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Arthur Antunes Coimbra

Zico, o Samurai de Quintino”, documentário sobre um dos maiores ídolos do esporte, estreia dia 30 de abril nos cinemas

Filme revisita momentos decisivos do craque do futebol e revela a dimensão humana por trás do atleta que encantou diferentes gerações


Foto: Divulgação

Em homenagem ao legado de Arthur Antunes Coimbra, o eterno Zico, ídolo rubro-negro e do futebol, a Downtown Filmes presenteia os fãs do craque do esporte da melhor forma: lançando o primeiro trailer e o pôster oficial de *“Zico, o Samurai de Quintino”, dirigido por João Wainer. O documentário, que estreia nos cinemas brasileiros em 30 de abril, mergulha na trajetória do craque e apresenta ao público imagens raras, registros de arquivo e bastidores inéditos. A produção revisita não apenas gols antológicos e conquistas marcantes, mas também episódios pouco conhecidos da carreira, os desafios enfrentados ao decidir jogar no Japão e a construção de um legado e inspiração que ultrapassa gerações.

O filme aposta em uma abordagem sensível e inédita, combinando depoimentos exclusivos e conversas com personagens-chave, ex-parceiros e fãs que se tornaram ídolos, como Júnior Maestro, Carpegiani, Carlos Alberto Parreira, Ronaldo Fenômeno, o radialista José Carlos Araújo, entre outros. Além deles, os três filhos de Zico e sua esposa, Sandra, visitam o vasto acervo pessoal do Galinho de Quintino.

“Mais do que as conquistas e glórias do Zico, venho aprendendo com ele lições que vão além do futebol, como humildade, respeito e gentileza. Posso garantir que toda a equipe trabalhou com muita dedicação e afeto para construir um filme emocionante e repleto de informação”, afirma o diretor João Wainer.

As filmagens tiveram início em 2023, ano em que Zico completou 70 anos, e passaram por locais emblemáticos, como a casa do jogador em Quintino, ruas do Rio de Janeiro e um set especialmente montado para receber convidados. O projeto também percorreu o Japão, país onde ele se tornou um pioneiro e desenvolvedor do futebol, do time operário do Sumitomo à seleção, de quem foi técnico.

A produção reúne ainda um vasto acervo pessoal, com dezenas de fitas VHS, filmes Super-8 e objetos históricos, entre eles, a camisa 10 usada na final do Mundial de 1981 e um caderno com anotações detalhadas de gols ao longo da carreira. O Flamengo também esteve ao lado da produção na viabilização de conteúdos, acervos e conexões institucionais, reforçando o compromisso do clube com a preservação e valorização de sua história e de seu maior ídolo.

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