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Polícia Civil prende em Caxias acusada de dopar e roubar turistas em Ipanema

Amanda Deloca, de 23 anos, e duas cúmplices são indiciadas por roubo com violência e mais dois crimes

Por Portal Eu, Rio! em 19/08/2025 às 11:35:15

Policiais civis da 62ª DP (Imbariê) localizaram e prenderam, nesta segunda-feira (18/08), uma das mulheres que doparam e roubaram turistas, no dia 7 deste mês, na praia de Ipanema, Zona Sul do Rio de Janeiro. Amanda Couto Deloca, 23 anos, estava escondida em uma casa no bairro Nova Campina, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e não resistiu à prisão, nesta segunda-feira (18). Mayara Ketelyn Américo da Silva e Raiane Campos de Oliveira, outras duas acusadas de participar do chamado golpe “Boa Noite Cinderela”, permanecem foragidas. Raiane é uma velha conhecida da Polícia, com mais de 20 passagens criminais e uma condenação a seis meses de prisão pelo mesmo tipo de crime.

Os dois britânicos, vítimas do golpe, estavam em um evento na Lapa, bairro boêmio carioca, no último dia 7, onde conheceram as mulheres. O grupo seguiu para a praia de Ipanema, onde elas ofereceram bebidas, que tinham uma substância capaz de causar sonolência e desorientação. Sem condições de reação, os dois tiveram valores retirados de suas contas bancárias, resultando em um prejuízo de mais de R$ 116 mil.

O caso ganhou repercussão internacional e foi divulgado pelos jornais ingleses, já que uma testemunha gravou as mulheres entrando em um táxi logo após deixarem os turistas na praia, totalmente desnorteados, em estado alterado de consciência.

Ouça no Pocast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a prisão de uma das investigadas por dopar e roupar turistas ingleses na praia de Ipanema.

O Golpe “Boa Noite Cinderela” consiste na ingestão involuntária de substâncias psicoativas, capazes de causar efeitos adversos, para que um crime seja mais facilmente realizado. A substância é normalmente colocada no copo de bebida das vítimas, que após a ingestão perdem totalmente o controle e desmaiam em poucos minutos.

Dois dias depois do crime, o Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou as mulheres por roubo com violência, furto qualificado por fraude eletrônica e associação criminosa.

Na denúncia, o MP solicitou ainda que as acusadas indenizem cada vítima em R$ 30 mil por danos materiais e morais.

A especializada identificou as três envolvidas após diversas diligências. Testemunhas que presenciaram uma das vítimas desacordada prestaram depoimentos e imagens que mostram as três fugindo do local foram analisadas. As diligências seguem para localizar as demais envolvidas.

Por Portal Eu, Rio!

Fonte: PCERJ e Radioagência Nacional

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