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Inspirando novos públicos

CPB leva medalhistas paralímpicos ao Rock in Rio para celebrar legado dos Jogos de 2016

Iniciativa conectou Comitê Paralímpico Brasileiro ao maior festival de música e entretenimento do mundo


Foto: Divulgação

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) levou o esporte paralímpico para o maior festival de música e entretenimento do mundo. No dia 4 de setembro, cinco medalhistas que fizeram história nos Jogos Rio 2016 retornaram ao Parque Olímpico, dez anos depois, desta vez como convidados do Rock in Rio. A ação, idealizada pela DreamIE, unidade de inteligência e estratégia da Dream Factory, conectou esporte, entretenimento, pluralidade, inclusão e acessibilidade em uma estratégia para ampliar a presença da instituição para além do período dos Jogos Paralímpicos.

A iniciativa reforçou a atuação do CPB no desenvolvimento do Movimento Paralímpico e ampliou oportunidades de conexão com diferentes públicos. Fortaleceu ainda a presença do esporte paralímpico em momentos que vão além do calendário esportivo, aproximando a marca CPB de novos territórios, experiências e audiências. Ao levar Alana Maldonado, Petrúcio Ferreira, Phelipe Rodrigues, Clodoaldo Silva e Jennyfer Parinos para o Rock in Rio, o Comitê ocupou um território cultural de grande alcance e apresentou a novos públicos a relevância do trabalho desenvolvido de maneira contínua pela instituição.

“Os Jogos Paralímpicos Rio 2016 mudaram a história do esporte no Brasil. Dez anos depois, reunir no Rock in Rio atletas que protagonizaram aquele momento é uma forma de celebrar esse legado e, ao mesmo tempo, projetá-lo para o futuro. O esporte paralímpico precisa estar onde as pessoas estão, ocupar os grandes espaços da cultura brasileira e conversar com novos públicos. O Rock in Rio representa exatamente isso. É um encontro entre duas forças capazes de mobilizar, emocionar e transformar. Mostramos o quanto avançamos desde então e o quanto ainda podemos avançar”, afirma Daniel Brito, diretor de Comunicação e Marketing do Comitê Paralímpico Brasileiro.

Para a DreamIE, a ação mostra como a inteligência estratégica pode identificar territórios capazes de ampliar a conversa de uma marca. “Nosso desafio era pensar estrategicamente em como tirar o CPB do lugar em que tradicionalmente é encontrado pelo público e colocá-lo em uma conversa mais ampla, ocupando um território de cultura e entretenimento. O Rock in Rio é uma das grandes marcas brasileiras, assim como o esporte paralímpico, e os dois têm a capacidade de emocionar e transformar vidas. O fato de os dez anos dos Jogos Rio 2016 serem celebrados justamente durante uma edição do Rock in Rio tornou essa conexão ainda mais especial: atletas paralímpicos brasileiros já deram show nesse mesmo palco. A ação resgata essa memória e, ao mesmo tempo, cria uma nova oportunidade para mostrar que o esporte paralímpico tem histórias, protagonistas e conquistas que merecem estar em evidência o ano inteiro”, afirma Rômulo Carminate, Diretor de Inteligência e Estratégia da Dream Factory.

A escolha do festival também criou uma oportunidade para o Rock in Rio reforçar, na prática, seus compromissos com acessibilidade, pluralidade, diversidade e combate ao capacitismo. A Cidade do Rock conta com uma estrutura dedicada ao público com deficiência e mobilidade reduzida, incluindo transporte adaptado, Central de Acessibilidade, audiodescrição, intérpretes de Libras e Sala Sensorial, entre outros recursos.

“O Rock in Rio sempre acreditou na arte de sonhar e fazer acontecer. Na Cidade do Rock, sonhos se realizam e, dez anos depois dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, é muito especial poder celebrar esse encontro ao lado do CPB de uma maneira muito emocionante. Vamos realizar mais um sonho juntos e reforçar que a pluralidade, a inclusão e a acessibilidade são essenciais na busca por um mundo melhor”, revela Ana Deccache, Diretora de Marketing da Rock World.

A parceria criou, assim, uma via de mão dupla. Para o CPB, a presença no Rock in Rio amplia a possibilidade de manter o esporte paralímpico em evidência mesmo fora do ciclo dos Jogos, aproximando a instituição de novos públicos e territórios de comunicação. Para o festival, a participação dos atletas reforça a discussão sobre acessibilidade e inclusão em um espaço de grande visibilidade.

O reencontro também resgatou o legado dos Jogos Rio 2016, edição que marcou uma virada para o esporte paralímpico brasileiro. Na ocasião, a delegação brasileira conquistou 72 medalhas — 14 de ouro, 29 de prata e 29 de bronze — e terminou na oitava colocação do quadro de medalhas. Os cinco atletas presentes no Rock in Rio conquistaram, juntos, dez medalhas naquela edição.

Dez anos depois, a presença dos medalhistas no festival ressignificou aquele legado em um novo contexto. Se em 2016 o esporte paralímpico conquistou pódios, em 2026 a estratégia é ampliar ainda mais seu espaço na cultura, no entretenimento e na sociedade brasileira.

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