<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="https://eurio.com.br/hf-sistema/assets/feed/latest.xsl" ?>
<?xml-stylesheet type="text/css" href="https://eurio.com.br/hf-sistema/assets/feed/latest.css" ?>
<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" 
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" 
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" 
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"	
	xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" 
	xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" 
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" 
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" 
	version="2.0">
    <channel>
		<title>Comportamento - Eu, Rio!</title>
		<link>https://eurio.com.br/</link>
		<atom:link href="https://eurio.com.br/" rel="self" type="application/rss+xml" />
		<description>Portal Eu, Rio!</description>
		<image>
			<link>https://eurio.com.br/</link>
			<url>https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/layout/logo_730716f1b7ac7f8d0cf761b9c76b3862.png</url>
			<title>Eu, Rio!</title>
		</image>
		<language>pt-BR</language>
		<generator>HOTFIX PRESS</generator>
		<sy:updatePeriod xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">1</sy:updateFrequency>
		<copyright>Copyright 2026 eurio.com.br</copyright>
		<docs>http://press.hotfix.com.br/</docs>
		<item>
			<title>Ex-BBBs se unem em desfile beneficente em prol da CACCST </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91891/ex-bbbs-se-unem-em-desfile-beneficente-em-prol-da-caccst.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/91891/ex-bbbs-se-unem-em-desfile-beneficente-em-prol-da-caccst.html</guid>
			<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 09:14:30 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A solidariedade foi a grande estrela do &uacute;ltimo sábado (30), durante a 28ª edição do Desfile Solidário em prol da CACCST &ndash; Casa de Apoio &agrave; Criança com Câncer de Santa Teresa. O evento foi realizado no tradicional Salão Nobre do Fluminense, em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio de Janeiro, e reuniu um verdadeiro time de estrelas.Passaram pela passarela as ex-BBBs Jordana Morais, Aline Patriarca, Fernanda Bande, Franciele Almeida, Renata Saldanha e o ex-BBB Maike Allan, a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A solidariedade foi a grande estrela do &uacute;ltimo sábado (30), durante a 28ª edição do Desfile Solidário em prol da CACCST &ndash; Casa de Apoio &agrave; Criança com Câncer de Santa Teresa. O evento foi realizado no tradicional Salão Nobre do Fluminense, em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio de Janeiro, e reuniu um verdadeiro time de estrelas.</p><p style="text-align: justify;">Passaram pela passarela as ex-BBBs Jordana Morais, Aline Patriarca, Fernanda Bande, Franciele Almeida, Renata Saldanha e o ex-BBB Maike Allan, a atriz e musicista Julia Klein, os atletas ol&iacute;mpicos da natação Brandonn Almeida e Bruce Hanson, as influenciadoras Jordana Gleise (Jojo Todynho) e Gi Alparone, o cantor Buchecha, o ator Levi Asaf, entre outros convidados que abraçaram a causa com entusiasmo.</p><p style="text-align: justify;"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/06/91890_944c3179b08bb0a74f5d2c6a45699718.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify;">Buchecha relembrou seus grandes sucessos e colocou todo mundo para dançar.</p><p style="text-align: justify;">As ex-BBBs deram um show de simpatia, posaram para muitas fotos e esbanjaram carinho para todos.</p><p style="text-align: justify;">Os fãs clubes de Fernanda Bande, Aline Patriarca e Jordana Morais tamb&eacute;m se empenharam em ajudar a causa.</p><p style="text-align: justify;">Todos os fãs se uniram e fizeram suas doações &agrave; instituição. O fã clube Jojoboy arrecadou e doou para a Caccst um cheque de R$ 13.110,00. </p><p style="text-align: justify;">A influenciadora e atriz Gi Alparone, al&eacute;m de apoiar a causa desfilou com uma camisa de sua pr&oacute;pria coleção de roupas em parceria com a marca Lolja, que apresenta uma linha exclusiva de camisetas e moletons, que será lançada em breve. </p><p style="text-align: justify;">Já Jordana Gleise (Jojo Todynho) parou literalmente o trânsito e deu conta de uma fila enorme de fãs que aguardaram por uma selfie com a influenciadora.</p><p style="text-align: justify;">Com toda a renda revertida para a instituição, a iniciativa ajuda a fortalecer o trabalho da CACCST, que há 25 anos oferece acolhimento e assistência a crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer e doenças hematol&oacute;gicas.</p><p style="text-align: justify;">Muito al&eacute;m da moda, o desfile &eacute; sempre marcado por momentos de emoção, conscientização e acolhimento. Cada passo na passarela simboliza esperança, amor e apoio &agrave;s fam&iacute;lias que enfrentam diariamente os desafios impostos pelo câncer.</p><p style="text-align: justify;">A realização do evento tamb&eacute;m   conta com importantes parceiros, entre eles o Hotel Lifestyle Laghetto Collection e diversos fã-clubes das ex-BBBs que sempre mobilizaram suas comunidades em favor da causa.</p><p style="text-align: justify;">A mensagem que ecoou durante todo o sábado foi a mesma defendida pela instituição há anos: “Câncer não &eacute; contagioso, mas solidariedade &eacute;!”</p><p style="text-align: justify;">Quem desejar contribuir com o trabalho da CACCST pode fazer uma doação via PIX pelo CNPJ 04.158.233/0001-78 e ajudar a transformar vidas por meio do acolhimento, do cuidado e da esperança.</p><p style="text-align: justify;"><br></p><p style="text-align: justify;"><br></p><p>      </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/06/91891_1004492967-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/06/91891_1004492967-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/06/91891_1004492967-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Wallace Barbosa/Zapp News ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Oficinas Carnavalescas gratuitas na Mangueira têm mais de mil jovens beneficiados</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91783/oficinas-carnavalescas-gratuitas-na-mangueira-tem-mais-de-mil-jovens-beneficiados.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/91783/oficinas-carnavalescas-gratuitas-na-mangueira-tem-mais-de-mil-jovens-beneficiados.html</guid>
			<pubDate>Thu, 28 May 2026 19:03:44 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira oferece Oficinas Carnavalescas com diversas ações formativas para pessoas da comunidade e em situação de vulnerabilidade social, com oportunidade de formação e geração de renda. Neste mês, as oficinas oferecidas seguirão at&eacute; dia 29, e esta edição bateu o recorde de atendimentos, com mais de mil alunos beneficiados.Dentro do escopo do projeto estão inclu&iacute;das oficinas de percussão, cavaco, violão, canto, samba no...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira oferece Oficinas Carnavalescas com diversas ações formativas para pessoas da comunidade e em situação de vulnerabilidade social, com oportunidade de formação e geração de renda. Neste mês, as oficinas oferecidas seguirão at&eacute; dia 29, e esta edição bateu o recorde de atendimentos, com mais de mil alunos beneficiados.</p><p style="text-align: justify; ">Dentro do escopo do projeto estão inclu&iacute;das oficinas de percussão, cavaco, violão, canto, samba no p&eacute;, dança afro, tranças e zumba. Todas as atividades são gratuitas e realizadas na quadra da escola de samba, com o objetivo de capacitar novos talentos, fortalecer a comunidade e integrar participantes com mestres da bateria da Verde e Rosa</p><p style="text-align: justify; ">Segundo a presidenta da Escola, Guanayra Firmino, as oficinas carnavalescas, realizadas desde 2025, já estão gerando frutos reais, com mais acesso &agrave; cultura, formação, fortalecimento da identidade e novas possibilidades de geração de emprego e renda para a comunidade.</p><p style="text-align: justify; ">“Hoje, o foco &eacute; no resultado. Nos rostos, nas hist&oacute;rias e em cada certificado que representa conquista, aprendizado e transformação. Um registro afetivo do impacto que a gente constr&oacute;i juntos, valorizando quem &eacute; da casa e fortalecendo o nosso futuro”, enfatiza a presidenta da agremiação. </p><p style="text-align: justify; ">Ainda segundo Guanayra, o trabalho desenvolvido nas Oficinas Carnavalescas vai muito al&eacute;m da formação t&eacute;cnica, promovendo inclusão, autoestima e oportunidades reais para pessoas que encontram na escola um espaço de acolhimento e transformação social. As iniciativas têm sido fundamentais para levar dignidade a quem mais precisa, fortalecendo v&iacute;nculos comunitários e ampliando horizontes.</p><p style="text-align: justify; ">“Mais do que ensinar um of&iacute;cio, as oficinas devolvem esperança e mostram novos caminhos para quem muitas vezes não se sentia visto. Quando a escola estende a mão, ela não s&oacute; forma profissionais, mas transforma hist&oacute;rias e resgata a dignidade de muita gente”, reflete Guanayra Firmino.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91783_1004468366-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91783_1004468366-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91783_1004468366-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Mais de meio bilhão de brasileiros já solicitaram bloqueio voluntário das bets online</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91729/mais-de-meio-bilhao-de-brasileiros-ja-solicitaram-bloqueio-voluntario-das-bets-online.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/91729/mais-de-meio-bilhao-de-brasileiros-ja-solicitaram-bloqueio-voluntario-das-bets-online.html</guid>
			<pubDate>Wed, 27 May 2026 12:26:45 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Ao menos 574 mil brasileiros já solicitaram o bloqueio voluntário em casas de aposta on-line autorizadas no país, por meio da plataforma de autoexclusão de bets. A ferramenta, lançada pelo governo federal em dezembro, permite que a pessoa cancele o acesso, em uma única solicitação, usando o número de CPF. Segundo o Minist&eacute;rio da Saúde, 41% dos usuários cadastrados apontaram que o principal motivo para a autoexclusão foi a perda de controle sobre os jogos e os impactos na...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>Ao menos 574 mil brasileiros já solicitaram o bloqueio voluntário em casas de aposta on-line autorizadas no país, por meio da plataforma de autoexclusão de bets.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691112&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691112&o=node"></p><p> A ferramenta, lançada pelo governo federal em dezembro, permite que a pessoa cancele o acesso, em uma única solicitação, usando o número de CPF.</p><p> Segundo o Minist&eacute;rio da Saúde, 41% dos usuários cadastrados apontaram que o principal motivo para a autoexclusão foi a perda de controle sobre os jogos e os impactos na saúde mental.  </p><p>Já 18% alegaram a prevenção ao uso indevido das informações nas plataformas. E, 12%  justificaram dificuldades financeiras.</p><p>Os usuários ainda podem definir por quanto tempo querem ficar fora das casas de apostas. De acordo com o levantamento, 69% escolheram ficar por tempo indeterminado.</p><p> Al&eacute;m do bloqueio, a Plataforma Centralizada de Autoexclusão reúne orientações e links com informações de onde encontrar atendimento especializado no SUS, Sistema Único de Saúde. A ferramenta ainda impede novos cadastros e suspende o envio de propagandas direcionadas sobre o assunto.</p><p> Dentre as medidas do Minist&eacute;rio da Saúde relacionadas &agrave;s bets está o investimento de R$ 6 milhões na primeira pesquisa nacional do SUS sobre jogos e apostas. O estudo será conduzido pela Universidade Federal de São Paulo e a previsão &eacute; que tenha início ainda este ano.</p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91729_facilidade-de-acesso-on-line-dificulta-controle-sobre-o-vicio-nas-apostas-on-line-e-cada-vez-mais-br.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91729_facilidade-de-acesso-on-line-dificulta-controle-sobre-o-vicio-nas-apostas-on-line-e-cada-vez-mais-br.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91729_facilidade-de-acesso-on-line-dificulta-controle-sobre-o-vicio-nas-apostas-on-line-e-cada-vez-mais-br.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Facilidade de acesso on line dificulta controle sobre o v&iacute;cio nas apostas on line, e cada vez mais brasileiros recorrem &agrave; plataforma de autoexclus&atilde;o]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Transição de carreira: como ser coerente consigo mesma e estar conectada com valores e propósitos</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91694/transicao-de-carreira-como-ser-coerente-consigo-mesma-e-estar-conectada-com-valores-e-propositos.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/91694/transicao-de-carreira-como-ser-coerente-consigo-mesma-e-estar-conectada-com-valores-e-propositos.html</guid>
			<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:28:25 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[“Virei mãe e não consigo conciliar minha carreira com a maternidade. Decidi empreender para ter mais tempo com meu filho”. Foi assim que a jornalista esportiva Domitila Becker anunciou a sa&iacute;da de seu emprego no Uol, no &uacute;ltimo dia 8. De acordo com a especialista em Branding, Personal Branding, Reputação, Carreira e Comunicação, Patr&iacute;cia Dalpra, esse movimento não &eacute; tão atual assim, mas está em ascensão.Dispostos a abandonar a estabilidade em busca de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">“Virei mãe e não consigo conciliar minha carreira com a maternidade. Decidi empreender para ter mais tempo com meu filho”. Foi assim que a jornalista esportiva Domitila Becker anunciou a sa&iacute;da de seu emprego no Uol, no &uacute;ltimo dia 8. De acordo com a especialista em Branding, Personal Branding, Reputação, Carreira e Comunicação, Patr&iacute;cia Dalpra, esse movimento não &eacute; tão atual assim, mas está em ascensão.</p><p style="text-align: justify; ">Dispostos a abandonar a estabilidade em busca de valorização, mais de 40% dos profissionais brasileiros planejam trocar de emprego em 2026. O movimento, revelado pela Pesquisa de Tendências da Catho, sinaliza uma mudança de paradigma onde o plano de carreira e o bem-estar agora dividem o protagonismo com as pretensões salariais na lista de prioridades de quem busca novas oportunidades.</p><p style="text-align: justify; ">“Há cerca de de anos, houve um movimento muito forte de mulheres saindo do mundo corporativo e migrando para o voo solo, especialmente para a consultoria de imagem. Não significa que esse não pudesse ser um caminho válido. Para algumas era e ainda &eacute;. Mas a primeira reflexão &eacute;: antes de olhar para o mercado, &eacute; fundamental olhar para dentro”, explica a especialista.</p><p style="text-align: justify; ">Patr&iacute;cia ressalta que a primeira chave na transição de carreira não &eacute; o mercado, mas sim o autoconhecimento. Segundo ela, &eacute; olhar com profundidade para a pr&oacute;pria hist&oacute;ria, para a trajet&oacute;ria e para as experiências de vida porque muitas vezes &eacute; exatamente ali que estão possibilidades que nunca foram consideradas.</p><p style="text-align: justify; ">No v&iacute;deo publicado, Domitila explica que pretende viver de projetos nas redes sociais. Ela conta que não sabe se vai dar certo ou não, mas &eacute; necessário para ter tempo com o filho.</p><p style="text-align: justify; ">“Em uma transição de carreira, mais do que definir “o que fazer”, o ponto central &eacute; encontrar o sentido do que você faz. A pergunta deixa de ser apenas o que você faz e passa a ser por que você faz. E essa mudança de perspectiva &eacute; o que sustenta uma transição mais coerente, conectada com valores, identidade e prop&oacute;sito”, diz Patr&iacute;cia, que &eacute; membro do Conselho Winning Women, da empresa EY.</p><p style="text-align: justify; ">Para quem está nesse momento da vida, Patr&iacute;cia ressalta que empreender exige dedicação real e não significa menos trabalho.</p><p style="text-align: justify; ">“Existe flexibilidade, mas tamb&eacute;m muito trabalho, especialmente, no in&iacute;cio, quando a estrutura ainda está sendo constru&iacute;da. Empreender traz autonomia, mas tamb&eacute;m exige presença, consistência e comprometimento. Por isso, alinhar expectativas &eacute; fundamental para não gerar frustração, al&eacute;m de entender que todo novo ciclo tem um tempo de maturação”, finaliza Patr&iacute;cia.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91694_1004449056-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91694_1004449056-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91694_1004449056-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Cartórios de Notas do Rio de Janeiro registram quase 2.8 mil manifestações de doação de órgãos em dois anos</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91665/cartorios-de-notas-do-rio-de-janeiro-registram-quase-2-8-mil-manifestacoes-de-doacao-de-orgaos-em-do.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/91665/cartorios-de-notas-do-rio-de-janeiro-registram-quase-2-8-mil-manifestacoes-de-doacao-de-orgaos-em-do.html</guid>
			<pubDate>Mon, 25 May 2026 12:01:49 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Quase 2.8 mil cidadãos já formalizaram digitalmente o desejo de doar &oacute;rgãos do Rio de Janeiro, enquanto mais de 2.7 mil pessoas aguardam atualmente por um transplante. Criada há dois anos pelos Cart&oacute;rios de Notas e regulamentada nacionalmente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Autorização Eletr&ocirc;nica de Doação de &Oacute;rgãos (AEDO) vem ampliando o acesso da população &agrave; autorização oficial para doação e fortalecendo a cultura da doação.Desde...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Quase 2.8 mil cidadãos já formalizaram digitalmente o desejo de doar &oacute;rgãos do Rio de Janeiro, enquanto mais de 2.7 mil pessoas aguardam atualmente por um transplante. Criada há dois anos pelos Cart&oacute;rios de Notas e regulamentada nacionalmente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Autorização Eletr&ocirc;nica de Doação de &Oacute;rgãos (AEDO) vem ampliando o acesso da população &agrave; autorização oficial para doação e fortalecendo a cultura da doação.</p><p style="text-align: justify; ">Desde seu lançamento, a plataforma já contabiliza 2.761 manifestações formais de intenção de doação de &oacute;rgãos realizadas de forma totalmente eletr&ocirc;nica no estado. O crescimento das solicitações demonstra a consolidação da ferramenta como um importante instrumento de apoio ao sistema nacional de transplantes e de conscientização sobre a importância da doação de &oacute;rgãos.</p><p style="text-align: justify; ">Os n&uacute;meros ganham ainda mais relevância diante da realidade enfrentada pelo sistema de transplantes brasileiro. Dados do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de apontam que mais de 2.7 mil pessoas aguardam atualmente por um transplante de &oacute;rgão no estado. Apenas em 2026, mais de 3 mil transplantes já foram realizados no pa&iacute;s, dando sequência ao crescimento observado nos &uacute;ltimos anos. Entre os mais frequentes estão os de rim e f&iacute;gado, que seguem concentrando a maior demanda, tanto estadual quanto nacional.</p><p style="text-align: justify; ">“A celebração dos dois anos da AEDO reforça a importância de iniciativas que ampliam a conscientização sobre a doação de &oacute;rgãos e facilitam o acesso da população a esse ato de cidadania. Os Cart&oacute;rios de Notas vêm contribuindo de forma significativa ao disponibilizar uma ferramenta segura, acess&iacute;vel e totalmente digital para que os cidadãos possam formalizar oficialmente sua vontade de doar &oacute;rgãos”, afirma Edyanne Moura da Frota Cordeiro, presidente do Col&eacute;gio Notarial do Brasil - Seção Rio de Janeiro (CNB/RJ).</p><p style="text-align: justify; ">Criada pelo Col&eacute;gio Notarial do Brasil &ndash; Conselho Federal (CNB/CF), por meio da plataforma e-Notariado, e regulamentada nacionalmente pelo CNJ por meio do Provimento nº 164/2014, a AEDO permite que qualquer cidadão realize gratuitamente sua autorização de doação de &oacute;rgãos pela internet, com validação jur&iacute;dica realizada pelos Cart&oacute;rios de Notas.</p><p style="text-align: justify;">Al&eacute;m do avanço tecnol&oacute;gico, iniciativas legislativas tamb&eacute;m passaram a incentivar a adesão ao sistema. No Paraná, por exemplo, a Lei nº 22.618/2025 passou a garantir benef&iacute;cios como meia-entrada em eventos culturais e esportivos para doadores cadastrados na AEDO. </p><p style="text-align: justify;"><br></p><p style="text-align: justify; "><br></p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91665_1004442226-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91665_1004442226-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91665_1004442226-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Lançamento do livro “Mulheres na Comunicação” reúne a nata do setor e público recorde</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91354/lana-amento-do-livro-a-mulheres-na-comunicaa-a-oa-reaºne-a-nata-do-setor-e-paºblico-recorde.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/91354/lana-amento-do-livro-a-mulheres-na-comunicaa-a-oa-reaºne-a-nata-do-setor-e-paºblico-recorde.html</guid>
			<pubDate>Fri, 15 May 2026 10:53:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A força feminina que move a comunicação ganhou voz, protagonismo e registro hist&oacute;rico em “Mulheres na Comunicação &ndash; Volume I: Edição Poder de uma Hist&oacute;ria”, lançamento da Editora Leader, idealizado por Andr&eacute;ia Roma.O evento de lançamento, realizado dia 12 de maio, foi marcado por grande repercussão: a livraria ficou lotada, recebeu presença de famosos e convidados especiais, al&eacute;m de profissionais de destaque do setor, consolidando-se como um...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A força feminina que move a comunicação ganhou voz, protagonismo e registro hist&oacute;rico em “Mulheres na Comunicação &ndash; Volume I: Edição Poder de uma Hist&oacute;ria”, lançamento da Editora Leader, idealizado por Andr&eacute;ia Roma.</p><p style="text-align: justify;">O evento de lançamento, realizado dia 12 de maio, foi marcado por grande repercussão: a livraria ficou lotada, recebeu presença de famosos e convidados especiais, al&eacute;m de profissionais de destaque do setor, consolidando-se como um verdadeiro sucesso e um encontro memorável para o mercado editorial e da comunicação.</p><p style="text-align: justify;">A obra reuniu 24 profissionais da área em um projeto que foi al&eacute;m das páginas, transformando trajet&oacute;rias de superação, liderança e coragem em inspiração para novas gerações.</p><p style="text-align: justify;">Integrante da consagrada S&eacute;rie Mulheres, a obra destaca o impacto feminino na construção de narrativas, na transformação da sociedade e na evolução do mercado da comunicação.</p><p style="text-align: justify;">Em relatos intensos e inspiradores, as coautoras compartilharam experiências reais sobre desafios profissionais, maternidade, liderança, inovação, tecnologia, mentoria e os obstáculos ainda presentes no setor, como teto de vidro, desigualdade salarial e a busca constante por reconhecimento.</p><p style="text-align: justify;">Mais do que uma coletânea de hist&oacute;rias, a publicação propõe um movimento de valorização da autoridade feminina, evidenciando o poder da comunicação como ferramenta de transformação social. Cada capítulo revela a jornada de mulheres que romperam barreiras, reinventaram caminhos e conquistaram espaço em um mercado historicamente competitivo.</p><p style="text-align: justify;">Idealizado por Andr&eacute;ia Roma, CEO da Editora Leader e criadora do selo S&eacute;rie Mulheres, o projeto reforça o compromisso da editora em ampliar a visibilidade das vozes femininas e eternizar hist&oacute;rias que inspiram mudanças dentro e fora do ambiente corporativo.</p><p style="text-align: justify;"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/05/91353_30fe426029e43d035c51f1dd22f8cbfb.jpg"><br></p><p style="text-align: justify; "><b><i>Andreia Roma e Catarina Pierangeli. Foto: Divulgação </i></b></p><p style="text-align: justify; ">Com grande adesão do público e reconhecimento no lançamento, “Mulheres na Comunicação &ndash; Volume I: Edição Poder de uma Hist&oacute;ria” chega ao mercado como um manifesto de força, resiliência e representatividade, mostrando que comunicar tamb&eacute;m &eacute; abrir caminhos, transformar realidades e deixar legado.</p><p style="text-align: justify;"><b>Serviço</b> </p><p style="text-align: justify;">“Mulheres na Comunicação &ndash; Volume I: Edição Poder de uma Hist&oacute;ria”</p><p style="text-align: justify;">Edição: abril 2026</p><p style="text-align: justify;">Coordenação: Andr&eacute;ia Roma, Catarina Pierangeli</p><p style="text-align: justify;">Coautoras do livro: Adriana Cury | Adriana Scalabrin | Alexandra Aparecida Pasquali Freitas | Amanda Ansaldo | Angelica Armentano | Bruna Bittencourt | Claudia Recker | Daniele Gradinar | Danielle Freddo | Elaine Cruz | Giordania Tavares | Heloisa Giraldes | Júlia Floriani Volkmer Bessil | Karen Gatti | Marcia Ladeira | Patrícia C. B. Abdalla | Rita Dianin | Roberta Lemos | Salete Paludo | Samanta Norberto Greghi | Selma Souto | Thais Hunt</p><p style="text-align: justify;">Selo: S&eacute;rie Mulheres</p><p style="text-align: justify;">Páginas: 336</p><p style="text-align: justify;">Preço: R$ 79,90</p><p style="text-align: justify; ">ISBN: 978-85-5474-392-5    </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91354_1004368274-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91354_1004368274-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91354_1004368274-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Expedição 21 celebra dez edições e oito anos de impacto na autonomia de pessoas com síndrome de Down</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91241/expedicao-21-celebra-dez-edicoes-e-oito-anos-de-impacto-na-autonomia-de-pessoas-com-sindrome-de-down.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/91241/expedicao-21-celebra-dez-edicoes-e-oito-anos-de-impacto-na-autonomia-de-pessoas-com-sindrome-de-down.html</guid>
			<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:28:48 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Expedição 21, programa de imersão que estimula a autonomia de pessoas com deficiência intelectual e s&iacute;ndrome de Down, chega a um marco importante em sua trajet&oacute;ria: a realização da sua d&eacute;cima edição, celebrando tamb&eacute;m 8 anos de hist&oacute;ria e transformação social.Criada em 2018 por Alex Duarte, fundador do Instituto Cromossomo 21 e especialista em Educação Inclusiva, a iniciativa já impactou centenas de jovens do Brasil e fora do pa&iacute;s(mais de ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A Expedição 21, programa de imersão que estimula a autonomia de pessoas com deficiência intelectual e s&iacute;ndrome de Down, chega a um marco importante em sua trajet&oacute;ria: a realização da sua d&eacute;cima edição, celebrando tamb&eacute;m 8 anos de hist&oacute;ria e transformação social.</p><p style="text-align: justify;">Criada em 2018 por Alex Duarte, fundador do Instituto Cromossomo 21 e especialista em Educação Inclusiva, a iniciativa já impactou centenas de jovens do Brasil e fora do pa&iacute;s(mais de 170) promovendo pertencimento, protagonismo e o desenvolvimento da autonomia de adultos com s&iacute;ndrome de Down.</p><p style="text-align: justify;">A pr&oacute;xima edição acontecerá entre os dias 27 e 29 de maio, na cidade do Rio de Janeiro, na região da Barra da Tijuca, reunindo 19 participantes selecionados das cinco regiões do pa&iacute;s. Durante a imersão, os expedicionários vivenciam uma jornada intensa de aprendizado, acompanhados por mentores que, junto a Alex Duarte, conduzem atividades e reflexões sobre temas essenciais da vida adulta, como práticas do dia a dia, sexualidade, identidade e pertencimento.</p><p style="text-align: justify;">Um dos destaques desta edição será a parceria com a Rede Globo, que proporcionará aos participantes uma visita ao Projac, onde poderão conhecer de perto os bastidores das produções televisivas e se inspirar com as possibilidades de atuação e presença em diferentes espaços da sociedade.</p><p style="text-align: justify;">O encerramento da experiência será marcado por uma cerim&ocirc;nia de formatura no Windsor Barra Hotel, parceiro do Instituto Cromossomo 21 nesta jornada.</p><p style="text-align: justify;">Nesta edição, a Expedição 21 conta com o apoio de importantes parceiros, como Azul Linhas A&eacute;reas, LTN Brasil, Ambipar, Duplica, Rede Globo, Windsor Hotel, Serendipidade Educação Especial e BAC &ndash; Beatriz Casali.</p><p style="text-align: justify;">Mais do que um programa, a Expedição 21 consolida-se como um movimento que transforma vidas, fortalece redes de apoio e amplia as possibilidades de autonomia e protagonismo para pessoas com s&iacute;ndrome de Down em todo o Brasil.</p><p style="text-align: justify;"><b>CONHEÇA OS SELECIONADOS:</b></p><p style="text-align: justify;">1. Aline Cirilo Sato, 22 anos &ndash; Mato Grosso;</p><p style="text-align: justify;">2. Isabella Tamaki, 21 anos &ndash; Campinas/SP;</p><p style="text-align: justify;">3. Jade Lie, 21 anos &ndash; Florian&oacute;polis/SC;</p><p style="text-align: justify;">4. João Pedro Valentim Lima, 19 anos &ndash; São Paulo/SP;</p><p style="text-align: justify;">5. Laura BC Stanisci &ndash; Rio de Janeiro/RJ;</p><p style="text-align: justify;">6. Luan Cavalcante, 29 anos &ndash; Jaguari&uacute;na/SP;</p><p style="text-align: justify;">7. Luis Eduardo Atiê, 22 anos &ndash; Bras&iacute;lia/DF;</p><p style="text-align: justify;">8. Lu&iacute;s Felipe, 22 anos &ndash; Bras&iacute;lia/DF;</p><p style="text-align: justify;">9. Luisa Sampaio, 19 anos &ndash; Limeira/SP;</p><p style="text-align: justify;">10. Mariana Percegona Bidá, 18 anos &ndash; Curitiba/PR;</p><p style="text-align: justify;">11. Maria Juliana Vallejo Rua, 21 anos &ndash; Campinas/SP;</p><p style="text-align: justify;">12. Maria L&uacute;cia, 58 anos &ndash; Belo Horizonte/MG;</p><p style="text-align: justify;">13. Patrick Gibim, 20 anos &ndash; São Paulo/SP;</p><p style="text-align: justify;">14. Pedro Brandão Carrera, 31 anos &ndash; São Paulo/SP;</p><p style="text-align: justify;">15. Raphael Mastrorosa, 34 anos &ndash; Vila Velha/ES;</p><p style="text-align: justify;">16. Rodrigo Lopes Schwartz de Araujo, 23 anos &ndash; Rio de Janeiro/RJ;</p><p style="text-align: justify;">17. Samuel Itabaiana, 42 anos &ndash; Vit&oacute;ria/ES;</p><p style="text-align: justify;">18. Taiane Marina, 31 anos &ndash; Recife/PE;</p><p style="text-align: justify; ">19. Valentina Borlenghi, 19 anos &ndash; São Paulo/SP;  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91241_1004346632-png.png" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91241_1004346632-png.png" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91241_1004346632-png.png" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Especialista aponta aumento de dispensas e reforça a importância da fiscalização trabalhista na garantia dos direitos das mães</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91211/especialista-aponta-aumento-de-dispensas-e-reforca-a-importancia-da-fiscalizacao-trabalhista-na-gara.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/91211/especialista-aponta-aumento-de-dispensas-e-reforca-a-importancia-da-fiscalizacao-trabalhista-na-gara.html</guid>
			<pubDate>Mon, 11 May 2026 12:42:07 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Enquanto o Dia das Mães &eacute; marcado por homenagens e celebrações, especialistas em relações do trabalho alertam para uma realidade que ainda afeta milhares de brasileiras: a dificuldade de conciliar maternidade e carreira profissional sem sofrer preju&iacute;zos no ambiente de trabalho.Dados levantados pela Auditoria-Fiscal do Trabalho em Minas Gerais revelam um cenário preocupante. Somente entre os anos de 2025 e 2026, mais de 1.700 mulheres foram dispensadas sem justa causa em...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Enquanto o Dia das Mães &eacute; marcado por homenagens e celebrações, especialistas em relações do trabalho alertam para uma realidade que ainda afeta milhares de brasileiras: a dificuldade de conciliar maternidade e carreira profissional sem sofrer preju&iacute;zos no ambiente de trabalho.</p><p style="text-align: justify; ">Dados levantados pela Auditoria-Fiscal do Trabalho em Minas Gerais revelam um cenário preocupante. Somente entre os anos de 2025 e 2026, mais de 1.700 mulheres foram dispensadas sem justa causa em at&eacute; dois anos ap&oacute;s o retorno da licença-maternidade no estado. O n&uacute;mero reacende o debate sobre a necessidade de fortalecimento da fiscalização trabalhista e da proteção &agrave; maternidade.</p><p style="text-align: justify; ">Segundo a auditora-fiscal do Trabalho Camilla de Vilhena Bemergui, integrante da Coordenação Nacional de Combate &agrave; Discriminação, ao Ass&eacute;dio, &agrave; Violência e Promoção de Igualdade de Oportunidades (CONAIGUALDADE), muitas trabalhadoras ainda enfrentam situações de discriminação velada ou expl&iacute;cita ap&oacute;s engravidarem.</p><p style="text-align: justify; ">“A chegada de um filho não pode representar o fim da trajet&oacute;ria profissional de uma mulher. A legislação brasileira garante estabilidade, licença remunerada e condições especiais de sa&uacute;de para gestantes e lactantes, mas ainda encontramos casos de pressão psicol&oacute;gica, demissões discriminat&oacute;rias e ambientes inadequados”, afirma.</p><p style="text-align: justify; ">A Delegacia Sindical em Minas Gerais do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho (DS-MG/SINAIT) destaca que a atuação da fiscalização &eacute; essencial para assegurar o cumprimento da legislação e preservar a sa&uacute;de das trabalhadoras e de seus filhos.</p><p style="text-align: justify; ">Al&eacute;m da estabilidade provis&oacute;ria no emprego, garantida desde a confirmação da gravidez at&eacute; cinco meses ap&oacute;s o parto, a legislação prevê direitos como afastamento de atividades insalubres, intervalos para amamentação e licença-maternidade remunerada.</p><p style="text-align: justify; ">Especialistas reforçam que o combate &agrave; discriminação no ambiente corporativo tamb&eacute;m passa por uma mudança cultural dentro das empresas. A maternidade, segundo eles, deve ser entendida como uma responsabilidade social compartilhada e não como um obstáculo profissional feminino.</p><p style="text-align: justify; ">Saiba os principais direitos das mães trabalhadoras</p><p style="text-align: justify;">* Estabilidade no emprego desde a confirmação da gravidez at&eacute; cinco meses ap&oacute;s o parto;</p><p style="text-align: justify;">* Licença-maternidade de 120 dias, podendo chegar a 180 dias em empresas cidadãs;</p><p style="text-align: justify;">* Mudança de função ou afastamento em casos de atividade insalubre;</p><p style="text-align: justify;">* Intervalos para amamentação durante a jornada de trabalho;</p><p style="text-align: justify;">* Proibição de demissão discriminat&oacute;ria relacionada &agrave; gravidez ou maternidade;</p><p style="text-align: justify; ">* Direito a ambiente de trabalho seguro e adequado para gestantes e lactantes. </p><p style="text-align: justify; ">Em casos de descumprimento dos direitos trabalhistas, den&uacute;ncias podem ser feitas pelo canal oficial do Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego, pelo telefone 158 ou pela plataforma digital do governo federal.</p><p style="text-align: justify; ">Para especialistas, o fortalecimento da Auditoria-Fiscal do Trabalho &eacute; fundamental para garantir que nenhuma mulher precise escolher entre a maternidade e a permanência no mercado de trabalho.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91211_1004340510-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91211_1004340510-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91211_1004340510-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Do Luto à Luta: Mães que Desafiam o Silêncio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91030/do-luto-a-luta-maes-que-desafiam-o-silencio.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/91030/do-luto-a-luta-maes-que-desafiam-o-silencio.html</guid>
			<pubDate>Wed, 06 May 2026 11:35:06 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (6), a Associação F&oacute;rum Grita Baixada (AFGB) realiza o ato "Do Luto &agrave; Luta: Mães que Desafiam o Silêncio", na Praça dos Direitos Humanos, em Nova Iguaçu, a partir das 17h. A programação marca os 21 anos da Chacina da Baixada Fluminense.O ato reunirá mães e familiares de vítimas da chacina e de outras formas de violência letal e desaparecimentos forçados que seguem ocorrendo na região, em um grito coletivo por mem&oacute;ria e resistência.Em meio...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Nesta quarta-feira (6), a Associação F&oacute;rum Grita Baixada (AFGB) realiza o ato "Do Luto &agrave; Luta: Mães que Desafiam o Silêncio", na Praça dos Direitos Humanos, em Nova Iguaçu, a partir das 17h. A programação marca os 21 anos da Chacina da Baixada Fluminense.</p><p style="text-align: justify; ">O ato reunirá mães e familiares de vítimas da chacina e de outras formas de violência letal e desaparecimentos forçados que seguem ocorrendo na região, em um grito coletivo por mem&oacute;ria e resistência.</p><p style="text-align: justify; ">Em meio &agrave;s celebrações do Dia das Mães, o evento expõe uma face da maternidade na Baixada: a das mulheres que precisaram transformar o luto em instrumento político contra a violência de Estado.</p><p style="text-align: justify; ">Na noite de 31 de março de 2005, grupos de policiais militares percorreram os municípios de Nova Iguaçu e Queimados em uma sequência de execuções. Bares, padarias e pontos de &ocirc;nibus foram alvejados. Em menos de três horas, 29 pessoas foram mortas. Vinte e um anos depois, a impunidade persiste.</p><p style="text-align: justify; "><b>Arte como ferramenta política</b></p><p style="text-align: justify; ">A programação inclui a exibição do filme "Nossos Mortos Têm Voz", seguida de roda de conversa com as mães presentes, apresentação coreográfica e leitura dos nomes das 29 vítimas da chacina. O encerramento terá poesia.</p><p style="text-align: justify; ">O evento integra um projeto de arteterapia desenvolvido em parceria entre a UFRRJ e a AFGB entre 2023 e 2025. Os encontros utilizaram colagem, desenho, pintura e modelagem como ferramentas de expressão e processamento do trauma. Por meio dessa ferramenta psicossocial, a dor individual &eacute; ressignificada e se transforma em força coletiva de denúncia.</p><p style="text-align: justify; ">Nádia Figueiredo, psic&oacute;loga e arteterapeuta que ajudou a coordenar o apoio terapêutico, destaca os efeitos físicos da violência sobre os sobreviventes. "A diabetes e a hipertensão arterial são as mais comuns, mas há todo um conjunto de doenças que, associadas aos estados emocionais preexistentes, como o estresse p&oacute;s-traumático, fazem explodir, de forma silenciosa e oculta, o número de mães doentes", afirmou.</p><p style="text-align: justify; "><b>"A nossa Baixada &eacute; muito invisibilizada"</b></p><p style="text-align: justify; ">Renata Aguiar integra o coletivo de mães da Baixada Fluminense e já teve dois filhos assassinados, não na chacina de 2005, mas nas violências que se repetem na região. "N&oacute;s precisamos insistir e perseverar para que isso não caia no esquecimento. A nossa sociedade esquece das coisas muito rápido. E s&oacute; quem fica com essa dor &eacute; a família", disse.</p><p style="text-align: justify; ">Para Ilsimar de Jesus, da Rede de Mães e Familiares de Vítimas de Violência de Estado da Baixada Fluminense, lembrar &eacute; um ato político. "A mem&oacute;ria preserva hist&oacute;rias que muitos tentaram apagar, denuncia injustiças e impede que crimes sejam naturalizados ou esquecidos. Resistir &eacute; transformar lembranças em ação, dor em denúncia e hist&oacute;ria em instrumento de mudança", afirmou.</p><p style="text-align: justify; ">A Baixada Fluminense segue entre as regiões com maiores índices de letalidade policial no estado do Rio de Janeiro. Em março de 2026, o Brasil aprovou a lei que criminaliza o desaparecimento forçado como crime hediondo. A AFGB foi protagonista nessa conquista.</p><p style="text-align: justify; ">"Enquanto houver mães que choram filhos assassinados pelo Estado e sem nenhuma resposta da Justiça, nossa obrigação &eacute; estar na rua, ocupar a praça, gritar o nome de cada vítima", disse Adriano de Araujo, coordenador executivo da AFGB.</p><p style="text-align: justify;">O ato &eacute; uma realização da Associação F&oacute;rum Grita Baixada (AFGB), com organização da Rede de Mães e Familiares de Vítimas de Violência de Estado da Baixada Fluminense e da Rede de Educação Popular da Baixada Fluminense.</p><p>                                                                </p><p style="text-align: justify; ">   </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91030_1004319091-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91030_1004319091-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91030_1004319091-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Fiocruz prorroga até 2 de junho inscrições para curso de atenção psicossocial a comportamentos de risco em bets</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90993/fiocruz-prorroga-ate-2-de-junho-inscricoes-para-curso-de-atencao-psicossocial-a-comportamentos-de-ri.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90993/fiocruz-prorroga-ate-2-de-junho-inscricoes-para-curso-de-atencao-psicossocial-a-comportamentos-de-ri.html</guid>
			<pubDate>Tue, 05 May 2026 10:26:35 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[As inscrições para o curso gratuito “Jogos de Aposta: Cuidado na Rede de Atenção Psicossocial” foram prorrogadas at&eacute; 2 de junho. A formação &eacute; oferecida pela Fiocruz Brasília, em parceria com o Minist&eacute;rio da Saúde, para profissionais da saúde que lidam diretamente com os impactos desse fen&ocirc;meno no dia a dia da população.Popularmente conhecidos como "bets", os jogos de aposta fazem parte da cultura e do lazer de muitas pessoas, mas, em alguns casos, podem ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>As inscrições para o curso gratuito “Jogos de Aposta: Cuidado na Rede de Atenção Psicossocial” foram prorrogadas at&eacute; 2 de junho. A formação &eacute; oferecida pela Fiocruz Brasília, em parceria com o Minist&eacute;rio da Saúde, para profissionais da saúde que lidam diretamente com os impactos desse fen&ocirc;meno no dia a dia da população.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688348&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688348&o=node"></p><p>Popularmente conhecidos como "bets", os jogos de aposta fazem parte da cultura e do lazer de muitas pessoas, mas, em alguns casos, podem se tornar um problema que afeta a vida cotidiana, a saúde e as relações sociais.</p><p>O curso &eacute; direcionado a profissionais da Rede de Atenção Psicossocial e da Atenção Primária &agrave; Saúde. As aulas são on-line, com carga horária de 45 horas. A coordenação &eacute; do Núcleo de Saúde Mental, &Aacute;lcool e Outras Drogas, da Fiocruz Brasília, junto com o Departamento de Saúde Mental do Minist&eacute;rio da Saúde.</p><p>A coordenadora pedag&oacute;gica do curso pela Fiocruz Brasília, Olga Jacobina, reforça que a capacitação &eacute; fundamental para preparar os profissionais diante do avanço das apostas no Brasil e do aumento da procura por atendimento especializado...</p><blockquote><p>Principalmente instrumentalizar esses trabalhadores para prevenir, cuidar das pessoas que estabelecem relações problemáticas com jogos de apostas, na perspectiva de atenção psicossocial de redução de danos. Não para julgar nem pra trazer essas pessoas para um lugar de maior sofrimento, mas de acolhimento, poder orientar, cuidar e dar outras perspectivas de encaminhamento em relação a essas situações tão problemáticas que tantas famílias brasileiras vêm sofrendo.</p></blockquote><p>Dividido em quatro m&oacute;dulos, o curso aborda desde a hist&oacute;ria dos jogos de aposta at&eacute; os desafios atuais. O conteúdo inclui estrat&eacute;gias de prevenção, intervenções psicossociais e ações para fortalecer o trabalho em rede.</p><p>Ao todo, são 20 mil vagas disponíveis em todo o país. A formação desenvolve habilidades como identificar comportamentos de risco, construir projetos terapêuticos, acolher famílias e atuar de forma integrada no territ&oacute;rio.</p><p>Quem concluir o curso recebe certificado digital gratuito, emitido automaticamente pela plataforma. As inscrições podem ser feitas no site: fiocruzbrasilia.fiocruz.br/cursos</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o treinamento e profissionais de Saúde para atuar na Rede de Atenção Psicossocial, com foco nos desafios da rápida expansão das apostas em bets e os impactos na saúde mental dos apostadores compulsivos e as famílias deles. </b><br></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/90993_curso-sobre-cuidados-na-rede-de-atencao-psicossocial-com-apostas-on-line-teve-inscricoes-prorrogads.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/90993_curso-sobre-cuidados-na-rede-de-atencao-psicossocial-com-apostas-on-line-teve-inscricoes-prorrogads.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/90993_curso-sobre-cuidados-na-rede-de-atencao-psicossocial-com-apostas-on-line-teve-inscricoes-prorrogads.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Curso sobre cuidados na rede de aten&ccedil;&atilde;o psicossocial com apostas on line teve inscri&ccedil;&otilde;es prorrogads at&eacute; 2 de junho pela Fiocruz Bras&iacute;lia. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Livro “Mulheres na Experiência com o Cliente” é lançado </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90828/livro-a-mulheres-na-experiancia-com-o-clientea-ac-lana-ado.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90828/livro-a-mulheres-na-experiancia-com-o-clientea-ac-lana-ado.html</guid>
			<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 08:44:26 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O livro “Mulheres na Experiência com o Cliente &ndash; Edição Poder de uma Hist&oacute;ria &ndash; Volume I”, uma obra de 394 páginas que coloca em evidência o protagonismo feminino na construção de estrat&eacute;gias baseadas em sensibilidade, conexão e visão de neg&oacute;cio, foi lançado na &uacute;ltima segunda-feira (27). O lançamento contou com e a entrega do Trof&eacute;u S&eacute;rie Mulheres para cada coautora.Mais do que um lançamento editorial, o livro representou um...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O livro “Mulheres na Experiência com o Cliente &ndash; Edição Poder de uma Hist&oacute;ria &ndash; Volume I”, uma obra de 394 páginas que coloca em evidência o protagonismo feminino na construção de estrat&eacute;gias baseadas em sensibilidade, conexão e visão de neg&oacute;cio, foi lançado na &uacute;ltima segunda-feira (27). O lançamento contou com e a entrega do Trof&eacute;u S&eacute;rie Mulheres para cada coautora.</p><p style="text-align: justify; ">Mais do que um lançamento editorial, o livro representou um marco hist&oacute;rico: &eacute; a primeira obra no Brasil e no mundo a promover um equil&iacute;brio entre mulheres negras e mulheres brancas, ampliando de forma concreta a representatividade e o diálogo. Essa composição reflete um compromisso intencional com diversidade, equidade e inclusão, conduzido pelas coordenadoras da obra, Cristiane Machado e Luciana da Silva Almeida Santos, que assinaram o projeto com um olhar atento para a pluralidade de vozes.</p><p style="text-align: justify; ">A publicação re&uacute;ne hist&oacute;rias de mulheres que estão transformando a forma como marcas, empresas e instituições se relacionam com pessoas. São profissionais que compreendem que experiência vai muito al&eacute;m do atendimento, &eacute; percepção, emoção e construção cont&iacute;nua de v&iacute;nculos duradouros.</p><p style="text-align: justify; ">Em cada cap&iacute;tulo, trajet&oacute;rias inspiradoras revelam como mulheres que atuam na linha de frente da Experiência do Cliente combinam estrat&eacute;gia, empatia e visão de neg&oacute;cio para gerar valor real. Suas hist&oacute;rias demonstram que decisões conscientes, escuta ativa e foco genu&iacute;no nas pessoas resultam em fidelização, impacto sustentável e diferenciação organizacional.</p><p style="text-align: justify; ">Os relatos reforçam o protagonismo feminino na criação de jornadas mais humanas, coerentes e memoráveis, destacando que a experiência do cliente se constr&oacute;i nos detalhes, na cultura das organizações e na forma como cada pessoa &eacute; tratada, do primeiro contato ao p&oacute;s-venda.</p><p style="text-align: justify; "><b>S&Eacute;RIE MULHERES</b></p><p style="text-align: justify; ">A obra integra a S&eacute;rie Mulheres®, iniciativa pioneira no Brasil e no mundo, registrada em mais de 180 pa&iacute;ses. Com o prop&oacute;sito de amplificar vozes femininas que impactam diversas áreas do conhecimento, a s&eacute;rie re&uacute;ne hist&oacute;rias, aprendizados e prop&oacute;sitos em um projeto exclusivo da Editora Leader, referência por reunir mais de 100 profissões representadas por mulheres e construir um legado literário baseado em prática, conexão humana e transformação real.</p><p style="text-align: justify;">FICHA T&Eacute;CNICA</p><p style="text-align: justify;">T&iacute;tulo: Mulheres na Experiência com o Cliente &ndash; Edição Poder de uma Hist&oacute;ria &ndash; Volume I</p><p style="text-align: justify;">Editora Leader (Selo Editorial S&eacute;rie Mulheres)</p><p style="text-align: justify;">Idealizadora do Projeto: Andreia Roma, CEO da Editora Leader</p><p style="text-align: justify;">Coordenação da obra: Cristiane Machado e Luciana da Silva Almeida Santos</p><p style="text-align: justify;">Coautoras: Ana Flavia Santos, Ana Paula Cohen, Camila Santos, Cintia Arten, Daniela Dias, Denise Maria Oliveira do Nascimento, Denize Rocha Santos Fontoura, Elisangela Silva, Erica Bortolotte, Gabriela Amaral, Giselle Cunha, Glauce Cristine Cacau, Gl&oacute;ria Gruber, Karisa Franck, Lecticia Chaves, Lilian Oliveira Franco, Luciana Teles, Marcia Barreto, Monique Nascimento, Monise Tonoli, Neli Freitas, Pâmela Santos, Roberta Andrade, Suellen Carolina, Tassya de Paula e Zoraia Ajeje</p><p style="text-align: justify;">Ano de lançamento: 2026</p><p style="text-align: justify;">ISBN-13: 978-8554743543</p><p style="text-align: justify; ">Descrição F&iacute;sica: 394 páginas  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90828_1004290202-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90828_1004290202-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90828_1004290202-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Maioria da população apoia exame toxicológico na primeira carteira de motorista </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90744/maioria-da-populacao-apoia-exame-toxicologico-na-primeira-carteira-de-motorista.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90744/maioria-da-populacao-apoia-exame-toxicologico-na-primeira-carteira-de-motorista.html</guid>
			<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 13:46:49 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Nada menos que 86% dos brasileiros apoiam a exigência de exame toxicol&oacute;gico para candidatos &agrave; primeira carteira de habilitação nas categorias A e B. Isso &eacute; o que mostra uma pesquisa de opinião, encomendada pela Associação Brasileira de Toxicologia. A pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos-Ipec ouviu 2 mil pessoas em 129 municípios do país. Ao menos oito em cada dez entrevistados se declararam favoráveis ao exame em todas as regiões do país. A proporção se...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>Nada menos que 86% dos brasileiros apoiam a exigência de exame toxicol&oacute;gico para candidatos &agrave; primeira carteira de habilitação nas categorias A e B. Isso &eacute; o que mostra uma pesquisa de opinião, encomendada pela Associação Brasileira de Toxicologia. A pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos-Ipec ouviu 2 mil pessoas em 129 municípios do país. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1687369&o=node">Ao menos oito em cada dez entrevistados se declararam favoráveis ao exame em todas as regiões do país. A proporção se mant&eacute;m quando analisado o gênero e a escolaridade dos participantes.</p><p>Al&eacute;m de contribuir para a segurança no trânsito, a pesquisa indica ainda que, para 68% dos entrevistados, a aplicação do exame contribui para o combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado, enquanto 69% acreditam que o exame pode ajudar a reduzir a violência dom&eacute;stica provocada pelo consumo de álcool e outras drogas.</p><p>O exame para as categorias A e B foi incluído no C&oacute;digo de Trânsito Brasileiro está em vigor desde dezembro do ano passado. A Carteira Nacional de Habilitação de categoria A &eacute; exigida para conduzir motocicletas, motonetas e ciclomotores, enquanto a categoria B inclui autom&oacute;veis, utilitários e caminhonetes. O exame toxicol&oacute;gico já era exigido desde 2015 para motoristas profissionais que conduzem veículos das categorias C - referente aos condutores de caminhões, D - &ocirc;nibus e vans e E para motoristas de veículos com reboque.</p><p>Apesar da sanção da lei, o Minist&eacute;rio dos Transportes informou em nota que a implementação da exigência para as categorias A e B está em fase de avaliação. Entre os pontos avaliados estão o impacto ao cidadão, a capacidade da rede laboratorial para atendimento da demanda, os fluxos do processo de habilitação, possíveis reflexos na segurança viária e a integração aos sistemas existentes.</p><p>At&eacute; a publicação de norma complementar pelo Contran, permanece a orientação aos Detrans estaduais para que não seja exigido o exame toxicol&oacute;gico na primeira habilitação das categorias A e B.</p><p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a exigência de exame toxicol&oacute;gico para a primeir carteira de motorista.</b><em><br></em></p></div><p></p><div class="compartilhamento-footer rowflex"></div><p></p><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90744_pesquisa-revela-apoio-de-esmagadora-maioria-da-populacao-para-exame-toxicologico-na-primeira-carteir.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90744_pesquisa-revela-apoio-de-esmagadora-maioria-da-populacao-para-exame-toxicologico-na-primeira-carteir.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90744_pesquisa-revela-apoio-de-esmagadora-maioria-da-populacao-para-exame-toxicologico-na-primeira-carteir.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Pesquisa revela apoio de esmagadora maioria da popula&ccedil;&atilde;o para exame toxicol&oacute;gico na primeira carteira de motorista. Foto: Marcello Casal Jr/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Luto sem despedida: como enfrentar a perda sem o último adeus</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90609/luto-sem-despedida-como-enfrentar-a-perda-sem-o-ultimo-adeus.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90609/luto-sem-despedida-como-enfrentar-a-perda-sem-o-ultimo-adeus.html</guid>
			<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 12:36:49 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A conquista de um prêmio milionário pode vir acompanhada de uma dor irreparável. A vit&oacute;ria de Ana Paula Renault no BBB 26 que deixou o confinamento e descobriu a morte do pai poucos dias antes da final reacendeu um tema delicado: como lidar com o luto quando não há possibilidade de despedida. A impossibilidade de participar do vel&oacute;rio e do sepultamento pode intensificar sentimentos de negação, culpa e dificuldade de aceitação da perda. EspecialistasSegundo a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A conquista de um prêmio milionário pode vir acompanhada de uma dor irreparável. A vit&oacute;ria de Ana Paula Renault no BBB 26 que deixou o confinamento e descobriu a morte do pai poucos dias antes da final reacendeu um tema delicado: como lidar com o luto quando não há possibilidade de despedida. A impossibilidade de participar do vel&oacute;rio e do sepultamento pode intensificar sentimentos de negação, culpa e dificuldade de aceitação da perda. Especialistas</p><p style="text-align: justify; ">Segundo a psic&oacute;loga do GrupoMED, cl&iacute;nica parceira do Grupo OAF, Mar&iacute;lia Fernandes, a forma como a morte acontece influencia diretamente a vivência do luto. “O processo vai depender de como a perda ocorreu. Quando a perda &eacute; inesperada, a negação tende a ser maior, e o enlutado pode ter mais dificuldade em aceitar. Quando Ana Paula diz ‘não querer voltar para o mundo real’ significa que ainda não quer encarar a dor de viver sem o pai, está fugindo do sofrimento da nova realidade, pois o luto não &eacute; s&oacute; pelo ente querido, mas tamb&eacute;m pela vida que existia com ela.”</p><p style="text-align: justify; ">A ausência do ritual de despedida pode provocar a sensação de que a perda não foi conclu&iacute;da, dificultando a elaboração emocional. O vel&oacute;rio e o sepultamento funcionam como marcos simb&oacute;licos importantes, permitindo que familiares e amigos reconheçam a morte, compartilhem mem&oacute;rias e iniciem o processo de aceitação. Quando esse momento não acontece, &eacute; comum que a pessoa sinta necessidade de criar outros rituais para dar significado &agrave; despedida.</p><p style="text-align: justify; ">Entre as estrat&eacute;gias recomendadas por Mar&iacute;lia estão escrever uma carta para o ente querido, realizar uma homenagem &iacute;ntima, acender uma vela em mem&oacute;ria, reunir fotos e lembranças ou promover um encontro familiar posterior. “Esses gestos ajudam a construir um momento simb&oacute;lico de encerramento e facilitam a expressão da dor”, explica a psic&oacute;loga.</p><p style="text-align: justify; ">Mar&iacute;lia Fernandes ressalta ainda que não existe uma forma &uacute;nica de viver o luto. Cada um reage de maneira diferente e o tempo de elaboração tamb&eacute;m varia. “&Eacute; importante permitir-se sentir tristeza, raiva ou at&eacute; confusão. Evitar a dor pode prolongar o sofrimento. Falar sobre a perda, buscar apoio familiar ou profissional e respeitar o pr&oacute;prio tempo são passos fundamentais”, diz.</p><p style="text-align: justify; ">O caso de Ana Paula reforça que, mesmo diante de grandes conquistas, a perda de algu&eacute;m amado pode gerar um impacto emocional profundo. Quando não há despedida, o cuidado com a sa&uacute;de mental torna-se ainda mais essencial, para que o enlutado consiga, gradualmente, integrar a ausência e reconstruir a vida sem a presença f&iacute;sica de quem partiu.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90609_1004241020-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90609_1004241020-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90609_1004241020-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Ana Paula Renault e seu pai, Gerardo Renault. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o Instagram]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Fatia da população acima de 65 anos mais que duplica, e alimenta fenômeno da 'geração sanduíche' </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90563/fatia-da-populacao-acima-de-65-anos-mais-que-duplica-e-alimenta-fenomeno-da-geracao-sanduiche.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90563/fatia-da-populacao-acima-de-65-anos-mais-que-duplica-e-alimenta-fenomeno-da-geracao-sanduiche.html</guid>
			<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 08:18:47 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Geração sanduíche. A expressão passou a ser usada por pesquisadores para descrever adultos que ficam espremidos entre duas frentes de cuidado: a geração mais jovem e a mais velha da família, segundo a psic&oacute;loga Letícia Figueiredo.“Esse termo foi cunhado nos estudos das ciências sociais e das humanidades por volta de 1980. Ele representa a ação de cuidado entre gerações. Na ideia do sanduíche, temos algo que está sendo prensado, pressionado. E, no caso dessa geração,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>Geração sanduíche. A expressão passou a ser usada por pesquisadores para descrever adultos que ficam espremidos entre duas frentes de cuidado: a geração mais jovem e a mais velha da família, segundo a psic&oacute;loga Letícia Figueiredo.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686852&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686852&o=node"></p><p>“Esse termo foi cunhado nos estudos das ciências sociais e das humanidades por volta de 1980. Ele representa a ação de cuidado entre gerações. Na ideia do sanduíche, temos algo que está sendo prensado, pressionado. E, no caso dessa geração, estamos falando de cuidado. São pessoas que cuidam da geração passada, geralmente pais, av&oacute;s, pessoas idosas, e tamb&eacute;m da pr&oacute;xima geração, que geralmente são filhos e sobrinhos.”</p><p>O envelhecimento da população &eacute; responsável por parte dessa situação. Mas há outros fatores.</p><p>“Estamos tendo uma transição demográfica. No Brasil, há um alargamento da faixa etária, ou seja, as pessoas estão vivendo mais. No s&eacute;culo 21, vemos famílias cada vez menores. Então, esse cuidado acaba recaindo sobre algu&eacute;m. Na maioria das vezes, essa responsabilidade recai sobre as mulheres."</p><p>Os brasileiros estão vivendo mais tempo. A expectativa de vida ao nascer chegou a 75 anos e meio, segundo o IBGE, e segue aumentando com a melhora das condições de saúde e do acesso a tratamentos.</p><p>Esse cenário faz com que muitas famílias convivam por mais tempo com três gerações vivas: av&oacute;s, pais e filhos.</p><p>Em 1980, a população brasileira tinha cerca de 4% de pessoas com 65 anos ou mais. Em 2022, essa parcela já ultrapassava 10%, e a tendência &eacute; de crescimento nas pr&oacute;ximas d&eacute;cadas.</p><p>   <b> Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Cultura FM de Bel&eacute;m/RadioAgência Nacional sobre a 'geração sanduíche'.</b><br></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90563_aumento-da-longevidde-com-melhoria-das-condicoes-de-saude-e-um-dos-fatores-por-tras-da-geracao-sandu.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90563_aumento-da-longevidde-com-melhoria-das-condicoes-de-saude-e-um-dos-fatores-por-tras-da-geracao-sandu.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90563_aumento-da-longevidde-com-melhoria-das-condicoes-de-saude-e-um-dos-fatores-por-tras-da-geracao-sandu.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Aumento da longevidade, com melhoria das condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de, &eacute; um dos fatores por tr&aacute;s da 'gera&ccedil;&atilde;o sandu&iacute;che']]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Enfrentamento ao stalking, ou perseguição, integrará Campanha de Combate à Violência Contra a Mulher</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90545/enfrentamento-ao-stalking-ou-perseguicao-integrara-campanha-de-combate-a-violencia-contra-a-mulher.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90545/enfrentamento-ao-stalking-ou-perseguicao-integrara-campanha-de-combate-a-violencia-contra-a-mulher.html</guid>
			<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 16:10:06 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Campanha Estadual de Conscientização e Combate &agrave; Violência contra a Mulher será ampliada para incluir o enfrentamento ao crime de perseguição, conhecido como stalking. &Eacute; o que determina a Lei 11.163/26, de autoria dos deputados Carlos Macedo (REP), Elika Takimoto (PT) e Dani Monteiro (PSol), que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), sancionada pelo governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, e publicada no Diário Oficial...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="margintop11">A Campanha Estadual de Conscientização e Combate &agrave; Violência contra a Mulher será ampliada para incluir o enfrentamento ao crime de perseguição, conhecido como stalking. &Eacute; o que determina a Lei 11.163/26, de autoria dos deputados Carlos Macedo (REP), Elika Takimoto (PT) e Dani Monteiro (PSol), que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), sancionada pelo governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, e publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (20/04).</p><p class="margintop11">A medida altera a Lei Estadual 9.658/22, que instituiu uma campanha anual de conscientização sobre violência psicol&oacute;gica contra a mulher, para incluir tamb&eacute;m ações educativas e informativas sobre o crime de perseguição. O objetivo &eacute; ampliar o conhecimento da população sobre essa forma de violência e incentivar a denúncia.</p><p class="margintop11">De acordo com o texto, a campanha deverá divulgar informações sobre a legislação federal que tipifica o crime de perseguição, al&eacute;m de orientar as vítimas sobre os canais de denúncia disponíveis, como o Disque 180, serviço nacional de atendimento &agrave;s mulheres em situação de violência.</p><p class="margintop11">A perseguição &eacute; caracterizada, ainda segundo a norma, pela prática reiterada de atos que ameaçam a integridade física ou psicol&oacute;gica da vítima, restringem sua locomoção ou invadem sua privacidade. O crime pode ocorrer tanto de forma presencial quanto por meios digitais, como redes sociais e aplicativos de mensagens.</p><p class="margintop11">“Este tipo de crime ainda &eacute; pouco conhecido, e &eacute; fundamental construirmos mecanismos para informar a sociedade. Em muitos casos, &eacute; possível evitar que mulheres sejam vitimadas, al&eacute;m de estimular a denúncia para que os agressores sejam punidos”, justificou a deputada Elika Takimoto, uma das autoras da lei.</p><p class="margintop11">O projeto tamb&eacute;m prevê que as ações da campanha possam ser realizadas em diversos espaços públicos estaduais, como escolas, hospitais, centros de saúde e no sistema de transporte intermunicipal, incluindo &ocirc;nibus, trens e metr&ocirc;s. Al&eacute;m disso, poderá ser firmada parcerias com organizações da sociedade civil para ampliar a divulgação das informações. A campanha irá abordar simultaneamente a violência psicol&oacute;gica e o crime de perseguição contra a mulher, reforçando a prevenção e a conscientização sobre diferentes formas de violência de gênero.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90545_stalking-png.png" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90545_stalking-png.png" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90545_stalking-png.png" medium="image">
				 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Novas normas de segurança e saúde no Trabalho incluem avaliação de riscos emocionais e psicossociais</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90489/novas-normas-de-seguranca-e-saude-no-trabalho-incluem-avaliacao-de-riscos-emocionais-e-psicossociais.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90489/novas-normas-de-seguranca-e-saude-no-trabalho-incluem-avaliacao-de-riscos-emocionais-e-psicossociais.html</guid>
			<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 10:48:49 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[&Eacute; comum se identificar com o relato da m&eacute;dica dermatologista, Paula Sian, que viveu uma relação abusiva com a ex-chefe e sentiu os impactos diretos de um ambiente de trabalho t&oacute;xico na pr&oacute;pria saúde.“Ela era uma pessoa que gritava, ela era uma pessoa que humilhava, ela era uma pessoa que diminuía, que s&oacute; reclamava e nunca era clara nas demandas dela. Vai lá e faz. Dois dias antes ao ataque de pânico, eu cheguei para ela e perguntei: ‘você tem...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>&Eacute; comum se identificar com o relato da m&eacute;dica dermatologista, Paula Sian, que viveu uma relação abusiva com a ex-chefe e sentiu os impactos diretos de um ambiente de trabalho t&oacute;xico na pr&oacute;pria saúde.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686666&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686666&o=node"></p><blockquote><p>“Ela era uma pessoa que gritava, ela era uma pessoa que humilhava, ela era uma pessoa que diminuía, que s&oacute; reclamava e nunca era clara nas demandas dela. Vai lá e faz. Dois dias antes ao ataque de pânico, eu cheguei para ela e perguntei: ‘você tem noção que tá todo mundo chorando na frente do computador?’ Tava todo mundo na pandemia, trabalhando de casa e a a gente se reunia durante os dias e tava todo mundo chorando na frente do computador, todo mundo com ins&ocirc;nia, todo mundo fazendo terapia, muita gente tomando rem&eacute;dio para dormir, porque não conseguia lidar com ela”.</p></blockquote><p>Ela tamb&eacute;m relata os efeitos do estresse prolongado, causado pela pressão e pelo ass&eacute;dio no dia-a-dia profissional.</p><blockquote><p>“As coisas já estavam acontecendo. Então, eu já tinha ins&ocirc;nia, dor de cabeça, o coração disparava do nada. Eu suava mesmo em repouso, em grande quantidade. Muita gastrite, muito esquecimento, a mem&oacute;ria não funcionava. O ataque de pânico foi a cereja do bolo. Isso aconteceu num domingo de manhã, s&oacute; de pensar em ouvir a voz da minha chefe na segunda-feira, &agrave;s 8 horas da manhã”.</p></blockquote><p>Casos como esse têm se tornado cada vez mais frequentes.<strong> Dados do Minist&eacute;rio da Previdência Social e do INSS mostram que, em 2025, quase meio milhão de afastamentos do trabalho foram registrados por transtornos mentais, principalmente ansiedade e depressão.</strong></p><p>Entre os quadros mais comuns está a<strong> Síndrome de Burnout, marcada por esgotamento físico, emocional e mental, al&eacute;m de irritabilidade, queda de rendimento, lapsos de mem&oacute;ria e sensação constante de incapacidade.</strong></p><p>Esse cenário ampliou o debate sobre a saúde mental no ambiente de trabalho.<strong> Em maio de 2025, o governo atualizou a Norma Regulamentadora número 1, que trata da segurança e saúde no trabalho, para incluir, de forma obrigat&oacute;ria, a avaliação de riscos emocionais e psicossociais nas empresas. As novas regras entram em vigor em maio deste ano.</strong></p><p>A especialista em psicologia organizacional, Daniele Caetano, explica o que muda na prática para empregadores e trabalhadores.</p><blockquote><p>“A empresa vai precisar identificar situações que causam estresse, adoecimento emocional e conflitos no dia a dia. Por exemplo, excesso de cobranças, metas irreais, lideranças despreparadas e ambiente t&oacute;xico. Al&eacute;m disso, a empresa precisa criar ações para prevenir esses problemas como: treinamentos, orientação para líderes e programa de saúde mental”.</p></blockquote><p>Mais do que cumprir a legislação, cuidar da saúde emocional dos funcionários impacta diretamente a produtividade. <strong>Dados da Organização Mundial da Saúde e da Organização Internacional do Trabalho apontam que cerca de 12 bilhões de dias úteis são perdidos todos os anos, no mundo, por causa da ansiedade e da depressão, um prejuízo estimado em 1 trilhão de d&oacute;lares.</strong></p><p>Para Daniele Caetano, o recado &eacute; claro.</p><blockquote><p>“Empresas que não cuidam disso acabam tendo mais afastamentos, mais demissões mais processos e menos produtividade. Ou seja, ignorar essa mudança sai muito mais caro depois”.</p></blockquote><p>Em casos de sintomas de estresse, esgotamento físico, mental ou emocional, a orientação &eacute; buscar atendimento m&eacute;dico e apoio de profissionais da saúde mental.</p><p><em>*Com supervisão de Aline Cordeiro</em></p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre as novas normas de segurança e saúde no Trabalho, que entram em vigor em maio.</b><em><br></em></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90489_esgotamento-fisico-e-emocional-afeta-grande-numero-de-trabalhadores-e-passa-a-ingrar-lista-de-riscos.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90489_esgotamento-fisico-e-emocional-afeta-grande-numero-de-trabalhadores-e-passa-a-ingrar-lista-de-riscos.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90489_esgotamento-fisico-e-emocional-afeta-grande-numero-de-trabalhadores-e-passa-a-ingrar-lista-de-riscos.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Esgotamento f&iacute;sico e emocional afeta grande n&uacute;mero de pessoas, e passa a ingrar lista de riscos potenciais &agrave; sa&uacute;de dos trabalhadores]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Dandara Vital narra a própria travessia como mulher trans em ‘Raia 8’</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90324/dandara-vital-narra-a-pra-pria-travessia-como-mulher-trans-em-a-raia-8a.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90324/dandara-vital-narra-a-pra-pria-travessia-como-mulher-trans-em-a-raia-8a.html</guid>
			<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:43:23 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Dandara Vital estreia como autora com o lançamento de “Raia 8 &ndash; Nadando nas mem&oacute;rias de uma mulher trans”, obra em que transforma a pr&oacute;pria trajet&oacute;ria em uma narrativa potente sobre identidade, corpo, afeto e reconstrução.No livro, Dandara revisita a infância, a relação com a natação, as primeiras descobertas do desejo e os conflitos de crescer sem ainda conseguir nomear o que sentia. Ao longo de oito cap&iacute;tulos, inspirados nas raias de uma piscina,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Dandara Vital estreia como autora com o lançamento de “Raia 8 &ndash; Nadando nas mem&oacute;rias de uma mulher trans”, obra em que transforma a pr&oacute;pria trajet&oacute;ria em uma narrativa potente sobre identidade, corpo, afeto e reconstrução.</p><p style="text-align: justify; ">No livro, Dandara revisita a infância, a relação com a natação, as primeiras descobertas do desejo e os conflitos de crescer sem ainda conseguir nomear o que sentia. Ao longo de oito cap&iacute;tulos, inspirados nas raias de uma piscina, a autora conduz o leitor por diferentes fases de sua vida at&eacute; o processo de se reconhecer e se afirmar como mulher trans.</p><p style="text-align: justify; ">“Quando as pessoas falam de transição, acham que &eacute; s&oacute; de gênero. Mas a gente faz várias transições na vida. Eu conto desde a criança que descobria o corpo na água, as paixões, o desejo, at&eacute; o momento em que eu me reconheço como quem sempre fui”, afirma.</p><p style="text-align: justify; ">A escrita começou ainda nos anos 2000, quando Dandara criou um blog para relatar, em tempo real, os desafios da pr&oacute;pria transição. Em meio a conflitos familiares, dificuldades profissionais e experiências de vulnerabilidade, a palavra virou acolhimento, mem&oacute;ria e sobrevivência.</p><p style="text-align: justify; ">“Eu escrevia tudo. Era uma forma de sobreviver emocionalmente. E as pessoas vinham, comentavam, diziam que se viam ali. Aquilo virou uma terapia para mim”, completa.</p><p style="text-align: justify; ">Com o tempo, sua trajet&oacute;ria tamb&eacute;m se consolidou nas artes, passando pelo teatro, pela produção cultural e pelo carnaval. Foi nesse percurso que Dandara reconheceu a escrita não apenas como registro pessoal, mas como linguagem art&iacute;stica.</p><p style="text-align: justify; ">A ideia inicial era reunir lembranças em textos curtos, quase como fragmentos. Mas a força dessas mem&oacute;rias acabou dando forma a um livro inteiro. O cap&iacute;tulo final, segundo ela, foi o maior desafio.</p><p style="text-align: justify; ">“Eu escrevi o &uacute;ltimo cap&iacute;tulo mais de mil vezes, porque queria um final apote&oacute;tico. Muito inspirado no carnaval, nessa ideia de fechamento grandioso. No fim, &eacute; um reencontro comigo mesma.”</p><p style="text-align: justify; ">Com linguagem direta e sens&iacute;vel, “Raia 8” mergulha nas m&uacute;ltiplas camadas da experiência de uma mulher trans, atravessando temas como pertencimento, exclusão, desejo, arte e reinvenção.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90324_1004189674-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90324_1004189674-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90324_1004189674-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Festival O Que Move Você? reúne mil pessoas na Barra da Tijuca </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90295/festival-o-que-move-voce-reune-mil-pessoas-na-barra-da-tijuca.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90295/festival-o-que-move-voce-reune-mil-pessoas-na-barra-da-tijuca.html</guid>
			<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 21:42:39 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A segunda edição do Festival O Que Move Você? ocupou a Cidade das Artes no &uacute;ltimo fim de semana e reuniu cerca de duas mil pessoas em dois dias de programação gratuita. Mais do que um evento cultural, o festival se firmou como um espaço de encontro, escuta e troca entre pessoas com e sem deficiência, tendo a inclusão como ponto central.No sábado, a ciência entrou em cena com a palestra da Dra. Tatiana Coelho, que apresentou a polilaminina, uma prote&iacute;na sint&eacute;tica...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A segunda edição do Festival O Que Move Você? ocupou a Cidade das Artes no &uacute;ltimo fim de semana e reuniu cerca de duas mil pessoas em dois dias de programação gratuita. Mais do que um evento cultural, o festival se firmou como um espaço de encontro, escuta e troca entre pessoas com e sem deficiência, tendo a inclusão como ponto central.</p><p style="text-align: justify;">No sábado, a ciência entrou em cena com a palestra da Dra. Tatiana Coelho, que apresentou a polilaminina, uma prote&iacute;na sint&eacute;tica com potencial de estimular a regeneração de conexões do sistema nervoso. Ao aproximar o p&uacute;blico de avanços cient&iacute;ficos que impactam diretamente a vida de pessoas com deficiência, o festival amplia o debate sobre autonomia, acessibilidade e futuro.</p><p style="text-align: justify;">No domingo, o palco foi tomado por hist&oacute;rias que emocionam e provocam reflexão. O artista cearense Guilherme Dantas compartilhou sua trajet&oacute;ria como pessoa com deficiência visual desde o nascimento e reforçou a importância da esperança e da alegria como escolhas poss&iacute;veis mesmo diante dos desafios.</p><p style="text-align: justify;"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/04/90291_2e90874549d1d74f144ccfd106c5b11b.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify;">A atriz Yohama Eshima trouxe um relato &iacute;ntimo sobre a maternidade at&iacute;pica ap&oacute;s o diagn&oacute;stico precoce do filho com Esclerose tuberosa. Já Maria Teresa Stengel destacou que transformações coletivas começam a partir de atitudes individuais, reforçando o papel de cada pessoa na construção de uma sociedade mais inclusiva.</p><p style="text-align: justify;">A programação tamb&eacute;m contou com uma exposição fotográfica com jovens com S&iacute;ndrome de Down, marcada por um olhar sens&iacute;vel e potente sobre identidade e pertencimento.</p><p style="text-align: justify;">&Agrave; frente da curadoria, Caio Leitão celebrou o crescimento do festival, que nesta edição passou a ocupar dois dias e integrar diferentes linguagens, como teatro, m&uacute;sica, oficinas e pain&eacute;is de conhecimento. Ele tamb&eacute;m destacou a importância de ampliar o debate sobre inclusão ao longo de todo o ano, fazendo referência ao trabalho da Embaixadores da Alegria.</p><p style="text-align: justify;">Entre os artistas, o m&uacute;sico Rodrigo Sha destacou a potência do encontro entre diferentes expressões e trajet&oacute;rias dentro do festival.</p><p style="text-align: justify;">“&Eacute; maravilhoso, estou no para&iacute;so. Eu adoro agregar, iluminar, dar espaço para quem precisa ser visto e valorizar essa diversidade. A gente tem projetos lindos acontecendo, artistas com hist&oacute;rias potentes e uma troca muito generosa entre todos. &Eacute; uma agenda muito positiva para a cultura e para a sociedade.”</p><p style="text-align: justify;">Sha tamb&eacute;m falou sobre a proposta de levar experiências de conexão interior para o p&uacute;blico.</p><p style="text-align: justify;">“A espiritualidade está em tudo. A ideia &eacute; tornar isso acess&iacute;vel, levar para al&eacute;m dos espaços tradicionais. Trazer esse tipo de experiência para um festival tamb&eacute;m &eacute; inclusão. &Eacute; plantar uma semente para que as pessoas olhem para dentro e entendam que a transformação começa de dentro para fora.”</p><p style="text-align: justify;">Outro destaque foi a oficina de musicalização de Luis Carlinhos, que transformou o p&uacute;blico em parte ativa da experiência, promovendo interação por meio de instrumentos, corpo e improvisação.</p><p style="text-align: justify;">O pianista Jonathan Ferr tamb&eacute;m marcou presença, trazendo sua mistura de jazz, m&uacute;sica brasileira e sonoridades contemporâneas.</p><p style="text-align: justify;">“Não vim aqui pra entreter, mas pra conectar. &Eacute; sobre acessar sentimentos, permitir que eles transbordem e usar a m&uacute;sica como um caminho para se compreender e, quem sabe, transformar a pr&oacute;pria realidade.”</p><p style="text-align: justify;"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/04/90291_08015d66ba9a09d15b8abc6c37261fc2.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p style="text-align: justify;">Encerrando o evento, o mestre de cerim&ocirc;nias Gigante L&eacute;o destacou a importância do festival ao promover a convivência entre diferentes realidades.  “Eu acho que esse evento tem uma importância diferenciada das outras iniciativas de inclusão porque re&uacute;ne pessoas com deficiência, pessoas sem deficiência, pais, mães, todo mundo no mesmo ambiente, no mesmo movimento, tratando todos de igual pra igual. E isso traz uma reflexão importante: as pessoas com deficiência são como quaisquer outras, têm suas necessidades espec&iacute;ficas, assim como todo mundo tem. O festival joga luz sobre isso e mostra como esse movimento &eacute; fundamental para a sociedade.”</p><p style="text-align: justify;">Ao longo dos dois dias, o p&uacute;blico acompanhou encontros musicais in&eacute;ditos entre artistas com e sem deficiência, al&eacute;m dos “Encontros que Movem”, rodas de conversa que ampliaram o debate sobre inclusão. As peças de teatro tamb&eacute;m tiveram papel de destaque na programação e contribu&iacute;ram para evidenciar o crescimento e a consolidação do festival.</p><p style="text-align: justify; ">Com boa adesão do p&uacute;blico e uma programação plural, o Festival O Que Move Você? se consolida como um movimento que vai al&eacute;m do palco e propõe novas formas de enxergar o outro e a si mesmo  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90295_1004185661-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90295_1004185661-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90295_1004185661-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Fotos: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Andreia Roma é homenageada no Ouvidores do Brasil e reforça a equidade feminina pela literatura</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90277/andreia-roma-e-homenageada-no-ouvidores-do-brasil-e-reforca-a-equidade-feminina-pela-literatura.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90277/andreia-roma-e-homenageada-no-ouvidores-do-brasil-e-reforca-a-equidade-feminina-pela-literatura.html</guid>
			<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 13:31:48 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A CEO e fundadora da Editora Leader, Andreia Roma, marcou presença na premiação Ouvidores do Brasil, promovida pela ABRAREC, e foi uma das grandes homenageadas do evento, destacando sua trajet&oacute;ria e contribuição para a valorização da escuta, do diálogo e da representatividade no mercado.Durante o evento, Andreia levou ao painel uma pauta direta e essencial: a equidade de gênero constru&iacute;da tamb&eacute;m por meio da literatura. Representando a força da liderança feminina, ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A CEO e fundadora da Editora Leader, Andreia Roma, marcou presença na premiação Ouvidores do Brasil, promovida pela ABRAREC, e foi uma das grandes homenageadas do evento, destacando sua trajet&oacute;ria e contribuição para a valorização da escuta, do diálogo e da representatividade no mercado.</p><p style="text-align: justify; ">Durante o evento, Andreia levou ao painel uma pauta direta e essencial: a equidade de gênero constru&iacute;da tamb&eacute;m por meio da literatura. Representando a força da liderança feminina, ela apresentou o impacto do Selo Editorial S&eacute;rie Mulheres, iniciativa criada em 2014, que já re&uacute;ne mais de quatro mil hist&oacute;rias registradas em obras publicadas.</p><p style="text-align: justify; ">Com o prop&oacute;sito de dar voz &agrave;s mulheres, ampliar sua presença em diferentes áreas profissionais e fortalecer o protagonismo feminino, o selo tem conectado narrativas reais a temas estrat&eacute;gicos do mercado, reforçando a importância da representatividade em setores diversos.</p><p style="text-align: justify; ">Ao lado de Ângelo Guerra, presidente da Atento Brasil, e Nelson Lopes, COO da Madre Seguros, e com mediação de Victor Morais de Andrade, presidente da ABRAREC, Andreia conduziu sua participação com firmeza e clareza ao afirmar que não existe avanço real dentro das organizações sem espaço verdadeiro para a voz feminina.</p><p style="text-align: justify; ">O reconhecimento recebido na premiação reforça a relevância de sua atuação &agrave; frente da Editora Leader e o impacto do Selo S&eacute;rie Mulheres como instrumento de escuta, expressão e transformação social.</p><p style="text-align: justify; ">Mais do que uma presença simb&oacute;lica, Andreia Roma consolida um movimento constru&iacute;do ao longo dos anos: transformar hist&oacute;rias em legado e dar visibilidade a mulheres que constroem o mercado todos os dias.?  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90277_1004182182-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90277_1004182182-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90277_1004182182-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Sobrancelhas bem definidas: segredo para reforçar a imagem pessoal e elevar a presença profissional</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90268/sobrancelhas-bem-definidas-segredo-para-reforcar-a-imagem-pessoal-e-elevar-a-presenca-profissional.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90268/sobrancelhas-bem-definidas-segredo-para-reforcar-a-imagem-pessoal-e-elevar-a-presenca-profissional.html</guid>
			<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 07:20:32 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Em um mundo onde a primeira impressão conta mais do que nunca, as sobrancelhas assumem um papel central na construção da imagem pessoal e profissional. Cida Pires, renomada especialista em design de sobrancelhas e fundadora do Espaço Cida Pires, explica como esse detalhe pode transformar a presença de qualquer pessoa."Sobrancelhas bem definidas são como uma moldura perfeita para o rosto: elas transmitem confiança, equil&iacute;brio e sofisticação. Uma sobrancelha harmoniosa reforça a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Em um mundo onde a primeira impressão conta mais do que nunca, as sobrancelhas assumem um papel central na construção da imagem pessoal e profissional. Cida Pires, renomada especialista em design de sobrancelhas e fundadora do Espaço Cida Pires, explica como esse detalhe pode transformar a presença de qualquer pessoa.</p><p style="text-align: justify; ">"Sobrancelhas bem definidas são como uma moldura perfeita para o rosto: elas transmitem confiança, equil&iacute;brio e sofisticação. Uma sobrancelha harmoniosa reforça a imagem pessoal, realçando traços &uacute;nicos e transmitindo autenticidade. No ambiente profissional, elas influenciam diretamente a percepção de autoridade e simpatia, ajudando a se destacar em reuniões, negociações ou eventos", afirma Cida Pires.</p><p style="text-align: justify; ">Com mais de uma d&eacute;cada de experiência no design de sobrancelhas, Cida Pires atende um p&uacute;blico variado, de executivos a influenciadores, sempre priorizando t&eacute;cnicas personalizadas que respeitam a anatomia facial de cada cliente. "Não se trata apenas de beleza, mas de empoderamento. Sobrancelhas ideais elevam a autoestima e projetam uma presença mais impactante", completa a especialista.</p><p style="text-align: justify; ">Cida Pires &eacute; referência em design de sobrancelhas no Rio de Janeiro, com foco em t&eacute;cnicas inovadoras e personalizadas que valorizam a essência de cada cliente.</p><p style="text-align: justify; ">Localizado no coração de Icara&iacute;, o Espaço Cida Pires oferece atendimento especializado e personalizado no Shopping Icara&iacute;, Rua Ator Paulo Gustavo, 229 &ndash; Loja 229, Icara&iacute;, Niter&oacute;i. O ambiente aconchegante e equipado com as melhores tecnologias garante resultados naturais e duradouros.</p><p style="text-align: justify; ">Para mais informações e agendamentos, acesse @cidapires.academy no Instagram ou entre em contato pelo WhatsApp (21) 98802-8651.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90268_design-de-sobrancelhas-1-811x526-webp.webp" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90268_design-de-sobrancelhas-1-811x526-webp.webp" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90268_design-de-sobrancelhas-1-811x526-webp.webp" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Caso Leandro Lehart, do Art Popular, tem documentário lançado </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90134/caso-leandro-lehart-do-art-popular-tem-documentario-lancado.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90134/caso-leandro-lehart-do-art-popular-tem-documentario-lancado.html</guid>
			<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 09:22:06 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Nesta semana, o cantor Leandro Lehart, conhecido por sua trajet&oacute;ria &agrave; frente do grupo Art Popular, voltou ao centro de um caso que, há anos, provoca reações intensas e opiniões divididas.O artista foi acusado e condenado pelos crimes de estupro e cárcere privado. A denúncia que se tornou pública em 2022, refere-se a eventos ocorridos em outubro de 2019 com uma mulher com quem o artista havia se relacionado. Em 2022, ele foi condenado em primeira instância a 9 anos, 7 meses ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="left" style="text-align: justify; ">Nesta semana, o cantor Leandro Lehart, conhecido por sua trajet&oacute;ria &agrave; frente do grupo Art Popular, voltou ao centro de um caso que, há anos, provoca reações intensas e opiniões divididas.</p><p align="left" style="text-align: justify;">O artista foi acusado e condenado pelos crimes de estupro e cárcere privado. A denúncia que se tornou pública em 2022, refere-se a eventos ocorridos em outubro de 2019 com uma mulher com quem o artista havia se relacionado. Em 2022, ele foi condenado em primeira instância a 9 anos, 7 meses e 6 dias de prisão em regime fechado. Recentemente, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) manteve a condenação em segunda instância. A defesa recorreu e o caso segue em andamento, marcado por versões divergentes entre acusação e defesa.</p><p align="left" style="text-align: justify;">No recente lançamento do documentário “Socorro em Silêncio &ndash; Entre Fatos e Narrativas”, Leandro Lehart, ap&oacute;s anos de silêncio, conta sua versão dos fatos (todos baseados nos autos do processo), e reacende o debate &ndash; não apenas sobre o caso, mas sobre a forma dos julgamentos.</p><p align="left" style="text-align: justify;">A repercussão expõe um padrão: a pressa em concluir.</p><p align="left" style="text-align: justify;">Em um ambiente dominado por recortes e opiniões instantâneas, a narrativa costuma se formar antes da compreensão. A dúvida, que deveria ser essencial em qualquer processo de apuração, passa a ser descartada.</p><p align="left" style="text-align: justify;">Mas a realidade raramente &eacute; simples. Casos que envolvem relações humanas e acusações graves exigem mais do que reação. Exigem exame cuidadoso, responsabilidade e disposição para lidar com a complexidade.</p><p align="left" style="text-align: justify;">Casos que envolvem violência, especialmente de natureza sexual, não são apenas complexos, mas são profundamente sensíveis. Suas marcas não são apenas jurídicas, mas humanas, emocionais e sociais. Por isso, cada situação exige não apenas cautela na avaliação, mas tamb&eacute;m respeito &agrave; gravidade do que está sendo discutido.</p><p align="left" style="text-align: justify;">Não se trata apenas de um caso, mas de uma hist&oacute;ria coletiva marcada por silenciamentos, dúvidas e descr&eacute;dito. Durante muito tempo, mulheres precisaram lutar não apenas por justiça, mas pelo direito básico de serem ouvidas. Por isso, cada relato importa. Cada escuta importa. </p><p align="left" style="text-align: justify;">Mas &eacute; justamente por carregar esse peso que o tema exige ainda mais responsabilidade. Levar uma denúncia a s&eacute;rio não pode significar abrir mão da avaliação, dos contextos emocionais e de todos os detalhes que compõe uma hist&oacute;ria. Porque, quando isso acontece, não estamos protegendo a causa, mas sim fragilizando aquilo que a sustenta. </p><p align="left" style="text-align: justify;">A credibilidade de uma luta não se constr&oacute;i na ausência de questionamento, mas na capacidade de atravessá-lo com rigor. Transformar situações complexas em respostas automáticas pode parecer um gesto de apoio, mas tamb&eacute;m pode gerar distorções. E distorções, nesse contexto, não atingem apenas indivíduos &ndash; atingem a confiança em denúncias que precisam, mais do que nunca, ser levadas a s&eacute;rio. </p><p align="left" style="text-align: justify;">Sustentar essa complexidade não &eacute; confortável, mas &eacute; necessário. Porque, no fim, nenhuma mulher quer voltar a não ser ouvida, mas tamb&eacute;m não há como abrir mão de ser justa. </p><p align="left" style="text-align: justify;"><a name="_41wvbnviojpy"></a>Al&eacute;m dos aspectos jurídicos, há dimensões humanas que não podem ser ignoradas: contextos, emoções e dinâmicas que tornam qualquer situação mais complicada do que aparenta. Casos de violência carregam um peso hist&oacute;rico real, mas &eacute; essa mesma relevância que exige uma análise profundamente rigorosa. Quando essa análise cede &agrave; simplificação, o risco não &eacute; apenas de injustiça individual &ndash; &eacute; tamb&eacute;m de enfraquecimento de uma causa legítima. </p><p align="left" style="text-align: justify;">Tratar cada situação com responsabilidade não enfraquece nenhuma luta. Sustenta. </p><p align="left" style="text-align: justify;">O pr&oacute;prio sistema de justiça reforça essa necessidade de cautela. Decisões se baseiam em provas, mas tamb&eacute;m em interpretações. Não são absolutas, por isso existem recursos, revisões e diferentes instâncias. </p><p align="left" style="text-align: justify;">Quando esse processo, já complexo, &eacute; substituído pelo julgamento público imediato, o risco de distorção aumenta. </p><p align="left" style="text-align: justify;">Este não &eacute; um texto de defesa. Nem de acusação. &Eacute; um convite.</p><p align="left" style="text-align: justify;">Em tempos de certezas rápidas e absolutas, talvez o maior desafio seja sustentar a dúvida. Ouvir os dois lados antes de concluir. Analisar antes de julgar.  </p><p align="left" style="text-align: justify; ">Porque, entre versões e narrativas, &eacute; nesse espaço &ndash; menos apressado e mais consciente &ndash; que a justiça começa.</p><p>                                            </p><p align="left" style="text-align: justify; "><b>Documentário “Socorro em Silêncio &ndash; Entre Fatos e Narrativas”:</b></p><div class="videoWrapper" data-source="YOUTUBE"><iframe frameborder="0" src="//www.youtube.com/embed/y4h3Ko4fCKY" allowfullscreen="true" width="560" height="315" scrolling="no" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" class="note-video-clip"></iframe></div><p align="left" style="text-align: justify; "><br></p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90134_screenshot-20260410-092119-word-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90134_screenshot-20260410-092119-word-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90134_screenshot-20260410-092119-word-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>ONU aponta prejuízos aos jovens com excesso de uso das redes sociais</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90096/onu-aponta-prejuizos-aos-jovens-com-excesso-de-uso-das-redes-sociais.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90096/onu-aponta-prejuizos-aos-jovens-com-excesso-de-uso-das-redes-sociais.html</guid>
			<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 09:36:14 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Relat&oacute;rio Mundial da Felicidade, realizado pela Organização das Nações Unidas, analisa a qualidade de vida em mais de 140 países e aponta uma relação direta entre o tempo de uso das redes sociais e o bem-estar dos jovens.Segundo o levantamento, a m&eacute;dia global de uso entre adolescentes &eacute; de cerca de duas horas e meia por dia &mdash; nível associado &agrave; queda na qualidade de vida.No cotidiano, esses impactos já podem ser percebidos no comportamento dos...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>O Relat&oacute;rio Mundial da Felicidade, realizado pela Organização das Nações Unidas, analisa a qualidade de vida em mais de 140 países e aponta uma relação direta entre o tempo de uso das redes sociais e o bem-estar dos jovens.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685312&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685312&o=node"></p><p>Segundo o levantamento, a m&eacute;dia global de uso entre adolescentes &eacute; de cerca de duas horas e meia por dia &mdash; nível associado &agrave; queda na qualidade de vida.</p><p>No cotidiano, esses impactos já podem ser percebidos no comportamento dos estudantes, como observa a pedagoga Selma Brito.</p><blockquote><p>“Um desafio para n&oacute;s, e principalmente da nossa geração, &eacute; compreender como vamos mediar a aprendizagem para a melhor utilização dos meios e dos recursos neste mundo digital.”</p></blockquote><p>Entre os principais efeitos apontados pelo relat&oacute;rio estão dificuldades de concentração, ansiedade e prejuízos nas relações sociais. O excesso de tempo conectado tamb&eacute;m pode afetar o desenvolvimento cognitivo e a forma como esses jovens constroem a pr&oacute;pria imagem.</p><blockquote><p>“Há a construção de uma mentalidade consumista e de um ideal de mundo do consumo que está sempre disponível. A gente precisa educá-los para entender onde &eacute; que ele consome, onde &eacute; que ele &eacute; consumido e que tipo de escolha ele tem que fazer.”</p></blockquote><p>Diante desse cenário, Selma Brito ressalta a importância de equilibrar o uso das tecnologias com rotinas mais saudáveis e destaca o papel da família nesse processo.</p><blockquote><p>“Existem alguns filtros e isso a família tamb&eacute;m pode fazer. Tem horário de chegar em casa e dormir, ponto final. Tem horário de estar nas telas, ponto final. Tem horário de sair para conversar com os colegas. Está faltando essa negociação e essa definição de regras. Eles precisam disso.”</p></blockquote></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex">    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Educadora da Bahia/RadioAgência Nacional sobre o impacto das redes sociais e do uso do celular sobre o bem-estar dos jovens.</b><div class="nome-editor"><br></div></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90096_criancas-e-adolescentes-sofrem-prejuizos-no-desenvolvimento-cognitivo-na-autoimagem-no-controle-da-a.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90096_criancas-e-adolescentes-sofrem-prejuizos-no-desenvolvimento-cognitivo-na-autoimagem-no-controle-da-a.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90096_criancas-e-adolescentes-sofrem-prejuizos-no-desenvolvimento-cognitivo-na-autoimagem-no-controle-da-a.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Crian&ccedil;as e adolescentes sofrem preju&iacute;zos no desenvolvimento cognitivo, na autoimagem, no controle da ansiedade e no rendimento escolar, aponta Relat&oacute;rio da Felicidade, da ONU. Foto: Bruno Peres/Ag&ecirc;nci]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Lula sanciona leis apertando o cerco a agressores de mulheres</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90095/lula-sanciona-leis-apertando-o-cerco-a-agressores-de-mulheres.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90095/lula-sanciona-leis-apertando-o-cerco-a-agressores-de-mulheres.html</guid>
			<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 09:14:16 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O presidente Lula sanciona, nesta quinta-feira (9), três projetos de lei que fortalecem o combate &agrave; violência contra a mulher. O primeiro &eacute; o PL que determina o uso imediato de tornozeleira eletr&ocirc;nica em agressores que coloquem em risco a vida de mulheres e crianças em casos de violência dom&eacute;stica. Atualmente, a Lei Maria da Penha autoriza o monitoramento, mas como opção. Al&eacute;m disso, a vítima poderá usar um dispositivo de segurança alertando sobre a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>O presidente Lula sanciona, nesta quinta-feira (9), <strong>três projetos de lei que fortalecem o combate &agrave; violência contra a mulher</strong>. O primeiro &eacute; o PL que determina o <strong>uso imediato de tornozeleira eletr&ocirc;nica em agressores </strong>que coloquem em risco a vida de mulheres e crianças em casos de violência dom&eacute;stica. Atualmente, a Lei Maria da Penha autoriza o monitoramento, mas como opção. Al&eacute;m disso, a vítima poderá usar um dispositivo de segurança alertando sobre a aproximação do agressor.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685334&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685334&o=node"></p><p>Pela lei, <strong>os delegados de polícia tamb&eacute;m poderão determinar o uso da tornozeleira em cidades sem juiz</strong>. Nesses locais, hoje, o afastamento imediato do lar &eacute; a única medida protetiva que o delegado pode adotar. O uso da tornozeleira tamb&eacute;m será prioridade nos casos em que houver descumprimento de outras medidas protetivas. Pela nova lei, caso o juiz decida que a tornozeleira não deve mais ser usada, deverá expor expressamente os motivos.</p><p>O projeto tamb&eacute;m <strong>aumenta de um terço at&eacute; a metade a pena por descumprimento de medidas protetivas</strong>. Atualmente, a reclusão &eacute; de 2 a 5 anos, al&eacute;m de multa.</p><p>O presidente Lula tamb&eacute;m sanciona a proposta sobre o <strong>vicaricídio, que torna crime o assassinato de filhos e parentes como forma de punir ou causar sofrimento &agrave;s mulheres</strong>. O delito será considerado hediondo, com pena de 20 a 40 anos.</p><p>Outro projeto sancionado cria o Dia Nacional de Proteção e Combate &agrave; Violência contra as Mulheres Indígenas, em 5 de setembro. </p><p>A cerim&ocirc;nia acontece no Palácio do Planalto, em Brasília.<br> </p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex">   <b> Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a sanção pelo presidente Lula de projetos que fortelecem o combate &agrave; violência contra a mulher.</b><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90095_mulheres-sob-ameaca-de-companheiros-passam-a-contar-com-protecao-legal-mais-ampla-a-partir-da-sancao.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90095_mulheres-sob-ameaca-de-companheiros-passam-a-contar-com-protecao-legal-mais-ampla-a-partir-da-sancao.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90095_mulheres-sob-ameaca-de-companheiros-passam-a-contar-com-protecao-legal-mais-ampla-a-partir-da-sancao.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Mulheres sob amea&ccedil;a de companheiros passam a contar com prote&ccedil;&atilde;o legal mais ampla, a partir da san&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s novas leis.]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Luto prolongado impacta saúde e aumenta atendimentos médicos, alerta especialista </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/90032/luto-prolongado-impacta-saude-e-aumenta-atendimentos-medicos-alerta-especialista.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/90032/luto-prolongado-impacta-saude-e-aumenta-atendimentos-medicos-alerta-especialista.html</guid>
			<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 15:12:08 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[No mês em que &eacute; comemorado o Dia Mundial da Sa&uacute;de - 7 de abril, especialistas chamam atenção para um tema ainda pouco discutido: os impactos do luto prolongado na sa&uacute;de. A data, criada pela OMS - Organização Mundial da Sa&uacute;de, reforça a importância de uma abordagem integral do cuidado &mdash; que inclui não apenas o corpo, mas tamb&eacute;m a sa&uacute;de mental. O luto prolongado &mdash; caracterizado pela dificuldade em elaborar a perda de um ente querido ao ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">No mês em que &eacute; comemorado o Dia Mundial da Sa&uacute;de - 7 de abril, especialistas chamam atenção para um tema ainda pouco discutido: os impactos do luto prolongado na sa&uacute;de. A data, criada pela OMS - Organização Mundial da Sa&uacute;de, reforça a importância de uma abordagem integral do cuidado &mdash; que inclui não apenas o corpo, mas tamb&eacute;m a sa&uacute;de mental. O luto prolongado &mdash; caracterizado pela dificuldade em elaborar a perda de um ente querido ao longo do tempo &mdash; tem contribu&iacute;do para o aumento na procura por atendimentos m&eacute;dicos e psicol&oacute;gicos. Especialistas reforçam que o acolhimento e o acesso &agrave; informação são fundamentais para preservar a sa&uacute;de e ajudar na reconstrução da vida ap&oacute;s a perda.</p><p style="text-align: justify;">Desde 2022, a OMS passou a reconhecer o luto prolongado como um transtorno mental na Classificação Internacional de Doenças (CID-11), quando a dor da perda persiste de forma intensa e incapacitante, impedindo a retomada da vida cotidiana. Especialistas são unânimes ao afirmar: falar sobre o luto &eacute; essencial para reduzir seus impactos. Algumas dicas podem ajudar no processo.</p><p style="text-align: justify;">Durante dez anos, pesquisadores da Dinamarca acompanharam 1.735 pessoas enlutadas e conclu&iacute;ram que familiares com n&iacute;veis elevados e persistentes de sintomas de luto (como tristeza intensa, dificuldade de aceitar a perda e sensação de vazio) usam mais os serviços de sa&uacute;de e têm risco de morte aumentado por at&eacute; uma d&eacute;cada ap&oacute;s a perda do familiar. Os resultados publicados na revista Frontiers in Public Health ano passado mostram a importância de tratar os sintomas o quanto antes, conforme orienta  a psic&oacute;loga Mar&iacute;lia Fernandes, do Grupo OAF;</p><p style="text-align: justify;">“São vários os sinais de alerta, como isolamento social prolongado, sentimento de paralisação diante da retomada da rotina, quando a intensidade da dor não diminui com o tempo, processo de culpa excessivo ou sensação de falta de sentido na vida”, explica Mar&iacute;lia.</p><p style="text-align: justify;">O sofrimento emocional cont&iacute;nuo pode desencadear sintomas f&iacute;sicos importantes, como ins&ocirc;nia, queda da imunidade, dores cr&ocirc;nicas e at&eacute; o agravamento de doenças cardiovasculares. Dados da pr&oacute;pria OMS apontam que transtornos mentais já representam uma das principais causas de incapacidade no mundo, e o Brasil lidera a prevalência de depressão na Am&eacute;rica Latina. Nesse contexto, experiências de perda e luto não elaboradas impactam no desenvolvimento ou agravamento desses quadros.</p><p style="text-align: justify;">Al&eacute;m disso, especialistas alertam que o luto prolongado pode apresentar sintomas semelhantes aos da depressão e ansiedade, incluindo tristeza profunda, perda de interesse pela vida, alterações no sono e at&eacute; manifestações f&iacute;sicas como dores no corpo e problemas de mem&oacute;ria. Segundo a psic&oacute;loga, o corpo responde diretamente ao sofrimento emocional. Mar&iacute;lia Fernandes afirma que uma rede de apoio &eacute; fundamental neste momento;</p><p style="text-align: justify;">“Deve-se evitar acelerar o processo de luto. As pessoas ao redor devem dar espaço &agrave; escuta, estar presentes, demonstrar apoio, evitar falas como ‘você precisa ser forte´ e ‘a vida continua´, pois revelam insensibilidade diante da dor do enlutado. Sabemos que &eacute; um momento desconfortável, de tristeza, de tendência ao isolamento, mas &eacute; importante o apoio de familiares e amigos”, diz. E a psic&oacute;loga orienta sobre como agir;</p><p style="text-align: justify;">“A preocupação não deve ser sobre ter frases brilhantes ou positivas para tentar consolar o enlutado. O momento &eacute; de fazer com que se sinta confortável para que consiga falar sobre a perda e assim vá elaborando a dor e se organizando internamente em um momento tão dificil’, ensina Mar&iacute;lia.</p><p style="text-align: justify;">Quando o luto não &eacute; vivido e elaborado, ele pode se manifestar de forma silenciosa no organismo. &Eacute; comum que pacientes procurem atendimento m&eacute;dico por sintomas f&iacute;sicos sem perceber que a origem está na dor emocional. Esse cenário tamb&eacute;m reflete no aumento global da demanda por serviços de sa&uacute;de. </p><p style="text-align: justify;">Atento a essa realidade, o Grupo OAF, que atua com serviços de assistência funeral e suporte em sa&uacute;de, tem ampliado sua atuação para al&eacute;m dos procedimentos formais, oferecendo acolhimento e orientação &agrave;s fam&iacute;lias no per&iacute;odo p&oacute;s-perda.</p><p style="text-align: justify;">“O cuidado não termina no momento da despedida. &Eacute; fundamental oferecer suporte cont&iacute;nuo para que as fam&iacute;lias consigam atravessar o luto de forma mais saudável e com menos impactos na sa&uacute;de”, destaca a CEO da empresa, Karla Monielly Belchior.</p><p style="text-align: justify;"><b>Dicas para lidar melhor com o luto:</b></p><p style="text-align: justify;">* Permitir-se sentir e expressar a dor</p><p style="text-align: justify;">* Evitar o isolamento e buscar apoio emocional</p><p style="text-align: justify;">* Manter uma rotina básica de autocuidado</p><p style="text-align: justify;">* Respeitar o pr&oacute;prio tempo de recuperação</p><p style="text-align: justify;">* Procurar acompanhamento psicol&oacute;gico quando necessário</p><p style="text-align: justify;"> </p><p>                                                      </p><p><div style="text-align: justify;"><br></div> <div style="text-align: justify;"><br></div>   </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90032_1004136603-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90032_1004136603-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/90032_1004136603-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Condenado por feminicídio arcará com pensão por morte aos filhos da assassinada</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/89835/condenado-por-feminicidio-arcara-com-pensao-por-morte-aos-filhos-da-assassinada.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/89835/condenado-por-feminicidio-arcara-com-pensao-por-morte-aos-filhos-da-assassinada.html</guid>
			<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 11:53:17 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Tribunal Regional Federal da 4ª Região decidiu que um homem condenado por feminicídio deve ressarcir o INSS pelas despesas com pensão por morte paga aos filhos da vítima.O caso ocorreu em 2020, na cidade de Palmas, no Paraná. Ap&oacute;s o crime, dois filhos passaram a receber o benefício previdenciário. Com a decisão, o condenado terá de devolver ao instituto os valores já pagos e tamb&eacute;m arcar com as parcelas futuras, at&eacute; que os dependentes completem 21 anos.O...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>O Tribunal Regional Federal da 4ª Região decidiu que um homem condenado por feminicídio deve ressarcir o INSS pelas despesas com pensão por morte paga aos filhos da vítima.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684624&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684624&o=node"></p><p>O caso ocorreu em 2020, na cidade de Palmas, no Paraná. Ap&oacute;s o crime, dois filhos passaram a receber o benefício previdenciário. Com a decisão, o condenado terá de devolver ao instituto os valores já pagos e tamb&eacute;m arcar com as parcelas futuras, at&eacute; que os dependentes completem 21 anos.</p><p>O montante estimado chegava a 158 mil reais em fevereiro de 2024.</p><p>A Advocacia-Geral da União alegou que a legislação permite a cobrança nesses casos. A regra foi reforçada ap&oacute;s a sanção de uma lei de 2019 que autoriza o ressarcimento ao INSS em situações de violência contra a mulher.</p><p>   <b> Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o ressarcimento ao INSS das despesas com pensão aos filhos de uma vítima de feminicídio no Paraná.</b><br></p><p>A defesa do r&eacute;u argumentou que a cobrança representaria dupla penalidade, já que ele foi condenado na esfera criminal. Tamb&eacute;m questionou o pagamento das parcelas futuras e afirmou que o benefício deveria ser responsabilidade da Previdência.</p><p>O tribunal rejeitou os argumentos e manteve a condenação. Para os desembargadores, o fato de o sistema previdenciário ser coletivo não elimina a responsabilidade individual do autor do crime.</p><p>A decisão destaca que o feminicídio antecipou a concessão da pensão por morte, gerando um custo direto ao sistema público.</p><p>O entendimento tamb&eacute;m reforça que o agressor não pode se beneficiar da situação. Ele fica impedido de representar os filhos para recebimento da pensão e não tem direito ao benefício.</p><p>Segundo a Advocacia-Geral da União, a medida busca garantir o ressarcimento aos cofres públicos e responsabilizar quem deu causa ao pagamento.</p><p><br></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/89835_sentenca-no-trf-4-abre-precedente-para-que-inss-seja-ressarcido-pelo-reu-em-casos-de-gastos-provocad.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/89835_sentenca-no-trf-4-abre-precedente-para-que-inss-seja-ressarcido-pelo-reu-em-casos-de-gastos-provocad.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/04/89835_sentenca-no-trf-4-abre-precedente-para-que-inss-seja-ressarcido-pelo-reu-em-casos-de-gastos-provocad.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Senten&ccedil;a no TRF-4 abre precedente para que INSS seja ressarcido pelo r&eacute;u, em casos de gastos provocados por viol&ecirc;ncia contra a mulher. Foto: Jo&eacute;dson Alves/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Supremo julgará recurso de modelo contra absolvição de estuprador em tribunal de Santa Catarina</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/89733/supremo-julgara-recurso-de-modelo-contra-absolvicao-de-estuprador-em-tribunal-de-santa-catarina.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/89733/supremo-julgara-recurso-de-modelo-contra-absolvicao-de-estuprador-em-tribunal-de-santa-catarina.html</guid>
			<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 17:03:20 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir se provas de processos sobre crimes sexuais podem ser consideradas ilícitas quando houver violação de direitos da vítima, como dignidade e honra. Na última sexta-feira (27), o Plenário do Supremo reconheceu por maioria a repercussão geral do tema. Uma futura decisão valerá para todos os tribunais do país. A Corte analisa recurso da modelo Mariana Ferrer, que pede a anulação da sentença da Justiça de Santa Catarina que absolveu o acusado ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>O Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir se <strong>provas de processos sobre crimes sexuais podem ser consideradas ilícitas quando houver violação de direitos da vítima</strong>, como dignidade e honra. Na última sexta-feira (27), o Plenário do Supremo reconheceu por maioria a repercussão geral do tema. Uma futura decisão valerá para todos os tribunais do país. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684185&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684185&o=node"></p><p><strong>A Corte analisa recurso da modelo Mariana Ferrer</strong>, que pede a anulação da sentença da Justiça de Santa Catarina que absolveu o acusado de estupro contra ela, em 2018. </p><p>Segundo a defesa, a modelo sofreu humilhações, ofensas e insinuações sexuais “do mais baixo nível” durante a audiência, sem intervenção de juiz, promotor ou defensor público. <strong>Para Mariana, houve violação da dignidade humana</strong>. Por isso, pede a nulidade da audiência e dos atos seguintes, com retorno do caso &agrave; primeira instância. </p><h2><span style="font-weight: normal; font-size: 18px; color: rgb(0, 0, 0);">Moraes, relator, alerta para peso de dignidade e imagem no julgamento de crimes sexuais</span></h2><p>O relator do caso no Supremo, ministro Alexandre de Moraes, afirma que direitos como dignidade, intimidade, honra e imagem têm peso ainda maior nos crimes sexuais. </p><p>Segundo ele, <strong>discutir a licitude dessas provas &eacute; essencial para orientar a atuação de juízes</strong>, promotores e advogados, al&eacute;m de definir as responsabilidades por ações ou omissões que resultem em revitimização. O STF ainda não definiu a data do julgamento. </p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o julgamento de recurso no caso Mari Ferrer, em que o acusado foi absolvido sob a alegação de 'estupro culposo'.</b><br></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89733_absolvicao-de-acusado-de-estupro-da-blogueira-mari-ferrer-despertou-protstos-em-todo-o-pais-e-inspir.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89733_absolvicao-de-acusado-de-estupro-da-blogueira-mari-ferrer-despertou-protstos-em-todo-o-pais-e-inspir.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89733_absolvicao-de-acusado-de-estupro-da-blogueira-mari-ferrer-despertou-protstos-em-todo-o-pais-e-inspir.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Absolvi&ccedil;&atilde;o de acusado de estupro da blogueira Mari Ferrer despertou protstos em todo o Pa&iacute;s e inspirou uma lei protegendo v&iacute;timas de crimes sexuais de humilha&ccedil;&otilde;es em audi&ecirc;ncias. Foto: Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Resgate de gatos em Realengo revela drama de idoso acumulador</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/89608/resgate-de-gatos-em-realengo-revela-drama-de-idoso-acumulador.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/89608/resgate-de-gatos-em-realengo-revela-drama-de-idoso-acumulador.html</guid>
			<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 12:56:50 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Na última quarta-feira (25), uma operação conjunta entre a Prefeitura do Rio e o Corpo de Bombeiros resgatou 25 gatos que viviam em situação de extrema insalubridade em um apartamento no bairro de Realengo, Zona Oeste. A ação foi motivada por denúncias de vizinhos incomodados com o forte odor e a presença de insetos. No local, agentes encontraram fezes, urina e sujeira espalhadas por todo o im&oacute;vel, inclusive sobre utensílios de cozinha. Os animais foram encaminhados para o...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="center" style="text-align: justify; ">Na última quarta-feira (25), uma operação conjunta entre a Prefeitura do Rio e o Corpo de Bombeiros resgatou 25 gatos que viviam em situação de extrema insalubridade em um apartamento no bairro de Realengo, Zona Oeste. A ação foi motivada por denúncias de vizinhos incomodados com o forte odor e a presença de insetos. No local, agentes encontraram fezes, urina e sujeira espalhadas por todo o im&oacute;vel, inclusive sobre utensílios de cozinha. Os animais foram encaminhados para o abrigo público Fazenda Modelo, em Guaratiba, onde receberão tratamento veterinário antes de serem colocados para adoção.</p><p style="text-align: justify; ">O dono do im&oacute;vel, um idoso identificado como "Seu Jorge", foi apontado como acumulador compulsivo. Segundo o vereador Luiz Ramos Filho, da Comissão de Defesa dos Animais, o morador apresenta sinais de saúde comprometida, mas resiste a abandonar o local. Diante da gravidade, a Assistência Social e a Clínica da Família foram acionadas para oferecer suporte terapêutico ao idoso, já que o acúmulo de lixo e animais, situação conhecida como Síndrome de No&eacute;, &eacute; um transtorno mental que exige cuidado m&eacute;dico especializado.</p><p style="text-align: justify; "><b>Entenda a diferença: Coleção ou Doença?</b></p><p style="text-align: justify; ">O caso de Realengo expõe um problema social crescente no Rio: idosos que vivem sozinhos e desenvolvem o transtorno de acumulação. Diferente de um colecionador ou de algu&eacute;m saudosista, que organiza seus objetos com zelo e orgulho, o acumulador compulsivo perde o crit&eacute;rio. Ele guarda itens sem utilidade real, como embalagens e restos de comida, a ponto de obstruir a passagem e tornar os c&ocirc;modos da casa inutilizáveis.</p><p style="text-align: justify;"><b>Como identificar e ajudar</b></p><p style="text-align: justify; ">A família e os vizinhos devem ficar atentos aos sinais de alerta que vão al&eacute;m de uma casa bagunçada:</p><p style="text-align: justify; "><b>Insalubridade:</b> mau cheiro persistente e      presença de ratos ou baratas.</p><p style="text-align: justify; "><b>Autonegligência:</b> quando o idoso para de cuidar      da pr&oacute;pria higiene e alimentação.</p><p style="text-align: justify; "><b>Isolamento:</b> o morador passa a recusar      visitas por vergonha ou para esconder o excesso de objetos.</p><p style="text-align: justify; "><b>Dificuldade      de locomoção:</b>      criação de "trilhas" entre pilhas de lixo para conseguir andar      pela casa.</p><p style="text-align: justify;"><b>Canais de Ajuda</b></p><p style="text-align: justify; ">Para casos como este, a rede pública de saúde e assistência deve ser acionada para garantir a segurança do idoso e da comunidade</p><p style="text-align: justify; "><b>Central      1746:</b>      Solicite o serviço de "Verificação de autonegligência".      Assistentes sociais da Prefeitura serão enviados para avaliar o caso.</p><p>                                          </p><p style="text-align: justify; "><b>Disque 100:</b> Para denúncias graves de violação de direitos humanos.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89608_1004076433-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89608_1004076433-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89608_1004076433-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Fotos: Divulga&ccedil;&atilde;o /Prefeitura do Rio ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Chacina da Baixada, 21anos: famílias ocupam praça em Nova Iguaçu </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/89604/chacina-da-baixada-21anos-familias-ocupam-praca-em-nova-iguacu.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/89604/chacina-da-baixada-21anos-familias-ocupam-praca-em-nova-iguacu.html</guid>
			<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 09:23:42 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Na noite de 31 de março de 2005, policiais militares insatisfeitos com mudanças no comando do batalhão de Duque de Caxias percorreram os municípios de Nova Iguaçu e Queimados, na Baixada Fluminense, e executaram a esmo 29 pessoas em menos de três horas. Trabalhadores, jovens, pais e mães de família foram mortos em bares, padarias e pontos de &ocirc;nibus sem chance de reação, defesa ou fuga. Duas d&eacute;cadas e um ano depois, a maioria das famílias ainda espera por justiça.Para...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="font-claude-response-body" align="center" style="text-align: justify; ">Na noite de 31 de março de 2005, policiais militares insatisfeitos com mudanças no comando do batalhão de Duque de Caxias percorreram os municípios de Nova Iguaçu e Queimados, na Baixada Fluminense, e executaram a esmo 29 pessoas em menos de três horas. Trabalhadores, jovens, pais e mães de família foram mortos em bares, padarias e pontos de &ocirc;nibus sem chance de reação, defesa ou fuga. Duas d&eacute;cadas e um ano depois, a maioria das famílias ainda espera por justiça.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">Para marcar a data, a Associação F&oacute;rum Grita Baixada (AFGB), a Rede de Mães e Familiares de Vítimas de Violência de Estado da Baixada Fluminense e a Rede de Educação Popular da Baixada Fluminense organizam um ato público de mem&oacute;ria, denúncia e resistência, na Praça dos Direitos Humanos, em Nova Iguaçu, a partir das 17 horas desta terça-feira (31).</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">A programação inclui a exibição do filme "Nossos Mortos Têm Voz", uma roda de conversa com mães e familiares, a apresentação coreográfica "Te desejo, vida" e a leitura dos nomes das 29 vítimas da Chacina da Baixada Fluminense e das demais vítimas da violência letal e dos desaparecimentos forçados na região. O encerramento terá poesia.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; "><strong>"Parece que foi ontem"</strong></p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">Para quem perdeu algu&eacute;m naquela noite, o tempo não amenizou a dor e a indignação. A ferida ainda sangra.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">"São 21 anos desde que aconteceu a Chacina da Baixada. Não s&oacute; para mim, mas para todos os familiares, parece que foi ontem. Tudo ao inv&eacute;s de melhorar, piorou. A Baixada &eacute; um territ&oacute;rio que sempre teve violações de direitos, principalmente em relação ao direito &agrave; vida. Existem muitas famílias que tiveram perdas violentas, casos de desaparecimentos forçados que não tiveram seus entes queridos para enterrar. Isso &eacute; um sofrimento, uma angústia muito grande", lamenta Luciene Silva, da Rede de Mães e Familiares de Vítimas de Violência de Estado da Baixada Fluminense.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">Silvânia, familiar de uma das 29 vítimas da Chacina da Baixada de 2005, descreve o que chama de covardia do Estado. "São 21 anos de injustiça. &Eacute; muito triste conviver com a impunidade. O tempo passa, mas a saudade permanece. &Eacute; importante relembrar para não cair no esquecimento."</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">"A Baixada Fluminense, infelizmente, &eacute; muito invisibilizada. A nossa sociedade esquece das coisas muito rápido. E s&oacute; quem fica com essa dor &eacute; a família que fica doente com os traumas e as mem&oacute;rias que não se apagam do ente querido que se foi nessa covardia. Queremos ser lembradas para que outras chacinas como essa não venham a acontecer", afirma Renata Aguiar, integrante do coletivo de mães da Baixada Fluminense, que perdeu dois filhos para a violência policial na região em outros epis&oacute;dios distintos.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">Os cinco PMs foram condenados, entretanto, se beneficiam da Lei de Execução Penal, que limitava o cumprimento máximo a 30 anos &agrave; &eacute;poca dos fatos &mdash; limite ampliado para 40 anos pelo Pacote Anticrime de 2019. A progressão de regime tamb&eacute;m &eacute; permitida. Parte dos condenados cumpriu pena no BEP (Batalhão Especial Prisional), unidade que ficou conhecida como "Batalhão das Festinhas" pelas condições diferenciadas oferecidas a PMs presos, gerando críticas sobre tratamento privilegiado. A cadeia de comando nunca foi responsabilizada criminalmente: a investigação focou apenas nos executores diretos.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify;">Na esfera civil, cada família precisou entrar individualmente com uma ação contra o Estado do Rio de Janeiro. O Estado recorreu sistematicamente das decisões, mesmo ap&oacute;s o STJ manter os vereditos. A maioria dos processos alcançou o trânsito em julgado &mdash; quando não há mais recursos possíveis &mdash;, mas o pagamento das indenizações entra na fila de precat&oacute;rios, aguardando a ordem orçamentária do governo para ser quitado.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">Durante essa longa batalha, muitos familiares, sem o devido suporte psicol&oacute;gico, perdem empregos, adoecem e se separam ao longo dos anos.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; "><strong>Mem&oacute;ria como instrumento político</strong></p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">Para Ilsimar de Jesus, tamb&eacute;m da Rede de Mães, o ato tem uma dimensão que vai al&eacute;m da homenagem. "Lembrar não &eacute; apenas um ato simb&oacute;lico, &eacute; um gesto político. A mem&oacute;ria preserva hist&oacute;rias que muitos tentaram apagar, denuncia injustiças e impede que crimes sejam naturalizados ou esquecidos. Resistir &eacute; transformar lembranças em ação, dor em denúncia e hist&oacute;ria em instrumento de mudança."</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">O coordenador executivo da AFGB, Adriano Moreira de Araújo, reforça: "Cada 31 de março &eacute; um ato de resistência contra o esquecimento. Enquanto houver mães que choram filhos assassinados pelo Estado e sem nenhuma resposta da Justiça, nossa obrigação &eacute; estar na rua, ocupar a praça, gritar o nome de cada vítima."</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">Ao longo dessas duas d&eacute;cadas, a dor da perda se transformou em movimento coletivo de familiares organizados para denunciar a impunidade e reivindicar o direito &agrave; vida nas periferias. Em um contexto em que a violência policial segue atingindo majoritariamente jovens negros e moradores de territ&oacute;rios perif&eacute;ricos, lembrar a Chacina da Baixada &eacute; tamb&eacute;m denunciar a continuidade dessas violações. O ato não &eacute; apenas olhar para o passado. &Eacute; um espelho do presente.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; "><strong>Contexto atual</strong></p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify;">A Baixada Fluminense segue entre as regiões com maiores índices de letalidade policial no estado do Rio de Janeiro. A AFGB atua em 13 municípios da região no atendimento a famílias de vítimas de execuções e desaparecimentos forçados.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify;">Em março de 2026, o Brasil aprovou a lei que criminaliza o desaparecimento forçado como crime hediondo. A conquista, da qual a AFGB foi protagonista, representa um grande passo na luta por justiça pelas vítimas de violência do Estado, mas chegou tarde demais para as famílias das 29 vítimas de 2005.</p><p>                                                                                </p><p style="text-align: justify; ">   </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89604_1004075574-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89604_1004075574-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89604_1004075574-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Placa e flores foram depositadas em um dos locais da chacina. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Meninas sofrem mais com bullying nas escolas do que os meninos</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/89579/meninas-sofrem-mais-com-bullying-nas-escolas-do-que-os-meninos.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/89579/meninas-sofrem-mais-com-bullying-nas-escolas-do-que-os-meninos.html</guid>
			<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:40:23 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Um a cada quatro adolescentes considera que a “vida não vale a pena ser vivida”. A informação &eacute; da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PenSE) 2024, divulgada nesta quarta-feira (25) pelo IBGE.Do total de alunos que responderam &agrave; pesquisa, 4,5% disseram não ter amigos pr&oacute;ximos e 32% informaram sentir vontade de se machucar de prop&oacute;sito nos 12 meses anteriores ao levantamento. Segundo o gerente de pesquisas especiais do IBGE, Marco Andreazzi, o número de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p><strong>Um a cada quatro adolescentes considera que a “vida não vale a pena ser vivida”. </strong>A informação &eacute; da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PenSE) 2024, divulgada nesta quarta-feira (25) pelo IBGE.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683470&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683470&o=node"></p><p>Do total de alunos que responderam &agrave; pesquisa, <strong>4,5% disseram não ter amigos pr&oacute;ximos e 32% informaram sentir vontade de se machucar de prop&oacute;sito nos 12 meses anteriores ao levantamento. </strong>Segundo o gerente de pesquisas especiais do IBGE, Marco Andreazzi, o número de meninas que disseram se sentir dessa maneira foi mais que o dobro do de meninos.</p><blockquote><p>“Quarenta e três por cento das meninas e 20% dos meninos. Isso &eacute; um fen&ocirc;meno mais recente, &eacute; uma questão recente e crescente, e bastante preocupante. Merece ser detalhada, analisada e trabalhada. Ningu&eacute;m se preocupa com eles. Em outro indicador, 26,1% dos escolares alegam sentir que ningu&eacute;m se preocupa com eles, sendo 33,3% das meninas e 19% dos meninos. A diferença &eacute; muito grande, de 14 pontos percentuais”.</p></blockquote><p>No estudo, o IBGE tamb&eacute;m investigou temas como violência, comportamentos alimentares, higiene, uso de drogas, saúde sexual e saúde bucal. Sobre bullying, de forma geral, os dados revelaram que, no Brasil, <strong>27,2% dos estudantes relataram ter passado por isso, duas ou mais vezes, nos últimos 30 dias anteriores ao levantamento</strong>. Segundo o pesquisador, observa-se uma tendência de crescimento.</p><blockquote><p>“A persistência, ou seja, o número de epis&oacute;dios de bullying, a intensidade deles aumentou. Na região Norte, esse número passa de 21,7% para 26,6%: no nordeste 22,1% para 26,8%. Em relação ao sexo, n&oacute;s temos uma diferença muito grande, de 30,1% das meninas declaram ter sofrido epis&oacute;dios de bullying, enquanto os meninos 24,3%. Uma diferença de 5,8%”.</p></blockquote><p>Marco Andreazzi destaca que, entre os motivos relatados, está a aparência física.</p><blockquote><p>“A aparência do rosto ou cabelo &eacute; o maior, com 30%; aparência do corpo, cor ou raça, uso de roupa, sapato, objetos. Não teve motivo: 26,3%, o indica um percentual alto. O cyberbullying tamb&eacute;m atinge mais as meninas do que os meninos. Então 3,2% sofrem esse tipo de agressão, sendo nas meninas 16,2% e nos meninos 10%. Nas escolas públicas um pouco maior do que nas escolas privadas”.</p></blockquote><p>Realizada em parceria com o Minist&eacute;rio da Saúde e colaboração do Minist&eacute;rio da Educação, a pesquisa analisou informações de mais de 150 mil adolescentes, com idades entre 13 e 17 anos, matriculados em escolas públicas e privadas de todas as capitais brasileiras. A primeira edição do estudo foi divulgada em 2009. Os dados da PeNSE permitem que o governo direcione ações de cuidados com a saúde específicas para os estudantes.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar.</b><br> </p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89579_pesquisa-nacional-de-saude-do-escolar-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89579_pesquisa-nacional-de-saude-do-escolar-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89579_pesquisa-nacional-de-saude-do-escolar-jpg.jpg" medium="image">
				 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Aluno do curso de direito expõe partes íntimas para turma em sala de aula na universidade</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/89555/aluno-do-curso-de-direito-expoe-partes-intimas-para-turma-em-sala-de-aula-na-universidade.html</link>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/89555/aluno-do-curso-de-direito-expoe-partes-intimas-para-turma-em-sala-de-aula-na-universidade.html</guid>
			<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 16:44:24 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Na &uacute;ltima segunda-feira (23), um aluno do curso de Direito da Universidade Iguaçu (UNIG), unidade de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, entrou na sala de aula sem camisa. Ao ser advertido pela professora para que se recompusesse, o estudante desafiou a docente, levantou e exp&ocirc;s suas partes &iacute;ntimas diante da turma. A Pol&iacute;cia Militar foi acionada.Segundo relatos de estudantes, ao ser orientado a se recompor e informado de que a segurança seria acionada, o aluno...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="font-claude-response-body" align="center" style="text-align: justify; ">Na &uacute;ltima segunda-feira (23), um aluno do curso de Direito da Universidade Iguaçu (UNIG), unidade de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, entrou na sala de aula sem camisa. Ao ser advertido pela professora para que se recompusesse, o estudante desafiou a docente, levantou e exp&ocirc;s suas partes &iacute;ntimas diante da turma. A Pol&iacute;cia Militar foi acionada.</p><p class="font-claude-response-body" align="center" style="text-align: justify; "><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/03/89554_01d5365a413bcd30d9b252ed776fa0f4.jpg" style="width: 313px;"><br></p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">Segundo relatos de estudantes, ao ser orientado a se recompor e informado de que a segurança seria acionada, o aluno respondeu que a professora poderia chamar o reforço e que seria melhor. Na sequência, anunciou que iria tirar a calça e cumpriu a ameaça. Um colega interveio imediatamente e o conteve. V&iacute;deos do ocorrido circularam em grupos de WhatsApp.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; "><strong>Nota oficial da UNIG</strong></p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">Em nota, a universidade confirmou o epis&oacute;dio e informou que o aluno apresentou um epis&oacute;dio agudo de alteração do estado mental, com desorganização do pensamento, alteração comportamental e comprometimento transit&oacute;rio do ju&iacute;zo cr&iacute;tico. A instituição afirmou não ter tido, at&eacute; o momento do ocorrido, qualquer informação formal sobre condição de sa&uacute;de mental pr&eacute;via do estudante.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">A UNIG informou que sua equipe realizou abordagem acolhedora, manejo verbal adequado, encaminhamento para ambiente seguro e acionamento dos responsáveis. O aluno foi afastado das atividades acadêmicas por tempo indeterminado, inclusive para fins de eventual tratamento. A instituição instaurou processo administrativo para apuração do ocorrido e tomada de providências adicionais.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">A universidade afirmou que os alunos presentes foram assistidos e orientados e que segue prestando acolhimento e suporte por meio de suas equipes pedag&oacute;gica e de apoio psicossocial, reafirmando o compromisso com um ambiente seguro e atento &agrave;s questões de sa&uacute;de mental.</p><p>                                    </p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">A Pol&iacute;cia Militar do Estado do Rio de Janeiro foi contactada pela equipe do <b>Portal, Eu, Rio!</b>, mas at&eacute; o momento não se pronunciou sobre o caso. O espaço segue aberto para manifestação.</p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; "><br></p><p class="font-claude-response-body" style="text-align: justify; ">  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89555_1004068079-jpg.jpg" />
			<enclosure url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89555_1004068079-jpg.jpg" type="image/jpeg" length="250000" />
			<media:content url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/89555_1004068079-jpg.jpg" medium="image">
				<media:title type="html"><![CDATA[Aluno exibiu partes &iacute;ntimas em sala de aula. Fotos: Reprodu&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
    </channel>
</rss>