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Alerta

Poluição sonora: debate aborda como o ruído pode afetar a saúde humana

O limite seguro para o barulho do trânsito é 53 decibéis; acima desse valor, os riscos de ansiedade e estresse aumentam de forma significativa


Foto: Câmara Municipal do RJ

No corre corre frenético de um dos maiores centros urbanos do mundo, como é o Rio de Janeiro, o barulho nunca para. São milhares de ônibus, motos, carros, congestionamentos agitados por buzinas, canteiros de obras com batidas de ferramentas e instrumentos frequentes, bares lotados com conversas ou música alta. Sons que até fazem parte do ecossistema da cidade, mas quando o excesso de ruído é constante, ele deixa de ser só um incômodo: passa a ser uma ameaça à saúde mental.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera, por exemplo, que o limite seguro para o barulho do trânsito é 53 decibéis. Acima desse valor, os riscos de ansiedade e estresse aumentam de forma significativa.

Um estudo recente realizado na Finlândia mostrou que a exposição corriqueira ao barulho do trânsito aumenta o risco de desenvolver depressão e ansiedade. A pesquisa analisou mais de 114 mil jovens e confirmou: acima do apregoado pela OMS, o ruído se torna um estressor psicológico importante.

Os efeitos podem ser silenciosos, mas profundos: noites mal dormidas, dificuldade de concentração e maior vulnerabilidade a transtornos mentais, como vão explicar as especialistas que participam do Câmara Rio Debate da próxima terça-feira (16), às 20h. Nosso estúdio recebe a doutora em fonoaudiologia Márcia Soalheiro e a médica otorrinolaringologista Priscila Dias. O programa tem ainda a participação especial de Marta Ribeiro Valle Macedo, arquiteta e urbanista.

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