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Polícia Civil frustra ataque a bomba contra show de Lady Gaga em Copacabana

Ação com o Ministério da Justiça prendeu responsável pelo plano terrorista e apreendeu adolescente

Por Portal Eu, Rio! em 04/05/2025 às 12:54:26

.Secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi detalhou em coletiva de imprensa Operação Fake Monster, que desarticulou atentado contra show de Lady Gaga. Foto: Polícia Civil/RJ

A Polícia Civil, em conjunto conjunto com o Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), desarticulou um grupo que planejava um ataque durante o show da Lady Gaga, que aconteceu neste sábado (03/05), na Praia de Copacabana, no Rio. Eles iriam cometer um atentado com explosivos para atingir o público LGBTQIA+.

Durante a "Operação Fake Monster”, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão. Um adolescente, de 17 anos, foi apreendido e um homem foi preso em flagrante. Ambos são apontados pela investigação como líderes de uma célula que disseminava ódio pela internet.

A ação foi realizada pela Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) e pela 19ª DP (Tijuca), com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), e teve início a partir de informações sobre um possível ataque. O plano era tratado como um “desafio coletivo”, com o objetivo de obter notoriedade nas redes sociais.

Ouça no Podcast do Eu, Rio! a reportagem da Rádio Nacional sobre a Operação Fake Monster, que abortou um ataque a bomba contra o show de Lady Gaga.

Em menos de uma semana de investigações, oito integrantes de um dos grupo foram identificados, o que acarretou na ação deste sábado, nos municípios do Rio de Janeiro, Niterói e Duque de Caxias, no Rio; Cotia, São Vicente e Vargem Grande Paulista, em São Paulo; São Sebastião do Caí e Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul; e Campo Novo do Parecis, no Mato Grosso.

“A Polícia Civil agiu de forma silenciosa e sem criar pânico. É o tipo de informação que a Polícia não pode desprezar. Nesse sentido, atuamos cirurgicamente para que o crime não acontecesse. Toda vez que a Polícia Civil tiver conhecimento da iminência de um ataque, nós iremos agir”, explicou o delegado Felipe Curi, secretário de Estado de Polícia Civil.

Como desdobramento da operação, na tarde deste sábado, os agentes também foram a Macaé para cumprir um mandado de busca e apreensão contra um indivíduo que também planejava crime relacionado à apresentação da cantora. Ele ameaçava matar uma criança ao vivo, e responde por terrorismo e induzimento ao crime. A motivação seria de cunho religioso.

Além dos detidos, durante as ações de sábado, foram apreendidos equipamentos eletrônicos, como computadores e celulares, que passarão por perícia.

“A Polícia Civil vem realizando um trabalho de excelência durante os grandes eventos que acontecem no estado. Usamos todos os nossos meios em cima de possíveis ameaças para preservar a integridade das pessoas presentes nestes eventos, e foi assim que atuamos desta vez. Teremos outros eventos no Rio, e seguiremos trabalhando da melhor maneira para que tudo transcorra sem incidentes”, afirmou o delegado Carlos Oliveira, subsecretário de Planejamento e Integração Operacional da Polícia Civil.

Operação Rastreio foca quadrilha de receptadores de celulares e teve show como estopim

Neste sábado a Polícia Civil também deu início a “Operação Rastreio”, contra roubo, furto e receptação de celulares. A ação também foi deflagrada devido aos eventos de grande movimento que aconteceram tanto na capital quanto na Região Serrana.

Agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) já monitoravam o grupo criminoso há 45 dias. Quatro dos principais receptores celulares do Estado foram presos, além de outros 12 integrantes da quadrilha. Cerca de 200 aparelhos foram recuperados na ação.

“Durante o show, foi percebida uma movimentação na região, com muitas pessoas com aparelhos roubados para serem vendidos para os receptadores. Por conta disso, deflagramos a operação neste sábado. As investigações mostraram que além do prejuízo da subtração dos celulares, a quadrilha tinha acesso aos aplicativos das vítimas, onde conseguiam fazer pix em contas de nomes de laranjas. Esta foi apenas a primeira ação desta operação que será constante em todo o estado do Rio”, finalizou o secretário Felipe Curi.

Por Portal Eu, Rio!

Fonte: Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro e RadioAgência Nacional

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