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Polícia Federal deflagra Operação Embuste em cinco bairros do Rio

Grupo criminoso movimentou R$ 5 milhões em um ano por meio de fraudes bancárias

Por Portal Eu, Rio! em 08/05/2025 às 10:42:18

Material apreendido no Recreio através da Operação Embuste da Polícia Federal. Fotos: Divulgação PF

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (08), a Operação Embuste, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada na prática de fraudes bancárias eletrônicas e lavagem de dinheiro.

Na ação, policiais federais cumpreiram cinco mandados de prisão preventiva e cinco mandados de busca e apreensão em bairros das Zonas Oeste (Recreio dos Bandeirantes) e Norte (Pilares, Cavalcanti, Vaz Lobo e Sampaio). O cumprimento das ordens judiciais visa desmantelar e desestruturar o grupo criminoso em questão, além de recuperar ativos e obter mais provas. No Recreio, a PF apreendeu centenas de maquininhas de cartão, joias, relógios e um veículo elétrico.


Durante as investigações, iniciadas em 2024, a Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos da PF no Rio de Janeiro identificou a atuação de um grupo criminoso que obtinha acesso a informações sensíveis por meio do emprego de fraudes virtuais para acessar contas bancárias e aplicativos de correntistas, visando subtrair ilegalmente valores existentes nas contas invadidas.

Os criminosos entravam em contato com bancos e com os próprios correntistas para extrair informações pessoais de forma a habilitar um novo dispositivo (celular ou notebook) no cadastro da conta bancária das vítimas e, a partir disso, efetuar as transferências por meio de aplicativos ou internet banking.

O inquérito apurou que a organização criminosa promovia uma série de transferências e saques a fim de ocultar ou dissimular a natureza, origem e localização dos valores provenientes do crime de furto mediante fraude eletrônica. Até o momento, as investigações detectaram que o grupo criminoso movimentou pelo menos R$ 5 milhões no intervalo de apenas um ano.

Os criminosos responderão pelos crimes de organização criminosa, furto eletrônico e lavagem de dinheiro, cujas penas somadas podem alcançar os 26 anos de prisão, além de outros delitos que possam ser revelados no decorrer das investigações.

O nome da operação diz respeito ao método ardiloso utilizado pelo grupo criminoso para enganar, manipular e explorar a confiança das vítimas, de modo a obter fraudulentamente informações sensíveis, acessos indevidos a contas bancárias e transferências ilegais de valores.



Fonte: Polícia Federal

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