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		<title>Polícia - Eu, Rio!</title>
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			<title>Eu, Rio!</title>
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		<item>
			<title>Walace de Oliveira pega 39 anos de prisão por morte de policial da Core e atentado a juíza</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95113/walace-de-oliveira-pega-39-anos-de-prisao-por-morte-de-policial-da-core-e-atentado-a-juiza.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 12:16:03 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O juízo da 17ª Vara Criminal da Capital condenou Walace Andrade de Oliveira a 39 anos e quatro meses de reclusão, em regime inicialmente fechado, pelos crimes de latrocínio consumado &mdash; roubo seguido de morte &mdash; contra o policial civil da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) João Pedro Marquini Santana e de latrocínio tentado contra a mulher do policial, a juíza titular da 3ª Vara Criminal da Capital, Tula Corrêa de Mello, que sobreviveu ao ataque.Crime aconteceu ano...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O juízo da 17ª Vara Criminal da Capital condenou Walace Andrade de Oliveira a 39 anos e quatro meses de reclusão, em regime inicialmente fechado, pelos crimes de latrocínio consumado &mdash; roubo seguido de morte &mdash; contra o policial civil da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) João Pedro Marquini Santana e de latrocínio tentado contra a mulher do policial, a juíza titular da 3ª Vara Criminal da Capital, Tula Corrêa de Mello, que sobreviveu ao ataque.</p><p aria-hidden="true"><span style="font-size: 18px;">Crime aconteceu ano passado, durante falsa blitz em Vargem Grande, Zona Sudoeste do Rio</span></p><p aria-hidden="true">O crime ocorreu em 30 de março de 2025, quando um grupo de criminosos realizou uma falsa blitz, durante a noite, na Estrada da Grota Funda, em Vargem Grande, na Zona Sudoeste do Rio. O casal retornava para casa em carros separados.</p><p aria-hidden="true">O policial, que seguia no veículo da frente, foi morto no local com disparos de fuzil efetuados pelos criminosos. O carro da juíza, que vinha logo atrás, tamb&eacute;m foi atingido por diversos disparos. Por ser blindado, por&eacute;m, ela conseguiu dar marcha &agrave; r&eacute; e escapar da abordagem.</p><p aria-hidden="true">Al&eacute;m de Walace, foram denunciados pelo Minist&eacute;rio Público, como integrantes do grupo, Antonio Augusto D’Angelo da Fonseca, Jefferson Rosa dos Reis, conhecido como “Jeffinho do Antares”, Alexandre Costa de Oliveira, vulgo “Preá”, e Alefe Jonathan Ferreira Rodrigues.</p><p aria-hidden="true">Denunciado pelo crime de associação criminosa armada, Antonio Augusto D’Angelo da Fonseca foi absolvido, pois já responde pelo mesmo crime em outro processo, em tramitação na 28ª Vara Criminal da Capital.</p><p aria-hidden="true">O processo de Alexandre Costa de Oliveira foi desmembrado e suspenso em razão de ele estar foragido. Já Jefferson Rosa dos Reis e Alefe Jonathan Ferreira Rodrigues tiveram a punibilidade extinta ap&oacute;s a constatação do &oacute;bito dos dois r&eacute;us.</p><p aria-hidden="true">Na sentença que condenou Walace pelo crime de latrocínio consumado, o juiz Fabio Lopes Cerqueira destacou que as provas reunidas no processo demonstram a participação do r&eacute;u na ação criminosa.</p><p aria-hidden="true">“As provas dos autos são robustas e comprovam que Walace, em conjunto com outros elementos, roubou a arma de fogo e o distintivo da vítima João Pedro Marquini Santana, valendo-se de disparos de arma de fogo que conduziram &agrave; sua morte”, afirmou o magistrado.</p><p aria-hidden="true">O juiz tamb&eacute;m ressaltou a gravidade da conduta de Walace no crime de latrocínio tentado contra a juíza Tula Corrêa de Mello.</p><p aria-hidden="true">“Efetuar disparos de fuzil contra um autom&oacute;vel que tenta escapar da abordagem configura nítida tentativa de interrupção da fuga para a consumação da subtração patrimonial violenta, denotando dolo de ceifar a vida da vítima para garantir o sucesso da empreitada”, ressaltou.</p><p aria-hidden="true">Processo nº 0057899-74.2025.8.19.0001  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Jo&atilde;o Pedro, policial civil da Core morto no assalto, e ju&iacute;za Tula Corr&ecirc;a de Melo, que sobreviveu a tiroteio por estar em carro blindado, eram casados h&aacute; dez anos. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o Redes Sociais]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Homem acusado de feminicídio de adolescente é condenado a 30 anos de reclusão</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95110/homem-acusado-de-feminicidio-de-adolescente-e-condenado-a-30-anos-de-reclusao.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 11:39:11 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Niter&oacute;i condenou, na quarta-feira, dia 2 de setembro, a 30 anos e seis meses de reclusão, em regime inicialmente fechado, Gustavo Diniz Frazão. Ele &eacute; acusado pelos crimes de feminicídio e ocultação de cadáver da ex-namorada, Maria Eduarda de Oliveira Ramos, de 16 anos, morta em 2023 em Maricá. De acordo com a sentença, a adolescente foi espancada ainda em vida e seu corpo foi encontrado em avançado estado de decomposição,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="titulo portlet-title-text">O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Niter&oacute;i condenou, na quarta-feira, dia 2 de setembro, a 30 anos e seis meses de reclusão, em regime inicialmente fechado, Gustavo Diniz Frazão. Ele &eacute; acusado pelos crimes de feminicídio e ocultação de cadáver da ex-namorada, Maria Eduarda de Oliveira Ramos, de 16 anos, morta em 2023 em Maricá. </div><div class="conteudo"><p aria-hidden="true">De acordo com a sentença, a adolescente foi espancada ainda em vida e seu corpo foi encontrado em avançado estado de decomposição, tendo sido reconhecido apenas por uma unha e pela vestimenta, evidenciando a frieza e o menosprezo pela vida humana por parte do r&eacute;u. </p><p aria-hidden="true">O júri foi presidido pela juíza Nearis Arce, que destacou a brutalidade do crime e o sofrimento da família da jovem. </p><p aria-hidden="true">“As consequências do delito se revelam extremamente graves e diferenciadas, posto que a jovem vítima contava com somente 16 anos quando retirada do seio familiar precoce e brutalmente, causando inquestionáveis danos psicol&oacute;gicos aos familiares mais pr&oacute;ximos, em especial seus genitores e av&oacute;s maternos e paterna, diante da inegável inversão da ordem natural dos fatos, acirrando ainda mais o sofrimento decorrente do bárbaro e traumático crime em exame. Tamb&eacute;m para o irmãozinho da menor vitimada, de apenas sete anos de idade, as consequências se mostraram absolutamente desastrosas, gerando trauma que at&eacute; hoje perdura, com pânico at&eacute; mesmo de sair &agrave; rua”, ressaltou. </p><p aria-hidden="true">O crime </p><p aria-hidden="true">Segundo a denúncia oferecida pelo Minist&eacute;rio Público, no dia 22 de janeiro de 2023, na sua casa, em Maricá, Gustavo golpeou e esganou Maria Eduarda com a intenção de matá-la por motivo de ciúmes, em situação de violência dom&eacute;stica. Ele havia marcado um encontro amoroso com a vítima. </p><p aria-hidden="true">Ap&oacute;s o crime, Gustavo transportou de carro o corpo da ex at&eacute; um local de mata, onde o abandonou, tendo sido encontrado oito dias depois. </p><p aria-hidden="true">Processo nº  0000893-87.2023.8.19.0031  </p></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Gustavo Diniz Fraz&atilde;o, condenado pelo assassinato da ex-companheira Maria Eduarda, esteve foragido da Justi&ccedil;a e motivou campanha pela sua captura.  Foto Divulga&ccedil;&atilde;o Disque Den&uacute;ncia ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Rogério de Andrade será levado a júri popular pela morte de Fernando Iggnacio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95107/rogerio-de-andrade-sera-levado-a-juri-popular-pela-morte-de-fernando-iggnacio.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 10:37:12 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) obteve decisão da 1ª Vara Criminal da Capital que levará a júri popular o bicheiro Rog&eacute;rio de Andrade, acusado de ser o mandante da morte de Fernando de Miranda Iggnacio, em novembro de 2020, no Recreio dos Bandeirantes. Tamb&eacute;m foi pronunciado Gilmar Eneas Lisboa, denunciado por monitorar a rotina da vítima antes do crime. A Justiça manteve ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) obteve decisão da 1ª Vara Criminal da Capital que levará a júri popular o bicheiro Rog&eacute;rio de Andrade, acusado de ser o mandante da morte de Fernando de Miranda Iggnacio, em novembro de 2020, no Recreio dos Bandeirantes. Tamb&eacute;m foi pronunciado Gilmar Eneas Lisboa, denunciado por monitorar a rotina da vítima antes do crime. A Justiça manteve a prisão preventiva de ambos.</p><div>De acordo com a denúncia do GAECO/MPRJ, o homicídio foi motivado pela disputa entre Rog&eacute;rio e Fernando pelo controle de pontos de exploração de jogos de azar. A investigação aponta que Rog&eacute;rio determinou a Márcio Araújo de Souza, integrante de sua organização criminosa e homem de sua confiança, que organizasse a execução. Fernando foi morto a tiros de fuzil ap&oacute;s desembarcar de helic&oacute;ptero no heliporto da HeliRio. Os criminosos aguardaram a vítima por cerca de quatro horas em um terreno ao lado do estacionamento.</div><div><a href="https://www.mprj.mp.br/visualizar?noticiaId=103115" id="m_-6817853601512708216OWAb5a3b3da-a488-1f4d-2029-302fdb14fcb2" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.mprj.mp.br/visualizar?noticiaId%3D103115&source=gmail&ust=1789041404198000&usg=AOvVaw1-Jng_D4QtRYFJhz9kz4uY">Rog&eacute;rio já havia sido denunciado pelo MPRJ pelo mesmo crime em 2021</a>. Em 2022, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o trancamento daquela ação penal por entender que a denúncia apresentava fragilidade probat&oacute;ria. A partir de um novo Procedimento Investigat&oacute;rio Criminal (PIC), o GAECO/MPRJ aprofundou as investigações, reuniu novas provas sobre a participação de Rog&eacute;rio e <a href="https://www.mprj.mp.br/visualizar?noticiaId=185510" id="m_-6817853601512708216OWAda1b3454-f43d-8f82-902f-1b438376ade7" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.mprj.mp.br/visualizar?noticiaId%3D185510&source=gmail&ust=1789041404198000&usg=AOvVaw1QywWQ4qzVENN_AL8ZNUCy">identificou Gilmar como mais um envolvido no homicídio</a>. A nova denúncia foi recebida pela Justiça em outubro de 2024 e<a href="https://www.mprj.mp.br/visualizar?noticiaId=183601" id="m_-6817853601512708216OWA8ba76b63-e067-05b8-8378-494d92df11f7" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.mprj.mp.br/visualizar?noticiaId%3D183601&source=gmail&ust=1789041404198000&usg=AOvVaw3W0VqYr3TXFghmEMdHkEID"> mantida pelo STF</a>, que, em junho de 2026, rejeitou uma reclamação da defesa de Rog&eacute;rio ao considerar demonstrada a existência de novos elementos de prova.</div><div>Na decisão de pronúncia, proferida no dia 18/08, a Justiça rejeitou os questionamentos das defesas sobre a validade das provas digitais e concluiu haver indícios suficientes de autoria e participação para que Rog&eacute;rio e Gilmar sejam submetidos ao Tribunal do Júri. A defesa recorreu da decisão, mas a Justiça manteve.  </div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Justi&ccedil;a acolhe tese do MPRJ e leva a j&uacute;ri popular Rog&eacute;rio de Andrade, da nova c&uacute;pula do bicho, como mandante da execu&ccedil;&atilde;o do rival Fernando Iggnacio. Foto: Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Apoio e acompanhamento psicológico a agentes de segurança poderá oferecer atendimento online</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95076/apoio-e-acompanhamento-psicologico-a-agentes-de-seguranca-podera-oferecer-atendimento-online.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 11:13:17 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Projeto de Lei 893/23: Atendimentos psicol&oacute;gicos de policiais civis e militares, bombeiros, policiais penais e do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase) vítimas de traumas decorrentes do exercício de suas funções, bem como de seus familiares, poderão ocorrer online, atrav&eacute;s de plataformas digitais. A proposta, que será analisada hoje em segunda discussão pela Alerj, altera a Lei 8.386/19, que instituiu o Programa de Apoio, Avaliação e Acompanhamento...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="margintop11"><a href="https://www3.alerj.rj.gov.br/lotus_notes/default.asp?id=161&URL=L3NjcHJvMjMyNy5uc2YvMGM1YmY1Y2RlOTU2MDFmOTAzMjU2Y2FhMDAyMzEzMWIvZWM3YTZjMDRmMWFjMTJjNzAzMjU4OWEzMDA1NzVlYTI/T3BlbkRvY3VtZW50JkhpZ2hsaWdodD0wLDIwMjMwMzAwODkz&" style="background-color: rgb(255, 255, 255);">Projeto de Lei 893/23</a>: Atendimentos psicol&oacute;gicos de policiais civis e militares, bombeiros, policiais penais e do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase) vítimas de traumas decorrentes do exercício de suas funções, bem como de seus familiares, poderão ocorrer online, atrav&eacute;s de plataformas digitais. A proposta, que será analisada hoje em <strong>segunda discussão</strong> pela Alerj, altera a Lei 8.386/19, que instituiu o Programa de Apoio, Avaliação e Acompanhamento Psicol&oacute;gico dos Agentes de Segurança Pública. Caso seja aprovada, a medida seguirá para sanção ou veto do governador.</p><p class="margintop11">O objetivo &eacute; ampliar o alcance do programa, que abrange os 92 municípios do Estado, e reduzir a dificuldade de deslocamento dos pacientes at&eacute; os centros de tratamento. Segundo dados obtidos via Lei de Acesso &agrave; Informação junto &agrave; Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro, entre janeiro de 2014 e junho de 2018 três policiais militares foram diagnosticados por dia com transtornos mentais. Já entre janeiro e agosto de 2018, 2.500 PMs foram afastados por esse motivo, mais que o dobro do total registrado em todo o ano de 2014, quando 836 agentes haviam sido afastados.  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95076_programa-de-acompanhamento-e-apoio-psicologico-a-agentes-de-seguranca-publico-podera-incluir-atendim.jpg" />
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				<media:title type="html"><![CDATA[Programa de acompanhamento e apoio psicol&oacute;gico a agentes de seguran&ccedil;a p&uacute;blico poder&aacute; incluir atendimento online, para atingir os 92 munic&iacute;pios do Estado do Rio. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o Internet]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Cabral condenado a pagar multa milionária por regalias nos presídios de Benfica e Bangu 8</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95067/cabral-condenado-a-pagar-multa-milionaria-por-regalias-nos-presidios-de-benfica-e-bangu-8.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 09:41:28 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O ex-governador S&eacute;rgio Cabral foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) por improbidade administrativa no esquema de regalias montado durante sua prisão na Cadeia Pública Jos&eacute; Frederico Marques, em Benfica, e na Penitenciária de Bangu VIII. Tamb&eacute;m foram condenados seis agentes públicos, entre eles o ex-secretário de Administração Penitenciária Erir Ribeiro.A decisão &eacute; da 4ª Câmara de Direito Público. Os desembargadores concluíram...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O ex-governador S&eacute;rgio Cabral foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) por improbidade administrativa no esquema de regalias montado durante sua prisão na Cadeia Pública Jos&eacute; Frederico Marques, em Benfica, e na Penitenciária de Bangu VIII. Tamb&eacute;m foram condenados seis agentes públicos, entre eles o ex-secretário de Administração Penitenciária Erir Ribeiro.</p><p>A decisão &eacute; da 4ª Câmara de Direito Público. Os desembargadores concluíram que houve uma estrutura montada dentro do sistema penitenciário para beneficiar Cabral. O esquema envolvia a entrada irregular de equipamentos, alimentos e outros objetos proibidos. Tamb&eacute;m incluía visitas fora das regras e falhas deliberadas nos sistemas de controle.</p><p>Um dos símbolos do esquema foi a chamada “videoteca do Cabral”, equipada com uma TV de 65 polegadas e aparelho de home theater. Para tentar dar aparência de legalidade, foi criado um falso termo de doação. A entidade religiosa apontada como doadora negou ter feito a doação.</p><p>A investigação tamb&eacute;m apontou outros privil&eacute;gios. Cabral teria recebido colchão diferenciado, alimentos proibidos, equipamentos de musculação, eletrodom&eacute;sticos e acesso facilitado a visitas. Havia ainda falhas no registro de entradas e saídas e problemas no sistema de câmeras.</p><p>Para o relator, desembargador Caetano Ernesto da Fonseca Costa, não houve simples falha administrativa. Os envolvidos atuaram de forma consciente para esconder atos oficiais e dificultar a fiscalização. A conduta feriu a impessoalidade e a confiança da sociedade no sistema prisional.</p><p>Al&eacute;m de S&eacute;rgio Cabral, foram condenados o ex-secretário de Administração Penitenciária Erir Ribeiro Costa Filho e tamb&eacute;m os agentes Alex de Lima Carvalho, Fabio Ferraz Sodr&eacute;, Sauler Antonio Sakalen, Fernando Lima de Farias e Nilton Cesar Vieira da Silva. Todos ocupavam cargos de gestão na Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) ou nas unidades prisionais envolvidas.</p><p>Cabral terá de pagar multa equivalente a 12 vezes sua última remuneração como governador, al&eacute;m de R$ 1 milhão por danos morais coletivos. Os outros seis condenados pagarão multa correspondente a cinco vezes a última remuneração em seus cargos e R$ 100 mil cada por danos morais coletivos. Os valores dos danos morais serão destinados ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos.</p><p>AB/ SF</p><p>Processo nº 0010991-03.2018.8.19.0001  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Sergio Cabral foi condenado mais uma vez, agora por improbidade administrativa, em decorr&ecirc;ncia de processo que invesrtigava revelias durante a passagem deles pelos pres&iacute;dios de Benfica e Bangu 8. Foto]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Mendonça afasta Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95066/mendonca-afasta-andrei-rodrigues-da-direcao-geral-da-policia-federal.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 09:49:48 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O ministro Andr&eacute; Mendonça, relator do caso do Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira (8) afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, de suas funções. Mendonça tamb&eacute;m afastou preventivamente o diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada. O ministro justificou a urgência da medida diante do que disse ser a “superlativa gravidade” e “ilicitude” da divulgação de “relat&oacute;rios de inteligência” da PF pelo ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O ministro Andr&eacute; Mendonça, relator do caso do Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira (8) afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, de suas funções. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701811&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701811&o=node"></p><p>Mendonça tamb&eacute;m afastou preventivamente o diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada. </p><p>O ministro justificou a urgência da medida diante do que disse ser a “superlativa gravidade” e “ilicitude” da divulgação de “relat&oacute;rios de inteligência” da PF pelo ministro Alexandre de Moraes, tamb&eacute;m do Supremo. </p><p>O movimento ocorre ap&oacute;s Moraes ter tornado público, na semana passada, um relat&oacute;rio da PF em que se sugere um possível direcionamento das investigações do caso Master contra desafetos políticos de Mendonça. O documento, contudo, não &eacute; assinado nem possui o cabeçalho da PF. </p><p>"[O epis&oacute;dio] impõe a adoção de providências imediatas para evitar que as prerrogativas da magistratura, da advocacia pública e da pr&oacute;pria atividade policial continuem sendo vilipendiadas”, escreveu Mendonça.</p><p>            <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a determinação do ministro Andr&eacute; Mendonça, do STF, de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.</b></p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Andrei Rodrigues foi afastado de suas fun&ccedil;&otilde;es. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Ag&ecirc;ncia Brasi]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Dinheiro de acordos de crimes leves poderá ser usado para atender mulheres sob violência doméstica</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95063/dinheiro-de-acordos-de-crimes-leves-podera-ser-usado-para-atender-mulheres-sob-violencia-domestica.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 08:57:36 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Recursos provenientes de transações penais poderão ser destinados ao fortalecimento do atendimento a mulheres em situação de violência dom&eacute;stica e familiar em São João de Meriti. A medida &eacute; resultado de um acordo firmado, na quinta-feira (03/09), entre a Promotoria de Justiça junto ao Juizado de Violência Dom&eacute;stica e Familiar contra a Mulher e Especial Criminal de São João de Meriti e o Fundo Municipal dos Direitos da Mulher do município. A transação penal...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Recursos provenientes de transações penais poderão ser destinados ao fortalecimento do atendimento a mulheres em situação de violência dom&eacute;stica e familiar em São João de Meriti. A medida &eacute; resultado de um acordo firmado, na quinta-feira (03/09), entre a Promotoria de Justiça junto ao Juizado de Violência Dom&eacute;stica e Familiar contra a Mulher e Especial Criminal de São João de Meriti e o Fundo Municipal dos Direitos da Mulher do município. A transação penal &eacute; um acordo feito entre o Minist&eacute;rio Público e uma pessoa que cometeu um crime leve, para evitar que ela passe por um processo criminal completo.  </p><p>Mediante autorização judicial, os valores serão destinados a ações, serviços, projetos e investimentos voltados &agrave; promoção e &agrave; garantia dos direitos das mulheres. Os recursos deverão ser aplicados no Centro Especializado de Atendimento &agrave; Mulher (CEAM Meriti/Casa da Mulher), contribuindo para ampliar a estrutura de proteção, assistência e acolhimento &agrave;s vítimas de violência dom&eacute;stica e familiar.</p><p>O Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) fiscalizará a aplicação dos recursos e poderá realizar inspeções, diligências e visitas t&eacute;cnicas, al&eacute;m de analisar as prestações de contas apresentadas pelo Fundo Municipal.</p><p>“A parceria será de suma importância, pois os recursos destinados permitirão a implementação, a manutenção, a ampliação e o aperfeiçoamento dos serviços prestados pelo CEAM Meriti. Isso inclui a aquisição de equipamentos e materiais permanentes e de consumo destinados &agrave; capacitação das mulheres, a realização de oficinas direcionadas &agrave;s usuárias e o desenvolvimento de projetos e ações voltados &agrave; proteção e &agrave; autonomia das mulheres”, ressalta o promotor de Justiça Rodrigo Lima Gomes.  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Três agentes são denunciados por usar estrutura da Polícia Civil para extorquir sucatas e ferros-velhos</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94956/tres-agentes-sao-denunciados-por-usar-estrutura-da-policia-civil-para-extorquir-sucatas-e-ferros-vel.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 08:56:54 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) denunciou três policiais civis e um quarto homem acusados de integrar uma associação criminosa armada que usava a estrutura da Polícia Civil para exigir ou solicitar dinheiro de comerciantes dos ramos de sucata, ferro-velho, reciclagem e dep&oacute;sito de resíduos em São Gonçalo. A denúncia relata investidas contra duas empresas, com cobranças iniciais de R$ ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="texto"><p>O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) denunciou três policiais civis e um quarto homem acusados de integrar uma associação criminosa armada que usava a estrutura da Polícia Civil para exigir ou solicitar dinheiro de comerciantes dos ramos de sucata, ferro-velho, reciclagem e dep&oacute;sito de resíduos em São Gonçalo. A denúncia relata investidas contra duas empresas, com cobranças iniciais de R$ 300 mil e R$ 20 mil. Quatro mandados de prisão e seis de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta sexta-feira (04/09) pelo GAESP/MPRJ e pela Corregedoria da Polícia Civil.</p><p>De acordo com a denúncia do GAESP/MPRJ, os acusados atuavam uniformizados, armados e em viaturas oficiais. Sob o pretexto de realizar fiscalizações, apontavam supostas irregularidades administrativas ou ambientais. Para o GAESP/MPRJ, o uso da estrutura policial conferia aparência de legalidade &agrave;s abordagens e criava um ambiente de intimidação para a cobrança de vantagens indevidas.</p><p>Em uma das investidas, realizada em 19 de agosto contra a SOF Com&eacute;rcio e Reciclagem de Sucatas, os três policiais teriam exigido inicialmente R$ 300 mil para que a empresa não fosse prejudicada. Diante da recusa, a cobrança foi reduzida para R$ 100 mil, divididos em três parcelas, al&eacute;m de um pagamento mensal de R$ 800. A investigação não identificou ordem de serviço, registro de ocorrência ou outra formalização da suposta fiscalização.</p><p>Naquele mesmo dia, a vítima transferiu R$ 25 mil para uma conta de um denunciado, que, segundo o GAESP/MPRJ, dava suporte financeiro ao grupo ao receber os valores cobrados dos comerciantes.</p><p>A segunda investida teve como alvo a Afermota Com&eacute;rcio e Distribuidora de Ferros. Segundo a denúncia,  os denunciados abordaram um caminhão da empresa e seguiram at&eacute; o dep&oacute;sito, onde teriam se apresentado como policiais da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) e um dos denunciados solicitou R$ 20 mil aos responsáveis pelo estabelecimento e, ap&oacute;s ouvir que eles não dispunham da quantia, reduziu o valor para R$ 15 mil. Nenhum pagamento foi realizado.</p><p>Batizada de Operação Anhangá, a ação faz referência &agrave; figura do folclore indígena brasileiro conhecida como protetora dos animais e das florestas contra caçadores predat&oacute;rios. O nome faz alusão &agrave; atuação contra agentes que, segundo a denúncia, teriam se valido da função de proteção e fiscalização para obter vantagens indevidas.</p><p><br></p></div><div class="tags"><div class="tag"><br></div><div class="tag">  </div></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Vinicius Drummond, da nova cúpula do bicho, e mais sete são denunciados por lavagem de dinheiro</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94887/vinicius-drummond-da-nova-cupula-do-bicho-e-mais-sete-sao-denunciados-por-lavagem-de-dinheiro.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 10:30:51 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Núcleo de Combate aos Crimes Cibern&eacute;ticos do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (CyberGAECO/MPRJ) denunciou oito pessoas por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro do jogo do bicho por meio de empresas de apostas esportivas online, as bets. As investigações apontam que os denunciados Flavio da Silva Santos, Vinicius Pereira Drumond, Alexandre Vinicius da Costa Guedes, Jorge Roberto de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="texto"><p>O Núcleo de Combate aos Crimes Cibern&eacute;ticos do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (CyberGAECO/MPRJ) denunciou oito pessoas por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro do jogo do bicho por meio de empresas de apostas esportivas online, as bets. As investigações apontam que os denunciados Flavio da Silva Santos, Vinicius Pereira Drumond, Alexandre Vinicius da Costa Guedes, Jorge Roberto de Oliveira Figueiredo, João Eric Lourenço da Silva, Ana Paula Batista Vitorino, João Victor de Araujo Souza e Lucas Pastore Laporte de Souza dissimularam e ocultaram ilicitamente pelo menos R$ 5,2 milhões.</p><p>Na terça-feira (01/09), a Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços na Barra da Tijuca, Freguesia, Botafogo e Centro, no Rio de Janeiro, e nos estados do Paraná e de Goiás. A pedido do CyberGAECO/MPRJ, a Justiça tamb&eacute;m determinou a suspensão das atividades e dos CNPJs das empresas JRF Eagle Participações e Invectry Participações. As buscas realizadas fora do Rio de Janeiro contaram com o apoio dos GAECOs dos Minist&eacute;rios Públicos do Paraná e de Goiás. A denúncia foi recebida pela 2ª Vara Especializada em Organização Criminosa.</p><p>De acordo com a denúncia, recursos provenientes da contravenção eram inseridos na economia formal por meio da casa de apostas Rio Jogos, operada pela LEMA Administração e Participações S/A. Para viabilizar o esquema, o grupo utilizava diferentes empresas, entre elas a JRF Eagle Participações e a Invectry Participações, al&eacute;m de pessoas apontadas como laranjas.</p><p>O rastreamento financeiro identificou que, em 6 de maio de 2024, a LEMA recebeu dois aportes de R$ 2.598.150 cada, um proveniente de João Eric e outro da Apoio Consultoria Financeira, de titularidade dos denunciados Ana Paula e João Victor. No mesmo dia, a LEMA transferiu R$ 5,2 milhões &agrave; LOTERJ como pagamento da outorga necessária &agrave; exploração de apostas de quota fixa.</p><p>A investigação rastreou ainda valores movimentados entre os denunciados e as empresas envolvidas no esquema. Tamb&eacute;m foram identificadas movimentações incompatíveis com a capacidade econ&ocirc;mica dos investigados e dep&oacute;sitos em esp&eacute;cie realizados com c&eacute;dulas de pequeno valor, algumas delas mofadas.</p><p><br></p></div><div class="tags"><div class="tag"><br></div></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>MPRJ denuncia 22 da Máfia das Cantinas, que controlou por quase dez anos a comida nos presídios</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94879/mprj-denuncia-22-da-mafia-das-cantinas-que-controlou-por-quase-dez-anos-a-comida-nos-presidios.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 09:47:29 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) denunciou &agrave; Justiça os integrantes de uma organização criminosa que controlou, por quase dez anos, a exploração comercial das cantinas instaladas em unidades prisionais do Estado do Rio. Ao todo, 22 pessoas respondem pelos crimes de organização criminosa e fraude em licitação. Nesta terça-feira (01/09), a Coordenadoria de Segurança e Inteligência ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="texto"><p>O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) denunciou &agrave; Justiça os integrantes de uma organização criminosa que controlou, por quase dez anos, a exploração comercial das cantinas instaladas em unidades prisionais do Estado do Rio. Ao todo, 22 pessoas respondem pelos crimes de organização criminosa e fraude em licitação. Nesta terça-feira (01/09), a Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), com o apoio da Corregedoria da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP/RJ), cumpriu mandados de busca e apreensão contra os denunciados. A ação penal foi recebida pela 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa, responsável por expedir os mandados. As buscas foram realizadas em endereços na capital e nas cidades de Mesquita e Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.</p><p>As investigações revelaram que o grupo operou a "máfia das cantinas" durante nove anos, entre 2015 e 2024, por meio de manobras para eliminar a concorrência nas licitações para administrar os espaços. De acordo com a denúncia, diversas empresas aparentemente concorrentes nos certames eram, na verdade, submetidas a um mesmo centro decis&oacute;rio. O objetivo era aparentar competitividade e, ao mesmo tempo, impedir o ingresso de concorrentes externos no mercado de exploração comercial das cantinas de presídios estaduais. Em uma das disputas, instaurada em 2019, o grupo obteve 38 dos 40 lotes disponibilizados. O prejuízo causado pelo esquema aos cofres públicos &eacute; superior a R$ 25 milhões, descreve o GAECO/MPRJ.</p><p>A ação penal aponta que a organização criminosa era controlada pelos denunciados Anderson Sabino de Oliveira, Ronaldo Barbosa Souza (que &eacute; policial penal), Arildo Santana Filho, S&eacute;rgio R&ocirc;mulo Ferreira do Nascimento, Leandro Rodrigues Mendonça e Alexandre Costa da Silva. Com poder decis&oacute;rio na organização criminosa, eles acertavam previamente a distribuição dos lotes de cantinas entre as empresas do grupo. Em alguns casos, relata a denúncia, eram realizadas manobras para desclassificar eventuais vencedores que não integravam o esquema. Para tanto, valiam-se de agentes públicos, como o então subsecretário de Gestão, Finanças e Planejamento, Rafael Rodrigues de Andrade, tamb&eacute;m denunciado, que, para favorecer o esquema, desclassificou sociedades empresariais que não participavam do esquema criminoso.</p><p>Al&eacute;m da responsabilização pelos crimes, o GAECO/MPRJ requereu a condenação dos denunciados ao pagamento de R$ 25 milhões para a reparação dos danos causados ao erário. A ação desta terça-feira foi a segunda fase da  operação Snack Time, deflagrada pelo GAECO/MPRJ em novembro de 2024, quando foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão durante a investigação do esquema.</p><p><br></p></div><p></p><div class="contador-visita"></div><p></p><div class="tags"><div class="tag"><br></div><div class="clear">  </div></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Prisão em flagrante de Simba, 'puxador de guerra' do Comando Vermelho, é convertida em preventiva</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94860/prisao-em-flagrante-de-simba-puxador-de-guerra-do-comando-vermelho-e-convertida-em-preventiva.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/94860/prisao-em-flagrante-de-simba-puxador-de-guerra-do-comando-vermelho-e-convertida-em-preventiva.html</guid>
			<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 15:26:34 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Núcleo de Atuação perante a Central de Audiência de Cust&oacute;dia da Capital do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (NACAC/MPRJ) obteve, no sábado (29/08), a conversão da prisão em flagrante em preventiva de Luiz Felipe Gomes da Silva, o Simba, apontado como integrante e "puxador de guerra" do Comando Vermelho. De acordo com as investigações, ele estaria envolvido em ataques armados promovidos pela facção.De acordo com o auto de prisão em flagrante, Luiz...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="texto"><p>O Núcleo de Atuação perante a Central de Audiência de Cust&oacute;dia da Capital do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (NACAC/MPRJ) obteve, no sábado (29/08), a conversão da prisão em flagrante em preventiva de Luiz Felipe Gomes da Silva, o Simba, apontado como integrante e "puxador de guerra" do Comando Vermelho. De acordo com as investigações, ele estaria envolvido em ataques armados promovidos pela facção.</p><p>De acordo com o auto de prisão em flagrante, Luiz Felipe foi preso na madrugada de sexta-feira (28/08), durante uma operação conjunta das polícias Civil e Militar no Complexo da Mangueirinha, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ele teria atirado contra os agentes ap&oacute;s a abordagem e fugido de moto, mas acabou sendo capturado ap&oacute;s perseguição. Foram apreendidos uma pistola calibre 9 mm, carregadores, uma granada e munições.</p><p>Em sua manifestação, o Minist&eacute;rio Público considerou necessária a prisão preventiva para a garantia da ordem pública, diante da gravidade dos fatos, do risco de novos crimes e da possibilidade de fuga. Segundo as investigações, Luiz Felipe possui registros anteriores por homicídio qualificado, roubo majorado e porte ilegal de arma de fogo.</p><p><br></p></div><div class="tags"><div class="tag"><br></div><div class="tag">  </div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Pris&atilde;o de em flagrante de Simba, 'puxador de guerra' do Comando Vermelho em Caxias, foi convertida em preventiva, sem data para terminar. Foto: Ascom PCERJ]]></media:title> 
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			<title>Jogadores do Vasco e do Vila Nova são alvos de mandados de busca</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94828/jogadores-do-vasco-e-do-vila-nova-sao-alvos-de-mandados-de-busca.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:36:22 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Os jogadores de futebol David Corrêa, do Vasco da Gama (RJ), o "DVD", e Hayner Cordeiro, do Vila Nova (GO), foram alvos de mandados de busca e apreensão nesta segunda-feira (31), em uma ação liderada pela Pol&iacute;cia Civil do Esp&iacute;rito Santo.A operação A Tropa apura supostos crimes de tráfico de drogas e de armas, al&eacute;m de lavagem de dinheiro, por uma organização criminosa de atuação interestadual.De acordo com a Pol&iacute;cia Civil capixaba, são cumpridos nesta...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Os jogadores de futebol David Corrêa, do Vasco da Gama (RJ), o "DVD", e Hayner Cordeiro, do Vila Nova (GO), foram alvos de mandados de busca e apreensão nesta segunda-feira (31), em uma ação liderada pela Pol&iacute;cia Civil do Esp&iacute;rito Santo.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701108&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701108&amp;o=node"></p><p style="text-align: justify;">A operação A Tropa apura supostos crimes de tráfico de drogas e de armas, al&eacute;m de lavagem de dinheiro, por uma organização criminosa de atuação interestadual.</p><p style="text-align: justify; ">De acordo com a Pol&iacute;cia Civil capixaba, são cumpridos nesta segunda quatro mandados de prisão temporária e 15 mandados de busca e apreensão. A operação segue em andamento.</p><p style="text-align: justify;">As diligências são realizadas em munic&iacute;pios da Grande Vit&oacute;ria e tamb&eacute;m em Afonso Cláudio, no Esp&iacute;rito Santo. Tamb&eacute;m há alvos localizados no Rio de Janeiro, em Goiás e no Distrito Federal.</p><p style="text-align: justify; ">O objetivo dos agentes &eacute; esclarecer os crimes e promover a desarticulação da estrutura criminosa em questão. O nome da operação faz referência ao nome usado pelos pr&oacute;prios investigados para se referirem ao grupo. </p><p style="text-align: justify; ">A Agência Brasil não conseguiu contato com as defesas dos jogadores citados e mant&eacute;m o espaço aberto para que suas manifestações sejam acrescentadas nesta reportagem.</p><h2 style="text-align: justify;">Vasco e Vila Nova </h2><p style="text-align: justify;">Por meio de sua assessoria de imprensa, o Vasco da Gama disse que está colaborando com as autoridades e aguarda a conclusão das investigações. </p><p style="text-align: justify; ">Segundo a Pol&iacute;cia Civil do Rio de Janeiro, o atleta do clube &eacute; o &uacute;nico alvo da operação na capital fluminense. Os mandados contra David Corrêa foram cumpridos na residência do jogador e no Centro de Treinamento do Vasco.</p><p style="text-align: justify; ">Em nota oficial, o Vila Nova Futebol Clube tamb&eacute;m se manifestou sobre a operação e disse que Hayner afirmou não ter envolvimento com atividades il&iacute;citas. O clube comunicou que aguarda os desdobramentos da operação e, “a partir dos fatos que forem efetivamente apurados pelas autoridades competentes, tomará as medidas que se fizerem necessárias”.</p><p style="text-align: justify; ">O Vila Nova informou que os mandados de busca e apreensão foram cumpridos na residência do atleta Hayner e no Centro de Treinamento Vila do Tigre, “exclusivamente em seu armário pessoal, para averiguação”, diz a nota.</p><p style="text-align: justify; ">“Hayner acredita que tenha sido inclu&iacute;do entre os alvos da medida judicial em razão de uma amizade de infância com um dos investigados por tráfico de drogas, que &eacute; oriundo da mesma comunidade onde o jogador cresceu, no Esp&iacute;rito Santo, local tamb&eacute;m relacionado a outros atletas que foram alvo da operação”, acrescentou o texto divulgado.</p><p style="text-align: justify;">O clube afirmou ainda que Hayner colaborou integralmente com as autoridades e se colocou &agrave; disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários. “At&eacute; o momento, Hayner continua exercendo suas atividades profissionais normalmente”.</p><h2 style="text-align: justify;">Ação coordenada</h2><p style="text-align: justify;">No territ&oacute;rio fluminense, os mandados foram cumpridos pela Pol&iacute;cia Civil do Rio de Janeiro, contra alvos na Barra da Tijuca e em Vargem Grande, na zona sudoeste da capital. As investigações apuram poss&iacute;veis envolvimentos não s&oacute; de atletas profissionais, mas tamb&eacute;m de empresários com a organização criminosa.</p><p style="text-align: justify;">No Rio de Janeiro, a ação &eacute; coordenada pela 14ª DP (Leblon), com apoio da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Desarme) e de outras unidades do Departamento-Geral de Pol&iacute;cia da Capital (DGPC).</p><p style="text-align: justify;">No Esp&iacute;rito Santo, participam da operação cerca de 100 policiais civis, com apoio operacional da Superintendência de Pol&iacute;cia Especializada (SPE), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e do N&uacute;cleo de Operações e Transporte A&eacute;reo (Notaer). </p><p style="text-align: justify; ">Em nota, a Pol&iacute;cia Civil de Goiás (PCGO) informou ter prestado apoio operacional &agrave; ação coordenada pela Pol&iacute;cia Civil do Estado do Esp&iacute;rito Santo (PCES).  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Fotos: Reprodu&ccedil;&atilde;o Instagram ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Operação Jogo de Sombras investiga bet que girou mais de R$ 5 bi somente no ano passado</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94822/operacao-jogo-de-sombras-investiga-bet-que-girou-mais-de-rs-5-bi-somente-no-ano-passado.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 11:52:40 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Minist&eacute;rio Público Federal (MPF) e a Receita Federal apresentaram, na manhã desta sexta-feira (28), resultados da Operação Jogo de Sombras, que investiga um grupo empresarial responsável por uma plataforma de apostas esportivas que teria movimentado mais de R$ 5 bilhões somente em 2025. Conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) Nacional em parceria com o Gaeco do MPF em Pernambuco, a investigação apura suspeitas de sonegação fiscal,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Minist&eacute;rio Público Federal (MPF) e a Receita Federal apresentaram, na manhã desta sexta-feira (28), resultados da Operação Jogo de Sombras, que investiga um grupo empresarial responsável por uma plataforma de apostas esportivas que teria movimentado mais de R$ 5 bilhões somente em 2025. Conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) Nacional em parceria com o Gaeco do MPF em Pernambuco, a investigação apura suspeitas de sonegação fiscal, evasão de divisas e lavagem de dinheiro relacionadas &agrave; exploração de bets antes e depois da regulamentação do setor no Brasil.</p><p><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/08/94820_e0346742c15069cbaa2e68c986de17dc.png" style="width: 768px;"><br></p><p>Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em João Pessoa (PB), Recife (PE) e São Paulo (SP), al&eacute;m da apreensão de R$ 191 milhões em bens e valores. A ação mobilizou 10 procuradores da República, policiais do MPF e peritos da Secretaria de Perícia, Pesquisa e Análise (Sppea), al&eacute;m de 28 servidores da Receita Federal, entre auditores-fiscais e analistas-tributários.</p><p><br></p><div class="videoWrapper" data-source="YOUTUBE"><iframe frameborder="0" src="//www.youtube.com/embed/V6eYEcon86U" allowfullscreen="true" width="560" height="315" scrolling="no" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" class="note-video-clip"></iframe></div><p><br></p><p>Diferentemente de operações em que a investigação criminal &eacute; conduzida pela Polícia Federal, a Jogo de Sombras &eacute; uma investigação pr&oacute;pria do MPF, com apoio t&eacute;cnico e operacional da Receita Federal. As diligências tamb&eacute;m contaram com o suporte dos Gaecos dos Minist&eacute;rios Públicos de Pernambuco e da Paraíba.</p><p>Para o subprocurador-geral da República e coordenador do Gaeco Nacional, Jos&eacute; Adonis Callou de Araújo Sá, a operação de hoje &eacute; um resultado prático da parceria entre o MPF e a Receita Federal no combate ao crime organizado, reforçada com a <a href="https://www.mpf.mp.br/o-mpf/unidades/procuradoria-geral-da-republica-pgr/noticias/mpf-e-receita-firmam-acordo-para-aprimorar-o-combate-a-organizacoes-criminosas-e-lavagem-de-dinheiro">assinatura de um termo de cooperação t&eacute;cnica entre as instituições, em julho</a>.</p><p><strong>Investigação &ndash;</strong> De acordo com os elementos reunidos at&eacute; o momento, os investigados teriam criado uma empresa de fachada em Curaçao para simular que a operação da plataforma ocorria fora do Brasil antes da regulamentação das apostas de quota fixa. As apurações indicam, no entanto, que empresas brasileiras vinculadas ao grupo seriam as responsáveis pela operação efetiva da plataforma no país.</p><p>Segundo o secretário especial da Receita Federal do Brasil, Robinson Barreirinhas, há indícios de que a atividade de apostas já era explorada em territ&oacute;rio nacional há cerca de sete anos, aproximadamente cinco anos antes da autorização para o funcionamento regular das empresas do setor. “As provas evidenciam que essa organização já estava presente no Brasil, com funcionários e beneficiários no país, mas sem pagar nada de tributos e nem se sujeitar &agrave; regulação brasileira”, explicou Barreirinhas.</p><p>A investigação tamb&eacute;m busca esclarecer se os recursos utilizados para o pagamento da outorga, necessária para a atuação regular no mercado, teriam origem em atividades desenvolvidas antes da regulamentação.</p><p><strong>Poder financeiro &ndash;</strong> Durante a coletiva, o coordenador-adjunto do Gaeco Nacional, Fábio George N&oacute;brega, destacou que o enfrentamento &agrave;s organizações criminosas não pode se limitar &agrave; responsabilização individual dos envolvidos. Para ele, atingir a capacidade econ&ocirc;mica dos grupos &eacute; uma das principais estrat&eacute;gias de combate ao crime organizado. “Não basta apenas punir os integrantes das organizações criminosas. A asfixia financeira, a descapitalização desses grupos, &eacute; uma missão fundamental para reduzir a capacidade de atuação e financiamento dessas atividades”, enfatizou.</p><p>Nesse contexto, o coordenador-adjunto ressaltou os resultados dos Gaecos do MPF em 2025. Ao longo do ano, foram mais de R$ 28 bilhões em valores bloqueados, al&eacute;m de mais de 60 operações deflagradas, 126 prisões e 126 denúncias apresentadas &agrave; Justiça Federal contra 929 pessoas. Ao final de 2025, havia mais de 400 investigações em andamento relacionadas ao crime organizado.</p><p><strong>Articulação interinstitucional &ndash;</strong> O secretário especial da Receita Federal ressaltou ainda a gravidade dos problemas associados &agrave;s plataformas ilegais de apostas. “Estamos em um combate incessante &agrave;s bets ilegais no Brasil. Reconhecemos que essas atividades são um problema muito s&eacute;rio para a economia popular, porque drenam recursos e endividam famílias”, pontuou.</p><p>Para Barreirinhas, a integração entre Receita Federal e MPF &eacute; fundamental para aumentar a efetividade das ações contra empresas que operam &agrave; margem das regras estabelecidas para o mercado de apostas. “&Eacute; importante essa cooperação com o MPF para termos efetividade nesse combate. Essa parceria será ainda mais forte agora com a assinatura do acordo de cooperação t&eacute;cnica”, afirmou.</p><p>O MPF já realiza ações destinadas a reprimir essas empresas e plataformas sem autorização para atuar no País e, por isso, não estão submetidas ao acompanhamento da Secretaria de Prêmios e Apostas. </p><p><strong>Atuação do MPF &ndash;</strong> Criado em 2025, o Gaeco Nacional &eacute; formado por 15 membros, al&eacute;m do coordenador nacional, e atua como grupo de apoio aos procuradores da República em casos de maior complexidade. Para fortalecer o combate ao crime organizado, <a href="https://www.mpf.mp.br/o-mpf/unidades/procuradoria-geral-da-republica-pgr/noticias/para-fortalecer-combate-ao-crime-organizado-mpf-cria-oficios-especiais-e-regionaliza-atuacao-dos-gaecos">o MPF tamb&eacute;m criou recentemente oito Gaecos Regionais</a>. “Esses trabalhos exigem mais apoio e infraestrutura. A criação dessas novas estruturas regionais &eacute; um reforço significativo de estruturação dentro do MPF voltado ao combate ao crime organizado”, frisou Adonis.</p><p>A estrutura do MPF dedicada ao combate ao crime organizado será ampliada. A partir de outubro, serão 133 membros especializados na área, o equivalente a cerca de 12% do total de procuradores da República.</p><p>Em outra frente, em julho deste ano, <a href="https://www.mpf.mp.br/o-mpf/unidades/procuradoria-geral-da-republica-pgr/noticias/mpf-e-receita-firmam-acordo-para-aprimorar-o-combate-a-organizacoes-criminosas-e-lavagem-de-dinheiro">MPF e Receita Federal firmaram acordo para aprimorar o combate a organizações criminosas e &agrave; lavagem de dinheiro</a>. O termo prevê o compartilhamento de dados e informações entre as instituições, al&eacute;m do desenvolvimento conjunto de soluções tecnol&oacute;gicas. “A cooperação permitirá a formação de equipes conjuntas de trabalho entre as instituições, com mais direcionamento ao combate ao crime organizado e suas repercussões no campo tributário”, concluiu o coordenador do Gaeco Nacional.</p><p><strong>Operação Arena &ndash;</strong> A operação Jogo de Sombras &eacute; a segunda investigação de grande porte com participação da Receita Federal e do MPF voltada especificamente &agrave; investigação de irregularidades tributárias e financeiras relacionadas ao mercado de apostas de quota fixa. No início de agosto, <a href="https://www.mpf.mp.br/o-mpf/unidades/pr-pb/noticias/mpf-receita-e-policia-federal-realizam-operacao-contra-esquema-de-crimes-financeiros-em-apostas-esportivas">a Operação Arena cumpriu 17 mandados de busca e apreensão em cinco estados</a>. A investigação identificou indícios de evasão fiscal superior a R$ 1 bilhão, com decisão judicial para apreensão de bens e valores.</p><p class="Paragraph SCXW230934618 BCX8">Dados da Operação </p><div class="OutlineElement Ltr SCXW230934618 BCX8"><p class="Paragraph SCXW230934618 BCX8">Nome: Operação Jogo de Sombras </p></div><div class="OutlineElement Ltr SCXW230934618 BCX8"><p class="Paragraph SCXW230934618 BCX8">Data: 28 de agosto de 2026 </p></div><div class="OutlineElement Ltr SCXW230934618 BCX8"><p class="Paragraph SCXW230934618 BCX8">Mandados de busca e apreensão: 6 </p></div><div class="OutlineElement Ltr SCXW230934618 BCX8"><p class="Paragraph SCXW230934618 BCX8">Locais: João Pessoa (PB), Recife (PE) e São Paulo (SP) </p></div><div class="OutlineElement Ltr SCXW230934618 BCX8"><p class="Paragraph SCXW230934618 BCX8">Servidores da Receita Federal: 28 </p></div><div class="OutlineElement Ltr SCXW230934618 BCX8"><p class="Paragraph SCXW230934618 BCX8">&Oacute;rgãos participantes: Receita Federal, Minist&eacute;rio Público Federal (Gaeco/MPF) e Polícia </p></div><div class="OutlineElement Ltr SCXW230934618 BCX8"><p class="Paragraph SCXW230934618 BCX8">do Minist&eacute;rio Público Federal </p></div><div class="OutlineElement Ltr SCXW230934618 BCX8"><p class="Paragraph SCXW230934618 BCX8">Prisões: Não há mandados de prisão </p><p class="Paragraph SCXW230934618 BCX8">Procedimentos fiscais instaurados: 11 </p></div><div class="OutlineElement Ltr SCXW230934618 BCX8"><p class="Paragraph SCXW230934618 BCX8">Potencial de recuperação tributária: aproximadamente R$ 300 milhões </p></div><div class="OutlineElement Ltr SCXW230934618 BCX8"><p class="Paragraph SCXW230934618 BCX8">Coletiva de imprensa: Receita Federal, em Brasília/DF, &agrave;s 10:45, na Esplanada dos Minist&eacute;rios, Bloco P, 7º andar, sala 742. </p></div><div class="OutlineElement Ltr SCXW230934618 BCX8"><p class="Paragraph SCXW230934618 BCX8">Link da transmissão: <a class="Hyperlink SCXW230934618 BCX8" href="https://www.youtube.com/watch?v=V6eYEcon86U" rel="noreferrer noopener" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=V6eYEcon86U</a> </p></div><div class="OutlineElement Ltr SCXW230934618 BCX8"><p class="Paragraph SCXW230934618 BCX8">Participantes: Participarão o secretário especial da Receita Federal do Brasil, Robinson Barreirinhas, o subprocurador-geral da República e coordenador do Gaeco Nacional, Jos&eacute; Adonis Callou de Araújo Sá, o procurador regional da República e coordenador-adjunto do Gaeco Nacional Fábio George Cruz da N&oacute;brega, a coordenadora-geral de Fiscalização da Receita Federal, Vandreia Mota Rocha, e o coordenador-geral de Pesquisa e Investigação, S&eacute;rgio Luiz Messias de Lima. </p><div><br></div><p class="Paragraph SCXW230934618 BCX8"></p><dl class="image-inline captioned caption-center"></dl></div><p>    </p><div class="videoWrapper" data-source="YOUTUBE"><iframe frameborder="0" src="//www.youtube.com/embed/V6eYEcon86U" allowfullscreen="true" width="560" height="315" scrolling="no" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" class="note-video-clip"></iframe></div><p><br></p>]]></content:encoded>
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			<title>Homem é condenado por agredir e atropelar ex-companheira em Itaipuaçu</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94813/homem-e-condenado-por-agredir-e-atropelar-ex-companheira-em-itaipuacu.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 11:23:47 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Maricá obteve, nesta quinta-feira (27/08), a condenação de Julio Cesar Magalhães a 18 anos e quatro meses de prisão por tentativa de feminicídio contra a ex-companheira. O crime ocorreu em março de 2024, no bairro de Itaipuaçu, em Maricá.Segundo a denúncia do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), a vítima estava no veículo conduzido pelo ex-companheiro quando foi agredida e teve parte do corpo projetada para fora do...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="texto"><p>A 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Maricá obteve, nesta quinta-feira (27/08), a condenação de Julio Cesar Magalhães a 18 anos e quatro meses de prisão por tentativa de feminicídio contra a ex-companheira. O crime ocorreu em março de 2024, no bairro de Itaipuaçu, em Maricá.</p><p>Segundo a denúncia do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), a vítima estava no veículo conduzido pelo ex-companheiro quando foi agredida e teve parte do corpo projetada para fora do carro, sendo arrastada pela via. Em seguida, ap&oacute;s a mulher receber auxílio de pessoas que estavam no local, o denunciado retornou com o veículo e a atropelou.</p><p>A vítima ficou gravemente ferida e recebeu atendimento m&eacute;dico. De acordo com a denúncia, o crime não se consumou por circunstâncias alheias &agrave; vontade do denunciado, em razão do socorro e do atendimento prestados &agrave; mulher.</p><p><br></p></div><div class="tags"><div class="tag"><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/08/94813_tentativa-de-feminicidio-em-marica-gera-condenacao-a-18-anos-e-4-meses-de-prisao-mprj-jpg.jpg" />
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		</item>
		<item>
			<title>Cantor sertanejo pega 28 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94809/cantor-sertanejo-pega-28-anos-de-prisao-por-homicidio-triplamente-qualificado.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/94809/cantor-sertanejo-pega-28-anos-de-prisao-por-homicidio-triplamente-qualificado.html</guid>
			<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 08:48:34 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Niter&oacute;i condenou Clodoaldo Queiroz de Oliveira, conhecido como Gustavo, da dupla sertaneja Tony e Gustavo, &agrave; pena de 28 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado, pelo crime de homicídio triplamente qualificado consumado contra sua mulher, Karen Mancini.O crime ocorreu em abril de 2024, em Lumiar, distrito de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio. Karen Mancini, então com 39 anos de idade, foi morta ap&oacute;s ser...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Niter&oacute;i condenou Clodoaldo Queiroz de Oliveira, conhecido como Gustavo, da dupla sertaneja Tony e Gustavo, &agrave; pena de 28 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado, pelo crime de homicídio triplamente qualificado consumado contra sua mulher, Karen Mancini.</p><p>O crime ocorreu em abril de 2024, em Lumiar, distrito de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio. Karen Mancini, então com 39 anos de idade, foi morta ap&oacute;s ser agredida, segundo laudo da necr&oacute;psia, por 114 golpes que causaram hemorragia e traumatismo craniano.</p><p>O júri teve início na sexta-feira, 28 de agosto e, durante a leitura da sentença, já por volta das duas horas da madrugada deste sábado, 29 de agosto, a juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce destacou a crueldade da ação do r&eacute;u.</p><p>“Trata-se de r&eacute;u, portanto, tecnicamente primário. Por&eacute;m, sua culpabilidade mostra-se acentuada, com alto grau de reprovabilidade e censurabilidade, posto que, tendo ciência inequívoca da ilicitude de sua conduta, não se intimidou com o cometimento do crime, com audácia extremamente reprovável, espancando a vítima de forma brutal, dentro de sua pr&oacute;pria residência, onde morava como o r&eacute;u, golpeando-a por todo o corpo, em especial na região da cabeça, sabidamente vital (…). Ademais, o r&eacute;u sequer prestou socorro a Karen, que teve como causa mortis ‘traumatismo crânio encefálico’, como se infere do laudo de necropsia, tornando ainda mais gravosa sua conduta”, destacou a magistrada.</p><p>A frieza do r&eacute;u no cometimento do feminicídio triplamente qualificado tamb&eacute;m foi ressaltada pela juíza na sentença.</p><p>“Assim, reconhecidos pelos jurados a motivação fútil, qual seja, desentendimento entre o casal, o emprego de meio cruel, em razão da extensa quantidade de lesões empregadas, as quais causaram intenso e desnecessário sofrimento &agrave; vítima, evidenciando a frieza e o menosprezo pela vida humana durante o desempenho da empreitada criminosa como salientado na resposta do perito responsável pelo laudo de necropsia, ao consignar que ‘a quantidade de lesões classifica como tortura, pois causa padecimento desnecessário &agrave; vítima’.</p><p>Processo n°: 005576256.2024.8.19.0001  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Karla Mancini foi morta com 114 golpes pelo ex-marido, o cantor sertanejo Clodoaldo Oliveira, o Gustavo da dupla Tony &amp; Gustavo. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o Instagram]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Delegado que investigou milícia é ameaçado por acusado dentro do Tribunal do Júri</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94726/delegado-que-investigou-milicia-e-ameacado-por-acusado-dentro-do-tribunal-do-juri.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 11:10:14 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O miliciano Ronan Azevedo Bento, conhecido como Jogador, condenado a 112 anos de prisão, ameaçou o delegado Leonardo Affonso durante uma audiência no Tribunal do J&uacute;ri, dentro do F&oacute;rum de São Gonçalo. O epis&oacute;dio ocorreu na &uacute;ltima terça-feira (25) e expõe uma situação que ultrapassa a ameaça individual a um policial: um integrante de uma organização criminosa tentou intimidar uma testemunha dentro do pr&oacute;prio Tribunal do J&uacute;ri, durante o...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O miliciano Ronan Azevedo Bento, conhecido como Jogador, condenado a 112 anos de prisão, ameaçou o delegado Leonardo Affonso durante uma audiência no Tribunal do J&uacute;ri, dentro do F&oacute;rum de São Gonçalo. O epis&oacute;dio ocorreu na &uacute;ltima terça-feira (25) e expõe uma situação que ultrapassa a ameaça individual a um policial: um integrante de uma organização criminosa tentou intimidar uma testemunha dentro do pr&oacute;prio Tribunal do J&uacute;ri, durante o exerc&iacute;cio de sua função e diante da Justiça.</p><p style="text-align: justify; ">Segundo registro feito pela Pol&iacute;cia Civil, Ronan Azevedo Bento passou a falar e gesticular de forma exaltada durante o depoimento. Em determinado momento, dirigiu-se ao delegado e disse “vou te pegar!”, acompanhado de um gesto de ameaça de morte. A ju&iacute;za Juliana Bessa interrompeu a audiência e determinou a retirada de Ronan do plenário.</p><p style="text-align: justify; ">O epis&oacute;dio não terminou com a sa&iacute;da do acusado. Depois da audiência, Leonardo Affonso compareceu &agrave; Pol&iacute;cia Civil e registrou ocorrência por coação no curso do processo. Em declaração formal, afirmou temer por sua integridade f&iacute;sica e por sua vida diante da atuação da organização criminosa investigada.</p><p style="text-align: justify;">Leonardo Affonso foi responsável por investigações contra organizações criminosas em Niter&oacute;i e São Gonçalo quando atuava na Delegacia de Homic&iacute;dios. No processo em questão, as investigações apontaram a atuação de uma mil&iacute;cia em bairros como Porto Velho, Porto Novo, Gradim e Porto da Madama, envolvida em extorsões, ameaças e homic&iacute;dios.</p><p style="text-align: justify; ">Nas investigações, Ronan foi identificado como um dos executores ligados ao grupo. De acordo com o depoimento policial, ele era considerado o braço armado de Anderson Cabral Pereira, conhecido como “Sássa”, apontado nas investigações como liderança da organização. Ambos foram condenados, segundo o termo de declaração, por crimes relacionados &agrave; atuação da mil&iacute;cia.</p><p style="text-align: justify; ">Para o Minist&eacute;rio P&uacute;blico, a gravidade do epis&oacute;dio está justamente no fato de a ameaça ter ocorrido dentro do Tribunal do J&uacute;ri, durante um ato judicial e diante das autoridades responsáveis pelo julgamento. A Promotoria afirma que a conduta representa uma tentativa de intimidação de uma testemunha de acusação e demonstra “desprezo pelos mecanismos institucionais”.</p><p style="text-align: justify; ">O Minist&eacute;rio P&uacute;blico pediu &agrave; Justiça medidas para proteger o delegado, incluindo escolta e outras providências de segurança institucional. Tamb&eacute;m solicitou &agrave; Secretaria de Administração Penitenciária a avaliação da situação dos acusados, com possibilidade de transferência para unidade de maior segurança, inclusive pres&iacute;dio federal, al&eacute;m do monitoramento de eventuais contatos capazes de permitir novas intimidações ou represálias.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>MPRJ denuncia milícia de Curicica e Terceiro Comando Puro por extorsão e tráfico ilegal de armas e drogas</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94703/mprj-denuncia-milicia-de-curicica-e-terceiro-comando-puro-por-extorsao-e-trafico-ilegal-de-armas-e-d.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 11:53:06 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) denunciou 20 pessoas investigadas por integrar núcleos ligados &agrave; milícia de Curicica e ao Terceiro Comando Puro (TCP). A denúncia, recebida pela 3ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Capital, atribui aos denunciados os crimes de constituição de milícia privada, associação para o tráfico de drogas com emprego de arma de fogo e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="texto"><p>O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) denunciou 20 pessoas investigadas por integrar núcleos ligados &agrave; milícia de Curicica e ao Terceiro Comando Puro (TCP). A denúncia, recebida pela 3ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Capital, atribui aos denunciados os crimes de constituição de milícia privada, associação para o tráfico de drogas com emprego de arma de fogo e com&eacute;rcio ilegal de armas e munições de uso restrito. Nesta quinta-feira (27/08), a Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), com o apoio da Corregedoria-Geral da Polícia Militar, cumpre mandados de prisão contra os denunciados.</p><p>Segundo a ação, a milícia de Curicica possui estrutura hierarquizada e divisão de tarefas. Andr&eacute; Costa Bastos, conhecido como o “Boto” ou “Redbull”, mesmo preso no sistema penitenciário federal, seria o responsável pelo comando estrat&eacute;gico, enquanto Osmar Silva de Souza, o “Messi” ou “Novinho”, exerceria a liderança operacional do grupo. A organização teria como fontes de financiamento a cobrança de valores extorsivos de moradores e comerciantes, al&eacute;m da prática sistemática de roubos de veículos e cargas em Jacarepaguá e regiões pr&oacute;ximas.</p><p>Aliança entre milícia e tráfico<br>As investigações tamb&eacute;m apontaram uma aliança entre a milícia de Curicica e integrantes do TCP atuantes nos complexos da Mar&eacute; e da Pedreira, baseada em um pacto de não agressão e cooperação operacional. O objetivo seria o apoio mútuo contra grupos rivais, especialmente o Comando Vermelho, al&eacute;m da facilitação do com&eacute;rcio ilícito de armas e drogas. Nesse contexto, Yuri Guimarães Soares, o “Lirow”, &eacute; apontado como elo entre a estrutura paramilitar e integrantes da facção criminosa.</p><p>Outra característica destacada na denúncia &eacute; o com&eacute;rcio clandestino de armamentos de alto poder ofensivo, incluindo fuzis de calibres 5,56 mm, 7,62 mm e .223, al&eacute;m de pistolas e munições.Dois policiais militares, Jorge Anastácio Rodrigues Simões, lotado no 4º Batalhão da Polícia Militar, e Leo Carlos Araújo Santos, do 2º BPM, tamb&eacute;m foram denunciados por atuação no fornecimento e na intermediação de armas e munições destinadas &agrave; milícia de Curicica e ao TCP. Ao decretar as prisões preventivas, o Juízo destacou a gravidade concreta dos fatos, a estrutura armada da organização, o risco de reiteração criminosa e a necessidade de preservação da ordem pública.</p><p><br></p></div><div class="tags"><div class="clear">  </div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Opera&ccedil;&atilde;o investiga alian&ccedil;a entre milicianos de Curicica e traficantes do Terceiro Comando Puro na Mar&eacute;. Foto: Ascom MPRJ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Justiça torna preventiva prisão em flagrante de Luana Rosa, 'Madrinha da Cidade Alta'</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94702/justica-torna-preventiva-prisao-em-flagrante-de-luana-rosa-madrinha-da-cidade-alta.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 10:50:16 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Núcleo de Atuação Perante a Central de Audiência de Cust&oacute;dia da Capital do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (NACAC/MPRJ) obteve, nesta quarta-feira (26/08), a conversão da prisão em flagrante em preventiva de Luana Rosa de Araujo, conhecida como “Madrinha da Cidade Alta”. Luana foi presa em flagrante na terça-feira (25/08), em uma operação da Polícia Militar em Parada de Lucas.De acordo com o Registro de Ocorrência, policiais militares realizavam...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Núcleo de Atuação Perante a Central de Audiência de Cust&oacute;dia da Capital do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (NACAC/MPRJ) obteve, nesta quarta-feira (26/08), a conversão da prisão em flagrante em preventiva de Luana Rosa de Araujo, conhecida como “Madrinha da Cidade Alta”. Luana foi presa em flagrante na terça-feira (25/08), em uma operação da Polícia Militar em Parada de Lucas.</p><p>De acordo com o Registro de Ocorrência, policiais militares realizavam uma operação na localidade conhecida como Complexo de Israel, destinada ao cumprimento de mandados de prisão, quando encontraram Luana, que possuía quatro mandados de prisão em aberto, em um im&oacute;vel da região.</p><p>Os agentes relataram que, no interior da residência, foram encontrados três aparelhos celulares, um tablet e um caderno contendo anotações relacionadas &agrave; movimentação da venda de drogas.</p><p>Em sua manifestação, o Minist&eacute;rio Público ratificou a capitulação dada pela autoridade policial, opinando pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, para a garantia da ordem pública, dada a gravidade concreta dos fatos e a necessidade de evitar que a presa praticasse novos crimes. <br>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Madrinha da Cidade Alta teve a pris&atilde;o em flagrante convertida em preventiva ap&oacute;s audi&ecirc;ncia de cust&oacute;dia. Foto: Ascom MPRJ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Caso Julieta Hernández: família luta para que o crime seja julgado como feminicídio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94669/caso-julieta-hernandez-familia-luta-para-que-o-crime-seja-julgado-como-feminicidio.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
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			<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 13:47:04 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A juíza Tamiris Gualberto Figueirêdo, da Vara Única de Presidente Figueiredo, no Amazonas, determinou, no últimodia 18, a realização de audiência de mediação e conciliação na ação de responsabilidade civil que a mãe e a irmã de Julieta Hernández movem contra Julival do Espírito Santo, dono do Espaço Cultural Mestre Gato, onde a artista venezuelana foi assassinada em dezembro de 2023.A ação pede reparação por danos morais e afirma que o local funcionava como hospedagem...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A juíza Tamiris Gualberto Figueirêdo, da Vara Única de Presidente Figueiredo, no Amazonas, determinou, no últimodia 18, a realização de audiência de mediação e conciliação na ação de responsabilidade civil que a mãe e a irmã de Julieta Hernández movem contra Julival do Espírito Santo, dono do Espaço Cultural Mestre Gato, onde a artista venezuelana foi assassinada em dezembro de 2023.</p><p style="text-align: justify;">A ação pede reparação por danos morais e afirma que o local funcionava como hospedagem mediante pagamento, recebendo viajantes que cruzavam a BR-174. O advogado da família, Carlos Nicodemos, que atua junto &agrave; União Brasileira de Mulheres (UBM), declarou que a mãe da vítima, Julia Emma Martinez de Hernández, e a irmã, Sophia Hernández, pretendem solicitar o im&oacute;vel para transformá-lo em memorial.</p><p style="text-align: justify;">"Aquele local está muito longe de ser uma pousada, &eacute; uma área, um terreno", avalia Nicodemos. O advogado afirma que a família pede uma indenização ao proprietário "pela maneira como foi conduzido o neg&oacute;cio, que acabou influenciando no feminicídio da Julieta Hernández".</p><p style="text-align: justify;">A petição inicial sustenta que o casal condenado pelo assassinato era empregado do r&eacute;u, com autorização para gerir o espaço e cobrar diárias, e invoca os artigos 932 e 933 do C&oacute;digo Civil, que atribuem ao dono de hospedaria responsabilidade objetiva pelos atos de seus empregados contra h&oacute;spedes.</p><p style="text-align: justify;">No cabeçalho da decisão que designou a audiência, o campo "assunto principal" está preenchido como acidente de trânsito. Esta &eacute; uma das muitas falhas que a família e seus advogados vêm registrando desde o desaparecimento de Julieta.</p><p style="text-align: justify;">No processo criminal, o Minist&eacute;rio Público do Amazonas denunciou o casal Deliomara dos Anjos Santos e Thiago Agles da Silva por latrocínio, ocultação de cadáver e estupro. Ao rejeitar, meses depois, o pedido de reclassificação feito pela família, o promotor Gabriel Salvino Chagas do Nascimento escreveu, em parecer citado &agrave; &eacute;poca pela imprensa, que "não há qualquer prejuízo em seguir o feito conforme a denúncia ofertada". "Se minha irmã fosse um homem, teria acontecido tudo isso com ela? Não", responde Sophia Hernández.</p><p style="text-align: justify;">O latrocínio &eacute; o roubo do qual resulta morte e está no capítulo dos crimes contra o patrim&ocirc;nio. Por isso, &eacute; julgado por juízo singular, sem Tribunal do Júri. A capitulação definiu quem julgaria o caso: uma juíza, e não sete jurados. No júri, o julgamento &eacute; oral e público, e os jurados votam por convicção íntima. No juízo singular, o processo se resolve nos autos, dentro do enquadramento oferecido pela acusação.</p><p style="text-align: justify;">Em 16 de outubro de 2025, a mesma juíza que hoje conduz a ação cível condenou Deliomara a 37 anos, 11 meses e 10 dias de reclusão e Thiago a 41 anos e 3 meses, por latrocínio e ocultação de cadáver. Os dois foram absolvidos da imputação de estupro por insuficiência de provas periciais, as mesmas que a família pedia desde 2024 e que nunca foram feitas.</p><p style="text-align: justify;">Em nota publicada no dia seguinte &agrave; sentença, o Minist&eacute;rio Público informou que a magistrada acolheu suas teses e rejeitou apenas o estupro. "O dolo dos acusados era patrimonial, eles queriam os bens da vítima", afirmou o promotor. Da sentença apelaram a Defensoria Pública, em favor dos r&eacute;us, e a assistência de acusação, que voltou a pedir a reclassificação do crime como feminicídio. O Minist&eacute;rio Público não recorreu. A reclassificação depende agora apenas do recurso da família.</p><p style="text-align: justify;">A mesma nota registra que a juíza destacou na sentença que o crime foi cometido com extrema violência, por meios cru&eacute;is e insidiosos, e com violência contra a mulher em contexto de hospitalidade. Isso agravou a pena, com base no artigo 61 do C&oacute;digo Penal combinado com a Lei Maria da Penha. A violência de gênero entrou na dosimetria da pena e foi deixada de lado na tipificação do crime.</p><p style="text-align: justify;">"Houve uma violência do sistema de justiça local, com todos os seus atores, juízes, promotores, defensores, que operam sem aquilo que a lei determina como protocolo com perspectiva de gênero, convertendo o que &eacute; um crime de violação dos direitos humanos em um crime de contorno material, de roubo, de latrocínio", relata Nicodemos. Em nota sobre a sentença, a UBM afirmou que a decisão reforça "uma justiça que não enxerga a violência contra a mulher".</p><p style="text-align: justify;">O entendimento recente do Supremo Tribunal Federal toca nesse ponto. No último dia 19 de agosto, a corte fixou com repercussão geral que a violência de gênero se define pela condição da vítima, e não pelo ambiente nem pelo vínculo com o agressor. A decisão vale para medidas protetivas, não para a tipificação penal, mas estabelece um parâmetro sobre o que caracteriza a violência de gênero, ponto central da disputa no caso de Julieta.</p><p style="text-align: justify;"><b>A luta da família</b></p><p style="text-align: justify;">Julieta Hernández tinha 38 anos. Multiartista venezuelana, cicloviajante e palhaça conhecida como Miss Jujuba, era tamb&eacute;m veterinária, bonequeira e pesquisadora do Teatro do Oprimido. Partiu do Rio de Janeiro havia cerca de quatro anos, levando espetáculos a comunidades onde muitos brasileiros nunca tinham vivenciado uma experiência artística. "Minha irmã era uma pessoa que tinha anos de experiência viajando sozinha, de bicicleta", afirmou Sophia, ao rebater a ideia de que Julieta teria se exposto ao risco. Em dezembro de 2023, pedalava de volta &agrave; Venezuela para reencontrar a mãe e parou em Presidente Figueiredo.</p><p style="text-align: justify;">Foi a família quem a encontrou. Julieta deixou de responder &agrave;s mensagens na noite de 23 de dezembro de 2023. Segundo a mãe e a irmã, as autoridades locais não atenderam aos pedidos de busca. Julia e Sophia lançaram da Venezuela e da França uma campanha na internet e enviaram duas amigas a Presidente Figueiredo para cobrar que as buscas fossem realizadas. O corpo foi localizado quatorze dias depois, em cova rasa nos fundos do terreno onde ela estava hospedada, ao lado de partes da bicicleta, do telefone celular e dos demais pertences. A repercussão do crime provocou atos por justiça e solidariedade em mais de 160 cidades brasileiras e em pelo menos dez países.</p><p style="text-align: justify;">Habilitadas no processo como assistentes de acusação, mãe e irmã pediram a reclassificação do crime e as perícias que faltavam. O juízo decidiu que s&oacute; examinaria os pedidos ao fim da instrução, o que levaria mais de um ano. "Foi um feminicídio, e não podemos chamar por outro nome um crime de gênero", afirmou Sophia Hernández em sessão na Assembleia Legislativa do Amazonas, quando sustentou que os pertences da irmã não foram roubados nem vendidos, mas ocultados para encobrir o crime.</p><p style="text-align: justify;">Seis meses depois do crime, uma comitiva da UBM com Sophia percorreu Brasília, Manaus e Presidente Figueiredo e apresentou o caso ao Conselho Nacional dos Direitos Humanos, ao Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, ao Minist&eacute;rio das Mulheres, &agrave; Assembleia Legislativa do Amazonas, ao Tribunal de Justiça e ao Minist&eacute;rio Público do estado. O Minist&eacute;rio das Mulheres publicou nota de apoio ao pedido, com base na Resolução 492/2023 do Conselho Nacional de Justiça, que tornou obrigat&oacute;rias as diretrizes de julgamento com perspectiva de gênero. </p><p style="text-align: justify;">Sem avanço no processo, a família recorreu ao sistema internacional. A UBM e os advogados levaram o caso &agrave; Comissão Interamericana de Direitos Humanos, em informe assinado por Vanja Andrea Santos, então presidente da entidade. O documento pede o monitoramento da tramitação e sustenta que a reclassificação tem a função social de garantir que os &oacute;rgãos de justiça e segurança atuem com perspectiva de gênero. Em março de 2025, mãe e irmã foram recebidas em Brasília pela primeira-dama e pela ministra das Mulheres. O gabinete respondeu por escrito, quase seis meses depois da reunião, que não tinha competência para intervir. Dez dias antes da sentença, os advogados voltaram &agrave; Comissão, agora com alegação de denegação de justiça e violação aos artigos 8 e 25 da Convenção Americana sobre Direitos Humanos, que garantem julgamento em prazo razoável e resposta efetiva da Justiça.</p><p style="text-align: justify; ">Em dezembro, dois anos depois do crime, a artista Martina Carvalho, amiga de Julieta, inaugurou um mural em homenagem a ela em Santa Teresa, no Rio de Janeiro. <b><a href="https://eurio.com.br/noticia/86634/mural-em-santa-teresa-celebra-a-vida-e-clama-por-justica-a-artista-venezuelana-morta" target="_blank">O </a><i><a href="https://eurio.com.br/noticia/86634/mural-em-santa-teresa-celebra-a-vida-e-clama-por-justica-a-artista-venezuelana-morta" target="_blank">Portal Eu, Rio!</a></i><a href="https://eurio.com.br/noticia/86634/mural-em-santa-teresa-celebra-a-vida-e-clama-por-justica-a-artista-venezuelana-morta" target="_blank"> acompanhou a cerim&ocirc;nia de inauguração.</a></b></p><p style="text-align: justify; "><b>A sucessão de falhas</b></p><p style="text-align: justify; ">As investigações foram encerradas logo ap&oacute;s a confissão do casal. O relat&oacute;rio da equipe jurídica da família afirma que não houve perícia no local do crime nem no celular da vítima, e que os vizinhos, que moravam a metros dali, nunca foram ouvidos.</p><p style="text-align: justify;">O caso tamb&eacute;m mudou de mãos antes da primeira audiência. A promotora Fábia Melo Barbosa de Oliveira renunciou, declarando-se suspeita por motivo de foro íntimo, e quem assumiu, Gabriel Salvino Chagas do Nascimento, negou o pedido de reclassificação no mês seguinte, sob o argumento de que não era o momento de discutir teses jurídicas em abstrato. Em março de 2025, Nicodemos relatou &agrave; imprensa sucessivas mudanças de promotores e juízes, entre elas a saída, por motivos de saúde, da magistrada que presidiu as duas primeiras audiências, e o afastamento, pelo Conselho Nacional de Justiça, do juiz designado em seguida.</p><p style="text-align: justify;">A primeira audiência de instrução foi suspensa. O relat&oacute;rio da equipe jurídica da família descreve a cena: o delegado participou por vídeo enquanto caminhava pelos corredores de um shopping e afirmou que existia um segundo depoimento da acusada que sustentaria a tese de roubo, mas o documento não estava anexado ao processo. A audiência foi encerrada para que ele o apresentasse. Na mesma ocasião, o Minist&eacute;rio das Mulheres e o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, &oacute;rgãos federais com competência de fiscalização em casos de violação dos direitos das mulheres, pediram para acompanhar os trabalhos. O juízo indeferiu.</p><p style="text-align: justify;">A audiência seguinte, quatro meses depois, tamb&eacute;m não foi concluída, por ausência de testemunha. A instrução s&oacute; terminou mais de dezesseis meses depois do recebimento da denúncia, e a defesa dos r&eacute;us apresentou as alegações finais quase dois meses ap&oacute;s o prazo legal, sem consequência processual.</p><p style="text-align: justify;"><b>O que os números não registram</b></p><p style="text-align: justify;">O estudo Retrato dos Feminicídios no Brasil, do F&oacute;rum Brasileiro de Segurança Pública, publicado em março deste ano, analisou 5.729 casos registrados entre 2021 e 2024 e mostra que, em 66,3% deles, o crime ocorreu na residência da vítima, e que apenas 4,9% dos autores eram desconhecidos. Julieta foi morta longe de casa, por pessoas com quem não tinha vínculo afetivo. &Eacute; a fatia que o sistema quase não reconhece.</p><p style="text-align: justify;">Um crime registrado como latrocínio não entra nas estatísticas de feminicídio, que servem de base para as políticas públicas de enfrentamento &agrave; violência contra a mulher. O Amazonas figurou por cinco anos entre os estados que menos reconhecem o feminicídio, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, embora a proporção tenha crescido 68,7% entre 2023 e 2024.</p><p style="text-align: justify;"><b>O custo de chegar ao julgamento</b></p><p style="text-align: justify;">"O processo criminal deve entrar em pauta na segunda instância a qualquer momento, para poder julgar a nossa apelação, que pede a reclassificação para o feminicídio", afirma Nicodemos. A apelação depende de o desembargador relator incluí-la na pauta de julgamento da câmara, ato para o qual a lei não fixa prazo. Na ação cível, a decisão da juíza de 18 de agosto determinou que a secretaria da vara marque a audiência de mediação e conciliação, ainda sem data definida. </p><p style="text-align: justify;">A espera tem um custo que recai sobre duas mulheres. O desgaste de sustentar dois processos a distância, entre três países e os anos de luta, cobrou um preço tamb&eacute;m na saúde: no primeiro ano de tramitação do processo criminal, a mãe de Julieta adoeceu. A família mant&eacute;m advogados particulares e precisa deslocá-los do Rio de Janeiro ao Amazonas a cada ato dos processos. Para custear passagens, estadia e honorários, Sophia e Martina Carvalho abriram uma campanha de arrecadação, divulgada nas redes sociais pela página @julietaporsiempre, no Instagram.</p><p style="text-align: justify; ">"Depois de dois anos e meio de luta, de viagens entre Brasil, Venezuela e França, onde vivo, nossos recursos financeiros estão esgotados", constata Sophia.</p><p style="text-align: justify;">Nas redes sociais, Sophia resume o que move a família: "Essa luta &eacute; por tudo o que Julieta representa e por todas as mulheres".</p><p style="text-align: justify; "><i>A campanha para custear a ida dos advogados a Manaus está em </i><a href="https://campanhadobem.com.br/campanhas/justicaparajulietahernandez"><i><b>https://campanhadobem.com.br/campanhas/justicaparajulietahernandez</b></i></a><i></i></p><p>                                                                          </p><p>   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Defesa apela, e é adiado julgamento de PM que atirou em moto por confundir macaco hidráulico e fuzil</title>
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			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 15:23:33 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Foi adiado para 9 de setembro pr&oacute;ximo o júri do sargento da Polícia Militar que baleou e matou dois jovens em outubro de 2015 durante um patrulhamento na Pavuna. Carlos Fernando Dias Chaves, do 41º Batalhão da Polícia Militar (Irajá) atirou contra Tiago Guimarães Dingo, de 24 anos, e Jorge Lucas Paes, de 17, quando os dois passaram de moto pela viatura da PM. A Defensoria Pública atua como assistente de acusação, representando a família de Dingo. O adiamento atendeu a um apelo ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Foi adiado para 9 de setembro pr&oacute;ximo o júri do sargento da Polícia Militar que baleou e matou dois jovens em outubro de 2015 durante um patrulhamento na Pavuna. Carlos Fernando Dias Chaves, do 41º Batalhão da Polícia Militar (Irajá) atirou contra Tiago Guimarães Dingo, de 24 anos, e Jorge Lucas Paes, de 17, quando os dois passaram de moto pela viatura da PM. A Defensoria Pública atua como assistente de acusação, representando a família de Dingo. O adiamento atendeu a um apelo da defesa do PM acusado. Uma testemunha faltou, e o depoimento era considerado essencial para a sustentação da narrativa do policial. </p><p>Em depoimento, o sargento afirmou ter confundido o macaco hidráulico carregado por Paes, que estava na garupa da moto, com uma arma. A versão &eacute; questionada por outros policiais, que dizem ter avisado Chaves que se tratava de uma ferramenta. Dingo e Paes foram atingidos pelas costas e morreram no local. O policial responde ainda por outros delitos, pelos quais está preso.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! o depoimento do defensor público Pedro Cariello sobre o julgamento do PM que atirou contra uma moto com duas pessoas ao confundir um macaco hidráulico portado pelo garupa com um fuzil.</b><br></p><p><br></p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Jorge Lucas Paes, de 17, e Tiago Guimar&atilde;es Dingo, de 24 anos, passaram de moto pela viatura da PM, e Carlos Fernando Dias Chaves, do 41&ordm; BPM, do Iraj&aacute;, abriu fogo ao conjundir macaco hidr&aacute;ulico portad]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Justiça decreta prisão preventiva de Adilsinho e mais três pela morte de advogado na porta da OAB</title>
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			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 12:11:59 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) denunciou e obteve a decretação da prisão preventiva de mais quatro acusados de envolvimento no homicídio do advogado Rodrigo Crespo, morto a tiros no Centro do Rio, em 26 de fevereiro de 2024. Nesta segunda-feira (24/08), a Polícia Civil cumpriu mandado de prisão preventiva contra o policial militar da ativa Renato Franco Lopes, conhecido como Pitbull,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="texto"><p>O Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) denunciou e obteve a decretação da prisão preventiva de mais quatro acusados de envolvimento no homicídio do advogado Rodrigo Crespo, morto a tiros no Centro do Rio, em 26 de fevereiro de 2024. Nesta segunda-feira (24/08), a Polícia Civil cumpriu mandado de prisão preventiva contra o policial militar da ativa Renato Franco Lopes, conhecido como Pitbull, lotado no 15º BPM. Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, e Ryan Patrick Barboza de Oliveira, o Motinha, já estavam presos, e os mandados de prisão foram cumpridos no dia 20/08. Rafael Ferreira Silva, conhecido como Cachoeira, &eacute; considerado foragido pela Justiça.</p><p>De acordo com a denúncia, Adilsinho, apontado como uma das principais lideranças da chamada “nova cúpula do jogo do bicho”, encomendou o assassinato do advogado por considerar que sua atuação representava risco aos seus interesses na exploração do mercado de apostas online, as bets.</p><p>&Agrave; &eacute;poca do crime, de acordo com o GAECO/MPRJ, os chamados “contraventores” estavam se inteirando sobre a entrada no lucrativo mercado de bets, segmento em que Rodrigo Crespo manifestava interesse em investir. As investigações revelaram que ele, inclusive, já buscava financiadores para a implantação de empreendimento de grande porte, al&eacute;m de ter exposto a intenção de abrir um “sports bar” com máquinas semelhantes a caça-níqueis, universo historicamente dominado pelos bicheiros.</p><p>“Os elementos de investigação indicam que a escolha do local, do horário e do modo de execução não foi aleat&oacute;ria, havendo fortes indícios de que a organização buscou conferir ao crime caráter ostensivo e intimidat&oacute;rio, com o prop&oacute;sito de transmitir uma mensagem de poder e dissuasão a potenciais concorrentes ou a terceiros que viessem a contrariar seus interesses econ&ocirc;micos/criminosos”, descreve a denúncia.</p><p>A denúncia tamb&eacute;m aponta que Ryan fez a vigilância da vítima nos dias anteriores ao homicídio, identificando os locais e horários favoráveis &agrave; execução. Os denunciados Renato e Rafael, por sua vez, forneceram apoio operacional e monitoraram Rodrigo at&eacute; o momento do crime, permanecendo dentro do veículo utilizado pelo executor. A análise de diversas evidências t&eacute;cnicas revelou que Renato e Rafael estiveram no local do homicídio, bem como em diversos pontos do trajeto percorrido pelo veículo empregado na fuga dos executores. A apuração constatou, inclusive, que os dois se deslocaram para a região onde está localizado o sítio utilizado por Rafael como esconderijo.</p><p>Al&eacute;m de receber a denúncia do GAECO/MPRJ pelo crime de homicídio qualificado, o Juízo da 3ª Vara Criminal determinou a manutenção de Adilsinho em presídio federal de segurança máxima pelo prazo de três anos e decretou a suspensão do exercício das funções públicas e do porte de arma do policial militar Renato Franco Lopes.</p><p><br></p></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Justi&ccedil;a acolhe den&uacute;ncia do MPRJ contra quatro envolvidos em assassinato de advogado. Foto: Ascom MPRJ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>MPRJ denuncia PM por morte em perseguição a motociclista em São Gonçalo</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94616/mprj-denuncia-pm-por-morte-em-perseguicao-a-motociclista-em-sao-goncalo.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 08:20:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) denunciou o policial militar Vinicius Vieira Moraes pelo homicídio qualificado de Eduardo de Castro Ornellas, morto durante uma perseguição policial em São Gonçalo, no dia 31 de maio deste ano. A denúncia foi recebida pela 4ª Vara Criminal da Comarca de São Gonçalo nesta segunda-feira (24/08). Segundo o grupo, Eduardo fugia a p&eacute; e desarmado quando foi...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div>O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) denunciou o policial militar Vinicius Vieira Moraes pelo homicídio qualificado de Eduardo de Castro Ornellas, morto durante uma perseguição policial em São Gonçalo, no dia 31 de maio deste ano. A denúncia foi recebida pela 4ª Vara Criminal da Comarca de São Gonçalo nesta segunda-feira (24/08). Segundo o grupo, Eduardo fugia a p&eacute; e desarmado quando foi atingido por dois disparos efetuados pelo agente.</div><div>De acordo com o GAESP/MPRJ, Eduardo estava em uma motocicleta, com a namorada na garupa, quando os dois foram alvo de uma tentativa de abordagem policial. O homem acelerou, caiu com a moto e passou a fugir a p&eacute;. A namorada permaneceu no local, ferida, enquanto Vinicius e outros policiais seguiram na perseguição.</div><div>Ainda segundo o Minist&eacute;rio Público, durante a perseguição, o policial militar gritou “vai morrer” por mais de uma vez e efetuou dois disparos. O segundo atingiu Eduardo na região do pescoço, causando sua morte.</div><div>Para o GAESP/MPRJ, as provas colhidas durante a investigação, incluindo imagens, perícias e depoimentos, indicam que Eduardo estava desarmado e em fuga quando foi atingido. O pr&oacute;prio policial admitiu ter efetuado os dois disparos. O MPRJ sustenta, ainda, que o tiro fatal foi efetuado pelas costas, dificultando qualquer possibilidade de defesa da vítima.</div><div>Vinicius responderá por homicídio qualificado pelo recurso que dificultou a defesa da vítima e pelo emprego de arma de fogo de uso restrito. A pedido do GAESP/MPRJ, o policial foi afastado cautelarmente das atividades operacionais armadas.  </div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Dona de empresa de Turismo é presa por aplicar golpes milionários na Freguesia</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94595/dona-de-empresa-de-turismo-e-presa-por-aplicar-golpes-milionarios-na-freguesia.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 15:33:55 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Policiais civis da 41ª DP (Tanque) realizaram, nesta segunda-feira (24/08), uma ação contra pacotes de viagens falsos. A dona de uma agência de turismo foi presa por aplicar golpes milionários. Ela foi localizada e capturada no bairro da Freguesia, na Zona Sudoeste do Rio.As investigações apontaram que a mulher usava uma empresa de turismo, formalmente constituída, para dar aparência de legitimidade ao esquema. Por meio de perfis em redes sociais, a agência anunciava e comercializava...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Policiais civis da 41ª DP (Tanque) realizaram, nesta segunda-feira (24/08), uma ação contra pacotes de viagens falsos. A dona de uma agência de turismo foi presa por aplicar golpes milionários. Ela foi localizada e capturada no bairro da Freguesia, na Zona Sudoeste do Rio.</p><p>As investigações apontaram que a mulher usava uma empresa de turismo, formalmente constituída, para dar aparência de legitimidade ao esquema. Por meio de perfis em redes sociais, a agência anunciava e comercializava pacotes de viagens nacionais e internacionais, e prometia organização completa das viagens como passagens a&eacute;reas, hospedagem e reservas. Uma vítima denunciou que comprou dois pacotes de viagens internacionais e teve um prejuízo de R$ 9 mil, já que a empresa não cumpriu o que prometeu.</p><p>Os clientes assinavam contratos e pagavam os valores combinados por Pix. Depois de receber o dinheiro, segundo a investigação, a mulher não providenciava os serviços contratados. As passagens não eram emitidas e as reservas de hot&eacute;is não eram feitas.</p><p>O golpe costumava ser descoberto quando a data da viagem se aproximava. Ao procurar os comprovantes e os vouchers, os clientes percebiam que não havia reservas. Em alguns casos, hot&eacute;is e outros serviços informados pela empresa não tinham nenhuma reserva feita em nome dos clientes.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Pol&iacute;cia Civil prendeu mulher investigada por aplicar golpes na venda de pacotes de viagem. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o PCERJ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Mantida prisão temporária de dois envolvidos em espancamento e morte em Copacabana</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94580/mantida-prisao-temporaria-de-dois-envolvidos-em-espancamento-e-morte-em-copacabana.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 09:11:07 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O juiz da Central de Audiência de Cust&oacute;dia da Capital Rafael de Almeida Rezende manteve a prisão temporária de Jorge Luiz Ricardo Dias e Davi Santos Machado. Os dois são investigados pelo homicídio de Cláudio Rafael Landeiro, espancado em Copacabana, na Zona Sul do Rio, na última semana. As audiências de cust&oacute;dia foram realizadas neste sábado, dia 22 de agosto. Nas duas decisões, o magistrado considerou que os mandados de prisão foram regularmente expedidos e permanecem ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="texto"><p>O juiz da Central de Audiência de Cust&oacute;dia da Capital Rafael de Almeida Rezende manteve a prisão temporária de Jorge Luiz Ricardo Dias e Davi Santos Machado. Os dois são investigados pelo homicídio de Cláudio Rafael Landeiro, espancado em Copacabana, na Zona Sul do Rio, na última semana. As audiências de cust&oacute;dia foram realizadas neste sábado, dia 22 de agosto. </p><p>Nas duas decisões, o magistrado considerou que os mandados de prisão foram regularmente expedidos e permanecem dentro do prazo de validade. Segundo o juiz, não há notícia de alteração das decisões que determinaram as prisões e permanecem válidos os fundamentos que levaram &agrave; decretação das prisões temporárias. Eventuais pedidos da defesa deverão ser apresentados ao juízo natural responsável pelo caso.</p><p>No caso de Davi Santos Machado, a defesa tamb&eacute;m pediu o sigilo de seus dados sensíveis. O pedido foi indeferido pelo juiz, que considerou que não constavam dados sensíveis nos autos e destacou que o pr&oacute;prio custodiado não soube informar seu endereço e telefone atuais.</p><p>O segurança de rua Davi Santos Machado atacou Cláudio a socos, chutes e pauladas por achar que a vítima praticava roubos no bairro, apesar de Cláudio estar conduzindo a bicicleta da pr&oacute;pria irmã. Outro segurança de rua, Jorge Luiz Ricardo Dias, retirou a bicicleta de Cláudio &agrave; força e, quando a vítima tentou reaver o objeto, foi agredida por Davi e fugiu do local.</p><p>Davi e Jorge entregaram-se &agrave; Polícia na última quinta-feira (20/08), ap&oacute;s imagens de câmeras de segurança mostrarem as agressões. Al&eacute;m dos dois, a Polícia Civil prendeu outros dois homens que faziam entregas no bairro e tamb&eacute;m agrediram Cláudio com socos e pontap&eacute;s, agressões que levaram &agrave; morte do homem de 37 anos.</p><p>Processos n° 0079122-49.2026.8.19.0001/ 0078995-14.2026.0001</p><p><br>    </p></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Audi&ecirc;ncia de Cust&oacute;dia manteve pris&atilde;o tempor&aacute;ria de envolvidos no espancamento e morte de ciclista em Copacabana. Foto: MPRJ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Seguranças de rua são presos por agredir ciclista até a morte no Rio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94522/segurancas-de-rua-sao-presos-por-agredir-ciclista-ate-a-morte-no-rio.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 14:00:42 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Os dois seguranças de rua que espancaram at&eacute; a morte o ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, de 37 anos, se entregaram &agrave; polícia nessa quinta-feira (20). O crime contou com a   participação de dois entregadores de venda delivery que estão sendo procurados pela polícia. A vítima foi espancada por 9 minutos, com mais de 30 golpes de porrete na cabeça, chutes no t&oacute;rax e na barriga. Os seguranças desconfiaram que Cláudio Rafael tinha furtado a bicicleta que...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os dois seguranças de rua que espancaram at&eacute; a morte o ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, de 37 anos, se entregaram &agrave; polícia nessa quinta-feira (20). O crime contou com a   participação de dois entregadores de venda delivery que estão sendo procurados pela polícia. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700260&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700260&o=node"></p><p><strong>A vítima foi espancada por 9 minutos, com mais de 30 golpes de porrete na cabeça, chutes no t&oacute;rax e na barriga. Os seguranças desconfiaram que Cláudio Rafael tinha furtado a bicicleta que estava com ele.</strong></p><p>O ciclista tinha saído de casa na noite do dia 11 deste mês, pedalando de Botafogo at&eacute; a Rua Belford Roxo, em Copacabana, na zona sul da cidade a <em>bike</em> de sua irmã, como fazia habitualmente.</p><p><strong>Em Copacabana, sem qualquer prova, os dois seguranças iniciaram uma abordagem &agrave; vítima. Um deles, Davi Santos Machado, com um porrete na mão, começou o interrogat&oacute;rio. Perguntou se a bicicleta era de Cláudio Rafael. Por ter um transtorno psicol&oacute;gico, o jovem respondeu que não, sem conseguir completar a frase. “Não, &eacute; minha. &eacute; da minha irmã”, disse.</strong></p><p>O outro segurança de rua, Jorge Luiz Ricardo Dias, tomou a bicicleta da vítima e a levou com ele.  Cláudio tentou segurar a bicicleta, e foi espancado pela primeira vez por Davi. Sozinha, a vítima foi at&eacute; a Rua Felipe de Oliveira e ficou sentada na escadaria de um pr&eacute;dio.</p><p>Foi ali que começou a sessão de tortura e espancamento. Com o bastão, Davi Santos começou a bater em Cláudio. Ele tentou fugir e foi derrubado pelos entregadores. A sessão de linchamento durou nove minutos e a vítima foi deixada desacordada. Antes de ir embora, Davi tirou fotos de Cláudio inconsciente, com um celular. Um dos entregadores ainda revistou o bolso do rapaz.</p><p> <strong>Quando os bombeiros chegaram, 30 minutos depois, a vítima foi socorrida e levada para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, mas não resistiu aos ferimentos. Ele morreu na madrugada do dia 12. A causa da morte foi “traumatismo craniano e hemorragia interna”.</strong></p><p>De acordo com o delegado titular da 12ª DP (Copacabana),  Ângelo Lages, os quatro suspeitos de participarem das agressões vão responder “por homicídio triplamente qualificado, por motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima”.</p><p><strong>A polícia está &agrave; procura dos dois homens que usavam mochila de entregadores e não se apresentaram para prestar depoimento. </strong>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Frame Camera de seguran&ccedil;a]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Júri condena a 24 anos de prisão assassino de mulher trans</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94507/juri-condena-a-24-anos-de-prisao-assassino-de-mulher-trans.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 09:19:36 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Conselho de Sentença do II Tribunal do Júri da Capital condenou, nesta quinta-feira, 20 de agosto, Vitor Teodoro Cossich a 24 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado, pelo homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe &ndash; desentendimento financeiro &ndash; e meio cruel, de Bárbara Vergetti Martins de Souza, mulher trans, de 34 anos &agrave; &eacute;poca do crime. O r&eacute;u tamb&eacute;m terá de pagar indenização no valor de R$ 30 mil aos familiares da vítima a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="titulo portlet-title-text">O Conselho de Sentença do II Tribunal do Júri da Capital condenou, nesta quinta-feira, 20 de agosto, Vitor Teodoro Cossich a 24 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado, pelo homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe &ndash; desentendimento financeiro &ndash; e meio cruel, de Bárbara Vergetti Martins de Souza, mulher trans, de 34 anos &agrave; &eacute;poca do crime. O r&eacute;u tamb&eacute;m terá de pagar indenização no valor de R$ 30 mil aos familiares da vítima a título de reparação por danos morais.  O julgamento foi presidido pelo juiz Renan de Freitas Ongaratto.</div><div class="conteudo"><p>O crime aconteceu na madrugada de 30 de outubro de 2024, por volta das 00h30, dentro da residência do r&eacute;u. Segundo a denúncia, Vitor agrediu e estrangulou Bárbara, então estudante de Ciências Sociais na Universidade Federal Fluminense,  at&eacute; a morte, ap&oacute;s um desentendimento sobre o pagamento de um programa sexual. Para conter e matar a vítima, ele usou um simulacro de arma de fogo, um fio e um pano.</p><p>Na dosimetria da pena, o juiz considerou que o crime foi cometido por asfixia e por motivo torpe &mdash; o desentendimento financeiro &mdash;, conforme entendimento dos jurados, fatores que elevaram a condenação.</p><p>Processo: 0130809-36.2024.8.19.0001   </p></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Barbara Vergetti, estudante de Ci&ecirc;ncias Sociais na UFF, com 34 anos por ocasi&atilde;o do crime, foi agressida e estrangulada por Vitor Teodoro Cossich, agora condenado a 24 anos de pris&atilde;o. Foto: Acervo Pess]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Justiça do Rio libera cremação de corpos de colombianas mortas em queda de helicóptero</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94500/justica-do-rio-libera-cremacao-de-corpos-de-colombianas-mortas-em-queda-de-helicoptero.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 07:11:58 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O juízo da Vara de Registros Públicos do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) autorizou a cremação dos corpos de Dayan Sofia Murillo Manrique, Lida Rocio Cubillos Cardenas e Wendy Yolani Manrique Cubillos - as três colombianas que morreram na queda de um helic&oacute;ptero ocorrida em 8 de agosto, na região da Vista Chinesa, na Floresta da Tijuca. A decisão foi proferida ap&oacute;s a juntada aos autos dos laudos de necr&oacute;psia realizados pelo Instituto M&eacute;dico-Legal...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O juízo da Vara de Registros Públicos do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) autorizou a cremação dos corpos de Dayan Sofia Murillo Manrique, Lida Rocio Cubillos Cardenas e Wendy Yolani Manrique Cubillos - as três colombianas que morreram na queda de um helic&oacute;ptero ocorrida em 8 de agosto, na região da Vista Chinesa, na Floresta da Tijuca. A decisão foi proferida ap&oacute;s a juntada aos autos dos laudos de necr&oacute;psia realizados pelo Instituto M&eacute;dico-Legal (IML) e manifestação favorável do Minist&eacute;rio Público.</p><p>A cremação, por se tratar de morte decorrente de acidente, exige autorização judicial, conforme prevê o artigo 77, § 2º, da Lei de Registros Públicos. A identificação das vítimas foi realizada pelo Instituto M&eacute;dico Legal (IML) por meio de exames odontol&oacute;gicos e antropol&oacute;gicos, procedimento necessário em razão de as três mulheres serem estrangeiras e não haver, no Brasil, uma base de dados que permitisse a confirmação pelas impressões digitais. </p><p>De acordo com a decisão proferida pela juíza Raquel Santos Pereira Chrispino, ap&oacute;s a conclusão das necr&oacute;psias, os laudos foram juntados ao processo e encaminhados ao Minist&eacute;rio Público, que se manifestou favoravelmente &agrave; cremação. A decisão considerou que os exames realizados afastaram a necessidade de novas perícias e que não havia necessidade de novas diligências com as vítimas pela autoridade policial. A decisão vale como alvará e determina que os requerentes apresentem, em cinco dias, a comprovação da realização da cremação e c&oacute;pias dos registros de &oacute;bito.</p><p>Processo n° 3154350-76.2026.8.19.0001  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Tr&ecirc;s colombianas de uma mesma fam&iacute;lia e piloto brasileiro morreram na queda de um helic&oacute;ptero de uma empresa de voos panor&acirc;micos, perto da Vista Chinesa. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o Internet]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Operação Fora de Ordem investiga Bonde do Varão, que movimenta R$ 350 milhões</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94485/operacao-fora-de-ordem-investiga-bonde-do-varao-que-movimenta-rs-350-milhoes.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 14:43:47 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[ O Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 3ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Territorial do N&uacute;cleo Nova Iguaçu, em conjunto com a Pol&iacute;cia Federal, cumpriu, nesta quinta-feira (20/08), 23 mandados de busca e apreensão contra investigados por integrarem uma das principais mil&iacute;cias da Baixada Fluminense, com grande influência na cidade de Nova Iguaçu. A Operação Fora de Ordem teria como alvo a mil&iacute;cia...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p><p>O Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 3ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Territorial do N&uacute;cleo Nova Iguaçu, em conjunto com a Pol&iacute;cia Federal, cumpriu, nesta quinta-feira (20/08), 23 mandados de busca e apreensão contra investigados por integrarem uma das principais mil&iacute;cias da Baixada Fluminense, com grande influência na cidade de Nova Iguaçu. A Operação Fora de Ordem teria como alvo a mil&iacute;cia chefiada por Gilson Ingrácio de Souza Junior, o Juninho Varão, que age em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e em cidades vizinhas. A investigação identificou movimentações financeiras at&iacute;picas superiores a R$ 350 milhões, com base em Relat&oacute;rios de Inteligência Financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). </p><p>As investigações revalaram, ainda, de v&iacute;nculos do grupo paramilitar com agentes p&uacute;blicos e de poss&iacute;vel infiltração da organização criminosa no aparato estatal. A operação visa desarticular a organização criminosa e desmantelar estruturas que seriam utilizadas para a lavagem e a ocultação de recursos. Os mandados, expedidos pela 2ª Vara Especializada em Organização Criminosa, foram cumpridos na capital e em Nova Iguaçu.</p><p>As apurações traçaram v&iacute;nculos entre diversas pessoas e empresas que teriam movimentado dezenas de milhões de reais de forma suspeita, por meio de provedores de internet, empresas de venda de gás e outras atividades econ&ocirc;micas. Segundo a Promotoria, a investigação identificou movimentações at&iacute;picas superiores a R$ 350 milhões, provenientes do monop&oacute;lio da exploração de gás e de outros serviços, valendo-se do dom&iacute;nio territorial, do poder intimidat&oacute;rio e da violência.</p><p>Al&eacute;m das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de ativos financeiros, o sequestro e a indisponibilidade de bens. Tamb&eacute;m &eacute; alvo da ação Vagner Mateus dos Santos, o Vaguinho Neguinho (PRD), candidato a deputado estadual, segundo a TV Globo.</p><p>A Promotoria aponta, ainda, uma estrutura compartimentada, com divisão de tarefas entre os n&uacute;cleos de comando, financeiro, operacional, territorial e pol&iacute;tico, al&eacute;m de ind&iacute;cios de v&iacute;nculos com agentes p&uacute;blicos e de poss&iacute;vel infiltração da organização criminosa no aparato estatal.</p><p><br>      </p>]]></content:encoded>
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			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Júri de PMs acusados pela morte de Kathlen Romeu é marcado para 26 de novembro</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94481/juri-de-pms-acusados-pela-morte-de-kathlen-romeu-e-marcado-para-26-de-novembro.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 12:21:12 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O juízo da 2ª Vara Criminal da Capital do Rio designou para o dia 26 de novembro, &agrave;s 10 horas, no II Tribunal do Júri da Capital, a sessão de julgamento dos policiais militares Rodrigo Correia de Frias e Marcos Felipe da Silva Salviano, acusados de envolvimento na morte da modelo Kathlen Romeu, atingida por um tiro de fuzil no dia 8 de junho de 2021, no bairro de Lins de Vasconcelos, na Zona Norte do Rio.Grávida de 13 semanas, com 24 anos, Kathlen tinha acabado de visitar a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="titulo portlet-title-text">O juízo da 2ª Vara Criminal da Capital do Rio designou para o dia 26 de novembro, &agrave;s 10 horas, no II Tribunal do Júri da Capital, a sessão de julgamento dos policiais militares Rodrigo Correia de Frias e Marcos Felipe da Silva Salviano, acusados de envolvimento na morte da modelo Kathlen Romeu, atingida por um tiro de fuzil no dia 8 de junho de 2021, no bairro de Lins de Vasconcelos, na Zona Norte do Rio.</div><div class="conteudo"><p>Grávida de 13 semanas, com 24 anos, Kathlen tinha acabado de visitar a av&oacute;, quando foi atingida no t&oacute;rax, durante operação realizada pela Polícia Militar no Complexo do Lins. Ela chegou a ser socorrida, sendo levada ao Hospital Salgado Filho, no M&eacute;ier, mas não resistiu ao ferimento.</p><p>A juíza titular da 2ª Vara Criminal, Elizabeth Machado Louro, pronunciou os dois PMs com fulcro no artigo 413 do C&oacute;digo de Processo Penal, para serem submetidos ao Tribunal do Júri, como incursos nas penas do artigo 121, § 2º, inciso III, na forma do artigo 73, primeira parte, e do artigo 29, todos do C&oacute;digo Penal.</p><p>Ao proferir a sentença de pronúncia, em março de 2025, determinando que os r&eacute;us fossem submetidos a júri popular, a magistrada destacou os documentos acostados nos autos.</p><p>“A materialidade está comprovada pelo laudo de necropsia, bem como pelos esquemas de lesões. A autoria, igualmente, restou suficientemente indiciada nos autos, notadamente pela prova t&eacute;cnica produzida na investigação. Nesse sentido, embora a prova oral não tenha se mostrado apta a indicar que o disparo que atingiu a vítima partiu dos acusados, o laudo de reprodução simulada surge suficiente para indiciar a autoria, ao menos para os fins desta decisão.”</p><p>Processo nº: 0346117-02.2022.8.19.0001  </p></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Longa espera at&eacute; o julgamento dos r&eacute;us pela morte de Kathlen Romeu foi marcado pelos protestos de ativistas e parentes da modelo, gr&aacute;vida de 13 semanas ao ser atingida por um tiro. Foto: Ag&ecirc;ncia Brasi]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Homem que cobrava mil reais para atender criança com câncer torna-se réu por exercício ilegal da Medicina</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94479/homem-que-cobrava-mil-reais-para-atender-crianca-com-cancer-torna-se-reu-por-exercicio-ilegal-da-med.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 11:52:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Nova Iguaçu recebeu denúncia oferecida pelo Minist&eacute;rio Público do Rio contra Diogo dos Santos Serpa, acusado de exercer ilegalmente a medicina e de utilizar identidade e documentos profissionais de terceiros para realizar atendimentos m&eacute;dicos, apesar de não possuir habilitação legal para o exercício da profissão.Segundo a denúncia, o acusado teria se apresentado como o m&eacute;dico Jeferson Targino Sampaio e, utilizando seu...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Nova Iguaçu recebeu denúncia oferecida pelo Minist&eacute;rio Público do Rio contra Diogo dos Santos Serpa, acusado de exercer ilegalmente a medicina e de utilizar identidade e documentos profissionais de terceiros para realizar atendimentos m&eacute;dicos, apesar de não possuir habilitação legal para o exercício da profissão.</p><p>Segundo a denúncia, o acusado teria se apresentado como o m&eacute;dico Jeferson Targino Sampaio e, utilizando seu nome e registro profissional, realizado consultas, prescrito medicamentos, solicitado exames e acompanhado uma paciente de dez anos de idade, diagnosticada com meduloblastoma grau IV, durante período que teria se estendido de outubro de 2025 a agosto de 2026.</p><p>Durante a investigação, foram apreendidos, segundo a denúncia, entre outros itens, carimbo e blocos de receituário em nome de Jeferson Targino Sampaio, al&eacute;m de receituários de controle especial em nome de outro profissional. Laudo pericial juntado aos autos concluiu que o material estava em condições de uso e poderia ser utilizado para que algu&eacute;m se apresentasse como m&eacute;dico.</p><p>Tamb&eacute;m foram incorporados aos autos elementos relativos &agrave; possível atuação do acusado em outros atendimentos. Entre eles, há registro de ocorrência no qual representante de uma clínica informou que Diogo teria se apresentado como Jeferson Targino Sampaio e realizado aproximadamente 230 exames admissionais. Esses fatos ainda serão objeto de apuração e contradit&oacute;rio no curso do processo.</p><p>   <b> Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o acolhimento da denúncia contra homem que atendeu sem a devida habilitação legal, por quase um ano, criança com câncer em Nova Iguaçu.</b><br></p><p>Ao receber a denúncia, o juiz Guilherme Grandmasson Ferreira Chaves considerou presentes os requisitos legais para a instauração da ação penal.</p><p>“A denúncia cont&eacute;m a exposição dos fatos criminosos com suas circunstâncias, a qualificação do acusado, a classificação jurídica das condutas e o rol de testemunhas, estando acompanhada de elementos que fornecem a necessária justa causa para a deflagração da ação penal.”</p><p>O magistrado tamb&eacute;m indeferiu o pedido de revogação da prisão preventiva e o pedido subsidiário de substituição por medidas cautelares diversas.</p><p>Na decisão, o juízo destacou que a manutenção da prisão não decorre da gravidade abstrata das acusações, mas das circunstâncias concretas descritas nos autos, especialmente da duração e da forma de atuação atribuída ao acusado e do risco de reiteração.</p><p>“Mantenho, portanto, a prisão preventiva de Diogo dos Santos Serpa, para garantia da ordem pública, diante do concreto e contemporâneo risco de reiteração delitiva, por permanecerem presentes os pressupostos e requisitos previstos nos artigos 312 e 313 do C&oacute;digo de Processo Penal.”</p><p>A decisão tamb&eacute;m determinou a realização de diligências destinadas ao aprofundamento da apuração, entre elas o fornecimento do prontuário m&eacute;dico integral da paciente pelas instituições envolvidas e a realização de avaliação m&eacute;dico-pericial, para análise das condutas atribuídas ao acusado &agrave; luz do quadro clínico da criança.</p><p>Processo nº 0830458-37.2026.8.19.0038  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Usando documentos de terceiros, Diogo Serpa cobrou mil reais por consulta de fam&iacute;lia de crian&ccedil;a com c&acirc;ncer, at&eacute; ser preso em flagrante. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o Internet]]></media:title> 
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