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		<title>Polícia - Eu, Rio!</title>
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		<description>Portal Eu, Rio!</description>
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			<title>Eu, Rio!</title>
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		<item>
			<title>Adilsinho, da nova cúpula do bicho, 'Sem Alma' e 'Jefe' têm prisão preventida decretada por homicídio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91959/adilsinho-da-nova-cupula-do-bicho-sem-alma-e-jefe-tem-prisao-preventida-decretada-por-homicidio.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 10:23:27 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[GAECO/MPRJ denuncia Adilsinho, ex-PM e outro acusado por execução de policial penal ligado &agrave; máfia do cigarroO Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) obteve na Justiça a decretação da prisão preventiva de Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como “Adilsinho”, do ex-policial militar Rafael do Nascimento Dutra, o “Sem Alma”, e de Jefferson Rodrigues da Silva, o “Jefe”. Os...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div>GAECO/MPRJ denuncia Adilsinho, ex-PM e outro acusado por execução de policial penal ligado &agrave; máfia do cigarro</div><div>O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) obteve na Justiça a decretação da prisão preventiva de Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como “Adilsinho”, do ex-policial militar Rafael do Nascimento Dutra, o “Sem Alma”, e de Jefferson Rodrigues da Silva, o “Jefe”. Os três foram denunciados pela morte do policial penal Bruno Kilier da Conceição Fernandes, em junho de 2023, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Sudoeste do Rio.</div><div><br></div><div>De acordo com a denúncia, a vítima foi executada a tiros de fuzil ap&oacute;s ser monitorada por integrantes do grupo criminoso por meio de um equipamento de rastreamento GPS instalado clandestinamente em seu veículo. As investigações revelaram que Bruno Kilier representava uma fabricante de cigarros e teria se tornado um obstáculo aos interesses da organização criminosa liderada por Adilsinho. O grupo &eacute; apontado pelo GAECO/MPRJ como responsável por tentar monopolizar a comercialização ilegal de cigarros no estado. Segundo a denúncia, o crime integra uma s&eacute;rie de homicídios relacionados &agrave; chamada “máfia do cigarro”, que tamb&eacute;m mant&eacute;m ligações com disputas envolvendo a contravenção do jogo do bicho.</div><div><br></div><div>Ainda segundo o GAECO/MPRJ, Rafael Dutra &eacute; apontado como homem de confiança de Adilsinho e participou da logística do monitoramento e do planejamento da execução. Jefferson Rodrigues da Silva teria adquirido, configurado e fornecido o rastreador utilizado para acompanhar os deslocamentos da vítima.</div><div>Na decisão que recebeu a denúncia, al&eacute;m da decretação da prisão preventiva dos três acusados, a Justiça determinou a permanência de Adilsinho em presídio federal de segurança máxima.  </div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Advogada é denunciada por golpe envolvendo obras de arte e imóvel de luxo em Copacabana</title>
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			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 10:13:42 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou a advogada Michele Coelho Montenegro pela prática dos crimes de estelionato e apropriação ind&eacute;bita qualificada, em investigação que apura fraudes envolvendo negociações de obras de arte e de um im&oacute;vel de alto padrão, com prejuízo superior a R$ 2 milhões. Nesta quarta-feira (03/06), a Delegacia de Defraudações (DDEF) deflagrou a Operação Tela Falsa, que resultou na prisão da denunciada, em...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div>O Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou a advogada Michele Coelho Montenegro pela prática dos crimes de estelionato e apropriação ind&eacute;bita qualificada, em investigação que apura fraudes envolvendo negociações de obras de arte e de um im&oacute;vel de alto padrão, com prejuízo superior a R$ 2 milhões. Nesta quarta-feira (03/06), a Delegacia de Defraudações (DDEF) deflagrou a Operação Tela Falsa, que resultou na prisão da denunciada, em Ipanema, na Zona Sul do Rio, al&eacute;m do cumprimento de nove mandados de busca e apreensão obtidos pela 5ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada da Capital.</div><div><br></div><div>A denúncia sustenta que Michele Coelho Montenegro teria se apropriado de obras de arte de elevado valor comercial recebidas para intermediação de venda, entre elas peças atribuídas aos artistas S&eacute;rgio Camargo e Ivan Serpa. As obras passaram a ser negociadas como se fossem de propriedade da acusada, sem devolução ao legítimo proprietário.</div><div>A investigação aponta ainda que a denunciada utilizava cheques sem provisão de fundos para simular pagamentos relacionados &agrave;s negociações, induzindo a vítima a erro e ampliando os prejuízos financeiros.</div><div><figure class="img-legenda"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/06/91954_29e77a4658ac8f269a859655be4eab3e.jpg"><figcaption class="img-legenda-texto">Polícia Civil apreendeu um dos quadros alvos do golpe com um advogado, que acabou preso em flagrante. Foto: Divulgação PCERJ</figcaption></figure></div><div>De acordo com o MPRJ, tamb&eacute;m houve fraude envolvendo a negociação de um im&oacute;vel em Copacabana. Na ocasião, a acusada teria recebido valores a título de sinal de compra e venda sem possuir autorização legítima ou condições concretas de concluir a transação.</div><div><br></div><div>Na denúncia, a Promotoria destaca que a investigada se valia de relações de confiança, promessas falsas de pagamento e documentos financeiros inválidos para obter vantagens patrimoniais ilícitas. Ela responde pelos crimes de apropriação ind&eacute;bita qualificada e estelionato, em concurso material.</div><div><br></div><div><div>De acordo com as apurações, a mulher utilizava promessas de neg&oacute;cios lucrativos para induzir a vítima a realizar pagamentos antecipados e adiantamentos financeiros. Ao longo das diligências, os agentes reuniram elementos que revelaram a utilização de documentos aparentemente falsificados, comprovantes bancários sem lastro financeiro e cheques posteriormente devolvidos por fraude. Os prejuízos identificados ultrapassam R$ 2 milhões, al&eacute;m do desaparecimento ou negociação não autorizada de obras de arte pertencentes &agrave; vítima. </div><div><br></div><div>Durante a apuração, surgiram elementos relacionados &agrave; participação de outras pessoas. Diante do cenário, a ação desta quarta busca colher elementos para aprofundar as investigações, identificar a destinação dos valores obtidos, localizar bens eventualmente relacionados aos crimes e promover a responsabilização dos envolvidos.</div></div><div>      </div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Equipes da Civil prenderam em Ipanema a advogada acusada de estelionato e apropria&ccedil;&atilde;o ind&eacute;bita qualificada. Foto: Ascom PCERJ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Justiça marca julgamento de acusada de enviar bombons envenenados para matar rival</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91925/justica-marca-julgamento-de-acusada-de-enviar-bombons-envenenados-para-matar-rival.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 12:18:41 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A 1ª Vara Criminal do Rio marcou o julgamento da Susane Martins da Silva, acusada de enviar bombons envenenados para Lindaci Viegas Batista de Carvalho em maio de 2023. A Justiça marcou o julgamento dela: vai ser no dia 2 de dezembro, &agrave;s 11h, no Plenário do I Tribunal do Júri da Capital. O crime teria sido praticado por ciúmes em relação a um ex-namorado que as duas mulheres tinham em comum e com o qual a r&eacute; tentava reatar.Em decisão, a juíza Alessandra da Rocha Lima...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A 1ª Vara Criminal do Rio marcou o julgamento da Susane Martins da Silva, acusada de enviar bombons envenenados para Lindaci Viegas Batista de Carvalho em maio de 2023. A Justiça marcou o julgamento dela: vai ser no dia 2 de dezembro, &agrave;s 11h, no Plenário do I Tribunal do Júri da Capital. O crime teria sido praticado por ciúmes em relação a um ex-namorado que as duas mulheres tinham em comum e com o qual a r&eacute; tentava reatar.</p><p>Em decisão, a juíza Alessandra da Rocha Lima Roidis destacou que no dia do crime Lindaci se preparava num salão de beleza de Vila Isabel para as comemorações pelo aniversário de 54 anos quando um motoboy entregou bombons e flores. Parecia um presente, mas não demorou que ela passasse mal ap&oacute;s ingerir os doces. Ela acabou comendo os bombons, passou mal e chegou a ser levada para o Hospital Federal do Andaraí, mas não resistiu.</p><p>“O laudo de exame de necropsia demonstrou que a vítima foi envenenada por uma substância semelhante ao ‘chumbinho’, por&eacute;m mais nociva, ocasionando a morte de Lindaci. O perito legista afirmou que no est&ocirc;mago da vítima havia a presença de alimento pastoso de coloração bege”</p><p>Durante as investigações, foram apreendidas, na residência da acusada, uma pistola calibre 9 mm, munições e substâncias t&oacute;xicas compatíveis com o veneno utilizado no crime. Susane responde por homicídio triplamente qualificado, posse irregular de arma de fogo e corrupção de menores &ndash; ela teria induzido o pr&oacute;prio filho a entregar os bombons envenenados ao mototaxista.</p><p>Processo nº: 0062046-17.2023.8.19.0001  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Susane Martins da Silva enviou flores e bombons envenenados para Lindaci Viegas no anivers&aacute;rio da rival. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o Internet]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Operação Riqueza Sombria caça provas contra esquema que lavou R$ 116 milhões para o Comando Vermelho</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91919/operacao-riqueza-sombria-caca-provas-contra-esquema-que-lavou-rs-116-milhoes-para-o-comando-vermelho.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 08:57:08 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) obteve na Justiça 18 mandados de busca e apreensão em residências e empresas investigadas por lavar dinheiro para a facção criminosa Comando Vermelho. As diligências são realizadas, nesta terça-feira (02/06) em quatro estados: Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais. Os mandados são cumpridos pela Polícia Civil do Estado do Rio de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div>O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) obteve na Justiça 18 mandados de busca e apreensão em residências e empresas investigadas por lavar dinheiro para a facção criminosa Comando Vermelho. As diligências são realizadas, nesta terça-feira (02/06) em quatro estados: Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais. Os mandados são cumpridos pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, com o apoio das forças de segurança locais. No cumprimento dos mandados de busca e apreensão, os policiais prenderam duas pessoas em flagrante: Gilmar Santos da Silva, em Sete Quedas (MS) e Claudio Marteinelli Neto, em Campo Grande, tamb&eacute;m no Mato Grosso do Sul.</div><div><br></div><div>O GAECO/MPRJ infromou em nota oficial que o grupo investigado movimentou mais de R$ 116 milhões entre os anos de 2020 a 2025. A investigação aponta que grande parte dos beneficiários dos dep&oacute;sitos reside no município de Sete Quedas, em Mato Grosso do Sul. Ainda de acordo com o Minist&eacute;rio Público, a ligação entre o Rio de Janeiro e Sete Quedas chama atenção porque a cidade &eacute; considerada um ponto estrat&eacute;gico na rota de entrada de armas, cocaína e maconha no país.</div><div>O movimento financeiro identificado na investigação &mdash; com recursos saindo do Rio de Janeiro e sendo depositados em contas de cidades localizadas na faixa de fronteira &mdash; pode refletir o fluxo logístico utilizado pelo tráfico de drogas. Nesse percurso, os entorpecentes saem do Paraguai, entram no Brasil pelo Mato Grosso do Sul e seguem para o Rio de Janeiro.</div><div><br></div><div><div>As diligências ocorrem simultaneamente nos estados do Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais. No Rio, os mandados são cumpridos nos municípios de Cabo Frio e no bairro do Jacar&eacute;, na Zona Norte do Rio. As equipes atuam ainda em Campo Grande, Dourados e Sete Quedas, no Mato Grosso do Sul; Ribeirão Preto e Orlândia, em São Paulo; e Formiga, em Minas Gerais. A ação conta com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e das Polícias Civis de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, al&eacute;m do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) carioca e sul-mato-grossense.</div><div><br></div><div><div>Os Relat&oacute;rios de Inteligência Financeira (RIF) revelaram que os principais beneficiários dos recursos estavam concentrados no município de Sete Quedas, no Mato Grosso do Sul, cidade localizada na fronteira com o Paraguai e considerada estrat&eacute;gica nas rotas do tráfico internacional de drogas e armas. Os agentes identificaram que, embora os investigados declarassem baixa renda econ&ocirc;mica, eles movimentavam cifras incompatíveis com sua realidade financeira. Os levantamentos apontaram que, entre 2017 e 2021, o grupo movimentou mais de R$ 116,6 milhões. O aumento da receita das operações financeiras chamou a atenção já que em 2019 a movimentação era muito baixa. Um dos investigados chegou a receber 54 dep&oacute;sitos em esp&eacute;cie, totalizando quase R$ 68 mil, em quatro anos. </div><div><br></div><div>A operação desta terça-feira tem como objetivo identificar todos os integrantes da rede criminosa, aprofundar a análise patrimonial dos alvos e responsabilizar criminalmente os envolvidos.</div></div><div><br></div><div>A investigação teve início a partir das informações coletadas em uma operação realizada em julho de 2020 na Comunidade do Tatão, em Anchieta, Zona Norte do Rio. Na ocasião, os policiais apreenderam drogas, rádios comunicadores, um simulacro de arma de fogo e diversos comprovantes bancários. </div><div><br></div><div>A análise dos comprovantes revelou um padrão de dep&oacute;sitos realizados em agências bancárias pr&oacute;ximas a áreas dominadas pela facção criminosa Comando Vermelho, especialmente na região do Complexo do Chapadão. As movimentações ocorriam de forma fracionada, t&eacute;cnica conhecida como "smurfing", utilizada para dificultar a identificação pelos sistemas de controle financeiro.</div><div><br></div><div>De acordo com as apurações, os valores coletados com a venda de entorpecentes no Rio de Janeiro eram pulverizados em dezenas de dep&oacute;sitos em esp&eacute;cie e direcionados para contas de pessoas físicas e empresas de fachada utilizadas como "laranjas". Posteriormente, os recursos eram redistribuídos e reinseridos no sistema financeiro formal, dificultando o rastreamento de sua origem ilícita. </div><div><br></div><div><br></div></div><div>        </div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Em cinco dias, dois PMs do Rio morrem com tiros de fuzil na cabeça</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91902/em-cinco-dias-dois-pms-do-rio-morrem-com-tiros-de-fuzil-na-cabeca.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 19:06:11 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O sargento da Polícia Militar Adriano Pereira de Souza, de 36 anos de idade, morreu nesta segunda-feira (1º) pela manhã durante confronto com criminosos na comunidade do Faz Quem Quer, em Rocha Miranda, zona norte do Rio de Janeiro. O militar foi atingido com um tiro na cabeça e socorrido de helic&oacute;ptero para o Hospital Central da corporação, no bairro do Estácio, mas já chegou sem vida. Adriano de Souza era lotado no 9º batalhão da PM, zona norte da cidade.A ação tinha por...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O sargento da Polícia Militar Adriano Pereira de Souza, de 36 anos de idade, morreu nesta segunda-feira (1º) pela manhã durante confronto com criminosos na comunidade do Faz Quem Quer, em Rocha Miranda, zona norte do Rio de Janeiro. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691999&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691999&o=node"></p><p><strong>O militar foi atingido com um tiro na cabeça e socorrido de helic&oacute;ptero para o Hospital Central da corporação</strong>, no bairro do Estácio, mas já chegou sem vida. </p><p>Adriano de Souza era lotado no 9º batalhão da PM, zona norte da cidade.</p><p><strong>A ação tinha por finalidade restabelecer a ordem por meio da desarticulação e enfraquecimento das atividades criminosas locais e a retirada de barricadas, barreiras de concreto colocadas nas ruas da comunidade para dificultar as ações das forças de segurança do estado.</strong> </p><p>Durante o patrulhamento por um dos pontos do complexo, as equipes apreenderam um fuzil e uma pistola. Não houve prisões.</p><p>Em nota, a Secretaria de Estado de Polícia Militar lamentou a morte do policial. </p><p><strong>Ele deixa dois filhos. Ainda não há informações sobre o local do vel&oacute;rio e sepultamento.</strong><br><br><span style="color: rgb(0, 102, 255); font-size: 30px; font-weight: bold;">Outra vítima</span></p><p>Na quinta-feira (28), o subtenente da Polícia Militar Andr&eacute; Luiz Cardoso Eccard, lotado no Grupo de Ações Táticas (GAT) do Batalhão de Jacarepaguá, zona sudoeste do Rio, <strong>foi morto com um tiro de fuzil na cabeça, durante patrulhamento</strong> na Rua Virgínia Vidal, na comunidade da Covanca, bairro do Tanque, em Jacarepaguá.</p><p>Os tiros foram disparados por dois homens que ocupavam uma motocicleta. Outros dois policiais da equipe tamb&eacute;m foram atingidos por tiros na cabeça e outro foi ferido nas costas.</p><p><strong>O subtenente Eccard não resistiu aos ferimentos.</strong> Ele tinha 49 anos e ingressou na corporação no ano de 2000. </p><p>Os militares eram lotados no serviço reservado do batalhão e estavam num carro descaracterizado, quando foram atingidos por um dos motoqueiros armado com um fuzil.</p><h2>Números</h2><p>De acordo com o Instituto Fogo Cruzado, <strong>este ano 51 agentes de segurança foram baleados na região do Grande Rio</strong>, sendo que 22 morreram e 29 ficaram feridos. </p><p>Somente em relação aos policiais militares, 18 morreram. Adriano Pereira foi o 18º PM morto desde o início de 2026, e 23 sobreviveram.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: PM-RJ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Vice de Trajano de Moraes e ex-mulher do político são denunciados por fraude</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91887/vice-de-trajano-de-moraes-e-ex-mulher-do-politico-sao-denunciados-por-fraude.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:02:41 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da Promotoria de Justiça de Trajano de Moraes, denunciou o vice-prefeito H&eacute;lio Luiz Fazoli de Moraes e Adriana Canes Peçanha por um esquema de fraude que teria garantido ao principal acusado o recebimento de cerca de R$ 6,8 milhões em pensão do RioPrevidência. Segundo a denúncia, o benefício foi obtido por meio da simulação de uma união estável com a procuradora do Estado aposentada Ângela Marília de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div>O Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da Promotoria de Justiça de Trajano de Moraes, denunciou o vice-prefeito H&eacute;lio Luiz Fazoli de Moraes e Adriana Canes Peçanha por um esquema de fraude que teria garantido ao principal acusado o recebimento de cerca de R$ 6,8 milhões em pensão do RioPrevidência. Segundo a denúncia, o benefício foi obtido por meio da simulação de uma união estável com a procuradora do Estado aposentada Ângela Marília de Moraes Peçanha, que era tia da ex-mulher do político. Desse total, o prejuízo efetivo aos cofres públicos supera R$ 4,6 milhões entre 2017 e 2025.</div><div><br></div><div>De acordo com as investigações, o casal teria planejado a fraude ap&oacute;s formalizar o div&oacute;rcio, em 2013. No ano seguinte, H&eacute;lio declarou em cart&oacute;rio uma suposta união estável com a tia de Adriana, que já era idosa. Para o MPRJ, a relação nunca existiu, e a procuradora foi gradualmente afastada do convívio familiar enquanto o esquema era executado.</div><div>Com base no documento considerado falso, H&eacute;lio requereu pensão por morte ao RioPrevidência ap&oacute;s a morte da procuradora, em 2017. O benefício foi concedido e passou a gerar pagamentos mensais superiores a R$ 70 mil. Ao longo de mais de sete anos, ele teria recebido quase R$ 7 milhões em valores brutos.</div><div><br></div><div>As investigações apontam ainda que parte dos recursos era transferida regularmente para Adriana, em repasses descritos como uma esp&eacute;cie de “mesada”, al&eacute;m de pagamentos destinados a terceiros ligados ao investigado. A Promotoria sustenta que a fraude foi estruturada para garantir o recebimento contínuo do benefício milionário, por meio de falsidade ideol&oacute;gica e simulação de vínculo de união estável inexistente.</div><div><br></div><div>H&eacute;lio e Adriana foram denunciados pelos crimes de estelionato qualificado e falsidade ideol&oacute;gica. O MPRJ tamb&eacute;m requereu &agrave; Justiça o bloqueio e o sequestro de bens dos acusados para assegurar o ressarcimento integral dos danos causados ao erário.</div><div><br>  </div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Vice-prefeito de Trajano de Moraes, no interior do Estado do Rio, H&eacute;lio Fazoli &eacute; acusado pelo MPRJ de for&ccedil;ar uma uni&atilde;o est&aacute;vel com a tia da ex-mulher, tornando-se depois benefici&aacute;rio de pens&atilde;o por mor]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Legista diz que Henry tinha lesões e rebate tese de acidente doméstico</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91839/legista-diz-que-henry-tinha-lesoes-e-rebate-tese-de-acidente-domestico.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 30 May 2026 13:15:07 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O m&eacute;dico-legista Luiz Carlos Leal Prestes, ouvido nesta sexta-feira (29) na sessão de julgamento do caso Henry Borel, disse que as lesões encontradas no corpo do menino foram provocadas antes da morte por ações contundentes.“Essa versão de acidente dom&eacute;stico [para a morte de Henry Borel] &eacute; totalmente fantasiosa. As 14 lesões encontradas foram feitas antes da morte. Fora essas, outras três que vimos no laudo cadav&eacute;rico são compat&iacute;veis com as manobras...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O m&eacute;dico-legista Luiz Carlos Leal Prestes, ouvido nesta sexta-feira (29) na sessão de julgamento do caso Henry Borel, disse que as lesões encontradas no corpo do menino foram provocadas antes da morte por ações contundentes.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691799&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691799&amp;o=node"></p><p>“Essa versão de acidente dom&eacute;stico [para a morte de Henry Borel] &eacute; totalmente fantasiosa. As 14 lesões encontradas foram feitas antes da morte. Fora essas, outras três que vimos no laudo cadav&eacute;rico são compat&iacute;veis com as manobras card&iacute;acas e ele já estava sem vida”, disse em depoimento.</p><h2>Monique Medeiros passa mal</h2><p>No depoimento, foram exibidas ainda fotos dos ferimentos no corpo do menino, enquanto o perito explicava cada uma das lesões e o que elas provocavam.</p><p>A r&eacute; Monique Medeiros, mãe de Henry, tapou os olhos e acabou passando mal. Ela foi atendida pela equipe m&eacute;dica do tribunal. </p><p>O julgamento não foi interrompido. Monique Medeiros foi medicada e dispensada da sessão pela ju&iacute;za Elizabeth Machado Louro, que preside o julgamento. </p><h2>Defesa de Jairinho</h2><p>A defesa de Jairinho, padrasto de Henry e acusado do crime, argumenta de que a laceração hepática, que provocou a hemorragia conforme o laudo, teria sido provocada pelas sucessivas manobras de ressuscitação. O legista Leal Prestes discordou da tese. </p><p>Os advogados questionaram o grande n&uacute;mero de laudos elaborados ap&oacute;s a morte do menino e perguntaram se o legista teria conhecimento de um raio-x que apontaria um pneumot&oacute;rax. O documento estaria desaparecido, de acordo com a defesa.</p><h2>Traumatismos na cabeça</h2><p>A defesa requereu ainda que o outro m&eacute;dico legista a depor, Luiz Airton Saveedra de Paiva, fosse ouvido como informante, e não testemunha. O argumento &eacute; que Saveedra teria proximidade com Leniel Borel, pai de Henry. O requerimento foi indeferido e a testemunha foi ouvida em plenário.</p><p>Em depoimento, o legista afirmou que foram três traumatismos em locais diferentes da cabeça.<br><br>"Ações essas que resultaram no descolamento do couro cabeludo da v&iacute;tima. No t&oacute;rax, há sinais de contusão nos pulmões e de hemorragia retroa&oacute;rtica e no abd&ocirc;men, hemorragia peritoneal, o que foi a causa do &oacute;bito”.<br><br>Saveedra afirmou ainda que Henry já estava sem vida quando chegou ao Hospital Barra D’or .  </p>]]></content:encoded>
			 
		</item>
		<item>
			<title>RJ: subtenente da PM morre com tiro de fuzil em ataque de motoqueiros</title>
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			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 29 May 2026 09:13:01 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O subtenente da Pol&iacute;cia Militar (PM) Andr&eacute; Luiz Cardoso Eccard, lotado no Grupo de Ações Táticas (GAT) do Batalhão de Jacarepaguá, zona sudoeste do Rio, foi morto com um tiro de fuzil na cabeça nessa quinta-feira (28), durante um patrulhamento na Rua Virg&iacute;nia Vidal, na comunidade da Covanca, bairro do Tanque, em Jacarepaguá.Os tiros foram disparados por dois homens que ocupavam uma motocicleta. Mais dois policiais da equipe tamb&eacute;m foram atingidos por tiros na...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O subtenente da Pol&iacute;cia Militar (PM) Andr&eacute; Luiz Cardoso Eccard, lotado no Grupo de Ações Táticas (GAT) do Batalhão de Jacarepaguá, zona sudoeste do Rio, foi morto com um tiro de fuzil na cabeça nessa quinta-feira (28), durante um patrulhamento na Rua Virg&iacute;nia Vidal, na comunidade da Covanca, bairro do Tanque, em Jacarepaguá.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691487&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691487&amp;o=node"></p><p><strong>Os tiros foram disparados por dois homens que ocupavam uma motocicleta. Mais dois policiais da equipe tamb&eacute;m foram atingidos por tiros na cabeça e outro foi ferido nas costas.</strong></p><p>De acordo com a corporação, os quatro PMs feridos foram socorridos ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. O subtenente Eccard não resistiu aos ferimentos. Ele tinha 49 anos e ingressou na corporação no ano de 2000.</p><p><strong>Dados recentes de associações de classe e portais de not&iacute;cias indicam que pelo menos 18 agentes de segurança p&uacute;blica foram assassinados no estado do Rio de Janeiro. Somente no primeiro mês deste ano, as primeiras semanas registraram quatro mortes de policiais militares.</strong>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Monalliza Escafura, filha do bicheiro 'Piruinha', é presa sob acusação de explorar jogos de azar</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91776/monalliza-escafura-filha-do-bicheiro-piruinha-e-presa-sob-acusacao-de-explorar-jogos-de-azar.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Thu, 28 May 2026 16:43:52 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ) e da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), cumpriu, na manhã desta quinta-feira (28/05), mandado de prisão contra Monalliza Neves Escafura. Filha do contraventor Jos&eacute; Caruzzo Escafura, conhecido como Piruinha. Ela foi presa em casa, no bairro de Ipanema, zona Sul do Rio.Em março deste ano, o GAECO/MPRJ ofereceu nova...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div>O Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ) e da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), cumpriu, na manhã desta quinta-feira (28/05), mandado de prisão contra Monalliza Neves Escafura. Filha do contraventor Jos&eacute; Caruzzo Escafura, conhecido como Piruinha. Ela foi presa em casa, no bairro de Ipanema, zona Sul do Rio.</div><div><br></div><div>Em março deste ano, o GAECO/MPRJ ofereceu nova denúncia contra Monalliza por organização criminosa, apontando-a como líder da estrutura armada voltada &agrave; exploração do jogo do bicho, de máquinas caça-níqueis e outras modalidades ilegais de jogos de azar. Segundo a denúncia, ap&oacute;s a morte de Piruinha, em janeiro de 2025, Monalliza assumiu o comando direto ao menos de parte dos pontos clandestinos do clã Escafura, passando a coordenar as atividades operacionais, financeiras e a ocultação dos valores obtidos com a exploração ilegal.</div><div><br></div><div>As investigações apontam, ainda, movimentação superior a meio milhão de reais, provenientes da exploração clandestina de jogos de azar, al&eacute;m da utilização de terceiros como laranjas para ocultação da origem dos recursos ilícitos. O mandado foi expedido pela 2ª Vara Especializada em Organização Criminosa.  </div><div><div class="texto"><p><br></p><p>Em outra denúncia, apresentada há três anos pelo Minist&eacute;rio Público, há contra Monalliza Neves Escafura a imputação de crime de extorsão praticado por ela e mais o pais Jos&eacute; Caruzzo Escafura, conhecido como Piruinha; Carlos Eduardo Menezes Machado, vulgo Cadu, Paulo Henrique Carvalho da Silva e Suelem de Souza Neves. Al&eacute;m do crime de extorsão, Monalliza, Cadu e Suelem foram denunciados por lavagem de dinheiro. </p><p>A denúncia sustenta que as vítimas Natalino Jos&eacute; do Nascimento Espínola e Max Wanderson Marques Lopes sofreram extorsões, ameaças e outros delitos que teriam sido praticados por Monalliza, Piruninha e outras pessoas. Tudo começou com os aportes financeiros realizados por Natalino e Monalliza junto &agrave; Cimafer 2004 Ferro e Aço, de propriedade de Max. De acordo com o ajuste verbal firmado entre as partes, o dinheiro seria utilizado para aquisição de materiais e custeio de mão de obra, enquanto Max, na qualidade de s&oacute;cio-administrador da Cimafer, ficaria responsável pela prestação de serviços a diversas construtoras, cujos pagamentos seriam divididos pelos três.</p><p>Com a frustração de neg&oacute;cios realizados pela Cimafer e o consequente prejuízo financeiro, instalou-se grave desavença entre, de um lado, Natalino e Max e, de outro, Monalliza e Jos&eacute; Escafura, os quais, utilizando-se do poder exercido atrav&eacute;s da liderança do clã criminoso, passaram a manejar os integrantes de sua organização para perpetrar uma s&eacute;rie de delitos contra Natalino, Max e seus familiares, de modo a compeli-los a pagar pelo prejuízo financeiro  &ndash; risco inato de qualquer empreendimento. Mesmo ap&oacute;s a prática de diversas extorsões, diante do não pagamento da ‘dívida’, Monalliza e Piruinha entenderam por bem matar Natalino. Desde então, Monalliza foi considerada foragida neste processo.</p><p><br></p></div><div class="tags"><div class="tag"><br></div><div><br></div><div class="clear"></div></div><div class="contador-visita">  </div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Pris&atilde;o de Monalliza Escafura, filha do bicheiro Piruinha]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Psiquiatra, arrolado pela acusação, identifica traços de psicopatia em Dr.Jairinho</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91769/psiquiatra-arrolado-pela-acusacao-identifica-tracos-de-psicopatia-em-dr-jairinho.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:43:55 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O terceiro dia do julgamento do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, e da professora Monique Medeiros, mãe e padrasto do menino Henry Borel e acusados da morte da criança em 2021, foi marcado pelo depoimento do psiquiatra Rafael Bernardon como testemunha da acusação.De acordo com o m&eacute;dico, Jairinho possui características de um psicopata, e os traços de sua personalidade indicam comportamento de quem sente satisfação em praticar atos fora dos...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O terceiro dia do julgamento do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, e da professora Monique Medeiros, mãe e padrasto do menino Henry Borel e acusados da morte da criança em 2021, foi marcado pelo depoimento do psiquiatra <strong>Rafael Bernardon</strong> como testemunha da acusação.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691233&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691233&o=node"></p><p><strong>De acordo com o m&eacute;dico, Jairinho possui características de um psicopata, e os traços de sua personalidade indicam comportamento de quem sente satisfação em praticar atos fora dos padrões de normalidade. </strong>O especialista não teve contato direto com os dois e usou como base para sua avaliação entrevistas e depoimentos concedidos por eles, al&eacute;m de conversas com pessoas que conviveram com o casal.</p><p>O psiquiatra relatou ainda que duas mulheres que tiveram relacionamentos anteriores com Jairinho relataram agressões contra os filhos delas, como fraturas, torções e at&eacute; mesmo afundamento em uma piscina. <strong>Ele disse tamb&eacute;m que Monique Medeiros não teve instinto de preservar o pr&oacute;prio filho ao saber das violências que o menino sofria.</strong></p><h3><span style="font-size: 18px; font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0);">Defesas de Monique e Dr Jairinho contestam depoimento de psiquiatra trazido pela acusação</span></h3><p>O depoimento foi contestado pela defesa dos r&eacute;us. <strong>O advogado de Jairinho, Rodrigo Faucz, alegou que o m&eacute;dico não poderia se manifestar sobre pessoas que não entrevistou. Já a defesa de Monique Medeiros pediu a rejeição do testemunho, tamb&eacute;m sustentando que o m&eacute;dico não poderia traçar o perfil psicol&oacute;gico dos r&eacute;us sem ter tido contato com eles.</strong>  A juíza Elizabeth Machado Louro, que preside o Tribunal do Júri, negou o pedido.</p><p>Ao todo, o julgamento conta com 27 testemunhas de acusação e de defesa. A decisão do júri será tomada por sete jurados. A expectativa &eacute; que as oitivas durem cerca de uma semana. Jairinho e Monique são acusados de homicídio, tortura e fraude processual, entre outros crimes.</p><p>    <span style="font-weight: bold;">Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o terceiro dia do julgamento de Dr.Jairinho e Monique Medeiros, com destaque para o depoimento do psiquiatra Rafel Bernardon como testemunha de acusação.</span><br></p><p>Depois de seguir madrugada adentro, o II Tribunal do Júri retomou, na manhã de quarta-feira, 27 de maio, o julgamento do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior e de Monique Medeiros da Costa e Silva, acusados da morte do menino Henry Borel, de apenas quatro anos. </p><p></p><figure class="img-legenda"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/05/91767_5eb0c217eec5c1e22c9029ec8515c36c. Jairinho, de jaqueta preta, e Monique Medeiros, de camisa de malha clara, acompanharam os depoimentos da testemunhas de acusação" style="width: 100%;"><figcaption class="img-legenda-texto">Dr. Jairinho, de jaqueta preta, e Monique Medeiros, de camisa de malha clara, acompanharam os depoimentos da testemunhas de acusação</figcaption></figure><br><p></p><p> A sessão, no terceiro dia de julgamento, começou por volta das 11h40 com o depoimento do psiquiatra Rafael Bernardon Robeiro. Ele, contratado pela assistência de acusação, traçou, com base em entrevistas e análise de todo o processo, um perfil psicol&oacute;gico e psiquiátrico dos r&eacute;us. Para o m&eacute;dico psiquiatra, o r&eacute;u possui características de um psicopata e os traços de sua personalidade indicam um comportamento de quem sente satisfação ou sadismo em praticar atos fora dos padrões de normalidade. </p><p>Ao responder &agrave;s perguntas do Minist&eacute;rio Público, o psiquiatra disse que, ao entrevistar ex-namoradas de Jairinho que tinham filhos pequenos na &eacute;poca em que se relacionavam, ouviu relatos de que as crianças sofriam maus-tratos e at&eacute; práticas de tortura. </p><p>“Eu fiz entrevistas com duas ex-namoradas e ouvi casos de um padrão comum de violência praticado por Jairinho contra seus filhos pequenos. E isso me faz acreditar em um mesmo padrão praticado pelo r&eacute;u tamb&eacute;m com o menino Henry”, disse o psiquiatra.  </p><p>Ap&oacute;s o intervalo para o almoço, por volta das 14h50, Rafael respondeu questionamentos do MP sobre o comportamento de Monique, destacando que não identificou uma relação de dependência no relacionamento entre Jairo e a mãe de Henry, al&eacute;m de notar nas ações da r&eacute; uma postura de acobertamento diante das violências sofridas pelo filho.  </p><p>“O Henry apresentava comportamentos clássicos de quem sofria abuso, e o normal seria que a mãe tomasse providências para sua proteção.” </p><p>Por volta das 20h, a m&eacute;dica Maria Cristina de Souza Azevedo passou a ser ouvida no plenário do júri. Ela estava de plantão no hospital Barra D'or  e prestou os primeiros socorros ao menino Henry Borel. Durante quase três horas e meia a pediatra respondeu &agrave;s perguntas do Minist&eacute;rio Público, do assistente de acusação e das defesas de Jairinho e Monique, esclarecendo sobre os procedimentos adotados pela equipe durante o atendimento e sobre as informações contidas no prontuário do menino. A sessão de julgamento foi suspensa &agrave;s 22h15, ao fim dos esclarecimentos da testemunha. A sessão será retomada nesta quinta-feira, 28 de maio, &agrave;s 9h.</p><p><span style="font-size: 18px;">Delegado que tocou investigação destacou omissão de mãe do menino face &agrave;s agressões</span></p><p>A terça-feira, 26 de maio, foi marcada pelo início dos depoimentos das testemunhas. O primeiro a ser ouvido foi o delegado &Eacute;dson Henrique Damasceno, titular da 16ª DP (Barra da Tijuca) &agrave; &eacute;poca do crime e responsável pela investigação. </p><p>Ao ser questionado pelo assistente de acusação se Monique minimizou ou protegeu Jairinho sobre as acusações, o delegado foi categ&oacute;rico: “Evidente que sim. Ela sabia como o menino apanhava. Sabia que estava com um companheiro que agredia o filho dela. Eu fiquei seis horas em depoimento com a Monique e ela apresentou uma versão completamente mentirosa.”</p><p>Damasceno tamb&eacute;m afirmou que não viu qualquer indício durante a investigação de que Monique Medeiros foi coagida por Jairo. Para ele, os dois r&eacute;us mentiram na delegacia. “O laudo não apontou um acidente dom&eacute;stico. O laudo demonstra que houve um homicídio.”</p><p>A segunda testemunha a ser ouvida, num depoimento que começou &agrave;s 21h e terminou &agrave;s 2h da manhã desta quarta-feira, 27 de maio, a delegada Ana Carolina Lemos Medeiros Caldas, da 16ª DP, que participou das investigações, afirmou que Monique Medeiros tinha pleno conhecimento das agressões que o filho sofria e foi omissa ao não tomar providências para protegê-lo. As investigações apontaram que o casal mentiu e apresentou contradições nos depoimentos, agindo de forma coordenada para encobrir o crime. A análise corrobora o que já havia sido dito pelo delegado Henrique Damasceno, que iniciou o caso.</p><p>Ana Carolina relembrou que Jairinho possui um hist&oacute;rico de relacionamentos abusivos. Em casos anteriores, filhos de ex-companheiras do ex-vereador já haviam demonstrado medo e rejeição a ele devido a epis&oacute;dios de agressão. Ainda segundo a delegada, logo ap&oacute;s o falecimento de Henry, Jairinho teria tentado impedir que o corpo fosse enviado ao Instituto M&eacute;dico-Legal (IML), tentando obter a liberação diretamente no hospital. Ela reiterou a importância das mensagens encontradas no celular da babá de Henry, que foram fundamentais para desmentir a versão do casal e confirmar que a criança já sofria agressões dentro do apartamento onde morava.</p><p><span style="font-size: 18px;">Denúncia pelo MP &eacute; de homicídio qualificado, tortura e coação no curso do processo</span></p><p>Segundo a denúncia, na madrugada de 8 de março de 2021, o ex-vereador, então padrasto de Henry Borel, causou as lesões que foram a causa única e eficiente da morte da criança. Ainda segundo o MP, Monique Medeiros, na condição de mãe e responsável legal, se omitiu diante das agressões, contribuindo para a consumação do crime.  </p><p>Jairinho responde por homicídio qualificado, com agravantes de pena por se tratar de vítima menor de 14 anos e agravante por ter se prevalecido de relações dom&eacute;sticas; e três torturas agravadas por terem sido praticadas prevalecendo-se de relações dom&eacute;sticas e contra criança, al&eacute;m de coação no curso do processo. </p><p>Já Monique responde por homicídio por omissão qualificado pelo motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima, com causa de aumento de pena por se tratar de vítima menor de 14 anos e com duas agravantes por ser a vítima descendente e prevalecendo-se de relações dom&eacute;sticas; duas torturas com as mesmas causas de aumento de pena e agravantes; e coação no curso do processo.         </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Dr Jairinho e Monique Medeiros, acusados pela morte por espancamento do menino Henry Borel, de quatro anos, em mar&ccedil;o de 2021. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o Pol&iacute;cia Civil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>CDH da Alerj exige divulgação das imagens da operação que resultou na morte de dois pedreiros em SG</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91738/cdh-da-alerj-exige-divulgacao-das-imagens-da-operacao-que-resultou-na-morte-de-dois-pedreiros-em-sg.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Wed, 27 May 2026 15:07:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Alerj divulgou nota oficial sobre a morte dos pedreiros Marcelo de Cruz Silva e Edivan Felipe de Assis, no Jardim Catarina, em São Gonçalo, durante uma operação policial realizada nesta terça-feira (27). As informações divulgadas at&eacute; agora apontam que os trabalhadores foram confundidos com criminosos enquanto carregavam ferramentas de trabalho e marmitas. No documento, a Comissão manifesta 'extrema indignação' com o...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Alerj divulgou nota oficial sobre a morte dos pedreiros Marcelo de Cruz Silva e Edivan Felipe de Assis, no Jardim Catarina, em São Gonçalo, durante uma operação policial realizada nesta terça-feira (27). As informações divulgadas at&eacute; agora apontam que os trabalhadores foram confundidos com criminosos enquanto carregavam ferramentas de trabalho e marmitas. No documento, a Comissão manifesta 'extrema indignação' com o incidente.</p><p>O caso , para a Comissão, exige investigação rigorosa, perícia t&eacute;cnica imediata e divulgação das imagens das câmeras corporais dos agentes envolvidos. "&Eacute; inadmissível que trabalhadores sejam mortos pelo Estado enquanto saem para garantir o sustento de suas famílias," afirma a nota oficial.</p><p>No documento, a Comissão se coloca &agrave; disposição das famílias para prestar atendimento e acompanhar de perto o desenrolar das investigações, cobrando transparência e responsabilização. A presidenta da Comissão, deputada Dani Monteiro, se solidariza com os familiares de Marcelo e Edivan diante de mais uma ação policial marcada pela morte de trabalhadores inocentes.<br></p>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91738_presidente-da-comissao-de-direitos-humanos-e-cidadania-da-alerj-deputada-dani-monteiro-png.png" />
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				<media:title type="html"><![CDATA[Presidente da Comiss&atilde;o de Direitos Humanos e Cidadania da Alerj, deputada Dani Monteiro: &quot;&Eacute; inadmiss&iacute;vel que trabalhadores sejam mortos pelo Estado enquanto saem para garantir o sustento de suas fam&iacute;l]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Manobras da defesa fracassam, e júri ouve hoje testemunhas no caso da morte do menino Henry Borel</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91702/manobras-da-defesa-fracassam-e-juri-ouve-hoje-testemunhas-no-caso-da-morte-do-menino-henry-borel.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 26 May 2026 12:37:12 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Continua nesta terça-feira (26) o julgamento do padrasto e da mãe do menino Henry Borel, acusados da morte da criança, de 4 anos, em março de 2021. A sessão acontece no Segundo Tribunal do Júri da Capital, no Rio de Janeiro.O primeiro dia, segunda-feira, foi marcado pela tentativa da defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, de adiar o julgamento. A defesa de Monique Medeiros, mãe de Henry,  não se manifestou.Assim que a sessão começou, Jairinho informou a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>Continua nesta terça-feira (26) o <strong>julgamento do padrasto e da mãe do menino Henry Borel</strong>, acusados da morte da criança, de 4 anos, em março de 2021. A sessão acontece no Segundo Tribunal do Júri da Capital, no Rio de Janeiro.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690877&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690877&o=node"></p><p>O <strong><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/justica/audio/2026-05/caso-henry-borel-defesa-fala-de-arbitrariedade-e-pai-pede-condenacao" target="_blank">primeiro dia</a>, segunda-feira, foi marcado pela tentativa da defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/justica/audio/2026-05/apos-tentativa-de-adiamento-julgamento-do-caso-henry-borel-e-iniciado" target="_blank">adiar o julgamento</a></strong>. A defesa de Monique Medeiros, mãe de Henry,  não se manifestou.</p><p>Assim que a sessão começou, Jairinho informou a destituição dos advogados. A juíza Elizabeth Machado Louro, então, anunciou que ele seria transferido para um presídio com regras mais duras, o que o fez voltar atrás.</p><p>A defesa, então, tentou mais uma vez obstruir os trabalhos, apresentando 23 requerimentos para anular o julgamento. Mas todos foram negados, e a juíza encerrou a sessão &agrave;s 17h.</p><p><strong>Para hoje, estão previstos os depoimentos de três testemunhas de acusação</strong>, sendo dois delegados e um m&eacute;dico legista. Ao todo, 27 testemunhas de acusação e defesa serão ouvidas.</p><p>A expectativa &eacute; de que o julgamento dure de cinco a sete dias.</p><h2>Homicídio por espancamento</h2><p><strong>Segundo a denúncia, na madrugada de 8 de março de 2021, Jairinho espancou Henry, enquanto a mãe, Monique Medeiros, foi omissa</strong>, o que levou &agrave; morte da criança.</p><p>O ex-vereador responde por homicídio qualificado por meio cruel que impossibilitou a defesa da vítima e por torturas praticadas contra a criança.</p><p>Monique &eacute; acusada de homicídio por omissão qualificado por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o julgamento de Dr. Jairinho, o padrasto, e Monique Medeiros, a mãe, pela morte do menino Henry Borel, de quatro anos.</b><br></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
			<media:thumbnail url="https://eurio.com.br/imagens/658x420/posts/2026/05/91702_juiza-elizabeth-louro-negou-nada-menos-que-23-requerimentos-de-anulacao-de-julgamento-apresentados-p.jpg" />
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				<media:title type="html"><![CDATA[Ju&iacute;za Elizabeth Louro negou nada menos que 23 requerimentos de anula&ccedil;&atilde;o de julgamento apresentados pela defesa de Dr. Jairinho. Foto: Tomaz Silva/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Júri julga hoje Dr. Jairinho e Monique Medeiros pelo assassinato de Henry Borel</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91663/juri-julga-hoje-dr-jairinho-e-monique-medeiros-pelo-assassinato-de-henry-borel.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 25 May 2026 09:51:23 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O II Tribunal do Júri da Capital julga, nesta segunda-feira, dia 25 de maio, a partir das 9h, o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior (conhecido como Dr. Jairinho) e Monique Medeiros da Costa e Silva, acusados da morte do menino Henry Borel, de quatro anos de idade.De acordo com a denúncia, na madrugada de 8 de março de 2021, o ex-vereador que era padrasto de Henry Borel, com vontade livre e de forma consciente, mediante ação contundente, causou lesões corporais que foram a causa única...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O II Tribunal do Júri da Capital julga, nesta segunda-feira, dia 25 de maio, a partir das 9h, o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior (conhecido como Dr. Jairinho) e Monique Medeiros da Costa e Silva, acusados da morte do menino Henry Borel, de quatro anos de idade.</p><p>De acordo com a denúncia, na madrugada de 8 de março de 2021, o ex-vereador que era padrasto de Henry Borel, com vontade livre e de forma consciente, mediante ação contundente, causou lesões corporais que foram a causa única e eficiente da morte da criança. Ainda segundo o Minist&eacute;rio Público, Monique Medeiros, enquanto mãe e garantidora legal do menino, teria se omitido da sua responsabilidade, concorrendo eficazmente para a consumação do crime de homicídio de seu filho.</p><p></p><figure class="img-legenda"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/05/91663_7ad78191e0e9566939a1ede16e48e615.jpg" style="width: 768px;"><figcaption class="img-legenda-texto">Laudo revelou lesões corporais pot espancamento no menino Henry Borel negando versão de queda apresentada por Dr Jairinho. Foto: Tânia Rêgo</figcaption></figure><br><p></p><p>O ex-vereador responde por homicídio qualificado por meio cruel e que impossibilitou a defesa da vítima, com causa de aumento de pena por se tratar de vítima menor de 14 anos e agravante por ter se prevalecido de relações dom&eacute;sticas; e três torturas agravadas por terem sido praticadas prevalecendo-se de relações dom&eacute;sticas e contra criança, al&eacute;m de coação no curso do processo. </p><p>Já a mãe do menino, Monique Medeiros, responde por homicídio por omissão qualificado pelo motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima, com causa de aumento de pena por se tratar de vítima menor de 14 anos e com duas agravantes por ser a vítima descendente e prevalecendo-se de relações dom&eacute;sticas; duas torturas com a mesmas causas de aumento de pena e agravantes; e coação no curso do processo.</p><p>Processo nº: 03313777320218190001</p><p><br></p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o julgamento do vereador cassado Dr Jairinho e de Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, pela morte do menino de quatro anos.</b></p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Monique Medeiros e o marido, o vereador cassado Doutor Jairinho, respondem pela morte de Henry Borel, ent&atilde;o com quatro anos. Foto: T&acirc;nia R&ecirc;go/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>RJ: Polícia apreende mais de 200 mil figurinhas falsificadas da Copa</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91589/rj-policia-apreende-mais-de-200-mil-figurinhas-falsificadas-da-copa.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 22 May 2026 18:17:42 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Pol&iacute;cia Civil do Rio de Janeiro apreendeu, nesta quinta-feira (21), mais de 200 mil figurinhas falsificadas da Copa do Mundo de 2026. A apreensão ocorreu no interior de um &ocirc;nibus, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Durante a mesma ação, os agentes tamb&eacute;m recolheram centenas de camisas da Seleção Brasileira com ind&iacute;cios de falsificação.A ocorrência foi resultado da investigação da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial. O...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A Pol&iacute;cia Civil do Rio de Janeiro apreendeu, nesta quinta-feira (21), mais de 200 mil figurinhas falsificadas da Copa do Mundo de 2026.</strong> A apreensão ocorreu no interior de um &ocirc;nibus, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Durante a mesma ação, os agentes tamb&eacute;m recolheram centenas de camisas da Seleção Brasileira com ind&iacute;cios de falsificação.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690396&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690396&amp;o=node"></p><p>A ocorrência foi resultado da investigação da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial. O material estava armazenado no compartimento de cargas do ve&iacute;culo e seria distribu&iacute;do na capital e em munic&iacute;pios da região metropolitana.</p><p>Segundo a pol&iacute;cia, todo o material apreendido passará por per&iacute;cia e, logo depois, será inutilizado, por violar direitos de propriedade e normas de defesa do consumidor.<br><br>A delegacia especializada informou que segue com as investigações para identificar novas rotas de circulação de produtos falsificados, al&eacute;m de apurar a origem e os locais de produção do material irregular.</p><p>Febre nacional, as figurinhas da Copa são vendidas, regularmente, por cerca de R$ 7 o pacote com sete unidades. O álbum de 2026 &eacute; a maior edição já feita, com 980 figurinhas e 48 seleções.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: PCRJ]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>PF combate tráfico de pessoas e trabalho análogo à escravidão no Rio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91549/pf-combate-trafico-de-pessoas-e-trabalho-analogo-a-escravidao-no-rio.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 21 May 2026 13:35:35 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Operação Juro Zero, deflagrada pela Pol&iacute;cia Federal, nesta quinta-feira (21), investiga crimes de tráfico de pessoas e de trabalho análogo &agrave; escravidão, envolvendo cidadãos colombianos, em munic&iacute;pios da região sul do  Rio de Janeiro.De acordo com a PF, as investigações tiveram in&iacute;cio a partir de den&uacute;ncia apresentada por “colombianos que teriam sido aliciados para virem ao Brasil com promessa de trabalho na área do turismo, tendo suas passagens...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A Operação Juro Zero, deflagrada pela Pol&iacute;cia Federal, nesta quinta-feira (21), investiga crimes de tráfico de pessoas e de trabalho análogo &agrave; escravidão, envolvendo cidadãos colombianos, em munic&iacute;pios da região sul do  Rio de Janeiro.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690154&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690154&amp;o=node"></p><p>De acordo com a PF, as investigações tiveram in&iacute;cio a partir de den&uacute;ncia apresentada por “colombianos que teriam sido aliciados para virem ao Brasil com promessa de trabalho na área do turismo, tendo suas passagens a&eacute;reas financiadas pelo grupo investigado”.</p><blockquote><p>“Contudo, ap&oacute;s chegarem ao Brasil, o cenário apresentado teria sido alterado, passando as v&iacute;timas a viver em condições análogas &agrave; de escravidão”, informa a Pol&iacute;cia Federal.</p></blockquote><p><strong>“Há, ainda, elementos de informação indicando que os investigados atuariam em esquema de agiotagem, utilizando os imigrantes em cobranças de d&iacute;vidas, muitas vezes mediante violência e grave ameaça”, completou.</strong></p><p>Policiais federais cumprem mandados de busca e apreensão, nos munic&iacute;pios fluminenses de Pinheiral e de Resende, ambos expedidos pela 3ª Vara Federal de São João de Meriti.</p><p>As investigações apuram tamb&eacute;m a existência de outros cidadãos colombianos em situação semelhante, “inclusive residindo em condições incompat&iacute;veis com a dignidade humana”.</p><p>A PF acrescenta que as ações objetivam reunir mais provas que ajudem “na completa identificação da organização criminosa, bem como na individualização das condutas praticadas pelos investigados”.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: PF]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>MPRJ denuncia policial civil pela morte de passageira de carro de aplicativo no Pechincha</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91545/mprj-denuncia-policial-civil-pela-morte-de-passageira-de-carro-de-aplicativo-no-pechincha.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/91545/mprj-denuncia-policial-civil-pela-morte-de-passageira-de-carro-de-aplicativo-no-pechincha.html</guid>
			<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:21:28 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A 2ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro denunciou, nesta terça-feira (19/05), o policial civil Frede Uilson Souza de Jesus pela morte da designer de sobrancelhas Thamires Rodrigues de Souza de Jesus, ap&oacute;s uma discussão de trânsito no bairro do Pechincha, em Jacarepaguá, na Zona Sudoeste.  Segundo a denúncia do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), o policial discutiu com um motorista de aplicativo depois...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="titulo-cartao">A 2ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro denunciou, nesta terça-feira (19/05), o policial civil Frede Uilson Souza de Jesus pela morte da designer de sobrancelhas Thamires Rodrigues de Souza de Jesus, ap&oacute;s uma discussão de trânsito no bairro do Pechincha, em Jacarepaguá, na Zona Sudoeste.  </div><div class="texto"><p>Segundo a denúncia do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), o policial discutiu com um motorista de aplicativo depois que uma manobra bloqueou a passagem do carro que ele dirigia. Ap&oacute;s o desentendimento, Frede Uilson atirou em direção ao carro de aplicativo, atingindo Thamires, que era passageira e estava sentada no banco traseiro. A designer foi levada para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos.</p><p>Ainda de acordo com o MPRJ, o crime foi cometido por motivo fútil, devido a uma simples discussão de trânsito, e a vítima não teve chance de defesa. A denúncia aponta que o tiro colocou outras pessoas em risco, já que foi feito em via pública movimentada, com uma arma de uso restrito.</p><p>A Promotoria requer que o policial civil seja julgado pelo Tribunal do Júri e solicita a prisão preventiva de Frede Uilson como medida de garantia da ordem pública. O MPRJ pede, ainda, indenização mínima de R$ 100 mil para a família da vítima.</p><p><br></p></div>]]></content:encoded>
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			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>PF mira perito suspeito de vazar dados de investigação sobre o Master</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91484/pf-mira-perito-suspeito-de-vazar-dados-de-investigacao-sobre-o-master.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/91484/pf-mira-perito-suspeito-de-vazar-dados-de-investigacao-sobre-o-master.html</guid>
			<pubDate>Tue, 19 May 2026 16:30:36 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Pol&iacute;cia Federal (PF) realiza uma operação nesta terça-feira (19) que tem como alvo um perito da pr&oacute;pria instituição, suspeito de vazar informações da Operação Compliance Zero. A investigação apura fraudes financeiras e outros crimes relacionados ao Banco Master. Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, autorizados pelo ministro Andr&eacute; Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). O agente da PF envolvido foi afastado das funções,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A Pol&iacute;cia Federal (PF) realiza uma operação nesta terça-feira (19) que tem como alvo um perito da pr&oacute;pria instituição, suspeito de vazar informações da Operação Compliance Zero. A investigação apura fraudes financeiras e outros crimes relacionados ao Banco Master. </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689898&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689898&amp;o=node"></p><p>Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, autorizados pelo ministro Andr&eacute; Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). O agente da PF envolvido foi afastado das funções, al&eacute;m de estar sujeito a medidas alternativas &agrave; prisão, como a proibição de se comunicar com outros investigados ou de se ausentar da comarca em que reside. </p><p>A decisão que autorizou a operação desta terça foi mantida sob sigilo por Mendonça. Em nota, o Supremo informou que “o investigado, na condição de perito criminal federal, teria repassado a integrante da imprensa informações sigilosas relacionadas a fatos ocorridos no in&iacute;cio das investigações”. </p><p>O material repassado ilegalmente continha informações obtidas a partir da análise das apreensões feitas durante uma das primeiras fases da operação. <strong>O perito deverá agora responder pela suspeita de violação de sigilo funcional, crime previsto no C&oacute;digo Penal com pena m&iacute;nima de seis meses e máxima de seis anos. </strong><br><br><strong>O objetivo principal da operação desta terça foi impedir que perito continuasse a vazar dados da PF, bem como colher provas sobre sua participação nos vazamentos, informou o Supremo. </strong></p><p>No texto divulgado sobre a investigação, a Corte enfatizou que <strong>a investigação sobre o vazamento não tem como alvo o trabalho jornal&iacute;stico</strong>, afirmando que “as medidas não implicam qualquer direcionamento investigativo contra jornalistas ou ve&iacute;culos de imprensa”. </p><p>De acordo com a nota, o Supremo garante “a liberdade de atuação jornal&iacute;stica e a garantia constitucional do sigilo da fonte”. Pelo artigo 5º da Constituição Federal, fica assegurado no Brasil “o acesso &agrave; informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exerc&iacute;cio profissional”. </p><h2>Caso Master</h2><p>A <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-05/master-operacao-da-pf-contra-fraude-bilionaria-completa-seis-meses" target="_blank">Operação Compliance Zero</a> completou seis meses nesta segunda-feira (18).<strong> At&eacute; o momento, foram presas 21 pessoas e cumpridos 116 mandados de busca e apreensão. Mais de R$ 27 bilhões em bens e valores foram bloqueados ou sequestrados pela Justiça. </strong></p><p><strong>Al&eacute;m dos crimes contra o Sistema Financeiro Nacional (SFN), a operação tem como alvo tamb&eacute;m a intrincada teia de relações mantida pelo dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, junto a pol&iacute;ticos; criminosos e servidores p&uacute;blicos de alto escalão. </strong></p><p>Na lista, figuram diretores do Banco Central (BC), &oacute;rgão responsável por fiscalizar o sistema bancário, e agentes da pr&oacute;pria PF.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto:  Sindicato dos policiais federais-DF]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Guardas municipais prendem ladrão de celular no Centro do Rio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91415/guardas-municipais-prendem-ladrao-de-celular-no-centro-do-rio.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sun, 17 May 2026 14:34:17 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Uma equipe da 1ª Inspetoria da Guarda Municipal do Rio, responsável pelo atendimento aos chamados da Central 1746, prendeu um homem de 39 anos na &uacute;ltima sexta-feira (15), na Rua do Lavradio, no Centro do Rio de Janeiro. A prisão ocorreu ap&oacute;s o suspeito furtar o celular de um pedestre de 50 anos, na mesma via. Logo ap&oacute;s o crime, a v&iacute;tima acionou as equipes da Central 1746.O acusado tentou fugir, mas foi detido pelos agentes. O aparelho celular da v&iacute;tima foi...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div dir="auto">Uma equipe da 1ª Inspetoria da Guarda Municipal do Rio, responsável pelo atendimento aos chamados da Central 1746, prendeu um homem de 39 anos na &uacute;ltima sexta-feira (15), na Rua do Lavradio, no Centro do Rio de Janeiro. A prisão ocorreu ap&oacute;s o suspeito furtar o celular de um pedestre de 50 anos, na mesma via. Logo ap&oacute;s o crime, a v&iacute;tima acionou as equipes da Central 1746.</div><div dir="auto"><br></div><div dir="auto"></div><div dir="auto">O acusado tentou fugir, mas foi detido pelos agentes. O aparelho celular da v&iacute;tima foi encontrado com ele. O caso foi registrado na 5ª DP, localizada na Rua Gomes Freire, na região central da cidade.  </div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[O acusado tentou fugir, mas foi detido. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>"Lei Ricardo Magro', sob encomenda, foi aprovada logo após interdição da Refit na Carbono Oculto</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91364/lei-ricardo-magro-sob-encomenda-foi-aprovada-logo-apos-interdicao-da-refit-na-carbono-oculto.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Fri, 15 May 2026 16:44:08 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu a pedido da Polícia Federal (PF) para a realização da Operação Sem Refino, na manhã desta sexta-feira (15), e determinou o cumprimento de mandados de busca e apreensão contra várias autoridades do Rio de Janeiro, bem como o afastamento do exercício de funções públicas. Na mesma decisão foi determinada a prisão preventiva do dono da Refit, antiga Refinaria de Manguinhos, Ricardo Magro. A operação foi...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu a pedido da Polícia Federal (PF) para a realização da Operação Sem Refino, na manhã desta sexta-feira (15), e determinou o cumprimento de mandados de busca e apreensão contra várias autoridades do Rio de Janeiro, bem como o afastamento do exercício de funções públicas. Na mesma decisão foi determinada a prisão preventiva do dono da Refit, antiga Refinaria de Manguinhos, Ricardo Magro. </p><p>A operação foi deflagrada para apurar a suposta atuação de uma organização criminosa voltada &agrave; prática reiterada dos delitos de gestão fraudulenta, lavagem de capitais, sonegação fiscal e evasão de divisas, al&eacute;m de crimes contra a ordem econ&ocirc;mica envolvendo a comercialização de combustíveis. A PF traz ainda elementos informativos que indicam a ligação dos integrantes do grupo empresarial com possíveis atos de corrupção de diversos agentes públicos do estado. </p><p>Entre os alvos da operação estão o ex-governador Cláudio Castro, o desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) Guaraci de Campos Vianna, o ex-secretário estadual de Fazenda do RJ Juliano Pasqual e o ex-procurador-geral do estado Renan Saad, al&eacute;m de servidores públicos estaduais das áreas de segurança e tributos.  <br> <br>As medidas foram tomadas no âmbito da Petição <a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=7588220" target="_blank" rel="noreferrer noopener">(PET) 16028</a>, que teve o sigilo retirado pelo relator. A operação foi autorizada pelo ministro com o aval do Minist&eacute;rio Público Federal (MPF). </p><h5 class="wp-block-heading">Devedor contumaz </h5><p>Na decisão, o ministro Alexandre destaca pontos da representação da PF que descrevem Ricardo Magro como “devedor contumaz” de tributos no ramo de combustíveis. O documento aponta que ele concebeu, dirigiu e se beneficiou diretamente de uma estrutura societária e financeira artificial. “Trata-se de engenharia deliberadamente montada para ocultar patrim&ocirc;nio, dissimular a titularidade real de bens, escoar recursos ilícitos, frustrar a atuação do Fisco e inviabilizar a satisfação de credores, inclusive aqueles sujeitos &agrave; recuperação judicial da REFIT”, apontou a PF. </p><p>A Lista de Devedores da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), de acordo com o relat&oacute;rio da Polícia Federal, aponta um passivo aproximado de R$ 52 bilhões com a União, os estados e o Distrito Federal por parte das que as pessoas físicas e jurídicas vinculadas &agrave; Refit. Desse valor, nada menos de 94%, cerca de R$ 48,8 bilhões, estaria concentrado na pr&oacute;pria Refit.</p><p></p><figure class="img-legenda"><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/05/91362_1188753b4024189729229342bb0bda6d.jpg"><figcaption class="img-legenda-texto">Refit, antiga Refinaria de Manguinhos, coordenava esquemade sonegação e lavagem de dinheiro, com evasão fiscal estimada em R$ 52 bilhões</figcaption></figure><p>A empreitada, de acordo com a PF, s&oacute; foi possível com a participação de agentes políticos, especialmente vinculados ao primeiro escalão do governo do Estado do Rio de Janeiro. Para o relator, a necessidade da prisão preventiva de Ricardo Magro está comprovada diante da natureza permanente e estruturada da atuação atribuída &agrave; organização criminosa, cuja dinâmica revela risco concreto de continuidade das atividades ilícitas.</p><p>O grupo Refit  já foi investigado no âmbito da Operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto de 2025, para investigar fraudes no setor de combustíveis ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC).</p><p>  </p><p>A decisão determina a inclusão do nome de Magro, que mora nos Estados Unidos, no sistema de Difusão Vermelha da Interpol, como foragido da Justiça brasileira. Prevê ainda o envio dos documentos necessários &agrave; Interpol para viabilizar a extradição do empresário para o Brasil. </p><h5 class="wp-block-heading">“Lei Ricardo Magro” </h5><p>Em relação a Cláudio Castro, a PF menciona a Lei Complementar estadual 225/2025, proposta pelo então governador, que instituiu o Programa Especial de Parcelamento de Cr&eacute;ditos Tributários e Não Tributários do Estado do Rio de Janeiro. A norma foi apelidada de “Lei Ricardo Magro”, uma vez que as condições estabelecidas se amoldavam perfeitamente aos interesses do conglomerado Refit. Segundo a PF, a lei foi publicada um mês ap&oacute;s a interdição das atividades do parque industrial da refinaria e da retenção de combustíveis importados pela companhia na Operação Cadeia de Carbono. </p><p>Segundo a PF, sob as diretrizes do então governador, o Estado do Rio de Janeiro direcionou todos os esforços da máquina pública “em prol do conglomerado capitaneado por Ricardo Magro”.  </p><h5 class="wp-block-heading">Processos conexos  </h5><p>A operação &eacute; um dos procedimentos decorrentes de comandos do STF no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 635 (“ADPF das Favelas”) que buscam apurar indícios concretos de crimes com repercussão interestadual e internacional e que exigem repressão uniforme (nos termos da Lei 10.446/2002), assim como investigar a atuação dos principais grupos criminosos violentos em atividade no estado e suas conexões com agentes públicos. </p><p>Leia a <a href="https://noticias-stf-wp-prd.s3.sa-east-1.amazonaws.com/wp-content/uploads/wpallimport/uploads/2026/05/15161152/Decisao-16028-1.pdf" data-type="link" data-id="https://noticias-stf-wp-prd.s3.sa-east-1.amazonaws.com/wp-content/uploads/wpallimport/uploads/2026/05/15161152/Decisao-16028-1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">íntegra da decisão</a>.           </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Ricardo Magro adquiriu a Refinaria de Manguinhos durante o mandato de S&eacute;rgio Cabral, afastado do mandato por corrup&ccedil;&atilde;o. Foto: Acervo Pessoal]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Operação Sem Refino investiga Refit e ex-governador Cláudio Castro</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91358/operacao-sem-refino-investiga-refit-e-ex-governador-claudio-castro.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 15 May 2026 10:57:14 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Agentes da Polícia Federal cumprem nesta sexta-feira, 17 mandados de busca e apreensão de documentos, equipamentos eletr&ocirc;nicos e celulares, no Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A Operação Sem Refino, que começou bem cedo, apura a atuação de um grupo do ramo de combustíveis suspeito de utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>Agentes da Polícia Federal cumprem nesta sexta-feira, 17 mandados de busca e apreensão de documentos, equipamentos eletr&ocirc;nicos e celulares, no Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A Operação Sem Refino, que começou bem cedo, apura a atuação de um grupo do ramo de combustíveis suspeito de utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior. A operação tem esse nome em referência ao expediente do grupo investigado de importar produtos praticamente prontos e apresentar como petr&oacute;leo bruto, simulando o refino para obter vantagens fiscais, driblando leis estaduais.</p><p>As investigações apuram possíveis fraudes fiscais, ocultação patrimonial e inconsistências relacionadas &agrave; operação da Refit, antiga Refinaria de Manguinhos, vinculada ao grupo de Ricardo Magro, foragido nos Estados Unidos desde que a prisão preventiva foi decretada, em operações anteriores, como a Carbono Oculto.</p><p>De acordo com nota da Polícia Federal, a Justiça ainda determinou sete medidas de afastamento de função pública de investigados e o bloqueio de cerca de R$ 52 bilhões em ativos financeiros e a suspensão das atividades econ&ocirc;micas das empresas investigadas. A Receita Federal acompanha as investigações. A Refit, de acordo com o Fisco, deve R$ 26 bilhões &agrave; União, R$ 13 bilhões ao Estado do Rio e R$ 8 bilhões a São Paulo.</p><p> </p><p><img src="https://eurio.com.br/hf-conteudo/uploads/posts/2026/05/91356_3899745a8219f47c539e44c9e9902163.jpg"><br></p><p>Um dos alvos dos mandados de busca e apreensão &eacute; o ex-governador do Rio, Cláudio Castro. Agentes estiveram no apartamento do ex-governador Cláudio Castro, na Barra da Tijuca, zona sudoeste da cidade. Eles chegaram por volta de seis da manhã, horário mínimo para diligências legais em residências, ficaram no local por cerca de duas horas e saíram carregando malotes.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689551&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689551&o=node"></p><p>O advogado de Cláudio Castro, Carlo Luchione, disse por nota que não tem conhecimento da motivação da busca e apreensão,  determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. No documento, o advogado escreveu ainda que "Claudio colaborou com a busca que ocorreu sem qualquer intercorrencia e nada de relevante foi apreendido".</p><p>    Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a Operação Sem Refino, que investiga um esquema de sonegação e fraude de um grupo do setor de combustíveis.<br></p><p> Os alvos incluem tamb&eacute;m o ex-secretário de Fazenda, Juliano Pasqual, e o ex-procurador-geral do Estado, Renan Saad, exonerado no final de abril pelo governador em exercício, desembargador Ricardo Couto. Os agentes efetuam buscas ainda em endereços ligados ao desembargador Guaracy Viana, recentemente punido pelo Conselho Nacional de Justiça.</p><p>A averiguação integra as apurações conduzidas pela Polícia Federal no âmbito da ADPF das favelas, relacionada &agrave; atuação de organizações criminosas e suas conexões com agentes públicos no Rio de Janeiro.</p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br><div class="nome-editor"><br>        </div></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Cl&aacute;udio Castro estava em casa, no momento em que os agentes da Pol&iacute;cia Federal chegaram para cumprir mandados de busca e apreens&atilde;o. Foto: Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Juíza marca para 27 de maio nova audiência do processo contra Oruam por tentativa de homicídio</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91285/juiza-marca-para-27-de-maio-nova-audiencia-do-processo-contra-oruam-por-tentativa-de-homicidio.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Wed, 13 May 2026 11:40:03 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O juízo da 3ª Vara Criminal da Capital, durante audiência de instrução e julgamento realizada na última segunda-feira, dia 11 de maio, começou a ouvir as primeiras testemunhas do processo em que o rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, o Oruam, &eacute; acusado por tentativa de homicídio contra policiais civis. Al&eacute;m de Oruam, que está foragido, tamb&eacute;m são r&eacute;us no processo Victor Hugo Vieira dos Santos, Willyam Matheus Vianna Rodrigues Vieira e Pablo Ricardo de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O juízo da 3ª Vara Criminal da Capital, durante audiência de instrução e julgamento realizada na última segunda-feira, dia 11 de maio, começou a ouvir as primeiras testemunhas do processo em que o rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, o Oruam, &eacute; acusado por tentativa de homicídio contra policiais civis. Al&eacute;m de Oruam, que está foragido, tamb&eacute;m são r&eacute;us no processo Victor Hugo Vieira dos Santos, Willyam Matheus Vianna Rodrigues Vieira e Pablo Ricardo de Paula Silva de Morais.</p><p>Durante a audiência, prestaram depoimento dez testemunhas. A primeira a ser ouvida foi o policial civil Fabio Campos Diniz, seguido pelo perito criminal Leandro Ribeiro Pinto e pelo segurança de Oruam, Jaci Antonio Pereira de Oliveira.</p><p>Em seguida, foram ouvidas as duas vítimas da tentativa de homicídio, o delegado Moys&eacute;s Santana Gomes e o comissário da polícia civil Alexandre Alves Ferraz, que teriam sido atacados com pedras atiradas pelos r&eacute;us, al&eacute;m dos policiais Carlos Alessandro Seabra, Allan de Souza Monteiro Gurgel e Paulo Saback, a noiva de Oruam, Fernanda Valença de Oliveira, e Camila Pinho de Lima.</p><p>A juíza Tula C&ocirc;rrea de Mello, que presidiu a sessão, intimou o acusado e as quatro testemunhas ausentes para participarem da continuação da audiência de instrução e julgamento para o pr&oacute;ximo dia 27 de maio, &agrave;s 11h.</p><p>De acordo com a denúncia do Minist&eacute;rio Público do Rio de Janeiro, o ataque ocorreu em julho de 2025, durante operação da Delegacia de Repressão a Entorpecentes em uma casa no Joá, na Zona Sudoeste do Rio. O delegado Moyses e o então oficial de cart&oacute;rio da Polícia Civil Alexandre buscavam cumprir um mandado de busca e apreensão contra um adolescente apontado por envolvimento com o tráfico de drogas.</p><p>Processo nº: 0074240-78.2025.8.19.0001  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foragido depois de ser beneficiado com um habeas corpus, posteriormente revogado, o rapper Oruam, filho de Marcinho VP, responde por tentativa de homic&iacute;dio por atirar pedras de at&eacute; 4 kg contra policia]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>MPRJ obtém mandados de prisão contra 46 do Comando Vermelho em Teresópolis</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91275/mprj-obtem-mandados-de-prisao-contra-46-do-comando-vermelho-em-teresopolis.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/91275/mprj-obtem-mandados-de-prisao-contra-46-do-comando-vermelho-em-teresopolis.html</guid>
			<pubDate>Wed, 13 May 2026 09:45:15 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou e obteve mandados de prisão contra 46 integrantes da facção criminosa Comando Vermelho com atuação no chamado Complexo PPR, formado pelas comunidades do Perp&eacute;tuo, Pimentel e Rosário, em Teres&oacute;polis. Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Criminal de Teres&oacute;polis e estão sendo cumpridos nesta quarta-feira (12/05) pela Polícia Civil, por meio da 110ª Delegacia de Polícia, com o apoio da...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div>O Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou e obteve mandados de prisão contra 46 integrantes da facção criminosa Comando Vermelho com atuação no chamado Complexo PPR, formado pelas comunidades do Perp&eacute;tuo, Pimentel e Rosário, em Teres&oacute;polis. Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Criminal de Teres&oacute;polis e estão sendo cumpridos nesta quarta-feira (12/05) pela Polícia Civil, por meio da 110ª Delegacia de Polícia, com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) e do 30º Batalhão de Polícia Militar. A ação &eacute; acompanhada pela 2ª Promotoria de Justiça Criminal de Teres&oacute;polis. At&eacute; o momento, 27 denunciados foram presos.</div><div>De acordo com a denúncia do MPRJ, a atual cúpula da facção teria assumido o controle da região ap&oacute;s a transferência do então líder criminoso Robson Costa, conhecido como “Cavalo”, para presídio federal. Com divisão hierárquica de funções, os integrantes da organização impunham uma rotina de ameaças e silêncio forçado nas comunidades, determinando punições internas, agressões, torturas e at&eacute; homicídios contra moradores, usuários e membros do grupo que descumprissem ordens.</div><div>Ainda segundo a denúncia, o tráfico de drogas ocorria de forma ostensiva nas proximidades de escolas, praças e áreas de grande circulação de moradores, com o uso recorrente de crianças e adolescentes em funções ligadas &agrave; venda de drogas e &agrave; vigilância armada. </div><div>As investigações indicam, ainda, que a facção buscava ampliar o controle econ&ocirc;mico sobre as comunidades por meio da exploração de atividades ilícitas paralelas, como serviços clandestinos de internet.</div><div>Os denunciados respondem pelos crimes de associação para o tráfico e tráfico de drogas.  </div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[At&eacute; as dez da manh&atilde; desta quarta, 13 de maio, haviam sido cumpridos 27 dos 46 mandados de pris&atilde;o contra integrantes do Comando Vermelho em Teres&oacute;polis. Foto: Ascom MPRJ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>PF mira deputado do RJ e fraudes em contratos de R$ 200 milhões </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91254/pf-mira-deputado-do-rj-e-fraudes-em-contratos-de-rs-200-milhoes.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
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			<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:33:26 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (12) a Operação Castratio, com o objetivo de colher provas sobre um esquema de fraude em contratos de R$ 200 milhões firmados pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro (Seappa). Ao todo são cumpridos 12 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em São Paulo, autorizados pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).Um dos principais alvos &eacute; o...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (12) a Operação Castratio, com o objetivo de colher provas sobre um esquema de fraude em contratos de R$ 200 milhões firmados pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro (Seappa)</strong>. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689114&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689114&o=node"></p><p>Ao todo são cumpridos 12 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em São Paulo, autorizados pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).</p><p><strong>Um dos principais alvos &eacute; o deputado federal Marcelo Queiroz (PSDB-RJ), que foi secretário de Agricultura estadual &agrave; &eacute;poca dos crimes investigados. </strong></p><p>O deputado teve o celular apreendido. Em endereços de outros alvos, a PF tamb&eacute;m confiscou dinheiro vivo, carros e aparelhos eletr&ocirc;nicos. O material deverá agora ser periciado em busca de provas sobre o esquema. </p><p><strong>A Polícia Federal apura o direcionamento de licitações para castração e esterilização de animais, que teriam favorecido ilegalmente a empresa Consuvet,</strong> criada meses antes de assinar um primeiro contrato com a Seappa, em julho de 2021. </p><p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">>> Siga o canal da<strong> Agência Brasil</strong> no WhatsApp</a></p><p>O contrato foi firmado apesar de parecer contrário da assessoria jurídica da pasta, que havia constatado a incapacidade da empresa executar o contrato, por não possuir filiais, por exemplo, o que a impediria de atuar em todo estado.</p><p>Para contornar o impedimento, a empresa apresentou contratos de locação de espaços em dois municípios do interior, que teriam sido firmados em 2020.</p><p>A PF apontou que tais documentos são fraudulentos, uma vez que a pr&oacute;pria empresa somente foi criada em 2021. </p><p>O primeiro contrato foi assinado na gestão de Queiroz mesmo com a empresa ainda sem autorização do Conselho Regional de Medicina Veterinária para atuar. A autorização s&oacute; foi obtida três meses ap&oacute;s o acordo. </p><p>Depois, a Consuvet viria a vencer licitação em que apresentou apenas a quarta melhor proposta. Uma das justificativas foi a experiência anterior da empresa nos serviços prestados. Tais contratos anteriores, contudo, haviam sido facilitados pelo gestor Antonio Emilio Santos, que deixou a secretaria e, dois meses depois, assumiu como s&oacute;cio da empresa. </p><p>Em relat&oacute;rio encaminhado ao Supremo, a PF afirmou que Antonio Emilio Santos  “desempenhou um papel crucial na manipulação interna para favorecer interesses particulares” e destacou que “num intervalo de 2 meses, [ele] ingressou na empresa privada vencedora da licitação na qual foi autorizada por ele mesmo”. </p><p><strong>A Agência Brasil entrou em contato com o gabinete do deputado Marcelo Queiroz e busca contato com a defesa dos demais citados. O espaço está aberto para incluir manifestação dos citados.</strong>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Deputado federal Marcelo Queiroz. Foto: Kayo Magalh&atilde;es/C&acirc;mara dos Deputados]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Dino autoriza buscas e apreensões contra deputado Marcelo Queiroz por suspeita de fraude em licitações</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91246/dino-autoriza-buscas-e-apreensoes-contra-deputado-marcelo-queiroz-por-suspeita-de-fraude-em-licitaco.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Tue, 12 May 2026 13:29:27 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou buscas e apreensões pessoais, veiculares e domiciliares contra o deputado federal Marcelo Queiroz (PSDB-RJ) e outros investigados na Operação Castratio, que apura suspeitas de fraude em licitações, corrupção e lavagem de dinheiro em contratos da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento do Rio de Janeiro (SEAPPA). A decisão foi tomada na Petição (Pet) 15234 e atende a pedido da Polícia...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou buscas e apreensões pessoais, veiculares e domiciliares contra o deputado federal Marcelo Queiroz (PSDB-RJ) e outros investigados na Operação Castratio, que apura suspeitas de fraude em licitações, corrupção e lavagem de dinheiro em contratos da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento do Rio de Janeiro (SEAPPA). A decisão foi tomada na Petição <a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=7477318" target="_blank" rel="noreferrer noopener">(Pet) 15234</a> e atende a pedido da Polícia Federal (PF), com aval da Procuradoria-Geral da República (PGR).   </p><p>Segundo a investigação, os fatos teriam ocorrido entre outubro de 2019 e março de 2022, período em que Marcelo Queiroz comandava a SEAPPA. De acordo com a PF, contratos firmados pela Subsecretaria de Proteção e Bem-Estar Animal com a empresa Consuvet apresentam indícios de direcionamento e fraude licitat&oacute;ria.  </p><p>Para os investigadores, &eacute; necessário aprofundar a apuração sobre a participação do parlamentar no suposto esquema, inclusive para esclarecer se ele teria autuado como líder da organização criminosa ou se teria sido beneficiado pelos contratos, por vantagens financeiras ou ganhos políticos. </p><h5 class="wp-block-heading">    <span style="font-weight: normal; font-size: 18px;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Investigação apura corrupção ativa e passiva no Governo do Estado do Rio de Janeiro</span>  </span></h5><p>A Polícia Federal apura supostos crimes de corrupção ativa e passiva, fraude em licitação, lavagem de dinheiro, organização criminosa e participação de agente público no esquema. Al&eacute;m do deputado federal, tamb&eacute;m são alvos das buscas Anna Caroline Vianna Dupret dos Santos, Camila Costa da Silva, Ant&ocirc;nio Emílio Santos, Leonardo Rego Blanchart, Sergio Fernandes Vieira, Francisca Maria de Andrade, Gilberto da Costa Lima Machado, Clínica Veterinária Ricardo Ltda, Ricardo de Almeida Souza e a pr&oacute;pria SEAPPA. </p><p>        <span style="font-weight: bold;">Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a Operação Castratio, que investiga fraudes em licitações na Secretaria de Agricultura do Estado do Rio de Janeiro.</span><br></p><div class="conteudo-noticia"><p>A Operação Castratio investiga um suposto esquema de fraudes em contratos ligados &agrave; Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Rio de Janeiro (Seapa).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689106&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689106&o=node"> Os agentes cumprem 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ações ocorrem em municípios do Rio de Janeiro, incluindo a capital, Niter&oacute;i, Maca&eacute; e Itaocara, al&eacute;m das cidades de São Roque e Mairinque, em São Paulo.</p><p>Na sala de um funcionário, na sede da Secretaria, em Niter&oacute;i, os policiais apreenderam valores em esp&eacute;cie. Tamb&eacute;m em Niter&oacute;i, houve a apreensão de um veículo na residência de um dos alvos da operação.</p><p>De acordo com as investigações, foram identificados indícios de superfaturamento e fraude. A PF informou, ainda, que a soma dos contratos sob suspeita chega a R$ 200 milhões.</p><p>Al&eacute;m do crime de organização criminosa, os investigados tamb&eacute;m podem responder por lavagem de dinheiro.</p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><span style="font-size: 18px;">Incompatibilidade entre capital, de R$ 20 mil, e contratos, de R$ 8,3 milhões, chama atenção</span><span style="color: rgb(0, 102, 255); font-weight: bold;">  </span></div></div><p>As investigações apontam que a Consuvet não possuía estrutura compatível com os serviços contratados pela SEAPPA. A empresa, criada em julho de 2021 com capital social de R$ 20 mil e sem filiais, teria firmado, em apenas quatro meses, contratos superiores a R$ 8,3 milhões com a secretaria. Tamb&eacute;m foi identificado um aditivo contratual de R$ 595,5 mil assinado pelo então secretário Alex Sandro Pedrosa Grillo.   </p><p>Segundo a PF, Camila Costa, apontada como pessoa de confiança de Marcelo Queiroz, teria atuado para facilitar e direcionar licitações em favor da Consuvet. Já Anna Caroline, companheira do deputado, &eacute; suspeita de dificultar diligência policial ao não entregar um aparelho celular considerado relevante para a investigação.  </p><h5 class="wp-block-heading"><span style="font-weight: normal; font-size: 18px; color: rgb(0, 0, 0);">Relator aponta movimentações financeiras superiores &agrave; renda declarada por agentes públicos </span></h5><p>Ao autorizar as medidas, o ministro Flávio Dino afirmou haver “múltiplos indicativos” de irregularidades apontadas pela Polícia Federal. O relator destacou movimentações financeiras incompatíveis com os rendimentos declarados por agentes públicos, al&eacute;m de saques frequentes em dinheiro e de forma fracionada.  </p><p>O ministro tamb&eacute;m entendeu que o caso permanece na competência do STF diante de indícios de que Marcelo Queiroz teria mantido vínculos com integrantes da suposta organização criminosa mesmo ap&oacute;s assumir o mandato de deputado federal. Entre eles, a indicação de Camila Costa para participar de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre a política nacional de controle populacional de cães e gatos. </p><p>Outro ponto destacado por Dino &eacute; a suposta ligação entre a Consuvet e a Clínica Veterinária Ricardo Ltda. Segundo a PGR, auditoria da Controladoria-Geral do Estado apontou que contratos antes firmados com a Consuvet passaram, a partir de 2023, a beneficiar a nova empresa. A PGR afirma, ainda, que relat&oacute;rios de inteligência financeira identificaram transferências bancárias entre as duas empresas desde fevereiro de 2022, reforçando a suspeita de ligação entre elas. </p><p>Confira a <a href="https://noticias-stf-wp-prd.s3.sa-east-1.amazonaws.com/wp-content/uploads/wpallimport/uploads/2026/05/12122906/18-decisao_monocratica_decisao_interlocutoria.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">íntegra da decisão</a>.     </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Pol&iacute;cia Federal deflagrou pela manh&atilde; Opera&ccedil;&atilde;o Castratio, que tem como um dos alvos o deputado federal Marcelo Queiroz, do PSDB do Rio. Foto: Pol&iacute;cia Federal]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Réus pela morte a facadas de galerista americano Brent Sikkema serão levados a júri popular</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91216/reus-pela-morte-a-facadas-de-galerista-americano-brent-sikkema-serao-levados-a-juri-popular.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 11 May 2026 15:50:12 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O ju&iacute;zo da 3ª Vara Criminal da Capital decidiu que serão levados a j&uacute;ri popular o cubano Alejandro Triana Prevez e o empresário Daniel Sikkema pelo assassinato do galerista americano Brent Sikkema, morto a facadas em janeiro de 2024, no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio de Janeiro. Alejandro Triana Prevez foi pronunciado por homic&iacute;dio qualificado por motivo torpe, mediante promessa de recompensa, por motivo f&uacute;til, com emprego de meio cruel e mediante recurso que...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O ju&iacute;zo da 3ª Vara Criminal da Capital decidiu que serão levados a j&uacute;ri popular o cubano Alejandro Triana Prevez e o empresário Daniel Sikkema pelo assassinato do galerista americano Brent Sikkema, morto a facadas em janeiro de 2024, no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio de Janeiro. Alejandro Triana Prevez foi pronunciado por homic&iacute;dio qualificado por motivo torpe, mediante promessa de recompensa, por motivo f&uacute;til, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da v&iacute;tima, al&eacute;m da agravante de o crime ter sido cometido contra pessoa maior de 60 anos. Ele tamb&eacute;m responderá por furto qualificado praticado durante o repouso noturno. Já Daniel Sikkema foi pronunciado pelos mesmos qualificadores do homic&iacute;dio, na condição de mandante e part&iacute;cipe do crime.</p><p>A ju&iacute;za Tula Corrêa de Mello acolheu a den&uacute;ncia apresentada pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico de que Alejandro veio para o Brasil, seguindo as coordenadas oferecidas por Daniel e sendo auxiliado financeiramente por ele. A sentença destaca que, na madrugada do dia 14 de janeiro, Alejandro - utilizando-se das chaves fornecidas por Daniel - entrou na residência da v&iacute;tima e a golpeou várias vezes com uma faca. Daniel teria prometido US$ 200 mil a Alejandro para executar o ex-companheiro, em meio a disputas patrimoniais ap&oacute;s a separação.</p><p>"Havendo infração penal conexa descrita na peça acusat&oacute;ria, deve o magistrado, ao pronunciar o r&eacute;u por crime doloso contra a vida, submeter seu julgamento ao Tribunal do J&uacute;ri, sem proceder a qualquer análise de m&eacute;rito ou de admissibilidade quanto a eles, tal como procederam as instâncias. Assim, diante da inexistência de fatos novos favoráveis e da contemporaneidade do risco que a liberdade do r&eacute;u Alejandro Triana Prevez representaria &agrave; aplicação da lei penal, a segregação se mostra como a &uacute;nica medida adequada e proporcional ao caso concreto. Portanto, mantenho a cust&oacute;dia cautelar do acusado".</p><p>Processo nº: 0010153-50.2024.8.19.0001  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Alejandro Prevez recebeu de Daniel Sikkema a promessa de US$ 200 milpara matar o ex-marido, o galerista americano Brent Sikkema, no Jardim Bot&acirc;nico. Fotos: Reprodu&ccedil;&atilde;o Instagram]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Goleiro Bruno é preso em São Pedro da Aldeia após 2 meses foragido</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91119/goleiro-bruno-e-preso-em-sao-pedro-da-aldeia-apos-2-meses-foragido.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 08 May 2026 17:22:51 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[?O goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza foi preso na noite desta quinta-feira (7) em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro. Ele era considerado foragido desde o &uacute;ltimo dia 11 de março pela Justiça por não ter se apresentado ap&oacute;s o mandado de prisão expedido contra ele por descumprimento das regras da liberdade condicional.A Secretaria de Estado de Pol&iacute;cia Militar informou que equipes se deslocaram at&eacute; a Rua A, s/n, em São Pedro da...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>?<strong>O goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza foi preso na noite desta quinta-feira (7) em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro.</strong> Ele era considerado foragido desde o &uacute;ltimo dia 11 de março pela Justiça por não ter se apresentado ap&oacute;s o mandado de prisão expedido contra ele por descumprimento das regras da liberdade condicional.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688791&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688791&amp;o=node"></p><p>A Secretaria de Estado de Pol&iacute;cia Militar informou que equipes se deslocaram at&eacute; a Rua A, s/n, em São Pedro da Aldeia, onde o jogador foi localizado e conduzido &agrave; 125ª DP para cumprimento de mandado de prisão. <strong>Durante a ação, o acusado não apresentou resistência e colaborou com as equipes.</strong> </p><p>Segundo a decisão da Vara de Execuções Penais, Bruno se ausentou do estado do Rio de Janeiro sem autorização e, por isso, perdeu o benef&iacute;cio. <strong>O goleiro deve voltar para a prisão, no regime semiaberto.</strong></p><p><strong>Em 2013, o jogador foi condenado pelo assassinato de Eliza Samudio, sua ex-namorada. A sentença foi de 23 anos de prisão por homic&iacute;dio triplamente qualificado, sequestro e ocultação do cadáver de Eliza, que desapareceu em junho de 2010.</strong><br>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Renata Caldeira]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Artefato explode em escola em Belford Roxo e fere 8 alunos</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91112/artefato-explode-em-escola-em-belford-roxo-e-fere-8-alunos.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/91112/artefato-explode-em-escola-em-belford-roxo-e-fere-8-alunos.html</guid>
			<pubDate>Fri, 08 May 2026 16:30:03 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Oito estudantes, com idades entre 13 e 15 anos, ficaram feridos sem gravidade durante a explosão de um artefato no interior de uma escola no bairro Areia Branca, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. O caso ocorreu no Centro Integrado de Educação P&uacute;blica (CIEP) Lasar Segall. Os alunos foram encaminhados para o Hospital Municipal de Belford Roxo.De acordo com informação do Corpo de Bombeiros, um material explosivo teria sido detonado no pátio da escola, ap&oacute;s ser manuseado...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Oito estudantes, com idades entre 13 e 15 anos, ficaram feridos sem gravidade durante a explosão de um artefato no interior de uma escola no bairro Areia Branca, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense</strong>. O caso ocorreu no Centro Integrado de Educação P&uacute;blica (CIEP) Lasar Segall. Os alunos foram encaminhados para o Hospital Municipal de Belford Roxo.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688806&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688806&amp;o=node"></p><p>De acordo com informação do Corpo de Bombeiros, um material explosivo teria sido detonado no pátio da escola, ap&oacute;s ser manuseado por um aluno. Os bombeiros chegaram ao local por volta das 8h15, em apoio ao Serviço de Atendimento M&oacute;vel de Urgência (Samu), e prestaram os primeiros socorros ainda dentro da escola.<br><br>O governo do estado informou que está acompanhando as circunstâncias da explosão. As aulas foram suspensas para garantir a segurança dos estudantes e funcionários e o Conselho Tutelar tamb&eacute;m foi acionado. A Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) presta apoio aos alunos, familiares e profissionais da escola.</p><p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</a></p><p>A área foi isolada pela Pol&iacute;cia Militar para a realização da per&iacute;cia. Equipes especializadas do Esquadrão Antibomba da Coordenadoria de Recursos Especiais da Pol&iacute;cia Civil (CORE) efetuaram uma varredura preventiva no local para garantir a segurança dos estudantes e funcionários da unidade escolar e seguem fazendo o trabalho de per&iacute;cia para identificar as causas da explosão.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Google Maps]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Goleiro Bruno é preso por descumprir regras da liberdade condicional</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91106/goleiro-bruno-e-preso-por-descumprir-regras-da-liberdade-condicional.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 08 May 2026 13:02:05 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O goleiro Bruno Fernandes foi preso na noite desta quinta-feira (7), em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. A prisão ocorreu a partir de ação conjunta entre agentes da Pol&iacute;cia Militar do Batalhão de Cabo Frio e do estado de Minas Gerais, que foram at&eacute; o bairro Porto d’Aldeia para o cumprimento do mandado judicial.Segundo a Pol&iacute;cia, Bruno não reagiu &agrave; abordagem e colaborou com as equipes. A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>O goleiro Bruno Fernandes foi preso na noite desta quinta-feira (7), em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. A prisão ocorreu a partir de ação conjunta entre agentes da Pol&iacute;cia Militar do Batalhão de Cabo Frio e do estado de Minas Gerais, que foram at&eacute; o bairro Porto d’Aldeia para o cumprimento do mandado judicial.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688805&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688805&amp;o=node"></p><p>Segundo a Pol&iacute;cia, Bruno não reagiu &agrave; abordagem e colaborou com as equipes. A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia de B&uacute;zios, que dará continuidade aos procedimentos legais.</p><p>Condenado em 2013 pelo assassinato da modelo Eliza Samudio, sua ex-namorada, Bruno estava foragido desde março, ap&oacute;s, segundo a Justiça do Rio, ter descumprido as regras da liberdade condicional.</p><p>De acordo com a Vara de Execuções Penais, que expediu um mandado de prisão ainda em março, Bruno viajou em fevereiro ao Acre sem autorização para jogar pelo Vasco-AC. Segundo a Justiça, o goleiro teria perdido o benef&iacute;cio da liberdade condicional, e deveria retornar ao Rio para cumprir o regime semiaberto, mas não o fez.</p><p>Ainda em março, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Rio exigiu que o cumprimento da pena fosse em regime fechado, porque Bruno não atualizou os endereços por 3 anos, descumpriu horários de recolhimento, frequentou locais proibidos, al&eacute;m de viajar, novamente, sem autorização judicial.</p><p>O goleiro foi sentenciado a 23 anos de prisão por homic&iacute;dio triplamente qualificado, sequestro e ocultação do cadáver de Eliza Samudio, que desapareceu em junho de 2010. </p><p>At&eacute; a &uacute;ltima atualização desta reportagem, a defesa de Bruno Fernandes não havia se pronunciado.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a prisão do goleiro Bruno por descumprimento das regras da liberdade condicional.</b><br></p><p><br></p></div><div class="footer-noticia"><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Goleiro Bruno, durante o julgamento em que foi condenado a 23 anos de pris&atilde;o pelo]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Operação da PF desarticula esquema de tráfico internacional de drogas</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91085/operacao-da-pf-desarticula-esquema-de-trafico-internacional-de-drogas.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 07 May 2026 20:15:45 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Pol&iacute;cia Federal realizou nesta quinta-feira (7), a operação Off-Grade Coffee para desarticular uma organização criminosa especializada no tráfico internacional de drogas, embarcadas em contêineres, a partir do Porto do Rio de Janeiro. As investigações apontam que o grupo estruturou um sofisticado esquema para viabilizar o envio de drogas ao exterior mediante simulação de operações comerciais l&iacute;citas de exportação de caf&eacute;. Empresas de fachada, “laranjas”...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A Pol&iacute;cia Federal realizou nesta quinta-feira (7), a operação <em>Off-Grade Coffee </em>para desarticular uma organização criminosa especializada no tráfico internacional de drogas, embarcadas em contêineres, a partir do Porto do Rio de Janeiro. </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688769&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688769&amp;o=node"></p><p><strong>As investigações apontam que o grupo estruturou um sofisticado esquema para viabilizar o envio de drogas ao exterior mediante simulação de operações comerciais l&iacute;citas de exportação de caf&eacute;. </strong></p><p>Empresas de fachada, “laranjas” e complexas transações financeiras eram utilizadas para ocultar a origem il&iacute;cita dos valores e possibilitar a inserção da droga nas cargas exportadas, partindo do Porto do Rio de Janeiro.</p><p><strong>Os agentes federais cumpriram três mandados de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão nos estados do Rio de Janeiro, Esp&iacute;rito Santo, Minas Gerais e São Paulo</strong>, contra investigados considerados principais na organização criminosa.</p><p>Outros alvos foram submetidos a medidas cautelares, como proibição de contato entre os envolvidos, restrição de deslocamento e monitoramento eletr&ocirc;nico.</p><p>De acordo com as provas colhidas, o grupo atuava de forma organizada, com divisão de tarefas entre os integrantes. Um dos investigados exerceria papel de liderança, coordenando negociações internacionais, movimentação financeira e log&iacute;stica do envio da droga, enquanto outros atuavam na intermediação comercial, fornecimento de empresas e controle do carregamento dos contêineres.</p><p>As apurações tamb&eacute;m revelaram a utilização de recursos financeiros oriundos de atividades il&iacute;citas, com ind&iacute;cios de lavagem de dinheiro por meio de transferências bancárias para dificultar o rastreamento dos valores empregados na operação.</p><p>Os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico internacional de drogas, organização criminosa, lavagem de dinheiro, falsidade ideol&oacute;gica, entre outros delitos que possam ser identificados durante as investigações.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: PF]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Autor do ataque à Porta dos Fundos, Eduardo Fauzi é condenado a quatro anos e oito meses de reclusão</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/91077/autor-do-ataque-a-porta-dos-fundos-eduardo-fauzi-e-condenado-a-quatro-anos-e-oito-meses-de-reclusao.html</link>
			<category><![CDATA[Polícia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:39:20 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O juízo da 35ª Vara Criminal da Capital condenou o economista e empresário Eduardo Fauzi Richard Cerquise a uma pena de 4 anos e 8 meses de reclusão pelo ataque com coquet&eacute;is molotov contra a sede da produtora Porta dos Fundos, no Humaitá, Zona Sul do Rio, ocorrido na v&eacute;spera do Natal de 2019. A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime semiaberto, conforme estabelecido na sentença. Na decisão, a juíza Renata Guarino Martins negou ao r&eacute;u o direito de recorrer ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O juízo da 35ª Vara Criminal da Capital condenou o economista e empresário Eduardo Fauzi Richard Cerquise a uma pena de 4 anos e 8 meses de reclusão pelo ataque com coquet&eacute;is molotov contra a sede da produtora Porta dos Fundos, no Humaitá, Zona Sul do Rio, ocorrido na v&eacute;spera do Natal de 2019. A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime semiaberto, conforme estabelecido na sentença. </p><p>Na decisão, a juíza Renata Guarino Martins negou ao r&eacute;u o direito de recorrer em liberdade, mantendo sua prisão preventiva para garantir a ordem pública e assegurar a aplicação da lei penal, citando, inclusive, o hist&oacute;rico de Fauzi, que chegou a fugir para a Rússia logo ap&oacute;s o crime, sendo extraditado apenas em 2022.</p><p>“Não há circunstâncias atenuantes. Fixo semiaberto para cumprimento da pena prisional. O r&eacute;u não faz jus &agrave; substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direito e nem a suspensão condicional da pena, seja pela reincidência, seja pelo quantum da pena final aplicada”.</p><p>A decisão baseou-se nas provas t&eacute;cnicas, que incluíram perícia de reconhecimento facial e registros de câmeras de segurança - que detalharam a rota de fuga de Fauzi ap&oacute;s o atentado. O crime foi motivado por descontentamento com o conteúdo do "Especial de Natal" da produtora. Na sentença, há menção de que Fauzi declarou ser integrante do “Comando da Insurgência Popular Nacionalista da Família Integralista Brasileira”.</p><p>“A conduta de incendiar um bem, colocando em risco a integridade de pessoas e patrim&ocirc;nio de terceiros, configura o crime de incêndio, caracterizado pelo perigo comum. A reavaliação da configuração do crime de incêndio exige incursão em elementos fático-probat&oacute;rios, inviável na via do habeas corpus”, destacou a magistrada.</p><p>Processo 0349733-87.2019.8.19.0001  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Eduardo Fauzi, condenado pelo ataque &agrave; sede da produtora Porta dos Fundos, esteve foragido por tr&ecirc;s anos, at&eacute; ser extraditado pela R&uacute;ssia em 2022. Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o Internet]]></media:title> 
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