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Foto: Douglas Shineidr
A Unidos de Vila Isabel apresentou o enredo “Gbalá — viagem ao Templo da Criação”, liderado pelo carnavalesco Paulo Barros. São histórias yorubá desde que a humanidade existe. Uma reedição do enredo que foi trazido pela escola para a avenida em 1993.
Os versos atualizam a mensagem anterior, com uma leitura mais atual sobre a responsabilidade humana com o planeta e as gerações futuras. Assim, foram abordados desde os males que o ser humano pode fazer no planeta, até a possibilidade de reconstrução, a partir da esperança trazida pelas crianças.
Paulo Barros criou um estilo futurista para um enredo que a agremiação da Zona Norte já havia trazido para a Sapucaí há 30 anos. A escola mostrou a importância das crianças para um mundo melhor, remetendo a criação do mundo de acordo com a ótica das religiões de matriz africana.
"Nas mãos das crianças, uma jornada de ensinamentos para curar os males do mundo, ensinando a humanidade os valores da natureza, respeito e amor. Salvar nossa mente e nossa alma. Viva as crianças", disse Paulo Barros.
O enredo teve como trilha sonora o mesmo samba-enredo da década de 90, composto pelo presidente de honra da escola, Martinho da Vila, que completou 86 anos, e no aquecimento da escola o público cantou parabéns para o cantor.
Minutos antes do desfile, a escola quase fica sem o seu principal intérprete. Tinga teve um pico de pressão e teve que ser atendido por um médico, que o liberou para o desfile.
O samba-enredo da agremiação teve bom rendimento, assim como a bateria comandada pelo mestre Macaco Branco.
A escola enfrentou problemas com o show de luzes de laser. A calça do mestre-sala não acendeu.
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A Unidos de Vila Isabel apresentou o enredo “Gbalá — viagem ao Templo da Criação”, liderado pelo carnavalesco Paulo Barros. São histórias yorubá desde que a humanidade existe. Uma reedição do enredo que foi trazido pela escola para a avenida em 1993.
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Os versos atualizam a mensagem anterior, com uma leitura mais atual sobre a responsabilidade humana com o planeta e as gerações futuras. Assim, foram abordados desde os males que o ser humano pode fazer no planeta, até a possibilidade de reconstrução, a partir da esperança trazida pelas crianças..
Paulo Barros criou um estilo futurista para um enredo que a agremiação da Zona Norte já havia trazido para a Sapucaí há 30 anos. A escola mostrou a importância das crianças para um mundo melhor, remetendo a criação do mundo de acordo com a ótica das religiões de matriz africana..
"Nas mãos das crianças, uma jornada de ensinamentos para curar os males do mundo, ensinando a humanidade os valores da natureza, respeito e amor. Salvar nossa mente e nossa alma. Viva as crianças", disse Paulo Barros..
O enredo teve como trilha sonora o mesmo samba-enredo da década de 90, composto pelo presidente de honra da escola, Martinho da Vila, que completou 86 anos, e no aquecimento da escola o público cantou parabéns para o cantor..
Minutos antes do desfile, a escola quase fica sem o seu principal intérprete. Tinga teve um pico de pressão e teve que ser atendido por um médico, que o liberou para o desfile..
O samba-enredo da agremiação teve bom rendimento, assim como a bateria comandada pelo mestre Macaco Branco..
A escola enfrentou problemas com o show de luzes de laser. A calça do mestre-sala não acendeu..
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