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CCJ do Senado estuda convocação de TikTok, Youtube, Meta, Telegram e Kwai para debater adultização

Senadora Eliziane Gama requisita presença em audiência pública do influenciador Felca, autor do vídeo sobre erotização precoce que viralizou nas redes sociais

Por Portal Eu, Rio! em 14/08/2025 às 07:06:07

Comissão de Constituição e Justiça analisa requerimento para convocar representantes de TikTok, Youtube, Meta, Telegram e Kwai. Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Tik Tok, Youtube, Meta, Telegram e Kwai poderão falar aos senadores sobre um assunto que se tornou prioridade depois da divulgação do vídeo do influenciador Felca: a adultização de crianças e adolescentes. A Comissão de Constituição e Justiça analisa requerimento para que os representantes das empresas participem de audiência pública sobre o assunto. Defensoria Pública, Ministério Público e o próprio Felca também serão convidados a falar.

A ideia, segundo a autora do requerimento, senadora Eliziane Gama, é discutir formas de proteger nossos jovens, reduzindo a exposição inadequada a conteúdos, mas também encontrar base legal para punir e regulamentar as redes.

Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a iminente convocação de uma audiência pública na Comissão de Consttuição e Justiça sobre a adultização de crianças e adolescentes nas redes sociais e plataformas de vídeo.

Enquanto isso, o governo se prepara para encaminhar ao Congresso um projeto tratando do assunto. O ministro da Educação, Camilo Santana, em entrevista ao programa Bom dia Ministro, da EBC, defendeu a regulamentação das redes.

“É preciso responsabilizar as plataformas que deixam ser utilizadas esse tipo de ação. Seja estimular o ódio, seja estimular o uso de armas, seja estimular ações antidemocráticas, seja utilizar pra fins de pedofilia, de violência. É preciso responsabilizar”.

E é um trabalho que deve ser integrado. Na escola, o celular já é proibido em sala de aula, o que reduz o acesso às redes e a conteúdos impróprios. Mas, segundo o ministro, a fiscalização deve acontecer principalmente em casa.

“Eu acho que é fundamental que os pais acompanhem seus filhos, monitorem, restrinjam. Primeiro, não permitam que seus filhos tenham acesso a algumas ferramentas digitais, independente da idade dele. Tem estudiosos que dizem que um adolescente só pode ter acesso a uma rede social depois dos 13 anos. Outros defendem até depois dos 16. Restrinjam também o próprio acesso ao celular e o o tempo de uso.

A Câmara dos Deputados criou grupo de trabalho para analisar projetos nesse sentido e, na semana que vem, vai ouvir especialistas em reunião de comissão geral.

Por Portal Eu, Rio!

Fonte: RadioAgência Nacional

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