Foto: Rafael Ribeiro/CBF
A Seleção Brasileira visita a Bolívia nesta terça-feira (09), às 20h30, na altitude de 4.100 metros, encerrando participação nas Eliminatórias Sul-Americanas para Copa do Mundo de 2026. O confronto será no Estádio Municipal de El Alto.
A Seleção Brasileira já está classificada para a competição ano que vem e ocupa a segunda colocação das Eliminatórias Sul-Americanas, com 28 pontos. A Argentina lidera a tabela de classificação, com 38 pontos, e não pode mais ser alcançada. Mas o Brasil pode ser ultrapassado pelo Uruguai (27 pontos) e Equador (26 pontos) na pontuação.
Já a Bolívia, que ocupa a oitava posição, disputa com a Venezuela, sétima colocada, uma vaga repescagem. A diferença entre elas é de apenas um ponto. Para ficar em sétimo lugar, a seleção boliviana precisa ganhar do Brasil e torcer para a seleção venezuelana perder da Colômbia ou empatar. A partida também será hoje, no mesmo horário, no Monumental de Maturín.
Devido à importância do jogo para os bolivianos, a partida contra o Brasil tem ingressos esgotados há mais de um mês. A capacidade do estádio é de 22 mil pessoas. A Bolívia defende uma invencibilidade em Eliminatórias neste estádio e conta com o fator casa em El Alto. Mas o Brasil não perde para a seleção boliviana desde 2009. De lá pra cá, foram seis vitórias com goleadas e um empate.
O técnico Carlos Ancelotti deve mudar praticamente quase todo time em relação à partida disputada, na quinta-feira passada (04), contra o Chile, no Maracanã. Somente o goleiro Alisson e meio-campo Bruno Guimarães devem permanecer como titulares. O lateral-direito Wesley pode iniciar no banco, já que sentiu um incômodo muscular no treino.
Para Óscar Villegas somente a vitória interessa. O comandante boliviano também prepara mudanças na escalação. Miguelito, jogador do Atlético Mineiro, deve ir para a ponta-direita, abrindo espaço para um centroavante. Monteiro e Algarañaz disputam vaga no comando do ataque da seleção mandante.
Onde assistir: TV Globo e Sportv
ARBITRAGEM
BOLÍVIA: Lampe; Diego Medina, Haquín, Morales e Roberto Fernández; Villamíl, Ervin Vaca, Robson Matheus e José Sagredo; Miguelito e Moisés Paniagua. (Técnico: Óscar Villegas)
BRASIL: Alisson; Wesley (Vitinho), Fabrício Bruno (Marquinhos), Alexsandro e Douglas Santos (Caio Henrique); Andrey Santos, Bruno Guimarães e Paquetá; Raphinha (Luiz Henrique), Richarlison (João Pedro) Estêvão (Martinelli). (Técnico: Carlo Ancelotti)