O futebol brasileiro vive um novo momento com a presença das Sociedades Anônimas do Futebol (SAF) que vem como alternativa aos clubes que dão caneladas nas gestões por décadas criando um ambiente favorável para as iniciativas de investimentos. E seja em clubes SAFs ou associativos, o toque refinado, o passe que abre defesas, é da Lei de Incentivo ao Esporte (LIE).
Todo o clube, que pensa na melhoria da gestão, comunicação e desempenho esportivo, deve escalar a LIE para a equipe. As SAFs e a LIE podem rememorar as grandes duplas do futebol brasileiro como Pelé e Garricha, Pelé e Coutinho, Pelé e Tostão, Romário e Bebeto, Ronaldo e Rivaldo, entre outros. A metáfora não é sobre o jogo de 90 minutos. É sobre ações de Marketing Esportivo que podem potencializar aqueles jogadores criados nas categorias de base.
Especialista em elaboração de projetos incentivados pela LIE, Álvaro Martins, CEO da AR Lei de Incentivo ao Esporte, empresa há 14 anos no mercado com projetos em 25 estados, aponta a necessidade de os clubes estarem alinhados com a Lei de Incentivo ao Esporte, criando condições favoráveis de alavancar grandes receitas com negociações de potenciais atletas.
“Os ativos dos clubes estão nas categorias de base. E a LIE vem para dar este apoio indispensável para torná-los valorizados antes de chegarem ao profissional. Cerca de 25% das receitas dos clubes são resultados de negociações de atletas que chegaram ainda crianças ao clube. Profissionalismo e incentivos fiscais que serão transformados em gestão operando no azul, estruturação e inovação, programas educacionais, acompanhamento psicológico e social, são alicerces que a LIE oferece para potencializar os ativos”, diz Álvaro.
Os clubes SAFs têm um atalho no artigo 18 e 18-A da Lei Pelé que permite acessar projetos incentivados sem a certificação exigida por estar direcionada aos projetos de alto rendimento. Um caminho livre para entrar na área marcar o gol. É estratégia que mira não somente os títulos, mas também a perenidade e impacto social, valores que tornam o jogo ainda maior que o placar final.
Fonte: Álvaro Martins, especialista em Lei de Incentivo ao Esporte