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		<title>Polícia - Eu, Rio!</title>
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		<copyright>Copyright 2026 eurio.com.br</copyright>
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		<item>
			<title>Rio: MPF vai à Justiça cobrar plano de redução da letalidade policial</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95406/rio-mpf-vai-a-justica-cobrar-plano-de-reducao-da-letalidade-policial.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 18:24:48 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal (MPF) solicitou &agrave; Justiça Federal a concretização do plano para reduzir as mortes por intervenção policial no estado do Rio de Janeiro. O plano &eacute; uma determinação da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) de 2017 e cabe ao governo e &agrave; União.Na ação, que tramita na 26ª Vara Federal C&iacute;vel, o MPF pede que os &oacute;rgãos comprovem de forma detalhada quais são as metas e as pol&iacute;ticas de redução da ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><figcaption class="wp-caption-text" itemprop="caption"><p><strong>O Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal (MPF) solicitou &agrave; Justiça Federal a concretização do plano para reduzir as mortes por intervenção policial no estado do Rio de Janeiro. O plano &eacute; uma determinação da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) de 2017 e cabe ao governo e &agrave; União.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702741&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702741&amp;o=node"></p><p>Na ação, que tramita na 26ª Vara Federal C&iacute;vel, o MPF pede que os &oacute;rgãos comprovem de forma detalhada quais são as metas e as pol&iacute;ticas de redução da letalidade policial implementadas. <strong>Na avaliação do MPF, diante do n&uacute;mero recorde de pessoas mortas em ações policiais recentes, como a Operação Contenção, em outubro de 2025, com 122 pessoas assassinadas, e da análise de documentos do governo do Rio, não &eacute; poss&iacute;vel comprovar o cumprimento da sentença da CIDH.</strong></p><p>A União tamb&eacute;m anexou na ação materiais sem comprovar a elaboração e a execução de planos e metas, segundo o Minist&eacute;rio P&uacute;blico.</p><p><strong>"&Eacute; necessário apresentar medidas concretas, com metas mensuráveis, prazos, responsáveis, indicadores e mecanismos de acompanhamento capazes de demonstrar resultados efetivos na redução da violência policial", disse o &oacute;rgão, em nota.</strong></p><p>O governo do Rio alega ter cumprido a sentença ao atender as medidas da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, conhecida como a ADPF das Favelas. Em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF), a ADPF criou regras para operações policiais no estado, em 2020.</p><p>Antes, os &iacute;ndices de mortes em decorrência de intervenção policial tinham disparado, levando a sociedade civil a recorrer ao STF. Foi quando, ao ser eleito governador, ainda em 2018, o ex-juiz Wilson Witzel exaltou o uso letal da força afirmando: "A pol&iacute;cia vai mirar na cabecinha e... fogo". A declaração foi dada em entrevista &agrave; imprensa.  </p><p>De acordo com o MPF, as medidas apresentadas pelo governo do Rio no contexto da ADPF não comprovam a implementação de uma pol&iacute;tica de redução da letalidade policial no estado com metas claras e concretas. <strong>Em abril de 2025, o STF tamb&eacute;m reconheceu limitações no plano entregue &agrave; Corte.</strong></p><p>&Agrave; <strong>Agência Brasil,</strong> o governo do Rio reiterou as mesmas medidas e informou que a Secretaria de Estado de Pol&iacute;cia Militar adota "um conjunto permanente de medidas" voltadas &agrave; redução da violência e ao aprimoramento da atuação policial. "São cursos, instruções e treinamentos e atualizações", mencionou, em nota.</p><p>O MPF sustenta que as medidas determinadas pela CIDH não podem ser consideradas cumpridas apenas pela publicação de atos normativos ou pela apresentação de documentos. "O cumprimento exige pol&iacute;ticas p&uacute;blicas efetivas, capazes de produzir resultados e sujeitas a acompanhamento e reavaliação", frisa o &oacute;rgão, em nota.</p><p>Segundo o Minist&eacute;rio P&uacute;blico, na ação, o governo do Rio se limitou a relatar cursos, treinamentos, compra de equipamento, al&eacute;m de monitoramento da letalidade por meio da produção de dados, sem comprovar a existência de uma pol&iacute;tica para este fim.</p><p>Sem o plano de redução da letalidade policial, o MPF argumenta ainda que cresce o n&uacute;mero de assassinatos citando dados do Anuário Brasileiro de Segurança P&uacute;blica 2026. <strong>A publicação revela que o n&uacute;mero de mortes decorrentes de intervenção policial no Rio passou de 703 pessoas, em 2024, para 798, em 2025, um aumento de 13,5%. O estado registrou 4,6 mortes decorrentes de intervenção policial por 100 mil habitantes, acima da m&eacute;dia nacional de 3,1.</strong></p><p>O MPF tamb&eacute;m faz referência &agrave;s 122 pessoas assassinadas na Operação Contenção, em outubro de 2025, nos Complexos da Penha e do Alemão, e considerada a mais letal da hist&oacute;ria, apesar das restrições da ADPF. "O epis&oacute;dio evidencia a insuficiência das medidas adotadas at&eacute; então para cumprir a determinação da CIDH", analisa.</p><p>O tribunal internacional determinou a criação do plano de redução da letalidade policial na sentença que avaliou a participação de forças de segurança do governo do Rio de Janeiro nas <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/organizacoes-lancam-documento-sobre-chacinas-da-favela-nova-brasilia" target="_blank">chacinas da Favela Nova Bras&iacute;lia,</a> ocorrida em 1994, e no Complexo do Alemão, em 1995, ambas na capital fluminense. Na ocasião, 26 pessoas foram executadas, sendo que três mulheres, duas, ainda adolescentes, foram estupradas por agentes.</p><p>Al&eacute;m de responsabilizar o estado pelas chacinas, a Corte ordenou a reabertura de investigações e medidas de reparação &agrave;s v&iacute;timas e familiares.</p><br></figcaption>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Jos&eacute; Cruz ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Polícia caça membros de quadrilha do CV da Comunidade da Árvore Seca no Complexo do Lins</title>
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			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 20:21:43 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Disque Den&uacute;ncia solicita informações sobre membros de uma quadrilha atuante na Comunidade da Árvore Seca, localizada no Complexo do Lins, associada &agrave; facção Comando Vermelho (CV).Esses criminosos estão envolvidos em roubo de ve&iacute;culos, lavagem de dinheiro, fraudes eletr&ocirc;nicas e adulteração de sinais identificadores, operando de maneira estruturada e constante.Nesta quinta-feira (17), o Disque Den&uacute;ncia (2253-1177) divulga um cartaz de criminosos...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Disque Den&uacute;ncia solicita informações sobre membros de uma quadrilha atuante na Comunidade da Árvore Seca, localizada no Complexo do Lins, associada &agrave; facção Comando Vermelho (CV).</p><p style="text-align: justify;">Esses criminosos estão envolvidos em roubo de ve&iacute;culos, lavagem de dinheiro, fraudes eletr&ocirc;nicas e adulteração de sinais identificadores, operando de maneira estruturada e constante.</p><p style="text-align: justify;">Nesta quinta-feira (17), o Disque Den&uacute;ncia (2253-1177) divulga um cartaz de criminosos procurados para ajudar nas investigações da Delegacia de Roubos e Furtos de Autom&oacute;veis (DRFA), visando coletar informações que possam levar &agrave; localização e prisão dos integrantes de uma quadrilha que atua na Comunidade da Árvore Seca, no Complexo do Lins, no Lins de Vasconcelos, e na área do Grande M&eacute;ier, na Zona Norte do Rio, e que são vinculados &agrave; organização criminosa Comando Vermelho (CV). Os procurados são: Vitor Francisco Carlos J&uacute;nior, conhecido como “Turco ou Putão ou Plutão”, de 47 anos; Lucas Lira Ferreira Silva, apelidado de “Macumbinha”, de 27; Ramon da Silva Foly dos Santos, conhecido como “Foly”, de 28; Renan Folly Gomes, de 27; Vitor Leandro de Souza, apelidado de “Flash ou Chokito”, de 29; João Vitor Lira Ferreira, de 23; Vinicius Pereira dos Santos, conhecido como “Zerde”, de 28; e Gabriel Correa Chrisostomo da Silva, de 22 anos.</p><p style="text-align: justify;">A Pol&iacute;cia Civil executou, na &uacute;ltima terça-feira (15), uma operação para capturar integrantes dessa quadrilha. A ação foi realizada por agentes da DRFA-CAP (Delegacia de Roubos e Furtos de Autom&oacute;veis da Capital), com o suporte do DGPE (Departamento-Geral de Pol&iacute;cia Especializada) e da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais). Conforme as investigações, os suspeitos estariam relacionados a roubos de ve&iacute;culos, receptação, adulteração de sinais identificadores de autom&oacute;veis e fraudes eletr&ocirc;nicas. Celulares e cartões bancários roubados das v&iacute;timas tamb&eacute;m foram utilizados em golpes. Uma outra investigação foca em um grupo acusado de realizar roubos de ve&iacute;culos na zona do Grande M&eacute;ier. Segundo a pol&iacute;cia, os membros atuavam de forma organizada, com funções definidas entre eles.</p><p style="text-align: justify;">Três pessoas foram presas, duas delas em flagrante. Uma delas era o criminoso Victor Hugo Martins Rocha, conhecido como "Puma". Ele era apontado pelas investigações como um dos responsáveis por receber, adulterar e enviar carros roubados para outros estados, como o Mato Grosso. O criminoso exibia ve&iacute;culos de luxo, dinheiro e armas em perfis nas redes sociais, o que chamou a atenção da pol&iacute;cia nas investigações.  </p><p style="text-align: justify;">O Complexo do Lins serve como base operacional para esses grupos, prestando apoio &agrave; execução dos crimes e ao escoamento dos ve&iacute;culos roubados. Sua localização permite um acesso rápido a vias importantes da Zona Norte e a outras áreas da cidade, ampliando a atuação das quadrilhas. As investigações, que surgiram de fontes distintas, convergem para os mesmos alvos e para a mesma região, revelando a coordenação entre grupos criminosos no Complexo do Lins.</p><p style="text-align: justify;">Eles operavam de maneira estruturada e permanente, com divisão de tarefas, usando ve&iacute;culos roubados para financiar suas atividades criminosas e expandir a presença do grupo na área. A quadrilha especializada em roubos de ve&iacute;culos foi identificada como equipe “R7”, com uma atuação violenta e coordenada na região do Grande M&eacute;ier, principalmente nas proximidades do Complexo do Lins, operando em grupos de cerca de quatro criminosos, utilizando ve&iacute;culos de apoio e motocicletas para abordar as v&iacute;timas com ameaças graves, subtraindo os ve&iacute;culos e itens pessoais como celulares, cartões de cr&eacute;dito, e principalmente j&oacute;ias, rel&oacute;gios, carteiras, documentos, notebooks, tablets e chaves de casas das v&iacute;timas, e tendo registros policiais em vários crimes desde 2024.</p><p style="text-align: justify;">Durante a investigação, os agentes tamb&eacute;m examinaram as redes sociais utilizadas pelos membros do grupo. “Um perfil associado a um dos alvos, Vitor Francisco, o “Turco”, exibia ve&iacute;culos de alto valor, dinheiro em esp&eacute;cie, armas de fogo e outros itens aparentemente relacionados &agrave;s atividades criminosas”, detalhou a pol&iacute;cia especializada. </p><p style="text-align: justify;">Diante dos fatos, e das investigações realizadas pela DRFA/CAP, a Autoridade Policial da especializada requereu junto &agrave; Justiça, um mandado de prisão, que foi deferido pela 5ª Vara Criminal da Capital, Esp&eacute;cie de prisão Preventiva, pelo crime de Organização Criminosa. </p><p style="text-align: justify;"><b>Funções dentro do grupo criminoso: </b></p><p style="text-align: justify;">1 - Vitor Francisco Carlos J&uacute;nior, vulgo “Turco ou Putão ou Plutão” - l&iacute;der da parte baixa da Comunidade da Árvore Seca, sendo o chefe principal do grupo criminoso.</p><p style="text-align: justify;">2 - Lucas Lira Ferreira Silva, vulgo “Macumbinha” - coordenava a gerência dos ve&iacute;culos que seriam roubados. Em seu desfavor ainda consta um mandado de prisão, expedido pela 16ª Vara Criminal da Capital, Esp&eacute;cie de prisão: Preventiva, pelo crime de Roubo Qualificado por Lesão Corporal de natureza grave. </p><p style="text-align: justify;">3 - Ramon da Silva Foly dos Santos, vulgo “Foly” - principal responsável pelo uso indevido dos cartões de cr&eacute;dito roubados , contas bancárias e celulares das v&iacute;timas.  Com esses roubos ele chegou a movimentar R$ 500 mil reais em transações ilegais. Situação penal: preso no dia 09 de março de 2023, pelo crime de Receptação e liberado/Alvará de Soltura, no dia 11 de março de 2023.</p><p style="text-align: justify;">4 - Renan Folly Gomes - integrante do grupo que praticava os roubos.</p><p style="text-align: justify;">5 - Vitor Leandro de Souza, vulgo “Flash ou Chokito”, - integrante do grupo que praticava os roubos. </p><p style="text-align: justify;">Contra ele ainda consta mais quatro mandados de prisão, sendo um pela 3ª Câmara Criminal, pelo crime de Roubo, Esp&eacute;cie de prisão: Por condenação transitada em julgado onde fora a 8 anos de prisão, em regime fechado; outro pela 17ª Vara Criminal, por Roubo, Esp&eacute;cie de prisão: Preventiva; outro pela 40ª Vara Criminal, Esp&eacute;cie de prisão: Preventiva , pelo crime de Furto Qualificado e um tamb&eacute;m pela 17ª Vara Criminal, Esp&eacute;cie de prisão: Preventiva, pelo crime de Roubo Qualificado. </p><p style="text-align: justify;">Situação Penal: três passagens pelo sistema prisional, em 06 agosto de 2017, por tráfico de drogas; saindo na Audiência de Cust&oacute;dia, dois dias ap&oacute;s sua prisão.  Voltou a ser preso em outubro de 2020, por tráfico de drogas, saindo com relaxamento da prisão em março de 2021 e, finalmente foi preso novamente em setembro de 2021, por roubo, sendo absolvido em junho de 2022. </p><p style="text-align: justify;">6 - João Vitor Lira Ferreira - integrante do grupo que praticava os roubos. Contra ele ainda constam mais dois mandados de prisão, sendo um pela 21ª Vara Criminal, Esp&eacute;cie de prisão: Preventiva , pelo crime de Roubo Qualificado e pela 33ª Vara Criminal, Esp&eacute;cie de prisão: Preventiva, pelo crime de Roubo mediante Grave Ameaça . Situação Penal: Cadastrado como sendo de “Alta Periculosidade”, sendo preso em abril de 2021, por Roubo, estando atualmente, em Prisão Albergue Domiciliar (PAD), desde setembro de 2022, com suspensão do livramento condicional em razão do suposto cometimento de novo delito em 10/05/2024, bem como determinou a restauração das condições de cumprimento do regime aberto para o apenado. </p><p style="text-align: justify;">7 - Vinicius Pereira dos Santos, vulgo “Zerde” - integrante do grupo que praticava os roubos.</p><p style="text-align: justify;">8 - Gabriel Correa Chrisostomo da Silva - Batedor - sua função &eacute; ir &agrave; frente (ou ao redor) do grupo para monitorar a pol&iacute;cia, escolher v&iacute;timas e garantir que o caminho esteja livre para a fuga ou transporte do carro roubado. Situação Penal: Cadastrado no sistema prisional como sendo de “Alta Periculosidade”. Preso em 19 de março de 2024, pelo crime dos artigos 180, caput, e 311, §2º, III, do C&oacute;digo Penal tratam, respectivamente, dos crimes de receptação dolosa comum e de condução/utilização de ve&iacute;culo com sinal identificador adulterado e Corrupção de Menores,  saindo em Liberdade Provis&oacute;ria em 24 de março do mesmo ano, cinco dias ap&oacute;s sua prisão.</p><p style="text-align: justify;">A colaboração da comunidade &eacute; muito importante para ajudar as forças de segurança a encontrar criminosos que estão nas ruas de forma irregular. Se você notar atividades suspeitas ou souber onde está algu&eacute;m que desobedece ordens judiciais, pode fazer uma den&uacute;ncia de forma an&ocirc;nima e segura.</p><p style="text-align: justify;">Para isso, use o Disque Den&uacute;ncia do Rio de Janeiro pelo telefone 2253-1177. O serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. Ele garante sigilo total sobre a identidade de quem liga.</p><p style="text-align: justify;">Tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel enviar informações pelo aplicativo do Disque Den&uacute;ncia RJ ou pelo WhatsApp Anonimizado /DD: (021) 2253-1177, uma t&eacute;cnica que remove ou muda detalhes que podem identificar a pessoa que faz a den&uacute;ncia.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o Pol&iacute;cia Civil/Disque Den&uacute;ncia ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Justiça emite 29 mandados de busca e apreensão contra o Comando Vermelho em Paraty</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95333/justica-emite-29-mandados-de-busca-e-apreensao-contra-o-comando-vermelho-em-paraty.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 15:48:02 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) obteve, junto &agrave; 4ª Vara das Garantias, 29 mandados de busca e apreensão contra investigados por integrarem o Comando Vermelho em Paraty. As ordens judiciais foram cumpridas nesta quarta-feira (16/09) pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE) e do 5º Departamento...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="texto"><p>O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) obteve, junto &agrave; 4ª Vara das Garantias, 29 mandados de busca e apreensão contra investigados por integrarem o Comando Vermelho em Paraty. As ordens judiciais foram cumpridas nesta quarta-feira (16/09) pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE) e do 5º Departamento de Polícia de &Aacute;rea (5º DPA), em endereços em Paraty, Angra dos Reis, Nova Iguaçu, na capital e em dois presídios.</p><p>O inqu&eacute;rito policial, conduzido pela DRE, pela 1ª Promotoria de Justiça de Paraty e pelo GAECO/MPRJ, apura a expansão das áreas sob domínio da facção na turística cidade do Sul Fluminense. Segundo as apurações, já foram identificados o aumento das extorsões contra comerciantes e prestadores de serviços, a expansão do tráfico e da circulação de armas, al&eacute;m da disseminação de casos de violência extrema na localidade.</p><p>As investigações apontam que, embora o Centro Hist&oacute;rico de Paraty não esteja sob domínio territorial ostensivo, o crime organizado avança sobre áreas pr&oacute;ximas, como a Ilha das Cobras, utilizada como ponto estrat&eacute;gico para o armazenamento, preparo e distribuição de drogas, al&eacute;m de ser local onde há imposição de cobranças ilícitas sobre serviços.</p><p>Nesse contexto de avanço sobre as atividades econ&ocirc;micas da região, o GAECO/MPRJ apura relatos de que traficantes foram responsáveis por incendiar estabelecimentos cujos proprietários se recusaram a pagar as "taxas", incluindo com&eacute;rcios pertencentes &agrave; população tradicional da região, os caiçaras. Tamb&eacute;m foram registrados casos em que vítimas e testemunhas foram ameaçadas de morte e expulsas de suas residências.</p><p>Ainda de acordo com o GAECO/MPRJ, a liderança da organização &eacute; exercida por Marcel Espírito Santo Souza, conhecido como "Cebolão"; João Pedro Ferreira Francisco, o "JP"; e Marcelo Silva de Melo Dutra Júnior, o "Marcelinho". Os três já estão presos e, a pedido do MPRJ, o Juízo determinou a transferência deles para uma penitenciária de segurança máxima. A medida integra as providências adotadas no âmbito da investigação, que busca reunir provas e outros elementos sobre a atuação da organização criminosa em Paraty.</p><p>Os nomes dos demais investigados e da empresa não serão divulgados em razão do sigilo das investigações, que estão em andamento. </p><p><br></p></div><div class="tags"><div class="tag"><br></div></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Justiça do Rio condena homem a 42 anos de prisão por feminicídio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95326/justica-do-rio-condena-homem-a-42-anos-de-prisao-por-feminicidio.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95326/justica-do-rio-condena-homem-a-42-anos-de-prisao-por-feminicidio.html</guid>
			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 12:06:34 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Conselho de Sentença do 3º Tribunal do Júri de Niter&oacute;i condenou, nesta terça-feira (15), Uilian Anderson Silva a 42 anos de prisão, em regime fechado, pelo feminicídio de sua companheira, Elizabeth de Lima Mendonça.O crime ocorreu em janeiro de 2025, dentro da casa do casal, no bairro de Icaraí, em Niter&oacute;i, região metropolitana do Rio. Os jurados concluíram que Elizabeth foi morta por razões relacionadas &agrave; sua condição de mulher.De acordo com a sentença, a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O <a href="https://www.tjrj.jus.br/institucional/secretarias-gerais/sglog/manual-da-direcao-do-forum/organizacao-predial/eventos/tribunal-do-juri" target="_blank">Conselho de Sentença do 3º Tribunal do Júri de Niter&oacute;i</a> condenou, nesta terça-feira (15), Uilian Anderson Silva a 42 anos de prisão, em regime fechado, pelo feminicídio de sua companheira, Elizabeth de Lima Mendonça.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702457&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702457&o=node"></p><p>O crime ocorreu em janeiro de 2025, dentro da casa do casal, no bairro de Icaraí, em Niter&oacute;i, região metropolitana do Rio. Os jurados concluíram que Elizabeth foi morta por razões <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/feminicidio-1" target="_blank">relacionadas &agrave; sua condição de mulher</a>.</p><p><strong>De acordo com a sentença, a vítima, de 46 anos, foi atacada ao manifestar a intenção de se separar ap&oacute;s quase 20 anos de convivência. A Justiça considerou que o r&eacute;u atacou a vítima com golpes de faca no pescoço e a deixou agonizando, sem prestar socorro. </strong>O laudo apontou lesões graves, incluindo ferimentos compatíveis com degolamento.</p><p>Os jurados tamb&eacute;m reconheceram o emprego de meio cruel e de recurso que dificultou a defesa da vítima. Na sentença, a juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, que presidiu a sessão, destacou a brutalidade do crime e considerou que o ataque ocorreu quando a vítima estava desarmada e sem possibilidade de receber ajuda.</p><p>Al&eacute;m da pena privativa de liberdade, a sentença condenou o r&eacute;u ao pagamento de R$ 10 mil de indenização por danos morais &agrave; família da vítima.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Diego Carvalho/TJ-RJ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Violência muda rotina e escolhas de 98% das mulheres brasileiras</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95324/violencia-muda-rotina-e-escolhas-de-98-das-mulheres-brasileiras.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 11:55:31 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Oito em cada dez mulheres no pa&iacute;s (78%) afirmam já ter sofrido pelo menos um tipo de violência. Quase todas as brasileiras (98%) recorrem a estrat&eacute;gias para reduzir riscos de sofrer violência no dia a dia. A sensação de insegurança que atinge as mulheres faz com que elas mudem comportamentos e limita suas escolhas em relação a lazer, mobilidade, trabalho e estudo.Os resultados estão na pesquisa de opinião Segurança das Mulheres: Percepção da Sociedade Brasileira sobre ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Oito em cada dez mulheres no pa&iacute;s (78%) afirmam já ter sofrido pelo menos um tipo de violência. Quase todas as brasileiras (98%) recorrem a estrat&eacute;gias para reduzir riscos de sofrer violência no dia a dia. A sensação de insegurança que atinge as mulheres faz com que elas mudem comportamentos e limita suas escolhas em relação a lazer, mobilidade, trabalho e estudo.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702422&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702422&amp;o=node"></p><p>Os resultados estão na pesquisa de opinião Segurança das Mulheres: Percepção da Sociedade Brasileira sobre Violência”, realizada pelos institutos Patr&iacute;cia Galvão e Locomotiva, com apoio da Uber. O levantamento será apresentado nesta quarta-feira (16), no painel (In)segurança das Mulheres e Mobilidade, durante o 20º Encontro do F&oacute;rum Brasileiro de Segurança P&uacute;blica.</p><p>Para a pesquisa, foram ouvidas 1,5 mil pessoas de 16 anos ou mais, de todas as regiões do pa&iacute;s, entre os dias 22 e 30 de abril de 2026, por meio de entrevistas digitais de autopreenchimento. A margem de erro &eacute; de 2,8 pontos percentuais.</p><p>O medo da violência faz parte da vida cotidiana da maioria dos brasileiros, mas afeta as mulheres de maneira ainda mais intensa, de acordo com os dados. <strong>Entre as entrevistadas, 94% afirmam se sentirem inseguras diante da violência no dia a dia, contra 84% dos homens. Nos deslocamentos pela cidade, 94% das mulheres e 90% dos homens dizem sentir medo da violência.</strong></p><blockquote><p>“A pesquisa mostra que o medo da violência atravessa a forma como as mulheres vivem e circulam pelas cidades. E esse medo não surge do nada, ele &eacute; alimentado por experiências concretas de violência, vividas pelas pr&oacute;prias mulheres ou compartilhadas por outras ao seu redor”, afirma a diretora de Pesquisa do Instituto Locomotiva, Ma&iacute;ra Saruê.</p></blockquote><p>Para a população em geral, as mulheres são percebidas como mais vulneráveis do que os homens em diversas formas de violência, principalmente dom&eacute;stica, sexual, psicol&oacute;gica e f&iacute;sica. <strong>A violência dom&eacute;stica, por exemplo, &eacute; motivo de temor para seis em cada dez brasileiras.</strong></p><p>Al&eacute;m disso, os espaços de lazer e o transporte p&uacute;blico estão entre os locais em que as mulheres se sentem menos protegidas: <strong>41% não se sentem nada segura em bares, festas e baladas e 42% não se sentem nada segura em pontos de &ocirc;nibus e estações. Dentro dos transportes p&uacute;blicos, 33% dizem não se sentir nada segura.</strong></p><p>“Na prática, mulheres e homens não vivem a cidade da mesma maneira já que, para as mulheres, o acesso aos espaços e &agrave;s oportunidades &eacute; constantemente condicionado pela preocupação com a pr&oacute;pria segurança”, mencionou Ma&iacute;ra.<br> </p><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/RkGDpAAYvC-CjILlqvxvmEgUJMs=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/09/15/img-20260914-wa0069.jpg?itok=vXNOA2R1" alt="Bras&iacute;lia (DF), 15/09/2026 - Violência muda rotina e escolhas de 98% das mulheres brasileiras. Foto: Institutos Patr&iacute;cia Galvão e Locomotiva/Divulgação" title="Institutos Patr&iacute;cia Galvão e Locomotiva/Divulgação"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><div class="meta"><strong>Fonte: Institutos Patr&iacute;cia Galvão e Locomotiva</strong></div><div class="meta"><strong><br></strong></div></div></div><h2>Restrições por medo</h2><p>O cenário de violência e insegurança leva quase a totalidade das mulheres (98%) a adotar no dia a dia ao menos uma das medidas pesquisadas para reduzir o risco de sofrer violência. <strong>Evitar determinados locais &eacute; a estrat&eacute;gia mais comum, citada por 90% das entrevistadas.</strong></p><p>Outras medidas mostram o grau de vigilância incorporado &agrave; rotina: 88% evitam compartilhar informações pessoais ou sua localização nas redes sociais, 84% evitam usar o celular na rua, 83% avisam algu&eacute;m sobre seus deslocamentos e horários, e 83% evitam sair &agrave; noite.</p><p>As mulheres tamb&eacute;m evitam o uso de aplicativos bancários no celular quando estão na rua (80%), compartilham sua localização com pessoas de confiança (77%), mudam trajetos habituais (69%), chamam carro ou moto por aplicativo para não precisar andar pelas ruas (66%) e pedem para algu&eacute;m acompanhá-las quando saem de casa (66%).</p><p><strong>Para evitar situações de violência, 62% das mulheres já mudaram hábitos de lazer, e 58% deixaram de frequentar lugares de que gostavam</strong>. Mais da metade (56%) já preferiu utilizar algum meio de transporte em vez de ir a p&eacute;, mesmo quando o destino era pr&oacute;ximo. Al&eacute;m disso, 27% praticam ou já praticaram t&eacute;cnicas de defesa pessoal, e 26% carregam itens de proteção pessoal, como<em> spray</em> de pimenta ou alarme pessoal.</p><p>As decisões relacionadas &agrave; vida profissional e acadêmica tamb&eacute;m são afetadas.<strong> A pesquisa mostra que 45% das mulheres afirmam já ter deixado de aproveitar oportunidades de trabalho ou estudo por causa do medo da violência. Al&eacute;m disso, 44% já pensaram em mudar de bairro ou cidade para se sentirem mais seguras.</strong></p><blockquote><p>“Os dados desta pesquisa confirmam algo que já v&iacute;nhamos observando em nosso trabalho cotidiano: a insegurança deixou de ser uma percepção pontual e se transformou numa rotina de cálculos e ren&uacute;ncias silenciosas, em que quase todas as mulheres brasileiras precisam evitar lugares, mudar trajetos, abrir mão do lazer ou reconsiderar at&eacute; uma oportunidade de trabalho por medo da violência”, ressaltou a diretora executiva do Instituto Patr&iacute;cia Galvão, Vera Vieira.</p></blockquote><h2>Poder P&uacute;blico e eleições</h2><p>A pesquisa concluiu que, para as entrevistadas, a prevenção e o enfrentamento da violência no dia a dia são responsabilidades que devem envolver diferentes instituições p&uacute;blicas. As pol&iacute;cias Militar e Civil são apontadas por 73% das entrevistadas como responsáveis por essa atuação, seguidas pelo governo federal (69%), governo estadual (69%) e governo municipal (66%).</p><p>No entanto, a maioria das mulheres avalia de forma negativa a atuação das instituições no combate &agrave; violência. Entre os piores resultados estão os representantes do Legislativo, com 74% de avaliação negativa, o governo estadual (72%), o Poder Judiciário (71%) e o governo federal (71%).</p><p>Al&eacute;m disso,<strong> para 78% das entrevistadas, as propostas de combate &agrave; violência contra mulheres nas ruas e no transporte p&uacute;blico influenciarão na decisão de voto nas pr&oacute;ximas eleições.</strong><br> </p><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/WIXnwEpz-tDaUEG9ilURdKD09lE=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/910072-metro_mulheres_vagao%20_13.jpg?itok=O4bJSZL-" alt="Bras&iacute;lia - O metr&ocirc; da cidade já conta com um vagão exclusivo para mulheres. Conhecido como Vagão Rosa, a maioria das usuárias disse se sentir mais segura contra abuso sexuais (Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)" title="Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><div class="meta">O Vagão Rosa, destinado a mulheres, funciona no metr&ocirc; de Bras&iacute;lia - <strong>Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil</strong></div><div class="meta"><strong><br></strong></div></div></div><p>Para Vera Vieira, os resultados da pesquisa mostram que a segurança das mulheres não &eacute; uma pauta setorial, mas uma condição para o exerc&iacute;cio pleno da cidadania. “Por isso, reforçamos a urgência de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que ampliem os canais de den&uacute;ncia, melhorem a infraestrutura das cidades e enfrentem as desigualdades que sustentam esse cenário”, acrescentou.</p><p><strong>Na avaliação de 95% das entrevistadas, &eacute; importante ampliar os canais de den&uacute;ncia e apoio &agrave;s v&iacute;timas de violência. </strong>A transformação dos espaços urbanos tamb&eacute;m aparece com destaque, com 93% das mulheres indicando a importância de melhorar a infraestrutura das cidades, incluindo transporte p&uacute;blico, iluminação e espaços p&uacute;blicos.</p><p>A pesquisa aponta que 93% consideram importante criar e ampliar pol&iacute;ticas espec&iacute;ficas de proteção &agrave;s mulheres, com benef&iacute;cios indiretos para os homens e para a população em geral, e realizar esforços de prevenção, como medidas de educação e mudança cultural.</p><p>Reduzir as desigualdades sociais e econ&ocirc;micas como parte das estrat&eacute;gias de prevenção e enfrentamento da violência foi outra medida apontada por 92% das mulheres.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcelo Camargo/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Megaoperação contra o crime organizado bloqueia mais de R$ 508 milhões</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95323/megaoperacao-contra-o-crime-organizado-bloqueia-mais-de-rs-508-milhoes.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 11:52:38 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) deflagrou, nesta quarta-feira (16), dezenas de ações simultâneas em 19 estados brasileiros para prender mais de uma centena de suspeitos de terem v&iacute;nculos com facções criminosas.Desde as primeiras horas da manhã, os agentes cumprem 106 mandados de prisão e 173 de busca e apreensão de provas.As ordens judiciais incluem medidas cautelares patrimoniais, como o bloqueio e o sequestro de mais de R$ 508 milhões em bens de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A <a href="https://www.gov.br/senappen/pt-br/assuntos/inteligencia-penal/ficco-forca-integrada-de-combate-ao-crime-organizado" target="_blank">Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco)</a> deflagrou, nesta quarta-feira (16), dezenas de ações simultâneas em 19 estados brasileiros para prender mais de uma centena de suspeitos de terem v&iacute;nculos com facções criminosas.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702483&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702483&amp;o=node"></p><p>Desde as primeiras horas da manhã, os agentes cumprem 106 mandados de prisão e 173 de busca e apreensão de provas.</p><p>As ordens judiciais incluem medidas cautelares patrimoniais, como o bloqueio e o sequestro de mais de R$ 508 milhões em bens de integrantes de organizações criminosas.</p><p><strong>Segundo o Minist&eacute;rio da Justiça e Segurança P&uacute;blica, a ação mobilizou 20 bases da Ficco, em 19 unidades federativas, contra supostos esquemas de tráfico de drogas e de armas, lavagem de dinheiro e outros delitos relacionados ao crime organizado.</strong></p><p>Em cada estado, a operação recebeu um nome diferente, ainda que, em conjunto, integrem a quarta fase da chamada Operação Força Integrada.</p><h2>Tocantins</h2><p><strong>Em Tocantins, onde a 2ª Vara Federal determinou o bloqueio do maior volume de recursos financeiros sob suspeita (at&eacute; R$ 412,5 milhões).</strong></p><p>A chamada Operação Rota Araguaia 2 mirou o suposto n&uacute;cleo responsável pelo suporte log&iacute;stico e financeiro de uma organização criminosa especializada no tráfico internacional de drogas e na lavagem de capitais. </p><p><strong>O objetivo da medida, segundo a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/policia-federal" target="_blank">Pol&iacute;cia Federal (PF)</a>, &eacute; descapitalizar a suposta estrutura criminosa e assegurar a reparação de eventuais danos causados por atividades il&iacute;citas.</strong></p><h2>Mato Grosso do Sul</h2><p>O segundo maior volume de bens e valores sequestrados judicialmente, R$ 75 milhões, foi registrado em Mato Grosso do Sul.</p><p><strong>Os agentes cumprem 14 mandados de busca e apreensão e dois de prisão contra alvos localizados tamb&eacute;m em Mato Grosso e Pernambuco. </strong></p><p>Durante a investigação, foram apreendidos mais de 250 quilos de coca&iacute;na e 60 quilos de haxixe.</p><h2>Bahia</h2><p><strong>Na Bahia, a Operação Eirene 2 resultou no bloqueio e sequestro patrimonial de mais de R$ 12 milhões dos investigados. </strong></p><p>Eles são suspeitos de cometer crimes como tráfico de drogas, homic&iacute;dios, extorsão, lavagem de dinheiro e posse ilegal de armas. </p><p>Estão sendo cumpridos 57 mandados de busca e apreensão e 45 de prisão.</p><h2>Outros estados</h2><p>Tamb&eacute;m ocorreram ações nos seguintes estados</p><ol><li>Acre;</li><li>Alagoas;</li><li>Amapá;</li><li>Ceará;</li><li>Esp&iacute;rito Santo;</li><li>Goiás;</li><li>Mato Grosso;</li><li>Minas Gerai;</li><li>Pará;</li><li>Paraná;</li><li>Pernambuco;</li><li>Rio Grande do Norte;</li><li>Rio Grande do Sul;</li><li>Roraima;</li><li>Sergipe.</li></ol><p>Coordenada pela PF, mas sem relação de hierarquia, a força atua de forma conjunta e re&uacute;nem:</p><ul><li>agentes das pol&iacute;cias civis,</li><li>militares e policiais penais dos estados,</li><li>guardas municipais,</li><li>policiais rodoviários federais</li><li>integrantes de secretarias estaduais de Segurança P&uacute;blica e da Secretaria Nacional de Pol&iacute;ticas Penais.</li></ul><p>O modelo usa a inteligência compartilhada e a atuação coordenada para desarticular facções criminosas de forma integrada em todos os estados e no Distrito Federal.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Pol&iacute;cia Federal/divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Justiça aceita denúncia contra 5 acusados de matar ciclista no Rio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95320/justica-aceita-denuncia-contra-5-acusados-de-matar-ciclista-no-rio.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95320/justica-aceita-denuncia-contra-5-acusados-de-matar-ciclista-no-rio.html</guid>
			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 11:32:28 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Os cinco acusados de matar o ciclista Claudio Rafael Landeiro Moreira em Copacabana, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro, se tornaram r&eacute;us. A Justiça do Rio de Janeiro aceitou a den&uacute;ncia do Minist&eacute;rio P&uacute;blico (MPRJ) contra Davi Santos Machado, Jorge Luiz Ricardo Dias, Felipe Eduardo dos Santos Silva, Ailton Jos&eacute; da Silva e Wellington Luiz Santos de Souza.Com isso, eles passam a responder pelo crime de homic&iacute;dio qualificado, fundamentado "em...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Os cinco acusados de matar o ciclista Claudio Rafael Landeiro Moreira em Copacabana, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro, se tornaram r&eacute;us. </strong>A Justiça do Rio de Janeiro aceitou a den&uacute;ncia do Minist&eacute;rio P&uacute;blico (MPRJ) contra Davi Santos Machado, Jorge Luiz Ricardo Dias, Felipe Eduardo dos Santos Silva, Ailton Jos&eacute; da Silva e Wellington Luiz Santos de Souza.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702471&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702471&amp;o=node"></p><p>Com isso, <strong>eles passam a responder pelo crime de homic&iacute;dio qualificado, fundamentado "em agressões f&iacute;sicas brutais registradas por câmeras de segurança, laudos periciais e depoimentos colhidos na investigação", segundo nota divulgada pelo Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ).</strong></p><p><strong>O ciclista foi espancado at&eacute; a morte, em 12 de agosto, depois de ter sido acusado, injustamente, de furtar uma bicicleta. O equipamento era de sua pr&oacute;pria irmã.</strong></p><p>Al&eacute;m de instaurar a ação penal, o ju&iacute;zo decretou a prisão preventiva dos cinco r&eacute;us. Quatro deles já estavam presos. Como Wellington Luiz Santos de Souza fugiu para o Paraguai, em agosto, tamb&eacute;m foi determinada a inclusão de seu nome na Difusão Vermelha da Interpol para permitir sua localização, prisão no exterior e posterior extradição.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Atuação integrada das forças de segurança reduz em 19,9% registros durante o Rock in Rio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95302/atuacao-integrada-das-forcas-de-seguranca-reduz-em-19-9-registros-durante-o-rock-in-rio.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 17:26:55 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A atuação integrada das forças estaduais de segurança durante os sete dias do Rock in Rio resultou em uma redução de 19,9% no n&uacute;mero de registros de ocorrências no festival, em comparação com o mesmo per&iacute;odo de 2024, segundo levantamento da Pol&iacute;cia Civil.A queda tamb&eacute;m foi observada em tipos espec&iacute;ficos de ocorrência. Os procedimentos relacionados a furtos diminu&iacute;ram 17,5% em 2026, enquanto os registros envolvendo especificamente o furto de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="x1yc453h x1hpqcdg x1ekroe6 xutxfr x1fie51u xgyxj25 xkyrhof x1elgs31 x1fv8qjw x1tbvfm1 xb72syl x1iew0xx x1c2l018 x14l7nz5 xuw7688 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj" dir="ltr">A atuação integrada das forças estaduais de segurança durante os sete dias do Rock in Rio resultou em uma redução de 19,9% no n&uacute;mero de registros de ocorrências no festival, em comparação com o mesmo per&iacute;odo de 2024, segundo levantamento da Pol&iacute;cia Civil.</p><p class="x1yc453h x1hpqcdg x1ekroe6 xutxfr x1fie51u xgyxj25 xkyrhof x1elgs31 x1fv8qjw x1tbvfm1 xb72syl x1iew0xx x1c2l018 x14l7nz5 xuw7688 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj" dir="ltr">A queda tamb&eacute;m foi observada em tipos espec&iacute;ficos de ocorrência. Os procedimentos relacionados a furtos diminu&iacute;ram 17,5% em 2026, enquanto os registros envolvendo especificamente o furto de telefones celulares apresentaram redução de 10,3% em relação ao mesmo per&iacute;odo de 2024.</p><p class="x1yc453h x1hpqcdg x1ekroe6 xutxfr x1fie51u xgyxj25 xkyrhof x1elgs31 x1fv8qjw x1tbvfm1 xb72syl x1iew0xx x1c2l018 x14l7nz5 xuw7688 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj" dir="ltr">A edição deste ano tamb&eacute;m marcou a estreia da Coordenadoria de Operações com Aeronaves Não Tripuladas (COANT) em grandes eventos. Outra novidade foi a atuação do N&uacute;cleo de Repressão aos Crimes Contra o Patrim&ocirc;nio (Nupatri), que empregou policiais civis &agrave; paisana na Cidade do Rock para identificar suspeitos e interromper ações criminosas, principalmente relacionadas a furtos e receptação de celulares.</p><h3 class="x1yc453h x1c3i2sq x1gtpwm6 x1s688f x1i21sxh xladpa3 x1iykcro x1hpqcdg x1fie51u xgyxj25 xkyrhof x1fv8qjw xj1urod x14l7nz5 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj" dir="ltr">PM intercepta cinco drones em área restrita</h3><p class="x1yc453h x1hpqcdg x1ekroe6 xutxfr x1fie51u xgyxj25 xkyrhof x1elgs31 x1fv8qjw x1tbvfm1 xb72syl x1iew0xx x1c2l018 x14l7nz5 xuw7688 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj" dir="ltr">No sábado (12/9), cinco drones que sobrevoavam sem autorização a área restrita da Cidade do Rock foram identificados e apreendidos pela Pol&iacute;cia Militar. Os equipamentos tiveram os voos interrompidos por meio de um sistema antidrones, que está em fase de testes pela corporação.</p><p class="x1yc453h x1hpqcdg x1ekroe6 xutxfr x1fie51u xgyxj25 xkyrhof x1elgs31 x1fv8qjw x1tbvfm1 xb72syl x1iew0xx x1c2l018 x14l7nz5 xuw7688 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj" dir="ltr">Os cinco drones foram apreendidos e os três operadores identificados foram encaminhados &agrave; unidade da Pol&iacute;cia Civil responsável pelo registro da ocorrência. A medida teve como objetivo preservar a segurança do p&uacute;blico e impedir sobrevoos não autorizados em uma área de grande concentração de pessoas.</p><p class="x1yc453h x1hpqcdg x1ekroe6 xutxfr x1fie51u xgyxj25 xkyrhof x1elgs31 x1fv8qjw x1tbvfm1 xb72syl x1iew0xx x1c2l018 x14l7nz5 xuw7688 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj" dir="ltr">Na semana anterior, durante uma ação coordenada pela Secretaria de Segurança P&uacute;blica, outro drone não autorizado já havia sido apreendido ap&oacute;s sobrevoar a área restrita da Cidade do Rock. Policiais militares localizaram o piloto, apreenderam o equipamento e conduziram o homem e o proprietário do drone &agrave; delegacia da Pol&iacute;cia Civil instalada dentro do evento.</p><h3 class="x1yc453h x1c3i2sq x1gtpwm6 x1s688f x1i21sxh xladpa3 x1iykcro x1hpqcdg x1fie51u xgyxj25 xkyrhof x1fv8qjw xj1urod x14l7nz5 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj" dir="ltr">Suspeitos de roubo são presos no entorno</h3><p class="x1yc453h x1hpqcdg x1ekroe6 xutxfr x1fie51u xgyxj25 xkyrhof x1elgs31 x1fv8qjw x1tbvfm1 xb72syl x1iew0xx x1c2l018 x14l7nz5 xuw7688 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj" dir="ltr">Policiais militares do Comando de Policiamento de Proximidade (CPP), que atuavam em apoio ao Rock in Rio, foram acionados por um pedestre que relatou um roubo em andamento nas proximidades do BRT Bosque da Barra.</p><p class="x1yc453h x1hpqcdg x1ekroe6 xutxfr x1fie51u xgyxj25 xkyrhof x1elgs31 x1fv8qjw x1tbvfm1 xb72syl x1iew0xx x1c2l018 x14l7nz5 xuw7688 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj" dir="ltr">A equipe seguiu at&eacute; o local e identificou três suspeitos correndo em direção a uma área de mata. Um cerco tático foi realizado com o apoio de agentes da Guarda Municipal e de policiais do 6º BPM.</p><p class="x1yc453h x1hpqcdg x1ekroe6 xutxfr x1fie51u xgyxj25 xkyrhof x1elgs31 x1fv8qjw x1tbvfm1 xb72syl x1iew0xx x1c2l018 x14l7nz5 xuw7688 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj" dir="ltr">Dois suspeitos foram capturados e reconhecidos pelas v&iacute;timas. Com eles, foram recuperados um aparelho celular pertencente a uma das v&iacute;timas e um rev&oacute;lver que teria sido utilizado para ameaçá-las.</p><p class="x1yc453h x1hpqcdg x1ekroe6 xutxfr x1fie51u xgyxj25 xkyrhof x1elgs31 x1fv8qjw x1tbvfm1 xb72syl x1iew0xx x1c2l018 x14l7nz5 xuw7688 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj" dir="ltr">Os envolvidos foram encaminhados &agrave; 16ª DP (Barra da Tijuca), onde a ocorrência foi apresentada &agrave; autoridade policial.</p><h3 class="x1yc453h x1c3i2sq x1gtpwm6 x1s688f x1i21sxh xladpa3 x1iykcro x1hpqcdg x1fie51u xgyxj25 xkyrhof x1fv8qjw xj1urod x14l7nz5 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj" dir="ltr">Lei Seca aborda mais de 3,6 mil motoristas</h3><p class="x1yc453h x1hpqcdg x1ekroe6 xutxfr x1fie51u xgyxj25 xkyrhof x1elgs31 x1fv8qjw x1tbvfm1 xb72syl x1iew0xx x1c2l018 x14l7nz5 xuw7688 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj" dir="ltr">Durante os sete dias do festival, a Operação Lei Seca abordou 3.627 condutores em fiscalizações realizadas na capital e na Região Metropolitana. As equipes atuaram tamb&eacute;m em pontos estrat&eacute;gicos definidos de acordo com a circulação do p&uacute;blico do Rock in Rio.</p><p class="x1yc453h x1hpqcdg x1ekroe6 xutxfr x1fie51u xgyxj25 xkyrhof x1elgs31 x1fv8qjw x1tbvfm1 xb72syl x1iew0xx x1c2l018 x14l7nz5 xuw7688 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj" dir="ltr">Ao todo, foram contabilizadas 746 ocorrências administrativas relacionadas &agrave; alcoolemia. Desse total, 311 apresentaram resultado positivo em situações que não caracterizavam crime de trânsito, enquanto 435 motoristas se recusaram a realizar o teste.</p><h3 class="x1yc453h x1c3i2sq x1gtpwm6 x1s688f x1i21sxh xladpa3 x1iykcro x1hpqcdg x1fie51u xgyxj25 xkyrhof x1fv8qjw xj1urod x14l7nz5 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj" dir="ltr">Bombeiros atuam principalmente na prevenção</h3><p class="x1yc453h x1hpqcdg x1ekroe6 xutxfr x1fie51u xgyxj25 xkyrhof x1elgs31 x1fv8qjw x1tbvfm1 xb72syl x1iew0xx x1c2l018 x14l7nz5 xuw7688 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj" dir="ltr">O Corpo de Bombeiros empregou 140 militares, que se revezaram durante os sete dias do festival. A atuação foi concentrada principalmente em ações preventivas.</p><p class="x1yc453h x1hpqcdg x1ekroe6 xutxfr x1fie51u xgyxj25 xkyrhof x1elgs31 x1fv8qjw x1tbvfm1 xb72syl x1iew0xx x1c2l018 x14l7nz5 xuw7688 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj" dir="ltr">Desde a abertura do evento, na sexta-feira (4/9), as equipes foram acionadas para apenas um incidente de menor gravidade dentro da Cidade do Rock. Não houve registro de ocorrências de maior gravidade durante o per&iacute;odo.</p><p class="x1yc453h x1hpqcdg x1ekroe6 xutxfr x1fie51u xgyxj25 xkyrhof x1elgs31 x1fv8qjw x1tbvfm1 xb72syl x1iew0xx x1c2l018 x14l7nz5 xuw7688 x1pjt2rx x160d6zm xrxpjvj" dir="ltr">No entorno do Parque Ol&iacute;mpico, o Grupamento de Busca e Salvamento da Barra da Tijuca atendeu a oito ocorrências, entre elas quedas de motocicleta, colisões e um princ&iacute;pio de incêndio.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Doação da BAT Brasil torna análises  do Disque Denúncia 48 vezes mais rápidas</title>
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			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 15:38:45 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Disque Denúncia do Rio de Janeiro apresentou nesta quinta-feira (10), uma nova aplicação de inteligência artificial integrada &agrave; Dora, sua assistente virtual, viabilizada por um aporte de R$ 600 mil realizado pela BAT Brasil. A personagem, que já participa de todas as campanhas da organização, agora poderá apoiar a análise de dados em tempo real, com leitura, classificação, acompanhamento e alerta de tudo o que for recebido pelo canal de denúncias, considerando inclusive a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Disque Denúncia do Rio de Janeiro apresentou nesta quinta-feira (10), uma nova aplicação de inteligência artificial integrada &agrave; Dora, sua assistente virtual, viabilizada por um aporte de R$ 600 mil realizado pela BAT Brasil. A personagem, que já participa de todas as campanhas da organização, agora poderá apoiar a análise de dados em tempo real, com leitura, classificação, acompanhamento e alerta de tudo o que for recebido pelo canal de denúncias, considerando inclusive a base de mais de 3 milhões de denúncias recebidas pela plataforma desde 1995, quando foi criada.  </p><p>A parceria reforça o apoio da BAT Brasil ao ecossistema de segurança pública, principalmente a iniciativas que promovam o uso de tecnologia e inteligência na para prevenção da criminalidade. Os recursos destinados pela empresa foram usados pelo Disque Denúncia na renovação de seu parque tecnol&oacute;gico e na aceleração do desenvolvimento da ferramenta de IA. O objetivo foi ampliar a capacidade de recebimento de denúncias, processamento, triagem e análise de dados. Uma consulta típica caiu de cerca de 240 minutos para aproximadamente 5 minutos, com resposta at&eacute; 48 vezes mais rápida.</p><p>“A tecnologia está no centro da nossa estrat&eacute;gia de inovação e &eacute; uma ferramenta fundamental para gerar impacto positivo na sociedade. Encontramos nesta parceria uma convergência muito clara entre a missão do Disque Denúncia e aquilo que a BAT Brasil pode oferecer de mais relevante: conhecimento, investimento e tecnologia para ampliar a eficiência na análise de dados e fortalecer iniciativas que contribuem para a segurança pública. Temos uma relação hist&oacute;rica com o estado do Rio de Janeiro e acreditamos que apoiar soluções inovadoras como a Dora &eacute; uma forma concreta de contribuir para um ambiente mais seguro para todos”, afirmou a CEO da BAT Brasil, Claudia Woods.</p><p>O diretor-geral do Disque Denúncia, Renato Almeida, destacou que a iniciativa reforça a combinação entre experiência humana e tecnologia para dar mais eficiência &agrave; rotina analítica da instituição, sem substituir o olhar t&eacute;cnico das equipes. Na prática, o time de analistas que antes fazia uma análise estática, um retrato de um momento, agora pode programar a ferramenta para organizar as informações, mapear temas sensíveis, rodar consultas parametrizadas de forma automatizada em tempo real. </p><p>“Essa parceria com a BAT Brasil nos permitiu dar um salto de capacidade analítica. Saímos de um modelo em que cada pergunta exigia mobilizar especialistas para buscar, tratar e transformar os dados para outro em que a informação pode ser consultada em linguagem natural e apresentada visualmente em minutos. Isso fortalece o trabalho dos nossos analistas, amplia nossa capacidade de acompanhamento em tempo real e representa um avanço importante para a sociedade em geral”, declarou o diretor-geral do Disque Denúncia. </p><p><br></p><p>Cinco ganhos do Disque Denúncia com a IA*</p><p>•	Mais velocidade nas análises: uma consulta típica caiu de cerca de 240 minutos para aproximadamente 5 minutos, com resposta at&eacute; 48 vezes mais rápida.</p><p>•	Redução do tempo de produção: no caso comparado, houve queda de 97,9% no tempo necessário para gerar a análise.</p><p>•	Mais capacidade analítica: em certos recortes, o sistema pode explorar at&eacute; 1.382.400 combinações dimensionais, cruzando assunto, territ&oacute;rio, hora e período.</p><p>•	Mais eficiência do trabalho especializado: em um cenário de 10 solicitações por mês, a ferramenta pode liberar cerca de 470 horas por ano, o equivalente a quase 59 jornadas de oito horas.</p><p>•	Acompanhamento contínuo da operação: indicadores que antes eram vistos depois, como o congestionamento dos canais de denúncia, podem ser acompanhados em tempo real, permitindo redução de gargalos e maior otimização.</p><p>*Cálculos realizados com base em exemplos reais da rotina do Disque Denúncia.  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Justiça converte em preventiva prisão em flagrante de acusado de matar a própria mãe</title>
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			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 15:37:53 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Núcleo de Atuação Perante a Central de Audiência de Cust&oacute;dia da Capital do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (NACAC/MPRJ) obteve, nesta segunda-feira (14/09), a conversão da prisão em flagrante em preventiva de Leonardo Barbosa de Souza Junior, acusado de matar a pr&oacute;pria mãe, em Maricá, na Região Metropolitana.De acordo com os autos, Leonardo disse ter encontrado a mãe já sem vida, dentro da piscina de casa, com sinais de afogamento. Mas o laudo...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="texto"><p>O Núcleo de Atuação Perante a Central de Audiência de Cust&oacute;dia da Capital do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (NACAC/MPRJ) obteve, nesta segunda-feira (14/09), a conversão da prisão em flagrante em preventiva de Leonardo Barbosa de Souza Junior, acusado de matar a pr&oacute;pria mãe, em Maricá, na Região Metropolitana.</p><p>De acordo com os autos, Leonardo disse ter encontrado a mãe já sem vida, dentro da piscina de casa, com sinais de afogamento. Mas o laudo de necropsia concluiu que a morte foi provocada por asfixia mecânica decorrente de esganadura.</p><p>Na audiência de cust&oacute;dia, o NACAC/MPRJ sustentou a necessidade da prisão preventiva para garantir a ordem pública, dada a gravidade concreta dos fatos, bem como pela necessidade de se evitar reiteração delitiva. Al&eacute;m disso, a prisão tem como objetivo evitar interferências na investigação.</p><p><br></p></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Acusada de matar a mãe em São Gonçalo tem prisão preventiva decretada</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95293/acusada-de-matar-a-mae-em-sao-goncalo-tem-prisao-preventiva-decretada.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 12:09:41 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Núcleo de Atuação Perante a Central de Audiência de Cust&oacute;dia do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (NACAC/MPRJ) obteve, na sexta-feira (11/09), a prisão preventiva de Priscilane Morais de Oliveira, acusada de matar a pr&oacute;pria mãe, Delza Maria Alves Costa, de 77 anos, com golpes de martelo, em São Gonçalo, região metropolitana do Rio.De acordo com as investigações, Priscilane acreditava que a mãe mantinha um relacionamento com seu companheiro havia...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Núcleo de Atuação Perante a Central de Audiência de Cust&oacute;dia do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (NACAC/MPRJ) obteve, na sexta-feira (11/09), a prisão preventiva de Priscilane Morais de Oliveira, acusada de matar a pr&oacute;pria mãe, Delza Maria Alves Costa, de 77 anos, com golpes de martelo, em São Gonçalo, região metropolitana do Rio.</p><p>De acordo com as investigações, Priscilane acreditava que a mãe mantinha um relacionamento com seu companheiro havia cerca de nove anos. Na quarta-feira (09/09), ela teria surpreendido os dois na casa da mãe e passado a golpeá-la com um martelo.</p><p>Ao decretar a prisão preventiva, a Justiça acolheu o entendimento do NACAC/MPRJ sobre a necessidade da medida diante da gravidade do crime e da forma como foi praticado. Tamb&eacute;m foram considerados os antecedentes da acusada e o risco de que sua liberdade provocasse medo e insegurança nas testemunhas, prejudicando a apuração dos fatos.  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>MPRJ cumpre mandados de busca e apreensão em Itaboraí contra milícia privada</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95292/mprj-cumpre-mandados-de-busca-e-apreensao-em-itaborai-contra-milicia-privada.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 10:58:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (CSI/MPRJ), estãoo cumprindo três mandados de busca e apreensão, em endereços residenciais e em uma empresa, todos em Itaboraí. As diligências, com apoio do 35º Batalhão de Polícia Militar, são contra contra investigados por constituir uma milícia e extorquir moradores de um condomínio residencial em Itaboraí.As investigações tiveram início ap&oacute;s denúncias...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="titulo portlet-title-text"><p>Agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (CSI/MPRJ), estãoo cumprindo três mandados de busca e apreensão, em endereços residenciais e em uma empresa, todos em Itaboraí. As diligências, com apoio do 35º Batalhão de Polícia Militar, são contra contra investigados por constituir uma milícia e extorquir moradores de um condomínio residencial em Itaboraí.</p><p>As investigações tiveram início ap&oacute;s denúncias an&ocirc;nimas encaminhadas ao MPRJ relatarem que um síndico de um condomínio foi coagido por homens armados a contratar determinada empresa para a prestação do serviço de segurança privada, que antes era pago diretamente aos vigilantes. </p><p>Ap&oacute;s os epis&oacute;dios, a empresa foi contratada. Segundo as apurações, a segurança foi mantida exatamente da mesma forma, com os mesmos vigilantes, escalas e equipamentos, por&eacute;m pelo dobro do valor cobrado anteriormente.      </p></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Irmãos usam criptomoedas para lavar R$ 1 milhão em fraudes na venda de celulares e gadgets</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95255/irmaos-usam-criptomoedas-para-lavar-rs-1-milhao-em-fraudes-na-venda-de-celulares-e-gadgets.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 13:12:15 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Núcleo de Combate aos Crimes Cibern&eacute;ticos do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (CyberGAECO/MPRJ) denunciou dois homens por lavagem de dinheiro em um esquema envolvendo golpes na venda de equipamentos eletr&ocirc;nicos e o uso de criptomoedas para ocultar os valores obtidos com os crimes. O MPRJ identificou a aquisição de mais de R$ 1 milhão em criptoativos com recursos provenientes de golpes praticados na região de Volta Redonda e Barra Mansa.Os...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div>O Núcleo de Combate aos Crimes Cibern&eacute;ticos do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (CyberGAECO/MPRJ) denunciou dois homens por lavagem de dinheiro em um esquema envolvendo golpes na venda de equipamentos eletr&ocirc;nicos e o uso de criptomoedas para ocultar os valores obtidos com os crimes. O MPRJ identificou a aquisição de mais de R$ 1 milhão em criptoativos com recursos provenientes de golpes praticados na região de Volta Redonda e Barra Mansa.</div><div>Os denunciados são os irmãos Luiz Guilherme Silva Gonçalves e Luiz Henrique Silva Gonçalves, responsáveis pela loja Elgui Store. Luiz Guilherme já havia sido preso em Foz do Iguaçu, no Paraná, e Luiz Henrique está foragido.</div><div>Al&eacute;m de receber a denúncia e decretar as prisões, o Juízo da 2ª Vara Especializada em Organização Criminosa determinou o bloqueio e o sequestro de bens, valores e criptoativos dos acusados.</div><div>De acordo com as investigações, os irmãos anunciavam equipamentos eletr&ocirc;nicos, sobretudo celulares, a preços abaixo dos praticados no mercado, mas não entregavam os produtos. Centenas de celulares teriam sido comercializados sem a efetiva entrega. O MPRJ já havia oferecido diversas denúncias contra os r&eacute;us por estelionato, al&eacute;m de ter ajuizado ação civil pública em razão dos prejuízos causados aos consumidores. Na nova denúncia, o CyberGAECO detalha as operações realizadas para ocultar a origem dos recursos obtidos com os crimes.</div><div>Com o uso de softwares especializados de rastreamento, os promotores identificaram a aquisição de criptoativos no período em que os crimes eram praticados, bem como a plataforma (exchange) para a qual os recursos foram enviados. A denúncia relata que uma empresa intermediou a aquisição de aproximadamente US$ 200 mil em criptomoedas pelos acusados, na esp&eacute;cie de USDT, que possui valor fixo equivalente ao d&oacute;lar (stablecoin).</div><div>Segundo o CyberGAECO, a conversão dos valores em criptoativos em período concomitante com os golpes e a utilização de uma exchange que não coopera com as autoridades brasileiras evidenciam a finalidade de blindagem patrimonial. Al&eacute;m da condenação pelo crime de lavagem de capitais, o MPRJ pediu &agrave; Justiça a fixação de indenização mínima de R$ 1,08 milhão.  </div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>STJ mantém bicheiro Rogério de Andrade em presídio federal de segurança máxima</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95251/stj-mantem-bicheiro-rogerio-de-andrade-em-presidio-federal-de-seguranca-maxima.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 10:33:29 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da Subprocuradoria-Geral de Justiça de Recursos Constitucionais e da Assessoria de Recursos Constitucionais Criminais, obteve decisão no Superior Tribunal de Justiça (STJ) que garante a permanência do bicheiro Rog&eacute;rio de Andrade em presídio federal de segurança máxima. O ministro relator deu provimento ao recurso especial interposto pelo MPRJ e restabeleceu a decisão de primeiro grau que havia determinado a ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="texto"><p>O Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da Subprocuradoria-Geral de Justiça de Recursos Constitucionais e da Assessoria de Recursos Constitucionais Criminais, obteve decisão no Superior Tribunal de Justiça (STJ) que garante a permanência do bicheiro Rog&eacute;rio de Andrade em presídio federal de segurança máxima. O ministro relator deu provimento ao recurso especial interposto pelo MPRJ e restabeleceu a decisão de primeiro grau que havia determinado a prorrogação da cust&oacute;dia do acusado em estabelecimento penal federal.</p><p>O MPRJ demonstrou que o ac&oacute;rdão recorrido violou a legislação e o entendimento consolidado pelo STJ ao exigir a existência de fatos novos para justificar a permanência do preso no sistema federal. Ao acolher os argumentos do Minist&eacute;rio Público, o relator ressaltou que, para a renovação da medida, &eacute; suficiente a persistência dos motivos que fundamentaram a transferência inicial, desde que demonstrados em decisão devidamente fundamentada.</p><p>Nesse sentido, a decisão do STJ destaca que o Juízo de primeiro grau havia indicado elementos concretos para a manutenção de Rog&eacute;rio de Andrade em presídio federal: a posição de liderança em organização criminosa, o cenário de disputa violenta pelo controle da exploração do jogo do bicho, a influência sobre agentes públicos para o desenvolvimento de suas atividades criminosas e o parecer da Diretoria da Polícia Penal Federal contrário ao retorno do custodiado ao sistema prisional estadual.</p><p>"O fundamento nuclear da cust&oacute;dia federal, neste caso, reside na capacidade de o recorrido projetar influência sobre o sistema prisional fluminense e sobre &oacute;rgãos estaduais de segurança pública. A permanência no Sistema Penitenciário Federal existe justamente para neutralizar esse tipo de ascendência", descreve a decisão do STJ.</p><p>Rog&eacute;rio de Andrade foi denunciado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) pelo homicídio qualificado de Fernando Iggnacio, ocorrido em novembro de 2020, no estacionamento de um heliporto no Recreio dos Bandeirantes. A 1ª Vara Criminal da Capital já decidiu que o acusado será submetido a júri popular.</p><div class="tag"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Rog&eacute;rio de Andrade, da Nova C&uacute;pula do Bicho, ser&aacute; levado a j&uacute;ri popular, acusado de ser o mandante do rival Fernando Iggnacio. Foto: Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>PF está com celular de Vorcaro e afirma poder enviar dados a ministros</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95228/pf-esta-com-celular-de-vorcaro-e-afirma-poder-enviar-dados-a-ministros.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sun, 13 Sep 2026 14:58:22 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Pol&iacute;cia Federal (PF) informou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, que os dados extra&iacute;dos do telefone celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro estão preservados, sob a guarda da instituição.A PF informou que está de posse do aparelho e do material original extra&iacute;do dele, com lacres &iacute;ntegros e com os mecanismos de verificação de integridade digital.Acrescentou ainda que tem “plenas condições t&eacute;cnicas” para...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A Pol&iacute;cia Federal (PF) informou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, que os dados extra&iacute;dos do telefone celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro estão preservados, sob a guarda da instituição.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702232&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702232&amp;o=node"></p><p>A PF informou que está de posse do aparelho e do material original extra&iacute;do dele, com lacres &iacute;ntegros e com os mecanismos de verificação de integridade digital.</p><p><strong>Acrescentou ainda que tem “plenas condições t&eacute;cnicas” para encaminhar c&oacute;pia idêntica dos dados a todos os ministros que a solicitaram. Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin já manifestaram interesse em receber a &iacute;ntegra desses dados.</strong></p><p>A informação prestada pela PF neste domingo (13) ocorreu em resposta a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-09/fachin-da-24-horas-para-pf-enviar-informacoes-sobre-celular-de-vorcaro" target="_blank">um pedido de Fachin</a>, ocorrido na noite de ontem (12). O presidente do STF havia solicitado informações sobre a cust&oacute;dia do material extra&iacute;do do celular de Vorcaro e o estado em que ele se encontrava.</p><p><strong>Em sua solicitação &agrave; PF, o presidente da Corte citou a negativa do ministro Andr&eacute; Mendonça, relator do caso Master, para dar acesso ao material.</strong></p><p>Segundo Mendonça, a m&iacute;dia que está em seu gabinete &eacute; uma c&oacute;pia de segurança, “lacrada” e “inacess&iacute;vel”, “a ser utilizada apenas em caso de necessidade ou em decorrência da perda ou do extravio do material original”, que está com a PF.</p><p><strong>A PF, por sua vez, informou que recebeu pedido do gabinete de Mendonça e encaminhou a c&oacute;pia dos dados.</strong></p><p>A Procuradoria-Geral da Rep&uacute;blica (PGR) <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-09/pgr-repete-pedido-por-acesso-integral-dados-de-vorcaro" target="_blank">tamb&eacute;m se manifestou neste sábado</a>, reiterando ao presidente do STF a necessidade de que todos os ministros da Corte tenham acesso integral aos dados extra&iacute;dos do celular de Vorcaro antes da sessão marcada para terça-feira (15). Um dia antes, a PGR já havia feito a mesma solicitação.</p><h2>Liberação parcial</h2><p>Fachin determinou a derrubada do sigilo das investigações envolvendo o Banco Master, mas Andr&eacute; Mendonça fez uma liberação parcial do conte&uacute;do, sem acesso &agrave; m&iacute;dia extra&iacute;da do celular do ex-banqueiro nem mesmo aos ministros do STF.</p><p>Na manifestação de sexta-feira, a PGR sustentou que a manutenção do conte&uacute;do sob acesso restrito compromete a igualdade de condições entre os integrantes da Corte.</p><p>“Tal providência &eacute; necessária para que seja assegurado a todos os Ministros o conhecimento de todas as informações relevantes para o julgamento, já que a subsistência de acesso assim&eacute;trico ao acervo informativo compromete a paridade entre os integrantes da Corte e, em &uacute;ltima análise, a pr&oacute;pria colegialidade que deve presidir o julgamento”, escreveu o procurador-geral da Rep&uacute;blica, Paulo Gonet.</p><p>   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto:  Marcelo Camargo/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Vandro Família, investigado por crimes de extermínio, tem candidatura vetada no TRE do Rio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95199/vandro-familia-investigado-por-crimes-de-exterminio-tem-candidatura-vetada-no-tre-do-rio.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 13:01:22 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Na sessão plenária desta quinta-feira (10), realizada no Palácio da Democracia, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) indeferiu o registro de candidatura de Vandro Lopes Gonçalves, o Vandro Família, que concorre pela Federação PSDB Cidadania ao cargo de deputado estadual. Por unanimidade, a Corte entendeu que havia “indícios robustos, graves e convergentes de envolvimento com organização criminosa armada”, conforme destacou o relator do processo, desembargador...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Na sessão plenária desta quinta-feira (10), realizada no Palácio da Democracia, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) indeferiu o registro de candidatura de Vandro Lopes Gonçalves, o Vandro Família, que concorre pela Federação PSDB Cidadania ao cargo de deputado estadual. Por unanimidade, a Corte entendeu que havia “indícios robustos, graves e convergentes de envolvimento com organização criminosa armada”, conforme destacou o relator do processo, desembargador Guilherme Calmon. <br> <br>O indeferimento teve como fundamento o artigo 17, parágrafo 4º, da Constituição Federal, que estabelece, entre os princípios aplicáveis aos partidos políticos, a proibição de utilização de organização paramilitar. Ao julgar procedente a ação de impugnação apresentada pela Procuradoria Regional Eleitoral, a Corte considerou o hist&oacute;rico de vinculação do candidato a uma estrutura miliciana com domínio territorial e poder paralelo, com atuação no município de Mag&eacute;. Vandro Família foi alvo de investigações efetuadas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/RJ), Polícia Civil e Polícia Federal, associando o candidato a crimes de extermínio.  <br>  <br>“A Justiça Eleitoral não está julgando culpa criminal para fins de apenamento repressivo, mas aferindo se o conjunto de elementos oficiais denotam inserção de sua trajet&oacute;ria em estrutura paramilitar com potencial de macular normalidade e legitimidade das eleições”, afirmou o magistrado. </p><p>O Colegiado do TRE-RJ já havia indeferido outros quatro pedidos de registro por associação a organizações criminosas, referentes aos candidatos a deputado estadual Val Ceasa (PRD), Renato Machado (Federação Brasil da Esperança - PT/PcdoB/PV) e Diego Jos&eacute; Alba (Federação PSDB Cidadania), e ao candidato a deputado federal Paulo Lomenha (Mobiliza). Em todos os casos citados, cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). </p><p><span style="font-size: 18px;">Charles Cozzolino, do MDB, não apresentou certidões criminais e com isso ficou sem registro</span></p><p>Na mesma sessão, o candidato a deputado estadual Charles Cozzolino, do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), teve o registro indeferido por ausência de documentação exigida pela legislação eleitoral. A decisão foi unânime.</p><p>Mesmo ap&oacute;s notificação pela Justiça Eleitoral, o candidato não apresentou certidões criminais da Justiça Estadual de primeiro e segundo graus, entre outros documentos. O candidato não demonstrou ainda o afastamento da causa de inelegibilidade inscrita em seu cadastro eleitoral, que teve como fundamento o  artigo 1º, I, “e”, da Lei Complementar 64/1990. O dispositivo estabelece que são inelegíveis para qualquer cargo os cidadãos condenados criminalmente, em decisão transitada em julgado ou proferida por &oacute;rgão judicial colegiado, desde a condenação at&eacute; o transcurso do prazo de oito anos ap&oacute;s o cumprimento da pena. </p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=PgykqFmIRZ8">Acesse a íntegra da sessão de julgamento</a>. </p><p><br></p><p>Processos relacionados: 0602290-91.2026.6.19.0000 (Vandro Família); 0601213-47.2026.6.19.0000 (Cozzolino).  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Vando Fam&iacute;lia, da Federa&ccedil;&atilde;o PSDB Cidadania, teve candidatura indeferida pelo TRE, diante das investiga&ccedil;&otilde;es por supostamente integrar grupo de exterm&iacute;nio. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o PSDB]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>TRE nega registros a primeira-dama do CV, bicheiro, irmão de Marcinho VP e homem de 'Milícia de Gravata'</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95197/tre-nega-registros-a-primeira-dama-do-cv-bicheiro-irmao-de-marcinho-vp-e-homem-de-milicia-de-gravata.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95197/tre-nega-registros-a-primeira-dama-do-cv-bicheiro-irmao-de-marcinho-vp-e-homem-de-milicia-de-gravata.html</guid>
			<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 12:03:28 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Ontem, sexta-feira (11), o colegiado do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) indeferiu o registro dos candidatos Mariana de Souza (Federação União Progressista), João Drumond (Federação Renovação Solidária -PRD-Solidariedade) e Cristiano Santos Herm&oacute;genes (Avante),  por associação com organização criminosa, com base no artigo 17, parágrafo 4ª da Constituição Federal.A candidata ao cargo de deputada federal Mariana de Souza  (Federação União...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr">Ontem, sexta-feira (11), o colegiado do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) indeferiu o registro dos candidatos Mariana de Souza (Federação União Progressista), João Drumond (Federação Renovação Solidária -PRD-Solidariedade) e Cristiano Santos Herm&oacute;genes (Avante),  por associação com organização criminosa, com base no artigo 17, parágrafo 4ª da Constituição Federal.</p><p dir="ltr">A candidata ao cargo de deputada federal Mariana de Souza  (Federação União Progressista) teve o registro indeferido pela Corte Eleitoral fluminense em decisão unânime, fundamentada no vínculo da candidata com organização criminosa. Ela &eacute; esposa de Wilson Marques de Albuquerque, conhecido por Z&eacute; Dirceu e como Alex, vice-líder da facção Comando Vermelho no estado de Alagoas. Condenado por tráfico de drogas, ele está foragido. </p><p dir="ltr">Os membros da Corte destacaram a concentração de votos em áreas que comprovadamente sofrem a influência do Comando Vermelho, al&eacute;m de doações de campanha feitas por pessoa com condenação por tráfico. Para o TRE-RJ, essa candidatura, portanto, não representa um projeto aut&ocirc;nomo, mas uma tentativa de infiltração do Comando Vermelho no Poder Legislativo.</p><p dir="ltr">Na mesma sessão, o candidato ao cargo de deputado estadual João Drumond (Federação Renovação Solidária - PRD/Solidariedade) teve o seu registro indeferido pela Corte Eleitoral fluminense. </p><p dir="ltr">Por maioria, os membros entenderam que as provas, analisadas de forma integrada e contextualizada, contemplando tamb&eacute;m sua atuação política em territ&oacute;rios conflagrados e sua influência como diretor financeiro da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) e presidente da Imperatriz Leopoldinense, demonstram a instrumentalização direta da sua candidatura com organização criminosa. </p><p dir="ltr">O candidato a deputado estadual Cristiano Santos Herm&oacute;genes (Avante) tamb&eacute;m teve seu processo de registro de candidatura indeferido pela Corte. Por unanimidade, os membros entenderam que, pelas provas dos autos, o candidato, irmão do traficante conhecido como Marcinho VP, atua de forma perene e funcional como braço político do Comando Vermelho. </p><p dir="ltr">O relator do processo citou investigações e demais procedimentos criminais, como posse ou porte de armas, que Cristiano Herm&oacute;genes estaria envolvido para justificar que a sua atuação, com foco no município de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, se enquadra na vedação constitucional para participação no pleito.</p><p dir="ltr">MILÍCIA DE GRAVATA </p><p dir="ltr">Luiz Marcos De Oliveira Muiler  (Avante), candidato a deputado federal,  tamb&eacute;m teve o registro indeferido, pelo envolvimento em organização criminosa, com práticas de peculato e lavagem de dinheiro. Para o relator do processo, desembargador Guilherme Calmon, o caso enquadra-se no conceito de “milícia de gravata”. Por maioria de votos, a Corte seguiu o entendimento do relator.</p><p dir="ltr">O Colegiado do TRE-RJ já havia indeferido outros pedidos de registro por associação a organizações criminosas, referentes aos candidatos a deputado estadual Vandro Família (Federação PSDB Cidadania), Val Ceasa (PRD), Renato Machado (Federação Brasil da Esperança - PT/PCdoB/PV) e Diego Jos&eacute; Alba (Federação PSDB Cidadania), e al&eacute;m do candidato a deputado federal Paulo Lomenha (Mobiliza), enquadrado no conceito de “milícia de gravata”.. </p><p dir="ltr">Ao final dos julgamentos desta sexta-feira, a Corte determinou o envio dos processos ao Minist&eacute;rio Público para apuração das irregularidades. De todas as decisões, cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p><p dir="ltr">Acesse a íntegra da sessão de julgamento em </p><p dir="ltr">https://www.youtube.com/watch?v=VR-ZaRQ57uI (1ª parte) e </p><p dir="ltr">https://www.youtube.com/watch?v=D_FZisRSOmY (2ª Parte).</p><p dir="ltr">Processos relacionados: RCand 0601490-63 (Mariana de Souza), 06000650-53 (João Drumond), 06011148-52 (Cristiano Santos Herm&oacute;genes), 0600908-63.2026.6.19.0000 (Luiz Marcos De Oliveira Muiler).  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Esposa do n&uacute;mero 2 na c&uacute;pula do CV em Alagoas, Mariana de Souza teve negado pelo TRE do Rio o registro como candidata a federal pelo PP. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o Instagram]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>TH Joias torna-se réu por esquema de corrupção, tráfico de drogas e contrabando de armas ligado ao CV</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95176/th-joias-torna-se-reu-por-esquema-de-corrupcao-trafico-de-drogas-e-contrabando-de-armas-ligado-ao-cv.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95176/th-joias-torna-se-reu-por-esquema-de-corrupcao-trafico-de-drogas-e-contrabando-de-armas-ligado-ao-cv.html</guid>
			<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 13:03:39 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) recebeu, nesta quinta-feira (10), denúncia do Minist&eacute;rio Público Federal (MPF) contra o ex-deputado estadual TH Joias (Thiego Raimundo de Oliveira Santos), do MDB/RJ, e outros quatro acusados de envolvimento em um esquema de corrupção, tráfico de drogas e contrabando ligado ao Comando Vermelho, investigado na Operação Zargun. Por unanimidade (seis votos), a decisão da 1ª Seção do Tribunal tornou r&eacute;us o ex-parlamentar,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) recebeu, nesta quinta-feira (10), denúncia do Minist&eacute;rio Público Federal (MPF) contra o ex-deputado estadual TH Joias (Thiego Raimundo de Oliveira Santos), do MDB/RJ, e outros quatro acusados de envolvimento em um esquema de corrupção, tráfico de drogas e contrabando ligado ao Comando Vermelho, investigado na Operação Zargun. </p><p>Por unanimidade (seis votos), a decisão da 1ª Seção do Tribunal tornou r&eacute;us o ex-parlamentar, al&eacute;m de Gabriel Dias de Oliveira (Índio), Luiz Eduardo Cunha Gonçalves (Dudu), o ex-secretário estadual Alessandro Pitombeira Carracena (Esportes), o delegado de Polícia Federal Gustavo Stteel pela prática de corrupção e outros crimes.</p><p>        <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o acolhimento pela Justiça Federal da denúncia contra o ex-deputado estadual TH Joias, que será transferido para uma penitenciária mantida pela União.</b><br></p><p> </p><p>Na denúncia, o MPF apontou a estabilidade de uma organização ligada &agrave; facção Comando Vermelho que infiltrou integrantes na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e em secretarias estaduais para atuar no com&eacute;rcio ilegal de armas trazidas a comunidades do Rio de Janeiro a partir do Paraguai. Os crimes atribuídos incluem ainda tráfico de drogas, contrabando de equipamentos antidrone e corrupção de agentes públicos. </p><p>O grupo importou clandestinamente bloqueadores de sinal de drone, de uso proibido para pessoas físicas e empresas, para sabotar e evitar o monitoramento das forças de segurança durante operações policiais.</p><p><b>Papeis dos envolvidos -</b> De acordo com o MPF, o esquema envolvia a ocupação de cargos públicos, o vazamento de dados policiais e a facilitação de vantagens ilícitas. </p><p>Na Alerj, sob a liderança de TH Joias, assessores negociavam munições de uso restrito (inclusive recolhidas em apreensões policiais), intermediavam a venda de drogas e usavam o gabinete para acomodar indicações da facção. </p><p>Nas secretarias estaduais de Casa Civil e de Defesa do Consumidor, o ex-secretário Carracena vazava dados policiais em troca de vantagens indevidas. </p><p>Já o delegado Gustavo Stteel repassava informações privilegiadas e tentava intervir em favor dos líderes do grupo em troca de cargos públicos para sua companheira, entre outras contrapartidas. </p><p>Al&eacute;m da condenação pelos crimes imputados, o MPF requereu ao TRF2 a manutenção das medidas cautelares pessoais e patrimoniais fixadas pela Justiça. O Tribunal manteve a prisão preventiva dos acusados, ordenou a transferência do ex-deputado da Alerj para penitenciária federal e deu aval ao compartilhamento de provas e uso de bens apreendidos.</p><p><b>Desmembramento -</b> Com a decisão da Justiça, o processo foi desmembrado: o núcleo central será julgado pelo TRF2, enquanto outros nove acusados fora desse núcleo (como policiais militares, assessores e intermediários) serão julgados pela primeira instância da Justiça Federal.</p><p>Ação Penal nº 5014431-82.2025.4.02.0000</p><p></p><h3><b>Denunciados e crimes atribuídos</b></h3><table><tbody><tr><td><p><b>Denunciado</b></p></td><td><p><b>Crimes atribuídos e quantidade de vezes praticadas </b></p></td></tr><tr><td><p><b>Thiego Raimundo de Oliveira Santos (“TH Joias”)</b></p></td><td><p>Organização criminosa majorada; tráfico de drogas (3x); contrabando de equipamentos (11x); corrupção ativa (13x); com&eacute;rcio ilegal de arma de fogo e munições</p></td></tr><tr><td><p><b>Gabriel Dias de Oliveira (“Índio”)</b></p></td><td><p>Organização criminosa majorada; tráfico internacional de armas de fogo (4x); com&eacute;rcio ilegal de arma de fogo e munições (6x); posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito (2); disparo de arma de fogo; tráfico de drogas (4x); contrabando de equipamentos (11x); corrupção ativa (13x)</p></td></tr><tr><td><p><b>Luiz Eduardo Cunha Gonçalves (“Dudu”)</b></p></td><td><p>Organização criminosa majorada; tráfico internacional de armas de fogo; com&eacute;rcio ilegal de arma de fogo e munições (6x); posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito; tráfico de drogas (4); contrabando de equipamentos (11x); corrupção ativa (13x)</p></td></tr><tr><td><p><b>Alessandro Pitombeira Carracena</b></p></td><td><p>Organização criminosa majorada; corrupção passiva (7x)</p></td></tr><tr><td><p><b>Gustavo Stteel</b></p></td><td><p>Organização criminosa majorada; corrupção passiva (6x)  </p></td></tr></tbody></table>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Dois PMs são denunciados pela morte a tiros da médica Andréa Martins Dias, em Cascadura</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95172/dois-pms-sao-denunciados-pela-morte-a-tiros-da-medica-andrea-martins-dias-em-cascadura.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 12:03:18 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) denunciou dois policiais militares pelo homicídio qualificado da m&eacute;dica Andr&eacute;a Marins Dias, morta a tiros ap&oacute;s seu carro ser confundido com um veículo suspeito, em Cascadura, na Zona Norte do Rio. A denúncia contra o subtenente Jos&eacute; Jorge Ferreira Dias e o segundo-sargento Raphael Gomes Damasceno, ambos lotados no 9º BPM, foi recebida...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div>O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) denunciou dois policiais militares pelo homicídio qualificado da m&eacute;dica Andr&eacute;a Marins Dias, morta a tiros ap&oacute;s seu carro ser confundido com um veículo suspeito, em Cascadura, na Zona Norte do Rio. A denúncia contra o subtenente Jos&eacute; Jorge Ferreira Dias e o segundo-sargento Raphael Gomes Damasceno, ambos lotados no 9º BPM, foi recebida nesta quarta-feira (09/09) pela 2ª Vara Criminal da Capital.</div><div>O caso ocorreu em 15 de março deste ano, quando os policiais faziam buscas por veículos suspeitos de envolvimento em roubos na região. Durante a ação, passaram a perseguir um Corolla Cross prata, mas perderam o carro de vista. Na sequência, localizaram o Corolla Cross branco dirigido por Andr&eacute;a, que deixava a casa dos pais, e efetuaram vários disparos sem confirmar se era o mesmo veículo. A vítima foi atingida no t&oacute;rax e no abd&ocirc;men e morreu ainda no local.</div><div>De acordo com a denúncia, os policiais agiram com dolo eventual ao efetuarem os disparos mesmo sem terem certeza de que se tratava do veículo procurado, assumindo o risco de atingir uma pessoa sem relação com os fatos. A acusação &eacute; baseada em imagens de câmeras de vigilância privadas e da Prefeitura, al&eacute;m de laudos periciais. Ainda segundo as investigações, os tiros atingiram a traseira do veículo e foram efetuados de surpresa, dificultando a defesa da vítima.</div><div>A pedido do GAESP/MPRJ, a Justiça determinou o afastamento dos policiais das atividades operacionais e do policiamento ostensivo, al&eacute;m da suspensão do porte funcional de arma. Os dois deverão permanecer em funções internas e estão proibidos de manter contato com testemunhas e familiares da vítima ou de se aproximar deles a menos de 300 metros.</div><div>Processo nº 0029494-91.2026.8.19.0001  </div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[PMs abriram fogo ao confundir carro da m&eacute;dica com ve&iacute;culo usado em roubos na regi&atilde;o de Cascadura. Foto: MPRJ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>PF faz operação contra desvios de dinheiro de emendas parlamentares</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95139/pf-faz-operacao-contra-desvios-de-dinheiro-de-emendas-parlamentares.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 10:06:17 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Pol&iacute;cia Federal (PF) faz, na manhã desta quinta-feira (10), a Operação Make Up, para apurar desvio de recursos p&uacute;blicos por meio de emendas parlamentares repassadas a empresa privada.São 49 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em São Paulo, no Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal.Segundo a PF, as investigações feitas at&eacute; o momento apontam a existência de organização criminosa que usou recursos p&uacute;blicos de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Pol&iacute;cia Federal (PF) faz, na manhã desta quinta-feira (10), a Operação Make Up, para apurar desvio de recursos p&uacute;blicos por meio de emendas parlamentares repassadas a empresa privada.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701992&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701992&amp;o=node"></p><p>São 49 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em São Paulo, no Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal.</p><p>Segundo a PF, as investigações feitas at&eacute; o momento apontam a existência de organização criminosa que usou recursos p&uacute;blicos de maneira irregular e sem prestação de contas. As irregularidades ocorreram at&eacute; o mês de julho deste ano.</p><p>De acordo com as autoridades, os desvios são da ordem de centenas de milhões de reais.</p><p>A Pol&iacute;cia Federal investiga a existência de crimes como peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitat&oacute;rios.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: PF]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Três PMs são presos por cobrar de clínica para oferecer policiamento VIP em Belford Roxo</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95134/tres-pms-sao-presos-por-cobrar-de-clinica-para-oferecer-policiamento-vip-em-belford-roxo.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 08:26:33 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) denunciou três policiais militares pelo crime de corrupção passiva militar. Nesta quinta-feira (10/09), o GAESP/MPRJ e a Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) cumpriram três mandados de prisão preventiva contra os denunciados, durante a sexta fase da Operação Patrinus. A ação contou com o apoio da Corregedoria-Geral da Polícia Militar e da...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div>O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) denunciou três policiais militares pelo crime de corrupção passiva militar. Nesta quinta-feira (10/09), o GAESP/MPRJ e a Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) cumpriram três mandados de prisão preventiva contra os denunciados, durante a sexta fase da Operação Patrinus. A ação contou com o apoio da Corregedoria-Geral da Polícia Militar e da Secretaria de Estado de Polícia Penal (SEPPEN).</div><div>Dois dos denunciados já estavam presos em razão de outro processo decorrente da mesma investigação. Os mandados contra eles foram cumpridos no Batalhão Especial Prisional (BEP) e no presídio Joaquim Ferreira de Souza. O terceiro denunciado foi preso em casa, no bairro Parque Rosário, em Nova Iguaçu.</div><div>De acordo com o GAESP/MPRJ, os denunciados receberam e negociaram pagamentos para oferecer policiamento privilegiado &agrave; Clínica Fênix, em Belford Roxo. O estabelecimento integrava uma rede de comerciantes e empresas chamados pelos policiais de “padrinhos”, que pagavam para receber atendimento diferenciado. Em troca, os agentes direcionavam o patrulhamento, priorizavam esses locais nas rotas e compareciam quando acionados, utilizando a estrutura da Polícia Militar para atender a interesses privados.</div><div>No caso da clínica, a investigação identificou o pagamento de R$ 50 e tratativas para que o valor chegasse a R$ 100. Mensagens extraídas do celular de um dos denunciados mostram os envolvidos discutindo a diferença entre o valor pago e o que teria sido combinado. Em uma das conversas, um dos agentes afirma que “na vez dele foi galo”, expressão usada para se referir a R$ 50, e diz ter entendido que o acordo seria de R$ 100. O outro denunciado tamb&eacute;m relata ter recebido R$ 50.</div><div>Segundo o GAESP/MPRJ, um dos policiais intermediava a relação com a clínica, negociava os valores e coordenava o atendimento pelas diferentes equipes. Outro acompanhava as tratativas e os pagamentos. O terceiro teria realizado patrulhamento direcionado ao estabelecimento, enviado ao grupo de WhatsApp fotos da atuação no local e recebido pessoalmente R$ 50. Os fatos ocorreram entre setembro e outubro de 2021, quando os três integravam o 39º BPM (Belford Roxo). Um deles foi expulso da corporação ap&oacute;s o oferecimento da denúncia. A denúncia foi recebida pela Auditoria da Justiça Militar.</div><div><b><br></b></div><div><span style="font-size: 18px;">Pistas da ação de 2024 revelaram achaque a comerciantes e venda de pistola apreendida</span></div><div><br></div><div>A Operação Patrinus teve início em maio de 2024, a partir de uma investigação envolvendo policiais militares do 39º BPM, em Belford Roxo. A análise de celulares apreendidos revelou novos integrantes e outras práticas criminosas, dando origem a sucessivos desdobramentos.</div><div>Em agosto de 2025, dez policiais militares foram presos acusados de achacar comerciantes. Em maio deste ano, o GAESP/MPRJ denunciou 11 policiais por receber propina para prestar segurança a estabelecimentos durante o expediente. No mês seguinte, quatro PMs foram denunciados por peculato e com&eacute;rcio ilegal de arma de fogo, acusados de vender uma pistola apreendida durante uma ocorrência e dividir o dinheiro.  </div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Investiga&ccedil;&otilde;es da Opera&ccedil;&atilde;o Patrinus come&ccedil;aram em maio de 2024, investigando a cobran&ccedil;a de propina por integrantes do 39&ordm; BPM, em Belford Roxo. Fot0: MPRJ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Walace de Oliveira pega 39 anos de prisão por morte de policial da Core e atentado a juíza</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95113/walace-de-oliveira-pega-39-anos-de-prisao-por-morte-de-policial-da-core-e-atentado-a-juiza.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 12:16:03 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O juízo da 17ª Vara Criminal da Capital condenou Walace Andrade de Oliveira a 39 anos e quatro meses de reclusão, em regime inicialmente fechado, pelos crimes de latrocínio consumado &mdash; roubo seguido de morte &mdash; contra o policial civil da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) João Pedro Marquini Santana e de latrocínio tentado contra a mulher do policial, a juíza titular da 3ª Vara Criminal da Capital, Tula Corrêa de Mello, que sobreviveu ao ataque.Crime aconteceu ano...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O juízo da 17ª Vara Criminal da Capital condenou Walace Andrade de Oliveira a 39 anos e quatro meses de reclusão, em regime inicialmente fechado, pelos crimes de latrocínio consumado &mdash; roubo seguido de morte &mdash; contra o policial civil da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) João Pedro Marquini Santana e de latrocínio tentado contra a mulher do policial, a juíza titular da 3ª Vara Criminal da Capital, Tula Corrêa de Mello, que sobreviveu ao ataque.</p><p aria-hidden="true"><span style="font-size: 18px;">Crime aconteceu ano passado, durante falsa blitz em Vargem Grande, Zona Sudoeste do Rio</span></p><p aria-hidden="true">O crime ocorreu em 30 de março de 2025, quando um grupo de criminosos realizou uma falsa blitz, durante a noite, na Estrada da Grota Funda, em Vargem Grande, na Zona Sudoeste do Rio. O casal retornava para casa em carros separados.</p><p aria-hidden="true">O policial, que seguia no veículo da frente, foi morto no local com disparos de fuzil efetuados pelos criminosos. O carro da juíza, que vinha logo atrás, tamb&eacute;m foi atingido por diversos disparos. Por ser blindado, por&eacute;m, ela conseguiu dar marcha &agrave; r&eacute; e escapar da abordagem.</p><p aria-hidden="true">Al&eacute;m de Walace, foram denunciados pelo Minist&eacute;rio Público, como integrantes do grupo, Antonio Augusto D’Angelo da Fonseca, Jefferson Rosa dos Reis, conhecido como “Jeffinho do Antares”, Alexandre Costa de Oliveira, vulgo “Preá”, e Alefe Jonathan Ferreira Rodrigues.</p><p aria-hidden="true">Denunciado pelo crime de associação criminosa armada, Antonio Augusto D’Angelo da Fonseca foi absolvido, pois já responde pelo mesmo crime em outro processo, em tramitação na 28ª Vara Criminal da Capital.</p><p aria-hidden="true">O processo de Alexandre Costa de Oliveira foi desmembrado e suspenso em razão de ele estar foragido. Já Jefferson Rosa dos Reis e Alefe Jonathan Ferreira Rodrigues tiveram a punibilidade extinta ap&oacute;s a constatação do &oacute;bito dos dois r&eacute;us.</p><p aria-hidden="true">Na sentença que condenou Walace pelo crime de latrocínio consumado, o juiz Fabio Lopes Cerqueira destacou que as provas reunidas no processo demonstram a participação do r&eacute;u na ação criminosa.</p><p aria-hidden="true">“As provas dos autos são robustas e comprovam que Walace, em conjunto com outros elementos, roubou a arma de fogo e o distintivo da vítima João Pedro Marquini Santana, valendo-se de disparos de arma de fogo que conduziram &agrave; sua morte”, afirmou o magistrado.</p><p aria-hidden="true">O juiz tamb&eacute;m ressaltou a gravidade da conduta de Walace no crime de latrocínio tentado contra a juíza Tula Corrêa de Mello.</p><p aria-hidden="true">“Efetuar disparos de fuzil contra um autom&oacute;vel que tenta escapar da abordagem configura nítida tentativa de interrupção da fuga para a consumação da subtração patrimonial violenta, denotando dolo de ceifar a vida da vítima para garantir o sucesso da empreitada”, ressaltou.</p><p aria-hidden="true">Processo nº 0057899-74.2025.8.19.0001  </p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/09/95113_joao-pedro-policial-civil-da-core-morto-no-assalto-e-juiza-tula-correa-de-melo-que-sobreviveu-a-tiro.jpg" />
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				<media:title type="html"><![CDATA[Jo&atilde;o Pedro, policial civil da Core morto no assalto, e ju&iacute;za Tula Corr&ecirc;a de Melo, que sobreviveu a tiroteio por estar em carro blindado, eram casados h&aacute; dez anos. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o Redes Sociais]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Homem acusado de feminicídio de adolescente é condenado a 30 anos de reclusão</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95110/homem-acusado-de-feminicidio-de-adolescente-e-condenado-a-30-anos-de-reclusao.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95110/homem-acusado-de-feminicidio-de-adolescente-e-condenado-a-30-anos-de-reclusao.html</guid>
			<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 11:39:11 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Niter&oacute;i condenou, na quarta-feira, dia 2 de setembro, a 30 anos e seis meses de reclusão, em regime inicialmente fechado, Gustavo Diniz Frazão. Ele &eacute; acusado pelos crimes de feminicídio e ocultação de cadáver da ex-namorada, Maria Eduarda de Oliveira Ramos, de 16 anos, morta em 2023 em Maricá. De acordo com a sentença, a adolescente foi espancada ainda em vida e seu corpo foi encontrado em avançado estado de decomposição,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="titulo portlet-title-text">O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Niter&oacute;i condenou, na quarta-feira, dia 2 de setembro, a 30 anos e seis meses de reclusão, em regime inicialmente fechado, Gustavo Diniz Frazão. Ele &eacute; acusado pelos crimes de feminicídio e ocultação de cadáver da ex-namorada, Maria Eduarda de Oliveira Ramos, de 16 anos, morta em 2023 em Maricá. </div><div class="conteudo"><p aria-hidden="true">De acordo com a sentença, a adolescente foi espancada ainda em vida e seu corpo foi encontrado em avançado estado de decomposição, tendo sido reconhecido apenas por uma unha e pela vestimenta, evidenciando a frieza e o menosprezo pela vida humana por parte do r&eacute;u. </p><p aria-hidden="true">O júri foi presidido pela juíza Nearis Arce, que destacou a brutalidade do crime e o sofrimento da família da jovem. </p><p aria-hidden="true">“As consequências do delito se revelam extremamente graves e diferenciadas, posto que a jovem vítima contava com somente 16 anos quando retirada do seio familiar precoce e brutalmente, causando inquestionáveis danos psicol&oacute;gicos aos familiares mais pr&oacute;ximos, em especial seus genitores e av&oacute;s maternos e paterna, diante da inegável inversão da ordem natural dos fatos, acirrando ainda mais o sofrimento decorrente do bárbaro e traumático crime em exame. Tamb&eacute;m para o irmãozinho da menor vitimada, de apenas sete anos de idade, as consequências se mostraram absolutamente desastrosas, gerando trauma que at&eacute; hoje perdura, com pânico at&eacute; mesmo de sair &agrave; rua”, ressaltou. </p><p aria-hidden="true">O crime </p><p aria-hidden="true">Segundo a denúncia oferecida pelo Minist&eacute;rio Público, no dia 22 de janeiro de 2023, na sua casa, em Maricá, Gustavo golpeou e esganou Maria Eduarda com a intenção de matá-la por motivo de ciúmes, em situação de violência dom&eacute;stica. Ele havia marcado um encontro amoroso com a vítima. </p><p aria-hidden="true">Ap&oacute;s o crime, Gustavo transportou de carro o corpo da ex at&eacute; um local de mata, onde o abandonou, tendo sido encontrado oito dias depois. </p><p aria-hidden="true">Processo nº  0000893-87.2023.8.19.0031  </p></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Gustavo Diniz Fraz&atilde;o, condenado pelo assassinato da ex-companheira Maria Eduarda, esteve foragido da Justi&ccedil;a e motivou campanha pela sua captura.  Foto Divulga&ccedil;&atilde;o Disque Den&uacute;ncia ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Rogério de Andrade será levado a júri popular pela morte de Fernando Iggnacio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95107/rogerio-de-andrade-sera-levado-a-juri-popular-pela-morte-de-fernando-iggnacio.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 10:37:12 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) obteve decisão da 1ª Vara Criminal da Capital que levará a júri popular o bicheiro Rog&eacute;rio de Andrade, acusado de ser o mandante da morte de Fernando de Miranda Iggnacio, em novembro de 2020, no Recreio dos Bandeirantes. Tamb&eacute;m foi pronunciado Gilmar Eneas Lisboa, denunciado por monitorar a rotina da vítima antes do crime. A Justiça manteve ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) obteve decisão da 1ª Vara Criminal da Capital que levará a júri popular o bicheiro Rog&eacute;rio de Andrade, acusado de ser o mandante da morte de Fernando de Miranda Iggnacio, em novembro de 2020, no Recreio dos Bandeirantes. Tamb&eacute;m foi pronunciado Gilmar Eneas Lisboa, denunciado por monitorar a rotina da vítima antes do crime. A Justiça manteve a prisão preventiva de ambos.</p><div>De acordo com a denúncia do GAECO/MPRJ, o homicídio foi motivado pela disputa entre Rog&eacute;rio e Fernando pelo controle de pontos de exploração de jogos de azar. A investigação aponta que Rog&eacute;rio determinou a Márcio Araújo de Souza, integrante de sua organização criminosa e homem de sua confiança, que organizasse a execução. Fernando foi morto a tiros de fuzil ap&oacute;s desembarcar de helic&oacute;ptero no heliporto da HeliRio. Os criminosos aguardaram a vítima por cerca de quatro horas em um terreno ao lado do estacionamento.</div><div><a href="https://www.mprj.mp.br/visualizar?noticiaId=103115" id="m_-6817853601512708216OWAb5a3b3da-a488-1f4d-2029-302fdb14fcb2" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.mprj.mp.br/visualizar?noticiaId%3D103115&source=gmail&ust=1789041404198000&usg=AOvVaw1-Jng_D4QtRYFJhz9kz4uY">Rog&eacute;rio já havia sido denunciado pelo MPRJ pelo mesmo crime em 2021</a>. Em 2022, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o trancamento daquela ação penal por entender que a denúncia apresentava fragilidade probat&oacute;ria. A partir de um novo Procedimento Investigat&oacute;rio Criminal (PIC), o GAECO/MPRJ aprofundou as investigações, reuniu novas provas sobre a participação de Rog&eacute;rio e <a href="https://www.mprj.mp.br/visualizar?noticiaId=185510" id="m_-6817853601512708216OWAda1b3454-f43d-8f82-902f-1b438376ade7" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.mprj.mp.br/visualizar?noticiaId%3D185510&source=gmail&ust=1789041404198000&usg=AOvVaw1QywWQ4qzVENN_AL8ZNUCy">identificou Gilmar como mais um envolvido no homicídio</a>. A nova denúncia foi recebida pela Justiça em outubro de 2024 e<a href="https://www.mprj.mp.br/visualizar?noticiaId=183601" id="m_-6817853601512708216OWA8ba76b63-e067-05b8-8378-494d92df11f7" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.mprj.mp.br/visualizar?noticiaId%3D183601&source=gmail&ust=1789041404198000&usg=AOvVaw3W0VqYr3TXFghmEMdHkEID"> mantida pelo STF</a>, que, em junho de 2026, rejeitou uma reclamação da defesa de Rog&eacute;rio ao considerar demonstrada a existência de novos elementos de prova.</div><div>Na decisão de pronúncia, proferida no dia 18/08, a Justiça rejeitou os questionamentos das defesas sobre a validade das provas digitais e concluiu haver indícios suficientes de autoria e participação para que Rog&eacute;rio e Gilmar sejam submetidos ao Tribunal do Júri. A defesa recorreu da decisão, mas a Justiça manteve.  </div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Justi&ccedil;a acolhe tese do MPRJ e leva a j&uacute;ri popular Rog&eacute;rio de Andrade, da nova c&uacute;pula do bicho, como mandante da execu&ccedil;&atilde;o do rival Fernando Iggnacio. Foto: Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Apoio e acompanhamento psicológico a agentes de segurança poderá oferecer atendimento online</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95076/apoio-e-acompanhamento-psicologico-a-agentes-de-seguranca-podera-oferecer-atendimento-online.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 11:13:17 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Projeto de Lei 893/23: Atendimentos psicol&oacute;gicos de policiais civis e militares, bombeiros, policiais penais e do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase) vítimas de traumas decorrentes do exercício de suas funções, bem como de seus familiares, poderão ocorrer online, atrav&eacute;s de plataformas digitais. A proposta, que será analisada hoje em segunda discussão pela Alerj, altera a Lei 8.386/19, que instituiu o Programa de Apoio, Avaliação e Acompanhamento...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="margintop11"><a href="https://www3.alerj.rj.gov.br/lotus_notes/default.asp?id=161&URL=L3NjcHJvMjMyNy5uc2YvMGM1YmY1Y2RlOTU2MDFmOTAzMjU2Y2FhMDAyMzEzMWIvZWM3YTZjMDRmMWFjMTJjNzAzMjU4OWEzMDA1NzVlYTI/T3BlbkRvY3VtZW50JkhpZ2hsaWdodD0wLDIwMjMwMzAwODkz&" style="background-color: rgb(255, 255, 255);">Projeto de Lei 893/23</a>: Atendimentos psicol&oacute;gicos de policiais civis e militares, bombeiros, policiais penais e do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase) vítimas de traumas decorrentes do exercício de suas funções, bem como de seus familiares, poderão ocorrer online, atrav&eacute;s de plataformas digitais. A proposta, que será analisada hoje em <strong>segunda discussão</strong> pela Alerj, altera a Lei 8.386/19, que instituiu o Programa de Apoio, Avaliação e Acompanhamento Psicol&oacute;gico dos Agentes de Segurança Pública. Caso seja aprovada, a medida seguirá para sanção ou veto do governador.</p><p class="margintop11">O objetivo &eacute; ampliar o alcance do programa, que abrange os 92 municípios do Estado, e reduzir a dificuldade de deslocamento dos pacientes at&eacute; os centros de tratamento. Segundo dados obtidos via Lei de Acesso &agrave; Informação junto &agrave; Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro, entre janeiro de 2014 e junho de 2018 três policiais militares foram diagnosticados por dia com transtornos mentais. Já entre janeiro e agosto de 2018, 2.500 PMs foram afastados por esse motivo, mais que o dobro do total registrado em todo o ano de 2014, quando 836 agentes haviam sido afastados.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Programa de acompanhamento e apoio psicol&oacute;gico a agentes de seguran&ccedil;a p&uacute;blico poder&aacute; incluir atendimento online, para atingir os 92 munic&iacute;pios do Estado do Rio. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o Internet]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Cabral condenado a pagar multa milionária por regalias nos presídios de Benfica e Bangu 8</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95067/cabral-condenado-a-pagar-multa-milionaria-por-regalias-nos-presidios-de-benfica-e-bangu-8.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 09:41:28 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O ex-governador S&eacute;rgio Cabral foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) por improbidade administrativa no esquema de regalias montado durante sua prisão na Cadeia Pública Jos&eacute; Frederico Marques, em Benfica, e na Penitenciária de Bangu VIII. Tamb&eacute;m foram condenados seis agentes públicos, entre eles o ex-secretário de Administração Penitenciária Erir Ribeiro.A decisão &eacute; da 4ª Câmara de Direito Público. Os desembargadores concluíram...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O ex-governador S&eacute;rgio Cabral foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) por improbidade administrativa no esquema de regalias montado durante sua prisão na Cadeia Pública Jos&eacute; Frederico Marques, em Benfica, e na Penitenciária de Bangu VIII. Tamb&eacute;m foram condenados seis agentes públicos, entre eles o ex-secretário de Administração Penitenciária Erir Ribeiro.</p><p>A decisão &eacute; da 4ª Câmara de Direito Público. Os desembargadores concluíram que houve uma estrutura montada dentro do sistema penitenciário para beneficiar Cabral. O esquema envolvia a entrada irregular de equipamentos, alimentos e outros objetos proibidos. Tamb&eacute;m incluía visitas fora das regras e falhas deliberadas nos sistemas de controle.</p><p>Um dos símbolos do esquema foi a chamada “videoteca do Cabral”, equipada com uma TV de 65 polegadas e aparelho de home theater. Para tentar dar aparência de legalidade, foi criado um falso termo de doação. A entidade religiosa apontada como doadora negou ter feito a doação.</p><p>A investigação tamb&eacute;m apontou outros privil&eacute;gios. Cabral teria recebido colchão diferenciado, alimentos proibidos, equipamentos de musculação, eletrodom&eacute;sticos e acesso facilitado a visitas. Havia ainda falhas no registro de entradas e saídas e problemas no sistema de câmeras.</p><p>Para o relator, desembargador Caetano Ernesto da Fonseca Costa, não houve simples falha administrativa. Os envolvidos atuaram de forma consciente para esconder atos oficiais e dificultar a fiscalização. A conduta feriu a impessoalidade e a confiança da sociedade no sistema prisional.</p><p>Al&eacute;m de S&eacute;rgio Cabral, foram condenados o ex-secretário de Administração Penitenciária Erir Ribeiro Costa Filho e tamb&eacute;m os agentes Alex de Lima Carvalho, Fabio Ferraz Sodr&eacute;, Sauler Antonio Sakalen, Fernando Lima de Farias e Nilton Cesar Vieira da Silva. Todos ocupavam cargos de gestão na Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) ou nas unidades prisionais envolvidas.</p><p>Cabral terá de pagar multa equivalente a 12 vezes sua última remuneração como governador, al&eacute;m de R$ 1 milhão por danos morais coletivos. Os outros seis condenados pagarão multa correspondente a cinco vezes a última remuneração em seus cargos e R$ 100 mil cada por danos morais coletivos. Os valores dos danos morais serão destinados ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos.</p><p>AB/ SF</p><p>Processo nº 0010991-03.2018.8.19.0001  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Sergio Cabral foi condenado mais uma vez, agora por improbidade administrativa, em decorr&ecirc;ncia de processo que invesrtigava revelias durante a passagem deles pelos pres&iacute;dios de Benfica e Bangu 8. Foto]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Mendonça afasta Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95066/mendonca-afasta-andrei-rodrigues-da-direcao-geral-da-policia-federal.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 09:49:48 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O ministro Andr&eacute; Mendonça, relator do caso do Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira (8) afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, de suas funções. Mendonça tamb&eacute;m afastou preventivamente o diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada. O ministro justificou a urgência da medida diante do que disse ser a “superlativa gravidade” e “ilicitude” da divulgação de “relat&oacute;rios de inteligência” da PF pelo ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O ministro Andr&eacute; Mendonça, relator do caso do Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira (8) afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, de suas funções. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701811&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701811&o=node"></p><p>Mendonça tamb&eacute;m afastou preventivamente o diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada. </p><p>O ministro justificou a urgência da medida diante do que disse ser a “superlativa gravidade” e “ilicitude” da divulgação de “relat&oacute;rios de inteligência” da PF pelo ministro Alexandre de Moraes, tamb&eacute;m do Supremo. </p><p>O movimento ocorre ap&oacute;s Moraes ter tornado público, na semana passada, um relat&oacute;rio da PF em que se sugere um possível direcionamento das investigações do caso Master contra desafetos políticos de Mendonça. O documento, contudo, não &eacute; assinado nem possui o cabeçalho da PF. </p><p>"[O epis&oacute;dio] impõe a adoção de providências imediatas para evitar que as prerrogativas da magistratura, da advocacia pública e da pr&oacute;pria atividade policial continuem sendo vilipendiadas”, escreveu Mendonça.</p><p>            <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a determinação do ministro Andr&eacute; Mendonça, do STF, de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.</b></p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Andrei Rodrigues foi afastado de suas fun&ccedil;&otilde;es. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Ag&ecirc;ncia Brasi]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Dinheiro de acordos de crimes leves poderá ser usado para atender mulheres sob violência doméstica</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95063/dinheiro-de-acordos-de-crimes-leves-podera-ser-usado-para-atender-mulheres-sob-violencia-domestica.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95063/dinheiro-de-acordos-de-crimes-leves-podera-ser-usado-para-atender-mulheres-sob-violencia-domestica.html</guid>
			<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 08:57:36 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Recursos provenientes de transações penais poderão ser destinados ao fortalecimento do atendimento a mulheres em situação de violência dom&eacute;stica e familiar em São João de Meriti. A medida &eacute; resultado de um acordo firmado, na quinta-feira (03/09), entre a Promotoria de Justiça junto ao Juizado de Violência Dom&eacute;stica e Familiar contra a Mulher e Especial Criminal de São João de Meriti e o Fundo Municipal dos Direitos da Mulher do município. A transação penal...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Recursos provenientes de transações penais poderão ser destinados ao fortalecimento do atendimento a mulheres em situação de violência dom&eacute;stica e familiar em São João de Meriti. A medida &eacute; resultado de um acordo firmado, na quinta-feira (03/09), entre a Promotoria de Justiça junto ao Juizado de Violência Dom&eacute;stica e Familiar contra a Mulher e Especial Criminal de São João de Meriti e o Fundo Municipal dos Direitos da Mulher do município. A transação penal &eacute; um acordo feito entre o Minist&eacute;rio Público e uma pessoa que cometeu um crime leve, para evitar que ela passe por um processo criminal completo.  </p><p>Mediante autorização judicial, os valores serão destinados a ações, serviços, projetos e investimentos voltados &agrave; promoção e &agrave; garantia dos direitos das mulheres. Os recursos deverão ser aplicados no Centro Especializado de Atendimento &agrave; Mulher (CEAM Meriti/Casa da Mulher), contribuindo para ampliar a estrutura de proteção, assistência e acolhimento &agrave;s vítimas de violência dom&eacute;stica e familiar.</p><p>O Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) fiscalizará a aplicação dos recursos e poderá realizar inspeções, diligências e visitas t&eacute;cnicas, al&eacute;m de analisar as prestações de contas apresentadas pelo Fundo Municipal.</p><p>“A parceria será de suma importância, pois os recursos destinados permitirão a implementação, a manutenção, a ampliação e o aperfeiçoamento dos serviços prestados pelo CEAM Meriti. Isso inclui a aquisição de equipamentos e materiais permanentes e de consumo destinados &agrave; capacitação das mulheres, a realização de oficinas direcionadas &agrave;s usuárias e o desenvolvimento de projetos e ações voltados &agrave; proteção e &agrave; autonomia das mulheres”, ressalta o promotor de Justiça Rodrigo Lima Gomes.  </p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Três agentes são denunciados por usar estrutura da Polícia Civil para extorquir sucatas e ferros-velhos</title>
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			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 08:56:54 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) denunciou três policiais civis e um quarto homem acusados de integrar uma associação criminosa armada que usava a estrutura da Polícia Civil para exigir ou solicitar dinheiro de comerciantes dos ramos de sucata, ferro-velho, reciclagem e dep&oacute;sito de resíduos em São Gonçalo. A denúncia relata investidas contra duas empresas, com cobranças iniciais de R$ ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="texto"><p>O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) denunciou três policiais civis e um quarto homem acusados de integrar uma associação criminosa armada que usava a estrutura da Polícia Civil para exigir ou solicitar dinheiro de comerciantes dos ramos de sucata, ferro-velho, reciclagem e dep&oacute;sito de resíduos em São Gonçalo. A denúncia relata investidas contra duas empresas, com cobranças iniciais de R$ 300 mil e R$ 20 mil. Quatro mandados de prisão e seis de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta sexta-feira (04/09) pelo GAESP/MPRJ e pela Corregedoria da Polícia Civil.</p><p>De acordo com a denúncia do GAESP/MPRJ, os acusados atuavam uniformizados, armados e em viaturas oficiais. Sob o pretexto de realizar fiscalizações, apontavam supostas irregularidades administrativas ou ambientais. Para o GAESP/MPRJ, o uso da estrutura policial conferia aparência de legalidade &agrave;s abordagens e criava um ambiente de intimidação para a cobrança de vantagens indevidas.</p><p>Em uma das investidas, realizada em 19 de agosto contra a SOF Com&eacute;rcio e Reciclagem de Sucatas, os três policiais teriam exigido inicialmente R$ 300 mil para que a empresa não fosse prejudicada. Diante da recusa, a cobrança foi reduzida para R$ 100 mil, divididos em três parcelas, al&eacute;m de um pagamento mensal de R$ 800. A investigação não identificou ordem de serviço, registro de ocorrência ou outra formalização da suposta fiscalização.</p><p>Naquele mesmo dia, a vítima transferiu R$ 25 mil para uma conta de um denunciado, que, segundo o GAESP/MPRJ, dava suporte financeiro ao grupo ao receber os valores cobrados dos comerciantes.</p><p>A segunda investida teve como alvo a Afermota Com&eacute;rcio e Distribuidora de Ferros. Segundo a denúncia,  os denunciados abordaram um caminhão da empresa e seguiram at&eacute; o dep&oacute;sito, onde teriam se apresentado como policiais da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) e um dos denunciados solicitou R$ 20 mil aos responsáveis pelo estabelecimento e, ap&oacute;s ouvir que eles não dispunham da quantia, reduziu o valor para R$ 15 mil. Nenhum pagamento foi realizado.</p><p>Batizada de Operação Anhangá, a ação faz referência &agrave; figura do folclore indígena brasileiro conhecida como protetora dos animais e das florestas contra caçadores predat&oacute;rios. O nome faz alusão &agrave; atuação contra agentes que, segundo a denúncia, teriam se valido da função de proteção e fiscalização para obter vantagens indevidas.</p><p><br></p></div><div class="tags"><div class="tag"><br></div><div class="tag">  </div></div>]]></content:encoded>
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			<title>Vinicius Drummond, da nova cúpula do bicho, e mais sete são denunciados por lavagem de dinheiro</title>
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			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 10:30:51 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Núcleo de Combate aos Crimes Cibern&eacute;ticos do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (CyberGAECO/MPRJ) denunciou oito pessoas por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro do jogo do bicho por meio de empresas de apostas esportivas online, as bets. As investigações apontam que os denunciados Flavio da Silva Santos, Vinicius Pereira Drumond, Alexandre Vinicius da Costa Guedes, Jorge Roberto de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="texto"><p>O Núcleo de Combate aos Crimes Cibern&eacute;ticos do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (CyberGAECO/MPRJ) denunciou oito pessoas por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro do jogo do bicho por meio de empresas de apostas esportivas online, as bets. As investigações apontam que os denunciados Flavio da Silva Santos, Vinicius Pereira Drumond, Alexandre Vinicius da Costa Guedes, Jorge Roberto de Oliveira Figueiredo, João Eric Lourenço da Silva, Ana Paula Batista Vitorino, João Victor de Araujo Souza e Lucas Pastore Laporte de Souza dissimularam e ocultaram ilicitamente pelo menos R$ 5,2 milhões.</p><p>Na terça-feira (01/09), a Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços na Barra da Tijuca, Freguesia, Botafogo e Centro, no Rio de Janeiro, e nos estados do Paraná e de Goiás. A pedido do CyberGAECO/MPRJ, a Justiça tamb&eacute;m determinou a suspensão das atividades e dos CNPJs das empresas JRF Eagle Participações e Invectry Participações. As buscas realizadas fora do Rio de Janeiro contaram com o apoio dos GAECOs dos Minist&eacute;rios Públicos do Paraná e de Goiás. A denúncia foi recebida pela 2ª Vara Especializada em Organização Criminosa.</p><p>De acordo com a denúncia, recursos provenientes da contravenção eram inseridos na economia formal por meio da casa de apostas Rio Jogos, operada pela LEMA Administração e Participações S/A. Para viabilizar o esquema, o grupo utilizava diferentes empresas, entre elas a JRF Eagle Participações e a Invectry Participações, al&eacute;m de pessoas apontadas como laranjas.</p><p>O rastreamento financeiro identificou que, em 6 de maio de 2024, a LEMA recebeu dois aportes de R$ 2.598.150 cada, um proveniente de João Eric e outro da Apoio Consultoria Financeira, de titularidade dos denunciados Ana Paula e João Victor. No mesmo dia, a LEMA transferiu R$ 5,2 milhões &agrave; LOTERJ como pagamento da outorga necessária &agrave; exploração de apostas de quota fixa.</p><p>A investigação rastreou ainda valores movimentados entre os denunciados e as empresas envolvidas no esquema. Tamb&eacute;m foram identificadas movimentações incompatíveis com a capacidade econ&ocirc;mica dos investigados e dep&oacute;sitos em esp&eacute;cie realizados com c&eacute;dulas de pequeno valor, algumas delas mofadas.</p><p><br></p></div><div class="tags"><div class="tag"><br></div></div>]]></content:encoded>
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