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		<title>Economia - Eu, Rio!</title>
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		<copyright>Copyright 2026 eurio.com.br</copyright>
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			<title>Pix terá novas regras para fraudes, cobrança híbrida e contas-salário</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95395/pix-tera-novas-regras-para-fraudes-cobranca-hibrida-e-contas-salario.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 13:08:08 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Banco Central anunciou mudanças no regulamento do Pix para ampliar funcionalidades, reforçar a segurança e aperfeiçoar a participação de instituições no sistema. Entre as principais novidades, está a autorização para que o Pix Automático seja usado em contas-salário a partir de julho de 2027.O BC tamb&eacute;m regulamentou a chamada cobrança h&iacute;brida, que re&uacute;ne boleto e QR Code do Pix no mesmo documento. A finalidade &eacute; evitar pagamentos indevidos ou em...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O <a href="https://www.bcb.gov.br/" target="_blank">Banco Central</a> anunciou mudanças no<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/pix" target="_blank"> regulamento do Pix</a> para ampliar funcionalidades, reforçar a segurança e aperfeiçoar a participação de instituições no sistema. </strong>Entre as principais novidades, está a autorização para que o Pix Automático seja usado em contas-salário a partir de julho de 2027.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702711&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702711&amp;o=node"></p><p>O BC tamb&eacute;m regulamentou a chamada cobrança h&iacute;brida, que re&uacute;ne boleto e QR Code do Pix no mesmo documento. A finalidade &eacute; evitar pagamentos indevidos ou em duplicidade. As regras passam a valer em fevereiro do ano que vem.</p><p>A regulamentação prevê tamb&eacute;m a possibilidade de dispensar a participação obrigat&oacute;ria de instituições com mais de 500 mil contas ativas, quando o perfil de clientes ou o modelo de neg&oacute;cios não justificar o acesso &agrave; infraestrutura do Pix.</p><h2>Suspensão, prazos e facilidades</h2><p><strong>Segundo o BC, algumas regras de adesão e de sa&iacute;da de participantes foram aperfeiçoadas, como:</strong></p><ul><li>previsão de suspensão imediata de instituições em liquidação extrajudicial;</li><li>ajustes de prazos para a sa&iacute;da ordenada em algumas situações.</li></ul><p>Essa &uacute;ltima diretriz refere-se, principalmente, a instituições que não comprovarem o atendimento dos limites m&iacute;nimos de capital social e de patrim&ocirc;nio l&iacute;quido.</p><p>De acordo com a autoridade monetária, esses mecanismos facilitarão a retirada de recursos pelos clientes dessas instituições. A penalidade de exclusão do Pix passará a ter efeito imediato, sem o prazo atual de 30 dias.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto:  Bruno Peres/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Endividamento e queda no faturamento pressionam bares e restaurantes do Leste Fluminense</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95373/endividamento-e-queda-no-faturamento-pressionam-bares-e-restaurantes-do-leste-fluminense.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Portal Eu, Rio!)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Portal Eu, Rio!</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 19:54:45 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O setor de Alimentação Fora do Lar (AFL) no Leste Fluminense enfrenta um cenário econ&ocirc;mico que exige atenção. Uma pesquisa realizada pela Abrasel Leste Fluminense-RJ, em agosto, com empresários da região, aponta que 35% das empresas possuem pagamentos em atraso, sendo os impostos federais os principais d&eacute;bitos, citados por 81% dos empresários, seguidos pelos tributos estaduais que representam 48%.Os n&uacute;meros tamb&eacute;m revelam dificuldades relacionadas ao...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O setor de Alimentação Fora do Lar (AFL) no Leste Fluminense enfrenta um cenário econ&ocirc;mico que exige atenção. Uma pesquisa realizada pela Abrasel Leste Fluminense-RJ, em agosto, com empresários da região, aponta que 35% das empresas possuem pagamentos em atraso, sendo os impostos federais os principais d&eacute;bitos, citados por 81% dos empresários, seguidos pelos tributos estaduais que representam 48%.</p><p style="text-align: justify; ">Os n&uacute;meros tamb&eacute;m revelam dificuldades relacionadas ao faturamento. Em julho, 25% dos estabelecimentos registraram alta em comparação com junho, enquanto 42% mantiveram estabilidade e 33% apontaram queda.</p><p style="text-align: justify; ">Na avaliação da situação financeira, 16% das empresas operaram com lucro em julho, enquanto 66% afirmaram ter mantido estabilidade e outros 16% registraram preju&iacute;zo. Outro ponto de atenção está na inflação: 32% dos estabelecimentos não conseguiram reajustar os preços nos &uacute;ltimos 12 meses.</p><p style="text-align: justify; ">Sandro Pietrobelli, presidente da Abrasel Leste Fluminense RJ, explicou que o cenário reforça que o lucro deixou de ser apenas uma perspectiva de crescimento e passou a ser uma condição essencial para a sobrevivência dos neg&oacute;cios. “Com margens pressionadas, dificuldade de repassar integralmente os custos e um n&iacute;vel de endividamento que compromete o caixa, investir e contratar se tornam decisões cada vez mais desafiadoras. Ainda assim, o empresário do Leste Fluminense demonstra resiliência e capacidade de adaptação, buscando alternativas para ganhar f&ocirc;lego e manter seus neg&oacute;cios ativos. Temos uma região com enorme potencial tur&iacute;stico e gastron&ocirc;mico, e &eacute; fundamental criar condições para que esse potencial se traduza em sustentabilidade, geração de empregos e novos investimentos”, frisou.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Dono de posto em Santa Cruz é preso em flagrante por comércio iregular e uso indevido de combustíveis</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95334/dono-de-posto-em-santa-cruz-e-preso-em-flagrante-por-comercio-iregular-e-uso-indevido-de-combustivei.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 16:39:31 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão &agrave; Sonegação Fiscal do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESF/MPRJ), em conjunto com a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) e a Polícia Civil, realizou, nesta quarta-feira (16/09), fiscalização em postos de combustível que funcionavam de forma irregular. Foram constatadas falta de alvarás, inconsistências nas bombas e adulteração de combustível. O proprietário de um posto em...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div>O Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão &agrave; Sonegação Fiscal do Minist&eacute;rio Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESF/MPRJ), em conjunto com a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) e a Polícia Civil, realizou, nesta quarta-feira (16/09), fiscalização em postos de combustível que funcionavam de forma irregular. Foram constatadas falta de alvarás, inconsistências nas bombas e adulteração de combustível. O proprietário de um posto em Santa Cruz foi preso em flagrante por crimes contra a ordem econ&ocirc;mica relacionados ao com&eacute;rcio irregular e ao uso indevido de combustíveis.</div><div>A operação Fulgor foi realizada em cinco postos localizados nos bairros do Rio Comprido, Bangu, Santa Cruz e Jacarepaguá, com o objetivo de verificar a situação cadastral e os dados contábeis dos estabelecimentos. Quatro deles estavam em funcionamento apesar de possuírem impedimentos. De acordo com os promotores de Justiça, alguns estabelecimentos utilizavam o cadastro de outros postos para driblar as medidas de fechamento.</div><div>O GAESF/MPRJ alerta que os consumidores podem consultar informações sobre postos de combustíveis, incluindo resultados de fiscalizações, no site da Agência Nacional do Petr&oacute;leo, Gás Natural e Biocombustíveis (<a href="https://anpcomvcpostos.anp.gov.br/" id="m_-5587483362637353912OWAfd518614-dda1-f91e-4e3e-1f9966d9846f" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://anpcomvcpostos.anp.gov.br/&source=gmail&ust=1789673475388000&usg=AOvVaw1KdmHotmiqUAHgU-rfCWc9">https://anpcomvcpostos.anp.<wbr>gov.br/</a>). A página tamb&eacute;m permite o registro de denúncias relacionadas aos estabelecimentos.  </div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Dono de posto em Santa Cruz foi preso em flagrante por crime contra a ordem econ&ocirc;mica, durante opera&ccedil;&atilde;o cojunta do MP, Pol&iacute;cia Civil e Fazenda. Foto: MPRJ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>IBC-BR recua 0,2% em julho; resultado representa alta de 1% em um ano</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95325/ibc-br-recua-0-2-em-julho-resultado-representa-alta-de-1-em-um-ano.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 12:02:06 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O &Iacute;ndice de Atividade Econ&ocirc;mica do Banco Central (IBC-Br), indicador usado para acompanhar a evolução da economia brasileira, recuou 0,2% em julho de 2026 na comparação com junho, informou o Banco Central do Brasil. Na comparação com julho de 2025, o indicador apresentou crescimento de 1,1%.A queda observada em julho (ante junho de 2026) foi o segundo resultado negativo consecutivo, ap&oacute;s o recuo de 0,6% registrado no mês anterior. O resultado foi calculado tendo por...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O &Iacute;ndice de Atividade Econ&ocirc;mica do Banco Central (IBC-Br), indicador usado para acompanhar a evolução da economia brasileira, recuou 0,2% em julho de 2026 na comparação com junho, informou o Banco Central do Brasil. </strong>Na comparação com julho de 2025, o indicador apresentou crescimento de 1,1%.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702475&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702475&amp;o=node"></p><p>A queda observada em julho (ante junho de 2026) foi o segundo resultado negativo consecutivo, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/ibc-br-recuou-06-em-junho-diz-banco-central" target="_blank">ap&oacute;s o recuo de 0,6% registrado</a> no mês anterior. O resultado foi calculado tendo por base a s&eacute;rie dessazonalizada &ndash; de forma a eliminar efeitos t&iacute;picos de determinadas &eacute;pocas do ano.</p><p><strong>De acordo com o BC, o desempenho foi influenciado principalmente pela agropecuária, que caiu 1,2% no mês. </strong>A ind&uacute;stria recuou 0,4%, enquanto o setor de serviços ficou estável, sem variação.</p><p>Os impostos sobre produtos tiveram retração de 0,2%. Excluindo a agropecuária, o IBC-Br registrou queda de 0,1%.</p><p>Segundo o dados divulgados, os resultados de julho (na comparação com junho) foram os seguintes:</p><table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1"><tbody><tr><td>IBC-Br</td><td class="rtecenter">-0,2%</td></tr><tr><td>Agropecuária</td><td class="rtecenter">-1,2%</td></tr><tr><td>Ind&uacute;stria</td><td class="rtecenter">-0,4%</td></tr><tr><td>Serviços </td><td class="rtecenter">0,0%</td></tr><tr><td>Impostos</td><td class="rtecenter">-0,2%</td></tr><tr><td>IBC-Br ex-agropecuária</td><td class="rtecenter">-0,1%</td></tr></tbody></table><h2>Comparação anual</h2><p>Já na comparação anual, com julho de 2025, o indicador apresentou avanço de 1,1%. Nesse tipo de comparação, o resultado mostra que a atividade econ&ocirc;mica ficou acima do n&iacute;vel registrado no mesmo mês do ano passado.</p><p>Entre os setores, a agropecuária teve crescimento de 3,7% em um ano. Os serviços avançaram 1,3%, a ind&uacute;stria cresceu 0,5% e os impostos aumentaram 0,7%. Sem a agropecuária, o IBC-Br registrou alta de 1%.</p><table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1"><tbody><tr><td>IBC-Br</td><td class="rtecenter">1,1%</td></tr><tr><td>Agropecuária</td><td class="rtecenter">3,7%</td></tr><tr><td>Ind&uacute;stria</td><td class="rtecenter">0,5%</td></tr><tr><td>Serviços </td><td class="rtecenter">1,3%</td></tr><tr><td>Impostos</td><td class="rtecenter">0,7%</td></tr><tr><td>IBC-Br ex-agropecuária</td><td class="rtecenter">1%</td></tr></tbody></table><p>No acumulado dos sete primeiros meses do ano, o indicador registra crescimento de 1,5%. Em 12 meses, a expansão tamb&eacute;m &eacute; de 1,5%.</p><h2>O &iacute;ndice</h2><p>Considerado uma esp&eacute;cie de term&ocirc;metro da economia, o IBC-Br re&uacute;ne informações dos setores de ind&uacute;stria, com&eacute;rcio, serviços e agropecuária.</p><p>Embora tenha metodologia diferente da utilizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) para calcular o Produto Interno Bruto (PIB), o indicador &eacute; acompanhado por analistas e investidores como um sinal da trajet&oacute;ria da atividade econ&ocirc;mica brasileira.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto:  Marcello Casal Jr/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Google é condenada a recuperar arquivos que sumiram da ‘nuvem’ de usuário</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95290/google-ac-condenada-a-recuperar-arquivos-que-sumiram-da-a-nuvema-de-usua-rio.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 10:40:03 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Google foi condenada a recuperar os arquivos de trabalho desaparecidos da ‘nuvem’ do Google Drive de um usuário, vinculada &agrave; conta contratual do serviço Google Workspace Business Starter. Em caso de impossibilidade t&eacute;cnica de recuperação, deverá haver uma conversão em perdas e danos, em valor a ser apurado em liquidação de sentença. A decisão &eacute; da 10ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).Lucas Ism&eacute;rio afirma que ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="titulo portlet-title-text">A Google foi condenada a recuperar os arquivos de trabalho desaparecidos da ‘nuvem’ do Google Drive de um usuário, vinculada &agrave; conta contratual do serviço Google Workspace Business Starter. Em caso de impossibilidade t&eacute;cnica de recuperação, deverá haver uma conversão em perdas e danos, em valor a ser apurado em liquidação de sentença. A decisão &eacute; da 10ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).</div><div class="conteudo"><p><br></p><p>Lucas Ism&eacute;rio afirma que utilizou a pasta compartilhada denominada “Meu Marketing”, em que manteve, ao longo de anos, arquivos de planejamento estrat&eacute;gico, modelos de textos, funis de vendas, planilhas de cálculos de retorno e outros documentos de natureza profissional. Relata que, em fevereiro de 2022, ao tentar acesso &agrave; pasta, foi surpreendido com sua indisponibilidade, situação que persistiu mesmo ap&oacute;s múltiplas tentativas de recuperação de acesso e contato com o suporte t&eacute;cnico.</p><p>De acordo com a decisão, o autor atendeu plenamente &agrave; exigência de prova mínima ao demonstrar ser usuário contratante, comprovar a perda da pasta pelo recebimento do e-mail de solicitação de acesso em sua caixa de entrada e comunicar prontamente o problema ao suporte da r&eacute;, sem que a empresa apresentasse solução adequada.</p><p>“Não se pode exigir do consumidor &mdash; leigo em tecnologia e sem acesso aos servidores corporativos da Google &mdash; que prove o paradeiro de arquivos desaparecidos, prova essa inacessível por natureza”, destacou o relator do processo, desembargador Cust&oacute;dio de Barros Tostes.</p><p><br></p></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Niterói registra mais de 7 mil licenciamentos para unidades habitacionais na Região Central da cidade</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95289/niteroi-registra-mais-de-7-mil-licenciamentos-para-unidades-habitacionais-na-regiao-central-da-cidad.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/95289/niteroi-registra-mais-de-7-mil-licenciamentos-para-unidades-habitacionais-na-regiao-central-da-cidad.html</guid>
			<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 10:01:30 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A paisagem do Centro de Niter&oacute;i, pouco a pouco, ganha novos contornos. A Prefeitura de Niter&oacute;i, com o intuito de recuperar a região, implementou o Reviver Centro como forma de concentrar oportunidades de trabalho, serviços e cultura, ao mesmo tempo em que amplia a atratividade para novos investimentos. Assim, ap&oacute;s um ciclo de investimentos em requalificação urbana, incentivos fiscais e o planejamento estrat&eacute;gico, os bairros de São Domingos, Centro e São...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">A paisagem do Centro de Niter&oacute;i, pouco a pouco, ganha novos contornos. A Prefeitura de Niter&oacute;i, com o intuito de recuperar a região, implementou o Reviver Centro como forma de concentrar oportunidades de trabalho, serviços e cultura, ao mesmo tempo em que amplia a atratividade para novos investimentos. Assim, ap&oacute;s um ciclo de investimentos em requalificação urbana, incentivos fiscais e o planejamento estrat&eacute;gico, os bairros de São Domingos, Centro e São Lourenço despertam o interesse de grandes empreendimentos imobiliários. Como resultado, a região registrou, desde 2020, a marca de 7.730 licenciamentos para unidades habitacionais. A grande procura marca o reposicionamento do Centro na economia de Niter&oacute;i.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">“A escolha do Centro de Niter&oacute;i por grandes empreendimentos habitacionais &eacute; resultado do olhar de longo alcance que dedicamos &agrave; região ainda em 2020. Desde 2025, potencializamos os investimentos no Reviver Centro e a população já sente as transformações no dia a dia. Essas 7.730 unidades habitacionais fazem parte de um planejamento intersetorial de transformação. Ap&oacute;s 50 anos de decadência desde a perda da capital em 1975, constru&iacute;mos a oportunidade de renovar o papel da região central em Niter&oacute;i, tornando-a o novo vetor de crescimento da cidade”, celebra o prefeito de Niter&oacute;i, Rodrigo Neves.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">De acordo com um estudo da Secretaria Municipal de Urbanismo, em 2024, o Centro concentrava 41% dos empregos na cidade. Entretanto, apenas 5% dos domic&iacute;lios estavam ocupados. Hoje, esse cenário já se redesenha. De todas as unidades habitacionais lançadas na cidade em 2025, 35% foram registradas no Centro. A meta &eacute; que a região alcance o lançamento de 10 mil unidades habitacionais. O n&uacute;mero reflete ainda o aumento de transações imobiliárias na região: uma crescente de 37% em 2025 em relação &agrave; 2024. Atualmente, o Centro já representa 15% de todas as transações imobiliárias da cidade.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">A população local tamb&eacute;m se diversifica. Com projetos de incentivo para atrair novos moradores, a Prefeitura de Niter&oacute;i aumentou para 1.670 estudantes beneficiários do programa Aluguel Universitário. A iniciativa, que ajuda a custear o aluguel de universitários que morem em São Domingos, Centro ou São Lourenço, tamb&eacute;m busca garantir condições para o ingresso e a permanência dos jovens no ensino superior. </p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">Outra frente importante do planejamento para a repopularização da Zona Central são os espaços separados para o projeto Minha Casa Minha Vida. A previsão &eacute; que o Reviver Centro dedique 49.492 m² para habitações de interesse social. Ao todo, a perspectiva &eacute; que sejam lançados 913 novas unidades habitacionais do programa.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">Em julho deste ano, a Prefeitura aprovou a construção do primeiro projeto privado de retrofit da cidade. O edif&iacute;cio localizado na <a href="https://www.google.com/maps/search/Avenida+Amaral+Peixoto,+n%C2%BA+35?entry=gmail&amp;source=g" rel="noopener" data-raofz="15" role="link">Avenida Amaral Peixoto, nº 35</a>, em frente &agrave; Praça Arariboia, será restaurado e transformado em um empreendimento residencial com 168 unidades habitacionais, entre est&uacute;dios e apartamentos de um quarto. O projeto representa um marco na pol&iacute;tica de requalificação urbana do munic&iacute;pio ao recuperar um im&oacute;vel hist&oacute;rico e devolver o edif&iacute;cio &agrave; população com uma nova função, estimulando a ocupação residencial da região central. </p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">O secretário municipal de Urbanismo, Carlos Krykhtine, destaca que o retrofit simboliza uma nova etapa da pol&iacute;tica de revitalização do Centro.</p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">“Temos muitos edif&iacute;cios grandes e subutilizados no Centro de Niter&oacute;i com um grande potencial habitacional. Redirecionar esses espaços de forma estrat&eacute;gica e alinhada com o crescimento ordenado da região &eacute; uma das frentes do Reviver Centro. Estamos muito felizes em aprovar o primeiro projeto de retrofit. &Eacute; um edif&iacute;cio modernista preservado que será restaurado e transformado para abrigar 168 fam&iacute;lias. &Eacute; uma iniciativa que contribuirá significativamente para revitalizar essa região da cidade”, ressaltou. </p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">A região tamb&eacute;m despertou o interesse de empresas. Entre janeiro e agosto de 2026, Niter&oacute;i registrou a abertura de 5.599 empresas, segundo a Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (Jucerja). O munic&iacute;pio lidera o ranking estadual depois da capital e abriu mais que o dobro de empresas de Duque de Caxias, terceira colocada, com 2.622 novos neg&oacute;cios. </p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">Os resultados são fruto de um ciclo de investimentos consistentes e integrados a um planejamento estrat&eacute;gico a longo prazo. Ao longo de dez anos, a Prefeitura de Niter&oacute;i investiu R$ 4,3 bilhões na infraestrutura da Zona Central da cidade. O novo olhar que se redireciona para o Centro, tanto dos investidores, quanto do p&uacute;blico, surge de uma intensa remodelação. </p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">A região se transformou a olhos vistos e acumula pontos marcantes. Quem passa pela orla do Centro, por exemplo, admira um projeto de revitalização de 2,5 km que prioriza a ampliação de áreas verdes, melhorias em espaços p&uacute;blicos e o incentivo &agrave; mobilidade sustentável. Mais do que isso, a intervenção integrou o Caminho Niemeyer, a Praça Ararib&oacute;ia e a Arena Niter&oacute;i em um grande parque linear &agrave; beira-mar. </p><p class="wp-block-paragraph" data-raofz="15">Al&eacute;m disso, um dos pilares do Reviver Centro &eacute; reaproximar o espaço p&uacute;blico enquanto lugar de pertencimento. Gastronomia, lazer, esporte, cultura e eventos nortearam parte da remodelação da região. Como resultado, a Arena Niter&oacute;i e o Parque Poliesportivo da Concha Ac&uacute;stica; Complexo de Atletismo A&iacute;da dos Santos; Solar Notre Rêve; Mercado Municipal de Niter&oacute;i; e a Nova Catedral Cat&oacute;lica são algumas das entregas.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Leonardo Simpl&iacute;cio]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Programa que dá crédito a motoristas de app se torna permanente</title>
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			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 18:56:30 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta segunda-feira (14), a lei que institui linhas de cr&eacute;dito no programa Move Brasil para ve&iacute;culos novos.O programa viabiliza o financiamento de carros e moto, voltados para taxistas, motoristas de aplicativo, entregadores e motoapps e passa a ser permanente. Agora, o programa tamb&eacute;m inclui motoristas de transporte escolar.A lei sancionada hoje garante a possibilidade adesão ao programa ap&oacute;s o trabalhador de...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta segunda-feira (14), a lei que institui linhas de cr&eacute;dito no programa Move Brasil para ve&iacute;culos novos.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702321&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702321&amp;o=node"></p><p>O programa viabiliza o financiamento de carros e moto, voltados para taxistas, motoristas de aplicativo, entregadores e motoapps e passa a ser permanente. Agora, o programa tamb&eacute;m inclui motoristas de transporte escolar.</p><p>A lei sancionada hoje<strong> garante a possibilidade adesão ao programa ap&oacute;s o trabalhador de aplicativo completar 6 meses de cadastro ativo em plataforma para motoristas e entregadores</strong>. O financiamento pode ser feito para ve&iacute;culos de at&eacute; R$ 200 mil, com parcelamento em at&eacute; 84 vezes. Al&eacute;m disso, inclui a possibilidade de comprar ve&iacute;culos utilitários.</p><p>Os juros do financiamento são de 12,6% ao ano para homens e 11,5% ao ano para mulheres. &Eacute; poss&iacute;vel financiar pelo programa carros el&eacute;tricos e h&iacute;bridos, al&eacute;m de ve&iacute;culos movidos a etanol e flex (etanol e gasolina). O pedido de habilitação para participar do programa deve ser feito pela internet, no site do <a href="http://www.gov.br/movebrasil" target="_blank">Move Brasil</a>.</p><p>“Esse programa tem ganhos em várias frentes. Para os trabalhadores; para a economia do pa&iacute;s, com recorde na venda de autom&oacute;veis; e do ponto de vista ambiental, já que o programa foca em carros el&eacute;tricos, motos el&eacute;tricas, em carros h&iacute;bridos. E que tamb&eacute;m permite que o trabalhador reduza o custo do seu pr&oacute;prio trabalho com combust&iacute;vel”, disse o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos.</p><p>Lula exaltou a possibilidade de um motorista de aplicativo ou um entregador poder comprar o ve&iacute;culo pr&oacute;prio, parar de alugar um carro ou moto e, ao mesmo tempo, trocar o custo do aluguel pela parcela e ainda reduzir o valor pago por mês. “Saber que está construindo um patrim&ocirc;nio, &eacute; tudo que o Estado pode fazer”.</p><p>   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[ Foto:  Paulo Pinto/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Multa pela perda de comanda não pode ultrapassar o dobro do preço do quilo, nos restaurantes a peso</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95259/multa-pela-perda-de-comanda-nao-pode-ultrapassar-o-dobro-do-preco-do-quilo-nos-restaurantes-a-peso.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 15:04:21 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Perder a comanda no meio de uma noite movimentada ou chegar a um restaurante com pouca bateria no celular e descobrir que o cardápio s&oacute; existe em QR Code são situações corriqueiras, mas que podem colocar o consumidor diante de cobranças ou exigências que nem sempre são permitidas. Cinco leis aprovadas pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) estabelecem uma s&eacute;rie de direitos para quem frequenta bares, restaurantes e estabelecimentos semelhantes...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="margintop11">Perder a comanda no meio de uma noite movimentada ou chegar a um restaurante com pouca bateria no celular e descobrir que o cardápio s&oacute; existe em QR Code são situações corriqueiras, mas que podem colocar o consumidor diante de cobranças ou exigências que nem sempre são permitidas. Cinco leis aprovadas pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) estabelecem uma s&eacute;rie de direitos para quem frequenta bares, restaurantes e estabelecimentos semelhantes &mdash; alguns deles ainda pouco conhecidos.</p><p class="margintop11">&Eacute; o caso da perda da comanda. A Lei 7.895/18 proíbe a cobrança de multa ou taxa abusiva pelo extravio ou dano de comandas, cartelas ou outros meios utilizados para registrar o consumo. Pela norma, &eacute; considerado abusivo o valor superior a duas vezes o preço da entrada. Nos estabelecimentos que vendem refeições a peso, a multa não pode ultrapassar o preço de um quilo do produto.</p><p class="margintop11">A existência desses limites, contudo, não significa que a simples perda da comanda autorize uma cobrança automática. O advogado da Comissão de Defesa do Consumidor da Alerj (Codecon), Jeferson Queiroz, explica que o estabelecimento tamb&eacute;m tem responsabilidade sobre o controle do que &eacute; consumido e o cliente deve pagar pelo que efetivamente consumiu.</p><p class="margintop11">Em situações de conflito, a orientação &eacute; deixar claro que não há recusa ao pagamento, mas discordância em relação a uma cobrança, e reunir elementos que possam comprovar o ocorrido caso seja necessário recorrer &agrave; Justiça. “Se houver cobrança indevida ou algum tipo de constrangimento, &eacute; importante guardar os comprovantes e, se possível, registrar o que aconteceu por meio de fotos, vídeos, gravações ou testemunhas”, orienta o advogado.</p><p class="margintop11"><strong>Cardápio na mão</strong></p><p class="margintop11">Outro direito surgiu justamente depois que o QR Code se tornou presença quase obrigat&oacute;ria sobre as mesas. Desde 2023, bares e restaurantes fluminenses não podem disponibilizar apenas cardápios digitais. A Lei 10.032/23 obriga os estabelecimentos a manterem tamb&eacute;m uma versão impressa, com nome dos pratos e preços apresentados de forma legível e ostensiva.</p><p class="margintop11">A regra tamb&eacute;m vale para hot&eacute;is, mot&eacute;is e estabelecimentos semelhantes que comercializem refeições, lanches ou bebidas. O custo da impressão não pode ser repassado ao consumidor.</p><p class="margintop11"><strong>Couvert sem surpresa</strong></p><p class="margintop11">A música pode ser parte da experiência do jantar ou da noite no bar, mas a cobrança pelo entretenimento precisa chegar ao consumidor antes da conta. A Lei 10.161/23 reforçou as regras de informação sobre o couvert artístico em bares, restaurantes e casas noturnas que oferecem música ao vivo ou mecânica.</p><p class="margintop11">A norma determina que placas ou pain&eacute;is digitais de fácil visualização informem o valor do couvert ou do ingresso, o horário previsto de início da cobrança, o tipo de entretenimento artístico e a área em que o valor será devido.</p><p class="margintop11"><strong>Oportunidade de diferencial</strong></p><p class="margintop11">Entre todos esses direitos, talvez o mais incorporado ao vocabulário de quem frequenta bares e restaurantes seja a famosa “água da casa”. A obrigação, por&eacute;m, não nasceu como gentileza do estabelecimento. A Lei 7.047/15 garante o fornecimento gratuito de água potável filtrada aos clientes de bares, restaurantes e estabelecimentos similares no Estado do Rio, al&eacute;m de determinar a divulgação dessa gratuidade aos consumidores.</p><p class="margintop11">Alguns estabelecimentos passaram a transformar o cumprimento da norma tamb&eacute;m em parte da experiência oferecida ao cliente. Jarras &agrave; mesa, filtros disponíveis para autosserviço e at&eacute; água saborizada entram no repert&oacute;rio observado pela jornalista Luiza Maia, colunista da Veja Rio sobre gastronomia vegana e criadora da página @luhtelevaporai, no Instagram.</p><p class="margintop11">Al&eacute;m de publicar vídeos e textos sobre gastronomia, ela costuma trabalhar em caf&eacute;s e restaurantes e vê, em detalhes como esse, um peso na decisão de voltar. “Eu passo um bom tempo nesses lugares e consumo durante o período que fico. Então, acabo bem mais fidelizada como cliente quando o local oferece esse tipo de mimo”, destaca Luiza.</p><p class="margintop11"><strong>A taxa de serviço &eacute; opcional</strong></p><p class="margintop11">Na hora de fechar a conta, surge a dúvida: são 10, 12 ou 13% de gorjeta? O valor muda de acordo com o local, mas a taxa de serviço não &eacute; obrigat&oacute;ria e deve ser informada de forma discriminada. A Lei 8.162/18 determina que restaurantes, lanchonetes, bares e hot&eacute;is que façam essa cobrança informem tanto o percentual aplicado sobre o consumo quanto o caráter facultativo do pagamento.</p><p class="margintop11"><strong>Fale com a Codecon</strong></p><p class="margintop11">Em caso de desrespeito a esses ou a outros direitos nas relações de consumo, o cidadão pode procurar a Codecon para registrar reclamações e buscar orientação. O atendimento &eacute; feito pelo telefone 0800 282 7060, pelo WhatsApp (21) 99854-7060 ou pelo e-mail defesadoconsumidor@alerj.rj.gov.br. Tamb&eacute;m &eacute; possível buscar atendimento presencialmente na sede da Alerj, localizada &agrave; Rua da Ajuda, 5, no Centro do Rio  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Direitos dos frequentadores de bares e botecos incluem a '&aacute;gua da casa', filtrada e fornecida gratuitamente. Foro: Erick Quintanilha/Alerj]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Inflação oficial de agosto fecha em -0,32%, menor taxa em quatro anos</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95170/inflacao-oficial-de-agosto-fecha-em-0-32-menor-taxa-em-quatro-anos.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 11:36:14 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O B&ocirc;nus de Itaipu e a queda de preço dos alimentos e dos transportes fizeram a inflação oficial de agosto fechar em -0,32%, a menor taxa desde agosto de 2022, quando o &iacute;ndice alcançou -0,36%.Em julho, o &Iacute;ndice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi 0,07%. Em agosto de 2025, -0,11%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE).A variação negativa de agosto fez o &iacute;ndice acumular...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O B&ocirc;nus de Itaipu e a queda de preço dos alimentos e dos transportes fizeram a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/inflacao-6" target="_blank">inflação oficial</a> de agosto fechar em -0,32%, a menor taxa desde agosto de 2022, quando o &iacute;ndice alcançou -0,36%.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702104&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702104&amp;o=node"></p><p>Em julho, o &Iacute;ndice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi 0,07%. Em agosto de 2025, -0,11%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (11) pelo <a href="https://www.ibge.gov.br/" target="_blank">Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE)</a>.</p><p>A variação negativa de agosto fez o &iacute;ndice acumular 4,22% em 12 meses &ndash; menor valor desde março de 2026 (4,14%). Em julho, a soma estava em 4,44%.</p><p><strong>O IPCA do mês passado veio abaixo da estimativa do mercado. O<em> <a href="https://www.bcb.gov.br/content/focus/focus/R20260904.pdf" target="_blank">Boletim Focus </a></em>da &uacute;ltima terça-feira (8), sondagem do Banco Central (BC) com agentes do mercado financeiro, projetou a inflação de agosto em -0,23%. Para o fim de 2026, a <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-5-este-ano" target="_blank">expectativa do mercado &eacute; de 5%</a>.</strong></p><p>A meta de inflação estipulada pelo <a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/cmn" target="_blank">Conselho Monetário Nacional (CMN) </a>&eacute; de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. </p><p>Desde o in&iacute;cio de 2025, o per&iacute;odo de avaliação da meta &eacute; referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). A meta &eacute; considerada descumprida se a inflação estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.</p><h2>Influências</h2><p>Dos nove grupos pesquisados pelo IBGE, quatro apresentaram deflação em agosto.</p><ol><li>Alimentação e bebidas: -0,34% (impacto de -0,07 ponto percentual);</li><li>Habitação: -1,87% (-0,29 p.p.);</li><li>Artigos de residência: 0,64% (0,02 p.p.);</li><li>Vestuário: 0,12% (0,00 p.p.);</li><li>Transportes: -0,86% (-0,17 p.p.);</li><li>Sa&uacute;de e cuidados pessoais: 0,23% (0,03 p.p.);</li><li>Despesas pessoais: 1,30% (0,13 p.p.);</li><li>Educação: 0,47% (0,03 p.p.);</li><li>Comunicação: -0,09% (0,00 p.p.).</li></ol><p>O grupo habitação teve a deflação mais profunda para o mês desde o in&iacute;cio do Plano Real, em 1994.</p><h2>B&ocirc;nus de Itaipu</h2><p>A explicação está no B&ocirc;nus de Itaipu, desconto que os consumidores receberam na conta de luz do mês, que caiu, em m&eacute;dia 7,63%.</p><p>O b&ocirc;nus consiste na distribuição do saldo positivo da conta de comercialização de Itaipu, hidrel&eacute;trica estatal, que vira cr&eacute;dito nas contas de energia.</p><p><strong>De todo o IPCA de agosto, a conta de luz foi o que mais puxou o indicador para baixo, sendo a menor variação para um mês de agosto de todo o Plano Real.</strong></p><p>O analista da pesquisa, Fernando Gonçalves, explica que, como o b&ocirc;nus &eacute; restrito ao mês de agosto, a conta de luz virá com essa “devolução” em setembro.</p><blockquote><p>“Não sabemos como ficará o resultado final, mas sabemos que o &iacute;ndice tende a subir.”</p></blockquote><h2>Alimentação</h2><p>A queda de preços em alimentação e bebidas foi a terceira seguida. Em julho, havia recuado 0,67%; em junho, 0,24%.</p><p>As principais quedas no grupo foram:</p><ol><li>batata-inglesa: -19,89%;</li><li>cenoura: -11,22%;</li><li>cebola: -11,07%;</li><li>tomate: -10,94%;</li><li>ovo de galinha: -4,15%;</li><li>caf&eacute; mo&iacute;do: -1,86%.</li></ol><p><strong>Os alimentos são o grupo de maior peso do IPCA, representando 21,5% da cesta mensal de consumo dos brasileiros.</strong></p><h2>Avião e combust&iacute;veis</h2><p>No grupo transportes, o maior impacto para a baixa partiu das passagens a&eacute;reas, que recuaram 13,17% (impacto de -0,11 p.p.). O bilhete de avião s&oacute; perdeu para a conta de luz, em termos de peso negativo na inflação.</p><p>Os combust&iacute;veis tamb&eacute;m ajudaram a conter o IPCA, com variação de -0,86%. Ca&iacute;ram no mês o etanol (-3,95%), &oacute;leo diesel (-0,80%) e gasolina (-0,59%). O gás veicular subiu 2,62%.</p><p>O transporte por aplicativo recuou 4,57%. Nesse cálculo, o IBGE adiciona &agrave; variação apurada em agosto parte do resultado de julho que, segundo o instituto, “indevidamente, não foi apropriado no referido mês”.</p><h2>Espalhamento</h2><p>O &iacute;ndice de difusão, que mostra o quanto a inflação está espalhada, foi de 54%, ou seja, 54% dos 377 produtos e serviços pesquisados pelo IBGE tiveram aumento de preço. Em julho, era de 50%.</p><p>O IBGE desagrega o IPCA em dois grupos, o de serviços, que traz os preços que sofrem mais influência do aquecimento ou esfriamento da economia &ndash; ou seja, mais suscet&iacute;veis &agrave; taxa Selic &ndash; e o de preços monitorados, que costumam ser controlados por contratos, e os combust&iacute;veis.</p><p>Em agosto, o grupo serviços subiu 0,03%; o de monitorados, que inclui a conta de luz, -1,26%.</p><h2>&Iacute;ndice</h2><p>O IPCA apura o custo de vida para fam&iacute;lias com rendimentos entre um e 40 salários m&iacute;nimos. Ao todo, são coletados preços de 377 subitens (produtos e serviços).</p><p>Os valores são apurados em dez regiões metropolitanas &ndash; Bel&eacute;m, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vit&oacute;ria, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre &ndash; al&eacute;m de Bras&iacute;lia e nas capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Lu&iacute;s e Aracaju.    </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[ Foto: T&acirc;nia R&ecirc;go/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5% este ano</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/95075/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-5-este-ano.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 11:15:21 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A previsão do mercado financeiro para o &Iacute;ndice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no pa&iacute;s, passou de 5,01% para 5% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta terça-feira (8), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econ&ocirc;micos.A previsão está acima do intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC. Estabelecida pelo...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A previsão do mercado financeiro para o <a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/economicas/precos-e-custos/9256-indice-nacional-de-precos-ao-consumidor-amplo.html" target="_blank">&Iacute;ndice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)</a>, referência oficial da inflação no pa&iacute;s, passou de 5,01% para 5% este ano. </strong>A estimativa está no <a href="https://www.bcb.gov.br/publicacoes/focus" target="_blank"><em>Boletim Focus</em></a> desta terça-feira (8), pesquisa divulgada semanalmente pelo <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/banco-central" target="_blank">Banco Central (BC)</a> com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econ&ocirc;micos.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701816&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701816&amp;o=node"></p><p>A previsão está acima do intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC. Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta &eacute; 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior &eacute; 1,5% e o superior, 4,5%.</p><p>No mês de julho, os alimentos ficaram mais baratos e contribu&iacute;ram para que a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/inflacao-recua-para-007-em-julho-e-volta-para-meta-do-governo" target="_blank">inflação oficial perdesse força</a> pelo quarto mês seguido e fechar em 0,07%, de acordo com o <a href="https://www.ibge.gov.br/" target="_blank">Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE)</a>. O resultado fez o IPCA acumular 4,44% em 12 meses, trazendo o indicador de volta para a meta do governo.</p><p>A inflação de agosto será divulgada na pr&oacute;xima sexta-feira (11) pelo IBGE.</p><p>Para 2027, a projeção da inflação variou de 4,28% para 4,29%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.</p><h2>Taxa Selic</h2><p><strong>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/taxa-selic" target="_blank">a taxa básica de juros, a Selic,</a> definida atualmente em 14% ao ano pelo Comitê de Pol&iacute;tica Monetária (Copom) do BC. Na &uacute;ltima reunião, em agosto, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, pela <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/em-nova-reducao-copom-baixa-taxa-selic-para-14-ao-ano" target="_blank">quarta vez seguida</a>.</strong></p><p>De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior n&iacute;vel em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião de março, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente M&eacute;dio, que se refletiu no aumento dos preços de combust&iacute;veis e de alimentos, dificulta a queda da taxa.</p><p>O pr&oacute;ximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 15 e 16 de setembro.</p><p>Nesta edição do <em>Focus</em>, a estimativa dos analistas de mercado &eacute; que a taxa básica chegue a 13,75% ao ano at&eacute; o fim de 2026. Para 2027 e 2028, a previsão &eacute; que a Selic seja reduzida para 12% ao ano e 10,5% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve ficar em 10% ao ano.</p><p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade &eacute; conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o cr&eacute;dito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas tamb&eacute;m podem dificultar a expansão da economia.</p><p>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.<br><br>Quando a Taxa Selic &eacute; reduzida, a tendência &eacute; que o cr&eacute;dito fique mais barato, com incentivo &agrave; produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econ&ocirc;mica.</p><h2>PIB e câmbio</h2><p><strong>Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano saiu de 1,92% para 1,93%. Para 2027, a projeção para o <a href="https://www.ibge.gov.br/explica/pib.php" target="_blank">Produto Interno Bruto</a> (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no pa&iacute;s) permanece em 1,5%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,96% e 2%, respectivamente.</strong></p><p>No segundo trimestre de 2026, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/pib-do-brasil-cresce-05-no-segundo-trimestre-mostra-ibge" target="_blank">a economia do pa&iacute;s cresceu ?0,5%</a> na comparação com o primeiro trimestre. No acumulado de 12 meses, houve expansão de 1,9%, de acordo com o IBGE.</p><p>Em 2025, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/economia-brasileira-cresce-23-em-2025-revela-ibge" target="_blank">a economia brasileira cresceu 2,3%</a>, com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária. O resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.</p><p>No <em>Focus </em>desta semana, a previsão da cotação do d&oacute;lar está em R$ 5,20 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,30.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcello Casal Jr/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Clientes da Caixa podem agora parcelar transferências e pagamentos por Pix</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94976/clientes-da-caixa-podem-agora-parcelar-transferencias-e-pagamentos-por-pix.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 15:24:35 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Os clientes pessoas físicas da Caixa Econ&ocirc;mica Federal agora podem parcelar transferências e pagamentos realizados por Pix. A nova modalidade foi anunciada pelo banco nesta quinta-feira (3) e já está disponível para operações feitas diretamente pelo aplicativo da instituição.Na prática, o usuário pode contratar uma linha de cr&eacute;dito no momento da transação e dividir o valor do Pix em parcelas. Segundo a Caixa, os clientes que possuem limite disponível podem contratar...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>Os clientes pessoas físicas da Caixa Econ&ocirc;mica Federal agora podem parcelar transferências e pagamentos realizados por Pix. A nova modalidade foi anunciada pelo banco nesta quinta-feira (3) e já está disponível para operações feitas diretamente pelo aplicativo da instituição.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701543&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701543&o=node"></p><p>Na prática, o usuário pode contratar uma linha de cr&eacute;dito no momento da transação e dividir o valor do Pix em parcelas. Segundo a Caixa, os clientes que possuem limite disponível podem contratar valores entre R$ 300 e R$ 50 mil, com prazo de pagamento de at&eacute; 12 meses. As taxas de juros variam de acordo com o relacionamento de cada cliente com o banco.</p><p>A instituição informa que todas as condições da operação podem ser consultadas at&eacute; o momento da contratação. Antes de concluir a transferência, o cliente tem acesso &agrave;s informações sobre juros, valor das parcelas, custo efetivo total e tamb&eacute;m ao IOF. Dessa forma, &eacute; possível avaliar o impacto da operação no orçamento.</p><p>Para utilizar a novidade, &eacute; necessário manter o aplicativo da Caixa atualizado para a versão mais recente. A liberação do cr&eacute;dito depende de análise de risco e da existência de limite disponível.</p><p>Segundo a Caixa, quem ainda não tem acesso &agrave; funcionalidade deve manter os dados cadastrais atualizados e utilizar regularmente os produtos e serviços do banco, o que pode contribuir para futuras liberações, conforme os crit&eacute;rios de cr&eacute;dito adotados pela instituição.</p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex">Edição:<div class="nome-editor">Fabio Cardoso / Liliane Farias</div></div><div class="row-tags rowflex"><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/tags/pix" class="tag">PIX</a><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/tags/caixa" class="tag">Caixa</a>  </div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Caixa Econ&ocirc;mica Federal passa a oferecer parcelamento de pagamentos pelo Pix, de R$ 300 a R$ 50 mil, para pessoas f&iacute;sicas. Foto: Marcello Casal Jr/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Brasil tem 2 milhões de pessoas que trabalham por meio de aplicativos</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94967/brasil-tem-2-milhoes-de-pessoas-que-trabalham-por-meio-de-aplicativos.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 11:30:39 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Cerca de 2 milhões de pessoas trabalharam por meio de aplicativos (apps) no país em 2025. A imensa maioria deles por conta pr&oacute;pria, com jornadas semanais mais longas que os demais ocupados no setor privado e ganhando menos por hora trabalhada.A constatação faz parte de uma edição sobre trabalho por meio de plataformas digitais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Cerca de 2 milhões de pessoas trabalharam por meio de aplicativos (apps) no país em 2025. A imensa maioria deles por conta pr&oacute;pria, com jornadas semanais mais longas que os demais ocupados no setor privado e ganhando menos por hora trabalhada.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701478&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701478&o=node"></p><p>A constatação faz parte de uma edição sobre trabalho por meio de plataformas digitais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<a href="https://www.ibge.gov.br/" target="_blank">IBGE</a>). </p><p>O IBGE buscou informações de pessoas com 14 anos ou mais que utilizam os aplicativos para realizar serviços de transporte e entregas. <strong>O instituto classifica esses trabalhadores como “plataformizados”.</strong></p><p><strong>A pesquisa revela que o contingente de 1,959 milhão de trabalhadores por apps representavam 1,9% do total de ocupados no país.</strong></p><p>Cerca de 1,2 milhão de trabalhadores plataformizados utilizam apps de transporte de passageiros. Isso representa praticamente seis em cada dez plataformizados (58,9%).</p><p>Desses, 1,1 milhão utilizam as plataformas como Uber e 99, enquanto 232 mil utilizam apps de táxi exclusivamente.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre as condições de trabalho dos 'plataformizados', os trabalhadores que oferecem seus serviços por meio de aplicativos.</b><br></p><p>Um em cada cinco (19,2%) dos plataformizados tinha ocupação como entregadores de apps de comida, produtos, etc. Eram 376 mil pessoas que faziam entregas para plataformas como Rappi, iFood, Z&eacute; Delivery, entre outros.</p><p>O IBGE mapeou ainda a categoria apps de prestação de serviços gerais ou profissionais, que inclui profissões como designers, tradutores e at&eacute; telemedicina, quando o m&eacute;dico usa a plataforma digital para captar pacientes e realizar consultas, por exemplo. Em 2025 eram 313 mil pessoas nessa categoria (16% dos plataformizados).</p><p>A Pnad revela que a atividade econ&ocirc;mica classificada como transporte, armazenagem e correios &eacute; a que tem maior participação de plataformizados, 75%. Ou seja, de cada quatro trabalhadores desse setor, três utilizam os apps.</p><h2>Aumento ao longo dos anos</h2><p>O IBGE detalha que a Pnad sobre trabalho por plataforma ainda &eacute; experimental, ou seja, em fase de teste e sob avaliação. O <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-10/numero-de-trabalhadores-por-aplicativo-cresce-25-e-chega-17-milhao" target="_blank">levantamento</a> já foi realizado em 2022 e 2024. </p><p>Diferentemente de 2025, as edições anteriores buscaram informação apenas dos trabalhadores que tinham os apps como ocupação principal, ou seja, a pesquisa deixou de fora aquelas que usavam os aplicativos como renda complementar. Por isso, o número de 2 milhões de plataformizados em 2025 não pode ser comparado com anos anteriores.</p><p>Ao se levar em consideração apenas os trabalhadores que tinham nos apps a ocupação principal, o número de 2025 chega a 1,8 milhão. Esse dado pode ser comparado com as Pnad anteriores.</p><p><strong>Trabalhadores que tinham os apps como ocupação principal:</strong></p><ul><li><strong>2022: </strong>1,3 milhão</li><li><strong>2024:</strong> 1,7 milhão</li><li><strong>2025:</strong> 1,8 milhão</li></ul><p>Dessa forma, o número representa um crescimento de 9,1% em um ano e 36,8% em três anos.</p><p>Comparando apenas 2024 e 2025, o número de entregadores de app cresceu 18,6%. Foi a única ocupação que teve variação na casa de dois dígitos.</p><h2>Motivação</h2><p><strong>Em 2025, de cada 100 pessoas que tinham nos apps a ocupação principal, 84,4 eram do sexo masculino.</strong> Em relação &agrave; idade, 47% tinham de 25 a 39 anos.</p><p>Ao realizar as entrevistas, o IBGE procurou saber o motivo principal que levou as pessoas a trabalharem por meio das plataformas.</p><p><strong>Especificamente entre os que atuam com apps de transporte (exceto táxi) e entregadores, o motivo principal foi não conseguir encontrar outro trabalho.</strong> As outra motivações apontadas foram flexibilidade e<strong> </strong>rendimento maior do que em outros trabalhos disponíveis. </p><h2>Jornadas mais longas</h2><p>Em 2025, o rendimento m&eacute;dio mensal do trabalho principal do plataformizados foi de R$ 3.147, mesmo patamar dos não plataformizados (R$ 3,148).</p><p>Esses valores representaram aumento real (já descontada a inflação) de 4,1% para os não plataformizados e estabilidade para os plataformizados, que ganhavam R$ 3.151 em 2024.</p><p>O IBGE explica que os valores são exatamente o que &eacute; “retirado” pelos plataformizados, ou seja, o saldo ap&oacute;s o motorista pagar custos com gasolina para o carro, por exemplo.</p><p><strong>Os trabalhadores por aplicativo tinham em 2025 jornada semanal de 44,7 horas, superior &agrave; dos não plataformizados (39,3 horas). São 5,4 horas de diferença.</strong></p><p><strong>O fato de as duas classes terem rendimentos no mesmo patamar e diferença na jornada faz com que o rendimento-hora m&eacute;dio do trabalhador de app seja menor. </strong>Eles recebiam R$ 16,2 por hora, 12% menos que os não plataformizados (R$ 18,4/hora).</p><h2>Informalidade</h2><p>A pesquisa mostra que os trabalhadores por app vivenciavam mais a informalidade e tinham menos cobertura previdenciária.</p><p>Plataformizados:</p><ul><li>72,1% na informalidade</li><li>34% com cobertura previdenciária</li></ul><p>Não plataformizados:</p><ul><li>42,7% na informalidade</li><li>63% com cobertura previdenciária</li></ul><p>O IBGE considera informais os empregados sem carteira assinada e aut&ocirc;nomos sem CNPJ, por exemplo. São pessoas sem a garantia de direitos trabalhistas, como f&eacute;rias e 13º salário.</p><p>Já ao contribuir para institutos de previdência, o trabalhador adquire garantias, como aposentadoria, benefício por incapacidade e pensão por morte.</p><p><strong>>> Leia tamb&eacute;m:</strong> <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/apenas-1-em-cada-5-motociclistas-de-app-tem-cobertura-previdenciaria" target="_blank">Apenas 1 em cada 5 motociclista de app tem cobertura previdenciária </a></p><h2>Conta pr&oacute;pria, mas dependente</h2><p> </p><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/uBK4IZVwAVblcbSNpLy4E6w82yc=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/14/_int3075.jpg.jpg?itok=ClON8HWH" alt="São Paulo (SP), 14/04/2026 - Motoristas de aplicativos e motoboys de delivery fazem manifestação contra o PL 152.  Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><div class="meta"> Motoristas de aplicativos e motoboys de delivery - <strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong></div><div class="meta"><strong><br></strong></div></div></div><p>Aproximadamente 1,6 mil de pessoas ocupadas por aplicativos se declararam trabalhadores por conta pr&oacute;pria. Essa marca representa 86,8% do total de plataformizados. Na economia como um todo, os conta pr&oacute;pria são 28,9% dos ocupados no setor privado.</p><p>Apesar de trabalharem por iniciativa pr&oacute;pria, o IBGE ressalta que “há evidências de certo grau de dependência da maior parte desses trabalhadores em relação &agrave;s plataformas”.</p><p>Entre os que trabalham com apps de transporte de passageiros (exceto táxis), 80,2% afirmam que o valor a ser recebido por cada tarefa depende totalmente das plataformas digitais.</p><p>Entre os entregadores, 78,3% disseram que dependem totalmente. Já 65,9% responderam que o prazo para realização da tarefa depende dos apps, e 71,3% afirmaram que a forma de recebimento do pagamento &eacute; decidida pela plataforma.</p><p>O analista da pesquisa, Gustavo Geaquinto Fontes, aponta que esses trabalhadores têm uma situação “diferente de um conta pr&oacute;pria tradicional”.</p><blockquote><p>“Apesar de essa pessoa não ter um vínculo formal com a plataforma, ele, na verdade, tem uma dependência em vários aspectos em relação &agrave; empresa que controla a plataforma digital”.</p></blockquote><h2>Uberização</h2><p>A divulgação do IBGE acontece cerca de uma semana depois de o <a href="http://(https//agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-08/stf-adia-retomada-do-julgamento-sobre-uberizacao" target="_blank">Supremo Tribunal Federal (STF) adiar </a>a retomada do julgamento sobre a chamada “uberização”.</p><p>Representante de categorias que trabalham para aplicativos, como motoristas, buscam o reconhecimento de vínculo empregatício com as plataformas digitais para evitar o que consideram precarização do trabalho, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-10/no-stf-plataformas-negam-vinculo-trabalhadores-alegam-precarizacao" target="_blank">alegação que as principais empresas do setor discordam</a>.</p><p>Um parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) defende que o STF <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-09/pgr-e-contra-vinculo-trabalhista-entre-motoristas-e-aplicativos" target="_blank">não reconheça o vínculo</a>.   </p>]]></content:encoded>
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			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Senado aprova MP que acaba com a 'taxa das blusinhas'</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94964/senado-aprova-mp-que-acaba-com-a-taxa-das-blusinhas.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 09:58:05 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (3) a medida provis&oacute;ria que põe fim &agrave; taxa das blusinhas. A MP 1.357/2026 zera o Imposto de Importação em compras internacionais de at&eacute; US$ 50 (em torno de R$ 260). A proposta já havia passado na comissão mista na quarta-feira (2) e no Plenário da Câmara, na tarde desta quinta. Agora, segue para sanção presidencial.As compras internacionais continuam sujeitas ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (3) a medida provis&oacute;ria que põe fim &agrave; taxa das blusinhas. A <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/174123" rel="noopener" target="_blank">MP 1.357/2026</a> zera o Imposto de Importação em compras internacionais de at&eacute; US$ 50 (em torno de R$ 260). A proposta já <a href="/noticias/materias/2026/09/02/comissao-aprova-fim-da-2018taxa-das-blusinhas2019-texto-vai-a-camara" rel="noopener" target="_blank">havia passado na comissão mista</a> na quarta-feira (2) e no Plenário da Câmara, na tarde desta quinta. Agora, segue para sanção presidencial.</p><p>As compras internacionais continuam sujeitas ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), com alíquotas definidas pelos estados e pelo Distrito Federal.</p><div class="videoWrapper" data-source="YOUTUBE"><br><iframe frameborder="0" src="//www.youtube.com/embed/HpHhT8ERHN8" allowfullscreen="true" width="560" height="315" scrolling="no" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" class="note-video-clip"></iframe></div><p><br></p><h3><span style="font-size: 18px; font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0);">Justiça tributária motivou corte na alíquota, de acordo com relatora, senadora Leila Barros</span></h3><p>A relatora na comissão mista, senadora Leila Barros (PDT-DF), argumentou que a redução do Imposto de Importação nas compras de pequeno valor &eacute; uma medida de justiça tributária para os consumidores de menor renda.</p><p>&mdash; N&oacute;s sabemos quem são muitos dos brasileiros que utilizam essas compras de pequeno valor. São pessoas que procuram um produto mais barato, são famílias que precisam fazer o orçamento caber no final do mês, são trabalhadores que pesquisam preço, comparam alternativas e encontram no com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico uma maneira de ampliar o poder de compra &mdash; disse Leila no Plenário, ap&oacute;s a aprovação do texto.</p><p>Al&eacute;m da desoneração, Leila acrescentou regras para fiscalização e transparência das plataformas de com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico, combate a fraudes e avaliação peri&oacute;dica dos efeitos da medida na economia brasileira. A intenção &eacute; proteger o com&eacute;rcio local.</p><p>Ela ressaltou que as alterações tiveram origem não s&oacute; nas contribuições dos parlamentares &ndash; acolheu total ou parcialmente 9 das 112 emendas apresentadas ao texto na comissão mista &ndash;, mas tamb&eacute;m em contribuições da equipe econ&ocirc;mica do governo federal e do setor produtivo.</p><p>Entre as mudanças promovidas pela relatora estão:</p><ul> <li>a isenção para medicamentos sem similar nacional destinados ao tratamento de doenças raras ou negligenciadas;</li> <li>a adoção de medidas contra a venda de produtos ilegais;</li> <li>avaliações peri&oacute;dicas dos impactos da desoneração no emprego, indústria, com&eacute;rcio, preços e arrecadação.</li> </ul><p>O texto altera o <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:decreto.lei:1980-09-03;1804" rel="noopener" target="_blank">Decreto-Lei 1.804, de 1980</a>, e autoriza o ministro da Fazenda a modificar as alíquotas do Imposto de Importação no Regime de Tributação Simplificada (RTS). As alíquotas poderão ser reduzidas a zero na faixa de tributação de at&eacute; US$ 50, e a 30% na faixa de tributação de at&eacute; US$ 3 mil. A legislação anterior estabelecia alíquota mínima de 20% para as remessas de at&eacute; US$ 50 e de at&eacute; 60% para as compras de at&eacute; US$ 3 mil (incluindo ICMS).</p><p>    <span style="font-weight: bold;">Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Senado sobre a votação do fim da taxa das blusinhas, que segue agora para a sanção do presidente Lula.</span><br></p><p>O Minist&eacute;rio da Fazenda tamb&eacute;m fica autorizado a estabelecer alíquotas diferentes conforme a forma de transporte da encomenda (remessa postal ou expressa) e a adesão da plataforma ao programa de conformidade da Receita Federal. A remessa postal &eacute; aquela transportada pelos Correios, enquanto a remessa expressa &eacute; enviada por empresas privadas de <i>courier</i>, em serviço a&eacute;reo ou com entrega porta a porta. A inclusão desse dispositivo não modifica imediatamente a tributação, mas permite que o governo diferencie futuramente as alíquotas aplicadas a cada modalidade.</p><p>Ainda conforme o texto aprovado, o Executivo poderá estabelecer limites de quantidade ou de frequência para o uso da alíquota reduzida nas compras destinadas a pessoas físicas. Tamb&eacute;m poderá definir crit&eacute;rios para impedir o fracionamento artificial de remessas e o uso do regime em operações comerciais ou de revenda.</p><p>Outra mudança da comissão mista, confirmada por Câmara e Senado, permite usar a taxa de câmbio vigente na data da compra para calcular o valor das mercadorias adquiridas em plataformas habilitadas no programa de conformidade. Atualmente, a variação cambial entre a compra e a nacionalização da mercadoria pode alterar o valor considerado para fins tributários.</p><h3><span style="font-size: 18px; font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0);">Rem&eacute;dios para doenças raras e negligenciadas, sem similar nacional, têm alíquota zerada</span></h3><p>Entre as emendas acolhidas está a do senador Dr. Hiran (PP-RR) que zera o Imposto de Importação de medicamentos sem similar nacional adquiridos por pessoas físicas para uso pr&oacute;prio no tratamento de doenças raras ou negligenciadas. Esses produtos tamb&eacute;m ficarão fora dos limites de valor previstos no Regime de Tributação Simplificada. Para ter direito ao benefício, o medicamento deverá ser classificado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como “sem similar no Brasil”.</p><p>Os crit&eacute;rios e os procedimentos para garantir a isenção serão regulamentados pelos &oacute;rgãos competentes. A medida começará a produzir efeitos at&eacute; 180 dias ap&oacute;s a publicação da lei.</p><h3><span style="font-size: 18px; font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0);">Fazenda monitorará a cada 90 dias impacto econ&ocirc;mico  da tributação de remessas</span> </h3><p>O texto determina que o Minist&eacute;rio da Fazenda avaliará periodicamente os efeitos econ&ocirc;micos da tributação das remessas internacionais. O primeiro levantamento deverá ser concluído e publicado em at&eacute; três meses. Os demais deverão ser realizados em intervalos de, no máximo, seis meses.</p><p>A análise deverá considerar:</p><ul> <li>os impactos sobre emprego e renda, especialmente nos setores que empregam mais trabalhadores;</li> <li>a competitividade da indústria e do com&eacute;rcio varejista;</li> <li>os preços dos produtos de consumo popular;</li> <li>o volume, o valor e a origem das remessas internacionais;</li> <li>as diferenças tributárias e concorrenciais entre os produtos importados e os nacionais;</li> <li>os efeitos sobre a arrecadação federal e estadual.</li> </ul><p>O acompanhamento deverá abranger obrigatoriamente os setores têxtil, de vestuário, calçados, acess&oacute;rios, brinquedos e cosm&eacute;ticos. O Minist&eacute;rio da Fazenda terá at&eacute; 15 dias, ap&oacute;s a conclusão de cada avaliação, para publicar o relat&oacute;rio.</p><p>O Congresso Nacional tamb&eacute;m deverá realizar uma avaliação anual do regime. Para isso, o Poder Executivo terá de apresentar, at&eacute; 30 de abril de cada ano, um relat&oacute;rio com os valores arrecadados, os impactos na indústria e no com&eacute;rcio e a estimativa de renúncia de receitas para o ano seguinte. O objetivo das avaliações &eacute; gerar um banco de dados para que Executivo e Legislativo busquem caminhos para avançar na isonomia tributária para a indústria e o com&eacute;rcio nacional. </p><h3><span style="font-size: 18px; font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0);">Plataformas de com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico têm responsabilidades ampliadas pelo novo diploma legal</span></h3><p>O texto aprovado tamb&eacute;m busca ampliar a responsabilidade das plataformas de com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico e dos operadores logísticos.</p><p>As empresas habilitadas no programa de conformidade deverão adotar mecanismos para identificar indícios de subfaturamento, fracionamento artificial de encomendas e ocultação do remetente. Entre as providências exigidas estão a rastreabilidade dos vendedores estrangeiros, o monitoramento de padrões anormais de remessas, a manutenção de registros eletr&ocirc;nicos e a cooperação com o Fisco.</p><p>As plataformas tamb&eacute;m terão que verificar os dados cadastrais dos vendedores, incluindo CPF ou CNPJ, contas bancárias, carteiras digitais e outros meios de pagamento associados. Deverão ainda oferecer canais para denúncias de produtos ilegais ou que violem direitos de propriedade intelectual, retirar ofertas irregulares e suspender vendedores infratores.</p><p>As empresas serão obrigadas a cooperar com as autoridades e a apresentar relat&oacute;rios trimestrais ao Conselho Nacional de Combate &agrave; Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual. O descumprimento poderá resultar em advertência, multa, suspensão temporária e, nos casos mais graves ou reiterados, proibição de operar no mercado brasileiro.</p><p>                          </p><p><br>  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Senadora Leila Barros apresenta na tribuna seu parecer favor&aacute;vel ao fim da 'taxa das blusinhas'. Foto: Ton Molina/Ag&ecirc;ncia Senado]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Previdência anuncia que zerou filas de primeiro atendimento</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94963/previdencia-anuncia-que-zerou-filas-de-primeiro-atendimento.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 09:39:26 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O INSS, Instituto Nacional do Seguro Social, anunciou, nesta quinta-feira (3), que acabou com as filas do primeiro atendimento aos beneficiários. Segundo o Minist&eacute;rio da Previdência, em agosto, o &oacute;rgão analisou um número maior de processos do que a quantidade de novos pedidos iniciais apresentados.O atendimento sem filas significa que o estoque de processos está dentro da capacidade de atendimento mensal do INSS, como explica o ministro da previdência Wolney...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>O INSS, Instituto Nacional do Seguro Social, anunciou, nesta quinta-feira (3), que acabou com as filas do primeiro atendimento aos beneficiários. Segundo o Minist&eacute;rio da Previdência, <strong>em agosto, o &oacute;rgão analisou um número maior de processos do que a quantidade de novos pedidos iniciais apresentados.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701496&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701496&o=node"></p><p><strong>O atendimento sem filas significa que o estoque de processos está dentro da capacidade de atendimento mensal do INSS</strong>, como explica o ministro da previdência Wolney Queiroz.</p><blockquote><p>“Mostrando que, hoje, tem menos gente na fila do que entrou no mês passado. Quando isso acontece, n&oacute;s não temos uma fila. N&oacute;s passamos a ter um fluxo de atendimento. Porque isso &eacute; como um restaurante. Se o restaurante tem 50 mesas e tem 30 pessoas lá fora, e essas 30 pessoas estão na fila, quando você põe as 30 pessoas pra dentro do restaurante, e elas todas estão sendo atendidas, acabou a fila. Uma tá no cardápio, outra tá se alimentando... elas estão em atendimento”.</p></blockquote><p><strong>Em agosto, foi 1 milhão e 394 mil atendimentos, com 1.252 novos pedidos ao INSS. Em janeiro, a espera era de 3 milhões de atendimentos.</strong></p><p>O ministro Wolney Queiroz listou as medidas que permitiram reduzir a fila.</p><blockquote><p>“Primeiro, a nomeação de 2,5 mil servidores; depois, o teleatendimento para perícias m&eacute;dicas; depois a perícia m&eacute;dica documental; o pagamento de b&ocirc;nus para servidores; e os mutirões de fim de semana”</p></blockquote><p>O INSS tamb&eacute;m registrou um grande número de concessão de benefícios. Em 2023, a m&eacute;dia era de 501 mil concessões, passando para uma m&eacute;dia mensal de 730 mil, um aumento de 46%. O tempo para a perícia do INSS tamb&eacute;m diminuiu de 70 dias em 2023, para 17 dias em agosto deste ano.</p><p>O tempo para o primeiro atendimento tamb&eacute;m diminuiu. Em fevereiro de 2026, a m&eacute;dia era de 59 dias, passando para 34 dias no mês passado. O prazo legal para atendimento &eacute; de 45 dias.</p><p><strong>Atualmente, o INSS recebe 1,3 milhão de pedidos de atendimento por mês.</strong></p><p>O INSS &eacute; responsável por assegurar hoje 82% da população idosa no país, sendo 90% dessa população no campo. Os benefícios da previdência chegam a mais de R$ 1 trilhão por ano.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o anúncio do fim das filas no INSS.</b><br></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div><div class="row-tags rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Bancos não terão atendimento presencial no feriado da Independência</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94958/bancos-nao-terao-atendimento-presencial-no-feriado-da-independencia.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 09:32:39 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[As agências bancárias estarão fechadas na pr&oacute;xima segunda-feira (7), feriado da Independência. De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o atendimento presencial ao p&uacute;blico segue normalmente na terça-feira (8) nas localidades onde não haja feriado estadual ou municipal ou ponto facultativo.A instituição esclarece que as operações financeiras podem ser realizadas com total segurança e conveniência pelos canais digitais dos bancos. Al&eacute;m disso,...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>As agências bancárias estarão fechadas na pr&oacute;xima segunda-feira (7), feriado da Independência. De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o atendimento presencial ao p&uacute;blico segue normalmente na terça-feira (8) nas localidades onde não haja feriado estadual ou municipal ou ponto facultativo.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701455&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701455&amp;o=node"></p><p>A instituição esclarece que as operações financeiras podem ser realizadas com total segurança e conveniência pelos canais digitais dos bancos. Al&eacute;m disso, os clientes podem recorrer ao suporte por telefone e aos correspondentes bancários.</p><p><strong>As salas de autoatendimento poderão estar dispon&iacute;veis em algumas localidades, a crit&eacute;rio de cada instituição.</strong></p><p>As compensações bancárias não serão efetivadas durante o dia 7 de setembro, incluindo a TED. Já o PIX, que funciona 24 horas todos os dias &uacute;teis e feriados, poderá ser feito normalmente.</p><p><strong>Boletos de cobrança e contas de consumo - água, energia, telefone, entre outros - com vencimento no feriado poderão ser pagos, sem acr&eacute;scimo, no pr&oacute;ximo dia &uacute;til. Boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletr&ocirc;nicos podem ser pagos via D&eacute;bito Direto Autorizado.</strong></p><p>“No caso dos tributos e impostos, caso vençam nos dias em que não há compensação bancária, &eacute; necessário que o pagamento seja antecipado, para evitar a incidência de juros e multa, lembrando que o sábado não &eacute; considerado dia &uacute;til e, por essa razão, não há liquidação financeira”, alertou a Febraban.</p><div class="noticias-relacionadas rel-position rowflex"><div class="title abs-position"><br></div><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-09/bb-passa-usar-tecnologia-de-origem-verificada-em-ligacoes" class="noticia-relacionada-interna"><div class="capa-noticia-relacionada">  </div></a></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Bruno Peres/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Senado aprova lei para exploração de terras raras</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94919/senado-aprova-lei-para-exploracao-de-terras-raras.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 10:00:16 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O Senado aprovou nesta quarta-feira (2) a criação da Política Nacional de Minerais Críticos e Estrat&eacute;gicos. O Projeto de Lei (PL)  2.780/2024 prevê investimentos de at&eacute; R$ 7 bilhões por meio de incentivos governamentais a projetos de processamento e transformação dos minerais. O texto segue para sanção. O Brasil &eacute; um dos países com maiores reservas de vários desses minerais, chamados popularmente de terras-raras. Os minerais críticos e estrat&eacute;gicos são...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div id="textoMateria"><p>O Senado aprovou nesta quarta-feira (2) a criação da Política Nacional de Minerais Críticos e Estrat&eacute;gicos. O Projeto de Lei (PL)  <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/174060" rel="noopener" target="_blank">2.780/2024</a> prevê investimentos de at&eacute; R$ 7 bilhões por meio de incentivos governamentais a projetos de processamento e transformação dos minerais. O texto segue para sanção.</p> <p>O Brasil &eacute; um dos países com maiores reservas de vários desses minerais, chamados popularmente de terras-raras. Os minerais críticos e estrat&eacute;gicos são essenciais para projetos de transição energ&eacute;tica e de tecnologias de ponta, como pain&eacute;is solares, smartphones, notebooks e carros el&eacute;tricos. Tamb&eacute;m são importantes para a indústria militar. </p> <p>&mdash; Minerais críticos se tornam coluna mestra de outras cadeias produtivas, e sua quebra ou desabastecimento pode causar efeitos indesejados e significativos nos outros setores relevantes nacionais &mdash; explicou o relator da proposta, senador Eduardo Braga (MDB-AM).</p> <p>O projeto, do deputado Z&eacute; Silva (Solidariedade-MG), foi aprovado sem mudanças no m&eacute;rito, com alterações apenas na redação. Por isso, não precisará voltar &agrave; Câmara.</p><p>                <span style="font-weight: bold;">Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Senado sobre a aprovação da Lei das Terras Raras, criando a Política Nacional de Minerais Críticos e Estrat&eacute;gicos.</span><br></p> <p>A proposta foi uma das anunciadas na lista de <a href="/noticias/materias/2026/08/26/davi-alcolumbre-acerta-prioridades-do-congresso-em-reuniao-com-lula-e-motta">prioridades legislativas</a> definidas pelo presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre, em conjunto com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente da Câmara, Hugo Motta.</p> <p>Entre outras medidas, a política prevê a criação do Fundo Garantidor da Atividade Mineral (FGAM), com aporte de R$ 2 bilhões da União para atividades vinculadas &agrave; produção de minerais críticos e estrat&eacute;gicos. Tamb&eacute;m está previsto investimento de R$ 5 bilhões para beneficiamento e transformação desses minerais dentro do territ&oacute;rio nacional. </p> <h3><span style="font-size: 18px; font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0);">Regras combatem escassez de insumos críticos para segurança alimentar e soberania </span></h3> <p>A política de minerais críticos e estrat&eacute;gicos tem foco no processamento no territ&oacute;rio nacional, rastreabilidade, inovação e controle estatal.</p> <p>O texto define “minerais críticos” como aqueles cuja disponibilidade está em risco devido a limitações na cadeia de suprimento, e cuja escassez poderia afetar setores prioritários da economia nacional, como transição energ&eacute;tica, segurança alimentar e soberania nacional.</p> <p>Já os “minerais estrat&eacute;gicos” são aqueles que têm importância para o Brasil em razão de o país ter reservas significativas essenciais para a balança comercial e para o desenvolvimento tecnol&oacute;gico com redução de emissões de gases do efeito estufa.</p> <p>Por seis anos, as empresas ligadas &agrave; mineração (pesquisa e lavra), beneficiamento e transformação de minerais críticos e estrat&eacute;gicos deverão direcionar 0,2% de sua receita operacional bruta ao fundo garantidor. Outra parte, de 0,3%, será direcionada pela empresa a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnol&oacute;gica relacionados a pesquisa, lavra, beneficiamento e transformação dos minerais.</p> <p>Ap&oacute;s esse período, os 0,2% obrigat&oacute;rios para o fundo poderão ser a ser destinados para os projetos de pesquisa, passando de 0,3% para 0,5% no total. Todos os recursos direcionáveis a projetos poderão ser considerados cumpridos se o dinheiro for colocado no FGAM ou em fundo privado com finalidade de incentivar pesquisa na área, que ainda depende de regulamento.</p> <p>O projeto inclui a prospecção e a pesquisa mineral no rol de projetos elegíveis &agrave; emissão de debêntures incentivadas, títulos de renda fixa emitidos por empresas privadas para financiar projetos de infraestrutura.</p> <p>&mdash; Com isso, estendemos os benefícios já utilizados por outros setores da infraestrutura nacional, de tal forma que investidores que financiem projetos minerais prioritários se equiparem &agrave;queles do setor de energia, de transporte, e de saneamento, por exemplo, democratizando o acesso do setor ao mercado de capitais &mdash; explicou Braga.</p> <h3><span style="font-weight: normal; font-size: 18px; color: rgb(0, 0, 0);">Projeto aplainou divergências entre governo e oposição, agilizando tramitação no Senado</span></h3> <p>Durante a discussão em Plenário, o relator lembrou que o tema dos minerais críticos e estrat&eacute;gicos tamb&eacute;m está no <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/170309" rel="noopener" target="_blank">PL 4.443/2025</a>, do senador Renan Calheiros (MDB-AL). O texto aprovado nesta quarta-feira, de acordo com Braga, abrange quase a totalidade do que foi proposto no Senado.</p> <p>&mdash; Registramos nossos aplausos ao senador Renan pela iniciativa muito pertinente de apresentar e defender um projeto voltado &agrave; defesa da soberania nacional sobre minerais críticos e estrat&eacute;gicos &mdash; disse Braga, que tamb&eacute;m lembrou o trabalho dos senadores Esperidião Amin (PP-SC) e Wilder Morais (PL-GO), que foram relatores do texto nas comissões.</p> <p>O projeto foi elogiado pelo senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), que destacou o potencial do Brasil. O país, de acordo com o senador, tem as terras-raras, tem os cientistas e precisava vencer o gargalo de recursos para alimentar a cadeia produtiva, problema que será resolvido com o fundo.  </p> <p>&mdash; Vai ajudar muitos setores e principalmente gerar nota fiscal, emprego, renda e desenvolvimento &mdash; comemorou.</p> <p>A líder do governo, senadora Teresa Leitão (PT-PE), agradeceu o empenho dos senadores, inclusive os oposicionistas, para aprovar o texto.</p> <p>A senadora Tereza Cristina (PP-MS), por sua vez, lembrou que o mundo inteiro está atento &agrave;s reservas do Brasil, inclusive as ainda não prospectadas. Para ela, embora a discussão tenha sido mais rápida do que poderia ser, a aprovação &eacute; positiva para o país.</p> <p>Tanto ela quanto os senadores Omar Aziz (PSD-AM) e Izalci Lucas (PL-DF) demonstraram preocupação com o papel do Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estrat&eacute;gicos.</p> <p>O senador Carlos Portinho (PL-RJ) chegou a apresentar destaque para deixar claro que o conselho não tem a competência de fiscalização. Ele afirmou que a mudança seria necessária para não enfraquecer o papel da Agência Nacional de Mineração (ANM). O destaque foi retirado ap&oacute;s apelo do relator.</p> <h3><span style="font-size: 18px; font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0);">Cadastro nacional de minerais críticos e estrat&eacute;gicos condiciona acesso a meios de fomento</span></h3> <p>De acordo com a proposta, todos os instrumentos de fomento somente poderão ser acessados por projetos de minerais críticos e estrat&eacute;gicos que estejam no cadastro nacional a ser criado e habilitados pelo conselho.</p> <p>O cadastro unificará informações dos &oacute;rgãos federais, estaduais, municipais e distritais ligados &agrave; atividade. Tamb&eacute;m será criado o Certificado Mineral de Baixo Carbono, com benefícios para empreendimentos que aderirem voluntariamente.</p> <p>O texto prevê que as áreas com potencial para a produção de minerais críticos e estrat&eacute;gicos deverão ser priorizadas em leilões da Agência Nacional de Mineração (ANM), incluindo as desoneradas. &Aacute;rea desonerada &eacute; aquela cujo direito minerário foi extinto por renúncia, desistência, caducidade ou indeferimento, retornando ao controle da agência.</p> <p>Com base em diretrizes do conselho, a agência terá que fixar um preço mínimo para as áreas. Já a autorização de pesquisa em áreas com minerais críticos ou estrat&eacute;gicos terá prazo máximo improrrogável de dez anos. Depois dos dez, se o interessado não tiver apresentado relat&oacute;rio final de pesquisa, o direito minerário será extinto.</p>                 <p class="text-muted"><br>  </p></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Relator, Eduardo Braga destacou a import&acirc;ncia dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento do setor no Brasil. Foto: Ton Molina/Ag&ecirc;ncia Senado]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Produção industrial interrompe 2 meses de queda e sobe 0,2% em julho</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94884/producao-industrial-interrompe-2-meses-de-queda-e-sobe-0-2-em-julho.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 10:41:46 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A produção da ind&uacute;stria brasileira cresceu 0,2% na passagem de junho para julho. O resultado interrompe dois meses seguidos de queda. Dessa forma, o setor acumula alta de 1,1% ao longo de 2026 e soma expansão de 0,6% nos &uacute;ltimos 12 meses.Na comparação com julho de 2025, a ind&uacute;stria recuou 0,5%. A m&eacute;dia m&oacute;vel trimestral, que ajuda a identificar a trajet&oacute;ria recente do setor, encolheu 0,8%.Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM),...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A produção da ind&uacute;stria brasileira cresceu 0,2% na passagem de junho para julho. O resultado interrompe dois meses seguidos de queda. Dessa forma, o setor acumula alta de 1,1% ao longo de 2026 e soma expansão de 0,6% nos &uacute;ltimos 12 meses.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701322&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701322&amp;o=node"></p><p><strong>Na comparação com julho de 2025, a ind&uacute;stria recuou 0,5%. A m&eacute;dia m&oacute;vel trimestral, que ajuda a identificar a trajet&oacute;ria recente do setor, encolheu 0,8%.</strong></p><p>Os dados fazem parte da <a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/228/pim_pfbr_2026_jul.pdf" target="_blank">Pesquisa Industrial Mensal</a> (PIM), divulgada nesta quarta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE).</p><p><strong>De acordo com o IBGE, a variação positiva acumulada em 12 meses (0,6%) representa “ligeira perda de ritmo” em comparação ao acumulado at&eacute; junho de 2026 (0,7%).</strong></p><p>Veja o comportamento da ind&uacute;stria brasileira ao longo do ano, na comparação entre meses imediatamente seguidos:</p><p>Janeiro: 2,1%</p><p>Fevereiro: 1,0%</p><p>Março: 0,1%</p><p>Abril: 1,2%</p><p>Maio: -1,0%</p><p>Junho: -1,6%</p><p>Julho: 0,2%</p><p><strong>O desempenho de julho deixa a ind&uacute;stria 2,1% acima do patamar pr&eacute;-pandemia de covid-19 (fevereiro de 2020) e 15% abaixo do n&iacute;vel mais alto já registrado, alcançado em maio de 2001.</strong></p><h2>Influências</h2><p>A pesquisa revela que três das quatro grandes categorias econ&ocirc;micas apresentaram avanço de junho para julho:</p><p>bens de consumo duráveis: 3,2%</p><p>bens de capital: 2,4%</p><p>bens de consumo semi e não duráveis: 0,5%</p><p>bens intermediários: -0,2%</p><p>Das atividades monitoradas pelo IBGE, 13 das 25 tiveram alta entre os meses:</p><p>equipamentos de informática, produtos eletr&ocirc;nicos e &oacute;pticos: 12,2%</p><p>produtos aliment&iacute;cios: 1%</p><p>coque, produtos derivados do petr&oacute;leo e biocombust&iacute;veis: 1,1%</p><p>outros equipamentos de transporte: 11,2%</p><p>produtos do fumo: 11,1%</p><p>máquinas, aparelhos e materiais el&eacute;tricos: 2,3%</p><p>confecção de artigos do vestuário e acess&oacute;rios: 2,6%</p><p><strong>Pelo lado negativo, a maior pressão de baixa veio da ind&uacute;stria extrativa, que recuou 1%.</strong></p><p>O IBGE acrescenta que outras contribuições negativas relevantes ficaram como impressão e reprodução de gravações (-17,2%), produtos diversos (-9,0%), metalurgia (-1,4%), produtos qu&iacute;micos (-0,8%) e celulose, papel e produtos de papel (-1,3%).</p><p><strong>O &iacute;ndice de difusão mostrou que 69,6% dos 789 produtos pesquisados pelo IBGE apresentaram desempenho positivo na passagem de junho para julho</strong>. Esse &eacute; o segundo maior indicador do ano, perdendo apenas para março (80,6%).   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: CNI/Miguel &Acirc;ngelo/Direitos reservados]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Justiça decreta falência do Grupo Refit, que não pagou 80% dos tributos devidos entre 2022 e 2024</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94853/justica-decreta-falencia-do-grupo-refit-que-nao-pagou-80-dos-tributos-devidos-entre-2022-e-2024.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 09:05:18 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A 5ª Vara Empresarial decretou, nesta segunda-feira, dia 31, a falência das empresas que compõem o Grupo Refit. O juiz Arthur Ferreira converteu em falência a recuperação judicial da Gasdiesel Serviços, localizada em Duque de Caxias; a Distribuidora S.A., em Manguinhos; a Química S/A, na Rodovia Anhanguera, em Campinas, e a Refinaria de Petr&oacute;leos Manguinhos, na Avenida Brasil.O pedido de recuperação judicial tramitava desde 2015 sem solução, tendo sido requerida a...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A 5ª Vara Empresarial decretou, nesta segunda-feira, dia 31, a falência das empresas que compõem o Grupo Refit. O juiz Arthur Ferreira converteu em falência a recuperação judicial da Gasdiesel Serviços, localizada em Duque de Caxias; a Distribuidora S.A., em Manguinhos; a Química S/A, na Rodovia Anhanguera, em Campinas, e a Refinaria de Petr&oacute;leos Manguinhos, na Avenida Brasil.</p><p>O pedido de recuperação judicial tramitava desde 2015 sem solução, tendo sido requerida a convolação em falência a pedido do Estado do Rio de Janeiro e, tamb&eacute;m, pelo Minist&eacute;rio Público Estadual, por meio do Grupo de Atuação Especializada e de Defesa da Integridade e Repressão &agrave; Sonegação Fiscal (Gaesf).</p><p>O pedido de conversão da recuperação judicial da Refinaria de Petr&oacute;leos de Manguinhos S.A. (Refit) em falência foi apresentado pelo GAESF/MPRJ em maio deste ano. No documento, o Minist&eacute;rio Público sustentou que, ap&oacute;s quase dez anos de recuperação judicial, a Refit não alcançou a reestruturação econ&ocirc;mico-financeira prevista na legislação. Segundo o MPRJ, o passivo fiscal da empresa aumentou de cerca de R$ 5 bilhões para aproximadamente R$ 25,7 bilhões, evidenciando a ineficácia do processo. A manifestação tamb&eacute;m aponta inadimplência tributária recorrente: mais de 80% dos tributos devidos entre 2022 e 2024 não foram pagos, o que caracteriza a empresa como devedora contumaz.</p><p>    <b>Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a falência do Grupo Refit, maior devedor e sonegador de impostos do País.</b><br></p><p>Na decisão, o juiz Arthur Ferreira aponta irregularidades encontradas em operações policiais deflagradas contra as empresas, comprovando que o neg&oacute;cio empreendido pela Refit e suas empresas coligadas (formalmente ou não) estava baseado em atos reiterados de sonegação fiscal e fraude fiscal estruturada. Segundo o relato do magistrado, as operações Cadeia de Carbono e Carbono Oculto, por parte da Receita Federal, Operação Poço de Lobato, deflagrada pelo Minist&eacute;rio Público de São Paulo e a Procuradoria da Fazenda Nacional, al&eacute;m da interdição administrativa da Agência Nacional de Petr&oacute;leo (ANP), atestaram as inúmeras irregularidade e falsidades operacionais.</p><p>O juiz assinala que a Operação Sem Refino, deflagrada pela Polícia Federal no Supremo Tribunal Federal (STF), com determinação de suspensão das atividades econ&ocirc;micas de todas as empresas do grupo econ&ocirc;mico e o bloqueio de R$ 52 bilhões em ativos financeiros, “evidenciou que o verdadeiro modelo de neg&oacute;cio empreendido pela Refit e suas empresas coligadas &eacute; baseado, intrinsecamente, em atos reiterados de sonegação fiscal e fraude fiscal estruturada, por meio de ocultação patrimonial e esvaziamento econ&ocirc;mico da empresa deliberadamente para fins de não pagamento de tributos”.</p><p>As empresas mantinham uma dívida em tributos com o Estado do Rio de Janeiro e vinham se negando a pagar. Inicialmente, obtiveram medida judicial que as autorizava ao parcelamento da dívida com o Estado e que foi cassada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p><p>O juiz ressalva que a falta de pagamento da arrecadação tributária compromete a capacidade de arrecadação do Estado, citando decisão anterior do Superior Tribunal de Justiça que assinalou:</p><p>"Com efeito, a decisão impugnada afasta a exigibilidade de cr&eacute;ditos tributários cujas parcelas em atraso já superam R$ 80 milhões, montante de inegável relevância para as finanças do Estado do Rio de Janeiro e que, conforme demonstrado na inicial, mediante cotejo com a proposta orçamentária, supera as dotações destinadas a áreas e a secretarias inteiras da Administração estadual. Não se cuida, portanto, de quantia desprezível ou de impacto meramente hipot&eacute;tico, mas de privação atual e quantificada de receita pública, em exercício marcado por expressivo d&eacute;ficit orçamentário.</p><p>A lesão, todavia, não se esgota nas parcelas vencidas. Ao obstar o prosseguimento das execuções fiscais e ao impedir a adoção de medidas constritivas em desfavor das devedoras, a decisão retira do ente público a possibilidade de perseguir a satisfação de cr&eacute;dito tributário de expressão bilionária, justamente no momento em que o patrim&ocirc;nio das interessadas &eacute; alvo de constrições promovidas pelo Estado de São Paulo e pela União. Configura-se, assim, risco concreto de esvaziamento patrimonial e de perda, possivelmente irreversível, da garantia do cr&eacute;dito estadual, pois, enquanto outros entes federativos asseguram ativos expropriáveis, o Estado do Rio de Janeiro permanece juridicamente impedido de fazê-lo.</p><p>Esse quadro impõe, &agrave; luz do art. 20 da Lei de Introdução &agrave;s Normas do Direito Brasileiro, a consideração das consequências práticas da decisão, que, ao paralisar por prazo indeterminado a cobrança e a satisfação de cr&eacute;ditos públicos vultosos, compromete a capacidade arrecadat&oacute;ria do ente e o custeio das políticas públicas dele dependentes. Está caracterizada, pois, a grave lesão &agrave; economia pública, apta a autorizar a contracautela.</p><p>Por fim, o deferimento não acarreta <em>periculum in mora</em> inverso. A suspensão apenas restabelece o regime ordinário do parcelamento e das execuções fiscais, preservando o <em>status quo ante</em>, sem suprimir das interessadas as vias pr&oacute;prias para discutir, perante os juízos competentes, a exigibilidade das parcelas, o valor da dívida e o cabimento das medidas constritivas. De outro lado, o indeferimento perpetuaria, por período indeterminado, a paralisação da cobrança de cr&eacute;ditos públicos de expressão bilionária, com risco de dano irreversível ao erário", assinalou o magistrado.</p><p>Arthur Ferreira determinou, entre outras medidas, que as falidas apresentem, no prazo máximo de cinco dias, a relação nominal dos credores e informações ao administrador judicial. Determinou, tamb&eacute;m, o bloqueio de todas as contas bancárias das falidas, solicitando &agrave; Receita Federal as últimas declarações do imposto de renda e as declarações sobre as operações imobiliárias.</p><p>Processo: 0220184-63.2015.8.19.0001    </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Ju&iacute;zo da 5&ordf; Vara Empresarial decretou a fal&ecirc;ncia das empresas que comp&otilde;em o Grupo Refit. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Mercado prevê redução da inflação e do PIB de 2026</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94820/mercado-preve-reducao-da-inflacao-e-do-pib-de-2026.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 12:10:07 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[O mercado financeiro rebaixou a projeção de inflação e prevê menor crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para 2026, enquanto o câmbio do d&oacute;lar e a taxa Selic permanecem inalterados nas previsões do ano.As informações constam no Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (31) pelo Banco Central (BC), em Bras&iacute;lia.A publicação semanal traz a estimativa m&eacute;dia de instituições financeiras &ndash; como bancos, corretoras e consultorias &ndash; para a ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O mercado financeiro rebaixou a projeção de inflação e prevê menor crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para 2026, enquanto o câmbio do d&oacute;lar e a taxa Selic permanecem inalterados nas previsões do ano.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701093&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701093&amp;o=node"></p><p>As informações constam no <a href="https://www.bcb.gov.br/content/focus/focus/R20260828.pdf" target="_blank">Boletim Focus</a>, divulgado nesta segunda-feira (31) pelo Banco Central (BC), em Bras&iacute;lia.</p><p>A publicação semanal traz a estimativa m&eacute;dia de instituições financeiras &ndash; como bancos, corretoras e consultorias &ndash; para a economia do pa&iacute;s em 2026 e, tamb&eacute;m, para os pr&oacute;ximos três anos.</p><h2>Inflação</h2><p><strong>Segundo o Focus desta semana, o &Iacute;ndice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado o &iacute;ndice oficial de inflação do pa&iacute;s,</strong> <strong>caiu de 5,02%, na semana passada para 5,01%, hoje.</strong></p><p>A projeção de inflação para 2027 mostra uma leve alta na inflação de 4,25% para 4,28% e estabilidade nos anos de 2028 e 2029, com estimativa de 3,80% e 3,50%, respectivamente.</p><p>Atualmente, o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/inflacao-recua-para-007-em-julho-e-volta-para-meta-do-governo" target="_blank">IPCA acumulado em 12 meses &eacute; 4,44%</a>, trazendo o indicador de volta para a meta do governo, conforme os dados oficiais de julho divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE).</p><h2>PIB</h2><p><strong>As instituições ouvidas pelo Boletim Focus projetam queda para este ano do PIB, conjunto de todos os bens e serviços produzidos no pa&iacute;s, de 1,95%, há uma semana, para 1,92%, atualmente.</strong></p><p>Para os três pr&oacute;ximos anos, a expectativa do mercado não se alterou, com previsão de crescimento de 1,50%, para 2027; 1,98% para 2028; e 2% para 2029.</p><h2>D&oacute;lar</h2><p><strong>A previsão do mercado financeiro para o câmbio brasileiro &eacute; que o d&oacute;lar terminará o ano de 2026 cotado a R$ 5,20. A previsão de cotação atual repete a que foi divulgada há quatro semanas.</strong></p><p>De acordo com os analistas, o valor da moeda norte-americana terá uma alta para R$ 5,30, em 2027. Valor mantido para chegar no fim de 2028. <strong>Em 2029, o câmbio deve subir mais uma vez para R$ 5,36.</strong></p><p>O comportamento do d&oacute;lar frente ao real influencia diretamente o desempenho da economia brasileira. Com o câmbio desvalorizado, ou seja, alta da moeda estrangeira, bens importados ficam mais caros, o que pressiona a inflação para cima. No entanto, favorece as exportações porque deixa os produtos brasileiros mais em conta no exterior.</p><p>Por outro lado, a moeda valorizada &ndash; queda na taxa &ndash; faz com que produtos importados fiquem mais baratos no pa&iacute;s, o que pode refletir em menos pressão sobre a inflação. Mas pode ser prejudicial &agrave; ind&uacute;stria nacional, que precisa concorrer com produtos estrangeiros que ficam com os preços mais competitivos.</p><h2>Juros</h2><p><strong>As instituições financeiras mantiveram a estimativa para a taxa básica de juros (Selic) da economia brasileira em R$ 13,75. </strong>A Selic serve de referência para todas as demais operações de cr&eacute;dito, como a d&iacute;vida p&uacute;blica.</p><p>A Selic &eacute; decidida pelo Comitê de Pol&iacute;tica Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil, em reuniões realizadas a cada 45 dias.</p><p><strong>O mercado acredita que, em 2027, a Selic terminará o ano em 12%. Para 2028, o Focus mant&eacute;m, há quatro semanas, a projeção em 10,5% e para 2029, deve alcançar 10%.</strong></p><p>Atualmente, a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/em-nova-reducao-copom-baixa-taxa-selic-para-14-ao-ano" target="_blank">Selic está em 14% ao ano</a>. A &uacute;ltima reunião foi em 5 de agosto, quando o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/bc-aponta-desaceleracao-da-inflacao-mas-mantem-alerta-sobre-riscos" target="_blank">Copom ajustou a Selic em um ambiente de desaceleração da inflação,</a> mas ainda marcado por incertezas o que exige prudência, conforme a &uacute;ltima ata da reunião publicada???.</p><p>O n&iacute;vel da Selic influencia o desempenho da economia. Quando a taxa está em patamar elevado, pode deixar as operações de cr&eacute;dito com maior custo, o que pode desestimular o consumo interno. Já a taxa em n&iacute;veis reduzidos &eacute; um incentivo para a obtenção de cr&eacute;dito e favorece o investimento. A atenção &eacute; para não haver pressão inflacionária.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Rafa Neddermeyer/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Desenrola Fies: prazo de renegociação de dívidas termina hoje</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94817/desenrola-fies-prazo-de-renegociacao-de-dividas-termina-hoje.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">https://eurio.com.br/noticia/94817/desenrola-fies-prazo-de-renegociacao-de-dividas-termina-hoje.html</guid>
			<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 11:54:17 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Termina nesta segunda-feira (31) o prazo para renegociação de d&iacute;vidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), com descontos e condições facilitadas pelo programa Desenrola Fies 2026.Os ex-estudantes do ensino superior que foram beneficiados pela pol&iacute;tica p&uacute;blica devem procurar as instituições financeiras com quem firmaram o contrato: o Banco do Brasil ou a Caixa Econ&ocirc;mica Federal.Cada contrato do financiamento pode passar por apenas uma renegociação...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Termina nesta segunda-feira (31) o prazo para renegociação de d&iacute;vidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), com descontos e condições facilitadas pelo programa Desenrola Fies 2026.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701059&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701059&amp;o=node"></p><p><strong>Os ex-estudantes do ensino superior que foram beneficiados pela pol&iacute;tica p&uacute;blica devem procurar as instituições financeiras com quem firmaram o contrato: o Banco do Brasil ou a Caixa Econ&ocirc;mica Federal.</strong></p><p><strong>Cada contrato do financiamento pode passar por apenas uma renegociação durante a vigência do Desenrola Fies, lembra o Minist&eacute;rio da Educação.</strong></p><p>O Fies &eacute; o programa federal que oferece financiamento a quem deseja estudar em uma instituição privada de ensino superior. Ap&oacute;s a formatura, o estudante precisa devolver o montante financiado pelo governo com juros baixos e condições facilitadas de pagamento, respeitando o limite da renda do ex-estudante.</p><h2>Quem pode renegociar</h2><p><strong>O Desenrola Fies 2026 &eacute; voltado a estudantes com contratos do Fies firmados at&eacute; 2017 que estavam, em 4 de maio de 2026, na fase de amortização</strong>. Este &eacute; per&iacute;odo em que o estudante começa a pagar o valor principal do financiamento estudantil e os juros acumulados para quitar a d&iacute;vida ap&oacute;s terminar a faculdade.</p><p><strong>A renegociação contempla contratos adimplentes e inadimplentes, conforme as condições previstas para cada perfil.</strong></p><p>A data de 4 de maio de 2026 &eacute; adotada como referência para verificar a situação do contrato e aplicar crit&eacute;rios como o tempo de inadimplência e o enquadramento do estudante no Cadastro &Uacute;nico de Programas Sociais do governo federal (Cad&Uacute;nico).</p><p><strong>Tamb&eacute;m podem participar do Desenrola Fies 2026 os estudantes com o nome inscrito em cadastros de inadimplentes por atraso no financiamento.</strong></p><p>Não estão aptos &agrave; renegociação os estudantes que contrataram o Fies a partir de 1º de janeiro de 2018, assim como aqueles com contratos nas fases de uso do financiamento ou de carência.</p><h2>Descontos na renegociação</h2><p>As condições de renegociação de d&iacute;vidas do Fundo oferecidas variam de acordo com a situação de cada contrato de financiamento. </p><p><strong>Dependendo do perfil da d&iacute;vida e da quantidade de dias de inadimplência (atraso no pagamento da parcela), os benef&iacute;cios podem ser aplicados tanto para a quitação &agrave; vista quanto para o parcelamento, conforme as regras espec&iacute;ficas de cada faixa de renegociação.</strong></p><p>Os descontos dispon&iacute;veis devem ser consultados nos canais oficiais dos dois agentes financeiros oficialmente responsáveis pelo financiamento.</p><p><strong>A renegociação somente &eacute; efetivada ap&oacute;s o pagamento da parcela de entrada. Caso esse pagamento não seja feito, a proposta &eacute; cancelada.</strong></p><h2>Como renegociar</h2><p>A formalização da renegociação pode ser feita pelos aplicativos oficiais dos agentes financeiros para dispositivos m&oacute;veis (tablets e smartphones) ou presencialmente em qualquer agência do banco responsável pelo contrato.</p><p>Na Caixa Econ&ocirc;mica Federal, a renegociação está dispon&iacute;vel tamb&eacute;m no aplicativo Fies Caixa. Mas, em situações espec&iacute;ficas, como parcelamentos mais longos que exigem fiador da d&iacute;vida, o beneficiário poderá ser orientado a procurar atendimento presencial nas agências do banco p&uacute;blico.</p><p>No Banco do Brasil, a adesão está dispon&iacute;vel pelo aplicativo ou em agência, conforme a modalidade escolhida. </p><p><strong>Ap&oacute;s a formalização da renegociação e o pagamento da parcela de entrada, o nome do estudante e dos fiadores será retirado dos cadastros de inadimplentes, quando aplicável.</strong></p><h2>Novo Desenrola Brasil</h2><p>O prazo para renegociação das d&iacute;vidas considera a vigência da <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/medida-provisoria-n-1.355-de-4-de-maio-de-2026-703160438" target="_blank">Medida Provis&oacute;ria nº 1.355/2026</a>, que institui o Novo Desenrola Brasil, e tamb&eacute;m o calendário legislativo do Congresso Nacional. Esse programa &eacute; voltado &agrave; renegociação e &agrave; regularização de d&iacute;vidas de pessoas f&iacute;sicas, com o objetivo de contribuir para a recuperação da capacidade financeira das fam&iacute;lias.   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Jos&eacute; Cruz/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Brasil e EUA retomam negociação após tarifaços de 25% e 12,5%</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94816/brasil-e-eua-retomam-negociacao-apos-tarifacos-de-25-e-12-5.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 11:51:04 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Os governos do Brasil e dos Estados Unidos (EUA) retomam nesta segunda-feira (31) as negociações sobre o com&eacute;rcio entre os dois pa&iacute;ses ap&oacute;s a Casa Branca aplicar, unilateralmente, a tarifa de 25% sobre parte das importações brasileiras no final de julho. A volta &agrave;s negociações ocorre ap&oacute;s o telefonema entre os presidentes Luiz Inácio Lula de Silva e Donald Trump, no dia 21 de agosto. Na ocasião, Lula reforçou a posição do Brasil de que as tarifas...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Os governos do Brasil e dos Estados Unidos (EUA) <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/tarifaco-de-25-dos-eua-sobre-o-brasil-comeca-valer-nesta-quarta" target="_blank">retomam</a> nesta segunda-feira (31) as negociações sobre o com&eacute;rcio entre os dois pa&iacute;ses ap&oacute;s a Casa Branca aplicar, unilateralmente, a tarifa de 25% sobre parte das importações brasileiras no final de julho. </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701085&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701085&amp;o=node"></p><p>A volta &agrave;s negociações ocorre ap&oacute;s o telefonema entre os presidentes Luiz Inácio Lula de Silva e Donald Trump, no dia 21 de agosto. Na ocasião, Lula reforçou a posição do Brasil de que as tarifas são infundadas. Trump, então, prop&ocirc;s <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-08/lula-liga-para-trump-e-diz-que-alegacoes-para-tarifaco-sao-infundadas" target="_blank">retomar as conversas entre as equipes dos dois pa&iacute;ses</a>.</p><p><strong>Ap&oacute;s a tarifa de 25%, o Brasil ainda foi alvo de outro tarifaço de 12,5% dos EUA sob a justificativa de falhas no combate ao trabalho forçado. Essa justificativa foi usada por Washington para taxar 59 pa&iacute;ses e a União Europeia (UE).</strong></p><p>Na avaliação do governo brasileiro, a justificativa para tarifa de 12,5% foi elaborada para substituir o tarifaço dos EUA que foi derrubado pela Suprema Corte do pa&iacute;s em fevereiro deste ano. Ou seja, o governo Trump teria elaborado uma nova justificativa legal para retomar as tarifas derrubadas no Judiciário.</p><p>No caso do tarifaço de 25% destinado exclusivamente ao Brasil, o governo Trump se baseou na investigação conduzida pelo Escrit&oacute;rio do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês), que alega que o Brasil adota práticas “desleais” no com&eacute;rcio com os EUA em temas como<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/modelo-do-pix-desafia-controle-financeiro-dos-eua-sobre-o-brasil" target="_blank"> pagamentos eletr&ocirc;nicos (Pix) e acesso ao mercado de etanol.</a> </p><p><strong>O governo brasileiro argumenta que o tarifaço de 25% tem motivação pol&iacute;tica e que as justificativas não condizem com a realidade.</strong> Segundo o ministro das relações exteriores, Mauro Vieira, os negociadores dos EUA pediam a abertura total de mercados do Brasil sem apresentar <a href="http://%20https//agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/mauro-vieira-afirma-que-eua-queriam-abertura-total-sem-contrapartida" target="_blank">contrapartida</a>. </p><p>O tarifaço do governo Trump contra o Brasil ocorre em meio a ofensiva da Casa Branca para reafirmar a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-12/eua-afirmam-proeminencia-na-america-latina-em-recado-china" target="_blank">“proeminência” sobre a Am&eacute;rica Latina</a> em meio ao crescimento da influência econ&ocirc;mica chinesa na Am&eacute;rica Latina das &uacute;ltimas d&eacute;cadas. Bras&iacute;lia vê ainda uma tentativa de influenciar as eleições gerais de outubro no Brasil.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcello Casal JrAg&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Receita paga nesta segunda último lote de restituição do IR 2026</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94814/receita-paga-nesta-segunda-ultimo-lote-de-restituicao-do-ir-2026.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 11:37:42 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Cerca de 500 mil contribuintes recebem, nesta segunda-feira (31), o quarto e &uacute;ltimo lote de restituição do Imposto de Renda 2026. Ao longo do dia, a Receita Federal liberará R$ 1,24 bilhão a 521.935 pessoas. O pagamento tamb&eacute;m contempla restituições residuais de anos anteriores.A consulta está dispon&iacute;vel desde o &uacute;ltimo dia 24, na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Cerca de 500 mil contribuintes recebem, nesta segunda-feira (31), o quarto e &uacute;ltimo lote de restituição do Imposto de Renda 2026. <strong>Ao longo do dia, a Receita Federal liberará R$ 1,24 bilhão a 521.935 pessoas</strong>. O pagamento tamb&eacute;m contempla restituições residuais de anos anteriores.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700817&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700817&amp;o=node"></p><p>A consulta está dispon&iacute;vel desde o &uacute;ltimo dia 24, <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br" target="_blank">na página da Receita Federal na internet</a>. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.</p><p>Do R$ 1,24 bilhão desse lote, R$ 704,12 milhões irão para contribuintes com prioridade legal no reembolso.</p><p>As restituições estão distribu&iacute;das da seguinte forma:</p><ul><li>338.912 contribuintes que usaram a declaração pr&eacute;-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix (prioridade não determinada por lei);</li><li>86.873 contribuintes de 60 a 79 anos (prioridade legal);</li><li>43.502 contribuintes não prioritários;</li><li>26.769 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magist&eacute;rio (prioridade legal);</li><li>16.850 contribuintes acima de 80 anos (prioridade legal);</li><li>9.029 contribuintes com deficiência f&iacute;sica ou mental ou doença grave (prioridade legal).</li></ul><h2>Menos lotes</h2><p>Neste ano, a Receita reduziu de cinco para quatro o n&uacute;mero de lotes regulares de restituições da declaração, com pagamentos no fim de maio, de junho, de julho e de agosto.</p><p><strong>Os dois primeiros lotes de 2026, de maio e de junho, representaram 80% das restituições previstas para serem pagas este ano</strong>, tanto em valores quanto em n&uacute;mero de contribuintes. Segundo o Fisco, a agilidade no processamento das declarações e no avanço das ferramentas de modernização e automação permitiram a concentração dos pagamentos nos dois primeiros lotes.</p><h2>Pagamento</h2><p>O pagamento será feito na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no <a href="https://cav.receita.fazenda.gov.br/" target="_blank">Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC)</a> e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os pr&oacute;ximos lotes.</p><p>Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão dispon&iacute;veis para resgate por at&eacute; um ano no Banco do Brasil.</p><p>Nesse caso, o cidadão poderá agendar o cr&eacute;dito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do <a href="https://www.bb.com.br/irpf" target="_blank">Portal BB</a> ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).</p><p>Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessando o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo "Solicitar restituição não resgatada na rede bancária".  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcelo Camargo/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Programa de renegociação de dívidas termina nesta segunda-feira (31)</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94757/programa-de-renegociacao-de-dividas-termina-nesta-segunda-feira-31.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 29 Aug 2026 17:51:58 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Prorrogado no in&iacute;cio de agosto, o Novo Desenrola Brasil, programa do governo federal voltado &agrave; renegociação de d&iacute;vidas bancárias, termina na pr&oacute;xima segunda-feira (31). A iniciativa permite que pessoas f&iacute;sicas com d&eacute;bitos em atraso tenham acesso a descontos e condições de pagamento diferenciadas para regularizar a situação financeira.O programa atende consumidores com renda mensal de at&eacute; cinco salários m&iacute;nimos, atualmente...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/programa-de-renegociacao-de-dividas-e-prorrogado-ate-31-de-agosto">Prorrogado no in&iacute;cio de agosto</a>, o Novo Desenrola Brasil, programa do governo federal voltado &agrave; renegociação de d&iacute;vidas bancárias, termina na pr&oacute;xima segunda-feira (31). </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700838&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700838&amp;o=node"></p><p><strong>A iniciativa permite que pessoas f&iacute;sicas com d&eacute;bitos em atraso tenham acesso a descontos e condições de pagamento diferenciadas para regularizar a situação financeira.</strong></p><p>O programa atende consumidores com renda mensal de at&eacute; cinco salários m&iacute;nimos, atualmente equivalente a R$ 8.105, e tenham d&iacute;vidas contratadas at&eacute; 31 de janeiro de 2026, com atraso entre 91 dias e dois anos.</p><p><strong>O prazo, que terminaria em 2 de agosto, foi prorrogado at&eacute; o fim deste mês. Não há previsão de uma nova extensão.</strong></p><p>A modalidade voltada &agrave;s fam&iacute;lias renegociou, at&eacute; o in&iacute;cio da &uacute;ltima semana de agosto, cerca de 5,03 milhões de d&iacute;vidas. Os d&eacute;bitos somavam originalmente R$ 26,33 bilhões e, ap&oacute;s os acordos, foram reduzidos para aproximadamente R$ 5,27 bilhões.</p><h2>Quem pode participar</h2><p><strong>A modalidade Desenrola Fam&iacute;lias &eacute; destinada a pessoas f&iacute;sicas com renda mensal de at&eacute; cinco salários m&iacute;nimos. </strong>Al&eacute;m do crit&eacute;rio de renda, a d&iacute;vida precisa atender &agrave;s regras do programa.</p><p>Podem ser inclu&iacute;dos d&eacute;bitos:</p><ul><li>Contratados at&eacute; 31 de janeiro de 2026;</li><li>Com atraso entre 91 dias e dois anos;</li><li>Registrados em instituição financeira participante.</li></ul><p>A pr&oacute;pria instituição financeira verifica se o consumidor e a d&iacute;vida atendem aos crit&eacute;rios, utilizando informações dispon&iacute;veis em seus sistemas e no Sistema de Informações de Cr&eacute;dito (SCR) do Banco Central.</p><h2>Quais d&iacute;vidas entram</h2><p>O programa contempla modalidades de cr&eacute;dito que costumam apresentar taxas de juros elevadas. Entre as operações que podem ser renegociadas estão:</p><ul><li>Cartão de cr&eacute;dito rotativo ou parcelado;</li><li>Cheque especial;</li><li>Cr&eacute;dito pessoal sem consignação em folha;</li><li>Empr&eacute;stimos pessoais utilizados para consolidar outras d&iacute;vidas.</li></ul><p>A inclusão do d&eacute;bito, por&eacute;m, depende da análise e da participação da instituição financeira responsável pela operação.</p><h2>Desconto</h2><p><strong>O percentual de desconto varia conforme o tipo de cr&eacute;dito e o per&iacute;odo de atraso.</strong> Para d&iacute;vidas do rotativo do cartão de cr&eacute;dito e do cheque especial, os abatimentos podem chegar a 90%.</p><table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1"><tbody><tr><td>Tempo de atraso?                                 </td><td>Cartão rotativo e cheque especial (desconto)?</td><td>Cr&eacute;dito direto ao consumidor e parcelamento do cartão (desconto)</td></tr><tr><td>91 a 120 dias</td><td>40%?</td><td>30%</td></tr><tr><td>121 a 150 dias??????</td><td>45%</td><td>35%</td></tr><tr><td>151 a 180 dias???????</td><td>50%</td><td>40%</td></tr><tr><td>181 a 240 dias???????</td><td>55%</td><td>45%</td></tr><tr><td>241 a 300 dias???????</td><td>70%</td><td>60%</td></tr><tr><td>301 a 360 dias???????</td><td>85%</td><td>75%</td></tr><tr><td>1 a 2 anos?????</td><td>90%</td><td>80%</td></tr></tbody></table><h5><em>Fonte: Minist&eacute;rio do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte</em></h5><p>O desconto &eacute; aplicado sobre a d&iacute;vida conforme as regras da operação. Dessa forma, nem todos os consumidores terão direito ao abatimento de 90%.</p><h2>Condições</h2><p>Quando a renegociação &eacute; feita por meio de uma nova operação de cr&eacute;dito, o programa estabelece condições espec&iacute;ficas:</p><ul><li>Juros máximos de 1,99% ao mês;</li><li>Prazo de at&eacute; 48 meses;</li><li>Parcela m&iacute;nima de R$ 50;</li><li>Limite de at&eacute; R$ 15 mil por beneficiário em cada instituição financeira;</li><li>Primeira parcela em at&eacute; 35 dias;</li><li>Possibilidade de desconto sobre a d&iacute;vida original;</li><li>Garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO).</li></ul><p>Na prática, o novo cr&eacute;dito substitui os d&eacute;bitos eleg&iacute;veis por uma operação com condições definidas dentro dos limites do programa.</p><h2>Como fazer</h2><p>Não existe uma plataforma &uacute;nica do governo para formalizar a renegociação. <strong>O consumidor deve procurar diretamente a instituição financeira onde a d&iacute;vida está registrada.</strong></p><p>O atendimento pode ser feito, conforme os canais disponibilizados por cada banco, pelo aplicativo, <em>internet banking</em>, site, telefone, WhatsApp ou agência f&iacute;sica.</p><p><strong>Durante a negociação, a instituição informa se o d&eacute;bito &eacute; eleg&iacute;vel e apresenta as condições dispon&iacute;veis.</strong></p><p>Entre as instituições que participam da iniciativa estão Caixa Econ&ocirc;mica Federal, Banco do Brasil, Ita&uacute;, Bradesco, Santander e Nubank.</p><h2>Nome sai do cadastro</h2><p>A retirada da d&iacute;vida dos cadastros de inadimplentes não ocorre simplesmente com a assinatura do acordo.</p><p><strong>Nas renegociações realizadas por meio da nova operação de cr&eacute;dito, a instituição financeira deve providenciar a retirada da d&iacute;vida ap&oacute;s o pagamento da primeira parcela.</strong></p><p>O consumidor, portanto, precisa cumprir as condições previstas no contrato para manter a regularização.</p><h2>FGTS pode ser usado</h2><p><strong>Uma das possibilidades previstas no programa &eacute; usar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para amortizar ou quitar a d&iacute;vida renegociada.</strong></p><p>Podem ser usados recursos de contas ativas e inativas, com prioridade para as contas inativas. O trabalhador pode utilizar o valor que for maior entre:</p><ul><li>At&eacute; R$ 1 mil; ou</li><li>At&eacute; 20% do saldo dispon&iacute;vel no FGTS.</li></ul><p>A utilização depende da contratação da operação e da autorização do trabalhador, al&eacute;m dos procedimentos com a instituição financeira.</p><p>Para autorizar o uso do saldo, o trabalhador deve acessar o aplicativo FGTS, consultar o valor dispon&iacute;vel e permitir o compartilhamento da quantia com o banco responsável pela d&iacute;vida.</p><p>Depois da autorização, os bancos têm prazo de at&eacute; 30 dias para formalizar o contrato com a Caixa Econ&ocirc;mica Federal, que fará a transferência do valor diretamente &agrave; instituição financeira.</p><h2>Banco &eacute; obrigado a renegociar?</h2><p>Não. <strong>A participação das instituições financeiras &eacute; voluntária.</strong></p><p>Mesmo quem atende aos crit&eacute;rios de renda e tem uma d&iacute;vida que se enquadra nas regras s&oacute; poderá renegociá-la pelo programa se o banco ou financeira responsável tiver aderido &agrave; iniciativa e oferecer a operação.</p><h2>E quem está em dia?</h2><p><strong>O Novo Desenrola tamb&eacute;m possui uma modalidade diferente para consumidores que não estão inadimplentes.</strong></p><p>O Desenrola Adimplente &eacute; destinado a pessoas que mantêm os pagamentos em dia, mas desejam reduzir o custo de empr&eacute;stimos já contratados. A proposta &eacute; substituir operações mais caras por um novo cr&eacute;dito com condições mais favoráveis antes que o consumidor entre em atraso.</p><p>O programa tamb&eacute;m contempla regras espec&iacute;ficas para outros p&uacute;blicos, como estudantes com d&iacute;vidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), produtores rurais e micro e pequenas empresas.</p><h2>Formalização</h2><p><strong>O prazo de 31 de agosto vale para a formalização do acordo, não para a entrada do pedido.</strong></p><p>Como a instituição financeira precisa verificar a elegibilidade da d&iacute;vida e apresentar as condições da operação, a recomendação &eacute; iniciar o atendimento antes do &uacute;ltimo dia do prazo.</p><p>O consumidor tamb&eacute;m deve comparar as condições oferecidas, conferir o valor total a ser pago, a taxa de juros, o n&uacute;mero de parcelas e as consequências de eventual novo atraso antes de concluir a renegociação.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Marcello Casal Jr/Ag&ecirc;ncia Brasi]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>TJRJ decreta falência da Oi, única tele de capital nacional</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94659/tjrj-decreta-falencia-da-oi-unica-tele-de-capital-nacional.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 08:46:39 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A 1ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) decretou, nesta terça-feira, 25 de agosto, a falência da Oi. Por decisão unânime, os desembargadores negaram provimento aos recursos impetrados pelos bancos Bradesco e Itaú e, com esses votos, a falência da companhia foi decretada. Em novembro de 2025, a falência da Oi já havia sido decretada, mas a decisão acabou sendo suspensa ap&oacute;s bancos terem recorrido, levando a empresa de telecomunicações...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A 1ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) decretou, nesta terça-feira, 25 de agosto, a falência da Oi. Por decisão unânime, os desembargadores negaram provimento aos recursos impetrados pelos bancos Bradesco e Itaú e, com esses votos, a falência da companhia foi decretada. </p><p>Em novembro de 2025, a falência da Oi já havia sido decretada, mas a decisão acabou sendo suspensa ap&oacute;s bancos terem recorrido, levando a empresa de telecomunicações ao segundo processo de recuperação judicial.</p><p><span style="font-size: 18px;">Relatora cita compromissos não quitados pelo grupo para justificar decisão drástica </span></p><p>A relatora dos agravos de instrumentos julgados nesta terça-feira, desembargadora Monica Maria Costa Di Piero, citou pontos da recuperação judicial da Oi e compromissos que não conseguiram ser saldados durante os dois períodos da recuperação judicial. </p><p>A magistrada lembrou a importância de se fazer garantir os direitos dos trabalhadores, preservando, assim, todas as garantias constitucionais e trabalhistas. </p><p>Ela anunciou a contratação do advogado Bruno Rezende como administrador judicial e de Adriano Pinto Machado como observador judicial, do escrit&oacute;rio Pinto Machado Advogados, assim como o escrit&oacute;rio Sergio Zveiter para atuarem no processo de falência da Oi. </p><p>Nos últimos dias, a contabilização da dívida da Oi foi estimada em R$ 44 bilhões, com cerca de 164 mil credores, sem conseguir honrar a totalidade de seus compromissos. </p><p>Com a decisão, o colegiado restabeleceu a quebra determinada em novembro de 2025 pela 7ª Vara Empresarial da Capital, que havia sido suspensa ap&oacute;s recursos de bancos credores. </p><p>Na mesma sessão, foram julgados os agravos de instrumento, al&eacute;m dos impetrados pelo Itaú Unibanco e Bradesco, os do UM Bank e V.tal, que estavam relacionados &agrave; decisão que convolou a recuperação do Grupo Oi em falência. Tamb&eacute;m foram julgados os agravos da American Tower do Brasil. </p><p><span style="font-size: 18px;">Primeira recuperação judicial, concedida em dezembro de 2022, não afastou riscos de cr&eacute;dito</span></p><p>A primeira recuperação judicial da Oi aconteceu em dezembro de 2022, mas a empresa continuou enfrentando dificuldades financeiras. Diante de mais um risco de liquidez, a empresa voltou a recorrer ao Judiciário fluminense, quando foi dado início ao seu segundo pedido de recuperação judicial, que acabou na tarde desta terça-feira. </p><p>Processo nº 0096877-26.2025.8.19.0000   </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Oi surgiu da fus&atilde;o da Brasil Telecom e da Telemar, em resposta ao avan&ccedil;o da TIM, da Claro e da Vivo no mercado brasileiro. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Procon Carioca leva Mega Ação de Renegociação de Dívidas ao Parque Oeste, em Campo Grande</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94628/procon-carioca-leva-mega-acao-de-renegociacao-de-dividas-ao-parque-oeste-em-campo-grande.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 12:49:30 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Sedecon), por meio do Procon Carioca, realizará nos dias 27 e 28 de agosto, das 10h &agrave;s 17h, mais uma Mega Ação de Renegociação de Dívidas e Atendimento ao Consumidor, desta vez no Parque Oeste, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. A iniciativa reunirá 14 empresas de diferentes setores para facilitar a negociação de d&eacute;bitos, al&eacute;m de oferecer atendimento e orientação gratuita sobre direitos do...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Sedecon), por meio do Procon Carioca, realizará nos dias 27 e 28 de agosto, das 10h &agrave;s 17h, mais uma Mega Ação de Renegociação de Dívidas e Atendimento ao Consumidor, desta vez no Parque Oeste, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. A iniciativa reunirá 14 empresas de diferentes setores para facilitar a negociação de d&eacute;bitos, al&eacute;m de oferecer atendimento e orientação gratuita sobre direitos do consumidor.</p><p>Durante os dois dias de ação, os consumidores poderão buscar diretamente as empresas participantes para negociar dívidas e buscar condições mais favoráveis para regularizar sua situação financeira. Tamb&eacute;m haverá equipes do Procon Carioca no local para orientar a população, esclarecer dúvidas e receber outros tipos de reclamações.</p><p>Participam da força-tarefa Bradesco, Itaú, Santander, Banco do Brasil, Caixa Econ&ocirc;mica Federal, Banco BMG, Crefisa, Claro, Naturgy, Light, Zona Oeste Mais, Cedae, Ja&eacute;, Via Varejo e CDL. Al&eacute;m da Secretaria Municipal de Assistência Social.</p><p>A iniciativa faz parte da estrat&eacute;gia da Sedecon de levar os serviços de defesa do consumidor para mais perto da população, especialmente em regiões onde há grande circulação de pessoas.</p><p>A força-tarefa ocorre em um cenário de elevado endividamento. O Brasil tem hoje 75 milhões de adultos inadimplentes, o equivalente a quase 45% da população adulta, segundo levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil.</p><p>A participação &eacute; gratuita e não exige agendamento. Para facilitar o atendimento, o consumidor deve levar documento de identidade, CPF, comprovante de residência e documentos relacionados &agrave; dívida, como contratos, boletos, faturas ou outros comprovantes.</p><p>Serviço:</p><p>Mega Ação de Renegociação de Dívidas e Atendimento ao Consumidor</p><p>Local: Parque Oeste, Campo Grande &ndash; Rio de Janeiro</p><p>Datas: 27 e 28 de agosto de 2026</p><p>Horário: das 10h &agrave;s 17h</p><p>Atendimento: gratuito e sem necessidade de agendamento  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Procon Carioca leva Mega A&ccedil;&atilde;o de Renegocia&ccedil;&atilde;o de D&iacute;vidas ao Parque Oeste, em Campo Grande. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Receita libera consulta ao quarto lote de restituição do IR 2026 </title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94594/receita-libera-consulta-ao-quarto-lote-de-restituicao-do-ir-2026.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 15:17:10 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A Receita Federal liberou nesta segunda-feira (24) a consulta ao quarto e último lote de restituição do Imposto de Renda 2026. Cerca de 520 mil contribuintes vão receber um total de mais de R$ 1,2 bilhão.O pagamento cai na conta na pr&oacute;xima segunda, dia 31 de agosto.O lote contempla tamb&eacute;m restituições residuais de anos anteriores.Do total, R$ 700 milhões são destinados a 140 mil contribuintes com prioridade legal &mdash; como idosos, pessoas com deficiência e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="conteudo-noticia"><p>A Receita Federal liberou nesta segunda-feira (24) a consulta ao quarto e último lote de restituição do Imposto de Renda 2026.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700455&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700455&o=node"> Cerca de 520 mil contribuintes vão receber um total de mais de R$ 1,2 bilhão.</p><p>O pagamento cai na conta na pr&oacute;xima segunda, dia 31 de agosto.</p><p>O lote contempla tamb&eacute;m restituições residuais de anos anteriores.</p><p>Do total, R$ 700 milhões são destinados a 140 mil contribuintes com prioridade legal &mdash; como idosos, pessoas com deficiência e professores.</p><p>Outras 340 mil restituições vão para quem usou a Declaração pr&eacute;-preenchida ou optou por receber via Pix.</p><p>Já 43 mil devoluções são para contribuintes sem prioridade.</p><p>A consulta pode ser feita no site <a href="http://gov.br/receitafederal">gov.br/receitafederal</a>.</p><p>Na página, basta clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, em “Consultar a Restituição”.</p><p>Se houver pendências na declaração, o contribuinte pode enviar uma retificadora para corrigir as informações.</p><p>O serviço tamb&eacute;m está disponível no aplicativo da Receita para celulares e tablets.</p><p>   <b> Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a liberação pela Receita Federal da consulta do quarto e último lote de restituição do Imposto de Renda 2026.</b><br></p></div><div class="footer-noticia"><div class="editor rowflex"><br></div></div>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Sede da Receita Federal em Bras&iacute;lia .Foto: Marcelo Camargo/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title> Desigualdades marcam formalização do trabalho entre jovens brasileiros</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94534/desigualdades-marcam-formalizacao-do-trabalho-entre-jovens-brasileiros.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Edir Lima)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Edir Lima</dc:creator>
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			<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[A formalização no mercado de trabalho entre os jovens brasileiros de 16 a 29 anos &eacute; marcada por desigualdades, descreve a pesquisa Juventudes e o Mundo do Trabalho, realizada pela Fundação Itaú com apoio t&eacute;cnico do Datafolha e do Instituto Locomotiva.Divulgada nesta sexta-feira (21) durante o evento Trampos do Futuro, realizado no Pavilhão da Fundação Bienal de São Paulo, no Parque do Ibirapuera, a sondagem ouviu 1.816 jovens de todo o país, entre os dias 11 e 23 de maio ]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A formalização no mercado de trabalho entre os jovens brasileiros de 16 a 29 anos &eacute; marcada por desigualdades, descreve a pesquisa <em>Juventudes e o Mundo do Trabalho</em>, realizada pela Fundação Itaú com apoio t&eacute;cnico do Datafolha e do Instituto Locomotiva.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700205&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700205&amp;o=node"></p><p>Divulgada nesta sexta-feira (21) durante o evento Trampos do Futuro, realizado no Pavilhão da Fundação Bienal de São Paulo, no Parque do Ibirapuera, a sondagem ouviu 1.816 jovens de todo o país, entre os dias 11 e 23 de maio deste ano.</p><p>A pesquisa detalha que, <strong>entre os 70% de jovens que declararam estar trabalhando, 44% têm carteira assinada</strong>. Há ainda 15% de assalariados sem registro formal, 13% de aut&ocirc;nomos e freelancers, 10% em trabalhos informais e 8% como estagiários e aprendizes remunerados.</p><p><strong>O levantamento mostra tamb&eacute;m que 20% dos jovens de 16 a 29 anos estão em busca de trabalho no Brasil atualmente</strong>. Outros 29% buscaram trabalho nos últimos seis meses e 61% tentaram uma nova colocação no último ano. </p><h2>Desigualdades sociais, regionais e raciais</h2><p>Os jovens das classes A/B correspondem a 43% dos que trabalham em empregos formais, enquanto os das classes D/E são 35%.</p><p>Por outro lado, 21% dos jovens das classes D/E trabalham sem registro, percentual que &eacute; de 13% nas classes A/B.</p><p><strong>A formalização &eacute; mais frequente entre os jovens do Sul (58%) e do Sudeste (55%) do que no Norte (29%) e no Nordeste (20%).</strong> </p><p>Quando &eacute; observada a raça, há 49% de jovens brancos com emprego formal. Entre os negros, são 41%.</p><p>Já o percentual de jovens negros que dependem de bicos informais &eacute; de 12%, enquanto o de brancos &eacute; de 5%.</p><p><strong>Trabalhar em bicos &eacute; a realidade de 34% dos jovens de 16 a 29 anos que estudaram at&eacute; o ensino fundamental</strong>. Entre os que têm nível superior, s&oacute; 3% têm esse tipo de ocupação.</p><p> </p><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/V_tbM2opxs3g5t4xjHFGsCxFTYM=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/03/06/_mg_7245-2.jpg?itok=frqcQVB4" alt="Rio de Janeiro (RJ) 06/03/2024 &ndash; Entregadores de aplicativo trabalham na região do Centro. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><h6 class="meta">Entregadores de aplicativo trabalham na região do Centro do Rio de Janeiro. Foto: <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></h6></div></div><h2>Dificuldades para conseguir um emprego</h2><p>Quase metade (49%) dos entrevistados disseram que a falta de experiência &eacute; a principal dificuldade para conseguir um emprego, seguida da quantidade de pessoas que disputam uma mesma vaga (39%).</p><p>Para 96% dos jovens, conhecer algu&eacute;m em uma empresa ou ser indicado por familiares ou amigos ajuda a conseguir um emprego atualmente.</p><p>Essa percepção &eacute; confirmada pelo fato de que <strong>77% afirmaram ter conseguido seu emprego atual por meio de uma indicação</strong>. Entre os mais velhos (25 a 29 anos), o índice sobe para 81%. Aqueles que nunca tiveram uma oportunidade por indicação totalizam 23%.</p><p>A indicação para o trabalho &eacute; considerada decisiva para 32% da classe A/B e para 16% para a D/E. </p><h2>Planos para o futuro</h2><p>A pesquisa revela que 30% dos jovens brasileiros consideram que um emprego com carteira assinada &eacute; o que eles querem atualmente. </p><p>Contudo, em uma avaliação para os pr&oacute;ximos cinco anos, esse percentual cai para 16%, enquanto a preferência por um trabalho aut&ocirc;nomo cresce de 28% para 42%.</p><p>A gerente do Observat&oacute;rio da Fundação Itaú, Carla Chiamareli, avalia que a mudança faz parte do processo de amadurecimento. </p><p>“O jovem entende que tem que começar a vida profissional com estabilidade para adquirir experiência e, depois, ele pode escolher estar dentro de uma empresa ou não”, disse &agrave; <strong>Agência Brasil</strong>. “Eu não acho que eles não queiram ter um trabalho estável mas, talvez, desejem ter outras formas de trabalhar”. </p><p>Carla entende que o fato de o jovem preferir o trabalho de carteira assinada no presente e o por conta pr&oacute;pria no futuro compõe uma linha de pensamento de que a experiência atual vai fazê-lo ter sucesso adiante. Nesse sentido, o trabalho aut&ocirc;nomo não significa um trabalho precário.</p><p>“Ele &eacute; um trabalho de sucesso, &eacute; ter uma empresa, ser dono de um neg&oacute;cio. Eu acho que faz parte do sonhar. O que me deixa feliz &eacute; ver que, hoje, a maioria quer esse trabalho estável, bem remunerado, com garantias e, ao mesmo tempo, tem uma visão da saúde mental”.</p><p>O interesse pelo trabalho por conta pr&oacute;pria nos pr&oacute;ximos cinco anos &eacute; mais elevado entre jovens com filhos (50%), residentes nas regiões Sul (49%) e Centro-Oeste (48%) e no interior (45%), al&eacute;m dos jovens brancos (45%). </p><p>Já o desejo por um emprego com carteira assinada &eacute; relativamente mais frequente entre pessoas das classes D/E (23%), jovens com ensino fundamental (22%) e juventudes negras (18%).</p><p><strong>Para 91% dos jovens brasileiros, sua situação financeira estará melhor daqui a cinco anos</strong>. Outros 88% confiam que terão uma condição financeira melhor que a dos pais e concordam que hoje &eacute; preciso estudar mais para conseguir um bom trabalho. Já 46% acreditam que conseguirão uma boa oportunidade de trabalho no futuro.</p><p>Entre as áreas em que os jovens gostariam de trabalhar futuramente, a saúde aparece em primeiro lugar, com 25%. Em seguida, vêm tecnologia, com 22%; com&eacute;rcio e trabalho administrativo (19% cada); educação (16%); beleza e est&eacute;tica (14%) e comunicação e redes sociais (13%).</p><h2>Prioridades</h2><p><strong>O salário &eacute; apontado por 64% dos jovens como o fator prioritário na escolha de um trabalho</strong>, seguido por benefícios, plano de carreira e ambiente de trabalho agradável (31% cada). </p><p>Ao mesmo tempo, <strong>62% dos jovens afirmaram que aceitariam ganhar um pouco menos para trabalhar em um ambiente mais saudável</strong>, com menos pressão e estresse.</p><p>Entre os jovens que trabalham ou já trabalharam, 69% já saíram de um emprego por vontade pr&oacute;pria. Entre os principais motivos para essa decisão, 43% citaram falta de respeito ou tratamento inadequado de líderes ou chefes. </p><p>Outras razões foram jornadas longas ou acúmulo de funções (36%); excesso de cobrança ou pressão por resultados (32%); falta de oportunidade de crescimento ou de plano de carreira (28%); e dificuldade de conciliar trabalho e estudo (16%).</p><h2>Estudo e trabalho</h2><p>De acordo com o levantamento, 48% dos jovens ouvidos pelos pesquisadores estudam, 32% conciliam trabalho e estudo, 39% apenas trabalham e 13% não estudam nem trabalham. </p><p><strong>Metade (50%) dos entrevistados afirmaram ser responsáveis por cuidar da casa, al&eacute;m de trabalhar ou estudar</strong>.</p><p>Essas atribuições dom&eacute;sticas são mais acumuladas pelas mulheres (60%) do que pelos homens (40%). </p><p>O mesmo acontece com relação ao cuidado com idosos, crianças e outras pessoas, desempenhado por 28% das mulheres e 14% dos homens.</p><p> </p><div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><img src="https://imagens.ebc.com.br/UPQyaknI83ov5sG5lTUS-1aX8ns=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/06/25/img_7264.jpg_0.jpg?itok=L80tfoZF" alt="Brasília (DF), 25/06/2026 &ndash; Alunos do ensino m&eacute;dio do CED 16, na Ceilândia, aproveitam o segundo semestre letivo para intensificar a preparação em sala de aula visando o Exame Nacional do Ensino M&eacute;dio (Enem), vestibulares, Programa de Avaliação Seriada (PAS/UnB) e outros processos seletivos de ingresso no ensino superior Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil" title="Rafa Neddermeyer/Agência Brasil"></div><div class="dnd-caption-wrapper"><h6 class="meta">Alunos do ensino m&eacute;dio do CED 16, na Ceilândia, aproveitam o segundo semestre letivo para intensificar a preparação em sala de aula visando o Exame Nacional do Ensino M&eacute;dio (Enem) Foto: <strong>Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</strong></h6></div></div><p>Entre os jovens que estudam, foi constatado que 41% cursam educação superior, 27% estão no ensino m&eacute;dio, 18% fazem cursos livres e 11% cursam o ensino t&eacute;cnico. </p><p>O diploma de curso superior &eacute; considerado importante para conquistar trabalho por 85% dos jovens, com destaque entre os da Região Norte (91%). </p><p>Mas, para 91% dos entrevistados, cursos t&eacute;cnicos e profissionalizantes constituem um caminho mais rápido e eficiente para obter emprego.</p><p>Para 60%, programas de apoio &agrave; inserção no mundo do trabalho devem contemplar cursos práticos e não apenas te&oacute;ricos. </p><h2>Competências socioemocionais</h2><p>Carla Chiamareli acredita que, em toda a trajet&oacute;ria educacional, <strong>falta preparar o jovem para saber como se configura e se organiza o mundo do trabalho</strong>.</p><p>“Hoje, a educação está muito focada em desenvolver competências de mat&eacute;rias como português e matemática, que são essenciais, são componentes tradicionais, mas acaba investindo pouco nas competências socioemocionais”, comentou.</p><p>Ela considera que a escola deve ensinar resiliência, capacidade de se frustrar e adaptabilidade, que “são competências que a gente aprende com a vida mas que têm tamb&eacute;m de estar dentro do currículo”.</p><p>A gerente do Observat&oacute;rio Fundação Itaú acredita que a escola e a universidade têm que modificar seus currículos, para que tragam situações mais reais de aprendizagem.</p><h2>Medo da inteligência artificial</h2><p>Nove em cada dez jovens acreditam que a inteligência artificial (IA) vai eliminar muitas vagas de trabalho e 50% têm medo de perder espaço por conta dos avanços tecnol&oacute;gicos.</p><p><strong>O temor &eacute; mais frequente entre jovens com ensino fundamental (62%), integrantes das classes D/E (63%), pessoas com filhos (57%) e mulheres (55%). </strong>Entre jovens da classe A/B, o receio cai para 39%.</p><p>Carla Chiamareli concordou que a IA vai substituir funções básicas, o que atemoriza os jovens brasileiros em geral, mas destacou que muitos dos entrevistados declararam ter esperança de que, mesmo que as substituições venham a ser feitas, eles ainda têm espaço para oportunidades de trabalho.</p><p>Praticamente todos (97%) declararam que usam a inteligência artificial (IA) e a internet para aprender e crescer profissionalmente. </p><h2>Mais oportunidades</h2><p>Na avaliação de Carla Chiamareli, <strong>a pesquisa traz um convite para as empresas começarem a repensar suas estruturas e abraçarem os jovens brasileiros</strong>. </p><p>Ela lembrou que o Brasil tem a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10097.htm" target="_blank">Lei de Aprendizagem Profissional nº 10.097/2000</a>, que exige que empresas de m&eacute;dio e grande porte contratem jovens de 14 a 24 anos como aprendizes, o que lhes garante inclusão social e o primeiro emprego.</p><p>Apesar disso, ela destacou que existe uma margem de 40% de empresas que poderiam ter jovens em seus quadros, especialmente de renda mais baixa.</p><p>“Eu vejo que esses dados trazem uma janela de oportunidade muito boa para as empresas pensarem políticas intersetoriais entre educação e trabalho”, disse.  </p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Foto: Tomaz Silva/Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>NavalShore gira R$ 12 bilhões em negócios, atraindo 170 expositores e 700 marcas</title>
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			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 09:04:47 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Aproximadamente 20 mil visitantes circularam pela maior edição da Navalshore - Feira e Conferência da Indústria Marítima, encerrada nesta quinta-feira (20), no ExpoRio Cidade Nova, no Rio de Janeiro. As projeções iniciais apontam para aproximadamente R$ 12 bilhões em neg&oacute;cios gerados pelos 170 expositores e 700 marcas presentes. A Navalshore celebrou sua 20ª edição com  4,2 mil m²  de área ocupada - 13,5% a mais que no ano anterior. O movimento nos três dias da feira...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr">Aproximadamente 20 mil visitantes circularam pela maior edição da Navalshore - Feira e Conferência da Indústria Marítima, encerrada nesta quinta-feira (20), no ExpoRio Cidade Nova, no Rio de Janeiro. As projeções iniciais apontam para aproximadamente R$ 12 bilhões em neg&oacute;cios gerados pelos 170 expositores e 700 marcas presentes. A Navalshore celebrou sua 20ª edição com  4,2 mil m²  de área ocupada - 13,5% a mais que no ano anterior. </p><p>O movimento nos três dias da feira reiterou o bom momento da indústria naval brasileira e, em especial, do Rio de Janeiro, que concentra 82% das  plataformas marítimas em operação, 48% dos estaleiros brasileiros e 36,5% do total de 181 mil empregos relacionados &agrave;s atividades navais no Brasil, conforme os dados apresentados pela FIRJAN - Federação das Indústrias do Rio de Janeiro no primeiro dia. </p><p>No total, foram 36 palestras que abordaram temas importantes para o setor. A descarbonização da frota e as mudanças climáticas estiveram entre os principais debates do último dia da Conferência. As discussões abordaram a redução das emissões nas operações marítimas, os impactos de eventos climáticos extremos sobre a navegação, os sistemas portuários e os caminhos para adaptação da infraestrutura.</p><p>A programação tamb&eacute;m contou com o painel “Descomissionamento: regulação, economia e cadeia de serviços em construção”, que reuniu representantes da UFF, ANP, OceanPact, FGV Energia e Destri Energy. O debate abordou a evolução da atividade de descomissionamento no Brasil e as oportunidades para empresas de engenharia, serviços, logística e reciclagem associadas &agrave; retirada de ativos offshore.</p><p>Na sequência, Jones Soares, diretor de Transporte Marítimo da Transpetro, apresentou o Plano de Descarbonização da Frota da companhia. Eficiência energ&eacute;tica, modernização dos navios e adoção gradual de tecnologias e combustíveis capazes de reduzir as emissões das operações marítimas foram abordados. Entre as soluções previstas no plano estão sistemas de propulsão híbrida, recuperação de calor, conexão el&eacute;trica em terra e, em etapas posteriores, combustíveis alternativos e tecnologias de propulsão assistida pelo vento.</p><p>O encerramento da conferência foi marcado pelo painel “Mudanças climáticas &ndash; impactos na navegação dom&eacute;stica e sistemas portuários”. Representantes da IMO, do Pacto Global da ONU, da Associação dos Terminais Portuários Privados (ATP) e da ANTAQ discutiram os efeitos de eventos climáticos extremos sobre a operação portuária e a navegação, al&eacute;m da necessidade de investimentos em infraestrutura resiliente e de adaptação &agrave;s novas condições ambientais.</p><p>Com os debates, a Navalshore 2026 encerrou sua conferência colocando em evidência uma agenda que combinou transição energ&eacute;tica, adaptação climática, novos mercados e inovação tecnol&oacute;gica, em um momento de retomada dos investimentos e das encomendas da indústria naval brasileira.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Presidente da Firjan, Luiz C&eacute;sio Caetano, destacou novos segmentos, como as usinas e&oacute;licas offshore, como oportunidades para consolidar recupera&ccedil;&atilde;o da cadeia produtiva da ind&uacute;stria naval no Estado do ]]></media:title> 
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		</item>
		<item>
			<title>Ninguém acerta Mega-Sena e prêmio do sorteio seguinte deve chegar a R$ 50 milhões</title>
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			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
			<dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Cezar Faccioli</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 08:15:28 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Ningu&eacute;m acertou as seis dezenas no sorteio do concurso da Mega-Sena realizado na noite desta quinta-feira (20), em São Paulo. Os números sorteados foram: 16, 23, 24, 33, 36 e 52.Com isso, o prêmio principal acumulou. A estimativa para o pr&oacute;ximo concurso &eacute; de R$ 50 milhões. O valor acumulado para o pr&oacute;ximo sorteio &eacute; de R$ 42.842.469,58.A quina teve 38 apostas ganhadoras, e cada uma receberá R$ 50.460,11. A quadra registrou 3.041 apostas vencedoras, com...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Ningu&eacute;m acertou as seis dezenas no sorteio do concurso da Mega-Sena realizado na noite desta quinta-feira (20), em São Paulo. <strong>Os números sorteados foram: 16, 23, 24, 33, 36 e 52.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700257&o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700257&o=node"></p><p>Com isso, o prêmio principal acumulou. <strong>A estimativa para o pr&oacute;ximo concurso &eacute; de R$ 50 milhões.</strong> O valor acumulado para o pr&oacute;ximo sorteio &eacute; de R$ 42.842.469,58.</p><p>A quina teve 38 apostas ganhadoras, e cada uma receberá R$ 50.460,11. A quadra registrou 3.041 apostas vencedoras, com prêmio individual de R$ 1.039,35.</p><p>*Com informações da Agência Brasil</p><p><br></p><p>   <b> Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre o prêmio acumulado da Mega-Sena.</b></p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Mega-Sena n&atilde;o teve acertadores das seis dezenas, e com isso pr&ecirc;mio acumulado para a semana que vem deve chegar a R$ 50 milh&otilde;es. Foto: Ag&ecirc;ncia Brasil]]></media:title> 
			</media:content> 
		</item>
		<item>
			<title>Sede de 24 dos 49 estaleiros do País, Rio sai na pole na corrida por novas encomendas</title>
			<link>https://eurio.com.br/noticia/94456/sede-de-24-dos-49-estaleiros-do-pais-rio-sai-na-pole-na-corrida-por-novas-encomendas.html</link>
			<category><![CDATA[Economia]]></category>
			<author>ecorrea.eurio@gmail.com (Cezar Faccioli)</author>
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			<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 15:26:47 -0300</pubDate>
			<description><![CDATA[Em um momento estrat&eacute;gico para a indústria naval brasileira, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) lançou a 7ª edição do Panorama Naval no Rio de Janeiro. Impulsionado pela expansão das atividades de exploração e produção de petr&oacute;leo e gás, pela renovação da frota mercante e de apoio marítimo, pelo crescimento da economia do mar, pelo desenvolvimento das energias renováveis offshore, pelo fortalecimento da Base Industrial de Defesa e...]]></description>
			<content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em um momento estrat&eacute;gico para a indústria naval brasileira, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) lançou a 7ª edição do Panorama Naval no Rio de Janeiro. Impulsionado pela expansão das atividades de exploração e produção de petr&oacute;leo e gás, pela renovação da frota mercante e de apoio marítimo, pelo crescimento da economia do mar, pelo desenvolvimento das energias renováveis offshore, pelo fortalecimento da Base Industrial de Defesa e pelo avanço das atividades de descomissionamento de ativos offshore, o mercado vive um cenário promissor de retomada e crescimento.</p><p> “Nesse contexto, o estado do Rio de Janeiro assume papel de destaque. O estado concentra o maior parque naval do país, reunindo 24 dos 49 estaleiros brasileiros e 66 mil dos 181 mil empregos relacionados &agrave;s atividades navais no Brasil. Al&eacute;m disso, abriga 82% das plataformas marítimas<i> </i>em operação no país, consolidando-se como principal polo da atividade naval e offshore”, destaca o presidente da Firjan, Luiz Cesio Caetano.</p><p>Baixe o estudo no link</p><p><a href="https://observatorio.firjan.com.br/inteligencia-competitiva/panorama-naval-no-rio-de-janeiro-2026" id="m_4878959787472831159OWAbef262d1-5802-7407-05f7-abd9d89d5440" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://observatorio.firjan.com.br/inteligencia-competitiva/panorama-naval-no-rio-de-janeiro-2026&source=gmail&ust=1787249125437000&usg=AOvVaw3BRNB91oOVQN2rUnCRLPX4"><u>https://observatorio.firjan.<wbr>com.br/inteligencia-<wbr>competitiva/panorama-naval-no-<wbr>rio-de-janeiro-2026</u></a></p><div>O lançamento da publicação Panorama Naval no Rio de Janeiro ocorre durante a abertura da Navalshore 2026, maior encontro da indústria naval da Am&eacute;rica Latina, feira que acontece at&eacute; 20 de agosto no ExpoRio, na capital fluminense.</div><p> As perspectivas de expansão tamb&eacute;m são expressivas. Apenas no âmbito do Programa Mar Aberto, da Petrobras, está prevista a construção de 96 novas embarcações at&eacute; 2032, com investimentos estimados em R$ 32 bilhões na indústria naval brasileira. O programa contempla a construção de 40 embarcações de apoio marítimo, 20 navios de cabotagem, 18 barcaças e 18 empurradores.</p><p> Somam-se a essas oportunidades as encomendas vinculadas ao segmento offshore. A carteira de projetos das operadoras contempla cerca de 20 plataformas previstas para os pr&oacute;ximos anos, parte delas já gerando contratos para a indústria nacional e outras ainda em fase de licitação.</p><p> O mercado de operação e manutenção tamb&eacute;m apresenta grande relevância. Atualmente, a costa brasileira possui cerca de 170 unidades de produção instaladas, sendo 77 em operação, al&eacute;m de uma frota de aproximadamente 475 embarcações de apoio marítimo. Esse cenário representa um mercado consolidado para atividades de reparo e manutenção, segmento em que o Rio de Janeiro se destaca como principal hub nacional.</p><p> </p><p><span style="font-size: 18px;">Usinas aproveitando fortes ventos marítimos são nova frente para construção naval</span></p><p> Al&eacute;m dos mercados tradicionais, a publicação destaca novas frentes de atuação para os estaleiros brasileiros. O descomissionamento de ativos de petr&oacute;leo e gás, o desmantelamento de embarcações e o desenvolvimento da cadeia de energia e&oacute;lica offshore despontam como segmentos capazes de diversificar receitas, reduzir os impactos da sazonalidade das demandas por novas embarcações e ampliar a geração de emprego e renda.</p><p> Segundo estimativas da ANP, as atividades de descomissionamento deverão movimentar cerca de R$ 70,2 bilhões at&eacute; 2030, contemplando operações como abandono e arrasamento de poços, retirada de equipamentos, recuperação ambiental e demais etapas inerentes ao encerramento da vida útil dos ativos.</p><p> O planejamento estrat&eacute;gico da Petrobras, prevê, em seu Plano de Neg&oacute;cios 2026&ndash;2030, investimentos totais de US$ 109 bilhões, dos quais aproximadamente US$ 9,7 bilhões serão destinados &agrave;s atividades de descomissionamento, consolidando este mercado como um dos eixos estrat&eacute;gicos de sua carteira de exploração e produção.</p><p>Quanto &agrave;s e&oacute;licas offshore, cabe ressaltar a localização estrat&eacute;gica do estado do Rio, com ventos fortes e constantes, proximidade com portos, estaleiros e bases de apoio logístico e pela alta demanda energ&eacute;tica na região Sudeste.</p><p> O estado apresenta um forte potencial com 1.034 aerogeradores mapeados, 15,5 mil MW de potência em licenciamento, 6,7 mil Km<sup>2</sup> de área total em licenciamento, sendo a 3ª maior área mapeada do país. Cada um desses projetos demanda uma ampla cadeia de bens, serviços e infraestrutura. São oportunidades para estaleiros, para a indústria local, para a área de instalação e construção, embarcações de apoio e operação e manutenção.</p><p> “Apesar do ambiente favorável, a publicação traz reflexões sobre os caminhos para transformar essas oportunidades em desenvolvimento sustentável a partir de condições que garantam previsibilidade, competitividade, inovação, qualificação profissional, estabilidade regulat&oacute;ria e integração de toda a cadeia produtiva”, diz a gerente geral de Petr&oacute;leo, Gás, Energias e Naval da Firjan, Karine Fragoso.</p><p><b><span style="font-size: 18px;"> </span></b><span style="font-size: 18px;">Edição de 2026 aborda descarbonização do transporte marítimo e inovação tecnol&oacute;gica</span><b><span style="font-size: 18px;"></span></b></p><p><b> </b>O Panorama Naval 2026 reúne contribuições de entidades, empresas e instituições de referência para analisar tendências, oportunidades e desafios da indústria. A abertura da publicação traz um estudo da Firjan SENAI SESI sobre a consolidação e o potencial do mar fluminense como vetor estrat&eacute;gico para o desenvolvimento industrial do estado.</p><p> No capítulo Cenários da Indústria, a ABEEMAR e o SINAVAL apresentam uma análise da indústria naval brasileira sob a &oacute;tica das melhores práticas internacionais, destacando a importância da previsibilidade e da política industrial. O capítulo reúne ainda contribuições da ABEAM, SYNDARMA, ONIP, Rystad Energy e ABIMAQ, abordando temas como investimentos, competitividade, cadeia de fornecedores e experiências internacionais de sucesso, com destaque para o modelo sul-coreano.</p><p> Já o capítulo Mercados reúne análises da Petrobras, ABEE&oacute;lica, SEENEMAR, Porto do Açu, Marinha do Brasil, Transpetro, Allseas e Edison Chouest, explorando temas como a expansão das atividades offshore, energia e&oacute;lica offshore, logística, infraestrutura portuária, defesa, renovação de frota e descarbonização do transporte marítimo.</p><p> Em Política Industrial e Regulat&oacute;ria, a ANTAQ, o BNDES e o Minist&eacute;rio de Portos e Aeroportos (MPOR) discutem o papel dos instrumentos regulat&oacute;rios e de financiamento para ampliar a competitividade e a capacidade produtiva da indústria naval brasileira.</p><p> Encerrando a publicação, o capítulo Formação e Qualificação Profissional apresenta uma análise da Firjan SENAI sobre os desafios relacionados &agrave; inovação tecnol&oacute;gica, capacitação profissional e desenvolvimento de competências necessárias para atender &agrave;s demandas atuais e futuras dessa indústria.</p>]]></content:encoded>
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				<media:title type="html"><![CDATA[Embarca&ccedil;&otilde;es de apoio &agrave; explora&ccedil;&atilde;o de &oacute;leo e g&aacute;s offshore, como a A&ccedil;u, s&atilde;o um fil&atilde;o destacado no Panorama Naval do Rio. Foto: Divulga&ccedil;&atilde;o]]></media:title> 
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