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Tá 'serto'

Crivella fala que despesas das Olimpíadas e lixo motivaram o alagamento da cidade

Prefeitura irá fazer, com o secretariado, novos protocolos de ação para combate às chuvas


Foto: Leonardo Pimenta

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, concedeu, no início da noite desta terça (09), uma entrevista a vários jornalistas no Centro de Operações Rio (COR), onde fez um balanço das medidas tomadas até o momento. Segundo o prefeito, a grande quantidade de chuva de ontem e o volume de lixo nas ruas teriam atrapalhado a drenagem e gerado o grande alagamento da cidade. Crivella disse que a prefeitura está utilizando 15 carros de sucção contratados e mais 5 carros cedidos pela CEDAE e pela empresa de saneamento da zona oeste, a Oeste Mais, para realizar a drenagem dos principais locais da cidade. 

"Na verdade, esses homens são contratados. A prefeitura não tem esses homens próprios, nós temos seis empresas que fazem esses contratos, tanto de conservação como de drenagem, são mobilizados, no momento em que a gente precisa, a gente chama, e as pessoas vêm e trabalham intensamente”, disse Crivella.

Sobre as medidas preventivas tomadas, Marcelo Crivella confirmou que a prefeitura não se preparou para enfrentar as grandes chuvas e que mudará, com os secretários, os protocolos de ação adotados no combate às grandes chuvas na cidade. Segundo ele, será construído, no Jockey Club, um grande reservatório subterrâneo, igual ao de Vila Isabel e Maracanã, que irá escoar a água na Baía de Guanabara e, assim, evitar alagamentos no Jardim Botânico. Na opinião do prefeito, a despesa de mais de 6 milhões das Olimpíadas vem interferindo no orçamento e, consequentemente, na manutenção da cidade.      



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