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Alteração do estado mental

Aluno do curso de direito expõe partes íntimas para turma em sala de aula na universidade

PM foi acionada após estudante praticar atos obscenos diante da professora e colegas em sala de aula na UNIG de Nova Iguaçu


Aluno exibiu partes íntimas em sala de aula. Fotos: Reprodução

Na última segunda-feira (23), um aluno do curso de Direito da Universidade Iguaçu (UNIG), unidade de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, entrou na sala de aula sem camisa. Ao ser advertido pela professora para que se recompusesse, o estudante desafiou a docente, levantou e expôs suas partes íntimas diante da turma. A Polícia Militar foi acionada.


Segundo relatos de estudantes, ao ser orientado a se recompor e informado de que a segurança seria acionada, o aluno respondeu que a professora poderia chamar o reforço e que seria melhor. Na sequência, anunciou que iria tirar a calça e cumpriu a ameaça. Um colega interveio imediatamente e o conteve. Vídeos do ocorrido circularam em grupos de WhatsApp.

Nota oficial da UNIG

Em nota, a universidade confirmou o episódio e informou que o aluno apresentou um episódio agudo de alteração do estado mental, com desorganização do pensamento, alteração comportamental e comprometimento transitório do juízo crítico. A instituição afirmou não ter tido, até o momento do ocorrido, qualquer informação formal sobre condição de saúde mental prévia do estudante.

A UNIG informou que sua equipe realizou abordagem acolhedora, manejo verbal adequado, encaminhamento para ambiente seguro e acionamento dos responsáveis. O aluno foi afastado das atividades acadêmicas por tempo indeterminado, inclusive para fins de eventual tratamento. A instituição instaurou processo administrativo para apuração do ocorrido e tomada de providências adicionais.

A universidade afirmou que os alunos presentes foram assistidos e orientados e que segue prestando acolhimento e suporte por meio de suas equipes pedagógica e de apoio psicossocial, reafirmando o compromisso com um ambiente seguro e atento às questões de saúde mental.

A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro foi contactada pela equipe do Portal, Eu, Rio!, mas até o momento não se pronunciou sobre o caso. O espaço segue aberto para manifestação.


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