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Justiça condena sargentos da Marinha por assassinato de perito da Polícia Civil

Renato Couto foi morto a tiros por Bruno Santos de Lima e Manoel Soares, quando investigava ferro-velho do pai de Bruno

Por Portal Eu, Rio! em 12/06/2025 às 08:33:37

PMs foram condenados pelo assassinato a penas que, somadas, chegam a quase 50 anos de prisão. Foto: Acervo Polícia Civil

O III Tribunal do Júri do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro condenou os sargentos da Marinha do Brasil Bruno Santos de Lima e Manoel Vitor Silva Soares pela morte do perito da Polícia Civil Renato Couto de Mendonça, ocorrida no dia 13 de maio de 2022. Bruno foi condenado a uma pena de 25 anos e 8 meses de reclusão e Manoel Vítor a 23 anos e 10 meses de reclusão por homicídio qualificado. A sentença também determinou a perda dos cargos públicos dos condenados.

Lourival Ferreira de Lima, pai de Bruno Santos, foi absolvido do crime de homicídio qualificado, mas condenado por fraude processual a seis meses de detenção em regime aberto e 20 dias-multa. O cabo da Marinha Daris Fidélis Motta foi absolvido das acusações.
A sentença foi concluída no sábado (7 de maio), depois de mais de 35 horas de julgamento.

O crime

O perito da Polícia Civil Renato Couto de Mendonça foi morto no dia 13 de maio de 2022. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Rio, os réus teriam efetuado disparos de arma de fogo contra a vítima em frente ao “ferro-vellho” de Lourival, na Praça da Bandeira, Zona Norte do Rio, e depois lançaram o policial, ainda com vida, no Rio Guandu, na divisa entre os Municípios de Japeri e Seropédica. O policial civil investigava a receptação de material roubado de uma obra que fazia e que foi parar no ferro-velho.


Fonte: Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro

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