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Serafini (PSOL) exige CPI sobre aplicações do Rio Previdência no Banco Master, liquidado pelo BC

Presidente da Comissão de Servidores da Alerj, deputado presidiu Comissão de Inquérito sobre fundo de pensão do Estado entre 2019 e 2021

Por Portal Eu, Rio! em 26/11/2025 às 11:29:24

Presidente da Comissão de Servidores da Alerj, Flávio Serafini protocolou pedido de instalação de CPI sobre aplicações do RioPrevidência no Banco Master, feitas às vésperas da liquidação. Foto: Ascom

O deputado estadual Flavio Serafini, presidente da Comissão de Servidores da Alerj, protocolou projeto de resolução para instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar investimentos realizados pelo Rioprevidência, pela Cedae e por outras instituições públicas estaduais no Banco Master e em suas empresas coligadas ou subsidiárias. O projeto precisa ir à plenário e ser aprovado

A iniciativa busca apurar as circunstâncias, o planejamento, a execução e os possíveis impactos financeiros e patrimoniais dessas operações, especialmente após a decretação da liquidação extrajudicial do Banco Master pelo Banco Central.

Ouça no Podcast do Eu, Rio! o depoimento do deputado Flávi Serafini (PSOL) sobre o protocolo de instalação de uma CPI para investigar as aplicações do RioPrevidência e da Cedae no Banco Master.

A CPI será responsável por examinar riscos, prejuízos potenciais e eventuais irregularidades envolvendo a aplicação de recursos públicos em títulos financeiros emitidos ou administrados pelo conglomerado Master. Entre os pontos centrais da investigação estão os efeitos sobre a solvência do Rioprevidência, a segurança dos ativos destinados ao pagamento de aposentadorias e pensões, e a responsabilidade de gestores públicos envolvidos nas decisões de investimento.

O colegiado contará com sete membros titulares e sete suplentes, com prazo inicial de 90 dias para conclusão dos trabalhos, podendo ser prorrogado conforme previsto no Regimento Interno da Alerj.

A criação da CPI reforça o compromisso do Parlamento fluminense com a transparência, o controle dos recursos públicos e a proteção do patrimônio previdenciário do Estado.

- O Estado teve um prejuízo bilionário porque agentes descumpriram normas que protegem os recursos públicos e ignoraram alertas dos órgãos de controle. Está evidente que houve um direcionamento para favorecer o Banco Master. Precisamos entender os impactos nas contas públicas e nos direitos dos servidores, além de identificar a cadeia de comando para que o Rio deixe de ser saqueado por quadrilhas colarinho branco - comentou Flavio Serafini, que presidiu a CPI do RioPrevidência na Alerj entre 2019 e 2021

Por Portal Eu, Rio!
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