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Troca de comando

Polícia Civil do RJ promove ampla troca de comando e redefine chefias em dezenas de unidades

Reestruturação atinge mais de 50 órgãos e reposiciona delegados em áreas estratégicas da corporação


Foto: Divulgação

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro teve uma ampla reformulação em sua estrutura de comando realizada nesta semana, com a substituição de delegados em dezenas de unidades operacionais e administrativas. A medida foi adotada como parte de uma reestruturação institucional e alcança delegacias distritais, departamentos de polícia de área (DPAs) e órgãos internos considerados estratégicos.

As mudanças foram determinadas no contexto da nova gestão da segurança pública estadual e envolveram a redistribuição de delegados com base em critérios técnicos e operacionais. A reorganização foi aplicada simultaneamente em diferentes regiões, incluindo capital, Baixada Fluminense e interior.

Reestruturação amplia alcance e reposiciona comando

A movimentação foi marcada pela substituição de titulares em delegacias e setores-chave, com o objetivo de fortalecer a atuação investigativa e dar maior dinamismo à corporação. A seguir, estão alguns dos principais órgãos com seus respectivos novos responsáveis:

Chefia de Gabinete (CHGAB/SEPOL): Dr. Glaudiston Galeano Lessa

2º DPA: Dr. Adriano Marcelo Firmo França

4º DPA: Dra. Carla Mariana Mero Ferrão

6º DPA: Dr. Fábio Oliveira Barucke

CGPOL (Subcorregedoria): Dr. Sergio Eduardo Lomba de Araujo

DGPCIA (Diretor): Dr. Carlos Alexandre L. Justiniano

Delegacias distritais (titulares):

4ª DP: Dr. Diego Salarini Gabriel

5ª DP: Dr. Niandro Ferreira Lima

7ª DP: Dr. Rafael Barcia Samelli Lopes

9ª DP: Dr. Leandro Aquino Gouget

10ª DP: Dr. Bruno Cleuder de Melo

11ª DP: Dr. Mario Jorge Ribeiro de Andrade

19ª DP: Dr. Jader Machado Amaral

22ª DP: Dr. João Luiz Garcia de A. e Costa

23ª DP: Dra. Patricia Uana da R. Cambraia

25ª DP: Dr. Allan Duarte Lacerda

28ª DP: Dr. Renato Bezerra Carvalho

30ª DP: Dr. Reginaldo Felix Vall Lloveras

31ª DP: Dr. Roberto de Souza Cardoso

32ª DP: Dr. Fabio Asty Dantas

33ª DP: Dra. Alessandra Petralanda Santos

36ª DP: Dra. Giselle do Espírito Santo

40ª DP: Dr. Leandro Gontijo de S. Alves

44ª DP: Dr. Flavio Ferreira Rodrigues

48ª DP: Dr. André Rosa Leiras

51ª DP: Dr. Celso Gustavo Castello Ribeiro

56ª DP: Dr. José Mario Salomão de Omena

64ª DP: Dr. Cley Biagio Catão

72ª DP: Dr. Mario José Lamblet dos Santos

75ª DP: Dr. Gabriel Poiava Martins

77ª DP: Dr. Claudio Otero Ascoli

78ª DP: Dr. Fabio Corsino Freire

79ª DP: Dr. Marcelo Machado

96ª DP: Dr. Fábio Luiz da Silva Souza

101ª DP: Dr. João Ricardo Bicuco de Oliveira

108ª DP: Dr. Vilson de Almeida Silva

111ª DP: Dr. Adriano Leal Baptista

118ª DP: Dr. Evaristo Pontes Magalhães

121ª DP: Dra. Carla Conceição G. Tavares

125ª DP: Dr. Milton Siqueira Junior

128ª DP: Dr. Luis Mauricio Armond Campos

132ª DP: Dr. Luiz Jorge Rodrigues da Silva

134ª DP: Dr. Carlos Augusto G. da Silva

158ª DP: Dr. Eduardo Aragão de S. Sanchez

Delegacias e órgãos especializados:

13ª DEAC: Dr. Flavio da Rosa LoureFlavio

DDEF: Dr. Marcos Andrei Buss

DELFAZ: Dr. Edezio de Castro Ramos Junior

DPMA: Dra. Josy Lima Leal Ribeiro

Outras unidades e funções:

6ª DP: Dra. Flávia Goes M. R. de Barros

19ª DP: Dr. Fabio Pacifico Marques

4º DPA: Dr. Eliezer Lourenço Costa

DGPC: Dr. Aldrin Genuíno da Rocha e Dr. Hilton Pinho Alonso

DGPI: Dr. Carlos Cesar Santos, Dr. Flavio Porto de Moura e Dra. Natália Brito Patrão

DHNSG: Dr. Filipi Poeys Lima

Foco em eficiência e resposta operacional

A reestruturação foi implementada com foco no aumento da eficiência investigativa e na melhoria da resposta ao avanço da criminalidade. A substituição de delegados foi realizada considerando experiência, histórico funcional e necessidade de reforço em áreas estratégicas.

A movimentação também foi associada à mudança na cúpula da segurança pública estadual, sendo tratada como um ajuste estrutural para alinhar a atuação da Polícia Civil às novas diretrizes de gestão.

Mudanças devem continuar

A reformulação não é considerada definitiva. Novas alterações poderão ser realizadas conforme avaliação de desempenho e evolução dos indicadores de segurança. A expectativa é de que a nova configuração contribua para maior integração entre unidades, aumento da produtividade investigativa e fortalecimento do combate às organizações criminosas em todo o estado.

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