Projeto na Alerj limita risco de que agentes que tenham cometido um crime permaneçam na função. Proposta surgiu em resposta a incidente de fevereiro deste ano, em que jovem foi estrangulado até a morte por um segurança do supermercado Extra, e voltou à tona com episódio na rede de varejo Ricoh, em São Paulo
Ler matériaEugênia Augusta Gonzaga, que presidia organismo quando da emissão de atestado de óbito para Fernando Santa Cruz, alerta para necessidade de manter ritmo do reconhecimento e das buscas de vítimas da ditadura: "Subtrair das famílias o direito aos corpos de seus entes queridos não é uma decisão política, é barbárie”
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