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		<title>Polícia - Eu, Rio!</title>
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			<title>Eu, Rio!</title>
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		<copyright>Copyright 2026 eurio.com.br</copyright>
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		<item>
			<title>Presidente e coordenadora da Pestalozzi de Itaocara são denunciados por desvio de R$ 468 mil</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93555/presidente-e-coordenadora-da-pestalozzi-de-itaocara-sao-denunciados-por-desvio-de-rs-468-mil.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:39:26 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Promotoria de Justiça de Itaocara obteve na Justiça três mandados de busca e apreensão, que foram cumpridos nesta terça-feira (21/07), em endereços de investigados e na Associação Pestalozzi de Itaocara, no Noroeste Fluminense. A ação contou com o apoio de agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ).O presidente da associação, Carlos Alberto Soares, e a coordenadora Ana Beatriz Pereira Soares foram denunciados pelo Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="texto"><p>A Promotoria de Justiça de Itaocara obteve na Justiça três mandados de busca e apreensão, que foram cumpridos nesta terça-feira (21/07), em endereços de investigados e na Associação Pestalozzi de Itaocara, no Noroeste Fluminense. A ação contou com o apoio de agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ).</p><p>O presidente da associação, Carlos Alberto Soares, e a coordenadora Ana Beatriz Pereira Soares foram denunciados pelo Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) pelos crimes de peculato, concussão e lavagem de dinheiro por desvios de recursos públicos destinados &agrave; Pestalozzi de Itaocara. Segundo a Promotoria, o prejuízo &eacute; superior a R$ 468 mil.  </p><p>Durante o cumprimento dos mandados, foram encontrados cerca de R$ 70 mil em dinheiro, valor armazenado em mais de 20 latas de suplementos que estavam no closet do denunciado. Tamb&eacute;m foram apreendidos documentos, computadores, celulares e outros dispositivos eletr&ocirc;nicos, que serão submetidos &agrave; perícia para análise do conteúdo.</p><p>De acordo com a denúncia, entre janeiro de 2020 e dezembro de 2021, Carlos Alberto e Ana Beatriz teriam desviado recursos públicos por meio da emissão de cheques, saques em esp&eacute;cie, utilização de terceiros para movimentação de valores e exigência de devolução de parte dos salários de funcionários da associação.</p><p>Al&eacute;m do afastamento cautelar dos investigados das funções de direção na instituição, a Promotoria de Justiça de Itaocara obteve a indisponibilidade de bens dos denunciados e a quebra do sigilo bancário de Ana Beatriz.</p><p><br></p></div><div class="tags"><div class="tag"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Dilig&ecirc;ncias para cumprimentos dos mandados de busca e apreens&atilde;o resultaram no encontro de R$ 70 mil em esp&eacute;cie. Foto: Ascom MPRJ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Justiça mantém prisão de funcionário do BB por acesso ilegal a dados sigilosos de clientes</title>
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			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:28:07 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Núcleo de Atuação Perante as Centrais de Audiência de Cust&oacute;dia do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (NACAC/MPRJ) obteve, durante audiência de cust&oacute;dia realizada neste sábado (18/07), a conversão em preventiva da prisão em flagrante  de Carlos Luiz Araujo Pelegrino. O preso &eacute; investigado por acesso ilegal a sistemas informatizados, furto mediante fraude tentado e organização criminosa.As investigações revelaram que Carlos, na condição de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="texto"><p>O Núcleo de Atuação Perante as Centrais de Audiência de Cust&oacute;dia do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (NACAC/MPRJ) obteve, durante audiência de cust&oacute;dia realizada neste sábado (18/07), a conversão em preventiva da prisão em flagrante  de Carlos Luiz Araujo Pelegrino. O preso &eacute; investigado por acesso ilegal a sistemas informatizados, furto mediante fraude tentado e organização criminosa.</p><p>As investigações revelaram que Carlos, na condição de funcionário do Banco do Brasil, teria utilizado suas credenciais funcionais para acessar indevidamente sistemas internos da instituição e extrair dados sigilosos de correntistas, como nome, CPF, telefone, saldo e limite Pix. O destino dessas informações seria um servidor externo utilizado por uma organização criminosa especializada em fraudes bancárias.</p><p>Segundo os relat&oacute;rios t&eacute;cnicos, a ação alcançou 4.105 registros, envolvendo 2.898 contas distribuídas por 585 agências em todo o país, resultando em prejuízos estimados em cerca de R$ 1,43 milhão para os clientes.</p><p>Durante a audiência de cust&oacute;dia, o NACAC/MPRJ manifestou-se pela conversão da prisão em preventiva, destacando a gravidade concreta dos fatos, a necessidade de garantia da ordem pública, a conveniência da instrução criminal e o risco de reiteração delitiva, diante dos indícios de participação do investigado em organização criminosa estruturada.</p><p>Na decisão, o Juízo destacou que o investigado teria se valido da posição de confiança exercida havia mais de 20 anos na instituição financeira para acessar e transmitir informações sigilosas de milhares de clientes, ressaltando a sofisticação do esquema e o elevado prejuízo causado.</p><p><br></p></div><p></p><div class="contador-visita"></div><p></p><div class="tags"><div class="tag"><br></div><div class="clear">    </div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Pris&atilde;o em flagrante de funcion&aacute;rio do BB foi convertida em preventiva, durante a audi&ecirc;ncia de cust&oacute;dia. Foto: Ascom MPRJ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Operação Metástase, contra roubo de remédios para o câncer, aponta sinais de adulteração em medicamentos</title>
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			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 12:16:15 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) determinou uma s&eacute;rie de medidas cautelares no âmbito de investigação que apura a atuação de uma organização criminosa especializada em roubos de cargas de medicamentos oncol&oacute;gicos de alto valor, com atuação vinculada ao Complexo da Mar&eacute;, Zona Norte do Rio. Foram presos preventivamente Fernanda Rodrigues França, Stefano Montovani Fernandes e Umberto Xavier...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) determinou uma s&eacute;rie de medidas cautelares no âmbito de investigação que apura a atuação de uma organização criminosa especializada em roubos de cargas de medicamentos oncol&oacute;gicos de alto valor, com atuação vinculada ao Complexo da Mar&eacute;, Zona Norte do Rio. Foram presos preventivamente Fernanda Rodrigues França, Stefano Montovani Fernandes e Umberto Xavier de Lima.</p><p>As investigações apontam que o grupo criminoso atuava de forma estruturada, com divisão de funções, emprego de armamento e posterior inserção dos medicamentos roubados no mercado por meio de empresas localizadas em diferentes estados, utilizando mecanismos de receptação qualificada e lavagem de dinheiro. Há ainda indícios de adulteração dos medicamentos, circunstância que, de acordo com a investigação, potencializa os riscos &agrave; saúde pública.</p><p>De acordo com o processo, a quadrilha &eacute; suspeita de integrar esquema responsável por sucessivos roubos de cargas de medicamentos desde 2023, sempre com características semelhantes, como a abordagem de veículos em vias expressas da capital e o transbordo da carga para comunidades dominadas pela facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), no Complexo da Mar&eacute;.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre os desdobramentos da Operação Metástase.</b><br></p><p>A investigação teve como ponto de partida o roubo de uma carga de medicamentos oncol&oacute;gicos em 31 de janeiro de 2026, na Linha Vermelha, quando o motorista foi rendido por criminosos armados e obrigado a seguir at&eacute; a comunidade da Mar&eacute;, onde a carga foi descarregada por mais de 15 integrantes da organização. Durante a ação, segundo o relato da vítima, os criminosos chegaram a oferecer participação no esquema em troca de informações privilegiadas sobre futuras cargas.</p><p>Segundo a decisão judicial, os elementos reunidos ao longo da investigação indicam a existência de uma organização criminosa altamente estruturada, responsável por diversos roubos de cargas de medicamentos de alto custo. Apenas os casos já identificados provocaram prejuízo estimado em mais de R$ 22 milhões &agrave;s empresas vítimas, al&eacute;m dos potenciais impactos &agrave; saúde pública decorrentes da possível adulteração e comercialização irregular dos produtos.</p><p>Processo n° 0054002-04.2026.8.19.0001  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Operação Metástase mira bando especializado em roubo e venda ilegal de remédios contra o câncer</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93541/operacao-metastase-mira-bando-especializado-em-roubo-e-venda-ilegal-de-remedios-contra-o-cancer.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 11:23:34 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Capital (DRFC-CAP) deflagraram, nesta terça-feira (21/07), a "Operação Metástase", com o objetivo de desarticular uma organização criminosa interestadual especializada em roubos e distribuição de medicamentos oncol&oacute;gicos e imunossupressores. As investigações revelaram que a quadrilha movimentou mais de R$ 33 milhões em apenas um ano e utilizava empresas de fachada para recolocar o material roubado no mercado. As...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Capital (DRFC-CAP) deflagraram, nesta terça-feira (21/07), a "Operação Metástase", com o objetivo de desarticular uma organização criminosa interestadual especializada em roubos e distribuição de medicamentos oncol&oacute;gicos e imunossupressores. As investigações revelaram que a quadrilha movimentou mais de R$ 33 milhões em apenas um ano e utilizava empresas de fachada para recolocar o material roubado no mercado. </p><p>As diligências ocorreram simultaneamente no Complexo da Mar&eacute;, na Zona Norte do Rio, na Baixada Fluminense, al&eacute;m de endereços em São Paulo, Goiás e Pará, com o apoio das unidades policiais de cada estado. Tamb&eacute;m foi pedido o bloqueio de R$ 30 milhões em contas bancárias, al&eacute;m do sequestro de im&oacute;veis, veículos de luxo e outros bens e valores utilizados pelo bando para ocultar o patrim&ocirc;nio. Ao todo, cinco criminosos foram presos e diversos mandados de busca e apreensão foram cumpridos. Entre os detidos, está o homem apontado como líder da quadrilha, Stefano Mantovani Fernandes.</p><p>A ação contou com o apoio de equipes do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), do Departamento-Geral de Polícia da Capital (DGPC), do Departamento-Geral de Polícia da Baixada (DGPB), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), da Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional (SSPIO), de agentes da Polícia Militar e da Rede Cargas, do Minist&eacute;rio da Justiça.</p><p>O trabalho investigativo da DRFC-CAP identificou uma organização criminosa altamente sofisticada e violenta, especializada em roubos de cargas de medicamentos oncol&oacute;gicos e imunossupressores de alto valor de mercado, que seriam utilizados tanto na rede privada quanto na rede pública de saúde. Os agentes constataram a participação do grupo em pelo menos 20 crimes semelhantes nos últimos seis meses, al&eacute;m da movimentação financeira superior a R$ 33 milhões no período de um ano, entre 2025 e 2026, por meio da utilização de empresas de fachada. As investigações tamb&eacute;m indicaram que o material roubado era reinserido em instituições públicas de saúde de todo o país por meio de processos licitat&oacute;rios na modalidade de tomada de preços.</p><p>Durante meses de investigação, os agentes reconstruíram toda a estrutura da organização criminosa e desvendaram seu modus operandi. Os policiais identificaram diferentes núcleos, cada um responsável por uma etapa da operação: o núcleo dos roubadores; o núcleo logístico-financeiro intermediário; o núcleo logístico-financeiro final; e o núcleo de suporte territorial.</p><p>A apuração revelou que o esquema ia muito al&eacute;m do roubo das cargas transportadas. Ap&oacute;s as ações criminosas, realizadas por criminosos fortemente armados, os medicamentos eram levados para áreas dominadas pelo Terceiro Comando Puro (TCP), no Complexo da Mar&eacute;, onde ocorria o transbordo e a redistribuição da carga. A facção criminosa atuava no suporte territorial, fornecendo apoio b&eacute;lico e proteção ao núcleo de roubadores. Em seguida, um segundo núcleo era responsável pelo armazenamento, fracionamento e envio dos medicamentos roubados. Para esconder a origem dos produtos e enviá-los aos receptadores finais em diversos estados do país, os integrantes utilizavam empresas de fachada, transportadoras, entregadores e "laranjas". As equipes tamb&eacute;m identificaram membros do grupo responsáveis por aliciar funcionários de transportadoras para obter informações privilegiadas sobre rotas e cargas.</p><p>As investigações apontaram que cerca de 25 empresas de fachada, distribuídas entre os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás e Pará, integravam a engrenagem financeira da organização criminosa e eram utilizadas para receptar os medicamentos roubados no estado do Rio de Janeiro. Segundo os agentes, os medicamentos eram revendidos tanto para hospitais privados quanto, em alguns casos, para instituições públicas de saúde, por meio de processos licitat&oacute;rios na modalidade de tomada de preços. Ao oferecer valores inferiores aos praticados pelo mercado regular, o grupo conseguia inserir produtos de origem criminosa na cadeia legítima de fornecimento. Os policiais tamb&eacute;m identificaram o líder da organização criminosa, um homem com longo hist&oacute;rico de envolvimento em roubos de cargas.</p><p>De acordo com as informações coletadas, o esquema representa uma grave ameaça não apenas ao patrim&ocirc;nio, mas tamb&eacute;m &agrave; saúde pública. Medicamentos oncol&oacute;gicos e imunossupressores exigem rigoroso controle de temperatura e armazenamento durante todo o transporte. Quando mantidos em condições inadequadas, podem perder a eficácia, sofrer contaminação ou at&eacute; gerar substâncias nocivas. Al&eacute;m dos crimes, o volume expressivo das cargas subtraídas pode comprometer o abastecimento dos sistemas de saúde, impactando diretamente o tratamento de pacientes oncol&oacute;gicos, transplantados e pessoas com doenças autoimunes.</p><p>Os policiais da DRFC-CAP realizaram um intenso trabalho de inteligência, com análise de imagens de câmeras de segurança, monitoramento estrat&eacute;gico da atuação do bando, cruzamento de dados telemáticos, fiscais e financeiros, al&eacute;m do acompanhamento da movimentação das cargas roubadas. As diligências realizadas permitiram que os agentes reunissem um robusto conjunto probat&oacute;rio, o que fundamentou a representação pelas medidas cautelares, posteriormente deferidas pela Justiça. Os mandados foram cumpridos nesta terça-feira no Rio de Janeiro; na capital paulista e nos municípios de Santo Andr&eacute; e São Caetano do Sul, em São Paulo; em Goiânia, Goiás; e em Bel&eacute;m, no Pará.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Opera&ccedil;&atilde;o Met&aacute;stase visa o cumprimento de cinco mandados de pris&atilde;o e 97 de busca e apreens&atilde;o em quatro estados. Foto: Ascom PCERJ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Condenados por matar 'Pirata do Arpoador' perdem recurso e têm prisão mantida pela Justiça</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93539/condenados-por-matar-pirata-do-arpoador-perdem-recurso-e-tem-prisao-mantida-pela-justica.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:02:47 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Justiça do Rio manteve a condenação de Flávio Lima de Mello e de Pablo Francisco da Silva pelo latrocínio do publicitário, empresário e músico S&eacute;rgio Jos&eacute; Coutinho Stamile, morto em agosto de 2021 no Parque Garota de Ipanema, no Arpoador, Zona Sul do Rio. Em decisão da desembargadora Maria Ang&eacute;lica Guerra Guedes, 2ª vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), foi negado seguimento ao recurso especial apresentado por Flávio ao...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="titulo portlet-title-text">A Justiça do Rio manteve a condenação de Flávio Lima de Mello e de Pablo Francisco da Silva pelo latrocínio do publicitário, empresário e músico S&eacute;rgio Jos&eacute; Coutinho Stamile, morto em agosto de 2021 no Parque Garota de Ipanema, no Arpoador, Zona Sul do Rio. Em decisão da desembargadora Maria Ang&eacute;lica Guerra Guedes, 2ª vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), foi negado seguimento ao recurso especial apresentado por Flávio ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), mantendo-se o ac&oacute;rdão da 6ª Câmara Criminal que confirmou as condenações.</div><div class="conteudo"><p>“A pretensão de rediscussão acerca da absolvição e da desclassificação do crime importa no reexame da questão fática, o que &eacute; inviável em sede de recursos excepcionais, conforme preceitua o verbete nº 7 da Súmula do STJ que destaca ‘A pretensão de simples reexame de prova não enseja recurso especial’</p><p>&Agrave; conta de tais fundamentos, deixo de admitir o recurso especial interposto", escreveu a magistrada em sua decisão.</p><p>Flávio permanece condenado a 23 anos e 4 meses de reclusão, em regime inicial fechado, al&eacute;m do pagamento de 11 dias-multa. Já Pablo teve o recurso parcialmente provido apenas para reduzir a pena de 27 anos, 2 meses e 20 dias para 26 anos e 3 meses de reclusão, tamb&eacute;m em regime fechado, com pagamento de 13 dias-multa.</p><p>De acordo com a denúncia, os dois imobilizaram e asfixiaram S&eacute;rgio Stamile durante uma luta corporal e, em seguida, fugiram levando os pertences da vítima. Conhecido como "Pirata do Arpoador", o músico, que namorava a atriz Carla Daniel, costumava frequentar o local para meditar.</p><p>Processo: 019387762.2021.8.19.0001  </p></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Pirata do Arpoador namorava a atriz Carla Daniel. Foto: Instagram]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Com novas regras do BC, registros de fraudes financeiras crescem 10%</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93478/com-novas-regras-do-bc-registros-de-fraudes-financeiras-crescem-10.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 17:49:55 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O n&uacute;mero de ind&iacute;cios de fraudes financeiras no Brasil cresceu 10,26% nos seis primeiros meses de 2026, totalizando mais de 9 milhões de ocorrências entre casos suspeitos e confirmados. No segundo semestre do ano passado, houve 8,26 milhões de registros.Segundo levantamento da Quod, datatech especializada em inteligência de dados para o mercado de cr&eacute;dito, o avanço reflete principalmente o fortalecimento dos mecanismos de detecção ap&oacute;s a implementação da...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O n&uacute;mero de ind&iacute;cios de fraudes financeiras no Brasil cresceu 10,26% nos seis primeiros meses de 2026, totalizando mais de 9 milhões de ocorrências entre casos suspeitos e confirmados. No segundo semestre do ano passado, houve 8,26 milhões de registros.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697011&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697011&amp;o=node"></p><p>Segundo levantamento da Quod, datatech especializada em inteligência de dados para o mercado de cr&eacute;dito, o avanço reflete principalmente o fortalecimento dos mecanismos de detecção ap&oacute;s a implementação da <a href="https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=501" target="_blank">Resolução 501 do Banco Central  (BC)</a>, que ampliou o compartilhamento de informações entre instituições financeiras para combater golpes.</p><p>Pelos crit&eacute;rios da Quod, os ind&iacute;cios representam tanto as suspeitas como as consumações de golpes.</p><h2>Sistema colaborativo</h2><p>O estudo foi elaborado a partir dos dados do Registro Unificado de Fraudes (Rufra), uma base colaborativa criada pela Quod para reunir informações sobre ind&iacute;cios e ocorrências de fraudes compartilhadas por instituições financeiras e empresas. <strong>O sistema centraliza dados de segurança para identificar padrões de atuação de criminosos, acompanhar o hist&oacute;rico de v&iacute;timas e fraudadores e permitir o bloqueio preventivo de operações suspeitas.</strong></p><p>Al&eacute;m de apoiar as estrat&eacute;gias de prevenção a golpes, o Rufra tamb&eacute;m atende &agrave;s exigências da Resolução 501 do Banco Central, que tornou mais robusta a troca de informações entre as instituições financeiras. Com isso, tentativas de fraude que antes deixavam de ser registradas passaram a integrar uma base &uacute;nica de inteligência, ampliando a capacidade de detecção do sistema financeiro.</p><h2>Principais n&uacute;meros</h2><ul><li>Mais de 9 milhões de ind&iacute;cios de fraudes no primeiro semestre de 2026;</li><li>Alta de 10,26% em relação ao segundo semestre de 2025;</li><li>78% das fraudes ocorreram por meio de celulares;</li><li>94% envolveram contas correntes;</li><li>85% utilizaram o Pix para movimentação dos recursos;</li><li>40% dos casos tiveram origem em golpes de engenharia social;</li><li>3,1 milhões de pessoas foram v&iacute;timas de fraudes no per&iacute;odo;</li><li>Cerca de 799 mil v&iacute;timas sofreram golpes duas vezes ou mais.</li></ul><h2>Novas regras</h2><p>Segundo a Quod, o aumento dos registros não representa apenas uma expansão da atividade criminosa, mas tamb&eacute;m um avanço na capacidade de monitoramento do mercado.</p><blockquote><p>"O aumento de 10% no volume de fraudes em relação ao semestre anterior reflete, na verdade, o amadurecimento das defesas do mercado financeiro. Com a consolidação da Resolução 501 do Banco Central, as instituições passaram a compartilhar informações de forma muito mais ativa via base Rufra, detectando e trazendo &agrave; tona tentativas de golpes que antes ficavam subnotificadas no sistema", afirma Danilo Coelho, diretor de Produtos e Dados da Quod.</p></blockquote><h2>Celular e Pix</h2><p>O ambiente digital continua concentrando a maior parte das fraudes financeiras no pa&iacute;s.</p><p><strong>O celular foi utilizado em 78% dos casos registrados, tornando-se o principal canal explorado pelos criminosos. As contas correntes apareceram em 94% dos ind&iacute;cios, enquanto o Pix foi o meio de pagamento utilizado em 85% das fraudes.</strong></p><h2>Golpes psicol&oacute;gicos</h2><p>A engenharia social segue como a principal estrat&eacute;gia utilizada pelos criminosos.</p><p><strong>Essa modalidade, baseada na manipulação psicol&oacute;gica das v&iacute;timas para obter informações ou convencê-las a realizar transferências, respondeu por 40% dos registros, o equivalente a mais de 3,6 milhões de ocorrências no semestre.</strong></p><h2>Perfil das v&iacute;timas</h2><p>Os dados mostram que os jovens são os principais alvos das fraudes financeiras.</p><p><strong>Pessoas entre 18 e 34 anos representam 49,06% das v&iacute;timas. A faixa de 35 a 49 anos responde por 29,98% dos casos. Homens correspondem a 51% dos registros e mulheres, a 48%. A maioria das v&iacute;timas (58%) recebe at&eacute; dois salários m&iacute;nimos.</strong></p><p>O levantamento tamb&eacute;m identificou elevado &iacute;ndice de reincidência. Das 3,1 milhões de pessoas que sofreram golpes no semestre, aproximadamente 799 mil, o equivalente a um quarto do total, foram v&iacute;timas duas ou mais vezes.</p><h2>Prevenção</h2><p><strong>A Quod recomenda que consumidores reforcem os cuidados nas operações financeiras, principalmente pelo celular.</strong></p><blockquote><p>"Nunca tome decisões financeiras apressadas durante o expediente de trabalho, per&iacute;odo em que os fraudadores aproveitam a distração das v&iacute;timas. Não clique em links recebidos por mensagens e não empreste sua conta bancária para receber ou transferir valores de terceiros, pois isso o torna c&uacute;mplice e v&iacute;tima do esquema de contas laranja", orienta Danilo Coelho.</p></blockquote><p>A Quod &eacute; uma datatech especializada em inteligência de dados para o mercado de cr&eacute;dito. A empresa desenvolve soluções baseadas em inteligência artificial e análise de dados para apoiar instituições financeiras e empresas em decisões de cr&eacute;dito, prevenção a fraudes e recuperação de ativos.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto:  Jo&eacute;dson Alves/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Combate aos crimes no setor de combustíveis no Rio terá ação integrada</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93434/combate-aos-crimes-no-setor-de-combustiveis-no-rio-tera-acao-integrada.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:17:13 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O combate &agrave;s organizações criminosas que atuam em áreas estrat&eacute;gicas da economia fluminense, principalmente no setor de combust&iacute;veis, vai ser fortalecido com a integração de diversos &oacute;rgãos do estado.Nesse sentido, o procurador-geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Antonio Jos&eacute; Campos Moreira, o secretário de Estado de Fazenda, Guilherme Mercês, e o procurador-geral do estado, Bruno Dubeux, estiveram reunidos, nesta quinta-feira (16), para...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O combate &agrave;s organizações criminosas que atuam em áreas estrat&eacute;gicas da economia fluminense, principalmente no setor de combust&iacute;veis, vai ser fortalecido com a integração de diversos &oacute;rgãos do estado</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696905&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696905&amp;o=node"></p><p>Nesse sentido, o procurador-geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Antonio Jos&eacute; Campos Moreira, o secretário de Estado de Fazenda, Guilherme Mercês, e o procurador-geral do estado, Bruno Dubeux, estiveram reunidos, nesta quinta-feira (16), para definir as ações estrat&eacute;gicas.</p><blockquote><p>"O combate &agrave;s organizações criminosas exige integração entre os &oacute;rgãos de controle, fiscalização e persecução penal. A atuação coordenada fortalece a capacidade do Estado de identificar os crimes, responsabilizar seus autores e proteger a ordem econ&ocirc;mica", afirmou Antonio Moreira.</p></blockquote><p>Durante a reunião, foram discutidos e encaminhados o fortalecimento da integração operacional entre as equipes t&eacute;cnicas das instituições e a retomada das atividades do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira), instrumento permanente de cooperação que re&uacute;ne &oacute;rgãos estrat&eacute;gicos do estado para desenvolver ações conjuntas de inteligência, investigação e recuperação de ativos.</p><p><strong>De acordo com o secretário de Fazenda do Rio de Janeiro, Guilherme Mercês, o encontro trará como resultado o “aperfeiçoamento dos mecanismos de atuação conjunta em diversas frentes de trabalho, especialmente no combate a estruturas empresariais voltadas &agrave; prática de fraudes em diferentes mercados, com destaque para o setor de combust&iacute;veis”.</strong></p><p>A reunião realizada no Escrit&oacute;rio Nacional Antifacção do Rio de Janeiro foi promovida pelo Minist&eacute;rio da Justiça e Segurança P&uacute;blica e consolidou o alinhamento institucional estrat&eacute;gica para combate aos crimes praticados no setor de combust&iacute;veis fluminense.   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto:  Fernando Fraz&atilde;o/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Empresário Thiago Brennand é condenado a 31 anos de prisão por estupro</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93412/empresario-thiago-brennand-e-condenado-a-31-anos-de-prisao-por-estupro.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 18:23:38 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O empresário Thiago Brennand foi condenado pela Justiça de São Paulo a 31 anos, cinco meses e 24 dias de prisão, em regime fechado, pelos crimes de agressão e estupro contra sua ex-companheira. Ele tamb&eacute;m a obrigou a tatuar as iniciais dele no corpo.A decisão foi tomada pela 1ª Vara de Porto Feliz (SP), que ainda o condenou a pagar uma indenização de R$ 100 mil &agrave; v&iacute;tima.Brennand foi condenado por constrangimento ilegal, lesão corporal, estupro e coação no curso...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O empresário Thiago Brennand foi condenado pela Justiça de São Paulo a 31 anos, cinco meses e 24 dias de prisão, em regime fechado, pelos crimes de agressão e estupro contra sua ex-companheira. Ele tamb&eacute;m a obrigou a tatuar as iniciais dele no corpo.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696872&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696872&amp;o=node"></p><p>A decisão foi tomada pela 1ª Vara de Porto Feliz (SP), que ainda o condenou a <strong>pagar uma indenização de R$ 100 mil &agrave; v&iacute;tima.</strong></p><p><strong>Brennand foi condenado por constrangimento ilegal, lesão corporal, estupro e coação no curso do processo, divulgação de cena de estupro e registro não autorizado de ato sexual.</strong></p><p>Os vários crimes cometidos por Brennand contra a ex-companheira aconteceram em 2021 e foram tornados p&uacute;blicos em 2022. Antes disso, o empresário ficou conhecido ap&oacute;s agredir uma outra mulher em uma academia de ginástica. A violência foi registrada pelas câmeras do estabelecimento, e as imagens foram divulgadas na m&iacute;dia e redes sociais.</p><p>A condenação desta semana &eacute; um rev&eacute;s para Thiago Brennand, que <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/tjsp-absolve-empresario-thiago-brennand-de-acusacao-de-estupro" target="_blank">foi absolvido na semana passada</a> em outro processo em que foi condenado em primeira instância por prática de estupro e ameaça &agrave; v&iacute;tima.</p><p>Neste caso, segundo o processo, Brennand foi acusado de conduzir a mulher para um hotel enquanto ela estava fora de si e praticar sexo sem consentimento. Ele havia sido condenado a oito anos de prisão e tamb&eacute;m ao pagamento de R$ 200 mil por danos morais.</p><p>O criminoso foi absolvido, em 2024, de uma outra acusação de estupro de uma massagista. O caso aconteceu em 2022 e Brennand havia sido condenado a oito anos de prisão.</p><p><strong>O empresário está preso na Penitenciária Álvaro de Carvalho 2, em Potim, interior de São Paulo.</strong>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Instagram ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Operação mira lavagem de R$ 100 milhões provenientes de facções</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93362/operacao-mira-lavagem-de-rs-100-milhoes-provenientes-de-faccoes.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:51:34 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Pol&iacute;cia Civil e o Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Rio de Janeiro (MPRJ) fazem, nesta quinta-feira (15), uma operação para desarticular um esquema de lavagem de dinheiro de facções criminosas do Rio de Janeiro e de São Paulo. Segundo a Pol&iacute;cia Civil fluminense, o esquema movimentou mais de 100 milhões provenientes da venda de drogas il&iacute;citas pelo Terceiro Comando Puro (TCP), Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC), entre 2021 e 2024.A operação ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A Pol&iacute;cia Civil e o Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Rio de Janeiro (MPRJ) fazem, nesta quinta-feira (15), uma operação para desarticular um esquema de lavagem de dinheiro de facções criminosas do Rio de Janeiro e de São Paulo</strong>. Segundo a Pol&iacute;cia Civil fluminense, o esquema movimentou mais de 100 milhões provenientes da venda de drogas il&iacute;citas pelo Terceiro Comando Puro (TCP), Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC), entre 2021 e 2024.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696718&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696718&amp;o=node"></p><p>A operação Hawala cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e na cidade de Foz de Iguaçu (PR). O <strong>MPRJ denunciou 22 pessoas &agrave; Justiça, que, por sua vez, expediu mandados de prisão contra dez delas.</strong></p><p><strong>At&eacute; o in&iacute;cio da manhã desta quinta-feira, oito pessoas tinham sido presas na operação, de acordo com a Pol&iacute;cia Civil.</strong></p><p>A investigação começou a partir da descoberta do esquema de lavagem de dinheiro do grupo criminoso que controla a venda de drogas no Complexo de São Carlos, na região central do Rio de Janeiro, afiliado ao TCP.</p><p><strong>Com o aprofundamento das investigações, os policiais descobriram que o esquema tamb&eacute;m era usado para lavar dinheiro de grupos criminosos ligados ao CV e ao PCC.</strong></p><p>Empresas de fachada eram usadas em diferentes estados para dar aparência de legalidade ao dinheiro obtido ilegalmente atrav&eacute;s do tráfico de drogas, receptação qualificada e com&eacute;rcio de produtos falsificados.</p><p><strong>De acordo com a den&uacute;ncia, para inserir os recursos de origem il&iacute;cita no mercado financeiro, o esquema usava empresas rec&eacute;m criadas, dep&oacute;sitos fracionados, uso de laranjas, cooptação de contadores, al&eacute;m de outras manobras para ocultar a origem dos valores.</strong></p><p>Foram analisadas centenas de transações bancárias e as atividades de diversas empresas ligadas aos denunciados, com movimentações muito acima da capacidade financeira dos investigados e das pessoas jur&iacute;dicas envolvidas.</p><h2>Conexão internacional</h2><p>A Pol&iacute;cia Civil investiga ainda se o esquema de lavagem de dinheiro era usado para financiar organizações internacionais consideradas terroristas. As investigações identificaram uma relação comercial entre um dos investigados e um homem sancionado pelo governo estadunidense por supostamente integrar a estrutura de financiamento da Al-Qaeda.</p><p>De acordo com a Pol&iacute;cia Civil, a investigação agora aprofundará a apuração sobre esse suposto v&iacute;nculo entre o esquema de lavagem de dinheiro de facções criminosas brasileiras e o financiamento do terrorismo internacional.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[ Foto: Pol&iacute;cia Civil RJ/ Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Dez presos, três feridos e uma central clandestina de internet fechada em ação contra o Comando Vermelho</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93329/dez-presos-tres-feridos-e-uma-central-clandestina-de-internet-fechada-em-acao-contra-o-comando-verme.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:13:17 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Em mais uma fase da Operação Contenção, para reprimir o avanço da facção criminosa Comando Vermelho, as polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro estão, nesta terça-feira (14), na Cidade de Deus, Muzema e Vila Sapê, em Jacarepaguá, zona sudoeste da cidade. At&eacute; o final da manhã, 10 pessoas foram capturadas, cinco levadas para averiguação e três ficaram feridas em troca de tiros com os policiais. Al&eacute;m disso, foram apreendidos seis fuzis, grande quantidade de drogas...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>Em mais uma fase da Operação Contenção, para reprimir o avanço da facção criminosa Comando Vermelho, as polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro estão, nesta terça-feira (14), na Cidade de Deus, Muzema e Vila Sapê, em Jacarepaguá, zona sudoeste da cidade.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696643&o=node"> <strong>At&eacute; o final da manhã, 10 pessoas foram capturadas, cinco levadas para averiguação e três ficaram feridas em troca de tiros com os policiais. </strong>Al&eacute;m disso, foram apreendidos seis fuzis, grande quantidade de drogas e ainda foi fechada uma central de internet clandestina.</p><p>A Polícia Civil informou que as investigações feitas pela Delegacia de Roubos e Furtos de Autom&oacute;veis da Capital apontaram aumento do roubo de veículos e de venda de drogas nas três comunidades.</p><p><strong>Os policiais tamb&eacute;m identificaram publicações em redes sociais onde os criminosos exibiam armas de fogo, drogas, rádios comunicadores e símbolos ligados ao Comando Vermelho. </strong>Os agentes cumprem mandados de prisão e de busca e apreensão nas localidades.</p><p><strong>Desde outubro do ano passado, quando foi realizada a primeira Operação Contenção, mais de 370 criminosos foram capturados e 137 mortos em confrontos com policiais. Tamb&eacute;m foram apreendidas cerca de 480 armas, entre elas 190 fuzis, al&eacute;m de mais de 51 mil munições.</strong></p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a captura de dez pessoas na nova fase da Operação Contenção, na Cidade de Deus e mais duas comunidades de Jacarepaguá.</b><strong><br></strong></p><p><strong><br></strong></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Opera&ccedil;&atilde;o Conten&ccedil;&atilde;o, iniciada em outubro do ano passado, resultou 1m 137 mortes em confronto, 370 capturas e apreens&atilde;o de 480 armas, das quais 190 fuzis. Foto: Fernando Fraz&atilde;o/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>MPF denuncia policiais rodoviários por morte de adolescente no Rio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93326/mpf-denuncia-policiais-rodoviarios-por-morte-de-adolescente-no-rio.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:20:07 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Dois policiais rodoviários federais foram denunciados pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal (MPF) por uma operação que resultou na morte de Lorenzo Dias Palhinhas, de 14 anos, em uma favela da zona norte do Rio de Janeiro. A ação policial ocorreu no Complexo do Chapadão, em outubro de 2022.Eles estão sendo denunciados por homic&iacute;dio qualificado e tentativa de homic&iacute;dio qualificado. De acordo com a den&uacute;ncia do MPF, Lorenzo e outro adolescente, que trabalhavam...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Dois policiais rodoviários federais foram denunciados pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal (MPF) por uma operação que resultou na morte de Lorenzo Dias Palhinhas, de 14 anos, em uma favela da zona norte do Rio de Janeiro</strong>. <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2022-10/mpf-do-rio-investiga-acao-da-prf-em-comunidade-apos-morte-de-agente" target="_blank">A ação policial ocorreu no Complexo do Chapadão, em outubro de 2022.</a><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696629&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696629&amp;o=node"></p><p>Eles estão sendo denunciados por homic&iacute;dio qualificado e tentativa de homic&iacute;dio qualificado. De acordo com a den&uacute;ncia do MPF, Lorenzo e outro adolescente, que trabalhavam como entregadores de uma lanchonete da região, retornavam do trabalho em uma motocicleta quando foram inicialmente abordados por policiais, revistados e liberados.</p><p>Depois da abordagem, ao trafegarem por uma viela, eles teriam sido alvo de disparos feitos pelos policiais rodoviários federais.</p><p><strong>O MPF sustenta que não houve nova ordem de parada nem confronto armado no momento. Ainda segundo a den&uacute;ncia, os adolescentes estavam desarmados, seguiam de costas para os agentes e transitavam por uma passagem estreita, sem possibilidade de fuga ou de proteção.</strong></p><p>Lorenzo morreu com um tiro na parte de trás da cabeça, enquanto o outro adolescente conseguiu escapar. Segundo o MPF, policiais rodoviários que participaram da ação afirmaram que os dois denunciados fizeram disparos. O exame de bal&iacute;stica concluiu que o fragmento encontrado no local era compat&iacute;vel com as armas usadas por eles.</p><h2>Operação</h2><p><strong>A ação policial, em outubro de 2022, foi realizada horas depois do assassinato do policial rodoviário federal Bruno Vanzan Nunes, v&iacute;tima de um roubo seguido de morte. Vinte agentes foram at&eacute; o Chapadão em busca de suspeitos do crime.</strong></p><p>Mas, segundo o procurador da Rep&uacute;blica Eduardo Benones, a ação da Pol&iacute;cia Rodoviária Federal (PRF) foi feita sem ordem formal de missão, briefing ou relat&oacute;rio operacional, al&eacute;m de ter extrapolado as atribuições constitucionais da PRF.</p><p><strong>Por meio de nota, a PRF informou que há investigação interna aberta para apurar a conduta e a responsabilidade dos policiais rodoviários federais envolvidos na operação conjunta.</strong></p><p>A PRF acrescentou que pediu c&oacute;pia da investigação do MPF e aguarda o compartilhamento das informações para continuar com suas apurações internas.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: PRF]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>MPRJ denuncia subsecretário municipal de Turismo de Búzios e mais três pessoas por corrupção</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93312/mprj-denuncia-subsecretario-municipal-de-turismo-de-buzios-e-mais-tres-pessoas-por-corrupcao.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 08:29:55 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) denunciou quatro pessoas, entre elas o policial civil aposentado e atual subsecretário municipal de Turismo de Armação dos Búzios, S&eacute;rgio Ferreira dos Santos, por integrar um esquema de corrupção voltado &agrave; autorização de festas em embarcações no município. A Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), cumpre, nesta...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="texto"><p>O Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) denunciou quatro pessoas, entre elas o policial civil aposentado e atual subsecretário municipal de Turismo de Armação dos Búzios, S&eacute;rgio Ferreira dos Santos, por integrar um esquema de corrupção voltado &agrave; autorização de festas em embarcações no município. A Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), cumpre, nesta terça-feira (14/07), mandados de prisão preventiva contra S&eacute;rgio Ferreira e o então coordenador de Trânsito e Transporte de Búzios, Igenes Lopes Santos Filho, conhecido como Geninho e atual presidente da CooperBúzios.</p><p>   <b> Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o esquema de propirna para festas em barcos em autorização nem fiscalização em Búzios, na Região dos Lagos.</b><br></p><p> </p><p>Os denunciados respondem pelos crimes de organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro e, de acordo com o GAECO/MPRJ, cobravam entre R$ 1 mil e R$ 3 mil para permitir a realização dos eventos sem a expedição formal de alvará e deixar de fiscalizá-los. As apurações apontaram ao menos 38 epis&oacute;dios em que os atos de corrupção foram praticados. O esquema funcionou, ao menos, entre janeiro de 2021 e março de 2026.</p><p>Al&eacute;m das prisões preventivas, o Juízo da 2ª Vara Especializada em Organização Criminosa determinou, a pedido do GAECO/MPRJ, o cumprimento de mandados de busca e apreensão nos endereços dos quatro denunciados. A Justiça decretou, ainda, a suspensão do exercício das funções públicas e o sequestro de bens dos acusados at&eacute; o limite de R$ 500 mil.</p><p><br></p></div><div class="tags"><div class="tag"><br></div></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Maricá reduz roubos e registra menor letalidade violenta em mais de 20 anos</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93307/marica-reduz-roubos-e-registra-menor-letalidade-violenta-em-mais-de-20-anos.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Maricá atingiu, no primeiro semestre de 2026, o menor índice de letalidade violenta dos últimos 23 anos, segundo dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP). O balanço aponta tamb&eacute;m a marca de dois anos consecutivos sem registros de latrocínio (roubo seguido de morte) e roubo de carga, al&eacute;m de quedas expressivas nas ocorrências de roubos de rua e de veículos.Os números de letalidade violenta representam o menor patamar da s&eacute;rie hist&oacute;rica,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<figcaption class="wp-caption-text" itemprop="caption">Maricá atingiu, no primeiro semestre de 2026, o menor índice de letalidade violenta dos últimos 23 anos, segundo dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP). O balanço aponta tamb&eacute;m a marca de dois anos consecutivos sem registros de latrocínio (roubo seguido de morte) e roubo de carga, al&eacute;m de quedas expressivas nas ocorrências de roubos de rua e de veículos.</figcaption><p>Os números de letalidade violenta representam o menor patamar da s&eacute;rie hist&oacute;rica, iniciada em 2003. Com apenas seis casos contabilizados entre os meses de janeiro e junho, o indicador apresentou uma redução de 45,5% em relação ao mesmo período de 2025 e ficou 76,2% abaixo da m&eacute;dia hist&oacute;rica local.</p><p>Os roubos de rua tamb&eacute;m acompanharam a tendência de queda expressiva. O município registrou 97 ocorrências no semestre, o menor volume desde 2010, correspondendo a uma redução de 28,7% em comparação com o ano anterior. Os roubos de veículos somaram 19 casos, o segundo menor índice dos últimos 24 anos, com diminuição de 40,6% em relação a 2025.</p><p>“Os investimentos em segurança têm contribuído diretamente para a redução da criminalidade. Os resultados mostram que Maricá está no caminho certo, com os menores índices da s&eacute;rie hist&oacute;rica em crimes como roubo de rua, roubo de veículos, roubo de carga e latrocínio”, afirmou o secretário de Segurança Cidadã do município, Julio Veras.</p><p>A consolidação do período sem roubos de carga e latrocínios reflete um cenário de queda contínua. Entre 2018 e 2026, o município reduziu em mais de 70% os casos de roubo de rua e letalidade violenta, e em mais de 80% as incidências de roubos de veículos.</p><p><b>Investimentos contínuos em segurança</b></p><p>Os avanços na segurança pública acompanham os investimentos estrat&eacute;gicos da Prefeitura de Maricá nessa área, como a construção da Cidade da Segurança. O complexo reunirá estruturas de treinamento, capacitação e o novo Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), equipado com câmeras inteligentes e monitoramento em tempo real. Em parceria com o Governo do Estado, o espaço tamb&eacute;m abrigará o 13º Batalhão da Polícia Militar.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Bernardo Gomes]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Operação em Costa Barros, no RJ, tem ônibus feitos de barricada</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93294/operacao-em-costa-barros-no-rj-tem-onibus-feitos-de-barricada.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 15:11:23 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Pol&iacute;cia Militar, por meio do 41º BPM (Irajá), fez operação na manhã desta segunda-feira (13), no Complexo da Pedreira, em Costa Barros, na zona norte do Rio de Janeiro, para reprimir os roubos de cargas e de ve&iacute;culos registrados na região, al&eacute;m de promover a retirada de barricadas. Três &ocirc;nibus foram usados como barricadas.A Secretaria Municipal de Educação informou que, no Complexo da Pedreira, em Costa Barros, 19 unidades escolares foram...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Pol&iacute;cia Militar, por meio do 41º BPM (Irajá), fez operação na manhã desta segunda-feira (13), no Complexo da Pedreira, em Costa Barros, na zona norte do Rio de Janeiro, para reprimir os roubos de cargas e de ve&iacute;culos registrados na região, al&eacute;m de promover a retirada de barricadas. Três &ocirc;nibus foram usados como barricadas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696575&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696575&amp;o=node"></p><p>A Secretaria Municipal de Educação informou que, no Complexo da Pedreira, em Costa Barros, 19 unidades escolares foram impactadas.</p><blockquote><p>“Durante o ingresso das equipes na comunidade, criminosos utilizaram &ocirc;nibus para bloquear vias de acesso e atearam fogo em objetos usados como barricadas. De imediato, equipes policiais foram deslocadas para os locais com o objetivo de desobstruir as vias e restabelecer a circulação de ve&iacute;culos na região”, disse a Pol&iacute;cia Militar.</p></blockquote><p><br>Os policiais tamb&eacute;m atuaram na busca por ve&iacute;culos roubados ou clonados que possam estar sendo utilizados na prática de delitos.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o TV]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Moraes manda soltar ex-prefeito de Belford Roxo, após prisão com fuzil</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93233/moraes-manda-soltar-ex-prefeito-de-belford-roxo-apos-prisao-com-fuzil.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 23:52:56 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a soltura do ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella (União Brasil), preso em flagrante durante uma operação da Pol&iacute;cia Federal (PF) no Rio de Janeiro. A decisão foi emitida na noite de sexta-feira (10), e a sa&iacute;da do pol&iacute;tico do sistema prisional está prevista para este sábado (11).Canella estava detido desde terça-feira (7), ap&oacute;s agentes encontrarem um fuzil calibre 556 no...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a soltura do ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella (União Brasil), preso em flagrante durante uma operação da Pol&iacute;cia Federal (PF) no Rio de Janeiro. </strong>A decisão foi emitida na noite de sexta-feira (10), e a sa&iacute;da do pol&iacute;tico do sistema prisional está prevista para este sábado (11).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696507&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696507&amp;o=node"></p><p>Canella <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/ex-prefeito-e-ex-secretario-de-policia-civil-sao-alvos-da-pf-no-rio">estava detido desde terça-feira</a> (7), ap&oacute;s agentes encontrarem um fuzil calibre 556 no ve&iacute;culo em que ele estava durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão da sexta fase da Operação Unha e Carne.</p><p>Al&eacute;m do ex-prefeito, um policial militar preso na mesma ocorrência tamb&eacute;m foi beneficiado pela decisão.</p><h2>Medidas cautelares</h2><p><strong>Ao substituir a prisão preventiva por medidas cautelares, Moraes determinou que Canella utilize tornozeleira eletr&ocirc;nica, entregue o passaporte e tenha o porte de arma suspenso. O ex-prefeito responderá ao processo em liberdade.</strong></p><p>Na decisão, o ministro destacou que a alegação da defesa de que o fuzil pertence ao policial responsável pela segurança de Canella ainda deverá ser esclarecida no decorrer das investigações.</p><p>Em nota, a defesa afirmou que a prisão "não se sustentava", sustentando que a arma era registrada em nome do segurança do pol&iacute;tico e que a documentação foi apresentada ao STF.</p><h2>Operação Unha e Carne</h2><p><strong>A prisão ocorreu durante a sexta fase da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/policia-federal-deflagra-6a-fase-da-operacao-unha-e-carne-no-rio">Operação Unha e Carne</a>, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro por meio de uma rede de postos de combust&iacute;veis no estado do Rio de Janeiro.</strong></p><p>Segundo a Pol&iacute;cia Federal, a organização investigada teria movimentado cerca de R$ 7,6 bilhões nos &uacute;ltimos seis anos. As investigações tiveram in&iacute;cio ap&oacute;s um relat&oacute;rio do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontar movimentações financeiras consideradas at&iacute;picas.</p><p>Nesta etapa da operação, a PF cumpriu 19 mandados de busca e apreensão em munic&iacute;pios da Região Metropolitana do Rio e no interior do estado. Tamb&eacute;m foram apreendidos armas, joias, dinheiro em esp&eacute;cie e ve&iacute;culos de luxo, al&eacute;m de determinado o bloqueio de bens e a suspensão das atividades de empresas ligadas aos investigados.</p><p>Canella era alvo apenas de um mandado de busca e apreensão, mas acabou preso em flagrante ap&oacute;s a localização do armamento.</p><h2>Investigação</h2><p><strong>De acordo com a Pol&iacute;cia Federal, Canella &eacute; investigado por suspeita de atuar como um dos elos pol&iacute;ticos do esquema investigado. </strong>Os investigados poderão responder por organização criminosa, lavagem de dinheiro, contratação direta ilegal e outros crimes que venham a ser identificados ao longo das apurações.</p><p>A operação faz parte das medidas determinadas pelo STF no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635, conhecida como ADPF das Favelas, que atribuiu &agrave; Pol&iacute;cia Federal a condução de investigações sobre poss&iacute;veis v&iacute;nculos entre agentes p&uacute;blicos e organizações criminosas.</p><h2>Trajet&oacute;ria pol&iacute;tica</h2><p>Márcio Canella iniciou a carreira pol&iacute;tica como vereador de Belford Roxo, em 2012, e posteriormente exerceu três mandatos como deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Entre 2017 e 2019, licenciou-se do mandato para ocupar o cargo de vice-prefeito do munic&iacute;pio.</p><p>Ele foi eleito prefeito de Belford Roxo em 2024, mas renunciou ao cargo em abril deste ano para disputar uma vaga no Senado pelo Rio de Janeiro.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcio Canella/ Instagram]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>PF mira empresário suspeito de intimidar jornalistas no caso Master</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93184/pf-mira-empresario-suspeito-de-intimidar-jornalistas-no-caso-master.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:15:03 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Pol&iacute;cia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (9) a 10ª fase da Operação Compliance Zero, que apura fraudes no Banco Master.O alvo desta fase &eacute; o empresário Thiago Miranda, acusado de ter ligação com o banqueiro Daniel Vorcaro e atuar para intimidar jornalistas e servidores do Banco Central pelas redes sociais.As buscas da PF foram autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Andr&eacute; Mendonça, relator do caso.De acordo com as investigações da PF, ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Pol&iacute;cia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (9) a 10ª fase da Operação Compliance Zero, que apura fraudes no Banco Master.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696338&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696338&amp;o=node"></p><p><strong>O alvo desta fase &eacute; o empresário Thiago Miranda, acusado de ter ligação com o banqueiro Daniel Vorcaro e atuar para intimidar jornalistas e servidores do Banco Central pelas redes sociais.</strong></p><p>As buscas da PF foram autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Andr&eacute; Mendonça, relator do caso.</p><p>De acordo com as investigações da PF, <strong>recursos do esquema de fraudes no Master foram usados por Vorcaro para promover campanhas de desinformação na m&iacute;dia tradicional e na digital.</strong> O trabalho era realizado por influenciadores contratados.</p><p>Segundo a PF, Vorcaro estruturou uma "organização criminosa" para blindar os atos il&iacute;citos da gestão dele no Master.</p><p><strong>Conforme a decisão do ministro, Thiago Miranda, ex-s&oacute;cio do Portal L&eacute;o Dias, foi responsável pelo monitoramento da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo. A profissional publicou grande parte dos furos jornal&iacute;sticos envolvendo as fraudes no banco de Vorcaro.</strong></p><blockquote><p>"Os elementos analisados apontam que Thiago Miranda desempenhava papel central nessas iniciativas, sendo o principal responsável por realizar pesquisas e levantamentos acerca da vida privada da jornalista em questão", afirmou.</p></blockquote><h2>Ita&uacute;</h2><p><strong>De acordo com a apuração, Thiago Miranda tamb&eacute;m teria participado do trabalho de levantamento de informações sigilosas contra Milton Maluhy Filho, CEO do Ita&uacute;.</strong></p><p>"Nos diálogos identificados, Daniel Vorcaro envia as seguintes mensagens &agrave; Thiago Mirante: Estou precisando fazer um levantamento do Milton Maluhy. Está me causando muito problema. Me ajuda nisso? No minuto seguinte, Thiago responde: Deixa comigo", diz trecho da investigação.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcelo Camargo/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Júri condena Jeander Braga pela morte do ator Jefferson Machado</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93174/juri-condena-jeander-braga-pela-morte-do-ator-jefferson-machado.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/93174/juri-condena-jeander-braga-pela-morte-do-ator-jefferson-machado.html</guid>
			<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:28:02 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Ap&oacute;s dois dias de julgamento, a 2ª Promotoria de Justiça junto ao I Tribunal do Júri da Capital obteve, nesta quinta-feira (09/07), a condenação de Jeander Vinicius da Silva Braga a 22 anos e nove meses de prisão, em regime fechado, pela morte do ator Jefferson Machado, ocorrida em 2023. Ele foi condenado pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e maus-tratos a animais.Em sua sustentação perante o Tribunal do Júri, o promotor de Justiça destacou que o...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div>Ap&oacute;s dois dias de julgamento, a 2ª Promotoria de Justiça junto ao I Tribunal do Júri da Capital obteve, nesta quinta-feira (09/07), a condenação de Jeander Vinicius da Silva Braga a 22 anos e nove meses de prisão, em regime fechado, pela morte do ator Jefferson Machado, ocorrida em 2023. Ele foi condenado pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e maus-tratos a animais.</div><div><br></div><div>Em sua sustentação perante o Tribunal do Júri, o promotor de Justiça destacou que o homicídio foi praticado mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, caracterizado pela covardia da ação, por meio cruel, em razão da asfixia, e para assegurar a impunidade de outro crime. O membro do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) tamb&eacute;m sustentou que Jeander desempenhou papel decisivo na execução do crime e na ocultação do cadáver de Jefferson, atuando como o principal responsável pelo emprego da força física na ação criminosa.</div><div><br></div><div>Jeander Vinicius e Bruno de Souza Rodrigues foram denunciados pelo MPRJ em julho de 2023. De acordo com a denúncia, os dois foram at&eacute; a residência de Jefferson Machado, no bairro de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, onde a vítima foi asfixiada at&eacute; a morte. Em seguida, transportaram o corpo em um baú e o enterraram em um terreno localizado na parte da frente de um im&oacute;vel alugado no mesmo bairro. Ainda segundo a denúncia, a cova já havia sido aberta por Jeander dias antes do homicídio.</div><div><br></div><div>Ainda de acordo com a denúncia, Bruno prometeu a Jefferson a compra de uma vaga para ator em uma emissora de televisão, mediante o pagamento de mais de R$ 18 mil, sob a alegação de que o valor seria repassado a um suposto funcionário da empresa. Como o dinheiro não foi devolvido e, diante da iminência de o golpe ser descoberto, Bruno, com o auxílio de Jeander, matou a vítima.</div><div><br></div><div>O processo foi desmembrado, e Bruno tamb&eacute;m será submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri. A sessão do Júri está marcada para dezembro.  </div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Bruno Rodrigues, &agrave; esquerda, &eacute; acusado de tramar o assassinato d Jeff Machado, ao centro, com a ajuda de Jeander Braga, condenado nesta quarta. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o Internet]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Operação do MPRJ prende presidente do Instituto Rio Metrópole e mais cinco diretores</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93170/operacao-do-mprj-prende-presidente-do-instituto-rio-metropole-e-mais-cinco-diretores.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 12:03:04 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão &agrave; Sonegação Fiscal do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESF/MPRJ) denunciou 11 pessoas pelos crimes de organização criminosa, corrupção passiva, fraude em licitação e contratações e lavagem de dinheiro em um esquema de desvio de recursos públicos do Instituto Rio Metr&oacute;pole (IRM). São cumpridos seis mandados de prisão e nove de busca e apreensão, nesta quinta-feira...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div>O Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão &agrave; Sonegação Fiscal do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESF/MPRJ) denunciou 11 pessoas pelos crimes de organização criminosa, corrupção passiva, fraude em licitação e contratações e lavagem de dinheiro em um esquema de desvio de recursos públicos do Instituto Rio Metr&oacute;pole (IRM). São cumpridos seis mandados de prisão e nove de busca e apreensão, nesta quinta-feira (09/07), em endereços na capital, em São Gonçalo e em Teres&oacute;polis, com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), do Comitê de Inteligência Financeira e Recuperação de Ativos (Cifra) do Minist&eacute;rio da Justiça e da Corregedoria da Polícia Civil.</div><div><br></div><div>De acordo com a denúncia apresentada &agrave; 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Capital, os acusados utilizaram contratos firmados pelo IRM entre julho de 2022 e maio de 2026 para desviar recursos, em um esquema que movimentou R$ 86,28 milhões. Segundo o Minist&eacute;rio Público, valores pagos a duas empresas contratadas eram posteriormente transferidos para a Brazilian Institute of Organics (Instituto BIO), uma entidade sem estrutura operacional compatível, de onde o dinheiro era sacado em esp&eacute;cie. A investigação partiu de dados de uma auditoria determinada pelo governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, nos gastos do Estado.  </div><div><br></div><div><span style="font-size: 18px;">Denunciados por fraudes em licitação incluem presidente e diretores do Instituto Rio Metr&oacute;pole</span></div><div><br></div><div>O MPRJ requereu e obteve a prisão preventiva dos agentes públicos identificados como integrantes do esquema. Segundo a denúncia, Davi Perini Vermelho, o "Didê", ex-presidente da Câmara de São João de Meriti e atual presidente do Instituto Rio Metr&oacute;pole (IRM), liderava o núcleo de servidores investigado, autorizando contratações, firmando contratos e controlando pagamentos.</div><div><br></div><div>Tamb&eacute;m foram denunciados Maurício Silva Knoploch dos Santos, diretor de Planejamento e Projetos do IRM e integrante da Comissão T&eacute;cnica de Licitação, apontado como articulador do direcionamento das licitações em favor das contratadas; Franquis Dias Nepomuceno, diretor de Desenvolvimento Metropolitano Integrado do IRM e delegado da Polícia Civil, que atuava como ordenador de despesas e exercia o controle de fato do grupo RioForte, responsável pela escolta armada do dinheiro; Marcelo Lopes da Silva, procurador do Estado então &agrave; frente da Procuradoria-Geral do IRM, acusado de emitir os pareceres que deram cobertura jurídica &agrave;s contratações e ao reajuste irregular do contrato; Caroline Soares Barros, que acumulava as funções de fiscal de contratos do IRM e presidente do Instituto BIO &mdash; a entidade de fachada por onde os recursos passavam antes de serem sacados em esp&eacute;cie; e Amanda Íthala Santos da Paschoa, que a sucedeu na fiscalização e atestou a execução dos contratos, respaldando os pagamentos.</div><div><br></div><div>Em relação aos demais denunciados, a Justiça aplicou medidas cautelares diversas da prisão, entre elas, o monitoramento eletr&ocirc;nico, o comparecimento peri&oacute;dico em juízo e a proibição de se ausentarem do País. São eles: Leilson de Souza Nepomuceno, Gerson Luís de Araújo Rodrigues, H&eacute;lio Augusto Machado Pess&ocirc;a, Roberto Accioly Peotta e Roberto Peotta. Segundo a denúncia, integravam a organização criminosa na condição de particulares que davam suporte &agrave; engrenagem do esquema: H&eacute;lio e Gerson, representantes da Engeconsult; e Roberto Accioly Peotta e Roberto Peotta, da R. Peotta, empresas contratadas pelo IRM que repassavam os recursos públicos &agrave; entidade de fachada; al&eacute;m de Leilson de Souza Nepomuceno, &agrave; frente da RioForte, incumbida da escolta armada do numerário sacado em esp&eacute;cie.</div><div><br></div><div><br>  </div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Davi Perini, ex-presidente do Instituto Rio Metr&oacute;pole, preso em opera&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Estado do Rio de Janeiro.]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Justiça Federal mantém prisão preventiva de ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella</title>
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			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:09:37 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, vai continuar preso. A decisão &eacute; da Justiça do Rio de Janeiro. Ele foi detido na terça-feira pela Polícia Federal na sexta fase da Operação Unha e Carne.A ação visava desarticular uma organização criminosa suspeita de utilizar uma rede de postos de combustíveis no grande Rio como plataforma de lavagem de dinheiro, com participação de agentes públicos. Agora, ap&oacute;s a audiência de cust&oacute;dia, o político vai ficar...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>O ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, vai continuar preso. A decisão &eacute; da Justiça do Rio de Janeiro. <strong>Ele foi detido na terça-feira pela Polícia Federal na sexta fase da Operação Unha e Carne.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696298&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696298&o=node"></p><p>A ação visava desarticular uma organização criminosa suspeita de utilizar uma rede de postos de combustíveis no grande Rio como plataforma de lavagem de dinheiro, com participação de agentes públicos. Agora, ap&oacute;s a audiência de cust&oacute;dia, o político vai ficar &agrave; disposição da Justiça Federal.</p><p><strong>Canella já foi transferido para a cadeia pública Pedrolino Werling de Oliveira, conhecida como Bangu 8, na zona oeste do Rio. </strong>Ele era prefeito de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, e deixou o cargo para concorrer a uma vaga ao Senado pelo partido União Brasil.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a manutenção pela Justiça Federal da prisão preventiva do ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella.</b><br></p><p>O ex-prefeito foi preso em casa, em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, ap&oacute;s os agentes federais encontrarem no carro do investigado um fuzil, considerado arma de guerra de uso restrito.</p><p>Na casa do político foram localizadas ainda outras armas, munições e rel&oacute;gios de luxo. <strong>Al&eacute;m do político, o ex-secretário de Polícia Civil do Rio, delegado Marcus Amim, tamb&eacute;m foi alvo de um mandado de busca e apreensão expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.</strong></p><p>O relat&oacute;rio de inteligência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, enviado &agrave; PF, indicou que o esquema do grupo criminoso teria movimentado mais de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos.</p><p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><div class="nome-editor"><br></div></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[M&aacute;rcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo, teve a pris&atilde;o preventiva mantida pela Justi&ccedil;a Federal, depois da primeira audi&ecirc;ncia de cust&oacute;dia. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o Instagram]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>PF prende Chiquinho Brazão, deputado federal cassado, e bloqueia R$ 100 milhões desviados de emendas</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93165/pf-prende-chiquinho-brazao-deputado-federal-cassado-e-bloqueia-rs-100-milhoes-desviados-de-emendas.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 10:16:53 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (9/7), a Polícia Federal deflagrou a Operação Emendatio, com o objetivo de desarticular esquema de desvio de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares federais destinadas a organizações da sociedade civil (OSCs) no estado do Rio de Janeiro. A investigação tamb&eacute;m apura a prática dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.Policiais federais,  na cidade do Rio de Janeiro,cumprem 2 mandados de prisão preventiva e 21 de busca e ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr">Nesta quinta-feira (9/7), a Polícia Federal deflagrou a Operação Emendatio, com o objetivo de desarticular esquema de desvio de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares federais destinadas a organizações da sociedade civil (OSCs) no estado do Rio de Janeiro. A investigação tamb&eacute;m apura a prática dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.</p><p dir="ltr">Policiais federais,  na cidade do Rio de Janeiro,cumprem 2 mandados de prisão preventiva e 21 de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal. O STF determinou ainda medidas de bloqueio patrimonial no valor de R$ 100 milhões. Entre os presos, figura deputado federal cassado Chiquinho Brazão, denunciado pelo Minist&eacute;rio Público Federal como um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista do mandato, Anderson Gomes, em março de 2018.</p><p dir="ltr">A Operção Emendatio identificou que parte dos recursos provenientes de emendas parlamentares federais destinados a entidades sem fins lucrativos, que mantinham contratos e parcerias com &oacute;rgãos da administração pública federal, teria sido desviada mediante pagamentos indevidos, utilização de empresas interpostas e mecanismos destinados a ocultar a origem e o destino dos valores.</p><p dir="ltr">Segundo apurado at&eacute; o momento, os investigados teriam utilizado organizações da sociedade civil, pessoas físicas e pessoas jurídicas vinculadas ao grupo para movimentação financeira e para ocultação patrimonial, com indícios de repasses realizados por meio de empresas e de terceiros utilizados como interpostas pessoas. Há suspeita de irregularidades nas parcerias celebradas com as OSCs investigadas, tais como superfaturamento, conluio entre empresas participantes das cotações de preços e inexecução contratual.</p><p dir="ltr">As medidas executadas nesta data têm como finalidade a coleta de provas, a identificação de outros envolvidos, o aprofundamento da análise financeira e patrimonial dos investigados e a recuperação de ativos relacionados aos fatos apurados.</p><p dir="ltr">Os fatos investigados podem configurar os crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, sem prejuízo de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das apurações.    </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[PF est&aacute; nas ruas desde o come&ccedil;o da manh&atilde; de quinta para cumprir dois mandados de pris&atilde;o preventiva e 21 de busca e apreens&atilde;o, no &acirc;mbito da Opera&ccedil;&atilde;o Emendatio. Foto: Ascom PF]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Polícia Federal deflagra 6ª fase da Operação Unha e Carne, no Rio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93114/policia-federal-deflagra-6-fase-da-operacao-unha-e-carne-no-rio.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 17:02:50 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A 6ª fase da Operação Unha e Carne foi deflagrada na manhã desta terça-feira (7) pela Pol&iacute;cia Federal (PF), no Rio de Janeiro. O objetivo &eacute; combater uma organização criminosa suspeita de utilizar uma rede de postos de combust&iacute;veis na região metropolitana do Rio para lavar dinheiro, com participação de agentes p&uacute;blicos.O esquema criminoso teria “movimentado mais de R$ 7,6 bilhões nos &uacute;ltimos seis anos, conforme Relat&oacute;rio de Inteligência do...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A 6ª fase da Operação Unha e Carne foi deflagrada na manhã desta terça-feira (7) pela Pol&iacute;cia Federal (PF), no Rio de Janeiro. <strong>O objetivo &eacute; combater uma organização criminosa suspeita de utilizar uma rede de postos de combust&iacute;veis na região metropolitana do Rio para lavar dinheiro, com participação de agentes p&uacute;blicos.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696043&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696043&amp;o=node"></p><p>O esquema criminoso teria “movimentado mais de R$ 7,6 bilhões nos &uacute;ltimos seis anos, conforme Relat&oacute;rio de Inteligência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), enviado &agrave; PF.</p><p>Desde cedo os policiais federais cumprem 19 mandados de busca e apreensão nos munic&iacute;pios de Niter&oacute;i, São Gonçalo, Itabora&iacute;, Resende, e na capital fluminense. <strong>Al&eacute;m disso, a justiça tamb&eacute;m determinou “medidas de sequestro de bens e valores e de suspensão de atividades econ&ocirc;micas de empresas ligadas ao grupo investigado”.</strong></p><p>Os investigados poderão responder por crime de organização criminosa, contratação direta ilegal e lavagem de dinheiro e por outros il&iacute;citos crimes que poderão surgir no decorrer das investigações.</p><p>A operação se insere no âmbito da força-tarefa Missão Redentor II, iniciativa coordenada pela PF que visa desarticular organizações criminosas atuantes no estado do Rio de Janeiro, em conformidade com as diretrizes estabelecidas pelo <a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=5816502" target="_blank">Supremo Tribunal Federal na ADPF 635</a>.</p><h2>Quinta fase</h2><p>Na<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-07/operacao-da-pf-tem-prisao-de-bicheiro-ex-presidente-da-alerj-e-pastor" target="_blank"> 5ª fase da Unha e Carne, deflagrada pela PF no dia 2 deste mês</a>, foram cumpridos três mandados de prisão e um de busca e apreensão. As ordens judiciais foram expedidas contra o contraventor do jogo do bicho Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro Rodrigo Bacellar e o empresário e pastor Márcio Poncio. Al&eacute;m deles, o ex-deputado federal e filho do ex-governador S&eacute;rgio Cabral, Marco Ant&ocirc;nio Cabral, teve contra si um mandado de busca e apreensão.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[ Foto:  Opera&ccedil;&atilde;o Corona/Pol&iacute;cia Federal]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Sexta fase da Operação Unha e Carne da PF inclui Márcio Canella e Marcus Amin</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93098/sexta-fase-da-operacao-unha-e-carne-da-pf-inclui-marcio-canella-e-marcus-amin.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 09:11:44 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Rio de Janeiro/RJ &ndash; Na manhã desta terça-feira, 7/7, a Polícia Federal deflagrou a 6ª fase da Operação Unha e Carne, com o objetivo de desarticular organização criminosa suspeita de utilizar uma rede de postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio como plataforma de lavagem de dinheiro, com participação de agentes públicos. De acordo com as investigações, o esquema teria movimentado mais de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos, conforme Relat&oacute;rio de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Rio de Janeiro/RJ &ndash; Na manhã desta terça-feira, 7/7, a Polícia Federal deflagrou a 6ª fase da Operação Unha e Carne, com o objetivo de desarticular organização criminosa suspeita de utilizar uma rede de postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio como plataforma de lavagem de dinheiro, com participação de agentes públicos. De acordo com as investigações, o esquema teria movimentado mais de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos, conforme Relat&oacute;rio de Inteligência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), enviado &agrave; PF.</p><p>Esta etapa determinou o arresto e sequestro de bens e valores e a suspensão do funcionamento de empresas ligadas aos alvos, que incluem o ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella e o ex-secretário estadual de Polícia Civil Marcus Amim, de acordo com informações que circulam na imprensa, ainda sem confirmação da PF.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a sexta fase da Operação Unha e Carne da Polícia Federal.</b><br></p><p>Na ação de hoje, policiais federais cumprem 19 mandados de busca e apreensão nos municípios de Niter&oacute;i, São Gonçalo, Itaboraí, Resende, e na capital fluminense, al&eacute;m de medidas de sequestro de bens e valores e de suspensão de atividades econ&ocirc;micas de empresas ligadas ao grupo investigado. Alem do crime de organização criminosa, os investigados poderão responder por contratação direta ilegal e lavagem de dinheiro, al&eacute;m de outros que poderão surgir no decorrer das investigações.</p><p>A ação de hoje se insere no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II, iniciativa coordenada pela Polícia Federal que visa desarticular organizações criminosas atuantes no estado do Rio de Janeiro, em conformidade com as diretrizes estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal na ADPF 635.</p><p><span style="font-size: 18px;">Sete meses de investigação desnudaram teia entre deputados, prefeitos e sonegadores</span></p><p>A Operação Unha e Carne &eacute; uma ação contínua da Polícia Federal (PF), vinculada &agrave; Força-Tarefa Missão Redentor II, que desarticula uma mega organização criminosa voltada &agrave; corrupção, lavagem de dinheiro, fraudes em licitações e relações de agentes públicos com facções criminosas e a contravenção no estado do Rio de Janeiro. O esquema teria movimentado mais de R$ 7,6 bilhões.</p><p>As investigações estão sob a relatoria do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da ADPF das Favelas (ADPF 635). Abaixo, o resumo das fases, contemplando as ordens de prisão, bloqueios de bens e suspensões:</p><p>1ª Fase (Dezembro de 2025): Focou o então presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar. A investigação iniciou apurando um suposto vazamento de informações sigilosas de operações policiais que teria beneficiado criminosos ligados ao Comando Vermelho.</p><p>Fases Intermediárias (2ª a 4ª Fase): Avançaram sobre esquemas de corrupção, ocultação de patrim&ocirc;nio e fraudes em contratos da Secretaria de Estado de Educação (Seeduc). A 4ª Fase, deflagrada em maio, resultou no cumprimento de sete mandados de prisão, incluindo a prisão preventiva do deputado estadual Thiago Rangel.</p><p>5ª Fase (Julho de 2026): Deflagrada para aprofundar investigações sobre lavagem de dinheiro ligada a integrantes dos poderes Executivo e Legislativo e a cúpula do jogo do bicho. Foram cumpridos três mandados de prisão preventiva (contra o contraventor Adilson Coutinho de Oliveira Filho,o Adilsinho, Rodrigo Bacellar &mdash; ambos já detidos preso por outras decisões &mdash; e o empresário Márcio Poncio, o Pastor do Cigarro). O STF tamb&eacute;m determinou o sequestro de cerca de R$ 22 milhões em bens e valores.</p><p>6ª Fase (Julho de 2026): Focada em desarticular um braço da organização que utilizava uma rede de postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio para lavar os bilhões movimentados pelo esquema. Foram expedidos 19 mandados de busca e apreensão no Rio, Niter&oacute;i, São Gonçalo, Itaboraí e Resende. Nessa fase, a Justiça determinou a suspensão do funcionamento de empresas ligadas aos alvos, que incluem o ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella e o ex-secretário estadual de Polícia Civil Marcus Amim. Contra ambos, tamb&eacute;m foi determinado  o arresto e sequestro de bens e valores.</p><p>      </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Dilig&ecirc;ncia na casa de um dos alvos da investiga&ccedil;&atilde;o, em Camboinhas, bairro de Niter&oacute;i, resultou na apreens&atilde;o de armas, muni&ccedil;&otilde;es, rel&oacute;gios e dinheiro vivo. Foto: PF]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Operação no Rio desarticula esquema de desvio de combustível</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/93017/operacao-no-rio-desarticula-esquema-de-desvio-de-combustivel.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 17:07:01 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Operação contra o desvio de combust&iacute;veis que age em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense resultou na desarticulação de um esquema de furto de gasolina e derivados, no fechamento de um desvio de combust&iacute;veis, conhecido como "biqueira", e na prisão em flagrante de seis pessoas.A ação conjunta foi realizada nesta sexta-feira (3), por agentes da Operação Foco, do Gabinete de Segurança Institucional do Rio (GSI-RJ), da Agência Nacional do Petr&oacute;leo, Gás Natural e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Operação contra o desvio de combust&iacute;veis que age em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense resultou na desarticulação de um esquema de furto de gasolina e derivados, no fechamento de um desvio de combust&iacute;veis, conhecido como "biqueira", e na prisão em flagrante de seis pessoas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1695911&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1695911&amp;o=node"></p><p><strong>A ação conjunta foi realizada nesta sexta-feira (3), por agentes da Operação Foco, do Gabinete de Segurança Institucional do Rio (GSI-RJ), da Agência Nacional do Petr&oacute;leo, Gás Natural e Biocombust&iacute;veis (ANP) e a Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários (Delfaz).</strong></p><p>Durante a fiscalização, as equipes apreenderam 12.200 litros de combust&iacute;veis armazenados de forma irregular, sendo 5.000 litros de gasolina comum, 1.000 litros de gasolina aditivada, 2.300 litros de etanol, 1.000 litros de diesel S500 e 2.900 litros de diesel S10.</p><p><strong>O galpão onde funcionava a "biqueira" foi interditado pela ANP e pela Pol&iacute;cia Civil. Tamb&eacute;m foram apreendidos R$ 22.750 em esp&eacute;cie.</strong> </p><p>O dinheiro era utilizado para remunerar caminhoneiros que desviavam parte da carga transportada. As equipes localizaram ainda dois caminhões-tanque ligados ao esquema. Um estava estacionado no galpão e o outro foi interceptado quando deixava o local.</p><p><strong>As investigações apontam que a fraude começava ainda nas distribuidoras. Os caminhões sa&iacute;am das bases com lacres incompat&iacute;veis com as respectivas notas fiscais. Durante o percurso, os motoristas desviavam aproximadamente 20 litros de cada um dos oito compartimentos do tanque.</strong></p><p>O combust&iacute;vel era descarregado na 'biqueira' mediante pagamento de R$ 70 a cada 20 litros. Em seguida, os compartimentos recebiam os lacres corretos, correspondentes &agrave; documentação da carga, dificultando a identificação da fraude pelas transportadoras e pelos clientes.</p><p><strong>O combust&iacute;vel desviado era comercializado ilegalmente no local por valores inferiores aos praticados no mercado regular.  A prática tamb&eacute;m causa preju&iacute;zos &agrave;s distribuidoras e transportadoras, al&eacute;m de gerar perdas na arrecadação tributária do Estado.</strong></p><blockquote><p>"Postos clandestinos de combust&iacute;veis causam preju&iacute;zos aos cofres p&uacute;blicos, estimulam a concorrência desleal e representam riscos &agrave; segurança da população, principalmente pela comercialização de produtos sem qualquer controle de qualidade", afirmou o secretário do GSI-RJ, Roberto Lizandro Leão.</p></blockquote><p><strong>A Operação Foco mant&eacute;m atuação permanente e integrada com &oacute;rgãos estaduais e federais no enfrentamento aos crimes relacionados ao setor de combust&iacute;veis, fortalecendo o combate &agrave; sonegação fiscal, ao mercado clandestino e &agrave;s organizações criminosas que atuam nessa cadeia.</strong>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Tomaz Silva]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>PF faz operação contra desvios na Universidade Federal Fluminense</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/92987/pf-faz-operacao-contra-desvios-na-universidade-federal-fluminense.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 11:27:55 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Pol&iacute;cia Federal cumpriu nessa quinta-feira (2) mandando de busca e apreensão como parte da segunda fase da Operação Quadro Negro. A finalidade &eacute; identificar a empresa responsável por desviar recursos p&uacute;blicos destinados &agrave; Universidade Federal Fluminense (UFF), com preju&iacute;zo de mais de R$ 9 milhões.Na ação, agentes federais da Delegacia de Pol&iacute;cia Federal em Niter&oacute;i apreenderam documentos e um disco r&iacute;gido (HD). O mandado foi...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Pol&iacute;cia Federal <strong>cumpriu nessa quinta-feira (2) mandando de busca e apreensão como parte da segunda fase da Operação Quadro Negro. A finalidade &eacute; identificar a empresa responsável por desviar recursos p&uacute;blicos destinados &agrave;<a href="https://www.uff.br/" target="_blank"> Universidade Federal Fluminense (UFF)</a>, com preju&iacute;zo de mais de R$ 9 milhões.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1695788&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1695788&amp;o=node"></p><p>Na ação, agentes federais da Delegacia de Pol&iacute;cia Federal em Niter&oacute;i apreenderam documentos e um disco r&iacute;gido (HD). O mandado foi expedido pela 2ª Vara Federal de Niter&oacute;i.</p><p>A ação investiga esquema de corrupção, desvio de verbas p&uacute;blicas federais, lavagem de dinheiro e organização criminosa em preju&iacute;zo da UFF. <strong>As investigações apontam que servidores, em parceria com s&oacute;cios e dirigentes de empresas contratadas pela universidade, autorizavam pagamentos superfaturados e recebiam propina por meio de pessoas jur&iacute;dicas, provocando preju&iacute;zo de R$ 9,6 milhões aos cofres p&uacute;blicos.</strong></p><p>Nesta fase da investigação, a Pol&iacute;cia Federal identificou a empresa que teria assumido o papel de intermediária no esquema criminoso ap&oacute;s o encerramento dos repasses feitos pela pessoa jur&iacute;dica anteriormente identificada, dando continuidade &agrave;s operações il&iacute;citas do grupo at&eacute; o ano de 2018.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>STJ nega habeas corpus para Deolane Bezerra, acusada de lavar dinheiro para o PCC</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/92985/stj-nega-habeas-corpus-para-deolane-bezerra-acusada-de-lavar-dinheiro-para-o-pcc.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 10:45:27 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Superior Tribunal de Justiça negou o habeas corpus protocolado pela defesa da influenciadora Deolane Bezerra, presa desde o dia 21 de maio, acusada de lavagem de dinheiro para a facção criminosa PCC, Primeiro Comando da Capital.A decisão &eacute; do ministro Ribeiro Dantas. O despacho está em segredo de Justiça e não foi divulgado. Deolane foi alvo da Operação V&eacute;rnix, desencadeada pelo Minist&eacute;rio Público de São Paulo e da Polícia Civil.De acordo com a investigação, ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>O Superior Tribunal de Justiça negou o habeas corpus protocolado pela defesa da influenciadora Deolane Bezerra, presa desde o dia 21 de maio, acusada de lavagem de dinheiro para a facção criminosa PCC, Primeiro Comando da Capital.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1695803&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1695803&o=node"></p><p>A decisão &eacute; do ministro Ribeiro Dantas. O despacho está em segredo de Justiça e não foi divulgado. Deolane foi alvo da Operação V&eacute;rnix, desencadeada pelo Minist&eacute;rio Público de São Paulo e da Polícia Civil.</p><p>De acordo com a investigação, Deolane fez movimentações financeiras expressivas e tinha conexão com a cúpula da organização criminosa. No final de junho, a influenciadora e o detento Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, um dos líderes do PCC, se tornaram r&eacute;us pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. Marcola está preso na Penitenciária Federal de Brasília.</p><p><strong>Deolane Bezerra tem 38 anos e &eacute; conhecida por ostentar sua riqueza nas redes sociais. Ela tem mais de 20 milhões de seguidores nas redes sociais. </strong>Ela ficou conhecida ap&oacute;s a morte trágica de seu então marido, o funkeiro MC Kevin, em maio de 2021, que caiu da varanda do quinto andar de um hotel no Rio de Janeiro.</p><p>*<em>Com informações da <strong>Agência Brasil.</strong></em></p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a negativa do STJ para o habeas corpus protocolado pela defesa da influenciadora Deolane Bezerra, acusada de lavagem de dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC).</b><em><strong><br></strong></em></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Polícia Federal prende 'Pastor do Cigarro' Márcio Pôncio e sequestra R$ 22 milhões em bens e cifras</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/92959/policia-federal-prende-pastor-do-cigarro-marcio-poncio-e-sequestra-rs-22-milhoes-em-bens-e-cifras.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 11:23:46 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Rio de Janeiro/RJ. Nesta quinta-feira (2/7), a Polícia Federal deflagrou a quinta fase da Operação Unha e Carne, com o objetivo de aprofundar as investigações sobre lavagem de dinheiro praticada por organização criminosa. A autorização da nova fase de diligências foi autorizada pelo relator da ADPF 635/RJ no Supremo Tribunal Federal, o ministro Alexandre de Moraes.Na ação, policiais federais cumprem 3 mandados de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão em endereços vinculados ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Rio de Janeiro/RJ. Nesta quinta-feira (2/7), a Polícia Federal deflagrou a quinta fase da Operação Unha e Carne, com o objetivo de aprofundar as investigações sobre lavagem de dinheiro praticada por organização criminosa. A autorização da nova fase de diligências foi autorizada pelo relator da ADPF 635/RJ no Supremo Tribunal Federal, o ministro Alexandre de Moraes.</p><p>Na ação, policiais federais cumprem 3 mandados de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão em endereços vinculados aos investigados, nas cidades do Rio de Janeiro e de São João de Meriti/RJ. As ordens judiciais foram expedidas pelo STF, bem como a determinação do sequestro de cerca de R$ 22 milhões em bens e valores. Os nomes e endereços dos alvos dos mandados de busca e apreensão não foram divulgados, ao menos de início, mas cerca de 20 autoridades, na maioria parlamentares, estariam na lista, de acordo com informações obtidas por &oacute;rgãos de imprensa. O único alvo dos mandados de busca e apreensão a vir a público foi o do ex-deputado federal Marco Ant&ocirc;no Cabral, filho do governador cassado Sergio Cabral.</p><p>    <span style="font-weight: bold;">Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a quinta fase da Operação Unha e Carne, que investiga cumplicidade entre criminosos e autoridades no Estado do Rio.</span><br></p><p>Dois dos mandados de prisão foram expedidos com base em novos indícios contra pessoas que já se encontram detidas. Uma &eacute; o presidente afastado da Alerj, deputado estadual Rodrigo Bacellar, investigado desde a primeira fase da Operação Unha e Carne por indícios de ter vazado diligências da PF e com isso facilitado a fuga do colega TH J&oacute;ias, investigado por indícios de integrar esquema de lavagem de dinheiro e contrabando de armas e munição para o Comando Vermelho. A outra &eacute; Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como "Adilsinho", apontado pelas autoridades policiais como o principal líder da chamada "nova cúpula" do jogo do bicho do Rio de Janeiro. O terceiro mandado de prisão cumprido nesta quinta &eacute; contra o empresário do tabaco Márcio P&ocirc;ncio, o 'Pastor do Cigarro'. Pai da deputada Sarah P&ocirc;ncio, do Solidariedade, Márcio &eacute; investigado por ligações com a chamada 'Máfia do Cigarro', que domina a importação, fabricação e venda clandestina do produto, trazido do Paraguai ou falsificado na Baixada Fluminense.</p><p>A atual fase da investigação foi deflagrada a partir da análise de documentos apreendidos que revelaram uma contabilidade paralela voltada &agrave; lavagem de capitais, al&eacute;m de registros de supostos pagamentos indevidos e de doações eleitorais irregulares.</p><p>A ação insere-se no contexto da decisão do STF no âmbito do julgamento da ADPF 635/RJ (ADPF das Favelas) que, dentre outras providências, determinou que a Polícia Federal conduzisse investigações sobre a atuação dos principais grupos criminosos violentos em atividade no estado e suas conexões com agentes públicos.</p><h2><span style="font-size: 18px; font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0);">Quarta fase da operação levou &agrave; prisão de deputado estadual Thiago Rangel, do Avante</span></h2><p><strong>Na quarta fase da operação, deflagrada em maio, o deputado estadual<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-05/rj-deputado-estadual-thiago-rangel-e-preso-na-operacao-unha-e-carne" target="_blank"> Thiago Rangel</a> (Avante) foi preso.</strong> O objetivo da ação era desarticular suposta organização criminosa que aplicava fraudes em procedimentos de compra de materiais e aquisição de serviços, como obras para reformas, no âmbito da Secretaria de Educação do estado.</p><p>&Agrave; &eacute;poca, a PF encontrou mensagens com menções a atos violentos no celular do parlamentar. Durante as investigações, a corporação interceptou, com autorização judicial, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-05/pf-encontra-mensagens-de-violencia-em-celular-de-deputado-preso-no-rj" target="_blank">conversas entre o deputado</a> e outros acusados de pertencer ao suposto esquema de desvios.</p><p>O escrit&oacute;rio de advocacia encarregado da defesa de Adilsinho divulgou nota:</p><p>A defesa do empresário Adilson Oliveira Coutinho Filho rechaça a alegação de pagamento de vantagens indevidas a políticos ou agentes públicos. A defesa confia no Poder Judiciário e no devido processo legal.</p><p>RICARDO BRAGA</p><p>OAB/RJ 143.420</p><p>A advogada que comanda a defesa de Marco Ant&ocirc;no Cabral tamb&eacute;m divulgou nota:</p><p><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/07/92956_72e2d8544d8f7d4127a889f9c617e00e.jpg"><br></p><p>        </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Pol&iacute;cia Federal cumpre tr&ecirc;s mandados de pris&atilde;o e 14 de busca e apreens&atilde;o na 5&ordf; fase da Opera&ccedil;&atilde;o Unha e Carne, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator da ADPF 635 no Supremo. Foto: Acervo]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>PF investiga lavagem de dinheiro com recursos desviados da Saúde em Caxias, Niterói e Rio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/92899/pf-investiga-lavagem-de-dinheiro-com-recursos-desviados-da-saude-em-caxias-niteroi-e-rio.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/92899/pf-investiga-lavagem-de-dinheiro-com-recursos-desviados-da-saude-em-caxias-niteroi-e-rio.html</guid>
			<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 13:04:16 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Policiais Federais participam da segunda fase da Operação Anaf&oacute;ra, que mira um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao desvio de verbas públicas, principalmente recursos destinados &agrave; saúde. Nesta terça-feira (30), os agentes cumprem 14 mandados de busca e apreensão. Entre os alvos, quatro investigados possuem foro por prerrogativa de função, mesmo ap&oacute;s o fim dos mandatos. As diligências acontecem em endereços no Rio de Janeiro, em Niter&oacute;i, na Região...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Policiais Federais participam da segunda fase da Operação Anaf&oacute;ra, que mira um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao desvio de verbas públicas, principalmente recursos destinados &agrave; saúde.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1695249&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1695249&o=node"> Nesta terça-feira (30), os agentes cumprem 14 mandados de busca e apreensão. Entre os alvos, quatro investigados possuem foro por prerrogativa de função, mesmo ap&oacute;s o fim dos mandatos. As diligências acontecem em endereços no Rio de Janeiro, em Niter&oacute;i, na Região Metropolitana, e em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.</p><p>Durante a operação, os policiais encontraram quantias em dinheiro em uma sala de uma empresa ligada ao principal suspeito, em Xer&eacute;m, distrito de Duque de Caxias. De acordo com a PF, o montante estava escondido embaixo de um sofá.</p><p class="texto">Primeira etapa da Operação Anaf&oacute;ra,  em setembro de 2022, teve entre os investigados Washington Reis e o empresário Mário Peixoto.na ocasião, a Polícia Federal cumpriu 27 mandados de busca e apreensão. &Agrave; &eacute;poca, Reis era candidato a vice-governador na chapa de Cláudio Castro (PL) , mas terminou trocado pelo então deputado estadual Thiago Pampolha durante o processo eleitoral.</p><p class="texto">A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) apuravam irregularidades na contratação de uma cooperativa de trabalho pela Secretaria Municipal de Saúde de Duque de Caxias. O contrato e seus aditivos superaram R$ 563,5 milhões, em pouco mais de dois anos.</p><p class="texto">    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a segunda fase da Operação Anáfora, que investiga lavagem de dinheiro ligado ao desvio de verbas públicas, principalmente recursos destinados &agrave; Saúde.</b><br></p><p class="texto">A PF sustenta que a cooperativa investigada integra uma organização criminosa especializada no desvio de recursos públicos, com atuação hist&oacute;rica no estado do Rio de Janeiro, especialmente na área da saúde. As apurações buscam esclarecer o destino dos valores e identificar os responsáveis pelo suposto esquema de corrupção e ocultação de patrim&ocirc;nio.</p><p>As apurações da primeira etapa da operação, em 2022, revelaram que alguns dos investigados mantinham patrim&ocirc;nios registrados em nome de terceiros, realizavam gastos incompatíveis com a renda declarada e participavam de negociações relacionadas ao mercado imobiliário.</p><p>Os investigadores tamb&eacute;m apuram a possível utilização de laranjas para ocultar a verdadeira propriedade de bens e dificultar o rastreamento dos recursos.</p><p>Os envolvidos poderão responder pelos crimes de organização criminosa, fraude em licitação e lavagem de dinheiro. A Polícia Federal informou que novas acusações podem surgir &agrave; medida que as investigações avancem e mais elementos sejam analisados.</p><p class="texto">          </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[PF deflagrou nesta ter&ccedil;a, 30, segunda fase da Opera&ccedil;&atilde;o An&aacute;fora, que investiga lavagem de dinheiro para encobrir desvio de recursos da Sa&uacute;de. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o Pol&iacute;cia Federal]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>PF investiga lavagem de dinheiro desviado da área de saúde do Rio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/92898/pf-investiga-lavagem-de-dinheiro-desviado-da-area-de-saude-do-rio.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 13:01:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A 2ª fase da Operação Anáfora foi deflagrada na manhã desta terça-feira (30) pela Pol&iacute;cia Federal (PF), para investigar lavagem de dinheiro desviados de recurso p&uacute;blicos destinados &agrave; área da sa&uacute;de, no Rio de Janeiro.Os policiais federais cumprem 14 mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados. Dez deles foram expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal e pela Justiça Federal da 2ª Região (TRF2).A 1ª fase da operação, em 2022, apurou ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A 2ª fase da Operação Anáfora foi deflagrada na manhã desta terça-feira (30) pela Pol&iacute;cia Federal (PF), para investigar lavagem de dinheiro desviados de recurso p&uacute;blicos destinados &agrave; área da sa&uacute;de, no Rio de Janeiro.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1695195&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1695195&amp;o=node"></p><p>Os policiais federais cumprem 14 mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados. Dez deles foram expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal e pela Justiça Federal da 2ª Região (TRF2).</p><p><strong><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2022-09/pf-investiga-desvio-de-verbas-na-saude-na-baixada-fluminense" target="_blank">A 1ª fase da operação, em 2022</a>, apurou suposto favorecimento em contratos na área de sa&uacute;de com uma cooperativa de trabalho pelo munic&iacute;pio de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, no valor total de R$ 563,55 milhões em pouco mais de dois anos.</strong></p><p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</a></p><p>As investigações constataram que os investigados "mantêm bens pr&oacute;prios em nome de terceiros, realizam despesas incompat&iacute;veis com a pr&oacute;pria condição financeira e participam de negociações vinculadas a im&oacute;veis".</p><p>Segundo a PF, eles poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, fraude &agrave; licitação e lavagem de dinheiro, sem preju&iacute;zo de outros delitos que venham a surgir no decorrer das investigações.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: PF]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Levantamento do MPRJ indica que 17% dos PMs da Operação Contenção haviam retirado câmeras corporais</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/92757/levantamento-do-mprj-indica-que-17-dos-pms-da-operacao-contencao-haviam-retirado-cameras-corporais.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 10:09:26 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A análise do conteúdo dos equipamentos utilizados por 51 policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) durante a Operação Contenção, em outubro do ano passado, mostrou que, em 17% dos casos analisados at&eacute; agora, policiais retiraram as câmeras corporais durante a ação. Em 7,8% dos casos, há indícios de obstrução proposital das imagens. Na maior parte dos registros (82%), contudo, a análise preliminar indica que os equipamentos foram utilizados...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p><strong>A análise do conteúdo dos equipamentos utilizados por 51 policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-10/letalidade-da-operacao-contencao-desrespeita-comunidades-dizem-ongs">durante a Operação Contenção, em outubro do ano passado</a>, mostrou que, em 17% dos casos analisados at&eacute; agora, policiais retiraram as câmeras corporais durante a ação. </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694764&o=node"><strong>Em 7,8% dos casos, há indícios de obstrução proposital das imagens. Na maior parte dos registros (82%), contudo, a análise preliminar indica que os equipamentos foram utilizados corretamente.</strong></p><p>O levantamento foi feito pelo Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), a partir da investigação independente conduzida pelo Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp). O Gaesp já ouviu mais de 200 agentes envolvidos em confrontos armados, a partir da identificação daqueles que registraram consumo de munição no dia da operação. Os depoimentos auxiliam no esclarecimento das circunstâncias da ação.</p><p>A operação foi deflagrada nos Complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, contra o Comando Vermelho, e deixou mais de 120 mortos, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-11/sobe-para-cinco-os-policiais-mortos-na-operacao-contencao-no-rio">incluindo cinco policiais</a>. </p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o levantamento do MPRJ indicando que em 17% dos casos analisados, os PMs retiraram as câmeras corporais durante a Operação Contenção, a mais letal da Hist&oacute;ria da cidade.</b><br></p><p>Em abril, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF),<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/moraes-determina-que-rio-envie-pf-videos-da-operacao-contencao"> concedeu prazo de 90 dias</a> para a Polícia Federal (PF) realizar perícia nas imagens captadas pelas câmeras corporais dos policiais que participaram da Operação Contenção.</p><h2>Ilegalidades</h2><p><strong>At&eacute; o momento, o MPRJ apresentou oito denúncias contra 27 policiais militares por ilegalidades praticadas durante a operação, envolvendo apropriação de armamento, furto de peças de veículos, invasões de domicílio, constrangimento de moradores, subtração de bens e tentativas de obstrução ou desligamento de câmeras corporais.</strong></p><p>Tamb&eacute;m já foram iniciados os depoimentos dos presos da operação, para registrar uma perspectiva diversa e complementar dos acontecimentos daquele dia. </p><p>Entre as providências iniciais estão a instauração de Procedimento Investigat&oacute;rio Criminal (PIC) aut&ocirc;nomo, o monitoramento em tempo real pelo plantão de operações e o acionamento dos protocolos previstos na ADPF 635, conhecida como ADPF das Favelas.</p><p>O MPRJ tamb&eacute;m fez uma busca ativa de familiares das pessoas mortas, para possibilitar oitivas, cadastramento e acompanhamento institucional dos interessados em receber informações sobre o andamento das investigações. </p><h2>Recomendação</h2><p>No campo preventivo e de controle externo, o MPRJ expediu, em dezembro de 2025, Recomendação aos secretários de Segurança Pública, Polícia Civil e Polícia Militar para edição de Protocolo Conjunto de Atuação em operações policiais, com medidas de redução de riscos, mitigação de danos e contenção da letalidade.</p><p>Em março deste ano, nova Recomendação foi dirigida &agrave;s mesmas autoridades para o aprimoramento do planejamento, execução e monitoramento do uso das câmeras operacionais portáteis (COPs), visando maior eficácia dessa ferramenta tecnol&oacute;gica.</p><p>At&eacute; o momento, o Minist&eacute;rio Público apresentou oito denúncias contra 27 policiais militares por ilegalidades praticadas durante a operação, envolvendo apropriação de armamento, furto de peças de veículos, invasões de domicílio, constrangimento de moradores, subtração de bens e tentativas de obstrução ou desligamento de câmeras corporais.</p><p>O MP tamb&eacute;m fez uma busca ativa de familiares das pessoas mortas, para possibilitar oitivas, cadastramento e acompanhamento institucional dos interessados em receber informações sobre o andamento das investigações.</p><p><br></p></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[A&ccedil;&atilde;o nos Complexos de Alem&atilde;o e da Penha pela Opera&ccedil;&atilde;o Conten&ccedil;&atilde;o foi a mais letal da Hist&oacute;ria da cidade, com 122 mortos, cinco deles policiais. Foto: Tomaz Silva/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Operação Contenção: 17% dos policiais retiraram as câmeras corporais</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/92735/operacao-contencao-17-dos-policiais-retiraram-as-cameras-corporais.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 22:16:29 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A análise do conte&uacute;do dos equipamentos utilizados por 51 policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) durante a Operação Contenção, em outubro do ano passado, mostrou que, em 17% dos casos analisados at&eacute; agora, policiais retiraram as câmeras corporais durante a ação. Em 7,8% dos casos, há ind&iacute;cios de obstrução proposital das imagens. Na maior parte dos registros (82%), contudo, a análise preliminar indica que os equipamentos foram utilizados...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A análise do conte&uacute;do dos equipamentos utilizados por 51 policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-10/letalidade-da-operacao-contencao-desrespeita-comunidades-dizem-ongs">durante a Operação Contenção, em outubro do ano passado</a>, mostrou que, em 17% dos casos analisados at&eacute; agora, policiais retiraram as câmeras corporais durante a ação. </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694764&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694764&amp;o=node"></p><p><strong>Em 7,8% dos casos, há ind&iacute;cios de obstrução proposital das imagens. Na maior parte dos registros (82%), contudo, a análise preliminar indica que os equipamentos foram utilizados corretamente.</strong></p><p>O levantamento foi feito pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), a partir da investigação independente conduzida pelo Grupo de Atuação Especializada em Segurança P&uacute;blica (Gaesp).</p><p>O Gaesp já ouviu mais de 200 agentes envolvidos em confrontos armados, a partir da identificação daqueles que registraram consumo de munição no dia da operação. Os depoimentos auxiliam no esclarecimento das circunstâncias da ação.</p><p>A operação foi deflagrada nos Complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, contra o Comando Vermelho, e deixou mais de 120 mortos, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-11/sobe-para-cinco-os-policiais-mortos-na-operacao-contencao-no-rio">incluindo cinco policiais</a>. </p><p>Em abril, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF),<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/moraes-determina-que-rio-envie-pf-videos-da-operacao-contencao"> concedeu prazo de 90 dias</a> para a Pol&iacute;cia Federal (PF) realizar per&iacute;cia nas imagens captadas pelas câmeras corporais dos policiais que participaram da Operação Contenção.</p><h2>Ilegalidades</h2><p><strong>At&eacute; o momento, o MPRJ apresentou oito den&uacute;ncias contra 27 policiais militares por ilegalidades praticadas durante a operação, envolvendo apropriação de armamento, furto de peças de ve&iacute;culos, invasões de domic&iacute;lio, constrangimento de moradores, subtração de bens e tentativas de obstrução ou desligamento de câmeras corporais.</strong></p><p>Tamb&eacute;m já foram iniciados os depoimentos dos presos da operação, para registrar uma perspectiva diversa e complementar dos acontecimentos daquele dia. </p><p>Entre as providências iniciais estão a instauração de Procedimento Investigat&oacute;rio Criminal (PIC) aut&ocirc;nomo, o monitoramento em tempo real pelo plantão de operações e o acionamento dos protocolos previstos na ADPF 635, conhecida como ADPF das Favelas.</p><p>O MPRJ tamb&eacute;m fez uma busca ativa de familiares das pessoas mortas, para possibilitar oitivas, cadastramento e acompanhamento institucional dos interessados em receber informações sobre o andamento das investigações. </p><h2>Recomendação</h2><p>No campo preventivo e de controle externo, o MPRJ expediu, em dezembro de 2025, Recomendação aos secretários de Segurança P&uacute;blica, Pol&iacute;cia Civil e Pol&iacute;cia Militar para edição de Protocolo Conjunto de Atuação em operações policiais, com medidas de redução de riscos, mitigação de danos e contenção da letalidade.</p><p>Em março deste ano, nova Recomendação foi dirigida &agrave;s mesmas autoridades para o aprimoramento do planejamento, execução e monitoramento do uso das câmeras operacionais portáteis (COPs), visando maior eficácia dessa ferramenta tecnol&oacute;gica.  </p>]]></content:encoded>
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