "Se a gente for longe procurar um banheiro, quando volta, cadê a mercadoria? O Guarda Municipal pode ter levado."</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Ela avalia que a rotina cobra um preço. "Isso acaba adoecendo a nossa pr&oacute;pria categoria, as mulheres, fisicamente, psicologicamente."</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">O coletivo nasceu em 2020, no Morro da Providência, e hoje re&uacute;ne mulheres da Penha, de Manguinhos e da Rocinha. A maioria são mães solo, sem rede de apoio. "Por isso o nosso nome &eacute; Elas por Elas, porque a gente cuida uma das outras e nenhuma fica pra trás", afirma Carol.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/08/94669_f977317ae36638b625820cec82e981e8.png" style="width: 313px;"><br></p><p dir="ltr" style="text-align: justify; "><b>Sem vaga e fora do horário</b></p><p dir="ltr" style="text-align: justify; ">Sem licença e sem creche, muitas levam os filhos para o ponto de venda. Foi o que motivou uma das principais conquistas do grupo. Depois de três anos apresentando o projeto na Alerj e na Câmara, sem resposta, o coletivo obteve autorização judicial para montar espaços de creche durante o Carnaval. Hoje, a estrutura funciona tamb&eacute;m nos demais megaeventos da cidade, das 18h &agrave;s 6h nos desfiles da Sapuca&iacute;, e das 7h &agrave;s 14h nos megablocos.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">O espaço atende, inclusive, filhos de quem não tem licença. “Eles não querem dar espaço para quem não tem TUAP, mas não legalizam porque não querem”, denuncia a coordenadora. Ela lembra que mães chegaram a ser expostas em v&iacute;deos por levar crianças ao trabalho. “Qual &eacute; a pol&iacute;tica p&uacute;blica que o pr&oacute;prio poder p&uacute;blico fez para tirar essas crianças da rua no Carnaval? Não fizeram!", reclama.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">A falta de vaga atravessa o ano inteiro. Segundo a Defensoria P&uacute;blica do Rio, cerca de dez mil crianças seguem sem creche na rede municipal, com base em dados apresentados pela pr&oacute;pria Prefeitura. O &uacute;ltimo detalhamento p&uacute;blico &eacute; de 2023: ao fim daquele ano letivo, 12.394 crianças de at&eacute; seis anos aguardavam vaga em turno integral e outras 2.911 no parcial. Em maio de 2024, a 1ª Vara da Infância aplicou multa superior a R$ 2 bilhões ao munic&iacute;pio por não ter zerado a fila, em ação civil p&uacute;blica movida pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico. A Prefeitura recorreu e perdeu.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Nas favelas, o quadro &eacute; mais agudo. Levantamento do Ibase em onze comunidades do Complexo do Alemão apontou que 32% das moradoras não encontram vaga em creche ou escola p&uacute;blica no territ&oacute;rio.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">O horário tamb&eacute;m não fecha com a jornada. As unidades de turno integral encerram o atendimento no in&iacute;cio da tarde, enquanto a venda ambulante se concentra em fim de semana, feriado e per&iacute;odo noturno.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify; ">A relação entre trabalho, cuidado e autonomia econ&ocirc;mica não &eacute; uma questão isolada. Em 2021, foi sancionada uma lei estadual que declarou os trabalhadores ambulantes dos trens como Patrim&ocirc;nio Cultural de Natureza Imaterial do Estado do Rio de Janeiro. A deputada estadual Renata Souza (PSOL), que &eacute; coautora desta lei,  defende que o enfrentamento das vulnerabilidades das mulheres exige pol&iacute;ticas p&uacute;blicas articuladas. “Reduzir a violência contra as mulheres passa por garantir direito &agrave; moradia, sa&uacute;de, creche e ao trabalho”, afirma a parlamentar.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Para as trabalhadoras da economia popular, essas dimensões se encontram na prática: a possibilidade de trabalhar depende tamb&eacute;m de onde deixar os filhos, das condições existentes no territ&oacute;rio e do acesso a pol&iacute;ticas de proteção e geração de renda.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify; "><b>Trabalho sob apreensão</b></p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">O cenário ficou mais restrito em julho. O programa Tolerância Zero, assinado pelo prefeito Eduardo Cavaliere (PSD), está em vigor desde o dia 16 e mant&eacute;m força-tarefa permanente no Leme, em Copacabana, Ipanema e Leblon, com patrulhamento, retirada de barracas e apreensão de mercadorias. A devolução do material fica condicionada &agrave; apresentação de nota fiscal e muitos dias de espera.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">O impacto chegou rápido &agrave;s mulheres do coletivo. Muitas tiveram mercadoria apreendida. O grupo passou a arrecadar cesta básica entre as pr&oacute;prias integrantes. Fam&iacute;lias tamb&eacute;m foram retiradas da Escadaria Selar&oacute;n, na Lapa. "De que adianta? Eles tiram essas pessoas da rua, mas não dão condições a elas para se manterem", sustenta Carol.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Ela aponta uma contradição na pol&iacute;tica municipal. "Precisam dos ambulantes para estar na praia, mas não pode ter os ambulantes em volta da orla no dia a dia. A gente polui a cidade, mas nos megaeventos, não polui."</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/08/94669_cdb38208b28e7d72876cd1a2b801e10a.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">No mesmo mês, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal ingressou com ação civil p&uacute;blica para suspender o programa. O procurador regional dos Direitos do Cidadão, J&uacute;lio Ara&uacute;jo, observa que o munic&iacute;pio regulou o uso das praias, que são bens da União, sem diálogo com os trabalhadores. Segundo a ação, o Rio re&uacute;ne cerca de 35 mil trabalhadores de rua, a maioria negra, e apenas parte tem autorização para atuar.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">A reação chegou &agrave; Câmara Municipal. Em 11 de agosto, a Comissão Especial do Trabalho Informal e a Comissão de Segurança Alimentar promoveram audiência p&uacute;blica conjunta sobre os efeitos do programa. Ao fim do encontro, os camel&ocirc;s ocuparam o plenário. A Prefeitura foi convidada e não compareceu. Em 17 de agosto, em audiência promovida pelo MPF, tamb&eacute;m não enviou representantes.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Para Carol, a ausência &eacute; m&eacute;todo. "Eles nunca comparecem. Essa já &eacute; uma tática da pr&oacute;pria Prefeitura, de não comparecer e não mandar ningu&eacute;m."</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/08/94669_4d4093ee4c9bff4d656980600edfbede.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Dados obtidos pelo gabinete do vereador Leonel de Esquerda (PT), por requerimento de informação, apontam cerca de 600 vagas para ambulantes sem liberação em Copacabana, 1.550 na Zona Sul e quase 10.500 em toda a cidade. Em audiência anterior, ele afirmou que os trabalhadores da orla movimentam mais de R$ 8 bilhões por ano na economia carioca. Segundo o coletivo, a fila do Cadastro &Uacute;nico do Com&eacute;rcio Ambulante não tem transparência e a maioria das inscritas nunca &eacute; chamada.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify; ">A atividade &eacute; regulada pela Lei 1.876, de 1992, alterada em 2017. Na audiência, o Conselho Nacional de Direitos Humanos e o MPF cobraram a atualização da norma. Tamb&eacute;m cobraram a regulamentação da lei de 2018, que prevê dep&oacute;sitos p&uacute;blicos para guarda de mercadorias, que nunca foi aplicada.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify; "><b>Um territ&oacute;rio marcado por remoções</b></p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">A rede de cuidado se organiza em um morro com hist&oacute;rico de despejo. A Providência &eacute; apontada como a primeira favela do Brasil, ocupada a partir de 1897. Nas obras do Porto Maravilha, centenas de casas foram marcadas para demolição. Segundo a organização FASE, mais de 100 fam&iacute;lias foram removidas desde 2011.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify; "><b>A Casa das Ambulantes</b></p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Em outubro, o coletivo inaugura, no MUHCAB, Centro do Rio, a Casa das Ambulantes, com um curso de nove meses para 120 mulheres bolsistas, em projeto com o Minist&eacute;rio das Mulheres. Serão três turmas de 40 vagas, com inscrição por edital aberto na segunda semana do mês.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify; ">"N&oacute;s já somos produtoras culturais da cidade, s&oacute; não somos reconhecidas", afirma Carol. "Estamos nos blocos, n&oacute;s somos trabalhadoras da cultura."</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Na quinta-feira, o grupo promove, no alto do morro, um encontro com entregadoras de aplicativo, sob o tema que resume a pr&oacute;pria atuação: quem cuida de quem cuida? "Essas mulheres têm tripla jornada: cuidam da casa, dos filhos, da escola, precisam trabalhar. E quem cuida dessas mulheres?", questiona a coordenadora.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/08/94669_5d6d7390c21f034fff4bdf81063341e6.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p dir="ltr" style="text-align: justify; "><b>Outro lado</b></p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Ao anunciar o programa, a gestão municipal defendeu a medida como resposta ao com&eacute;rcio irregular na orla e &agrave; cobrança clandestina por pontos e dep&oacute;sitos.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">A reportagem procurou a Prefeitura do Rio, a Secretaria Municipal de Ordem P&uacute;blica e a Guarda Municipal para comentar as ausências nas audiências, a fila por licenças e a lei de dep&oacute;sitos sem regulamentação. At&eacute; a publicação desta reportagem, não houve resposta. O espaço segue aberto.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;"><b><i>** Este conte&uacute;do foi produzido com apoio do Programa Orire de Apoio &agrave;s M&iacute;dias Independentes 2026, iniciativa do Instituto Orire voltada ao fortalecimento do jornalismo independente e da produção de informação de interesse p&uacute;blico.</i></b></p><p style="text-align: justify; "><br>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Fotos: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Búzios recebe homenagem a Ângela Diniz, socialite mineira morta por ciúme pelo companheiro Doca Street</title>
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			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 10:41:20 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Quase 50 anos ap&oacute;s o assassinato da socialite Ângela Diniz, Armação dos Búzios, na Região dos Lagos, recebeu, nesta terça-feira (25/8), um símbolo em sua mem&oacute;ria e em homenagem &agrave;s mulheres vítimas de feminicídio. O Banco Vermelho foi inaugurado na Praça Eugênio Honold, no Bairro dos Ossos, no mesmo município onde Ângela viveu seus últimos momentos.A iniciativa busca transformar a mem&oacute;ria de Ângela Diniz em instrumento de conscientização e reforçar a ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p></p><p>Quase 50 anos ap&oacute;s o assassinato da socialite Ângela Diniz, Armação dos Búzios, na Região dos Lagos, recebeu, nesta terça-feira (25/8), um símbolo em sua mem&oacute;ria e em homenagem &agrave;s mulheres vítimas de feminicídio. O Banco Vermelho foi inaugurado na Praça Eugênio Honold, no Bairro dos Ossos, no mesmo município onde Ângela viveu seus últimos momentos.</p><p>A iniciativa busca transformar a mem&oacute;ria de Ângela Diniz em instrumento de conscientização e reforçar a mobilização pelo enfrentamento &agrave; violência contra a mulher. A instalação foi promovida pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Dom&eacute;stica e Familiar (Coem) do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), pela Secretaria da Mulher de Armação dos Búzios e pelo Instituto Banco Vermelho e integra a mobilização nacional pelo Feminicídio Zero.</p><p>Representando a Coem, o juiz titular da Comarca de Saquarema, Andrew Maciel, participou da cerim&ocirc;nia e destacou a importância de resgatar a hist&oacute;ria de Ângela Diniz e de refletir sobre a forma como o caso foi tratado pela Justiça brasileira.</p><p>“Ângela foi assassinada e condenada pelo mesmo motivo: por ser uma mulher livre, que exercia o seu desejo, manifestava isso de maneira muito evidente e não aceitava viver estere&oacute;tipos. Não foi s&oacute; o crime que foi julgado, mas, sim, o corpo, o desejo e a liberdade da Ângela; e essa tese foi acatada na &eacute;poca”, afirmou o magistrado.</p><p>A assistente social Patrícia Leal, do Núcleo de Promoção de Políticas Especiais de Enfrentamento &agrave; Violência Dom&eacute;stica e Familiar (Nupevid), que assessora a Coem, tamb&eacute;m participou da cerim&ocirc;nia, representando o TJRJ.</p><p><br></p><p></p><figure class="img-legenda"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/08/94662_41274d0845a4066fbb2a51b7f1ba06de.jpg" style="width: 100%;"><figcaption class="img-legenda-texto">O juiz Andrew Maciel e a assistente social Patrícia Leal representaram o TJRJ na cerim&ocirc;nia. Foto: Prefeitura de Armação de Búzios</figcaption></figure><p></p><p>Um caso que marcou a luta contra a violência de gênero</p><figure class="img-legenda"><figcaption class="img-legenda-texto"><p><span style="font-size: 14px;">O assassinato de Ângela Diniz por Doca Street, seu companheiro &agrave; &eacute;poca, ganhou grande repercussão nacional e se tornou um epis&oacute;dio emblemático na hist&oacute;ria do enfrentamento &agrave; violência contra a mulher no Brasil.</span></p><p><span style="font-size: 14px;">No primeiro julgamento, o acusado foi absolvido com base na tese da “legítima defesa da honra”. O resultado provocou forte reação da sociedade e impulsionou o movimento “Quem Ama Não Mata”, contribuindo para ampliar o debate sobre a violência de gênero e para mudanças na atuação da Justiça diante desses crimes.</span></p><p><span style="font-size: 14px;">Banco Vermelho</span></p><p><span style="font-size: 14px;">A Campanha Banco Vermelho consiste na instalação de bancos dessa cor em espaços públicos, acompanhados de mensagens de reflexão sobre o feminicídio e outras formas de violência contra a mulher, al&eacute;m de informações sobre canais de emergência, denúncia e apoio &agrave;s vítimas.</span></p><p><span style="font-size: 14px;">No Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o Banco Vermelho está instalado no t&eacute;rreo da Lâmina I, na entrada pela Rua Dom Manuel, uma das áreas de maior circulação do Complexo do F&oacute;rum Central.</span></p><p><span style="font-size: 14px;">A iniciativa reforça o compromisso institucional do TJRJ com a prevenção e o enfrentamento &agrave; violência contra a mulher e com a construção de uma sociedade em que nenhuma mulher seja vítima de violência ou tenha sua liberdade e dignidade violadas.</span></p></figcaption></figure><p>  </p><p>  </p><p>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[B&uacute;zios instala Banco Vermelho em homenagem a &Acirc;ngela Diniz, socialite mineira assassinada na cidade da Regi&atilde;o dos Lagos. Foto: Prefeitura de Arma&ccedil;&atilde;o de B&uacute;zios]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Cine Lage, da Escola de Artes Visuais, mostra parceria entre Leon Hirszman e Nise Da Silveira</title>
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			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 15:43:50 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A edição de agosto do Cine Lage, da Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage, apresenta “Imagens do Inconsciente &ndash; Em Busca do Espaço Cotidiano (1986)”, primeiro epis&oacute;dio da trilogia dirigida por Leon Hirszman em parceria com a psiquiatra Nise da Silveira. A exibição será na pr&oacute;xima sexta-feira (28), &agrave;s 19h, com entrada gratuita. Haverá distribuição de senhas 30 minutos antes do horário de início do evento.O filme acompanha a trajet&oacute;ria de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A edição de agosto do Cine Lage, da Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage, apresenta “Imagens do Inconsciente &ndash; Em Busca do Espaço Cotidiano (1986)”, primeiro epis&oacute;dio da trilogia dirigida por Leon Hirszman em parceria com a psiquiatra Nise da Silveira. A exibição será na pr&oacute;xima sexta-feira (28), &agrave;s 19h, com entrada gratuita. Haverá distribuição de senhas 30 minutos antes do horário de início do evento.</p><p>O filme acompanha a trajet&oacute;ria de Fernando Diniz (1918&ndash;1999) e sua produção artística desenvolvida nos ateliês da Seção de Terapêutica Ocupacional do então Centro Psiquiátrico Pedro II, no Engenho de Dentro. Em "Em Busca do Espaço Cotidiano", Hirszman acompanha o universo do artista, com suas pinturas, desenhos, tapetes e outras produções, construindo um retrato de sua experiência no ateliê coordenado por Nise da Silveira.</p><p>O documentário integra a trilogia Imagens do Inconsciente, realizada a partir de três hist&oacute;rias acompanhadas por Nise da Silveira: al&eacute;m de Fernando Diniz, os filmes seguintes são dedicados a Adelina Gomes e Carlos Pertuis. A s&eacute;rie registra uma experiência que rompeu com práticas tradicionais da psiquiatria ao valorizar a expressão por meio da pintura e de outras atividades realizadas nos ateliês terapêuticos.</p><p>Cinema na EAV</p><p>A curadoria do Cine Lage deste ano &eacute; do cineasta Luiz Carlos Lacerda, que &eacute; professor do curso de Realização Cinematográfica da EAV. O projeto, criado em 2009, promove encontros entre cinema e artes visuais por meio de obras que acompanham trajet&oacute;rias artísticas, revisitam processos de criação e ampliam diálogos sobre a hist&oacute;ria da arte no Brasil.</p><p>A Escola de Artes Visuais do Parque Lage &eacute; uma das principais escolas de arte do Brasil e da Am&eacute;rica Latina, na formação de novos artistas e novos públicos, contribuindo de maneira singular com a arte contemporânea brasileira. São mais de 50 cursos em diversas áreas criativas para formação e desenvolvimento das habilidades artísticas. Em 2025, a escola completou 50 anos, apresentando uma programação especial para celebrar a data.</p><p>Serviço</p><p>“Imagens do Inconsciente &ndash; Em Busca do Espaço Cotidiano (1986)”</p><p>Sexta-feira -  28 de agosto, &agrave;s 19h</p><p>Capelinha &mdash; EAV Parque Lage</p><p>Atividade gratuita</p><p>Distribuição de 30 senhas 30 minutos antes do início do evento  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Ranking de Transparência e Governança Pública 2026 mostra avanço em prefeituras fluminenses</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94621/ranking-de-transparencia-e-governanca-publica-2026-mostra-avanco-em-prefeituras-fluminenses.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 10:33:24 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Instituto de Direito Coletivo (IDC) divulga os resultados de 2026 do Ranking de Transparência e Governança Pública dos municípios do estado do Rio de Janeiro (ITGP), avaliação que analisa, pelo terceiro ano consecutivo, 13 prefeituras fluminenses. O trabalho conta com apoio t&eacute;cnico e metodologia da Transparência Internacional &ndash; Brasil e busca estimular o aprimoramento contínuo da transparência e da governança pública. As seis dimensões analisadas são: Legal;...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h1 dir="ltr" id="docs-internal-guid-01932a28-7fff-065e-b58d-59a98844f8c2" style="text-align: justify; "><span style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 14px;">O Instituto de Direito Coletivo (IDC) divulga os resultados de 2026 do Ranking de Transparência e Governança Pública dos municípios do estado do Rio de Janeiro (ITGP), avaliação que analisa, pelo terceiro ano consecutivo, 13 prefeituras fluminenses. O trabalho conta com apoio t&eacute;cnico e metodologia da Transparência Internacional &ndash; Brasil e busca estimular o aprimoramento contínuo da transparência e da governança pública. As seis dimensões analisadas são: Legal; Plataformas; Administrativo e Governança; Obras Públicas; Transparência Financeira e Orçamentária; e Comunicação, Engajamento e Participação. Ao todo, o ITGP considera 75 indicadores.</span></h1><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Em 2026, seis municípios alcançaram a classificação “&Oacute;timo”: Rio de Janeiro (98,81 pontos), Armação de Búzios (92,07), Quatis (87,69), Rio das Ostras (83,05), Petr&oacute;polis (82,20) e Maca&eacute; (80,79). Outros três foram classificados como “Bom” &mdash; Saquarema (76,50), Volta Redonda (72,11) e Três Rios (63,64) &mdash; e quatro como “Regular”: Miguel Pereira (58,70), Campos dos Goytacazes (57,76), Teres&oacute;polis (52,84) e Araruama (45,62).</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">O resultado representa uma evolução expressiva ao longo dos três anos de avaliação. Em 2024, apenas dois dos 13 municípios estavam na faixa “Bom”, oito eram classificados como “Regular” e três como “Ruim”. Em 2025, o cenário já havia mudado: nenhum município permaneceu na classificação “Ruim” e um alcançou a faixa “&Oacute;timo”. Em 2026, esse número saltou para seis municípios.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">A m&eacute;dia das notas dos 13 municípios tamb&eacute;m apresenta trajet&oacute;ria de crescimento: passou de 51,03 pontos, em 2024, para 63,51 em 2025 e 73,21 em 2026. Em dois anos, a m&eacute;dia avançou 22,18 pontos, um crescimento de aproximadamente 43,5%.</p><h3 dir="ltr" style="text-align: justify;">Búzios, Quatis e Volta Redonda estão entre os maiores avanços</h3><p dir="ltr" style="text-align: justify;">O comparativo dos três anos evidencia mudanças significativas na pontuação de diversos municípios. O maior crescimento acumulado entre 2024 e 2026 foi registrado por Armação de Búzios, que passou de 47,6 para 92,1 pontos, uma evolução de 44,5 pontos. Entre 2025 e 2026, o município avançou 39,2 pontos e passou da classificação “Regular” para “&Oacute;timo”.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Quatis tamb&eacute;m apresentou forte evolução: saiu de 45,4 pontos, em 2024, para 87,7 em 2026, crescimento de 42,3 pontos. Volta Redonda teve o terceiro maior avanço acumulado, passando de 31,0 para 72,1 pontos &mdash; aumento de 41,1 pontos e mudança da classificação “Ruim”, em 2024, para “Bom”, em 2026.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Tamb&eacute;m se destacam Rio das Ostras, que avançou 28,7 pontos no período; Três Rios, com crescimento de 24,5 pontos; e Maca&eacute;, que aumentou sua pontuação em 24,1 pontos desde 2024.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">O movimento, contudo, não foi uniforme. Teres&oacute;polis foi o único município a apresentar redução na pontuação acumulada entre 2024 e 2026, passando de 54,4 para 52,8 pontos. Araruama, embora esteja 7,9 pontos acima do resultado de 2024, registrou queda de 5,7 pontos em relação a 2025.</p><h3 dir="ltr" style="text-align: justify;">Engajamento das prefeituras &eacute; um dos principais resultados do terceiro ciclo</h3><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Para o IDC, al&eacute;m das notas, um dos resultados mais relevantes dos três anos de trabalho &eacute; o aumento do envolvimento das prefeituras no processo de avaliação.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Em 2026, 10 dos 13 municípios avaliados acessaram a plataforma durante o processo, e oito apresentaram recursos. A etapa permite que as administrações municipais esclareçam onde determinadas informações podem ser encontradas ou apresentem adequações relacionadas aos indicadores avaliados.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Esse mecanismo reforça o caráter educativo e de aprimoramento contínuo do ITGP. O objetivo não &eacute; simplesmente atribuir uma nota ou estabelecer uma classificação, mas oferecer &agrave;s administrações públicas uma referência para identificar pontos de melhoria e ampliar a qualidade e a acessibilidade das informações disponibilizadas aos cidadãos.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">“Quando começamos esse trabalho, o diálogo com as prefeituras era muito mais difícil. Ao longo dos anos, percebemos uma mudança importante: os municípios passaram a compreender melhor a avaliação, a participar do processo e a utilizar o momento do recurso para esclarecer informações e buscar melhorias. Para n&oacute;s, esse engajamento &eacute; tão importante quanto a evolução das notas, porque mostra que a transparência pode ser construída como uma política permanente de aperfeiçoamento da gestão pública”, afirma Tatiana Bastos, presidente do Instituto de Direito Coletivo.</p><h3 dir="ltr" style="text-align: justify;">Obras públicas continuam sendo o principal gargalo</h3><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Apesar da evolução geral, o levantamento mostra que ainda existem desafios importantes. Entre as seis dimensões avaliadas, Obras Públicas permanece como a dimensão de menor desempenho m&eacute;dio, com 56,99 pontos.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">A avaliação verifica se os portais municipais disponibilizam informações relevantes sobre as obras públicas, como objeto, valores, empresas responsáveis, prazos, situação de execução e eventuais atrasos ou paralisações.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">A dificuldade de reunir e disponibilizar essas informações de forma completa e acessível demonstra que a transparência sobre obras públicas ainda &eacute; um dos principais pontos a serem aprimorados pelas administrações municipais.</p><h3 dir="ltr" style="text-align: justify;">Transparência como direito do cidadão</h3><p dir="ltr" style="text-align: justify;">O ITGP &eacute; construído a partir de metodologia desenvolvida pela Transparência Internacional &ndash; Brasil, em consulta com especialistas, organizações da sociedade civil e &oacute;rgãos de controle, buscando incorporar boas práticas nacionais e internacionais de transparência e governança.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">A avaliação considera exclusivamente informações públicas disponíveis nos portais oficiais das prefeituras. O índice verifica se a informação existe, se está organizada e se &eacute; acessível ao cidadão. Não se trata de uma avaliação da qualidade dos serviços públicos prestados pelos municípios.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Para o IDC, a transparência deve ser compreendida como instrumento de fortalecimento da relação entre poder público e sociedade.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">“A transparência não deve ser vista como uma punição para quem ainda tem pontos a melhorar. Ela &eacute; um direito do cidadão e, ao mesmo tempo, uma obrigação da gestão pública. O que buscamos com o ranking &eacute; criar um processo de aprendizado, diálogo e evolução. Os resultados dos últimos três anos mostram que esse caminho está produzindo mudanças concretas”, afirma Tatiana Bastos.</p><h3 dir="ltr" style="text-align: justify;">Três anos de avaliação mostram evolução, mas tamb&eacute;m desafios</h3><p dir="ltr" style="text-align: justify;">A trajet&oacute;ria do ITGP entre 2024 e 2026 revela uma evolução consistente da transparência municipal entre os municípios avaliados. A m&eacute;dia geral aumentou mais de 22 pontos em dois anos, o número de municípios classificados como “&Oacute;timo” passou de um, em 2025, para seis em 2026, e nenhum município permanece na classificação “Ruim”.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo, os resultados demonstram que a transparência plena ainda está distante. Obras públicas, mecanismos de participação social e a disponibilização completa de determinadas informações continuam exigindo atenção das administrações.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">O IDC considera que o principal legado do processo &eacute; justamente transformar a avaliação em um instrumento permanente de melhoria da gestão pública. Mais do que uma fotografia anual, o ranking permite acompanhar a evolução dos municípios e identificar onde ainda estão os principais desafios.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">A transparência &eacute; um direito do cidadão e uma obrigação da gestão pública.</p><h3 dir="ltr" style="text-align: justify;">Resultado final &mdash; ITGP 2026</h3><div dir="ltr" align="left"><table style="text-align: justify;"><colgroup><col width="79.0"><col width="159.0"><col width="82.0"><col width="93.0"></colgroup><tbody><tr><td><p dir="ltr"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/08/94620_41c24e940230d113181f49d03eeceedc.jpg" style="width: 313px;"><br></p></td><td></td><td></td><td></td></tr></tbody></table></div><h3 dir="ltr" style="text-align: justify;">Sobre o ITGP</h3><p dir="ltr" style="text-align: justify;">O Índice de Transparência e Governança Pública (ITGP) &eacute; uma metodologia desenvolvida pela Transparência Internacional &ndash; Brasil para avaliar a transparência, a governança pública e a participação cidadã em municípios brasileiros. O índice &eacute; composto por três m&oacute;dulos avaliados e pontuados separadamente: Geral, Saúde e Adaptação Climática. A aplicação &eacute; feita por organizações da sociedade civil em seus pr&oacute;prios territ&oacute;rios, que coletam as informações, analisam os recursos apresentados pelas prefeituras e divulgam os resultados de sua região.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify;">O m&oacute;dulo Geral considera exclusivamente informações públicas disponíveis nos portais oficiais das prefeituras e se organiza em seis dimensões: legislação; plataformas; administrativo e governança; obras públicas; transparência financeira e orçamentária; e comunicação, engajamento e participação. Cada município recebe uma nota de 0 a 100 pontos, classificada em cinco faixas: P&eacute;ssimo (0 a 19,9), Ruim (20 a 39,9), Regular (40 a 59,9), Bom (60 a 79,9) e &Oacute;timo (80 a 100). Antes da divulgação, todas as prefeituras avaliadas recebem sua nota preliminar e têm prazo para apresentar recursos. A metodologia completa está disponível no site do índice.</p><p dir="ltr" style="text-align: justify; "><br></p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Como escolher o vestido ideal do casamento sem deixar para a última hora</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94589/como-escolher-o-vestido-ideal-do-casamento-sem-deixar-para-a-ultima-hora.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/94589/como-escolher-o-vestido-ideal-do-casamento-sem-deixar-para-a-ultima-hora.html</guid>
			<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 12:56:38 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Com a alta temporada de casamentos se aproximando, especialistas orientam convidadas, madrinhas e mães dos noivos a planejarem o look com três meses de antecedência e garantir elegânciaAgosto marca o in&iacute;cio da corrida para os casamentos do segundo semestre, per&iacute;odo que concentra grande parte das celebrações no Brasil. Para evitar a correria de &uacute;ltima hora e garantir um visual adequado &agrave; ocasião, a orientação de especialistas &eacute; planejar o look com pelo ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Com a alta temporada de casamentos se aproximando, especialistas orientam convidadas, madrinhas e mães dos noivos a planejarem o look com três meses de antecedência e garantir elegância</p><p style="text-align: justify; ">Agosto marca o in&iacute;cio da corrida para os casamentos do segundo semestre, per&iacute;odo que concentra grande parte das celebrações no Brasil. Para evitar a correria de &uacute;ltima hora e garantir um visual adequado &agrave; ocasião, a orientação de especialistas &eacute; planejar o look com pelo menos de seis a três meses de antecedência.</p><p style="text-align: justify; ">“Quem deixa para escolher o vestido em setembro ou outubro corre o risco de encontrar menos opções de modelos, tamanhos e cores, al&eacute;m de enfrentar prazos apertados para ajustes”, alerta Natalia Brito, Gerente Comercial da Nova Lucius do Centro, loja especializada em vestidos de Noivas localizada em Niter&oacute;i (RJ).</p><p style="text-align: justify; "><b>Dicas para convidadas</b></p><p style="text-align: justify; ">Para as convidadas, a regra de ouro &eacute; respeitar o dress code indicado no convite. Na d&uacute;vida, o ideal &eacute; optar por modelos que equilibrem elegância e conforto. Tecidos fluidos como crepe, chiffon e seda sint&eacute;tica são apostas certeiras para o clima mais ameno do segundo semestre.</p><p style="text-align: justify; ">Cores como azul-marinho, marsala e tons terrosos são tendência para a estação e funcionam bem tanto em cerim&ocirc;nias diurnas quanto noturnas. &Eacute; importante evitar branco, off-white e tons muito pr&oacute;ximos ao da noiva, assim como preto total em casamentos diurnos ou tradicionais.</p><p style="text-align: justify; "><b>Orientações para madrinhas</b></p><p style="text-align: justify; ">As madrinhas devem coordenar suas escolhas com a noiva desde o in&iacute;cio. Em 2026, as tendências apontam para paletas em tons past&eacute;is, amarelo-manteiga e cores terrosas, com modelos que valorizam diferentes tipos de corpo.</p><p style="text-align: justify; ">“O ideal &eacute; que as madrinhas escolham seus vestidos com pelo menos três meses de antecedência, especialmente se houver necessidade de ajustes ou encomendas”, recomenda Natalia Brito.</p><p style="text-align: justify; ">Vestidos com mangas ou manga 3/4, e os tecidos nobres de alfaiataria e renda, são indicados para cerim&ocirc;nias religiosas, enquanto modelos mais leves e fluidos funcionam bem para celebrações ao ar livre.</p><p style="text-align: justify; "><b>Mães dos noivos: elegância e conforto</b></p><p style="text-align: justify; ">Para as mães dos noivos, a orientação &eacute; buscar vestidos longos ou cores clássicas como azul-marinho, ou vinho, sempre em consulta pr&eacute;via com a noiva. Tecidos em alfaiataria, cetim ou renda transmitem a sofisticação adequada para a ocasião.</p><p style="text-align: justify;">“&Eacute; recomendável que as duas mães conversem entre si para coordenar cores e evitar looks muito discrepantes ou idênticos nas fotos”, completa Natalia Brito.</p><p style="text-align: justify;"><br></p><p style="text-align: justify;"> </p><p style="text-align: justify;"><br></p><p style="text-align: justify; "><br></p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Cartórios de Notas oferecem instrumentos para preservar provas e reforçar a proteção de mulheres</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94588/cartorios-de-notas-oferecem-instrumentos-para-preservar-provas-e-reforcar-a-protecao-de-mulheres.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 12:54:11 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Agosto Lilás, mês de conscientização e enfrentamento &agrave; violência contra a mulher, tamb&eacute;m reforça a importância de conhecer instrumentos que podem auxiliar na preservação de provas de ameaças, perseguições, ofensas, constrangimentos e outras formas de abuso, inclusive no ambiente digital.Entre esses recursos está o e-Not Provas, dispon&iacute;vel na plataforma e-Notariado. A ferramenta permite que a pr&oacute;pria usuária colete conte&uacute;dos dispon&iacute;veis...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O Agosto Lilás, mês de conscientização e enfrentamento &agrave; violência contra a mulher, tamb&eacute;m reforça a importância de conhecer instrumentos que podem auxiliar na preservação de provas de ameaças, perseguições, ofensas, constrangimentos e outras formas de abuso, inclusive no ambiente digital.</p><p style="text-align: justify; ">Entre esses recursos está o e-Not Provas, dispon&iacute;vel na plataforma e-Notariado. A ferramenta permite que a pr&oacute;pria usuária colete conte&uacute;dos dispon&iacute;veis na internet, como páginas de sites, mensagens e publicações em redes sociais, dentro de um ambiente seguro. Ao final, o material &eacute; submetido &agrave; autenticação digital notarial, com elementos t&eacute;cnicos que permitem verificar sua integridade.</p><p style="text-align: justify; ">“Em situações de violência, o tempo pode ser decisivo. Uma ameaça, uma ofensa ou uma publicação pode ser apagada rapidamente. O e-Not Provas permite que a mulher preserve aquele conte&uacute;do de forma ágil e segura, para eventual utilização na defesa de seus direitos”, explica a tabeliã Fernanda Leitão, titular do 15º Of&iacute;cio de Notas do Rio de Janeiro.</p><p style="text-align: justify; ">O serviço pode ser utilizado pelo aplicativo e-Notariado ou pelo navegador do computador. No caso do WhatsApp, a coleta ocorre por meio do WhatsApp Web. A autenticação comprova que determinado conte&uacute;do estava dispon&iacute;vel na origem eletr&ocirc;nica indicada, na data e no horário registrados, sem significar que o tabelião esteja atestando a veracidade das informações contidas na mensagem, fotografia ou publicação.</p><p style="text-align: justify; ">Outro instrumento &eacute; a ata notarial, prevista na legislação brasileira como meio de documentação de fatos. Nesse caso, o pr&oacute;prio serviço notarial constata e descreve a situação em documento dotado de f&eacute; p&uacute;blica. A ata pode ser utilizada tanto para registrar conte&uacute;dos digitais quanto outras circunstâncias relevantes, como danos materiais ou o estado de determinado bem.</p><p style="text-align: justify;">Embora tenham finalidades pr&oacute;ximas, os instrumentos possuem caracter&iacute;sticas distintas: no e-Not Provas, a coleta do conte&uacute;do digital &eacute; realizada pela pr&oacute;pria usuária no ambiente da plataforma; na ata notarial, a constatação do fato &eacute; realizada diretamente pelo serviço notarial. A escolha dependerá das particularidades de cada situação.</p><p style="text-align: justify; "><b>Novas regras ampliam a proteção nos cart&oacute;rios</b></p><p style="text-align: justify; ">A prevenção &agrave; violência contra a mulher tamb&eacute;m ganhou reforço com o Provimento nº 222/2026 da Corregedoria Nacional de Justiça, que estabeleceu medidas espec&iacute;ficas para prevenir a violência patrimonial e outras formas de violência contra mulheres, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade.</p><p style="text-align: justify; ">A norma determina que os cart&oacute;rios adotem cautelas destinadas a assegurar que a manifestação de vontade seja livre, consciente e informada, sobretudo em atos com repercussões patrimoniais. Tamb&eacute;m prevê atendimento humanizado e reservado, proteção da privacidade e atenção a sinais de coação, pressão psicol&oacute;gica ou outras circunstâncias capazes de comprometer a liberdade de decisão.</p><p style="text-align: justify; ">Quando necessário, o atendimento pode ocorrer de forma individual e reservada. Nos atos realizados por videoconferência, tamb&eacute;m devem ser adotadas cautelas para verificar se a mulher está em ambiente seguro e livre da influência de terceiros.</p><p style="text-align: justify; ">“Os cart&oacute;rios não substituem a pol&iacute;cia, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico, a Defensoria P&uacute;blica ou o Poder Judiciário, mas podem desempenhar uma importante função preventiva. O Provimento nº 222 reforça o dever de verificar não apenas a regularidade do documento, mas tamb&eacute;m se a manifestação de vontade da mulher &eacute; efetivamente livre e segura”, destaca Fernanda.</p><p style="text-align: justify; ">A regulamentação tamb&eacute;m prevê a capacitação de notários, registradores e suas equipes para reconhecer sinais de violência, especialmente patrimonial, psicol&oacute;gica e moral, e adotar práticas de atendimento que evitem exposição indevida e revitimização.</p><p style="text-align: justify; ">Para a tabeliã, ampliar o conhecimento sobre esses mecanismos tamb&eacute;m integra a rede de proteção.</p><p style="text-align: justify; ">“Muitas mulheres ainda desconhecem os instrumentos que têm &agrave; sua disposição. Saber que &eacute; poss&iacute;vel preservar uma ameaça ou mensagem no ambiente digital, ou documentar determinado fato por meio de uma ata notarial, pode ser muito importante para a futura defesa de seus direitos. Informação e prevenção tamb&eacute;m são formas de proteção”, conclui.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Joedson Alves/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>MPF abre investigação da Discord, que teve suspensas transmissões ao vivo</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94578/mpf-abre-investigacao-da-discord-que-teve-suspensas-transmissoes-ao-vivo.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 08:52:49 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), &oacute;rgão do Minist&eacute;rio Público Federal (MPF), abriu um procedimento, nesta terça-feira (18), para acompanhar e fiscalizar as medidas de segurança da plataforma Discord no Brasil. A iniciativa busca garantir a implementação de mecanismos eficazes de verificação etária, a moderação proativa de conteúdo audiovisual e a regularização da representação institucional da empresa no país.A plataforma digital funciona por ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), &oacute;rgão do Minist&eacute;rio Público Federal (MPF), abriu um procedimento, nesta terça-feira (18), para acompanhar e fiscalizar as medidas de segurança da plataforma Discord no Brasil. A iniciativa busca garantir a implementação de mecanismos eficazes de verificação etária, a moderação proativa de conteúdo audiovisual e a regularização da representação institucional da empresa no país.</p><p>A plataforma digital funciona por meio de comunidades organizadas, sendo utilizada principalmente por participantes de jogos online, onde &eacute; possível comunicar-se por meio de voz, vídeo e mensagens de texto. No entanto, há indícios de que o Discord tem sido utilizado para prática de crimes graves, como aliciamento sexual, disseminação de pornografia infantojuvenil, apologia ao nazismo e incitação a automutilação.</p><p>Segundo a PFDC, a abertura do procedimento está fundamentada nos deveres impostos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) Digital, que exige aos fornecedores de tecnologia a adoção de ações preventivas contra a exposição de menores aos riscos do ambiente digital.</p><p><strong>Dificuldade de monitoramento -</strong> Um dos pontos críticos identificados pelo Minist&eacute;rio Público &eacute; a arquitetura t&eacute;cnica da plataforma, que utiliza o mecanismo de segurança da criptografia de ponta a ponta em comunicações de áudio e vídeo. Isso significa que os dados das mensagens s&oacute; estão disponíveis para quem as envia e as recebe, “dificultando o monitoramento proativo e a tutela estatal”, o que impede que o pr&oacute;prio Discord acesse os conteúdos em tempo real para prevenir violações.</p><p>Recentemente, a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou a suspensão preventiva da funcionalidade “Go Live” - utilizada para transmissões ao vivo em servidores fechados - entre outros recursos, no Brasil, at&eacute; que medidas de mitigação de risco sejam comprovadas. Dados do &oacute;rgão apontam um crescimento de 54% no número de denúncias envolvendo a plataforma entre janeiro e julho de 2026, em comparação ao mesmo período do ano anterior.</p><p><strong>Diligências -</strong> As ações iniciais para o prosseguimento do procedimento da PFDC incluem o encaminhamento de ofício &agrave; plataforma Discord para informações sobre a adoção de medidas de cumprimento do ECA Digital, especialmente sobre o gerenciamento de riscos em servidores privados e áreas criptografadas.</p><p>Há, ainda, o mapeamento de todas as notícias de fato e procedimentos existentes no MPF que envolvam violações de direitos de crianças e adolescentes no Discord, e o pedido de compartilhamento de dados do processo de fiscalização da ANPD sobre o tema, al&eacute;m do levantamento das operações policiais realizadas pelo Ciberlab, do Minist&eacute;rio da Justiça e Segurança Pública, entre 2023 e 2026.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[ANPD suspende lives do Discord depois da transmiss&atilde;o ao vivo do suic&iacute;dio de uma adolescente de 13 anos. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o Instagram]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Projeto de empregabilidade ajuda pessoas em situação de vulnerabilidade social</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94513/projeto-de-empregabilidade-ajuda-pessoas-em-situacao-de-vulnerabilidade-social.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:00:19 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Megamatte &eacute; a mais nova “Amiga do Redentor”, nomenclatura das pessoas e empresas que ajudam os projetos sociais geridos pelo Cons&oacute;rcio Cristo Sustentável. O acordo inaugura uma colaboração de longo prazo entre a rede de cafeterias e o “Amigos do Redentor”, reunindo capacitação profissional, geração de oportunidades e mobilização solidária ao longo do ano.Signatária do Pacto Global da ONU desde 2017, a Megamatte reforça um compromisso que já faz parte da sua...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A Megamatte &eacute; a mais nova “Amiga do Redentor”, nomenclatura das pessoas e empresas que ajudam os projetos sociais geridos pelo Cons&oacute;rcio Cristo Sustentável. O acordo inaugura uma colaboração de longo prazo entre a rede de cafeterias e o “Amigos do Redentor”, reunindo capacitação profissional, geração de oportunidades e mobilização solidária ao longo do ano.</p><p style="text-align: justify; ">Signatária do Pacto Global da ONU desde 2017, a Megamatte reforça um compromisso que já faz parte da sua trajet&oacute;ria. “Ser parte do Pacto Global nos coloca diante de um compromisso permanente com a transformação social. E nos tornar ‘Amigos do Redentor’ &eacute; mais uma forma concreta que encontramos de colocar esse compromisso em prática, ao lado de uma instituição tão simb&oacute;lica para o Rio de Janeiro”, afirma Julio Monteiro, s&oacute;cio da Megamatte.</p><p style="text-align: justify; "><b>Formação abre os trabalhos com foco em empregabilidade feminina</b></p><p style="text-align: justify; ">O pontap&eacute; inicial &eacute; o Formmação, projeto social da empresa voltado &agrave; empregabilidade, que nesta edição acontece junto aos projetos sociais do Cons&oacute;rcio Cristo Sustentável, nos dias 25 e 26 de agosto. Serão aproximadamente 60 mulheres atendidas, divididas em duas turmas de cerca de 30 participantes, uma por dia. Todas são atendidas pelo Programa Ser Mulher, iniciativa dos “Amigos do Redentor” voltada ao fortalecimento da autonomia de mulheres em situação de vulnerabilidade social.</p><p style="text-align: justify; ">Especialistas voluntários da Megamatte, entre colaboradores, franqueados e fornecedores, conduzirão atividades práticas sobre postura em entrevistas, orat&oacute;ria e construção de currículo. Franqueados da rede tamb&eacute;m participam como convidados, compartilhando o que buscam ao contratar um talento e aproximando as participantes da realidade do mercado de trabalho.</p><p style="text-align: justify; ">Ao final de cada turma, os currículos produzidos passam a integrar o empresa, criando conexão real entre a capacitação oferecida e futuras oportunidades de contratação dentro da rede de franquias.</p><p style="text-align: justify; "><b>Megação Solidária de novembro beneficiará projetos sociais ajudados pelos “Amigos do Redentor”</b></p><p style="text-align: justify; ">A colaboração segue no segundo semestre. Os projetos sociais ajudados pelos “Amigos do Redentor” serão beneficiados pela Megação Solidária deste ano, campanha tradicional da marca realizada em novembro, na qual parte do valor arrecadado com a venda de um produto participante &eacute; destinada a projetos sociais.</p><p style="text-align: justify; ">Com essa aproximação, a Megamatte reafirma sua visão de que empresas têm papel ativo na promoção da inclusão e do desenvolvimento social, unindo capacitação, empregabilidade e solidariedade em uma agenda pensada para gerar impacto ao longo de todo o ano.</p><p style="text-align: justify; ">“Avançamos em importantes iniciativas de impacto social e sustentável, como a colocação do QR Code do ‘Amigos do Redentor’ nas lojas, ampliando o conhecimento, a participação e o engajamento das pessoas com os projetos; a realização de uma ação social de empregabilidade que beneficiará 30 mulheres no primeiro momento e pretendemos chegar a 60 mulheres; a ‘Megação Solidária’, fortalecendo nossa atuação junto &agrave; comunidade; e a Mega Sustentável, que mobilizou esforços para a Campanha do Agasalho, promovendo solidariedade, sustentabilidade e transformação social”, destaca Silvia Gonzaga, coordenadora do Cons&oacute;rcio Cristo Sustentável.</p><p style="text-align: justify; "><b>Sobre o Cons&oacute;rcio Cristo Sustentável</b></p><p style="text-align: justify; ">O Cons&oacute;rcio Cristo Sustentável &eacute; uma aliança estrat&eacute;gica entre três organizações que atuam de forma integrada com o objetivo de promover ações coordenadas voltadas para a sustentabilidade ambiental, social e econ&ocirc;mica. A colaboração interinstitucional entre o Santuário Arquidiocesano Cristo Redentor, Obra Social Leste Um - O Sol e o Instituto Redemptor viabiliza mudanças e transformações, acelerando a transição para um futuro mais sustentável, promovendo inovação, inclusão, conscientização e equilíbrio entre progresso econ&ocirc;mico e preservação ambiental.</p><p style="text-align: justify; ">O Cons&oacute;rcio Cristo Sustentável atua a partir de três eixos, distribuídos nas seguintes linhas de atuação: Cidadania, Empreendedorismo e Empregabilidade e Ambiental, articulando projetos e iniciativas que impactam diretamente comunidades, territ&oacute;rios e instituições parceiras.</p><p style="text-align: justify; ">Em 2025, o Cons&oacute;rcio Cristo Sustentável realizou 45.162 atendimentos, por meio de ações de assistência social, capacitação profissional, incentivo ao empreendedorismo e iniciativas ambientais. Os resultados refletem uma metodologia baseada na integração institucional, no planejamento estrat&eacute;gico e no acompanhamento contínuo das iniciativas, garantindo eficiência e impacto social.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Fundação Grupo Volkswagen leva jovens para vivenciar experiência educativa e cultural no musical Wicked</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94452/fundacao-grupo-volkswagen-leva-jovens-para-vivenciar-experiencia-educativa-e-cultural-no-musical-wic.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/94452/fundacao-grupo-volkswagen-leva-jovens-para-vivenciar-experiencia-educativa-e-cultural-no-musical-wic.html</guid>
			<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 13:01:52 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Fundação Grupo Volkswagen, em parceria com a Volkswagen do Brasil, proporcionou uma experiência educativa e cultural a 30 jovens participantes do Projeto Autonomia, de Resende (RJ). Os estudantes participaram de uma imersão no universo do musical Wicked, em cartaz na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro.A iniciativa integra a estrat&eacute;gia da Fundação de promover a mobilidade social de forma ampla, considerando que o desenvolvimento dos jovens vai al&eacute;m da formação...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A Fundação Grupo Volkswagen, em parceria com a Volkswagen do Brasil, proporcionou uma experiência educativa e cultural a 30 jovens participantes do Projeto Autonomia, de Resende (RJ). Os estudantes participaram de uma imersão no universo do musical <i>Wicked</i>, em cartaz na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro.</p><p style="text-align: justify;">A iniciativa integra a estrat&eacute;gia da Fundação de promover a mobilidade social de forma ampla, considerando que o desenvolvimento dos jovens vai al&eacute;m da formação t&eacute;cnica e acadêmica. Segundo o diretor-geral da Fundação Grupo Volkswagen, Vitor Hugo Neia, a ampliação de repert&oacute;rios, o est&iacute;mulo a novas vivências e a apresentação de diferentes possibilidades profissionais contribuem para fortalecer projetos de vida e expandir horizontes. </p><p style="text-align: justify;">“Essa experiência em parceria com a Volkswagen do Brasil reforça a visão da Fundação de que não impulsionamos a mobilidade social sozinhos e de que ela não limita a projetos de inclusão produtiva. Mobilidade social tamb&eacute;m passa pelo acesso &agrave; cultura e &agrave;s artes, pela ampliação de repert&oacute;rio e competências socioemocionais e pela cidadania plena”, disse. </p><p style="text-align: justify;">Al&eacute;m de assistirem ao musical, os participantes tiveram acesso a uma oficina art&iacute;stico-pedag&oacute;gica e a uma visita exclusiva aos bastidores da produção, durante a qual puderam conhecer de perto as diferentes áreas envolvidas na realização de um espetáculo de grande porte. A experiência proporcionou o contato com novas referências culturais e profissionais, ampliando o olhar dos estudantes sobre as oportunidades existentes nos setores criativo e cultural.</p><p style="text-align: justify;">Os participantes fazem parte do Projeto Autonomia, iniciativa desenvolvida pela Fundação Grupo Volkswagen na Região das Barras, em Resende (RJ). O local &eacute; um territ&oacute;rio prioritário de atuação da instituição, e o projeto conta com a Firjan SENAI e a Firjan SESI como parceiros educacionais.</p><p style="text-align: justify;">O programa oferece uma jornada formativa de quatro anos, com conte&uacute;dos relevantes para o desenvolvimento dos jovens, como informática, português, matemática, inglês, habilidades socioemocionais, educação financeira, projeto de vida, tecnologia, ciência de dados e preparação para o ensino superior.</p><p style="text-align: justify;">Para muitos participantes a visita representou o primeiro contato com uma produção art&iacute;stica de grande porte, reforçando o papel do acesso &agrave; cultura como ferramenta de inclusão, desenvolvimento pessoal e construção de novas perspectivas de futuro.</p><p style="text-align: justify;">“Eu gostei de toda a magia e emoção que o teatro trouxe. Muitas pessoas nunca vieram ao teatro e a Fundação Grupo Volkswagen nos deu essa oportunidade de assistir ao Wicked”, enfatizou Maria Sophia Castro Alves de Moura, estudante do Projeto Autonomia.  </p><p style="text-align: justify;">A ação reforça o compromisso da Fundação em criar oportunidades que contribuam para o desenvolvimento integral dos jovens, conectando educação, cultura e cidadania para impulsionar trajet&oacute;rias de transformação social.</p><p style="text-align: justify;">“Promover a mobilidade social tamb&eacute;m significa expandir horizontes e fortalecer nas pessoas a capacidade de sonhar. Ao proporcionar o acesso a oportunidades como essa, buscamos mostrar aos jovens que existem diferentes caminhos profissionais e possibilidades para a construção de seus projetos de vida”, afirma Neia.</p><p style="text-align: justify; ">A iniciativa tamb&eacute;m contou com a colaboração da Volkswagen Caminhões e &Ocirc;nibus (VWCO), cuja unidade está localizada em Resende (RJ). A disponibilização do &ocirc;nibus para o deslocamento dos participantes reforça a atuação integrada das empresas do Grupo Volkswagen na promoção de oportunidades que ampliam horizontes e contribuem para a mobilidade social dos jovens.</p><p style="text-align: justify;"><b>Projeto Autonomia</b></p><p style="text-align: justify;">O Projeto Autonomia, iniciativa da Fundação Grupo Volkswagen, busca ampliar as oportunidades de adolescentes e jovens dos territ&oacute;rios atendidos pela instituição. Voltado especialmente a participantes a partir do 2º ano do Ensino M&eacute;dio e a p&uacute;blicos historicamente minorizados, o projeto oferece uma jornada formativa de at&eacute; oito semestres, com conte&uacute;dos como informática, educação financeira, habilidades socioemocionais, projeto de vida, português, matemática, inglês, desenvolvimento Front-End e Back-End, marketing digital, Power BI e inteligência artificial.</p><p style="text-align: justify; ">                                Nas etapas mais avançadas, os jovens podem se preparar para o vestibular do SENAI e seguir para a graduação em Tecnologia em Ciência de Dados, com m&oacute;dulos voltados &agrave; empregabilidade. Ao longo de toda a trajet&oacute;ria, os participantes recebem acompanhamento psicossocial e bolsas mensais. Mais do que oferecer qualificação profissional, o projeto busca criar condições concretas para a inclusão produtiva, a autonomia e a construção de trajet&oacute;rias profissionais com maiores perspectivas de mobilidade social  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Com ódio engajando cada vez mais gente nas redes sociais, ciclo Amor e Justiça busca olhar acolhedor</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94450/com-odio-engajando-cada-vez-mais-gente-nas-redes-sociais-ciclo-amor-justica-busca-olhar-acolhedor.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 12:41:56 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O pr&oacute;ximo encontro da s&eacute;rie Amor & Justiça acontece hoje, quarta-feira, 19 de agosto, tem como o tema "Quem ama não mata", com a participação da escritora Eliana Cruz, do juiz Rubens Casara e do advogado criminalista Antonio Pedro Melchior. A expectativa, para a desembargadora Andr&eacute;a Pachá, &eacute; aproximar os dois campos e colocar a justiça sob a perspectiva do amor."N&oacute;s vemos, com a linguagem das redes sociais, o recrudescimento da vingança, do...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O pr&oacute;ximo encontro da s&eacute;rie Amor & Justiça acontece hoje, quarta-feira, 19 de agosto, tem como o tema "Quem ama não mata", com a participação da escritora Eliana Cruz, do juiz Rubens Casara e do advogado criminalista Antonio Pedro Melchior. A expectativa, para a desembargadora Andr&eacute;a Pachá, &eacute; aproximar os dois campos e colocar a justiça sob a perspectiva do amor.</p><p>"N&oacute;s vemos, com a linguagem das redes sociais, o recrudescimento da vingança, do justiçamento, dos cancelamentos, dos julgamentos apressados. Discutir isso na perspectiva do amor tamb&eacute;m &eacute; muito relevante, para pensar numa atuação do Judiciário que seja mais acolhedora, mais amorosa. Amor como um conceito em movimento, amor como um conceito político, amor como um conceito que faça sentido para todos esses saberes", completou.</p><p><br></p><p>O que você chama de amor? Foi a partir desse questionamento que o Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ) deu início aos encontros da s&eacute;rie "Amor & Justiça", nesta segunda-feira, 17 de agosto. Os debates seguem na agenda do CCPJ at&eacute; o dia 25 de agosto e reunirão diferentes perspectivas sobre os dois temas, com opiniões de intelectuais, artistas e profissionais da área jurídica. </p><p>A s&eacute;rie &eacute; coordenada pela desembargadora Andr&eacute;a Pachá e pela pesquisadora Bianca Ramoneda. A ideia de discutir amor e justiça teve inspiração na obra da escritora Bell Hooks e nasceu com o objetivo de encontrar novos pontos de vista para os dois conceitos. </p><p>Para a desembargadora, o projeto nasce de uma preocupação com a desumanização das relações e o desgaste da linguagem no cotidiano. "Nesse contexto de desumanização e desgaste das palavras, a justiça e o amor precisam ser ressignificados, pensados multidisciplinarmente, para buscarmos caminhos para a prevalência do humano na justiça", afirmou. </p><p>No primeiro encontro, o tema foi debatido pela visão da filosofia e da linguagem, com o doutor em Filosofia Renato Noguera e a linguista Jana Viscardi como convidados. O cruzamento dos dois olhares trouxe reflexões sobre afeto e sobre como discursos de violência se propagam. </p><p>Noguera considera que o amor &eacute; um afeto que precisa ser distribuído para uma sociedade em que todos caibam. "O amor &eacute; um afeto fundamental e a gente tem evidências de que pessoas que têm menos estado de amorosidade tendem a resolver os conflitos usando a violência como recurso. Quem tem um investimento amoroso, que &eacute; amado e vive num ambiente com mais amorosidade, tem mais consciência emocional para lidar com a vida sem colocá-la em risco", destacou. </p><p>       </p><p>Jana, por outro lado, destacou preocupações com o uso das redes sociais para a reprodução de discursos que vão na contramão do conceito de amor, favorecendo a violência como conteúdo de maior engajamento. "Muitas vezes, a violência &eacute; o caminho mais direto e interessante, porque &eacute; o que leva o conteúdo a seguir. Temos visto que conteúdos violentos, hoje em dia, têm um caminho muito mais longo", destacou a linguista.   </p><p>Confira a agenda:</p><p>19 de agosto, 18h: “Quem ama não mata” <br>Palestrantes: juiz de Direito e psicanalista Rubens Casara, jornalista Eliana Cruz e o advogado criminalista Ant&ocirc;nio Pedro Melchior </p><p>20 de agosto, 18h: “Amar &eacute; um ato político?” <br>Palestrantes: professora da Pontifícia Universidade Cat&oacute;lica de São Paulo Rosane Borges e advogado Julio Braga </p><p>24 de agosto, 18h: “A idealização do amor” <br>Palestrantes: psic&oacute;logo Alexandre Coimbra e atriz Clarisse Niskier </p><p>25 de agosto, 18h: “E se tudo terminasse em amor?” <br>Palestrante: compositor Pedro Luís </p><p><a href="https://www.sympla.com.br/evento/programa-amor-e-justica-apresenta-e-se-tudo-terminasse-em-amor-com-pedro-luis/3495658" target="_blank">Clique neste link para se inscrever</a> </p><p>Serviço: <br>Datas: 17, 19, 20, 24 e 25 de agosto <br>Horário: 18h <br>Local: Espaço Cultura na Justiça - Edifício Desembargador Caetano Pinto de Miranda Montenegro <br>Endereço: Rua Dom Manuel, 29, t&eacute;rreo, Centro do Rio  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Organizadora do encontro, a desembargadora Andrea Pacha refletiu sobre a atua&ccedil;&atilde;o do Judici&aacute;rio sob a perspectiva do amor. Foto: TJRJ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Livro resgata saberes ancestrais e a conexão com a natureza no mês internacional dos Povos Indígenas</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94435/livro-resgata-saberes-ancestrais-e-a-conexao-com-a-natureza-no-mes-internacional-dos-povos-indigenas.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 09:37:09 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Celebrado em 9 de agosto, quando se homenageia o Dia Internacional dos Povos Indígenas, a literatura tamb&eacute;m se torna espaço de escuta, mem&oacute;ria e reconhecimento das culturas originárias. Nesse contexto, o livro “Vozes indígenas &ndash; Guardiões do tempo e da natureza” surge como um convite &agrave; reflexão sobre a força dos saberes ancestrais, a resistência dos povos indígenas e a relação essencial desses povos com a terra, as águas, os c&eacute;us e a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Celebrado em 9 de agosto, quando se homenageia o Dia Internacional dos Povos Indígenas, a literatura tamb&eacute;m se torna espaço de escuta, mem&oacute;ria e reconhecimento das culturas originárias. Nesse contexto, o livro “Vozes indígenas &ndash; Guardiões do tempo e da natureza” surge como um convite &agrave; reflexão sobre a força dos saberes ancestrais, a resistência dos povos indígenas e a relação essencial desses povos com a terra, as águas, os c&eacute;us e a continuidade da vida. Escrito por Simão de Miranda, Isa Colli e Fabiana Bezerra Rocha, o livro &eacute; publicado pela Editora Colli Books.</p><p style="text-align: justify; ">A obra reúne seis contos inspirados em mitos, lendas e hist&oacute;rias que atravessam gerações, conduzindo o leitor por narrativas de encantamento, identidade e conexão com a natureza. Entre os personagens, Apoena, um sábio ancião, revisita a trajet&oacute;ria dos povos indígenas desde tempos imemoriais at&eacute; os desafios do presente; Arami descobre o segredo do canto da onça branca e se torna guardiã das tradições Guarani; Yalodê compreende a importância de contar hist&oacute;rias para manter viva a identidade de seu povo; e o índio Preá resgata a lenda do peixe encantado, ensinando sobre paciência e respeito &agrave; natureza.</p><p style="text-align: justify; ">A coletânea tamb&eacute;m apresenta jovens guerreiros que enfrentam desafios mágicos para restaurar o equilíbrio da Terra, do C&eacute;u e das &Aacute;guas, al&eacute;m de Featxholwa, guerreiro Fulni-&ocirc; que transita entre sonho e realidade enquanto carrega consigo o chamado de seu povo e a força da ancestralidade. Entre mitos e mem&oacute;rias, a obra reafirma que as hist&oacute;rias indígenas permanecem vivas e seguem ecoando das florestas, dos rios e dos c&eacute;us.</p><p style="text-align: justify; ">Mais do que uma homenagem &agrave; data, “Vozes indígenas &ndash; Guardiões do tempo e da natureza” convida leitores de todas as idades a reconhecerem a importância dos povos originários na preservação da cultura, da natureza e da pr&oacute;pria hist&oacute;ria do Brasil. Ao dar voz a personagens inspirados em universos indígenas, o livro amplia o espaço para o respeito, o encantamento e a valorização de narrativas fundamentais para a construção de uma sociedade mais plural e consciente.</p><p style="text-align: justify; "><b>Informações:</b></p><p style="text-align: justify; ">Vozes indígenas &ndash; Guardiões do tempo e da natureza</p><p style="text-align: justify;">Autores: Simão de Miranda, Isa Colli e Fabiana Bezerra Rocha</p><p style="text-align: justify;">Editora: Colli Books</p><p style="text-align: justify; "><a href="http://www.collibooks.com"><b>www.collibooks.com</b></a></p><p>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Cientista José Roberto Marques se consolida como filantropo ao ampliar doações e receber prêmios pelo impacto social</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94432/cientista-jose-roberto-marques-se-consolida-como-filantropo-ao-ampliar-doacoes-e-receber-premios-pel.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 09:28:44 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Os recentes reconhecimentos recebidos por Jos&eacute; Roberto Marques por sua atuação social colocaram em evidência uma faceta que vem crescendo ao longo dos &uacute;ltimos anos: a filantropia. Em 2026, o cientista foi condecorado com o t&iacute;tulo de Diplomata Civil Humanitário, concedido pela Jethro International, al&eacute;m de receber o Prêmio Martin Luther King, honraria destinada a lideranças reconhecidas por iniciativas de impacto social, promoção da dignidade humana e ações...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Os recentes reconhecimentos recebidos por Jos&eacute; Roberto Marques por sua atuação social colocaram em evidência uma faceta que vem crescendo ao longo dos &uacute;ltimos anos: a filantropia. Em 2026, o cientista foi condecorado com o t&iacute;tulo de Diplomata Civil Humanitário, concedido pela Jethro International, al&eacute;m de receber o Prêmio Martin Luther King, honraria destinada a lideranças reconhecidas por iniciativas de impacto social, promoção da dignidade humana e ações humanitárias. As homenagens reforçam uma trajet&oacute;ria que ultrapassa a produção cient&iacute;fica e o desenvolvimento humano, passando a ganhar destaque tamb&eacute;m pelo alcance de seus projetos sociais.</p><p style="text-align: justify; ">Entre as iniciativas de maior alcance está a oferta de 23 cursos gratuitos com certificado, disponibilizados durante per&iacute;odos como a pandemia para democratizar o acesso ao desenvolvimento humano. A ação ultrapassou a marca de 1 milhão de alunos, permitindo que pessoas de diferentes regiões e realidades econ&ocirc;micas tivessem acesso gratuito a conte&uacute;dos voltados ao autoconhecimento, inteligência emocional, liderança e desenvolvimento pessoal.</p><p style="text-align: justify; ">A educação, por&eacute;m, representa apenas uma das frentes desse trabalho. Em diversos eventos promovidos por Jos&eacute; Roberto Marques, os ingressos passaram a ser convertidos em alimentos destinados a fam&iacute;lias em situação de vulnerabilidade, transformando encontros presenciais em campanhas permanentes de solidariedade e apoio comunitário.</p><p style="text-align: justify; ">Os n&uacute;meros de 2025 ajudam a dimensionar esse impacto. Segundo dados divulgados pelo grupo, mais de 130 mil pessoas foram beneficiadas por meio da distribuição gratuita de ingressos para imersões presenciais de desenvolvimento humano, iniciativa que representou um investimento social estimado em R$ 60 milhões. O objetivo foi ampliar o acesso a experiências de formação que, tradicionalmente, permanecem restritas a uma parcela reduzida da população.</p><p style="text-align: justify; ">A atuação social tamb&eacute;m acompanha a dimensão internacional de sua carreira. Fundador do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC), Jos&eacute; Roberto Marques soma milhões de pessoas impactadas por seus treinamentos, presença em dezenas de pa&iacute;ses, centenas de milhares de alunos formados e uma extensa produção cient&iacute;fica e editorial. Nos &uacute;ltimos anos, parte dessa estrutura passou a ser direcionada para ações gratuitas e projetos de impacto coletivo, ampliando significativamente seu alcance social.</p><p style="text-align: justify; ">A importância de iniciativas voltadas &agrave; democratização do conhecimento encontra respaldo em organismos internacionais. A Organização das Nações Unidas (ONU) considera o acesso &agrave; educação de qualidade um dos pilares para a redução das desigualdades e para a promoção do desenvolvimento sustentável, destacando que ampliar oportunidades de aprendizagem &eacute; um dos caminhos mais eficazes para transformar realidades e fortalecer comunidades.</p><p style="text-align: justify; ">Ao unir educação gratuita, formação emocional, campanhas solidárias e investimentos sociais de grande escala, Jos&eacute; Roberto Marques consolida uma atuação que vai al&eacute;m da ciência e da produção de conhecimento. Os reconhecimentos recebidos em 2026 evidenciam justamente esse novo momento de sua trajet&oacute;ria: o de um pesquisador e educador que transforma alcance em impacto social, fazendo da filantropia uma extensão prática do prop&oacute;sito que defende há d&eacute;cadas.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Vence amanhã, 18, prazo para Discord suspender transmissões ao vivo no ambiente digital</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94386/vence-amanha-18-prazo-para-discord-suspender-transmissoes-ao-vivo-no-ambiente-digital.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 15:48:46 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Hoje &eacute; o &uacute;ltimo dia em que a plataforma Discord pode manter transmissões ao vivo, no ambiente digital, as chamadas lives. &Eacute; o que decidiu, na semana passada, a ANPD, Agência Nacional de Proteção de Dados. Foram identificadas falhas na implementação de medidas e procedimentos para prevenir e combater violações graves contra crianças e adolescentes.  Na decisão, a agência deu três dias &uacute;teis para suspender a funcionalidade de transmissão ao vivo, aqui no...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>Hoje &eacute; o &uacute;ltimo dia em que a plataforma Discord pode manter transmissões ao vivo, no ambiente digital, as chamadas lives. &Eacute; o que decidiu, na semana passada, a ANPD, Agência Nacional de Proteção de Dados. Foram identificadas falhas na implementação de medidas e procedimentos para prevenir e combater violações graves contra crianças e adolescentes.  <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699877&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699877&amp;o=node"></p><p>Na decisão, a agência deu três dias &uacute;teis para suspender a funcionalidade de transmissão ao vivo, aqui no Brasil. O prazo termina amanhã, então a plataforma s&oacute; pode manter lives at&eacute; esta segunda-feira.    </p><p>Quando tomou a decisão, a ANPD, citou evidências de que a empresa não adotou medidas razoáveis para prevenir e reduzir riscos de acesso, exposição, recomendação ou facilitação de contato com conte&uacute;dos ou práticas que representem graves violações de direitos de crianças e adolescentes no âmbito da plataforma, sobretudo indução, incitação, instigação ou aux&iacute;lio &agrave; violência, &agrave; automutilação e ao suic&iacute;dio, conforme o ECA Digital.  </p><p>Vale lembrar que a medida ocorre em meio a investigações policiais contra a plataforma Discord, principalmente depois que uma adolescente de 13 anos foi incentivada, em uma live, a tirar a pr&oacute;pria vida, com pessoas assistindo.     </p><p>A ANPD destaca que “o Discord não está sendo bloqueado”. No entanto, a agência nacional de proteção de dados alerta que isso não impede que outras medidas sejam adotadas em meio &agrave; fiscalização que ainda está em andamento. A suspensão das lives fica valendo at&eacute; que que a plataforma demonstre “a implementação e a efetividade de medidas t&eacute;cnicas, de segurança e de governança adequadas aos riscos identificados para crianças e adolescentes.” </p><p>A decisão da agência chegou a ser considerada "prematura" pela plataforma Discord, que disse estar analisando "cuidadosamente" o conte&uacute;do; e que a "caracterização feita pela ANPD não reflete a plataforma, nem os investimentos feitos na segurança dos usuários". </p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a proibição de lives da plataforma Discord, que começa a vigorar amanhã, 18 de agosto.</b><br></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[ANPD suspendeu lives da Discord por prote&ccedil;&atilde;o insuficiente a crian&ccedil;as e adolescentes, em meio a inqu&eacute;rito policiais citando a plataforma.  Foto: ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Ella Lidera 2026 promove liderança feminina, desenvolvimento emocional e empreendedorismo</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94381/ella-lidera-2026-promove-lideranca-feminina-desenvolvimento-emocional-e-empreendedorismo.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 13:10:51 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Ella Lidera 2026 acontece no dia 22 de agosto, no Recreio dos Bandeirantes, reunindo especialistas de diferentes áreas para uma programação dedicada &agrave; liderança feminina, ao desenvolvimento humano, &agrave; sa&uacute;de emocional e ao empreendedorismo. Gratuito, o evento propõe um espaço de troca, conexão e fortalecimento de redes de apoio, com conte&uacute;do voltado tanto para a vida profissional quanto para os desafios pessoais.Entre os destaques da programação está a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O Ella Lidera 2026 acontece no dia 22 de agosto, no Recreio dos Bandeirantes, reunindo especialistas de diferentes áreas para uma programação dedicada &agrave; liderança feminina, ao desenvolvimento humano, &agrave; sa&uacute;de emocional e ao empreendedorismo. Gratuito, o evento propõe um espaço de troca, conexão e fortalecimento de redes de apoio, com conte&uacute;do voltado tanto para a vida profissional quanto para os desafios pessoais.</p><p style="text-align: justify; ">Entre os destaques da programação está a palestra “Entendendo a minha multipotencialidade”, conduzida por Beatriz Reis, especialista em marketing, estrategista de comunicação multidisciplinar e autora best-seller. A proposta &eacute; ajudar o p&uacute;blico a compreender como transformar m&uacute;ltiplos interesses, talentos e habilidades em direcionamento profissional, construindo uma trajet&oacute;ria com mais clareza, prop&oacute;sito e estrat&eacute;gia.</p><p style="text-align: justify; ">A participação de Beatriz acontece ap&oacute;s uma sequência de importantes experiências no cenário de inovação e tecnologia. Neste mês, a especialista esteve no Rio Innovation Week (RIW), um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do pa&iacute;s, onde participou da programação do Todas Group, em um dos espaços de maior destaque do evento. Na ocasião, falou sobre como as mulheres podem transformar talento em impacto.</p><p style="text-align: justify; ">Beatriz tamb&eacute;m estreou no palco Open Innovation, onde abordou temas como Marketing Estrat&eacute;gico e Posicionamento e Transformação Digital com Prop&oacute;sito, ampliando o debate sobre comunicação, inovação e estrat&eacute;gias para o desenvolvimento de marcas e profissionais.</p><p style="text-align: justify; ">Nesta edição, a curadoria do Ella Lidera reuniu especialistas de diferentes áreas e estruturou uma programação que busca ir al&eacute;m de conte&uacute;dos t&eacute;cnicos. A proposta &eacute; proporcionar ao p&uacute;blico momentos de integração e reflexão sobre liderança feminina, desenvolvimento humano, inteligência emocional, relações, empreendedorismo e construção de novas possibilidades profissionais.</p><p style="text-align: justify; ">Esta será a segunda participação de Beatriz Reis no Ella Lidera. Para a especialista, iniciativas como essa são importantes para o fortalecimento de espaços de desenvolvimento e conexão entre mulheres no Rio de Janeiro.</p><p style="text-align: justify; ">“Que honra, mais uma vez, ser palestrante do Ella Lidera e, este ano, falar sobre um tema de que gosto bastante e que acredito que todos precisam compreender: as ferramentas para reconhecer talentos, organizar a multipotencialidade e construir uma carreira com mais clareza, prop&oacute;sito e estrat&eacute;gia. Será um momento de troca, escuta e conexão, al&eacute;m de um convite ao p&uacute;blico presente para o meu pr&oacute;ximo webinar, que acontece ainda este mês, no dia 26”, destaca Beatriz.</p><p style="text-align: justify; "><b>Um evento pensado para diferentes realidades</b></p><p style="text-align: justify; ">Um dos diferenciais desta edição &eacute; a inclusão de atividades voltadas para crianças na programação. A iniciativa busca facilitar a participação de mães e reforçar a importância de que ações de desenvolvimento feminino tamb&eacute;m considerem os diferentes desafios presentes na rotina familiar.</p><p style="text-align: justify; ">Embora tenha a liderança feminina como um de seus principais eixos, o Ella Lidera tamb&eacute;m amplia o diálogo para al&eacute;m do universo das mulheres. Homens tamb&eacute;m são convidados a participar, contribuindo para as discussões sobre relações, desenvolvimento emocional, equidade e construção de ambientes mais colaborativos.</p><p style="text-align: justify; ">O Ella Lidera &eacute; um movimento nacional realizado simultaneamente em 11 cidades brasileiras. A iniciativa tem como prop&oacute;sito conectar mulheres, promover o desenvolvimento de novas lideranças, incentivar a troca de experiências e ampliar redes de apoio, criando espaços para aprendizado, conexão e transformação.</p><p style="text-align: justify; ">Com uma programação que re&uacute;ne conhecimento, experiências e oportunidades de networking, o Ella Lidera 2026 reforça a importância de criar ambientes em que diferentes trajet&oacute;rias possam se encontrar e em que talento, prop&oacute;sito e desenvolvimento possam caminhar juntos.</p><p style="text-align: justify;"><b>Detalhes do Evento e Participação</b></p><p style="text-align: justify;">Data: 22 de agosto de 2026</p><p style="text-align: justify;">Horário: Das 09h &agrave;s 18h</p><p style="text-align: justify; ">Local: Am&eacute;ricas Avenue Business Square (Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro)</p><p style="text-align: justify;">Atividade de Beatriz Reis: Workshop "Entendendo a minha multipotencialidade" (ferramentas para reconhecer talentos e organizar interesses).</p><p style="text-align: justify;">Inscrições e Detalhes: o acesso a inscrições gratuitas e informações gerais pode ser conferido na página oficial do Ella Lidera 2026 no Sympla.</p><p style="text-align: justify; "><a href="Link:https://www.sympla.com.br/evento/ella-lidera-2026-rio-de-janeiro/3505848?referrer=www.google.com&amp;referrer=www.google.com"><b>Link:https://www.sympla.com.br/evento/ella-lidera-2026-rio-de-janeiro/3505848?referrer=www.google.com&amp;referrer=www.google.com</b></a></p><p style="text-align: justify; "><br></p><p>    </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Estudo revela que brasileiros vivem mais, mas passam 12,5 anos da vida com alguma doença</title>
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			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 22:15:02 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Viver mais não significa, necessariamente, viver melhor. Um recente estudo internacional publicado na revista científica The Lancet Public Health aponta que os brasileiros passam, em m&eacute;dia, 12,5 anos de suas vidas convivendo com alguma doença, limitação ou incapacidade. O período representa um aumento de 2,1 anos em relação a 1990. O levantamento analisou dados de 204 países e territ&oacute;rios entre 1990 e 2023 e colocou o Brasil na 16ª posição entre os países com maior...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div style="text-align: justify; ">Viver mais não significa, necessariamente, viver melhor. Um recente estudo internacional publicado na revista científica The Lancet Public Health aponta que os brasileiros passam, em m&eacute;dia, 12,5 anos de suas vidas convivendo com alguma doença, limitação ou incapacidade. O período representa um aumento de 2,1 anos em relação a 1990. O levantamento analisou dados de 204 países e territ&oacute;rios entre 1990 e 2023 e colocou o Brasil na 16ª posição entre os países com maior diferença entre a expectativa total de vida e a expectativa de vida saudável, indicador conhecido como lacuna de morbidade. Para Bernadete Lima, especialista em perfil comportamental e criadora do projeto JQVE (Jardim que Você &Eacute;), a discussão sobre longevidade precisa ir al&eacute;m da expectativa de vida e considerar tamb&eacute;m a qualidade dos anos conquistados.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">“Eu mesma descobri que a vida começa depois dos 60 anos. Aos 57, eu carregava uma empresa trintenária, tinha três filhos, uma casa para administrar e um casamento que estava terminando. Quando a união acabou de vez, decidi tomar a r&eacute;dea da minha vida. Há 30 anos atuo como empresária no ramo de paisagismo e busco uma vida saudável para ter longevidade”, afirma.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">O levantamento, que tem como base o Global Burden of Disease 2023 (Estudo Carga Global de Doenças), um dos principais bancos de dados internacionais sobre saúde, considera que diferentes condições que podem afetar a população e permite comparar a expectativa de vida com o período vivido em condições consideradas saudáveis. Embora dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) considerem que a expectativa de vida no país está em torno de 76 anos, o estudo mostra que o aumento da longevidade não foi acompanhado, na mesma proporção, pela ampliação do período vivido com saúde e autonomia.  </div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">A chamada lacuna de morbidade representa justamente essa diferença: quantos anos, em m&eacute;dia, uma pessoa pode viver com alguma doença, limitação ou incapacidade antes do fim da vida. Para os pesquisadores, os resultados indicam que as políticas públicas de saúde precisam ampliar o foco. Al&eacute;m de reduzir a mortalidade, seria necessário investir em medidas capazes de aumentar o número de anos vividos com autonomia e qualidade de vida. Entre as estrat&eacute;gias apontadas estão o fortalecimento da prevenção, da reabilitação e dos cuidados de longo prazo, especialmente diante do envelhecimento da população mundial.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">Assim, o cenário que se coloca em evidência &eacute; um desafio que tende a ganhar ainda mais importância nos pr&oacute;ximos anos: não basta viver mais; &eacute; preciso ampliar o número de anos vividos com saúde, autonomia e prop&oacute;sito. Para Bernadete, a mudança tamb&eacute;m passa por uma postura individual diante do envelhecimento.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify;">“Longevidade não deveria ser apenas contar quantos anos ainda temos pela frente. &Eacute; preciso pensar em como queremos viver esses anos. Cuidar do corpo, da mente, das relações e tamb&eacute;m da vida financeira faz parte desse processo.”, afirma a especialista.</div><div style="text-align: justify;"><br></div><div style="text-align: justify; "><br></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Discord terá que suspender em até três dias lives, transmissões ao vivo sem mediação</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94234/discord-tera-que-suspender-em-ate-tres-dias-lives-transmissoes-ao-vivo-sem-mediacao.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 16:02:58 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[As transmissões ao vivo &ndash; as chamadas lives &ndash; da plataforma Discord estão suspensas. &Eacute; o que decidiu, preventivamente, nesta quarta-feira (12), a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que identificou falhas na implementação de medidas e procedimentos para prevenir e combater violações graves contra crianças e adolescentes. Agora, o Discord tem at&eacute; três dias &uacute;teis para suspender a funcionalidade de transmissão ao vivo aqui no Brasil. Com isso, ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>As transmissões ao vivo &ndash; as chamadas lives &ndash; da plataforma Discord estão suspensas. </strong>&Eacute; o que decidiu, preventivamente, nesta quarta-feira (12), a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que identificou falhas na implementação de medidas e procedimentos para <strong>prevenir e combater violações graves contra crianças e adolescentes.</strong><br> <br>Agora, o Discord tem <strong>at&eacute; três dias &uacute;teis </strong>para suspender a funcionalidade de transmissão ao vivo aqui no Brasil. Com isso, “as lives e outros recursos de compartilhamento de v&iacute;deo equivalentes deverão permanecer suspensos at&eacute; que a empresa comprove a adoção de medidas” efetivas de proteção.<br>  <br>Segundo a ANPD, a determinação ocorre por causa das "evidências robustas de que a empresa não adotou medidas razoáveis para prevenir e reduzir riscos de acesso, exposição, recomendação ou facilitação de contato com conte&uacute;dos ou práticas que representem graves violações de direitos de crianças e adolescentes no âmbito da plataforma. Sobretudo indução, incitação, instigação ou aux&iacute;lio &agrave; violência, &agrave; automutilação e at&eacute; ao suic&iacute;dio, conforme o ECA Digital.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a suspensão das lives da Discord, plataforma investigada depois que uma adolescente foi incentivada a tirar a pr&oacute;pria vida por participante de uma transmissão ao vivo.</b><br> <br>A medida ocorre em meio a investigações policiais contra a plataforma Discord, principalmente depois que uma adolescente de 13 anos foi incentivada, em uma live, a tirar a pr&oacute;pria vida, com pessoas assistindo. Para suspender as lives da plataforma, a ANPD constatou que, pela arquitetura t&eacute;cnica adotada, <strong>o Discord não tem acesso ao conte&uacute;do das transmissões de v&iacute;deo enquanto elas ocorrem, </strong>o que impede a análise do conte&uacute;do ou a detecção de violações, em tempo real.<br>  <br>Na &uacute;ltima sexta-feira (7), a ANPD abriu um processo de fiscalização para apurar falhas na proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital, por parte do Discord. Já na segunda, a plataforma enviou informações &agrave; agência e, na terça, se reuniu com representantes.<br>  <br><strong>A ANPD destaca que o Discord não está sendo bloqueado. </strong>Trata-se apenas da suspensão da funcionalidade ‘Go Live’, utilizada para transmissões ao vivo em servidores fechados. No entanto, a agência nacional de proteção de dados alerta que isso não impede que outras medidas sejam adotadas em meio &agrave; fiscalização que ainda está em andamento. A suspensão das lives fica valendo at&eacute; que a plataforma demonstre “a implementação e a efetividade de medidas t&eacute;cnicas, de segurança e de governança adequadas aos riscos identificados para crianças e adolescentes.” <br> <br>Procurada pela nossa reportagem, o Discord considerou a medida "prematura" , por ainda estar dentro do prazo para apresentar resposta &agrave; agência. A plataforma disse que está analisando "cuidadosamente" o conte&uacute;do; e que a "caracterização feita pela ANPD não reflete a plataforma, nem os investimentos feitos na segurança dos usuários". <br> <br>Se você está passando por momentos dif&iacute;ceis e precisa de apoio emocional, ligue de graça para o <strong>CVV, Centro de Valorização da Vida, pelo telefone 188</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699457&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699457&amp;o=node">  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Discord &eacute; das plataformas mais populares entre adolescentes no Brasil, e tem sido alvo de investiga&ccedil;&otilde;es policiais por transmiss&atilde;o de abusos. Foto: juca Varela/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Café, escuta e voz contra a violência</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94230/cafe-escuta-e-voz-contra-a-violencia.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 14:43:17 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Em meio &agrave;s ações do Agosto Lilás, a psicoterapeuta Ana Pinheiro participa nesta quinta-feira (13) de uma roda de conversa dedicada &agrave; reflexão sobre violência contra a mulher, acolhimento e &agrave; importância de romper o silêncio diante de relações abusivas.O encontro faz parte do Projeto Desafio Minha Voz, idealizado pela advogada Valdileia Marinho, e propõe uma tarde de conversa entre mulheres sobre experiências, emoções e os caminhos poss&iacute;veis para...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Em meio &agrave;s ações do Agosto Lilás, a psicoterapeuta Ana Pinheiro participa nesta quinta-feira (13) de uma roda de conversa dedicada &agrave; reflexão sobre violência contra a mulher, acolhimento e &agrave; importância de romper o silêncio diante de relações abusivas.</p><p style="text-align: justify; ">O encontro faz parte do Projeto Desafio Minha Voz, idealizado pela advogada Valdileia Marinho, e propõe uma tarde de conversa entre mulheres sobre experiências, emoções e os caminhos poss&iacute;veis para recuperar autonomia e fortalecer a pr&oacute;pria voz.</p><p style="text-align: justify; ">Para Ana Pinheiro, falar sobre violência &eacute; tamb&eacute;m uma forma de interromper ciclos que muitas vezes começam de maneira silenciosa, com controle, humilhações, isolamento e manipulação emocional. “A vergonha não deve ser carregada pela v&iacute;tima. Pedir ajuda &eacute; um ato de coragem”, afirma a psicoterapeuta.</p><p style="text-align: justify; ">A conversa tamb&eacute;m terá como pano de fundo os 20 anos da Lei Maria da Penha, marco na proteção das mulheres brasileiras, e a necessidade de ampliar espaços de escuta sem julgamentos. A proposta &eacute; que o encontro seja informal e acolhedor, acompanhado de caf&eacute;, mas sem perder de vista a urgência do tema.</p><p style="text-align: justify; "><b>Serviço</b></p><p style="text-align: justify;">Roda de Conversa &ndash; Projeto Desafio Minha Voz</p><p style="text-align: justify; ">DATA: Quinta-feira, dia 13</p><p style="text-align: justify;">HORÁRIO: 17h</p><p style="text-align: justify; ">LOCAL: Nolita Roastery, Barra Shopping / New York  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>"Eu mesmo provoquei minha solidão”: professor relata os desafios de viver com altas habilidades</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94175/eu-mesmo-provoquei-minha-solida-oa-professor-relata-os-desafios-de-viver-com-altas-habilidades.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 16:57:59 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Klaus Leite Pinto Vasconcellos aprendeu a ler muito cedo. Na infância e na adolescência, passava boa parte do tempo entre livros, estudos e assuntos que não conseguia compartilhar com outras pessoas da mesma idade. Não se recorda de ter sido rejeitado pelos colegas. Pelo contrário, diz que era bem recebido na escola. Ainda assim, sentia-se mais sozinho do que as outras crianças.“Eu acho que eu mesmo provoquei essa solidão. Com uma capacidade intelectual grande, passei a estudar e ler...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Klaus Leite Pinto Vasconcellos aprendeu a ler muito cedo. Na infância e na adolescência, passava boa parte do tempo entre livros, estudos e assuntos que não conseguia compartilhar com outras pessoas da mesma idade. Não se recorda de ter sido rejeitado pelos colegas. Pelo contrário, diz que era bem recebido na escola. Ainda assim, sentia-se mais sozinho do que as outras crianças.</p><p style="text-align: justify;">“Eu acho que eu mesmo provoquei essa solidão. Com uma capacidade intelectual grande, passei a estudar e ler com uma frequência muito maior do que a normal, e isso fez com que eu mesmo me afastasse”, conta.</p><p style="text-align: justify;">A dedicação intensa &agrave; literatura e aos estudos reduziu seu contato com outras experiências. “Eu me concentrei demais em literatura e estudo e não tinha ningu&eacute;m com quem discutir. Isso me impediu de procurar mais o resto do mundo, de ter mais amigos e tamb&eacute;m tornou mais dif&iacute;cil o contato com o mundo real que estava &agrave; minha frente.”</p><p style="text-align: justify;">Hoje, Klaus &eacute; professor titular do Departamento de Estat&iacute;stica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), doutor em Estat&iacute;stica pela Universidade de Warwick, na Inglaterra, e autor do livro Fundamentos para a Estat&iacute;stica de Convergência de Variáveis Aleat&oacute;rias, publicado em 2021 pela Sociedade Brasileira de Matemática.</p><p style="text-align: justify;">A trajet&oacute;ria acadêmica, no entanto, não foi uma escolha simples.</p><p style="text-align: justify;">Desde criança, Klaus queria estudar Matemática. A fam&iacute;lia, preocupada com as possibilidades profissionais e financeiras, tentou direcioná-lo para outra carreira. Por orientação da mãe, graduou-se em Engenharia El&eacute;trica. Mais tarde, seguiu para a p&oacute;s-graduação em Estat&iacute;stica Matemática e tornou-se professor universitário.</p><p style="text-align: justify;">“Minha vocação era ser matemático. Minha mãe me proibiu de fazer Matemática porque eu acabaria ganhando salário de professor de universidade. Formei-me engenheiro el&eacute;trico, mas depois fui fazer p&oacute;s-graduação em Estat&iacute;stica atemática e hoje sou professor da UFPE. De certa forma, as coisas acabaram acontecendo como tinham que acontecer” , afirma.</p><p style="text-align: justify;">Dentro da comunidade estat&iacute;stica, Klaus passou a ser reconhecido justamente pela forte formação matemática. Ele tamb&eacute;m se destaca pela facilidade para mergulhar em assuntos novos e complexos.</p><p style="text-align: justify;">“Se me disserem que preciso estudar Geometria Alg&eacute;brica para ensinar a disciplina em 2028, minha resposta será: claro, me dê as referências. No final de 2027, vocês terão um professor de Geometria Alg&eacute;brica” , conta.</p><p style="text-align: justify;">Essa facilidade, por&eacute;m, convive com dificuldades em outras áreas. Klaus conta que sempre teve pouca coordenação para esportes e atividades f&iacute;sicas, uma diferença que marcou sua infância e permaneceu na vida adulta: “Eu sempre fui muito bom intelectualmente, mas tive que pagar o preço de ser desajeitado e sem coordenação. Essa dicotomia sempre foi um dos maiores desafios da minha vida”.</p><p style="text-align: justify;"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/08/94174_2b063e48f9f6ee971c742d69a85c35e1.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify;"><b>Cobrança para ser sempre excelente</b></p><p style="text-align: justify;">Outro desafio foi conviver com a expectativa de que uma pessoa identificada como superdotada deve apresentar desempenho excepcional o tempo todo. Klaus se recorda de um epis&oacute;dio da adolescência em que acompanharia o pai, que era neurologista, a um hospital. Para passar o tempo, pretendia levar uma revista em quadrinhos, mas ouviu do pai que deveria escolher outra leitura porque os colegas sabiam que ele era superdotado.</p><p style="text-align: justify;">No lugar dos quadrinhos, levou Apresentação da Poesia Brasileira, de Manuel Bandeira. “&Eacute; muito comum ter que enfrentar uma supercobrança. S&oacute; esperam de você o máximo, e isso &eacute; um grande desafio”, diz o professor.</p><p style="text-align: justify;">Fabr&iacute;cia Signorelli, psiquiatra especialista em TDAH, TEA e altas habilidades, explica que o alto potencial intelectual não garante sucesso acadêmico, profissional ou emocional. “A gente tem um estere&oacute;tipo muito errado de que ter altas habilidades ou superdotação &eacute; igual a ter sucesso ao longo da vida. A falta de desafios, a dificuldade de identificação e a pressão social podem levar ao insucesso”, afirma a m&eacute;dica.</p><p style="text-align: justify;">Segundo Fabr&iacute;cia, caracter&iacute;sticas como perfeccionismo, desenvolvimento ass&iacute;ncrono e intensidade emocional podem se tornar fatores de risco para dificuldades socioemocionais quando não há apoio adequado. “O c&eacute;rebro superdotado precisa ser nutrido. Ele precisa de uma interação dinâmica entre as questões internas do indiv&iacute;duo e o ambiente para que seja poss&iacute;vel desenvolver essas habilidades e realizações ao longo da vida” , explica.</p><p style="text-align: justify;"><b>Milhões podem permanecer sem identificação</b></p><p style="text-align: justify;">A hist&oacute;ria de Klaus ajuda a dar rosto a uma realidade que ainda permanece pouco conhecida no pa&iacute;s. Celebrado em 10 de agosto, o Dia Internacional da Superdotação chama a atenção para o baixo n&uacute;mero de estudantes identificados no Brasil. O Censo Escolar 2025, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An&iacute;sio Teixeira (Inep), contabilizou cerca de 56 mil crianças e adolescentes com altas habilidades ou superdotação na educação básica. Em 2024, eram pouco mais de 44 mil.</p><p style="text-align: justify;">O crescimento foi de aproximadamente 27% em um ano, mas os registros continuam muito abaixo das estimativas. Uma publicação acadêmica da Universidade Federal de Santa Maria reproduz a estimativa, atribu&iacute;da &agrave; Organização Mundial da Sa&uacute;de, de que 3% a 5% da população apresente altas habilidades ou superdotação. Aplicada &agrave;s aproximadamente 46 milhões de matr&iacute;culas da educação básica, essa proporção representa entre 1,38 milhão e 2,3 milhões de estudantes. Isso significa que o Brasil identifica somente 1 em cada 25 a 41 alunos que podem apresentar esse perfil. A diferença entre os registros oficiais e as estimativas varia de 1,3 milhão a mais de 2,2 milhões de estudantes.</p><p style="text-align: justify;"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/08/94174_747e5a4008cc0c734e9615bfebcc11bd.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify;"><b>Superdotação não &eacute; doença</b></p><p style="text-align: justify;">Fabr&iacute;cia alerta que as altas habilidades ou superdotação não constituem um diagn&oacute;stico m&eacute;dico. “Ter altas habilidades ou superdotação não &eacute; um diagn&oacute;stico m&eacute;dico. Não existe um CID. Altas habilidades e superdotação são diferentes dos transtornos descritos no DSM”, esclarece. O desconhecimento pode levar profissionais e familiares a interpretar caracter&iacute;sticas desse perfil como sintomas de transtornos psiquiátricos.</p><p style="text-align: justify;">“Muitas vezes, a não identificação da superdotação e a interpretação dessas caracter&iacute;sticas como sintomas de um transtorno psiquiátrico levam a diagn&oacute;sticos errados ou identificações perdidas”, afirma a psiquiatra. Para Fabr&iacute;cia, existe ainda o risco de medicalizar caracter&iacute;sticas que não representam uma doença. “Mais grave do que o diagn&oacute;stico errado &eacute; a medicalização de uma condição que não &eacute; m&eacute;dica. Se uma caracter&iacute;stica da pessoa superdotada &eacute; entendida como sintoma, pode surgir a tentativa de medicar esse comportamento”, explica.</p><p style="text-align: justify;"><b>Altas habilidades podem coexistir com outras condições</b></p><p style="text-align: justify;">Uma pessoa com altas habilidades tamb&eacute;m pode apresentar TDAH, transtorno do espectro autista, dislexia, deficiência ou outra condição. Essa coexistência recebe o nome de dupla excepcionalidade. Nesses casos, o elevado potencial cognitivo pode compensar algumas dificuldades e tornar menos evidentes os sinais de outros transtornos, principalmente na escola.</p><p style="text-align: justify;">“O QI elevado pode mascarar a apresentação cl&iacute;nica de alguns transtornos psiquiátricos. Uma criança com QI de superdotação muitas vezes não apresenta preju&iacute;zo no desempenho pedag&oacute;gico porque essa capacidade consegue compensar os sintomas do TDAH” , explica Fabr&iacute;cia. Segundo a m&eacute;dica, reconhecer os dois aspectos &eacute; fundamental para oferecer um acompanhamento adequado.</p><p style="text-align: justify;">“&Eacute; preciso identificar tanto a condição de altas habilidades quanto o transtorno associado para que seja poss&iacute;vel individualizar as intervenções.”</p><p style="text-align: justify;"><b>Nova lei prevê identificação precoce e atendimento especializado</b></p><p style="text-align: justify;">Em junho de 2026, foi sancionada a Lei Federal nº 15.436, que instituiu a Pol&iacute;tica Nacional para Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação. A legislação prevê identificação precoce, atendimento educacional especializado, progressão escolar flex&iacute;vel, formação de profissionais da educação e criação de um cadastro nacional.</p><p style="text-align: justify;">A lei tamb&eacute;m reconhece a dupla excepcionalidade e determina que o atendimento considere, de maneira integrada, tanto as altas habilidades quanto as necessidades relacionadas &agrave; outra condição ou deficiência.</p><p style="text-align: justify; ">Para Fabr&iacute;cia, o cuidado deve envolver escola, fam&iacute;lia e profissionais de diferentes áreas. “Tanto os diagn&oacute;sticos errados quanto as identificações perdidas trazem consequências significativas para crianças, adolescentes e adultos. As pessoas com altas habilidades ou superdotação devem ser apoiadas por profissionais da educação, da sa&uacute;de e por suas fam&iacute;lias para que desenvolvam seus talentos ao longo da vida.”  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Fotos: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Oito em cada dez escolas debatem impactos da tecnologia digital na saúde mental dos estudantes</title>
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			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 09:30:38 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Oito em cada 10 escolas brasileiras promovem debates sobre os impactos das tecnologias digitais na saúde mental dos estudantes. A proporção de unidades escolares que contam com esse tipo de iniciativa subiu de 62%, em 2024, para 80%, no ano passado. Os resultados são da pesquisa TIC Educação 2025, divulgada nesta terça-feira (4), realizada pelo Cetic, Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação.O estudo tamb&eacute;m aponta que, em 2025, 75% dos...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>Oito em cada 10 escolas brasileiras promovem<strong> debates sobre os impactos das tecnologias digitais na saúde mental dos estudantes</strong>. A proporção de unidades escolares que contam com esse tipo de iniciativa subiu de 62%, em 2024, para 80%, no ano passado. Os resultados são da pesquisa TIC Educação 2025, divulgada nesta terça-feira (4), realizada pelo Cetic, Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698658&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698658&o=node"></p><p>O estudo tamb&eacute;m aponta que, em 2025, 75% dos gestores se reuniram com pais, mães e responsáveis para tratar do uso de tecnologias digitais no ambiente escolar, contra 60% no ano anterior. Já 86% conversaram com professores e outros profissionais da instituição sobre o assunto, em 2024 a proporção era 68%. </p><p>Outros temas que passaram a ocupar mais espaço nas pautas das reuniões são o uso seguro, crítico e responsável das tecnologias digitais e a inclusão da educação midiática no currículo escolar.</p><p>Al&eacute;m disso, a pesquisa revela que 65% das instituições de ensino desenvolvem alguma ação voltada aos estudantes nessa área. A taxa sobe para 72% nas escolas de áreas urbanas.</p><p>Entre as unidades de ensino que realizam essas iniciativas, 75% dos gestores relataram que a baixa participação das famílias e dos responsáveis &eacute;  um dos principais obstáculos, seguida pela falta de materiais e recursos educacionais de apoio.</p><p>Já entre as que não realizam atividades desse tipo, a principal dificuldade apontada &eacute; a falta de materiais e recursos de apoio.</p><p>Ainda segundo o estudo,  mais da metade dos gestores afirmou que os alunos não podem levar o telefone celular pessoal para o ambiente escolar.</p><p>* Com informações da Agência Brasil.</p><p> </p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: F&aacute;bio Rodrigues-Pozzebom Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Scarf Me e Suelen Arrigo lançam coleção que traz a geometria no conceito da criação</title>
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			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 11:54:36 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Scarf Me, marca pioneira no Brasil em alta tecnologia de estamparia e acabamento, anunciou a coleção Suelen Arrigo &amp; Scarf Me, uma edição limitada que traduz em seda uma fam&iacute;lia geom&eacute;trica, com o cruzamento de formas, que se complementam e se transformam, com combinações de cores e elementos.  Conhecida por sua versatilidade, Suelen ensinou em diversos programas de televisão e em seu canal no YouTube o uso de lenços com diferentes amarrações, transformando um...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A Scarf Me, marca pioneira no Brasil em alta tecnologia de estamparia e acabamento, anunciou a coleção Suelen Arrigo &amp; Scarf Me, uma edição limitada que traduz em seda uma fam&iacute;lia geom&eacute;trica, com o cruzamento de formas, que se complementam e se transformam, com combinações de cores e elementos.  Conhecida por sua versatilidade, Suelen ensinou em diversos programas de televisão e em seu canal no YouTube o uso de lenços com diferentes amarrações, transformando um acess&oacute;rio clássico em ferramenta de expressão pessoal. Essa mesma versatilidade agora encontra sua tradução mais autoral em uma coleção assinada por ela.</p><p style="text-align: justify; ">Fundada em 2011 pelos irmãos Rodrigo e Daniel Rosset, a Scarf Me trouxe uma nova visão para o lenço no mercado brasileiro, um acess&oacute;rio clássico e sin&ocirc;nimo de realeza ao redor do mundo. Atrav&eacute;s de combinações de cores e elementos, a marca ressignificou o que significa usar um lenço, que deixou de ser um adorno clássico para se tornar uma peça que ressalta o estilo e a   personalidade.</p><p style="text-align: justify; ">“A versatilidade do lenço sempre serviu de inspiração para a moda, integrando temas como cultura, luxo e sociedade a uma est&eacute;tica refinada. A Scarf Me fez uma releitura contemporânea desses comportamentos, resultando em criações que trazem a possibilidade de expressão e versatilidade para compor o visual da mulher brasileira, tanto no trabalho como nos momentos de lazer”, fala Suelen Arrigo. </p><p style="text-align: justify; ">A coleção Suelen Arrigo &amp; Scarf Me foi desenhada para mulheres que lideram, empreendem, sonham e transformam. Cada peça acompanha os diferentes momentos da vida contemporânea: do ambiente corporativo aos encontros especiais, das conquistas profissionais &agrave;s celebrações pessoais. “Mais do que um acess&oacute;rio, este lenço &eacute; um convite para explorar novas possibilidades, fortalecer a pr&oacute;pria presença e lembrar que estilo não &eacute; sobre seguir padrões, mas sim revelar quem se &eacute;”, complementa a ex-modelo e empresária.</p><p style="text-align: justify; "><br></p><p style="text-align: justify; "><br></p><p style="text-align: justify; "><br></p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Tecido cetim de seda. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Apagão após ventania deixou 1,3 milhão de imóveis sem luz no Rio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93839/apagao-apos-ventania-deixou-1-3-milhao-de-imoveis-sem-luz-no-rio.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 11:49:19 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Uma forte frente fria provocou ventos superiores a 100 km/h no Rio de Janeiro na quarta-feira (29), derrubando árvores, estruturas e deixando cerca de 1,3 milhão de im&oacute;veis sem energia el&eacute;trica entre clientes da Light e da Enel Rio. O apagão atingiu bairros da capital e cidades da Baixada Fluminense, al&eacute;m de provocar paralisações temporárias em linhas de trem e metr&ocirc;. Com a queda de energia prolongada em diversas regiões, moradores relatam prejuízos com...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Uma forte frente fria provocou ventos superiores a 100 km/h no Rio de Janeiro na quarta-feira (29), derrubando árvores, estruturas e deixando cerca de 1,3 milhão de im&oacute;veis sem energia el&eacute;trica entre clientes da Light e da Enel Rio. O apagão atingiu bairros da capital e cidades da Baixada Fluminense, al&eacute;m de provocar paralisações temporárias em linhas de trem e metr&ocirc;. </p><p style="text-align: justify; ">Com a queda de energia prolongada em diversas regiões, moradores relatam prejuízos com alimentos perdidos por falta de refrigeração e eletrodom&eacute;sticos queimados por oscilações na rede. Diante desse cenário, cresce a dúvida sobre at&eacute; que ponto as concessionárias são responsáveis por esses danos e como o consumidor pode cobrar essa reparação.</p><p style="text-align: justify; ">A auxiliar administrativa Caren Araujo, que trabalha na Barra da Tijuca e mora em Campo Grande, conta que levou cerca de 2h45 para conseguir chegar em casa na quarta-feira (29). Ao chegar, encontrou outro problema: a residência estava sem energia el&eacute;trica. At&eacute; o momento da publicação desta reportagem, o fornecimento ainda não havia sido restabelecido.</p><p style="text-align: justify; ">"Foi um dia muito difícil. Demorei quase três horas para chegar em casa e, quando cheguei, estava tudo sem luz. At&eacute; agora seguimos sem energia, preocupados com os alimentos na geladeira e sem previsão de normalização", relata.</p><p style="text-align: justify; ">Situação semelhante foi vivida pelo supervisor de T.I. Gabriel Alves, morador de Belford Roxo. Ele conta que tamb&eacute;m enfrentou dificuldades para voltar para casa ap&oacute;s o temporal, levando cerca de três horas e meia no trajeto de retorno da Barra da Tijuca. Ao chegar, encontrou a residência sem energia el&eacute;trica e descobriu outro prejuízo: uma telha desprendida pelos ventos perfurou a caixa d'água do im&oacute;vel.</p><p style="text-align: justify; ">"Al&eacute;m da alta demora que levei para chegar em casa, encontrei a casa sem luz e ainda tive o prejuízo da caixa d'água, que foi perfurada por uma telha durante o temporal e felizmente não atingiu ningu&eacute;m. At&eacute; agora seguimos sem energia" , relata.</p><p style="text-align: justify; ">Casos como os de Caren e Gabriel levantam dúvidas sobre quais prejuízos podem ser cobrados das distribuidoras de energia e quais decorrem exclusivamente dos danos provocados pelo temporal. </p><p style="text-align: justify;">De acordo com a Resolução Normativa nº 1.000/2021 da ANEEL (Agência Nacional de Energia El&eacute;trica), consumidores que tiveram equipamentos danificados por falhas no fornecimento de energia, incluindo quedas, oscilações e descargas, têm direito a ressarcimento, seja por meio de conserto, substituição do aparelho ou pagamento em dinheiro. A norma prevê prazos específicos:</p><p style="text-align: justify;">- At&eacute; 1 dia útil para a distribuidora vistoriar equipamentos usados na conservação de alimentos ou rem&eacute;dios, como geladeiras e freezers;</p><p style="text-align: justify;">- At&eacute; 10 dias corridos para vistoriar os demais aparelhos, como televisores, computadores e ar-condicionado;</p><p style="text-align: justify;">- At&eacute; 15 dias para informar por escrito o resultado da análise;</p><p style="text-align: justify;">- At&eacute; 20 dias para efetivar o pagamento, caso o pedido seja aceito.</p><p style="text-align: justify; ">O consumidor tem at&eacute; cinco anos para solicitar o ressarcimento &agrave; distribuidora. No entanto, quando o pedido &eacute; apresentado em at&eacute; 90 dias da data provável do dano, a Resolução nº 1.000/2021 da ANEEL prevê um procedimento simplificado para análise da solicitação. </p><p style="text-align: justify; ">Al&eacute;m do ressarcimento por danos a equipamentos, a legislação tamb&eacute;m prevê desconto proporcional na fatura de energia para os clientes que ficaram sem fornecimento por tempo prolongado, calculado com base no tempo de interrupção. </p><p style="text-align: justify; ">Prejuízos com alimentos perecíveis tamb&eacute;m podem ser discutidos caso haja comprovação do dano e do nexo com a interrupção do serviço.</p><p style="text-align: justify; ">Segundo o advogado Bruno Medeiros Durão, presidente do Durão, Almeida e Pontes - Advogados Associados, as empresas de energia não estão isentas de culpa, mesmo se tratando de um evento climático: “Mesmo quando a falta de energia ocorre durante um temporal, isso não significa que a concessionária esteja automaticamente livre de responsabilidade. O consumidor tem direitos garantidos e cada caso precisa ser analisado conforme as circunstâncias da interrupção e os danos causados.”</p><p style="text-align: justify; ">A distribuidora pode recusar o ressarcimento caso um laudo t&eacute;cnico comprove que o dano não teve relação com falha no fornecimento de energia, por exemplo, se não houver registro de perturbação na rede el&eacute;trica no período do problema, se a fonte de alimentação do aparelho estiver funcionando normalmente, ou se ficar constatado uso incorreto do equipamento. Por isso, a orientação de especialistas &eacute; não descartar ou consertar o aparelho danificado antes da vistoria, sob risco de perder o direito &agrave; indenização.</p><p style="text-align: justify; ">Embora o epis&oacute;dio desta semana tenha sido provocado por uma frente fria, especialistas apontam que a maior frequência de eventos climáticos extremos reforça a necessidade de consumidores conhecerem seus direitos diante de interrupções prolongadas no fornecimento de energia. </p><p style="text-align: justify; ">Diante desse cenário, a recomendação de defesas civis e especialistas &eacute; que a população mantenha o hábito de acompanhar os alertas meteorol&oacute;gicos, verifique periodicamente instalações el&eacute;tricas e itens soltos em varandas e telhados, e guarde a documentação de eletrodom&eacute;sticos essenciais, o que facilita eventuais pedidos de ressarcimento em novos epis&oacute;dios de instabilidade no fornecimento de energia.</p><p style="text-align: justify; ">Durão ainda reforça “Não &eacute; possível evitar todos os efeitos de eventos climáticos extremos, mas &eacute; possível reduzir o prejuízo financeiro. Conhecer os prazos, registrar a ocorrência e preservar as provas faz toda a diferença para quem precisar buscar reparação.”  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Vendaval que derrubou mais de 200 árvores no Rio levanta dúvidas sobre seguro</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93811/vendaval-que-derrubou-mais-de-200-arvores-no-rio-levanta-duvidas-sobre-seguro.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 13:38:11 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A queda de mais de 200 árvores durante o vendaval que atingiu o Rio de Janeiro na tarde de quarta-feira (29) deixou um rastro de preju&iacute;zos pela cidade. Ve&iacute;culos foram atingidos, im&oacute;veis sofreram danos e moradores enfrentaram transtornos provocados pelo mau tempo. Al&eacute;m dos estragos, uma d&uacute;vida passou a fazer parte da rotina de quem foi afetado: quem deve arcar com os preju&iacute;zos?A resposta depende de fatores como a cobertura contratada e as...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A queda de mais de 200 árvores durante o vendaval que atingiu o Rio de Janeiro na tarde de quarta-feira (29) deixou um rastro de preju&iacute;zos pela cidade. Ve&iacute;culos foram atingidos, im&oacute;veis sofreram danos e moradores enfrentaram transtornos provocados pelo mau tempo. Al&eacute;m dos estragos, uma d&uacute;vida passou a fazer parte da rotina de quem foi afetado: quem deve arcar com os preju&iacute;zos?</p><p style="text-align: justify; ">A resposta depende de fatores como a cobertura contratada e as circunstâncias do dano. Segundo o advogado Marcelo Almeida, s&oacute;cio do escrit&oacute;rio Minho e Almeida Advogados, nem todo preju&iacute;zo causado por fen&ocirc;menos naturais &eacute; indenizado automaticamente pelas seguradoras.</p><p style="text-align: justify;">"&Eacute; comum que a primeira reação seja acionar o seguro, mas antes &eacute; preciso entender o que foi contratado. Existem ap&oacute;lices que cobrem danos provocados por vendaval, queda de árvores e outros apetrechos utilizados pelas concessionárias na exploração dos serviços p&uacute;blicos delegados pelo Estado, enquanto outras exigem coberturas espec&iacute;ficas. Cada contrato tem regras pr&oacute;prias", explica.</p><p style="text-align: justify; "><b>O que o seguro costuma cobrir</b></p><p style="text-align: justify; ">Danos em ve&iacute;culos atingidos por árvores, destelhamentos, preju&iacute;zos estruturais em im&oacute;veis e outros impactos provocados por ventos fortes podem estar previstos na ap&oacute;lice. A indenização, no entanto, depende das coberturas contratadas.</p><p style="text-align: justify;">"Duas pessoas podem sofrer exatamente o mesmo preju&iacute;zo e ter respostas diferentes da seguradora. O que define o direito &agrave; indenização &eacute; o contrato e a cobertura escolhida pelo segurado. Quanto aos danos decorrentes dos equipamentos das concessionárias, segue a mesma regra em relação ao seguro, contudo, com uma diferença basilar: independente de previsão de cláusula securitária, a concessionária tem a responsabilidade civil objetiva de indenizar, motivo pelo qual, praticamente, não há previsão desta estirpe de cobertura as envolvendo", afirma Marcelo Almeida.</p><p style="text-align: justify; "><b>Quando a prefeitura pode ser responsabilizada</b></p><p style="text-align: justify;">Nem toda queda de árvore gera responsabilidade do munic&iacute;pio. No entanto, se ficar comprovado que a árvore apresentava risco e não recebeu a manutenção adequada, o poder p&uacute;blico pode ser responsabilizado pelos danos.</p><p style="text-align: justify; ">"A conservação e o manejo da arborização urbana são deveres da administração p&uacute;blica. Ventos fortes fazem parte da realidade climática do pa&iacute;s e, por si s&oacute;s, não afastam uma eventual responsabilidade do munic&iacute;pio quando a falta de manutenção tamb&eacute;m contribui para o acidente", explica.</p><p style="text-align: justify;">O advogado destaca que pedidos anteriores de poda ou remoção da árvore podem reforçar um pedido de indenização.</p><p style="text-align: justify;">"Se moradores já haviam comunicado o risco ao poder p&uacute;blico e nenhuma providência foi adotada, esses registros podem demonstrar que o munic&iacute;pio tinha conhecimento da situação e permaneceu omisso."</p><p style="text-align: justify; "><b>O que fazer ap&oacute;s o vendaval</b></p><p style="text-align: justify; ">Quem teve o patrim&ocirc;nio danificado deve registrar os preju&iacute;zos com fotos e v&iacute;deos, guardar documentos e notas fiscais, reunir orçamentos e comunicar a seguradora o quanto antes, observando os procedimentos previstos na ap&oacute;lice.</p><p style="text-align: justify; ">"Antes de qualquer reparo, o ideal &eacute; documentar os danos. Essas provas podem facilitar a análise da seguradora e, se necessário, servir de base para uma discussão judicial sobre o direito &agrave; indenização", orienta Marcelo Almeida.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Redes Sociais ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Tradição e inclusão marcam apresentações do Arraiá da Inclusão no Rio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93770/tradicao-e-inclusao-marcam-apresentacoes-do-arraia-da-inclusao-no-rio.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 10:28:15 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Quadrilha Junina Arraiá da Inclusão leva tradição, diversidade e acessibilidade ao público com apresentação gratuita na Tijuca nesta sexta-feira (31). O grupo, que reúne artistas com ampla experiência, se destaca por promover a cultura popular brasileira com a participação de Pessoas com Deficiência (PcD) e idosos, reforçando o protagonismo, a inclusão e o acesso democrático &agrave;s manifestações culturais.A Quadrilha Junina Arraiá da Inclusão &eacute; um grupo...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A Quadrilha Junina Arraiá da Inclusão leva tradição, diversidade e acessibilidade ao público com apresentação gratuita na Tijuca nesta sexta-feira (31). O grupo, que reúne artistas com ampla experiência, se destaca por promover a cultura popular brasileira com a participação de Pessoas com Deficiência (PcD) e idosos, reforçando o protagonismo, a inclusão e o acesso democrático &agrave;s manifestações culturais.</p><p style="text-align: justify; ">A Quadrilha Junina Arraiá da Inclusão &eacute; um grupo consolidado que realiza apresentações e promove eventos juninos há muitos anos, preservando as tradições da cultura popular brasileira. A última apresentação do grupo aconteceu no último domingo (26), na Estrada Velha da Tijuca, 45 (Usina).</p><p style="text-align: justify; ">Ao longo de sua trajet&oacute;ria, construiu uma equipe e um elenco formados por artistas com ampla experiência prática, adquirida em diversas edições do projeto.</p><p style="text-align: justify; ">O grupo tamb&eacute;m se destaca pelo compromisso com a inclusão, contando com a participação de Pessoas com Deficiência (PcD), incluindo pessoas cegas, com baixa visão e outras deficiências, al&eacute;m de pessoas idosas (60+). Dessa forma, a Quadrilha Junina promove um ambiente de valorização da diversidade, do protagonismo e do acesso democrático &agrave; cultura, fortalecendo a convivência comunitária e a participação de diferentes públicos nas manifestações culturais populares.</p><p style="text-align: justify; ">A apresentação desta sexta será a partir das 19h, na Rua Conde de Bonfim, 1281 (Tijuca). O elenco conta com 25 pessoas, entre elas Jaque Winter, Ronaldo Duarte, Fernando Mattos, Kátia Vargas, Sabrina Gomes, Inês Helena, Paloma Bernardo, Andr&eacute; Lima, Leylane Rodrigues, Damião Reis, Bianca Ferreira, Camilo Guilherme, Ane Rodrigues e Marciram Silva.</p><p style="text-align: justify; ">A produção &eacute; de Joana Seibel Machado Produções Artísticas e Cia. Artística Eficientes Especiais, a classificação etária &eacute; livre, a duração da apresentação &eacute; de 30 minutos e a entrada &eacute; gratuita.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
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			<title>Mulheres que Inovam celebra dois anos e anuncia seu novo programa MQI Trends</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93744/mulheres-que-inovam-celebra-dois-anos-e-anuncia-seu-novo-programa-mqi-trends.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 12:55:44 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O movimento Mulheres que Inovam (MQI), criado em 2024, que visa democratizar o acesso &agrave; inovação entre mulheres empreendedoras de todo pa&iacute;s, completa dois anos em agosto com uma comunidade de mais de três mil empreendedoras de diversos segmentos e regiões do pa&iacute;s impactadas pela aplicação da inovação em seus neg&oacute;cios. A data &eacute; comemorada com o lançamento do MQI Trends, um novo programa semanal do projeto no YouTube que vai discutir sobre tendências,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O movimento Mulheres que Inovam (MQI), criado em 2024, que visa democratizar o acesso &agrave; inovação entre mulheres empreendedoras de todo pa&iacute;s, completa dois anos em agosto com uma comunidade de mais de três mil empreendedoras de diversos segmentos e regiões do pa&iacute;s impactadas pela aplicação da inovação em seus neg&oacute;cios. A data &eacute; comemorada com o lançamento do MQI Trends, um novo programa semanal do projeto no YouTube que vai discutir sobre tendências, neg&oacute;cios e futuro.</p><p style="text-align: justify; ">A iniciativa MQI &eacute; de criação da Sociedade Brasileira de Inovação (SBI) e liderada pela CEO da SBI, Helena Levorato, tendo como ponto de partida de que a presença feminina na maioria dos ambientes de inovação era inferior, al&eacute;m de encontrarem poucas pontes para os temas de inovação e criatividade que poderiam impactar o futuro dos seus neg&oacute;cios, como afirma Helena:</p><p style="text-align: justify; ">“Mulheres que Inovam nasceu da observação de que existia um espaço a preencher, e dois anos depois, mais de três mil mulheres confirmam que esse espaço existia mesmo. O nosso programa ocupa um espaço distinto já que não se propõe a ser apenas um canal de inspiração e motivação, mas sim de conexão, capacitação e oferecer oportunidades para explorarem todo o seu potencial criativo e transformador. Al&eacute;m disso, buscamos promover a inovação como ferramenta para o crescimento pessoal e profissional por meio de uma ampla rede de apoio que visa &agrave; prosperidade do p&uacute;blico feminino”, destaca Levorato. </p><p style="text-align: justify;">Em pouco tempo o programa difundiu sendo adotado a n&iacute;vel nacional por sua estrutura de um ecossistema cont&iacute;nuo de aprendizagem, conexão e visibilidade, que combina comunidade, conte&uacute;do, eventos, publicações, mentorias, masterclasses, workshops, encontros online e experiências presenciais, sob as premissas de que inovar não &eacute; exclusivo para o setor de tecnologia e nem um recorte para as grandes empresas, al&eacute;m de posicionar a inovação como linguagem de crescimento e ferramenta de competitividade para mulheres de todos os segmentos, aproximando empreendedoras de conceitos, ferramentas e oportunidades antes concentrados apenas em ambientes empresariais mais t&eacute;cnicos.</p><p style="text-align: justify;"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/07/93743_5974a568e5663d828e0ef1a27a1832c2.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify; "><b>MQI Trends: novo espaço de trocas e conhecimentos</b></p><p style="text-align: justify; ">A estreia do MQI Trends na primeira semana de agosto &eacute; mais um passo no compromisso da SBI e MQI com as lacunas que podem ser preenchidas atrav&eacute;s da inovação. O programa tem um formato online e semanal a ser transmitido no Youtube da SBI, e conta com a apresentação de Helena Levorato ao receber especialistas convidadas de diversas áreas do ecossistema de neg&oacute;cios e inovação em uma roda de conversa qualificada; um canal de inteligência coletiva; que traduz as complexidades do mundo de hoje em uma perspectiva aplicável.</p><p style="text-align: justify; ">Cada epis&oacute;dio vai girar em torno de uma pauta principal, que pode ser uma tendência emergente, uma nova ferramenta, um fato recente ou uma discussão em curso no mundo dos neg&oacute;cios, atrav&eacute;s de três pilares centrais: “o que está acontecendo agora, como isso impacta, e como se preparar para o que vem a seguir”, com trocas valiosas entre as vozes femininas da bancada embasada nos pilares centrais e contribuições &iacute;mpares para o futuro dos neg&oacute;cios dessas mulheres que estão inovando ou que desejam inovar.</p><p style="text-align: justify;">Sobre a nova proposta, Helena Levorato afirma: “O MQI Trends &eacute; o pr&oacute;ximo passo, de levar essa mesma qualidade de discussão para um formato que alcance ainda mais mulheres, com mais frequência, e com a urgência que o momento exige. O mundo está se movendo rápido, e as mulheres que lideram neg&oacute;cios precisam de um espaço onde possam entender o momento atual e o futuro pr&oacute;ximo, com a profundidade que uma boa conversa entre experts permite”, pontua a Cofundadora do projeto. </p><p style="text-align: justify; "><b>Parcerias, eventos e o pioneirismo da Revista Digital Mulheres que Inovam</b></p><p style="text-align: justify; ">Vale ressaltar que o ex&iacute;mio trabalho da iniciativa para as mulheres empreendedoras, os resultados potenciais e o destaque alcançado, permitiu o reconhecimento por  instituições como Sebrae, Finep e parques tecnol&oacute;gicos, entre eles o PIT, o Hub Goiás e o Itaipu Parquetec, como uma ponte qualificada para o acesso &agrave; formação, &agrave; mentoria e &agrave;s oportunidades voltadas a mulheres empreendedoras e startups lideradas por mulheres, ampliando sua capacidade de conexão com editais, programas de apoio e iniciativas de inovação.</p><p style="text-align: justify;">Ainda sobre a espiral crescente do movimento MQI nesses dois anos, com sua autoridade, notoriedade e importância no cenário em evidência, pode ser traduzido em n&uacute;meros pelas centenas de encontros online e masterclasses, cinco eventos presenciais em formato de SUMMIT em cidades como Florian&oacute;polis, São Carlos, São Paulo e São Jos&eacute; dos Campos, e tamb&eacute;m pelo ativo editorial pioneiro no pa&iacute;s de inovação dedicado ao p&uacute;blico feminino, a Revista Digital Mulheres que Inovam que já conta com cinco edições publicadas. </p><p style="text-align: justify; "><b>Sobre a Sociedade Brasileira de Inovação (SBI)</b></p><p style="text-align: justify; ">A SBI &eacute; uma organização dedicada a capacitar e fomentar a inovação no Brasil por meio de eventos, comunidades, publicações, cursos, certificações, publicações e outras iniciativas de capacitação. Com mais de 70 mil conexões no ecossistema de inovação hoje no Brasil, a SBI atua na interseção entre empresas, hubs de inovação, parques tecnol&oacute;gicos, instituições de fomento, startups e profissionais, contribuindo para a construção de um ambiente de neg&oacute;cios mais inovador, competitivo, criativo e preparado para o futuro.</p><p style="text-align: justify;"><br></p><p style="text-align: justify;"><br></p><p style="text-align: justify; "><br></p><p>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Fotos: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
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			<title>Evento gratuito sobre liderança feminina e desenvolvimento humano abre inscrições </title>
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			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 12:47:47 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA["Quando fortalecemos uma mulher, fortalecemos tamb&eacute;m sua fam&iacute;lia, seus neg&oacute;cios e a comunidade onde ela está inserida." A reflexão da psic&oacute;loga e especialista em educação socioemocional Luana Menezes, coordenadora do Ella Lidera Rio, traduz a proposta do evento, que será gratuito, e contará com debates sobre liderança, desenvolvimento humano, sa&uacute;de emocional e empreendedorismo, al&eacute;m de promover conexões e fortalecer redes de apoio.A...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">"Quando fortalecemos uma mulher, fortalecemos tamb&eacute;m sua fam&iacute;lia, seus neg&oacute;cios e a comunidade onde ela está inserida." A reflexão da psic&oacute;loga e especialista em educação socioemocional Luana Menezes, coordenadora do Ella Lidera Rio, traduz a proposta do evento, que será gratuito, e contará com debates sobre liderança, desenvolvimento humano, sa&uacute;de emocional e empreendedorismo, al&eacute;m de promover conexões e fortalecer redes de apoio.</p><p style="text-align: justify; ">A programação inclui atividades para crianças, uma iniciativa que busca ampliar o acesso de mães ao evento e reforçar a ideia de que investir no desenvolvimento feminino tamb&eacute;m passa por criar condições para que mais mulheres possam participar.</p><p style="text-align: justify; ">Especialistas de diferentes áreas estarão palestrando. Entre os destaques está o tema "Identidade &ndash; O maior ativo da mulher atual", que propõe uma reflexão sobre autenticidade e liderança a partir da reconexão com a pr&oacute;pria essência.</p><p style="text-align: justify; ">"Quando uma mulher reconhece quem realmente &eacute;, ela deixa de viver apenas para atender expectativas e passa a construir uma trajet&oacute;ria alinhada aos seus valores e prop&oacute;sito. A identidade &eacute; o maior patrim&ocirc;nio que uma mulher pode desenvolver", destaca Tainá Teixeira, ju&iacute;za de paz, escritora, palestrante e mentora.</p><p style="text-align: justify; ">Outra tema em evidência será "Toda pressão produz comportamentos &ndash; Como sustentar sua direção quando a pressão tenta decidir por você".</p><p style="text-align: justify; ">“Toda pressão produz comportamentos. Quando esses comportamentos não são percebidos conscientemente, podem comprometer decisões, relações e resultados. Aprender a identificá-los &eacute; essencial para sustentar a direção necessária na vida e na liderança”, afirma Thalita Bragança, especialista em comportamento humano sob pressão.</p><p style="text-align: justify; ">Segundo Luana Menezes, o evento tem como foco o desenvolvimento da liderança feminina e recebe homens para contribuir para esse diálogo.</p><p style="text-align: justify; ">"Acreditamos que esse &eacute; um movimento que beneficia a sociedade como um todo. Quando crescemos juntos, os impactos positivos alcançam as fam&iacute;lias e os relacionamentos. Por isso, homens são bem-vindos, afinal, comunidades mais fortes são constru&iacute;das quando todos fazem parte dessa conversa", explica a psic&oacute;loga e l&iacute;der do evento.</p><p style="text-align: justify; ">Essa visão tamb&eacute;m estará presente na palestra, "Como a educação emocional masculina impacta a liberdade, segurança e equidade para as mulheres", na qual Luana abordará como o desenvolvimento emocional dos homens pode contribuir para relações mais saudáveis, ampliar a segurança e fortalecer a equidade de gênero.</p><p style="text-align: justify; ">O Ella Lidera Rio será realizado no dia 22 de agosto, no Americas Avenue Business Square, no Recreio dos Bandeirantes. As inscrições, que são gratuitas, podem ser feitas pelo site <a href="https://www.sympla.com.br/evento/ella-lidera-2026-rio-de-janeiro/3505848"><b>https://www.sympla.com.br/evento/ella-lidera-2026-rio-de-janeiro/3505848</b></a>.</p><p style="text-align: justify; "><b>Sobre o Ella Lidera</b></p><p style="text-align: justify; ">&Eacute; um movimento nacional que acontece simultaneamente em 11 cidades brasileiras, conectando mulheres por meio de uma programação voltada ao desenvolvimento de lideranças, &agrave; troca de experiências e &agrave; construção de redes de apoio. Em 2026, as edições serão realizadas em Bel&eacute;m (PA), Belo Horizonte (MG), Bras&iacute;lia (DF), Campinas (SP), Curitiba (PR), Florian&oacute;polis (SC), Goiânia (GO), Joinville (SC), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Vit&oacute;ria (ES).</p><p style="text-align: justify; "><b>Serviço</b></p><p style="text-align: justify;">Ella Lidera | Rio de Janeiro</p><p style="text-align: justify;">Data: 22 de agosto</p><p style="text-align: justify;">Local: Americas Avenue Business Square &ndash; Recreio dos Bandeirantes &ndash; Rio de Janeiro</p><p style="text-align: justify;">Evento gratuito</p><p style="text-align: justify; ">Inscrições: <a href="https://www.sympla.com.br/evento/ella-lidera-2026-rio-de-janeiro/3505848"><b>https://www.sympla.com.br/evento/ella-lidera-2026-rio-de-janeiro/3505848</b></a></p><p style="text-align: justify; ">  </p>]]></content:encoded>
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